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A pressão da alta de custos na construção

12 de Maio de 2026, 07:05

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

A MRV Incorporação, principal negócio do conglomerado MRV&Co, registrou um lucro líquido ajustado de R$ 132,8 milhões no primeiro trimestre de 2026 — resultado 7,4 vezes maior na comparação anual.

No entanto, a margem bruta – um dos indicadores mais acompanhados pelo mercado por sinalizar a rentabilidade futura da companhia e seu ritmo de recuperação – ficou estável em 31% na comparação trimestral, apesar da melhora de 3,7 pontos percentuais na comparação anual.

Esta foi a primeira interrupção do ciclo de alta da margem desde o segundo trimestre de 2022. O indicador é observado como termômetro central da tese de recuperação da MRV, que passou por um processo de turnaround após a explosão dos custos de construção no pós-pandemia.

Ricardo Paixão, CFO da MRV, reforçou que o cenário atual não é uma virada na tendência de bons resultados da companhia.

O que segurou a expansão de margem foi a deterioração das expectativas com a inflação de custos, causada pela guerra entre Estados Unidos e Irã no Oriente Médio.

“Foi um ponto fora da curva”, afirmou em entrevista à Bloomberg Línea. “Olhando para frente, não vejo porque não possamos ter uma melhora similar ao ritmo anterior.”

⇒ Leia a reportagem: Na MRV, a alta de custos freia a recuperação da margem. CFO vê ‘ponto fora da curva’

MRV Incorporação, principal negócio do conglomerado MRV&Co, registrou um lucro líquido ajustado de R$ 132,8 milhões no primeiro trimestre de 2026. (Foto: Victor Moriyama/Bloomberg)

No radar dos mercados

As ações globais operam em queda nesta terça-feira (12), em um movimento de correção das empresas de tecnologia, enquanto investidores aguardam os dados de inflação dos Estados Unidos.

- Caso Master pressiona o BC.As restrições orçamentárias do Banco Central ampliam preocupações sobre a capacidade do órgão de monitorar o sistema financeiro. Para pessoas próximas ouvidas pela Bloomberg News, o caso Master expôs brechas de supervisão.

- Tarifas sobre carne bovina. O governo dos EUA suspendeu temporariamente um plano para flexibilizar tarifas sobre importações de carne bovina após pressão de pecuaristas e republicanos, segundo o Wall Street Journal. Se aprovada, a medida tenderia a beneficiar o Brasil, maior exportador de carne bovina do mundo.

- IA acelera demanda da Siemens Energy. A companhia alemã prevê que o avanço da inteligência artificial e a expansão de data centers impulsionem a demanda por turbinas a gás e equipamentos de rede até 2030, segundo disse a CFO do grupo, Maria Ferraro, em entrevista à Bloomberg Television.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (11/05): Dow Jones Industrials (+0,19%), S&P 500 (+0,19%), Nasdaq Composite (+0,10%), Stoxx 600 (+0,11%), Ibovespa (-1,19%)
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Destaques da Bloomberg Línea:

Petrobras tem lucro líquido de R$ 32,7 bi no 1º tri e anuncia dividendos de R$ 9 bi

Fintech Meu Tudo disputa consignado com o Pan sem canibalizar, diz CFO do BTG

Santander contrata executiva do Patria como CEO global de asset management

• Também é importante: Google Cloud leva ao Cade supostas práticas abusivas da Microsoft no mercado de nuvem | Elo contrata Bank of America, UBS BB e Bradesco para IPO nos EUA, dizem fontes

• Opinião Bloomberg: Como a ideia de que o Claude tem sentimentos beneficia a Anthropic

• Para não ficar de fora: Larry Fink diz estar ‘bastante otimista’ com a oportunidade de investir na Venezuela

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Dólar segue sem substituto, diz CIO da XP

11 de Maio de 2026, 06:58

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

A busca de investidores globais por ativos fora dos Estados Unidos, os conflitos geopolíticos e a dinâmica das taxas de juros são alguns dos fatores que têm feito o dólar perder valor frente a outras moedas globais, principalmente o real, no último ano.

Para Artur Wichmann, Chief Investment Officer (CIO) da XP Investimentos, é possível que essas forças continuem exercendo influência negativa sobre a moeda americana, mas isso não significa que o dólar deixará de perder o status de moeda de reserva do mundo.

Na visão de Wichmann, os dois fenômenos podem coexistir, especialmente em um cenário no qual outras moedas, como o euro europeu e o renminbi chinês não tem força para ocupar o lugar que a divisa americana tem hoje nos mercados.

“É possível ter um dólar mais fraco estruturalmente enquanto essa moeda continua sendo o padrão de reserva de valor no mundo”, afirmou Wichmann em entrevista à Bloomberg Línea. “O dólar ganha por W.O. Não tem quem substitua.”

⇒ Leia a reportagem: Dólar pode enfraquecer, mas não tem substituto como reserva global, diz CIO da XP

Transição nos moldes do que ocorreu após a Segunda Guerra Mundial, quando o dólar substituiu a libra esterlina como padrão global, ainda está fora do radar. (Foto: Dimas Ardian/Bloomberg)

No radar dos mercados

As ações globais operam em queda nesta segunda-feira (11), depois que Estados Unidos e Irã não chegaram a um acordo para encerrar a guerra no Oriente Médio.ㅤ

- Tratativas da guerra. Donald Trump e o Irã não chegaram a um acordo sobre o fim da guerra no Oriente Médio. Segundo o Wall Street Journal, Teerã se ofereceu para transferir parte de seu estoque de urânio a um terceiro país, mas não aceitou desmontar suas instalações nucleares.ㅤ

- IA impulsiona Coreia e Taiwan. O Goldman Sachs prevê que o boom global de chips ligados à inteligência artificial levará os superávits externos de Coreia do Sul e Taiwan a níveis recordes. Para os analistas do banco, as exportações de semicondutores devem ganhar peso ainda maior nas economias locais.ㅤ

- Mudanças na Delivery Hero. A Prosus vendeu 5% da companhia alemã de delivery para a gestora Aspex por € 335 milhões, reduzindo sua participação para cerca de 17%. A Aspex ampliou sua posição para aproximadamente 14% e segue pressionando a administração da Delivery Hero por mudanças na liderança.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas na sexta-feira (08/05): Dow Jones Industrials (+0,02%), S&P 500 (+0,84%), Nasdaq Composite (+1,71%), Stoxx 600 (-0,69%), Ibovespa (+0,49%)
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Destaques da Bloomberg Línea:

Saudi Aramco alerta sobre caos no mercado de petróleo até 2027 com crise no Estreito de Ormuz

No mapa da economia global, o avanço do emprego nos EUA supera projeções

Milei avança para privatizar Casa da Moeda em meio à queda na circulação de notas

• Também é importante: Como o Nonna Rosa cresce com hospitalidade inspirada no Fasano, mas sem preços de luxo | CEO da Intel conquistou Trump e Musk. Agora busca recuperar a liderança tecnológica

• Opinião Bloomberg: Como a ‘mão invisível’ da China mudou o equilíbrio no mercado de petróleo

• Para não ficar de fora: O ex-jogador da NBA que transformou uma ilha do Caribe em resort de luxo

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O desafio da Flash às gigantes dos benefícios

8 de Maio de 2026, 06:44

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

No competitivo mercado brasileiro de benefícios, a Flash não quer mais ser apenas o “cartão flexível” que desafiou o status quo.

Em uma fase de maturidade operacional, a startup liderada por Ricardo Salem e pelos irmãos Pedro e Guilherme Lane agora mira a liderança do setor, ancorada em uma estratégia de plataforma all-in-one e na digitalização agressiva da jornada do colaborador.

Desde o aporte de US$ 100 milhões recebido há quatro anos, em rodada série C liderada pelos fundos Battery Ventures e Whale Rock, a startup escalou a operação mais de 15 vezes.

Mais do que volume, segundo os sócios Ricardo Salem e Pedro Lane, a busca foi por eficiência: a companhia já gera caixa e opera com uma estrutura de capital que lhe permite autofinanciar sua expansão em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D).

Agora a empresa prevê investir R$ 400 milhões em 2026, valor 60% superior ao desembolsado em 2025. Os recursos serão destinados para as áreas de tecnologia e inovação, marketing, vendas e desenvolvimento de novos produtos.

“Estamos perseguindo nos próximos anos virar o líder de mercado de benefícios”, disse Salem à Bloomberg Línea, que projeta chegar à liderança nos próximos quatro anos.

⇒ Leia a reportagem: Flash investe R$ 400 mi para desafiar gigantes dos benefícios e virar líder até 2030

Dos 1.300 funcionários, metade está alocada em frentes de geração de receita, refletindo o apetite da Flash por market share frente aos incumbentes como Alelo, Sodexo, Ticket e VR

No radar dos mercados

Os contratos futuros de ações dos EUA são os que mais se destacam em um dia difícil para as ações em outros países, com recuo em quase todas as bolsas da Ásia e da Europa.

- IPO da Compass. Os acionistas da empresa de gás natural e energia levantaram R$ 3,2 bilhões na primeira oferta pública inicial no Brasil em quase cinco anos, segundo pessoas familiarizadas com o assunto ouvidas pela Bloomberg News. A Compass vendeu 89,3 milhões de ações a R$ 28, cada, na quinta-feira, o piso da faixa indicativa de preço.

- Avanço de chips de IA. A Taiwan Semiconductor Manufacturing relatou um aumento de 17,5% em suas vendas, destacando os gastos sustentados por hiperescaladores que financiam o boom global de inteligência artificial.

- Inflação de alimentos. Os preços globais dos alimentos atingiram o nível mais alto em mais de três anos depois que a guerra do Irã interrompeu as cadeias de suprimentos, aumentando a perspectiva de contas maiores para os consumidores. O índice das Nações Unidas de preços de produtos alimentícios aumentou 1,6%.

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Os mercados nesta sexta-feira (8)
🔘 As bolsas ontem (07/05): Dow Jones Industrials (-0,63%), S&P 500 (-0,18%), Nasdaq Composite (-0,13%), Stoxx 600 (-1,10%), Ibovespa (-2,38%)
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Destaques da Bloomberg Línea:

Trump diz que reunião com Lula ocorreu ‘muito bem’ e incluiu comércio e tarifas

Caso Master: Polícia Federal mira endereços ligados a Ciro Nogueira e primo de Vorcaro

Demanda forte da China deve sustentar minério, diz CFO da Vale

• Também é importante: Forlex fecha acordo de US$ 32 mi com AWS para ampliar IA jurídica e entrar nos EUA | Como Fabrício Batista, da JBJ Ranch, quer ‘cruzar fronteiras’ com cavalos de elite

• Opinião Bloomberg: Como os limites de capacidade da Anthropic abrem espaço para o avanço da OpenAI

• Para não ficar de fora: Creditas intensifica uso de IA, bate recordes no 1º tri e prevê breakeven neste ano

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A expansão do Google Cloud em venture capital na América Latina

7 de Maio de 2026, 06:59

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

O próximo grande fundador de tecnologia pode estar em São Paulo ou na Cidade do México, e o Google Cloud, a unidade de serviços de computação em nuvem do Google, decidiu apostar mais fortemente nessa oportunidade na América Latina.

A divisão de startups da companhia está redesenhando sua estratégia global para dar mais peso a mercados fora dos tradicionais polos do Vale do Silício e Nova York, e isso inclui a contratação de equipes dedicadas no mercado latino-americano, segundo Darren Mowry, vice-presidente global de startups do Google Cloud.

Em entrevista à Bloomberg Línea, o executivo disse que o plano de expansão na região inclui não apenas contratar profissionais de vendas e engenheiros, mas também pessoas focadas no ecossistema de venture capital, incubação e aceleração, baseadas em mercados como Cidade do México e São Paulo.

“O que estamos fazendo é expandir nossa equipe de venture capital porque sabemos que existem investidores e fundos específicos que não estão na Bay Area, nem em Nova York, que são construídos e crescem dentro da América Latina”, disse Mowry.

⇒ Leia a reportagem: Google Cloud amplia presença em LatAm para descobrir ‘o próximo grande fundador’

O investimento busca estreitar o relacionamento com os ecossistemas regionais e aproximação com os fundos locais, que vivem um momento “vibrante”, nas palavras do vice-presidente. (Foto: Angel Garcia/Bloomberg)

No radar dos mercados

Os futuros das ações nos EUA operam em alta nesta quinta-feira (7) e o petróleo Brent caiu pelo terceiro dia seguido, enquanto investidores aguardam atualizações sobre um possível acordo de paz entre EUA e Irã.

- Tensão no Líbano. O exército israelense afirmou ter matado Ahmed Ali Balout, comandante da força de elite Radwan do Hezbollah, em um ataque aéreo no sul de Beirute — o primeiro perto da capital libanesa desde o cessar-fogo mediado pelos EUA no mês passado.

- Frete mais caro. O CEO da Maersk, Vincent Clerc, alertou que a guerra entre Irã e EUA elevou em cerca de US$ 500 milhões por mês seus custos operacionais, pressionados pela alta do petróleo e dos seguros marítimos. Em entrevista à Bloomberg Television, ele disse que tentará repassar os custos aos clientes.ㅤ

- Shell supera expectativas. A petroleira reportou lucro líquido ajustado de US$ 6,92 bilhões no primeiro trimestre, acima da estimativa dos analistas, impulsionada pela alta dos preços de petróleo e gás durante a guerra entre Irã e EUA. A petroleira também elevou os dividendos em 5%.

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🔘 As bolsas ontem (06/05): Dow Jones Industrials (+1,24%), S&P 500 (+1,46%), Nasdaq Composite (+2,03%), Stoxx 600 (+0,70%), Ibovespa (+0,50%)
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Destaques da Bloomberg Línea:

Bradesco supera expectativas no primero trimestre, mas sinaliza cautela no crédito

Riachuelo volta a lucrar no 1º tri após 6 anos. O CEO diz que avanço ‘não para por aí’

BC faz 1ª compra de dólar futuro em dez anos, e mercado já espera mais atuações

• Também é importante: Itaú vê cenário macro mais desafiador e foca em ‘clientes-alvo’ como fortaleza | Visa traz ao Brasil plataforma de pagamentos corporativos e vê ‘mar de oportunidades’

• Opinião Bloomberg: Na corrida pelo esporte, Adidas supera Nike às vésperas da Copa do Mundo

• Para não ficar de fora: Tenda está ‘blindada’ contra pressão de custos da guerra, diz CFO após lucro dobrar

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O começo positivo da Ambev em 2026

6 de Maio de 2026, 07:05

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Depois de um ano duro em 2025, impactado por um clima desfavorável que reduziu o consumo de cerveja no Brasil, a Ambev registrou no primeiro trimestre um resultado que surpreendeu analistas e levou a ação da fabricante de bebidas a valorizar 15,30% na terça-feira (5).

Para o CFO, Guilherme Fleury, o desempenho nos primeiros três meses do ano é um “primeiro passo relevante” para entregar um resultado positivo em 2026, em um ano favorecido pela Copa do Mundo, por um calendário de feriados mais denso e por projeções de um clima menos adverso para o setor.

“Começamos bem e sabemos o que temos que fazer para entregar. Nosso portfólio está muito bem encaixado, e vamos continuar trabalhando duro para isso”, disse Fleury em entrevista à Bloomberg Línea, após a divulgação dos resultados.

⇒ Leia a reportagem: Ambev dá ‘primeiro passo’ para um ano positivo com portfólio reforçado, diz CFO

No radar dos mercados

As ações globais operam em alta nesta quarta-feira (6), lideradas pelas empresas de tecnologia, enquanto os preços do petróleo e os rendimentos dos títulos recuaram diante do otimismo de que os EUA e o Irã estão próximos de um acordo.

- Clube dos US$ 1 tri. A Samsung ultrapassou US$ 1 trilhão em valor de mercado após as ações quadruplicarem no ano, impulsionadas pela demanda por chips usados em inteligência artificial. A empresa se tornou a segunda companhia asiática, depois da Taiwan Semiconductor Manufacturing, a atingir a marca.

- BMW resiste à pressão chinesa. A montadora manteve a projeção de lucro para o ano após registrar vendas aquecidas na Europa, o que compensou parte da queda na China. A BMW aposta na nova linha elétrica Neue Klasse para enfrentar a concorrência de BYD e da Tesla.

- Wegovy ganha tração. A Novo Nordisk reduziu a projeção de queda para vendas de 13% para 12% após alta demanda pela versão em pílula do Wegovy nos EUA. A farmacêutica aposta no medicamento oral para recuperar espaço frente à Eli Lilly, enquanto o Ozempic registrou o pior desempenho em dois anos.

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🔘 As bolsas ontem (05/05): Dow Jones Industrials (+0,73%), S&P 500 (+0,81%), Nasdaq Composite (+1,03%), Stoxx 600 (+0,70%), Ibovespa (+0,62%)
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Destaques da Bloomberg Línea:

GPA reestrutura R$ 4,6 bi em dívidas: ‘É um dia importante na história’, diz CEO

Itaú tem lucro de R$ 12,3 bi no 1º tri com rentabilidade de 24,8% e mantém guidance

Vulcabras tem 23º trimestre de expansão, mas vê obstáculos com aumento de custos

• Também é importante: Dívida ‘sufocante’ leva mais 8 milhões de empresas à inadimplência no Brasil | Pague Menos prioriza redução de dívida e segura expansão após turnaround, diz CFO

• Opinião Bloomberg: Do prêmio Buffett ao desconto Abel: Berkshire perde fôlego e testa paciência do mercado

• Para não ficar de fora: Enter, startup brasileira de IA jurídica, atinge valuation de US$ 1,2 bi em novo aporte

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O protagonismo do saneamento na renda fixa

5 de Maio de 2026, 07:08

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Historicamente financiado por recursos públicos, o setor de saneamento tem se tornado cada vez mais uma alternativa de renda fixa para o investidor.

Com a expansão dos leilões de projetos de água e esgoto dos últimos anos, o mercado de capitais encerrou 2025 com emissões de debêntures que somaram R$ 44,7 bilhões, segundo levantamento da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

Somente no primeiro trimestre deste ano, o montante emitido foi de R$ 11,4 bilhões para saneamento.

O número reflete não apenas a escala do investimento necessário para universalizar o serviço até 2033 mas também a confiança crescente de investidores em um setor que, até pouco tempo atrás, era visto basicamente como estatal.

“O saneamento tem registrado praticamente o mesmo volume de emissões de debêntures que o setor de rodovias, cujo mercado privado vem amadurecendo há mais de 30 anos”, afirma o sócio do Levy & Salomão Advogados, Saulo Puttini.

⇒ Leia a reportagem: Leilões e R$ 45 bi de debêntures: como o saneamento virou protagonista da renda fixa

No radar dos mercados

Os futuros das ações dos EUA operam perto da estabilidade nesta terça-feira (5), enquanto os preços do petróleo recuam, à medida que o cessar-fogo no Oriente Médio se mantém, mesmo após os conflitos da véspera.

- Trégua sob pressão. O cessar-fogo entre EUA e Irã se mantém nesta terça-feira mesmo após os confrontos na véspera no Estreito de Ormuz, incluindo ataques a navios e mísseis contra os Emirados Árabes Unidos. Os EUA escoltaram embarcações na região, enquanto Teerã alertou contra o tráfego sem autorização.

- Paramount supera projeções. A companhia reportou Ebitda ajustado de US$ 1,16 bilhão no 1º trimestre, acima das estimativas, enquanto a receita de US$ 7,3 bilhões ficou em linha com o esperado. A empresa reafirmou o guidance para o ano enquanto avança na aquisição da Warner.

- Cadeia de chips em revisão. A Apple estuda usar as unidades da Intel e da Samsung para produzir seus processadores nos EUA, em um movimento para reduzir a dependência da TSMC em meio a restrições. O CEO Tim Cook disse recentemente que levará meses para equilibrar a oferta e a demanda de chips.

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🔘 As bolsas ontem (04/05): Dow Jones Industrials (-1,13%), S&P 500 (-0,41%), Nasdaq Composite (-0,18%), Stoxx 600 (-0,99%), Ibovespa (-0,92%)
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Destaques da Bloomberg Línea:

Airalo: Unicórnio de eSIM global elege Brasil para sustentar crescimento de 60%

Corretora de Dubai obtém autorização do BC e se prepara para operar no Brasil

Como esta incorporadora de SP usa os próprios imóveis como fonte de receitas

• Também é importante: MBRF conclui acordo com fundo saudita e avança em plano de IPO da Sadia Halal em Riad| Acordo Mercosul-UE rearranja mercado de vinhos e beneficia importação de alta gama

• Opinião Bloomberg: Combustíveis fósseis não oferecem mais segurança energética. A solução é energia limpa

• Para não ficar de fora: Grupo francês investe R$ 17 milhões para guardar obras de arte de elite em São Paulo

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O Brasil na rota da expansão de marcas de luxo

4 de Maio de 2026, 07:01

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Quando o CEO do Iguatemi, Ciro Neto, tem reuniões com representantes de grandes grifes globais, o executivo do grupo de shopping centers premium tem o costume de recebê-los no Apartamento JK, um espaço residencial de uso exclusivo instalado dentro do JK Iguatemi, em São Paulo.

Conectado por escadas rolantes desde o andar superior até um grande hall, o local tem as paredes recobertas por painéis de madeira para receber a coleção de arte do shopping e recepcionar o visitante.

O ambiente de exclusividade é uma forma de estreitar o relacionamento com as grandes marcas. No momento em que o Brasil atrai a atenção de grifes de luxo, a estratégia é justamente reforçar a posição do grupo como um ponto de entrada para operar no Brasil, conectando casas internacionais ao consumidor brasileiro.

“O desempenho acima da média global colocou o Brasil na rota de expansão das grandes maisons“, disse o CEO em entrevista à Bloomberg Línea. “Se uma marca quer entrar no Brasil, ela entra com a gente.”

⇒ Leia a reportagem: Brasil entrou na rota de expansão de marcas de luxo globais, diz CEO do Iguatemi

Loja da Chanel no Iguatemi, em São Paulo: o shopping ocupa o primeiro lugar no ranking de shoppings com maior venda por metro quadrado do Brasil, segundo levantamento do J.P. Morgan divulgado em abril de 2026.

No radar dos mercados

As ações europeias operam em queda e os futuros em Wall Street oscilam perto da estabilidade nesta segunda-feira (4), pressionados por novas ameaças de tarifas de Donald Trump sobre carros europeus, enquanto investidores também reagem a sinais mistos vindos da Ásia.

- Plano de Trump para Ormuz. O presidente dos EUA disse que realizará uma ação militar para escoltar navios presos no Estreito de Ormuz. Batizada de “Projeto Liberdade”, a iniciativa tem início previsto para esta segunda-feira e contará com destróieres com mísseis guiados, além de aeronaves e drones.

- Oferta pelo eBay. A GameStop propôs comprar o eBay por US$ 56 bilhões, cerca de US$ 125 por ação, com prêmio de aproximadamente 20%. O mercado reagiu com ceticismo e citou riscos de execução. O CEO da empresa, Ryan Cohen, disse que busca transformar o eBay em um gigante.

- Tech impulsiona Wall Street. Os balanços das empresas dos EUA, liderados por um setor de tecnologia aquecido, têm elevado as projeções de lucros do S&P 500 e reduzido o peso das tensões no Oriente Médio, segundo estrategistas do Morgan Stanley. A concentração em poucas ações segue como risco para investidores.

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🔘 As bolsas na quinta-feira (30/04): Dow Jones Industrials (+1,62%), S&P 500 (+1,02%), Nasdaq Composite (+0,89%), Stoxx 600 (+1,38%), Ibovespa (+1,39%)
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Destaques da Bloomberg Línea:

A Ofner consolidou marca de ‘lifestyle’ em SP. Agora mira R$ 500 mi em receita, diz CEO

Companhia aérea Spirit encerra operações após colapso de resgate pela Casa Branca

Sem Buffett, ‘Woodstock dos Capitalistas’ traz Abel como protagonista da Berkshire pela 1ª vez

• Também é importante: ‘Dinheiro no colchão’: argentinos resistem a apelo de Milei e mantêm US$ 170 bi em casa| Helicóptero Esquilo surpreende Avantto com demanda na ‘capital do agro’, diz CEO

• Opinião Bloomberg: Reabrir o Estreito de Ormuz exigirá esforços que vão além do poder dos EUA

• Para não ficar de fora: Economia da nostalgia: ícones do pop do passado monetizam catálogo, de shows a cinema

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A alta dos relógios finos no Brasil

30 de Abril de 2026, 07:08

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

Os primeiros meses de 2026 trouxeram uma surpresa para Karl Kieliger, general manager da Victorinox para a América Latina.

Após quase duas décadas acompanhando o mercado brasileiro de relógios de alta gama, ele esperaria uma desaceleração das vendas, por se tratar de um ano eleitoral, mas os contextos político e global parecem não ter afetado o mercado local desta vez.

“O Brasil sempre registrou uma queda nas vendas antes e depois de períodos eleitorais, mas neste ano o crescimento se mantém muito estáveis”, disse em entrevista à Bloomberg Línea durante visita a uma das sedes da marca em Delémont, na Suíça.

Esta estabilidade atípica é um dado relevante para uma empresa que nos últimos cinco anos dobrou o volume de relógios vendidos no Brasil e vê o país como um de seus mercados mais importantes globalmente.

O Brasil ocupa uma posição singular na estrutura comercial da Victorinox na América Latina. A marca tem mais de 230 pontos de venda no país, distribuídos por joalherias em cidades de diferentes portes, de São Paulo a Joinville. Nenhum deles é uma loja própria da marca, como acontece em outros mercados.

⇒ Leia a reportagem: Suíça Victorinox dobra vendas de relógios finos no Brasil e vê o país como prioritário

Flagship store da Victorinox em Zurique, na Suíça (Foto: Bloomberg Línea)

No radar dos mercados

As ações globais operam próximas da estabilidade nesta quinta-feira (30), depois da divulgação de resultados positivos das big techs, o que ajudou a aliviar preocupações com a inflação em meio à alta do petróleo.

- Novo limite para o BB. Acionistas do Banco do Brasil aprovaram elevar o limite de capital para R$ 150 bilhões, dos atuais R$ 120 bilhões, diante da pressão da inadimplência no crédito agrícola. O banco vê a medida como preventiva, segundo uma fonte ouvida pela Bloomberg News.

- Mudanças na Puma. A marca esportiva alemã nomeou Mark Langer como seu novo diretor financeiro e divulgou os resultados do primeiro trimestre ligeiramente acima das estimativas, à medida que a empresa avança em seus esforços de recuperação. O executivo assumirá o cargo a partir de 1º de maio.

- Brasil impulsiona Unilever. As vendas da companhia cresceram 3,8% no 1º trimestre, acima das expectativas, impulsionadas por mercados emergentes como Índia e Brasil, que compensaram o resultado nos EUA. O CEO Fernando Fernandez tem focado em beleza e bem-estar como estratégia de crescimento.

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🔘 As bolsas ontem (29/04): Dow Jones Industrials (-0,52%), S&P 500 (-0,04%), Nasdaq Composite (+0,04%), Stoxx 600 (-0,60%), Ibovespa (-2,05%)
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Destaques da Bloomberg Línea:

Senado rejeita a indicação de Jorge Messias para o STF, em derrota para Lula

Powell diz que seguirá como diretor do Fed após o fim de seu mandato como presidente

Copom reduz Selic para 14,50% e sinaliza ‘cautela e serenidade’ diante de incerteza

• Também é importante: Cedro, holding de Lucas Kallas, deixa laboratório Biomm para focar na mineração| ‘Deixo um banco melhor’, diz Mario Leão em último balanço como CEO do Santander Brasil

• Opinião Bloomberg: Opep em crise existencial: saída dos Emirados Árabes eleva tensão sobre futuro do grupo

• Para não ficar de fora: Do delivery ao salão do restaurante: iFood adquire 100% da startup de reservas Get In

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A retomada da expansão de Tok&Stok e Mobly

29 de Abril de 2026, 07:07

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

Depois de dois anos dedicados à integração de suas redes, o Grupo Toky prevê retomar os planos de expansão no varejo físico, com abertura de lojas da Mobly no Rio de Janeiro e em Brasília possivelmente em 2027.

O plano envolve a instalação de novas unidades dentro de estabelecimentos da Tok&Stok com metragem suficiente para abrigar as duas marcas no mesmo imóvel, de acordo com o CEO Victor Noda.

Em entrevista à Bloomberg Línea, o executivo disse que a iniciativa representa a primeira vez que a companhia indica praças específicas para a expansão física depois da integração das duas redes, em um processo que envolveu uma longa disputa societária.

“O foco dos últimos dois anos foi captura de sinergias e integração. Ainda tem muito a fazer nessa frente, mas a operação já está num nível de maturidade que permite pensar em crescimento”, afirmou.

⇒ Leia a reportagem: Grupo Toky retoma plano de expansão e mira Rio e Brasília para lojas da Mobly, diz CEO

No radar dos mercados

Os futuros das ações dos EUA operam próximos da estabilidade nesta quarta-feira (29), enquanto investidores aguardam os resultados de Alphabet, Microsoft, Amazon e Meta, em um teste para avaliar se o rali deste mês ainda tem fôlego.ㅤ

- Lucro abaixo do esperado. O Santander Brasil reportou lucro de R$ 3,8 bilhões no 1º trimestre, retração de 1,9% na comparação anual e de 7,3% frente ao quarto trimestre do ano anterior. O resultado veio abaixo da projeção de R$ 4,03 bilhões estimada pelo consenso de analistas consultados pela Bloomberg.ㅤ

- Volvo abre fábricas à Geely. O CEO da Volvo, Hakan Samuelsson, disse que está disposto a permitir que a Geely use suas fábricas na Europa para produzir carros localmente e contornar tarifas da UE sobre veículos elétricos. “Podemos realmente apoiá-los”, disse o executivo em entrevista à Bloomberg Television.ㅤ

- Divergências derrubam fusão. A Brown-Forman, que fabrica o Jack Daniel’s, e a Pernod Ricard, dona do uísque Jameson, encerraram as negociações de fusão, segundo declarações compartilhadas pelas empresas. O impasse envolveu divergências sobre governança, estrutura e controle familiar.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (28/04): Dow Jones Industrials (-0,05%), S&P 500 (-0,49%), Nasdaq Composite (-0,90%), Stoxx 600 (-0,37%), Ibovespa (-0,51%)
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Destaques da Bloomberg Línea:

Lucro da Vale sobe 39% no 1º trimestre e atinge US$ 1,9 bi com alta de preços e volumes

Diogo Guillen, ex-diretor do Banco Central, será novo economista-chefe do Itaú

Pfizer prioriza vacinar gestante contra vírus da bronquiolite em 2026, segundo diretor

• Também é importante: IA cria oportunidade para destravar produtividade nas PMEs brasileiras, segundo CEOs| Limitações do Brasil podem virar vantagem competitiva em IA, segundo especialistas

• Opinião Bloomberg: De guerras a mudança climática: tempestade perfeita ameaça a segurança alimentar global

• Para não ficar de fora: Maioria dos usuários de mercados de previsões perde dinheiro; robôs concentram ganhos

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A escassez de galpões logísticos em SP

28 de Abril de 2026, 07:06

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

O mercado de condomínios logísticos em São Paulo, maior polo do país, registra um contexto de escassez severa, o que pode redefinir o horizonte para o setor neste ano.

Segundo dados da CBRE, 58% do estoque previsto em desenvolvimento para entrega em 2026 já está pré-locado, refletindo a intensidade da demanda.

“A escassez já é uma realidade. Claramente faltam opções”, disse o diretor de industrial & logística da CBRE Brasil, Rodrigo Couto, em entrevista à Bloomberg Línea.

O volume de construções sob medida (nicho conhecido como BTS, na sigla em inglês) também aumentou consideravelmente, relata o executivo.

No primeiro trimestre, a absorção bruta de galpões logísticos no mercado brasileiro somou 1,1 milhão de metros quadrados, alta de 83% em relação ao mesmo período de 2025. Já a absorção líquida cresceu 358% na mesma base, para 562 mil m².

