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Warner libera Hogwarts Legacy de graça por tempo limitado! Resgate agora (30)

30 de Abril de 2026, 14:25

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Uma surpresa pegou jogadores de PC desprevenidos nesta semana: a Warner liberou Hogwarts Legacy apareceu totalmente de graça na Epic Games Store por tempo limitado. A oferta não havia sido anunciada previamente, o que deixou a promoção ainda mais curiosa — e, claro, bastante atrativa.

O timing também chama atenção, já que a franquia voltou a ficar em alta com o anúncio da série de Harry Potter que chega na HBO no fim do ano. Além disso, a franquia está celebrando 25 anos de vida.

A liberação de Hogwarts Legacy de graça também coincide com o fim de semana da Gamescom Latam, evento que acontece no Brasil e reúne novidades, ativações e anúncios da indústria. A Warner está participando do evento com novidades de grandes franquias, incluindo o jogo LEGO Batman: O Legado do Cavaleiro das Trevas, que será lançado em maio.

Se você ainda não jogou o RPG ambientado no universo de Harry Potter, este pode ser o melhor momento para dar uma chance ao título — especialmente porque ele pode ser resgatado para sempre na sua biblioteca.

Como resgatar Hogwarts Legacy de graça?

Atualmente, Hogwarts Legacy está com 100% de desconto na loja da Epic Store e pode ser adicionado gratuitamente à conta até o dia 3 de maio por meio deste link. Após o resgate, o jogo permanece vinculado à biblioteca do usuário de forma permanente.

O caso chama atenção porque o título não fazia parte da lista oficial de jogos grátis semanais divulgada pela plataforma. Normalmente, a Epic Games anuncia com antecedência quais serão os games liberados, o que não aconteceu desta vez.

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Além de Hogwarts Legacy, os jogos indies Firestone Online Idle RPG e Oddsparks: An Automation Adventure estão disponíveis com 100% de desconto. Enquanto o jogo da Warner pode ser resgatado sem custos até domingo, os dois títulos extras estão de graça até dia 7 de maio.

É importante ressaltar que a promoção d e Hogwarts Legacy só está valendo na Epic Store. O jogo segue à venda na Steam, loja concorrente, por R$ 250, enquanto a versão de PS5, Xbox Series  S/X e Switch 2 sai por R$ 300 – o título também está incluso na PS Plus Extra/Deluxe e no Xbox Game Pass.

Conheça Hogwarts Legacy

Lançado em 2023 pela Warner Bros. Games em parceria com a Avalanche Software, o RPG se tornou um dos maiores sucessos comerciais daquele ano. O game se passa cerca de 100 anos antes dos eventos dos livros e filmes, colocando o jogador como um estudante de magia em Hogwarts.

A recepção foi bastante positiva, com destaque para o mundo aberto detalhado e a liberdade na construção do personagem. Dependendo do estilo de jogo, a campanha pode durar entre 25 e 50 horas, com conteúdo adicional que amplia ainda mais esse tempo.

Com localização em português brasileiro, o jogo recebeu nota 87 na análise do Voxel durante o seu lançamento. No agregador de avaliações Metacritic, o título conta com a média 84 da crítica e 81 do público.

Promoção chega em momento oportuno para a Warner

A liberação gratuita de Hogwarts Legacy acontece em meio a novos movimentos da franquia, incluindo uma sequência em desenvolvimento e a futura série de HBO baseada no universo bruxo. Embora ainda existam poucos detalhes concretos sobre o futuro jogo, o interesse pelo mundo de Harry Potter segue em alta após a produção para  TV ganhar um trailer e data de lançamento: 25 de dezembro de 2026.

Durante o fim de semana, a Warner também ganha destaque na Gamescom Latam, evento que acontece no Brasil e traz foco em games. A empresa aproveitou a feira para realizar torneios de Mortal Kombat e apresentar LEGO Batman: O Legado do Cavaleiro das Trevas de maneira antecipada para o público.

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Com lançamento previsto para 22 de maio no PC e consoles, o jogo marca o retorno do Batman para a franquia LEGO em uma experiência de mundo aberto. O game promete entregar uma experiência nostálgica e cheia de referências – fiquem ligados aqui no Voxel para não perder nossas impressões com o título.

E aí, você vai resgatar Hogwarts Legacy de graça? Fique ligado no Voxel e acompanhe nossa cobertura da Gamescom Latam em parceria com a TCL!

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Novo mouse da Logitech muda jeito de clicar! Conheça o Pro X2 Superstrike

30 de Abril de 2026, 11:55

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A Logitech G colocou oficialmente no mercado um dos mouses gamers mais ousados dos últimos anos — e agora também já disponível no Brasil. O Logitech G Pro X2 Superstrike, que está em exibição na Gamescom Latam, aposta em uma tecnologia inédita para repensar completamente o conceito de clique em jogos competitivos. 

Visualmente, o Pro X2 Superstrike segue o design já conhecido da linha Pro, mas a semelhança termina nos botões. A Logitech substituiu os tradicionais microinterruptores mecânicos por um sistema indutivo com feedback tátil em tempo real, prometendo ganhos em latência, precisão e personalização. A proposta mira diretamente o cenário competitivo, onde cada milissegundo pode fazer diferença.

Durante a Gamescom Latam, a empresa reforçou a importância do mercado brasileiro no lançamento. Segundo Leandro Rocha, gerente de produtos da Logitech G Brasil, o país tem papel relevante tanto na adoção quanto no desenvolvimento de produtos de alto nível.

Mouse Superstrike chega ao Brasil e pode ser testado na Gaemescom

De acordo com Leandro Rocha, o Pro X2 Superstrike chega ao país cercado de expectativa. “A gente lançou o Superstrike recentemente, que é o mouse mais cobiçado do mundo, todo mundo quer. No país que você for, você vai ver o pessoal querendo jogar com ele, e no Brasil não é diferente”, afirmou durante entrevista na Gamescom Latam.

O executivo também destacou que a presença do produto no evento é simbólica. “Poder ter ele aqui é um privilégio muito grande e também mérito do brasileiro, que é um jogador apaixonado, que quer tirar o máximo da gameplay e testar produtos com alto nível de inovação”, completou.

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A estratégia mostra que, além de consumidor, o Brasil também vem ganhando relevância como mercado formador de opinião no segmento competitivo. Por aqui, o modelo chega custando cerca de R$ 2,2 mil, reforçando seu posicionamento premium.

Desenvolvimento contou com jogador brasileiro de CS

O envolvimento brasileiro não ficou apenas no consumo. Segundo Rocha, o desenvolvimento do Pro X2 Superstrike contou com participação direta de jogadores profissionais do país, incluindo um dos nomes mais relevantes do Counter-Strike mundial.

“Ele está usando o Superstrike desde julho do ano passado, oito meses antes do lançamento. E o que ele usou lá atrás é diferente do produto final, porque trouxe feedbacks sobre clique, peso e componentes”, explicou.

O executivo afirma que essas sugestões foram incorporadas ao longo do processo. “Todos os feedbacks foram levados em consideração para chegar ao resultado final, não só com ele, mas com outros pro players do mundo inteiro”, disse, destacando o papel crescente do Brasil no cenário global de eSports.

Tecnologia SUPERSTRIKE elimina clique físico tradicional

O grande diferencial do Logitech G Pro X2 Superstrike é a tecnologia SUPERSTRIKE, baseada no sistema Haptic Inductive Trigger System (HITS). Em vez de contato físico, o mouse usa indução eletromagnética para detectar o pressionamento dos botões, com um curso de aproximadamente 0,6 mm.

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Isso permite ajustar o ponto de atuação e o reset do clique com precisão, algo semelhante ao que já acontece em teclados com sensores magnéticos. Como não há clique físico, o retorno é simulado por atuadores hápticos, com níveis ajustáveis de intensidade.

Segundo a Logitech, esse sistema pode reduzir a latência em até 30 milissegundos, oferecendo uma resposta mais rápida em jogos competitivos.

Sensor HERO 2 e foco total em performance

Além da inovação nos botões, o modelo traz especificações de ponta. O sensor HERO 2 oferece até 44.000 DPI, com 88 G de aceleração e 888 IPS de velocidade, mantendo rastreamento preciso mesmo em movimentos extremos.

A taxa de polling chega a 8.000 Hz com a tecnologia sem fio LIGHTSPEED, enviando dados ao PC a cada 0,125 ms. Segundo a empresa, o sensor opera sem suavização ou aceleração artificial, garantindo consistência em cenários competitivos.

O mouse pesa cerca de 61 gramas, segue o formato do Pro X Superlight 2 e traz pés de PTFE para deslizamento mais suave em diferentes superfícies.

Inovação segue tendência iniciada há anos

Durante a entrevista com o Voxel, Leandro Rocha também contextualizou o lançamento dentro da evolução da própria Logitech. Segundo ele, a empresa já enfrentou desafios semelhantes no passado.

“Há 10 anos, a gente discutia se era possível ter um mouse sem fio sem latência. E hoje temos jogadores campeões mundiais usando tecnologia LIGHTSPEED”, relembrou.

Para o executivo, o Superstrike representa mais um passo nessa trajetória. A aposta agora é que a tecnologia de cliques indutivos possa seguir o mesmo caminho e, eventualmente, se tornar um novo padrão no mercado — começando pelo público mais exigente dos eSports.

Onde comprar

Além de estar disponível para testes na Gamescom Latam, o  pode ser comprado direto na feira. O produto também já está disponível online em diversas varejistas. Atualmente, o produto é listado em lojas como  Kabum e Mercado Livre por R$ 2,2 mil. 

Mouses Logitech para comprar

Confira algumas opções de mouse gamer da Logitech:

E aí, o que achou da novidade apresentada na Gamescom  Latam? Fique ligado no Voxel e acompanhe todas as novidades da feira na cobertura em parceria com a TCL!

© Thayná Cruz/TecMundo/Voxel

Sony finalmente explica DRM de 30 dias do PlayStation: 'verificação temporária'

30 de Abril de 2026, 10:15

A Sony finalmente se pronunciou sobre o polêmico “DRM de 30 dias” que vinha preocupando donos de PlayStation 5 e PlayStation 4 nos últimos dias. Após uma onda de relatos sobre jogos digitais que poderiam parar de funcionar sem conexão com a internet, a empresa confirmou que o sistema existe, além de comprovar uma teoria da comunidade.

Segundo um representante da divisão PlayStation, o novo mecanismo exige apenas uma verificação online única após a compra do jogo. Depois dessa checagem inicial, a licença se torna permanente, permitindo que o título funcione normalmente mesmo offline.

A declaração ajuda a encerrar, ao menos parcialmente, o mistério que tomou conta da comunidade desde o fim da semana passada. Ainda assim, a empresa não detalhou por que a mudança foi implementada nem quando exatamente ela começou a valer.

DRM do PlayStation exige apenas uma checagem única

De acordo com a Sony, jogadores “podem continuar acessando e jogando seus títulos normalmente”. A única exigência é que o console se conecte à internet uma vez após a compra para validar a licença do jogo digital.

Depois dessa verificação inicial, não há necessidade de novas conexões periódicas, o que descarta a ideia de um sistema que bloquearia jogos após 30 dias offline. Na prática, isso significa que o acesso ao conteúdo não será perdido caso o console fique desconectado por longos períodos.

"Os jogadores podem continuar a acessar e jogar os jogos que compraram normalmente. É necessária uma verificação online única para confirmar a licença do jogo, após a qual não serão necessárias mais verificações", diz o comunicado enviado para veículos internacionais como o Gamespot.

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A explicação oficial está alinhada com teorias recentes levantadas por jogadores, que já suspeitavam que o temporizador visível em alguns casos era apenas uma etapa temporária do processo de validação.

Comunidade ajudou a desvendar o funcionamento

O Voxel tentou contato com a Sony durante a semana, mas a empresa permaneceu em silêncio nos últimos dias, o que fez a comunidade se movimentar para tentar solucionar o caso. Criadores de conteúdo e entusiastas realizaram diversos testes para entender o comportamento do sistema, incluindo o uso de consoles modificados.

Entre eles, o pesquisador independente Modded Hardware ajudou a popularizar o tema ao compartilhar relatos sobre o temporizador. Já usuários em fóruns como ResetEra identificaram que o contador desaparecia após alguns dias, sendo substituído por uma licença permanente.

Esses testes também mostraram que, em alguns casos, o sistema exigia conexão apenas uma vez após determinado período, reforçando a hipótese de que o DRM não era recorrente.

Possível relação com política de reembolso

Embora a Sony não tenha confirmado o motivo da mudança, uma das teorias mais aceitas é que o sistema esteja ligado à política de reembolso da PlayStation Store. Atualmente, jogos digitais podem ser reembolsados em até 14 dias, desde que não tenham sido baixados.

Nesse cenário, a verificação inicial funcionaria como uma forma de evitar abusos, impedindo que usuários obtenham licenças permanentes antes do fim do prazo de reembolso. Após esse período, a licença definitiva seria liberada automaticamente.

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Ainda assim, a empresa não comentou diretamente sobre essa hipótese, deixando parte das dúvidas sem resposta. No entanto, como o tema envolve pirataria, a expectativa é que a empresa não fale sobre o assunto, o que praticamente confirma a teoria de que a novidade chegou para reforçar a segurança da PS Store.

Caso relembra polêmicas antigas do mercado

A repercussão do caso também trouxe à tona comparações com decisões controversas do passado, segundo ressalta o Game File. Em especial, muitos jogadores lembraram da proposta inicial do Microsoft para o Xbox One em 2013, que exigiria conexão frequente com a internet para validar jogos.

Na época, a reação negativa do público levou a empresa a recuar antes do lançamento do console. No caso da Sony, ainda não está claro se a empresa fez mudanças no sistema de verificação após receber críticas negativas do público, já que a empresa não fez anúncios formais sobre a situação.

Vale ressaltar que esta não é a primeira vez que a Sony é acusada de agir sem transparência com os consumidores. Recentemente, testes realizados na PS Store também apontaram que a empresa implementou preços dinâmicos, que mudam de acordo com o usuário.

E aí, qual a sua opinião sobre o assunto? Comente nas redes sociais do Voxel!

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The Boys traz reunião de Supernatural e muitas participações especiais em novo episódio

29 de Abril de 2026, 11:15

A quinta temporada de The Boys trouxe um momento aguardado — e bastante caótico — para os fãs de TV. O episódio 5, intitulado One Shots, reuniu atores da clássica série Supernatural em uma participação especial que mistura nostalgia, humor ácido e muita violência. No entanto, o capítulo desta semana não se limitou à nostalgia.

Para a alegria dos fãs de Supernatural, uma cena coloca frente a frente Jensen Ackles, Jared Padalecki e Misha Collins, trio que marcou época como Dean Winchester, Sam Winchester e Castiel. No entanto, quem esperava um reencontro emocionante logo percebe que o universo brutal da série do Prime Video transforma tudo em uma sequência sangrenta.

