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Sem sigilo: o que os documentos do TCU sobre o Master podem revelar

25 de Março de 2026, 20:44

Em meio ao ápice das investigações envolvendo o Banco Master, do ex-proprietário Daniel Vorcaro, o presidente da CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado, Renan Calheiros, optou pela derrubada do sigilo dos documentos recebidos pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

A decisão foi anunciada durante reunião do colegiado e atende a cobranças de parlamentares que defendiam maior acesso às informações do caso. Com isso, os documentos passam a poder ser consultados publicamente, com exceção de dados protegidos por lei.

Leia também: Caso Master: BRB cobra dívidas de quase R$ 2 milhões de ex-CEO; Justiça determina penhora de bens

Caso Master

O Banco Master, do ex-proprietário Daniel Vorcaro, preso pela Polícia Federal, foi liquidado pelo Banco Central após ser apontada uma grave crise de liquidez, inconsistências nas funcionalidades da instituição e irregularidades em uma tentativa de venda.

A liquidação extrajudicial do Master também encaminhou o mesmo destino a outras instituições financeiras do mesmo conglomerado, como o Will Bank e Banco Pleno.

Após o encerramento das atividades dos bancos, a PF iniciou as investigações que resultaram na segunda prisão de Daniel Vorcaro e seu cunhado, Fabiano Zettel.

Além disso, a Polícia Federal, na terceira fase da Operação Compliance Zero, determinou o bloqueio de bens de alto valor relacionados ao caso.

Durante a ação, além das prisões realizadas, um dos envolvidos ligado a Vorcaro, conhecido como “sicário”, morreu após a chegada na prisão, como noticiado pelo Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.

O que os documentos do TCU podem revelar sobre o caso do Banco Master?

Segundo informações do Senado, a retirada do sigilo tem como objetivo garantir maior transparência sobre o caso.

A liberação inclui auditorias do Tribunal de Contas da União (TCU) que analisam a condução do Banco Central no processo envolvendo o Banco Master.

Na prática, os documentos do TCU sobre o Master podem revelar detalhes sobre o uso de recursos públicos, incluindo contratos, repasses e possíveis irregularidades na aplicação do dinheiro. Também podem apontar falhas de gestão, descumprimento de normas e eventuais prejuízos aos cofres públicos.

Além disso, os dados podem indicar a responsabilização de envolvidos e trazer recomendações do TCU, como ajustes, multas ou abertura de novas investigações. O conteúdo ajuda a dimensionar riscos fiscais e o impacto do caso na administração pública.

Ainda de acordo com Renan Calheiros, em nota do Senado, apenas informações sensíveis, como dados pessoais, bancários ou protegidos por legislação específica, continuarão sob sigilo. O restante do conteúdo ficará disponível para consulta pública.

Leia também: TCU suspende processo que investiga atuação do BC no caso Master

Pressão por transparência

A decisão de acabar com o sigilo também foi defendida pelo senador Eduardo Braga, que argumentou que o relatório deveria ser acessível por contribuir com os trabalhos do Congresso e esclarecer a atuação dos órgãos de fiscalização.

Para os senadores, não caberia ao TCU impor restrições de acesso ao Legislativo, especialmente em um caso de grande repercussão no sistema financeiro.

Leia também: Senadores vão entrar com mandado de segurança no STF para garantir abertura da CPI do Master

Medidas impostas para evitar novas fraudes

Além da divulgação dos documentos do TCU, o grupo de trabalho da CAE já apresentou propostas para reforçar a regulação do sistema financeiro e evitar novos casos semelhantes. Entre as iniciativas estão mudanças na fiscalização, maior proteção aos investidores e endurecimento das punições para crimes financeiros.

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Bilhões em jogo: top 5 maiores FIDCs do Brasil

24 de Março de 2026, 16:20

O mercado de crédito no Brasil é diretamente influenciado pelo nível de juros definido no país, o que impacta o planejamento financeiro de bancos e instituições. Nesse cenário, os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) vêm ganhando destaque, impulsionados pela busca por crédito fora do sistema bancário tradicional e por alternativas de investimento com maior rentabilidade.

Um levantamento da Gueratto Press, com base em dados públicos da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) dos primeiros meses de 2026, identificou os maiores gestores e consultores do segmento no Brasil.

Leia também: Guerra pode apertar crédito e dificultar cenário para emergentes, diz FMI

O que é o FIDCs

De acordo com informações do Gov.br, os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs), também conhecidos como fundos de recebíveis, são veículos destinados a investidores que aplicam recursos principalmente em créditos originados de operações comerciais, financeiras, industriais ou de serviços.

Na prática, funcionam como um “condomínio” de investidores, no qual pelo menos 50% do patrimônio é direcionado a esses Direitos Creditórios, enquanto o restante pode ser investido em títulos públicos e ativos de renda fixa. Regulados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), os FIDCs podem ser estruturados como fundos abertos ou fechados, conforme as regras de resgate de cotas.

Os cinco maiores FIDCs do Brasil

O ranking mais recente mostra uma forte concentração de patrimônio líquido entre os principais gestores do país. Veja os cinco maiores:

RED Asset

Lidera o ranking com cerca de R$ 6,2 bilhões em patrimônio líquido, mantendo a primeira posição no mercado.

Multiplike

Aparece na segunda colocação, com aproximadamente R$ 4,5 bilhões, registrando crescimento relevante no período analisado.

Multiplica

Ocupa o terceiro lugar, com cerca de R$ 3,3 bilhões em patrimônio.

Athenabanco

Com aproximadamente R$ 3,1 bilhões, segue entre os principais nomes do setor.

Grupo Sifra

Fecha o top 5 com cerca de R$ 2,8 bilhões em patrimônio líquido.

Leia também: Agronegócio: por que o crédito ficou mais difícil para o setor

Qual a expectativa do setor?

Segundo o levantamento, a tendência é de continuidade desse movimento. A digitalização do mercado, a ampliação do crédito para setores como agronegócio, construção civil e infraestrutura, além de um maior apetite por risco.

Nesse cenário, o crédito tende a ficar menos concentrado nos grandes bancos e mais distribuído entre diferentes estruturas financeiras, indicando uma mudança estrutural no sistema e consequentemente impulsionando o crescimento dos FIDCs.

