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Gestoras se unem para pressionar Tenda a encerrar sua “fábrica de casas” Alea após anos de prejuízos

7 de Abril de 2026, 07:59
alea fábrica off-site tenda

Depois de a Squadra subir o tom contra a gestão da Hapvida e a Mak Capital pedir a destituição do conselho da Oncoclínicas, agora, um grupo de gestoras está se unindo para pressionar a Tenda para descontinuar a Alea, a subsidiária da construtora que atua no segmento off site, com o sistema construtivo wood frame. O […]

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Actually, Mark Zuckerberg didn't burn $80 billion on the metaverse

21 de Março de 2026, 06:03
Meta CEO Mark Zuckerberg onstage at the company's 2024 developer conference, September 2024
Meta CEO Mark Zuckerberg's Reality Labs unit has lost more than $80 billion. But only some of that money was spent on metaverse projects. Much of it went to hardware projects like the Orion prototype he wore onstage in 2024.

Andrej Sokolow/picture alliance via Getty Images

  • It's easy to dunk on Mark Zuckerberg and Meta for burning $80 billion on the metaverse and then moving on.
  • But that's not exactly true.
  • What is true is that Zuckerberg used to spend a lot of time talking about the metaverse. Now he talks about AI instead.

Nearly five years ago, Mark Zuckerberg told us the future was the metaverse — an idea that seemed to involve all of us strapping on virtual reality goggles and interacting with digital versions of ourselves.

Now, reports say Zuckerberg's Meta is bailing on the metaverse after losing more than $80 billion on the project.

This is a fun story for people who like stories about Big Tech tripping on itself.

But it's not really true.

Start with the $80 billion that publications like The New York Times and others say Zuckerberg has lost chasing the metaverse. Meta has indeed generated losses of at least $80 billion via its Reality Labs unit, which lost more than $19 billion in 2025 alone.

But Reality Labs is not going away. That's because Reality Labs makes lots of things beyond Horizon Worlds, the virtual reality space Zuckerberg told us that we would work and play in, but that almost no one actually visited.

Reality Labs also develops all the hardware Meta has been selling over the years, including its Quest virtual reality goggles, and its Ray-Ban AI glasses, which seem to have at least some consumer uptake (whether that's good for the world is a different issue).

At some point in the next couple years, Meta will roll out yet another set of glasses, purportedly designed to let you stream movies at home. (These are the same glasses Netflix co-CEO Ted Sarandos recently said director James Cameron can't stop talking about.)

It's entirely possible that all of Meta's device efforts will amount to very little. Efforts to get anyone but gamers to buy virtual reality headsets really haven't panned out, and while Meta, Apple, and others are now racing to bring the same tech to lightweight glasses, we have no idea if these things will ever be more than a novelty.

But for now, Meta is still plugging away at this stuff. Which means Reality Labs will continue to generate billions of dollars in losses this year and beyond.

OK. What about the idea that Meta is no longer interested in the metaverse — a notion Zuckerberg said was so important that he re-named his company after it?

That's a little trickier to assess. Meta is quite prickly about the notion that it's bailing on the metaverse: Its argument is that the metaverse doesn't have to involve headsets, and that you could do all kinds of metaverse-y things on your phone — or maybe your phone paired with some new glasses.

That's what Meta CTO Andrew Bosworth is getting at with this tweet he put out this week (and which Meta comms directed me to when I asked them for comment for this story):

Seems like this is pretty much an annual tradition now so putting this here so I can tap the sign later... pic.twitter.com/qS9jagFQEn

— Boz (@boztank) March 19, 2026

Could be! But it's also true that Zuckerberg's public interest in the metaverse seems to have dramatically tapered off since 2021, when he told us the future was all about living in virtual space. (Zuckerberg had very different hair back then, too.)

Now, of course, Zuckerberg spends most of his time talking about AI, and Meta's ambitions to build "superintelligence." Which is why he's spending gazillions on AI talent and datacenters.

It's possible that all of those efforts get replaced by something else, too. Everyone in tech swears that the current AI boom really is a world-reshaping moment, and maybe it will be. But if you're still wondering what happened to all those NFTs you bought in 2021, I'll forgive you if you're going to remain in a wait-and-see on this one.

There is another way to think about Meta's interest in both the metaverse and AI. They're both shiny new things that offer Zuckerberg the promise of something he's wanted for a very long time: a way to run a business without having to rely on Google or Apple as his intermediaries.

Right now, Meta reaches people through phones and operating systems it doesn't control. At peak metaverse hype, Zuckerberg was clearly hoping to replace the iPhone with devices of his own. And in an AI-first world, it's possible the phone matters a lot less — or gets displaced by a new set of devices and interfaces.

