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É hoje: ferramenta que pode buscar até R$ 1 milhão será apresentada às 19h; participe do evento

23 de Junho de 2026, 10:00

Nesta terça-feira, dia 23 de junho, a Empiricus Research vai liberar os acessos à inteligência artificial de investimentos criada para buscar até R$ 1 milhão no mercado de criptomoedas a partir de um capital inicial de R$ 3,5 mil.

Diferentemente de ferramentas que apresentam soluções a partir de prompts dos usuários, esse modelo opera de forma automatizada no mercado de criptomoedas.

Mas os acessos serão limitados, por isso, confira como receber o seu.

Veja como essa nova IA busca as melhores oportunidade no mercado de criptomoedas

A inteligência artificial atua de forma automatizada no mercado de criptomoedas e busca as melhores oportunidades em tempo real. Dessa forma, a ferramenta identifica os ativos mais potencialmente promissores e executa as operações automaticamente.

O modelo foi desenvolvido por Valter Rebelo, head do departamento de criptomoedas da Empiricus Research, profissional do mercado de ativos digitais há seis anos, com um MBA em ciências de dados pela USP.

Unindo automação, análise e estratégia, o objetivo da ferramenta é buscar até R$ 1 milhão a partir de um investimento inicial de R$ 3,5 mil, em um período de 12 meses.

Para isso, a inteligência artificial procura características de moedas digitais que dispararam até 300 vezes no passado em sua base de dados.

Apesar de retornos passados não serem garantia de retornos futuros, esse histórico permite a ferramenta buscar novos ativos com o mesmo perfil.

Como a IA lida atua com ativos digitais em um mercado volátil e de risco, o acesso a ela é limitado. No entanto, um novo lote de acessos será liberado durante um evento online e gratuito para investidores interessados em testar a ferramenta.

Novos acessos serão liberados durante evento gratuito; veja como participar

Nesta terça, 23 de junho, a partir das 19h, será realizado um evento online e gratuito para apresentar mais detalhes sobre o funcionamento da inteligência artificial e explicar como ela pode buscar até R$ 1 milhão com um investimento inicial de em média R$ 3,5 mil.

Durante a apresentação, Valter Rebelo deve mostrar como a ferramenta funciona na prática, quais critérios que a IA usa para selecionar ativos digitais e executar.

Será liberado um novo lote de acessos para investidores interessados em testar a tecnologia, porém, de forma limitada e distribuídos por ordem de chegada.

Por isso, se você ficou interessado em saber mais sobre a ferramenta, clique no link abaixo para participar do evento:

QUERO CONHECER A IA QUE PODE BUSCAR ATÉ R$ 1 MILHÃO

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BTG Pactual lança Research Ideas para conectar análises de mercado à execução automatizada de operações

22 de Junho de 2026, 15:00

Transformar uma análise de mercado em uma operação executada nem sempre é uma tarefa simples. Muitas vezes, o investidor precisa interpretar relatórios, definir parâmetros de entrada e saída e acompanhar constantemente a posição para que a estratégia seja seguida corretamente.

Foi pensando em facilitar o acesso a diferentes estratégias de investimento que o BTG Pactual acaba de lançar o Research Ideas, uma ferramenta gratuita que conecta análises produzidas pelo time de Research do banco à execução automatizada de operações na Bolsa de Valores.

A proposta é reunir, em um único ambiente, a oportunidade de investimento, a tese de mercado e a execução operacional da estratégia. Dessa forma, o investidor consegue entender os fundamentos por trás de cada recomendação e implementar a operação de maneira simples, sem precisar recorrer a plataformas externas ou realizar configurações mais complexas.

Segundo Ricardo Hessel, diretor executivo de IT do BTG Pactual, o objetivo é aproximar análise e execução. “O cliente encontra a tese de investimento, define o valor que deseja aplicar e a execução acontece de forma automatizada”, explica.

Conheça os recursos do Research Ideas

Hessel explica que o Research Ideas reúne oportunidades selecionadas pelo time de Research do BTG Pactual e as apresenta de forma estruturada ao investidor. Além da recomendação, a plataforma disponibiliza os fundamentos da tese, análises de suporte, potencial de ganho, risco estimado e demais informações relevantes para a tomada de decisão.

Em geral, quando o cliente deseja realizar uma operação de swing trade, long&short e até mesmo opções, ele contrata na corretora uma plataforma para operacionalizar toda a estratégia.

Contudo, por meio do Research Ideas, a operação é montada de forma automatizada, em uma única plataforma, para que o cliente não precise “contratar uma plataforma terceira, nem ter algum outro tipo de assinatura para conseguir operacionalizar isso”, pontua Ricardo Hessel.

Atualmente, a ferramenta conta com estratégias de swing trade, permitindo que investidores acompanhem operações com horizonte de curto e médio prazo de forma automatizada. “Após escolher uma oportunidade, basta informar o valor que será destinado à estratégia”, explica o diretor executivo de IT do BTG Pactual.

A partir daí, a tecnologia assume a execução operacional. Entradas, saídas, stop gain e stop loss são monitorados automaticamente de acordo com os parâmetros definidos para cada operação.

Para Bruno Henriques Lima, diretor executivo de Research do BTG Pactual, a ferramenta contribui para aproximar investidores das ideias produzidas pela equipe de análise. “A gente acredita que é uma forma de deixar o processo muito mais fluido entre ter uma ideia, entender os fundamentos por trás dela e, se fizer sentido, conseguir adotá-la rapidamente”, afirma.

Veja como automatizar operações com o Research Ideas

Atualmente, o acesso ao Research Ideas acontece dentro do próprio ecossistema do BTG Pactual, através do BTG Content, a plataforma de publicações do banco. Também é possível acessar por meio do BTG Trader Desk, a plataforma proprietária desenvolvida exclusivamente para os clientes.

De acordo com Ricardo Hessel, os próximos passos é disponibilizar o Research Ideas tanto no aplicativo do BTG Investimentos, quanto no home broker. Além disso, ao longo dos próximos meses, a equipe espera incluir outras estratégias de investimento de forma automatizada na ferramenta. Entre elas, long&short e derivativos.

Para aqueles que já são clientes e desejam acessar a ferramenta por meio do BTG Content , basta entrar na plataforma. Então, no menu, selecionar “Research Ideas”. Assim, você será direcionado para as recomendações ativas.

Fonte: BTG Content

No Content, você confere todos os detalhes da operação: a tese, direcional (compra ou venda), potencial de ganho e perda, os riscos, entre outros. Além disso, pode investir na estratégia com apenas um clique, desde que o seu perfil de investidor seja compatível com a operação sugerida.

Já para aqueles que preferem acessar o Research Ideas por meio do BTG Trader Desk, o primeiro passo é acessar a conta de investimentos no desktop e ativar gratuitamente a plataforma.
Fonte: Plataforma BTG Trader Desk

Depois de instalar o BTG Trader, na aba “Negociação” você vai encontrar a opção “Research Ideas”. Ao clicar, abrirá uma nova janela com todas as recomendações disponíveis.

Fonte: Plataforma BTG Trader Desk

Assim como no BTG Content, por meio do Trader Desk é possível navegar pelas estratégias disponíveis e consultar os detalhes da tese de investimento. Por fim, basta definir o valor que deseja investir e confirmar a operação.

Fonte: Plataforma BTG Trader Desk

A partir daí, todo o processo é feito de forma automatizada. Ou seja, se a recomendação atingir o lucro esperado ou se chegar no limite de perda, a operação será automaticamente encerrada. Esse mecanismo facilita a vida do investidor e evita que a emoção tome conta, levando a resultados indesejados.

Hessel ainda aponta que, por fazer parte de um ecossistema integrado, o investidor pode conectar as operações realizadas por meio do Research Ideas com outros serviços. Um exemplo é a Calculadora de IR, que também é gratuita e “ajuda o cliente a operacionalizar esse acompanhamento do pagamento de imposto sobre as operações.”

Tenha acesso ao Research Ideas e outras soluções do BTG Pactual: abra sua conta gratuita

Segundo Bruno Henriques Lima, o lançamento do Research Ideas representa mais um passo do BTG Pactual na integração entre conteúdo, tecnologia e investimentos.

Ao reunir análises produzidas por especialistas, automação operacional e acompanhamento em tempo real em uma única experiência, a ferramenta busca tornar o acesso a estratégias de mercado mais simples e eficiente.

Se você ainda não é cliente do BTG Pactual, mas deseja conhecer o Research Ideas e saber como acompanhar oportunidades de investimento e executar estratégias de maneira prática, basta fazer o seu cadastro gratuito.

Você não paga nada para se tornar cliente do maior Banco de Investimentos da América Latina. Com alguns cliques é possível abrir a sua conta gratuita no BTG Pactual e ter acesso ao Research Ideas. Você ainda pode acessar outras ferramentas disponibilizadas pelo banco para tornar o seu dia a dia mais prático e levar os seus investimentos para o próximo nível.

Então, se você quer conhecer esta e outras funcionalidades oferecidas pelo BTG Pactual, clique no botão abaixo e abra a sua conta gratuita:

ABRA SUA CONTA GRATUITA NO BTG PACTUAL

“Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto, incluindo suas características, prazos, liquidez e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (“Suitability”).”

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É hoje: Market Makers abre vagas limitadas do M3 Club para quem quer estar à frente do mercado 

22 de Junho de 2026, 08:00

Se você está lendo isso hoje, ainda dá tempo de entrar — depois dessa janela, não há garantia de novas vagas. 

Market Makers abre nesta segunda-feira (22), às 19h, vagas para pessoas interessadas em fazer parte do M3 Clubuma comunidade de investidores e gestores para trocar informações e ideias de investimento em primeira mão. 

Vagas limitadas: faça parte da comunidade do Market Makers, a M3 Club 

Uma comunidade fora de série

O M3 Club não é um curso — e nem uma comunidade comum. É onde você passa a ter acesso ao tipo de informação e de pessoas que normalmente não estão disponíveis ao investidor comum. 

Market Makers é conhecido pelos conteúdos digitais, especialmente pelos cursos, pesquisas de mercado e produção de conteúdo, como o podcast da casa que alcança cerca de 7 milhões de pessoas por mês.  

Para ir além disso, o M3 Club desenvolve ainda mais essa experiência de forma exclusiva para os participantes.  

O membro desse grupo terá acesso, além de todas as informações mais relevantes do mercado, a conteúdos e eventos exclusivos com personagens relevantes entre os grandes gestores e C-levels do mercado. 

Entre agora na lista de espera e garanta sua prioridade. 

Outro grande benefício do M3 Club é um fator que impulsiona qualquer carreira de um profissional do mercado financeiro nos dias de hoje: networking

Quem está por dentro das movimentações econômicas sabe que um único contato pode mudar sua trajetória. É isso que o M3 Club tem como objetivo: conectar pessoas para que bons insights ajudem nas decisões

Então, em poucas palavras, esses são os benefícios e motivos pelos quais você deve fazer parte do M3 Club: acesso a análises e recomendações exclusivas, conexão direta com grandes gestores, networking com investidores de alto nível, além de eventos e experiências — incluindo viagens internacionais — que colocam você onde as melhores oportunidades realmente acontecem. 

M3 Club: vagas limitadas são distribuídas hoje às 19h; inscreva-se aqui

Conheça os sócios por trás do M3 Club

O M3 Club conta com uma equipe experiente que é capaz de liderar o hub com maestria e estratégia. Ao lado de Murilo Ribeiro, que lidera o M3 Club, os novos integrantes passam a conviver diretamente com Thiago Salomão e Matheus Soares — nomes por trás da construção do Market Makers. 

Thiago Salomão construiu sua trajetória no coração do mercado financeiro. É analista certificado (CNPI-P) e possui formação executiva em mercados pela Fipecafi em parceria com a UBS/B3. Antes de dar início ao Market Makers, esteve à frente do InfoMoney como editor-chefe e atuou como analista de ações na Rico. Também foi um dos criadores do Stock Pickers, podcast que se tornou referência entre investidores no Brasil. 

Já Matheus Soares é quem lidera as decisões por trás da Carteira Market Makers de Ações. Com experiência consolidada em análise fundamentalista — especialmente no universo de small caps —, desenvolveu sua abordagem com base em fundamentos clássicos do mercado. Sua formação inclui o programa de Value Investing da Columbia Business School, reconhecido globalmente. 

Quero melhorar meu networking no mercado financeiro com o M3 Club 

Inscreva-se na lista de espera do M3 Club

Essa chance não é para qualquer um. Como dissemos antes, o M3 Club é para quem quer se desenvolver e ser mais relevante no mercado. Por isso mesmo que as vagas são limitadas: essa é uma oportunidade para quem enxerga além do usual

As vagas serão reabertas nesta segunda (22), às 19h, de forma exclusiva para quem realmente quer se diferenciar no mercado financeiro. O clube distribuirá vagas remanescentes somente através de uma lista de espera prévia, especialmente para quem estiver comprometido e engajado a conhecer a proposta do hub. 

Para se inscrever, basta acessar o link abaixo e seguir as instruções. O M3 Club será lançado oficialmente às 19h e, ao se inscrever, você receberá o convite para o evento online e gratuito. O registro na lista e a participação no evento são gratuitos

QUERO ENTRAR NA LISTA DE ESPERA DO M3 CLUB 

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3 investimentos ‘obrigatórios’ após o acordo de paz entre Estados Unidos e Irã

21 de Junho de 2026, 10:00

Na última quarta-feira (17), os presidentes dos Estados Unidos e Irã — Donald Trump e Masoud Pezeshkian, respectivamente — assinaram o acordo de paz na guerra no Oriente Médio. O documento já está em vigou e trouxe 14 pontos que devem ser endereçados por ambos países.

Entre os principais tópicos do acordo de paz está o fim imediato da guerra em todas as frentes, inclusive no Líbano, a reabertura do Estreito de Ormuz pelo Irã e fim do bloqueio naval dos Estados Unidos aos portos iranianos.