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Quem é Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro que triplicou patrimônio em 4 anos

24 de Março de 2026, 16:18

Após o Banco Central decretar a liquidação extrajudicial do Banco Master, do empresário Daniel Vorcaro, as investigações continuam ganhando novos capítulos. Entre os envolvidos, Fabiano Zattel, cunhado de Vorcaro, voltou à prisão pela segunda vez, junto com o próprio empresário, na última detenção registrada no início de março.

Leia também: Martha Graeff: quem é a influenciadora ligada a Daniel Vorcaro

Quem é Fabiano Zettel?

Fabiano Zettel, de 50 anos, é empresário, pastor e cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro. Zattel ganhou notoriedade ao se tornar um dos alvos da Operação Compliance Zero, conduzida pela Polícia Federal, que investiga um suposto esquema bilionário de fraudes financeiras no sistema bancário.

Zettel já havia sido preso temporariamente em fases anteriores da investigação, inclusive ao tentar embarcar para o Bahrein, no Oriente Médio, e aparece como figura relevante nas apurações sobre movimentações financeiras e estrutura societária investigada.

Envolvimento financeiro de Fabiano Zettel

De acordo com as análises da PF, Fabiano Zettel recebeu R$ 190,2 milhões em dividendos e lucros do Fundo de Investimento em Participações (FIP) Kairós entre 2023 e 2024.

Ainda segundo a Polícia Federal, o fundo é apontado como parte de uma estrutura de lavagem de dinheiro ligada à organização criminosa associada ao Banco Master. Os valores foram declarados por Zettel à Receita Federal e obtidos pela CPI do Crime Organizado.

Patrimônio triplicado

Assim como divulgado nesta matéria do Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, as declarações de Imposto de Renda de Zettel dos últimos três anos, obtidas pelo portal de notícias g1, mostram que seu patrimônio saltou de R$ 67,5 milhões em 2021 para R$ 204,3 milhões em 2024, um crescimento de cerca de R$ 137 milhões em quatro anos. No mesmo período, ele acumulou dívidas de R$ 12 milhões.

Entre os bens declarados, R$ 50,9 milhões estão registrados em joias e relógios. A coleção cresceu aproximadamente R$ 42,2 milhões entre 2021 e 2024.

Em 2023, referente ao ano-base 2022, Zettel havia declarado R$ 139 milhões em dividendos de seu escritório de advocacia, a Fabiano Zettel Sociedade de Advogados.

Atuação como diretor em empresa suspeita

A Super Empreendimentos também é citada nas investigações como empresa utilizada para realizar pagamentos a Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”, que morreu após ser preso em 6 de março.

Segundo as apurações, ele atuava no monitoramento de alvos, na obtenção ilegal de dados sigilosos e em ações de intimidação física e moral dentro da organização criminosa.

De acordo com sua declaração de Imposto de Renda, Zettel realizou um aporte de R$ 48,5 milhões na Super Empreendimentos em 2022.

Leia também: Daniel Vorcaro é algemado e transferido de helicóptero para Superintendência da PF

Caso Master

Após realizar a prisão de Daniel Vorcaro, Fabiano Zattel e outros membros envolvidos no caso, o andamento do processo envolvendo o Banco Master e as movimentações ilegais parece estar longe de acabar.

Na última semana, o ex-proprietário do Master realizou a troca dos advogados, o que pode ser um indício de uma possível delação premiada.

Até o momento ainda não existem confirmações de que a delação vá acontecer, mas é esperado que novas informações por parte de Vorcaro e até sobre outros envolvimentos de Fabiano Zattel sejam reveladas.

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EUA dizem ter neutralizado mísseis do Irã; então por que ataques continuam?

22 de Março de 2026, 22:47

A nova guerra no Oriente Médio entre Estados Unidos e Irã segue se intensificando, mesmo diante das investidas americanas que contam com a ajuda de Israel.

O início do confronto entre os países marcou a morte do ex-líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, que liderou o país por mais de 30 anos.

Após a morte de Khamenei, seus familiares e alguns membros da alta cúpula iraniana, o Irã nomeou Mojtaba Khamenei, filho do ex-mandatário morto em um bombardeio americano.

Além de aumentar as tensões entre os países, a morte de Khamenei também gerou o fechamento do Estreito de Ormuz, como retaliação por parte dos iranianos.

Leia também: Trump reitera que guerra contra Irã terminará em breve e cita falta de liderança no país persa

Aumento nas tensões

O início da guerra no Oriente Médio inicialmente seria o resultado da ofensiva americana contra o programa nuclear iraniano. Na visão dos americanos e, mais precisamente, do presidente Donald Trump, armas de destruição em massa nas mãos do Irã representam um risco direto aos Estados Unidos e seus aliados.

Entretanto, segundo informações do portal Al Jazeera, autoridades americanas sustentam que os ataques realizados em conjunto com aliados atingiram infraestruturas estratégicas do Irã, incluindo bases e sistemas ligados ao lançamento de mísseis.

O objetivo da ofensiva dos Estados Unidos foi enfraquecer a capacidade do país de realizar ataques de grande escala, reduzindo significativamente seu poder de fogo e construção de novos armamentos.

Segundo análises citadas pela reportagem do Al Jazeera, essa estratégia de atingir pontos-chave da cadeia militar teria comprometido parte relevante da estrutura iraniana, dificultando operações mais amplas e coordenadas durante os conflitos.

Irã afirma manter o arsenal

Mesmo com perdas importantes, especialistas apontam que o Irã ainda possui um estoque considerável de mísseis. Isso permite ao país continuar realizando ataques de forma mais seletiva e estratégica, mantendo pressão sobre adversários e aliados na região.

Apesar de realizar investidas em menor número, os ataques iranianos buscam destruir ou enfraquecer pontos considerados importantes pelos países inimigos. Na última semana, o país iraniano atacou a Cidade Industrial Ras Laffan, no Qatar, que abriga a maior instalação de exportação de gás natural liquefeito (GNL) do mundo.

A manutenção desses ataques e opções no arsenal indica que, embora a capacidade tenha sido reduzida, ela não foi completamente eliminada. Com isso, o Irã consegue prolongar o conflito e sustentar ações militares, ainda que em menor intensidade do que no início da guerra.

