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Mini índice (WINQ26) tenta reação após sequência de quedas; mini dólar (WDON26) segue em consolidação, aponta BTG

23 de Junho de 2026, 09:26

O mini índice futuro (WINQ26) interrompeu a sequência recente de perdas e fechou o último pregão com alta de 1,07%, em um movimento que pode sinalizar uma recuperação técnica de curto prazo, segundo relatório divulgado pelo BTG Pactual nesta terça-feira (23).

De acordo com a análise, o contrato conseguiu romper as médias móveis de 21 e 200 períodos no gráfico de 60 minutos, posicionadas em 172.655 e 172.808, respectivamente. O movimento ocorreu após o teste da região de mínimas próxima de 169.300.

Apesar da recuperação, a leitura dos tempos gráficos mais amplos permanece cautelosa. O BTG classifica a tendência de longo e médio prazo como de baixa, enquanto o curto prazo passou a indicar alta. O IFR (Índice de Força Relativa) segue em território neutro, sugerindo espaço para movimentos em ambas as direções.

Segundo os analistas, a sustentação do índice acima da média de 200 períodos pode abrir espaço para uma correção mais consistente em direção à região de 176.000 pontos.

O contrato encerrou o pregão aos 173.490 pontos, após oscilar entre mínima de 170.210 e máxima de 173.890. O volume negociado alcançou 16,1 milhões de contratos.

Resistências estão na região de 176 mil pontos

No cenário traçado pelo banco, as principais resistências para o mini índice aparecem em 174.355, 175.225, 176.090 e 176.960 pontos.

Do lado inferior, os suportes mais relevantes estão em 172.625, 171.755, 170.890 e 170.020 pontos.

Mini dólar mantém consolidação perto de 5.154

Já o mini dólar futuro (WDON26) fechou o pregão com leve queda de 0,22%, mantendo o comportamento lateral observado nas últimas sessões. Segundo o BTG, o contrato continua operando próximo da média móvel de 21 períodos, localizada em 5.154,00, que funciona como referência técnica imediata para o mercado.

O banco destaca que a região de 5.111,50 permanece como principal suporte do movimento atual, enquanto a resistência mais importante está próxima de 5.200,00.

Assim como no mini índice, o IFR permanece neutro, sem indicar excesso de compra ou venda.

A leitura de tendência mostra um cenário misto: baixa no longo prazo e alta nos horizontes de médio e curto prazo. Para os analistas, um rompimento consistente acima de 5.200,00 poderia abrir espaço para uma aceleração do movimento em direção a 5.250,00.

O contrato encerrou o dia em 5.154 pontos, após atingir máxima de 5.171,50 e mínima de 5.134,50. O volume negociado foi de 1,85 milhão de contratos.

Mercado monitora faixa de 5.200

Pelos níveis técnicos monitorados pelo BTG, as resistências do mini dólar estão em 5.180,00, 5.205,50, 5.231,50 e 5.257,00.

Já os suportes aparecem em 5.128,00, 5.102,50, 5.076,50 e 5.051,00. A permanência acima da região de 5.111,50 é vista como fator importante para preservar o viés positivo observado nos prazos mais curtos.

Petrobras (PETR4) aprova investimento de US$ 1,2 bilhão em planta de bioQAV e diesel renovável na RPBC

19 de Junho de 2026, 18:21

A Petrobras (PETR4) aprovou a decisão final de investimentos (FID) do projeto RPBC Biorrefino, que prevê a implantação de uma planta dedicada à produção de bioquerosene de aviação (bioQAV) e diesel renovável na Refinaria Presidente Bernardes (RPBC), em Cubatão (SP).

O investimento estimado é de aproximadamente US$ 1,2 bilhão.

Com a aprovação, a companhia avança para a fase final de contratação e assinatura dos contratos, com previsão de início das obras até o final de 2026. O projeto já está previsto no Plano de Negócios 2026-2030 e foi incluído na Carteira em Implantação Base, considerando as condições de financiabilidade da estatal.

A nova unidade terá capacidade de produção de até 15 mil barris por dia (bpd) de combustíveis renováveis, incluindo bioQAV e diesel renovável, com entrada em operação estimada para 2030.

Segundo a Petrobras, o projeto está alinhado à estratégia de liderança na transição energética e aos compromissos globais do setor de aviação, incluindo a regulação Corsia (Carbon Offsetting and Reduction Scheme for International Aviation) e a Lei do Combustível do Futuro (Lei nº 14.993/2024).