Além disso, o acordo estabeleceu um prazo de 60 dias para que os países negociem a questão nuclear, além de prever a liberação do dinheiro de fundos iranianos no exterior e um programa de US$ 300 bilhões para a reconstrução do Irã.

Nos mercados, o impacto positivo da decisão foi observado nos preços. Com a iminência da decisão e a confirmação do acordo, o petróleo tipo Brent caiu mais 9% ao longo desta semana. Na quinta-feira (18), a commodity era negociada na casa dos US$ 79, patamar observado pela última vez em 3 de março deste ano.

Da mesma forma, os principais índices ao redor do mundo operavam no positivo. O S&P500 subia 1,12%, enquanto o Nasdaq apresentava uma alta de 1,94%. No Japão e na Europa, as bolsas também indicavam alívio com o Nikkei 225 e o Euro Stoxx50 subindo 1,65% e 0,29%, respectivamente.

Mas apesar da recepção positiva, Matheus Spiess, estrategista da Empiricus Research, aponta que o acordo “está longe de encerrar as incertezas que cercam a região”. Além disso, o analista avalia que o conflito evidencia um movimento de consolidação de uma nova ordem global.

E, nesse novo cenário, três teses de investimento são estratégicas. Veja a seguir quais são e como se expor a elas.

Uma nova ordem global tripolar

Enquanto o mundo acompanha os desdobramentos do acordo entre Estado Unidos e Irã, Matheus Spiess chama a atenção para o “volume sem precedentes de investimentos” em três frentes que ele considera estratégicas. São elas: inteligência artificial, defesa e transição energética.

Ele aponta que, só em 2026, os gastos públicos e privados nessas três áreas já somam US$ 10 trilhões e a expectativa é de um adicional de aproximadamente US$ 6 trilhões até o fim da década.

De acordo com Spiess, esse comportamento reflete mais do que movimentos isolados. Trata-se de uma transformação estrutural “que vem sendo descrita como um novo superciclo global de investimentos.”

Um dos principais motores para o crescimento dessas teses nas carteiras dos investidores vem de uma mudança na forma com o mundo se organiza. O analista aponta que está surgindo uma estrutura descentralizada em que diferentes blocos econômicos e geopolíticos se unem para defender os próprios interesses.

Diante deste contexto, surgem divergências entre os blocos a respeito de temas como: comércio internacional, governança da internet, regulação da inteligência artificial, o papel dos EUA na arquitetura global e apoio à Ucrânia.

“Nesse ambiente, a geopolítica deixa de atuar apenas como fonte de risco e passa a desempenhar um papel cada vez mais relevante como direcionadora dos fluxos de capital, estimulando investimentos em infraestrutura, tecnologia, energia e segurança nacional”, aponta Spiess.

Assim, Matheus avalia que diante dessas mudanças, o investimento não deve se pautar apenas nos fundamentos econômicos tradicionais. Segundo ele, agora o investidor precisa estar atento às “prioridades geopolíticas que moldarão a próxima fase do crescimento global”.

Matheus aponta que, neste momento, há uma lista de ativos que o investidor deveria ter para se expor aos três temas mais relevantes do momento.

Carteira Empiricus Megatendências: confira as recomendações para ‘capturar’ as mudanças na economia global

Pensando em estar posicionado nos principais temas globais, a Empiricus lançou a Carteira Empiricus Megatendências. Por meio de investimentos simples, acessíveis e negociados na bolsa local, é possível ter acesso a ativos ligados às principais mudanças em curso, sejam elas tecnológicas, geopolíticas ou econômicas.

Assim, a estratégia do portfólio inclui a utilização de ETFs (Exchange Trade Funds). Esses fundos de índice, listados na B3, permitem ao investidor acessar uma exposição diversificada e com maior praticidade no acompanhamento.

Atualmente, a carteira conta com 14 ativos que posicionam o investidor nos principais temas globais, inclusive defesa, inteligência artificial e transição energética. E você pode conhecer todas as recomendações de forma 100% gratuita, por meio do BTG Content, a plataforma de publicações do BTG Pactual — banco de mesmo grupo da Empiricus.

No Content, você pode ter acesso à carteira completa e conhecer a tese por trás de todas as 14 recomendações. Além disso, dentro da plataforma, é possível ser direcionado para investir no portfólio com apenas alguns cliques

Isso porque o BTG Pactual disponibiliza a Carteira Empiricus Megatendências automatizada.

Nessa modalidade, você investe nos ativos recomendados com um aporte único, e todas as alterações sugeridas pelo Matheus Spiess são realizadas de forma automatizada.

Ou seja, você não precisa se preocupar em comprar e vender os ativos, nem fazer o balanceamento e ajustes manualmente.

Para conferir o relatório e saber mais sobre como investir na carteira de forma automatizada, o primeiro passo é fazer um cadastro gratuita no BTG Content. 

Ao realizar o cadastro na plataforma de publicações gratuitas do BTG Pactual, você poderá liberar o seu acesso à carteira automatizada Empiricus Megatendências. Bem como a uma série de materiais para te ajudar a tomar boas decisões de investimento. 

Para diversificar o portfólio e ter acesso aos investimentos que podem mudar os rumos da economia global, clique no botão abaixo e siga as instruções:

QUERO INVESTIR NOS PRINCIPAIS TEMAS GLOBAIS

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A 3ª fase do mercado de fundos imobiliários: CEO do Patria explica novo momento da indústria em episódio do Empiricus Podca$t

20 de Junho de 2026, 09:00

Durante muito tempo, investir em fundos imobiliários parecia uma história relativamente simples. Os juros caíam, os FIIs subiam. Os investidores buscavam renda mensal isenta de imposto e a indústria crescia em ritmo acelerado.

Mas, segundo Rodrigo Abbud, CEO da área de Real Estate do Patria, essa fase ficou para trás. O executivo defendeu a tese de que o mercado brasileiro de fundos imobiliários está entrando em um novo estágio de desenvolvimento.

No episódio desta semana do Empiricus Podca$t, Abbud explicou o que ele considera ser o terceiro ciclo da indústria e o que o investidor pode esperar dos fundos imobiliários daqui para frente.

Nascimento, expansão e agora consolidação: a nova fase dos fundos imobiliários no Brasil

Na visão de Abbud, o primeiro ciclo foi marcado pelo surgimento dos fundos imobiliários no Brasil. O segundo veio com a expansão da classe de ativos, impulsionada pela queda dos juros, pela popularização dos investimentos e pelo crescimento acelerado da base de cotistas.

Agora, porém, a dinâmica parece diferente. “Estamos no início do terceiro ciclo”, afirmou o executivo durante a conversa. Desta vez, o foco deixa de ser apenas crescimento e passa a envolver consolidação, profissionalização e ganho de escala, avalia Abbud.

O CEO de real estate do Patria aponta que, hoje, a indústria brasileira reúne mais de 500 fundos listados e cerca de R$ 200 bilhões em patrimônio. O mercado cresceu de forma significativa na última década, mas ainda está distante da dimensão observada em mercados mais maduros.

Nos Estados Unidos, por exemplo, os REITs — equivalentes aos FIIs brasileiros — somam aproximadamente US$ 1,4 trilhão em patrimônio distribuído entre cerca de 250 veículos. Para Abbud, essa comparação sugere que o Brasil ainda está apenas no começo de um processo de amadurecimento.

Nesse sentido, uma pergunta permanece no ar:

Quem serão os grandes vencedores dessa nova fase?

Fundos maiores vão dominar o mercado? A consolidação da indústria está apenas começando? E quais segmentos do mercado imobiliário podem concentrar as melhores oportunidades nos próximos anos?

Rodrigo Abbud responde a essas e outras questões no episódio completo do Empiricus Podca$t. Assista à conversa e entenda por que o futuro dos fundos imobiliários pode ser bastante diferente do que a maioria dos investidores imagina hoje.

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Mesmo com Selic reduzida para 14,25% ao ano, pausa nos cortes de juros é ‘praticamente inevitável’, segundo analista

18 de Junho de 2026, 16:36

A semana que se encerra nesta sexta-feira (19) trouxe desdobramentos relevantes ao mercado. Além da Super Quarta (que combinou decisões de juros do Copom, no Brasil, e do Federal Reserve, nos Estados Unidos), a assinatura de um acordo preliminar entre EUA e Irã pode ser um dos primeiros passos rumo ao fim do conflito no Oriente Médio.

No Brasil, o Copom optou por reduzir a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, levando-a aos 14,25% ao ano. A princípio, a combinação de possível fim da guerra e cortes nos juros pode parecer um bom sinal – mas é preciso dar alguns passos para trás e entender que há mais em jogo.

Para Matheus Spiess, estrategista da Empiricus, os efeitos da guerra podem perdurar, e uma pausa no ciclo de cortes da taxa Selic eventualmente virá.  

“Do ponto de vista analítico, a pausa parece praticamente inevitável. A combinação entre inflação corrente elevada, expectativas desancoradas, fiscal mais ruidoso e bancos centrais globais mais duros reduz drasticamente o espaço para a continuidade do afrouxamento monetário.”

Cenário brasileiro: ‘fiscal mais ruidoso’ é protagonista das expectativas

Destrinchando os fatores trazidos pelo analista, o próprio cenário doméstico brasileiro contribui para que os cortes na Selic não perdurem.

O atual governo segue mantendo um histórico de contas públicas estouradas, que não ajuda em um contexto de inflação e juros altos por mais tempo.

Para Spiess, por mais que o acordo entre EUA e Irã ajude reduzir a pressão imediata sobre o petróleo e o câmbio, “o cenário segue desconfortável”, especialmente do ponto de vista fiscal, que “continua sendo o principal limitador de uma normalização monetária mais limpa”.

 “Como é ano eleitoral, ninguém vai falar isso, mas é um problema que tem piorado”, afirma. O que traz ainda mais à tona a necessidade de um pacote de ajustes fiscais que, em sua visão, devem vir “obrigatoriamente” em 2027.

Além disso, a comunicação do Copom nesta última reunião pode ter trazido mais incertezas em relação às próximas decisões. Na intepretação de Spiess, “o Comitê parece desejar preservar espaço para eventuais cortes adicionais, caso o cenário permita”. O que, paradoxalmente, pode ser custoso para o câmbio e os vértices mais longos dos juros.

“Embora o Comitê tenha elevado a exigência para novas reduções de juros, preservou uma flexibilidade em sua função de reação, evitando condicionar de forma clara os próximos passos. Para parte do mercado, essa abordagem pode ser interpretada como um sinal de maior tolerância à desancoragem inflacionária, o que levanta questionamentos sobre a credibilidade futura da política monetária”.

Segundo o último boletim Focus, publicado na segunda-feira (15), expectativas do mercado giram em torno de uma Selic terminal a 13,75% em 2026. Vale monitorar se haverá alguma mudança nas perspectivas nos próximos dias.

Cenário global: juros podem permanecer mais altos globalmente, mesmo com o possível fim da guerra

Além do cenário doméstico, Spiess reforça que a decisão do Copom vem em um período em que as principais economias globais possivelmente caminham na contramão: endurecendo o tom. Isso porque, por mais que o conflito no Oriente Médio acabe, ele “não devolve o mundo ao conforto monetário anterior à crise”, diz o analista.

O chamado “G4 dos bancos centrais” (EUA, Japão, Reino Unido e Zona do Euro) podem acabar por “validar um regime global de juros mais altos por mais tempo”, segundo o analista.

A Zona do Euro elevou seus juros pela primeira vez desde 2023 na quinta-feira passada (11) e, na última quarta-feira (17), o Federal Reserve (Fed) manteve a taxa de juros dos EUA no intervalo entre 3,50 e 3,75%, com parte dos membros do comitê prevendo pelo menos uma decisão pela elevação dos juros ainda em 2026.

“A paz reduz a probabilidade de um choque de oferta, mas não apaga o legado inflacionário. Energia mais cara se espalha pelo frete, pelos custos industriais, pela produção de alimentos, pelas tarifas de serviços e, sobretudo, pelas expectativas. Um choque desse tipo deixa de ser apenas um evento de mercado e passa a contaminar a formação de preços de maneira mais ampla. Por isso, o alívio em Ormuz não entrega, por si só, uma folga automática aos bancos centrais.”

Onde e como investir em um cenário global tão incerto?

Esse é um cenário que pede por mais cautela do que o usual na hora de escolher onde investir. Mas não significa que o investidor precisa, necessariamente, tomar decisões sozinho, sem orientação profissional.

Matheus Spiess é um dos responsáveis pela Empiricus Megatendências, carteira recomendada criada para em um mundo em constante transformação, que exige investimentos feitos de forma tática.

“A estratégia parte da identificação de principais mudanças em curso – sejam tecnológicas, geopolíticas e econômicas – para direcionar a alocação a setores, regiões e temas que tendem a se beneficiar dessas transformações”, afirma o analista. A atual seleção da Empiricus Megatendências traz ativos voltados para temas como:

  • Commodities;
  • Corrida aeroespacial;
  • Inteligência Artificial (IA);
  • Dentre outros.

Você está convidado a conhecer, na íntegra, o relatório completo com todas as indicações da carteira no momento. Ele está disponível no BTG Content, a plataforma de conteúdos do BTG Pactual.

Além disso, por meio da plataforma do banco, você também pode investir nos ativos recomendados de forma 100% automática.

Isso mesmo: você não precisa buscar os ativos “a dedo” em sua corretora. Com alguns cliques, o BTG faz o trabalho para você – inclusive de rebalanceamento e troca de ativos, quando necessário.

Para acessar o conteúdo e saber mais, é só clicar no botão abaixo.

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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Sparta Infra (JURO11): queda e corte de rendimentos são alerta ou oportunidade?

18 de Junho de 2026, 09:00

A reprecificação no mercado de crédito incentivado tem gerado um clima mais conturbado para os fundos da categoria. O Sparta Infra (JURO11) é um dos fundos que ficaram mais expostos à marcação a mercado nesse contexto de saída de recursos.

