Com base nos documentos fornecidos, “Os Protocolos dos Sábios de Sião” são apresentados como uma obra que surgiu de forma misteriosa e estranha na última década do século XIX.
Ela é descrita como parte das atas de um congresso, supostamente de judeus, que traçaria os planos finais para dominar o mundo. O texto é considerado revelador de um mistério desvendado pela filtração de atas secretas de um congresso, cujo conteúdo central revela a existência de um complô mundial para o domínio do mundo por uma irmandade ou sociedade secreta.
O documento, que é descrito como uma compilação de documentos autênticos secretamente conservados ao longo ddos tempos, é um “plano estratégico” elaborado pelo “KAHAL, o formidável Governo Oculto Judaico“. Ele expõe “doutrinas de Israel”, seus objetivos antigos e “pormenores do último plano de campanha para a conquista do poder mundial”. O sucesso desse plano baseia-se principalmente no segredo.
Os Protocolos delineiam uma “crítica filosófica dos princípios liberais e uma apologia do regime autocrático”, a “exposição de um plano de campanha, metodicamente elaborado, para assegurar aos judeus o domínio mundial“, e “profecias sobre a próxima realização das partes essenciais desse plano”.
O texto visa, em essência, a substituição da ordem existente por um “Governo do ‘Rei da raça de Davi’”, que surgiria do caos mundial.
A seguir, apresento um resumo dos 24 Protocolos e dos comentários sobre as ameaças que representam aos sistemas político e econômico globais, bem como o que, segundo as fontes, estaria em implementação ou já em pleno curso.
1º PROTOCOLO
Resumo: O direito reside na força, a liberdade é uma ideia, e o despotismo do capital, junto com a anarquia, prevalecerá. Este protocolo aborda a moralidade na política, a cegueira da multidão e a ascensão da aristocracia, além de mencionar a corrupção da juventude e a degradação das artes.
Ameaças aos Sistemas Político e Econômico Globais: A principal ameaça é a destruição da moralidade e da razão na política, substituindo-as pela violência e pelo terror. O poder do ouro substituiria os governos liberais, levando à desintegração social e à perda da soberania popular.
Em Implementação (segundo os Protocolos): A ideia de liberdade é usada como “isca” para atrair as massas a esmagar partidos no poder. O poder cego do povo não pode ficar sem guia, e um novo poder tomará o lugar do enfraquecido pelo liberalismo. As feras, chamadas homens, são contidas pela força bruta e cega, e mais tarde pela lei, que é a força mascarada. A juventude é corrompida pelo ensino subversivo, a vida familiar é destruída, e as pessoas são dominadas por seus vícios. As artes são aviltadas e a literatura prostituída.
Já em Pleno Curso (segundo os Protocolos): O poder do ouro já substituiu o poder dos governos liberais. O instinto para o mal no homem é mais forte que o instinto para o bem. O domínio judaico nas finanças e na imprensa já era notado no final do século XIX.
2º PROTOCOLO
Resumo: As guerras econômicas são a base da supremacia judaica, operando através de uma administração visível e conselheiros secretos. O sucesso das doutrinas destrutivas é enfatizado, assim como o papel da imprensa e o valor das “vítimas judaicas”.
Ameaças aos Sistemas Político e Econômico Globais: A guerra se transforma de territorial em econômica, colocando as nações sob o controle de agentes internacionais com “milhares de olhos”, o que apagaria os direitos nacionais. A imprensa é usada para manipular a opinião pública.
Em Implementação (segundo os Protocolos): A guerra é “transportada” para o terreno econômico. A imprensa foi secretamente colocada “em nossas mãos” para ajudar a atingir seus objetivos.
Já em Pleno Curso (segundo os Protocolos): O sucesso do Darwinismo, Marxismo e Nietzchismo é visto como prova de sua influência deletéria. O ouro é amontoado “a despeito das torrentes de sangue e de lágrimas”.
3º PROTOCOLO
Resumo: A “serpente simbólica” representa a marcha progressiva do judaísmo para a conquista do mundo. Este protocolo discute a instabilidade do equilíbrio constitucional, o terror nos palácios, a escravidão econômica, a crise econômica geral e o despotismo judaico-maçônico.