Além da reunião improvável, o capítulo também inclui diversas participações de celebridades de Hollywood interpretando versões exageradas de si mesmas. O resultado é um dos episódios mais caóticos e comentados da temporada até agora.

Confira mais detalhes a seguir, com spoilers do episódio 5 da quinta temporada de The Boys.

Reunião de Supernatural acontece em cena brutal

No episódio, Homelander e Soldier Boy seguem investigando pistas sobre o misterioso composto V1. A busca leva a dupla até Los Angeles, mais especificamente à mansão de Mister Marathon, um ex-herói decadente interpretado por Jared Padalecki.

O encontro coloca Marathon e Malchemical, vivido por Misha Collins, frente a frente com Soldier Boy, papel de Jensen Ackles. A cena rapidamente vira um confronto sangrento quando os personagens tentam convencer Soldier Boy a se voltar contra Homelander. Confira o momento acima.

Em vez de aceitar o plano, Soldier Boy demonstra uma inesperada lealdade ao filho e inicia uma sequência de violência que deixa poucos sobreviventes na casa. O momento transforma o aguardado “reencontro” de Supernatural em uma situação grotesca e irônica, bem no estilo característico de The Boys.

Jensen Ackles comenta reencontro do elenco

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Nos bastidores, o retorno do trio também teve um tom divertido para os atores. Ackles revelou que reencontrar os colegas exigiu até um pequeno esforço para esquecer os antigos personagens.

“Nós nos divertimos muito”, disse o ator em entrevista ao Entertainment Tonight. “Foi nojento e completamente absurdo, e houve vários dias em que olhávamos uns para os outros pensando: ‘O que estamos fazendo aqui?’”.

Ele também destacou que todos já estão acostumados com o estilo criativo de Eric Kripke, criador tanto de Supernatural quanto de The Boys. “Todos nós já conhecemos os universos do Kripke, então nada parecia tão chocante assim”, completou.

Episódio também traz vários cameos de Hollywood

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Além da reunião de Supernatural, o episódio também traz uma sequência cheia de participações especiais de celebridades interpretando versões fictícias de si mesmas. A maioria aparece em uma reunião na mansão de Mister Marathon, que rapidamente sai do controle.

Veja os principais cameos do episódio:

  • Jared Padalecki — Mister Marathon, um antigo velocista da equipe The Seven
  • Misha Collins — Malchemical, um supe capaz de liberar gás tóxico
  • Seth Rogen — aparece como uma versão exagerada de si mesmo
  • Kumail Nanjiani — participa de uma reunião de celebridades na mansão
  • Christopher Mintz-Plasse — faz uma breve aparição na cena
  • Will Forte — surge em meio às conversas absurdas do grupo
  • Craig Robinson — participa rapidamente antes da sequência violenta

Episódio também traz avanços na trama

Mesmo com o foco nas participações especiais, o capítulo também movimenta a narrativa principal da temporada. A busca pelo composto V1 continua e pode ser fundamental para os planos de Homelander de consolidar ainda mais poder.

Ao mesmo tempo, outras tramas avançam em paralelo, incluindo a queda definitiva da personagem Firecracker e novas manipulações de Sister Sage dentro da Vought. No fim, o episódio deixa diversas pontas abertas para ainda mais sangue e caos nos próximos capítulos, que podem trazer um desfecho muito diferente para a obra em comparação aos quadrinhos.

Prime Video
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A quinta temporada de The Boys está recebendo episódios semanais no Prime Video. Recentemente, o streaming cancelou o spin-off  Gen V, após duas temporadas, mas já prepara uma nova série dentro do mesmo universo: Vought Rising.

E aí, qual a sua opinião sobre o reencontro de Supernatural em The Boys? Comente agora nas redes sociais do Minha Série. 

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Fortnite reembolsa itens do rapper D4vd após caso de abuso de menor e assassinato

27 de Abril de 2026, 16:15

A Epic Games anunciou que permitirá reembolso para jogadores de Fortnite que compraram itens cosméticos ligados ao rapper D4vd após o artista ser acusado de crimes graves envolvendo uma adolescente. A decisão foi confirmada pela desenvolvedora após pedidos da comunidade nas redes sociais.

O cantor norte-americano, cujo nome real é David Anthony Burke, foi preso e responde a acusações que incluem homicídio em primeiro grau, abuso sexual de menor de 14 anos e mutilação de restos mortais. O caso envolve a morte de Celeste Rivas Hernandez, de 14 anos, cujo corpo foi encontrado dentro de um carro registrado em nome do artista.

A repercussão do caso fez com que parte da comunidade pedisse a remoção de conteúdos ligados ao músico dentro do jogo. Embora os itens ainda não tenham sido retirados da loja ou das contas dos jogadores, a Epic confirmou que quem quiser poderá solicitar o reembolso.

Epic Games libera reembolso para cosméticos de D4vd

De acordo com a Epic, jogadores que adquiriram itens associados ao rapper poderão pedir um reembolso imediato. A opção de reembolso automático deve ser liberada a partir de 28 de abril, mas pedidos também já podem ser feitos diretamente ao suporte do jogo.

  • Entre os conteúdos disponíveis no game estão emotes e faixas musicais usados no modo Fortnite Festival, além de cosméticos vendidos em um pacote chamado “D4vd’s Locker Bundle”. 
  • Alguns desses itens incluem emotes como “Feel It” e “Trophy Drop”, além de faixas utilizadas nas sessões musicais do modo.
  • Até o momento, a Epic Games não confirmou se pretende remover definitivamente os conteúdos do artista do jogo.
  •  Isso pode ser mais complicado em alguns casos, já que o pacote Locker Bundle inclui itens premium que já existiam no game e apenas foram selecionados pelo músico para venda com desconto.

Mesmo com as incertezas, a empresa afirmou que está preparando “uma série de mudanças ao longo do tempo”, sugerindo que novas decisões sobre o conteúdo ainda podem ser anunciadas.

Comunidade reagiu ao caso nas redes

Antes mesmo do posicionamento oficial, jogadores já relatavam nas redes sociais que estavam tentando obter reembolso para os cosméticos ligados ao artista. Os usuários afirmaram que preferiam não manter itens associados ao cantor após as acusações se tornarem públicas.

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Imagem: Getty Images.

Por enquanto, quem já possui os cosméticos e não solicitar o reembolso continuará com acesso normal aos itens dentro do jogo. A situação segue em desenvolvimento enquanto o processo judicial contra D4vd avança nos Estados Unidos.

O rapper D4vd alega ser inocente das acusações. Segundo a promotoria, o artista assassinou a adolescente Celeste Rivas Hernandez após ela ameaçar “expor sua conduta criminosa”. Detalhes sobre o caso ainda estão sendo revelados, mas o promotor do caso, Natham Hochman, descreve a ação do rapper como “horrível e cruel”.

Além das acusações de assassinato e abuso, a promotoria também revelou que D4vd possuía uma quantidade significativa de pornografia infantil salva em seus dispositivos. De acordo com as informações, a conta no iCloud do rapper contava com 8 TB de arquivos no total, o que dificultou as investigações.

Assista ao documentário do TecMundo sobre investigação de predadores sexuais

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Overwatch realiza crossover com Diablo nesta semana para lançamento de Lord of Hatred

27 de Abril de 2026, 09:15

A Blizzard vai reunir duas de suas maiores franquias novamente nesta semana: Overwatch e Diablo IV se encontram a partir desta terça-feira (28) em um novo evento de crossover. A colaboração chega ao jogo multiplayer de tiro em primeira pessoa para celebrar a expansão Lord of Hatred, trazendo cosméticos inéditos e o retorno de conteúdos populares.

Chamado de Overwatch x Hatred’s Reckoning, o evento começa em 28 de abril e segue até 18 de maio de 2026. Durante esse período, jogadores poderão adquirir skins temáticas inspiradas em classes e personagens clássicos da série Diablo, além de obter alguns itens gratuitamente por meio do evento.

A iniciativa continua a estratégia recente da Blizzard de conectar suas franquias por meio de eventos sazonais e conteúdos cosméticos. Na prática, o crossover mistura o visual futurista de Overwatch com a estética sombria e demoníaca do mundo do Santuário.

Novas skins de Diablo chegam a Overwatch

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O destaque da colaboração é a chegada de cinco skins lendárias inéditas, todas inspiradas em arquétipos clássicos de Diablo. Os visuais reinterpretam heróis de Overwatch como figuras do universo sombrio da franquia. Entre as novidades, os jogadores podem esperar as seguintes skins:

  •  Ramattra como Mephisto
  •  Mauga como Druida
  • Freja como Rogue
  • Brigitte como Paladina
  • Lifeweaver como Warlock. 

Segundo a Blizzard, a ideia é imaginar como esses personagens seriam caso existissem dentro do mundo de Santuário, conhecido por sua temática gótica e conflitos entre forças celestiais e demoníacas.

Skins antigas de Diablo também retornam

Além dos cosméticos inéditos, o evento também marca o retorno de conteúdos do primeiro crossover entre as franquias. Alguns dos visuais mais populares da colaboração original voltarão à loja por tempo limitado.

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Entre eles estão Moira inspirada em Lilith, Pharah como Inarius, Reinhardt como Imperius e Sombra com a skin Gilded Hunter. Esses itens poderão ser comprados separadamente ou em pacotes temáticos.

Evento terá desafios e recompensas gratuitas

O evento também trará desafios especiais dentro do jogo, permitindo que jogadores desbloqueiem recompensas sem custo. Entre os itens confirmados está um novo acessório de arma chamado Crab with a Knife.

Além disso, desafios antigos do crossover inspirado em Diablo devem retornar, oferecendo outra oportunidade para desbloquear recompensas que alguns jogadores podem ter perdido na primeira edição do evento.

A Blizzard também confirmou recompensas adicionais por meio de transmissões na Twitch. Entre os itens disponíveis estão charms de arma como Wolf Pup e Sword, além de outros bônus que podem incluir progressão de Passe de Batalha e recompensas extras.

Assim como o evento de Overwatch, a expansão Lord of Hatred chega para Diablo IV nesta terça-feira, 28 de abril. Confira a nossa análise com o conteúdo extra.

Spider-Noir: Nicolas Cage entra em ação como Homem-Aranha em novo trailer

26 de Abril de 2026, 10:08

Um novo trailer de Spider-Noir finalmente saiu das sombras e revelou Nicolas Cage como a versão live-action do herói. A prévia foi divulgada durante a CCXP Mexico 2026 e mostra um lado mais sombrio do universo do Homem-Aranha.

A série adapta os quadrinhos de Spider-Man Noir e chega ao público com uma proposta visual bem diferente das produções tradicionais da Marvel. O lançamento está marcado para 25 de maio no canal linear da MGM+ e, dois dias depois, estreia mundialmente no Prime Video.

Outro detalhe curioso é que o trailer foi divulgado em duas versões: uma em preto e branco, seguindo a estética clássica do gênero noir, e outra totalmente colorida. A produção terá oito episódios e promete explorar um lado inédito do herói nas telinhas. Você pode conferir as duas logo abaixo!

Trailer mostra versão sombria do Homem-Aranha

Na trama, Cage interpreta Ben Reilly, um detetive particular decadente que atua como o único super-herói em uma Nova York alternativa dos anos 1930. O personagem precisa lidar com traumas do passado após uma tragédia pessoal que mudou sua vida.

A prévia também mostra que o tom da série mistura ação de super-herói com elementos de terror e suspense. Entre as cenas reveladas estão enxames de aranhas, transformações grotescas e confrontos com criminosos perigosos.

Vilões clássicos também aparecem na série

O trailer ainda destaca vários antagonistas do universo Marvel que devem cruzar o caminho do herói ao longo da temporada. Entre eles estão Tombstone, Megawatt e Sandman, além do mafioso Silvermane, interpretado por Brendan Gleeson.

A produção também sugere uma dinâmica importante entre o protagonista e Cat Hardy, personagem de Li Jun Li. As cenas indicam que os dois podem desenvolver uma parceria — ou algo além — enquanto enfrentam os perigos da cidade.

Série pode abrir portas para novos Aranhas

Segundo o showrunner Oren Uziel, o formato da história permite expandir o universo do personagem em diferentes direções. “Uma das coisas que amo no gênero noir é que tudo pode começar com uma batida na porta do escritório e um novo cliente aparecendo”, explicou ele.

Uziel também indicou que o cenário histórico abre possibilidades narrativas interessantes para o futuro da série. “À medida que avançamos a partir de 1933, entramos em um período de grandes tensões econômicas e geopolíticas que pode ser um ótimo pano de fundo para novas histórias”, afirmou.

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Spider-Noir pode ganhar novas temporadas

Apesar de ainda não haver confirmação oficial de uma segunda temporada, os produtores não descartam continuar a história. A ideia é transformar Spider-Noir em um ponto de partida para explorar outras versões alternativas do herói em live-action.

Se isso acontecer, a estratégia pode seguir o caminho aberto pelo sucesso do universo animado do Aranhaverso, que mostrou o potencial de múltiplas variações do personagem. Por enquanto, a primeira temporada estreia em maio e promete mostrar um Homem-Aranha bem diferente do que os fãs estão acostumados.

E aí, você pretende conferir Spider-Noir no Prime Video em 27 de maio? Comente suas expectativas!

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Atirador que fez atentado em evento com Trump se descrevia como dev indie e lançou jogo na Steam

26 de Abril de 2026, 09:52

Um ataque a tiros durante o tradicional jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, nos Estados Unidos, ganhou um detalhe inusitado para quem acompanha o mercado de games. O suspeito detido após o incidente se descrevia online como desenvolvedor independente e chegou a lançar um jogo na Steam.

Identificado por autoridades como Cole Tomas Allen, de 31 anos, o homem teria tentado atravessar um bloqueio de segurança no evento realizado em um hotel em Washington no sábado (25). Segundo investigadores, ele estava armado com uma espingarda, uma pistola e várias facas quando foi interceptado por agentes de segurança.

Embora a investigação esteja focada nas circunstâncias do ataque, a presença do suspeito no ecossistema de desenvolvimento indie chamou atenção nas redes. Usuários passaram a analisar seus perfis públicos e descobriram que ele publicou um jogo independente na Steam em 2018.

Suspeito tinha um jogo publicado na Steam: conheça Bohrdom

Nos registros da plataforma da Valve, Allen aparece como criador de Bohrdom, um título independente lançado em dezembro de 2018. O jogo é descrito pelo próprio autor como um “game de luta assimétrico baseado em habilidade” inspirado em modelos atômicos da química.

A proposta foge bastante do padrão do gênero. Em vez de combate direto, a experiência mistura conceitos de bullet hell, corrida e física, colocando jogadores no controle de partículas dentro de um átomo. Parte da jogabilidade envolve manipular elétrons que se movem pelo cenário enquanto interagem com anéis atômicos e o núcleo.

