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Nada de iPhone: Febre entre crianças nos EUA agora é telefone fixo ‘retrô’ de US$ 100

25 de Abril de 2026, 09:03

Quando os dois filhos de Justin Finn, que estão no ensino fundamental, chegam em casa, eles não ligam a TV nem pegam um iPad. Em vez disso, vão direto para o telefone — não um smartphone, mas um telefone fixo. As chamadas chegam em um aparelho cor creme chamado Tin Can, um dispositivo inspirado em telefones fixos, com conexão Wi-Fi, que custa US$ 100 e viralizou nos últimos doze meses.

“Não é incomum o telefone começar a tocar poucos minutos depois”, conta Finn. “Existe um entusiasmo real em torno dele que não vimos com muitas outras novidades dentro de casa.”

Desde o lançamento, em abril de 2025, o aparelho de estilo retrô se tornou um sucesso, com centenas de milhares de unidades vendidas, principalmente graças à recomendação boca a boca, segundo a empresa.

Isso apesar de um marketing limitado e de um volume relativamente pequeno de captação, incluindo US$ 3,5 milhões durante o verão e uma rodada seed de US$ 12 milhões em dezembro, liderada pela Greylock Partners.

Aposta no básico

O Tin Can é conectado à tomada e inclui viva-voz, botões de discagem rápida e secretária eletrônica. O telefone, que também é vendido em várias cores vibrantes, permite fazer chamadas gratuitas entre aparelhos Tin Can e para serviços de emergência.

Os usuários também podem pagar US$ 10 por mês para ligar e receber chamadas de números externos aprovados pelos pais. O dispositivo está disponível nos Estados Unidos e no Canadá.

O Tin Can encontrou boa receptividade em um momento em que pais, educadores e legisladores buscam alternativas ao uso constante de telas. Países ao redor do mundo estudam restringir redes sociais para jovens após a Austrália aprovar uma proibição para menores de 16 anos.

Nos EUA, por sua vez, Meta e o Google, da Alphabet, perderam no mês passado um caso judicial emblemático em Los Angeles, movido por uma jovem de 20 anos que afirmou que o vício nessas plataformas alimentou problemas de saúde mental.

A família Finn recebeu o Tin Can gratuitamente como parte de uma iniciativa liderada por pais na Nativity Parish School, nos arredores de Kansas City — uma entre um número crescente de escolas que estão distribuindo o dispositivo a alunos na tentativa de conter a dependência de redes sociais desde cedo.

Escolas e pais entram na onda

Pedidos de escolas estão entre os segmentos de mercado que mais crescem para o Tin Can, segundo a empresa sediada em Seattle. A startup afirmou à Bloomberg News que tem visto uma “demanda avassaladora” por parte de instituições de ensino, com milhares de administradores nos EUA considerando compras em massa e coordenando como integrar suas comunidades à rede.

Na Nativity Parish School, cerca de 95% das famílias do jardim de infância ao quinto ano aderiram. Os alunos sabem para quem ligar anotando números em um diretório de papel — uma referência a como as pessoas faziam no século passado quando queriam telefonar para alguém.

Tracy Foster, mãe de dois alunos da escola, liderou a iniciativa.

“Para muitas pessoas, é difícil manter as crianças longe dos smartphones na prática, mas programas como esse dão mais ferramentas para que sintam que conseguem fazer isso”, afirmou. Tracy acrescentou que é mais fácil adiar o uso de smartphones para um grupo inteiro do que apenas para uma ou outra criança.

Foster afirmou que desde então recebeu mais de cem pedidos de pais interessados em replicar o programa em suas próprias escolas.

Em todo o país, a St. James’ Episcopal School, em Los Angeles, planeja distribuir um Tin Can para cada uma de suas 220 famílias na saída das aulas. A expectativa é que os alunos usem os aparelhos durante as longas férias de verão.

“Queremos que nossos alunos continuem conectados entre si e usem essa opção em vez de mensagens em grupo ou outras formas de contato que podem, às vezes, gerar sentimentos ruins ou fazer alguém se sentir excluído”, disse Jules Leyser, diretor de desenvolvimento e comunicação da escola.

O CEO Chet Kittleson, de 38 anos, fundou a Tin Can há cerca de um ano e meio em resposta à ansiedade que sentia ao organizar encontros pós-escola para seus filhos. Crescendo nos anos 1990, ele percebeu, o telefone fixo era sua rede social.