Ameaças aos Sistemas Político e Econômico Globais: A desestabilização contínua dos sistemas constitucionais até seu completo esgotamento. A criação de uma crise econômica geral levaria à desordem e ao saque, com as massas operárias nas ruas.
Em Implementação (segundo os Protocolos): O equilíbrio constitucional está sendo destruído intencionalmente. Crises econômicas são criadas através do controle do ouro, lançando multidões de operários nas ruas. Os povos são impelidos a abdicar de seu poder e a buscar um “guia”.
Já em Pleno Curso (segundo os Protocolos): A Revolução Francesa é apresentada como obra das “nossas mãos”. A crise econômica global, com milhões de desempregados, é vista como realização dessa profecia.
4º PROTOCOLO
Resumo: As etapas de uma república, a maçonaria externa, a liberdade e a fé, a concorrência econômica que leva à destruição do crédito, e a base materialista da sociedade.
Ameaças aos Sistemas Político e Econômico Globais: A destruição da fé e dos credos, resultando no ateísmo e na desmoralização. A competição econômica e a especulação levam à ruína financeira e à anarquia.
Em Implementação (segundo os Protocolos): Todas as crenças estão sendo destruídas, e o ateísmo é incentivado como um estágio transitório. A indústria dos “gentios” é arruinada pelo desenvolvimento da especulação e do luxo. As fontes de produção são subvertidas, e os operários são habituados à anarquia e ao alcoolismo. A educação é manipulada.
Já em Pleno Curso (segundo os Protocolos): Os povos preferirão a tranquilidade da servidão aos direitos da liberdade que os atormentou. Uma “literatura louca, suja, abominável” foi criada.
5º PROTOCOLO
Resumo: A criação de uma forte concentração governamental. Discute como a franco-maçonaria toma o poder, por que os estados não conseguem se entender, a pré-eleição dos judeus, o ouro como motor dos estados, os monopólios e a importância da crítica.
Ameaças aos Sistemas Político e Econômico Globais: Imposição de um despotismo totalitário. O controle da opinião pública e a instrumentalização da crítica para seus próprios fins.
Em Implementação (segundo os Protocolos): O ouro é o motor de todos os mecanismos dos estados. Monopólios no comércio e na indústria. A imprensa é utilizada para modelar a opinião pública.
Já em Pleno Curso (segundo os Protocolos): Sociedades são corrompidas por “surpresas hábeis que são meias-velhacadas” e pela “licença de costumes”. A moralidade se sustenta apenas por punições, não por princípios aceitos. Sentimentos de pátria e religião são abafados por crenças cosmopolitas. “Tudo será decidido por cifras”.
6º PROTOCOLO
Resumo: Criação de monopólios colossais que devorarão as fortunas cristãs. Ameaça à aristocracia territorial, domínio do comércio, da indústria e da especulação. Abordagem sobre o luxo, o aumento de salários e o encarecimento de bens, a anarquia e a embriaguez, e o sentido secreto da propaganda de teorias econômicas.
Ameaças aos Sistemas Político e Econômico Globais: O estabelecimento de monopólios gigantescos que controlarão a riqueza e a economia, levando à proletarização das massas e à submissão econômica.
Em Implementação (segundo os Protocolos): Monopólios, trustes, cartéis e açambarcamentos estão multiplicados, devorando créditos estatais. Impostos sobre bens de raiz são aumentados para endividar a terra e arruinar aristocratas. O comércio e a indústria, especialmente a especulação, são protegidos para sugar o dinheiro do mundo. Salários são aumentados, mas com o encarecimento dos bens de primeira necessidade. As fontes de produção são subvertidas, e operários são habituados à anarquia e ao alcoolismo.
Já em Pleno Curso (segundo os Protocolos): O que ocorreu no mundo moderno após o surgimento dos Protocolos “autentica o plano judaico”. O círculo vicioso da economia mundial, com produção diminuindo, fábricas fechadas, desempregados crescendo, e créditos congelados, é uma verificação dos resultados do plano.
7º PROTOCOLO
Resumo: Necessidade de aumentar os armamentos, com fomento de agitações, discórdias e ódios globais. A coação da oposição dos “gentios” é feita por guerras e guerra geral. O segredo é a chave do sucesso político, e os canhões americanos, japoneses e chineses são mencionados.