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Apesar da ideia incomum, o título passou praticamente despercebido quando chegou ao mercado. Dados de monitoramento do SteamDB indicam que o jogo praticamente não teve jogadores simultâneos por anos e teria vendidos menos de uma dezena de cópias – até agora.

Jogo obscuro voltou a receber atenção após o caso

A ligação entre o suspeito e o game acabou despertando curiosidade na comunidade online. Nas horas seguintes ao incidente, usuários começaram a acessar a página de Bohrdom na Steam.

Segundo dados do SteamDB, o título registrou um pico repentino de buscas na madrugada de domingo (26). O jogo também acumulou dezenas de novas avaliações em pouco tempo, com um total de 80 reviews.

Boa parte dessas análises faz referência direta ao episódio ocorrido em Washington, com comentários irônicos e trocadilhos envolvendo a mecânica do jogo e o caso policial — um fenômeno comum na plataforma quando títulos obscuros acabam ligados a acontecimentos do mundo real.

“Nossa, que jogo legal sobre átomos! Fico me perguntando o que o desenvolvedor anda fazendo ultimamente”, diz uma das avaliações, em tom irônico. "Quando estou participando de uma competição de ‘maneira mais inusitada de divulgar meu jogo’ e meu oponente é esse desenvolvedor", diz outro jogador.

Bohrdom está disponível para compra na Steam por R$ 4,49 e já chegou a sair por R$ 1,16 em promoções. Com isso em mente, a expectativa é que ainda mais jogadores curiosos apareçam na página do jogo. 

No entanto, é válido ressaltar que, mesmo relevando o fato, o game ainda conta com uma qualidade duvidosa e parece shovelware. Logo, a dica é não gastar dinheiro com o jogo apenas para fazer uma piada – mas eu não sou seu pai ou sua mãe, então você pode fazer o que quiser.

Desenvolvedor também mencionava novo projeto

Além de lançar Bohrdom na Steam, perfis públicos atribuídos a Allen indicam que ele se apresentava como engenheiro mecânico e cientista da computação por formação, além de desenvolvedor indie “por experiência”. O suspeito também trabalhava como professor em uma empresa de preparação para testes acadêmicos.

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Atirador foi preso durante tentativa de invasão na Casa Branca.

Em seu LinkedIn, ele afirmava estar desenvolvendo um segundo jogo com o nome provisório First Law. O projeto teria sido descrito como um RPG de tiro em visão superior com combate espacial baseado em física realista em duas dimensões.

Até o momento, autoridades afirmam que não há indicação de ligação entre o trabalho do suspeito como desenvolvedor e o ataque investigado. O caso segue sob apuração enquanto investigadores tentam determinar as motivações por trás da ação, que supostamente visava o presidente Donald Trump.

Durante o atentado de Cole Tomas Allen, um segurança foi atingido por um tiro, mas foi salvo pelo colete à prova de balas. Com a prisão do atirador, ninguém ficou gravemente ferido.

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Battlefield ganhará filme com vencedor do Oscar Michael B. Jordan

24 de Abril de 2026, 20:30

O universo dos games pode ganhar mais uma adaptação de peso em Hollywood. A franquia de tiro militar Battlefield está a caminho do cinema em um novo projeto liderado por dois nomes fortes da indústria: o ator e produtor Michael B. Jordan, que venceu Wagner Moura no Oscar 2026, e o diretor e roteirista Christopher McQuarrie.

Segundo informações do The Hollywood Reporter, Jordan deve produzir o longa e pode também assumir um papel no elenco, embora sua participação como ator ainda dependa de ajustes no cronograma. O projeto já está sendo apresentado a grandes estúdios e serviços de streaming, que disputam os direitos de produção.

Já McQuarrie — conhecido por seus trabalhos na franquia Missão Impossível — está ligado ao projeto como roteirista, diretor e produtor. A ideia é levar a adaptação diretamente para os cinemas, com lançamento em circuito tradicional sendo tratado como prioridade pelos envolvidos.

Filme de Battlefield já está sendo disputado por estúdios

De acordo com as reportagens, o pacote criativo envolvendo McQuarrie e Jordan já começou a ser apresentado a grandes empresas de entretenimento. Entre os nomes que teriam participado das primeiras reuniões estão a Apple e a Sony, embora ainda não exista um acordo fechado.

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Michael B. Jordan venceu o Oscar de Melhor Ator em 2026.

O projeto também conta com a participação da Electronic Arts, publisher responsável pelos jogos da franquia. Fontes indicam que a disputa pelos direitos pode se transformar em uma das maiores batalhas de bastidores de Hollywood em 2026, já que o sucesso recente da série aumentou o interesse da indústria.

Além dos custos elevados para garantir o elenco e a equipe criativa, a negociação pelos direitos da marca também deve ser cara. Ainda assim, o potencial comercial da franquia parece ter convencido diversos estúdios a entrar na disputa.

Sucesso recente dos jogos impulsiona adaptação

A série Battlefield começou em 2002 com o lançamento de Battlefield 1942, inicialmente ambientado na Segunda Guerra Mundial. Ao longo das décadas, os jogos passaram a explorar diferentes períodos históricos e cenários futuristas, ampliando a escala e a ambição da franquia.

O capítulo mais recente, Battlefield 6, lançado no ano passado, se tornou um dos jogos mais vendidos de 2025 e também o maior sucesso comercial da história da série. Ambientado em um futuro próximo com conflitos envolvendo uma OTAN fragmentada, o título ajudou a reacender o interesse global pela franquia.

Historicamente, a série costuma ser comparada à rival Call of Duty, com as duas disputando o topo do gênero de tiro militar há décadas. Curiosamente, o rival também está desenvolvendo sua própria adaptação cinematográfica, que chega em 2028.

Filmes de videogame vivem nova fase em Hollywood

O interesse por adaptações de games tem crescido rapidamente nos últimos anos, impulsionado pelo sucesso de grandes produções nos cinemas. Um exemplo recente é o filme de Minecraft, que arrecadou cerca de US$ 961 milhões mundialmente e já garantiu uma sequência.

Outro fenômeno recente é Super Mario Galaxy, que se tornou um dos maiores sucessos de bilheteria de 2026 em poucas semanas de exibição, mesmo com críticas mistas. Os próximos meses também prometem ser marcados pelo lançamento de obras de peso.

Outras adaptações já confirmadas para os próximos meses incluem Mortal Kombat II e Street Fighter, além de um novo filme de Resident Evil. Resta agora aguardar para ver se os longa-metragens vão alcançar o sucesso das franquias nos games.

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Veja lista de jogos do Xbox Game Pass Starter Edition, nova versão baratinha do serviço

24 de Abril de 2026, 18:45

O ecossistema Xbox passou por dias agitados recentemente, incluindo a redução de preço do Game Pass, mudanças estratégicas e rumores sobre o futuro da plataforma. Em meio a esse cenário, um novo vazamento revelou detalhes sobre um possível plano inédito da assinatura da marca, que seria voltado para quem busca uma opção mais barata para entrar no serviço.

Chamado de Xbox Game Pass Starter Edition, o plano ainda não foi anunciado oficialmente pela Microsoft e não teve seu preço revelado, mas já virou tema de diversas informações reveladas por dataminers e veículos especializados, como  Billbil-kun. A proposta seria oferecer acesso a uma biblioteca reduzida de jogos e alguns benefícios extras, com foco em preço mais acessível.

Um novo vazamento também trouxe aquela que pode ser a lista completa de jogos disponíveis nesse novo plano, incluindo títulos populares de franquias da própria Xbox e produções de terceiros. Ficou interessado? Então veja agora tudo que se sabe sobre o serviço!

O que é o Xbox Game Pass Starter Edition?

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De acordo com vazamentos divulgados pelo conhecido dataminer Billbil-kun, o Game Pass Starter Edition funcionaria como um nível de entrada do serviço de assinatura. A ideia seria oferecer acesso a mais de 50 jogos selecionados, além de alguns benefícios extras.

  • Além do catálogo de jogos, o Starter Edition teria até 10 horas mensais de streaming via Xbox Cloud Gaming
  • A assinatura ainda traria integração com programas de recompensas da plataforma e possíveis vantagens relacionadas ao Discord. 
  • O plano também deve permitir jogar os títulos em diferentes dispositivos por meio do recurso Xbox Play Anywhere.

Apesar dos detalhes, a Microsoft ainda não confirmou oficialmente o plano nem revelou preço ou data de lançamento, o que significa que detalhes podem mudar até o anúncio final.

Novo plano do Game Pass pode não ter multiplayer online

Um detalhe curioso do suposto plano é a ausência de um recurso bastante popular do serviço: o multiplayer online nos consoles. Segundo as informações divulgadas, o Starter Edition seria o primeiro nível do Game Pass disponível no console que não permitiria jogar online com outros usuários

Na prática, isso significa que títulos com foco multiplayer — como alguns da lista vazada — só poderiam ter suas funções online utilizadas no PC. Ainda assim, os jogadores poderiam acessar o catálogo normalmente para experiências single-player ou offline, além de usar o streaming em nuvem dentro do limite mensal.

Lista de jogos do Xbox Game Pass Starter Edition (vazamento)

A lista divulgada inclui mais de 50 títulos, misturando produções independentes, clássicos do catálogo da Microsoft e sucessos recentes do serviço. Confira os jogos que devem estar presentes no plano:

  • Among Us
  • Astroneer
  • Batman: Arkham Knight
  • Celeste
  • Chivalry 2
  • Cities: Skylines – Remastered
  • Control
  • Crash Team Racing Nitro-Fueled
  • DayZ
  • Dead Cells
  • Deep Rock Galactic
  • Descenders
  • Dishonored 2
  • Disney Dreamlight Valley
  • DOOM 64
  • DOOM Eternal
  • Fable Anniversary
  • Fallout 4
  • Fallout 76
  • Firewatch
  • Gang Beasts
  • Gears 5
  • Golf With Your Friends
  • Grounded
  • Hades
  • Halo 5: Guardians
  • Halo Wars 2
  • Hellblade: Senua's Sacrifice
  • Human: Fall Flat
  • Inside
  • Limbo
  • Medieval Dynasty
  • Monster Sanctuary
  • Ori and the Will of the Wisps
  • Overcooked! 2
  • Payday 2
  • PowerWash Simulator
  • Psychonauts
  • Psychonauts 2
  • Retro Classics
  • Slay the Spire
  • SnowRunner
  • Spiritfarer – Farewell Edition
  • Stardew Valley
  • State of Decay 2 – Juggernaut Edition
  • Stellaris
  • Superhot: Mind Control Delete
  • Superliminal
  • Teenage Mutant Ninja Turtles: Shredder's Revenge
  • The Elder Scrolls Online – Standard Edition
  • Totally Reliable Delivery Service
  • Tunic
  • Unpacking
  • Vampire Survivors
  • Warhammer 40,000: Darktide
  • Warhammer: Vermintide 2
  • World War Z
  • Wreckfest

Plano pode fazer parte de parceria com Discord

Outro detalhe interessante do vazamento é que o Starter Edition pode estar ligado a uma parceria com o Discord. Informações divulgadas por dataminers indicam que assinantes do Discord Nitro poderiam receber acesso ao plano básico do Game Pass por meio do programa de recompensas da plataforma.

A colaboração ainda não foi confirmada oficialmente, mas reforça a estratégia da Xbox de expandir seu ecossistema para além dos consoles tradicionais. Essa abordagem também aparece em recentes comunicados internos da empresa, que destacam planos de tornar o Xbox uma plataforma mais aberta e acessível.

Por enquanto, resta aguardar um anúncio oficial da Microsoft para confirmar preço, disponibilidade e os detalhes finais do Xbox Game Pass Starter Edition. Se os rumores se confirmarem, o plano pode se tornar uma alternativa mais acessível para quem quer experimentar o catálogo do serviço sem pagar pelas versões mais caras.

E aí, o que você achou das novidades do Xbox  Game Pass? Comente nas redes sociais do Voxel!

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Segunda temporada de Cangaço Novo tem quantos episódios? Veja tempo para maratonar

24 de Abril de 2026, 18:15

A segunda temporada de Cangaço Novo chegou ao catálogo do Amazon Prime Video nesta sexta-feira (24) trazendo mais ação, conflitos familiares e o estilo visual que conquistou o público na primeira leva de episódios. Desta vez, a série brasileira retorna com novos capítulos lançados de uma vez no streaming, permitindo que os fãs maratonem a história dos irmãos Vaqueiro de uma vez só.

Ambientada na fictícia cidade de Cratará, a trama acompanha Ubaldo, Dinorah e Dilvânia enquanto enfrentam as consequências do final explosivo da temporada anterior. O luto e a busca por vingança acabam mergulhando o grupo em uma guerra aberta contra os Maleiros e outras forças que disputam poder na região.

Segundo o diretor e showrunner Fabio Mendonça, a nova temporada aposta ainda mais no estilo visual que mistura faroeste com cultura nordestina. “A estética e a linguagem são as mesmas, só investimos ainda mais no que chamamos de Nordestern”, explicou o cineasta, destacando que a produção decidiu “aumentar a dose da pimenta” nas sequências de ação.

Quantos episódios tem a 2ª temporada de Cangaço Novo?

A segunda temporada de Cangaço Novo tem 7 episódios ao todo, todos disponibilizados simultaneamente no streaming. O formato é menor do que o da primeira temporada, que contou com oito capítulos, mas mantém episódios longos e com ritmo intenso.

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Isso faz com que a nova fase da série tenha duração semelhante a vários filmes somados, reforçando a ideia de que o público pode assistir à história como uma grande saga contínua. Na prática, isso também facilita para quem quer fazer uma maratona completa em um único dia ou fim de semana.

Quanto tempo dura a maratona de Cangaço Novo 2?

Somando a duração oficial de cada capítulo, a segunda temporada tem aproximadamente 5 horas e 7 minutos de duração total. Ou seja, é possível assistir à história completa em uma tarde ou noite dedicada à série.

A seguir, veja todos os episódios e suas durações.

  • Episódio 1 — Está aberta a temporada de caça - 1h03 (63 minutos)
  • Episódio 2 — Ninguém governa sozinho - 49 minutos
  • Episódio 3 — A alegria de um doido é encontrar uma doida - 54 minutos
  • Episódio 4 — Nós somos iguais - 49 minutos
  • Episódio 5 — A terceira lâmina - 49 minutos
  • Episódio 6 — O maior assalto de todos os tempos - 43 minutos
  • Episódio 7 — Quem não reage, rasteja - 50 minutos w

Com isso, o tempo total para assistir tudo fica em 307 minutos, cerca de 5 horas e 7 minutos. Para quem curte maratornar séries, é possível abocanhar todos os novos episódios já no fim de semana.

