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Compass tem potencial para subir 50%, diz XP ao iniciar cobertura recomendando compra

23 de Junho de 2026, 10:23

A XP Investimentos iniciou a cobertura da Compass (PASS3), que controla Comgás, Sulgás, Necta e Compagas, ativos premium de distribuição nas regiões mais desenvolvidas do país, com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 36,70, o que implica em um potencial de valorização de 50% frente a cotação de fechamento de segunda-feira de R$ 24,47.

O movimento segue uma sequência recente de relatórios otimistas sobre a companhia. Na semana passada, Itaú BBA, Bradesco BBI, BTG Pactual e JPMorgan também iniciaram cobertura do papel com recomendação de compra, reforçando a visão positiva do mercado após a estreia da empresa na Bolsa.

Em relatório, assinado pelos analistas Raul Cavendish, head de Utilities, Regis Cardoso, head de Óleo, Gás e Petroquímicos, e Bruno Vidal, analista de Utilities, a XP destaca que a tese de investimento da companhia é dividida em dois pilares.

O primeiro é a “âncora de valor”, sustentada por um portfólio premium de distribuição de gás natural em regiões economicamente mais desenvolvidas do Brasil, com geração de caixa previsível e espaço para crescimento estrutural, dado o baixo nível de penetração da infraestrutura de gás no país.

O segundo pilar é o “vento a favor”, ligado à plataforma Edge de comercialização de gás, que adiciona opcionalidade de crescimento com retornos marginais elevados e baixo потребimento de capital. O destaque também é o terminal de regaseificação de GNL (TRSP), em São Paulo, que reforça a posição estratégica da companhia na cadeia de suprimento.

Segundo a XP, o negócio combina fluxos de caixa de longo prazo com crescimento real acima do custo de capital, além de uma geração incremental relevante via Edge, com alto retorno sobre o capital investido. Esse conjunto sustenta a visão positiva da corretora.

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Dólar hoje tem leve alta antes das decisões de juros do Copom e Fed

17 de Junho de 2026, 09:20

O dólar opera em leve alta frente ao real nesta quarta-feira (17), com os investidores à espera das decisões de política monetária do Federal Reserve (Fed), em sua primeira reunião sob o comando de Kevin Warsh, e do Comitê de Política Monetária (Copom).

Leia mais: Dólar Hoje: Confira a cotação e fechamento diário do dólar comercial

Qual foi a cotação do dólar hoje?

Às 9h13, o dólar à vista operava com alta de 0,06%, aos R$ 5,090 na venda. O dólar futuro para julho — atualmente o mais líquido no mercado brasileiro — subia 0,01% na B3, aos R$ 5,106.

Dólar comercial

  • Compra: R$ 5,088
  • Venda: R$ 5,090

O que aconteceu com dólar?

A expectativa geral é de que o Fed mantenha sua política monetária inalterada na reunião de estreia de Warsh. No entanto, o comunicado, as projeções econômicas e a coletiva de imprensa serão analisados ​​minuciosamente em busca de quaisquer sinais de que o Fed esteja abandonando sua postura de flexibilização monetária, à medida que as autoridades se tornam mais cautelosas em relação aos riscos de inflação.

No Brasil, as atenções se voltam ao Copom, com o mercado projetando um corte de 0,25 ponto percentual da Selic, para 14,25%, embora uma pausa não esteja descartada diante da piora do cenário externo, da alta do petróleo e da deterioração das expectativas deinflação. O tom do comunicado será decisivo para calibrar as apostas dos próximos passos.

(Com Reuters)

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Ibovespa Futuro sobe antes das decisões de juros no Brasil e EUA

17 de Junho de 2026, 09:14

O Ibovespa Futuro opera em alta nos primeiros negócios desta quarta-feira (17), com atenções voltadas para as decisões de política monetária do Federal Reserve (Fed), nos Estados Unidos, e do Comitê de Política Monetária (Copom). Às 9h06 (horário de Brasília), o contrato com vencimento em junho subia 0,22%, aos 169.845 pontos.

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O Federal Reserve realiza sua primeira reunião sob o comando de Kevin Warsh e deve manter a taxa básica inalterada, em meioa uma inflação ainda elevada que limita o espaço para afrouxamento.

No Brasil, as atenções se voltam ao Copom, com o mercado projetando um corte de 0,25 ponto percentual da Selic, para 14,25%, embora uma pausa não esteja descartada diante da piora do cenário externo, da alta do petróleo e da deterioração das expectativas deinflação. O tom do comunicado será decisivo para calibrar as apostas dos próximos passos.

Em Wall Street, o Dow Jones Futuro subia 0,02%, S&P Futuro avançava 0,02% e Nasdaq Futuro tinha alta de 0,32%.

Dólar, exterior e commodities

O dólar futuro operava com queda de 0,13%, aos R$ 5,100.

Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam majoritariamente em alta nesta quarta, com o índice Nikkei 225, do Japão, atingindo um novo recorde histórico.

Os preços do petróleo operam em alta, apagando parte das perdas da sessão anterior, enquanto os investidores avaliavam o acordo de paz entre os EUA e o Irã.

As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa, com as fortes chuvas na China reduzindo a demanda por aço e insumos siderúrgicos, enquanto o sentimento também foi afetado por discussões em uma conferência do setor em Cingapura, que sugeriram que o apetite chinês por essas commodities dificilmente melhorará.

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ASSISTA AOS GOLS: Brasil joga mal e empata com Marrocos graças a Vini Jr

13 de Junho de 2026, 21:24

A seleção brasileira estreou na Copa do Mundo com um frustrante empate por 1 a 1 com o Marrocos. O resultado pode até ser celebrado, tendo em vista que o desempenho dos comandados de Carlo Ancelotti no MetLife Stadium foi muito ruim, sobretudo na etapa inicial.

Dominado em parte do jogo, o Brasil fez um péssimo primeiro tempo, cometeu erros defensivos, mostrou pouca inspiração no ataque e dependeu do arroubo genial de Vini Jr. para evitar a derrota, que por alguns minutos parecia ser inevitável.

Está claro que o Brasil terá de jogar mais futebol para ser capaz de desafiar os melhores e ir mais adiante no Mundial da América do Norte.

O experiente treinador italiano fez escolhas que se mostraram equivocadas. Escalados entre os titulares, o zagueiro-lateral Ibañez, o meio-campista Lucas Paquetá e o centroavante Igor Thiago não aproveitaram a oportunidade e foram três dos piores em campo.

Produziu quase nada ofensivamente o Brasil, extremamente dependente dos arroubos de criatividade de Vini Jr, autor de um bonito gol aos 31 do primeiro tempo, quando os milhares de brasileiros no estádio viam, apreensivos, a equipe errar demais, incluindo no lance que resultou no lindo gol marroquino anotado pelo atacante Saibari.

Foi de Paquetá o erro que gerou o contra-ataque do Marrocos. Aynaoui roubou a bola e tocou para Mazraoui, que viu Brahim Díaz livre. O talentoso meia-atacante achou Saibari, que tocou por cima de Alisson, estático, aos

Raphinha esteve apagado pela direita e não funcionou. Ancelotti insistiu com o astro do Barcelona e o manteve até o fim. Suas mexidas não incluíram Endrick, que sempre correspondeu quando foi acionado. Neymar, lesionado, não foi nem opção para o treinador. O camisa 10 assistiu à partida do banco, sem chuteiras e de boné.

Fez a diferenças aos marroquinos a superioridade técnica e física no meio de campo. Casemiro também esteve bem longe do ideal e foi substituído no intervalo, bem como Ibañez – ambos haviam sido advertidos com o amarelo.

No segundo tempo, Ancelotti tentou corrigir os muitos buracos no meio de campo. Fabinho, na vaga de Casemiro, fez jogo seguro. Danilo, Santos entrou no final e fez mais que Paquetá. Teve duas oportunidades para marcar, e não o fez, o meio-campista do Botafogo.

O Marrocos não apertou mais. O Brasil até passou bastante tempo no campo ofensivo, só que produziu pouco, insuficiente para a virada na estreia de uma competição que promete ser dura ao time pentacampeão, incomodado com o jejum de 24 anos sem títulos mundiais.

O próximo adversário do Brasil é, em tese, o mais frágil: o Haiti. O duelo com a seleção caribenha será na próxima sexta-feira, 19, às 21h30 (de Brasília), no Estádio Lincoln Financial Field, na Filadélfia. No dia 24, a equipe brasileira fecha a primeira fase contra a Escócia, em Miami.

FICHA TÉCNICA

BRASIL 1 X 1 MARROCOS

BRASIL: Alisson; Ibañez (Danilo), Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro (Fabinho), Bruno Guimarães (Danilo Santos) e Paquetá (Matheus Cunha); Raphinha, Igor Thiago (Luiz Henrique) e Vini Jr. Técnico: Carlo Ancelotti.

MARROCOS: Bounou; Hakimi, Diop, Riad e Mazraoui; El Aynaoui e Bouaddi; Brahim Díaz (Talbi), Ounahi (El Mourabet) e El Khannouss; Saibari (Rahimi). Técnico: Mohamed Ouahbi.

GOLS: Saibari, aos 20, e Vini Jr., aos 31 do 1ºT.

ÁRBITRO: Slavko Vincic (Eslovênia).

CARTÕES AMARELOS: Casemiro, Ibañez

PÚBLICO: 80.663.

RENDA: Não divulgada.

LOCAL: MetLife Stadium, em East Rutherford, Estados Unidos.

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