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O espaço virou o novo ouro? Startups captam US$ 7,1 bilhões em corrida global; entenda

17 de Junho de 2026, 09:00

O mercado espacial vive um novo ciclo de expansão. Em 2025, startups dos Estados Unidos ligadas ao setor captaram US$ 7,1 bilhões em investimentos de risco, quase três vezes mais do que no ano anterior.

O movimento ocorre em meio ao fortalecimento da indústria espacial, impulsionado pelo sucesso da SpaceX, pela crescente demanda por satélites e pelo surgimento de novas tecnologias voltadas para comunicação, defesa e infraestrutura orbital.

O aumento do fluxo de capital mostra que investidores passaram a enxergar o espaço como uma oportunidade concreta de negócios e não apenas como uma aposta futurista.

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Empresas que desenvolvem sistemas de comunicação a laser, componentes eletrônicos para missões espaciais e serviços de suporte em órbita estão entre as que mais atraem recursos.

De acordo com o The Wall Street Journal, nos últimos meses, diversas startups anunciaram rodadas milionárias de financiamento para ampliar operações e acelerar projetos.

A percepção do mercado mudou à medida que algumas empresas começaram a demonstrar capacidade de gerar receitas e fechar contratos de longo prazo. O setor, antes visto como altamente experimental, passou a apresentar modelos de negócios mais definidos.

Efeito SpaceX e nova onda de investimentos

Grande parte do entusiasmo dos investidores está relacionada ao desempenho da SpaceX. A empresa fundada por Elon Musk transformou o mercado de lançamentos espaciais, criou uma das maiores constelações de satélites do mundo e se tornou uma das companhias mais valiosas do planeta.

O recente sucesso da abertura de capital da empresa reforçou a confiança dos investidores em negócios ligados ao espaço.

Para muitos fundos, o desempenho da SpaceX serviu como prova de que projetos considerados arriscados podem se transformar em operações altamente lucrativas.

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Esse efeito tem beneficiado principalmente startups criadas por ex-funcionários da companhia, que carregam experiência técnica e credibilidade junto ao mercado financeiro.

Satélites maiores

Uma das áreas que mais despertam interesse é a fabricação de satélites de grande porte. Empresas do setor apostam em equipamentos mais potentes para atender demandas de comunicação, monitoramento e defesa.

O crescimento da inteligência artificial também tem ampliado a necessidade de transmissão de dados em alta velocidade, criando oportunidades para redes espaciais mais avançadas.

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Além disso, novas soluções estão sendo desenvolvidas para permitir a movimentação de cargas e equipamentos no espaço, criando um mercado que alguns especialistas já chamam de “logística orbital”.

Defesa e governo ampliam oportunidades

Outro fator que ajuda a explicar o interesse dos investidores é o aumento da participação dos governos no setor espacial.

Nos Estados Unidos, empresas do segmento veem oportunidades crescentes em contratos militares e projetos ligados à segurança nacional.

A expectativa de expansão dos gastos públicos com tecnologia espacial tem servido como incentivo adicional para a entrada de novos investidores.

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Para muitas startups, a combinação de clientes governamentais e contratos comerciais representa uma fonte importante de estabilidade financeira.

Riscos continuam elevados

Apesar do entusiasmo, especialistas alertam que o setor continua carregando riscos significativos.

Desenvolver tecnologias capazes de operar no ambiente espacial exige investimentos elevados, longos períodos de testes e alta tolerância a falhas. Um único problema técnico pode comprometer anos de trabalho e milhões de dólares em recursos.

O histórico recente do setor também serve como alerta. Nos últimos anos, algumas empresas espaciais abriram capital com grande expectativa, mas não conseguiram sustentar seus planos de crescimento e acabaram encerrando atividades.

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Por isso, investidores seguem adotando uma postura seletiva, priorizando empresas que já possuem contratos assinados, clientes definidos e perspectivas reais de geração de receita.

A atual onda de investimentos sugere que o espaço está deixando de ser apenas uma fronteira científica para se tornar uma nova fronteira econômica.

Com bilhões de dólares sendo direcionados para satélites, comunicações, infraestrutura orbital e serviços espaciais, o setor vive uma corrida semelhante à observada em outras revoluções tecnológicas das últimas décadas.

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A diferença é que, desta vez, startups aposta que parte do crescimento econômico do futuro poderá vir de atividades realizadas muito além da atmosfera terrestre.

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Endrick no banco: por que o patrocínio do jogador virou teoria nas redes?

17 de Junho de 2026, 08:30

A estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, realizada no último sábado (13), ganhou um debate além do resultado em campo. Após o empate por 1 a 1 com o Marrocos, a ausência de Endrick durante os 90 minutos da partida gerou questionamentos.

