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Filhos e viúva de Erasmo Carlos brigam por herança deixada pelo cantor

25 de Abril de 2026, 11:23

A briga pela herança deixada por Erasmo Carlos, que morreu em 2022, ganhou um novo capítulo. Isso porque os filhos do cantor, Leonardo e Gil Esteves, tiveram um pedido de reintegração de posse de um imóvel localizado em São Conrado, no Rio de Janeiro, concedido, além de terem acionado judicialmente a viúva de Erasmo, Fernanda Esteves, cobrando diárias de aluguel de um carro que estava com ela.

Segundo informações da revista Veja, o imbróglio teria começado por uma suposta rixa dos filhos de Erasmo com Fernanda. A fonte da publicação afirma que o carro em questão foi dado para a viúva, mas estava registrado no nome da produtora responsável pela carreira de Erasmo, que tem Leonardo como um dos sócios.

Dessa forma, Leonardo teria pedido o carro de volta após a morte do pai, além dos filhos terem se apropriado dos direitos de imagem e autorais do cantor, apesar do casamento de Erasmo ter sido em comunhão parcial de bens.

Fernanda alega que teve de deixar o apartamento onde morava com Erasmo justamente por não estar recebendo nada do espólio. O representante do espólio é Leonardo, que se recusou a custear o apartamento enquanto a viúva estivesse morando lá.

A briga judicial corre em segredo de Justiça. Representantes tanto de Fernanda Esteves, quanto dos filhos de Erasmo não se pronunciaram à Veja.

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Caixa Econômica Federal vai escolher novo presidente do conselho após gestão de Ceron

25 de Abril de 2026, 10:57

A Caixa Econômica Federal elegeu novos conselheiros e haverá agora uma reunião para escolher novo presidente do conselho de administração, informou o banco público em comunicado. Ainda não há data definida para a reunião.

O posto de presidente do conselho ficou vago após o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, ter concluído o mandato. Ele entrou no conselho da Caixa em março de 2023, então como secretário do Tesouro Nacional, e em maio daquele ano foi eleito presidente.

A conselheira Raquel Nadal Cesar Gonçalves responderá interinamente pelo cargo de presidente do conselho, segundo o comunicado.

A Caixa fez assembleia ontem, 24, onde foram eleitos os novos membros do conselho. O banco não informa os nomes no comunicado. Os conselheiros eleitos têm mandato até 2028.

Em fevereiro, Ceron descartou que a Caixa estivesse elaborando um pacote de medidas para socorrer o Banco de Brasília (BRB).

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Banqueiro oferece mansão avaliada em quase R$ 25 mi em troca de ações da Anthropic

25 de Abril de 2026, 10:48

A corrida por ações da Anthropic está tão frenética nas últimas semanas que o banqueiro Storm Duncan, fundador do banco de investimentos focado em tecnologia Ignatious, resolveu adotar uma tática inusitada.

Duncan decidiu oferecer sua mansão em Marin County, na Califórnia, avaliada em quase R$ 25 milhões, em troca de ações da companhia, segundo o Business Insider.

A oferta vem após o valuation da Anthropic chegar a US$ 1 trilhão, motivada por investidores que ficaram impressionados com o crescimento de receita após o lançamento do assistente de IA Claude.

A propriedade, que tem mais de 50 mil metros quadrados, tem uma piscina de borda infinita com vista para São Francisco e um spa completo. Além disso, segundo Duncan, está a “20 minutos dos escritórios da Anthropic na cidade.”

Com a oferta de troca, o empresário espera chamar a atenção de funcionários da empresa que têm ações para vender. Ele afirma que já teve diversas propostas e insiste que a proposta é real.

Questionado sobre o motivo de ele não simplesmente comprar ações, ele explica que, como um investidor pequeno, ele jamais seria capaz de conseguir os papéis diretamente.

Duncan já têm ações da Anthropic que ele adquiriu em 2024, quando era muito mais fácil de consegui-las. Ele reforça que agora gostaria de reforçar seu portfólio depois de ficar impressionado com os resultados da ferramenta de IA Claude.

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Mega-Sena sorteia prêmio estimado em R$ 100 milhões neste sábado; veja como apostar

25 de Abril de 2026, 10:27

As seis dezenas do concurso 3.000 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 21h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.

O prêmio da faixa principal está acumulado e estimado em R$ 100 milhões.

Por se tratar de um concurso com final zero, ele recebe um adicional das arrecadações dos cinco concursos anteriores, conforme regra da modalidade.