⇒ Leia a reportagem: Escassez de galpões logísticos pressiona preços e acirra a disputa por novos espaços

No radar dos mercados

As ações de tecnologia lideram a queda dos mercados acionários nesta terça-feira (28), pressionadas por novas dúvidas sobre o retorno dos investimentos em inteligência artificial, enquanto o petróleo Brent avança acima de US$ 110 o barril diante do fechamento do Estreito de Ormuz.ㅤ

- Eleições 2026. Os pré-candidatos Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro aparecem tecnicamente empatados dentro da margem de erro em um eventual segundo turno, com 47,5% e 47,8% das intenções de voto, respectivamente, segundo pesquisa da AtlasIntel divulgada nesta terça.ㅤ

- Guerra no Oriente Médio. O presidente americano, Donald Trump, reuniu sua equipe de segurança nacional para discutir a proposta do Irã de pôr fim a guerra. Trump tratará do assunto “muito em breve”, disse a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, aos repórteres na segunda-feira.ㅤ

- BP supera projeções. O lucro da companhia no 1º trimestre foi impulsionado pela volatilidade dos preços de energia e ganhos fortes no trading de petróleo diante da guerra no Oriente Médio. Apesar do resultado, a empresa enfrenta preocupações com o aumento da dívida, que subiu para US$ 25,3 bilhões.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (27/04): Dow Jones Industrials (-0,13%), S&P 500 (+0,12%), Nasdaq Composite (+0,20%), Stoxx 600 (-0,30%), Ibovespa (-0,61%)
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Destaques da Bloomberg Línea:

Santander aposta em ‘gamificação’ de benefícios em meio à disputa pela alta renda

Nubank investirá R$ 45 bilhões no Brasil em 2026 e mira licença bancária

Segura atrai Andreessen Horowitz e Kaszek em rodada seed de R$ 45 milhões

• Também é importante: Engie Brasil trabalha com bancos para oferta de R$ 10 bilhões, dizem fontes | JHSF compra operadora de aviação executiva em Miami e avança no ‘triângulo do luxo’

• Opinião Bloomberg: Democracia sob pressão: falhas no Peru expõem desafios eleitorais da América Latina

• Para não ficar de fora: Câmbio afeta preço de imóveis de luxo. Mansão de Marcio Garcia tem corte de R$ 150 mi

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O salto das exportações da Whirpool à Argentina

27 de Abril de 2026, 07:02

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

A transferência da operação industrial que a Whirlpool mantinha na Argentina para sua fábrica em Rio Claro, no interior de São Paulo, ocorre em um momento de ampliação do poderio fabril da dona da Brastemp e Consul no Brasil e abre espaço para aumentar as exportações à nação vizinha a partir do Brasil.ㅤ

O conselho de administração da companhia aprovou a internalização da produção antes realizada na planta de Pilar, a 54 quilômetros de Buenos Aires, segundo comunicado ao mercado divulgado na última segunda-feira (20).ㅤ

Em recente entrevista à Bloomberg Línea, concedida antes da divulgação da decisão do conselho, Gustavo Ambar, diretor-geral da Whirlpool no Brasil e VP para América Latina, disse que mudança tem consequências diretas para a operação brasileira.ㅤ

“A oportunidade de exportar para a Argentina aumenta gritantemente”, afirmou o executivo.

⇒ Leia a reportagem: Whirlpool vê salto de exportação à Argentina com fábrica em Rio Claro, afirma VP

Lavadoras top load (abertura pela tampa superior) da Consul: padrão dominante no Brasil contrasta com as front load (abertura pela porta frontal) que a Whirlpool avalia transferir da Argentina

No radar dos mercados

Os futuros das ações dos EUA operam perto da estabilidade nesta segunda-feira (27), mas se mantêm próximas de uma máxima histórica, com o otimismo de investidores de que Estados Unidos e Irã podem fechar um acordo para restaurar os fluxos de petróleo no Oriente Médio.

- China bloqueia compra da Manus. A Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma bloqueou a compra de US$ 2 bilhões da startup Manus pela Meta, e citou regras e preocupações com transferência de tecnologia sensível aos EUA. A decisão foi tomada às vésperas de encontro entre Trump e Xi Jinping.ㅤ

- Segurança de Trump. Após o tiroteio no jantar de correspondentes no fim de semana, o presidente americano reforçou a necessidade de construir um salão de baile de US$ 400 milhões na Casa Branca por razões de segurança. No fim de março, um juiz federal suspendeu a construção do salão.ㅤ

- Novo patamar para o petróleo? O Goldman Sachs elevou suas projeções para o petróleo, com o Brent no patamar de US$ 90 por barril no 4º trimestre, impulsionado por quedas “extremas” nos estoques após o fechamento do Estreito de Ormuz. A guerra no Irã reduziu drasticamente a oferta global do combustível.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas na sexta-feira (24/04): Dow Jones Industrials (-0,16%), S&P 500 (+0,80%), Nasdaq Composite (+1,63%), Stoxx 600 (-0,58%), Ibovespa (-0,33%)
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Destaques da Bloomberg Línea:

Trump ‘domina’ oscilações do S&P 500 e influencia melhores e piores dias, diz estudo

Zena Cucina aposta em recorrência e ‘laço’ com clientes para crescer até 20% ao ano

Raízen envia nova proposta a credores, mas resiste à saída de Ometto, dizem fontes

• Também é importante: A próxima fronteira da IA é o mundo físico, diz diretora global da Siemens | Copa menor que o Super Bowl? Hotéis de NY veem demanda fraca às vésperas do torneio

• Opinião Bloomberg: Às vésperas do IPO, SpaceX amplia vantagem competitiva na corrida espacial

• Para não ficar de fora: De Valderrama a Messi: a influência da América Latina na principal liga de futebol dos EUA

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O crescimento da One com mix para a classe média

24 de Abril de 2026, 07:07

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

A incorporadora One trabalha para garantir a oferta de produtos para a classe média mesmo em um cenário de escassez de terrenos em bairros privilegiados. A meta da empresa é atingir um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 2,5 bilhões em 2026.

Ao converter edifícios comerciais -- que já não atendem mais às exigências do mercado de escritórios -- em prédios de apartamentos compactos, a One pretende aumentar a oferta de produtos entre R$ 450 mil e R$ 500 mil.

“A One está bem preparada para navegar no cenário turbulento à frente. Buscamos controlar os custos e o valor do terreno para que o preço final não saia do alvo. Temos a preocupação de oferecer um produto acessível”, disse o vice-presidente da One Innovation, Paulo Petrin, em entrevista à Bloomberg Línea.

O executivo relata que, em 2025, a companhia concentrou lançamentos no último trimestre. Para 2026, a One deve começar a lançar novos empreendimentos em maio. A expectativa é que a empresa encerre o primeiro trimestre com cerca de R$ 410 milhões em vendas. Para o consolidado do ano, o VGV deve alcançar entre R$ 2,3 bilhões e R$ 2,5 bilhões.

⇒ Leia a reportagem: Com mix para a classe média, incorporadora One projeta vendas de R$ 2,5 bi em 2026

Fachada de empreendimento da One na Vila Nova Conceição, em São Paulo (Foto: Divulgação)

No radar dos mercados

O Nasdaq 100 caminha para a quarta alta semanal consecutiva nesta sexta-feira (24), com ações de tecnologia liderando os ganhos após um guidance acima do esperado da Intel, cujos papéis saltaram 25% no pré-mercado.

- Entre cortes e saídas. A Meta e a Microsoft planejam cortes que podem afetar até 23 mil empregos. A Meta prevê demitir cerca de 8 mil funcionários e deixar de preencher outras 6 mil vagas, enquanto a Microsoft passou a oferecer saídas voluntárias, segundo uma fonte ouvida pela Bloomberg News.

- Yara supera projeções. A empresa reportou Ebitda de US$ 896 milhões no 1º trimestre, avanço de 40% em relação ao ano anterior e acima das estimativas. O impulso veio da alta dos preços de fertilizantes diante do conflito no Oriente Médio e do bloqueio do Estreito de Ormuz.ㅤ

- Intel projeta novo guidance. A companhia estima receita de até US$ 14,8 bilhões no trimestre encerrado em junho, acima das estimativas dos analistas, impulsionada pela forte demanda por chips para inteligência artificial. O crescimento reflete o plano de retomada do CEO Lip-Bu Tan.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (23/04): Dow Jones Industrials (-0,36%), S&P 500 (-0,41%), Nasdaq Composite (-0,89%), Stoxx 600 (+0,05%), Ibovespa (-0,78%)
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Destaques da Bloomberg Línea:

Estrangeiros colocam R$ 65 bi na bolsa, atingem recorde, e brasileiros ficam à margem

CEOs de petrolíferas pressionam presidente da Venezuela por garantias a investimentos

Serra Verde vai multiplicar a produção de terras raras após compra pela USA Rare Earth

• Também é importante: A estratégia ‘pés descalços’ da Lovable: sem roadmap fixo, planos mudam a cada 15 horas | De seguros rurais a consórcios: o plano do BB para ‘virar a página’ da crise do agro

• Opinião Bloomberg: Troca de CEO na Apple reforça foco em hardware em detrimento da corrida global por IA

• Para não ficar de fora: Exclusividade catalã: importadora foca em impulsionar vinho espanhol de luxo no Brasil

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O desafio dos VCs com o êxodo de empreendedores para os EUA

23 de Abril de 2026, 07:00

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

O apresentador Luciano Huck encerrou sua participação recente em um painel do evento Brazil At Silicon Valley com um apelo: “Come back”, disse ele — ou “voltem para casa”.

O pedido foi feito à plateia e aos jovens brasileiros que estudam em universidades como Stanford e Berkeley, nos Estados Unidos, e que organizaram a conferência no início de abril na Califórnia. Huck foi aplaudido efusivamente.

O comentário reflete uma mudança que começa a se impor no ecossistema de tecnologia brasileiro, com consequências para o mercado de venture capital e os fundos que operam no Brasil.

Depois de um longo período no qual “mantra” das startups fundadas por brasileiros era construir soluções locais para problemas locais, agora o eixo parece se deslocar na direção do Vale do Silício.

Um novo grupo de empreendedores, especialmente de segunda ou terceira viagem, tem preferido fundar e construir suas empresas de tecnologia a partir dos Estados Unidos, onde seus negócios já nascem com ambições globais.

“Percebemos isso e não é de agora, mas esse movimento ganhou um novo ritmo nos últimos seis meses, com muitos empreendedores falando que estão se mudando para o Vale e que irão construir o seu próximo negócio nos Estados Unidos”, afirma Renato Valente, cofundador da Iporanga Ventures.

⇒ Leia a reportagem: Êxodo de empreendedores do Brasil para o Vale do Silício impõe desafio a fundos de VC

Vista aérea de São Francisco, na Califórnia, que abriga um dos escritórios do fundo de VC Benchmark

No radar dos mercados

As ações globais operam em queda nesta quinta-feira (23), à medida que as negociações de paz no Oriente Médio permanecem em impasse. O petróleo voltou a subir acima de US$ 100 o barril.ㅤ

- Vendas da L’Oréal em alta. As ações da empresa saltaram até 9,8% em Paris, maior alta intradiária em quase 16 anos, após crescimento de 7,6% nas vendas do 1º trimestre, impulsionado por produtos profissionais e dermatológicos. O desempenho superou as vendas aquém do esperado na China.ㅤ

- Volume da Heineken sob pressão. A cervejaria registrou queda de 0,8% nos volumes no 1º trimestre, com fraqueza na Europa e nas Américas e desempenho inferior ao de concorrentes. Apesar de manter o guidance, a empresa enfrenta um ambiente mais desafiador, com custos elevados.ㅤ

- IA como motor de expansão. O Boston Consulting Group gerou 25% da receita com serviços de IA em 2025, impulsionando contratações e projetos com clientes. A receita cresceu 7%, em ritmo mais lento, enquanto a empresa aposta na IA como principal motor de expansão.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (22/04): Dow Jones Industrials (+0,69%), S&P 500 (+1,05%), Nasdaq Composite (+1,64%), Stoxx 600 (+0,35%), Ibovespa (-1,65%)
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Destaques da Bloomberg Línea:

BofA eleva projeção para o Ibovespa e mantém recomendação de compra para Brasil

Citi mira mercado de US$ 5 trilhões com nova ferramenta de IA para a área de wealth

Apoiada pela Galapagos, Alvorada amplia a aposta no petróleo da Venezuela

• Também é importante: A nova era da empresa agêntica: Google Cloud avança na disputa pela IA corporativa | Maior vinícola da Austrália anuncia reorganização e vê recuperação de vendas à China

• Opinião Bloomberg: A nova ordem mundial fragmentada é um ataque à prosperidade econômica

• Para não ficar de fora: Novo CEO da Apple, Ternus vai enfrentar desafio de reter talentos em meio à transição

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A visão da Vamos para a locação de caminhões

22 de Abril de 2026, 06:41

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Com 52 mil caminhões e máquinas em sua frota, a Vamos vê espaço para crescer apesar da forte barreira cultural para locação de veículos pesados no país.

A empresa controlada pelo grupo Simpar aposta em uma estratégia que inclui principalmente o segundo ciclo de locação dos ativos para conquistar novos perfis de clientes. A companhia também trabalha para lançar contratos de aluguel de curto prazo.

“Os concorrentes da Vamos são os clientes que compram o caminhão. Nosso modelo de negócio vai crescer independentemente do cenário”, disse o CEO Gustavo Couto em entrevista à Bloomberg Línea.

Desde a abertura de capital da companhia em 2021, a Vamos passou de 150 clientes para mais de quatro mil atualmente. Segundo Couto, o mercado de locação de caminhões ainda é pequeno no Brasil, com cerca de três ou quatro competidores relevantes. “Temos quase 80% do mercado.”

⇒ Leia a reportagem: Aluguel de curto prazo e segundo ciclo de uso: o plano da Vamos para crescer

A companhia tem como grande aposta o segundo ciclo de locação dos ativos.

No radar dos mercados

As ações internacionais passaram a registrar alta depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prorrogou indefinidamente o cessar-fogo com o Irã, em um dia em que os investidores também se concentrarão em uma ampla lista de divulgação de resultados corporativos.

- Rússia limita venda de fertilizantes. País estendeu as cotas de exportação até dezembro à medida que o déficit global se aprofunda devido à guerra do Irã e às interrupções no Estreito de Ormuz. Produtores russos estão autorizados a exportar apenas 20 milhões de toneladas de fertilizantes até 30 de novembro.

- Possível M&A recorde de empresas de capital aberto. A Deutsche Telekom avalia uma combinação completa com seu braço americano, a T-Mobile, em um movimento que criaria um grupo multinacional de telecomunicações e se classificaria como o maior negócio público de fusões e aquisições de todos os tempos, segundo pessoas com conhecimento do assunto ouvidas pela Bloomberg News.

- A aposta do Goldman em IA. Uma unidade do Goldman Sachs Asset Management investiu US$ 50 milhões na BLP Digital, uma empresa suíça de inteligência artificial que ajuda as empresas a automatizar processos financeiros, como faturamento e relatórios internos.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

Os mercados nesta quarta-feira (22)
🔘 As bolsas na segunda-feira (20/04): Dow Jones Industrials (-0,01%), S&P 500 (-0,24%), Nasdaq Composite (-0,26%), Stoxx 600 (-0,82%), Ibovespa (+0,20%)
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Destaques da Bloomberg Línea:

BRB fecha acordo com a gestora Quadra para vender R$ 15 bi em ativos do Banco Master

Após compra da Serra Verde, USA Rare Earth busca mais aquisições em terras raras

Indicado por Trump para o Fed, Kevin Warsh diz que não será ‘fantoche’ do presidente

• Também é importante: Apple planeja resgatar a energia da era de Steve Jobs ao nomear John Ternus como CEO | Nove em cada dez consumidores na América Latina usam pagamento digital, diz Mastercard

• Opinião Bloomberg: Além do streaming: como Reed Hastings, da Netflix, revolucionou a cultura corporativa

• Para não ficar de fora: CEO do Goldman diz que recessão nos EUA pode estar a ‘um tuíte de distância’

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A expansão de um império do chá no Brasil

20 de Abril de 2026, 07:19

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Controlada pela Coca-Cola desde 2007, a Leão Alimentos e Bebidas vê espaço para dobrar de tamanho até o fim da década, de olho em um aumento do consumo de chás, o carro-chefe da empresa fundada há 125 anos em Curitiba.

A marca líder no mercado brasileiro iniciou um ciclo de investimentos em capex de R$ 100 milhões até 2030, sendo 60% destinados à modernização de equipamentos e 40% à ampliação da capacidade produtiva.

O novo investimento é aplicado depois de a empresa aplicar R$ 60 milhões nos últimos quatro anos na mesma estrutura.

“O Brasil tem um grande mercado promissor ainda a se desenvolver”, disse o CEO Marcelo Corrêa em entrevista à Bloomberg Línea.

⇒ Leia a reportagem: A Leão construiu um império do chá no Brasil. Agora planeja dobrar de tamanho

Vista aérea da unidade fabril da Leão em Fazenda Rio Grande, região metropolitana de Curitiba (PR):  empresa opera duas fábricas no Paraná e planeja investir R$ 100 milhões até 2030. (Foto: Divulgação/Leão)

No radar dos mercados

O petróleo operava em alta e derrubava os futuros de ações americanas e títulos do Tesouro dos EUA após um fim de semana turbulento no Oriente Médio lançar dúvidas sobre as perspectivas das negociações de paz antes de um prazo iminente de cessar-fogo.

- Petróleo em alta. O Brent subiu 6%, em direção a US$ 96 por barril, depois que a Marinha americana realizou a primeira apreensão de uma embarcação iraniana no Estreito de Ormuz. No fim de semana, o Irã interrompeu o tráfego pela via aquática menos de 24 horas depois de dizer que os navios podiam passar livremente.

- Emissões de títulos de emergentes. As ofertas de mercados emergentes voltaram a ganhar força. Neste mês, as emissões em dólares e euros de países em desenvolvimento, incluindo o Brasil, já superam em cerca de 200% os volumes registrados em abril do ano passado, segundo dados da Bloomberg.

- Revolut mira IPO em dois anos. O CEO Nik Storonsky disse querer levar o banco digital à bolsa, mas não antes de 2028, estendendo o prazo de uma das ofertas mais aguardadas da Europa. “Daqui a dois anos”, disse Storonsky em entrevista a David Rubenstein, da Bloomberg TV.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas na sexta-feira (17/04): Dow Jones Industrials (+1,79%), S&P 500 (+1,20%), Nasdaq Composite (+1,52%), Stoxx 600 (+1,56%), Ibovespa (-0,55%)
LEIA + Siga a trilha dos mercados para conhecer as variáveis que orientaram os investidores →

🗓️ Agenda: Os eventos e indicadores em destaque hoje e na semana →

Destaques da Bloomberg Línea:

Bancos credores da Raízen apresentam nova proposta de reestruturação, dizem fontes

Ganhos de US$ 4 trilhões: como as ações de tecnologia voltaram a impulsionar o S&P 500

De Delta a United, aéreas cortam voos e reduzem frotas com disparada do combustível

• Também é importante: Setor de relógios de luxo teme ‘tempestade perfeita’ com guerra e aumento de custos | Como Lucas Moraes aplica a filosofia de Buffett nos negócios e nas provas de rally

• Opinião Bloomberg: Copa do Mundo: preços elevados afastam torcedores. Mas ainda há esperança

• Para não ficar de fora: Trump flexibiliza restrições a drogas psicodélicas para tratamentos e pesquisas

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Da Itália, uma aposta na confeitaria caseira do Brasil

17 de Abril de 2026, 07:12

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Quando executivos do Irca Group chegam ao Brasil para conhecer o mercado local, o VP Plínio Freitas tem um ritual: leva-os a uma loja da Chocolândia, em São Paulo, um dos grandes varejos de ingredientes para confeitaria espalhados pelo país, e deixa a cena falar por si.

“A gente normalmente tem que trazer o pessoal lá de fora para mostrar, porque só explicando eles não conseguem entender”, disse Freitas, vice-presidente Latam da gigante italiana da confeitaria em entrevista à Bloomberg Línea.

O que esses visitantes encontram é um mercado que, apesar de ser um dos maiores do mundo, tem uma caraterística muito mais difusa e ligada à produção doméstica de doces do que o que se vê em outros países. É neste home baking que a empresa aposta no Brasil.

A multinacional italiana fundada em 1919 diz ter faturamento de cerca de € 1,5 bilhão ao ano e iniciou em 2025 a montar sua operação estruturada no Brasil, o que se formalizou no início deste ano.

A companhia é, por natureza, um negócio B2B, e fornece ingredientes para profissionais, nunca para o consumidor final. Mas o Brasil tem uma camada intermediária que não se enquadra facilmente nessa lógica.

“No Brasil, existe esse mercado informal que a gente chama de home baking, que é um profissional caseiro. Fica ali na zona cinzenta”, disse Freitas.

⇒ Leia a reportagem: Gigante italiana mira doces caseiros para ser ‘one stop shop’ da confeitaria no Brasil

Multinacional fundada em 1919 tem faturamento de cerca de € 1,5 bilhão ao ano e estreou sua operação estruturada no Brasil neste ano

No radar dos mercados

Os futuros dos EUA operam em alta nesta sexta-feira (17), diante do aumento das expectativas de que um acordo para encerrar a guerra entre os Estados Unidos e o Irã esteja próximo, o que leva investidores a assumir mais risco.ㅤ

- Futuro da guerra. O presidente Donald Trump disse que o Irã fez concessões relevantes para encerrar o conflito no Oriente Médio, enquanto um cessar-fogo entre Israel e Hezbollah no Líbano ampliou as perspectivas de um acordo regional. O Estreito de Ormuz segue bloqueado.ㅤ

- Messi compra clube. O jogador adquiriu o Unió Esportiva Cornellà, equipe da quinta divisão da Espanha localizada na região metropolitana de Barcelona, onde iniciou sua trajetória no futebol europeu. Messi já atua no mercado imobiliário espanhol e deve ter participação futura no Inter Miami CF, onde joga atualmente.ㅤ

- Venda em negociação. A OnlyFans negocia vender uma participação minoritária para a Architect Capital em acordo que avaliaria a plataforma britânica em mais de US$ 3 bilhões. A Architect também trabalharia com a empresa no desenvolvimento de serviços e produtos financeiros voltados aos criadores de conteúdo.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (16/04): Dow Jones Industrials (+0,24%), S&P 500 (+0,26%), Nasdaq Composite (+0,36%), Stoxx 600 (-0,05%), Ibovespa (-0,46%)
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Destaques da Bloomberg Línea:

ASA, de Alberto Safra, contrata ex-Citi para liderar private banking na América Latina

Da soja ao milho: a estratégia da Boa Safra para crescer no longo prazo, segundo o CEO

Transfero aposta em rede de orquestração para unificar pagamentos globais e blockchains

• Também é importante: Credores da Raízen propõem injeção de R$ 8 bi e saída de Rubens Ometto, dizem fontes| América Latina lidera recuperação entre emergentes, e Goldman vê destaque para o Brasil

• Opinião Bloomberg: Nasa reacende ambição dos EUA pela Lua. Próximo passo depende de SpaceX e Blue Origin

• Para não ficar de fora: S&P 500 em patamar recorde e títulos pressionados: Wall St em meio à guerra no Irã

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A visão do Citi sobre a América Latina

16 de Abril de 2026, 07:11

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

A escalada do conflito no Oriente Médio gerou turbulências nos mercados globais, mas a América Latina está em posição relativamente confortável para atravessar a turbulência e tem menos a perder que outras geografias.

É o que avalia Ernesto Revilla, economista-chefe para América Latina do Citigroup, em entrevista à Bloomberg Línea.

“Mesmo que o conflito com o Irã seja ruim para todos na economia global, a América Latina está relativamente bem posicionada em comparação com outras regiões, particularmente em relação à Ásia e à Europa”, disse Revilla.

Para Revilla, o momento abre também uma janela de oportunidade mais estrutural para a região.

Com os Estados Unidos se desacoplando de partes da Ásia e da Europa, e sem capacidade de produzir tudo internamente, a América Latina emerge como fornecedora natural — de commodities tradicionais, mas também de lítio, terras raras e produtos manufaturados.

⇒ Leia a reportagem: Citi vê oportunidades para a América Latina em meio ao choque do Oriente Médio

São Paulo: Distância geográfica do conflito e a estrutura produtora de petróleo de vários países da região estão entre os fatores de proteção para América Latina

No radar dos mercados

As ações globais operam em alta nesta quinta-feira (16) após uma projeção otimista da Taiwan Semiconductor Manufacturing impulsionar o setor de tecnologia, em meio ao otimismo de que EUA e Irã buscam estender uma trégua no conflito.ㅤ

- Barry Callebaut sob pressão. A moageira cortou seu guidance para o ano e agora projeta queda no lucro, pressionada pela forte baixa nos preços do cacau. Após a notícia, as ações caíram cerca de 15%, enquanto o CEO Hein Schumacher aposta em um plano de recuperação gradual ao longo do ano.ㅤ

- Crise no luxo. O CEO da Kering, Luca de Meo, quer mais do que dobrar a lucratividade do grupo, com foco em reverter o desempenho da Gucci, que ficou aquém das expectativas no primeiro trimestre. A meta inclui elevar a margem operacional e o retorno sobre o capital.ㅤ

- Ford suaviza discurso sobre China. Poucos dias após defender a exclusão de montadoras chinesas dos EUA, o CEO da empresa, Jim Farley, suavizou o discurso e afirmou que a empresa busca ampliar parcerias com fabricantes da China. Ele citou negociações com Geely e BYD e joint ventures já existentes no país.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (15/04): Dow Jones Industrials (-0,15%), S&P 500 (+0,80%), Nasdaq Composite (+1,60%), Stoxx 600 (-0,43%), Ibovespa (-0,46%)
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Destaques da Bloomberg Línea:

Bemobi acelera virada para meios de pagamentos após aquisição da Paytime

Lula mira fim da escala 6x1 em ofensiva por voto de trabalhador

Tesouro emite € 5 bilhões em primeira dívida em euros desde 2014

• Também é importante: Durigan diz que guerra pode forçar BCs a agir: ‘os riscos vão muito além do Brasil’| Kalshi expande mercado de previsões de commodities em meio à volatilidade da guerra

• Opinião Bloomberg: Mythos, da Anthropic, amplia risco cibernético para empresas menos protegidas

• Para não ficar de fora: Mark Mobius, investidor pioneiro em mercados emergentes, morre aos 89 anos

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Para Vitacon, a Augusta é a nova Rebouças

15 de Abril de 2026, 07:21

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

A incorporadora que não comprou terreno na Rua Augusta, em São Paulo, está prestes a perder a janela de oportunidade.

É essa a avaliação de Ariel Frankel, CEO da Vitacon, que atua no segmento de studios para alta renda e que está com quatro terrenos na via. A estimativa é que 80% das opções de áreas disponíveis já estejam comprometidas com projetos em andamento.

“A rua já está bem formatada para a mudança, que deve ficar mais visível conforme os prédios sejam entregues. [Antes] era uma via de passagem, que está se transformando na nova grande potência nobre da cidade”, afirmou Frankel em entrevista à Bloomberg Línea.

A expectativa do executivo é que a região tenha potencial de valorização semelhante ao que aconteceu na Avenida Rebouças após a mudança do Plano Diretor em 2014, o que permitiu maiores construções com incentivo a diversos usos, de residencial a serviços.

Já a Augusta foi incluída em uma revisão do mapa da Lei de Zoneamento em 2024, o que aumentou o potencial construtivo.

A Vitacon já tinha um empreendimento lançado na região antes da mudança no zoneamento. Com a alteração, a incorporadora aumentou a aposta na via, com outros três lançamentos no pipeline de 2026.

⇒ Leia a reportagem: ‘Efeito Rebouças’: Vitacon aposta na Augusta como novo eixo nobre de São Paulo

Empreendimento da Vitacon na Rua Augusta, em São Paulo (SP): incorporadora tem um prédio entregue e outros três lançamentos na região

No radar dos mercados

Os futuros das ações dos EUA operam perto da estabilidade nesta quarta-feira (15), enquanto investidores aguardam a confirmação de uma nova rodada de negociações no Oriente Médio. O petróleo WTI sobe mais de 1%.ㅤ

- Conflito desafia BCs. O ministro da Fazenda do Brasil, Dario Durigan, disse em entrevista à Bloomberg News que uma guerra prolongada no Irã poderia forçar os bancos centrais a agir para conter a inflação. No Brasil, cortes na Selic seguem cautelosos e dependem do impacto do conflito sobre a inflação e as expectativas.ㅤ

- Crise no luxo. As vendas da Gucci caíram 8% no 1º trimestre, quase o dobro do esperado, pressionadas pela guerra no Oriente Médio, que afetou o turismo e derrubou receitas na região. Apesar de mudanças na liderança e estratégia, investidores aguardam sinais de recuperação da principal marca do grupo.ㅤ

- Futuro da guerra. O presidente dos EUA disse que o fim do conflito com o Irã está próximo e que pode não ser necessário estender o cessar-fogo de duas semanas negociado após quase seis semanas de combates. “Poderia terminar de qualquer maneira, mas acho que um acordo é preferível”, disse ele à ABC News.

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🔘 As bolsas ontem (14/04): Dow Jones Industrials (+0,66%), S&P 500 (+1,18%), Nasdaq Composite (+1,96%), Stoxx 600 (+0,99%), Ibovespa (+0,33%)
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Destaques da Bloomberg Línea:

JHSF paga US$ 160 mi pelo antigo Conrad de Punta del Este e reforça aposta no Uruguai

Fundo saudita amplia participação para 20% na Sadia Halal, joint venture com a MBRF

Copa do Mundo impulsiona mercado imobiliário em Miami com alta demanda latina

• Também é importante: Fabricante do Ozempic fecha parceria com a OpenAI para acelerar pesquisa de remédios| Credores da Raízen pedem até 90% da empresa em troca de dívida, dizem fontes

• Opinião Bloomberg: Bloqueio de Ormuz por Trump pode levar os EUA a uma guerra longa sem enfraquecer o Irã

• Para não ficar de fora: Menu de até R$ 3 mil: como é jantar no 1º restaurante três estrelas Michelin em SP

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O avanço do ‘banco’ da Totvs com o Itaú

14 de Abril de 2026, 07:11

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

A Totvs tem ampliado sua aposta em serviços financeiros e caminha para transformar a Techfin, sua joint-venture com o Itaú Unibanco, cada vez mais em um banco digital para pequenas e médias empresas, integrado com suas soluções de tecnologia.

O braço financeiro da companhia de software de gestão (ERP), formado em 2023, se tornou sua terceira maior unidade de negócio, com uma oferta que vai de crédito para capital de giro e antecipação de recebíveis a serviços de pagamentos.

O plano agora é lançar novos produtos e serviços, incluindo uma conta digital, com a visão de que isso pode ajudar a atrair mais clientes - principalmente pequenas e médias empresas - que já fazem parte da base da Totvs.

“Este ano tem sido um marco transformacional porque nós, de fato, integramos três produtos importantes de crédito dentro do Proteus [sistema de ERP da Totvs]. Isso é muito disruptivo, não existe precedente hoje disso que estamos fazendo”, disse Mauro Wulkan, CEO da TechFin ERP Finance, em entrevista à Bloomberg Línea. “É o início deste banco dentro do ERP.”

⇒ Leia a reportagem: ‘Banco’ da Totvs com o Itaú, Techfin quer ampliar oferta de serviços financeiros no ERP

Techfin fechou o último trimestre de 2025 com carteira líquida de crédito em R$ 2,49 bilhões. (Foto: Divulgação/Totvs)

No radar dos mercados

As ações globais operam em alta nesta terça-feira (14) com Irã e EUA considerando uma nova rodada de negociações de paz, o que eleva as expectativas de um cessar-fogo mais duradouro no Oriente Médio. ㅤ

- Negociação na Raízen. Os credores pediram até 90% da empresa em troca de 45% da dívida, acima dos 70% propostos pela companhia, segundo pessoas familiarizadas com o assunto que falaram com a Bloomberg News. A Raízen enfrenta um prazo legal até 6 de junho para chegar a um acordo.ㅤ

- Eleição no Peru. Keiko Fujimori caminha em direção ao o segundo turno das eleições no país, em 7 de junho, com discurso de ordem e agenda pró-mercado. A apuração dos votos ainda está em andamento, e o adversário que enfrentará Fujimori ainda não está definido.ㅤ

- Impacto da guerra. O CEO do HSBC, Georges Elhedery, disse em entrevista à Bloomberg Television que o conflito no Oriente Médio já afeta a confiança dos clientes. O executivo vê impactos potenciais em commodities como petróleo, fertilizantes e metais, embora a saída de capital ainda seja limitada.