O que esperar da nova temporada

A nova fase começa exatamente após o final da primeira temporada, com o incêndio da igreja e o clima de luto entre os Vaqueiros. Segundo Mendonça, essa continuidade direta foi uma preocupação da equipe durante as filmagens.

“A história recomeça exatamente após o minuto derradeiro do último capítulo da primeira temporada”, contou o diretor. Ele afirmou que a equipe buscou dar a sensação de que a narrativa nunca foi interrompida, mantendo o mesmo clima e intensidade da série.

A protagonista Alice Carvalho também destacou a força de sua personagem nesta nova fase da trama. “Dinorah traz a visceralidade daquilo que precisa ser dito. É uma mulher forte, arrimo de família, guerreira amorosa”, afirmou a atriz ao comentar o papel. 

Onde assistir Cangaço Novo?

A segunda temporada de Cangaço Novo está disponível no Amazon Prime Video. O streaming pode ser assinado como parte do pacote Amazon Prime, que possui 30 dias de teste grátis e custa R$ 19,90 mensais ou R$ 166,80 por ano.

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Criador de Bebê Rena está muito diferente em Pela Metade, nova série do HBO Max

24 de Abril de 2026, 08:15

O ator, roteirista e comediante Richard Gadd está de volta aos holofotes com a série Pela Metade, mas chamou a atenção antes mesmo da estreia da produção por causa de sua aparência. Conhecido por interpretar o tímido Donny Dunn em Bebê  Rena, o criador da produção aparece muito mais musculoso, com barba e imponente na produção da BBC e HBO Max.

Nas imagens promocionais e no primeiro episódio, que estreia nesta quinta (23), Gadd aparece ao lado do ator Jamie Bell, que divide o protagonismo da série. Nas imagens, o ator usa uma regata branca que evidencia braços bem mais fortes, mostrando uma transformação física significativa em relação ao personagem anterior.

A mudança rapidamente repercutiu entre fãs nas redes sociais, que compararam o visual atual com o de seu trabalho mais conhecido. Essa mudança, no entanto, não foi simples.

Transformação física radical para nova série

Para interpretar Ruben Pallister na série Pela Metade, Gadd passou por meses de preparação física intensa. O ator revelou que ganhou aproximadamente 22 kg de massa corporal para viver o personagem.

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Jamie Bell e Richard Gadd na série Pela Metade, do HBO Max.

“Eu queria me desafiar fazendo algo muito diferente de Donny Dunn”, explicou o artista em entrevista. Segundo ele, a transformação só aconteceu de verdade quando passou a seguir uma dieta rigorosa orientada por um nutricionista.

O processo envolveu treinos diários e uma alimentação cuidadosamente planejada. Gadd contou que, apesar de já se exercitar antes, os resultados só apareceram quando a rotina alimentar mudou.

“Eu treinava bastante, mas minha dieta não estava no ponto”, afirmou o ator. “Quando um nutricionista entrou no processo e organizou tudo, em um ou dois meses meu corpo começou a mudar — no fim das contas, tudo é sobre dieta.”

Contraste com o papel em Bebê Rena

A preparação para Pela Metade é praticamente o oposto do que Gadd fez para seu trabalho anterior. Em Bebê Rena, o ator perdeu bastante peso para transmitir vulnerabilidade ao personagem Donny Dunn.

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Richard Gadd em Bebê Rena

“Eu queria me sentir vulnerável e frágil no meu próprio corpo”, explicou ele sobre o papel. Na época, Gadd contou que reduziu o peso de 96 kg para cerca de 68 kg para entrar na pele do protagonista.

Criador da série quase não atuou em Pela Metade

Curiosamente, o criador da nova produção inicialmente não pretendia interpretar Ruben. “No começo eu não ia fazer o papel”, revelou Gadd em entrevistas sobre o projeto.

A situação mudou após sugestões da equipe e do próprio elenco. Segundo o ator, o medo de que o público não acreditasse em sua transformação acabou sendo justamente o que o motivou a assumir o desafio.

Para convencer na nova versão de si mesmo, Gadd decidiu mudar praticamente tudo em sua aparência. O ator explicou que se dedicou ao máximo para criar uma versão física e emocionalmente diferente de seus trabalhos anteriores.

“Eu fiz tudo que podia para mudar tudo sobre mim mesmo — cabelo, barba, tamanho, voz, tudo”, contou. “Foi um compromisso real, e agora vamos ver se as pessoas compram essa transformação.”

História acompanha décadas de relação entre irmãos

Com seis episódios, Half Man acompanha a história de Ruben e Niall, dois homens muito diferentes que cresceram quase como irmãos. A trama começa quando Ruben aparece inesperadamente no casamento de Niall, desencadeando uma narrativa que revisita décadas da relação entre os dois.

A série alterna entre diferentes momentos da vida dos personagens para mostrar como o vínculo deles evolui ao longo de cerca de 40 anos. Versões jovens da dupla também aparecem na trama, interpretadas por Stuart Campbell e Mitchell Robertson.

Série discute masculinidade e conflitos internos

Além do drama familiar, a produção também explora temas ligados à identidade masculina e às pressões sociais enfrentadas por homens ao longo da vida. Para Gadd, o conceito de masculinidade mudou muito e pode ser interpretado de maneiras diferentes.

“Percebi que masculinidade é muitas vezes uma projeção de quem está falando sobre ela”, explicou o criador. “Alguns veem como força física, outros como confiança silenciosa — hoje o termo acabou englobando muitas formas de comportamento.”

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Durante coletiva com o Minha Série, Gadd também explicou que a produção aposta em mostrar mudanças profundas nos personagens ao longo do tempo. Segundo ele, a ideia era retratar como as experiências da vida podem transformar completamente alguém.

“As pessoas tendem a se tornar mais quebradas conforme avançam pela vida”, comentou o ator. “Ruben vive de forma tão intensa que algo inevitavelmente vai acontecer com ele, e isso molda quem ele se torna.”

Onde assistir Pela Metade?

Feita em parceria entre HBO e BBC, a série Pela Metade já está disponível para assistir no HBO Max, além de ser exibida pela BBC no Reino Unido. A produção contará com seis episódios, que serão liberados semanalmente às quintas-feiras, a partir das 22h, pelo horário de Brasília.

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Pela Metade tem quantos episódios? Veja calendário e horário de lançamento

23 de Abril de 2026, 16:45

Hoje é dia de lançamento de peso no streaming. A nova série Pela Metade (Half Man) estreia nesta quarta-feira, 23 de abril, e marca o retorno de Richard Gadd à televisão após o sucesso de Bebê Rena na  Netflix. Segundo a plataforma, o drama chega ao serviço HBO Max no Brasil às 3h da madrugada (horário de Brasília) para o dia 24 – diferente do horário divulgado inicialmente, às 22h.

Criada e estrelada por Gadd, a produção acompanha a relação turbulenta entre dois irmãos ao longo de três décadas. A trama também conta com Jamie Bell no papel de Niall, personagem central no desenvolvimento do conflito emocional da história.

Além do lançamento no streaming, a série também será exibida no Reino Unido pelo BBC iPlayer e pela emissora BBC. A seguir, veja quantos episódios terá a minissérie e quando cada capítulo será lançado.

Quantos episódios tem Pela Metade? Veja calendário

A primeira temporada de Pela Metade, que deve ser a única da obra, terá seis episódios no total. O formato segue um padrão comum em produções dramáticas britânicas recentes, apostando em temporadas mais curtas e focadas em narrativa intensa.

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Os capítulos serão lançados semanalmente após a estreia, com novos episódios chegando sempre às quintas-feiras no HBO Max. Com isso, o final da temporada está previsto para ir ao ar no final de maio.

Confira abaixo o calendário oficial de lançamento dos episódios da série. As datas correspondem ao lançamento no streaming HBO Max e podem sofrer alterações.

  • Episódio 1 – 23 de abril para 24 de abril de 2026
  • Episódio 2 – 30 de abril para 1 de maio de 2026
  • Episódio 3 – 7 de maio para 8 de maio de 2026
  • Episódio 4 – 14 de maio para 15 de maio de 2026
  • Episódio 5 – 21 de maio para 22 de maio de 2026
  • Episódio 6 – 28 de maio para 29 de maio de 2026

Que horas estreia Pela Metade no Brasil?

No Brasil, o primeiro episódio de Pela Metade estava marcado para estrear às 22h desta quarta-feira (23) no HBO Max. No entanto, o streaming mudou a estreia sem aviso prévio para às 3h da madrugada do dia 24 de abril.

Com isso em mente, a expectativa é que os próximos episódios também sejam lançados durante a madrugada, às 3h. O horário deve se repetir nos próximos capítulos até o encerramento da série, em 29 de maio.

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O horário de lançamento dos novos episódios segue o mesmo padrão adotado por outras produções recentes da plataforma, que costumam ser liberadas simultaneamente com a estreia nos Estados Unidos.

Esse modelo de lançamento global ajuda a reduzir spoilers e mantém a conversa nas redes sociais acontecendo ao mesmo tempo em diferentes regiões. Assim, fãs brasileiros podem acompanhar a série praticamente junto com o público internacional.

Qual a história de Pela Metade, nova série de Richard Gadd?

A história acompanha Ruben e Niall, dois irmãos que cresceram juntos, mas que acabam se distanciando ao longo da vida. A narrativa alterna entre os anos 1980 e o presente, mostrando como segredos, traumas e escolhas moldam o relacionamento entre eles.

Segundo Richard Gadd, o objetivo da série é mostrar como as pessoas mudam com o passar do tempo. “As pessoas tendem a se tornar mais quebradas ao longo da vida, porque carregam as dificuldades no corpo e na mente”, explicou o criador durante coletiva acompanhada pelo Minha Série.

Gadd também destacou que a evolução dos personagens é essencial para a história funcionar. “Se Niall e Ruben permanecessem os mesmos durante toda a série, você não estaria contando uma boa história”, afirmou o criador.

Para ele, a televisão precisa confiar mais na inteligência do público ao abordar temas complexos. “As pessoas gostam de ser desafiadas e de enfrentar seus próprios demônios quando veem essas histórias na televisão”, completou o roteirista.

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Apps que simulam Tigrinho driblam ECA Digital e podem ser baixados por crianças

26 de Março de 2026, 16:05

O ECA Digital entrou em vigor na semana passada e afetou diversos jogos no Brasil, incluindo o popular Roblox, que aumentaram sua classificação indicativa por conter mecânicas de loot boxes. Segundo a lei, esse tipo de monetização, que oferece itens aleatórios mediante pagamento, pode servir como incentivo para práticas como apostas para crianças.

No entanto, a legislação brasileira acabou deixando passar jogos que, literalmente, simulam casas de apostas. Em uma rápida navegação na Play Store, o Voxel encontrou jogos que emulam a experiência de jogar no Tigrinho e caça-níqueis com classificação livre, disponíveis para download para crianças na loja do Android. 

O Voxel entrou em contato com o Google, que lançou um posicionamento sobre o assunto dizendo que orientou desenvolvedores sobre o ECA Digital (confira mais detalhes abaixo). Além disso, a classificação indicativa de alguns dos apps foi alterada para 18 anos – processo que é gerenciado pela Coalizão Internacional de Classificação Indicativa (IARC).

É válido ressaltar que o ECA Digital proíbe aplicativos de bets para menores e plataformas do tipo que lidam com apostas com dinheiro real aparecem marcados como +18 na loja do Google. Ainda assim, existe uma linha cinza que permite apps capazes de apresentar mecânicas de apostas para crianças.

Jogos que passaram pela Lei Felca simulam Tigrinho com moeda digital e acumulam milhões de downloads

Ao pesquisar por termos como “Tigrinho” ou “Apostas” na Google Play Store, o usuário possivelmente vai cair em um aplicativo da desenvolvedora Slots Limited. Segundo a página oficial, a empresa oferece “mais de 500 jogos grátis de máquinas caça-níqueis”.

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Os aplicativos no catálogo incluem nomes como “Slots Slots: Jogo do Tigrinho” e “Golden Casino - Caça Níqueis”, que chegam a superar 5 milhões de downloads. Na terça-feira (24), todos os apps da desenvolvedora verificados pelo Voxel contavam com classificação livre e podíam ser baixados sem qualquer verificação de idade no Android e também no Windows.

A listagem dos aplicativos na Play Store aponta que os softwares contam com a exibição de anúncios e também compras no aplicativo, além do link para o site da desenvolvedora. No entanto, a Slots Limited não deixa nenhuma informação de contato disponível, o que impossibilitou o Voxel de obter um posicionamento direto da companhia.

Como funciona o Simulador de Tigrinho?

Apesar de contarem com nomes que variam entre “Tigrinho” e “Caça-Níqueis”, os aplicativos simuladores de apostas com classificação livre contam sempre com o mesmo "gameplay'. Ao baixar e abrir, o jogador é convidado a criar uma conta no app ou jogar como convidado, sem precisar inserir dados.

Em seguida, uma mensagem pomposa aparece dizendo que você ganhou milhões na moeda digital do jogo para fazer apostas. Depois disso, o gameplay segue os padrões de um caça-níquel: o jogador pode abrir diversas roletas e apostar as moedas virtuais, com a opção de rolar tudo automaticamente e apenas acompanhar os resultados finais.

Além do cassino virtual, o jogo também conta com uma aba de loja que permite comprar mais moedas digitais. O jogador também é constantemente apresentado a pop-ups de anúncios para conseguir mais bônus, como rodadas extras.

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A experiência é tão autêntica aos aplicativos de bets reais que até mesmo pessoas adultas se confundem na hora de baixar e apostar. Nas reviews de um dos simuladores de Tigrinho, alguns usuários deixaram avaliações negativas porque o aplicativo “não paga” e transforma todo dinheiro investido em moedas virtuais.

“Não façam depósitos achando que vão ganhar dinheiro”, diz uma avaliação de uma estrela. “Não há prêmio em dinheiro real, esta informação não é passada de forma clara ao usuário que se deixa levar pelo sensacionalismo e uso do cifrão do dinheiro real para representar moedas virtuais.”

“Eu baixo casino pra apostar e ganhar, aí não tem como ganhar, mas tem como perder. Não posso sacar, mas posso depositar”, diz outro usuário. “Odiei”, dando uma estrela.

Como o simulador de Tigrinho passou pela Lei Felca?

Tanto o decreto quanto o texto da lei proíbem que aplicativos de apostas sejam liberados para menores de 18 anos no Brasil. Quando o assunto são games, o ECA Digital traz regras rígidas envolvendo sistemas de comunicação online, como chats de texto e voz, e sistemas de loot boxes, que vendem itens aleatórios por dinheiro real.

Neste contexto, os simuladores de Tigrinho ficam em uma linha cinza na Play Store. O aplicativo não é uma bet, pois não permite fazer apostas que valem dinheiro real que pode ser sacado — apesar de as pessoas conseguirem gastar quantias com a moeda digital dos apps.