Leia também: UE vai reavaliar abastecimento de petróleo se interrupção em Ormuz persistir

Ataques pontuais

O Irã detém o maior arsenal de mísseis balísticos do Oriente Médio, de acordo com uma avaliação da Inteligência Nacional dos Estados Unidos divulgada em 2022.

Embora não existam dados oficiais sobre o total de armamentos, estimativas da inteligência israelense indicam que o país possuía cerca de 3.000 mísseis, número que teria sido reduzido para aproximadamente 2.500 após os conflitos do ano passado.

Em suma, apesar de os Estados Unidos afirmarem ter neutralizado parte relevante dos sistemas de mísseis iranianos, isso não significa a eliminação total da capacidade ofensiva do país. Especialistas explicam que o Irã opera com estoques distribuídos, lançadores móveis e estratégias descentralizadas, o que dificulta a neutralização completa do arsenal. Na prática, isso permite a continuidade de ataques, ainda que em menor escala e com foco mais estratégico, o que ajuda a explicar por que as ofensivas persistem mesmo após as investidas americanas.

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Professor ganha mais ou menos que outras profissões? Veja como o salário muda pelo Brasil

16 de Março de 2026, 14:15

As remunerações das profissões consideradas essenciais no Brasil são frequentemente comparadas a outros setores. No caso dos professores, os salários dos profissionais da educação ainda são considerados baixos em comparação com outros ramos importantes.

Entretanto, apesar da remuneração considerada baixa, os resultados de aprendizagem de grande parte dos estudantes brasileiros acabam reforçando esse argumento.

No entanto, uma análise mais detalhada dos dados mostra que a realidade pode variar bastante entre os estados, revelando diferenças importantes quando se compara o salário dos professores com o de outros profissionais com ensino superior no país.

Leia também: Prévia da inflação, IPCA-15 acelera para 0,84% com pressão de transportes e educação

Salário defasado

Noticiado anteriormente por Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, um estudo divulgado pelo Movimento Profissão Docente, que reúne organizações do terceiro setor ligadas à área da educação, aponta que os salários dos professores ainda são inferiores à média de outras profissões que exigem ensino superior.

Atualmente, a remuneração média dos docentes no Brasil equivale a 86% do salário de outros profissionais com a mesma formação.

Apesar de ainda existir diferença, o levantamento mostra que houve melhora ao longo da última década. Em 2012, o salário médio dos professores representava apenas 65% da renda de outras profissões com nível superior, indicando uma redução dessa desigualdade salarial.

Entretanto, em comparação com outras profissões essenciais, o salário dos professores ainda fica bem atrás. Carreiras como direito, medicina e engenharia continuam liderando o ranking de remuneração, com salários médios que ultrapassam R$ 10 mil, cerca do dobro do que recebem os docentes.

Diferenças regionais

Em alguns locais, a remuneração dos professores chega a superar a média recebida por outros profissionais com ensino superior. O Rio Grande do Norte aparece como o estado com a maior proporção salarial entre docentes e demais profissionais.

Segundo o levantamento, professores da rede pública do RN recebem em média R$ 8,8 mil, valor equivalente a 162% da remuneração média de outras carreiras, que fica em torno de R$ 5,4 mil.

Já no Distrito Federal, a situação é oposta. A remuneração média dos professores é de cerca de R$ 6,5 mil, o que corresponde a 69% do salário médio de outros profissionais com ensino superior, a menor proporção registrada no país.

Salários equiparados

Entretanto, alguns estados já conseguem pagar aos professores salários equivalentes ou até maiores em relação a outras profissões com ensino superior.

Ao todo, dez estados brasileiros atingem ou superam a marca de 100% nessa comparação, o que significa que a remuneração nesses locais está equiparada à média das demais carreiras.

Os estados são:

  • Amapá
  • Roraima
  • Mato Grosso do Sul
  • Sergipe
  • Mato Grosso
  • Maranhão
  • Pará
  • Goias
  • Bahia
  • Alagoas
  • Ceará
  • Acre
  • Rio Grande do Norte

Leia também: Profissões manuais ganham força como “blindagem” contra a IA e atraem nova geração de trabalhadores

Remuneração paulista

No estado de São Paulo, considerado o mais rico do país, a remuneração dos professores ainda permanece abaixo da média de outras profissões com ensino superior. Há pouco mais de uma década, o salário dos docentes correspondia a cerca de 60% da renda média de outros profissionais.

Esse percentual subiu para 79%, indicando avanço no salário oferecido, embora ainda exista uma diferença significativa em comparação com estados com menor verba e procura por vagas de trabalho na área da educação.

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Xiitas e sunitas: qual é a diferença entre os dois principais grupos do islamismo?

16 de Março de 2026, 13:00

Em meio à guerra no Oriente Médio e aos bombardeios que resultaram na morte do Líder Supremo do Irã, Ali Khamenei, os novos ataques começaram a ser relacionados a motivos religiosos. Apesar de se tratar de conflitos históricos entre os Estados Unidos e países do Oriente Médio e assuntos geopolíticos como petróleo e fabricação de armas nucleares, autoridades iranianas entendem que os ataques são direcionados à religião do país.

O islamismo é uma das maiores religiões do mundo e possui diferentes correntes dentro de sua tradição. As duas principais são sunitas e xiitas, que compartilham grande parte das crenças fundamentais da fé muçulmana, como a crença em Alá e nos ensinamentos do profeta Maomé.

Leia também: Trump diz que está disposto a negociar com o Irã

Divisão entre sunitas e xiitas

De acordo com informações da NBC News, a divisão entre as duas vertentes do islamismo tem origem no ano de 632 d.C., logo após a morte do profeta Maomé, quando surgiu um debate sobre quem deveria assumir a liderança da comunidade muçulmana.

Parte dos seguidores defendia que o novo líder deveria ser escolhido entre os companheiros mais próximos do profeta, considerados figuras respeitadas dentro da comunidade islâmica.

Já o outro grupo acreditava que a liderança deveria permanecer dentro da família do profeta. Esses seguidores defendiam que uma figura familiar ligada a Maomé era o sucessor legítimo.

Essa divergência acabou dando origem às duas principais correntes do islamismo: os sunitas, que aceitaram a liderança escolhida pela comunidade, e os xiitas, que defendiam a sucessão pela linhagem familiar do profeta.

Principais diferenças entre os sunitas e xiitas

Como citado anteriormente, a principal diferença entre os dois grupos está na visão sobre quem deveria ter sucedido o profeta Maomé na liderança da comunidade muçulmana.