Wall Street em recorde, frase de Buffett, bitcoin, dividendos e Petrobras: o que bombou na semana

6 de Junho de 2026, 08:43

Os novos recordes de Wall Street no fim de maio, embalados pelo rali das ações de tecnologia e pelo alívio com as negociações envolvendo o Oriente Médio, e a derrocada de quase R$ 100 bilhões no valor de mercado da Petrobras (PETR4) em maio estiveram no centro das atenções dos leitores nesta semana, de 31 de maio a 6 de junho.

Entre os temas mais lidos aqui no Money Times, na semana entre o dia 31 de junho e seis de junho, aparecem também a repercussão de uma das frases mais conhecidas de Warren Buffett sobre medo e ganância no mercado, a primeira venda de bitcoin da história da Strategy, dona da maior tesouraria corporativa da criptomoeda, e a carteira de dividendos do BTG Pactual para junho. Confira o que mais ganhou destaque nos últimos dias.

Wall Street bate máximas com rali de tecnologia

A matéria mais lida da semana mostrou que os principais índices de Wall Street encerraram maio em níveis recordes, impulsionados pelo desempenho das gigantes de tecnologia e pelo otimismo dos investidores com a possibilidade de um acordo para encerrar o conflito no Oriente Médio. No fechamento de 29 de maio, o Dow Jones subiu 0,74%, o S&P 500 avançou 0,22% e o Nasdaq ganhou 0,91%, todos em máximas históricas. No acumulado do mês, o Nasdaq saltou mais de 8%.

A reportagem destacou ainda que a moderação dos preços do petróleo ajudou o humor dos mercados, enquanto ações de tecnologia seguiram puxando o movimento, com destaque para a Dell após resultados acima do esperado.

Warren Buffett e a velha máxima sobre medo e ganância

Outro texto que chamou atenção dos leitores retomou uma das frases mais famosas de Warren Buffett: “seja medroso quando os outros forem gananciosos, e seja ganancioso quando os outros forem medrosos”. A matéria explicou como a máxima resume a lógica da estratégia contrarian, que busca se afastar do consenso quando o mercado entra em euforia ou em pânico.

Segundo o texto, a ideia é que, em momentos de otimismo exagerado, investidores tendem a subestimar riscos e pagar caro demais pelos ativos, enquanto, em períodos de crise, o medo pode levar a vendas precipitadas e a preços abaixo do que os fundamentos justificam.

Strategy vende bitcoin pela primeira vez e criptomoeda cai

Na terceira posição, ficou a notícia de que a Strategy, antiga MicroStrategy, vendeu 32 bitcoins entre 26 e 31 de maio, levantando cerca de US$ 2,5 milhões a um preço médio de US$ 77.135 por unidade. Segundo a reportagem, foi a primeira venda de bitcoin da história da companhia desde dezembro de 2022.

O movimento chamou atenção porque a empresa é símbolo da estratégia de acumulação de bitcoin em tesouraria. Após a operação, a Strategy continuava com 843.706 BTC, avaliados em cerca de US$ 61 bilhões, enquanto a criptomoeda aprofundava as perdas e era negociada perto de US$ 72 mil na manhã da publicação.

BTG mexe na carteira de dividendos de junho

A busca por renda também esteve entre os assuntos mais lidos da semana. Em sua carteira recomendada de dividendos para junho, o BTG Pactual retirou Vibra Energia (VBBR3), incluiu Caixa Seguridade (CXSE3), reduziu exposição a Allos (ALOS3) e Motiva (MOTV3) e elevou a participação de Cury (CURY3).

Além dessas mudanças, a seleção segue com nomes como Petrobras (PETR4), Itaú Unibanco (ITUB4), Vale (VALE3), Bradesco (BBDC4), Axia Energia (AXIA3), Equatorial (EQTL3), Copel (CPLE3) e Copasa (CSMG3). Entre os destaques, a Allos aparecia com potencial de retorno em dividendos de até 12,2%, o maior da carteira.

Petrobras tem primeiro mês negativo em 2026

Fechando a lista, a Petrobras voltou aos holofotes depois de perder R$ 98,1 bilhões em valor de mercado em maio, no primeiro mês de baixa das ações em 2026. Segundo a reportagem, PETR3 caiu 14,62% no período e PETR4 recuou 14,43%, com a companhia encerrando o mês avaliada em R$ 576,5 bilhões.