Entre torcedores, surgiu uma teoria que relaciona a situação do atacante ao seu contrato publicitário com a New Balance.

A discussão surgiu porque o jovem atacante, considerado uma das principais promessas do futebol brasileiro, havia sido decisivo no amistoso anterior ao Mundial ao marcar o gol da vitória sobre o Egito. Mesmo assim, acabou ficando no banco durante toda a estreia da equipe comandada por Carlo Ancelotti.

Ausência chamou atenção

A opção da comissão técnica surpreendeu parte da torcida. Em um jogo no qual o Brasil encontrou dificuldades para criar oportunidades ofensivas, muitos esperavam que Endrick fosse utilizado ao longo da partida para aumentar o poder de ataque da equipe.

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Ancelotti preferiu iniciar o confronto com Igor Thiago entre os titulares e, durante o segundo tempo, promoveu a entrada de Matheus Cunha. Endrick, por sua vez, permaneceu entre os reservas até o apito final.

A escolha rapidamente se transformou em um dos assuntos mais comentados entre os brasileiros nas redes sociais, onde torcedores passaram a buscar explicações para a falta de minutos do atacante.

Contrato com a New Balance

Entre as teorias que circularam após a partida, uma das mais compartilhadas envolveu a relação comercial do jogador com a New Balance.

Endrick é atualmente um dos principais embaixadores globais da marca esportiva e se tornou um dos rostos mais importantes da empresa no futebol.

O atacante também possui um acordo de longo prazo que inclui participação nos resultados de produtos ligados à sua imagem.

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Para alguns internautas, esse vínculo comercial poderia explicar o espaço reduzido do jogador na Seleção. A hipótese, porém, não apresenta qualquer comprovação ou evidência pública.

Debate antigo volta à tona

A repercussão também resgatou discussões antigas sobre a presença de patrocinadores no futebol brasileiro.

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O tema ganhou notoriedade na década de 1990, quando vieram a público detalhes de acordos comerciais envolvendo a Confederação Brasileira de Futebol e empresas do setor esportivo.

Desde então, o assunto volta ocasionalmente ao debate sempre que decisões esportivas geram controvérsia entre torcedores.

No caso atual, não existe informação pública que indique qualquer interferência de marcas esportivas nas escolhas feitas pela comissão técnica da Seleção Brasileira.

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Sem elementos concretos que sustentem a teoria, a ausência de Endrick continua sendo interpretada oficialmente como uma decisão da comissão técnica. Ancelotti evitou comentar individualmente a situação do atacante após a partida e concentrou sua análise no desempenho coletivo da equipe.

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I.A. na Copa: FIFA revela tecnologia que promete mudar arbitragem e análise de jogos; entenda

6 de Junho de 2026, 15:00

A FIFA apresentou um conjunto de novas tecnologias baseadas em inteligência artificial que serão utilizadas na Copa do Mundo de 2026.

As ferramentas foram reveladas durante o Lenovo Tech World 2026 e têm como objetivo ampliar a precisão da arbitragem, oferecer análises avançadas às seleções e criar novas formas de interação para os torcedores durante o torneio, que será disputado nos Estados Unidos, Canadá e México.

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I.A. chega ao centro das decisões dentro e fora de campo

De acordo com a FIFA, entre as principais novidades está o Football AI Pro, uma plataforma de inteligência artificial desenvolvida para auxiliar as 48 seleções participantes da competição.

A ferramenta foi criada para processar uma enorme quantidade de informações sobre partidas e jogadores, transformando dados em análises que podem ser consultadas por técnicos e comissões técnicas.

Segundo a FIFA, o sistema foi projetado para reduzir diferenças entre equipes com estruturas distintas. Na prática, seleções com menor acesso a departamentos avançados de análise poderão utilizar os mesmos recursos tecnológicos disponíveis para as principais potências do futebol mundial.

O sistema reúne informações em formatos variados, incluindo textos, vídeos, gráficos e modelos tridimensionais. O acesso poderá ser feito em diferentes idiomas antes e depois dos jogos.

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Tecnologia de impedimento ganha versão mais avançada

Outra inovação apresentada envolve a evolução do sistema semiautomático de detecção de impedimentos.

Para a Copa de 2026, os jogadores passarão por um escaneamento corporal digital capaz de criar avatares tridimensionais altamente precisos.

Os modelos serão utilizados para identificar movimentos e posicionamentos dos atletas com maior eficiência, inclusive em situações de velocidade elevada ou quando houver bloqueio parcial da visão das câmeras.

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Além de auxiliar a arbitragem, a tecnologia também terá função visual. As reconstruções em 3D poderão ser exibidas durante as transmissões para ajudar o público a compreender as decisões relacionadas aos lances de impedimento.

