Visualização normal

Received before yesterdayNegócios

Desenrola 2.0: como usar o FGTS no programa de amortização de dívidas lançado pelo governo

12 de Maio de 2026, 19:12

O Novo Desenrola Brasil chegou com o objetivo de ajudar o brasileiro a limpar o nome. Um dos principais diferenciais do programa é a oportunidade de utilizar o saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para saldar dívidas.

Para isso, no entanto, algumas regras precisam ser seguidas.

Podem participar do programa, também chamado de Desenrola 2.0, brasileiros com renda de até cinco salários-mínimos (R$ 8.105).

O uso do dinheiro é permitido para dívidas renegociadas a partir do Desenrola, contratadas até 31 de janeiro de 2026 e com atraso entre 90 dias e dois anos.

Por sua vez, O saldo pode estar disponível tanto em uma conta ativa como inativa do FGTS. O trabalhador pode usufruir de 20% do saldo total ou até R$ 1.000, prevalecendo o maior valor.

Como realizar o resgate do FGTS

Antes de tudo o usuário deve acessar o aplicativo oficial do FGTS e verificar se tem saldo disponível.

No próprio aplicativo é preciso autorizar a consulta de dados pelas instituições participantes do Novo Desenrola Brasil.

No canal digital do banco escolhido, acesse a área de negociação.

O programa oferece descontos que variam de 30% a 90% sobre o valor total da dívida.

A taxa de juros é limitada a 1,99% ao mês.

O perfil do devedor vai ser analisado pelo banco, que estabelece um novo valor e as condições de pagamento da dívida.

A proposta será exibida na própria plataforma. Na hora de selecionar a forma de pagamento o usuário deve selecionar “Abatimento com FGTS”.

O banco consulta automaticamente o saldo e o valor permitido será movimentado dentro das regulações do programa.

Após a confirmação do usuário e do banco, o valor será transferido diretamente para a quitação do débito negociado.

Caso o valor não cubra o total da dívida, é possível completar com dinheiro da conta do devedor.

Condições

Quem aderir ao resgate do FGTS para amortizar suas dívidas terá o CPF monitorado e será impedido de realizar transferências para plataformas de apostas online (bets) por um período de até um ano.

Outro ponto de atenção é que o trabalhador que usar o FGTS para amortização de dívidas em atraso não terá acesso ao saque-aniversário até recuperar o valor utilizado na quitação.

*Sob supervisão de Ricardo Gozzi

Fim do alimento sabor chocolate? Quando começa a valer a nova lei que obriga clareza sobre percentual de cacau nas embalagens

12 de Maio de 2026, 18:41

A nova regra do setor de produção de alimentos é clara: todos os produtos da indústria de chocolates comercializados no Brasil deverão apresentar claramente na embalagem o percentual mínimo de cacau em sua composição.

A medida abrange todos os produtos que contêm cacau, independentemente de serem nacionais ou importados.

A Lei nº 15.404/2026 estabeleceu o prazo de um ano para a indústria se adaptar às novas exigências. Como a medida acaba de ser publicada no Diário Oficial da União, ela passará a vigorar plenamente a partir de maio de 2027.

A legislação também obriga que o informe da porcentagem da fruta deve seguir um formato específico. A informação deverá aparecer na parte da frente da embalagem, ocupando no mínimo 15% da área, com destaque suficiente para facilitar a leitura.

Pela nova lei, a figura do chocolate “meio amargo” deixa de existir. Apesar de ser vendido como um produto diferente do chocolate ao leite, ambos costumam ter a mesma proporção de cacau em sua composição.

Na prática, o objetivo da norma é evitar que o consumidor compre gato por lebre — ou “alimento sabor chocolate” no lugar de chocolate.

Isso porque, no decorrer dos últimos anos, diversas marcas passaram a anunciar que seus produtos eram feitos de cacau, mas, na realidade, eram majoritariamente compostos por outros ingredientes. A rotulagem como “sabor” chocolate também é outra estratégia considerada ludibriante.

O novo formato

A porcentagem do cacau deverá ser apresentada no formato “Contém X% de cacau”, de acordo com os seguintes percentuais:

  • Cacau em pó: mínimo de 10% de manteiga de cacau;
  • Chocolate em pó: mínimo de 32% de sólidos totais de cacau;
  • Chocolate ao leite: no mínimo 25% de sólidos totais de cacau e 14% de sólidos totais de leite ou derivados;
  • Chocolate branco: no mínimo 20% de manteiga de cacau e 14% de sólidos totais de leite.
  • Achocolatado ou cobertura: mínimo de 15% de sólidos de cacau ou 15% de manteiga de cacau.