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Além disso, os aplicativos de simulação de cassino não contam com sistemas de chat ou loot boxes, já que todas as microtransações realizadas dentro dos apps envolvem apenas a compra de moeda digital, sem itens aleatórios. Ou seja, mesmo que os apps tenham “sabor” de bet, tudo é realizado com “dinheiro de mentirinha”, fazendo com que o ECA Digital não seja aplicado diretamente.

O que diz o Google sobre os apps que simulam cassinos?

A documentação oficial da loja Play Store traz diretrizes para desenvolvedores proibindo aplicativos de bets e cassinos para menores de idade, mas as regras sempre falam em uso de dinheiro real para apostar. Após o contato do Voxel com o Google, jogos da Slots Limited começaram a receber classificação +18 na Play Store, processo gerenciado pela IARC, mas alguns apps de simulação de Tigrinho ainda aparecem como livre para todas as idades.

O Voxel também conversou com o Google para saber mais detalhes sobre as diretrizes da Play Store e como as regras da loja se aplicam nesse tipo de caso. Em um posicionamento enviado ao veículo, a empresa explicou que está em contato com desenvolvedores para promover a adequação ao ECA Digital.

"O Google orientou recentemente os desenvolvedores sobre os novos requisitos do ECA Digital. A classificação indicativa exibida no Google Play é de responsabilidade do desenvolvedor e gerada pela Coalizão Internacional de Classificação Indicativa (IARC) — órgão que reflete os critérios do Ministério da Justiça no Brasil — a partir de um questionário autodeclaratório preenchido ao enviar o jogo", disse a companhia.

A empresa também disse que apps que violem as regras podem ser banidos da plataforma – o público também pode fazer denúncias neste site. “Caso seja identificado que um desenvolvedor forneceu respostas imprecisas no questionário para burlar o processo de classificação ou que violou as políticas do Google Play, o aplicativo estará sujeito a medidas corretivas, incluindo a remoção ou suspensão da loja”.

O impacto das apostas na mente

Mesmo quando não envolvem dinheiro real, mecânicas inspiradas em cassinos podem gerar efeitos psicológicos importantes, principalmente quando estão acessíveis a crianças e adolescentes. Segundo a psicóloga Beatriz Silvério da Rocha Paiva, docente de Psicologia na UniFacens, esse tipo de sistema costuma explorar mecanismos conhecidos da psicologia comportamental.

De acordo com a especialista, o funcionamento de jogos de aposta está ligado ao chamado reforço intermitente, um padrão em que o jogador às vezes ganha e às vezes perde. “Esse tipo de consequência é importante para a nossa tolerância às situações cotidianas que nem sempre são bem-sucedidas, porém também pode favorecer comportamentos compulsivos”, explica.

Outro fator que torna esse tipo de experiência tão envolvente é a expectativa constante pelo momento em que a aposta finalmente será recompensada. Segundo Paiva, o ciclo de tentativa e recompensa ajuda a consolidar o comportamento de continuar jogando, especialmente quando a atividade passa a funcionar como uma forma de fuga de situações desagradáveis ou responsabilidades da vida cotidiana.

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A especialista também aponta que sistemas baseados em roletas e caça-níqueis estimulam o cérebro de maneira diferente de outros jogos justamente pela imprevisibilidade do resultado. “Quando o ganho acontece, ele reforça todo o encadeamento de tentativas anteriores, fazendo com que o indivíduo aprenda a persistir e aguardar o ‘ápice’ do jogo, mesmo diante de frustrações e perdas”, afirma.

Esse tipo de mecânica pode ser ainda mais sensível quando exposta a públicos mais jovens, como é o caso dos apps com classificação livre. Segundo Paiva, crianças e adolescentes apresentam maior vulnerabilidade porque seu desenvolvimento neuropsicológico ainda está em formação, além de enfrentarem desafios emocionais e sociais típicos dessa fase da vida.

Para a psicóloga, crescer jogando simuladores de cassino também pode influenciar a forma como jovens passam a enxergar dinheiro e risco. “O ganho não está diretamente relacionado com o que o indivíduo faz, criando uma falsa ilusão de controle”, explica. “Ou seja, a pessoa não aprende que precisa fazer algo para obter aquela recompensa de forma consistente.”

Apesar disso, Paiva ressalta que não é possível afirmar com certeza que jogos desse tipo levem diretamente às apostas reais no futuro. Ainda assim, o padrão de comportamento pode servir como gatilho para práticas semelhantes. “Esse tipo de jogo estimula o indivíduo a continuar se envolvendo em um comportamento em que ele acredita ter controle, mesmo quando ganhar ou perder não depende do que ele faz”, conclui a psicóloga.

Série de Harry Potter da HBO ganha primeiro trailer e data de lançamento! Assista

25 de Março de 2026, 16:07

A aguardada adaptação televisiva de Harry Potter finalmente ganhou seu primeiro trailer nesta quarta-feira (25). A HBO divulgou a prévia oficial da série baseada nos livros de J. K. Rowling, revelando novos rostos para personagens clássicos e reacendendo a magia do universo bruxo.

O vídeo chega um dia após a divulgação da primeira imagem oficial da produção, que já havia dado aos fãs um vislumbre do novo protagonista. Na foto, o jovem Dominic McLaughlin aparece caracterizado como Harry Potter caminhando rumo ao campo de quadribol com o uniforme da Grifinória.

A nova série é uma das produções mais ambiciosas já planejadas pela HBO e promete adaptar os livros com fidelidade inédita. Segundo executivos do estúdio, o projeto deve se estender por cerca de uma década, com cada temporada dedicada a um volume da saga literária.

Assista ao primeiro trailer da série de Harry Potter

O primeiro trailer da série apresenta um vislumbre da nova versão de Hogwarts, além de mostrar personagens importantes da história. Também é possível ver o trio principal em seus primeiros momentos na escola de magia, sugerindo que a trama seguirá de perto os acontecimentos do primeiro livro.

As imagens indicam uma abordagem mais detalhada da história original, com cenários amplos e figurinos que remetem diretamente às descrições dos livros. Elementos icônicos como o Expresso de Hogwarts, o Salão Principal e o campo de quadribol aparecem brevemente no vídeo.

Novo trio protagonista lidera elenco da série

A nova adaptação terá três jovens atores como protagonistas, escolhidos após um processo de seleção gigantesco. Mais de 32 mil crianças participaram das audições antes de Dominic McLaughlin, Alastair Stout e Arabella Stanton serem confirmados como Harry, Ron e Hermione.

Dominic McLaughlin é o novo Harry Potter.

Enquanto McLaughlin assume o papel do famoso “menino que sobreviveu”, Stout interpretará Ron Weasley, o melhor amigo do protagonista. Já Stanton dará vida à brilhante Hermione Granger, considerada uma das personagens mais importantes da saga.

Grandes nomes também entram para o elenco

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Arabella Stanton é Hermione Granger na série.

Além do trio principal, a produção conta com um elenco repleto de nomes conhecidos do cinema e da televisão. Entre eles estão John Lithgow como Alvo Dumbledore, Janet McTeer como Minerva McGonagall e Paapa Essiedu no papel do professor Severus Snape.

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Temos a primeira imagem de Nick Frost como Hagrid na nova adaptação.

Outro destaque é a presença de Nick Frost como Rúbeo Hagrid, o guardião das chaves e terrenos de Hogwarts. A série ainda terá diversos personagens recorrentes, incluindo Draco Malfoy, os membros da família Weasley e vários estudantes da escola.

O elenco confirmado da série inclui:

  • Dominic McLaughlin — Harry Potter
  • Alastair Stout — Ron Weasley
  • Arabella Stanton — Hermione Granger
  • John Lithgow — Alvo Dumbledore
  • Janet McTeer — Minerva McGonagall
  • Paapa Essiedu — Severus Snape
  • Nick Frost — Rúbeo Hagrid
  • Luke Thallon — Quirinus Quirrell
  • Paul Whitehouse — Argus Filch
  • Lox Pratt — Draco Malfoy
  • Johnny Flynn — Lucius Malfoy
  • Katherine Parkinson — Molly Weasley
  • Bel Powley — Petunia Dursley
  • Daniel Rigby — Vernon Dursley
  • Rory Wilmot — Neville Longbottom
  • Gracie Cochrane — Ginny Weasley
  • Warwick Davis — Filius Flitwick

Produção da HBO quer adaptar todos os livros de Harry Potter

A série de Harry Potter da HBO será comandada pela showrunner Francesca Gardiner, conhecida pelo trabalho em produções como His Dark Materials. A direção de vários episódios ficará por conta de Mark Mylod, que trabalhou na série Succession.

A produção está sendo realizada nos estúdios Leavesden, na Inglaterra, os mesmos usados nos filmes originais da franquia. As gravações começaram em julho de 2025 e devem continuar até meados de 2026 para concluir a primeira temporada.

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Primeira imagem divulgada mostrou Harry em jogo de Quadribol.

Durante o evento Series Mania, a chefe de produções originais da HBO, Sarah Aubrey, comentou sobre a dimensão do projeto. Segundo ela, trabalhar na série é ao mesmo tempo emocionante e desafiador.

“O mundo que foi criado é absolutamente extraordinário”, afirmou Aubrey ao comentar o cenário e o universo recriado pela equipe. Ela também destacou o impacto que a produção tem causado nos visitantes do set.

“É muito especial trabalhar em algo que significa tanto para tantas pessoas. Há muita pressão, mas também é algo muito especial”, acrescentou a executiva. Aubrey também contou que alguns influenciadores convidados para visitar as gravações chegaram a se emocionar e “até choraram” ao ver os cenários.

Quando estreia a série de Harry Potter?

Com trilha sonora produzida por Hans Zimmer, a série de Harry Potter está prevista para estrear no Natal de 2026. A produção será exibida pela HBO e também chegará ao streaming, possivelmente na plataforma que nascerá da fusão entre HBO Max e Paramount+.

A primeira temporada terá oito episódios e deve adaptar os acontecimentos do livro Harry Potter e a Pedra Filosofal. Caso o planejamento se mantenha, a série deve acompanhar toda a saga ao longo de aproximadamente dez anos de produção.

E aí, o que você achou do primeiro trailer da série de Harry Potter? Comente nas redes sociais do Minha Série!

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Netflix recebe Stranger Things e mais filmes e séries de peso em abril! Veja lançamentos

25 de Março de 2026, 15:22

A Netflix revelou, nesta quarta-feira (25) a lista completa de lançamentos que chegam ao catálogo brasileiro em abril de 2026. Entre produções originais e grandes clássicos do cinema, além de um documentário sobre Ronaldinho Gaúcho, o mês promete ser movimentado no streaming.

Entre os destaques estão novas temporadas de sucessos como Stranger Things: Histórias de 85, Treta e Com Carinho, Kitty. Além disso, o catálogo também recebe produções populares como Clube da Luta, Gran Torino e O Curioso Caso de Benjamin Button.

Lançamentos da Netflix em abril de 2026

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Confira abaixo todos os títulos confirmados para o catálogo da Netflix no Brasil ao longo do mês.

  • Amor no Espectro: Temporada 4 (01/04/2026)
  • Comer, Rezar, Ladrar (01/04/2026)
  • Com Carinho, Kitty: Temporada 3 (02/04/2026)
  • Os Caras Malvados: A Série: Temporada 2 (02/04/2026)
  • Cães de Caça: Temporada 2 (03/04/2026)
  • As Duas Faces de um Crime (03/04/2026)
  • Missão: Impossível – O Acerto Final (04/04/2026)
  • Rio, Eu Te Amo (04/04/2026)
  • Meu Malvado Favorito 4 (04/04/2026)
  • Apollo 13: Do Desastre ao Triunfo (07/04/2026)
  • As Patricinhas de Beverly Hills (09/04/2026)
  • Smurfs (09/04/2026)
  • Mar Branco: Temporada 3 (10/04/2026)
  • Gran Torino (10/04/2026)
  • MaXXXine (11/04/2026)
  • One Piece: Elbaph Arc (11/04/2026)
  • Tyson Fury vs. Arslanbek Makhmudov — Evento ao vivo (11/04/2026)
  • Treta: Temporada 2 (16/04/2026)
  • Selena (16/04/2026)
  • Chicago (16/04/2026)
  • Ronaldinho Gaúcho (16/04/2026)
  • O Curioso Caso de Benjamin Button (17/04/2026)
  • A Senha: Swordfish (17/04/2026)
  • Space Jam: Um Novo Legado (17/04/2026)
  • Os Batutinhas (17/04/2026)
  • A Gente Tenta (18/04/2026)
  • O Gângster (18/04/2026)
  • Clube da Luta (19/04/2026)
  • A Dona da Bola: Temporada 2 (23/04/2026)
  • Stranger Things: Histórias de 85 (23/04/2026)
  • Austin Powers em o Homem do Membro de Ouro (24/04/2026)
  • O Jogo do Predador (24/04/2026)
  • Homem em Chamas (30/04/2026)
  • A Caçada (30/04/2026)

Séries e animes são destaque no catálogo da Netflix

As séries continuam sendo um dos principais atrativos da plataforma ao longo do mês. Produções originais e continuações aguardadas chegam para renovar o catálogo e manter os fãs maratonando.

Entre elas está a nova temporada de Com Carinho, Kitty, que acompanha os desafios da personagem após encontrar o amor. Segundo a sinopse, “agora que a vida amorosa engrenou, Kitty está disposta a terminar o ensino médio com tudo, mas segredos, escândalos e inseguranças podem atrapalhar seus planos”.

Outro destaque é Stranger Things: Histórias de 85, que retorna ao universo da famosa cidade fictícia de Hawkins. “Nessa cidade cheia de segredos, os heróis que todo mundo adora encaram novos mistérios e coisas muito mais estranhas”, diz a descrição oficial da produção.

O catálogo ainda recebe a segunda temporada de Treta, que continua a série premiada da Netflix, e novos episódios de One Piece – para a alegria dos fãs que curtiram a adaptação live-action.

Veja séries e animes que chegam em abril:

  • Amor no Espectro: Temporada 4 (01/04/2026)
  • Os Caras Malvados: A Série: Temporada 2 (02/04/2026)
  • Com Carinho, Kitty: Temporada 3 (02/04/2026)
  • Cães de Caça: Temporada 2 (03/04/2026)
  • Mar Branco: Temporada 3 (10/04/2026)
  • One Piece: Elbaph Arc (11/04/2026)
  • Treta: Temporada 2 (16/04/2026)
  • A Gente Tenta (18/04/2026)
  • A Dona da Bola: Temporada 2 (23/04/2026)
  • Stranger Things: Histórias de 85 (23/04/2026)
  • Homem em Chamas (30/04/2026)

Filmes famosos reforçam catálogo da Netflix

O mês também traz diversos filmes conhecidos que marcaram gerações e conquistaram o público ao longo dos anos. Entre eles estão clássicos cult como Clube da Luta e produções premiadas como Chicago.

