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Agrishow: Prodesp apresenta solução que agiliza licenciamento ambiental e reduz burocracia nos municípios

27 de Abril de 2026, 14:36

Agrishow: Prodesp apresenta solução que agiliza licenciamento ambiental e reduz burocracia nos municípios

A Prodesp participa da Agrishow 2026, principal feira de tecnologia para o agronegócio da América Latina, entre os dias 27 de abril e 1º de maio, em Ribeirão Preto. A companhia integra o estande da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Governo de São Paulo, com a apresentação de soluções voltadas à modernização da gestão pública.

Entre os destaques está o Licencia.SP, sistema que digitaliza o licenciamento ambiental — etapa essencial para a implantação e regularização de atividades produtivas nos municípios. A solução faz parte do Cidades SP.GOV.BR, iniciativa do Governo do Estado voltada à digitalização dos serviços municipais, que já envolveu mais de 100 cidades paulistas.

Na prática, a ferramenta permite que prefeituras realizem todas as etapas em ambiente online, do protocolo à emissão das licenças, com mais agilidade, organização e previsibilidade. O sistema elimina etapas manuais, reduz retrabalho e diminui o tempo de análise.

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Com base em critérios técnicos padronizados, alinhados ao modelo adotado pela Cetesb, a plataforma orienta a avaliação dos processos e amplia a segurança jurídica das decisões.

Operado em ambiente centralizado, o Licencia.SP integra dados, automatiza fluxos e oferece painéis de acompanhamento para gestores públicos, permitindo maior controle das demandas e decisões baseadas em informações consolidadas.

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Para o presidente da Prodesp, Gileno Barreto, a digitalização do licenciamento impacta diretamente a dinâmica dos municípios e o desenvolvimento econômico. “Quando o processo é digital e organizado, o tempo de resposta diminui, a gestão ganha eficiência e o cidadão consegue acompanhar cada etapa. É um avanço que traz mais clareza e agilidade para todos os envolvidos”, afirma.

Agrishow

A Agrishow reúne centenas de empresas e soluções voltadas à produtividade, inovação e sustentabilidade no campo, consolidando-se como um dos principais eventos do setor no país.

Também reúne soluções para todos os tipos de culturas e tamanhos de propriedades. Além disso, é o palco dos lançamentos das principais tendências e inovações para o agronegócio. No ano passado, a feira reuniu mais de 800 marcas expositoras e mais de 197 mil visitantes qualificados em 523.000 m² de área, apresentando o que há de mais novo em tecnologia agrícola.

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Especialista da USP explica os direitos previstos para pessoas com câncer

25 de Abril de 2026, 12:01

Especialista da USP explica os direitos previstos para pessoas com câncer

O Brasil vem ampliando, desde 2012, a rede de proteção legal às pessoas com câncer, com leis que garantem mais agilidade no diagnóstico e no início do tratamento. Entre os avanços estão a definição do prazo de até 30 dias para a realização de exames e o limite de 60 dias para o começo do tratamento após a confirmação da doença.

O principal marco dessa legislação é o Estatuto da Pessoa com Câncer, sancionado em 2021. A norma estabelece diretrizes para o atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS) e define direitos que devem ser assegurados automaticamente aos pacientes.

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Segundo Eduardo Tomasevicius, professor do Departamento de Direito Civil da Faculdade de Direito da USP, o estatuto organiza uma política pública voltada ao cuidado integral. “É uma lei que estabelece uma política de atendimento a quem está buscando ajuda no SUS. De um lado, temos os direitos da pessoa com câncer e, de outro, os deveres do Estado de proteger e atender a esses pacientes”, explica.

Do diagnóstico ao acompanhamento contínuo

O especialista destaca que o atendimento envolve diferentes etapas, desde o diagnóstico até o acompanhamento contínuo. “O atendimento à pessoa com câncer envolve a realização de exames, o início do tratamento dentro dos prazos legais e também a promoção de ações de prevenção, além de garantir o apoio à família”, afirma.

Um dos pontos mais importantes da legislação, segundo o professor, é que os direitos previstos devem ser cumpridos independentemente de solicitação. “Por se tratar de um estatuto, esses direitos não precisam ser pedidos. Eles devem ser garantidos espontaneamente por todos os profissionais do SUS”, ressalta.

Direitos garantidos mesmo sem solicitação

No entanto, há benefícios que não estão incluídos diretamente no estatuto e exigem solicitação formal. Entre eles estão a prioridade na tramitação de processos judiciais, a isenção de Imposto de Renda, o saque do FGTS e o acesso a benefícios previdenciários.

