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Oscar 2026: confira quem deve levar o prêmio de melhor filme segundo o Rotten Tomatoes

15 de Março de 2026, 18:30
“O Agente Secreto” e o selo do Rotten Tomatoes

A expectativa é grande para saber quais filmes conquistarão a estatueta na principal categoria do Oscar 2026. Para ajudar a entender como os críticos vêm avaliando os concorrentes, o Rotten Tomatoes, agregador de críticas renomado, trouxe um ranking dos indicados.

Até a entrega dos troféus, tudo pode acontecer, mas essa análise oferece uma boa visão sobre a recepção da crítica para os filmes indicados.

Ranking de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes:

  1. O Agente Secreto: 98% de aprovação
  2. Pecadores: 97% de aprovação
  3. F1 – O Filme: 97% de aprovação
  4. Valor Sentimental: 96% de aprovaçã
  5. Sonhos de Trem: 94% de aprovação
  6. Uma Batalha Após a Outra: 94% de aprovação
  7. Marty Supreme: 93% de aprovação
  8. Bugonia: 87% de aprovação
  9. Hamnet – A Vida Antes de Hamlet: 86% de aprovação
  10. Frankenstein: 85% de aprovação

Além da avaliação dos críticos, o Rotten Tomatoes também apresenta a aprovação do público, que tem um ranking bem diferente:

Ranking de aprovação do público no Rotten Tomatoes

  1. F1 – O Filme: 97% de aprovação
  2. Pecadores: 96% de aprovação
  3. Valor Sentimental: 94% de aprovação
  4. Frankenstein: 94% de aprovação
  5. Hamnet – A Vida Antes de Hamlet: 93% de aprovação
  6. Sonhos de Trem: 90% de aprovação
  7. Uma Batalha Após a Outra: 85% de aprovação
  8. Bugonia: 84% de aprovação
  9. O Agente Secreto: 82% de aprovação
  10. Marty Supreme: 82% de aprovação

Bem ranqueado no Rotten Tomatoes, “O Agente Secreto” acompanha Marcelo (Wagner Moura), um especialista em tecnologia que retorna à sua cidade natal após muitos anos fora. No entanto, ele acaba descobrindo que sua cidade escondia perigos. Estamos em plena ditadura, em 1977.

O filme aborda questões políticas e sociais do Brasil daquela década, tocando temas como repressão política, restrição de direitos e o uso da tecnologia como ferramenta de controle totalitário. A produção, dirigida por Kleber Mendonça Filho, também é reconhecida por seu elenco, que conta com grandes nomes como Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Alice Carvalho, Roberto Diogenes, Hermila Guedes e o falecido Udo Kier, de “Bacurau”.

O filme foi aclamado pela crítica e está concorrendo a quatro categorias no Oscar 2026, incluindo Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Ator (para Wagner Moura) e Melhor Direção de Elenco.

 

Por que Jessie Buckley deve ganhar o Oscar de Melhor Atriz pela atuação em ‘Hamnet’

15 de Março de 2026, 16:18
Jessie Buckley em “Hamnet”

Jessie Buckley é a aposta mais segura da temporada para faturar o Oscar de Melhor Atriz no Oscar 2026, após sua performance imersiva e inesquecível como uma jovem mãe em luto no aclamado filme “Hamnet”. O papel, que marcou sua estreia na categoria, impressiona não apenas pela sua profundidade emocional, mas também pela habilidade de Buckley em dar vida a uma personagem tão complexa e poderosa, elevando sua carreira a novos patamares.

Buckley já havia varrido as principais premiações de pré-Oscar, incluindo os prêmios mais cobiçados da temporada, consolidando-se como uma das favoritas indiscutíveis. Sua atuação em “Hamnet”, uma adaptação cinematográfica da obra literária de Maggie O’Farrell, foi amplamente reconhecida por sua habilidade de capturar as emoções mais sutis de sua personagem, uma mulher em luto pela morte do filho, lidando com a dor e o peso do amor perdido.

