Este celular ultra premium possui tela AMOLED com taxa de 165 Hz, 12 GB de RAM expansível até 24 GB e sensores de 50 MP em todas as câmeras.
Motorola Signature tem câmeras de 50 MP e tela AMOLED de 165 Hz
O atual melhor celular da Motorola, o Signature se destaca por todas as suas câmeras serem de 50 MP: há uma wide com sensor Sony Lytia 828 e uma ultrawide com ângulo de 122º, que capturam cenas com grande campo de visão, e uma telefoto periscópica Sony Lytia 600 com zoom óptico de 3x voltada para aproximações. A frontal tira selfies com alta qualidade e resolução.
O chip Snapdragon 8 Gen 5 de 3 nanômetros e os 12 GB de RAM expansíveis até 24 GB via RAM Boost entregam desempenho de ponta em várias atividades, como apurado nos nossos testes. Os 512 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno mais que adequado para guardar vídeos, fotos e documentos.
Sobre durabilidade, o corpo com revestimento de couro sintético na traseira e bordas de alumínio recebe o reforço do vidro Gorilla Glass Victus 2 sobre a tela e das certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69, que adicionam resistência extrema em vários cenários, de quedas e mergulhos a altas temperaturas.
Motorola Signature possui tela AMOLED de 165 Hz com brilho de até 6.200 nits (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Signature conta com uma tela LTPO AMOLED de 6,8 polegadas com taxa de atualização de 165 Hz e brilho de até 6.200 nits. Tal combinação oferece alta fluidez na rolagem da tela, visibilidade sob luz forte do sol e cores vibrantes.
Este celular conversa com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC para ações por aproximação. Sua bateria de 5.200 mAh resiste a pouco mais de 17 horas de reprodução de vídeo como visto em nossos testes, suportando carregamento ultrarrápido de 90 W via USB-C e de 50 W sem fio.
Motorola Signature (512 GB) traz tela AMOLED de 165 Hz, câmeras de 50 MP e 12 GB de RAM; celular ultra premium tem maior desconto desde o lançamento no Pix com cupom
Motorola Signature é a aposta da marca para brigar com segmento superior de celulares (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Signature (512 GB), chegado a pouco mais de um mês no Brasil por R$ 8.999, já se encontra com 43% de desconto. Você pode adquirir o smartphone ultra premium da empresa norte-americana no Mercado Livre por R$ 5.156 no Pix. Para chegar ao valor, basta resgatar o cupom de R$ 3.000 OFF disponível na vitrine.
Motorola Signature conta com Snapdragon 8 Gen 5 e tela de 6,8″
Novo flagship da Motorola é ideal para quem gosta de celular com tela grande (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Signature vem equipado por 12 GB de RAM expansível até 24 GB via RAM Boost e pelo chip Snapdragon 8 Gen 5. O processador versão não-Elite da Qualcomm fornece uma CPU com frequência de até 3.8 GHz e na prática mostrou suportar bem tarefas simples a exigentes nos nossos testes.
O celular ultra premium da Motorola traz um painel LTPO AMOLED de 6,8 polegadas que entrega taxa de atualização de 165 Hz e brilho com pico de 6.200 nits. Essas especificações são superiores a concorrentes diretos do segmento de topos de linha, o que significa excelente fluidez gráfica e visual sob forte iluminação.
Em termos de design, apresenta um acabamento sofisticado com traseira de couro sintético e bordas de alumínio. Já em construção, inclui as mais altas certificações IP68 e IP69, que asseguram resistências a jatos d’água de alta pressão e imersão em 1,20 m durante 30 minutos. Além de contar com a classificação MIL-STD-810H.
Câmeras traseiras são abrigadas em módulo saltado também feito de alumínio (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Aos entusiastas de fotografias, o smartphone traz três câmeras traseiras de 50 MP. O sistema versátil apresenta o sensor principal Sony Lytia 828 com capacidade de gravação em 8K, o Sony Lytia 600 (Periscópica) com zoom óptico de 3x para aproximar objetos distantes e o ultrawide de 122°.
A bateria de 5.200 mAh resistiu a pouco mais de 17 horas de reprodução de vídeo nos nossos testes e suporta carregamento rápido por cabo de 90 W e 50 W wireless, o que indica carga folgada para uso com pouco tempo na tomada. Por fim, o melhor celular da Motorola possui suporte a e-SIM, Bluetooth 6.0, NFC e Wi-Fi 7.
O Motorola Signature (512 GB) está com o maior desconto já visto no varejo desde o seu lançamento e sai por R$ 5.156 no Pix com o cupom de R$ 3.000 OFF oferecido em oferta encontrada no Mercado Livre.
Veja as impressões do Tecnoblog sobre o Motorola Signature:
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
Smartphone ultra premium da Motorola está com o maior desconto já encontrado em oferta. Entre os destaques, traz Snapdragon 8 Gen 5, câmeras de 50 MP e tela AMOLED de 6,8"
Chegou o novo desafiante (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Signature de 512 GB está saindo por apenas R$ 5.399,10 no Pix aplicando o cupom de R$ 3.000 OFF que aparece na página no Mercado Livre. A oferta representa um desconto de 40% sobre o preço de lançamento de R$ 8.999 pelo atual celular mais avançado da Motorola, com processador e câmeras avançados.
Motorola Signature traz Snapdragon e quatro câmeras de 50 MP
O Motorola Signature é equipado com processador Qualcomm Snapdragon 8 Gen 5 com tecnologia de 3 nanômetros, que opera junto com uma RAM de 12 GB expansível até 24 GB via RAM Boost. Essas configurações são capazes de entregar alto desempenho mesmo em tarefas pesadas, incluindo jogos e aplicativos de edição.
O celular da Motorola também é composto por um conjunto de câmeras com quatro sensores de 50 megapixels, capazes de entregar alta resolução para edição, reprodução ou impressão de imagens independente da lente. Além da principal traseira e da frontal, estão presentes uma periscópica para zoom e ultrawide para cenários amplos.
(foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Outro destaque é a tela, uma AMOLED de 6,8 polegadas com brilho forte de até 6.200 nits e taxa de atualização de 165 Hz. As configurações impressionam pela alta fluidez, excelente visibilidade sob qualquer iluminação e qualidade de imagem com cores vívidas e pretos profundos oferecida pela tecnologia do display.
Na bateria, o Motorola Signature traz 5.200 mAh de capacidade e pode ser carregado rapidamente com 90 W via USB-C ou até 50 W com carregamento sem fio. O smartphone deve ser atualizado até o Android 23, entregando uma longevidade diferenciada para um celular da marca.