Além disso, os sunitas têm uma estrutura religiosa menos hierárquica do que os xiitas, e cada grupo segue interpretações diferentes das leis e tradições do islamismo.

Os xiitas costumam dar grande importância a líderes religiosos, que são muitas vezes venerados pelos fiéis. Já entre os sunitas, essa prática não é comum, pois eles não atribuem esse tipo de veneração a líderes religiosos.

Representatividade

Os sunitas representam a maioria dos muçulmanos no mundo. Atualmente, estima-se que cerca de 85% a 90% dos muçulmanos sigam essa vertente, o que faz dessa corrente a mais predominante no mundo islâmico.

Já os xiitas representam uma parcela menor dos muçulmanos e costumam estar mais concentrados em determinadas regiões. A maior parte dos fiéis dessa vertente vive no Irã, país onde o islamismo xiita tem forte presença e influência religiosa.

Relação com os conflitos

Além das diferenças religiosas, essa divisão também influencia a geopolítica no Oriente Médio. Segundo o site Religion Unplugged, a Arábia Saudita, tradicional aliada dos Estados Unidos, acaba se envolvendo indiretamente em conflitos da região em razão da religião predominante no país, o islamismo sunita.

A rivalidade política se intensificou após a Revolução Islâmica de 1979 no Irã, que derrubou a monarquia apoiada pelos Estados Unidos e instaurou um governo teocrático no país. Desde então, Irã e Arábia Saudita passaram a disputar influência política e estratégica no Oriente Médio e em outras regiões.

Para a Arábia Saudita, o Irã representa diversas preocupações estratégicas. O governo iraniano é acusado de apoiar grupos armados em diferentes partes da região. Além disso, o programa nuclear do Irã é visto por países do Golfo e por Israel como uma possível ameaça à segurança regional. Este seria o principal motivo do início dos conflitos atuais.

Leia também: Rússia nega envolvimento na morte de Navalny e declara apoio ao Irã em meio à guerra no Oriente Médio

É uma guerra religiosa?

Apesar das acusações de bombardeios relacionados à religião e de relatos de soldados americanos sobre a inserção de incentivos com base no mesmo propósito, como já noticiado pelo Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, o motivo principal apontado por Donald Trump e seus aliados segue com base no programa nuclear iraniano

Por parte dos americanos, a fabricação de armas de destruição em massa fortifica o país e seus aliados como alvo de um possível ataque militar. Do lado do Irã, a pressão e os ataques pelo fim da fabricação violam diretamente a liberdade de uma nação de fortificar seu armamento contra ataques inimigos.

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Por que a Índia acabou no centro do confronto econômico entre EUA e Irã

15 de Março de 2026, 16:30

O novo confronto no Oriente Médio entre Estados Unidos, Irã e Israel segue expandindo os conflitos ou, ao menos, as complicações a outros países vizinhos, como o caso da Índia. Apesar de não estar envolvido diretamente no conflito entre os países, o país indiano também está sofrendo diretamente com as escaladas dos ataques.

Isso porque a Índia mantém relações diplomáticas e políticas com os dois lados, o que agrava ainda mais a situação em meio aos bombardeios americanos e às respostas iranianas.

Essa combinação coloca o país em uma posição delicada no cenário geopolítico atual, já que qualquer decisão comercial pode afetar seus interesses estratégicos e sua relação com Washington ou Teerã, capitais dos países envolvidos na guerra.

Leia também: Chefe de segurança do Irã ameaça Trump: “Cuidado para não ser eliminado”

Dependência energética

A Índia é uma das maiores consumidoras de energia do planeta e precisa importar grande parte do petróleo e do gás natural que utiliza. Historicamente, o Irã foi um dos fornecedores relevantes desse combustível, oferecendo condições que ajudaram a consolidar uma relação comercial entre os dois países.

Vale lembrar que, como forma de resposta e enfraquecimento dos ataques americanos, as forças armadas do Irã bloquearam a passagem pelo Estreito de Ormuz, principal via marítima responsável pelo envio de petróleo, gás natural e outros materiais.

Com isso, o agravamento entre os dois países coloca a Índia em uma situação delicada. Além da necessidade de exportar materiais energéticos, o país indiano também vive a apreensão de manter as relações com o Irã e sofrer sanções por parte dos Estados Unidos, algo comum no segundo mandato de Donald Trump.

Exportação obrigatória

De acordo com o site The Core Daily, o bloqueio do Estreito de Ormuz e a intensificação dos conflitos no Oriente Médio e na região do Golfo exercem pressão direta sobre a economia da Índia. Isso ocorre porque o país depende significativamente das rotas marítimas que passam por essa área para transportar uma grande quantidade de mercadorias e recursos energéticos.

Em 2025, por exemplo, a Índia importou cerca de 98,7 bilhões de dólares em produtos do Oriente Médio, incluindo aproximadamente 70 bilhões de dólares em petróleo. Qualquer interrupção nessas rotas pode aumentar os custos de energia e afetar setores como fertilizantes, indústria e transporte.

Caso as exportações sigam interrompidas, países dependentes de importações, como a Índia, podem enfrentar escassez de gás natural e aumento expressivo nos preços do combustível. A paralisação de rotas marítimas também pode afetar contratos de fornecimento e gerar efeitos em cadeia na indústria e no consumo interno.

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Sanções americanas

Como citado acima, além das preocupações internas, as possíveis sanções americanas a países que mantenham relações com o governo iraniano refletem diretamente nos movimentos internacionais realizados pela Índia.

Os Estados Unidos têm utilizado sanções econômicas como uma ferramenta central para tentar enfraquecer o governo iraniano. Nesse contexto, a Índia passou a enfrentar pressões de Washington para reduzir ou interromper compras de petróleo iraniano e limitar outros tipos de cooperação econômica, de acordo com a BBC.

As medidas americanas devem seguir o cronograma inicial imposto por Donald Trump, mesmo que as sanções a países parceiros, como a Índia, precisem ser adotadas. Vale lembrar que, nesta semana, Trump incentivou os navios cargueiros a seguirem normalmente com a rota, assegurando que os sistemas de ataque do Irã estão enfraquecidos.