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🔘 As bolsas ontem (13/04): Dow Jones Industrials (+0,63%), S&P 500 (+1,02%), Nasdaq Composite (+1,23%), Stoxx 600 (-0,16%), Ibovespa (+0,34%)
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Destaques da Bloomberg Línea:

Oncoclínicas: Fleury encerra negociação e abre caminho para proposta da MAK Capital

FGC se recusa a conceder empréstimo ao BRB antes de saber perdas totais, diz fonte

Brasil lidera captação de ETFs de mercados emergentes listados nos EUA

• Também é importante: Inflação de alimentos volta a assombrar consumidor e pressiona Lula antes das eleições | ‘Nada será mais difícil do que construir uma marca nos EUA’, diz cofundadora do Nubank

• Opinião Bloomberg: Bloqueio de Ormuz por Trump pode levar os EUA a uma guerra longa sem enfraquecer o Irã

• Para não ficar de fora: Em carta, mais de 1.000 nomes de Hollywood se opõem a fusão entre Paramount e Warner

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O ‘store in store’ na Americanas pós-crise

13 de Abril de 2026, 07:05

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

As lojas da Americanas são conhecidas há décadas por sua oferta de balas, bombons e chocolates. Nos últimos três anos, a venda dessas e outras guloseimas ajudou a rede de varejo brasileira a sobreviver depois da descoberta de uma fraude bilionária em 2023.

Agora, prestes a sair da recuperação judicial, a varejista quer que seus estabelecimentos sejam também outra coisa: o lugar onde marcas do momento montam “lojas dentro da sua loja”, transformando espaço ocioso em vitrine para terceiros.

Segundo o CEO Fernando Soares, que assumiu o cargo em outubro, o formato conhecido como store in store serve a dois objetivos: rentabilizar o metro quadrado e modernizar o mix de produtos.

“O primeiro objetivo é otimizar o nosso metro quadrado de loja, que é um metro quadrado com bastante fluxo. O segundo é a modernização de sortimento, o que pode complementar as categorias em que já estamos inseridos”, disse Soares em entrevista à Bloomberg Línea.

⇒ Leia a reportagem: Na Americanas, modelo ‘store in store’ vira aposta para rentabilizar lojas após crise

Loja da Americanas, em São Paulo: iniciativa foi batizada de “Projeto Galeria” busca atrair marcas parceiras para dentro dos estabelecimentos. (Foto: Maira Erlich/Bloomberg)

No radar dos mercados

As ações globais caem e o petróleo voltou a operar em forte alta nesta segunda-feira (13), após o presidente Trump ordenar o bloqueio do Estreito de Ormuz diante do impasse nas negociações de paz entre EUA e Irã no fim de semana.ㅤ

- Petróleo em alerta. O petróleo tipo Brent subiu acima de US$ 103 o barril após o fracasso das negociações entre EUA e Irã e o avanço do bloqueio naval americano no Estreito de Ormuz. Para Jorge Montepeque, da Onyx Capital, o petróleo poderia saltar para entre US$ 140 e US$ 150 o barril se a interdição for mantida.ㅤ

- Mudança de listagem da Wise. A fintech informou que está no caminho para transferir sua listagem principal de Londres para a Nasdaq em 11 de maio. A Wise também reportou receita trimestral acima do esperado. As ações subiram até 5,8% em Londres após o anúncio.ㅤ

- Novo CEO na Dolce & Gabbana. A companhia nomeou o ex-executivo da Gucci Stefano Cantino como co-CEO, em meio a mudanças na governança após a saída de Stefano Gabbana da presidência. A nomeação ocorre enquanto a grife negocia com credores o refinanciamento de € 450 milhões em dívida.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas na sexta-feira (10/04): Dow Jones Industrials (-0,56%), S&P 500 (-0,11%), Nasdaq Composite (+0,35%), Stoxx 600 (+0,37%), Ibovespa (+1,12%)
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Destaques da Bloomberg Línea:

Após adiamentos, Aegea divulga balanço e registra alta de 21% da receita em 2025

Mercados da América Latina ganham status de ‘porto seguro’ com cenário global volátil

Governo vai permitir o uso do FGTS para quitar dívidas, diz ministro da Fazenda

• Também é importante: Mounjaro desponta no Brasil enquanto queda de patente do Ozempic acirra concorrência | Carlos Rodrigues leva cozinha francesa premiada em Brasília para São Paulo

• Opinião Bloomberg: Setor de luxo busca contornar os percalços da guerra e manter otimismo para 2026

• Para não ficar de fora: Derrota de Orbán, próximo de Trump e Putin, abre caminho para nova era na Hungria

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O foco da MRV nas capitais, segundo Rafael Menin

10 de Abril de 2026, 07:09

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A MRV busca acelerar seus projetos imobiliários nas regiões metropolitanas e espera que esses mercados de maior concentração populacional no Brasil se tornem cerca de 50% da operação da incorporadora, de acordo com o co-CEO Rafael Menin.

Em entrevista à Bloomberg Línea, o executivo avalia que mudanças em planos diretores de grandes capitais têm levado a um movimento de “readensamento” dos centros urbanos, algo que favorece empresas como a MRV, voltadas para imóveis para o público de menor renda.

Historicamente, muitos empreendimentos de habitação social pelo Brasil foram construídos em áreas mais afastadas para manter as receitas e os custos equilibrados.

Novas regras e planos urbanísticos revisados agora permitem viabilizar projetos de moradia acessível em bairros mais bem localizados e já atendidos por serviços públicos e pelo comércio, o que pode ser “transformador” para as cidades brasileiras, na visão dele.

“São Paulo fez essas mudanças e o reflexo foi que as construtoras começaram a ter a capacidade de comprar terrenos centrais, que antes eram disputados só por quem queria lançar um produto para média e alta renda, e a dinâmica do mercado mudou por completo. Outras cidades como Belo Horizonte e Recife agora estão fazendo o mesmo”, afirmou o executivo.

⇒ Leia a reportagem: MRV foca em capitais e quer 50% do negócio em regiões metropolitanas, diz Rafael Menin

Rafael Menin, co-CEO da MRV&Co, no MRV Day em março de 2026

No radar dos mercados

Os futuros de ações dos EUA operam perto da estabilidade nesta sexta-feira (10), enquanto investidores observam as negociações entre EUA e Irã em busca de sinais de que o cessar-fogo pode se manter.

- Tráfego em Ormuz. O presidente americano acusou o Irã de cobrar pedágios de navios no Estreito de Ormuz e exigiu que a prática pare, dizendo que isso viola o acordo de cessar-fogo. Enquanto isso, centenas de navios seguem retidos no canal e o tráfego permanece muito abaixo do normal.ㅤ

- Entregas da Airbus em queda. A companhia entregou 114 aviões no 1º trimestre, uma queda de 16% na comparação anual e o menor volume desde 2009. A meta de cerca de 870 entregas em 2026 é colocada em dúvida diante de entraves na produção e da guerra no Irã que impôs novos desafios ao setor aéreo.ㅤ

- Mudanças na Dolce & Gabbana. O co-fundador da marca, Stefano Gabbana, renunciou ao cargo de presidente da empresa enquanto avalia alternativas para sua fatia de cerca de 40% antes de negociações com credores. A empresa busca até € 150 milhões em novos recursos para refinanciar as dívidas.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (09/04): Dow Jones Industrials (+0,58%), S&P 500 (+0,62%), Nasdaq Composite (+0,83%), Stoxx 600 (-0,15%), Ibovespa (+1,52%)
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Destaques da Bloomberg Línea:

Oncoclínicas tem prejuízo de R$ 3,67 bi em 2025; auditoria alerta para risco de colapso

Mercado Pago reforça aposta em PMEs com maior apetite ao crédito e plataforma unificada

Bancos discutem mudanças no FGC após impacto do Master, segundo fontes

• Também é importante: Monashees abre escritório em São Francisco para ter acesso direto à onda de IA | MSD Saúde Animal mira maior uso de dados para ‘ouvir’ os bovinos e elevar eficiência

• Opinião Bloomberg: Guerra no Irã reconfigura cenário e vira aliada inesperada da China contra a deflação

• Para não ficar de fora: De volta ao ar: aeroporto da Venezuela ganha vida com recuperação econômica pós-Maduro

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O avanço da Liv Up em marmita caseira

9 de Abril de 2026, 07:11

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Quando Victor Santos saiu da faculdade e começou a trabalhar como analista no mercado financeiro, ele tinha um problema rotineiro: queria se alimentar bem em meio a uma agenda intensa, mas montar as próprias marmitas tomava tempo demais e o que via no mercado não parecia bom o suficiente.

“Essa dor não podia ser só minha”, disse Santos, CEO e cofundador da foodtech Liv Up em entrevista à Bloomberg Línea. Ali mesmo ele começou a estudar o setor de comidas prontas como uma opção de empreendedorismo. Isso foi em 2014, e a solução que ele encontrou para si mesmo virou um negócio em ascensão.

O mercado que ele mirava é amplo e inclui o setor de alimentação fora do lar, que movimenta cerca de R$ 450 bilhões por ano no país, segundo ele, e o segmento de pratos prontos congelados, que gira em torno de R$ 10 bilhões anuais, dominado historicamente por ultraprocessados.

Uma década depois, a aposta da Liv Up em marmitas de comida caseira congelada fatura R$ 270 milhões, cresceu 70% em 2025 e projeta chegar a R$ 1 bilhão antes de 2030.

⇒ Leia a reportagem: Liv Up cresce 70% em um ano com marmita caseira e mira faturamento de R$ 1 bi

No radar dos mercados

As ações globais operam em queda nesta quinta-feira (9), à medida que o otimismo em torno do cessar-fogo entre EUA e Irã diminuiu após Teerã alertar que alguns termos do acordo haviam sido violados.ㅤ

- A visão da BlackRock sobre lucros. Helen Jewell, diretora global de investimentos da BlackRock, disse que as expectativas de lucros devem ser revistas para baixo devido ao impacto inflacionário da guerra no Oriente Médio. “O mercado está subestimando o nível de inflação”, disse em entrevista à Bloomberg News.ㅤ

- Novo patamar para o petróleo? O Goldman Sachs estima que o petróleo Brent pode superar o patamar de US$ 100 por barril se o Estreito de Ormuz permanecer fechado por mais um mês. Se a trégua entre EUA e Irã se mantiver e o fluxo for normalizado, o petróleo deve ficar na faixa de US$ 80–82 por barril.ㅤ

- Mercedes sob pressão. As vendas globais da montadora caíram 6% no primeiro trimestre, puxadas por um recuo de 27% na China, onde marcas locais ganham espaço no segmento de luxo. Na Europa, as vendas de elétricos cresceram, impulsionadas pelo novo CLA, parte da ofensiva de lançamentos da empresa.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (08/04): Dow Jones Industrials (+2,85%), S&P 500 (+2,51%), Nasdaq Composite (+2,80%), Stoxx 600 (+3,88%), Ibovespa (+2,09%)
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Destaques da Bloomberg Línea:

‘Insider trading’? Apostas sobre cessar-fogo no Irã elevam pressão sobre plataformas

Mosaic vai paralisar fábricas de fertilizantes no Brasil após disparada do enxofre

Sobem ou descem? Ata do Fed aponta cenários opostos para juros diante da guerra no Irã

• Também é importante: Acordo do BTG Pactual para comprar o Digimais tem o apoio do FGC, segundo fontes | Com crédito em alta, argentinos se endividam para pagar contas, carros e até festas

• Opinião Bloomberg: Guerra altera status de Ormuz e impõe novo equilíbrio no comércio global de energia

• Para não ficar de fora: Anthropic, dona do Claude, começa a montar estrutura no Brasil, dizem fontes

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A alavanca da Riachuelo com megafábrica

8 de Abril de 2026, 07:08

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A fábrica da Guararapes, em Natal, deixou de ser vista como uma “pedra no sapato” para se tornar peça central na estratégia da Riachuelo e um dos principais motores da melhora nos últimos anos de margens e lucro da varejista de moda.

Essa mudança coincide com a chegada do CEO profissional André Farber, em maio de 2023, e com um redesenho mais amplo do negócio, que envolveu redução de estoques, reorganização da cadeia produtiva, revisão de portfólio e venda de ativos.

Nesse período, a empresa criou uma diretoria dedicada à área de supply chain, relançou marcas próprias - como o caso da marca focada em jeans Pool, ampliou a capacidade do parque fabril e concluiu a venda do Midway Mall, o maior shopping center de Natal, por R$ 1,6 bilhão, em dezembro do ano passado.

“O varejo de moda mudou muito nos últimos anos. Hoje não é só sobre custo, é sobre velocidade, qualidade, controle da cadeia e capacidade de responder rápido ao consumidor e às tendências”, disse o CEO André Farber em entrevista à Bloomberg Línea.

Os números do balanço da empresa ajudam a entender essa virada da empresa. O lucro líquido somou R$ 512 milhões, mais que o dobro do ano anterior. A trajetória marca uma mudança relevante em relação a 2023, quando a companhia operou com prejuízo de R$ 34 milhões.

⇒ Leia a reportagem: Na Riachuelo, megafábrica em Natal vira pilar da estratégia para recuperar as margens

No radar dos mercados

As ações globais operam em forte alta nesta quarta-feira (8), após o anúncio de um acordo de cessar-fogo de duas semanas entre EUA e Irã. O petróleo WTI cai mais de 16%, a US$ 94,25 por barril.ㅤ

- Guerra no Oriente Médio. O cessar-fogo entre EUA e Irã derrubou o petróleo e deu impulso aos ativos de mercados emergentes, que caminham para o melhor dia desde 2022. O índice da MSCI subiu cerca de 5% nesta manhã e acumula alta de 10% no mês. A continuidade do rali depende da estabilidade do acordo.ㅤ

- Revolut avança na Europa. A empresa abrirá uma sede em Paris para acelerar sua expansão na Europa. A fintech quer crescer de 7 milhões para 10 milhões de clientes na França até 2027 e contratar mais de 400 funcionários. O plano inclui obter licença bancária local para ampliar serviços como o crédito imobiliário.ㅤ

- Telefónica vende unidade. A companhia vendeu sua operação no México por US$ 450 milhões à Melisa Acquisition, em meio à forte concorrência da America Movil e da AT&T. A saída reforça a estratégia da Telefónica de reduzir presença na região. O negócio ainda depende de aprovação de órgãos regulatórios.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (07/04): Dow Jones Industrials (-0,18%), S&P 500 (+0,08%), Nasdaq Composite (+0,10%), Stoxx 600 (-1,01%), Ibovespa (+0,05%)
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Destaques da Bloomberg Línea:

Estados Unidos e Irã chegam a cessar-fogo horas antes do fim do prazo de Trump

Oncoclínicas adia pagamento a credores e Fitch rebaixa rating a nível pré-default

Bolsa segue barata, mas retomada depende de guerra, juros e eleição, dizem gestores

• Também é importante: Stellantis prepara produção de carros da chinesa Leapmotor no Brasil com motor flex | Temos 98% do mercado para conquistar, diz CEO da Brex após aquisição pela Capital One

• Opinião Bloomberg: OpenAI mira superapp de IA unificada, mas chave do IPO pode ser a união com a Microsoft

• Para não ficar de fora: J.P. Morgan revela ranking dos shoppings com mais vendas por metro quadrado do Brasil

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A vantagem das startups brasileiras na era da IA

7 de Abril de 2026, 07:00

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

Enquanto a inteligência artificial domina as manchetes e atrai volumes sem precedentes de capital, Kevin Efrusy — conhecido no Vale do Silício como um dos primeiros investidores do Facebook — segue um caminho diferente.

O investidor americano avalia que “febre” da IA em mercados desenvolvidos, como os Estados Unidos, pode, paradoxalmente, criar um ambiente de investimento mais racional e menos superaquecido para empresas de outros setores na América Latina, que operam, muitas vezes, fora do radar de fundos globais.

“A IA é obviamente muito real e está impactando todos os setores de uma forma ou de outra. A atenção que ela recebe é certamente bem merecida”, afirma Efrusy em entrevista exclusiva à Bloomberg Línea.

“Mas, para mim, que invisto na América Latina há uma década, o fato de a atenção estar em outro lugar é fantástico. Porque ainda há empresas realmente importantes sendo construídas em outras áreas, e elas não serão completamente desintermediadas ou tornadas obsoletas pela IA.”

⇒ Leia a reportagem: Investidor que apoiou o Facebook em 2005 mira startups brasileiras fora da onda da IA

Pedestres em São Paulo: para Efrusy, ainda há empresas importantes sendo construídas em outras áreas, e elas não serão tornadas obsoletas pela IA. (Foto: Victor Moriyama/Bloomberg)

No radar dos mercados

Os futuros das ações dos EUA operam em alta nesta terça-feira (7), enquanto investidores aguardam o prazo do presidente Donald Trump para que o Irã aceite um cessar-fogo.ㅤ

- Guerra no Oriente Médio. O Irã manteve os ataques no Golfo mesmo após o ultimato de Donald Trump por um cessar-fogo. Os EUA ameaçam destruir a infraestrutura iraniana caso não haja acordo, enquanto Teerã promete retaliar e mantém as restrições no Estreito de Ormuz.ㅤ

- Horizonte para o cobre. O Goldman Sachs alerta que o metal pode voltar a cair se o bloqueio do Estreito de Ormuz persistir. O cobre acumula queda de 7% desde a escalada do conflito no Oriente Médio, apesar de ainda negociar acima do patamar considerado justo pelos analistas.ㅤ

- Universal Music em foco.A gestora de Bill Ackman propôs adquirir a Universal Music por cerca de € 56 bilhões. A proposta inclui pagamento em dinheiro e ações, e forçaria uma listagem nos EUA, algo que a UMG vinha adiando. A oferta depende do aval do principal acionista, Vincent Bolloré.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (06/04): Dow Jones Industrials (+0,36%), S&P 500 (+0,44%), Nasdaq Composite (+0,54%), Stoxx 600 (-0,18%), Ibovespa (+0,06%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

Azul: após reestruturação, Alex Malfitani deixa cargo de CFO depois de quase 9 anos

Dimon, do JPMorgan, defende investimentos para ‘fortalecer’ a liderança global dos EUA

Marcelo Mindlin assume como presidente da InterCement após reestruturação de dívida

• Também é importante: Ex-trader vê onda de M&As de empresas em crise na Argentina. E quer lucrar com isso| OpenAI propõe fundo público e novas políticas para era da superinteligência artificial

• Opinião Bloomberg: IPO da SpaceX pode marcar nova fase de megaofertas. Mas história recomenda cautela

• Para não ficar de fora: Missão Artemis II leva astronautas ao ponto mais próximo da Lua em mais de 50 anos

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A estratégia da JBS frente às canetas emagrecedoras

6 de Abril de 2026, 07:01

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

Guilherme Cavalcanti, CFO global da JBS, saiu da CAGNY, o maior encontro anual de analistas de consumo dos Estados Unidos, realizado em Orlando em fevereiro, com uma percepção: a proteína dominou a pauta de todas as empresas presentes.

No centro dessa virada estratégica, há um consumidor que come menos e que, principalmente, coloca a proteína no topo da lista de preferências, impulsionado por uma geração de medicamentos à base de GLP-1, como Ozempic e Wegovy, para emagrecimento, que está redesenhando hábitos alimentares em todo mundo.

Para Cavalcanti, um dos sinais mais concretos dessa mudança comportamental aparece nos preços. Desde a pandemia, a carne moída nos Estados Unidos subiu de US$ 4 para US$ 6,74 a libra [450 gramas]. O peito de frango saltou de US$ 3 para US$ 4. Em categorias tão sensíveis a preço, o esperado seria uma queda de demanda.

“O preço da carne nos Estados Unidos teve todo esse aumento, mas as pessoas não tiveram um decréscimo de demanda. Para mim, isso é uma evidência de que cortaram o consumo de outras coisas”, disse o executivo em entrevista à Bloomberg Línea.

⇒ Leia a reportagem: Das carnes às ’superproteínas’: a estratégia da JBS frente às canetas emagrecedoras

Medicamentos à base de GLP-1, como Ozempic e Wegovy, estão redesenhando hábitos alimentares em todo mundo. (Foto: Maria Magdalena Arrellaga/Bloomberg)

No radar dos mercados

Os futuros das ações dos EUA subiram, e o petróleo bruto caiu nesta segunda-feira (6) após divulgação de notícias sobre um possível cessar-fogo na guerra no Irã.

- Produção petróleo cresce. Membros da Opep+ planejam aumentar suas cotas de produção para maio em um movimento simbólico enquanto o conflito no Oriente Médio restringe a produção e os embarques de vários dos maiores membros da aliança. Acordo prevê aumentar as metas de produção em cerca de 206.000 barris por dia.

- Índia busca fertilizantes. Maior importador de ureia do mundo, o país pretende comprar cerca de 2,5 milhões de toneladas do principal nutriente agrícola enquanto o conflito no Oriente Médio interrompe a produção doméstica e limita a disponibilidade. A produção de arroz, milho e soja no país deve começar em alguns meses.

- Ouro ganha impulso. O metal precioso recuperou algumas perdas após relatos sobre um impulso diplomático para um cessar-fogo na guerra no Irã. O ouro reduziu algumas perdas e chegou a ser negociado perto de US$ 4.630 a onça, depois de cair até 1,6% mais cedo.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

Os mercados nesta segunda-feira (6)
🔘 As bolsas na quinta-feira (02/04): Dow Jones Industrials (-0,13%), S&P 500 (+0,11%), Nasdaq Composite (+0,18%), Stoxx 600 (-0,18%), Ibovespa (+0,05%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

Europa aposta em robôs humanoides para se manter na corrida tecnológica global

Carros elétricos ganham força na América Latina. Brasil lidera vendas na região

Nova CEO da BP assume com desafio de simplificar operação e recuperar valor da empresa

• Também é importante: Famílias ricas do Reino Unido aceleram sucessão diante de alta no imposto sobre herança| Sem emprego, jovens britânicos recorrem ao serviço militar em busca de renda e futuro

• Opinião Bloomberg: Fim do boom dos tênis? Vendas da Nike decepcionam e sinalizam desafios de recuperação

• Para não ficar de fora: Na casa da chef: como Manu Buffara projetou Curitiba no mapa da gastronomia mundial

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A disputa dos bancos pela alta renda nos esportes

2 de Abril de 2026, 07:07

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

Quando o jovem tenista João Fonseca ganhou ao lado do veterano Marcelo Melo no Rio Open o seu primeiro título de duplas em fevereiro, a primeira pessoa que encontrou ao se dirigir ao seu grupo próximo foi Guilherme Benchimol, o fundador e chairman da XP.

A cena, aparentemente casual, resume um movimento crescente no mercado financeiro brasileiro.

Grandes instituições têm ido além dos patrocínios tradicionais a torneios e clubes e passaram a investir em atletas e eventos como ferramentas estratégicas de acesso a clientes alta renda - muitos do quais hoje são praticantes amadores, além de fãs.

A tendência acompanha uma mudança de hábitos no país que prioriza um estilo de vida mais saudável, o que tem levado a um crescimento na prática por esportes.

Entre esses praticantes, está um perfil de cliente com quem a Av. Faria Lima têm muito interesse em dialogar - e ampliar as relações.

“O esporte virou uma plataforma muito eficiente de relacionamento, porque cria comunidade, pertencimento e experiências que são difíceis de replicar em outros ambientes”, afirma Ivan Martinho, professor de Marketing Esportivo na ESPM.

⇒ Leia a reportagem: Do ciclismo ao tênis: bancos ampliam a presença nos esportes na briga pela alta renda

A XP patrocinou o Rio Open pela primeira vez. Na edição deste ano, João Fonseca, apoiado pela marca, ganhou título de duplas ao lado de Marcelo Melo (Foto: Divulgação)

No radar dos mercados

As ações globais operam em queda nesta quinta-feira (2), enquanto o petróleo volta a disparar, após o presidente dos EUA, Donald Trump, frustrar as expectativas de uma resolução rápida para a guerra no Oriente Médio.

- Guerra no Oriente Médio. Enquanto o presidente dos EUA prepara o terreno para uma saída da guerra contra o Irã, ele também ameaçou o país, em discurso na noite de quarta-feira (1), com novos ataques à infraestrutura caso não haja acordo. Teerã nega ter pedido cessar-fogo e mantém incertezas sobre as negociações.

- Incertezas com Labubu. As ações da Pop Mart recuaram mais de 30% nos últimos cinco dias, diante das dúvidas de investidores sobre a dependência da empresa em relação ao sucesso do personagem. Analistas apontam risco de um ciclo prolongado de baixa, com pressão sobre margens e revisões negativas de lucros.

- Ouro sob pressão. O metal precioso chegou a cair mais de 4% nesta manhã após o discurso de Trump na véspera trazer pouca clareza sobre o fim da guerra com o Irã e sinalizar possível escalada militar. A aversão ao risco persistiu, com alta do dólar e do petróleo diante das incertezas em torno do Estreito de Ormuz.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (01/04): Dow Jones Industrials (+0,48%), S&P 500 (+0,72%), Nasdaq Composite (+1,16%), Stoxx 600 (+2,50%), Ibovespa (+0,26%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

Raízen propõe converter dívida em ações, e credores assumiriam fatia, dizem fontes

Kora Saúde, controlada pela HIG, avalia pedir recuperação extrajudicial, dizem fontes

Braskem avalia proteção judicial contra credores após piora financeira, dizem fontes

• Também é importante: Cade abre investigação contra 99Food por supostas práticas abusivas de concorrência| De garagem a império de US$ 4 trilhões em tecnologia: a trajetória da Apple em 50 anos

• Opinião Bloomberg: Troca de guarda no espaço: gigantes da história são ultrapassadas por Musk e Bezos

• Para não ficar de fora: Adeus, injeções? Pílula para perda de peso da Eli Lilly obtém aprovação nos EUA

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A expansão da Roche em diagnósticos

1 de Abril de 2026, 07:24

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

Segmentação de público, automatização e inteligência artificial são alguns dos fatores que devem impulsionar o crescimento da Roche Diagnóstica em 2026.

O grupo suíço vê espaço para aumento de receita mesmo diante dos volumes já significativos de exames realizados todos os anos no país. No ano passado, o faturamento da divisão de diagnóstico da companhia alcançou R$ 1,5 bilhão.

“Estamos lançando muitas inovações. Neste ano, queremos crescer e alcançar R$ 1,7 bilhão”, disse o CEO da Roche Diagnóstica, Carlos Martins, em entrevista à Bloomberg Línea.

Aproximadamente 70% do faturamento da divisão no país é proveniente do setor privado, sendo o restante do poder público. Na avaliação de Martins, existe potencial para avanço da Roche Diagnóstica na rede de saúde pública do Brasil.

⇒ Leia a reportagem: Na Roche, área de diagnósticos já fatura R$ 1,5 bi. O CEO vê espaço para crescer mais

O grupo suíço vê espaço para aumento de receita mesmo diante dos volumes já significativos de exames realizados todos os anos no país. (Foto: Pascal Mora/Bloomberg)

No radar dos mercados

As ações globais operam em alta nesta quarta-feira (1º) após o presidente Trump afirmar que os EUA podem encerrar a guerra com o Irã em duas a três semanas.ㅤ

- Crise na Braskem. A empresa avalia recorrer à Justiça para se proteger de credores, segundo fontes que falaram à Bloomberg News. A Braskem enfrenta pressão de caixa, prejuízo de R$ 10,3 bilhões e incerteza sobre a sua continuidade, além de entraves na venda de controle para a IG4 Capital.ㅤ

- Novo valuation da OpenAI. A empresa atingiu US$ 852 bilhões em valuation após ter finalizado uma captação de US$ 122 bilhões. O aporte foi liderado por Amazon (US$ 50 bi), Nvidia e SoftBank (US$ 30 bi cada), com parte condicionada a IPO ou avanço em IA.

- LVMH sob pressão. As ações da dona de marcas como Louis Vuitton, Christian Dior e Tiffany caíram 28% no primeiro trimestre, pressionadas pela guerra no Oriente Médio e pela menor demanda no mercado de luxo. A queda já reduziu a fortuna de Bernard Arnault em US$ 55 bilhões no período.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (31/03): Dow Jones Industrials (+2,49%), S&P 500 (+2,91%), Nasdaq Composite (+3,83%), Stoxx 600 (+0,41%), Ibovespa (+2,71%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

Guerra no Irã congela IPOs e deixa Wall St à espera de negócio salvador com a SpaceX

Mercado de US$ 31 trilhões dos Treasuries pode exigir intervenção, segundo o Barclays

Converse, da Nike, caminha para pior nível em 15 anos. E atrai interesse da Authentic

• Também é importante: Crise de caixa leva Oncoclínicas a remarcar tratamentos e negociar com fornecedor| Vale: negócio de metais básicos deve representar um terço da geração de caixa em 2035

• Opinião Bloomberg: Prosperidade ou desemprego? Impacto da IA vai depender das escolhas dos seres humanos

• Para não ficar de fora: Virgin retoma voos de turismo espacial por US$ 750 mil e busca expansão com SpaceShip

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O impacto da IA no coworking, segundo o CEO da IWG

31 de Março de 2026, 07:05

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

A International Workplace Group (IWG), plataforma global de coworking com marcas como Regus e Spaces, vive um momento de transformação.

Em 2025, a empresa assinou contratos para a entrada de 1.132 novos centros na rede e abriu 782, números que são maiores do que a companhia fez em seus primeiros 20 anos de operação.

A empresa, que tem o WeWork como um de seus principais concorrentes globais, encerrou o ano passado com receita de US$ 4,5 bilhões, alta de 4%, em relação a 2024, e aumento de 16% em espaços flexíveis, com 4.609 unidades em 120 países.

Para o britânico Mark Dixon, fundador e CEO da companhia, os números são apenas reflexo de uma mudança muito mais profunda: a forma como a inteligência artificial tem reorganizado o mercado de trabalho.

Em entrevista à Bloomberg Línea, Dixon disse que a IA criou um cenário paradoxal. Enquanto algumas empresas reduzem seus quadros, o impacto real será a explosão de startups e pequenos negócios.

“Antes levava um, dois, três anos para montar um negócio. Agora leva três meses. É muito mais fácil e mais eficiente. Você tem um plano de negócios em três dias e sai do zero”, afirmou o executivo.

“Haverá desemprego, mas também muito mais startups. Com mais negócios, vem mais emprego. Será um período volátil, mas o mundo segue em frente.”

⇒ Leia a reportagem: IA vai criar mais negócios que desemprego, aposta CEO da IWG, dona da Regus e Spaces

IWG, que tem o WeWork como um de seus principais concorrentes globais, encerrou 2025 com 4.609 unidades em 120 países. (Foto: Alberto Bernasconi/Bloomberg)

No radar dos mercados

As ações globais sobem nesta terça-feira (31) após uma notícia de que o presidente Donald Trump considera encerrar a campanha militar dos EUA contra o Irã.

- Sadara paralisa produção. Uma fábrica de produtos químicos da empresa saudita suspendeu a produção em meio aos impactos do conflito no Oriente Médio sobre cadeias de suprimento e energia. A paralisação, sem previsão de retomada, dependerá de fatores domésticos e internacionais, segundo a empresa.

- Unilever avança em venda. A empresa reportou que as negociações para vender a maior parte de seu negócio de alimentos por US$ 15,7 bilhões para a McCormick estão avançadas e um acordo final pode ser anunciado ainda nesta terça-feira. A Unilever informou que manterá 65% da empresa via estrutura isenta de impostos.

- Visão altista sobre o ouro. O Goldman Sachs mantém uma visão altista para o ouro e projeta o metal a US$ 5.400 a onça até o fim de 2026, apesar da recente queda. O banco cita compras de bancos centrais e cortes de juros nos EUA como suporte ao ativo, embora veja risco de recuo para US$ 3.800 no curto prazo.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (30/03): Dow Jones Industrials (+0,11%), S&P 500 (-0,39%), Nasdaq Composite (-0,73%), Stoxx 600 (+0,94%), Ibovespa (+0,53%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

Vale quer expandir negócios com a Índia enquanto a China perde força

BC pode ampliar corte no 2º trimestre se guerra acabar, diz JPMorgan

Powell diz que inflação dos EUA está ancorada, mas alerta que guerra exige vigilância

• Também é importante: Princípio matemático de 800 anos pode marcar o fundo do índice S&P 500| Banco do Brasil estuda alívio a produtores rurais por impacto da guerra, diz fonte

• Opinião Bloomberg: Carta de Fink revela virada estratégica da BlackRock em meio a avanço nacionalista

• Para não ficar de fora: Ronaldo compra cobertura de US$ 8 milhões em Miami, ‘capital do futebol’ nos EUA

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A aposta da BWM na diversificação

30 de Março de 2026, 07:12

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A BMW aposta na diversificação do portfólio para crescer no Brasil, em uma estratégia que inclui outras marcas do grupo – como MINI e Motorrad, de motocicletas de alta cilindrada.