Caso os direitos não sejam respeitados, o paciente pode recorrer à Justiça. “A pessoa pode buscar um advogado ou a Defensoria Pública. Se o exame não for realizado em 30 dias ou o tratamento não começar em até 60 dias é possível pedir uma medida urgente para garantir esse atendimento”, orienta o professor.

Com esse conjunto de leis, o Brasil busca assegurar mais rapidez, dignidade e proteção às pessoas com câncer, reforçando o direito ao acesso universal à saúde.

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Em constante evolução, Fuvest completa 50 anos à frente do vestibular da USP

25 de Abril de 2026, 10:22

Em constante evolução, Fuvest completa 50 anos à frente do vestibular da USP

A Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest) completou 50 anos de existência no dia 20 de abril. Fundada em 1976, na capital paulista, seu principal objetivo é a realização de exames vestibulares para admissão na Universidade de São Paulo. Para comemorar, a instituição tem elaborado, desde de abril do ano passado, uma programação especial, incluindo um livro sobre a evolução do Ensino Médio até 2026.

Gustavo Monaco, diretor executivo da Fuvest, comenta um pouco da história da fundação. “São 50 anos de sucesso, no sentido de conseguirmos manter o sigilo sobre as questões e o procedimento utilizado no vestibular de uma maneira republicana. Ela é o resultado de uma decisão muito corajosa que a USP tomou há cinco décadas de instituir uma fundação para cuidar do vestibular, visto que antes cada unidade tinha o seu próprio e isso, muitas vezes, estava sujeito às particularidades e interferências externas de cada uma.”

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Já em 1977 foi realizada a primeira aplicação do vestibular, coordenada pelo professor José Goldemberg, após a Fuvest surgir como a fusão dos três grandes exames daquela época, o Mapofei, das áreas de exatas, o Cescea, das ciências humanas, e o Cescem, que era usado para ciências da saúde.

“Após uma conversa com o professor Goldemberg, que tive em conjunto com o vice-diretor do vestibular, Tiago Paixão, percebemos que muitas das coisas que praticamos hoje foram decisões que ele e os conselheiros daquela época tomaram. Então isso mostra como a Fuvest evolui, mas também mantém muitas das tradições, não porque são tradições, mas porque elas funcionam para manter esse programa bastante rígido e relevante para o país e para o estado de São Paulo.”

Formulação do exame

“A estruturação da prova é algo muito artesanal, ou seja, os avaliadores têm uma preocupação de elaborar questões contextualizadas que façam sentido também para o corpo de candidatos, assuntos que eles compreendam e consigam aplicar, mas, sobretudo, que consigam pensar bastante. Enquanto as bancas das disciplinas pensam do ponto de vista técnico, os funcionários da Fuvest vão se atentar à parte formal, quer dizer, isto está com cara de uma questão teste ou aquilo está com cara de uma questão dissertativa. Há um olhar e uma análise crítica muito fundamental por parte da banca para a seleção de cada questão e também uma preocupação de garantir a excelência”, pontua Monaco.

Listas literárias e a redação

Outro ponto de destaque do vestibular é a lista literária de leituras obrigatórias, uma seleção de obras em língua portuguesa exigidas para a elaboração do vestibular, fundamentais para questões de literatura e redação. Anteriormente, as listas preocupavam-se em cobrir os movimentos literários e gêneros textuais de forma mais abrangente, o que mudou a partir de 1989.

“Esse contexto anterior mais geral privilegiou por muitos anos os escritores, o que poderia nos fazer pensar que não existiram escritoras no passado, o que não é verdade, já que muitas foram inviabilizadas pelos seus contextos sociais históricos. Então, o que foi feito foi um movimento de ruptura nos últimos anos, no sentido de estabelecer uma lista exclusivamente feminina por três anos. Depois desse período, os homens irão reaparecer nessa lista, para que seja composta metade de homens e metade de mulheres”, explica o diretor.

Por outro lado, a redação Fuvest, também amplamente conhecida e repercutida, é aplicada desde o ano de criação do processo seletivo. Há uma predominância do gênero dissertativo nesses 50 anos, mas, nas décadas de 1970 e 1980, por exemplo, apresentaram gêneros narrativos também. A redação também conta com a famosa frase temática, que define o tema do texto. No ano passado, a Fuvest, pela primeira vez, trabalhou com um mesmo conjunto de textos de apoio para duas propostas. Quer dizer que o candidato continua fazendo uma redação só, mas poderá escolher o gênero textual entre o dissertativo e o narrativo.