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Por que a guerra entre EUA, Israel e Irã pode agravar ainda mais a crise em Gaza

15 de Março de 2026, 14:50

A guerra recente no Oriente Médio, que tem como principais envolvidos os Estados Unidos, Irã e Israel, segue se expandindo para outros territórios. O conflito entre os países iniciou no final de fevereiro deste ano e, até o momento, não existem tratativas para o cessar-fogo.

Como destaque dos conflitos até agora, um dos bombardeios americanos matou o Líder Supremo do Irã, Ali Khamenei, o que resultaria mais tarde no bloqueio do Estreito de Ormuz, principal rota marítima para o envio de petróleo.

No entanto, apesar da guerra declarada entre os países envolvidos, o conflito no Oriente Médio não se restringe apenas a Israel e Irã. Entre os locais diretamente afetados está a Faixa de Gaza, território marcado por frequentes confrontos na região, e costuma sofrer impactos diretos das tensões e operações militares no entorno.

Leia também: Trump pressiona Netanyahu por avanço no plano americano para a Faixa de Gaza

Situação da Faixa de Gaza

De acordo com informações do Al Jazeera, um dos impactos imediatos da guerra regional foi o fechamento das fronteiras que permitem a entrada de ajuda em Gaza.

No primeiro dia do conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã, autoridades israelenses fecharam os principais cruzamentos com o território palestino, interrompendo a entrada de caminhões com alimentos, medicamentos e outros itens essenciais para a população local.

Além disso, a restrição também afetou o transporte de pacientes que necessitam de tratamento médico fora da Faixa de Gaza. Mais tarde, Israel permitiu a reabertura parcial da passagem de Karem Abu Salem, conhecida em Israel como Kerem Shalom, para a entrada gradual de ajuda.

No entanto, organizações humanitárias afirmam que os volumes permitidos ainda são insuficientes para atender às necessidades da população.

Ramy Abdu, chefe do Observatório de Direitos Humanos Euro-Mediterrâneo, disse à Al Jazeera que a situação envolvendo Irã e Israel permitiu que a situação em Gaza piorasse.

A guerra com o Irã deu a Israel mais espaço para intensificar seus crimes em Gaza, enquanto a situação humanitária se deteriorou rapidamente devido às severas restrições nas passagens de fronteira.”

Vale lembrar que, antes dos conflitos atuais, a Faixa de Gaza sofreu bombardeios diários durante a guerra entre Israel e Hamas, que devastou completamente a região. Na época, o local também estava bloqueado para ajudas humanitárias, o que intensificou a situação do local.

Custo de vida em meio à guerra

A crise também tem impacto direto no custo de vida dentro da Faixa de Gaza. Com as restrições de entrada de mercadorias e a interrupção de rotas logísticas, os preços de alimentos e produtos básicos aumentaram consideravelmente, agravando a insegurança alimentar entre os moradores do território.

Um porta-voz do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) afirmou que o preço de alguns itens essenciais, como alimentos e produtos de limpeza, disparou nos últimos dias, com aumentos que, em certos casos, variam entre 200% e 300%.

Leia também: Exército de Israel amplia área de evacuação para moradores no sul do Líbano

Crise humanitária

A continuação da guerra e o agravamento dos conflitos devem continuar pressionando a vida na Faixa de Gaza. A situação humanitária continua a se deteriorar, já que a população enfrenta falta de alimentos, dificuldades no acesso a serviços médicos e limitações no fluxo de ajuda internacional. 

Apesar dos esforços de ONGs internacionais e da pressão de alguns países para o cessar-fogo, as movimentações da guerra dão indícios de que os bombardeios devem continuar. Como citado pelo Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, Israel segue atacando instalações nucleares iranianas.

Este seria o motivo principal que deu início aos conflitos no Oriente Médio. O presidente americano Donald Trump defende que o Irã não possa produzir armas de destruição em massa. Na visão do republicano, o armamento nuclear coloca os Estados Unidos e seus aliados diretamente na mira do Irã. Já os iranianos defendem a liberdade de reforçar o seu armamento contra as ameaças de países externos.

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O que é o G7 e por que esse grupo de países tem tanto peso na economia mundial

13 de Março de 2026, 09:30

Em meio aos conflitos no Oriente Médio, as questões geopolíticas entram em pauta novamente. Apesar de a nova guerra ser composta, até o momento, por 3 países, Estados Unidos, Israel e Irã, as demais nações também sofrem indiretamente com a escalada da guerra. Com isso, grupos diplomáticos como o G7 podem atuar diretamente.

O G7, grupo formado por sete das principais potências econômicas do mundo, volta ao centro das discussões internacionais em meio aos conflitos em andamento. Além da guerra no Oriente Médio, o cenário global também é marcado pela guerra entre Ucrânia e Rússia, temas que frequentemente entram na agenda de debates do bloco.

Leia também: G7 se aproxima de recorrer a reservas de petróleo para enfrentar alta de preços

O que é o G7?

De acordo com a Council on Foreign Relations (CRF), o G7, ou Grupo dos Sete, é um bloco formado por algumas das maiores economias desenvolvidas do mundo. O grupo reúne:

  • Estados Unidos;
  • Canadá;
  • França;
  • Alemanha;
  • Itália;
  • Japão;
  • Reino Unido.

Além da participação da União Europeia em suas reuniões.

Esses países se encontram regularmente para discutir temas como economia global, segurança internacional, tecnologia e mudanças climáticas, buscando coordenar políticas e ações conjuntas diante de desafios globais.

No geral, o grupo funciona como um espaço de diálogo entre governos de grandes economias industriais, permitindo que líderes políticos e ministros discutam estratégias econômicas e políticas que podem influenciar o cenário internacional em momentos como os atuais.

Como foi formado o G7?

O G7 foi criado em 1975, inicialmente como Grupo dos Seis (G6), reunindo Estados Unidos, França, Itália, Japão, Reino Unido e, na época, Alemanha Ocidental.

O objetivo era criar um fórum para discutir problemas econômicos globais, como inflação, agravados pela crise do petróleo da década de 1970 e pelo embargo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP). Um ano depois, o Canadá passou a integrar o grupo, consolidando a formação atual do G7.

Desde então, o grupo realiza encontros anuais entre chefes de Estado e de governo, conhecidos como Cúpulas do G7, nos quais são debatidas políticas econômicas, comércio internacional, segurança, tecnologia e outros temas globais. A tendência é que o grupo se reúna com mais urgência em situações que afetam diretamente a economia dos representantes, como no caso da guerra do Irã e da inflação do petróleo.