That doesn't mean AI is just the metaverse with a new label. But it does suggest the through line here isn't the technology. It's Zuckerberg's recurring search for a platform he owns.

Read the original article on Business Insider

Haddad é o ‘Júnior Baiano’ da economia e Brasil está perdendo o trem da IA, diz Walter Maciel, da AZ Quest

8 de Março de 2026, 09:07

A inteligência artificial é a maior revolução tecnológica de toda a história, capaz de trazer ganhos imediatos, e o Brasil tinha chances de surfar esta onda como polo fornecedor de infraestrutura e energia limpa. Mas “a gente conseguiu tornar isso tudo inviável”, afirma Walter Maciel, CEO da AZ Quest, que tem R$ 40 bilhões sob gestão.

Ciente de que a IA deve acabar com boa parte da economia de serviços, os EUA já estão buscando se reindustrializar e atrair investimentos para o país, afirmou Maciel.

“A Micron está construindo uma planta de US$ 100 bilhões no estado de Nova York, em Syracuse. A TSMC, que é a empresa de Taiwan que faz todos os chips hoje que a Nvidia usa, está fazendo uma fábrica de US$ 65 bilhões no Arizona. Cada uma dessas fábricas acaba trazendo 30, 40, 50 mil empregos diretos e indiretos”, estima o gestor, acrescentando que a IA deve transformar, não destruir a economia.

E, enquanto os Estados Unidos estão fazendo esse movimento, o Brasil está “colocando os maiores impostos do mundo em computadores”, critica ele, que comparou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a um zagueiro famoso por sua força física e entradas violentas em campo.

“Haddad é o Júnior Baiano da economia”, disse Maciel, arrancando risos e palmas de uma plateia composta majoritariamente por assessores de investimento. “Ele pega todo mundo. Pega o pobre, pega o rico, pega a empresa, pega o assalariado, o empregador…”

A fala aconteceu no painel Visão de Mundo, em evento da Blue3 Investimentos para seu time neste sábado (7), em Ribeirão Preto (SP).

“Diferente do Brasil, os Estados Unidos não têm só agenda de governo, têm agenda de Estado, que independe do presidente, olhando para o longo prazo, como deveria ser o Brasil.”

Como ganhar com a IA

Diferentemente de outros momentos disruptivos na história, como Revolução Industrial ou a bolha da internet, em que os investimentos demoraram muito para trazer  produtividade e retorno para empresas e países, com a IA é diferente, avalia Maciel.

“A gente já viu nos Estados Unidos sinais muito claros de que essa tecnologia já está trazendo retorno para as empresas que sabem implementar – e para os próprios Estados Unidos.”

Em meio a tantas empresas disputando espaço no desenvolvimento da IA, não é possível saber qual sairá ganhando. Nesse cenário, aponta ele, a melhor saída na hora de investir é olhar para a infraestrutura necessária para esse desenvolvimento.

“Na infraestrutura, você não está apostando em para qual destino o trem vai; você está apostando no trilho. E o trem vai ter que passar por trilho de qualquer jeito.” Ele cita como exemplos a questão da energia, de data centers, redes de transmissão e semicondutores.

A IA vai roubar o seu emprego?

Muitas pessoas acreditam que a IA vai tirar empregos e quebrar negócios, mas, na visão do gestor, essa tecnologia irá “gerar milhões de outros empregos e gerar vários outros negócios”.

“Quem tem que estar com medo é quem não gera valor agregado. O cara que não gera valor agregado vai ser desempregado ao longo do tempo. E isso já está acontecendo. O cara que vai lá fazer um PowerPoint, mais dois anos esse ‘troço’ acabou. O cara que vai buscar dentro do escritório de advocacia um processo jurídico, daqui a dois anos já não tem mais emprego.”

Além disso, ao mesmo tempo em que a AI está destruindo negócios, como softwares, também está gerando uma demanda de investimentos em fábricas, que geram empregos diretos e indiretos, afirmou Maciel.

“O que você tem que prestar atenção não é se a AI vai tirar o seu emprego, mas se o que você faz é visível, se o que você faz é real. Se você realmente traz valor, você não tem que ter medo. Ao contrário, você vai usar esse troço como uma alavanca”, disse ele. “Evidentemente, fazendo um paralelo, o encanador hoje está muito mais protegido do que o escriturário.”

Maciel também cita um estudo recente divulgado pelo Bank of America, que apontou que a inteligência artificial consegue replicar 71% das estratégias que são implementadas pelos gerentes de portfólio financeiro ao redor do mundo. “Onde está o alfa? Nos 29% que eles não conseguem fazer.” É aí que entra o trabalho do bom gestor, afirma ele.

* A jornalista viajou a convite da Blue3 Investimentos.

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