Todas as composições diferentes dessas explicitadas na lei não poderão ser consideradas chocolate.

A lei também proíbe artimanhas que possam induzir o consumidor ao erro, como utilizar imagens, cores ou expressões o famoso “sabor chocolate” em produtos que não seguem aos critérios para serem considerados chocolates.

O que é chocolate?

Para entender o sentido dessa nova regulamentação, é preciso saber mais sobre a lógica por trás da composição dos chocolates e como o cacau é produzido.

Após a colheita do cacau, a fruta passa por um processo industrial de separação entre a massa e a manteiga. É nesse momento também que o cacau em pó é produzido.

Com isso esclarecido, para um produto ser de fato chocolate, a lei obriga que ele deve conter no mínimo 35% de cacau (massa e manteiga). Dessa porcentagem, no mínimo 18% devem ser da manteiga de cacau e no máximo 5% de outras gorduras vegetais.

Antes na norma, além de que não possuía regras específicas para cada tipo de produto, era preciso o mínimo de 25% de cacau para ser considerado chocolate.

Ela também cria a nomenclatura de chocolate doce, abrangendo chocolates ao leite, branco e achocolatado. O critério é possuir 25% de cacau, sendo pelo menos 18% de manteiga.

Marcas que tiverem produtos com percentual de cacau menor do que os exigidos terão que mudar as comunicações para chamá-los de achocolatados, chocolates fantasia, chocolates compostos, coberturas sabor chocolate ou coberturas sabor chocolate branco.

Ainda assim, há a exigência de pelo menos 15% de cacau nesses produtos, seja com massa ou manteiga.

Leia também

Papier's CEO bet on analog, and it's paying off

24 de Abril de 2026, 12:10
Taymoor Atighetchi, founder and CEO of Papier, writes on a notecard while sitting down.
Taymoor Atighetchi is the founder and CEO of stationery brand Papier.

Papier

  • Papier CEO Taymoor Atighetchi explains why he believes his brand is resonating in the age of AI.
  • The stationery company doubled sales between 2022 and 2025.
  • It is now expanding into board games, with backgammon and chess sets set to launch later this year.

In a world dominated by screens, Papier CEO Taymoor Atighetchi believes stationery has become a quiet form of escape.

Founded in 2015, stationery brand Papier has grown from a UK startup into a company serving 2.5 million customers globally. It doubled sales between 2022 and 2025, generating more than £40 million ($54 million) in the year ending January 2026.

The brand has been capitalizing on a broader push among millennials and Gen Z toward going analog. Atighetchi saw early signs of a "digital detox" among millennials when the company launched, but didn't anticipate how strongly Gen Z would later embrace it.

As more of life has moved online, digital fatigue has set in, driving renewed interest in offline hobbies like journaling, scrapbooking, and board games — a shift Papier is leaning into.

Now AI is adding another layer.

As concerns grow around job losses and the erosion of workplace skills, some consumers are seeking out experiences that feel more intentional and human.

AI is "going to accelerate the need for authenticity. It's going to accelerate people wanting human creativity," Atighetchi said.

"People will become sick of algorithms dictating everything they should do and say," he said. "Everything to do with writing — writing notes, letters — is very intentional. It's very human."

The handwritten note becomes more important than ever, he said.

This drive for authenticity is showing up in sales. Papier reported that notecards grew 33% year on year in 2025, while writing paper rose 23%. Notecards are particularly popular in the US, where sales in 2025 more than tripled those in the UK.

Papier notecard with a happy birthday message, with pens and notebooks beside it.
Atighetchi said notecards carry a sense of authenticity that texts and emails increasingly lack in the age of AI.

Papier

Stationery is a novelty for Gen Z

After studying History of Art at the University of Cambridge, Atighetchi worked as a management consultant at Bain.

It was during his time there that he identified that the stationery market needed disruption.

"I realized that this is actually quite a big niche, and one that needed some disruption and had no real category leader — or at least one that was more relevant to modern consumers," he said.

Papier was set up to be digital-first, offering consumers ways to personalize and buy stationery online.

And despite its analog offering, Papier is still, in principle, a "tech-heavy business," Atighetchi said.