O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa. 

As apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília), nas casas lotéricas em todo o país ou pela internet, no site das Loterias Caixa

O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.

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Reação do governo Lula atingiu 2 policiais dos EUA; entenda crise diplomática

25 de Abril de 2026, 10:16

A reação do governo Lula à expulsão do delegado da Polícia Federal (PF) Marcelo Ivo de Carvalho do território americano acabou atingindo dois funcionários do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos. Ambos atuavam no Brasil.

O governo brasileiro expulsou do País o adido civil Michael William Myers. Ele atuava na área de segurança e havia sido credenciado por meio da embaixada americana desde setembro de 2024, em Brasília. Além disso, a PF barrou temporariamente um segundo agente policial, cuja identidade não foi revelada.

As medidas, somadas, significariam uma escalada diplomática na crise e poderiam ser vistas em Washington como uma retaliação além da “reciprocidade” pregada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Por isso, geraram apreensão no Itamaraty.

O Ministério das Relações Exteriores defendeu que o governo Lula deveria responder à decisão americana com recriprocidade “na forma e no conteúdo”. Com dois punidos, porém, o lado brasileiro agravaria o caso.

Com a expulsão oficializada, a Polícia Federal, então, decidiu recuar e restituir as credenciais de um agente policial americano, antes suspensas. A decisão da PF era administrativa e portanto, passível de revisão, como ocorreu.

“São duas coisas. Eu cortei temporariamente o acesso de um funcionário dos EUA à PF, até o MRE definir qual medida adotaria”, disse o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues. “A segunda situação foi a determinação que Michael saia do Brasil, o que ocorreu hoje.”

Na prática, a suspensão de credenciais significava a barrar o acesso dele à sede da PF e sistemas da corporação, algo que ocorreu com Marcelo Ivo em Miami, onde desempenhava a função de oficial de ligação junto ao ICE, a polícia de imigração dos EUA.

O governo Donald Trump determinou que ele fosse expulso do país, embora estivesse prestes a ser substituído pela delegada Tatiana Alves Torres, nomeada em março.

Lotado em Miami, Flórida, Marcelo Ivo foi acusado pelo Departamento de Estado de tentar “manipular nosso sistema de imigração para contornar pedidos formais de extradição e estender perseguições políticas ao território dos Estados Unidos”.

O comunicado do Escritório de Assuntos do Hemisfério Ocidental, publicado no X e republicado pela Embaixada dos EUA, falava que, naquela data, “pedimos que o funcionário brasileiro envolvido deixe o nosso país”.

O delegado Marcelo Ivo atuava em cooperação policial e forneceu informações ao ICE sobre o ex-deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ) também delegado de carreira da PF.

Ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) no governo Jair Bolsonaro, Ramagem foi condenado a 16 anos de prisão na trama golpista, escapou para a Flórida com passaporte diplomático – que foi cancelado posteriormente – e era considerado foragido da Justiça brasileira. Ramagem foi preso por causa do seu status migratório. Ele relatou, ao ser solto depois de dois dias detido, que entrou no país com visto válido e solicitou asilo político.

O Departamento de Estado comunicou publicamente a expulsão por meio de um tuíte na segunda-feira, dia 20, enquanto as principais autoridades do governo Lula, inclusive o presidente, estavam em viagem na Europa.

O tom e o teor da publicação, além da celebração de bolsonaristas radicados nos EUA, levaram integrantes do governo Lula a uma leitura de que o assunto fora politizado, após apelos de oposicionistas junto a uma ala do Departamento de Estado hostil a Lula.

A reação brasileira começou a ser decidida na terça-feira, dia 21. Na Alemanha, o presidente Lula, o chanceler Mauro Vieira e o delegado Andrei Rodrigues, diretor-geral da PF, discutiram o caso e deram entrevistas, manifestando “surpresa” e citando a “reciprocidade”.

A suspensão das credenciais de um agente americano, cuja identidade não foi revelada, ocorreu primeiro, segundo integrantes da PF. Ele continua no País, no entanto.

Em paralelo, autoridades diplomáticas conduziam, por determinação vinda da Europa, a crise para a aplicação de reciprocidade imediata, com o aval do presidente.