A montadora alemã concluiu no ano passado um cronograma de 18 lançamentos de novos modelos no país e reserva outros produtos para 2026, em um momento de competição acirrada com a entrada de novas marcas chinesas no país.

“A oferta do mercado premium cresceu no Brasil, mas nós temos mais de 30 anos no país. Olhamos o que a concorrência está fazendo, mas sabemos muito bem o valor dos nossos carros”, afirmou a presidente e CEO do grupo BMW Brasil, Maru Escobedo, em entrevista à Bloomberg Línea, após um evento recente em São Paulo.

Um dos lançamentos previstos para este ano é o iX3, modelo 100% elétrico que promete uma nova geração de equipamentos e tecnologias.

⇒ Leia a reportagem: BMW aposta em diversificação para liderar o mercado premium no Brasil, segundo a CEO

BMW iX3 Neue Klasse: grupo registrou o sétimo ano de liderança consecutiva do mercado premium no Brasil em 2025 (Foto: Krisztian Bocsi/Bloomberg)

No radar dos mercados

As ações dos EUA operam em alta nesta segunda-feira (30), à medida que temores de que a guerra no Oriente Médio desencadeie uma desaceleração econômica acentuada levam traders a reduzir apostas em juros mais altos.

- Investidores ajustam foco. A correção do S&P 500 pode estar próxima do fim, mesmo com a guerra no Oriente Médio em andamento, segundo relatório de analistas do Morgan Stanley. Apesar disso, estrategistas alertam que altas de juros do Fed ainda representam ameaça relevante para as ações no curto prazo.

- Alumínio sob pressão. Ataques do Irã a centros de fundições no Oriente Médio deram impulso aos preços do alumínio e ameaçam provocar um choque global de oferta. A região é responsável por cerca de 9% da produção mundial e já enfrenta restrições logísticas, agravadas pelo fechamento do Estreito de Ormuz.

- Ouro retoma trajetória. O metal avançou e retomou ganhos semanais com investidores aproveitando os preços mais baixos, apesar da escalada no Oriente Médio e das incertezas sobre juros e inflação. Nesta manhã, o ouro subía 1,3%, sendo negociado acima de US$ 4.500 a onça.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas na sexta-feira (27/03): Dow Jones Industrials (-1,73%), S&P 500 (-1,67%), Nasdaq Composite (-2,15%), Stoxx 600 (-0,95%), Ibovespa (-0,64%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

Euforia com Copa do Mundo nos EUA leva preço de Airbnb a até US$ 6.000 por noite

De polo automotivo a potência bélica: a virada industrial da Eslováquia com munições

Dependência digital: por que Meta e Google podem enfrentar o mesmo destino do tabaco

• Também é importante: Influencers de cruzeiros faturam até US$ 350 mil para romper imagem de viagem de idosos| Império invisível do café enfrenta nova era de preços voláteis e tenta se reinventar

• Opinião Bloomberg: BYD na F1: aposta bilionária busca prestígio além de estigma de ‘barata e eficiente’

• Para não ficar de fora: Da crise à virada: disciplina financeira e gestão salvaram o Aguzzo, que chega a 20 anos

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A nova geração de startups globais do Brasil

27 de Março de 2026, 06:56

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Há uma mudança silenciosa acontecendo no ecossistema de startups brasileiro.

Enquanto a geração anterior de empreendedores debatia se deveria ou não se expandir para fora do Brasil, a nova onda de negócios começa a transitar por múltiplos países, competindo em outros mercados.

Uma pesquisa inédita da Endeavor quantifica essa transformação: 71% dos empreendedores brasileiros já iniciaram ou estão se preparando para expandir internacionalmente.

O dado é significativo porque revela uma mudança de mentalidade. Quando o Ebanx, hoje um conhecido unicórnio brasileiro se lançou em uma cruzada para processar pagamentos no começo da década passada, a startup era uma das poucas exceções, ao lado de negócios como a VTEX e Wellhub (ex-Gympass).

Agora, a nova geração de empreendedores busca a internacionalização de olho principalmente em um potencial de mercado e na demanda dos clientes.

“A nossa tese já começou pela missão de ajudar clientes internacionais a expandirem no Brasil e tínhamos que ir para fora para conseguir esses clientes”, afirma João Del Valle, co-fundador e CEO do Ebanx à Bloomberg Línea.

⇒ Leia a reportagem: Sem medo de ser global: nova geração de startups do Brasil acelera internacionalização

 Os Estados Unidos foram o primeiro destino de 63% das startups. (Foto: Marlena Sloss/Bloomberg)

No radar dos mercados

Uma recuperação das ações dos EUA desapareceu sob pressão com o aumento do petróleo, com os investidores cada vez mais preocupados em relação a uma guerra prolongada no Oriente Médio.

- Novartis compra Excellergy. A farmacêutica suíça concordou em adquirir a empresa de biotecnologia por até US$ 2 bilhões enquanto tenta fortalecer seu portfólio de tratamentos para alergias alimentares e outras condições imunológicas.

- Novo IPO de IA. A Anthropic considera a possibilidade de abrir seu capital em outubro, de acordo com pessoas familiarizadas com o assunto ouvidas pela Bloomberg News. Decisão da empresa de inteligência artificial reflete competição com a OpenAI pelo mercado de chatbots.

- Fed vê risco de inflação. Três autoridades do Federal Reserve expressaram sua crescente preocupação em relação às perspectivas econômicas dos EUA devido à guerra no Oriente Médio. Formuladores de políticas dizem que o aumento nos preços do petróleo mudou o equilíbrio dos riscos e tornou a a inflação uma preocupação maior do que o desemprego.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

Os mercados nesta sexta-feira (27)
🔘 As bolsas ontem (26/03): Dow Jones Industrials (-1,01%), S&P 500 (-1,74%), Nasdaq Composite (-2,38%), Stoxx 600 (-1,13%), Ibovespa (+0,69%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

JBS vê diversificação de produtos e de mercados como proteção contra ciclo do gado

Austeridade de Milei enfrenta teste com desaceleração econômica e menor arrecadação

Construtora centenária de Curitiba cresce 48% e busca deixar reestruturação para trás

• Também é importante: Nubank está entre os interessados em unidade de banco público português no Brasil | Frimesa aposta em escala e cooperativismo para dobrar receita a R$ 15 bi até 2032

• Opinião Bloomberg: ‘Homem do passado’: Lula encara desgaste político e se arrisca a repetir erro de Biden

• Para não ficar de fora: Pernod Ricard avalia aquisição da Brown-Forman, dona do Jack Daniel’s, dizem fontes

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O plano da Espaçolaser para ir além da depilação

26 de Março de 2026, 07:08

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A Espaçolaser quer crescer sem abrir novas lojas. Com 810 unidades no Brasil, a companhia estuda parcerias com outras marcas para entrar no universo de wellness, estética e beleza.

A movimentação foi confirmada pela CEO Magali Leite em entrevista à Bloomberg Línea e representa a principal alavanca de crescimento ainda não executada da rede de depilação a laser.

“A empresa se comprometeu a olhar parcerias estratégicas, a fazer combinação com outras marcas dentro desse espectro de saúde, estética, beleza, wellness”, disse Leite.

O movimento segue uma lógica comercial de aproveitar os espaços atuais e seus próprios consumidores atuais.

A Espaçolaser atende uma base de clientes fiel, de alto retorno e concentrada em shoppings de médio e alto padrão. Levar essa base para novos serviços, sem abrir novas lojas, é a equação que a companhia tenta resolver.

⇒ Leia a reportagem: Espaçolaser estuda parcerias em wellness para crescer além da depilação, diz CEO

Movimento representa a representa a principal alavanca de crescimento ainda não executada da rede de depilação a laser. (Foto: Bloomberg Línea)

No radar dos mercados

As ações globais caem nesta quinta-feira (26), após o Irã rejeitar a proposta de cessar-fogo defendida pelo governo Trump. O petróleo WTI sobe mais de 3%.

- Crise no luxo entra em uma nova fase. A Dolce & Gabbana iniciou negociações com credores após a queda da demanda global por luxo pressionar os lucros. A empresa, com cerca de € 450 milhões em dívidas, busca flexibilizar acordos enquanto trabalha com a Rothschild como assessora financeira.

- Novo patamar para o petróleo? Autoridades do governo Trump avaliam cenários extremos, incluindo o petróleo a US$ 200 o barril. A Casa Branca nega que esse nível esteja sendo considerado, enquanto mantém discurso de confiança na economia e nos mercados de energia. A alta recente do petróleo já pressiona inflação.

- Risco oculto nos mercados. O ex-CEO do Goldman Sachs, Lloyd Blankfein, alerta que o o acúmulo de ativos privados não vendidos nos balanços dos investidores é um sinal de que alguns podem estar supervalorizados. Segundo ele, quanto mais tempo sem crises, maior o risco de um ajuste mais amplo.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (25/03): Dow Jones Industrials (+0,66%), S&P 500 (+0,54%), Nasdaq Composite (+0,77%), Stoxx 600 (+1,42%), Ibovespa (+1,6%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

Guerra provoca corrida global por fertilizantes e expõe riscos de segurança alimentar

SpaceX mira até US$ 75 bilhões em IPO que pode bater recorde histórico, dizem fontes

Oncoclínicas: Fundo americano e credores ganham tempo antes de definição sobre sociedade

• Também é importante: Ingredion quer dobrar produção em planta no Brasil com milho como alternativa ao açúcar| Setor de vinhos se mobiliza contra discurso de que qualquer consumo de álcool é nocivo

• Opinião Bloomberg: Crise do petróleo e filas em postos viraram a melhor propaganda para carros elétricos

• Para não ficar de fora: Como uma trilha de dinheiro sujo da Venezuela ao Irã derrubou um banco suíço

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CEO da Oncoclínicas vê cenários ‘com ou sem novos sócios’

25 de Março de 2026, 07:04

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

Com uma dívida bruta de R$ 4,8 bilhões, a Oncoclínicas tem buscado soluções para a sua delicada situação financeira independentemente do desfecho da possível parceria anunciada recentemente com o Fleury e o Grupo Porto.

A avaliação é do CEO Carlos Gil Ferreira, médico oncologista que assumiu o comando da companhia interinamente no início de março, em entrevista à Bloomberg Línea.

“Eu nem diria que a reestruturação operacional é o plano B. Esse é o plano A, ele está em curso neste momento”, afirmou. “A mudança da estrutura de capital é que está sendo tocada em paralelo.”

O executivo explica que a rede de tratamento oncológico já vinha trabalhando na renegociação da dívida com credores e na busca por eficiência operacional em cada uma das mais de 140 clínicas do grupo.

“Estamos nos preparando para um cenário de curto, médio e longo prazo, com ou sem novos sócios”, afirmou.

⇒ Leia a reportagem: Oncoclínicas se prepara para cenários ‘com ou sem novos sócios’, diz CEO

Com dívida bruta de R$ 4,8 bilhões, Oncoclínicas opera mais de 140 unidades no Brasil e CEO afirma não precisar de novos investimentos para crescer. (Foto: Divulgação/Oncoclínicas)

No radar dos mercados

As ações globais operam em alta nesta quarta-feira (25), e os preços do petróleo recuaram, enquanto o governo Trump indica que as negociações para acabar com a guerra no Oriente Médio estão em andamento.

- Eleições no Brasil. O o pré-candidato Flávio Bolsonaro ultrapassou o presidente Lula no segundo turno pela primeira vez, segundo pesquisa da AtlasIntel encomendada pela Bloomberg. O filho do ex-presidente aparece com 47,6% contra 46,6% de Lula, ainda dentro da margem de erro.ㅤ

- Efeitos da guerra no Oriente Médio. A presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, disse que poderá agir de forma decisiva e rápida se o atual aumento nos custos de energia pressionar a inflação, enquanto avalia o choque causado pelo conflito. ㅤ

- MSD negocia compra da Terns. A farmacêutica americana está em tratativas avançadas para adquirir a empresa, segundo fontes que falaram à Bloomberg News. A Terns, empresa, avaliada em cerca de US$ 5,1 bilhões com dívida, desenvolve terapia contra leucemia. O acordo ainda não está fechado.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (24/03): Dow Jones Industrials (-0,18%), S&P 500 (-0,37%), Nasdaq Composite (-0,84%), Stoxx 600 (+0,43%), Ibovespa (+0,32%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

Império de Tanure se desfaz em meio a investigação sobre laços com o Banco Master

Petrobras age contra alta do preço de combustíveis e eleva risco de escassez de diesel

Além do petróleo: choque global da guerra se espalha de cinema indiano a vinho italiano

• Também é importante: Após proposta de aquisição, CEO da Telecom Italia diz que setor precisa de escala | ‘Velocidade da China’ transforma setor auto global e desafia montadoras tradicionais

• Opinião Bloomberg: A China ficou de fora da guerra no Irã. Mas o conflito ameaça sufocar suas exportações

• Para não ficar de fora: HubSpot abre escritório no Brasil e mira maturidade digital do país para crescer com IA

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O avanço do Google para a 'busca perfeita', segundo VP

24 de Março de 2026, 07:02

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

O Google vive um “momento de expansão” em sua ferramenta de busca e em publicidade, impulsionado pela inteligência artificial e por mudanças no comportamento dos usuários, afirmou Dan Taylor, vice-presidente global de anúncios da companhia, em entrevista exclusiva à Bloomberg Línea.

Segundo o executivo, na empresa há 20 anos, as pessoas passaram a fazer perguntas mais longas e complexas, e a IA tem ajudado a entender melhor essas consultas e a melhorar tanto as respostas quanto à relevância dos anúncios exibidos.

O movimento, segundo ele, aproxima a gigante do sonho dos seus fundadores de criar um mecanismo de busca “perfeito”, capaz de “saber exatamente o que a pessoa está procurando”.

Os números mais palpáveis do movimento foram apresentados no balanço da Alphabet, holding do Google. As receitas do Google Advertising, que contabilizam dados da área de pesquisa, YouTube Ads e Google Network, fecharam o ano somando US$ 82,3 bilhões, alta de 13,56% sobre os US$ 72,5 bilhões registrados no período anterior.

“O melhor anúncio é uma resposta”, disse Taylor, que veio ao Brasil participar do Think With Google, evento anual da companhia para apresentar as novidades para clientes e o mercado publicitário.

⇒ Leia a reportagem: Mais perto da busca perfeita: Google vive expansão com IA e publicidade, diz VP global

Resultados do Google Advertising fecharam o ano somando US$ 82,3 bilhões (Foto: David Gray/Bloomberg)

No radar dos mercados

As ações globais operam em queda nesta terça-feira (24), pressionadas pela incerteza em torno da guerra no Oriente Médio e seus possíveis desdobramentos nos mercados.ㅤ

- Estée Lauder negocia compra da Puig. A aquisição criaria um gigante de cosméticos com cerca de US$ 20 bilhões em vendas e ampliaria o portfólio com marcas como Rabanne e Carolina Herrera. Os termos não foram divulgados, e a operação ocorre em meio a crescimento mais fraco da Puig.

- Nintendo reduz produção do Switch 2. A empresa informou que planeja fabricar 4 milhões de unidades no trimestre, abaixo dos 6 milhões previstos inicialmente. As vendas ficaram abaixo das expectativas durante as festas de fim de ano, sobretudo nos EUA. A companhia estuda lançar novos jogos para sustentar a demanda.ㅤ

- Revolut mira novo patamar. A receita da fintech foi de £ 4,5 bilhões em 2025, avanço de 46%, acima da expectativa, impulsionada por assinaturas e serviços de wealth. A empresa aposta na licença bancária no Reino Unido para expandir crédito e receitas com juros.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (23/03): Dow Jones Industrials (+1,38), S&P 500 (+1,15%), Nasdaq Composite (+1,38%), Stoxx 600 (+0,61%), Ibovespa (+3,24%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

Mastercard tem impacto bilionário no Brasil com colapso do Master, dizem fontes

CSN obtém US$ 1,2 bi em empréstimo para reforçar caixa até venda de ativos

Fleury e Porto Seguro negociam entrada na Oncoclínicas; analistas apontam riscos

• Também é importante: China e Brasil flexibilizam exigências sanitárias e aliviam comércio bilateral de soja | Larry Fink defende investimentos para conter concentração de riqueza com IA

• Opinião Bloomberg: Fragmentação? Como um ciclo de nova desordem global ameaça a estabilidade econômica

• Para não ficar de fora: Embraer fortalece carteira de pedidos com nova geração de aeronaves, dizem analistas

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O plano da Renner para abrir até 60 lojas neste ano

23 de Março de 2026, 07:04

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

A Lojas Renner se prepara para acelerar sua expansão em 2026, com o plano de abrir entre 50 e 60 lojas, ante 34 no ano anterior, depois de apresentar um lucro recorde de R$ 1,5 bilhão em 2025.

A expansão é a mais ambiciosa dos últimos anos e, segundo o CEO, Fábio Adegas Faccio, ocorre depois que o grupo varejista identificou uma janela de oportunidade construída sobre infraestrutura dos anos anteriores.

“A empresa está ainda mais preparada para esses investimentos”, disse o CEO, em entrevista à Bloomberg Línea.

Segundo o executivo, os investimentos feitos entre 2021 e 2023 em tecnologia, dados e infraestrutura logística, quando boa parte do setor cortava gastos para quitar dívidas, agora produzem vantagem competitiva mensurável, o que permite a expansão mais acelerada.

⇒ Leia a reportagem: Renner acelera expansão de lojas e está ‘ainda mais preparada’ para investir, diz CEO

Lojas Renner registrou lucro recorde de R$ 1,5 bilhão em 2025 e acelera expansão para 2026, com plano de abrir entre 50 e 60 unidades. (Foto: Marcos Gouvea/Divulgação/Renner)

No radar dos mercados

As ações globais operam em queda nesta segunda-feira (23), com temores de uma possível escalada na guerra no Oriente Médio após EUA e Irã endurecerem a retórica.ㅤ

- O plano do UBS para a guerra. O CEO do banco, Sergio Ermotti, disse que a guerra no Irã pode levar a cortes táticos de investimentos, sem mudar a estratégia do banco. Apesar da volatilidade, o banco manterá investimentos em tecnologia e inteligência artificial para eficiência operacional, segundo o executivo.ㅤ

- Desdobramentos da guerra no Oriente Médio. O Irã realizou novos ataques no Golfo Pérsico às vésperas do ultimato do presidente americano Donald Trump para reabrir o Estreito de Ormuz. O conflito já causou mais de 4.200 mortes e danos graves a mais de 40 instalações de energia, pressionando cadeias globais.ㅤ

- Danone amplia aposta em proteína. A empresa concordou em comprar a Huel, de nutrição saudável. A aquisição reforça a estratégia de crescimento em produtos de alto teor proteico. Os termos do acordo não foram divulgados, e a operação ainda depende de aprovação regulatória.

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🔘 As bolsas na sexta-feira (20/03): Dow Jones Industrials (-0,97%), S&P 500 (-1,51%), Nasdaq Composite (-2,01%), Stoxx 600 (-1,78%), Ibovespa (-2,25%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

BTG Pactual suspende operações do Pix após identificar desvio de cerca de R$ 100 mi

Claro compra provedora de banda larga Desktop em negócio de R$ 4 bilhões

De resorts a fazendas próprias: o plano da Cacau Show para atingir R$ 20 bi em vendas

• Também é importante: Do clássico ao gosto brasileiro: como a Vinheria Percussi ajusta seu negócio há 40 anos | CEO da IOB investiu US$ 20 mi em vinícola com amigos na Argentina. Agora mira o Brasil

• Opinião Bloomberg: Chanel prova que o luxo ainda vende. Sobretudo quando o produto justifica o preço

• Para não ficar de fora: ONU associa redes sociais à piora da saúde mental de jovens, mais forte em meninas

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BTG Pactual suspende operações com Pix após identificar desvio de cerca de R$ 100 mi

22 de Março de 2026, 21:43

O banco BTG Pactual (BPAC11) decidiu suspender as operações com o Pix neste domingo (22) depois de identificar movimentações atípicas em operações relacionadas ao sistema de pagamentos instantâneos, em um novo caso de ciberataque contra uma instituição financeira brasileira.

O ataque teria desviado cerca de R$ 100 milhões, de acordo com uma pessoa com conhecimento do assunto que falou à Bloomberg Línea.

A maior parte do valor já teria sido recuperada, e as equipes trabalhavam para recuperar a quantia restante, entre R$ 20 milhões e R$ 40 milhões, segundo a pessoa, que pediu anonimato por discutir informações privadas.

Leia também: Claro compra provedora de banda larga Desktop em negócio de R$ 4 bilhões

O banco afirmou que não houve acesso às contas dos clientes no episódio e que “nenhum dado de correntista foi exposto”, segundo posicionamento enviado à Bloomberg Línea neste domingo.

O Banco Central não se manifestou sobre o caso.

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O BTG Pactual afirmou que as atividades suspeitas foram identificadas pela manhã e que decidiu suspender as operações do Pix “por medida de precaução” enquanto investiga o caso.

O incidente é o mais recente em uma sequência de episódios de ataques cibernéticos contra empresas que atuam no setor financeiro.

Em julho do ano passado a prestadora de serviços financeiros C&M Software, que integra bancos ao sistema de pagamentos do Banco Central, sofreu um um ataque à sua infraestrutura tecnológica em uma ação que levou a um roubo estimado em mais de de R$ 1 bilhão na época.

Leia também: Investidores recorrem à cartilha de 2022 para avaliar impacto da guerra no Irã

Depois, em agosto, a Sinqia, empresa de banking as a service, que oferece serviços de tecnologia para o setor, também foi alvo de uma ação de cibercriminosos no ambiente Pix.

A companhia não detalhou na época quantos clientes foram afetados, nem informou os valores desviados na ação.

Depois dos episódios, o Banco Central adotou medidas para que os participantes do sistema do Pix adotassem mecanismos para identificar movimentações atípicas em tempo real.

Mais recentemente, no fim de janeiro, o Banco do Nordeste também identificou um incidente cibernético na infraestrutura das transações do Pix, e suspendeu as operações diante do caso.

Leia também

Da falência à elite: o modelo de negócios que levou este clube italiano à Série A

© Tuane Fernandes

Sede do BTG Pactual, em São Paulo: o banco afirmou que não houve acesso às contas dos clientes no episódio e que “nenhum dado de correntista foi exposto. (Foto: Tuane Fernandes/Bloomberg)

O ‘efeito Ozempic’ na medicina diagnóstica

20 de Março de 2026, 07:13

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Quem começa a usar semaglutida, o medicamento contido em canetas emagrecedoras como o Wegovy, recebe, junto com a receita, uma lista de exames a serem realizados.

É um protocolo adotado atualmente pelos médicos diante do número crescente de estudos alertando para os riscos de complicações em órgãos vitais.

São pelo menos dez exames laboratoriais mais uma ultrassonografia de abdome. Onze itens por rodada, que são repetidos enquanto o tratamento durar.

Endocrinologistas ouvidos pela Bloomberg Línea pedem essa bateria de exames a cada três meses durante o tratamento ativo. Cada novo paciente que entra no tratamento se torna, na prática, um contrato de monitoramento recorrente com o setor de medicina diagnóstica.

Em São Paulo, o custo desse monitoramento que pode chegar a mais de R$ 4.600, considerando quatro ciclos por ano.

Após a expiração da patente da semaglutida a partir desta sexta-feira (20), analistas da indústria farmacêutica têm a expectativa de que o maior acesso às canetas emagrecedoras aumente a demanda por exames de rotina. Até então a farmacêutica Novo Nordisk tinha a exclusividade da substância no Brasil.

⇒ Leia a reportagem: Canetas emagrecedoras elevam demanda por exames e favorecem medicina diagnóstica

Canetas injetoras em fábrica da Novo Nordisk: cada novo paciente se torna, na prática, um contrato de monitoramento recorrente com o setor de medicina diagnóstica. (Foto: Carsten Snejbjerg/Bloomberg)

No radar dos mercados

As ações dos EUA caem e o petróleo Brent avança nesta sexta-feira (20), enquanto investidores permanecem atentos a sinais de escalada da guerra no Oriente Médio.

- Unilever avalia venda de divisão de alimentos. A companhia confirmou oferta da McCormick para a compra da sua unidade de alimentos, mas disse que não há garantia de acordo. Nos últimos dias, a fabricante da maionese Hellmann’s sinalizou o foco em beleza e cuidados pessoais.

- ByteDance recua em games. A controladora do TikTok vendeu a desenvolvedora Moonton por cerca de US$ 6 bilhões à Savvy. A operação marca a saída da ByteDance do segmento de jogos, após dificuldades para ganhar escala, e reforça a estratégia de investimentos em IA generativa.ㅤ

- Efeito da guerra sobre o ouro. O metal precioso acumula queda de 7% na semana, a maior desde março de 2020, pressionado pela alta do mercado de energia, sobretudo o petróleo, com a guerra no Oriente Médio. Segundo analistas, os investidores se desfizeram do ouro para cobrir perdas em outros ativos.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (19/03): Dow Jones Industrials (-0,44%), S&P 500 (-0,24%), Nasdaq Composite (-0,28%), Stoxx 600 (-2,39%), Ibovespa (+0,35%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

Cathie Wood vê América Latina resiliente a crises e atraente em cenário volátil

Genial planeja captar R$ 300 milhões em fundo de créditos inadimplentes, diz CEO

Ele herdou parte da fazenda Roncador. Agora decidiu apostar em sua marca de carne

• Também é importante: Guerra redesenha o mercado de gás natural e ameaça provocar o maior choque desde 2022 | Mario Leão deixará Santander Brasil e será substituído por Gilson Finkelsztain, da B3

• Opinião Bloomberg: Powell decidiu ficar no Fed. Isso protege a credibilidade da política monetária dos EUA

• Para não ficar de fora: Live! compra 60% da Pink Cheeks, de dermocosméticos, e avança além da moda fitness

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A escalada de US$ 1 bi da Evertec no Brasil

19 de Março de 2026, 07:14

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Uma desconhecida no Brasil até 2023, a porto-riquenha Evertec transformou o país em um dos seus maiores mercados em menos de três anos ao investir cerca de US$ 1 bilhão em fusões e aquisições (M&As).

A companhia de tecnologia para o mercado financeiro adquiriu em 2023 a Sinqia, outrora a smallcap queridinha entre os investidores locais, a PaySmart, a Tecnobank e, mais recentemente, a Dimensa, um joint-venture entre a B3 e a Totvs.

Em entrevista exclusiva à Bloomberg Línea, o americano Mac Schuessler, CEO global da empresa desde 2015, detalhou a lógica por trás dessa aposta bilionária e os próximos passos que moldarão o futuro da companhia na América Latina.

Segundo ele, o Brasil é um mercado grande e atraente, e a Evertec pretende comprar mais empresas no país.

“O Brasil é o melhor mercado da região porque você consegue ganhar escala rapidamente. É um mercado aberto, com profissionais talentosos. Continuaremos investindo enquanto enxergarmos oportunidades”, disse Schuessler.

⇒ Leia a reportagem: Evertec planeja comprar mais empresas no Brasil após investir US$ 1 bilhão, diz CEO

‘O Brasil é o melhor mercado da região porque você consegue ganhar escala rapidamente’, disse Mac Schuessler à Bloomberg Línea (Foto: Evertec/Divulgação)

No radar dos mercados

As ações globais operam em queda nesta quinta-feira (19), diante de uma nova disparada nos preços de petróleo e gás, que aprofunda as preocupações de que a guerra no Oriente Médio vai pressionar a inflação e afetar o crescimento.ㅤ

- Impacto da taxa de juros. O corte da Selic em 0,25 pp, para 14,75%, pelo Copom, pode sustentar ativos brasileiros, apoiar o real e aliviar os juros de curto prazo, segundo gestores consultados pela Bloomberg News. Eles veem espaço para novos cortes graduais, com potencial de recuperação dos mercados.ㅤ

- Samsumg aumenta aposta em chips. A empresa sul-coreana planeja investir mais de US$ 73 bilhões em 2026 para ampliar a capacidade e liderar em chips de IA. A estratégia foca em memória avançada e fundição para enfrentar a SK Hynix, hoje dominante no fornecimento de semicondutores à Nvidia.ㅤ

- A próxima fronteira da Novo Nordisk. A farmacêutica busca ampliar o acesso a tratamentos contra a obesidade no Japão, com foco em pacientes que pagam do próprio bolso por medicamentos como o Wegovy. A companhia tem diversificado canais, como campanhas e parcerias, para triplicar o número de pacientes até 2030.

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🔘 As bolsas ontem (18/03): Dow Jones Industrials (-1,64%), S&P 500 (-1,35%), Nasdaq Composite (-1,46%), Stoxx 600 (-0,75%), Ibovespa (-0,43%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

• MBRF é pressionada por ciclo pecuário nos EUA, mas avalia que o pior ‘ficou para trás’

Bancos mantêm expectativa de novos cortes da Selic após decisão do Copom

Multiplan inaugura expansão de R$ 400 mi do Morumbi e prepara disputa em Brasília

• Também é importante: Grupo Elfa, do Patria, revê portfólio para apoiar crescimento ‘com qualidade’, diz CEO| Ferrero compra brasileira Bold Snacks e estreia no segmento proteico na América do Sul

• Opinião Bloomberg: ‘Transição contida’: Plano de Trump para Cuba pode levar a capitalismo sem democracia

• Para não ficar de fora: Bershka estreia no Brasil com filas e já planeja abrir loja no Rio até o final do ano

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Os planos do Magazine Luiza após a desalavancagem

18 de Março de 2026, 07:25

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O Magazine Luiza passou dois anos dizendo que estava pronto para o momento em que o vento mudasse de direção. O caixa cresceu, a dívida encolheu, e esse momento parece que chegou.

A varejista encerrou 2025 com caixa total de R$ 8 bilhões e dívida bruta de R$ 4,9 bilhões, resultado num caixa líquido ajustado de R$ 3,1 bilhões.

Em entrevista à Bloomberg Línea, o CFO Roberto Bellissimo detalhou a estratégia por trás dos números e o que a empresa planeja fazer agora que o ciclo de desalavancagem começa a mostrar resultado.

“Aumentamos o caixa e reduzimos a dívida ao mesmo tempo”, disse. “Nosso objetivo é seguir amortizando essa dívida com geração de caixa.”

⇒ Leia a reportagem: Mais caixa, menos dívida: os planos do Magazine Luiza após desalavancagem, segundo CFO

Lojas físicas do Magazine Luiza cresceram 8,7% no último trimestre. (Foto: Tuane Fernandes/Bloomberg)

No radar dos mercados

As ações globais operam em alta nesta quarta-feira (18), com a redução da volatilidade no mercado de petróleo, enquanto investidores aguardam a decisão do Federal Reserve sobre o rumo dos juros nos Estados Unidos.

- Impacto da guerra. Ali Larijani, uma das principais figuras da política iraniana, foi morto em um ataque aéreo israelense, segundo informações da mídia estatal. Veterano do regime, ele tinha papel-chave na segurança nacional e nas negociações estratégicas, incluindo com os EUA.

- BHP escolhe novo CEO. A mineradora nomeou Brandon Craig como CEO no lugar de Mike Henry, que liderou a BHP por mais de seis anos. A escolha reforça a estratégia de expansão em cobre e potássio como pilares de crescimento do grupo. Craig assume sob pressão no minério de ferro, diante da queda da demanda chinesa.

- Geely supera estimativas. O lucro da montadora superou as expectativas em 2025, com avanço de receita e forte crescimento nas vendas de veículos. A Geely ganhou participação e chegou a superar a BYD no início de 2026, impulsionada por modelos como EX2 e SUVs da Zeekr.