Ameaças aos Sistemas Político e Econômico Globais: A promoção de desordem e guerras para controlar nações, fazendo-as se habituar a considerá-los um “fardo necessário”. O uso do terror e de forças militares de nações não-europeias para subjugar o mundo.
Em Implementação (segundo os Protocolos): O aumento dos armamentos e do pessoal da polícia é um complemento indispensável do plano. Agitações, discórdias e ódios são suscitados em toda a Europa e outros continentes. A imprensa, que já está “em nossas mãos”, auxilia na manipulação da opinião pública.
Já em Pleno Curso (segundo os Protocolos): A “corrida armamentista” é visível, e grandes fábricas de armas e monopólios estão nas mãos de judeus. O aumento das forças policiais em todo o mundo é notório. A conspiração judaica contra todas as nações, por meio das Internacionais das Finanças e da Revolução, está em andamento.
8º PROTOCOLO
Resumo: O uso ambíguo do direito teórico. Detalha os colaboradores do regime judaico-maçônico, as escolas particulares e a educação superior “inteiramente particular”, e a quem se deve confiar os postos de responsabilidade no governo.
Ameaças aos Sistemas Político e Econômico Globais: A subversão do sistema jurídico através de interpretações ambíguas para justificar sentenças injustas. A nomeação de indivíduos sem moral ou dignidade para altos cargos governamentais, que servirão aos seus interesses ocultos.
Em Implementação (segundo os Protocolos): Sutilezas e delicadezas da linguagem jurídica são usadas para justificar sentenças ousadas e injustas. O governo se cerca de publicistas, juristas, administradores, diplomatas e homens preparados em escolas especiais. Postos de responsabilidade são confiados a indivíduos cujo caráter garanta obediência e defesa de seus interesses até o fim.
Já em Pleno Curso (segundo os Protocolos): O culto do jurista moderno é um resultado da propaganda judaica. A escolha de indivíduos sem moral para altos cargos é “o que acontece”.
9º PROTOCOLO
Resumo: A aplicação dos princípios maçônicos para reeducar os povos, com a palavra de ordem franco-maçônica. A importância do antijudaísmo. A ditadura da franco-maçonaria, o terror e aqueles que a servem. A força inteligente e cega dos reinos cristãos, a comunhão do poder com o povo, a arbitrariedade liberal, a usurpação da instrução e da educação, a interpretação das leis, e os metrôs.
Ameaças aos Sistemas Político e Econômico Globais: A transformação do caráter dos povos para torná-los dependentes. A imposição de uma ditadura baseada no terror. O controle total da educação e da interpretação das leis para manipular a sociedade.
Em Implementação (segundo os Protocolos): A palavra de ordem “Liberdade, Igualdade, Fraternidade” é transformada em “direito à liberdade, dever de igualdade e ideal de fraternidade”. Governos cristãos são destruídos, e o antijudaísmo é usado para controlar os “irmãos menores”. O terror se espalha. Homens de todas as opiniões servem à causa, minando os restos de poder. As instituições cristãs são tocadas “com habilidade”, e as molas de seus mecanismos são tomadas. A juventude gentia é mistificada, embrutecida e corrompida por uma educação baseada em princípios e teorias falsas. Leis são desfiguradas por interpretações contraditórias.
Já em Pleno Curso (segundo os Protocolos): A “ditadura” já está em vigor, e eles são “legisladores” que pronunciam sentenças, condenam e perdoam. Os metrôs nas capitais estão construídos e prontos para serem explodidos. A revolta contra eles (se percebida) resultará em uma “manobra terrível”.
10º PROTOCOLO
Resumo: A força das coisas na política, a genialidade da baixeza. Promessas do golpe de Estado franco-maçônico, o sufrágio universal, a estima de si mesmo, os chefes dos franco-maçons, o guia genial da franco-maçonaria. Instituições e suas funções. O veneno do liberalismo. A constituição como escola de discórdias de partidos. A era republicana. Presidentes como criaturas da franco-maçonaria. Responsabilidade dos presidentes. O caso Panamá. O papel da Câmara dos Deputados e do Presidente. A franco-maçonaria como força legislativa. A nova constituição republicana. Transição para a autocracia franco-maçônica. Momentos da proclamação do rei universal. Inoculação de doenças e outros malefícios da franco-maçonaria.