Na tarde de terça-feira, 21, o diretor do Departamento de América do Norte do Itamaraty, Cristiano Figueroa, convocou em Brasília para uma queixa a ministra-conselheira da Embaixada americana no Brasil, Kimberly Kelly. Na conversa, ela deixou claro que Marcelo Ivo de Carvalho de fato havia sido expulso dos EUA. E na mesma oportunidade foi avisada que o governo Lula então responderia na mesma moeda.

Figueroa reclamou do tratamento sumário e do desrespeito ao acordo entre os países para troca de oficiais de ligação, um memorando de entendimento que previa conversas entre as partes.

O Itamaraty, porém, decidiu aguardar 24 horas para comunicar a decisão publicamente, um gesto para expor diferença no tratamento e a boa praxe diplomática em relação à condução dos americanos.

O MRE também usou uma publicação no X, divulgada na tarde do dia 22, quarta-feira, para comunicar a expulsão de um representante do governo americano (Michael Myers), após a informação verbal à embaixada. E pediu a saída imediata do país, o que ocorreu com Marcelo Ivo.

Ainda não está claro quais serão todas as consequências da crise e se o acordo de cooperação terá ou não continuidade. O governo brasileiro, por meio de manifestações públicas de Lula e de Andrei Rodrigues, disse que as partes precisam conversar e que esperam que a cooperação prossiga.

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Yoko Ono perde ação contra rapper brasileiro L7nnon na Justiça; entenda o caso

25 de Abril de 2026, 09:34

A 2ª Turma do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) rejeitou um pedido de Yoko Ono, viúva de John Lennon, contra o rapper L7nnon, que envolvia o nome artístico do brasileiro.

O artista, que tem como nome de batismo Lennon dos Santos Barbosa Frassetti, poderá continuar usando “L7nnon” como sua marca.

De acordo com Yoko Ono, ele poderia ter sido confundido com o cantor icônico dos Beatles John Lennon, e, dessa forma, ela entrou com um pedido no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) contra o registro do nome artístico do cantor.

O caso avançou para o âmbito judicial. Segundo informações do G1, a defesa de L7nnon alegou que ele possuía uma identidade visual própria. Além disso, foi reforçado que o nome de batismo do brasileiro foi inspirado em um personagem da novela “Top Model”, de 1990.

O tribunal entendeu que a grafia do nome e a “distância temporal e cultural” entre os artistas justificou a rejeição do pedido de Yoko Ono. “A distância temporal e cultural entre as propostas artísticas reduz a possibilidade de associação com o espólio de John Lennon”, diz trecho do acórdão.

Yoko Ono ainda poderá recorrer.

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Justiça dos EUA barra proibição imposta por Trump para solicitar asilo na fronteira

25 de Abril de 2026, 09:11

Nesta sexta-feira, 24, um tribunal de apelação bloqueou o decreto do presidente americano, Donald Trump, que suspendia o acesso ao asilo na fronteira sul dos Estados Unidos, um pilar fundamental do plano do presidente republicano para reprimir a imigração.

Um painel de três juízes do Tribunal de Apelações dos Estados Unidos para o Distrito de Columbia concluiu que as leis de imigração conferem às pessoas o direito de solicitar asilo na fronteira, e que o presidente não pode contornar essa disposição.

A decisão do tribunal decorre de uma medida tomada por Trump no dia da posse em 2025, quando ele declarou que a situação na fronteira sul constituía uma invasão dos Estados Unidos e que estava “suspendo a entrada física” de migrantes e sua capacidade de solicitar asilo até que ele decidisse que a situação havia terminado.

O tribunal concluiu que a Lei de Imigração e Nacionalidade não autoriza o presidente a remover os requerentes por meio de “procedimentos de sua própria autoria”, nem lhe permite suspender o direito dos requerentes de solicitar asilo ou restringir os procedimentos para julgar suas alegações contra a tortura.

“O poder, por meio de proclamação, de suspender temporariamente a entrada de estrangeiros específicos nos Estados Unidos não inclui autoridade implícita para se sobrepor ao processo obrigatório previsto na Lei de Imigração e Nacionalidade (INA) para a remoção sumária de estrangeiros”, escreveu a juíza J. Michelle Childs.

“Concluímos que o texto, a estrutura e a história da INA deixam claro que, ao conceder o poder de suspender a entrada por meio de proclamação presidencial, o Congresso não teve a intenção de conceder ao Executivo a ampla autoridade de remoção que este alega ter”, afirmou o parecer.

O governo pode solicitar que o tribunal de apelações, em sua composição completa, reconsidere a decisão ou recorrer à Suprema Corte. A ordem não entra formalmente em vigor até que o tribunal analise qualquer pedido de reconsideração.