Motorola Signature entrega alto desempenho, câmeras excelentes e cores intensas; melhor celular da Motorola atualmente recebe cupom generoso no Mercado Livre
Tecnoblog entrevistou Rodrigo Vidigal, country manager da Motorola Brasil (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
A Motorola, comandada pelo presidente Rodrigo Vidigal, mira os clientes de Apple e Samsung dispostos a gastar cerca de R$ 8 mil a R$ 10 mil, com produtos como o Motorola Signature.
O Signature oferece uma combinação de hardware de ponta, preço competitivo e atributos como cores especiais, visando diferenciar-se no mercado.
A empresa busca aumentar sua presença no segmento de luxo com parcerias com marcas como Bose, Swarovski e Pantone.
A Motorola quer mais. Depois de vender muito Moto G, do segmento básico, e Motorola Edge, da categoria premium, agora a companhia tenta conquistar o chamado ultra premium – estão de olho no cliente disposto a gastar algo na faixa dos oito, quase dez mil reais. Querem brigar com a Apple e a Samsung, conforme admite o presidente da companhia, Rodrigo Vidigal, em entrevista exclusiva ao Tecnoblog.
Ele considera que o recém-lançado Motorola Signature tem uma combinação única de hardware e preço, além de contar com atributos que a diferenciam, como as cores especiais. “Me desculpem as feias, mas beleza é fundamental”, dispara o executivo. E de fato, o produto fez bonito: levou nota 8,9 no nosso review completo.
Nesta conversa, também tratamos da escassez de chips de memória (spoiler: com possível aumento nos preços dos smartphones ainda neste semestre), a sempre polêmica política de atualizações de Android e a presença na Copa do Mundo. Confira a seguir. Os trechos foram editados para dar mais clareza e fluidez.
Concorrência e relação com o consumidor
Thássius Veloso – De que forma vocês vão competir com Apple e Samsung, as duas primeiras colocadas no segmento ultra premium?
Rodrigo Vidigal (Motorola) – Com a combinação de hardware, software e experiência de pós-venda com concierge. Esse consumidor realmente busca muita qualidade de câmera e a gente traz o produto com a melhor nota do Brasil no DxOMark. Temos o melhor preço, com processador de última geração, a melhor tela, todo o sistema de entretenimento da Bose. A gente traz um ecossistema muito forte e um produto que realmente entrega o que há de mais avançado.
Qual será o papel do concierge?
A gente vai ter um atendimento ultra premium em todos os sentidos. Se ele tiver alguma necessidade de hardware ou software, vai poder resolver isso rapidamente, com respostas de até duas horas, de uma maneira que não existe hoje no mercado.
Nós estamos numa sala com as marcas do Gorilla Glass, Polar, Bose, Alcantara, Swarovski e Pantone estampadas nas paredes. Empresas rivais da Motorola não costumam se associar a tantos parceiros. Vocês não teriam condições de fazer todos esses projetos sozinhos?
Nenhum fabricante consegue fazer tudo sozinho, seja carro, computador ou qualquer outra categoria. A nossa proposta é trazer esses componentes premium sob a visão da Motorola para entregar a melhor experiência. Eu poderia comprar um componente genérico, mas eu prefiro trazer peças de ponta, como na parceria com a Sony para as câmeras. Estamos na Formula 1, que não deixa ninguém entrar se não for de ponta. Isso também nos ajuda a crescer no segmento B2B. Empresas da América Latina que não compravam nossos produtos passaram a adquirir Moto G e Edge.
O cliente chega ao ponto de venda falando “eu queria ver o Swarovski”?
O consumidor brasileiro hoje faz muita comparação. Ele olha, começa a conhecer um produto, compara, vê que esse aqui tem um acabamento melhor, tem Swarovski, uma câmera de ponta. Ninguém sabe o que é Alcantara, mas quando ele vê essa marca, vai atrás, chega na loja e pergunta pro vendedor. Temos todo um trabalho de comunicação. Colocar esses elementos é um baita diferencial, que tem nos feito crescer.
A gente traz tudo integrado, desde a parte técnica até o estilo. Como dizia o poeta: me desculpem as feias, mas beleza é fundamental. Isso passa também pelo fone de ouvido, outro objeto de desejo. A gente começa a criar uma conversa que antes não existia.
Você diria que está roubando usuários de iPhone com isso?
Ainda é mais Android.
Mais Samsung, então?
No Brasil sim. São muitos mercados, então depende da participação.
Tem empresa que caminha para a premiunização e abre mão da cartela de clientes que conquistou com produtos básicos e intermediários. Existe algum risco disso acontecer com a Motorola?
Não acho que a gente tenha demonstrado isso. É um crescimento sólido: lançamos o Edge sem abrir mão do Moto G. Com o Signature, agora eu entro num outro segmento do qual não estava participando.
Então tudo isso me ajuda a ter escala, melhores custos e a trazer saúde financeira, para eu poder também investir mais no mercado. A ideia é obviamente crescer e ter uma complementaridade, não uma canibalização do portfólio. A própria chegada dos acessórios, como fone de ouvido, relógio e smart tag, amplia esse ecossistema.
Crise da memória e celulares mais caros
De que forma a escassez dos chips está impactando vocês?
A causa é conhecida: inteligência artificial e ampliação de data centers, associados a uma capacidade de produção limitada e concentrada em poucos fabricantes globais de memória.
Nós entedemos que essa limitação não causará impacto no grupo da Lenovo e Motorola, pois somos um dos maiores compradores do mundo e temos uma relação de longo prazo com esses fornecedores, inclusive para atender a PCs e servidores.
Não tem como escapar da alta de preços. O nosso desafio é mitigar esse impacto e tentar repassar o mínimo possível para o usuário final.
Essa é uma conta complicada de fazer. A gente buscou se antecipar a esse movimento para atrasar ao máximo o repasse. Ele seria imediato se eu estivesse comprando apenas memória nova, mas estou tentando diluir esse aumento de custo com base numa estratégia de supply chain global, dada a força do nosso grupo.
Em que momento essa decisão foi tomada?
No ano passado, à medida que a gente começou a ver que a crise ia de fato acontecer. Estamos no mercado global e também fabricamos servidores, por exemplo. Conseguimos identificar esses movimentos e nos preparar, enquanto outras marcas demoraram mais para reagir.
Os celulares vão ficar mais caros no primeiro semestre?
Talvez ocorra um pouco de aumento, mas não da ordem de 50%, como temos visto no preço de memória. A crise impacta principalmente os produtos de entrada porque os grandes fabricantes de memória estão com capacidade limitada. Eles focam nos modelos mais caros pois os baratos representam uma margem de lucro menor.
O perfil do consumidor Motorola
Quais as principais maneiras para o consumidor adquirir um telefone Motorola?
A gente tem desde o financiamento tradicional; parcelamento no cartão de crédito sem juros em 12, 18, até 24 vezes; as ofertas de pós-pago com operadoras; o trade-in; e o nosso próprio financiamento, uma solução que a gente oferece pro varejo com juro mais baixo que o do banco.
