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iPhone 17 é o mais popular na história da Apple e impulsiona receitas da empresa

30 de Abril de 2026, 18:22

O lançamento da linha iPhone 17 segue impulsionando os resultados financeiros da Apple. Nesta quinta-feira (30), a empresa divulgou os números do segundo trimestre de 2026 com um acréscimo de 17% na comparação ano a ano, registrando US$ 111,2 bilhões em receita.

A divisão responsável pelos produtos da empresa somou US$ 80,20 bilhões em receita no período, ante US$ 68,71 bilhões do mesmo trimestre de 2025. No caso dos serviços, o trimestre atual registrou US$ 30,97 bilhões em receita, ante US$ 26,64 bilhões do mesmo período no ano anterior.

Quando olhamos para áreas específicas, a divisão dá ainda mais destaque aos smartphones:

  • iPhone: US$ 56,99 bilhões (ante US$ 46,84 bilhões de 2025);
  • Mac: US$ 8,39 bilhões (ante US$ 7,94 bilhões de 2025);
  • iPad: US$ 6,91 bilhões (ante US$ 6,40 bilhões de 2025);
  • Vestíveis, Home e Acessórios: US$ 7,90 bilhões (ante US$ 7,52 bilhões de 2025);
  • Serviços: US$ 30,97 bilhões (ante US$ 26,64 bilhões de 2025).

Ao Financial Times, Kevan Parekh, CFO da Apple, afirmou que “a família do iPhone 17 é, atualmente, a linha mais popular em nossa história”.

iPhone 17 e MacBook Neo fazem sucesso

Uma série de lançamentos recentes da Apple ajudaram a atingir o crescimento de dois dígitos na receita da empresa no segundo trimestre. Esse também é o primeiro relatório fiscal da companhia após o atual CEO Tim Cook anunciar que deixará o cargo. Ele assumirá a presidência executiva do conselho de administração da companhia.

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MacBook Neo, notebook de entrada da Apple, vem preocupando fabricantes de PCs Windows. (Imagem: Apple/Divulgação)

O novo CEO da Apple, John Ternus, é um executivo de longa data da empresa e assumirá o cargo a partir de 1º de setembro. Uma das expectativas do mercado é de ver um foco maior em produtos. Ternus também será responsável por lançamentos como o novo iOS 27 e de novidades aguardadas do Apple Intelligence, além da próxima geração do iPhone.

“Hoje, a Apple tem orgulho em anunciar o nosso melhor trimestre de março de todos os tempos”, disse Cook, em comunicado. O executivo também elogiou o “recorde de receitas para o trimestre” atingido pelo iPhone, “impulsionado por uma procura extraordinária pela linha iPhone 17”. A área de serviços da empresa também atingiu “mais um recorde histórico”.

Outros lançamentos elogiados pela Apple na divulgação incluem o iPhone 17e, o iPad Air com chip M4 e também o notebook de entrada MacBook Neo.

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Windows 11 não terá mais ‘atualizações de surpresa’ e dará mais controle ao usuário

24 de Abril de 2026, 15:35

A Microsoft anunciou quatro mudanças importantes para melhorar a experiência de uso com as atualizações do Windows 11. Nesta sexta-feira (24), a companhia anunciou melhorias que trazem mais controle e prometem acabar com os updates surpresas que normalmente acontecem.

Poucas coisas são mais frustrantes do que sentar para usar o computador e descobrir que ele precisa de uma atualização. Pior ainda é quando isso acontece várias vezes em um mesmo mês”, reconhece a companhia. As novidades incluem:

  1. Pular atualizações durante a primeira configuração do Windows 11;
  2. Estender as pausas de atualizações quantas vezes o usuário quiser;
  3. Opções claras e “sempre disponíveis” para desligar ou reiniciar o PC sem passar por uma atualização;
  4. E mais informações sobre os updates disponíveis para que o usuário saiba exatamente o que será atualizado.
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Windows Update será mais claro sobre o que exatamente está sendo atualizado em um computador. (Imagem: Microsoft/Divulgação)

“Sabemos que isso [atualizações de surpresa] tem sido um grande problema para os usuários do Windows”, cita a companhia em nota. Segundo a Microsoft, a partir de hoje os usuários verão uma experiência mais “unificada” nas atualizações e uma redução no número de atualizações mensais que “travam” o uso de um PC no processo.

De acordo com a companhia, as atualizações de drivers, .NET e firmware acontecerão no mesmo momento das atualizações mensais com correções e melhorias de segurança. Para o usuário comum, isso significa que o PC deverá “reiniciar sozinho” só uma vez ao mês para aplicar os updates.

Essas atualizações serão primeiro baixadas em segundo plano, mas a instalação acontecerá posteriormente. Caso o usuário não opte pela instalação manual, ela será sincronizada com o calendário mensal. Ao mesmo passo, também é possível antecipar as atualizações que já estão disponíveis.