Nova câmera do árbitro promete imagens mais estáveis

A FIFA também anunciou uma atualização da chamada Visão do Árbitro, tecnologia que mostra ao público a perspectiva do juiz durante a partida.

A nova versão utiliza inteligência artificial para estabilizar automaticamente as imagens captadas pela câmera acoplada ao árbitro.

O recurso reduz tremores e borrões causados pela movimentação intensa em campo, permitindo uma visualização mais clara das jogadas.

Thank you to @FIFAcom President Gianni Infantino for joining me on stage at Lenovo Tech World to explain how Lenovo AI is enabling a smarter, more inclusive, and more immersive football experience for the FIFA World Cup 2026. #CES2026

🔗: https://t.co/kDCsvLyerL pic.twitter.com/5trlZA7rrX

— Yuanqing Yang (@YuanqingYang) January 8, 2026

A expectativa é que a ferramenta aumente a transparência das decisões e aproxime os torcedores da dinâmica do jogo.

Copa de 2026 será vitrine para o futuro do futebol

Para a FIFA, as novas soluções representam um passo importante no processo de modernização do esporte.

A entidade afirma que o uso da inteligência artificial não se limitará à arbitragem, mas também servirá para ampliar o acesso a dados, melhorar o desempenho das equipes e oferecer experiências mais imersivas aos torcedores.

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Com 48 seleções e 104 partidas programadas, a Copa do Mundo de 2026 será a maior da história do torneio e deve funcionar como um grande laboratório para tecnologias que poderão se tornar parte permanente do futebol nos próximos anos.

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Quanto custa produzir no Paraguai? Veja diferenças em relação ao Brasil

26 de Maio de 2026, 23:30

Mais de 200 empresas brasileiras transferiram parte de suas operações para o Paraguai desde 2007 em busca de custos menores, incentivos fiscais e menos burocracia.

O movimento ganhou força nos últimos anos com o avanço da chamada Lei de Maquila, modelo criado pelo governo paraguaio para atrair indústrias estrangeiras voltadas à exportação.

A diferença na carga tributária e nos encargos trabalhistas aparece como principal motivo para a mudança.

O Paraguai se consolidou como uma alternativa para empresas que buscam reduzir despesas de produção.

Pelo regime de maquila, companhias estrangeiras podem importar máquinas, equipamentos e matérias-primas sem pagar parte dos tributos, desde que o produto final seja exportado posteriormente.

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Na prática, o sistema diminui de forma significativa o custo operacional das empresas. Enquanto no Brasil a soma de impostos e encargos trabalhistas pode chegar perto de 80% em alguns setores, no Paraguai os custos ficam próximos de 12%, dependendo da atividade exercida.

Outro ponto que chama atenção é a taxa aplicada sobre exportações dentro do modelo paraguaio. Segundo especialistas, o imposto pode ser de apenas 1% quando os produtos fabricados são destinados ao mercado externo.

Empresas conseguem cortar gastos

A diferença tributária tem impacto direto nos custos industriais. Empresas instaladas no Paraguai relatam redução operacional de até 40%, especialmente em segmentos ligados à indústria têxtil, montagem de produtos e fabricação de peças.

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Além da questão fiscal, empresários também apontam economia com folha de pagamento e processos administrativos mais simples. No Brasil, gastos ligados à burocracia e às obrigações trabalhistas acabam elevando o custo final da produção.

O cenário tem permitido que companhias aumentem a competitividade e ofereçam preços mais baixos ao consumidor, principalmente no mercado brasileiro.

Brasileiros lideram operações no país

Dados do Ministério da Indústria e Comércio do Paraguai mostram que empresas brasileiras representam a maior parte das maquiladoras em funcionamento no país. Atualmente, 69% das indústrias inseridas nesse regime são do Brasil.

Ao todo, o Paraguai possui cerca de 320 empresas operando dentro do sistema de maquila. Juntas, elas movimentam aproximadamente US$ 1,2 bilhão em exportações.

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A expansão desse modelo também alcançou novos setores. Recentemente, o governo paraguaio ampliou a legislação para incluir empresas das áreas de tecnologia e serviços, aumentando ainda mais o interesse estrangeiro.

Produção sem limite mínimo de investimento

Outro fator considerado atrativo é a flexibilidade da legislação paraguaia. A Lei nº 1.064/97 não estabelece valor mínimo para abertura de empresas nem limita o capital investido. O modelo aceita investimentos nacionais, estrangeiros ou mistos.

Também não existem restrições sobre localização ou segmento econômico, desde que as empresas sigam as exigências legais do país.

Com menos barreiras tributárias e custos menores de operação, o Paraguai vem ampliando sua participação como polo industrial para empresas brasileiras que buscam produzir gastando menos.

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