Produções de ação e drama também aparecem na lista, incluindo Gran Torino e O Gângster. A plataforma ainda recebe obras populares como As Patricinhas de Beverly Hills e o suspense recente MaXXXine, ampliando a variedade do catálogo.

Outro destaque fica para o longa-metragem de ação O Jogo do Predador, uma produção original do streaming. O filme de suspense, que ganhou trailer hoje, traz Charlize Theron e Taron Egerton em uma caçada mortal na floresta.

Confira os filmes que chegam à Netflix em abril:

  • Comer, Rezar, Ladrar (01/04/2026)
  • As Duas Faces de um Crime (03/04/2026)
  • Missão: Impossível – O Acerto Final (04/04/2026)
  • Rio, Eu Te Amo (04/04/2026)
  • Meu Malvado Favorito 4 (04/04/2026)
  • Apollo 13: Do Desastre ao Triunfo (07/04/2026)
  • As Patricinhas de Beverly Hills (09/04/2026)
  • Smurfs (09/04/2026)
  • Gran Torino (10/04/2026)
  • MaXXXine (11/04/2026)
  • Selena (16/04/2026)
  • Chicago (16/04/2026)
  • O Curioso Caso de Benjamin Button (17/04/2026)
  • A Senha: Swordfish (17/04/2026)
  • Space Jam: Um Novo Legado (17/04/2026)
  • Os Batutinhas (17/04/2026)
  • O Gângster (18/04/2026)
  • Clube da Luta (19/04/2026)
  • Austin Powers em o Homem do Membro de Ouro (24/04/2026)
  • O Jogo do Predador (24/04/2026)
  • A Caçada (30/04/2026)

Documentário de Ronaldinho Gaúcho está chegando

Além de filmes e séries, a Netflix também trará um documentário que pode agradar brasileiros em abril. A série documental Ronaldinho Gaúcho chega no dia 16 de abril e explora a carreira e a vida pessoal do craque brasileiro.

“Esta série mergulha na vida, na carreira e nos rolês de Ronaldinho Gaúcho, desde o começo da sua jornada no esporte até se tornar um ícone dos dribles no mundo todo”, explica a descrição oficial da produção.

Para os fãs de esporte, outro evento importante é a transmissão ao vivo da luta entre Tyson Fury e Arslanbek Makhmudov. A disputa marca o retorno do ex-campeão mundial dos pesos-pesados ao ringue.

 

Quanto custa assinar a Netflix em 2026?

Em março de 2026, a Netflix oferece três planos principais para os assinantes brasileiros. As opções variam em preço, qualidade de imagem e número de telas simultâneas.

O plano Padrão com anúncios é o mais barato e custa R$ 20,90 por mês, permitindo assistir em duas telas com resolução Full HD. Já o Plano Padrão sai por R$ 44,90 mensais, também com duas telas e sem anúncios.

Por fim, o Plano Premium custa R$ 59,90 por mês e oferece a melhor qualidade disponível na plataforma, com 4K, HDR e até quatro telas simultâneas. Atualmente, o antigo plano básico sem anúncios foi descontinuado, e novos usuários precisam escolher entre essas três opções acima para usar o serviço, que também está disponível no combo do Meli+.

E aí, o que achoud as n

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ECA Digital: Roblox conversa com Ministério da Justiça após receber classificação +18 no Brasil

25 de Março de 2026, 11:45

Após o ECA Digital ser decretado na semana passada, o Diário Oficial da União publicou que títulos populares passaram a receber classificação indicativa para maiores de 18 anos no país, incluindo Roblox, um dos jogos mais populares entre o público jovem. No entanto, a empresa por trás do game já está em contato com o Ministério da Justiça para corrigir a mudança.

A alteração que tornou Roblox indicado para maiores ocorre após a entrada em vigor do chamado ECA Digital, conhecido também como “Lei Felca” nas redes sociais. A nova legislação estabelece novas regras para serviços e produtos digitais acessíveis por menores de idade. 

Entre as medidas, estão restrições a sistemas de recompensas aleatórias — conhecidos como loot boxes — e exigências mais rígidas de verificação de idade e proteção de dados, o que acabou enquadrando. Como Roblox é uma plataforma que possui múltiplos jogos, incluindo games com mecânicas de itens aleatórios pagos, a plataforma foi enquadrada pela nova lei. 

Procurada pelo Voxel, a Roblox confirmou que já está em diálogo com autoridades brasileiras sobre a nova classificação. A empresa afirma que mantém conversas com o Ministério da Justiça e que já implementou mudanças na plataforma para atender às exigências locais.

Roblox diz estar em diálogo com o governo brasileiro

Em comunicado enviado ao Voxel, a Roblox afirmou que mantém contato direto com autoridades do país para discutir a classificação indicativa da plataforma após a entrada em vigor do ECA Digital. Segundo a empresa, melhorias recentes foram implementadas especificamente para o mercado brasileiro, incluindo mudanças em sistemas de compra e ferramentas de controle parental.

“A Roblox está profundamente comprometida com a segurança. A plataforma mantém um diálogo contínuo e proativo com as autoridades brasileiras, e estamos em discussões com o Ministério da Justiça sobre a classificação etária para o Roblox", diz o comunicado enviado ao Voxel. "Já lançamos uma série de melhorias de recursos no Brasil, de acordo com os requisitos locais, incluindo novas restrições destinadas a impedir que jogadores com menos de 18 anos acessem itens aleatórios pagos.”

A companhia também destacou que ampliou as ferramentas de supervisão parental e reforçou mecanismos de verificação de idade para usuários que desejam acessar determinados recursos. No começo do ano, por exemplo, o serviço limitou o chat para menores com reconhecimento facial, o que gerou protestos de jogadores.

“Embora nenhum sistema possa ser perfeito, essas atualizações, que estão em vigor desde 17 de março, seguem mais de 145 novas melhorias de segurança lançadas pelo Roblox apenas no último ano, incluindo a introdução de verificações de idade obrigatórias que todos os jogadores devem completar para acessar os recursos de bate-papo.”

Roblox não foi o único jogo afetado pela nova classificação

Enquanto a classificação indicativa de 18 anos para Roblox viralizou, pois o jogo tem um amplo público infantil, o título não é o único afetado pelo ECA Digital. O Diário Oficial da União também indicou que outros jogos populares passaram a receber classificação indicativa +18 no Brasil, principalmente por incluírem sistemas de itens aleatórios compráveis.

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Entre os títulos mencionados no Diário Oficial da União estão:

  • EA Sports FC 26
  • Roblox
  • NBA 2K26
  • MLB The Show 25
  • MLB The Show 26
  • WWE 2K26

Além dos jogos da lista, outros títulos populares também mudaram sua classificação indicativa para ficarem dentro da lei. Até mesmo a Nintendo subiu a idade recomendada de alguns de seus jogos, como Mario Kart Tour e Pokémon TCG Pocket, que possuem mecânicas de itens aleatórios pagos.

Na prática, essas mecânicas permitem que jogadores paguem por pacotes ou recompensas sem saber exatamente qual item receberão. Esse tipo de sistema passou a ser interpretado pela nova legislação como uma dinâmica semelhante a jogos de azar quando envolve dinheiro real.

EA FC 26 também passará por mudanças no Brasil

Outras empresas já começaram a anunciar adaptações para continuar operando no país. A Electronic Arts confirmou que EA Sports FC 26 terá mudanças específicas para cumprir as novas regras do ECA Digital, já que o modo Ultimate Team possui mecânicas classificadas como loot boxes.

Em comunicado publicado no site oficial, a companhia explicou que atualizações serão implementadas gradualmente. Segundo a publisher, alguns recursos do jogo podem ser modificados à medida que a empresa ajusta seus serviços à legislação brasileira.

O que diz a nova lei conhecida como ECA Digital

O ECA Digital estabelece regras para produtos e serviços de tecnologia acessíveis a crianças e adolescentes no Brasil. A legislação determina que plataformas digitais adotem mecanismos de proteção, verificação de idade e ferramentas de supervisão parental.

Entre as mudanças mais relevantes para a indústria de games está a restrição às caixas de recompensa em títulos voltados ou acessíveis ao público jovem. A lei define esse sistema como funcionalidades que permitem adquirir itens virtuais aleatórios mediante pagamento, sem conhecimento prévio do conteúdo.

Caso as empresas descumpram as regras, a legislação prevê penalidades que podem incluir multas de até 10% do faturamento no Brasil ou até R$ 50 milhões por infração, além de outras sanções administrativas. Por causa disso, vários jogos adotaram a classificação indicativa de 18 anos enquanto se adaptam para a nova lei brasileira.

E aí, qual a sua opinião sobre o assunto? Comente nas redes sociais do Voxel e TecMundo.

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Metacritic revela 10 melhores publishers de games de 2025 — e o primeiro lugar pode te surpreender

25 de Março de 2026, 09:40

O site agregador de críticas Metacritic divulgou nesta semana seu ranking anual com os melhores publishers de games de 2025. A lista avalia as empresas com base exclusivamente na recepção da crítica especializada, usando dados das notas do Metascore coletados ao longo de todo o ano.

Diferente de rankings baseados em vendas ou popularidade, o levantamento considera apenas a qualidade média das avaliações feitas por veículos especializados. Assim, empresas com menos lançamentos, mas com notas mais altas, também podem disputar as primeiras posições.

A grande surpresa da edição de 2025 foi a liderança da Square Enix, que conquistou o primeiro lugar pela primeira vez desde que o ranking começou a ser publicado. O resultado coloca a companhia japonesa à frente de gigantes da indústria e marca um ano bastante consistente para seus lançamentos, que incluíram muitas remasterizações, remakes e relançamentos.

Square Enix lidera ranking de publishers de 2025

Segundo o relatório do Metacritic, a Square Enix somou 330,5 pontos no ranking geral, com média de 84 no Metascore entre seus jogos lançados em 2025. Ao todo, a empresa publicou nove títulos, e todos receberam avaliações positivas da crítica.

O jogo mais bem avaliado da empresa foi a versão para PC de Final Fantasy VII Rebirth, que alcançou Metascore 90. Outros lançamentos de destaque incluíram Final Fantasy Tactics – The Ivalice Chronicles e Dragon Quest I & II HD-2D Remake, ambos com média 88.

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Mesmo o título menos bem avaliado da publisher no ano, SaGa Frontier 2 Remastered, ainda recebeu avaliações positivas. Isso ajudou a empresa a manter 100% de aprovação crítica entre seus lançamentos analisados.

Apesar de constantemente estar envolvida em polêmicas, como o investimento em NFTs e blockchain, a empresa ainda é dona de grandes franquias e sabe como aproveitá-las. Ainda assim, 2026 pode ser um ano menos brilhante para a companhia: o multiplayer Killer Inn, lançado pela empresa em acesso antecipado no PC, está com reviews “Bem Negativas” na Steam atualmente.

Top 10 publishers de games de 2025 segundo o Metacritic

Além da liderança da Square Enix, o ranking também destacou empresas tradicionais e algumas publishers independentes que ganharam força nos últimos anos. Confira o top 10 completo:

  • Square Enix — 330,5 pontos (média 84)
  • Gamirror Games — 322,4 pontos (média 82)
  • Capcom — 322,2 pontos (média 83)
  • Thunderful Group — 306,8 pontos (média 78)
  • Microsoft — 305,7 pontos (média 80)
  • Take-Two Interactive — 304 pontos (média 79)
  • Sega — 303,9 pontos (média 80)
  • Electronic Arts — 302,9 pontos (média 79)
  • Dotemu — 302,2 pontos (média 81)
  • Raw Fury — 301 pontos (média 79)

Entre os nomes da lista, algumas empresas tiveram crescimento expressivo em relação ao ano anterior. A Electronic Arts, por exemplo, saltou da 23ª posição em 2024 para o top 10, enquanto a Gamirror Games surpreendeu ao garantir o segundo lugar.

Como o Metacritic calcula o ranking anual

O ranking anual considera apenas publishers que lançaram pelo menos cinco jogos distintos no ano analisado. Além disso, games mobile não entram no cálculo, mantendo o foco em lançamentos para consoles e PC.

A pontuação final é definida por quatro fatores principais. O mais importante é a média do Metascore dos jogos, mas também entram na conta o percentual de títulos com boas avaliações (75 ou mais), o percentual de jogos mal avaliados (49 ou menos) e a quantidade de títulos considerados “excelentes”, com nota acima de 90.

Esse sistema faz com que consistência crítica seja mais importante do que simplesmente lançar muitos jogos. Por isso, empresas menores podem aparecer entre as primeiras posições quando mantêm um alto padrão de qualidade.

Ranking mostra mudança no cenário da indústria

O resultado também reforça uma tendência recente da indústria: publishers menores ou focadas em nichos específicos conseguem competir com gigantes tradicionais quando entregam jogos bem avaliados. Isso explica a presença de empresas como Dotemu e Raw Fury entre as melhores do ano.

Nos últimos anos, o topo do ranking do Metacritic foi ocupado por empresas como Sega (2025), Capcom (2024), Sony (2023) e Microsoft (2022). Com a vitória inédita da Square Enix, 2025 marca mais um capítulo nessa disputa, mostrando que, pelo menos para o Metacritic, a qualidade consistente ainda pode falar mais alto do que o volume de lançamentos.

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Como a pandemia impactou o episódio mais brutal de Invencível Temporada 4? Criadores respondem

25 de Março de 2026, 09:15

A quarta temporada de Invencível já começou trazendo momentos intensos, mas o segundo episódio pode ser considerado um dos mais brutais da série até agora. Intitulado “I’ll Give You The Grand Tour”, o capítulo revela detalhes chocantes sobre o passado dos Viltrumitas, os maiores vilões desse universo, e apresenta um evento que mudou completamente o destino da raça que dominava o universo.

Atenção: o texto a seguir contém spoilers do segundo episódio da 4ª temporada. O capítulo revela que bilhões de Viltrumitas morreram após uma pandemia causada por um vírus chamado Flagelo (Scourge Virus), uma arma biológica criada especificamente para atacar o DNA da espécie.

O responsável por liberar o vírus foi ninguém menos que Thaedus, líder da Coalizão dos Planetas e atual aliado de Mark, Nolan e Allen - conhecido como “O Traidor”, pois também é filho de Viltrun. O episódio mostra que a doença devastou o império no passado, deixando apenas uma pequena fração da população viva e colocando a própria sobrevivência dos Viltrumitas em risco.

Enquanto a história original ocorreu nos quadrinhos antes da pandemia que assolou a Terra em 2020, os criadores falaram que a vivência humana com uma situação similar acabou impactando a criação da série.

Episódio mostra origem da crise dos Viltrumitas

Invincible Season 4, Episode 2 Shows Us Something The Comics Never Did
Nolan é mostrado jovem no episódio 2, que é focado nos viltrumitas.