O que muda nas atualizações do Windows 11?

A Microsoft já vinha trabalhando em mais opções para o Windows Update. O plano de ignorar as atualizações durante a configuração de um aparelho, por exemplo, já estava funcionando nos canais beta do Windows 11. Dessa forma, a partir de agora, o usuário chegará à área de trabalho mais rapidamente quando for configurar um PC novo — e só depois decide quando atualizar.

  • Com as mudanças, o Windows Update agora permite escolher um dia específico do mês para o computador ser reiniciado e atualizado;
  • Essa mudança permite selecionar uma nova data com 35 dias de antecedência, mas também é possível estender a data “quantas vezes precisar”;
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Windows 11 adiciona mais opções para o usuário escolher datas para o PC reiniciar e atualizar sozinho. (Imagem: Microsoft/Divulgação)
  • Na hora de reiniciar ou desligar o seu PC, o Windows 11 não deverá mais “forçar” uma atualização que já estava programada;
  • Com isso, o menu de “Energia” exibirá opções claras para você só desligar ou reiniciar o PC, mas também outras duas caso queira prosseguir com as atualizações.

A Microsoft cita que um dos principais feedbacks da comunidade era ter “melhor compreensão das atualizações de drivers”, já que elas “tinham títulos semelhantes, senão idênticos”. A partir de agora, essas atualizações carregarão a classe do dispositivo no título do driver que deixarão claro do que se trata — se são drivers de vídeo, áudio, bateria ou outras classes.

As críticas da comunidade têm surtido efeito. A Microsoft já prometeu um sistema mais estável e com ferramentas claras, além de melhorias gerais de desempenho. Algumas delas incluem a redução de funções de IA consideras impráticas e até mesmo o fim do login obrigatório com uma conta oficial da Microsoft. De acordo com a companhia, as melhorias serão estendidas e implementadas ao longo de 2026.

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Windows 11 não terá mais atualizações forçadas e faz mudança na barra de tarefas

20 de Março de 2026, 17:20

A Microsoft confirmou, nesta sexta-feira (20), novidades importantes que estão chegando ao Windows 11. Entre elas está a possibilidade de mover a barra de tarefas para mais áreas, a redução do Copilot e a opção de desativar de vez as atualizações automáticas do sistema operacional.

As atualizações automáticas do Windows 11 se tornaram um padrão, tendo como principal vantagem proteger usuários contra ameaças digitais. No entanto, a opção por vezes causava problemas, como a interrupção de algum trabalho. A Microsoft garante que isso não será mais uma questão.

De acordo com Pavan Davuluri, chefe da divisão do Windows, a empresa vem coletando o feedback da comunidade para melhorar a experiência do sistema. Segundo ele, “receber atualizações deve ser previsível e fácil de planejar”, por isso adicionaram a opção de desativar permanentemente os updates automáticos.

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Em breve, será possível desativar de vez as atualizações automáticas do Windows 11. (Imagem: TecMundo)

A mudança ainda permitirá ignorar as atualizações durante a configuração de um dispositivo, pulando direto para a área de trabalho. Isso também deve acabar com as atualizações surpresas na hora de desligar ou reiniciar o computador.

  • Outra novidade que pode agradar ao público é a possibilidade de utilizar a barra de tarefas do Windows em mais posições. Ela poderá ser utilizada na vertical (direita ou esquerda) ou na área superior, além da barra inferior;
  • Seguindo também outro feedback da comunidade, a empresa vai integrar “IA onde ela é mais significativa”. A Microsoft prometeu mais objetividade sobre “como e onde o Copilot se integra ao Windows”;
  • Por causa disso, o Copilot será menos intrusivo, inicialmente, em apps como o Fotos, Bloco de Notas, Widgets e na Ferramenta de Recorte.

Windows 11 com melhor desempenho

Entre as mudanças, a Microsoft também estabeleceu um “plano para elevar o padrão de qualidade do Windows 11” que será seguido ao longo de 2026. Ele inclui melhorias de desempenho, confiabilidade e experiências.

Sobre o desempenho das máquinas, a promessa é de “reduzir o uso de recursos pelo Windows para liberar mais recursos” às outras tarefas. Essas medidas incluem um melhor gerenciamento de memória, redução na latência de interação, respostas mais rápidas e mais.

  • Parte das melhorias incluem o Explorador de Arquivos, que deverá ser mais rápido, garante a Microsoft, tendo desempenho mais confiável;
  • Os widgets também terão mais controles de personalização, eliminando aparições desnecessárias;
  • Outra novidade citada pela companhia é a estabilidade ao copiar e colar arquivos grandes;
  • A pesquisa, navegação e menus de contexto também devem contar com mais agilidade, além da inicialização e resposta para tarefas comuns envolvendo arquivos.
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Barra de tarefas do Windows 11 poderá ser movida para mais posições. (Imagem: Microsoft/Divulgação)

“Obrigado por nos cobrar um padrão tão elevado”, disse Davuluri ao agradecer os feedbacks. O executivo também prometeu mais transparência dentro do Programa Windows Insider e uma nova Central de Feedback que, na prática, deve torná-los mais rápidos e fáceis de serem enviados.