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🔘 As bolsas ontem (17/03): Dow Jones Industrials (+0,10%), S&P 500 (+0,25%), Nasdaq Composite (+0,47%), Stoxx 600 (+0,67%), Ibovespa (+0,30%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

Natura reposiciona Avon e se prepara para brigar com marcas de ‘nativos digitais’

Arauco aposta na maior fábrica de celulose do mundo no Brasil para driblar incertezas

Para a Itaúsa, Aegea pode ser avaliada em mais de R$ 40,5 bilhões em eventual IPO

• Também é importante: Como esta startup de saúde mental planeja cobrir 10 milhões de beneficiários até 2030| Pressão de Trump sobre Cuba reabre disputa por US$ 9 bilhões em bens expropriados

• Opinião Bloomberg: Quem quer ser aliado dos EUA? Guerra de Trump no Irã coloca parcerias globais à prova

• Para não ficar de fora: Adeus ultraprocessados? Kraft Heinz aposta em saúde para recuperar vendas, segundo CEO

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A expansão de R$ 314 mi do Iguatemi em Brasília

17 de Março de 2026, 07:09

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

O Iguatemi elegeu a expansão de sua unidade de Brasília como um dos principais projetos de alocação de capital do grupo de shopping centers para 2026, em um investimento de R$ 314,4 milhões.

A ampliação acrescentará 15.500 m² de área locável ao shopping de alto padrão, o equivalente a quase metade do tamanho atual de 35.000 m², e é a maior já realizada no empreendimento inaugurado em 2010.

Segundo Charles Krell, vice-presidente de Operações do Grupo Iguatemi, cerca de 70% das novas lojas previstas já estão contratadas, o que permitirá ao grupo expandir a oferta de marcas e serviços para o mercado consumidor da capital.

“A operação do shopping nos indicava há cerca de um ano e meio que o calçado estava ficando pequeno. Shoppings desse porte levam de 10 a 20 anos para atingir plena maturação. Estamos nesse momento e olhamos para os próximos 15 a 20 anos”, disse o executivo em entrevista à Bloomberg Línea.

⇒ Leia a reportagem: Com investimento de R$ 314 milhões, Iguatemi prepara sua maior expansão em Brasília

Iguatemi Brasília abriga marcas internacionais como Gucci e Tiffany, em 149 operações (Foto: Divulgação)

No radar dos mercados

Os futuros das ações dos EUA operam em queda nesta terça-feira (17), após ataques do Irã a instalações no Golfo Pérsico impulsionarem uma nova alta nos preços do petróleo.

- Brasil revisa plano climático. O governo brasileiro apresentou nesta segunda-feira (16) uma atualização de seu plano climático, com metas até 2035 e foco no combate ao desmatamento. A estratégia mantém a ênfase na redução das emissões ligadas ao uso da terra e na promessa de zerar o desmatamento até 2030.

- Combustíveis sob pressão. O choque no mercado de petróleo causado pela guerra no Oriente Médio deve impactar mais combustíveis refinados, como diesel e querosene de aviação, do que o fóssil bruto, segundo o Goldman Sachs. O conflito também elevou custos de insumos e atinge regiões dependentes do Golfo Pérsico.

- Cripto desafia mercados. O bitcoin e outras criptomoedas acumulam alta de cerca de 14% desde o início da guerra com o Irã e têm superado ativos tradicionais, com menor volatilidade do que ações, ouro e petróleo. Apesar do impulso, analistas alertam que o movimento pode ser temporário.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (16/03): Dow Jones Industrials (+0,83%), S&P 500 (+1,01%), Nasdaq Composite (+1,22%), Stoxx 600 (+0,44%), Ibovespa (+1,25%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

Simpar quer fazer ‘mais com menos’ em guinada após injeção de capital, diz CEO

Oncoclínicas negocia acordo com a Porto e troca CFO diante de pressão de vencimentos

Greve na JBS no Colorado põe em xeque a oferta de carne bovina nos EUA

• Também é importante: Bancos revisam cenário e já admitem Selic estável com guerra| Com apelo à Geração Z, Bershka chega ao Brasil e reforça expansão da dona da Zara

• Opinião Bloomberg: ‘AI washing’: Como a inteligência artificial se tornou bode expiatório para layoffs

• Para não ficar de fora: Da inovação à crise: Honda se perde na transição para elétricos e vê rivais dispararem

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O crescimento de escritórios no entorno da Paulista

16 de Março de 2026, 07:26

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

O mercado de escritórios da região da Avenida Paulista vem apresentando crescimento acelerado deixando para trás o pico de vacância de 15% em um passado recente, segundo levantamento da consultoria JLL.

Em meio à escassez de edifícios comerciais modernos, a expectativa é de uma pressão de alta nos preços de locação e o aumento da demanda por escritórios em regiões vizinhas, como a Avenida Rebouças, a Rua da Consolação e o Centro.

“Com pouca margem para negociação por parte dos inquilinos, os proprietários de edifícios bem localizados e tecnicamente atualizados devem reajustar os valores pedidos para cima”, diz a diretora de locações da JLL, Yara Matsuyama, à Bloomberg Línea.

Embora a Rebouças tenha o menor estoque entre todas as regiões monitoradas pela JLL, houve crescimento acelerado neste eixo entre 2022 e 2024. Com estoque previsto de 81,1 mil m², a região demonstra potencial para absorver parte da demanda originalmente direcionada à Paulista, de acordo com a consultoria.

⇒ Leia a reportagem: Com estoque limitado, Av. Paulista impulsiona escritórios em regiões vizinhas

Oferta de alto padrão é extremamente restrita e, o estoque, limitado. (Foto: Filipe Serrano/Bloomberg Línea)

No radar dos mercados

As ações globais operam em leve alta nesta segunda-feira (16), enquanto traders aguardam sinais de reabertura do Estreito de Ormuz.

- Impacto da guerra. O conflito no Oriente Médio ameaça provocar o pior impacto nas economias do Golfo desde os anos 1990, sobretudo se a interrupção do Estreito de Ormuz se prolongar. Segundo o Goldman Sachs, o PIB do Catar e do Kuwait pode cair até 14%, enquanto Arábia Saudita e Emirados Árabes teriam retrações menores.

- BioMap mira IPO em Hong Kong. A startup de IA aplicada a ciências da vida apoiada pela Baidu entrou com um pedido confidencial de IPO em Hong Kong, segundo pessoas familiarizadas com o assunto que falaram à Bloomberg News. A empresa trabalha com CICC, Morgan Stanley e UBS na oferta.

- Venezuela pós-invasão de Trump. A promessa de prosperidade após a saída de Nicolás Maduro ainda não se concretizou para os venezuelanos dois meses após a invasão americana no país. A produção de petróleo caiu 21%, a escassez de dólares aumentou e a inflação anual acelerou para cerca de 600%.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas na sexta-feira (13/03): Dow Jones Industrials (-0,26%), S&P 500 (-0,60%), Nasdaq Composite (-0,93%), Stoxx 600 (-0,50%), Ibovespa (-0,91%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

CSN Cimentos atrai interesse de Votorantim e chinesa Huaxin, dizem fontes

Crise de combustíveis ameaça lavouras e pressiona preços dos alimentos globalmente

Aumento de preços da gasolina reacende interesse por veículos elétricos nos EUA

• Também é importante: Maior risco da IA é ampliar desigualdades, não eliminar empregos, diz especialista | Com 80 lojas e R$ 180 milhões em vendas, Pizza Prime cresce com modelo ‘fordista’

• Opinião Bloomberg: De Dubai ao México: riscos de segurança ameaçam gerar nova crise no setor de viagens

• Para não ficar de fora: ‘O Agente Secreto’ fica sem Oscar; ‘Valor Sentimental’ vence Filme Internacional

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A estratégia da Allos para manter a ocupação em 98%

13 de Março de 2026, 07:13

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

O setor de shoppings no Brasil não é homogêneo. Há centros comerciais sofrendo com lojas fechadas e aluguéis não pagos. E há shoppings com demanda acima da capacidade. A Allos construiu sua estratégia para estar no segundo grupo.

Com taxa de ocupação de 98% e inadimplência líquida negativa no final de 2025, o grupo apresenta resultados na contramão do ambiente macroeconômico, de juros a 15% ao ano e consumidores sob pressão.

Quando um shopping está quase sem espaço vazio, a negociação com lojistas muda de lado. Quem precisa de área para abrir loja é o varejista, não o shopping. E quem já está dentro tem razão extra para pagar o aluguel em dia: sabe que há concorrentes esperando na fila.

“Se um varejista não acertar a conta, o shopping pode entrar com processo de despejo. E tenho varejistas querendo entrar no shopping também”, disse Daniella Guanabara, CFO da Allos, em entrevista à Bloomberg Línea.

⇒ Leia a reportagem: Com 98% de ocupação em shoppings, Allos escolhe lojista e reduz inadimplência, diz CFO

Shopping Leblon, no Rio de Janeiro, um dos ativos da Allos (Divulgação/Allos)

No radar dos mercados

As ações globais voltaram a operar em queda nesta sexta-feira (13), com investidores cautelosos diante dos riscos da guerra no Irã antes do fim de semana. Os contratos de petróleo WTI e Brent seguem próximos de US$ 100 por barril.

- Futuro do juros do BCE. Economistas consultados pela Bloomberg projetam que o Banco Central Europeu mantenha os juros inalterados até 2027, apesar do aumento dos riscos de inflação ligados à guerra no Oriente Médio. A visão contrasta com o mercado, que já precifica juros mais altos ainda em 2026.

- Visita a Bolsonaro. O ministro do STF Alexandre de Moraes proibiu o funcionário do Departamento de Estado dos EUA Darren Beattie de visitar Jair Bolsonaro, preso em Brasília. Segundo Moraes, a visita não se enquadrava no contexto diplomático do visto concedido para participação em uma cúpula de minerais em São Paulo.

- Empresa de Garner ajusta rota. As ações da Once Upon a Farm caíram quase 10% após a empresa de alimentos para bebês da atriz Jennifer Garner prever desaceleração no crescimento das vendas em 2026. A companhia projeta receita entre US$ 302 milhões e US$ 310 milhões, abaixo das estimativas de analistas.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (12/03): Dow Jones Industrials (-1,56%), S&P 500 (-1,52%), Nasdaq Composite (-1,78%), Stoxx 600 (-0,61%), Ibovespa (-2,55%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

Petróleo em alta favorece investimentos no Brasil, mas coloca Petrobras sob pressão

Stellantis avalia acordo com rivais chinesas para avançarem na Europa, dizem fontes

Pedro Pereira deixa Bank of America e assume como diretor financeiro do iFood

• Também é importante: Apex Partners chega a R$ 17,5 bi em investimento regional e mira crédito privado| Do campo à vitrine: projeto busca rastrear o algodão de 1 milhão de peças de roupa

• Opinião Bloomberg: ‘Trump não tem plano’: guerra dos EUA contra o Irã expõe improviso na Casa Branca

• Para não ficar de fora: Mercado de vinho passa de R$ 21 bi no Brasil. E maior concorrência pressiona margens

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O impacto para a Tenda do reajuste do Minha Casa Minha Vida

12 de Março de 2026, 07:06

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

Os executivos da Tenda estão otimistas com as perspectivas da empresa para 2026. A construtora, especializada no segmento de baixa renda, é um dos principais players nas faixas de entrada do Minha Casa Minha Vida (MCMV) — e pode ser beneficiada por um reajuste no programa.

No início de março, o Ministério das Cidades propôs aumentar o limite de renda familiar em todas as faixas do MCMV, além de elevar o teto das faixas 3 e 4, as mais altas do programa habitacional.

Para a Tenda, o ponto central da proposta é o reajuste na faixa 1, que concentra metade da base de clientes da construtora. Por essa proposta, o limite de renda da faixa poderia subir de R$ 2.850 para R$ 3.200, caso aprovada pelo conselho curador do FGTS.

“A renda mediana do nosso cliente é de R$ 3.000, então estimamos que poderemos capturar os benefícios desse movimento de forma expressiva”, afirmou Luiz Garcia, CFO da Tenda, em entrevista à Bloomberg Línea.

⇒ Leia a reportagem: Tenda prevê ganho ‘expressivo’ com reajuste do Minha Casa Minha Vida, diz CFO

Empreendimento da construtora Tenda (Foto: Divulgação)

No radar dos mercados

As ações globais operam em queda nesta quinta-feira (12), enquanto os preços do petróleo continuam subindo em meio a interrupções no transporte no Oriente Médio.ㅤ

- Passagem de navios por Ormuz. A Índia negocia com o Irã a passagem segura de mais de 20 navios-tanque pelo Estreito de Ormuz, paralisado desde o início da guerra no Golfo. As embarcações, carregadas com petróleo, GLP e GNL, estão paradas após ataques dos EUA e de Israel ao Irã.

- Honda ajusta estratégia. A montadora prevê até US$ 15,7 bilhões em encargos e pode registrar seu primeiro prejuízo anual desde 1977, após revisar sua estratégia para veículos elétricos. “A situação mudou muito mais rápido do que esperávamos”, disse o CEO Toshihiro Mibe em teleconferência de resultados.

- Compras chinesas de soja. A oleaginosa provavelmente estará na pauta da próxima reunião entre autoridades comerciais dos EUA e da China em Paris no próximo fim de semana. O mercado tenta entender quando Pequim retomará compras significativas do grão americano, após meses de paralisação.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (11/03): Dow Jones Industrials (-0,61%), S&P 500 (-0,08%), Nasdaq Composite (+0,08%), Stoxx 600 (-0,59%), Ibovespa (+0,28%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

Lista de credores em negociação com a Raízen inclui BNP, Bradesco, Santander e Itaú

Bayer amplia portfólio farmacêutico para enfrentar concorrência na América Latina

Goldman Sachs vê potencial para rali ‘extremo’ em ações com possível fim da guerra

• Também é importante: Revolut obtém licença bancária completa no Reino Unido e avança para expansão global| Nvidia acelera corrida pela IA e investe US$ 2 bi na Nebius para expandir data centers

• Opinião Bloomberg: Como a América Latina pode ampliar sua influência e se beneficiar de conflito no Irã

• Para não ficar de fora: Da soja ao café: Brasil responde pela maior parte do comércio de LatAm com o Irã

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A expansão do Terminal BTG Pactual, em Guarulhos

11 de Março de 2026, 07:16

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

O Terminal BTG Pactual, no Aeroporto Internacional de Guarulhos, completou seu primeiro ano de operação com demanda acima do projetado, uma fila de espera de “muitos anos” para o seu plano de acesso ilimitado e a perspectiva de abertura em breve de uma loja Duty Free com seleção própria, segundo o CEO da operação, Fábio Camargo.

Em entrevista à Bloomberg Línea, o executivo afirmou que a capacidade de embarque subiu de 14 para 20 passageiros por hora e, somado ao desembarque, o terminal processa hoje 34 movimentos por hora, impulsionado pela procura de passageiros de altíssima renda.

O terminal se consolidou também em um segmento de conexão entre aviação executiva e voos comerciais internacionais: passageiros com jatinhos de autonomia para voos domésticos chegam ao terminal de luxo de Guarulhos e fazem a conexão com voos de longas distâncias, em primeira classe ou executiva.

Segundo ele, entre 30% e 40% dos viajantes vêm de fora da capital paulista, com destaque para Mato Grosso, Campo Grande e a região de Balneário Camboriú.

“As pessoas que são nossos clientes não querem mais embarcar por outro lugar”, disse o CEO, revelando pela primeira vez os números da operação que ainda não eram públicos.

⇒ Leia a reportagem: Terminal BTG Pactual, em Guarulhos, amplia capacidade com aposta na altíssima renda

Capacidade de embarque subiu de 14 para 20 passageiros por hora (Foto: Divulgação/Terminal BTG Pactual)

No radar dos mercados

Os futuros das ações dos EUA operam em queda nesta quarta-feira (11) enquanto o petróleo Brent voltou a subir acima de US$ 90 por barril após ataques a embarcações no Oriente Médio. ㅤ

- Porsche sob pressão. O novo CEO da Porsche, Michael Leiters, disse que planeja cortar custos e lançar modelos acima do 911 para elevar margens e geração de caixa. A montadora enfrenta queda nas vendas na China, tarifas nos EUA e revisão da estratégia de veículos elétricos, o que deve levar a um recuo na receita este ano.ㅤ

- Amazon aumenta aposta em IA. A companhia planeja captar cerca de € 10 bilhões em sua primeira emissão de títulos em euros, com prazos de dois a 38 anos, para financiar investimentos em inteligência artificial. O movimento reflete a corrida das big techs para financiar infraestrutura de IA.ㅤ

- Dona da Zara mostra resiliência. A Inditiex deu início ao ano fiscal com crescimento de 9% nas vendas nas cinco semanas até 8 de março, acima do ritmo de 2025. O desempenho ajudou a acalmar investidores e deu impulso às ações, enquanto a empresa planeja elevar investimentos em lojas e no e-commerce.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (10/03): Dow Jones Industrials (-0,07%), S&P 500 (-0,21%), Nasdaq Composite (+0,01%), Stoxx 600 (+1,88%), Ibovespa (+1,40%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

Bill Ackman de volta à bolsa: bilionário mira até US$ 10 bi em IPO da Pershing Square

GPA acerta acordo com credores para plano de recuperação extrajudicial de R$ 4,5 bi

Raízen inicia recuperação extrajudicial para renegociar R$ 70 bilhões em dívidas

• Também é importante: Meta compra a rede social de robôs Moltbook para laboratório de ‘superinteligência’| Ultrapar e Perfin negociam compra de fatia de 30% da Rumo, dizem fontes

• Opinião Bloomberg: Como a guerra no Irã vai acabar? Governo dos EUA precisa apresentar uma proposta clara

• Para não ficar de fora: Elétricos na pista: BYD estuda entrar na Fórmula 1 em busca de popularidade global

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A estratégia do BV no cenário de juros elevados

10 de Março de 2026, 07:08

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

Em um momento de condições de crédito apertadas no Brasil, o banco BV tem se apoiado em uma estratégia que combina a expansão dos serviços bancários para pessoa física, o crescimento de novas linhas, como o empréstimo com garantia do veículo, além de maior presença em pontos de venda para manter o seu negócio principal de financiamento a compra de veículos leves usados.

De acordo com o CEO, Gustavo Sousa, essa estratégia tem permitido ao banco aumentar sua carteira de crédito mantendo níveis relativamente saudáveis de inadimplência, o que tem elevado seus patamares de rentabilidade.

O BV encerrou 2025 com um ROE (retorno sobre o patrimônio líquido) recorrente de 15,3%, um aumento de 2,3 pontos percentuais em relação ao ano anterior. O resultado também representa um ganho em relação ao patamar de 9% que o BV chegou a ter em 2023.

Sousa diz que o BV agora classifica o ROE de 15% como um “piso” e ressalta que esse patamar não é um “destino final” na trajetória de melhoria do resultado do banco.

“A gente tem uma ambição que é aproximar esse ROE a mais de 20%”, disse ele, em entrevista à Bloomberg Línea. “Não é algo para o curto prazo, mas seguramente é o nosso norte.”

⇒ Leia a reportagem: Maior escala e diversificação: como o BV enfrenta o cenário de juros elevados

Sede do BV, em São Paulo: banco encerrou o ano passado com um lucro recorrente de R$ 1,865 bilhão, seu maior resultado já registrado. (Foto: Divulgação)

No radar dos mercados

As ações globais operam em alta nesta terça-feira (10), enquanto os investidores monitoram o impacto da guerra no Oriente Médio sobre o fluxo de petróleo após o presidente Donald Trump sinalizar um fim rápido para o conflito.ㅤ

- Alternativa ao Estreito de Ormuz. O conflito no Irã pode elevar o tráfego no Canal do Panamá, com países asiáticos em busca de gás natural dos EUA como alternativa ao fornecido pelo Catar, disse o administrador do canal, Ricaurte Vasquez, à Bloomberg TV. Navios americanos tenderiam a usar a rota para reduzir custos.

- Aramco faz 1ª recompra de ações. A companhia saudita anunciou a primeira recompra de ações de sua história no valor de US$ 3 bilhões e elevou dividendos, enquanto enfrenta o impacto da guerra com o Irã. A Aramco reduziu a produção em até 2,5 milhões de barris por dia com o bloqueio parcial do Estreito de Ormuz.ㅤ

- Fim do home office. O HSBC determinou que equipes de atendimento ao cliente em Hong Kong trabalhem presencialmente cinco dias por semana a partir de 1º de abril. Executivos seniores deverão ir ao escritório ao menos quatro dias por semana, e os demais funcionários, três.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (09/03): Dow Jones Industrials (+0,50%), S&P 500 (+0,83%), Nasdaq Composite (+1,38%), Stoxx 600 (-0,63%), Ibovespa (+0,86%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

Kalshi se une à XP e inicia pelo Brasil sua expansão global com mercado de previsões

Petrobras espera ‘momento certo’ para reagir à alta do petróleo, diz CEO

BRK avalia adiar primeiro IPO no Brasil em 5 anos em meio a tensão global, dizem fontes

• Também é importante: Fim do otimismo: ‘trade de estagflação’ ganha força no mercado com escalada da guerra| Acordo Mercosul-UE coloca à prova a arquitetura global de pagamentos internacionais

• Opinião Bloomberg: Novo ‘cisne negro’? Mercados podem viver choque similar à pandemia com guerra no Irã

• Para não ficar de fora: ‘Niilismo financeiro’ leva Geração Z a arriscar tudo para tentar enriquecer, diz estudo

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A visão do Fleury com a reorganização no Bradesco

9 de Março de 2026, 07:17

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O Fleury manterá o curso de sua estratégia, definida com o aval do conselho, no momento em que o seu principal acionista, o Bradesco, busca consolidar todos os ativos de saúde em uma única estrutura.

Em entrevista à Bloomberg Línea, a CEO Jeane Tsutsui descreveu o movimento como “importante” para o setor de saúde, mas indicou que não haverá alteração no trajeto do maior grupo de medicina diagnóstica premium do país.

“O conselho do Fleury aprovou a nossa estratégia e estamos muito focados na execução dessa estratégia”, afirmou Tsutsui, refletindo um alinhamento entre o Bradesco e a rota independente do Fleury.

Recentemente, o Bradesco chamou a atenção de investidores ao anunciar a criação da BradSaúde, holding que consolidará todos os ativos de saúde em uma única estrutura, incluindo a fatia de 24,85% no Fleury, detida pela subsidiária Bradesco Diagnóstico em Saúde.

⇒ Leia a reportagem: Fleury seguirá estratégia própria enquanto Bradesco reorganiza ativos de saúde, diz CEO

Fleury: pilares estratégicos para 2026 incluem busca por eficiência, crescimento orgânico, aquisições seletivas e preservação da cultura médica como diferencial competitivo, segundo CEO. (Foto: Divulgação)

No radar dos mercados

As ações globais operam em queda nesta segunda-feira (9), enquanto o petróleo WTI ultrapassa US$ 90 por barril, à medida que a guerra no Oriente Médio eleva as tensões nos mercados de energia.

- Mercado de petróleo. A Saudi Aramco abriu licitações para vender cerca de 4,6 milhões de barris de petróleo após o bloqueio do Estreito de Ormuz durante a guerra no Oriente Médio interromper rotas de exportação. Com os embarques pelo Golfo Pérsico comprometidos, houve um redirecionamento dos fluxos pelo Mar Vermelho.

- Renault sob pressão. O novo CEO, François Provost, prepara um plano para reduzir custos e aproximar a montadora da eficiência das rivais chinesas. Analistas, porém, dizem que apenas cortar despesas pode não resolver a queda nas vendas e a desvalorização de cerca de 20% das ações no acumulado do ano.

- UBS ajusta bônus. O banco aumentou em 10% o pool de bônus, à medida que a integração do Credit Suisse se aproxima do fim. A remuneração do CEO do grupo, Sergio Ermotti, se manteve estável em 14,9 milhões de francos suíços em 2025. O banco atribuiu o ajuste dos bônus ao melhor desempenho financeiro.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas na sexta-feira (06/03): Dow Jones Industrials (-0,95%), S&P 500 (-1,33%), Nasdaq Composite (-1,59%), Stoxx 600 (-1,02%), Ibovespa (-0,61%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

Como o conflito no Irã afeta os mercados emergentes, segundo cinco gestores globais

De Itaú a Petrobras: as apostas do maior fundo soberano do mundo na América Latina

Guerra no Irã provoca corrida global por fertilizantes e faz preços dispararem

• Também é importante: Do almoço ao omakase: o modelo de negócios que impulsionou o Imakay em São Paulo | Nem zero, nem excesso: vinícola gaúcha aposta em álcool reduzido para novo público

• Opinião Bloomberg: Sucesso da Gucci é crucial para o luxo. Mas desfile recente trouxe incertezas

• Para não ficar de fora: Na era do digital, Suíça aprova proposta para garantir o uso do dinheiro físico

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Esqui indoor cresce na Faria Lima

6 de Março de 2026, 07:12

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A médica cirurgiã Elisa Aranzana nunca havia esquiado quando comprou uma passagem para os Alpes franceses. A viagem era para janeiro deste ano. O tempo de férias, curto.

Em vez de chegar sem preparo — e gastar entre 750 e 800 euros por dia com um instrutor particular na Europa — ela encontrou uma saída a duas quadras da Avenida Faria Lima, em São Paulo: uma academia especializada que oferece aulas de esqui indoor em um simulador.

A prática de esportes de neve tem atraído mais brasileiros entre os que podem pagar os custos de uma viagem internacional, incluindo a hospedagem, aulas práticas e acesso às pistas.

Em 2025, cerca de 600 mil turistas do país viajaram para destinos de neve, segundo disse o presidente da CBDN (Confederação Brasileira de Desportos na Neve), Anders Pettersson.

Apesar do interesse crescente, são poucas as alternativas para manter a prática do esporte a não ser buscar algum destino de neve.

Os simuladores de esqui agora oferecem outra opção sem precisar sair de São Paulo. “A demanda, desde a inauguração, foi 100% todos os dias”, diz Marco Parisotto, fundador da escola Born to Ski, aberta em setembro de 2025.

⇒ Leia a reportagem: Da Faria Lima aos Alpes: simuladores de esqui preparam brasileiros ricos para a neve

A médica cirurgiã Elisa Aranzana, no simulador de esqui: 'Queria tanto aprender a esquiar. Agora vai' (Foto: Sérgio Ripardo/Bloomberg Linea)

No radar dos mercados

Os futuros das ações dos EUA operam em queda nesta sexta-feira (6), enquanto investidores avaliam o impacto da guerra entre EUA e Irã nos mercados de energia e aguardam a divulgação do payroll de fevereiro.

- Crise no Master. Daniel Vorcaro será transferido sob forte esquema de segurança para um presídio federal em Brasília. A decisão foi autorizada pelo ministro do STF André Mendonça após pedido urgente da Polícia Federal, que citou risco à integridade física do banqueiro.ㅤ

- Fronteiras da guerra EUA-Irã. Um submarino dos EUA afundou um navio iraniano a cerca de 40 milhas náuticas da costa do Sri Lanka, elevando os riscos de segurança e econômicos na região Indo-Pacífico. O ataque de Washington sinaliza que embarcações iranianas podem ser atingidas além do Oriente Médio.ㅤ

- Tarifas de Trump na mira. Mais de 20 estados americanos entraram na Justiça para tentar derrubar as novas tarifas globais de 10% impostas por Donald Trump em fevereiro. A disputa pode durar meses e ocorre enquanto empresas buscam reembolsos de cerca de US$ 170 bilhões pagos sob as tarifas anuladas.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (05/03): Dow Jones Industrials (-1,61%), S&P 500 (-0,56%), Nasdaq Composite (-0,26%), Stoxx 600 (-1,29%), Ibovespa (-2,64%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

Banco Central ‘não pode ignorar’ guerra no Irã ao avaliar juros, diz diretor

Petrobras tem lucro de R$ 110 bi em 2025 com alta da produção e ganhos cambiais

Wall Street em alerta: superprodutividade da IA pode tornar empresas dispensáveis

• Também é importante: De fraude a ameaça a jornalista: segunda prisão de Vorcaro amplia crise do Master| Como esta empresa aposta em brincos eletrônicos para monitorar 1 milhão de bois

• Opinião Bloomberg: Além do preço ‘acessível’: MacBook de US$ 599 busca dar fôlego às vendas da Apple

• Para não ficar de fora: Como a Nestlé busca se antecipar à Páscoa para vender mais chocolates

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Além da doação: famílias bilionárias adotam visão estratégica na filantropia, diz UBS

4 de Março de 2026, 06:00

O investimento filantrópico e social das famílias mais ricas do mundo está em evolução e se torna mais abrangente, com estruturas mais sofisticadas que vão além de modelos tradicionais de alocação de capital para projetos específicos.

É o que revela o estudo Trends in Philanthropy 2026, recém-concluído pelo UBS a partir de entrevistas com clientes e de conclusões do relatório Global Family Office Report 2025, ao qual a Bloomberg Línea obteve acesso em primeira mão.

“Para nós, não foi uma surpresa a partir do relacionamento que temos com mais de mil famílias no mundo. É a evolução de uma tendência que vemos nos últimos anos de vontade de mudar a forma como a filantropia é feita por meio de family offices”” disse Kai Grunauer, diretor executivo para América Latina da área de Impacto Social e Filantropia do UBS, em entrevista à Bloomberg Línea.

Leia também: Do império da Suzano à fotografia: a incursão de David Feffer na filantropia

O estudo aponta três tendências principais: a primeira é a evolução para um modelo que busca moldar capital, governança e estratégia com disciplina de negócios; a segunda trata de inserir a busca por impacto em todo o ecossistema, seja por meio de estruturas combinadas, capital catalítico e estratégias coordenadas para endereçar desafios sistêmicos e medir progresso de forma mais holística.

E a terceira tendência é se tornar um player mais influente no ecossistema, ao investir em talentos especializados e buscar alavancar redes de contatos e exercer influência política, com uso de “policapital” para alcançar resultados financeiros e sociais.

“Historicamente, family offices buscavam algo apenas transacional, colocavam um contador para assinar cheques e era muito fácil. Isso mudou porque as famílias querem fazer mais”, disse o executivo.

Novos modelos adotados incluem a contratação de profissionais dedicados a montar uma estratégia, a desenhar projetos e a mensurar impactos, segundo ele.

Outra mudança em curso é a adoção de uma visão que Grunauer descreveu como mais “horizontal”: “as famílias não estão se limitando à filantropia mas também buscam investimentos de impacto, investimentos sustentáveis e por meio de suas empresas, para que adotem ações que contribuam para mudanças sociais”.

“Mas o que mais me surpreendeu foi o conceito de ‘policapital’: em vez de apenas recursos financeiros, famílias têm feito uso de networking, ou seja, de sua rede de relacionamentos, capital político, advocacy para influenciar políticas públicas e também o conhecimento que adquiriram e sua reputação para ajudar que seus projetos filantrópicos atinjam seus objetivos”, disse o executivo do UBS, que lidera essas conversas de orientação com famílias da América Latina.

Essa última tendência se faz mais presente em mercados desenvolvidos mas também acontece, em menor grau, em países latino-americanos, diante do entendimento de famílias de que esse capital político abre portas nas esferas do poder e isso viabiliza a execução de ações para alcançar os objetivos de filantropia e sociais.

Novas gerações familiares muitas vezes lideram essa frente, em conjunto com o citado movimento de sofisticação da área, com o estudo e a especialização em conceitos como empreendedorismo social e investimento de impacto em universidades norte-americanas, britânicas e europeias.

“São representantes de novas gerações que depois passam esse conhecimento para seus pais e avós, o que amplia a sofisticação das estratégias.”

Essa mudança em curso envolve também o perfil e o conhecimento de profissionais que atuam nos próprios family offices e que passam a contar com competências que vão além da visão exclusivamente financeira e de alocação do passado.

No UBS, segundo explicou o diretor executivo, a atuação passa por três frentes: a assessoria às famílias nessas frentes, a organização de eventos como a LAIC (Latin America Investment Conference), realizada em São Paulo no fim de janeiro, para compartilhamento de conhecimento sobre tendências, e a disponibilização de uma plataforma de networking entre famílias com projetos e interesses comuns.

“O banco busca ser não somente um intermediador de capitais mas também de ideias”, disse Grunauer.

Internamente, o trabalho passa também pela capacitação de bankers, para que consigam ter uma atuação mais especializada para atender clientes com tais objetivos.

O executivo destacou que há outras tendências. Uma delas envolve os temas mais abordados quando se trata de filantropia e investimentos de impacto.