No início do mês, a Sparta anunciou uma redução temporária na distribuição de rendimentos do JURO11, passando de R$ 1,00 para R$ 0,75 por cota em maio, e R$ 0,50 neste mês. O movimento se refletiu na queda do preço das cotas, que acumulam desvalorização próxima de 7% desde o início de maio.

Diante de um cenário mais pressionado para a categoria de debêntures incentivados, há oportunidade nas cotas do JURO11?

Para entender o posicionamento da empresa, os analistas da série Os Melhores Fundos, da Empiricus Research, conversaram com Caio Palma, gestor de infraestrutura da Sparta, e com a Natália Coura, responsável pelo relacionamento com investidores.

Confira: acesso gratuito por 30 dias na Empiricus+, com recomendações de especialistas e muito mais; clique aqui

JURO11: O que mudou de verdade?

Na avaliação dos analistas da casa, a queda nas cotas está muito mais ligada a um contexto mais amplo da categoria do que um problema estrutural do fundo.

A combinação entre dificuldades enfrentadas por emissores relevantes, o enfraquecimento do desempenho de fundos e a continuidade dos resgates levou a uma reprecificação significativa das debêntures, explica a equipe de analistas dos Melhores Fundos da Empiricus.

“Nos últimos anos, parte relevante dos rendimentos distribuídos foi sustentada não apenas pelo carrego dos títulos, mas também pelos ganhos de capital proporcionados pelo fechamento dos spreads de crédito. Com a recente abertura desses spreads e a elevação dos juros reais, fator particularmente relevante para um fundo indexado ao IPCA, esse componente adicional de retorno deixou de existir, exigindo uma postura mais conservadora na distribuição”, afirmam.

A avaliação dos analistas após a conversa com a gestora é de que os preços dos ativos já apresentam melhora em relação aos momentos mais críticos, embora a dinâmica de resgates nos fundos abertos da indústria ainda continue contribuindo para a volatilidade no curto prazo.

Nesse ambiente, os especialistas enxergam uma oportunidade interessante no JURO11. “Por ser um fundo fechado, o veículo não enfrenta pressão de vender ativos para fazer frente a resgates, o que lhe confere maior capacidade de atravessar períodos de turbulência com disciplina e flexibilidade”, avaliam.

Com isso, a gestão pode reciclar gradualmente a carteira em níveis mais elevados de spread, aproveitando distorções criadas pelo estresse recente do mercado.

Quanto à reação negativa dos investidores ao corte de distribuição, os analistas enxergam uma ampliação do desconto da cota de mercado para cerca de 4%, além de uma elevação da taxa implícita de negociação para aproximadamente IPCA + 9,8% ao ano, líquida de taxas.

“Na nossa avaliação, a redução dos rendimentos possui caráter muito mais conjuntural do que estrutural. A combinação entre spreads mais atrativos, desconto na cota de mercado e benefícios inerentes à estrutura fechada cria uma relação risco-retorno particularmente interessante para investidores com horizonte de médio e longo prazo”, avaliam.

Aproveite e veja esse e mais tipos de relatórios completos na plataforma do Empiricus+

Como ir além do olhar superficial do mercado?

Nem sempre as oportunidades mais atraentes à primeira vista são as que despertam entusiasmo imediato no mercado.

O JURO11 é um exemplo disso.  Mas, ao analisar os fundamentos e o contexto de mercado com mais profundidade, os analistas da Empiricus chegam a conclusões diferentes das que predominam no consenso.

E é justamente esse tipo de análise que você encontra na Empiricus+.

A plataforma reúne relatórios exclusivos, recomendações de investimento, carteiras recomendadas e análises produzidas por especialistas que buscam identificar valor onde a maioria dos investidores não está olhando.

Ao se tornar assinante, você passa a acompanhar não apenas as recomendações dos analistas, mas também o raciocínio por trás de cada tese de investimento.

Para conhecer mais sobre a plataforma, a Empiricus está liberando 30 dias de acesso gratuito ao Empiricus+, onde você pode conferir todas as análises que te ajudarão a fazer as melhores decisões para os seus investimentos.

A plataforma oferece carteiras recomendadas pensadas para diferentes perfis e objetivos de investimento, além de reunir conteúdos exclusivos sobre ações, fundos, renda fixa e diversas outras classes de ativos, proporcionando uma visão mais ampla do mercado.

Se você busca uma visão além do senso comum e quer entender por que determinados ativos entram no radar dos especialistas, vale a pena conhecer o Empiricus+.

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É possível ganhar dinheiro com IA? Ferramenta da Empiricus pode buscar até R$ 1 milhão em 12 meses

17 de Junho de 2026, 10:24

A inteligência artificial tem se consolidado como uma forma de otimizar a rotina de trabalho, auxiliando na produção de textos, vídeos e na estruturação de dados.

Porém, a IA também é útil na área de finanças, e uma nova ferramenta desenvolvida pela Empiricus foca exatamente na busca por geração de renda.

Esta inteligência artificial de investimentos foi criada para buscar até R$ 1 milhão no mercado de criptomoedas a partir de um capital inicial de R$ 3,5 mil.

Saiba como esta nova IA busca as melhores oportunidades no mercado de criptomoedas

A inteligência artificial foi desenvolvida por Valter Rebelo, head do departamento de criptomoedas da Empiricus Research, que atua há 6 anos no mercado de ativos digitais e possui um MBA em ciências de dados pela USP. 

A ferramenta opera de forma automatizada no mercado de criptomoedas e busca as mais promissoras em tempo real. Assim, a IA identifica oportunidades e executa operações sem a necessidade de intervenção manual do investidor. 

Com automação, análise e estratégia, o objetivo é buscar até R$ 1 milhão a partir de um investimento inicial de R$ 3,5 mil, em um período de 12 meses

O modelo procura características de moedas digitais que dispararam até 300 vezes no passado em sua base de dados.  

Apesar de retornos passados não serem garantia de retornos futuros, esse histórico permite a ferramenta buscar novos ativos com o mesmo perfil. 

Como a inteligência artificial lida com ativos digitais em um mercado volátil e de risco, o acesso a ela é limitado. No entanto, um novo lote de acessos será liberado para investidores interessados em testar a ferramenta. 

Evento gratuito vai liberar novos acessos; confira como participar

Para quem ficou interessado, no dia 23 de junho, às 19h, investidores poderão ter acesso a essa inteligência artificial de investimentos. 

Além do novo lote de acessos, será realizado um evento online e gratuito com mais detalhes sobre como esta IA pode buscar até R$ 1 milhão com um investimento inicial de R$ 3,5 mil. 

Contudo, a quantidade de acessos será limitada. Então, se você quer saber mais sobre como utilizar essa ferramenta, basta fazer sua pré-inscrição gratuita no botão abaixo: 

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Acordo entre EUA e Irã dá fôlego ao mercado com abertura imediata do Estreito de Ormuz; como se posicionar agora?

16 de Junho de 2026, 09:09

O Ibovespa começou a semana no verde, após a bandeira branca sinalizada entre os Estados Unidos e o Irã na noite de domingo (14). Os dois países, que vinham se enfrentando desde o final de fevereiro, oficializaram um acordo provisório de reabertura do Estreito de Ormuz.

Além disso, as nações devem iniciar um período de 60 dias de negociações sobre o programa nuclear iraniano, com assinatura formal prevista para sexta-feira (19), na Suíça. No rol dos tópicos sensíveis, o destino do programa nuclear iraniano e as tarifas de exportação americanas sobre o país não fazem parte das discussões preliminares.

Na segunda-feira (15) pela manhã, os principais mercados globais reagiam positivamente à notícia:

  • Bolsas na Ásia, na Europa e nos Estados Unidos subindo;
  • Preço do barril de petróleo em queda;
  • Recuo do dólar;
  • Recuperação do apetite ao risco, refletindo a redução do temor de uma interrupção prolongada no Estreito de Ormuz.

No Brasil, o Ibovespa também reagia positivamente, voltando a superar a marca dos 170 mil pontos no intradia da segunda-feira (15).

“O acordo também devolve protagonismo aos bancos centrais em uma semana marcada por decisões monetárias”, comenta o analista da Empiricus, Matheus Spiess.

Nesta semana, as reuniões do Copom e do Federal Reserve (a primeira com Kevin Warsh na presidência) se concentram com o encerramento na quarta-feira (17), além das decisões do Banco do Japão (terça, 16) e do Banco da Inglaterra (quinta, 18).

“Ainda assim, o alívio geopolítico não elimina os desafios inflacionários”, comenta Spiess, em referência ao aumento nos custos de produção e transporte de diversos produtos em escala global, para além do choque inicial sobre a oferta global de petróleo.

Alerta parecido veio de Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu, que alertou que os preços elevados de energia já começam a se transmitir para outras partes da economia europeia. Além disso, “investidores também seguem atentos ao risco de efeitos secundários sobre salários, inflação subjacente e política monetária”, explica o analista em sua newsletter diária, Mercado em 5 minutos.

Descompressão de risco e mais apetite: onde posicionar a carteira agora?

Para Spiess, enquanto o acordo reduz um importante risco energético global, o estrago da crise que vivemos já foi feito.

Além disso, o especialista acredita que o preço do petróleo ainda deve trazer novas oscilações, com a economia da commodity adquirindo um ritmo diferente do conhecido anteriormente.

“Devemos voltar a ter conflitos na região, até mesmo porque a guarda revolucionária iraniana quase que se beneficia de um estado contínuo de conflito. Ela utiliza de desse ambiente para ampliar sua força dentro do Irã e na região como um todo”, afirma Spiess.

Contudo, enquanto o acordo se sustentar, o mercado deverá ver o dólar mais comportado, juros menores, menos risco global brando, “uma descompressão de risco importante”.

Diante desse cenário, marcado por mudanças rápidas e diferentes possibilidades de desdobramentos para os mercados, a forma do investidor preparar seu portfólio pode ser decisiva para os seus lucros.

Como parte da equipe de analistas da Empiricus Research, Spiess explica que as carteiras recomendadas pela casa foram estruturadas justamente para navegar em ambientes de maior incerteza.

Segundo ele, alguns portfólios buscam capturar ganhos caso um cenário mais favorável impulsione os mercados, enquanto outros mantêm exposição a empresas negociadas a múltiplos historicamente descontados, oferecendo potencial de valorização mesmo em contextos mais desafiadores.

Para investidores que desejam acompanhar essas análises e conhecer as estratégias recomendadas pelos especialistas da Empiricus Research, a casa reúne seu conteúdo principal em uma única plataforma.

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O Empiricus+ funciona como um “streaming” do mercado financeiro: em um só lugar, o investidor encontra sugestões de investimentos em ações, dividendos, renda fixa e estratégias de renda extra, entre outras oportunidades.

Além das recomendações, a plataforma oferece tutoriais e guias práticos para ajudar o investidor a colocar as estratégias em prática de forma simples, além de lives semanais com os analistas. Assim, é possível acompanhar os temas mais relevantes do mercado e esclarecer dúvidas em tempo real.

Para quem deseja aprofundar seus conhecimentos, o Empiricus+ disponibiliza ainda cursos completos sobre diferentes temas de investimento.

Ao assinar o plano anual do Empiricus+, você paga apenas R$ 14,90 por mês para ter acesso a todo esse conteúdo.

Ao clicar no botão abaixo, pode experimentar a plataforma por 30 dias sem compromisso. Nesse período, você terá a oportunidade de explorar os relatórios e recomendações disponíveis e avaliar se o serviço faz sentido para os seus objetivos de investidor.

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Amazon (AMZO34) expande serviço de frete para outras empresas: é hora de investir?

15 de Junho de 2026, 15:35

A Amazon (B3: AMZO34 | Nasdaq: AMZN) abriu sua operação de transporte de cargas fracionadas (Less Than Truckload, ou LTL, na sigla em inglês) para empresas externas, na última semana.

“O episódio reforça uma das principais virtudes da companhia: a capacidade de extrair novas fontes de receita a partir de ativos já existentes”, afirma Matheus Spiess, analista da Empiricus Research.

Confira a tese da Amazon (AMZO34) e por que investir

O serviço, disponível apenas nos Estados Unidos, conta com mais de 80 mil reboques e 24 mil contêineres e integra a plataforma Amazon Supply Chain Services, que abrange frete, distribuição, fulfillment (conjunto de processos logísticos que abrange todas as etapas entre a compra online do cliente e a entrega do produto) e envio.

A expansão da oferta LTL da Amazon (AMZO34) permitirá que companhias, que utilizam ou não o marketplace da plataforma, enviem paletes para armazéns de terceiros, centros de distribuição e varejistas parceiros.

Na visão de Spiess, o movimento remete diretamente à fórmula de sucesso da Amazon de “transformar uma infraestrutura originalmente desenvolvida para atender necessidades internas em uma plataforma de serviços escalável para terceiros”.

Veja também: Empiricus libera acesso a todas as carteiras recomendadas da casa por 30 dias grátis

Com a abertura, a Amazon passa a competir diretamente com operadores tradicionais de logística, que sentiram a reação imediata do mercado: as ações da FedEx Freight caíram cerca de 10%, e da Old Dominion, 5%.

Mesmo que o impacto financeiro imediato deva ser limitado diante da escala da Amazon, a abertura “fortalece a tese de longo prazo ao aumentar a utilização de sua infraestrutura, ampliar a integração de seu ecossistema e abrir novas avenidas de crescimento”, afirma Spiess.

“Nesse contexto, seguimos enxergando a Amazon como uma das companhias mais bem posicionadas para capturar tendências estruturais ligadas à digitalização, logística, inteligência artificial e serviços empresariais”, destaca o analista.

AMZO34 é uma das recomendações de ações internacionais de analista; veja mais

Spiess recomenda as BDRs AMZO34 para investidores brasileiros que querem acessar de forma eficiente essa tese, que faz parte da série de ações internacionais da Empiricus.

Você pode conhecer as outras recomendações por meio do Empiricus+, a modalidade de assinatura “streaming” da casa.

Com o Empiricus+, você tem acesso às principais recomendações de investimento dos analistas em ações, fundos imobiliários, renda fixa e outros ativos.