Qual a relevâcia do trade-in?
Não é a principal forma de adquirir nossos produtos porque muitos consumidores passam o telefone antigo para alguém da família. Acaba sendo mais uma opção, mas não é nem de longe a mais utilizada. As vendas com acessórios ou com plano pós-pago são muito fortes, assim como o financiamento.
Quais são os pacotes mais populares?
O mais popular é fone de ouvido Moto Buds, pela qualidade da Bose e pelo fato de não ter outros produtos dessa marca no país. O som é impecável e existe a facilidade de conexão: você abre e já conecta. Isso tem ajudado a vender muito não só para clientes da nossa base, mas para usuários de smartphones da concorrência.
Esse interesse te surpreendeu?
Me surpreendeu. A gente sabia que seria muito forte para nossa base, até que começamos a ver clientes de outras marcas procurando o produto. Tem sido uma surpresa muito positiva.
Qual é a importância de associar Lenovo e Motorola a eventos como Formula 1 e Copa do Mundo?
Demonstra o apetite em crescer no mercado mundial. Todas as empresas na Formula 1 são de extrema qualidade. O público vê isso e associa a performance, design, inovação. No caso da Copa, estamos falando do maior evento do mundo, capaz de agregar a maior quantidade de pessoas. Se eu tenho um terço do mercado, ainda tenho dois terços para conquistar. Nós vamos falar com um cliente que não estava vendo o nosso produto.
Cadê os brand lovers?
A consultoria Omdia soltou o balanço de maiores vendedores de celular do Brasil: Samsung (40%), Motorola (24%), Xiaomi (16%), Apple (7%) e Realme (6%). Eu postei isso nas minhas redes sociais e repercutiu bastante principalmente com consumidores surpresos com a relevância da Motorola, em segundo lugar. Por que dessa surpresa?
No Brasil, a gente tinha 10% do mercado em 2010 e aumentamos para 30% hoje. A nossa participação vem crescendo.
Eu não tô falando de vendas, mas sim de percepção de marca. Cadê os brand lovers da Motorola?
Antes, eu tinha um brand lover limitado aos segmentos de entrada (com Moto G) e mass premium (com Edge). Se eu não estava presente no ultra premium, nunca seria lembrado. Agora, com o Signature, nós estamos trazendo uma proposta muito competitiva para que olhem para a Motorola também neste segmento. Eu não estava participando dessa festa e agora entro meio de penetra para disputar e incomodar (risos).
Me valendo aqui da liberdade poética, eu diria que Motorola é visto como “celular de tiozão”. Como conquistar as novas gerações?
Ninguém tem a estratégia de cores como a Motorola. Te falo de coração, quando a gente fechou a parceria com a Pantone, eu olhei e pensei “caramba!”, pois não tinha ideia do alcance. No ano passado, a Pantone utilizou o nosso escritório para fazer um fórum e deu para ver o nível da discussão, de inteligência de mercado, para identificar padrões.
Eles avaliam as preocupações das pessoas e como as cores têm influência na vida delas. E a partir daí, você tem tendências que são utilizadas pela indústria inteira. Eu lancei o verde no ano passado com o Razr 60 Ultra e um ano depois isso começou a chegar aos produtos mais de entrada. Eu consigo impactar o jovem que está ligado nisso. Cerca de 35% da nossa venda hoje é para este público.
Quanto era antes?
Era 20%. Hoje, mais da metade das nossas vendas vão para o público feminino. Era 45% e agora chega a 55%. No passado, a maioria dos produtos era cinza, preto ou dourado. Agora, dois terços são coloridos. Nenhum fabricante tem isso.
Os consumidores vão na loja querendo conhecer os aparelhos, o que tem de câmera, memória ou bateria. Eles também pedem para ver o acabamento, a cor. Isso não existia na nossa indústria, somente para roupa ou tênis.
Atualizações de Android
Faz sentido lançar um novo smartphone anualmente para cada linha? No caso de Moto G, às vezes são dois por ano.
Faz porque a gente vive de movimentar o consumidor. Então é necessário para trazer inovação como ferramenta também de estilo.
Nem tudo é tão inovador assim, vai…
Mas aí, de novo, eu acho que a Motorola tem um lugar diferente. A gente tá evoluindo a tecnologia e também o design. Quando a gente fala de evolução de design, o usuário final tem muita evolução. Quais smartphones você vê com Swarovski?
Você colocaria a cor do ano na categoria de inovação? Porque nem todo mundo enxerga dessa forma…
Se o consumidor enxerga, é o que interessa pra gente. Se o consumidor entende que é importante ter a cor do ano, Cloud Dancer, pois o mundo está muito tenso, com muita guerra, eu começo a ter um canal de comunicação com ele. Nem todo mundo quer falar só de spec.
Por que dá para colocar sete anos de atualizações no Signature, mas são no máximo três nas outras linhas?
Existem algumas limitações de memória ou de processador, e a gente quer garantir sempre a melhor experiência quando você faz o upgrade. Sabemos que o cliente de produtos de entrada fica em média três anos. Se eu trago pra ele uma atualização maior do que esse tempo, não necessariamente gera valor. Temos que entender o que o consumidor realmente valoriza.
Motorola Signature é a aposta da marca para brigar com segmento superior de celulares (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
E por que oferecer isso justamente para o ultra premium, que costuma ficar com o aparelho por um ano e meio, bem menos do que os sete anos?
Tem ainda questões associadas a hardware e performance que viabilizam os sete anos de evolução. Posso fazer essa promessa de até sete anos, pois vai continuar evoluindo. Mas no segmento ultra premium, isso tem um efeito mais de marketing do que de utilização.
Eu noto que os telefones têm ganhado mais elementos de software próprios. Começa com o Hello Moto e começam a surgir coisas novas, como a tela de configurações diferente. Não tá chegando na hora da Motorola dar um nome a esse sistema, assim como o HyperOS (Xiaomi) e a One UI (Samsung)?
A gente tem o Android como nosso sistema operacional base e algumas camadas de customização que nós desenvolvemos para tornar o visual mais fácil. A nossa preocupação é dar ferramentas para facilitar a migração e o início do cadastro do usuário. Então a gente entende que no momento isso não é importante.
Chegou o novo desafiante (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Signature é um smartphone ultra-premium da marca anunciado durante a CES 2026, que chegou ao Brasil com preço sugerido de R$ 8.999.
Para concorrer no segmento de topo de linha, o Signature terá que enfrentar modelos poderosos das linhas iPhone 17 e Galaxy S26, entre outros pesos-pesados.
Nessa disputa, seus atrativos são quatro câmeras de 50 megapixels, tela de 165 Hz, carregador de 125 W e o chip Snapdragon 8 Gen 5, que não é o Elite.