Peso do G7 na economia

Ainda de acordo com a CRF, em 2024, o Produto Interno Bruto (PIB) combinado dessas nações ultrapassava US$ 57 trilhões, o equivalente a cerca de 29% da economia global, o que explica a grande influência do bloco nas decisões financeiras e políticas internacionais.

Além disso, as decisões tomadas pelo grupo costumam influenciar políticas econômicas globais, como sanções internacionais, investimentos em infraestrutura e iniciativas de cooperação financeira. Um exemplo recente foi a coordenação de sanções econômicas contra a Rússia após a invasão da Ucrânia.

Leia também: G7 está pronto para agir para estabilizar mercado de energia, diz ministra das Finanças do Japão

Relevância do G7

Apesar das críticas sobre a representatividade do grupo, já que grandes economias emergentes como China, Índia e Brasil não fazem parte do bloco, o G7 continua sendo um dos principais grupos de coordenação política e econômica entre os países industrializados.

Dessa forma, embora a maioria dos países do G7 não esteja diretamente envolvida nas guerras atuais, os impactos desses conflitos na economia global podem levar o grupo a adotar medidas, incluindo ações diplomáticas e até sanções contra os países envolvidos.

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Imposto de Renda 2026: veja quais investimentos são isentos do imposto

11 de Março de 2026, 16:50

O Imposto de Renda (IR) é um tributo anual obrigatório no qual os contribuintes devem informar à Receita Federal todos os ganhos, rendimentos e investimentos obtidos no ano anterior. Na declaração de 2026, por exemplo, o contribuinte precisa apresentar as movimentações financeiras realizadas ao longo de 2025.

No entanto, as eventuais mudanças nas regras anunciadas para este ano não se aplicam às declarações referentes ao período anterior. Entre as mudanças anunciadas para 2026, o governo federal ampliou a faixa de isenção do Imposto de Renda para pessoas físicas com renda mensal de até R$ 5 mil.

Leia também: Imposto de Renda 2026: veja quando começa o prazo para enviar a declaração

Investimentos isentos em 2026

De acordo com informações do gov.br, mesmo com mudanças nas regras do Imposto de Renda, alguns investimentos e aportes financeiros seguem os mesmos padrões que os tributos passados e estão livres das cobranças de impostos. Entre eles estão:

  • Poupança;
  • Letras de Crédito Imobiliário (LCI);
  • Letras de Crédito do Agronegócio (LCA);
  • Fundos imobiliários (FIIs);
  • Fundos de investimento nas cadeias produtivas do agronegócio (Fiagro);
  • Certificado de recebíveis do agronegócio (CRA);
  • Certificado de recebíveis imobiliários (CRI);
  • Debêntures incentivadas.

Além desses investimentos, são isentos:

  • Heranças e doações;
  • Indenizações por doença grave;
  • Ganhos de capital na venda de imóveis, exceto fora da bolsa;
  • Aluguéis atrasados;
  • Valores recebidos acumuladamente, por meio de ações judiciais.

Leia também: Sindifisco: defasagem da tabela do Imposto de Renda chega a 157% em 2025

Declaração

Entretanto, vale lembrar que, mesmo isentos, os rendimentos e investimentos devem ser declarados da mesma forma. A Receita Federal utiliza essas informações para monitorar o patrimônio e a evolução financeira dos contribuintes, garantindo maior transparência e controle fiscal.

Com isso, mesmo quando o investimento ou rendimento é classificado como isento, o contribuinte deve registrar os valores recebidos para manter as obrigações com a Receita Federal em dia. É importante que as informações sejam disponibilizadas para evitar contratempos e até multas no Imposto de Renda.

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Guerra no Oriente Médio pode afetar os EUA também no esporte? Veja o que se sabe até agora

8 de Março de 2026, 10:10

As tensões no Oriente Médio entre os Estados Unidos, Israel e Irã seguem gerando atualizações durante os novos bombardeios entre as nações. Nas vésperas do início da Copa do Mundo, a guerra se agravou após um ataque americano matar o Líder Supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, que comandou o país por mais de 30 anos.

Entretanto, mesmo se tratando de uma guerra armamentista e política, as ações devem afetar os próximos grandes eventos esportivos mundiais. Vale lembrar que os Estados Unidos, principal potência na guerra do Oriente Médio, irão sediar a Copa do Mundo de 2026 e os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028.

Leia também: Irã pode ficar fora da Copa do Mundo após ataques dos EUA e Israel? Entenda

Tensões pré-jogos

O envolvimento dos Estados Unidos nos conflitos do Oriente Médio, que aborda a fabricação de armas nucleares como motivo principal, coloca o país americano em alerta total antes do início do maior campeonato de futebol do planeta.

É importante ressaltar que, até o momento, o Irã segue confirmado como uma das seleções participantes do torneio.

Entretanto, mesmo que não existam comparações entre combatentes iranianos e jogadores profissionais de futebol, um país responsável por sediar uma Copa do Mundo também é responsável por receber milhares de viajantes de todos os lugares do planeta. O que aumenta ainda mais as tensões americanas em meio a ameaças de contra-ataque por parte do Irã.

Possíveis alterações

De acordo com informações do The Athletic, o cenário internacional pode trazer impactos diretos para grandes eventos esportivos. Embora ainda não haja alterações oficiais nos calendários, os riscos relacionados à segurança, deslocamento de delegações e estabilidade internacional devem ser um assunto pautado antes do início da competição. Historicamente, países com conflitos internacionais são constantemente alvos de ataques terroristas durante a realização de grandes eventos.

Copa do Mundo 2026

A Copa do Mundo de 2026 será realizada nos Estados Unidos, Canadá e México, e qualquer instabilidade internacional tende a ser acompanhada de perto pela FIFA e pelos governos envolvidos. Vale lembrar que a entidade já puniu outras nações que estavam envolvidas em conflitos, como no caso da Rússia, que está proibida de participar do campeonato desde a edição de 2022, devido à invasão na Ucrânia.