A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, em entrevista ao canal de TV Fox News, disse que não tinha visto a decisão, mas a considerou “previsível”, culpando juízes com motivações políticas. “Eles não estão agindo como verdadeiros defensores da lei. Estão analisando esses casos sob uma ótica política”, disse ela. Leavitt afirmou que Trump estava tomando medidas que estão “totalmente dentro de seus poderes como comandante-chefe”.

Outra porta-voz da Casa Branca, Abigail Jackson, afirmou que o Departamento de Justiça irá recorrer da decisão. “Estamos certos de que seremos absolvidos”, escreveu ela em comunicado enviado por e-mail.

O Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês) declarou discordar veementemente da decisão. “A principal prioridade do presidente Trump continua sendo a triagem e a verificação de todos os estrangeiros que pretendem entrar, morar ou trabalhar nos Estados Unidos”, afirmou o DHS em comunicado.

Defensores acolhem a decisão

Aaron Reichlin-Melnick, pesquisador sênior do Conselho Americano de Imigração, disse que ações judiciais anteriores já haviam suspendido a proibição de asilo, e que a decisão não mudará muito na prática. A decisão, no entanto, representa mais uma derrota jurídica para uma das principais políticas do presidente.

“Isso confirma que o presidente Trump não pode, por conta própria, impedir que as pessoas busquem asilo; que foi o Congresso que determinou que os requerentes de asilo têm o direito de solicitar asilo, e que o presidente não pode simplesmente invocar sua autoridade para sustentar essa medida”, disse Reichlin-Melnick.

Defensores afirmam que o direito de solicitar asilo está consagrado na legislação de imigração do país e que negar esse direito aos migrantes coloca em grave perigo as pessoas que fogem da guerra ou da perseguição.

Lee Gelernt, advogado da União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU), que defendeu o caso, afirmou em comunicado que a decisão do tribunal de apelação é “essencial para aqueles que fogem do perigo e aos quais foi negada até mesmo uma audiência para apresentar pedidos de asilo, em virtude do decreto ilegal e desumano do governo Trump”.

O Las Americas Immigrant Advocacy Center, um dos demandantes no processo, saudou a decisão do tribunal como uma vitória para seus clientes. “A decisão de hoje do Circuito de DC afirma que ações caprichosas do presidente não podem suplantar o Estado de Direito nos Estados Unidos”, disse Nicolas Palazzo, diretor de defesa e serviços jurídicos do Las Americas.

O juiz Justin Walker, indicado por Trump, redigiu um voto divergente parcial. Ele afirmou que a lei oferece proteção aos imigrantes contra a deportação para países onde seriam perseguidos, mas que o governo pode emitir recusas generalizadas de pedidos de asilo.

Walker, no entanto, concordou com a maioria ao afirmar que o presidente não pode deportar migrantes para países onde serão perseguidos nem privá-los dos procedimentos obrigatórios que os protegem contra a expulsão.

No decreto presidencial, Trump argumentou que a Lei de Imigração e Nacionalidade confere aos presidentes a autoridade para suspender a entrada de qualquer grupo que considerem “prejudicial aos interesses dos Estados Unidos”.

A ordem de Trump foi mais um golpe contra o acesso ao asilo nos EUA, que foi severamente restringido sob o governo Biden, embora sob Biden, algumas vias de proteção para um número limitado de requerentes de asilo na fronteira sul tenham continuado.

Para Josué Martínez, psicólogo que trabalha em um pequeno abrigo para migrantes no sul do México, a decisão representou uma possível “luz no fim do túnel” para muitos migrantes que antes esperavam pedir asilo nos EUA, mas acabaram presos em condições precárias no México.

“Espero que haja algo mais concreto, porque já ouvimos esse tipo de notícia antes: um juiz distrital entra com um recurso, há uma suspensão temporária, mas é apenas temporária e depois acaba”, disse ele.

Enquanto isso, migrantes do Haiti, de Cuba, da Venezuela e de outros países têm lutado para sobreviver enquanto tentam buscar refúgio no sistema de asilo do México, que está praticamente colapsado sob o peso de novas pressões e cortes nos fundos internacionais.

Esta semana, centenas de migrantes, em sua maioria migrantes do Haiti que ficaram retidos, deixaram a cidade de Tapachula, no sul do México, a pé, em busca de melhores condições de vida em outras partes do país. 

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