O gatilho para a correção foi a queda do petróleo, pressionado pelo otimismo do mercado com o avanço das negociações entre Estados Unidos e Irã. Os contratos do Brent para agosto acumularam baixa de 17,4% em maio, encerrando a última sessão do mês a US$ 91,12 por barril.

Assaí (ASAI3) tem queda de 47% no lucro no 1T26, a R$ 86 milhões

27 de Abril de 2026, 19:47

A rede de atacarejo Assaí (ASAI3) teve lucro líquido de R$ 86 milhões no primeiro trimestre, queda de 46,7% sobre o resultado obtido um ano antes, segundo balanço divulgado nesta segunda-feira.

A companhia teve resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado de R$ 1,025 bilhão, praticamente estável sobre o desempenho do primeiro trimestre do ano passado.

A empresa apurou receita líquida de R$ 18,64 bilhões de janeiro ao final de março, praticamente estável antes os três primeiros meses de 2025.

Analistas, em média, esperavam que o Assaí mostrasse Ebitda de R$1,39 bilhão e receita líquida de R$18,95 bilhões, segundo dados recolhidos pela LSEG.

A companhia afirmou que, incluídos novos créditos de PIS/Cofins, o lucro líquido do primeiro trimestre foi de R$367 milhões.

Trimestre com ‘fatores adversos’

Em release de resultados, o Assaí disse que o primeiro trimestre foi marcado por um “conjunto de fatores adversos que, somados, representaram um desafio incomum para quem atende principalmente as famílias de menor renda”.

“Vivemos uma deflação simultânea em commodities essenciais da nossa cesta: arroz, feijão, açúcar, óleo de soja, farinha de trigo e leite UHT apresentaram queda média de 12% no trimestre. Para quem acompanha o setor há décadas, é inédito ver deflação simultânea dessa magnitude nesse grupo de produtos”, disse.

Ao mesmo tempo, acrescentou, o endividamento das famílias atingiu recordes históricos. “Isso se traduz diretamente em menor capacidade de consumo nas classes C, D e E (exatamente o público em maior volume nas nossas lojas)”, afirmou a empresa. “O topo da pirâmide de renda segue consumindo, mas a base está pressionada”.

“Diante de tudo isso, manter a margem Ebitda estável é consequência de disciplina. Significa gestão eficiente de preços, maturação das lojas abertas nos últimos anos, expansão dos serviços em loja, controle rigoroso de despesas abaixo da inflação e ganho de market share”, disse.

*Com informações da Reuters

Sabesp (SBSP3) propõe desdobramento de ações na proporção de 1 para 5

27 de Abril de 2026, 19:09

A Sabesp (SBSP3) anunciou que irá submeter à aprovação, em Assembleia Geral Extraordinária marcada para esta terça-feira (28), uma proposta de desdobramento de ações ordinárias na proporção de 1 para 5.

Caso a proposta seja aprovada, cada ação ordinária passará a representar cinco ações, sem qualquer alteração no valor do capital social da empresa.

No mercado brasileiro, as ações negociadas na B3 terão como data-base o dia 28 de abril de 2026, garantindo o direito ao desdobramento aos investidores com posição acionária nessa data. A partir de 29 de abril, os papéis passam a ser negociados já na condição “ex-desdobramento”.

O crédito das novas ações será realizado em 30 de abril, por meio da instituição escrituradora Itaú Unibanco, e estará refletido nas posições dos investidores na abertura do mercado de 4 de maio, informou a Sabesp.

Já no exterior, os American Depositary Receipts (ADRs) da Sabesp, negociados na New York Stock Exchange, seguirão cronograma próprio. A proporção entre ADR e ação ordinária permanecerá em 1 para 1, e os investidores receberão quatro ADRs adicionais para cada título existente. O direito aos novos ADRs será definido em 30 de abril, com distribuição prevista para 6 de maio, conduzida pelo banco depositário The Bank of New York Mellon. A negociação ex-desdobramento terá início em 7 de maio.

Durante o período entre 30 de abril e 7 de maio, os registros do banco depositário permanecerão fechados para operações de emissão e cancelamento entre os mercados brasileiro e norte-americano. Ainda assim, tanto as ações quanto os ADRs continuarão sendo negociados normalmente em seus respectivos ambientes.