Entretanto, mesmo com o envolvimento direto dos EUA nos conflitos recentes no Oriente Médio, a FIFA até o momento não se manifestou sobre qualquer punição ou alteração dos jogos sediados nos Estados Unidos. A Copa de 2026 está a menos de 100 dias de ser iniciada, e com essa aproximação, é pouco provável que a entidade máxima do futebol altere qualquer planejamento já imposto.

Olímpiadas de 2028

O caso é o mesmo para as Olimpíadas de Los Angeles 2028, a bandeira russa também está de fora da competição e, assim como a Copa do Mundo, não foram impostas medidas contra os Estados Unidos ou Israel, país que também está presente nos conflitos do Oriente Médio.

Mesmo com os bombardeios que resultaram na morte de Ali Khamenei e na captura do ex-presidente venezuelano, Nicolás Maduro, é pouco provável que os Estados Unidos deixem de sediar os Jogos Olímpicos.

Além da influência de Donald Trump com Gianni Infantino, presidente da FIFA, os Estados Unidos também foram os responsáveis por sediar a Copa do Mundo de Clubes da FIFA, o primeiro campeonato mundial da entidade em novo formato.

Leia também: EXCLUSIVO CNBC: Presidente da FIFA revela o real impacto econômico com a Copa do Mundo nos EUA

Calendário oficial

Ainda de acordo com o site The Athletic, apesar das preocupações, o cenário atual ainda é de monitoramento e não de alteração concreta nos calendários esportivos. A reportagem reforça que, até o momento, não há anúncios oficiais sobre transferência, cancelamento ou adiamento de competições.

No entanto, a simples possibilidade de um conflito de maiores proporções já é suficiente para colocar organizadores em estado de alerta em meio a preparativos para o início da Copa do Mundo da FIFA de 2026.

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Por que o Líbano está no centro do conflito entre Israel e Irã

7 de Março de 2026, 09:40

A escalada da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã também conta com uma outra nacionalidade no epicentro do conflito. O Líbano também vem recebendo ataques diretos vindos de Israel, mesmo não estando diretamente ligado aos confrontos que permanecem inicialmente, ao Irã.

Apesar de não ser alvo principal, o território libanês é considerado vital pelos israelenses para manter a segurança do país. Isso porque o Hezbollah, grupo terrorista criado e financiado pelo Irã, já utilizou diversos locais iranianos para facilitar os ataques a Israel.

Leia também: Projéteis são disparados do Líbano em direção a Israel, afirmam militares

Inclusão nos conflitos

De forma mais simplificada, a aliança libanesa com forças armadas ligadas ao Irã e o eminente ataque do Hezbollah que utiliza o território do Líbano facilitam a inclusão dos libaneses na mira dos israelenses, mesmo que ainda não exista uma declaração de guerra entre os dois países nos conflitos atuais.

De acordo com a BBC, as Forças de Defesa de Israel informaram que bombardearam posições do Hezbollah no Líbano após o grupo xiita, apoiado pelo Irã, anunciar que havia disparado foguetes e enviado drones contra a cidade de Haifa em retaliação à morte do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei.

Esta ofensiva de Israel matou ao menos 52 pessoas, de acordo com informações da unidade de gestão de desastres do Líbano.

Apesar de o Hezbollah garantir que os ataques a Israel seriam para vingar o “sangue puro” de Ali Khamenei, morto após o bombardeio americano e israelita, não há até o momento informações de mortos na região.

Posição estratégica

Mesmo sem estar efetivamente em ataque contra Israel ou Estados Unidos, a posição do território libanês coloca praticamente o país no confronto. O Líbano faz fronteira com Israel e Síria, reúne uma diversidade de grupos religiosos e conta com a atuação de forças políticas próximas ao Irã.

Dessa forma, qualquer início de conflito entre Israel e Irã, inimigos históricos, a participação do Líbano acaba sendo forçada, ainda mais quando forças armadas utilizam o território para facilitar os ataques.

Leia também: Guerra amplia êxodo no Líbano e já desloca ao menos 30 mil pessoas, diz ONU

Fronteira em alerta

Como já citado, a aproximação entre Israel e Líbano reforça as tensões entre os países. Com isso, ainda segundo informações da BCC, o exército israelense reforçou e dominou áreas próximas à fronteira entre as duas nações. Vale lembrar que Israel é considerado um país com um grande arsenal, capaz de manter guerras de alto alcance.

Como resposta, as tropas libanesas recuaram. A estratégia pretende evitar um confronto direto com o exército israelense, além de manter o país fora de uma possível guerra com os Estados Unidos, potência e aliada de Israel, além da inclusão nos conflitos que atingem o Irã.

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Juros compostos: veja quanto R$ 50 mil podem render em 5, 10 ou 20 anos

4 de Março de 2026, 08:00

Investir dinheiro de forma inteligente exige entender como os juros compostos podem fazer seu patrimônio crescer ao longo do tempo. Ao contrário dos juros simples, que incidem apenas sobre o valor aplicado inicialmente, os juros compostos reinvestem os rendimentos a cada período.

Esse efeito cumulativo é um dos principais motores do crescimento dos investimentos no longo prazo e pode fazer uma grande diferença no resultado. Uma pesquisa realizada pela Heike Capital e publicada pelo site Bora Investir, da B3, calcula quanto R$ 50 mil podem retornar após um investimento de alguns anos.

Leia também: Mensalidade escolar: pagar antecipado ou investir o dinheiro? Saiba como decidir

Investimento a longo prazo

O cálculo realizado usa como base um CDB que renda 100% do CDI, com isso, o conceito de juros compostos é simples, mas seu impacto no patrimônio pode ser enorme ao manter os rendimentos dentro do próprio investimento.