While it was originally aimed at millennials, Gen Z now accounts for 35% to 40% of its customers.

Atighetchi said the company didn't foresee that this generation would become such a key customer for the brand. For millennials, stationery is nostalgic; for Gen Z, it's more of a novelty. "It's almost a new discovery," he said.

Papier CEO Taymoor Atighetchi stands behind a table with Papier notebooks placed on top of it.
Atigehtchi said he had a yearning to return to something more creative after his time as a consultant.

Papier

Products like its academic diaries have proven especially popular with this generation, with Papier selling around 1,400 of these a day during the back-to-school period.

The ability to personalize products on its website is also something Gen Z loves, he said.

Then there's the trendy aesthetic of its products. Papier works with up-and-coming British designers such as Luke Edward Hall and Damson Madder to stay current in its designs.

"We're very keen to always make sure that we're right at the front of trend, of design, of art, culture," Atighetchi said.

Papier's 'Stripes & Suits' playing cards set on a table with a person pictured holding some of the cards.
Papier has been investing in games, including 'Stripes & Suits' playing cards pictured here.

Papier

The company is now expanding further into offline experiences. It plans to open its own retail stores, starting in the UK, and is investing in games. It plans to launch chess and backgammon sets later this year.

Hobbies, particularly analog games that can be played with others, are being increasingly seen as an antidote to social isolation and screen fatigue.

"Anything that takes people away from digital experiences into physical experiences, that's something that Gen Z wants more and more and more of," Atighetchi said.

He's energized by a broader shift toward a more analog life.

"It's good for our brains and our souls and for future generations that we're not just sitting and scrolling," he said.

"You know, I think it's a good news story if you tell people, 'you know what people are sketching again,' I think everyone collectively feels that that's great for the world," he added.

Read the original article on Business Insider

Ana Paula Renault, vencedora do BBB26, embolsa o maior prêmio da história do reality graças a uma campanha de marketing

22 de Abril de 2026, 12:08

Ana Paula Renault, campeã do BBB 26, levará para casa R$ 5,7 milhões, maior prêmio da história do reality da Globo. Na última edição, o montante era R$ 2,7 milhões.

Essa valorização não se deu do dia para a noite — e nem pela inflação no Brasil, que apesar de subir, não dobrou nos últimos 365 dias.

Na realidade, o aumento no valor do prêmio foi devido a uma campanha de marketing do Mercado Pago, instituição financeira do Grupo Mercado Livre.

‘Tudo em DobBBro’ para Ana Paula

Inicialmente, o prêmio seria o mesmo de 2025. No entanto, logo na estreia do BBB 26, foi anunciado que o valor seria o dobro do ano anterior, ou seja, R$ 5,4 milhões.

A diferença para o valor final, R$ 5,7 milhões, é resultado de uma outra campanha de marketing da mesma instituição. Ele foi possível graças aos rendimentos gerados no Cofrinho Mercado Pago ao longo dos 100 dias de programa.

Pela maior parte do reality, o dinheiro rendia em 120% do CDI. Entre 3 de março e 3 de abril, o prêmio estava rendendo em 140% do CDI. No final, o montante incorporado foi de R$ 268.712,17.

*Sob supervisão de Ricardo Gozzi.

Inteligência artificial: descubra os três empregos que estão a salvo da tecnologia, segundo Bill Gates

22 de Março de 2026, 09:03

À medida que a inteligência artificial (IA) avança em ritmo acelerado, o cofundador da Microsoft, Bill Gates, faz um diagnóstico direto: a tecnologia deve substituir humanos “na maioria das coisas” — e isso pode acontecer mais rápido do que o mercado imagina.

Em entrevista ao The Tonight Show Starring Jimmy Fallon, o bilionário afirmou que habilidades hoje consideradas raras — como a de um “grande médico” ou um “grande professor” — tendem a se tornar abundantes e até gratuitas com a popularização da IA.

“Na próxima década, ótimos conselhos médicos e aulas particulares de qualidade serão comuns”, disse Gates.

Isso significa uma mudança estrutural. O valor da especialização humana pode cair drasticamente, à medida que algoritmos passam a entregar conhecimento em escala, sob demanda e com custo próximo de zero.

Quem está ameaçado pela inteligência artificial?

Ao contrário do senso comum, o risco da inteligência artificial não está apenas no trabalho manual. Segundo estudo de 2025 da própria Microsoft, as funções mais expostas estão justamente em escritórios e atividades intelectuais.