No episódio, os espectadores acompanham uma série de flashbacks que revelam como funcionava a cultura extremamente violenta dos Viltrumitas. Desde jovens, eles são treinados para lutar e provar sua força — inclusive enfrentando os próprios pais em rituais brutais de passagem para a vida adulta.

É nesse contexto que surge a grande tragédia da raça. Dispositivos contendo uma arma biológica caem no planeta Viltrum e liberam o Flagelo, um vírus altamente contagioso criado para atacar diretamente o DNA viltrumita.

A doença se espalha rapidamente entre soldados e civis, causando sintomas como sangramentos internos e morte em poucos instantes. Em pouco tempo, bilhões de indivíduos morrem, incluindo familiares de Nolan, deixando apenas uma pequena parcela da espécie viva.

Cadáveres formam o anel que orbita o planeta dos Viltrumitas. 

Em uma das cenas mais impactantes do episódio, vemos que o anel que orbitam o planeta é formado por corpos de viltrumitas que morreram com o vírus. Com isso, a raça guerreira se torna ainda mais sanguinária, mas fica próxima da extinção. 

Pandemia real ajudou a dar mais peso ao episódio

Durante entrevista ao Minha Série, o co-showrunner Simon Racioppa explicou que a experiência real com a pandemia de COVID-19 acabou influenciando a forma como a equipe abordou a história. Segundo ele, viver uma crise global ajudou os roteiristas a imaginar melhor o impacto emocional de um evento como esse.

“Quando estávamos escrevendo o episódio, já estávamos no fim da pandemia”, explicou Racioppa. “Ter passado por uma pandemia global ajudou os roteiristas a se conectar com a situação dos personagens, porque você escreve muito a partir da experiência pessoal.”

Simon Racioppa, que escreveu o episódio 2, e Robert Kirkman.

Ele ainda brincou dizendo que pelo menos algo positivo surgiu desse período difícil. “Imaginar o que os personagens estão vivendo fica mais fácil quando você passou por algo parecido, então acho que isso ajudou bastante na construção do episódio.”

História já existia nos quadrinhos, mas ganhou novo significado

O criador de Invencível, Robert Kirkman, também comentou como a adaptação acabou ganhando um peso emocional diferente depois dos acontecimentos reais dos últimos anos. Segundo ele, a história do vírus já existia nos quadrinhos, mas passou a ser percebida de forma diferente após a pandemia.

“É curioso porque o vírus viltrumita já existia nos quadrinhos e foi escrito antes da pandemia”, explicou Kirkman. “Mas agora, depois de todos nós termos vivido algo parecido, as cenas ganham muito mais gravidade.”

O autor afirma que a mudança de perspectiva torna a experiência do público ainda mais impactante. “Quando você assiste a essas cenas hoje, elas parecem muito mais pesadas e acabam deixando tudo um pouco mais triste.”

Série também explora humanidade dos vilões

Além da tragédia histórica, o episódio também tenta mostrar um lado mais complexo dos Viltrumitas. Apesar de serem conhecidos como conquistadores impiedosos, a narrativa apresenta elementos que ajudam a explicar as motivações por trás de suas ações.

Segundo Kirkman, esse sempre foi um dos objetivos centrais da história. “O ponto dessas histórias é encontrar a humanidade por trás das ações, não importa o quão extremas elas sejam.”

Para o criador, entender o passado da raça ajuda a contextualizar suas decisões. “O episódio mostra o que alimenta personagens como Thragg e a causa viltrumita, revelando que existe uma lógica — mesmo que distorcida — por trás de tudo o que eles fazem.”

Além dos grandes vilões ganharem um lado mais humano, os próprios heróis ganharam mais camadas nesta temporada. Enquanto Mark lida com o peso de ser herói e tomar decisões difíceis, Ivy Atômica está em um momento cheio de fragilidade.

A quarta temporada de Invencível recebe novos episódios semanalmente no Prime Video. E aí, você está acompanhando?

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PlayStation fecha estúdio que nem teve tempo de apresentar primeiro jogo

24 de Março de 2026, 15:50

A Sony Interactive Entertainment voltou a promover mudanças em sua estrutura de desenvolvimento e decidiu encerrar as atividades da Dark Outlaw Games, estúdio fundado em 2025. A informação foi divulgada por veículos internacionais como o Bloomberg, indicando que o time ainda estava em estágios iniciais de produção de um novo jogo quando a decisão foi tomada.

O estúdio foi criado por Jason Blundell, conhecido por ter sido um dos principais responsáveis pelo modo Zombies da franquia Call of Duty. O projeto da equipe ainda não havia sido anunciado oficialmente ao público e estava sendo mantido em segredo pela PlayStation.

Com o fechamento, cerca de 50 profissionais devem ser afetados por demissões em diferentes áreas da divisão PlayStation, incluindo equipes ligadas ao desenvolvimento de jogos para dispositivos móveis. Até o momento, porém, a empresa não falou oficialmente sobre o assunto.

Estúdio durou pouco mais de um ano

A Dark Outlaw Games foi fundada em março de 2025 e nasceu como um novo projeto dentro da estratégia da Sony de fortalecer seus estúdios internos. Na época do anúncio, Blundell afirmou que o time estava “trabalhando nas sombras” e que revelaria detalhes do jogo apenas quando tivesse algo concreto para mostrar.

Essa apresentação pública, no entanto, nunca aconteceu. O estúdio encerra suas atividades pouco mais de um ano após a fundação, sem ter revelado oficialmente o projeto que estava em desenvolvimento.

A decisão também marca a segunda vez que um estúdio liderado por Blundell é encerrado pela PlayStation. O desenvolvedor já havia fundado a Deviation Games, que também foi fechada em 2024 após o cancelamento de um projeto para a marca.

Nova rodada de cortes na PlayStation

O fechamento da Dark Outlaw Games faz parte de uma nova rodada de mudanças internas na divisão de jogos da Sony. De acordo com o jornalista Jason Schreier, aproximadamente 50 funcionários estão sendo desligados como parte da reestruturação.

Além do estúdio, a empresa também teria promovido cortes em equipes responsáveis por projetos mobile. A movimentação ocorre em um momento de pressão financeira e reorganização estratégica dentro da indústria de games.

Nos últimos meses, a PlayStation já havia tomado decisões semelhantes. Entre elas está o encerramento da Bluepoint Games, responsável por remakes e remasterizações de títulos clássicos, como Demon Souls e Shadow of the Colossus.

Em 2024, a empresa também fechou dois estúdios: a Neon Koi, voltada para jogos de celular, e a Firewalk, responsável pelo jogo como serviço Concord.

 

Indústria de games vive momento desafiador

Executivos da Sony Interactive Entertainment têm apontado mudanças estruturais na indústria como um dos motivos para ajustes internos. Em comunicação enviada a funcionários anteriormente, o chefe da PlayStation Studios, Hermen Hulst, citou o cenário atual como cada vez mais desafiador.

Segundo ele, fatores como o aumento dos custos de desenvolvimento, o crescimento mais lento do mercado e mudanças no comportamento dos jogadores têm tornado mais difícil sustentar projetos de grande escala. O fim do estúdio misterioso também ocorre em um dia emblemático: a Epic Games demitiu mais de mil pessoas após Fortnite, um dos jogos mais bem sucedidos da indústria, não ter o crescimento esperado.

Na semana passada, pelo menos três grandes empresas também realizaram demissões, incluindo a Ubisoft, que teria cancelado jogos de uma de suas produtoras. Ou seja, após grandes apostas que não trouxeram resultados esperados, a indústria deve seguir passando por momentos complexos. 

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Dubladoras de Max e Chloe se emocionam ao falar de retorno em Life is Strange Reunion

24 de Março de 2026, 14:00

O retorno de Max Caulfield e Chloe Price em Life is Strange: Reunion marca mais do que um novo capítulo da série — representa também uma despedida emocional para as atrizes que deram voz às personagens ao longo dos anos. Em entrevista ao Voxel, Hannah Telle e Rhianna DeVries falaram sobre a experiência de voltar a esses papéis tão marcantes e concluir uma jornada que atravessou quase uma década.

A nova história continua os eventos do divisivo Double Exposure, sequência do primeiro Life Is Strange e de Life Is Strange: Before the Storm. Agora adultas, Max e Chloe enfrentam novos desafios enquanto tentam lidar com traumas do passado e com um incêndio iminente que ameaça destruir a Universidade Caledon.

Para as duas atrizes, a experiência de revisitar essas personagens foi intensa e profundamente pessoal. Ao mesmo tempo em que o retorno trouxe alegria e nostalgia, também reforçou a sensação de que esse capítulo final representa uma despedida definitiva de personagens que marcaram suas vidas.

O retorno inesperado de Max Caulfield

Para Hannah Telle, voltar a interpretar Max foi algo que aconteceu de forma totalmente inesperada. Segundo a atriz, ela nem sequer estava mais trabalhando com atuação quando recebeu a oportunidade de retornar em Double Exposure.

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Hannah Telle e Rhianna DeVries, dubladoras de Max e Chloe. Imagem: Square Enix.

“Foi uma bênção incrível. Eu nem estava mais atuando na época — estava estudando neurociência — então ter a chance de voltar a interpretar a Max surgiu completamente do nada”, contou. “Foi uma enorme surpresa.”

A atriz explica que retomar a personagem acabou mudando completamente o rumo de sua vida. “Isso mudou totalmente a trajetória da minha vida e me trouxe de volta a quem eu sou como pessoa, que é uma atriz.”

Uma conexão emocional profunda com a personagem

Ao longo dos anos, Hannah Telle percebeu que sua relação com Max ficou ainda mais forte. Segundo ela, interpretar a protagonista de Life Is Strange sempre envolveu elementos muito pessoais, desde traumas até alegrias.

“Enquanto interpreto a Max, continuo descobrindo mais sobre mim mesma e percebendo paralelos entre o mundo dela e o meu”, explicou. “Quase todos os aspectos da personalidade dela vêm de experiências que também são minhas.”

Max retorna com novos traumas e desafios em Life is Strange Reunion.

A atriz também revelou que usar suas próprias vivências emocionais ajudou a dar profundidade à personagem. “Quando interpretei a Max, usei muito do meu próprio trauma pessoal para alimentar a performance.”

A evolução emocional de Max

Em Reunion, Max aparece mais madura e confiante após os eventos anteriores da série. Mesmo assim, a personagem continua lidando com ansiedade, introspecção e o peso de decisões que podem alterar vidas.

Segundo Hannah, a evolução da personagem foi um dos aspectos mais interessantes de explorar na nova história. “A Max teve que aprender a lidar com a ansiedade e com suas particularidades à medida que foi crescendo.”

A atriz também destacou que a responsabilidade de seus poderes continua sendo um fardo enorme. “Ela sabe que tem a habilidade de salvar pessoas se intervier, e isso significa que precisa superar sua ansiedade para se tornar a heroína que precisa ser.”

Chloe Price retorna com intensidade

Para Rhianna DeVries, o retorno de Chloe também foi totalmente inesperado. Após Life Is Strange: Before the Storm, a atriz acreditava que nunca mais teria a chance de interpretar a personagem.

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Chloe está de volta em Life is Strange Reunion.

“Foi uma alegria absoluta e uma honra — e completamente inesperado”, afirmou. “Quando recebi a ligação no ano passado para voltar em Reunion, foi a maior emoção e surpresa possível.”

Segundo ela, a personagem sempre teve um significado especial em sua carreira. “Essa personagem significa muito para mim, e eu fiquei simplesmente emocionada por ter a chance de interpretá-la novamente.”

A vulnerabilidade por trás da atitude punk

Conhecida por seu sarcasmo e atitude rebelde, Chloe sempre foi uma das personagens mais intensas da série. Para Rhianna, no entanto, essa personalidade forte nasce justamente da vulnerabilidade da personagem.

“Na verdade, eu acho que a Chloe é pura vulnerabilidade”, explicou. “A atitude punk e o sarcasmo são sintomas disso — são expressões do que está por baixo.” A atriz afirma que essa intensidade emocional é o que torna Chloe tão humana. 

“No fundo, ela é só uma bola de intensidade que pode se manifestar como sarcasmo, humor, nerdice ou até constrangimento.”

“De certa forma, parece que a Chloe e eu crescemos juntas”, diz Rhianna DeVries.

Um dos aspectos mais curiosos do retorno da personagem é que Rhianna DeVries percebeu ao longo dos anos que sua própria vida se conectou de diversas formas com a trajetória de Chloe.

Quando interpretou a personagem pela primeira vez, ela tinha cerca de 18 anos — praticamente a mesma idade da Chloe em Life Is Strange: Before the Storm. Agora, ambas estão na faixa dos 30 anos.

“Voltar para ela em diferentes fases da vida foi muito formativo para mim”, contou a atriz. “De certa forma, parece que a Chloe e eu crescemos juntas.”

A pressão de interpretar personagens tão amados

Interpretar personagens tão queridos pelos fãs também trouxe uma grande responsabilidade para as duas atrizes. Tanto Hannah quanto Rhianna afirmam que sempre sentiram o peso dessa expectativa.

“Há uma pressão enorme”, disse Hannah Telle. “Passamos anos trabalhando nesses jogos em completo segredo e carregando todo o peso emocional da história.” Mesmo assim, ela destaca que essa pressão vem de um lugar positivo. “É uma pressão que vem do amor que as pessoas têm por esses personagens.”

Rhianna também lembra que com a pressão, também vem o amor dos fãs.  “Uma vez alguém me disse que a Chloe ajudou essa pessoa a entender sua identidade de gênero e aceitar sua própria sexualidade.” A atriz revelou que a experiência foi profundamente emocionante. “Depois de ouvir isso, eu fui para o carro e comecei a chorar.”

Um adeus difícil para Max e Chloe

Com o peso de dar vida a personagens tão importantes, chegar ao final das gravações de Life is Strange: Reunion foi um momento especialmente difícil para as duas atrizes. Afinal, interpretar personagens com tanto peso emocional não é uma tarefa simples.

“Foi devastador”, admitiu Rhianna DeVries. “Cada vez que achei que estava me despedindo da Chloe, precisei passar por um pequeno luto.”

Hannah Telle compartilha o mesmo sentimento. “Deixar a Max ir foi extremamente difícil. Saber que eu já tinha feito tudo que podia com a personagem e que a jornada realmente estava terminando foi agridoce.”

Ainda assim, ambas as atrizes ficaram gratas com o retorno e a amizade que construíram graças aos games de Life is Strange. Em um momento emocionante, as estrelas mostraram que são tão unidas quanto Max e Chloe na vida real.

“Foi um presente poder fazer isso contracenando com a Hannah Telle. Eu preciso dizer: foi muito especial poder compartilhar essa experiência com essa alma tão incrível”, disse Rhianna.