Além disso, você também conta com relatórios, tutoriais e guias práticos para descobrir como investir em cada tese recomendada de maneira simples.

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Chegou o dia: Acesso às 5 criptomoedas para buscar até R$ 1 milhão nos próximos será revelado hoje

15 de Junho de 2026, 08:00

A possibilidade de transformar R$ 2.500 em até R$ 1 milhão é a proposta que será apresentada pelo trader profissional Jader Nogueira a investidores nesta segunda-feira (15). Ele divulgará cinco ativos digitais que considera promissores para os próximos meses, além de revelar como sua estratégia pode ser copiada.

De acordo com o especialista, as criptomoedas selecionadas possuem potencial para entregar retornos de até 500 vezes o valor investido. A estratégia sugerida por ele consiste em destinar R$ 500 para cada ativo identificado, totalizando R$ 2.500.

O mercado de cripto tem se mantido em baixa neste ano, fator que costuma gerar dúvidas nos investidores, mas Jader avalia que ainda há espaço para ganhos expressivos e sabe essas oportunidades podem ser encontradas.

Faz sentido investir em cripto agora?

O bitcoin (BTC) renovou suas máximas históricas em 2025 e chegou ao recorde de US$ 126.198 mil em outubro. Mas o cenário não é o mesmo neste ano.

Desde fevereiro, a moeda tem oscilado entre US$ 60 mil e US$ 80 mil. Por se tratar da maior cripto do mercado, ela acaba servindo como referência para os investidores e sua baixa costuma significar momentos negativos para boa parte dos ativos digitais.

Porém, há exceções.

Jader explica que os maiores retornos desse mercado podem ser entregues por projetos que ainda são desconhecidos pela maior parte dos investidores.

Foi entre essas criptomoedas menores que ele encontrou os cinco ativos com potencial milionário.

CONHEÇA AS 5 CRIPTOMOEDAS RECOMENDADAS POR JADER

Da recepção de hotel aos ganhos milionários com cripto

Jader Nogueira não nasceu rico nem mesmo próximo do mercado financeiro. Ele já trabalhou como recepcionista de hotel e barbeiro, profissão que exercia quando entendeu que deveria encontrar um caminho melhor para mudar de vida.

Em sua luta para chegar ao topo, ele chegou a competir no MMA antes de se tornar referência no mundo das criptomoedas.

Tudo começou a mudar quando Jader decidiu estudar os ativos digitais, e foi aí que ele percebeu o potencial escondido entre moedas desconhecidas do grande público. O trader se especializou em identificar esses projetos e passou a acumular resultados vencedores.

As operações de Jader registram ganhos que vão de US$ 750 mil em 24 horas a R$ 5,5 milhões em 90 dias. A mais conhecida foi com o investimento em LUNA, que multiplicou o capital investido em até 1.300 vezes.

Por mais que ganhos passados não garantam retornos futuros, além de investimentos terem riscos, o Jader explica que essas cinco criptomoedas de encontradas reúnem diversas semelhanças com boas oportunidades que ele próprio encontrou no passado.

Jader revelará seu novo projeto nesta segunda

O acesso aos projetos identificados pelo trader será apresentado hoje, 15 de junho, em um evento online e gratuito com início marcado para as 19h.

Durante a transmissão, Jader revelará como acessar as cinco criptomoedas e vai explicar os critérios utilizados para identificar o potencial de multiplicação de até 500 vezes em cada uma delas.

Além disso, os interessados não precisam fazer os investimentos sozinhos e esperar os retornos por conta própria.

Durante a live, o especialista também vai apresentar uma ferramenta de copy trade que poderá ser utilizada para replicar de forma totalmente automática as negociações feitas por ele.

Ou seja, os investidores não precisam acompanhar o mercado diariamente e sozinhos. O próprio Jader fará operações para manter a estratégia em dia e, com isso, as carteiras dos participantes já serão atualizadas também.

A participação no evento é gratuita e, por meio dela, será possível entender o projeto com mais detalhes a partir das explicações do próprio Jader. Você só precisa fazer uma inscrição rápida para garantir o seu lugar. Clique no botão abaixo:

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O que a venda de bitcoins pela Strategy deixa de exemplo para quem ‘segue a manada’ no mercado de criptomoedas?

14 de Junho de 2026, 10:00

Poucos dias após promover sua primeira venda de bitcoin (BTC) em quatro anos, a Strategy voltou a aumentar sua exposição à criptomoeda. A companhia anunciou a compra de US$ 101 milhões em BTC.

No fim de maio, entre os dias 28 e 31, o bitcoin permaneceu relativamente estável, com cotações ao redor de US$ 73 mil. Após a divulgação da venda feita pela empresa de Michael Saylor, porém, o mercado reagiu negativamente e a criptomoeda chegou a ser negociada abaixo do patamar de US$ 60 mil.

Ainda assim, a recente queda não parece ter alterado os planos da companhia de seguir acumulando o ativo digital em seu caixa. Dessa forma, quem saiu do investimento por impulso logo após a venda da Strategy pode ter tomado uma decisão ruim para a própria carteira.

Todo esse movimento acaba reforçando a importância de acompanhar informações e análises confiáveis no mercado financeiro.

O que a Strategy fez?

A antiga Microstrategy vendeu 32 BTC por aproximadamente US$ 2,5 milhões, a um preço médio de US$ 77.135 por BTC, entre 26 e 31 de maio. As informações constam de um documento enviado no dia 1º de junho à SEC, entidade equivalente à CVM nos Estados Unidos (EUA).

De acordo com reportagem do Money Times portal parceiro da Empiricus, a venda de bitcoins auxiliaria o pagamento de dividendos para acionistas.

Então, na última segunda-feira (8), a empresa divulgou um comunicado que registra a compra de mais 1.550 BTCs, por um valor equivalente aos US$ 101 milhões mencionados anteriormente, ou pouco mais de US$ 65 mil por unidade.

Agora, a Strategy detém 845 mil bitcoins, que representam mais de 4% de toda a oferta global e valem cerca de US$ 53,7 bilhões.

Além disso, a companhia mudou o ritmo de distribuição de dividendos aos acionistas. Os pagamentos, que eram feitos em ritmo mensal, agora são quinzenais. De acordo com a própria Strategy, o intuito é:

  • Aumentar a liquidez as ações;
  • Reduzir a volatilidade de preços;
  • Acelerar o reinvestimento dos investidores;
  • Tornar os papéis mais atraentes no mercado.

À época da venda, a Empiricus destacou em relatório que os 32 BTC vendidos pela companhia eram pouco representativos diante de todo o estoque acumulado em caixa. Porém, o valor simbólico da operação foi o que movimentou o mercado.

“Isso acontece porque Saylor construiu sua imagem pública em torno da ideia de nunca vender bitcoin. Portanto, mesmo que a operação não mude a tese estrutural da companhia, ela quebrou parte da narrativa e assustou investidores de varejo, principalmente em um momento em que o mercado já está mais sensível.”

Mesmo com o mercado temeroso de que a venda de Saylor pudesse representar um pessimismo da Strategy em relação ao BTC — o que foi rechaçado poucos dias depois com a compra volumosa de mais ativos, a Empiricus manteve a recomendação de compra ressaltando que, estruturalmente, a tese continua atrativa.

Acesso a analistas profissionais faz diferença nos investimentos

A venda realizada pela Strategy no final de maio pode ter causado um susto em investidores de bitcoin, tanto que a própria cotação da moeda caiu na sequência desse evento.

Mas como as mesmas pessoas devem ter se sentido oito dias depois, quando foi anunciada a compra de 1.550 BTC?

O mercado financeiro é repleto de altos e baixos que podem ser difíceis de acompanhar para as pessoas que não trabalham diretamente ligadas a ele.

O mundo das criptomoedas é um bom exemplo disso.

Muitas vezes, investidores acabam “seguindo a manada” e vendem um ativo quando ele está em queda, como no caso da venda realizada pela Strategy. Com isso, perdem recuperações seguintes e abrem mão do planejamento de longo prazo.

A situação é apenas um exemplo da importância de seguir boas análises de profissionais que vivem o mercado financeiro 24 horas por dia. Esse tipo de informação já foi praticamente inacessível à pessoa física no passado, mas o cenário é bem diferente nos dias de hoje.

O Empiricus+, por exemplo, funciona como um Netflix do mercado financeiro. Afinal, o investidor paga apenas uma assinatura e garante acesso a diversas carteiras e conteúdos elaborados por profissionais experientes do mercado.

Entre os acessos está o Crypto Trades, comunidade exclusiva em que Valter Rebelo, especialista em ativos digitais da Empiricus, compartilha alertas quando identifica oportunidades de investimento em criptomoedas.

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Viu a Strategy vender e comprar bitcoins (BTC)? Caso vale como exemplo para investidores; entenda

13 de Junho de 2026, 12:00

A Strategy ampliou sua posição em bitcoin (BTC) ao adquirir mais US$ 101 milhões da criptomoeda. A movimentação ocorre poucos dias após a empresa realizar sua primeira venda do ativo em quatro anos.

Entre os dias 28 e 31 de maio, o bitcoin foi negociado próximo dos US$ 73 mil, sem grandes oscilações. O cenário mudou após o mercado tomar conhecimento da venda realizada pela companhia comandada por Michael Saylor, o que pressionou as cotações e levou o ativo a ser negociado abaixo dos US$ 60 mil.

Apesar da reação negativa dos preços, a empresa manteve sua estratégia de acumular bitcoin em caixa. Investidores que saíram da criptomoeda em meio às repercussões da notícia e por impulso podem desconsiderar outros fatores importantes e até mesmo perder dinheiro.

O episódio acaba evidenciando a relevância do acesso a informações qualificadas e análises profissionais no mercado financeiro.

Entenda os movimentos da Strategy

A antiga Microstrategy vendeu 32 BTC por aproximadamente US$ 2,5 milhões, a um preço médio de US$ 77.135 por BTC, entre 26 e 31 de maio. As informações constam de um documento enviado no dia 1º de junho à SEC, entidade equivalente à CVM nos Estados Unidos (EUA).

De acordo com reportagem do Money Times, a venda de bitcoins auxiliaria o pagamento de dividendos para acionistas.

Então, na última segunda-feira (8), a empresa divulgou um comunicado que registra a compra de mais 1.550 BTCs, por um valor equivalente aos US$ 101 milhões mencionados anteriormente, ou pouco mais de US$ 65 mil por unidade.

Agora, a Strategy detém 845 mil bitcoins, que representam mais de 4% de toda a oferta global e valem cerca de US$ 53,7 bilhões.

Além disso, a companhia mudou o ritmo de distribuição de dividendos aos acionistas. Os pagamentos, que eram feitos em ritmo mensal, agora são quinzenais. De acordo com a própria Strategy, o intuito é:

  • Aumentar a liquidez as ações;
  • Reduzir a volatilidade de preços;
  • Acelerar o reinvestimento dos investidores;
  • Tornar os papéis mais atraentes no mercado.

À época da venda, a Empiricus destacou em relatório que os 32 BTC vendidos pela companhia eram pouco representativos diante de todo o estoque acumulado em caixa. Porém, o valor simbólico da operação foi o que movimentou o mercado.

“Isso acontece porque Saylor construiu sua imagem pública em torno da ideia de nunca vender bitcoin. Portanto, mesmo que a operação não mude a tese estrutural da companhia, ela quebrou parte da narrativa e assustou investidores de varejo, principalmente em um momento em que o mercado já está mais sensível.”

Mesmo com o mercado temeroso de que a venda de Saylor pudesse representar um pessimismo da Strategy em relação ao BTC — o que foi rechaçado poucos dias depois com a compra volumosa de mais ativos, a Empiricus manteve a recomendação de compra ressaltando que, estruturalmente, a tese continua atrativa.

O acesso a informações profissionais

A venda realizada pela Strategy no final de maio pode ter causado um susto em investidores de bitcoin, tanto que a própria cotação da moeda caiu na sequência desse evento.

Mas como as mesmas pessoas devem ter se sentido oito dias depois, quando foi anunciada a compra de 1.550 BTC?

O mercado financeiro é repleto de altos e baixos que podem ser difíceis de acompanhar para as pessoas que não trabalham diretamente ligadas a ele.

O mundo das criptomoedas é um bom exemplo disso.

Muitas vezes, investidores acabam “seguindo a manada” e vendem um ativo quando ele está em queda, como no caso da venda realizada pela Strategy. Com isso, perdem recuperações seguintes e abrem mão do planejamento de longo prazo.

A situação é apenas um exemplo da importância de seguir boas análises de profissionais que vivem o mercado financeiro 24 horas por dia. Esse tipo de informação já foi praticamente inacessível à pessoa física no passado, mas o cenário é bem diferente nos dias de hoje.

O Empiricus+, por exemplo, funciona como um Netflix do mercado financeiro. Afinal, o investidor paga apenas uma assinatura e garante acesso a diversas carteiras e conteúdos elaborados por profissionais experientes do mercado.

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Nova era dos computadores? Entenda novo foco de empresas de tecnologia e como investir agora

13 de Junho de 2026, 12:00

As inovações em inteligência artificial têm se concentrado em hyperscales, empresas de tecnologia que oferecem infraestrutura e serviços de nuvem em larga escala.

Para consumir essa tecnologia, os usuários dependem do modelo SaaS (Software as a Service, na sigla em inglês), onde a distribuição de software é baseada na nuvem e as aplicações são acessadas diretamente pela internet.

Mas esse cenário pode mudar, pois empresas como Qualcomm, Apple e mais recentemente a Nvidia, querem levar a IA para dentro dos notebooks comuns.

Novo ‘superchip’ da Nvidia (NVDC34) chama a atenção do mercado

Durante o GTC Taipei 2026, a Nvidia (NVDC34) apresentou o RTX Spark, um “superchip” que reúne CPU e GPU, com até 128 GB de memória para processamento.

“A principal inovação está na integração dos componentes, reduzindo gargalos que normalmente surgem quando o processador e a placa de vídeo trabalham de forma separadas em tarefas mais exigentes, uma limitação comum nos computadores atuais”, explica Matheus Spiess, analista da Empiricus Research.