“Historicamente, educação, saúde e geração de emprego foram os temas tradicionais na América Latina. Temas como direitos humanos, que não existiam há quinze, vinte anos, estão mais presentes. Migração, questões de gênero e, principalmente, mudanças climáticas também estão mais presentes”, afirmou Grunauer.

Outra tendência detectada é a expansão de parcerias público-privadas para projetos desenhados para contar com esse capital, muitas vezes por meio de incentivos, de acordo com o estudo do banco global com sede em Zurique, na Suíça.

Segundo o estudo do UBS, “o próximo capítulo para family offices não será definido por um único modelo operacional mas pela adaptabilidade”.

“Os family offices que estiverem melhor posicionados para o que vem a seguir serão aqueles que combinam execução disciplinada com abertura para novas formas de trabalhar – aqueles que tratam o alinhamento, a colaboração e o aprendizado contínuo como capacidades essenciais.”

Leia também

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© Pascal Mora

Sede do UBS, na Suíça: as famílias não estão se limitando à filantropia mas também buscam investimentos de impacto. (Foto:Pascal Mora/Bloomberg)

A lenta retomada do investimento em escritórios

5 de Março de 2026, 06:52

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

Seis anos após o início da pandemia de covid-19, o regime de trabalho presencial se consolidou novamente nas empresas brasileiras – e o mercado imobiliário de escritórios já reflete a mudança em seus indicadores.

São Paulo, maior mercado corporativo do país, registrou em 2025 seu segundo melhor resultado dos últimos cinco anos em absorção líquida, que mede a diferença entre o total locado e o devolvido.

Foram 289.000 metros quadrados absorvidos no ano passado de acordo com dados da CBRE, consultoria global de referência no mercado imobiliário comercial e a maior do Brasil no setor.

Ainda assim, o movimento de retomada dos espaços ainda não foi suficiente para elevar o apetite do investidor pelo real estate corporativo.

O segmento tem apenas 18% de interesse de alocação de investidores este ano na América Latina, contra 40% do setor de logística, que segue sendo o mais desejado da região. Os dados são da pesquisa Investor Sentiment Survey da CBRE, adiantada com exclusividade à Bloomberg Línea.

“Observamos primeiro a queda da vacância antes que o investimento volte, o que ainda pode levar algum tempo”, avaliou Edson Ferrari, vice-presidente da CBRE Brasil.

⇒ Leia a reportagem: Retorno aos escritórios impulsiona locação. Mas investidores continuam cautelosos

Retorno aos espaços ainda não foi suficiente para retomar o apetite do investidor pelo real estate corporativo. (Foto: Paulo Fridman/Bloomberg)

No radar dos mercados

As ações internacionais e futuros dos EUA registraram novas perdas no início desta quinta-feira (5), e o petróleo Brent retomou sua trajetória de alta, enquanto a guerra no Oriente Médio causa crescentes interrupções nos mercados de energia.

- China reduz meta de crescimento. Pequim estabeleceu sua meta de crescimento mais modesta desde 1991, um reconhecimento de que o modelo que impulsiona a ascensão econômica do país está mostrando tensões. A meta - uma faixa de 4,5% a 5% - é a primeira redução formal desde 2023.

- Aéreas sob pressão. O setor de aviação global tem sido abalado por problemas financeiros e logísticos ligados à guerra do Irã. O número de voos cancelados para centros do Oriente Médio ultrapassa 23.000 desde o início dos combates.

- Broadcom avança em chips. O CEO da empresa de tecnologia de ponta, Hock Tan, disse que espera que suas vendas de chips de inteligência artificial cheguem a US$ 100 bilhões no próximo ano, marcando uma importante incursão no território dominado pela Nvidia.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

Os mercados nesta quinta-feira (5)
🔘 As bolsas ontem (04/03): Dow Jones Industrials (+0,49%), S&P 500 (+0,78%), Nasdaq Composite (+1,29%), Stoxx 600 (+1,37%), Ibovespa (+1,24%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

Raízen avalia recuperação extrajudicial após um aporte de R$ 4 bi de acionistas

Oncoclínicas busca waiver de debenturistas para descumprir limite de alavancagem

Nubank compra ‘naming rights’ de estádio do Inter Miami e avança em expansão nos EUA

• Também é importante: Bilionário mexicano prepara sua maior aposta no setor bancário após acordo com o Citi | Ualá, da Argentina, atinge valuation de US$ 3,2 bi em nova rodada de investimentos

• Opinião Bloomberg: Por que os mercados de previsão precisam interromper apostas ligadas a guerras

• Para não ficar de fora: Uso de armas caras contra o Irã testa os limites dos estoques militares dos EUA

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O crescimento da filantropia de ‘impacto’

4 de Março de 2026, 06:36

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

O investimento filantrópico e social das famílias mais ricas do mundo está em evolução e se torna mais abrangente, com estruturas mais sofisticadas que vão além de modelos tradicionais de alocação de capital para projetos específicos.

É o que revela o estudo Trends in Philanthropy 2026, recém-concluído pelo UBS a partir de entrevistas com clientes e de conclusões do relatório Global Family Office Report 2025, ao qual a Bloomberg Línea obteve acesso em primeira mão.

O estudo aponta três tendências principais: a adoção de disciplina de negócios para moldar capital, governança e estratégia; a busca por impacto em todo o ecossistema; e o uso do chamado “policapital” — redes de contato, influência política e reputação — para ampliar resultados financeiros e sociais.

“Historicamente, family offices buscavam algo apenas transacional, colocavam um contador para assinar cheques e era muito fácil. Isso mudou porque as famílias querem fazer mais”, disse Kai Grunauer, diretor executivo para América Latina da área de Impacto Social e Filantropia do UBS, em entrevista à Bloomberg Línea.

Novos modelos adotados incluem a contratação de profissionais dedicados a montar uma estratégia, a desenhar projetos e a mensurar impactos, segundo ele.

⇒ Leia a reportagem: Além da doação: famílias bilionárias adotam visão estratégica na filantropia, diz UBS

Sede do UBS, na Suíça: as famílias não estão se limitando à filantropia mas também buscam investimentos de impacto. (Foto:Pascal Mora/Bloomberg)

No radar dos mercados

As ações internacionais aprofundaram as perdas enquanto a redução das expectativas de um fim rápido para a guerra no Irã ampliou as preocupações sobre um aumento no preço do petróleo e seu efeito indireto sobre a economia.

- Mais problemas na Raízen. As negociações para resgatar a Raízen fracassaram depois que as duas empresas que controlam a empresa, Cosan e Shell, não chegaram a um acordo sobre um plano de capitalização, segundo pessoas familiarizadas com o assunto ouvidas pela Bloomberg News.

- Flexibilização do compulsório. O Banco Central concedeu um alívio aos bancos no momento em que as instituições recompõem o Fundo Garantidor de Créditos. Os bancos poderão deduzir as contribuições que anteciparem ao FGC do compulsório, tanto para depósitos à vista quanto a prazo.

- Recuo da New World Development. A negociação de US$ 4 bilhões da Blackstone com a New World Development foi bloqueada porque a família bilionária que administra a incorporadora de Hong Kong reluta em abrir mão do controle.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

Os mercados nesta quarta-feira (4)
🔘 As bolsas ontem (03/03): Dow Jones Industrials (-0,83%), S&P 500 (+0,94%), Nasdaq Composite (-1,02%), Stoxx 600 (-3,08%), Ibovespa (-3,28%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

Oncoclínicas enfrenta desafio de rolar R$ 1 bi em meio a troca de CEO e rebaixamentos

GPA contrata Munhoz Advogados para reestruturar dívida, dizem fontes

Shell investirá R$ 3,5 bi na Raízen e espera aporte igual da Cosan, diz CEO no Brasil

• Também é importante: Dólar recupera papel de ‘porto seguro’ com guerra no Irã e riscos de inflação | Citi nomeia André Cury como o novo presidente da operação do Brasil

• Opinião Bloomberg: Por que Donald Trump precisa reabrir o Estreito de Ormuz o mais rápido possível

• Para não ficar de fora: Viagens de 6 horas no deserto: a saga de viajantes para deixar Dubai, Abu Dhabi e Doha

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As apostas da nova geração da Coelho da Fonseca

3 de Março de 2026, 06:46

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Quando tinha 19 anos, o filho mais novo de Álvaro Coelho da Fonseca, Luiz Alfredo, fez sua primeira venda como corretor de imóveis. Hoje com 32 anos, ele administra o dia a dia da empresa juntamente com seu irmão, Alvaro Marco.

“Eu respiro mercado imobiliário desde que nasci”, diz o sucessor da companhia de 50 anos, referência no segmento de luxo em São Paulo.

Sob comando da nova geração, uma das grandes apostas do grupo agora é uma empresa dedicada à negociação de terrenos na capital paulista.

A Coelho da Fonseca se juntou à Orix, de intermediação de terrenos para incorporação imobiliária, para criar uma joint venture com esse propósito, combinando o banco de dados e a experiência à expertise do sócio-fundador da Orix, Alex Lima.

Com isso, Luiz Alfredo relata que a Coelho consegue fazer cruzamentos “nada óbvios” para quem não está no dia a dia da incorporação. “Ganhamos escala em poucos meses, já temos muita coisa em prateleira”, diz em entrevista à Bloomberg Línea.

⇒ Leia a reportagem: De terrenos à formação de corretores: as apostas da nova geração da Coelho da Fonseca

Apartamentos de luxo em São Paulo: com 50 anos, corretora se especializou em imóveis de alto padrão. (Foto: Filipe Serrano/Bloomberg Línea)

No radar dos mercados

As ações de bolsas globais caíram e os títulos de renda fixa ampliaram suas perdas nesta terça-feira (3) enquanto a guerra no Irã entra em seu quarto dia sem nenhum sinal de redução.

- Restrição a chips para a China. Autoridades dos EUA consideram limitar o número de aceleradores de IA que a Nvidia pode exportar para qualquer empresa chinesa, o que restringiria ainda mais a reentrada da fabricante de chips em um mercado crucial.

- Rebaixamento da Paramount. A Fitch Ratings rebaixou as classificações da Paramount Skydance para junk, após o acordo da empresa de mídia para comprar a rival Warner Bros. Discovery.

- Compras por chatbot de IA. A Meta tem testado um recurso de pesquisa de compras em seu chatbot de inteligência artificial, rivalizando com uma ferramenta semelhante oferecida pelo ChatGPT, da OpenAI, e pelo Gemini, do Google.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

Os mercados nesta terça-feira (3)
🔘 As bolsas ontem (02/03): Dow Jones Industrials (-0,15%), S&P 500 (+0,04%), Nasdaq Composite (+0,36%), Stoxx 600 (-1,61%), Ibovespa (+0,28%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

Patria traça meta de US$ 150 bi em ativos e mira novas aquisições no exterior

JPMorgan reduz aposta em emergentes com ataque ao Irã, mas vê América Latina resiliente

Alta da gasolina e da inflação? Guerra no Irã eleva os riscos para a economia dos EUA

• Também é importante: Portobello consolida vertical de vendas com flagship e mira expansão nos EUA | Origem Energia vai estocar gás no subsolo para reforçar sistema e atrair data centers

• Opinião Bloomberg: Em primeira carta a acionistas, Greg Abel mostra ser um seguidor das lições de Buffett

• Para não ficar de fora: Warburg Pincus vai investir até US$ 1 bilhão na Global Eggs, da Granja Faria

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A reação de investidores à guerra no Irã

2 de Março de 2026, 06:53

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Os investidores iniciaram a segunda-feira (2) avaliando o risco de que o conflito no Oriente Médio interrompa o fornecimento global de energia, após os ataques conduzidos por Estados Unidos e Israel contra o Irã.

A reação mais intensa ocorreu no petróleo, que avançou cerca de 8%, superando US$ 78 por barril, depois de subir até 13% no início das negociações. Os investidores estão concentrados na situação do Estreito de Ormuz — que está praticamente fechado. A rota é considerada crucial para o fluxo global de petróleo.

As ações de energia e defesa, que são vistas como potenciais refúgios, avançaram, enquanto os papéis de companhias aéreas recuaram na Ásia, à medida que os mercados globais iniciam a semana em modo de aversão ao risco.

“Os mercados acionários devem passar a ter o petróleo como principal motor dos movimentos de preços”, disse Michael Kantrowitz, estrategista-chefe de ações da Piper Sandler & Co. “As ações permanecerão pressionadas enquanto o petróleo continuar subindo.”

⇒ Leia a reportagem: Do petróleo às ações globais: investidores ajustam posições após ataques no Irã

Refinaria de petróleo nos EUA: grandes companhias de energia devem registrar ganhos relevantes. (Foto: Jeff Kowalsky/Bloomberg)

No radar dos mercados

As ações internacionais caíram e os preços do petróleo subiram com a eclosão da guerra entre os EUA e o Irã, que abalou os mercados globais. O ouro e o dólar subiram em uma corrida em busca de refúgios.

- Tensão sobre preço do petróleo. A interrupção das remessas de energia através do Estreito de Ormuz afetou a forma como alguns dos principais tipos de petróleo do mundo são precificados. A S&P Global Energy parou de aceitar ofertas de compra e venda de variedades de petróleo bruto da região.

- Refino paralisado na Arábia Saudita. A Aramco interrompeu as operações da maior refinaria do país em Ras Tanura, na costa do Golfo Pérsico, após um ataque de drones na área. A usina que refina 550 mil barris por dia foi paralisada por precaução, enquanto avalia danos.

- Caos aéreo no Oriente Médio. As ações das companhias aéreas caíram drasticamente enquanto as companhias aéreas do Golfo Pérsico estenderam as suspensões de voos, causando interrupções em alguns dos aeroportos mais movimentados do mundo.

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Os mercados nesta segunda-feira (2)
🔘 As bolsas na sexta-feira (27/02): Dow Jones Industrials (-1,05%), S&P 500 (-0,43%), Nasdaq Composite (-0,92%), Stoxx 600 (+0,11%), Ibovespa (-1,16%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

Desistência da Warner foi planejada, diz co-CEO da Netflix: ‘Estamos tranquilos’

Vácuo de poder no Irã pode gerar crise pior que no Iraque, diz ex-embaixador do Brasil

Ofensiva de Trump com Israel mira elo entre Irã, China e Rússia, dizem especialistas

• Também é importante: Greg Abel promete manter cultura de Buffett em primeira carta como CEO da Berkshire | Startup de IA para diagnóstico de câncer aposta no Brasil e vai investir US$ 11 mi

• Opinião Bloomberg: Ataque de Trump ao Irã replica erros da invasão de Bush ao Iraque, em 2003

• Para não ficar de fora: ‘Porta de entrada’ do luxo: como a gastronomia se tornou metade do negócio do Rosewood

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Bradesco reúne negócios de saúde na Odontoprev e lista operações do setor na bolsa

27 de Fevereiro de 2026, 14:10

O Bradesco decidiu fazer uma reorganização societária para consolidar seus negócios de saúde sob a Odontoprev, companhia aberta listada no Novo Mercado da B3 e controlada indiretamente pelo banco.

A operação, informada nesta sexta-feira (27) em comunicado ao mercado, prevê que a Odontoprev assuma o papel de consolidadora do ecossistema de saúde do Bradesco. Como parte da transação, a companhia mudará de nome para Bradsaúde.

Na prática, a reorganização permite ao grupo levar todo o seu negócio de saúde para a bolsa de valores, em uma espécie de oferta pública inicial de ações (IPO) reversa, criando uma operação de cerca de R$ 52 bilhões em faturamento, com mais de 13 milhões de beneficiários, cerca de 3.600 leitos hospitalares e 35 clínicas.

Em entrevista a jornalistas, Luiz Carlos Trabuco, presidente do conselho tanto do Bradesco quanto da Odontoprev, classificou a operação como “a maior operação já realizada no país nesse formato de IPO reverso”.

Leia também: Santander Brasil vai transferir sede para novo ‘campus’ em São Paulo a partir de 2028

Com o movimento, a participação do Bradesco no capital social da Odontoprev passará de 53,61% para 91,35% do capital total e votante. A participação dos demais acionistas (free-flow) passará a ser de 8,65%, desconsideradas ações em tesouraria e eventuais exercícios de direito de retirada.

Para a Bloomberg Intelligence, o movimento do Bradesco “parece estar em uma direção positiva”, embora possa haver questionamentos sobre a lógica de “manter uma unidade de saúde complexa com sinergias limitadas”.

“O valor de mercado implícito é de cerca de R$ 37 bilhões, com ativos pré-fusão próximos a R$ 30 bilhões. O lucro líquido combinado de 2025 seria de aproximadamente R$ 3,6 bilhões (ROE de 24%), o que implica um múltiplo de cerca de 10 vezes os lucros — abaixo dos pares do setor, que variam entre 13 e 19 vezes”, escreveu o analista Gabriel Gusan, em relatório.

Após o anúncio da operação, as ações do Bradesco (BBDC4) subiam 2,76%, a R$ 21,56, por volta das 14h (horário de Brasília), enquanto os papéis da Odontoprev (ODPV3) avançavam 14,32%, a R$ 14,69, no mesmo horário.

Operação em três fases

A operação é estruturada em três etapas. A primeira consiste na cisão parcial da Bradseg Participações S.A., subsidiária do Bradesco, com a transferência para o banco das ações que a Bradseg detém diretamente na Odontoprev e na Bradesco Gestão de Saúde S.A. (BGS).

A segunda etapa prevê a incorporação, pela Odontoprev, da totalidade das ações emitidas pela BGS, sociedade fechada que consolida as participações do Bradesco no segmento de saúde, resultando na BGS como subsidiária da Odontoprev.

A terceira etapa consiste na contribuição da carteira de planos odontológicos e dos demais ativos e passivos operacionais da Odontoprev para a Mediservice Operadora de Planos de Saúde, que é uma controlada indireta da BGS e que passará a ser controlada indiretamente pela Odontoprev após a conclusão da segunda etapa.

Leia também: BTG Pactual compra fatia minoritária de banco de varejo do Citi no México

Com a efetivação de todas as etapas, a Bradsaúde S.A. passará a ter como atividade exclusiva a participação nas sociedades do segmento de saúde do Bradesco.

A relação de troca da incorporação de ações estabelece que o Bradesco receberá 2.378.374.445 ações ordinárias de emissão da Odontoprev em substituição à totalidade das ações da BGS que detém, na proporção de 0,17998067486 ação da Odontoprev para cada ação da BGS.

Os acionistas da Odontoprev que discordarem da operação terão o direito de sair da companhia e receber de volta o valor de suas ações. O valor de reembolso por ação foi definido em R$ 12,39, com base em uma avaliação da companhia com data de referência em 31 de dezembro de 2025, feita pela Apsis Consultoria e Avaliações.

Novo portfólio

O portfólio que passará ao controle da Bradsaúde reúne os principais negócios de saúde do Bradesco. O conjunto inclui a Bradesco Saúde, líder em planos empresariais com 3,8 milhões de beneficiários ao final de 2024 e presente em cerca de 168 mil empresas no Brasil, além da Mediservice, ambas autorizadas pela ANS a operar produtos de saúde.

Na área de diagnósticos, a Bradsaúde terá participação no Fleury (FLRY3), um dos líderes nacionais em medicina diagnóstica, tanto por meio da Bradesco Diagnóstico em Saúde — holding com cerca de 25% do grupo — quanto por uma fatia direta de 24,9%.

No segmento hospitalar, o portfólio inclui a Atlântica Hospitais, que atua em parceria com redes como Rede D’Or, Grupo Santa Lúcia, Mater Dei e Einstein na construção e operação de hospitais.

Completam o conjunto a rede de clínicas de atenção primária Meu Doutor, operada pela Novamed, e a Orizon, empresa de tecnologia em saúde que, segundo o grupo, processa cerca de 500 mil atendimentos médicos por dia por meio de plataformas de inteligência médica.

Na estruturação da operação, o Bradesco contou com o Bradesco BBI e o J.P. Morgan como assessores financeiros, e com o Pinheiro Neto Advogados na parte jurídica. A Bradseg e a BGS foram assessoradas pelo Bradesco BBI, com suporte jurídico do Barbosa, Müssnich e Aragão.

O comitê independente da Odontoprev teve o Citigroup como assessor financeiro e o Mattos Filho como assessor jurídico.

Leia também

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Com a operação, a Odontoprev assuma o papel de consolidadora do ecossistema de saúde do Bradesco. (Foto: Bloomberg)

A nova porta da Arco para o mercado de dívida

27 de Fevereiro de 2026, 07:13

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

Pouco mais de dois anos depois de encerrar sua listagem na Nasdaq, a Arco Educação voltou a abrir um canal formal com o mercado de capitais brasileiro.

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) homologou no último dia 20 de fevereiro o registro de emissora de Categoria B para a Companhia Brasileira de Educação e Sistemas de Ensino (CBE), uma subsidiária do grupo, o que lhe permite captar recursos no mercado por meio de títulos de dívida.

A CBE é, na prática, o guarda-chuva operacional da Arco, que é uma das maiores empresas de educação básica da América Latina. Quase todos os ativos da companhia estão sob a subsidiária, incluindo COC, SAS, Dom Bosco e Escola da Inteligência.

Alguns investidores e fundos têm restrições regulatórias que os impedem de aportar em empresas sem esse tipo de registro. A Categoria B, nesse sentido, abre a porta para uma classe de capital que hoje está fechada para a Arco, segundo uma pessoa com conhecimento da situação da empresa que falou com a Bloomberg Línea.

Em nota, o grupo fundado no Ceará pela família Ari de Sá disse que o registro de companhia aberta Categoria B “visa fortalecer a governança e diversificar fontes de financiamento”, e não há uma oferta pública prevista.

⇒ Leia a reportagem: A Arco deixou a Nasdaq em 2023. Agora reabre o caminho para o mercado de dívida

Grupo fundado no Ceará pela família Ari de Sá opera sistemas de ensino como COC, SAS e Escola da Inteligência em mais de 11 mil escolas no Brasil. (Foto: Divulgação/Arco Educação)

No radar dos mercados

Os futuros dos EUA operavam em queda nesta sexta-feira (27), após os investidores terem liquidado posições nos papéis de fabricantes de chips apagar os ganhos acumulados na semana.ㅤ

- Hyundai acelera aposta em IA. A montadora investirá 9 trilhões de wons (US$ 6,3 bilhões) na Coreia do Sul para construir um centro de dados de IA com 50 mil GPUs, uma fábrica de robôs e uma usina de hidrogênio verde. A aposta busca diversificar o crescimento diante da concorrência chinesa e desaceleração dos veículos elétricos.ㅤ

- Acionistas reduzem fatia na Nintendo. Alguns dos principais acionistas da Nintendo, como Banco de Kyoto e DeNA, venderão US$ 1,9 bilhão em ações, diante a pressão para reduzir participações cruzadas no Japão. A Nintendo anunciou separadamente a recompra de até ¥ 100 bilhões em ações.ㅤ

- BASF projeta novos cortes. A empresa anunciou mais cortes de empregos, com reduções ‘significativas’ na área de TI. A empresa projetou o lucro operacional ajustado entre € 6,2 bilhões e € 7 bilhões em 2026, ante € 6,6 bilhões no ano passado, e vê recuperação apenas no fim de 2026.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (26/02): Dow Jones Industrials (+0,03%), S&P 500 (-0,54%), Nasdaq Composite (-1,18%), Stoxx 600 (-0,05%), Ibovespa (-0,13%)

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🗓️ Agenda: Os eventos e indicadores em destaque hoje e na semana →

Destaques da Bloomberg Línea:

Fim da euforia com Milei? Argentina fica de fora de alta de ações da América Latina

BRB busca até R$ 8,9 bilhões para cobrir rombo deixado por negócio com o Banco Master

Avanço de Flávio Bolsonaro nas pesquisas desafia céticos e fortalece pré-candidatura

• Também é importante: Netflix desiste de comprar a Warner e abre caminho para a oferta da Paramount | Gestores com mais de US$ 20 tri sob gestão ampliam aposta em emergentes, diz Citi

• Opinião Bloomberg: Margem de 75% da Nvidia vira alvo de rivais e ameaça o ‘novo mundo da IA’

• Para não ficar de fora: Do café premium para o azeite: Orfeu busca expandir nova frente de negócio em MG

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A aposta da Natura em biotecnologia na Antártida

26 de Fevereiro de 2026, 07:13

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

Um dos pilares da Natura no desenvolvimento de produtos é sua atuação de 25 anos de pesquisas na Amazônia. A floresta tropical abriga a maior biodiversidade do planeta e se tornou a principal fonte de novos bioativos para uso cosmético na empresa.

A fabricante de produtos de beleza agora enxerga potencial para explorar outro ecossistema mais sul, o da Antártida.

Por meio do Natura Ventures, seu fundo de corporate venture capital (CVC), a companhia acaba de co-liderar uma rodada de investimento Seed de US$ 3,5 milhões (aproximadamente R$ 18 milhões) na Antarka, startup uruguaia de biotecnologia focada em soluções para longevidade da pele, que pesquisa o continente gelado.

Enquanto a Amazônia fornece uma ampla gama de matérias-primas exclusivas da região, o potencial da Antártida está nos microrganismos escondidos no gelo que conseguem viver em condições climáticas extremas.

“O investimento nos ajudou a descobrir que existem outras formas de conseguirmos nos diferenciar através de bioativos que não dominamos na Amazônia”, afirmou José Manuel Silva, vice-presidente de novos negócios da Natura, à Bloomberg Línea.

⇒ Leia a reportagem: Além da Amazônia: Natura mira novos bioativos da Antártida com aporte em startup

Antarka: startup uruguaia explora potencial cosmético de enzimas da Antártida (Foto: Divulgação)

No radar dos mercados

As ações globais operam em leve alta nesta quinta-feira (26), após o balanço financeiro da Nvidia referente ao quarto trimestre frustrou os investidores com sua mais recente projeção de vendas.

- Fatia em usina de GNL à venda. A Shell negocia a venda de uma participação minoritária em sua fatia de 16,67% na usina de GNL North West Shelf, na Austrália, avaliada em US$ 24 bilhões, segundo fontes falaram à Bloomberg News. Entre os interessados estão a XRG, braço da Abu Dhabi National Oil, e a Midocean Energy.

- Emergentes no foco. Gestores têm ampliado as compras de ações, títulos locais e crédito de mercados emergentes, apostando em crescimento forte e dólar mais fraco, segundo os analistas do Citigroup. Com incertezas nos EUA, Japão e Alemanha, o MSCI Emerging Markets Index atingiu o patamar recorde.

- Stellantis frustra expectativas. A montadora reportou prejuízo de US$ 1,6 bilhão no quarto trimestre, após reduzir a aposta em veículos elétricos, com perdas concentradas na América do Norte. A empresa agora busca recuperar mercado diante de sinais de demanda fraca e da concorrência de rivais como a BYD.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (25/02): Dow Jones Industrials (+0,63%), S&P 500 (+0,81%), Nasdaq Composite (+1,26%), Stoxx 600 (+0,69%), Ibovespa (-0,13%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

Menos bits, mais átomos: ameaça da IA muda foco para ativos físicos, diz CIO do UBS WM

Nestlé reformula sistema de bônus e submete até o CEO às novas regras

Nubank: modelo de IA ajuda a impulsionar receita líquida de juros no quarto trimestre

• Também é importante: Mercado Livre: lucro abaixo do esperado no 4º tri ofusca aposta em crescimento| Mercado de crédito privado vai do boom à deterioração e testa limites de liquidez

• Opinião Bloomberg: IA sem governança: potências evitam restrições e bloqueiam inflexão de Brasil e Índia

• Para não ficar de fora: Este CEO demitiu 30% da equipe para focar em IA. E prevê salto de produtividade

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A expansão global da Pismo

25 de Fevereiro de 2026, 07:08

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

Quase três anos depois de ser adquirida pela Visa por US$ 1 bilhão, a Pismo tem avançado com o seu plano de expansão internacional e ampliado sua atuação para além de fintechs e bancos digitais, buscando servir também grandes instituições financeiras globais.

A startup de infraestrutura financeira passou de cinco para os atuais 20 países de atuação desde a compra pela Visa, e planeja neste ano iniciar a operação em mais oito mercados: França, México, Suíça, Filipinas, Dinamarca, Hong Kong, Nova Zelândia e Paraguai.

Segundo o CEO, Vishal Dalal, o pioneirismo do Brasil em tecnologias financeiras - incluindo a adoção do Pix - deu à Pismo uma vantagem tecnológica que lhe permite se expandir rapidamente a outros mercados.

“O Brasil foi o líder neste espaço [de pagamentos em tempo real e regulação]. A inovação no Brasil, e o que está acontecendo em serviços financeiros, é uma grande parte da nossa herança”, disse o executivo indiano que lidera a Pismo desde maio de 2025, em entrevista à Bloomberg Línea.

⇒ Leia a reportagem: Pismo, da Visa, acelera expansão global e quer crescer entre grandes bancos, diz CEO

Região da Faria Lima, em São Paulo: startup de infraestrutura financeira passou de cinco para os atuais 20 países de atuação desde a compra pela Visa. (Foto: Victor Moriyama/Bloomberg)

No radar dos mercados

As ações globais operam em leve alta nesta quarta-feira (25), enquanto os investidores aguardam o balanço da Nvidia para avaliar se a fabricante de chips pode retomar seu papel como principal motor do rali ligado à inteligência artificial.

- Raízen sob pressão por aporte. Credores da produtora de açúcar e etanol enviaram cartas à Cosan e à Shell pedindo uma injeção de capital “substancial”, e afirmaram que os até R$ 5 bilhões discutidos são insuficientes, segundo fontes falaram à Bloomberg News. Bancos defendem aportes de até R$ 25 bilhões.ㅤ

- GPA alerta para risco.A varejista brasileira reportou prejuízo no quarto trimestre e déficit de capital de giro, o que levantou dúvidas sobre a continuidade da operação. A alavancagem subiu para 2,4 vezes o Ebitda e a dívida líquida alcançou R$ 2,08 bilhões, apesar da redução do prejuízo anual para R$ 824 milhões.

- HSBC supera estimativas. O banco reportou lucro de US$ 29,9 bilhões em 2025, acima do esperado, impulsionado pelos negócios de patrimônio e por Hong Kong. Sob o comando do CEO Georges Elhedery, o banco elevou metas de rentabilidade e acelerou cortes de custos desde que o executivo assumiu o cargo, em 2024.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (24/02): Dow Jones Industrials (+0,76%), S&P 500 (+0,77%), Nasdaq Composite (+1,05%), Stoxx 600 (+0,23%), Ibovespa (+1,40%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

Vinland eleva proteção na bolsa com eleições no radar, diz chefe de renda variável

Bernard Arnault amplia participação na LVMH e reforça controle sobre gigante de luxo

Santander Brasil vai transferir sede para novo ‘campus’ em São Paulo a partir de 2028

• Também é importante: Vivo planeja acelerar venda de cobre de rede antiga e levantar cerca de R$ 3 bilhões | CEO do JPMorgan vê paralelos entre mercado atual e pré-crise de 2008

• Opinião Bloomberg: Ameaça da China nos minerais críticos é real. Alinhar interesses é o primeiro passo

• Para não ficar de fora: Olympikus mira elite da corrida com tênis de R$ 2.000 e projeto para formar atletas

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A diversificação na Ambev após ‘teste de estresse’

24 de Fevereiro de 2026, 07:12

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

Em um ano desafiador para a indústria de cervejas, a Ambev avalia que não só conseguiu ganhar eficiência em diferentes frentes de sua operação como colheu frutos de uma estratégia adotada há mais tempo de investir nos segmentos que mais crescem, em particular na categoria de cervejas.

Foram resultados que refletiram a priorização da chamada ambidestria, de fortalecimento de pilares operacionais ao mesmo tempo em que a companhia continuou a investir em inovação de olho no crescimento. E que sustentam uma perspectiva considerada favorável pelo management.

“O ano de 2025 foi chamado internamente na Ambev de um teste de estresse, com um impacto sobre a indústria e uma retração em volume não vista em uma série longa de dez a doze anos, sob efeito muito forte do clima”, disse Guilherme Fleury, CFO (Chief Financial Officer) da Ambev, em entrevista à Bloomberg Línea.

Houve queda de 4,5% no volume de cervejas no Brasil, com queda de um dígito alto nas bebidas do segmento core, como Skol e Brahma, em parte compensada pela expansão de 17% em marcas premium, como Corona, Original, Spaten e Stella Artois, e de 30% no zero álcool, com Corona Cero e Budweizer Zero.