Entre elas:

  • Jornalistas e analistas de notícias
  • Redatores e editores
  • Tradutores e intérpretes
  • Cientistas de dados
  • Desenvolvedores web
  • Profissionais de atendimento ao cliente
  • Analistas de mercado e gestão
  • Relações públicas e marketing
  • Professores de ensino superior (especialmente áreas de negócios)

O ponto em comum entre elas? São funções baseadas em processamento de informação, reconhecimento de padrões e comunicação estruturada, exatamente onde a inteligência artificial mais avança.

Os três empregos que podem sobreviver

Apesar do cenário amplo de disrupção, Gates aponta três áreas que devem continuar relevantes — ao menos por enquanto.

1. Biologia

A descoberta científica, especialmente em áreas como saúde e pesquisa, ainda depende de intuição, criatividade e experimentação no mundo real — algo que a tecnologia não replica completamente.

2. Energia

Com a transição energética global, sistemas complexos e desafios ambientais exigem decisões humanas, visão estratégica e adaptação a contextos imprevisíveis.

3. Programação e desenvolvimento de software

Mesmo com a inteligência artificial escrevendo código, profissionais da área continuam essenciais para supervisionar, ajustar e evoluir os sistemas.

O que fica para os humanos

Gates também sugere que parte do trabalho humano sobreviverá por escolha, não por necessidade econômica. Para ele, atividades culturais, esportivas e criativas devem permanecer como espaços “reservados” às pessoas, mesmo com o avanço da inteligência artificial.

“Sabe, como no beisebol. Não vamos querer assistir computadores jogando beisebol”, disse Gates a Fallon.

“Haverá algumas coisas que reservaremos para nós mesmos. Mas em termos de fabricação, transporte e produção de alimentos, com o tempo esses serão problemas basicamente resolvidos”, completou.

Lotofácil 3637 tem três ganhadores; Mega-Sena pode pagar R$ 105 milhões hoje

17 de Março de 2026, 07:11

Três apostas vão rachar o prêmio principal da Lotofácil 3637, cujos números foram sorteados na noite de segunda-feira (16). Os ganhadores cravaram em cheio as dezenas 03, 04, 06, 07, 08, 09, 10, 11, 12, 16, 17, 20, 21, 22 e 25.

De acordo com a Caixa Econômica Federal, os sortudos são das cidades de Bom Despacho (MG), Lago da Pedra (MA) e Salvador (BA). Cada um dos vencedores terá direito a prêmio individual de R$ 697.625,52.

Só deu Lotofácil

A Lotofácil brilhou sozinha no primeiro sorteio da semana. Todas as demais modalidades lotéricas sorteadas na segunda-feira ficaram empacadas.

A Quina, por exemplo, está acumulada há quatro sorteios. Ontem, ninguém acertou as dezenas 06, 18, 43, 56 e 63, válidas pelo concurso 6977 da modalidade. Diante disso, o prêmio em disputa na próxima rodada é estimado em R$ 10,5 milhões.

Na Lotomania, a estimativa de premiação alcança agora R$ 5 milhões depois de ninguém cravar as dezenas sorteadas para o concurso 2900. Os números foram 04, 11, 14, 26, 27, 29, 30, 35, 40, 41, 43, 58, 62, 64, 83, 90, 92, 95, 96 e 98.

Já o prêmio acumulado na Dupla Sena subiu para R$ 5,4 milhões depois de ninguém acertar em cheio a sequência válida pelo primeiro sorteio do concurso 2937. Os números sorteados foram 04, 10, 15, 21, 30 e 50. No segundo sorteio da modalidade, ninguém acertou as dezenas 02, 12, 15, 23, 35 e 48.

Vale lembrar que os sorteios regulares da Dupla Sena serão suspensos a partir da sexta-feira. Isso porque a Dupla de Páscoa está se aproximando.

Por fim, a Super Sete 823 também não teve ganhadores. Ninguém cravou a sequência 6, 7, 5, 6, 1, 4 e 4. Diante disso, o prêmio em disputa aumentou para R$ 3,8 milhões.

Mega-Sena salta aos olhos

O calendário regular das loterias da Caixa prossegue nesta terça-feira (17) com cinco sorteios. Destaque para o prêmio de R$ 105 milhões em jogo na Mega-Sena.