Contudo, um incidente inusitado gerou um pequeno burburinho nas redes sociais durante a campanha. Em uma entrevista, Buckley fez uma piada sobre não gostar de gatos, algo que rapidamente foi amplificado na mídia. A atriz rapidamente voltou atrás durante uma aparição no “The Tonight Show”, de Jimmy Fallon, esclarecendo que a declaração não deveria ser levada a sério.

Nomes como Rose Byrne, por “Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria“, e Kate Hudson, por “Song Sung Blue – Um Sonho a Dois”, aparecem como concorrentes à altura, mas sem o mesmo apoio generalizado. Renate Reinsve, com “Valor Sentimental”, tem uma chance mais remota, enquanto a veterana Emma Stone, indicada por “Bugonia”, provavelmente ficaria de fora após duas vitórias anteriores na categoria.

“Hamnet” é um drama intimista que aborda o luto, a perda e o poder da memória. Buckley, como protagonista, foi a peça-chave para dar vida a uma história que emociona e faz refletir sobre os laços familiares e o poder da arte em tempos de sofrimento. Buckley não apenas celebra sua performance de destaque, mas também consagra seu nome no panteão das grandes atrizes contemporâneas.

Secretário de Trump admite almoço com Epstein em ilha, cercado de crianças

10 de Fevereiro de 2026, 16:55
Trump e Lutnick

O secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, admitiu nesta terça-feira (10) que almoçou com o financista e criminoso sexual Jeffrey Epstein em sua ilha privada no Caribe, em 2012.

O encontro ocorreu durante uma viagem de férias em família e incluiu a presença da esposa de Lutnick, de seus quatro filhos e de babás, segundo o próprio relato feito em depoimento ao Comitê de Apropriações do Senado.

“Eu almocei com ele, sim, enquanto estava em um barco durante uma viagem de férias em família”, afirmou Lutnick. “Minha esposa estava comigo, assim como meus quatro filhos e as babás. Também havia outro casal com crianças. Ficamos cerca de uma hora na ilha.”

A declaração ocorre em meio a uma crescente pressão bipartidária no Congresso para que o secretário renuncie ao cargo.

Epstein havia se declarado culpado em 2008 por crimes ligados à prostituição de menores na Flórida, incluindo o aliciamento de uma criança, em um acordo judicial que lhe permitiu escapar de acusações federais mais graves. Ainda assim, segundo documentos recentemente divulgados, Lutnick discutiu a visita à ilha em 2012, quatro anos após a condenação do financista.

O deputado republicano Thomas Massie afirmou que Lutnick deveria renunciar para “poupar o presidente de mais desgaste político”. “Se isso fosse no Reino Unido, ele já teria sido afastado”, disse, citando casos em que figuras públicas perderam cargos após vínculos com Epstein. Do lado democrata, o deputado Robert Garcia foi direto: “Lutnick precisa renunciar ou ser demitido, e precisa responder às nossas perguntas”.

Outros parlamentares democratas, como Ro Khanna, Ted Lieu, Melanie Stansbury e o senador Adam Schiff, também passaram a defender publicamente a saída do secretário. Eles questionam não apenas o encontro em si, mas o fato de ele ter ocorrido após a condenação de Epstein e envolver crianças.

Em seu depoimento, Lutnick tentou minimizar a relação. Disse que “mal teve contato” com Epstein ao longo de 14 anos e que se encontrou com ele apenas três vezes. Antes, o secretário havia declarado que rompeu relações com o financista em 2005. As novas revelações, porém, contradizem essa versão e reacendem o debate sobre o grau de tolerância do alto escalão do governo dos EUA com figuras centrais do escândalo Epstein durante a era de Donald Trump.

People can decide if they care are or not, I suppose, but Howard Lutnick told this melodramatic, detailed story about he met Jeffrey Epstein in 2005 and was so “disgusted” by him that he ran out and never saw him again.

The whole story was a total lie.pic.twitter.com/gsxU8JYkmj

— Glenn Greenwald (@ggreenwald) February 10, 2026

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