Ameaças aos Sistemas Político e Econômico Globais: O liberalismo introduzido no Estado o torna “doente com uma doença mortal: a decomposição do sangue”. Constituições são transformadas em “escolas de discórdias”, levando à perda da individualidade e personalidade do Estado. O sufrágio universal é usado para eleger “representantes” controlados. A inoculação de doenças e a miséria são usadas para cansar os povos e fazê-los clamar por sua soberania.
Em Implementação (segundo os Protocolos): O liberalismo foi introduzido no organismo do Estado. Governos constitucionais substituíram a autocracia. O número de representantes é reduzido ao mínimo, e o presidente controla o legislativo. Ministros e funcionários assumem a responsabilidade por atos ilegais para proteger o presidente. A constituição é destruída passo a passo.
Já em Pleno Curso (segundo os Protocolos): A “Revolução Francesa” é vista como obra deles. Estados estão doentes com a “decomposição do sangue”. O sofrimento, a angústia, a privação, a fome e a inoculação de doenças são usados para que os cristãos não vejam outra salvação senão a “plena e definitiva soberania”.
11º PROTOCOLO
Resumo: O programa da nova constituição. Alguns pormenores sobre o golpe de Estado proposto. Os cristãos como “carneiros”. A franco-maçonaria secreta e suas lojas.
Ameaças aos Sistemas Político e Econômico Globais: A abolição da liberdade de imprensa, do direito de associação, da liberdade de consciência, do princípio eletivo, e outras liberdades essenciais. A imposição de uma nova constituição que concentrará todo o poder e as decisões em suas mãos.
Em Implementação (segundo os Protocolos): Uma nova constituição está sendo elaborada para criar leis, direitos e tribunais, com a possibilidade de ser imposta por golpe de Estado. As lojas maçônicas visíveis atraem os “tolos cristãos” para desviar a atenção da “maçonaria secreta”.
Já em Pleno Curso (segundo os Protocolos): A dispersão do povo judeu é, na verdade, sua força, levando-os ao “limiar do domínio universal”.
12º PROTOCOLO
Resumo: A interpretação maçônica da palavra liberdade. O futuro da imprensa no reino dos franco-maçons. O controle da imprensa e das agências de correspondentes. O que é o “progresso” para os franco-maçons. A solidariedade dos franco-maçons na imprensa moderna. A excitação das exigências sociais provinciais e a infalibilidade do novo regime.
Ameaças aos Sistemas Político e Econômico Globais: O controle total e a censura da imprensa, eliminando qualquer oposição e moldando a opinião pública. A manipulação das informações por agências de notícias centralizadas. A redefinição de “liberdade” para que toda ela esteja em “suas mãos”.
Em Implementação (segundo os Protocolos): A liberdade é definida como “o direito de fazer o que a lei permite”, e as leis serão criadas ou destruídas conforme seus desejos. A imprensa é controlada por impostos e cauções. Agências de notícias centralizam informações e são inteiramente controladas. Um “escritório central de imprensa” organiza reuniões literárias para dar a “palavra de ordem” e os “sinais”. As capitais são envolvidas pelas opiniões das províncias, manobradas por agentes.
Já em Pleno Curso (segundo os Protocolos): A imprensa está “toda em nossa dependência”. Todas as notícias são recebidas por agências que as centralizam de todo o mundo, e estas agências estão em suas mãos. O sistema de “repressão do pensamento” através do “ensino pela imagem” está em vigor, transformando os “cristãos em animais dóceis”.
13º PROTOCOLO
Resumo: A necessidade do pão cotidiano para impor silêncio aos “cristãos”. Discussão de questões políticas e industriais. O papel das diversões e das casas do povo. A ideia de que a verdade é uma só e a forma de lidar com os grandes problemas.
Ameaças aos Sistemas Político e Econômico Globais: O uso das necessidades básicas (pão cotidiano) para submeter as massas. A manipulação da atenção pública para desviar dos assuntos políticos sérios, através de “novas questões” e diversões.