⇒ Leia a reportagem: Ambev supera ‘teste de estresse’ e reforça estratégia de expandir categorias, diz CFO

Cervejaria Águas da Serra, da Ambev, em Guarulhos (SP): queda nas marcas do segmento core foi em parte compensada pela expansão em marcas premium e de zero álcool. (Foto: Bruno Macedo/Ambev)

No radar dos mercados

As ações globais ensaiam uma recuperação nesta terça-feira (24), após uma onda de vendas generalizadas desencadeada por temores sobre o impacto da inteligência artificial em diversos setores do mercado.ㅤ

- Disputa pela Warner. A Paramount Skydance elevou a oferta pela Warner Bros, em desafio ao acordo já fechado com a Netflix, segundo fontes que falaram à Bloomberg News. A Warner, por sua vez, reabriu as negociações por uma semana e, se considerar a nova proposta superior, dará à Netflix quatro dias para cobrir a oferta.ㅤ

- Tarifas sob escrutínio da UE. A União Europeia concluiu, em avaliação, que a nova tarifa global de 15% anunciada por Donald Trump, somada às taxas já em vigor, pode elevar os impostos sobre exportações do bloco acima do limite previsto no acordo bilateral firmado entre os EUA e a UE.

- Pequim na mira da Shein. A gigante do fast fashion vai investir US$ 1,45 bilhão em sua cadeia de suprimentos na China para reforçar laços com Pequim em busca de destravar uma oferta pública inicial (IPO) em Hong Kong. A Shein enfrenta queda nas vendas nos EUA e crescente pressão regulatória no Ocidente.ㅤ

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (23/02): Dow Jones Industrials (-1,66%), S&P 500 (-1,04%), Nasdaq Composite (-1,13%), Stoxx 600 (-0,45%), Ibovespa (-0,88%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

Azul sai fortalecida da reestruturação, segundo o CEO. ‘Temos custo um terço menor’

BRB busca saídas para recompor capital antes do fim de março, diz fonte

Bancos contratam FTI como assessor financeiro para a dívida da Raízen, dizem fontes

• Também é importante: Do Chapter 11 à retomada: Latam ganha escala, reduz dívida e supera rivais na bolsa | Fluxo estrangeiro impulsiona ações latino-americanas à máxima em 11 anos

• Opinião Bloomberg: O dilema de Warsh no Fed: cortar juros sem ignorar os sinais da inflação

• Para não ficar de fora: Novo hype? Groenlândia cresce no turismo após tensão com Trump. Mas há entraves

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Ambev supera ‘teste de estresse’ e reforça estratégia de expandir categorias, diz CFO

24 de Fevereiro de 2026, 06:00

Em um ano desafiador para a indústria de cervejas, a Ambev avalia que não só conseguiu ganhar eficiência em diferentes frentes de sua operação como colheu frutos de uma estratégia adotada há mais tempo de investir nos segmentos que mais crescem, em particular na categoria de cervejas.

Foram resultados que refletiram a priorização da chamada ambidestria, de fortalecimento de pilares operacionais ao mesmo tempo em que a companhia continuou a investir em inovação de olho no crescimento. E que sustentam uma perspectiva considerada favorável pelo management.

“O ano de 2025 foi chamado internamente na Ambev de um teste de estresse, com um impacto sobre a indústria e uma retração em volume não vista em uma série longa de dez a doze anos, sob efeito muito forte do clima”, disse Guilherme Fleury, CFO (Chief Financial Officer) da Ambev, em entrevista à Bloomberg Línea.

Leia mais: Na Ambev, retomada de liderança em cerveja premium reflete ambidestria, diz CFO

Houve queda de 4,5% no volume de cervejas no Brasil, com queda de um dígito alto nas bebidas do segmento core, como Skol e Brahma, em parte compensada pela expansão de 17% em marcas premium , como Corona, Original, Spaten e Stella Artois, e de 30% no zero álcool, com Corona Cero e Budweizer Zero (veja mais abaixo).

Segundo o executivo, 70% do delta da indústria de cervejas no ano passado foi explicado pelo clima, marcado por temperaturas mais baixas nas regiões Sudeste e Sul, principalmente a partir do meio de maio e junho.

“Voltamos a exercitar o que é historicamente uma força da Ambev, que é o foco no que a gente controla, protegendo o que é relevante para a geração de valor de longo prazo”, disse o executivo.

Apesar da queda em volume em 2025 – de 3,3% no resultado orgânico da companhia -, a receita líquida cresceu 4,0%, sob efeito da combinação de mix favorável, “premiumização” e gestão de receitas, enquanto o Ebitda avançou 5,6%, com ganho de 50 pontos base na margem Ebitda ajustada, para 33,4%.

Na avaliação da direção da Ambev, houve mais um impacto na frequência e nas ocasiões de consumo de cerveja – em bares, por exemplo - por causa do clima do que uma mudança de comportamento que reduzisse a demanda, um fenômeno mais evidente em mercados maduros.

Diante do diagnóstico, a empresa decidiu proteger os investimentos por trás das marcas – em marketing e em ações de conexão com os consumidores.

“Reavaliamos a alocação de recursos olhando para todas as linhas do P&L [o demonstrativo financeiro], como produção industrial e toda a frente logística, de tempo de entrega à distância entre a cervejaria e os mercados consumidores.”

Houve também impacto sobre o pagamento de bônus, que veio mais fraco em um ano em que o volume vendido ficou aquém do que era esperado.

Mas isso não impactou o nível de engajamento dos funcionários, pelo contrário, segundo o executivo: tais métricas atingiram o all-time high, o que sinalizou o comprometimento em momentos desafiadores, algo que ele ressaltou como parte do DNA da companhia.

Leia também: Heineken vai eliminar até 6.000 empregos diante de queda no consumo de cerveja

Segundo o CFO, apesar do ano duro em termos de volume da indústria, houve duas notícias relevantes: “nós lideramos onde houve crescimento”, em referência aos segmentos do mercado de cerveja.

No quarto trimestre em particular, Fleury disse que a expansão dos segmentos premium e zero álcool se deu em razão do desempenho de marcas da Ambev, o que se traduziu, portanto, em ganho de market share.

Trata-se de um momentum que a empresa tem buscado explorar neste começo de ano de 2026, segundo Fleury, que citou o lançamento recente da Skol Zero Zero – marca sem álcool, zero açúcar, sem glúten e de baixa caloria -, o que representa um investimento no segmento denominado de core.

“Para nós, é muito claro que ainda existem muitas oportunidades para desenvolver o mercado brasileiro [de cervejas]”, disse o executivo, citando que a empresa enxerga uma responsabilidade em liderar também essa frente.

Um exemplo citado foi o da Stella Pure Gold, lançada em 2023 e considerada a primeira cerveja sem glúten do país entre as grandes cervejarias – a marca teve expansão de 153% em volume em 2025.

“Há oportunidades tanto em aumento da frequência de consumo [de cerveja] como em novas subcategorias, em linha com três tendências”, segundo Fleury.

A primeira é a valorização de bebidas fáceis de tomar, dadas questões como o clima quente; a segunda é a busca por bebidas com sabor, por vezes adocicada ou com toque de limão – endereçada com o lançamento no Brasil da marca Flying Fish, originária da África do Sul, no segundo semestre de 2025.

E a terceira tendência é a de health & welness, que se traduz na preferência por bebidas sem álcool, com baixa calorias e até funcionais.

“São segmentos em que podemos começar com 100% de share, dado que se trata de inovações que inauguram novas subcategorias”, destacou.

Leia mais: Além da cerveja: como a Beats, da Ambev, fez da inovação uma força para crescer mais

O fortalecimento de pilares da operação aliado ao investimento contínuo em inovação de marcas sustenta também uma perspectiva mais favorável para 2026 diante da avaliação de que a demanda por cerveja segue presente em mercados emergentes como aqueles em que a Ambev tem maior atuação, sob os drivers de impulso demográfico e de crescimento de renda.

Neste ano, um fator de impulso relevante da demanda deve vir da Copa do Mundo de futebol, nos Estados Unidos, no México e no Canadá, em junho e julho.

“Haverá mais ocasiões que reúnem as pessoas, em momentos de celebração”, disse o executivo, citando dos horários dos jogos – o Brasil na primeira fase, por exemplo, entrará em campo duas vezes às 19h de Brasília, e uma às 22h - ao aumento do número de partidas na competição no formato inédito com 48 países.

Essas ocasiões de consumo vão se dar justamente nos meses que foram mais afetados pelo clima frio em 2025.

Outro fator não recorrente que deve funcionar como impulso é o número de feriados “emendáveis” ao longo de 2026.

O CFO da Ambev, por outro lado, reforçou que essa perspectiva favorável é apenas um componente da equação de vendas e resultado que depende de a empresa continuar a fortalecer a sua “musculatura” operacional e a sua estratégia de investimento em marcas e nas conexões com consumidores.

Leia também

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© MASTRA

Cervejaria Águas da Serra, da Ambev, em Guarulhos (SP): queda nas marcas do segmento core foi em parte compensada pela expansão em marcas premium e de zero álcool. (Foto: Bruno Macedo/Ambev)

O avanço da Planta em retrofit em bairros nobres

23 de Fevereiro de 2026, 06:40

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

Depois de recuperar prédios no centro de São Paulo, incluindo ativos emblemáticos como o edifício Renata, a Planta Inc. tem ampliado seu escopo de atuação para bairros nobres.

Especializada em retrofit, a desenvolvedora e incorporadora paulistana já soma 15 projetos em desenvolvimento na capital paulista e vem diversificando a sua base de investidores, segundo o fundador Guil Blanche. A meta até 2030 é comprar aproximadamente 40.000 metros quadrados por ano para novos empreendimentos.

“Queremos continuar sendo uma butique. Estamos com o time 100% pronto para manter esse nível de aquisição”, disse Blanche à Bloomberg Línea.

A Planta acumula um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 1,5 bilhão. Os primeiros sete edifícios recuperados foram viabilizados por um fundo imobiliário (FII) em parceria com a gestora Valora Investimentos.

⇒ Leia a reportagem: Após recuperar prédios no centro de São Paulo, Planta avança para bairros nobres

Vista do bairro do Itaim, em São Paulo: Planta Inc. aposta em requalificação de edifícios em bairros nobres. (Foto: Filipe Serrano/Bloomberg Línea)

No radar dos mercados

As ações globais, os futuros dos EUA e o dólar caíram na manhã desta segunda-feira (23) em meio à incerteza sobre o escopo da futura política comercial dos EUA, que aumenta a perspectiva de volatilidade.

- Parceria Brasil-Coreia do Sul. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o líder sul-coreano Lee Jae Myung fecharam uma série de novos acordos que abrangem áreas como minerais críticos e inteligência artificial, e anunciaram a expansão da cooperação bilateral durante visita do brasileiro a Seul.

- SK amplia aposta em chips. O maior conglomerado da Coreia do Sul anunciou o aumento da produção de chips de memória de IA para atender a um aumento na demanda da construção de data centers globais.

- Avanço global da Enel. A maior empresa de serviços públicos da Itália anunciou investimento de 53 bilhões de euros para aprofundar compromissos nos EUA e na Europa com uma onda de projetos de energia renovável e armazenamento de baterias.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

Os mercados nesta segunda-feira (23)
🔘 As bolsas na sexta-feira (20/02): Dow Jones Industrials (+0,47%), S&P 500 (+0,69%), Nasdaq Composite (+0,90%), Stoxx 600 (+0,84%), Ibovespa (+1,06%).

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Destaques da Bloomberg Línea:

Trump aumenta incertezas no comércio global e diz que novo tarifaço vai ser de 15%

Azul conclui reestruturação financeira e CEO anuncia United e American como sócias

Fim dos headhunters? IA avança sobre setor bilionário de recrutamento e ameaça agências

• Também é importante: Como este grupo do interior de SP planeja faturar R$ 1 bi com produtos de higiene | ‘O Agente Secreto’ perde o Bafta para ‘Valor Sentimental’, favorito no Oscar em março

• Opinião Bloomberg: Postura corporativista do STF no caso Master ameaça alimentar uma crise institucional

• Para não ficar de fora: ‘Cada mesa é uma história’: como Carla Pernambuco fez do Carlota um clássico de SP

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A batalha judicial no setor de vale-refeição de R$ 150 bi

20 de Fevereiro de 2026, 07:04

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Um decreto assinado pelo governo federal em novembro para regulamentar o PAT (Programa de Alimentação do Trabalhador) é o pivô de uma batalha judicial travada por empresas que atuam no segmento de vale-alimentação e vale-refeição, com potencial de alterar um mercado que movimenta cerca de R$ 150 bilhões por ano.

Com a entrada em vigor de parte das novas regras no dia 10 de fevereiro, as empresas líderes do setor foram à Justiça questionar o que consideram extrapolações do Executivo, de acordo com pessoas familiarizadas com o assunto que falaram com a Bloomberg Línea.

Um dos pontos contestados é a restrição de acesso ao chamado arranjo fechado — sistema em que o cartão alimentação é aceito apenas em estabelecimentos conveniados à empresa emissora.

As empresas Pluxee (antiga Sodexo), Ticket e VR Benefícios, além de Vegas Card e UP Brasil, obtiveram liminares provisórias para suspender os efeitos do decreto. A Alelo, a maior do setor com cerca de 30% do mercado, também entrou com um pedido de tutela de urgência, mas a Justiça deferiu apenas parcialmente.

⇒ Leia a reportagem: Gigantes de vale-refeição travam batalha judicial contra novas regras do setor

Empresas como Alelo, Ticket e VR Benefícios questionam na Justiça novos limites para acordos de exclusividade e teto para as taxas, previstos em decreto; mercado de benefícios incentivado pelo Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) movimenta R$ 150 bilhões no país(Bloomberg/Nathalia Angarita)

No radar dos mercados

As ações globais operam em alta nesta sexta-feira (20), com investidores à espera dos dados do PIB do quarto trimestre dos EUA e do índice de inflação (PCE). O petróleo Brent segue negociado perto do maior nível em seis meses.ㅤ

- Caso Master. O ministro do STF André Mendonça ampliou o acesso da Polícia Federal à investigação do Master. A decisão permite oitivas, o compartilhamento de provas e mantém o material sob custódia da PF. A medida ocorre após suspeitas sobre a condução do caso e possíveis ligações de Dias Toffoli com Daniel Vorcaro.ㅤ

- Presidência do BCE. Christine Lagarde disse em entrevista ao Wall Street Journal que sua base de referência é permanecer na presidência do BCE até o fim do mandato. Ela disse que sua missão é garantir a estabilidade financeira. O Financial Times noticiou na quarta-feira que ela poderia deixar o cargo antes do prazo.

- Encontro Brasil-Índia. Os dois países procuram avançar em minerais críticos e inteligência artificial durante encontro entre o presidente Lula e o primeiro-ministro Narendra Modi em Nova Délhi. Eles têm buscado um modelo mais inclusivo e aberto de governança da IA, em meio à disputa tecnológica entre EUA e China.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (19/02): Dow Jones Industrials (-0,54%), S&P 500 (-0,28%), Nasdaq Composite (-0,31%), Stoxx 600 (-0,53%), Ibovespa (+1,35%).

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Destaques da Bloomberg Línea:

Natura vende unidade da Avon na Rússia e conclui simplificação das operações

Demora de controladores da Raízen pesou na perda de rating, segundo a Fitch

Ferrari deixa cargo de CEO da Oncoclínicas em meio a pressão de investidores, diz fonte

• Também é importante: ‘Don’t be fooled’: o alerta do Citi sobre a atividade econômica e o emprego no Brasil | Demanda do agro por hidrovias no Norte atrai fabricantes de motores e distribuidoras

• Opinião Bloomberg: Robôs vão às compras: IA transforma o e-commerce e impõe nova lógica ao varejo digital

• Para não ficar de fora: ‘Noruega turbinada’: o plano da Guiana para evitar ‘maldição’ do dinheiro do petróleo

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A estratégia da Movida para aumentar a base de clientes

19 de Fevereiro de 2026, 07:18

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Diante dos juros ainda elevados e as incertezas no Brasil e no mundo, a Movida tem adotado uma estratégia focada na expansão da base de clientes, mas sem abrir mão da rentabilidade.

Segundo o CEO, Gustavo Moscatelli, o plano da locadora de veículos inclui iniciativas para aprimorar a experiência em seus pontos de venda, em um movimento para aumentar a fidelização e expandir a oferta de serviços.

Nesse ambiente, o executivo avalia que a companhia deve crescer este ano, mas não em frota de veículos.

“Queremos expandir a nossa base de clientes, mas não a qualquer custo”, disse ele, em entrevista recente à Bloomberg Línea. Segundo ele, a empresa registrou neste ano o melhor mês de janeiro de sua história.

No consolidado de 2025, a Movida (MOVI3) conquistou 675.000 novos clientes (que nunca tinham usado o serviço da marca). Somando os consumidores que já utilizaram o serviço (recorrência), a companhia obteve um crescimento de 13% de sua base de clientes no ano passado, atingindo 1,33 milhão de aluguéis.

⇒ Leia a reportagem: Movida quer aumentar a base de clientes, mas ‘não a qualquer custo’, diz CEO

Loja da Movida: CEO Gustavo Moscatelli diz que a companhia deve crescer, mas não na frota (Foto: Divulgação)

No radar dos mercados

Os futuros das ações dos EUA operam sem direção única nesta quinta-feira (19), à medida que as preocupações com as perspectivas para a inteligência artificial voltam ao radar dos investidores. O Brent avançou e se manteve acima de US$ 70 o barril.

- Venda da Warner. Investidores apostam que a Warner pode receber ofertas mais altas por seu controle. A empresa reabriu as negociações com a Paramount após proposta revisada, apesar de já ter acordo com a Netflix. O mercado vê espaço para oferta perto de US$ 30, e o processo de venda segue aberto até 23 de fevereiro.

- Zuckerberg sob pressão. O CEO da Meta disse no Tribunal Superior de Los Angeles que é “muito difícil” impor limites de idade no Instagram e que adolescentes respondem por apenas 1% da receita da big tech. O julgamento apura possíveis danos à saúde mental atribuídos às redes sociais e pode abrir precedente.

- Futuro da 7-Eleven. A Seven & i, controladora da 7-Eleven, usa a Austrália como laboratório para testar a expansão global do modelo japonês baseado em alimentos frescos e conveniência. A meta é chegar a 1.000 lojas até 2030 e quase dobrar o Ebitda local. O sucesso pode abrir portas na Europa e na América Latina.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (18/02): Dow Jones Industrials (+0,26%), S&P 500 (+0,56%), Nasdaq Composite (+0,78%), Stoxx 600 (+1,19%), Ibovespa (-0,24%).

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Destaques da Bloomberg Línea:

Imóveis e obras de arte de Vorcaro na Flórida entram na mira de autoridades do Brasil

Buffett monta posição de US$ 351,7 milhões no New York Times e reduz na Amazon

Uber investe US$ 100 mi para construir estações de recarga de veículos autônomos nos EUA

• Também é importante: Menos Argentina, mais Brasil: bilionário aposta no país antes da alta de 17% do EWZ | Carrefour revê estratégia para Brasil, França e Espanha após vendas abaixo do esperado

• Opinião Bloomberg: Nova ordem comercial? Como o mundo reduziu sua dependência dos EUA em reação a tarifas

• Para não ficar de fora: Brasil vira peça-chave em virada estratégica de dupla de ex-Schroders na Neuberger

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O avanço de Brasil, Guiana e Argentina no petróleo

18 de Fevereiro de 2026, 08:14

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O crescimento da produção de petróleo no Brasil, na Guiana e na Argentina está reconfigurando o mapa energético da América Latina, impulsionado por desenvolvimentos de projetos offshore e não convencionais, em meio às oportunidades que se abrem na Venezuela.

Os três países — Brasil, Guiana e Argentina — tendem a consolidar sua liderança produtiva no médio prazo com fortes investimentos e a expansão de projetos petrolíferos importantes na América do Sul, de acordo com especialistas do setor.

“Argentina, Brasil e Guiana têm uma vantagem estrutural clara em comparação com os demais produtores de petróleo da região”, disse Theodore Kahn, diretor da equipe de Análise de Riscos Globais da empresa Control Risks, com sede em Bogotá, à Bloomberg Línea. “Isso se explica pelo fato de que os países concentram os ativos com maior capacidade produtiva no futuro.”

No caso do Brasil, o desempenho dos campos pré-sal é um destaque. Eles têm impulsionado o país a registrar níveis recordes de produção próximos a 4 milhões de barris por dia (bpd), o valor mais alto da região por ampla margem.

⇒ Leia a reportagem: Brasil, Guiana e Argentina avançam e se tornam a nova fronteira do petróleo na região

No Brasil, campos do pré-sal têm impulsionado o país a registrar níveis recordes de produção. (Foto: Dado Galdieri/Bloomberg)

No radar dos mercados

Os futuros das ações dos EUA operam em alta nesta quarta-feira (18), enquanto os investidores acompanham as recentes quedas do mercado após um período de forte volatilidade provocado pelas incertezas em torno da inteligência artificial. No Brasil, a bolsa volta a operar a partir das 13h após o feriado do carnaval.

- Liquidação do Pleno. O Banco Central decretou nesta quarta-feira (18) a liquidação extrajudicial do Banco Pleno, ligado ao ex-sócio do Banco Master Augusto Ferreira Lima. Segundo a autarquia, a decisão foi motivada pela deterioração da situação de liquidez e descumprimento de normas.

- Glencore mantém dividendos. A mineradora reportou ganhos de US$ 13,5 bilhões em 2025, recuo de 6% em relação ao ano passado, mas anunciou US$ 2 bilhões em distribuições aos acionistas, incluindo US$ 800 milhões adicionais apoiados na possível monetização da fatia na Bunge.

- Saída antecipada no BCE? Christine Lagarde planeja deixar a presidência do BCE antes do término de seu mandato de oito anos em outubro de 2027, segundo informações do Financial Times. Pablo Hernández de Cos, ex-presidente do BC espanhol, e o economista Klaas Knot são cotados para a sua substituição.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (17/02): Dow Jones Industrials (+0,07%), S&P 500 (+0,10%), Nasdaq Composite (+0,14%), Stoxx 600 (+0,45%), Ibovespa (--).

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Destaques da Bloomberg Línea:

Gestores veem Ibovespa acima dos 190 mil pontos até o fim do ano, diz pesquisa do BofA

Além do minério de ferro: BHP aposta no cobre, e metal já representa metade do lucro

Apple acelera o desenvolvimento de óculos, pingente e AirPods com IA, dizem fontes

• Também é importante: Kavak capta US$ 300 milhões em rodada liderada pela Andreessen Horowitz | Por que o mercado brasileiro ignora o jerez, vinho preferido de sommeliers e enófilos

• Opinião Bloomberg: Por que o pessimismo tem prevalecido no mercado de petróleo e derrubado os preços

• Para não ficar de fora: Líder da família Cisneros busca US$ 1 bi para reconstrução da Venezuela, dizem fontes

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A aposta em grandes eventos corporativos na Paulista

16 de Fevereiro de 2026, 07:12

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

Após anos fora do radar de feiras e grandes eventos corporativos, concentrados por décadas na zona norte e na zona sul, a região central de São Paulo volta a atrair investimentos.

Um aporte de R$ 22 milhões em um novo espaço na Avenida Paulista marca a tentativa de capturar a demanda por eventos corporativos e privados, de diferentes tamanhos, em regiões centrais da cidade.

A iniciativa é do grupo de empresários por trás do Parque Mirante, local de eventos no entorno do Allianz Park. Batizado de Jardim Nacional, o empreendimento combina dois espaços e expectativa de retorno em até três anos.

A tese de investimento parte de um diagnóstico do mercado dos investidores de que São Paulo carece de espaços capazes de acomodar formatos maiores e mais customizáveis.

“Faltam espaços de vão livre, com cerca de 1.000 metros quadrados e pé-direito alto. Para construir um espaço desse porte, o investimento é alto, e o mercado acaba indo para eventos menores”, afirmou Fernando Ximenes, sócio do grupo ao lado de Thiago Armentano e Thomaz Rothmann, em entrevista à Bloomberg Línea.

⇒ Leia a reportagem: Como este grupo aposta em levar grandes eventos corporativos para a avenida Paulista

Para empresários, faltam espaços de vão livre para eventos na cidade. (Foto: Tuane Fernandes/Bloomberg)

No radar dos mercados

As ações internacionais subiram na manhã desta segunda-feira, e na Europa os ganhos foram liderados pelas ações do setor bancário. As bolsas tiveram ganhos depois que dados benignos de inflação dos EUA reforçaram as expectativas de que o Federal Reserve cortará as taxas de juros neste ano.

- Aposta da Blackstone em IA. A gestora de ativos alternativos planeja fazer um investimento em ações de até US$ 600 milhões na Neysa, empresa indiana de inteligência artificial em nuvem, que projeta implantar mais de 20.000 unidades de processamento gráfico na Índia para treinamento de IA.

- M&A de US$ 8 bi na Austrália. Um grupo liderado pela Macquarie Asset Management comprará a Qube Holdings em um negócio no valor de cerca de US$ 8,3 bilhões. Com a aquisição, empresa australiana vai acrescentar uma operadora de portos e ferrovias à sua vasta gama de ativos de infraestrutura.

- Alibaba avança contra DeepSeek. A gigante de tecnologia da China revelou uma grande atualização de seu principal modelo de IA, o Qwen, acelerando uma corrida contra a próxima plataforma do DeepSeek. A mais recente versão do Qwen foi projetada para entender entradas de texto, foto e vídeo.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

Os mercados nesta segunda-feira (16)
🔘 As bolsas na sexta-feira (13/02): Dow Jones Industrials (+0,10%), S&P 500 (+0,05%), Nasdaq Composite (-0,22%), Stoxx 600 (-0,13%), Ibovespa (-0,69%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

BRZ rescinde acordo de ‘IPO reverso’ que poderia colocar nova incorporadora na bolsa

Nova disputa? Warner avalia reabrir negociações com a Paramount, dizem fontes

‘Risco IA’ rouba a cena em temporada de balanços nos EUA apesar de aumento dos lucros

• Também é importante: Lucas Pinheiro Braathen: ouro histórico vira vitrine global da grife Moncler Grenoble | Grupo com 13 restaurantes aposta em cortes nobres para crescer fora da Faria Lima

• Opinião Bloomberg: Por que a inteligência artificial pode ser transformadora e uma bolha ao mesmo tempo

• Para não ficar de fora: Fuga de bilionários da Califórnia aquece o mercado de imóveis de luxo em Miami

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Dasa faz seu maior investimento

13 de Fevereiro de 2026, 07:13

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

A Dasa decidiu executar o que descreve como o seu maior investimento já realizado, para a renovação e a modernização de 18 Núcleos Técnico-Operacionais (NTOs) espalhados pelo país, em informação antecipada à Bloomberg Línea.

O investimento - de valor ainda não revelado - demandou o que é considerado uma das maiores concorrências do setor nos últimos anos e resultou na escolha de empresas globais como Roche e Abbott, entre outras, como fornecedoras de equipamentos e tecnologia em contratos de longo prazo.

Ao mesmo tempo, reflete o novo momento da companhia controlada pela família Bueno e liderada pelo CEO Rafael Lucchesi, com foco em medicina diagnóstica e a volta de uma agenda de crescimento, após anos em que um plano para conter e reduzir o endividamento e a alavancagem predominou na pauta.

“Nunca havíamos feito um investimento desse tamanho antes. A expectativa é gerar valor no futuro, por pelo menos sete anos a dez anos em um nível muito elevado”, disse Leonardo Vedolin, vice-presidente Médico e Produção da Dasa, em entrevista à Bloomberg Línea, citando tanto ganho de escala como de inovação.

⇒ Leia a reportagem: Dasa faz o seu maior investimento em equipamentos de olho em próximo salto de expansão

Núcleo Técnico-Operacional da Dasa: investimento sem precedente para modernização de parque com 18 unidades em todo o país (Foto: Divulgação)

No radar dos mercados

As ações globais operam sem direção única nesta sexta-feira (13), enquanto investidores aguardam a divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI) dos EUA, que pode recalibrar as expectativas sobre os próximos passos do Fed.

- Prejuízo da Raízen cresce 6 vezes.A companhia registrou prejuízo de R$ 15,6 bilhões no 3º trimestre da safra 2025/26, pressionada por uma baixa contábil de R$ 11,1 bilhões. A alavancagem subiu para 5,3 vezes o Ebitda e a receita caiu 9,7%, apesar da melhora na margem da distribuição de combustíveis.

- Recall de fórmula infantil.A Nestlé aumentou a produção de fórmulas infantis na Europa, com cinco fábricas operando 24 horas por dia, após um recall global ligado à contaminação por cereulida ter atingido mais de 60 países. A crise, que também envolve a Danone e a Lactalis, tem pressionado as ações das empresas.

- Índia e Brasil dão impulso ao Airbnb.A plataforma de hospedagem projetou receita acima do previsto para o próximo trimestre, com impulso do modelo “reserve agora, pague depois”. As reservas cresceram quase 10%, com destaque para Índia e Brasil. Apesar do guidance otimista, o lucro por ação ficou abaixo do esperado.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (12/02): Dow Jones Industrials (-1,34%), S&P 500 (-1,57%), Nasdaq Composite (-2,04%), Stoxx 600 (-0,59%), Ibovespa (-1,02%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

Para CEO da Siemens, IA é mais um reforço do que uma ameaça ao software industrial

Vale tem lucro de US$ 1,9 bi em 2025, com baixa contábil de US$ 3,5 bi no Canadá

Toffoli se afasta de caso do Master no STF sob pressão por conexões com Vorcaro

• Também é importante: Anthropic capta US$ 30 bi em megarodada após abalar mercados com novo modelo de IA | Não é só o hotel: Civitatis foca em personalização e quer planejar viagens completas

• Opinião Bloomberg: ‘Esqueceram de mim’: Cuba se vê cada vez mais isolada e sem saída ante pressão dos EUA

• Para não ficar de fora: Waymo quadruplica corridas em robotaxis e mira 1 milhão de viagens semanais, diz co-CEO

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A liderança de Marquinhos Molina na MBRF

12 de Fevereiro de 2026, 06:50

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

Marcos Molina comprou o seu primeiro frigorífico, o Bataguassu, em Mato Grosso do Sul, aos 30 anos. Foi um passo decisivo para o início da construção de um império empresarial que veio a se tornar um dos maiores grupos de proteína animal do mundo, a Marfrig, rebatizada de MBRF com a incorporação da BRF.

Com essa mesma idade, seu primogênito, Marcos Fernando Marçal dos Santos, mais conhecido como Marquinhos Molina, hoje comanda a Sadia Halal, considerada um dos principais vetores de expansão da companhia no Oriente Médio, região que aparece cada vez mais no foco estratégico das empresas do setor.

“O meu jeito de fazer as coisas é um mix: um pouco do perfil do meu pai com o perfil da minha mãe. Porque eu sempre, desde pequeno, estive com eles para todo lado no crescimento da empresa”, disse Marquinhos Molina à Bloomberg Línea, em rara entrevista concedida - assim como o pai, low profile no trato com a imprensa.

Se a sucessão é um desafio para muitos grupos empresariais no Brasil e no mundo, dado o não raro desejo da segunda geração em seguir outros caminhos, esse não parece ser definitivamente o caso da MBRF e da família Molina.

A sua missão atual, confiada pelo pai, já carrega o peso da responsabilidade.

⇒ Leia a reportagem: Do chão de fábrica à Sadia Halal: a liderança de Marquinhos Molina no Oriente Médio

Marquinhos Molina ao lado do pai, Marcos Molina, em evento com lideranças sauditas no Oriente Médio: jeito próprio de fazer negócios na região

No radar dos mercados

As ações internacionais subiram no início desta quinta-feira (12) com uma série de balanços com resultados acima do esperado de empresas, enquanto os futuros dos EUA também apontaram para ganhos em Wall Street.

- M&A cria gigante de gestão. A Nuveen anunciou a compra da Schroders por US$ 13,5 bilhões, o que cria uma das maiores gestoras de ativos do mundo, com quase US$ 2,5 trilhões. A marca Schroders será mantida, mas a mudança põe fim a mais de dois séculos de independência da maior gestora de ativos autônoma do Reino Unido.

- Reforma de Milei avança. O Senado da Argentina aprovou o projeto de reforma trabalhista assinado pelo presidente Javier Milei, um passo importante para a ambiciosa agenda do libertário que poderia reduzir o risco soberano da Argentina e apoiar o retorno de seu governo aos mercados internacionais.