Nós testamos todos os detalhes, e contamos para você os prós e contras do Motorola Signature neste review completo.
Assista ao Review do Motorola Signature no YouTube
Aviso de ética
O Tecnoblog é um veículo jornalístico independente que ajuda as pessoas a tomarem sua próxima decisão de compra desde 2005. Nossas análises não têm intenção publicitária, por isso ressaltam os pontos positivos e negativos de cada produto. Nenhuma empresa pagou, revisou ou teve acesso antecipado a este conteúdo.
O Signature foi cedido por empréstimo pela Motorola e será devolvido após os testes. Para mais informações, acesse a nossa Política Editorial.
O que vem na caixa do Motorola Signature?
Ao comprar um Motorola Signature você recebe essa caixa, que vem com o celular, obviamente. Dentro dela, tem também um carregador de 125 W, um cabo USB-C para USB-C, um documento com a garantia e uma chave para abrir a bandeja do chip nanoSIM. Se você queria também uma capinha, vai ter que comprar separadamente, porque não vem nenhuma.
Carregador de 125 W é mais que suficiente para recarga máxima de 90 W (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Um detalhe interessante é que a caixa vem perfumada! A Motorola tem se dedicado muito ao design e aos materiais dos aparelhos e, nessa linha, passou a colocar um cheirinho na embalagem. Chique, né?
Design: caprichado nos mínimos detalhes
Cor verde-oliva puxa para o dourado (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
A Motorola caprichou no acabamento do Signature. Na parte de trás, ele tem um revestimento de material sintético que imita couro, também conhecido como vegan leather. Nas laterais, a moldura é de alumínio. É bem bonito, viu?
Essa unidade que a Motorola mandou para a gente é da cor verde oliva – apesar do nome, eu diria que está mais para um dourado. Para quem prefere ser discreto, tem também uma opção em azul bem escuro, quase preto.
Na borda direita, o smartphone tem os botões de volume e bloqueio de tela. Na esquerda, fica o botão de atalho para Moto AI – logo, logo a gente fala mais sobre isso. Na parte de baixo, fica uma entrada USB-C, uma bandeja para chip nanoSIM e um alto-falante. Tem outro alto-falante na parte superior do aparelho – o som é estéreo e tem suporte ao formato Dolby Atmos.
Atalho para Moto AI fica sozinho na esquerda (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Todo esse conjunto conta com as certificações IP68 e IP69. Isso significa que, ao menos na teoria, ele deve resistir a jatos d’água de alta pressão e a profundidades de 1,20 m por 30 minutos, além de ser selado contra a entrada de poeira.
O celular também passou pelos testes para obter a certificação MIL-STD-810H de padrão militar, o que significa que ele foi aprovado para funcionar sob condições extremas de temperatura e outros fatores. É bom explicar que isso não significa resistência a quedas.
O Signature tem 162,1 mm de altura por 76,4 mm de largura por 7 mm de espessura, pesando 186 gramas. Na mão, a impressão é de um aparelho leve e fininho.
Na parte superior esquerda, fica o módulo de câmeras, com três lentes e um flash organizados em um quadrado com acabamento de metal. Ele tem um calombo, mas as bordas são bem suaves e acaba sendo um bom lugar para colocar o dedo indicador. O aparelho só não é totalmente confortável de usar porque ele é bem grande, com tela de 6,8 polegadas.
Tela: para quem gosta de cores intensas
E já que estamos falando de tela, vamos a mais detalhes. O Signature conta com um painel AMOLED de taxa de atualização variável, que vai de 1 a 165 Hz, podendo alternar entre modos mais econômicos e outros mais focados em desempenho.
A resolução é Super HD, de 1264 x 2780 pixels – mais que Full HD, portanto. Isso dá aproximadamente 446 pixels por polegada. Para quem precisa de visibilidade sob o sol, o Signature oferece um pico de brilho de 6.200 nits. A tela conta com a proteção do Gorilla Glass Victus 2, e vale dizer que ela tem bordas curvadas nos quatro lados.
Cores vivas são destaque da tela do Signature (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Deixando de lado todos os números e especificações, o que a gente tem é uma tela com contraste muito alto e cores bastante saturadas. São três opções de ajuste: cores naturais, radiantes e intensas. Tirando a primeira opção, que é mais apagadinha, as outras duas mostram cores bem vivas, com um brilho muito alto. Ler sob o sol não é tão difícil, mas ficaria melhor se o vidro não refletisse tanto a luz do sol.
A alta taxa de atualização também merece elogios, deixando todas as transições e rolagens de conteúdo bem agradáveis aos olhos. O Signature oferece três opções, podendo ficar só com 120 Hz, só com 60 Hz ou equilibrar os dois conforme o uso, para não gastar muita bateria. É bom notar que essas diferenças são meramente estéticas – se você preferir economizar bateria, não vai perder muita coisa.
Áudio: qualidade de ponta, volume ok
O Signature tem dois alto-falantes desenvolvidos em parceria com a marca Bose, uma das principais empresas de áudio do planeta. Com isso, o smartphone tem suporte ao padrão Dolby Atmos de som surround, criando uma sensação espacial para músicas, séries e filmes.
Signature tem um alto-falante na parte de baixo e outro na parte de cima, oferecendo som estéreo (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Os alto-falantes não chegam a ser tão potentes – eu diria que o volume é mais alto que a média de um celular, mas ainda longe de uma caixinha de som. O que muda mesmo é a qualidade: o Signature tem um som encorpado, aconchegante, com atenção especial a graves e médios. Não fica aquele som de caixinha de abelha de celular – é muito mais denso.
O estéreo e o Dolby Atmos também ajudam muito a criar essa sensação. Eu vi algumas cenas do filme F1, vencedor do Oscar de melhor som, e o Signature não vai ser um cinema inteiro nas suas mãos, mas ele capta um pouco das nuances de espaço das cenas.
Câmeras: ricos detalhes, mas cuidado com a exposição
O Signature tem um conjunto triplo de câmeras na traseira e uma câmera frontal. Todas elas têm 50 megapixels. Mas vamos pausar um pouquinho para explicar melhor isso.
Sensor de 50 megapixels significa que as imagens que ele gera têm essa resolução, mas isso não significa que todos os sensores de 50 megapixels são iguais.
A diferença mais importante entre eles está no tamanho. Isso mesmo, você pode ter sensores de 50 megapixels com tamanhos diferentes. Quanto maior o tamanho, mais luz ele capta, e a tendência é que as imagens tenham mais qualidade, principalmente em situações em que a iluminação não ajuda, como à noite ou em lugares fechados.
Existem algumas formas de você saber o tamanho do sensor. Uma das mais simples é pelo tamanho do pixel. Ele é expresso em micrômetros, nome dado a um milésimo de milímetro.