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Em Implementação (segundo os Protocolos): A necessidade do pão cotidiano impõe silêncio e servidão aos cristãos. Questões industriais são colocadas à frente das políticas para desviar a fúria das massas. Constantemente se proclama que todas as medidas visam o “bem de todos”.
Já em Pleno Curso (segundo os Protocolos): A “opinião da multidão” é facilitada para a realização de seus desígnios. Concursos de beleza, competições esportivas e recordes de velocidade afastam a maioria do povo dos assuntos sérios. O país para por causa de
14º PROTOCOLO
Resumo: A religião do futuro. A servidão futura. A impossibilidade de conhecer os mistérios da religião do porvir. A pornografia e o futuro da palavra impressa.
Ameaças aos Sistemas Político e Econômico Globais: A destruição de todas as religiões existentes (exceto a sua), levando ao ateísmo como estágio transitório. A promoção de uma “literatura louca, suja, abominável” para degradar a sociedade.
Em Implementação (segundo os Protocolos): Destruição de todas as crenças para que só exista a religião de “nosso Deus único”. Comparação do “regime salutar” com os do passado, exaltando as vantagens do repouso sobre a agitação.
Já em Pleno Curso (segundo os Protocolos): Nos países “avançados”, criaram uma “literatura louca, suja, abominável”. A decadência da cultura ocidental, com as artes prostituídas “em nome da insanidade sionista”, é incontestável.
15º PROTOCOLO
Resumo: O golpe de Estado mundial em um dia. As condenações à morte. O futuro dos franco-maçons cristãos. O caráter místico do poder. A multiplicação das lojas maçônicas. A administração central dos Sábios. A franco-maçonaria como guia de todas as sociedades secretas. A importância do êxito público. O coletivismo. As vítimas. As condenações à morte de franco-maçons. Queda do prestígio das leis e da autoridade. A pré-eleição. Brevidade e clareza das leis do reino futuro. Obediência à autoridade. Medidas contra o abuso do poder. Crueldades das punições. Limite de idade para os juízes. O liberalismo dos juízes e do poder. O dinheiro mundial. O absolutismo da franco-maçonaria. Direito de cassação. O aspecto patriarcal do futuro “governo”. O direito do mais forte como direito único. O rei de Israel como patriarca do mundo.
Ameaças aos Sistemas Político e Econômico Globais: A tomada global do poder através de golpes de Estado simultâneos, seguida pela eliminação de qualquer oposição e a imposição de um regime despótico e cruel. O estabelecimento de um “rei de Israel” como patriarca do mundo.
Em Implementação (segundo os Protocolos): Golpes de Estado estão sendo preparados para o mesmo dia em todas as partes. Novas sociedades secretas serão punidas com a morte. Lojas maçônicas são multiplicadas para atrair agentes e centralizar informações. O coletivismo é um dos meios.
Já em Pleno Curso (segundo os Protocolos): A autocracia russa e o Papado eram os únicos inimigos sérios, mas o poder maçônico está sendo estabelecido. A capacidade de sacrificar indivíduos isolados para a ordem estabelecida é uma “grande força educativa”.
16º PROTOCOLO
Resumo: As universidades tornadas inofensivas. O classicismo substituído. A educação e a profissão. A propaganda da autoridade do Governo nas escolas. A abolição do ensino livre. As novas teorias. A independência do pensamento. O ensino pela imagem.
Ameaças aos Sistemas Político e Econômico Globais: A destruição das universidades e do ensino livre, substituindo-os por um sistema educacional totalmente controlado, que visa produzir “crianças obedientes” e “animais dóceis”. A reescrita da história para apagar fatos “desagradáveis”.
Em Implementação (segundo os Protocolos): As universidades são suprimidas e substituídas por outras com “novo espírito” e reitores/professores “secretamente preparados”. O direito cívico e questões políticas são excluídos do ensino geral. O classicismo e o estudo da história antiga são substituídos pelo “programa do futuro”, com ênfase nos “erros dos governos cristãos”. O ensino livre é abolido. Novas teorias são transformadas em dogma.