- Troca de CEO na Sanofi. A farmacêutica substituiu abruptamente o CEO Paul Hudson depois que um aumento massivo nos gastos com pesquisa não produziu resultados rápidos. Belén Garijo, da Merck, foi nomeada para sucedê-lo.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

Os mercados nesta quinta-feira (12)
🔘 As bolsas ontem (11/02): Dow Jones Industrials (-0,13%), S&P 500 (-0,01%), Nasdaq Composite (-0,16%), Stoxx 600 (+0,10%), Ibovespa (+2,03%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

BB tem lucro acima do esperado no 4º tri e adota projeção ‘conservadora’ no crédito

Assaí e Mercado Livre fecham acordo para expandir vendas online de supermercado

Agibank estreia após primeiro IPO de empresa brasileira na NYSE desde o Nubank

• Também é importante: Mercado de capitais deverá ter primeiro semestre ‘intenso’, diz Marangon, do Citi | Novo CEO da Kraft Heinz coloca cisão de negócios em ‘stand by’ e foca em crescimento

• Opinião Bloomberg: 800 milhões de jovens em idade ativa: mundo pode escolher entre produção ou crises

• Para não ficar de fora: Beats e Xeque Mate? Importadora aposta em vinho rosé como ‘febre’ no Carnaval

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Lenovo quer descolar do mercado no Brasil

11 de Fevereiro de 2026, 07:44

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

A Lenovo planeja crescer no Brasil neste ano de 2026 mesmo diante de um cenário adverso para o mercado de PCs, com uma aposta na demanda corporativa por equipamentos com inteligência artificial embarcada e na expansão de serviços.

“A expectativa é que o mercado como um todo fique estável. Nós queremos crescer mais que o mercado”, disse Ricardo Bloj, Country Manager para o Brasil da Lenovo, à Bloomberg Línea, sem abrir metas específicas.

Em 2025, a fabricante chinesa registrou expansão de 14,5% nas vendas globais, na liderança com 24,9% do mercado de computadores, incluindo desktops, notebooks e workstations, seguida por HP e Dell, segundo dados do IDC.

A estratégia da Lenovo para 2026 para o Brasil e para a América Latina como um todo está centrada em três pilares: equipamentos corporativos com IA, expansão de serviços avançados e o lançamento global da Qira, assistente pessoal baseado em IA que integra diferentes dispositivos da marca e que chegará ao país.

⇒ Leia a reportagem: Para descolar do mercado, Lenovo aposta em foco em IA, empresas e serviços no Brasil

Ricardo Bloj, Country Manager da Lenovo para o Brasil: plano para crescer em 2026 acima da média do mercado

No radar dos mercados

Os futuros das ações dos EUA operam em alta nesta quarta-feira (11), enquanto investidores aguardam os dados do payroll de janeiro, que podem reforçar as expectativas de novos cortes de juros pelo Fed.

- Cortes na Heineken.A companhia anunciou que vai demitir de 5 mil a 6 mil trabalhadores, cerca de 7% de sua força global, diante da queda na demanda por cerveja em meio a preços mais altos e consumo mais moderado. Os cortes ocorrem em meio à transição de liderança, com a saída do CEO Dolf van den Brink.

- Raízen sob escrutínio de credores.Investidores com títulos da produtora brasileira de açúcar e etanol formaram um comitê de credores e contrataram assessoria jurídica, segundo disseram fontes àBloomberg News. Nos últimos dias, a empresa sofreu rebaixamentos que a derrubaram do grau de investimento.

- Emissão de bonds da Disney.A gigante do entretenimento captou US$ 4 bilhões em sua primeira emissão de títulos desde 2020. Os recursos devem reforçar a liquidez, pagar dívidas que vencem este ano e apoiar investimentos estratégicos, incluindo um plano de US$ 60 bilhões para a divisão de parques e cruzeiros.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (10/02): Dow Jones Industrials (+0,10%), S&P 500 (-0,33%), Nasdaq Composite (-0,59%), Stoxx 600 (-0,07%), Ibovespa (-0,17%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

Venda de títulos de Raízen eCSN reacende temor sobre dívida corporativa no país

Com dólar fraco, Suzano planeja manter produção abaixo da capacidade em 2026, diz CEO

‘Não muda a rota’, diz head da DSM-Firmenich após venda de divisão de saúde animal

• Também é importante: Alphabet planeja vender raro título com vencimento em 100 anos para financiar IA | Líder de mercado, Alelo sofre revés judicial em disputa sobre benefícios corporativos

• Opinião Bloomberg: Se ignorar custos de desastres naturais, Fed de Kevin Warsh vai negligenciar inflação

• Para não ficar de fora: Ouro pode atingir US$ 6.000 a onça no fim do ano diante de demanda, diz BNP

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PMEs na mira de Benchimol, Street e Vélez

10 de Fevereiro de 2026, 07:33

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Três dos maiores nomes do empreendedorismo no Brasil nas últimas décadas — Guilherme Benchimol (XP), André Street (Stone) e David Vélez (Nubank) — decidiram se unir em um novo projeto: destravar o crescimento de pequenas e médias empresas que já sobreviveram à fase inicial, mas estagnaram.

O resultado dessa união é o Instituto B55, apresentado nesta terça-feira (10), com lançamento do primeiro produto em 5 de março.

“O Brasil é o segundo país do mundo em potencial empreendedor, mas 70% das empresas estão estagnadas. Elas não crescem, andam de lado e, eventualmente, fecham as portas”, disse Cristhiano Faé, CEO do B55, à Bloomberg Línea.

Faé definiu o B55 como um ecossistema focado em “execução bem feita”. A “força gravitacional” do B55 não está apenas no conteúdo dos cursos mas também no poder de conexões e agendas de contatos - entre os nomes confirmados para dar aulas e mentorias estão Jorge Paulo Lemann, David Feffer, Fabricio Bloisi, Mariano Gomide e Pedro Franceschi e Henrique Dubugras.

“Nós temos uma complementaridade muito forte de trazer conhecimento aplicado, método e, talvez, o ingrediente principal desse processo, que é o que sempre falamos aqui: uma conversa às vezes muda o jogo”, disse Faé.

⇒ Leia a reportagem: Benchimol, Street e Vélez se unem para destravar crescimento de PMEs brasileiras

Guilherme Benchimol (XP), André Street (Stone) e David Vélez (Nubank), com Cristhiano Faé, lançam instituto para apoiar o crescimento de PMEs

No radar dos mercados

Os futuros de ações dos EUA operam em leve alta nesta terça-feira (10), à medida que os investidores aguardam a divulgação de dados da economia americana ao longo da semana, com início pelas vendas no varejo.

- Montadoras tentam reaver tarifas. A BYD entrou com uma ação nos EUA para reaver tarifas de importação pagas durante o governo Donald Trump. O caso se soma a mais de mil empresas que buscam reembolso enquanto a Suprema Corte americana ainda decide sobre a legalidade das taxas.

- Vendas da Gucci superam estimativas. As vendas da marca caíram 10% no quarto trimestre, menos do que o esperado por analistas, enquanto o lucro operacional da marca superou as estimativas. O desempenho deu impulso às ações da Kering, que chegaram a subir 14% nesta manhã em Paris.

- Ativos da Raízen na mira da Mercuria. A multinacional suíça está perto de comprar uma refinaria e centenas de postos de combustível da companhia brasileira na Argentina, em um negócio que pode ser avaliado em mais de US$ 1 bilhão, segundo disseram fontes à Bloomberg News.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (09/02): Dow Jones Industrials (+0,04%), S&P 500 (+0,42%), Nasdaq Composite (+0,90%), Stoxx 600 (+0,69%), Ibovespa (+1,80%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

Raízen perde grau de investimento e contrata Alvarez & Marsal como assessor financeiro

Daycoval acelera captação de clientes para corretora de olho em diversificação

Apelo de Warsh por acordo Fed-Tesouro abala mercado de títulos dos EUA

• Também é importante: BTG Pactual consolida crédito corporativo como motor de expansão em ano de recordes | Negócio de US$ 5,8 bilhões cria a maior empresa de plataformas de petróleo do mundo

• Opinião Bloomberg: Mentalidade de rebanho? Como novos modelos de IA generativa afetam mercado financeiro

• Para não ficar de fora: De Marte à Lua: Musk muda foco da SpaceX para acelerar planos de exploração espacial

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A equação do café para a WeWork

9 de Fevereiro de 2026, 07:18

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Com 70 edifícios sob gestão na América Latina, dos quais 28 somente no Brasil, em um momento em que cresce a concorrência por escritórios de alto padrão, a WeWork tem priorizado cada vez mais a estratégia de retenção de clientes. E isso passa por “detalhes” que vão até a qualidade do café servido.

“Poderíamos negociar um volume expressivo de café para a região, mas dessa forma não atenderíamos às preferências locais”, afirmou o presidente da WeWork para a América Latina, Claudio Hidalgo, em entrevista à Bloomberg Línea.

“Com a nossa escala, tiramos vantagem de tudo o que não está relacionado à experiência do usuário. O café é muito importante e deixamos essa escolha ser feita localmente.”

A Area Director da WeWork Brasil, Estefania Barbosa, explicou que o café coado é adotado no país por ser uma preferência dos membros locais, diferentemente do México, por exemplo, em que o preferido é o espresso.

Em outra iniciativa, a Oakberry e a Starbucks - de novo o café na proposta de valor - instalaram operação de venda em um dos endereços da WeWork na avenida Paulista, em São Paulo - e isso será levado para outras unidades.

⇒ Leia a reportagem: De café coado a Starbucks: a equação da WeWork para atender clientes no Brasil

Signage is seen at the entrance of the WeWork Cos Inc. 85 Broad Street offices in the Manhattan borough of New York, U.S., on Wednesday, May 22, 2019. WeWork has become the biggest private office tenant in London, Manhattan and Washington on its way to 425 office locations in 36 countries overall.

No radar dos mercados

Ações globais oscilam sem direção única nesta segunda-feira (9), após reguladores chineses pedirem aos bancos que reduzam suas posições em títulos do governo dos EUA.

- BTG Pactual tem desempenho recorde.O banco reportou lucro líquido de R$ 16,7 bilhões no acumulado de 2025, crescimento de 35% em relação ao período anterior. O ROAE ajustado alcançou 26,9% com impulso das áreas de Investment Banking, Corporate Lending, Sales & Trading e Wealth/Asset Management.

- DSM-Firmenich vende divisão.O grupo holandês concordou em vender seu negócio de nutrição e saúde animal para a CVC Capital Partners por um enterprise value de cerca de € 2,2 bilhões. A dona da Tortuga no Brasil informou que manterá 20% de participação nos negócios mesmo após a transação.

- Expansão de data centers na Austrália.A startup Firmus obteve um empréstimo de US$ 10 bilhões de um grupo que inclui fundos liderados pela Blackstone, em uma das maiores operações privadas de crédito da Austrália, para acelerar a expansão de seus data centers. A companhia busca aumentar a capacidade instalada até 2028.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas na sexta-feira (06/02): Dow Jones Industrials (+2,47%), S&P 500 (+1,97%), Nasdaq Composite (+2,18%), Stoxx 600 (+0,89%), Ibovespa (+0,45%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

BYD perde US$ 60 bi em valor de mercado e aponta desafios crescentes do setor na China

JBS investe US$ 150 mi na produção de carnes em Omã e amplia atuação no Oriente Médio

Super Bowl: autoridade que construímos na NFL é ativo valioso, diz head na Disney

• Também é importante: Segunda casa: como o Rubaiyat se tornou uma rede sem abrir mão da hospitalidade | Do Super Bowl a cereais: como a Ferrero quer dominar o café da manhã nos EUA

• Opinião Bloomberg: Escolha do novo CEO da Disney foi bem-recebida, mas é cercada de desafios

• Para não ficar de fora: Cuba começa a fechar resorts diante de falta de combustível da Venezuela

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It’s showtime: os milhões da School of Rock

6 de Fevereiro de 2026, 07:26

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Aos 10 anos de idade, Daniel Papariello já tocou guitarra em tantos shows de rock e com tanta desenvoltura, que seu pai, Bruno Papariello, certa vez ouviu que ele era “a alma da banda”.

Essa experiência com o rock ‘n roll que Daniel alcançou tão cedo é parte da formação oferecida pela School of Rock, uma escola de música inspirada no sucesso de Hollywood estrelado por Jack Black que se espalhou pelo mundo.

A operação dedicada a Brasil, Portugal e Espanha faturou mais R$ 100 milhões no ano passado, com cerca de 10.000 alunos.

O modelo nasceu nos Estados Unidos e se popularizou em diferentes países a partir da metodologia de colocar alunos no palco desde cedo, o que aumenta o engajamento e a recorrência dos alunos, que incluem até executivos.

“O foco é o show”, disse Paulo Sérgio Portela Santos, CEO da School of Rock Brasil, Portugal e Espanha em entrevista à Bloomberg Línea. “A School existe para dar shows e experiências de palco para os seus alunos.”

⇒ Leia a reportagem: Hora do show: como a escola do rock se tornou um negócio de R$ 100 milhões

A experiência no palco em shows é um dos principais atrativos do modelo de ensino e de negócios da School of Rock (Foto: Divulgação)

No radar dos mercados

As ações dos EUA operam em alta nesta sexta-feira (6), após temores sobre o impacto da inteligência artificial e os custos elevados associados à tecnologia terem levado a uma onda de sell-off nos mercados nos últimos dias.

- Mudanças no comando da Toyota. A montadora japonesa nomeou o CFO Kenta Kon como novo CEO a partir de 1º de abril. Koji Sato, que estava no comando, passa a ocupar os cargos de vice-presidente e diretor industrial, em meio à pressão de tarifas dos EUA e maior concorrência chinesa.

- Plano de US$ 200 bi da Amazon. Os papéis da empresa caíram 9% após o anúncio de planos para investir US$ 200 bilhões em 2026 com foco em infraestrutura de IA. Além da perspectiva, o guidance para o lucro operacional ficou abaixo das estimativas. No acumulado do ano, os papéis recuaram 3,5%.

- Dívida emergente segue atrativa. Para a gestora francesa Carmignac, os investidores deveriam pensar duas vezes antes de vender títulos da dívida de mercados emergentes. Segundo a Carmignac, países como Brasil, Colômbia e Turquia ainda oferecem retornos atrativos.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (05/02): Dow Jones Industrials (+1,2%), S&P 500 (-1,23%), Nasdaq Composite (-1,59%), Stoxx 600 (-1,05%), Ibovespa (+0,23%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

B3 vê retomada de ofertas de ações e espaço para destravar valor com negócio de dados

Legacy espera piora no cenário local e está quase ‘zerada’ na bolsa, diz Felipe Guerra

Itaú retorna 23% ao ano ao acionista em cinco anos. E é sustentável, diz CEO

• Também é importante: De João Fonseca a Bortoleto: a aposta do Mercado Livre em novos ídolos do esporte| ‘Espiral da morte’: investidor que previu crise de 2008 alerta para queda do bitcoin

• Opinião Bloomberg: Moltbook: rede social de robôs tem incitação a crimes e expõe manejo imprudente da IA

• Para não ficar de fora: Homem mais rico da Colômbia mira a Venezuela para ampliar fortuna de US$ 35 bilhões

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O plano de consolidação da Automob em concessionárias

5 de Fevereiro de 2026, 07:24

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

Depois de acumular quase 200 lojas de veículos leves e pesados, a Automob quer transformar o negócio de concessionárias no Brasil com uma estratégia baseada em geração de valor com ganho de escala e eficiência e consolidação.

De acordo com o CEO, Sebastian Los, o mercado tem se tornado cada vez mais disputado, principalmente com o avanço de marcas chinesas, e as montadoras tradicionais têm buscado se reinventar e oferecer boas propostas ao consumidor.

Segundo Los, a companhia controlada do grupo Simpar já possui um portfólio diversificado de lojas e marcas, o que confere resiliência.

Mas ainda existem oportunidades de novas aquisições, dado que que 80% das concessionárias do mercado são controladas por pequenos grupos.

“O mercado vai ficar extremamente competitivo. A nossa estratégia de longo prazo é ser o grande consolidador do segmento”, disse Los à Bloomberg Línea.

⇒ Leia a reportagem: Império das concessionárias: Automob vê oportunidades para consolidação, diz CEO

Concessionária da Automob: empresa trabalha atualmente com 38 marcas de veículos leves, pesados e de máquinas de construção e agrícolas (Foto: Divulgação)

No radar dos mercados

Os futuros dos EUA operavam próximos da estabilidade nesta quarta-feira (4), depois de um sell-off global em ações mais expostas a inteligência artificial. O ouro, por sua vez, voltou a superar o patamar de US$ 5.000 a onça.*

- Boeing faz ajustes. A companhia estudar cortar cerca de 300 vagas na cadeia de suprimentos da divisão de defesa e deve notificar os funcionários ainda nesta semana, segundo disseram fontes àBloomberg News. As mudanças ocorrem enquanto a empresa segue contratando em outras áreas.

- HSBC privilegia desempenho.O banco avalia pagar pouco ou nenhum bônus para alguns de seus funcionários para reforçar uma cultura mais dura de remuneração atrelada ao desempenho, segundo disseram fontes àBloomberg News. A medida deve atingir áreas do banco de investimento e de gestão de patrimônio.

- Desaceleração no horizonte da Pandora.A rede de joalherias dinamarquesa prevê que as vendas orgânicas cresçam até 2% na melhor das hipóteses ou diminuam até 1% em caso contrário, o que ficou aquém da expectativa de analistas. A empresa tem buscado produzir mais joias banhadas e tenta estabilizar margens.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (04/02): Dow Jones Industrials (+0,53%), S&P 500 (-0,51%), Nasdaq Composite (-1,51%), Stoxx 600 (+1,03%), Ibovespa (-2,14%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

Crise na Raízen: empresa estuda reestruturar dívida com ‘haircut’, dizem fontes

Hering e Arezzo&Co juntas: Azzas 2154 unifica unidades e mira geração de valor

Lucro do Itaú sobe 13,2% no 4º trimestre e banco projeta expansão no crédito

• Também é importante: Fim do tabu? Milei desafia trauma e propõe liberar crédito em dólar na Argentina| De Morgan Stanley a BBA: bancos prevêem retomada de oferta de ações no Brasil

• Opinião Bloomberg: Menos ideologia, mais pragmatismo: América Latina se une em resposta à Doutrina Monroe

• Para não ficar de fora: Na adolescência, ele era chamado de ‘chefe’. Agora assumirá como CEO da Disney

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A aposta da LG no mercado corporativo

4 de Fevereiro de 2026, 07:31

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

Reconhecida por produtos para casa e pela comunicação com o consumidor final, a LG tem avançado quase que silenciosamente em outro mercado: o corporativo.

A divisão já representa o equivalente a 15% de todo o faturamento que a companhia global obtém no Brasil, o seu terceiro maior mercado no mundo, atrás apenas de Estados Unidos e Coréia do Sul, o seu país-sede.

No cenário mais “tímido” para os próximos anos, a companhia espera que a vertical dobre de tamanho em termos relativos, ou seja, chegue a 30% das receitas totais.

Os olhos de Daniel Song, presidente da operação brasileira desde janeiro de 2023 e para a América Latina desde 2024, brilham muito mais, porém, para outro número: o equivalente a 50% das receitas até 2030.

“O brasileiro lembra da LG, geralmente, pelos televisores, por equipamentos de áudio e pela máquina de lava e seca”, afirmou Song em entrevista à Bloomberg Línea.

“Mas nós procuramos aproveitar bastante o negócio corporativo, que tem uma velocidade de crescimento maior do que o B2C. As empresas estão fazendo mais investimentos e nós vemos mais espaços para crescer.”

⇒ Leia a reportagem: Como o mercado corporativo se tornou a grande aposta da LG para crescer no Brasil

LG vê espaço para mercado corporativo chegar a até 50% da receita no Brasil até 2030 (Foto: Divulgação)

No radar dos mercados

Os futuros dos EUA operavam próximos da estabilidade nesta quarta-feira (4), depois de um sell-off global em ações mais expostas a inteligência artificial. O ouro, por sua vez, voltou a superar o patamar de US$ 5.000 a onça.*

- Rodada de investimentos na OpenAI. A Nvidia está perto de fechar um acordo para investir US$ 20 bilhões na OpenAI, segundo pessoas familiarizadas com o assunto que falaram à Bloomberg News. A desenvolvedora do ChatGPT também tem discutido aportes com a Amazon e o SoftBank.

- Fusão Netflix-Warner. O CEO da Paramount Skydance, David Ellison, recusou um convite para testemunhar em uma audiência antitruste no Senado americano sobre a fusão entre a Netflix e a Warner. Ele disse, em carta ao senador Cory Booker, que não seria útil depor, já que a Warner rejeitou suas ofertas.

- Novo Nordisk projeta queda nas vendas. A farmacêutica dinamarquesa projetou um recuo de cerca de 13% nas vendas neste ano e citou a guerra de preços em medicamentos para obesidade e pressão do governo dos EUA. Após a divulgação do guidance, as ações da empresa caíram cerca de 20% em Copenhague.

*Gráfico não publicado por motivos técnicos.

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Destaques da Bloomberg Línea:

Santander Brasil tem lucro em linha com projeção no 4º tri e rentabilidade de 17,6%

ETFs de emergentes já atraíram US$ 25 bi neste ano com redução da aposta nos EUA

Haddad sugere a Lula nomes de Guilherme Mello e Tiago Cavalcanti para Banco Central

• Também é importante: Bio Ritmo expande para novos países em LatAm de olho em cliente de alta renda | Claudio Ferraz deixa BTG Pactual após 25 anos e assume como economista da Galapagos

• Opinião Bloomberg: Como data centers podem deixar de ser problema ambiental para virar solução sustentável

• Para não ficar de fora: Kings League, de Piqué, capta US$ 63 milhões para tentar conquistar a Geração Z

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Como o Itaú vai de GenAI a jornada híbrida

3 de Fevereiro de 2026, 07:10

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

A cada seis meses, integrantes do Comitê Executivo e do conselho de administração do Itaú Unibanco debatem se o modelo de jornada de trabalho vigente está adequado ou se mudanças devem ser adotadas.

Eventuais alterações são comunicadas em lives do CEO do Itaú, Milton Maluhy Filho, aos quase cem mil colaboradores do maior banco do Brasil.

O modelo atual é, na verdade, uma combinação de três modelos: 100% presencial, híbrido com oito dias por mês no escritório - equivalente, portanto, a dois dias por semana - e 100% remoto, para um número limitado de casos.

“Por enquanto, avaliamos que está funcionando bem: os resultados do banco têm sido bons e a evolução da cultura também vai bem”, disse o VP de Pessoas, Marketing e Comunicação do Itaú, Sergio Fajerman, à Bloomberg Línea.

O modelo de jornada de trabalho, destacou o executivo, representa um aspecto de como o banco tem buscado preparar seus profissionais, alinhados não somente aos pilares de cultura mas também preparados para responder ao avanço da tecnologia e, em particular, da inteligência artificial generativa.

⇒ Leia a reportagem: De uso de GenIA a jornada híbrida: como o Itaú se adapta a novos modelos, segundo VP

Itaú tem buscado incorporar cada vez mais novas tecnologias na interface com o cliente e dentro da organização (Foto: Any Duarte/Web Summit/Divulgação)

No radar dos mercados

As ações europeias operavam em alta nesta terça-feira (3), enquanto o futuro do S&P 500 indicava uma nova máxima, com a diminuição da volatilidade dos preços de metais preciosos.

- Trump corta tarifas da Índia. O presidente americano disse que vai reduzir as tarifas sobre produtos indianos em troca de a Índia parar de comprar petróleo russo, após acordo com o premiê do país Narendra Modi. Trump afirmou nas redes sociais que reduziria uma taxa dos EUA sobre produtos indianos de 25% para 18%.

- Menos descontos no delivery chinês. Redes de restaurantes e cafés buscam elevar os preços no delivery após o principal órgão antitruste da China ter investigado sobre as práticas de concorrência no setor de delivery no mês passado. KFC, Cotti e Luckin reduziram promoções e buscam recuperar margens.

- Nintendo sob efeito de tarifas e custos. O lucro da companhia cresceu 23% no último trimestre, aquém do esperado, pressionado por tarifas dos EUA sobre o Switch 2 e pelo avanço dos custos de componentes. As vendas do console, porém, somaram 7 milhões de unidades no trimestre, acima das expectativas.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (02/02): Dow Jones Industrials (+1,05%), S&P 500 (+0,54%), Nasdaq Composite (+0,56%), Stoxx 600 (+1,03%), Ibovespa (+0,79%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

Family offices querem priorizar IA, mas peso no portfólio é limitado, diz J.P. Morgan

Privatização da Copasa atrai interesse de Sabesp, Aegea, Perfin e Veolia, dizem fontes

Fictor quase comprou o Banco Master há três meses. Agora pede recuperação judicial

• Também é importante: Musk promove fusão de SpaceX com xAI e cria empresa com valuation de US$ 1,25 tri | A evolução da corrida no Brasil: mais feminina, jovem e de classe C, aponta estudo

• Opinião Bloomberg: Alcançar as mudanças que Kevin Warsh busca no Fed exigirá tempo, habilidade e esforço

• Para não ficar de fora: Imigração deve ser desmistificada e mostrada com escolhas e custos, diz especialista

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A pressão no mercado de escritórios em SP

2 de Fevereiro de 2026, 07:17

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

Com a política de trabalho presencial cada vez mais consolidada, a vacância (espaço vago) em escritórios de alto padrão da cidade de São Paulo atingiu níveis do período pré-pandemia. Isso significa o aumento da disputa pelas áreas mais cobiçadas e, como efeito subsequente, pressiona os valores de locação para cima.

Segundo levantamento da consultoria global JLL, a taxa de vacância média em escritórios de alto padrão (A e AA) de São Paulo atingiu 14,7% no encerramento de 2025. Em algumas regiões, esse patamar foi ainda mais baixo, como na chamada Nova Faria Lima (6%) e na Avenida Paulista (4%).

“À medida que empresas chamam os funcionários integralmente de volta ao escritório, isso gera necessidade praticamente imediata de mais área”, disse a diretora de locações da JLL, Yara Matsuyama, à Bloomberg Línea.

Os maiores preços pedidos em 2025 foram registrados, mais uma vez, na Nova Faria Lima, com média de R$ 303 por metro quadrado. Matsuyama destacou que, em alguns casos, os preços chegaram a R$ 350/metro quadrado na região.

⇒ Leia a reportagem: Da Faria Lima à Paulista: retorno ao presencial pressiona valores de locação em SP

A região da avenida Paulista está com a menor taxa de vacância entre os principais mercados de escritórios da cidade, segundo a JLL (Foto: Tuane Fernandes/Bloomberg)

No radar dos mercados

As ações globais operam em queda nesta segunda-feira (2), à medida que o sell-off do ouro e da prata intensificou a fuga de ativos considerados mais arriscados.

- Sucessão na Disney. O conselho da Walt Disney se prepara para votar pela promoção de Josh D’Amaro a CEO, em um movimento que busca encerrar um processo de sucessão que se arrasta há três anos. Caso seja confirmado, o executivo, que lidera a divisão de parques, assumirá o comando no lugar de Bob Iger.

- Eleições na Costa Rica. A candidata do partido governista, Laura Fernández, venceu as eleições no primeiro turno com uma agenda de repressão ao crime, em meio à escalada da violência ligada ao tráfico de drogas. Ela também prometeu penas mais severas, reformas no Judiciário e maior cooperação com os EUA.

- Oracle vai ao mercado. A big tech planeja captar entre US$ 45 bilhões e US$ 50 bilhões em dívida e ações para expandir sua infraestrutura de nuvem e atender à demanda ligada à inteligência artificial. A aposta é que o financiamento sustente contratos com grandes clientes, como OpenAI, Nvidia e Meta.

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🔘 As bolsas na sexta-feira (30/01): Dow Jones Industrials (-0,36%), S&P 500 (-0,43%), Nasdaq Composite (-0,94%), Stoxx 600 (+0,64%), Ibovespa (-0,97%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

De empurrador de carrinhos a CEO: a ascensão e os desafios do novo líder do Walmart

Em Londres, demanda do turismo impulsiona a conversão de escritórios em hotéis

Ouro e prata: onda especulativa da China preparou terreno para queda histórica

• Também é importante: Da dívida às estrelas Michelin: o turnaround de Luiz Filipe Souza no premiado Evvai | De liga global a escolas em todo o país: os planos da STU para popularizar o skate

• Opinião Bloomberg: Incerteza no Fed: sinais contraditórios de Warsh geram desafio de credibilidade

• Para não ficar de fora: Água de luxo? Como sommeliers buscam convencer consumidor a optar por produto premium

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‘Sonhamos grande no PicPay’', diz CEO

30 de Janeiro de 2026, 06:52

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

Depois de encerrar um jejum de mais de quatro anos sem IPOs de empresas brasileiras, o PicPay planeja avançar nos segmentos de pessoa física e jurídica, fazendo frente ao negócio de bancos tradicionais no país, em áreas disputadas também por players como Nubank, Mercado Pago, Inter e C6.

“Nos vemos como um banco grande, de PF e PJ, que atende múltiplos segmentos”, disse o CEO, Eduardo Chedid, em entrevista à Bloomberg Línea, no escritório da Nasdaq, em Nova York, após a abertura de capital na quinta-feira (29).

O executivo afirmou que as áreas prioritárias que vão receber investimentos seguem em linha com uma estratégia que já tinha sido desenhada.

O executivo afirmou que as áreas prioritárias que vão receber investimentos seguem em linha com uma estratégia que já tinha sido desenhada, como crédito, PJ, em pequenas e médias empresas, e em audiência e ecossistemas.

“Sonhamos grande sempre, mas executamos no passo a passo”, disse.

⇒ Leia a reportagem: ‘Sonhamos grande sempre, mas executamos passo a passo’, diz CEO do PicPay após IPO

PicPay em destaque em painéis eletrônicos na Times Square, em Nova York, na manhã do IPO da empresa na Nasdaq nesta quinta-feira, 29 de janeiro de 2026 (Foto: Foto: Michael Nagle/Bloomberg)

No radar dos mercados

As principais bolsas recuam nesta sexta-feira (30) após rumores de que Donald Trump se prepara para nomear nesta manhã Kevin Warsh para ser o próximo presidente do Federal Reserve, uma escolha que investidores consideram menos favorável a cortes nas taxas de juros.

- Apoio a seguradoras da China. O governo de Pequim avalia vender 200 bilhões de yuans (US$ 29 bilhões) em títulos especiais para recapitalizar algumas de suas maiores seguradoras, na primeira medida no setor, de acordo com pessoas familiarizadas com o assunto ouvidas pela Bloomberg News.

- Nova aposta em emagrecedores. A AstraZeneca concordou em pagar à empresa chinesa CSPC Pharmaceutical até US$ 18,5 bilhões por seus candidatos a medicamentos para tratamento de obesidade, enquanto a farmacêutica britânica tenta entrar no crescente mercado de perda de peso.

- Alívio para petróleo venezuelano. O governo Trump emitiu uma licença geral que amplia a capacidade das empresas petrolíferas de operar na Venezuela, marcando um passo significativo para aliviar as sanções sob a nova liderança apoiada pelos EUA em Caracas.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

Os mercados nesta sexta-feira (30)
🔘 As bolsas ontem (29/01): Dow Jones Industrials (+0,11%), S&P 500 (-0,13%), Nasdaq Composite (-0,72%), Stoxx 600 (-0,23%), Ibovespa (-0,84%)

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Destaques da Bloomberg Línea:

Votorantim vende controle da CBA para Chinalco e Rio Tinto por R$ 4,7 bilhões

Nubank recebe aprovação para abrir banco nos Estados Unidos em até 18 meses

Agibank vai buscar valuation de até US$ 3,3 bilhões em IPO na Bolsa de Nova York

• Também é importante: Brasil segue atraente para carry trade mesmo com eleição, diz gestor global | Na Mantiqueira, galinhas já se alimentam com farelo rastreável por blockchain

• Opinião Bloomberg: Empresa de ‘cheque em branco’: Tesla vai acelerar plano de ‘abundância’ de Musk

• Para não ficar de fora: Preços de anúncios no Super Bowl chegam a US$ 10 milhões por spot de 30 segundos

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