Além da Lotofácil e da Quina, que têm rodadas diárias, correrão também a Timemania e a Dia de Sorte.

Os prêmios em jogo estão nos seguintes valores:

  • Mega-Sena 2985: R$ 105 milhões;
  • Timemania 2368: R$ 11,7 milhões;
  • Quina 6978: R$ 10,5 milhões;
  • Dia de Sorte 1189: R$ 3,2 milhões; e
  • Lotofácil 3638: R$ 2 milhões.

O início dos sorteios está previsto para as 21h.

Ele apagou e-mail achando que fosse golpe e quase perdeu prêmio de R$ 185 milhões na loteria

16 de Março de 2026, 13:34

Imagine receber um e-mail ou atender o telefone e receber a notícia de que você acabou de ganhar R$ 185 milhões na loteria? Se você estiver no Brasil e isso acontecer, apague o e-mail ou desligue o telefone na hora. Pode ter certeza que é golpe. A Caixa Econômica Federal não vai entrar em contato para informar que você ganhou na Mega-Sena, na Lotofácil ou alguma outra de suas muitas loterias. Em alguns países, no entanto, isso pode acontecer. É o caso da Austrália.

Na semana passada, um homem de identidade não revelada por pouco não deixou escapar um prêmio de 50 milhões de dólares australianos por tratar como tentativa de trote uma mensagem de e-mail informando a ele que fosse retirar o dinheiro.

Na Austrália, a The Lott, administradora do Powerball, uma espécie de Mega-Sena local, registra os dados dos apostadores e entra em contato com eventuais ganhadores.

A Powerball australiana é sorteada às quintas-feiras. No mais recente sorteio, ocorrido no último dia 12, uma aposta faturou sozinha o prêmio de 50 milhões de dólar australianos. Na cotação de hoje, o valor equivale a pouco mais de R$ 185 milhões.

Ganhou na loteria, mas achou que fosse trote

O dono do bilhete premiado registrou o palpite por meio do aplicativo da The Lott. A administradora da loteria então tentou contato por telefone com o ganhador, mas o número estava desatualizado. Na impossibilidade do contato telefônico, uma mensagem de e-mail foi enviada.

O sortudo, um morador de Melbourne cuja identidade foi mantida sob sigilo, assistia a um jogo de futebol australiano com o filho quando chegou a primeira mensagem e nem deu bola. “Vi o primeiro e-mail e nem abri. Achei que fosse spam”, disse o ganhador, segundo notícias veiculadas pela mídia local.

Mas a The Lott insistiu e mandou outra mensagem. Ele então ficou curioso, abriu o e-mail e viu que a sorte estava batendo à sua porta.

Ao reivindicar o dinheiro, o homem comentou que ainda estava processando o fato de ver sua vida financeira mudar de uma hora para outra. O plano inicial é comprar uma casa própria para a família depois de anos e anos morando de aluguel.

Mas antes de qualquer coisa ele ainda precisa contar para a esposa. “Ela provavelmente não vai acreditar em mim, mas quando eu mostrar o comprovante acho que vai começar a tremer e chorar.”

Jeff Bezos, ex-CEO da Amazon, abre o jogo sobre como é uma reunião perfeita para ele

8 de Março de 2026, 09:00

Enquanto muitos ficam nervosos na hora de preparar uma reunião no trabalho, o fundador da Amazon, Jeff Bezos, diz ter descoberto a fórmula perfeita. Durante sua gestão, a Amazon se tornou uma das 7 magníficas, as big techs mais relevantes do mercado de investimento.

Mesmo após ter deixado o cargo de CEO da big tech, Bezos segue defendendo as regras que aplica em suas reuniões.

A preparação é essencial para o bilionário da tecnologia — e nada de copiar e colar modelos e PowerPoints, essas apresentações são proibidas. Antes do encontro, Bezos prepara um dcumento objetivo de seis páginas, que fala sobre o que será discutido.

Para ele, essa é a fórmula perfeita para uma boa reunião.

“Não sigo um cronograma rígido. Minhas reuniões costumam durar mais do que eu planejo, porque acredito em explorar possibilidades”, disse ele em um episódio do Lex Fridman Podcast.

Bezos é direto e reto na hora de reunião

Propor ideias para o chefe é o maior pesadelo de muitos, afinal, ninguém quer parecer tolo em frente de quem paga seu salário. Por isso, o bilionário acredita que ao pedir um membro da equipe elaborar um memorando de seis páginas da reunião, ele poderá saber a opinião genuína dessa pessoa sobre o que foi abordado.