Já em Pleno Curso (segundo os Protocolos): O sistema de “repressão do pensamento” por “ensino pela imagem” está em vigor, transformando os “gentios em animais dóceis”. A história já é feita para “apagar a memória” e transformar os povos em “gado”.
17º PROTOCOLO
Resumo: O foro (tribunais). A influência dos padres cristãos. A liberdade de consciência. O rei dos judeus como patriarca e papa. Meios de luta contra a Igreja atual. Problemas da imprensa contemporânea. Organização da polícia e a polícia voluntária.
Ameaças aos Sistemas Político e Econômico Globais: A transformação do “rei dos judeus” no “verdadeiro papa do universo” e patriarca da Igreja Internacional. A luta contra as Igrejas existentes através da crítica e da excitação de dissensões. O estabelecimento de uma rede de vigilância e delação universal.
Em Implementação (segundo os Protocolos): A imprensa contemporânea desvendará os negócios do Estado, as religiões e a “incapacidade dos cristãos” para desmoralizar. Uma polícia “desprovida de direitos”, apenas para testemunhar e denunciar, está organizada, com agentes de todas as camadas sociais.
Já em Pleno Curso (segundo os Protocolos): O que a imprensa tem feito para aumentar o “diapasão do escândalo” confirma categoricamente os Protocolos. O descrédito das forças policiais é “uma coisa planejada de muito tempo”.
18º PROTOCOLO
Resumo: Medidas de segurança. Vigilância dos conspiradores. Uma guarda aparente como ruína do poder. A guarda do rei dos judeus. O prestígio místico do poder.
Ameaças aos Sistemas Político e Econômico Globais: A criação de uma guarda “quase imperceptível” para ocultar a fragilidade do governo. A manipulação da opinião pública através da propaganda de “martírio” para atrair adeptos.
Em Implementação (segundo os Protocolos): O governo será guardado por uma guarda “quase imperceptível”, sem se preocupar com facções, para não mostrar fraqueza. A propaganda do “martírio” dos facciosos é feita na imprensa, discursos públicos e manuais de história, atraindo milhares de cristãos.
Já em Pleno Curso (segundo os Protocolos): O Império Britânico se tornou uma “nação internacional de negociantes, banqueiros e agiotas” que, através do “judeu-protestantismo”, injetou no mundo os “micróbios do maçonismo”, espalhando o anticristianismo, antinacionalismo e antirracismo, preparando a revolução universal.
19º PROTOCOLO
Resumo: O direito de petição e as propostas. Os crimes políticos são equiparados aos crimes comuns.
Ameaças aos Sistemas Político e Econômico Globais: A desvalorização da bravura no crime político, colocando-o no mesmo patamar do roubo e do homicídio, para que a opinião pública o confunda com a “ignomínia de todos os outros” e o cubra com desprezo.
Em Implementação (segundo os Protocolos): O crime político será posto no mesmo banco de réus do roubo, do homicídio e de todos os crimes abomináveis.
Já em Pleno Curso (segundo os Protocolos): A imprensa, discursos públicos e manuais de história já fazem propaganda do “martírio” dos facciosos.
20º PROTOCOLO
Resumo: O programa financeiro. Imposto progressivo. Percepção progressiva em selos. Caixa de fundos em valores-papel e estagnação do dinheiro. Tribunal de Contas. Abolição da representação. Estagnação dos capitais. Emissão de dinheiro. O câmbio do ouro. O câmbio do custo do trabalho. O orçamento. Os empréstimos do Estado. A série de títulos ao juro de 1%. As ações industriais. Os governantes dos “gentios”: os favoritos; os agentes dos franco-maçons.
Ameaças aos Sistemas Político e Econômico Globais: A manipulação financeira para gerar estagnação de dinheiro, endividamento dos estados por empréstimos e a escravização ao capital. A concentração do poder financeiro e industrial em “suas mãos”.
Em Implementação (segundo os Protocolos): Capitais enormes são estagnados para retirar dinheiro dos estados, forçando-os a recorrer a empréstimos que os escravizam ao capital. A emissão de dinheiro é desassociada do consumo para não satisfazer as necessidades dos trabalhadores. Orçamentos crescem anualmente, levando a novos empréstimos e bancarrota das nações. Um Tribunal de Contas e um sistema de contas infalível serão estabelecidos.