Essas novidades deverão ser lançadas para o público ao longo do ano, assim como acontecerá com os testadores das versões beta do Windows 11.

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Meta compra rede social Moltbook, usada por agentes de IA

10 de Março de 2026, 12:25

A Meta, dona do Facebook, WhatsApp e Instagram, adquiriu a rede social feita para agentes de inteligência artificial (IA) Moltbook. A rede ganhou popularidade no início de 2026 após viralizar por essa proposta, já que não aceita postagens de usuários humanos.

De acordo com a Meta, a Moltbook fará parte da divisão Meta Superintelligence Labs (MSL). Os criadores do projeto, Matt Schlicht e Ben Parr, agora trabalham diretamente para a companhia. Os detalhes do acordo e o valor da aquisição não foram revelados.


A rede social viralizou por causa do projeto OpenClaw, já que ambos trabalham em conjunto. Ele é usado para configurar e gerenciar um agente personalizado de IA, que passa a interagir na rede social "como os humanos". Ele chega a ser até considerado um "Reddit para bots", criando temas variados, postando mensagens, respondendo a outros bots e até se organizando em votações.

“A entrada da equipe do Moltbook na MSL abre novas possibilidades para que os agentes de IA trabalhem para pessoas e empresas”, diz um porta-voz da Meta. De acordo com a Axios, os atuais usuários do Moltbook seguirão com acesso normal, mas isso pode ser temporário.

Rede social polêmica

Tanto o Moltbook quanto o OpenClaw já são projetos considerados polêmicos. Os “usuários” (agentes de IA) já teriam fundado uma religião e criado um site pornô e até rendeu “desabafo” sobre questões com usuários humanos. A maior acusação, porém, é de que as postagens são feitas por humanos, e não pela IA.

© Foto: Wellington Arruda/TecMundo

Google reduz taxas da Play Store e abre Android para outras lojas de apps

4 de Março de 2026, 15:49

O Google anunciou, nesta quarta-feira (4), que vai reduzir as taxas da Play Store para desenvolvedores. A decisão foi tomada após embates judiciais entre a empresa e a Epic Games (dona do jogo Fortnite), que trava uma disputa também com a Apple. Além disso, anunciou também um programa que abre espaço para lojas alternativas.

A novidade parece ser um recuo importante por parte do Google. O cronograma da empresa prevê reduzir a taxa de 30% da Play Store para 20%. Segundo a empresa, ela deixará de aplicar “taxas de uso do nosso sistema de faturamento” e passará a aplicar “novas taxas de serviço mais baixas”.

Nesse contexto, o Google afirma que a taxa para o uso do sistema de pagamentos da empresa será de 5% para os jogos e aplicativos vendidos na Europa, Reino Unido e Estados Unidos a partir de 30 de junho. A porcentagem deve variar em outras regiões, entretanto.

  • A taxa para uma primeira instalação de usuário, considerando as novas cobranças, passará a ser de 20% (em compras dentro desses apps);
  • O novo programa de experiência do Google, que dá mais relevância a apps e jogos que seguem certos padrões, será de 20% para transações existentes e de 15% para novas instalações;
  • Já a taxa de serviço para assinaturas recorrentes, como assinaturas de serviços de streaming, será de 10%.
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Novo sistema do Google promete cobrar taxas inferiores de desenvolvedores. (Imagem: Google/Divulgação)

“Com essas atualizações, também resolvemos nossas disputas com a Epic Games em todo o mundo”, afirma Sameer Samat, presidente do Android. Em comunicado, o executivo citou que a novidade oferece “mais opções e liberdade na gestão de transações” por parte dos desenvolvedores de aplicativos para Android.

O cronograma do Google prevê que, em 30 de setembro, as novas regras serão aplicadas à Austrália e, em 31 de dezembro, na Coreia do Sul e no Japão. As atualizações devem chegar a outros países até 30 de setembro de 2027.

Mais lojas de apps no Android

O Google também revelou um novo programa chamado Registered App Stores (Lojas de Aplicativos Registradas, em tradução livre). Na prática, ele organizará lojas externas do Android que possam disponibilizar apps e jogos, mas que atendem “a determinados padrões de qualidade e segurança”. Movimento similar também acontece na App Store, da Apple.

Segundo o Google, as lojas de aplicativos externas que quiserem participar do programa terão um processo mais simplificado na instalação dos softwares no sistema Android. Caso contrário, o processo de instalação terá a experiência padrão, que tem sido dificultada nas últimas atualizações para evitar, segundo o Google, problemas de segurança aos usuários.

O novo programa terá início “fora dos EUA”, mas deverá ser disponibilizado no país após “aprovação judicial”.

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