Leia também: Empiricus libera acesso a todas as carteiras recomendadas da casa por 30 dias grátis

Também foram anunciados os primeiros equipamentos que terão o chip instalado: os notebooks Surface Laptop Ultra, da Microsoft, que possuem o Windows 11. O sistema foi desenvolvido especialmente para dar suporte otimizado ao ecossistema RTX Spark.

Além de aplicações em IA, a Nvidia promete entregar versatilidade para executar jogos de última geração em alta qualidade, edição de vídeo, modelagem 3D e criação de conteúdo, sem a necessidade de intermediação de um data center para cada tarefa.

Depois do anúncio, Intel e Qualcomm, empresas que já atuavam nesse segmento, registraram quedas de 4,7% e 8,8%, respectivamente, no pregão seguinte. Por outro lado, Nvidia e Microsoft avançaram 6,3% e 2,3%.

Na visão de Spiess, o episódio fortaleceu a tendência da inteligência artificial se aproximar do cotidiano de consumidores e empresas.

“Para quem acredita nessa transformação, investir nas companhias responsáveis por fornecer a infraestrutura dessa nova realidade pode ser uma forma de participar desse crescimento”, afirma o analista.

Nvidia e quem mais? Veja outros BDRs recomendados para investir em tecnologia

A Nvidia (NVDC34) é um dos ativos da série de ações internacionais da Empiricus.

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  • Ações; 
  • BDRs; 
  • Fundos Imobiliários; 
  • Renda extra; 
  • E muito mais. 

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Nubank (ROXO34): mercado reage à troca de CFO; confira as sugestões da Empiricus para as ações

12 de Junho de 2026, 08:00

No início do mês, o Nubank (ROXO34) anunciou uma importante mudança em sua liderança financeira. Guilherme Lago deixará o cargo de CFO, que passará a ser ocupado por Rob Livingston, ex-CFO da Visa North America.

A notícia se soma a outras preocupações recentes do mercado envolvendo a qualidade da carteira de crédito do banco, a expansão das operações nos Estados Unidos e um provisionamento acima do esperado no primeiro trimestre. Como resultado, as ações da companhia passaram a sofrer pressão.

Mas a reação negativa dos investidores foi realmente justificada?

Para Ruy Hungria, analista de ações da Empiricus Research, parte das preocupações faz sentido, mas o mercado parece estar reagindo de forma exagerada a fatores que já eram esperados pela companhia.

Veja mais: você pode acessar todas as recomendações dos analistas da Empiricus de forma gratuita por 30 dias; clique aqui

Por que o mercado reagiu mal?

Segundo Hungria, as ações do Nubank já vinham pressionadas antes mesmo da troca de CFO. Entre os fatores que contribuíram para esse movimento estão resultados ligeiramente abaixo das expectativas do mercado, dúvidas sobre a expansão da operação nos Estados Unidos e preocupações relacionadas à qualidade da carteira de crédito.

Além disso, o banco registrou um provisionamento acima do esperado, o que também gerou cautela entre investidores.

No entanto, o analista destaca no Plantão Empiricus que parte desse cenário está relacionada a fatores sazonais. Historicamente, o primeiro trimestre costuma apresentar níveis mais elevados de inadimplência, influenciados por despesas recorrentes do início do ano, como impostos e outras obrigações financeiras.

Outro ponto importante é que o Nubank continua ampliando sua carteira de crédito. Embora essa estratégia naturalmente aumente os índices de inadimplência, ela também faz parte do processo de crescimento da operação.

Na visão da Empiricus, a combinação desses fatores ajudou a intensificar a reação do mercado, mas não altera os fundamentos da companhia.

Troca de CFO é estratégica para expansão internacional

Embora tenha contribuído para aumentar a percepção de risco entre investidores no curto prazo, a troca de CFO está alinhada ao plano estratégico do Nubank.

Rob Livingston atuou na principal operação da Visa nos Estados Unidos e acumula quase duas décadas de experiência na Capital One, uma das maiores instituições financeiras do país. Seu histórico reúne conhecimento em crédito, meios de pagamento e operações financeiras no mercado americano.

Por isso, sua chegada é vista pela Empiricus como um movimento natural para uma empresa que busca fortalecer sua presença internacional, especialmente nos Estados Unidos.

Nesse contexto, Livingston pode desempenhar um papel importante no desenvolvimento da operação local e no fortalecimento das relações estratégicas do Nubank no mercado norte-americano.

Veja também: Carteiras da Empiricus ficam disponíveis de forma gratuita por 30 dias; saiba como acessá-las

Vale a pena continuar investindo em Nubank?

Apesar das preocupações recentes, Hungria destaca que o Nubank continua apresentando indicadores operacionais robustos.

O banco segue registrando crescimento elevado, impulsionado pela expansão da carteira de crédito, além de manter um retorno sobre patrimônio (ROE) na faixa de 30%. Segundo o analista, a inadimplência permanece sob controle e compatível com a estratégia de crescimento adotada pela companhia.

Por isso, a mudança na diretoria financeira não altera a tese de investimento da Empiricus para a empresa.

“O mercado está reagindo a fatores de curto prazo, mas os fundamentos continuam sólidos”, resume a visão da casa de análise.

Dessa forma, o Nubank permanece entre as recomendações da Empiricus.

Quer conhecer outras recomendações além do Nubank?

Agora você já sabe por que a Empiricus continua enxergando valor nas ações do Nubank mesmo diante das recentes preocupações do mercado.

Mas essa não é a única oportunidade acompanhada pelos analistas da casa.

A Empiricus está liberando 30 dias de acesso gratuito ao Empiricus+, plataforma que reúne recomendações de investimentos, relatórios exclusivos, análises de mercado e carteiras elaboradas por especialistas.

Com o Empiricus+, você pode acompanhar diariamente as teses de investimento dos analistas, entender os movimentos que impactam empresas como o Nubank e acessar estratégias voltadas para diferentes perfis de investidores.

Entre os benefícios da plataforma estão:

  • Relatórios e análises atualizados diariamente;
  • Carteiras recomendadas para diferentes objetivos de investimento;
  • Conteúdos exclusivos sobre ações, fundos, renda fixa e outros ativos;
  • Ferramentas que ajudam investidores a tomar decisões mais informadas.

Se você quer acompanhar de perto as oportunidades identificadas pelos analistas da Empiricus, este pode ser um bom momento para conhecer a plataforma sem custo durante o período de teste.

QUERO FAZER O TESTE GRATUITO DE 30 DIAS NO EMPIRICUS+

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Novas vagas: saiba como se tornar sócio do M3 Club, ‘experiência definitiva’ do Market Makers para investidores

9 de Junho de 2026, 14:54

Se você deseja dar um passo além em sua jornada no mercado financeiro, seja como investidor ou na carreira profissional, está convidado a conhecer o M3 Club, comunidade exclusiva liderada pelo Market Makers. O clube, que aceita apenas uma quantidade restrita de membros, reabrirá vagas em caráter excepcional a partir do dia 22 de junho.

O Market Makers é um hub que oferece soluções financeiras, como cursos, pesquisas de mercado e produção de conteúdo: os podcasts da casa, por exemplo, alcançam cerca de 7 milhões de pessoas mensalmente. Muitos conhecem o Market Makers por meio dos conteúdos nas plataformas digitais, mas o M3 Club eleva essa experiência para além da internet.

Conheça vantagens exclusivas de quem é sócio do M3 Club

O coração da proposta do M3 Club está no networking – uma das principais forças motrizes do sucesso de qualquer pessoa no mercado financeiro.

Muitas vezes, um bom networking e acesso prioritário a certas ideias pode parecer se restringir a um círculo restrito de bankers e investidores na Faria Lima. O M3 Club vem para abrir esse acesso a outros investidores que, onde quer que estejam, desejam fazer parte desse grupo que “chega primeiro e bebe água limpa”.

Por meio de conteúdos e eventos exclusivos, os sócios do clube podem trocar experiências com grandes gestores e C-levels do mercado, discutindo negócios e recebendo ideias de investimento em primeira mão com quem entende do assunto.

“O M3 Club é a experiência definitiva e personalizada do Market Makers. Em vez de simplesmente assistir a um episódio e comentar, você pode interagir pessoalmente, mandar um WhatsApp e até mesmo almoçar ou fazer uma viagem com as mentes mais brilhantes do mercado financeiro”, afirma Murilo Ribeiro, diretor do M3 Club.

ENTRE NA LISTA DE ESPERA DO M3 CLUB

Ou seja, entenda o que o M3 Club traz para você:

  • Análises exclusivas de mercado e ativos;
  • Acesso a viagens internacionais de aprofundamento e negócios;
  • Contato direto com mais de 30 gestores do mercado financeiro;
  • Eventos presenciais, online e sob demanda;
  • Networking com outros investidores pessoa física de alto nível;
  • Recomendações exclusivas de investimento.
Membros do M3 Club em evento presencial (Imagens: Market Makers)

Quem são os nomes por trás do M3 Club?

Além de Murilo Ribeiro, diretor do M3 Club, os novos sócios também serão recebidos por Thiago Salomão e Matheus Soares, fundadores do Market Makers.

Thiago Salomão é analista de investimentos CNPI-P, tem MBA em Mercados Financeiros na Fipecafi e na UBS/B3. Antes de fundar o Market Makers, foi editor-chefe do InfoMoney, analista de ações na Rico Investimentos, e co-fundou o podcast Stock Pickers.

Matheus Soares é o analista responsável pela Carteira Market Makers de Ações. Antes de fundar o Market Makers, já tinha experiência com análise fundamentalista e cobertura de small caps. Também é certificado no curso de Value Investing da Columbia Business School.

Aqui, vale lembrar que as novas vagas para o M3 Club reabrem no dia 22 de junho, mas são limitadas. O clube, que já possui um número restrito de membros, distribuirá as vagas remanescentes somente a partir de uma lista de espera prévia, direcionada a quem estiver realmente comprometido a conhecer a proposta de perto.

Inscreva-se na lista prioritária para entrar no M3 Club; vagas serão disponibilizadas em 22 de junho

Caso você esteja interessado em participar do clube, precisa se registrar na lista de espera que mencionamos anteriormente.

Após registrar seu interesse, você receberá um convite para um evento online e gratuito no dia 22 de junho, a partir das 19h, no qual o M3 Club será apresentado oficialmente – e as vagas disponíveis serão liberadas.

Para acessar a lista de espera, basta clicar no botão abaixo e seguir as instruções na tela. O registro inicial na lista, e a participação no evento, são gratuitos.

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A oportunidade não está no bitcoin (BTC): conheça as 5 moedas que podem gerar retornos de até R$ 1 milhão

9 de Junho de 2026, 11:00

Após alcançar cerca de US$ 126 mil em seu pico histórico, em julho de 2025, em 2026,o bitcoin (BTC) já apresenta uma queda de 50% e atualmente é negociado na faixa dos US$ 62 mil, bem abaixo dos níveis registrados durante o auge da euforia do mercado.

Diante desse cenário, muita gente passou a se perguntar se ainda existe espaço para grandes ganhos no mercado de criptomoedas. Para Jader Nogueira, trader profissional especializado em ativos digitais, a resposta é sim. Mas a oportunidade pode não estar no bitcoin.

Segundo ele, os maiores retornos do mercado normalmente não surgem das criptomoedas mais conhecidas. Eles costumam aparecer em projetos menores, que ainda passam despercebidos pela maioria dos investidores.

É justamente entre esses ativos que ele afirma ter encontrado cinco moedas capazes de entregar uma possível multiplicação de até 500x, por meio de uma aposta é ousada: investir R$ 500 em cada uma dessas moedas — R$ 2.500 no total — buscando um retorno de até R$ 1 milhão ao longo dos próximos 12 meses.

VEJA COMO ACESSAR A LISTA DE 5 MOEDAS PARA BUSCAR ATÉ R$ 1 MILHÃO

Especialista em caçar oportunidades no mercado cripto, Jader já encontrou as próximas grandes potenciais vencedoras

Antes de se tornar um dos nomes conhecidos do mercado cripto brasileiro, Jader Nogueira trabalhou como recepcionista de hotel, barbeiro e foi até lutador de MMA.

Sua mudança de vida começou quando passou a estudar os ativos digitais e percebeu que as maiores multiplicações de patrimônio aconteciam em moedas ainda desconhecidas do grande público.

Ao longo dos anos, ele se especializou em identificar esses projetos antes da maioria dos investidores e os resultados começaram a chamar atenção. Em sua trajetória, Jader já registrou ganhos de:

  • US$ 750 mil em apenas 24 horas;
  • R$ 2,2 milhões em 48 horas;
  • R$ 4 milhões em 30 dias; e
  • R$ 5,5 milhões em 90 dias de operações.

Além disso, afirma ter capturado valorizações de 32.000%, 60.000% e até 130.000% em diferentes ativos ao longo dos últimos ciclos do mercado. Um dos casos mais conhecidos foi o investimento na criptomoeda LUNA, que chegou a multiplicar seu capital em até 1.300 vezes.

É claro que retornos passados não garantem ganhos futuros. Contudo, o trader aponta que essas cinco criptomoedas apresentam características semelhantes às que ele encontrou em grandes vencedoras do passado.

São projetos que ainda operam longe dos holofotes, mas que, na visão dele, podem se beneficiar de uma nova fase de expansão do mercado e entregar retornos muito acima da média.

Segundo Nogueira, o potencial desses ativos é tão grande que, com um investimento inicial de R$ 500 em cada uma dessas moedas, isto é, R$ 2.500 no total, é possível buscar até R$ 1 milhão nos próximos 12 meses.

Para apresentar sua tese ao público, Jader Nogueira realizará um evento online e gratuito no próximo dia 15 de junho.