Todas têm 50 megapixels, mas não são iguais (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Depois de toda essa explicação, acho que fica mais fácil entender como são as câmeras do Signature.
A câmera principal tem um sensor Sony Lytia 828 de 50 megapixels com 1,22 micrômetros cada.
A câmera periscópica teleobjetiva tem zoom óptico de 3x. Ela usa um sensor Sony Lytia 600, de 50 megapixels com 0,8 micrômetros cada.
A câmera ultrawide tem ângulo de visão de 122 graus e sensor de 50 megapixels com 0,64 micrômetros cada. Aqui, a Motorola não especificou quem é o fabricante do componente.
Por fim, a câmera frontal usa sensor Sony Lytia 500.
Um ponto importante do Motorola Signature é que ele é capaz de filmar em 8K a 30 frames por segundo com o conjunto traseiro de câmeras e 4K a 60 frames por segundo com a câmera frontal, o que é bem interessante para quem precisa de muita definição em seus conteúdos.
Legal, eu falei um monte de números aqui, mas e na prática? Olha, a câmera é realmente muito boa. As imagens são bastante detalhadas, e o processamento feito pela Motorola deixa tudo bem claro e iluminado, de noite ou de dia, no sentido da luz ou contra a luz.
O modo retrato consegue um bom desfoque das imagens ao fundo, aplicando o efeito com muita precisão e permitindo ajustar a profundidade de campo. Mesmo na câmera frontal, que depende de um único sensor e dos algoritmos para conseguir o efeito de retrato, o resultado é muito bom, com um recorte bastante preciso.
Modo retrato oferece opções de profundidade de campo e entrega imagens de qualidade, mas tons saem puxados para o vermelho (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)Câmera frontal também faz bom trabalho no modo retrato (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
A alta resolução do sensor usado na lente periscópica permite um nível excelente de detalhes mesmo com o zoom ativado. Eu até brinquei aqui em casa que nunca tinha feito fotos tão bonitas da minha gata.
Zoom óptico de 3x e sensor de 50 MP garantem fotos ricas em detalhes (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
E por falar em zoom, a Motorola também colocou um recurso de zoom de até 100x usando IA. Ele funciona de modo satisfatório em paisagens, para mostrar alguns detalhes de árvores, animais, construções. Mas, olha, não dá para você esperar milagre: se você for tentar tirar fotos muito aproximadas de um show, por exemplo, o resultado é bastante artificial.
Zoom com IA se sai bem em paisagens (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
A explicação é simples: para “preencher” as informações da imagem, ele usa IA e tenta adivinhar o que é aquilo na lente. É por isso que o rosto do seu cantor favorito vai acabar ficando meio esquisito na foto.
Zoom com IA do Signature pode alucinar e criar imagens com aspecto muito artificial (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
A estabilização em vídeos é ótima, tanto com a câmera frontal quanto com as três câmeras traseiras. A Motorola oferece ainda um modo chamado Action Shot, que serve para tirar fotos de itens em movimento sem que eles fiquem desfocados. Na viagem que eu fiz a convite da marca para acompanhar uma sessão de surfe, pude ver isso na prática, e o resultado é bastante satisfatório.
Action Shot garante imagens de movimento sem borrões (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Tem alguns pontos que eu notei na câmera do Signature que podem incomodar algumas pessoas. Em algumas fotos, eu notei que a câmera puxou um pouco para o vermelho e até mesmo para o marrom, resultando em uma imagem menos natural.
Outro problema é ao gravar e dar zoom – ao passar de uma câmera para outra, as cores mudam bastante. Essa é uma queixa comum em smartphones, mas eu achei que o Signature tem isso de modo um pouco mais acentuado que o de outros aparelhos da mesma categoria.
Também em vídeos, eu achei que a câmera zoom tende a deixar as imagens muito estouradas de brilho em shows. Dá para compensar isso reduzindo a exposição, mas esse controle no app padrão da câmera do Signature é muito sensível, então apanhei bastante para conseguir gravar do jeito que eu queria.
Vídeos tendem a ficar com brilho demais (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)Controles de exposição são muito sensíveis, e encontrar equilíbrio pode ser difícil (imagem: Giovanni Santa Rosa)
Desempenho: esquentadinho, mas dá conta do recado
O Motorola Signature vendido no Brasil tem 512 GB de armazenamento e 12 GB de RAM, que podem ser expandidos para 24 GB com ajuda do armazenamento. No dia a dia, não tive problemas: usei WhatsApp, redes sociais, Slack, ClickUp, apps bancários, Gmail, calendário e alguns jogos casuais sem travamentos ou engasgos. Como mencionei, o modo de 120 Hz da tela reforça essa sensação de agilidade.
A Motorola optou por usar o chip Snapdragon 8 Gen 5. A Qualcomm andou fazendo uma bagunça no nome das suas plataformas, então é melhor explicar direitinho: existe o Snapdragon 8 Elite Gen 5, que é o que o Xiaomi 17 e o Galaxy S26 Ultra usam, e o Snapdragon 8 Gen 5 “não Elite”, se é que a gente pode chamar assim, que está aqui no Signature.
Desempenho rivaliza com segmento ultra-premium do ano passado (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Nos testes do Geekbench 6, o chip mostrou que é muito próximo ao do Snapdragon 8 Elite for Galaxy usado no S25, do ano passado, tanto em CPU quanto em GPU, o que confirma a impressão de alto desempenho que eu tive ao usar o aparelho.
Geekbench 6 CPU single-core: 2885
Geekbench 6 CPU multi-core: 9180
Geekbench 6 GPU: 17676
Na prática, em momentos de maior exigência, o Signature saiu bem. Eu joguei cerca de uma hora de Genshin Impact com todos os gráficos no máximo e ele conseguiu manter os 60 fps durante quase todo o período, com só uma leve queda instantânea, sem lag e sem travar.
O único porém é que ele esquenta consideravelmente – segundo a própria ferramenta de games da Motorola, que vem pré-instalada no aparelho, a temperatura chegou a 44 graus. Nas mãos, você sente isso principalmente nas bordas e no módulo da câmera, que são de alumínio. É um pouco desconfortável, mas dá para aguentar.
Sistema e recursos: Smart Connect brilha, Moto AI derrapa
O Signature vem com Android 16 e promessa de sete atualizações de sistema operacional e sete anos de updates de segurança.
Signature deve receber até o Android 23 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Muita gente se lembra daquela fase da Motorola com Android puro e tudo mais… a interface Hello UI não é mais tão pura e traz algumas alterações – tem um feed de notícias do lado da bandeja de aplicativos, por exemplo. Mesmo assim, são alterações bem menos agressivas que de uma One UI da Samsung, por exemplo. E os gestos clássicos de girar para abrir a câmera e chacoalhar para ligar a lanterna continuam por aqui.