Confira a simulação de um investimento de aproximadamente R$ 50 mil durante 20 anos:

MESESEVOLUÇÃO PATRIMONIAL
1R$ 50.709
2R$ 51.254
3R$ 51.910
4R$ 52.523
5R$ 53.136
6R$ 53.801
7R$ 54.368
8R$ 54.960
9R$ 55.519
10R$ 56.066
11R$ 56.671
12R$ 57.164
13R$ 57.763
14R$ 58.306
15R$ 58.902
16R$ 59.433
17R$ 60.009
18R$ 60.601
19R$ 61.087
20R$ 61.651
21R$ 62.169
22R$ 62.691
23R$ 63.269
24R$ 63.772
25R$ 64.306
26R$ 64.884
27R$ 65.449
28R$ 66.070
29R$ 66.773
30R$ 67.449
31R$ 68.190
32R$ 68.990
33R$ 69.677
34R$ 70.452
35R$ 71.186
36R$ 71.793
37R$ 72.487
38R$ 73.093
39R$ 73.653
40R$ 74.207
41R$ 74.788
42R$ 75.306
43R$ 75.826
44R$ 76.350
45R$ 76.854
46R$ 77.410
47R$ 77.919
48R$ 78.381
49R$ 78.974
50R$ 79.499
51R$ 80.095
52R$ 80.729
53R$ 81.422
54R$ 82.144
55R$ 82.838
56R$ 83.505
57R$ 84.178
58R$ 84.958
59R$ 85.689
60 (5 anos)R$ 86.411
61R$ 87.205
62R$ 87.937
63R$ 88.803
64R$ 89.649
65R$ 90.516
66R$ 91.486
67R$ 92.346
68R$ 93.159
69R$ 93.959
70R$ 94.809
71R$ 95.649
72R$ 96.358
73R$ 97.137
74R$ 97.817
75R$ 98.533
76R$ 99.162
77R$ 99.832
78R$ 100.518
79R$ 101.057
80R$ 101.671
81R$ 102.225
82R$ 102.771
83R$ 103.374
84R$ 103.872
85R$ 104.430
86R$ 105.058
87R$ 105.672
88R$ 106.298
89R$ 107.051
90R$ 107.796
91R$ 108.550
92R$ 109.422
93R$ 110.199
94R$ 111.059
95R$ 111.992
96R$ 112.868
97R$ 113.726
98R$ 114.653
99R$ 115.637
100R$ 116.583
101R$ 117.679
102R$ 118.690
103R$ 119.759
104R$ 120.891
105R$ 121.904
106R$ 123.069
107R$ 124.213
108R$ 125.229
109R$ 126.527
110R$ 127.727
111R$ 128.983
112R$ 130.358
113R$ 131.893
114R$ 133.354
115R$ 134.830
116R$ 136.324
117R$ 137.762
118R$ 139.362
119R$ 140.832
120 (10 anos)R$ 142.243
121R$ 143.894
122R$ 145.411
123R$ 147.021
124R$ 148.728
125R$ 150.375
126R$ 152.200
127R$ 153.885
128R$ 155.497
129R$ 157.109
130R$ 158.872
131R$ 160.595
132R$ 161.982
133R$ 163.684
134R$ 164.969
135R$ 166.496
136R$ 167.841
137R$ 169.179
138R$ 170.535
139R$ 171.623
140R$ 172.727
141R$ 173.707
142R$ 174.641
143R$ 175.659
144R$ 176.476
145R$ 177.414
146R$ 178.332
147R$ 179.255
148R$ 180.183
149R$ 181.160
150R$ 182.187
151R$ 183.040
152R$ 184.034
153R$ 184.942
154R$ 185.855
155R$ 186.864
156R$ 187.786
157R$ 188.667
158R$ 189.645
159R$ 190.675
160R$ 191.569
161R$ 192.656
162R$ 193.623
163R$ 194.521
164R$ 195.453
165R$ 196.196
166R$ 196.932
167R$ 197.673
168R$ 198.254
169R$ 198.925
170R$ 199.492
171R$ 199.962
172R$ 200.387
173R$ 200.776
174R$ 201.097
175R$ 201.413
176R$ 201.729
177R$ 202.030
178R$ 202.363
179R$ 202.665
180 (15 anos)R$ 202.938
181R$ 203.346
182R$ 203.768
183R$ 204.319
184R$ 204.948
185R$ 205.677
186R$ 206.557
187R$ 207.470
188R$ 208.478
189R$ 209.702
190R$ 211.314
191R$ 212.862
192R$ 214.469
193R$ 216.457
194R$ 218.263
195R$ 220.521
196R$ 222.760
197R$ 225.066
198R$ 227.697
199R$ 230.138
200R$ 232.487
201R$ 234.860
202R$ 237.498
203R$ 240.166
204R$ 242.371
205R$ 245.218
206R$ 247.470
207R$ 250.250
208R$ 252.932
209R$ 255.644
210R$ 258.552
211R$ 261.067
212R$ 263.672
213R$ 266.087
214R$ 268.467
215R$ 271.062
216R$ 273.231
217R$ 275.504
218R$ 277.949
219R$ 280.262
220R$ 282.472
221R$ 285.034
222R$ 287.507
223R$ 289.908
224R$ 292.598
225R$ 294.918
226R$ 297.665
227R$ 300.681
228R$ 303.644
229R$ 306.571
230R$ 309.808
231R$ 313.336
232R$ 316.774
233R$ 320.815
234R$ 324.550
235R$ 328.509
236R$ 332.700
237R$ 336.202
238R$ 340.304
239R$ 344.265
240 (20 anos)R$ 344.645

Rendimento considerável

Os juros compostos dentro de um investimento ao longo dos anos alteram consideravelmente o valor final quando retirado. Para isso, é importante que o investidor entenda onde e como aplicar o montante para que ele seja rentável após anos aplicado.

De acordo com a economista e conselheira do Corecon-SP (Conselho Regional de Economia do Estado de São Paulo), “No juro composto, você é remunerado em cima daquela remuneração que você já teve. São juros em cima de juros. Então, quanto mais tempo você fica com o capital aplicado, maior ele fica.”

Investimentos com juros compostos

De acordo com o especialista Sidney Lima, o mecanismo dos juros compostos está presente na maior parte das aplicações financeiras disponíveis no mercado. Na prática, sempre que o rendimento gerado permanece investido e passa a render novamente, o investidor se beneficia do chamado “juros sobre juros”. Veja os principais investimentos:

  • Títulos públicos (Tesouro Direto, como o Tesouro Selic);
  • CDBs (Certificados de Depósito Bancário);
  • LCIs e LCAs (Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio);
  • Fundos de investimento.

Leia também: De ouro a dólar: conflito entre EUA e Irã tem ‘grande potencial de gerar inflação’ e afetar investimentos

Os exemplos mostram que os juros compostos funcionam como um multiplicador de capital ao longo do tempo e são um dos pilares para um bom planejamento financeiro. Investimentos cedo e produtos adequados podem auxiliar em um maior rendimento nos investimentos a longo prazo.

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