Inscreva-se no evento gratuito que vai revelar como acessar as 5 moedas para buscar até R$ 1 milhão

Na próxima segunda-feira (15), Jader Nogueira vai realizar uma transmissão para revelar como ter acesso às cinco criptomoedas selecionadas, explicar os critérios utilizados para escolhê-las e mostrar por que acredita que esses ativos podem ter potencial de multiplicação de até 500 vezes.

Além disso, os participantes conhecerão uma ferramenta de copy trade que permite replicar automaticamente as operações realizadas pelo especialista. Na prática, isso significa que o investidor não precisa acompanhar o mercado durante horas todos os dias para executar a estratégia.

Segundo Jader, a ferramenta foi desenvolvida justamente para simplificar o acesso a oportunidades que normalmente exigiriam experiência, tempo e monitoramento constante.

A participação no evento é gratuita, mas exige inscrição prévia. Então, se você quer conhecer a lista completa das cinco criptomoedas e entender como funciona a estratégia precisa garantir sua vaga. Para isso, basta clicar no botão abaixo e realizar a sua pré-inscrição.

LISTA DE INTERESSADOS: VEJA COMO TER ACESSO ÀS 5 MOEDAS PARA BUSCAR ATÉ R$ 1 MILHÃO

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VISC11 entra na carteira de FIIs recomendada pela Empiricus; veja o que mudou

8 de Junho de 2026, 16:18

O Vinci Shopping Centers (VISC11) passou a integrar a carteira recomendada de fundos imobiliários da Empiricus em junho. O portfólio reúne sete ativos e recebeu ajustes também nas posições de fundos do segmento logístico.

Para dar lugar ao VISC11, a equipe liderada por Caio Araújo recomendou a venda integral da posição em Pátria Malls (PMLL11).

Segundo o analista, a mudança busca aproveitar oportunidades identificadas no segmento de shopping centers e aumentar a diversificação do portfólio diante do atual cenário de mercado.

O que o analista levou em conta ao montar a carteira de junho?

Araújo explica que o recuo de –1,33% do Ifix em maio veio em decorrência da piora do ambiente doméstico, que foi marcada pela saída de recursos estrangeiros e pelo aumento da volatilidade eleitoral.

Nesse sentido, ele vê o principal foco de atenção no segmento de crédito high yield, diante do aumento dos eventos de créditos em operações mais sensíveis ao ambiente de Selic alta.

Por isso, o analista optou por manter a carteira com fundos imobiliários com “maior qualidade de crédito, gestores experientes e portfólios resilientes”. Além disso, a equipe de Araújo aproveitou a queda da indústria para realizar ajustes táticos na carteira recomendada.

Até o fechamento de maio, a estratégia tem mostrado desempenho positivo. A carteira acumula retorno de 8,6% em 2026, acima dos 2,7% registrados pelo índice de referência (Ifix) no mesmo período. O resultado reflete as escolhas de alocação realizadas pela equipe de análise da Empiricus e o posicionamento adotado para o atual cenário de mercado.

Veja como investir na carteira de FIIs da Empiricus abaixo.

Grátis: conheça a carteira recomendada de fundos imobiliários da Empiricus

A carteira recomendada de FIIs da Empiricus é atualizada mensalmente por uma equipe especializada de analistas, que acompanha o mercado em busca de oportunidades para compor o portfólio.

Ao acessar o relatório, o investidor tem acesso:

  • Aos fundos selecionados;
  • À distribuição de peso de cada ativo;
  • E a análises detalhadas com gráficos e indicadores de desempenho.

Além disso, ao seguir o passo a passo indicado no relatório, os investidores também têm a opção de investir de forma automatizada. Dessa forma, o portfólio permanece alinhado às recomendações dos analistas, sem a necessidade de realizar rebalanceamentos ou negociações manualmente.

Além de gratuita, a carteira reúne praticidade e acompanhamento profissional em uma única solução. Clique no link abaixo e, caso não tenha, realize o seu cadastro para acessar o relatório completo e conhecer os fundos imobiliários selecionados pela equipe da Empiricus:

GRÁTIS: QUERO CONHECER A CARTEIRA FIIS DE JUNHO DA EMPIRICUS

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IA que vai buscar lucros de até R$ 1.960 semanais tem acesso liberado hoje (8); veja como reservar já o seu

8 de Junho de 2026, 08:01

A Empiricus Research vai liberar acessos para os interessados em conhecer o Delta IA a partir das 19h desta segunda-feira (8). Os investidores que registrarem seu interesse com antecedência no software poderão receber os acessos em breve. 

Para quem ainda não conhece, esta automação busca lucros no mercado de criptomoedas de forma 100% automatizada. Se você chegou neste texto antes do lançamento da ferramenta, aproveite a chance de deixar seu nome na lista prévia e já ficar por dentro dos próximos passos:

INSCREVA-SE PARA CONHECAR O DELTA IA

Saiba mais sobre as operações do Delta IA que podem chegar até R$ 1.960 por semana

O Delta IA foi lançado este ano como a primeira inteligência artificial automatizada do Brasil voltada para operações de long & short em criptomoedas.

Na prática, isso significa que a tecnologia atua em compra e venda de ativos digitais, buscando oportunidades de retorno em diferentes cenários do mercado. A proposta da ferramenta é permitir que o investidor possa buscar ganhos explorando justamente a diferença entre essas posições.

De acordo com resultados de backtests da estratégia:

  • Em períodos de queda do mercado, a projeção foi de lucros de até R$ 1.960 por semana;
  • Já em cenários de alta, a projeção alcançou retornos potenciais de até R$ 1.420 por sexta-feira.

Os resultados têm como base testes realizados nos últimos seis anos, com os desempenhos em destaque relativos a junho de 2020 (+50,6%) e outubro de 2021 (+35,3%), respectivamente.

Conforme explica Valter Rebelo, “o diferencial desta ferramenta está na execução automatizada das operações”. Ele é especialista em ativos digitais da Empiricus Research e responsável pelo desenvolvimento da estratégia do Delta IA.

“Enquanto outras inteligências artificiais apenas fornecem análises ou sugestões, o Delta IA opera o mercado de forma ativa. O investidor pode simplesmente acompanhar e copiar as operações realizadas pela estratégia”, afirma Rebelo.

O analista relembra que o mercado de criptomoedas tem riscos, por isso, os investidores devem alocar com parcimônia. “Sem arriscar todo o seu patrimônio, acredito que você ainda se expõe a esse potencial”.

Por isso, é sempre bom lembrar que rentabilidade passada não representa garantia de ganhos futuros e todo investimento envolve riscos e pode gerar perdas.

Para apresentar o funcionamento da tecnologia, esclarecer dúvidas e detalhar a metodologia utilizada, Rebelo e a equipe de especialistas em criptomoedas da Empiricus irão promover um evento online gratuito nesta segunda-feira (8).

VEJA COMO PARTICIPAR DO LANÇAMENTO DO DELTA IA

Outro ponto que chama atenção na estratégia é a dinâmica semanal das operações –especialmente às sextas-feiras.

É nesse dia que o robô realiza o rebalanceamento automatizado da carteira, selecionando:

  • 10 ativos com maior potencial de valorização para operações compradas;
  • 10 ativos com mais chance de queda para operações vendidas.

Com etapas simples, a ferramenta desenvolvida por experts no mercado permite que até mesmo usuários com pouca experiência possam ir em busca da conquista de uma renda extra. A boa notícia é que a oportunidade para conhecer o Delta IA de perto está próxima. Veja como, a seguir.

Está chegando a hora: garanta sua vaga na lista de pré-interessados no relançamento do Delta IA

Como falamos anteriormente, se você estiver lendo este texto antes da noite de segunda-feira (8), ainda pode registrar seu nome na lista de pré-reserva para acessar o Delta IA.

Para isso, é só clicar no botão ao final da matéria. Após a inscrição, você receberá mais detalhes sobre a ferramenta e como acessá-la.

O registro inicial é gratuito:

PARTICIPE DO EVENTO E CONHEÇA O DELTA IA

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Kinea Infra (KDIF11) e mais: veja ativos para investir com foco em renda extra em junho

6 de Junho de 2026, 12:00

Maio foi um mês complicado para os investidores. O mercado sofreu com a escalada da tensão geopolítica, as oscilações nas expectativas para os juros globais e as variações no mercado de commodities e câmbio.

Para o analista Matheus Spiess, da Empiricus Research, para quem quer investir em renda extra, o cenário reforça a necessidade da previsibilidade dos fluxos de caixa, a diversificação entre diferentes fontes de retorno e o dimensionamento adequado das posições na hora de escolher os ativos.

“Em um mundo de juros mais elevados por mais tempo, ativos como crédito privado, debêntures incentivadas, fundos imobiliários e empresas com forte geração de caixa continuam oferecendo oportunidades relevantes de geração de renda”, afirma Spiess.

Por que o Kinea Infra é uma das recomendações do analista

Entre as recomendações do analista está o Kinea Infra (KDIF11), um fundo listado especializado em debêntures incentivadas de infraestrutura. O fundo possui cerca de R$ 2,9 bilhões de patrimônio líquido e conta com 69 ativos na carteira.

Spiess destaca que, ao longo dos anos, a Kinea “construiu uma reputação sólida na seleção de ativos de infraestrutura, combinando rigor na análise de risco com profundo conhecimento nos setores em que atua”.

Apesar do mercado de debêntures incentivadas ter passado por um período de forte compressão de spreads recentemente, impulsionado por uma demanda excepcional pela classe de ativos, o analista aponta que a estratégia do KDIF11 foi bem-sucedida.

“Como o fundo ingressou no período de abertura de spreads com uma posição de caixa mais elevada, conseguiu reduzir a sensibilidade da carteira às oscilações do mercado e preservar a flexibilidade para realizar novas alocações em condições potencialmente mais favoráveis”, explica.

O fundo concentra ativos de infraestrutura com contratos de longo prazo, receitas corrigidas pela inflação e elevada previsibilidade de fluxo de caixa, além de oferecer um retorno estimado de IPCA +8,04 ao ano, já líquido de taxas.

Spiess ainda afirma que, caso o cenário da recente abertura de spreads se confirme, “o fundo poderá captar retornos mais elevados nas próximas alocações, reforçando o potencial de geração de renda”.

Mas essa não é a única recomendação do analista para quem quer investir em uma fonte mensal de renda passiva.

Kinea Infra e quem mais? Veja outros fundos e ações para a carteira de renda extra

O Kinea Infra (KDIF11) é um dos ativos escolhidos por Spiess para a carteira recomendada de Renda Extra de junho.

Se você quer conhecer as outras recomendações, a boa notícia é que o portfólio está liberado gratuitamente, na íntegra.

Acessando a área do assinante da Empiricus, você pode conhecer os ativos e investir de forma automatizada com poucos cliques.

Ou seja, você pode investir no portfólio completo e acompanhar a execução das ordens. Além disso, a plataforma faz o rebalanceamento de forma automática sempre que há mudanças na carteira.

Para conhecer a carteira de Renda Extra, basta clicar neste link ou no botão abaixo:

QUERO CONHECER A CARTEIRA DE RENDA EXTRA DA EMPIRICUS

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HSML11 e mais 15 fundos imobiliários para investir em junho, segundo o BTG Pactual

6 de Junho de 2026, 10:00

Junho começou e, com o novo mês, o BTG Pactual já atualizou a sua carteira recomendada de fundos imobiliários (FIIs).

A atualização da tese de investimentos feita pelo banco acontece em um ambiente ainda desafiador para os investidores, marcado por incertezas macroeconômicas e mudanças nas expectativas para juros.

A combinação de fatores eleva a cautela e influencia o comportamento do mercado, especialmente entre os investidores mais sensíveis ao risco.

As tensões entre Irã e EUA contribuíram para a alta de commodities importantes, aumentando as preocupações com a inflação e seus desdobramentos sobre a política monetária.

Além disso, no Brasil, o cenário político intensificou a percepção de risco, tornando o ambiente menos favorável para ativos ligados ao crescimento.

Dessa forma, a expectativa é de que os juros continuem elevados por um período mais longo, o que tende a reduzir o interesse por ativos de risco, como os fundos imobiliários.

No entanto, investidores mais atentos ao mercado e com estratégias de alocação fundamentadas, tendem a aproveitar melhor cenários mais desafiadores como este. Inclusive no setor de FIIs.

Em maio, a carteira recomendada de FIIs do BTG Pactual apresentou um dividend yield anualizado de 11,5%, equivalente a 89,2% do CDI.

Qual é a estratégia do BTG para junho?

Neste mês, os analistas do BTG decidiram reduzir a exposição no RBR Crédito Imobiliário Estruturado FII (RBRY11), revelando uma estratégia mais cautelosa, diante de um cenário mais instável para os FIIs.

O FII ainda continua na carteira, contudo, diante da recente alta do preço das cotas do fundo na bolsa, o BTG aproveitou o momento para reduzir a posição de RBRY11 no portfólio.

Dessa forma, o banco garantiu parte dos lucros acumulados, além de abrir espaço para ativos que, hoje, na visão da casa, oferecem uma relação risco-retorno mais interessante, como o HSML11.

Assim, os analistas do banco decidiram aumentar a exposição no fundo de tijolo que combina três pontos positivos: geração de renda, portfólio de qualidade e desconto relevante em relação ao valor patrimonial.

Hoje, o HMSL11apresenta um dividend yield de 10% e está sendo negociado com cerca de 15% de desconto em relação ao valor seu valor patrimonial.

Segundo os analistas, o fundo possui reservas que podem contribuir para maior estabilidade na distribuição de rendimentos no curto prazo, o que fortalece a geração de renda pelo HMSL11.

Além de HMSL11 e RBRY11, o BTG Pactual indica mais 14 fundos imobiliários para investir em junho.

Conheça a carteira recomendada de FIIs do BTG Pactual para junho

O que você viu aqui é apenas um “pedacinho” da carteira recomendada de fundos imobiliários do BTG Pactual.

Agora, você pode acessar a seleção completa do banco e conferir todos os detalhes. Se você está construindo ou revisitando sua carteira de FIIs em junho, vale a pena acessar o material completo.