Dá para ver bem isso nos aplicativos pré-instalados. Enquanto outras concorrentes colocam seus próprios aplicativos de calendário, contatos, navegação na internet e galeria, a Motorola opta por usar apenas os apps do Google – Chrome, Google Fotos, Arquivos. A notícia ruim é que não dá para desinstalar nenhum deles, apenas desativar.
Isso não quer dizer que não tem nenhum app próprio da Motorola no aparelho – tem sim, e como tem! A fabricante colocou aplicativos como Notas, Dolby Atmos, Moto Secure e Moto Unplugged. A nota negativa fica para o Dimo, que é uma espécie de banco digital da marca. E de novo, nada de desinstalar, apenas desativar.
Motorola inclui apps próprios e personalizações no Android (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Por outro lado, o destaque positivo é o Smart Connect. A Motorola vem, ao longo dos últimos anos, aprimorando a conectividade dos smartphones da marca com outros aparelhos. O Smart Connect centraliza tudo isso.
Uma coisa bem bacana é a possibilidade de plugar um monitor externo pela porta USB-C. Eu fiz um teste usando um monitor, um adaptador e um cabo HDMI e o resultado foi ótimo. A interface do Smart Connect tem diversos modos para acessar o conteúdo do Signature.
O modo desktop, por exemplo, permite usar os apps em janelas, com ajuda de um mouse e teclado. Já o modo TV abre um menu com os serviços de streaming instalados no celular, para você poder ver filmes e séries em uma tela maior. O modo de videoconferência faz ligações usando a câmera do smartphone, e o modo de jogos lista os games e permite rodá-los com auxílio de um controle.
Smart Connect dá acesso a apps do Android em uma tela maior (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
E isso é só a parte mais legal do que o Smart Connect pode fazer. Com um app para Windows, o smartphone e o computador ficam conectados, e dá para acessar mensagens SMS, usar o celular como webcam e sincronizar o Ctrl+C Ctrl+V, entre outros recursos do tipo. A plataforma inclui ainda ferramentas de sincronização com tablets, fones, tags de localização e até iPhones.
Outro diferencial do Signature é a Moto AI, conjunto de ferramentas de inteligência artificial generativa da marca, como resumo de notificações, gerador de imagens e criador de playlists. Ao acionar a assistente da marca pelo botão de atalho que fica na lateral esquerda do aparelho, a IA lê a tela e sugere ações, como armazenar as informações presentes, salvar contatos ou agendar compromissos.
O ponto negativo é que nada funciona localmente, nem mesmo o resumo de notificações – você precisa estar conectado à internet para usar.
Bateria: grande o suficiente para um smartphone fino
A bateria de silício-carbono do Signature tem 5.200 mAh — ao contrário das marcas que usaram a tecnologia para expandir a capacidade, a Motorola parece ter optado por um componente mais compacto, equilibrando autonomia e design.
Além disso, o smartphone tem suporte a carregamento com fio de 90 W. O carregador que a Motorola manda na caixa é mais que suficiente, com 125 W.
No uso diário, eu não tive problema com o aparelho em nenhum dia. Mesmo quando exagerei e joguei algum game mais casual por mais de uma hora, ele conseguiu chegar até a hora de dormir com uma boa carga.
Bateria dura bastante e tem recarga muito rápida (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Um exemplo disso: em um fim de semana, eu tirei o Signature da tomada pela manhã, por volta das 8h, com 100% de carga. Até umas 14h, estive fora de casa, usando redes sociais e WhatsApp ocasionalmente. A bateria caiu para 80%. Depois, por volta das 18h, eu saí com 68% de bateria e usei a direção do Google Maps por cerca de 45 minutos, chegando a 61%. Eu fui a um show, e aproveitei para testar bastante a câmera com fotos e principalmente vídeos durante três horas. À meia-noite, cheguei em casa ainda com 30%, uma boa folga.
No nosso teste de desgaste total, coloquei o Signature para tocar uma transmissão infinita no YouTube. Ele durou 17h29min até a bateria esgotar por completo.
Mesmo que você se esqueça de carregar o Signature, o carregador de 125 W te salva. Nos nossos testes, ele entregou em média entre 1,5% e 1,6% de capacidade por minuto. Ou seja, em meia hora, ele recebe 45% da bateria, e uma hora é suficiente para encher o celular.
Conectividade: Wi-Fi 7 e Bluetooth 6 presentes
E um último ponto da ficha técnica do Signature é a conectividade. Nesse quesito, o smartphone da Motorola tem tudo o que é esperado de um flagship, como o suporte a eSIM, Wi-Fi 7, NFC para pagamentos por aproximação e Bluetooth 6.0 – além de 5G, é claro.
Vale a pena? Preço mais baixo pode tornar Signature atraente
O Signature é voltado para quem não tem medo de gastar muito em um celular e quer o que há de melhor no mercado em câmeras e desempenho.
Se seu uso é mais básico e voltado ao dia a dia, é melhor ficar longe do Signature – fique com um aparelho mais modesto e acessível para acessar as redes sociais, tirar fotos sem grandes pretensões e jogar um joguinho de vez em quando. Você vai economizar muito dinheiro.
Se a gente for pegar os preços oficiais, o Signature é R$ 1.800 mais barato que o Galaxy S26 Plus de 512 GB e R$ 3.500 mais barato que o iPhone 17 Pro Max de 512 GB, que são as principais referências em termos de recursos, câmeras e tamanho de tela.
(foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
A gente não sabe como isso vai se desenrolar nos próximos meses, quando os preços começarem a cair, mas se essa diferença continuar, o novo modelo da Motorola se mostra bastante competitivo. Se você preferir economizar e levar o Signature no lugar de um Galaxy S26 Plus ou mesmo de um iPhone 17 Pro Max, você terá um smartphone com um conjunto fotográfico excelente, recarga muito mais rápida e, se você se importa com isso, estilo e acabamento diferenciados.
O Signature pode deixar a desejar um pouco por ter uma interface menos polida que a dos concorrentes e um desempenho ligeiramente abaixo, mas o saldo final do conjunto ainda é muito positivo.
E para encontrar preços melhores, acompanhe os Achados do TB! Nossa equipe revira a internet todos os dias para encontrar as ofertas mais vantajosas para você.