A Sabesp destacou que o desdobramento não altera os direitos dos acionistas. As novas ações e ADRs manterão as mesmas garantias das atuais, incluindo participação em dividendos, juros sobre capital próprio e demais proventos que venham a ser distribuídos.

Cogna (COGN3) aprova R$ 28,6 milhões em dividendos; veja valor por ação e datas

27 de Abril de 2026, 18:17

A Cogna Educação (COGN3) aprovou, em Assembleia Geral Ordinária realizada nesta segunda-feira (27), o pagamento de dividendos mínimos obrigatórios referentes a 2025.

O valor total é de cerca de R$ 28,6 milhões, equivalente a R$ 0,0143 por ação.

O pagamento será feito em parcela única no dia 29 de maio de 2026, sem correção ou juros.

Terão direito aos dividendos os acionistas com posição acionária ao fim do dia 27 de abril de 2026. A partir de 28 de abril, as ações passam a ser negociadas ex-dividendos.

Os valores serão creditados conforme os dados bancários informados ao escriturador, a Itaú Corretora de Valores. Investidores com cadastro incompleto precisarão atualizar as informações para receber.

O recebimento dos dividendos será isento de Imposto de Renda, de acordo com o artigo 10 da Lei nº 9.249, de 26 de dezembro de 1995.

A Cogna, no balanço mais recente, registrou lucro líquido de R$ 220 milhões no quarto trimestre de 2025, queda relevante em relação ao lucro de R$ 925,8 milhões no mesmo período de 2024.

Segundo a companhia, o resultado foi impactado por efeitos não recorrentes registrados no ano anterior, principalmente reversões de contingências tributárias relacionadas a processos de imposto de renda sobre ágio, anotadas na linha do resultado financeiro.

Bandeira amarela na tarifa de energia em maio contraria parte do mercado, mas não altera IPCA, diz Terra Investimentos

24 de Abril de 2026, 20:12

A equipe da Terra Investimentos informou que manteve suas projeções para a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) após o anúncio da bandeira amarela para as tarifas de energia, nesta sexta-feira (24)

“A decisão veio em linha com nossa premissa, mas contraria parte do mercado que contava com manutenção da bandeira verde em maio“, afirmam os economistas da instituição, que calculam impacto de 11 pontos-base no IPCA de maio, cuja estimativa é de 0,53%.

“Contamos com aumento da bandeira tarifária nos meses seguintes, com bandeira vermelha 2 em junho e vermelha 1 em dezembro”, observam.

A expectativa para o IPCA de abril é de 0,67%; para maio, de 0,53% e para junho, de 0,54%. Para o fim de 2026, a Terra Investimentos espera índice de 5,2% e para o fim de 2027, de 4,2%.

Mudança na tarifa de energia

Criado em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias indica aos consumidores os custos da geração de energia no País e visa atenuar os impactos nos orçamentos das distribuidoras de energia.

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a decisão de acionar a bandeira amarela se relaciona ao volume de chuva abaixo da média nos reservatórios. Em consequência, os consumidores de energia elétrica terão custo adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos.

Como o Estadão/Broadcast mostrou, a possibilidade de El Niño no segundo semestre deste ano, com seu efeito no aumento das temperaturas e redução das chuvas no Norte e Nordeste do País, reforça essa perspectiva de bandeiras tarifárias mais caras ao longo do ano.

Além do risco hidrológico (GSF), gatilho para o acionamento das bandeiras mais caras, outro fator de peso é o aumento do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD) – valor calculado para a energia a ser produzida em determinado período.

Desde janeiro, estava em vigor a bandeira tarifária verde.

*Com informações de Estadão Conteúdo

Enjoei (ENJU3) aprova redução de capital de R$ 426 milhões e prevê restituição de R$ 0,20 por ação

24 de Abril de 2026, 19:36

O Enjoei (ENJU3) informou que sua Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária (AGOE) aprovou duas reduções de capital que, somadas, chegam a cerca de R$ 426 milhões.

A primeira medida envolve a redução de aproximadamente R$ 385 milhões para absorção de prejuízos acumulados referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2025. Com isso, o capital social da companhia foi reduzido de cerca de R$ 636 milhões para R$ 251 milhões, sem alteração no número de ações, que permanece em cerca de 205 milhões de papéis ordinários.