E boa notícia é que essa seleção pode ser acessada gratuitamente, com a possibilidade de investir no portfólio de forma automatizada, sem a necessidade de replicar manualmente cada ajuste mensal.

Essa é uma oportunidade de conhecer análises de qualidade e com a chancela de um grande banco de investimentos.

Para conferir a carteira completa, basta clicar aqui e fazer um cadastro simples e gratuito no BTG Content, a plataforma de conteúdos exclusivos do banco.

Além de baixar a carteira de FIIs, você também pode aplicar na estratégia completa de forma automatizada com apenas alguns cliques.

E tem mais: no BTG Content, você ainda encontra outras carteiras recomendadas, como dividendos, small caps, ações e BDRs.

Clique no botão abaixo para acessar a carteira completa de FIIs do BTG para junho:

GRATUITO: CONFIRA OS 16 FIIS RECOMENDADOS PARA INVESTIR EM JUNHO, SEGUNDO O BTG PACTUAL

DISCLAIMER

“Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).”

Na contramão do mercado? Carteira de criptomoedas da Empiricus superou o Bitcoin (BTC) desde abril; saiba como e por quê

5 de Junho de 2026, 08:00

Após o rali de 2025, o mercado de criptomoedas desceu do topo até se manter em tendência de lateralização durante boa parte desse primeiro semestre de 2026.

Dentre os principais motivos, destacam-se a aversão ao risco desencadeada pela guerra no Oriente Médio, o ritmo mais lento dos avanços regulatórios do mercado cripto nos EUA, além da realização de lucros em massa após as altas históricas.

O Bitcoin (BTC), que chegou a atingir US$ 126 mil – sua máxima histórica – no dia 6 de outubro, era negociado em cerca de US$ 65 mil até o fechamento deste texto, na tarde de quarta-feira (3).

A visão do mercado, atualmente, está muito longe dos níveis vistos cerca de seis meses atrás. “Estamos na ‘bacia das almas’ do bear market”, afirma Valter Rebelo, head de pesquisa com criptoativos da Empiricus Research.

Porém, justamente em meio ao período turbulento, no último dia 15 de abril, nasceu a Crypto Momentum: carteira recomendada da Empiricus cujo objetivo é buscar retornos em qualquer cenário de mercado, por meio de criptoativos selecionados. E, até agora, é o que tem ocorrido na visão acumulada.

Crypto Momentum: entenda como carteira buscou retornos acima do Bitcoin (BTC)

Desde o seu início, em 15 de abril, até o dia 1º de junho, a carteira Empiricus Crypto Momentum acumula um retorno positivo de 4,81%.

A título comparativo, o bitcoin (BTC) fechou o mesmo período em queda de 0,82%. O NCI (Nasdaq CME Crypto Index, índice usado para mensurar o desempenho do mercado cripto) também fechou esse intervalo em queda de 1,21%, refletindo o bear market.

Fonte: Empiricus Crypto

Apesar de retornos passados não serem garantia de retornos futuros, e o mercado cripto não deixar de ter seus riscos, o resultado não deixa de ser notável. E grande pergunta é: qual o segredo por trás do bom desempenho? Responsável pela carteira, Valter Rebelo explica alguns detalhes por trás da estratégia.

1. Acompanhar as tendências de mercado…

“Quais ativos eu compro? Os líderes de cada momento”, afirma. “A carteira é sistemática, não discricionária. Ela seleciona ativos pelo momentum, ou seja, pelo que o mercado já está comprando com força. A cada 30 dias, o modelo reavalia a força relativa: quem perdeu momentum sai; quem ganhou, entra. Um ativo negativo hoje pode voltar no próximo ciclo se a tendência mudar.”

Mas por que comprar o que já está em tendência de alta? “A intuição é a mesma de uma corrida de 10 km: quem correu os primeiros 5 km mais rápido, na média, tende a correr os outros 5 km mais rápido também. Tendências costumam persistir, e isso tem evidência tanto acadêmica quanto empírica”.

2. …E nem sempre as tendências acompanham o Bitcoin

Apesar de o Bitcoin ainda ser considerado uma espécie de “barômetro” do mercado cripto, nem sempre as moedas em tendência estão diretamente correlacionadas a ele. Por isso, a carteira pode buscar boa performance mesmo quando o BTC parece não desempenhar.

“Eu compro o que está em tendência contra o Bitcoin, não o que simplesmente sobe junto”, afirma Rebelo.

3. Respeitar níveis de risco por ativo

Uma questão é, também, saber exatamente quanto alocar em cada ativo em especial: “A carteira aloca respeitando um teto de volatilidade semelhante ao do Bitcoin, de modo que nenhum ativo isolado contribua com risco de maneira desproporcional”, afirma.

“O tamanho da exposição é tático: quando o Bitcoin está em tendência de alta, a carteira amplia a volatilidade para capturar mais retorno. Quando o ambiente não favorece, ela tira risco da mesa: vai 80% para dólar, e mantém apenas uma pequena posição em BTC.”

O que esperar do desempenho da carteira no futuro próximo?

Aqui, vale destacar que o contexto global segue rodeado de incertezas, especialmente em torno do “efeito dominó” que se iniciou com a guerra no Oriente Médio e agora pressiona índices de inflação e perspectivas de juros ao redor do mundo – o que também afeta o fluxo do mercado cripto.

“Crescimento, inflação e liquidez são as três variáveis das quais nunca tiramos os olhos, especialmente porque cripto é a classe de ativos de risco mais sensível à liquidez”, afirma. Porém, o especialista indica que a carteira segue preparada para lidar com qualquer cenário:

“A beleza de uma carteira sistemática é que eu não preciso ter uma visão forte sobre isso para ela funcionar. Se o mercado lateralizar, a carteira busca os ativos com maior momentum ou permanece em caixa dolarizado. Se o mercado cair de forma consistente, ela vai para caixa. Se romper para cima, amplia a exposição. O fio condutor é simples: em qualquer um desses cenários, a carteira não precisa que eu acerte o gatilho. Meu trabalho é manter o método funcionando e ser transparente sobre os riscos.”

Relatório completo da carteira Empiricus Crypto Momentum está disponível; saiba como acessá-lo

Se você deseja conhecer a carteira Empiricus Crypto Momentum na íntegra, ela está disponível por meio do BTG Content – plataforma online de conteúdos do BTG Pactual.

Acessando a plataforma do banco, você pode conferir o relatório completo da carteira, e conhecer de perto a tese por trás de todos os ativos que a compõem no momento.

Caso não tenha cadastro na plataforma, o banco dá a oportunidade de testar o BTG Content e usufruir de todos os relatórios e recomendações oferecidos por 30 dias gratuitos.

O acesso é bem simples: basta fazer um cadastro rápido, com poucos cliques, pelo link disponibilizado no botão abaixo.

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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Petróleo em alta, tarifas no radar e juros elevados: especialista aponta oportunidade em meio ao cenário conturbado

4 de Junho de 2026, 09:31

Os mercados globais iniciaram junho sob a influência de velhas preocupações e de novos fatores de risco que voltaram a ganhar destaque nos últimos dias. Em um ambiente marcado por incertezas, que vão da escalada das tensões no Oriente Médio às ameaças tarifárias, investidores buscam estratégias para proteger seus portfólios e identificar oportunidades em meio à volatilidade.

Este foi um dos assuntos abordado no Morning Call, do BTG Pactual, com participação do estrategista da Empiricus Research, Matheus Spiess, e do responsável pelo segmento de fundos indexados passivos e ETFs e sócio do BTG Pactual, Eduardo Miquelotti.

O que está na mira dos mercados em junho?

No campo geopolítico, o conflito no Oriente Médio ganhou desdobramentos com a nova rodada de ataques entre EUA e Irã, que elevou o preço do barril de petróleo do tipo brent ao patamar de US$ 98.

As preocupações tarifárias também voltaram à cena na última terça-feira (2), com a recente ofensiva norte-americana contra cerca de 60 parceiros comerciais.

A medida do governo Donald Trump prevê uma alíquota mínima de 10% para produtos originários de economias como Canadá, México, União Europeia, Reino Unido e Taiwan, enquanto países como China, Índia, Japão, Coreia do Sul, Suíça e Brasil poderão ser submetidos a tarifas de 12,5%.

No caso brasileiro, o tema é ainda mais relevante por surgir logo após a recomendação de tarifas de 25% sobre diversos produtos brasileiros no âmbito de outra investigação conduzida pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), relacionada à Seção 301, na segunda-feira (1).

Em um ambiente de pressão inflacionária e incertezas, Spiess vê o Banco Central brasileiro “forçado a pausar o ciclo de corte de juros”. O BTG Pactual, inclusive, revisou as projeções para a Selic terminal para 14,5%, o que representaria um corte de 50 pontos-base na próxima reunião, seguido de uma pausa.

“Existem muitas pressões que impedem aquela projeção de orçamento de corte de juros que existia no começo do ano. Não significa que não possamos retomar essa pauta em um segundo momento, mas, no curto prazo, na falta de uma âncora fiscal, precisamos de uma âncora monetária que segure as pontas”, disse Spiess.

Em um cenário como este, é natural que os ativos de risco sofram. No Brasil, o Ibovespa, que chegou a atingir os 198 mil pontos em abril, devolveu parte dos ganhos de 2026 e tenta sustentar os 170 mil pontos.

Por outro lado, o setor de tecnologia dos EUA, principalmente voltado à inteligência artificial continua a mostrar resiliência, destaca o analista Matheus Spiess.

Não por acaso, os principais índices norte-americanos, como Nasdaq e S&P 500, têm renovado as máximas históricas com frequência em meio ao ambiente conturbado.

Especialista aponta oportunidade em meio à nova onda de turbulência global?

Eduardo Miquelotti, do BTG Pactual, destaca que em um cenário como este, os ETFs podem ser uma boa maneira de se expor à diferentes teses sem sair da Bolsa brasileira.

No caso do investimento em empresas voltadas à inteligência artificial, Miquelotti cita o GENB11, um produto desenvolvido pelo BTG Pactual composto por BDRs das companhias americanas do setor de tecnologia.

“Estamos falando de [empresas de] semicondutores, como Nvidia, de pagamentos, como Mastercard e Visa, da parte de defesa e também empresas techs conhecidas, como Alphabet, Amazon, Google, Netflix, Apple e mais”, destacou.

Dessa maneira, continua o sócio do BTG Pactual, o investidor brasileiro consegue “investir em dezenas de companhias americanas, mantendo a exposição cambial e tendo uma parcela do investimento nesse perfil de ativos”.

Um outro ETF citado por Miquelotti é o CMDB11, que, até o fechamento de maio, registrou alta de 17% em 2026 – mais que o dobro do Ibovespa no período. Trata-se de um produto que investe em companhias brasileiras vinculadas ao ecossistema de commodities, como Petrobras (PETR4), Vale (VALE3), Gerdau (GGBR4) e mais.

Em um ambiente de pressão inflacionária e preço do petróleo brent mais alto, o investidor consegue se beneficiar desse movimento investindo de forma super acessível”, afirmou Miquelotti.

Entre os benefícios dos ETFs para os investidores, Miquelotti destaca o que chamou de “cinco pilares dos ETFs”:

  • Vantagem tributária;
  • Alta liquidez;
  • Eficiência de custos;
  • Transparência; e
  • Flexibilidade.

“Os investidores brasileiros cada vez mais começaram a entender a funcionalidade dos ETFs, que basicamente são uma ferramenta para dar acesso à construção de um portfólio para qualquer perfil de ativo que ele queira acessar”, aponta.

Para assistir ao Morning Call completo, com todas as análises de Matheus Spiess e Eduardo Miquelotti, basta clicar no player abaixo:

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EUA vs. Pix? Entenda o que está por trás da polêmica e como isso pode mexer com seus investimentos

3 de Junho de 2026, 16:00

A discussão em torno do Pix voltou a ganhar relevância esta semana, após o sistema de pagamentos instantâneos ser citado em uma investigação comercial dos Estados Unidos.

Na visão do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), em pesquisa a pedido do presidente Donald Trump, o Pix pode representar uma vantagem “injusta” com capacidade de restringir o comércio americano.

O debate aparenta se concentrar na infraestrutura da transferência. Sem intermediários e sem muitas etapas, um pagamento por Pix é feito de forma instantânea, pelo celular, 24 horas por dia e sem cobrança de taxas.

Segundo dados do Banco Central, mais de 170 milhões de pessoas físicas (cerca de 80% da população brasileira) usufruem da plataforma.

Desde o lançamento no final de 2020 até o final de 2025, estima-se que o Pix já movimentou R$ 85 trilhões em transações, mais de 7 vezes o PIB do Brasil em 2024, aponta a fintech Ebanx.

Pix pode ser o primeiro capítulo de uma disrupção financeira, segundo analista

Na visão do analista de macroeconomia da Empiricus Research, Matheus Spiess, “o sistema brasileiro demonstrou que pagamentos instantâneos podem substituir parte da intermediação tradicional do sistema bancário”.

O mercado global de pagamentos movimenta trilhões de dólares por ano e historicamente foi dominado por redes privadas que atuam como intermediárias das transações financeiras.

O que mobiliza o mercado agora é a perspectiva de que o Pix pode ser o passo inicial para uma transformação mais ampla da infraestrutura financeira.

“Muitos enxergam nessa evolução uma prévia do papel que as stablecoins poderão desempenhar em escala global. Em 2025, essas moedas digitais movimentaram cerca de US$ 33 trilhões em transações, superando o volume processado em conjunto por Visa e Mastercard (US$ 25 trilhões)”, compara o analista.

A tendência, segundo Spiess, aponta para um sistema financeiro cada vez mais rápido, eficiente, global e programável, em que o Pix pode ser apenas um dos primeiros capítulos.

Em cenários de transformação acelerada como esse, acompanhar os movimentos do mercado e entender seus possíveis desdobramentos torna-se um diferencial para quem busca tomar decisões de investimento mais bem fundamentadas.

É justamente com esse objetivo que a Empiricus disponibiliza aos seus assinantes análises e relatórios constantemente atualizados sobre os temas que podem impactar seus investimentos.