Testamos o Signature, novo celular premium da Motorola; veja como o smartphone se sai em câmeras, desempenho, bateria e recursos no dia a dia antes de decidir se vale a pena comprar
Chegou o novo desafiante (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
(foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
(foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
(foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
(foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
(foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Modo retrato oferece opções de profundidade de campo e entrega imagens de qualidade, mas tons saem puxados para o vermelho (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Zoom óptico de 3x e sensor de 50 MP garantem fotos ricas em detalhes (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Zoom com IA se sai bem em paisagens (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Zoom com IA do Signature pode alucinar e criar imagens com aspecto muito artificial (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Action Shot garante imagens de movimento sem borrões (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Vídeos tendem a ficar com brilho demais (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Controles de exposição são muito sensíveis, e encontrar equilíbrio pode ser difícil
Desempenho rivaliza com segmento ultra-premium do ano passado (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
(foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
(foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Smart Connect dá acesso a apps do Android em uma tela maior (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Bateria dura bastante e tem recarga muito rápida (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 60 Pro de 512 GB está em oferta por R$ 3.565,80 no Pix no Mercado Livre, um desconto de 29% sobre o preço original de R$ 4.999, mas válida apenas para o modelo na cor Azul.
O smartphone premium traz tela POLED com brilho de até 4.500 nits, bateria de 6.000 mAh e câmeras wide, ultrawide e frontal de 50 MP iguais às presentes no recém-lançado Motorola Signature.
Motorola Edge 60 Pro tem tela POLED e câmeras do Signature
Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
A tela POLED de 6,7 polegadas do Motorola Edge 60 Pro conta com taxa de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits, oferecendo cores vibrantes, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte. O revestimento do vidro Gorilla Glass 7i protege o display contra riscos, arranhões e outros incidentes.
No desempenho, o celular conta com o chip MediaTek Dimensity 8350 Extreme de 4 nanômetros e 12 GB de RAM expansível até 24 GB via RAM Boost, combinação que entrega performance alta em multitarefa, apps e games pesados. Os 512 GB de armazenamento oferecem espaço de sobra para guardar vídeos, fotos e arquivos.
O kit principal de câmeras do Edge 60 Pro é bem similar ao do novo Motorola Signature, sendo uma wide com OIS e uma ultrawide, ambas de 50 MP e voltadas para captar cenas com grande campo de visão. A diferença fica por conta da telefoto com zoom óptico de 3x para aproximações, de 10 MP no Edge 60 Pro e de 50 MP no Signature. A frontal também possui 50 MP e é a mesma em ambos os celulares.
Câmeras do Motorola Edge 60 Pro incluem wide e ultrawide de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O corpo em plástico do Motorola Edge 60 Pro possui certificação IP68/IP69, que confere resistência contra poeira, jatos d’água e mergulhos acidentais de até 1,5 m de profundidade por no máximo 30 minutos.
O celular se conecta a redes Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação. A bateria de 6.000 mAh é maior que a de 5.200 mAh do Signature, mas ambas suportam carregamento rápido de até 90 W no USB-C. O novo gadget, entretanto, conta com carregamento rápido sem fio de 50 W.
Ambos trazem suporte ao Moto AI, a suíte de Inteligência Artificial da Motorola, tendo um botão dedicado que aciona recursos de edição inteligente de imagens, assistente inteligente e outras funções.
Motorola Edge 60 Pro tem botão dedicado ao Moto AI (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 60 Pro (512 GB) é compatível com o Android 16 e receberá apenas mais dois updates do sistema operacional. Você pode adquiri-lo somente na cor azul por R$ 3.565,80 no Pix no Mercado Livre, um abatimento de 29% sobre o valor de lançamento.
Quando é o Dia do Consumidor 2026?
O Dia Mundial do Consumidor 2026 será comemorado em 15 de março, mas diversas promoções com condições especiais serão oferecidas pela rede varejista ao longo do mês inteiro. Não fique de fora da cobertura do Achados do TB para aproveitar todas as principais ofertas.
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O Motorola Signature está saindo por R$ 7.199 no Pix aplicando o cupom de R$ 1.000 que aparece na página do celular no Mercado Livre. A oferta às vésperas do Dia do Consumidor oferece um desconto de quase R$ 2 mil sobre o preço do novo ultra premium da Motorola, com quatro câmeras de 50 MP e promessa de atualizações até o Android 23.
Motorola Signature têm câmeras Sony de 50 megapixels
Não é a primeira vez que a Motorola traz sensores da Sony para o conjunto fotográfico dos seus celulares, mas o recém-lançado Motorola Signature chama a atenção por usar três sensores Sony Lytia, em vez de apenas um. Até a câmera de selfies é uma Sony Lytia 500, e a ultrawide é a única não-Sony do conjunto.
O conjunto fotográfico ainda se destaca por todos os sensores serem de 50 megapixels, garantindo alta definição para qualquer estilo de fotografia ou vídeo. A principal, uma Sony Lytia 828, grava vídeos em 8K, a periscópica, Sony Lytia 600, tem zoom óptico de 3x, a ultrawide têm ângulo de 122º e a frontal, Sony Lytia 500, filma em 4K.
Outro ponto de destaque é o processador Snapdragon 8 Gen 5, da Qualcomm, que aliado à RAM de 12 GB, deve entregar alto desempenho em jogos e aplicativos pesados como de edição de vídeo e imagens. A CPU da versão não-Elite do Snapdragon Elite Gen 5 atinge frequências de 3,8 GHz.
Motorola Signature é a aposta da marca para brigar com segmento superior de celulares (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Também chama a atenção a tela AMOLED de 6,8 polegadas, que além de grande, entrega taxa de atualização de 165 Hz e brilho forte de até impressionantes 6.200 nits. Espere por um display fluido, com excelente visualização em qualquer situação de iluminação (qualquer mesmo), cores vívidas e pretos profundos.
Por fim, ainda vale destacar que o smartphone da Motorola enfim concorre com outros concorrentes do segmento premium em relação à política de atualizações, já que o Motorola Signature promete chegar até o Android 23. Lembrando que, hoje, ele sai por R$ 7.199 no Pix aplicando o cupom de R$ 1.000 na página.
Quando será o Dia do Consumidor 2026?
O Dia do Consumidor 2026 será no dia 15 de março, neste sábado. Mas consumidores atentos já perceberam que as promoções estão bastante aquecidas já desde o início do mês. Então confira as melhores ofertas no Achados do TB e aproveite enquanto é tempo.
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Motorola Signature é novo celular ultra premium com quatro câmeras de 50 MP, Snapdragon 8 Gen 5 e promessa de sete anos do Android; recém-lançado já tem 20% OFF em oferta
Motorola Signature é a aposta da marca para brigar com segmento superior de celulares (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Acabamento é um dos destaques do Signature (imagem: divulgação)Resumo
O Moto G77 e o Motorola Signature foram homologados pela Anatel e estão prontos para venda no Brasil.
O Moto G77 possui internet 5G, Wi-Fi 5, Bluetooth, NFC, bateria de 5.100 mAh e carregador de 33 W.
O Motorola Signature oferece design fino, SoC de alta performance, bateria de 5.200 mAh e carregador de 90 W.