A segunda frente, de aproximadamente R$ 41 milhões, será destinada à restituição de capital aos acionistas, também sem cancelamento de ações. Essa operação ainda depende do prazo legal de 60 dias para eventual oposição de credores, que se encerra em 23 de junho de 2026.

Caso não haja contestações — ou após a regularização —, terão direito ao recebimento os investidores com posição acionária em 24 de junho de 2026. A partir de 25 de junho, os papéis passam a ser negociados “ex-direito” à restituição.

O valor estimado de devolução é de cerca de R$ 0,20 por ação, a ser pago em parcela única, em data ainda a ser definida pela administração. O montante pode sofrer ajustes caso haja mudança no número de ações em circulação até a data de corte.

Após a conclusão das duas operações, o capital social da Enjoei será reduzido para cerca de R$ 210 milhões, mantendo-se inalterada a quantidade de ações emitidas.

Block trade com ações da Hapvida (HAPV3) movimenta quase R$ 200 milhões na B3

7 de Abril de 2026, 18:20

Um block trade com ações da Hapvida (HAPV3) movimentou R$ 199,1 milhões na B3 no final do pregão desta terça-feira (2), segundo informações da Agência Bovespa.

A operação envolveu a venda de 19.409.600 ações, o equivalente a 3,86% do valor de mercado da companhia.

O preço final foi fixado em R$ 10,26 por ação, o que corresponde a um desconto de 4,09% em relação ao fechamento do pregão da véspera.

Antes do leilão, HAPV3 caía 4,96%, a R$ 10,15. Após a operação, as ações da companhia encerraram o dia com queda de 3,93%, a R$ 10,26.



No acumulado do ano, os papéis da operadora de saúde recuam 30,5%.

Mudanças na Hapvida

Ontem (6), a Hapvida informou que Jorge Pinheiro deixará o comando da companhia após 27 anos para assumir uma posição no conselho de administração. A transição foi comunicada em carta ao mercado e ocorre após críticas recentes à governança da empresa pela Squadra Investimentos.

Na semana passada, a gestora divulgou uma carta na qual questiona a governança da companhia e defende a adoção do voto múltiplo na eleição do conselho.

No documento, a Squadra também critica decisões estratégicas da companhia, a integração após a fusão com a NotreDame Intermédica, a deterioração operacional e a remuneração da administração.

Até então, a gestora detinha 6,98% do capital votante da Hapvida e indicou três nomes para o colegiado, além de defender mudanças na composição do conselho.

Tempo Real: Ibovespa reage ao primeiro Focus pós-corte da Selic

23 de Março de 2026, 06:00

Resumo: O Ibovespa (IBOV) acompanha a divulgação do Relatório Focus, o primeiro após o corte de 0,25 ponto percentual da Selic pelo Copom na última reunião. O documento traz a atualização das projeções de inflação e crescimento, servindo como termômetro do impacto do corte e das expectativas do mercado para a política monetária futura.

No exterior, os investidores acompanham os dados do Japão, com destaque para o CPI e o PMI de serviços e indústria.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados em tempo real:



Tempo Real: Ibovespa acompanha IGP-10 e início das reuniões de juros

17 de Março de 2026, 06:30

Resumo: O Ibovespa (IBOV) acompanha a divulgação do IGP-10. Na Europa, o índice de Percepção Econômica ZEW ajuda a medir o sentimento de investidores e analistas sobre a economia da região.

O dia também marca o início da primeira etapa das reuniões de política monetária do Federal Reserve e do Banco Central do Brasil.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados em tempo real:



PicPay e Banco Sofisa trazem novidades para a alta renda; veja

13 de Março de 2026, 17:56

O segmento de alta renda segue no radar das instituições financeiras digitais. PicPay e Banco Sofisa anunciaram novos benefícios voltados a esse público, que vão desde conectividade internacional até vantagens em serviços de delivery premium.

PicPay lança eSIM internacional para clientes Epic

O PicPay anunciou a entrada no mercado de conectividade global para competir no segmento de alta renda, movimento semelhante ao adotado por outras instituições digitais, como o Nubank.

Em parceria com a empresa internacional Gigs, o banco passa a oferecer um eSIM global gratuito com 10 GB de dados, válidos por um ano. O benefício é exclusivo para clientes do segmento Epic, voltado a usuários que buscam experiências premium e maior conveniência em viagens internacionais.