A elaboração do livro

“Quando a Fuvest fez 30 anos foram lançados dois livros sobre a história da Fundação, o que é muito importante, mas, dessa vez preferimos seguir por outro caminho. A ideia surgiu de uma parceria com o professor Marcos Neira, da Faculdade de Educação e pró-reitor de Graduação, e outros professores, para tratar da evolução de 50 anos do Ensino Médio e como os conteúdos ensinados nas escolas foram cobrados no vestibular. A evolução dos currículos, dos métodos pedagógicos, a inclusão ou a retirada de certos temas são alguns dos temas tratados, e a ideia é entregar para a comunidade, para a sociedade, um manancial de estudos sobre a importância da Fuvest”, ressalta.

Por fim, Monaco cita a metáfora de quem veio primeiro, o ovo ou a galinha, comparando-a com a relação da Fundação com o Ensino Médio e seus papéis na transformação de ambos. “A conclusão pode ser outra, mas tenho a impressão que é um processo efetivamente simbiótico, de efetiva retroalimentação, a gente se beneficia das evoluções, das modificações do Ensino Médio, e o Ensino Médio se beneficia do papel da Fuvest, no sentido de, como disse o professor Goldemberg, de colocar a régua bastante alta.”

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Jogos Escolares Paralímpicos do Estado de São Paulo começam neste domingo com mais de 300 inscritos

25 de Abril de 2026, 08:49

Jogos Escolares Paralímpicos do Estado de São Paulo começam neste domingo com mais de 300 inscritos

A 1ª seletiva dos Jogos Escolares Paralímpicos do Estado de São Paulo (JEESP) será disputada de domingo (26) a quarta-feira (29), com provas de atletismo, jogos de bocha e futebol para pessoas com paralisia cerebral (FUT 7).

Essa edição conta com 330 inscritos, entre jovens atletas e integrantes das comissões técnicas. A competição é idealizada por quatro secretarias estaduais: dos Direitos da Pessoa com Deficiência, de Esportes, de Educação e de Ciências e Tecnologia.

Os jogos dessa fase inicial acontecem entre os dias 26 e 29 de abril no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro. A programação contempla 15 modalidades distribuídas em quatro seletivas, todas realizadas no mesmo local, entre abril e maio. Essas seletivas antecedem a final estadual, agendada para o mês de agosto, envolvendo as modalidades de atletismo e natação.

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“Os Jogos Escolares Paralímpicos do Estado de São Paulo nos permitem conhecer as futuras gerações do paradesporto, que estão começando a vivenciar a rotina de treinos, competições e sendo cuidadosamente lapidadas para campeonatos ainda maiores. O Time São Paulo, programa de fomento ao esporte paralímpico nacional idealizado em parceria com o Comitê Paralímpico Brasileiro, conta com jovens atletas que vieram dessa promissora geração”, analisou Marcos da Costa, Secretário Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

Calendário de competições

1ª Seletiva (26-29/Abr): Atletismo Físico/Visual, Bocha, Futebol PC.
2ª Seletiva (29/Abr-01/Mai): Natação (Física, Visual, Intelectual), Basquete em Cadeira.
3ª Seletiva (/07-09/Mai): Badminton, Goalball, Judô, Tênis de Mesa, Tênis em Cadeira, Vôlei Sentado.
4ª Seletiva (11-13/Mai): Atletismo para pessoas com deficiência intelectual.
Final Estadual: Agendada para agosto para os melhores índices de atletismo e natação.

Sobre o Jeesp Paralímpico

Os Jogos Escolares Paralímpicos do Estado de São Paulo promovem a inclusão e o intercâmbio entre estudantes com deficiência física, intelectual e visual matriculados em escolas públicas, privadas e técnicas do estado.

A competição contempla jovens atletas de 11 a 19 anos, dependendo da modalidade, e seleciona os de maior destaque para representar o estado de São Paulo nas Paralimpíadas Escolares, que será realizada em novembro. Ao todo, são 15 modalidades diferentes: atletismo, badminton, bocha, goalball, judô, futebol de cegos, futebol de pessoas com paralisia cerebral, halterofilismo, natação, tênis de mesa, tênis em cadeira, taekwondo, rúgbi em cadeira de roda, basquete em cadeira e vôlei sentado.

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