A Motorola prepara o lançamento de dois novos smartphones no Brasil: o Moto G77 e o Motorola Signature. Os dois produtos passaram pela homologação da Anatel, etapa fundamental para o início das vendas no país, segundo documentos visualizados pelo Tecnoblog. As datas de lançamento e os preços são mantidos em segredo.
O começo de 2026 está movimentado para a Motorola. Além destes dois modelos, a fabricante também já está apta a comercializar os já homologados Moto G17, Razr 70 e Edge 70.
Moto G77
Moto G75 tem câmera com sensor Sony (Imagem: Divulgação / Motorola)
O Moto G77 deve suceder o Moto G75, que concorre com aparelhos como o Galaxy A36 (Samsung) na concorrida faixa de aparelhos intermediários.
O modelo foi aprovado pela Anatel no dia 15 de janeiro com dois códigos de modelo: XT2621-1 e XT2621-3, que, segundo o leaker Evan Blass/evleaks, correspondem ao mencionado Moto G77.
Certificado de homologação do Motorola XT2621 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
O Moto G77 vem com internet 5G, Wi-Fi 5, Bluetooth e NFC, como aponta o certificado, e terá na caixa o carregador MC-337L de 33 W. A bateria tem o código de modelo SP52, com capacidade nominal de 5.100 mAh (provavelmente com capacidade típica de algo em torno de 5.200 mAh).
A conectividade Wi-Fi chama a atenção por ser, na minha visão, um pesado downgrade em relação ao Moto G75, que é compatível com Wi-Fi 6E (portanto, 802.11ax em três bandas: 2,4, 5 e 6 GHz). Este retrocesso abre a possibilidade da Motorola reposicionar os produtos da linha Moto G.
O smartphone será fabricado na China (Wuhan) pela Motorola ou no Brasil (Jaguariúna ou Manaus) pela indústria Flex.
Motorola Signature
Signature inclui até clube de benefícios (imagem: divulgação)
O Motorola Signature, anunciado no início de janeiro, oferece SoC de alta performance, design fino com apenas 7 mm de espessura, sete anos de atualizações e até mesmo um ano de serviço de concierge, algo geralmente visto em aparelhos luxuosos e de boutiques, como os smartphones da Vertu e o Xperia Pureness.
O Signature foi homologado pela Anatel no dia 15 e tem o código de modelo XT2603-2.
Certificado de homologação do Motorola Signature (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
O modelo será fabricado na China (Wuhan) ou no Brasil (Jaguariúna). A bateria de silício-carbono de 5.200 mAh (típicos) recarrega com o carregador MC-907 de 90 W, que virá na caixa do aparelho.
Signature inclui até clube de benefícios (imagem: divulgação)Resumo
O Motorola Signature possui Snapdragon 8 Gen 5, 16 GB de RAM, 512 GB de armazenamento e tela AMOLED de 6,8 polegadas com 165 Hz.
Preço sugerido: 999 euros (cerca de R$ 6.300).
O design inclui estrutura de alumínio aeroespacial, acabamento que simula tecido e resistência IP68/IP69.
O smartphone oferece sete atualizações de Android, começando com o Android 16, e sete anos de updates de segurança.
A Motorola apresentou o Signature, primeiro modelo de sua nova linha premium. O smartphone chega primeiro a países selecionados da Europa, com preço sugerido de 999 euros (cerca de R$ 6,3 mil, em conversão direta). O comunicado publicado no blog da fabricante menciona o lançamento na América Latina, mas ainda não há informações mais detalhadas
Por fora, o Signature tem design fino e acabamento de alta qualidade. Por dentro, o destaque é o chip Snapdragon 8 Gen 5. A Motorola também trouxe a promessa de sete atualizações de Android e sete anos de updates de segurança, já adotada há algum tempo pela Samsung.
A marca também diz que o Signature inclui um ano de serviços sob medida para o comprador em viagens, restaurantes, bem-estar e estilo de vida, além de acesso a um clube exclusivo.
Esse é o segundo grande lançamento da Motorola na CES 2026. Além do Signature, a empresa apresentou o Razr Fold, dobrável com suporte a caneta stylus que chega para concorrer com o Galaxy Z Fold 7.
Como é o design do Motorola Signature?
A Motorola deu bastante ênfase no aspecto visual e na construção do Signature. Isso começa pela espessura fina, com 6,99 mm. Vale dizer que é menos que os ultrafinos lançados em 2025, como o Galaxy S25 Edge (5,8 mm) e o iPhone Air (5,6 mm).
A construção usa estrutura de alumínio de nível aeroespacial, com acabamentos inspirados em sarja e linho. Ele tem resistência à água e à poeira nos padrões IP68 e IP69.
A parceria com a Pantone, já presente em outros modelos, continua no Signature, com as cores Martini Olive (um verde-oliva próximo do dourado) e Carbon (preto).
Acabamento é um dos destaques do Signature (imagem: divulgação)
Como é a parte técnica do Motorola Signature?
A Motorola destaca as quatro câmeras de 50 megapixels do aparelho:
Principal, com sensor Sony Lytia 828, o maior dessa resolução já usado pela fabricante, capaz de gravar vídeos em 8K.
Periscópica, com zoom óptico de 3x e sensor Sony Lytia 600.
Ultrawide, com campo de visão de 122°.
Selfie, com sensor Sony Lytia 500 e gravação de vídeo em 4K.
Outra característica relevante é o chip Snapdragon 8 Gen 5, da Qualcomm. Ele não é o mais potente da marca — posto ocupado pelo Snapdragon 8 Elite Gen 5 (os nomes são parecidos, mas não confunda). Mesmo assim, conta com CPU de 3,8 GHz e NPU de desempenho superior.
Para fazer companhia ao processador, o Signature traz 16 GB de RAM e 512 GB de armazenamento.
A tela tem 6,8 polegadas e usa tecnologia AMOLED, contando também com taxa de atualização de até 165 Hz e entrega 6.200 nits de pico de brilho.
A bateria usa tecnologia de silício-carbono e tem 5.200 mAh de capacidade. Para abastecê-la, o Signature tem suporte a carregamento rápido de até 90 W com cabo e 50 W sem fio.
E o Android? Tem IA?
Moto AI pode resumir notificações e mensagens (imagem: divulgação)
O Motorola Signature vem com Android 16, e a fabricante promete sete atualizações do sistema, o que significa que ele receberá até o Android 23. Além disso, o aparelho terá acesso a updates de segurança por sete anos.
O conjunto de ferramentas Moto AI também está presente, trazendo recursos como sugestões para próximas tarefas com base no que está na tela, gerador de imagens, zoom de até 100x na câmera e resumo de notificações. Além disso, é possível escolher entre os assistentes Gemini, Copilot e Perplexity.