Ao oferecer conectividade internacional dentro da conta global para clientes Epic, ampliamos a proposta de valor do produto e entregamos uma experiência ainda mais completa para quem busca conveniência, liberdade e tecnologia’, afirma Pedro Romero, diretor executivo de Wallet e Banking do PicPay.

Segundo o banco, a tecnologia da Gigs permite conectar usuários a redes móveis internacionais diretamente pelo aplicativo, sem os custos e a complexidade de operar como uma empresa de telecomunicações.

Sofisa oferece cupom no iFood Gourmet

De olho no Dia do Consumidor, o Banco Sofisa lançou uma campanha para clientes dos cartões Visa Infinite e Platinum. Entre 13 e 15 de março, quem fizer compras a partir de R$ 100 na seção Gourmet iFood poderá receber um cupom de R$ 20.

Para clientes do cartão Sofisa Visa Infinite, o benefício é cumulativo com o cashback de 5% oferecido pelo banco para gastos em bares, restaurantes e delivery.

A iniciativa com o iFood para o Dia do Consumidor busca recompensar a fidelidade dos nossos clientes e unir a praticidade do delivery com uma vantagem financeira’, afirma André Jatene, superintendente executivo do Banco Sofisa.

Tempo Real: Ibovespa atento ao PCE e disparada do petróleo

13 de Março de 2026, 06:30

Resumo: O Ibovespa (IBOV) aguarda o PCE dos EUA, indicador-chave de inflação que pode influenciar o ritmo de aperto monetário do Federal Reserve. No Reino Unido, saem o PIB, a balança comercial e a produção industrial, fornecendo leitura completa da economia britânica. Na Zona do Euro, o mercado observa a produção industrial.

Os investidores seguem acompanhando a guerra no Irã e a disparada do petróelo, que está no patamar de US$ 100 o barril.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados em tempo real:



Petróleo dispara 15% e supera US$ 106 com nomeação de novo líder do Irã

8 de Março de 2026, 20:10

Os preços do petróleo dispararam neste domingo (8) e ultrapassaram US$ 106 por barril, em meio à escalada da guerra envolvendo o Irã e temores de impactos sobre a produção e o transporte da commodity.

O movimento ganhou novo fôlego após a mídia estatal iraniana informar que Mojtaba Khamenei foi nomeado novo líder supremo do país, sucedendo seu pai, Ali Khamenei.

Esta é a primeira vez em quatro anos que o barril é negociado acima de US$ 100.

Por volta das 19h30 (horário de Brasília), o petróleo West Texas Intermediate crude oil (WTI) para abril avançava 17,47%, a US$ 106,60 o barril, enquanto o Brent crude oil para maio subia 14,86%, a US$ 106,34.

Segundo a mídia estatal iraniana, Mojtaba, de 56 anos, vinha sendo apontado desde as primeiras horas do dia como possível sucessor. Considerado um nome de linha-dura, ele ganhou influência após ajudar a organizar a repressão aos protestos da chamada “Onda Verde”, em 2009, ligados às eleições contestadas que mantiveram Mahmoud Ahmadinejad no poder.

O presidente Donald Trump afirmou ao canal ABC News que poderia haver novas retaliações caso o nome escolhido não tivesse aprovação prévia de Washington. “Se não tiver nossa aprovação, não vai durar muito tempo”, disse. Questionado se aprovaria alguém com ligações ao antigo regime, Trump respondeu que poderia apoiar “um bom líder”.

Israel já afirmou que qualquer novo líder iraniano poderá se tornar alvo militar.

*Com Estadão Conteúdo

Irã já tem sucessor de Khamenei; nome está sob sigilo

8 de Março de 2026, 11:35

O Irã já tem um novo sucessor do líder supremo após a morte Aiatolá Ali Khamenei em um ataque conjunto entre Estados Unidos e Israel, segundo a mídia iraniana.

Apesar disso, um entrave burocrático impede um anúncio oficial: o grupo teve uma pequena divergência sobre se precisariam se reunir pessoalmente para emitir sua decisão final ou se deveriam ignorar essa formalidade.

Seja como for, é provável que o nome tenha rejeição dos Estados Unidos, algo que o próprio Khamenei já deixou claro. O filho de Khamenei, Mojtaba Khamenei, é um dos principais cotados.