“O autor do memorando precisa se expor. Precisa colocar todos os seus pensamentos ali e precisa começar falando”, afirmou Bezos.

“Isso é ótimo porque faz com que a pessoa realmente capriche e permite que você veja suas ideias reais — elas não se perdem sem querer no meio de uma grande apresentação de PowerPoint.”

Ainda, o bilionário permite que os funcionários conduzam as reuniões. O objetivo dele é incentivar que a equipe fale o que realmente pensa sem que sejam influenciados pela opinião dele.

E o mais curioso: pensando em ouvir a opinião sincera de todos, ele gosta que o funcionário mais júnior comece falando. Na opinião de Bezos, escutar o que alguém que respeitamos tenha a dizer pode influenciar diretamente nossa opinião — ele quer individualidade.

“Se eu falar primeiro, até participantes muito determinados, altamente inteligentes e com ótimo discernimento vão pensar: ‘Bem, se Jeff pensa isso, talvez eu esteja errado’”, ele explicou. “Se você é a pessoa mais sênior na sala, fale por último.”

Para o fundador da Amazon, improdutividade e insegurança são sinônimos

Para evitar encontros improdutivos, Bezos dá o benefício da dúvida às ideias mais cabulosas, mesmo que os dados não as comprovem.

A intuição é valiosa para ele, mesmo quando faltam evidências. Nesses casos, ele recomenda que a pessoa investigue a fundo esse insight. Na visão dele, ainda que os números não confirmem o palpite, é provável que o funcionário esteja certo.

“Quando os dados e os relatos não concordam, geralmente os relatos estão certos (…) E isso não significa que você simplesmente siga cegamente os relatos. Significa que você deve examinar os dados. Normalmente, o problema é que você não está medindo a coisa certa”, disse o bilionário.

Como baixar o app que conta as calorias do seu prato com uma simples foto e deixou o fundador virar milionário

5 de Março de 2026, 11:16

Possivelmente, o maior luxo da década é a saúde. Conseguir se manter saudável em um mundo acelerado não é fácil. Pensando em impressionar garotas na faculdade, um jovem nos Estados Unidos desenvolveu um aplicativo que utiliza inteligência artificial para contar as calorias de um prato com uma foto — e assim, se tornou um milionário com apenas 19 anos.

O “Cal AI” foi criado por Zach Yadegari com a ajuda de um colega de escola, Henry Langmack. Pouco depois, um outro aplicativo de nutrição e saúde, o MyFitnessPal, comprou a empresa de Yadegari, que tem uma equipe de 30 pessoas e gerou US$ 40 milhões em receita anual em 2025.

O valor da transação não foi divulgado, mas estima-se que o faturamento da startup deve alcançar a marca de US$ 50 milhões neste ano.

O Jimmy Neutron milionário da Gen Z?

O estudante começou a ler e escrever aos 7 anos de idade, quase quando também começou a programar. No mesmo ano, a mãe de Yadegari enviou o menino para um acampamento de férias voltado ao ensino de programação.

O garoto gostou da experiência e passou a dedicar seu tempo para aprender mais com vídeos de tutorias de código no YouTube.

O Cal AI não foi sua primeira criação. Antes, ele desenvolveu um site chamado “Totally Science”, que permitia estudantes acessarem jogos online enquanto utilizam as redes de internet da escola, que bloqueavam esse tipo de conteúdo.

Em 2024, o site foi vendido em 2024 por US$ 100 mil, segundo a CNBC.

O que o aplicativo faz e como baixar

O Cal AI está disponível tanto na Google Play Store, para usuários de Android, quanto na Apple Store, para quem tem iPhone. Depois de instalado no aparelho, basta preencher alguns dados, como altura, peso e idade.

Com as informações, o próprio sistema estima a quantidade de carboidratos, gordura e proteína diária que a pessoa deve consumir para alcançar o objetivo escolhido.

Por fim, é só tirar foto da refeição e o aplicativo contabiliza os números sozinho. Segundo os fundadores, a precisão dos dados é de 90%.

Para utilizar as funções, é preciso pagar. No Brasil, a anuidade sai por R$ 189,99. Mas quem quiser testar a tecnologia pode usufruir de um período gratuito de teste.

❌