Ele acredita que a forma como as crianças se comunicam hoje — por mensagens de texto ou chamadas de vídeo — prejudica o desenvolvimento de habilidades de comunicação. Todos deveriam saber “lidar com o silêncio de uma maneira significativamente diferente”, disse, referindo-se às pausas naturais em conversas por voz.

Finn afirmou que percebeu rapidamente avanços significativos no comportamento dos filhos. “Eles são mais cuidadosos ao falar, melhores ouvintes e, no geral, mais confiantes”, disse. No entanto, seu filho do jardim de infância aprendeu da forma difícil que o número de emergência 911 funciona no Tin Can, o que resultou em uma visita surpresa à porta da família.

Kittleson atribui o sucesso inicial do Tin Can ao boca a boca e a uma crescente desconfiança em relação aos smartphones, combinada com a nostalgia de pais da geração X e dos millennials.

“Poderíamos ter criado um dispositivo moderno com aparência infantilizada”, disse Kittleson. “Mas eu queria algo imediatamente reconhecível para o comprador — o pai ou a mãe —, algo intuitivo que lembrasse uma infância mais simples, porque é isso que todos estamos buscando. Isso ajudou muito no nosso crescimento rápido.”

Segundo ele, o maior desafio agora é acompanhar o crescimento acelerado, contratar rapidamente, investir em infraestrutura e manter um serviço confiável que consiga escalar. Após um pico de instalações no dia de Natal, a empresa enfrentou falhas nos servidores e pediu desculpas pela instabilidade.

“Nosso trabalho é entregar um produto e um serviço realmente bons e confiáveis”, disse. “Acho que vamos conseguir – e chegar lá de forma sustentável”.

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You can thank Tim Cook for the large iPhones

25 de Abril de 2026, 06:51
Tim Cook holding iPhone 17 Pro Max
Apple is onto the 6.9-inch iPhone 17 Pro Max today.

Justin Sullivan/Getty Images

  • Apple's outgoing CEO, Tim Cook, expanded the iPhone's size during his tenure, delighting some fans.
  • The standard iPhone grew from 3.5 inches to over 6 inches, and Cook introduced larger-format models.
  • Cofounder Steve Jobs initially dismissed the larger phones, calling them impractical.

Apple's outgoing CEO, Tim Cook, proved his predecessor, Steve Jobs, wrong: some people love a large iPhone.

Jobs, the cofounder and driving force behind the iPhone, once knocked smartphones larger than 4 inches. "You can't get your hand around it," he said in a 2010 press conference. "No one's going to buy that."

When Cook took the reins in 2011, he began expanding the iPhone's size. In 2012, the release of the iPhone 5 increased the phone's screen size from 3.5 inches to 4 inches. Later base models reached up to 5.8 inches before landing at around 6.3 inches in the latest iteration, the iPhone 17.

Steve Job holding an iPhone
Steve Jobs debuted the 3.5-inch iPhone 4 in 2010.

Justin Sullivan/Getty Images

Cook also introduced larger-format iPhones, starting with the Plus series in 2014, which had a display size of 5.5 inches that year.

Cook deftly leaned into larger models as the world turned to video streaming and on-the-go viewing. Netflix, for example, shifted its business around 2011 to focus more on streaming, and YouTube was growing rapidly around that time.

In 2025, Apple introduced its largest iPhone model yet, the iPhone 17 Pro Max, which topped out at 6.9 inches.

The shift to larger sizes has been working out for Apple. Cook said in January that iPhone demand was "staggering" and "unprecedented" in the holiday quarter. Apple posted $85 billion in iPhone revenue for the period.

Early data also showed that demand for the 17 Pro Max was stronger in the first two weeks of availability than other models in the 17 lineup, according to market research firm Counterpoint Research.

Apple's larger-format phones are an example of how the tech giant prioritizes putting its own spin on technology rather than being first-to-market with an idea.

"We could have done a larger iPhone years ago," Cook told PBS News' Charlie Rose in 2014. "It's never been about just making a larger phone. It's been about making a better phone in every single way."

Thanks, Tim.

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O “efeito iPhone 17” e a receita da Allied para crescer onde o varejo encolheu

26 de Março de 2026, 06:30
iphone 17 apple

Se o termômetro do varejo de tecnologia em 2025 foi o iPhone 17, a Allied soube como ninguém medir essa temperatura. No quarto trimestre de 2025, a companhia não apenas surfou a onda do lançamento global da Apple, como transformou a escassez de produtos em uma vantagem competitiva. Pela primeira vez na história, o iPhone […]

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