A seguir, veja como acessar esse conteúdo com o Empiricus+.

Empiricus+: veja como equipar seu portfólio para todas as ocasiões

Seja em cenários mais otimistas ou mais turbulentos do ponto de vista econômico, a Empiricus Research segue em busca das melhores oportunidades para o investidor brasileiro posicionar o seu portfólio.

Com mais de 11 assinaturas para diferentes perfis, a casa oferece carteiras de ações, dividendos, small caps, renda fixa, fundos e estratégias multimercado, além de acesso direto a especialistas.

O assinante da casa também conta com lives exclusivas e conteúdos educativos para ajudar investidores a posicionar o portfólio e buscar melhores retornos no cenário atual.

Entre os portfólios de destaques, estão:

  • Empiricus Palavra do Estrategista, com retorno acumulado de 459,83% desde 2015;
  • Empiricus Small Caps, com valorização de 514,06% desde 2014;
  • Empiricus Dividendos, com ganho de 465,27% desde o lançamento.

Atualmente, o Empiricus+ oferece planos a partir de R$ 14,90 por mês e disponibiliza 7 dias de teste gratuito para novos assinantes conhecerem a plataforma e suas estratégias.

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Carteira de ETFs: veja o que levar em conta na hora de investir e um portfólio completo com 10 recomendações

3 de Junho de 2026, 14:00

Um dos questionamentos que podem surgir ao montar um portfólio de investimentos é “quais ativos vão subir mais?”. Mas, para investidores que já conhecem o mercado, essa não é a pergunta correta, pois o futuro é imprevisível.

O melhor caminho é a diversificação de risco, destaca a analista Lais Costa, da Empiricus Research. Essa, inclusive, foi uma das estratégias adotadas para a nova carteira de ETFs de Thiago Salomão, CEO e fundador do Market Makers.

Saiba a estratégia com ETFs utilizada na carteira do Salomão

O portfólio de ETFs foi montado por Lais Costa e Salomão com o objetivo de gerar ganho de capital ao longo do tempo.

Para isso, a analista pensou de que forma poderia diversificar o risco para montar uma carteira de longo prazo capaz de oferecer um retorno consistente para a multiplicação do investimento.

“Hoje, os gestores tentam maximizar a consistência entre vários vetores de risco”, explica a analista. Para isso, Costa aplicou o modelo de Hierarchical Risk Parity para entender o comportamento dos ativos e separá-los com base nisso.

O modelo aplicado permite menos erros estatísticos do que outras análises tradicionais, afirma a analista. Isso permite que a diversificação do portfólio seja feita de forma mais segura para os investidores.

No backtest realizado entre 2019 e 2026, a carteira gerou um retorno médio superior a CDI+ 3% ao ano.

Aumento do investimento em ETFs impulsiona o mercado

Salomão lembra que muitos investidores que querem viver de renda ao se aposentarem cometem o erro de investir em ativos geradores de renda logo cedo.

Ele aponta que, caso o leitor não precise de renda imediatamente, o melhor é investir em uma carteira de acumulação de capital para posteriormente, com um bom patrimônio acumulado, migrar para ativos pagadores de proventos.

E qual o melhor caminho para esse investimento? “São os ETFs”, afirma o executivo.

Os ETFs (Exchange Trade Funds, na sigla em inglês) são fundos de investimento negociados na bolsa de valores que replicam a performance de índices de mercado.

Segundo dados da Anbima, os ETFs foram o segundo investimento que mais cresceu, em porcentagem, em 2025. O aumento foi de 47,8% e ficou atrás apenas do Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC).

Mas por quais motivos esse tipo de investimento está chamando tanta atenção?

ETFs na mira do mercado; veja por que

Os ETFs oferecem uma grande variedade de ativos e podem replicar desde índices de renda variável, como o Ibovespa, até os de renda fixa.

Alguns ETFs permitem que os investidores acessem mercados internacionais e setores específicos, como commodities, small caps, crédito privado e criptoativos.

Esse tipo de investimento, geralmente, oferece taxas de administração menores do que fundos tradicionais. Os ETFs são fáceis de negociar e por serem negociados na bolsa de valores, oferecem alta liquidez.

Em resumo, trata-se de um produto financeiro que permite o investimento em diferentes mercados, classes de ativos e teses de uma maneira simples, sem sair da Bolsa brasileira.

Saiba como acessar a carteira de ETFs do Salomão

A carteira elaborada por Lais conta com 10 recomendações, sendo 9 ETFs e um BDR de ETF. Agora que você sabe como o portfólio foi montado, pode conhecer os ativos selecionados através deste link.

Caso tenha interesse, também é possível investir no portfólio de Thiago Salomão com apenas alguns cliques, pois a carteira pode ser “copiada” de forma automatizada no BTG Pactual.

Ao optar por essa modalidade, o portfólio é atualizado de maneira automática sempre que houver uma mudança por parte dos analistas, sem que o investidor precise fazer o rebalanceamento manualmente.

Se você quer investir em ETFs e ficou interessado em conhecer mais detalhes sobre a carteira do Salomão, basta clicar neste link ou no botão abaixo para saber mais informações.

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Corpus Christi: Veja como vão funcionar os bancos e a bolsa de valores nesta quinta-feira (4)

3 de Junho de 2026, 10:23

O dia de Corpus Christi acontece este ano na quinta-feira (4 de junho). Porém, o que muitos esquecem é que a data é considerada um ponto facultativo nacional.

Por isso, cada estado e município podem adotar a data religiosa, desde que haja regulamentação local — o que pode permitir a emenda e prolongar o descanso.

Atualmente, 19 das 27 capitais brasileiras consideram a data como feriado. São elas: Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG), Boa Vista (RR), Brasília (DF), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), Macapá (AP), Manaus (AM), Natal (RN), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Luís (MA), São Paulo (SP), Teresina (PI) e Vitória (ES).

Haverá alterações no funcionamento de alguns serviços, incluindo a Bolsa de Valores e os bancos.

Abaixo, apresentamos um resumo sobre o funcionamento de alguns dos principais serviços, junto com os canais de atendimento da Empiricus:

Bolsa de Valores – B3

Neste próximo dia 4 de junho, não haverá negociação nos mercados de renda variável, incluindo ações, fundos imobiliários, ETFs, BDRs, derivativos e outros ativos.

Para o Tesouro Direto, não haverá negociação e confirmação de investimentos.

As operações da B3 retornarão na sexta-feira (5), em horário regular, das 10h às 17h. Assim, negociações no mercado, registros, contratações ou qualquer atividade serão suspensas no feriado.

Bancos

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) considera a data como feriado, estabelecendo que não haverá atendimento ao público no dia 4.

As compensações bancárias, como TEDs, não serão realizadas durante o feriado, mas o PIX funcionará normalmente 24 horas por dia.

Boletos de cobrança e contas de consumo (água, energia, telefonia, entre outras) com vencimento nesta quinta-feira (4) poderão ser pagos no dia útil seguinte.

Tributos e impostos com data de vencimento nos dias em que não haverá compensação bancária devem ter o pagamento antecipado, para evitar a incidência de juros e multa. Boletos bancários de clientes cadastrados como sacados eletrônicos podem ser pagos via DDA (Débito Direto Autorizado).

O atendimento das agências bancárias deve retomar normalmente na sexta-feira (5) nas cidades e municípios em que não houver outros feriados ou ponto facultativo.

Canais de atendimento da Empiricus Research

Os canais da Empiricus também terão o funcionamento alterado durante o feriado de Corpus Christi.

Não haverá expediente no dia 04 de junho.

Para falar com a Central de Relacionamento da Empiricus, você pode optar entre o contato via WhatsApp ou e-mail, informados a seguir:

  • E-mail: relacionamento@empiricus.com.br
  • WhatsApp: +55 11 94294-9778 (atendimento exclusivo por mensagem de texto)

Caso precise falar com a equipe, estaremos disponíveis na sexta-feira (05 de junho), das 8h às 17h30.

Reforçando: o atendimento acontece de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h30, exceto em feriados.

Enquanto isso, conheça o Empiricus+: “streaming” de carteiras que já valorizaram até 514%

Ao longo dos seus 16 anos, a Empiricus inovou a maneira como investidores, do iniciante ao profissional, acessam conteúdos de investimentos. Através de análises independentes e carteiras recomendadas com relatórios de qualidade e de fácil leitura, nos tornamos a maior casa de análise do Brasil.

Nos últimos anos, os investidores que acompanharam as carteiras da casa tiveram a oportunidade de seguir ideias de investimento que multiplicaram por até 5 vezes o valor aplicado. Veja só alguns exemplos:

  • Empiricus Palavra do Estrategista, com retorno acumulado de 459,83% desde 2015;
  • Empiricus Small Caps, com valorização de 514,06% desde 2014;
  • Empiricus Dividendos, com ganho de 465,27% desde o lançamento.

É claro que retornos passados não garantem lucros futuros. Mas uma das características intrínsecas da casa é o “skin in the game”. Isso significa que os nossos analistas só fazem recomendações que eles mesmos colocariam o próprio dinheiro.

Este ano, pela primeira vez, a Empiricus está lançando um modelo que, com um único acesso, permite aos assinantes explorarem as principais recomendações de investimento dos analistas.

Atualmente a casa conta com mais de 11 assinaturas para diferentes perfis, a casa oferece carteiras de ações, dividendos, small caps, renda fixa, fundos e estratégias multimercado.

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‘Sell in May’: maio é o pior mês do ano do Ibovespa em 3 anos, mas será que é hora de ‘ir embora’?

31 de Maio de 2026, 14:00

O velho ditado de Wall Street, “sell in May and go away” parece ter funcionado para o mercado brasileiro dessa vez. Pressionado por uma inflação mais persistente, ruídos políticos e um cenário externo adverso, o Ibovespa deve encerrar maio com queda próxima de 6%.

A não ser que haja uma grande virada antes do fechamento desta sexta-feira (29), esta será a maior baixa mensal do índice Ibovespa desde 2023, e o mercado já olha para o que pode esperar da bolsa em junho.

Quais fatores puxaram o Ibovespa pra baixo?

Conforme observa Ruy Hungria, analista de ações da Empiricus Research, quem seguiu à risca o “velho mandamento” do mercado financeiro certamente se deu muito melhor do que quem insistiu com ações brasileiras na carteira no mês.

Isso porque o resultado do Ibovespa foi impactado por uma combinação de fatores que, para Hungria, têm servido como “um grande teste para a tese de investimento no país”.

Em menos de um mês, ele lista alguns pontos que impactarem o desempenho:

  • Duas leituras ruins de IPCA e IPCA-15, o principal termômetro da inflação brasileira e sua prévia, divulgados pelo IBGE no início e final de maio;
  • Revisões negativas para inflação e Selic no Boletim Focus;
  • Ruídos políticos relevantes, como pesquisas eleitorais e as discussões sobre o fim da escala 6×1 (com impactos potenciais em custos para diversas empresas listadas);
  • Resultados muito fortes das empresas de tecnologia, majoritariamente internacionais, que voltaram a ganhar atratividade relativa frente a companhias de países emergentes, especialmente em um contexto de guerra;
  • Forte saída do fluxo estrangeiro da bolsa de valores.

Além disso tudo, a pressão e indecisão sobre um possível acordo para o fim do conflito entre Estados Unidos e Irã, que impacta no preço do petróleo e gera inflação em diversos segmentos da economia, também fizeram “peso” na queda do índice.

Diante de todos esses fatores, Hungria acredita que “o retrato não é muito inspirador, e é nesses momentos que precisamos recorrer aos fundamentos e lembrar que ações não são pedaços de papel com valores arbitrários”.

Apesar do impacto do humor do mercado influenciando movimentos diários, o analista acha importante manter o foco nas empresas por trás de cada ticker. “São companhias que oferecem aos seus sócios uma participação nos lucros e – no caso das compounders – em seus ambiciosos projetos de crescimento”, afirma.

Em relatório em sua carteira de ações, o analista mostra como, mesmo em um contexto difícil, a maior parte das empresas recomendadas entregou resultados bastante dignos no 1T26.

Claro que o analista sabe que não é possível esperar um “grande alívio” no mercado enquanto não houver um sinal mais assertivo sobre o fim do conflito no Oriente Médio – que deve devolver o fluxo gringo aos mercados emergentes.

“Nesse meio tempo, seguimos com empresas que continuam fazendo a lição de casa e se posicionando para capturar em cheio uma eventual virada. No fim das contas, vender em maio pode até ter feito sentido neste ano. Mas eu não ficaria longe por muito tempo”, completa.

Para junho, o analista Ruy Hungria explica que as expectativas ainda estão muito concentradas no andamento da guerra.

“Se o conflito se encerrar o mercado vira rápido, o petróleo deve cair, expectativa de inflação volta a cair, com ajustes para baixo na expectativa da taxa Selic e o fluxo de investidores estrangeiros retorna”, lista Hungria.

Diante do horizonte no curto prazo ainda desafiador, o analista ressalta que os fundamentos de muitas empresas permanecem sólidos. É com essa ótica que ele elabora as carteiras recomendadas pela Empiricus Research – e que você pode ver como acessar abaixo.

Como investir diante deste cenário com o Empiricus +

Mesmo em meio às turbulências econômicas e geopolíticas, a Empiricus Research segue em busca das melhores oportunidades para o investidor brasileiro posicionar o seu portfólio.

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O assinante conta também com lives exclusivas e conteúdos educativos para ajudar investidores a posicionar o portfólio e buscar melhores retornos no cenário atual.

Entre os destaques, estão a Empiricus Palavra do Estrategista, com retorno acumulado de 459,83% desde 2015; a Empiricus Small Caps, com valorização de 514,06% desde 2014; e a Empiricus Dividendos, com ganho de 465,27% desde o lançamento.

Atualmente, o Empiricus+ oferece planos a partir de R$ 14,90 por mês e disponibiliza 7 dias de teste gratuito para novos assinantes conhecerem a plataforma e suas estratégias.

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