Já em Pleno Curso (segundo os Protocolos): A concentração industrial nas mãos de capitalistas já matou a pequena indústria e absorveu as forças do povo e do Estado. O mundo sofre de falta de circulação de dinheiro, enquanto grandes bancos estão abarrotados de ouro. Empréstimos devoraram os restos e levaram nações à bancarrota.
21º PROTOCOLO
Resumo: Os empréstimos internos. O passivo e os impostos. As conversões. As caixas econômicas e a renda. A supressão da bolsa de fundos públicos. A taxação dos valores industriais.
Ameaças aos Sistemas Político e Econômico Globais: A perpetuação do endividamento dos estados através de empréstimos internos, levando a uma cascata de novos impostos para cobrir dívidas e juros. O controle total dos valores industriais e a supressão da bolsa.
Em Implementação (segundo os Protocolos): Corrupção de administradores e negligência de governantes são aproveitadas para emprestar dinheiro que não é necessário às nações, em somas duplas e triplas. Empréstimos internos geram um passivo pesado que exige novos empréstimos para pagar juros e impostos. Conversões diminuem o pagamento de juros, mas não cobrem as dívidas. Bolsas são substituídas por estabelecimentos de crédito especiais para taxar valores industriais.
Já em Pleno Curso (segundo os Protocolos): “Os cegos do liberalismo até hoje não perceberam o truque”. O “fim do judaísmo” é destruir templos e bens de “akum” (gentios).
22º PROTOCOLO
Resumo: O segredo do futuro. O mal secular como base do bem futuro. A auréola do poder e sua adoração mística.
Ameaças aos Sistemas Político e Econômico Globais: A proclamação de que todo o mal causado ao longo dos séculos serviu para o “verdadeiro bem” e para colocar tudo em ordem. A apresentação de um governo predestinado por Deus, confundindo a moralidade.
Em Implementação (segundo os Protocolos): A maior força moderna, o Ouro, está em suas mãos, e pode ser retirada em dois dias na quantidade desejada.
Já em Pleno Curso (segundo os Protocolos): O “Anticristo” será semelhante ao Cristo para enganar os povos. A “confusão das nações do bem e do mal” já existe. O plano de domínio universal e a “Nova Jerusalém” estão sendo instaurados.
23º PROTOCOLO
Resumo: A “eleição divina” do Rei de Israel que quebrará as forças irracionais e erguerá seu trono sobre as ruínas da ordem existente.
Ameaças aos Sistemas Político e Econômico Globais: A imposição de um rei escolhido por “Deus” que eliminará toda a ordem e as forças existentes, baseando-se na ideia de que as forças atuais “triunfam agora, pilham, cometem toda a sorte de violências sob o pretexto de liberdade e direitos”.
Em Implementação (segundo os Protocolos): As forças insensatas movidas pelo instinto triunfam, pilhando e cometendo violências sob pretexto de liberdade e direitos.
Já em Pleno Curso (segundo os Protocolos): Essas forças destruíram toda a ordem na sociedade para erguer o trono do Rei de Israel.
24º PROTOCOLO
Resumo: Fortalecimento das bases da dinastia do Rei David. A preparação do rei, o afastamento de herdeiros diretos, e o rei com seus três iniciadores. A inatacabilidade dos costumes públicos do rei dos Judeus.
Ameaças aos Sistemas Político e Econômico Globais: A criação de uma dinastia de reis escolhidos não por herança, mas por aptidões e iniciação em segredos políticos, garantindo um governo “firme, inflexível até a crueldade”. A vontade do rei será desconhecida e inquestionável, pois só ele e seus iniciadores conhecerão o futuro.
Em Implementação (segundo os Protocolos): Membros da raça de Davi preparam os reis e seus herdeiros, escolhendo-os por aptidões e iniciando-os em segredos políticos. Herdeiros diretos são afastados se mostrarem leviandade ou doçura.
Já em Pleno Curso (segundo os Protocolos): A “união precisa das duas forças que hoje separamos pelo terror” é preparada para o rei dos judeus. O terror foi indispensável para que as forças caíssem separadamente sob sua influência.