“Até o Grande Satã (EUA) mencionou o nome dele”, disse o clérigo sênior sobre o sucessor escolhido, dias depois de o presidente dos EUA, Donald Trump, ter dito que Khamenei era uma escolha “inaceitável” para ele.

Trump afirmou na quinta-feira que o filho mais novo de Khamenei, um clérigo linha-dura de escalão médio, era o sucessor mais provável, mas alertou que rejeitaria tal opção e que deveria se envolver pessoalmente na escolha do próximo líder do Irã.

Outro membro do conselho, o aiatolá Mohsen Heidari Alekasir, disse em vídeo que um candidato havia sido selecionado com base na orientação de Khamenei de que o líder máximo do Irã deveria ser “odiado pelo inimigo”.

Escolha rápida

Em meio à guerra, clérigos da linha dura pediram a escolha rápida de um novo líder supremo para ajudar a guiar o Irã.

Os apelos sugerem que alguns membros do establishment clerical podem não se sentir confortáveis em deixar o poder nas mãos do conselho de três homens encarregado temporariamente após a morte do líder supremo.

O grande aiatolá Naser Makarem Shirazi, cujo título significa que ele tem um grande número de seguidores para suas decisões religiosas, disse que uma nomeação era necessária rapidamente para “ajudar a organizar melhor os assuntos do país”, informou a mídia estatal.

Na semana passada, duas autoridades religiosas xiitas de alto escalão também emitiram fatwas, ou decretos religiosos, conclamando os muçulmanos de todo o mundo a vingar o assassinato de Khamenei. Makarem Shirazi disse que esse era um dever religioso dos muçulmanos “até que o mal desses criminosos seja erradicado do mundo”.

A constituição estabelece que um líder supremo deve ser escolhido dentro de três meses.

Com Reuters

Casas Bahia (BHIA3) diz à CVM que está em dia com lojistas e nega problemas logísticos

6 de Março de 2026, 20:20

A Casas Bahia (BHIA3) afirmou nesta sexta-feira (6) que está em dia com os repasses a lojistas de seu marketplace e negou problemas estruturais em sua operação logística ou financeira após questionamento da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre reportagem publicada pelo jornal Valor Econômico.

Em comunicado ao mercado divulgado nesta quinta-feira (5), a companhia disse que respondeu um ofício enviado pela autarquia, que pedia esclarecimentos sobre a matéria intitulada “Exclusivo: Casas Bahia atrasa pagamento a lojistas, adia entregas e recorre aos Correios”.

Segundo a empresa, a reportagem aborda três pontos principais: supostos atrasos em repasses a lojistas, alavancagem e investimentos operacionais, e aumento dos prazos de entrega de mercadorias.

Repasses a lojistas

A Casas Bahia afirmou que está “absolutamente corrente” com todos os repasses devidos a lojistas do marketplace. De acordo com o comunicado, eventuais atrasos pontuais registrados no passado ocorreram por questões sistêmicas envolvendo pagamentos via Pix, mas já foram integralmente solucionados.

A empresa também classificou as informações mencionadas na reportagem como “defasadas e desatualizadas”, destacando que mantém o compromisso de realizar repasses pontuais a seus parceiros e fortalecer as operações de comércio eletrônico.

Estrutura de capital

Sobre a alavancagem, a Casas Bahia afirmou que tem mantido o mercado informado sobre as medidas de reestruturação de sua estrutura de capital por meio de diversos fatos relevantes divulgados ao longo de 2025.

A companhia ressaltou que as medidas de reestruturação implementadas e em andamento tendem a reduzir substancialmente as despesas financeiras, abrindo espaço para novos investimentos operacionais.

Parte desses investimentos já está em curso, embora exista um período natural de maturação até que os resultados possam ser percebidos, disse.

Logística e prazos de entrega

Em relação às entregas, a empresa afirmou que o varejo costuma enfrentar aumento significativo de demanda entre a Black Friday e o Natal, o que pressiona toda a cadeia logística do setor.

Segundo a companhia, esse cenário sazonal pode gerar aumentos temporários no tempo médio de entrega, sem representar deficiência estrutural em suas operações.

A empresa acrescentou que tem reforçado sua estrutura logística com a contratação de prestadores de serviços terceirizados para lidar com o pico de demanda e preservar os níveis de serviço aos clientes.

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