Hannah aproveitou o momento para revelar um segredo dos bastidores de Double Exposure: a atriz que faz Chloe ajudou na audição inicial. “Quando fui fazer o teste para interpretar a Max em Double Exposure, eu estava muito nervosa e cheia de pensamentos, preocupada com a possibilidade de não conseguir o papel e imaginando o quanto ficaria devastada se isso acontecesse”, conta a atriz.

 “Então eles chamaram a Rhianna para ler as cenas comigo nas duas audições. Ela foi extremamente acolhedora, generosa e me ajudou muito a me acalmar. Ela me fez sentir muito querida e importante”, completou Hannah.

Um final emocionante para a saga

Apesar da despedida, as duas atrizes esperam que o novo jogo ofereça um encerramento significativo para a história de Max e Chloe. Em Reunion, as personagens enfrentam um incêndio que ameaça destruir a Universidade Caledon, forçando decisões difíceis que podem mudar seus destinos para sempre.

Para Hannah Telle, a principal esperança é que os jogadores sintam que a jornada valeu a pena. “Espero que as pessoas sintam uma sensação de conclusão e alegria por passar mais tempo com esses personagens.”

Com legendas em português brasileiro, Life is Strange Reunion chega em 26 de março no PC, PS5 e Xbox  Series S e X. 

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Epic Games demite mais de mil funcionários e culpa Fortnite por layoff

24 de Março de 2026, 11:46

A Epic Games anunciou nesta terça (24) uma nova rodada de demissões que afetará mais de mil funcionários em diferentes áreas da empresa. A decisão foi comunicada internamente pelo CEO Tim Sweeney, que atribuiu parte do corte ao desempenho recente de Fortnite.

Segundo o executivo, a queda no engajamento do battle royale desde 2025 teria criado um desequilíbrio financeiro entre gastos e receitas. Para reequilibrar as contas, a empresa afirma que precisará reduzir custos e reorganizar parte de suas operações.

Além das demissões, a companhia também anunciou outras medidas de contenção, incluindo cortes em contratos, marketing e o fechamento de vagas que ainda estavam abertas. A expectativa é que essas ações gerem uma economia de mais de US$ 500 milhões.

Epic Games diz que Fortnite perdeu parte do engajamento

Na mensagem enviada aos funcionários, Sweeney afirmou que o desempenho recente de Fortnite foi um fator importante para a decisão. Apesar de o jogo continuar entre os maiores sucessos da indústria, a empresa diz ter enfrentado dificuldades para manter o mesmo nível de interesse dos jogadores em todas as temporadas.

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De acordo com o CEO, o engajamento começou a cair em 2025, o que levou a companhia a gastar significativamente mais do que arrecadava. “Precisamos fazer cortes significativos para manter a empresa financiada”, afirmou o executivo na comunicação interna.

Ainda assim, Sweeney destacou que Fortnite continua sendo um dos jogos mais bem-sucedidos do mundo e seguirá como peça central da estratégia da empresa.

Crise também reflete desafios de toda a indústria

O executivo também citou fatores mais amplos do mercado de games para explicar a situação atual. Entre eles estão o crescimento mais lento da indústria, a redução no ritmo de gastos dos consumidores e custos cada vez maiores para produzir jogos.

Outro ponto mencionado é a concorrência por atenção do público. Segundo Sweeney, os jogos disputam tempo com outras formas de entretenimento digital cada vez mais envolventes, o que pressiona ainda mais os modelos de negócios baseados em engajamento contínuo.

Ele também comentou que os consoles atuais estariam vendendo menos do que a geração anterior, algo que impacta diretamente o ecossistema de jogos.

Demissões não têm relação com inteligência artificial

Em meio ao avanço da inteligência artificial no setor de tecnologia, Sweeney fez questão de esclarecer que os cortes não estão ligados diretamente ao uso da tecnologia.

Segundo o executivo, a empresa pretende continuar investindo em desenvolvimento e ferramentas para criadores, incluindo a evolução do Unreal Engine 5 e das ferramentas ligadas ao Unreal Editor for Fortnite.

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O plano da companhia envolve uma transição gradual para o futuro Unreal Engine 6, além da criação de novas experiências dentro do próprio Fortnite.

Funcionários receberão pacote de compensação

De acordo com a Epic, os funcionários afetados pelas demissões receberão um pacote de desligamento que inclui pelo menos quatro meses de salário base, com valores maiores dependendo do tempo de empresa.

Nos Estados Unidos, a empresa também informou que manterá o plano de saúde pago por até seis meses. Além disso, a companhia acelerará a liberação de ações concedidas aos funcionários até janeiro de 2027 e ampliará o prazo para exercer opções de participação acionária.

Sweeney reconheceu o impacto da decisão e afirmou que a empresa pretende discutir os próximos passos em uma reunião interna nos próximos dias. A meta, segundo ele, é reorganizar a Epic para enfrentar um mercado que classificou como um dos mais desafiadores da história recente da indústria de games.

O que vai acontecer com Fortnite? Game perderá alguns modos de jogo

A Epic Games também anunciou que Fortnite passará por mudanças após as demissões. Com a redução no quadro de funcionários, a Epic vai encerrar três modos de jogo do título:

  • Ballsitic - 16 de abril
  • Festival Battle Stage - 16 de abril
  • Rocket Racing - Outubro de 2026

Por outro lado, a companhia anunciou que o modo PvE de Fortnite, chamado de Salve o Mundo, finalmente se tornará gratuito no dia 16 de abril. A empresa também segue comprometida com o battle royale, que ganhou uma nova temporada recentemente.

Vale ressaltar que a Epic também fez outras mudanças no game em março. Além de trazer o jogo para a Play Store, o que pode ajudar a aumentar o número de jogadores, a companhia reajustou o preço dos V-Bucks, moeda do jogo, aumentando alguns valores.

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Logitech lança pedais G RS Pedals no Brasil! Veja preço

23 de Março de 2026, 16:44

A Logitech anunciou nesta semana a chegada ao Brasil do conjunto de pedais Logitech G RS Pedals, um acessório voltado para fãs de simuladores de corrida que buscam maior precisão nas frenagens e acelerações. O periférico faz parte da linha gamer da empresa e mira desde iniciantes até pilotos mais experientes no universo do sim racing.

Segundo a companhia, o produto foi desenvolvido para oferecer maior consistência nos comandos durante corridas virtuais. A estrutura utiliza tecnologias como sensores sem contato e freio com célula de carga para garantir respostas mais próximas de um carro real.

“O RS Pedals chega ao Brasil para elevar a experiência de simulação, oferecendo controle, consistência e flexibilidade para diferentes perfis de pilotos”, afirma Leandro Rocha, Gaming Category Manager da Logitech G no Brasil.

Logitech G RS Pedals traz freio com load cell e sensores Hall

Entre os principais destaques do acessório está o sistema de freio com load cell de até 75 kg, que registra a pressão aplicada pelo jogador em vez da distância percorrida pelo pedal. Isso tende a trazer mais precisão nas frenagens e maior controle sobre o equilíbrio do carro em simuladores de corrida.

Outro ponto importante é o acelerador com tecnologia Hall Effect, que utiliza sensores sem contato para reduzir desgaste mecânico e aumentar a durabilidade. A Logitech afirma que essa combinação melhora a consistência nas respostas do pedal ao longo do tempo.

Além disso, os pedais contam com uma estrutura de aço reforçada e design modular, permitindo ajustes para diferentes configurações de cockpit ou mesas. A marca também destaca o uso de materiais reciclados e embalagens certificadas pelo selo FSC.

Principais características dos Logitech G RS Pedals

Entre os recursos anunciados pela fabricante, estão:

  • Freio com load cell de 75 kg para frenagens mais precisas e consistentes
  • Acelerador com sensores Hall Effect, que aumentam precisão e durabilidade
  • Pedais configuráveis, com possibilidade de ajustar espaçamento e resistência
  • Curva de resposta personalizável, incluindo zonas mortas para cada pedal
  • Compatibilidade com pisos duros e carpete, graças a pés de borracha e garras especiais
  • Estrutura de aço antitombamento, com extensores para maior estabilidade
  • Suporte a módulo de embreagem opcional (vendido separadamente)

Compatibilidade com volantes e plataformas

Os Logitech G RS Pedals foram projetados para funcionar com diferentes equipamentos da própria marca. O conjunto pode ser conectado diretamente às bases PRO ou RS50, além de funcionar com volantes populares da série G.

Entre os modelos compatíveis estão:

  • Logitech G29
  • Logitech G920
  • Logitech G923

Nesses casos, a conexão ocorre por meio do Racing Adapter (vendido separadamente). Já no PC, também é possível utilizar os pedais via conexão USB direta.

Preço e disponibilidade no Brasil

De acordo com a Logitech, os Logitech G RS Pedals já estão disponíveis no mercado brasileiro por R$ 1.599,90. No site oficial da companhia, é possível comprar o produto parcelado em até 10 vezes sem juros, ou por R$ 1359,92 à vista no Pix.

Os pedais também estão sendo vendidos em varejistas online como Kabum e Mercado Livre, com diferentes opções de preços e ofertas.

Logitech também apresentou novo câmbio RS H-Shifter

Além dos pedais, a Logitech revelou recentemente outro acessório voltado ao sim racing. No exterior,  a companhia apresentou o Logitech G RS H‑Shifter, um câmbio manual de sete velocidades com sensores de efeito Hall.

O acessório promete maior durabilidade e feedback tátil ao trocar marchas, trazendo uma experiência mais próxima de um carro com transmissão manual. A construção combina aço, alumínio e plástico rígido para suportar sessões intensas de corrida virtual.

O RS H-Shifter já foi lançado em alguns mercados internacionais por cerca de US$ 159,99, mas ainda não tem previsão de chegada ao Brasil. Assim como os pedais, o dispositivo também é compatível com volantes da linha PRO e RS50, além de oferecer conexão USB para PCs.

E aí, o que achou das novidades da Logitech? Comente nas redes do Voxel e TecMundo!

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EA FC 26 passa por mudanças para se adequar ao ECA Digital

23 de Março de 2026, 14:21

A Electronic Arts confirmou que EA FC 26 passará por mudanças no Brasil para se adequar à nova legislação conhecida como ECA Digital, também chamado de Lei Felca nas redes sociais. Em comunicado publicado em seu site, a empresa afirmou que “para cumprir a Lei do ECA Digital, a EA está atualizando certos recursos e serviços para jogadores no Brasil”, indicando que adaptações já estão em andamento.

Segundo a companhia, as mudanças serão implementadas de forma gradual. A publisher explicou que “essas atualizações começarão a ser lançadas em breve e continuarão em fases ao longo dos próximos meses”, sugerindo um processo progressivo de adaptação.

A EA também indicou que algumas funcionalidades do jogo poderão sofrer alterações no país. “Alguns recursos do jogo podem mudar no Brasil à medida que atualizamos determinados serviços para cumprir a lei”, afirmou a empresa, destacando que o processo ainda está em andamento.

Ultimate Team pode ser o principal afetado

Uma das áreas que podem sofrer impacto é o modo Ultimate Team, um dos pilares econômicos da franquia. O sistema inclui pacotes de jogadores com recompensas aleatórias, o que se enquadra na definição de loot boxes ou caixas de recompensa.

Esse tipo de mecânica entrou no radar da nova legislação brasileira. A Lei nº 15.211/2025 define caixas de recompensa como funcionalidades que permitem adquirir itens virtuais aleatórios mediante pagamento, o que pode ser restringido quando o público inclui menores de idade.

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O ECA Digital estabelece que jogos direcionados a crianças e adolescentes não podem oferecer esse tipo de sistema. A legislação também prevê sanções para empresas que descumprirem as regras, incluindo multas que podem chegar a até 10% do faturamento no Brasil ou até R$ 50 milhões por infração.

Classificação indicativa já começou a mudar

Mesmo antes de mudanças concretas no jogo, alguns sinais de adaptação já começaram a aparecer nas lojas digitais. No Xbox, por exemplo, a classificação indicativa de EA FC 26 foi atualizada para 18 anos, após Diário Oficial da União indicar que o jogo deveria ser classificado para maiores.

Em outras plataformas, o cenário ainda é diferente. No PS5 e na Steam, o jogo segue liberado, mas com avisos de que contém itens aleatórios compráveis dentro da experiência.

Vale ressaltar que EA FC 25 não é o único jogo a passar por mudanças de classificação indicativa. O Diário Oficial também menciona que jogos como Roblox, NBA 2K26 e MLB The Show 26 agora terão indicação para maiores de 18 anos por causa de mecânicas de itens aleatórios.

Mercado deve se adaptar às novas regras

Para especialistas do setor, a tendência é que as empresas ajustem seus modelos de monetização para atender às novas exigências. Pedro Vasconcellos, Head de Marketing Global da loja de itens de games Bonoxs, afirmou que “no curto prazo, pode haver casos pontuais de ajustes mais complexos, especialmente para jogos cujo modelo de monetização esteja diretamente ligado às práticas que passam a ser restringidas”.

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Mesmo assim, ele não acredita que o mercado brasileiro perderá títulos importantes. “O Brasil é um dos principais mercados globais em número de jogadores e engajamento, o que faz com que as empresas busquem se adaptar à regulamentação local”, explicou o executivo.

Segundo Vasconcellos, o impacto deve se concentrar principalmente em mecânicas baseadas em aleatoriedade. “A principal restrição está relacionada às loot boxes para menores de 18 anos”, afirmou ele ao comentar o foco da nova legislação.

Outras formas de monetização, no entanto, devem continuar presentes. O executivo explicou que “skins, passes e microtransações diretas continuam sendo utilizados normalmente, desde que haja transparência sobre o que está sendo adquirido”, indicando que o modelo atual pode passar apenas por ajustes.

Nova lei muda regras para jogos no Brasil

O ECA Digital entrou em vigor neste mês e estabelece regras específicas para serviços digitais acessíveis por crianças e adolescentes. A legislação determina que empresas implementem medidas de proteção, mecanismos de verificação de idade e maior transparência em práticas comerciais.

Entre as determinações está a proibição de caixas de recompensa em jogos direcionados ao público jovem. Com isso, títulos populares que utilizam sistemas de recompensas aleatórias — incluindo franquias esportivas e jogos online — já estão adaptando seus sistemas para continuar operando normalmente no país.

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ECA Digital: Netflix e outros streamings não terão que fazer reconhecimento facial

23 de Março de 2026, 13:15

A entrada em vigor do ECA Digital no Brasil, também conhecido como “Lei Felca” nas redes sociais, levantou dúvidas entre usuários sobre possíveis novas formas de verificação de idade na internet. Em especial, muitas pessoas ficaram preocupadas com a possibilidade de plataformas como a Netflix adotarem métodos invasivos, como reconhecimento facial ou envio de documentos.

No entanto, isso não deve acontecer com serviços de streaming como Netflix, Disney+, Globoplay, HBO Max, Prime Video e Bandplay. Com a publicação do decreto na semana  passada, mais detalhes sobre a implementação da lei foram revelados.

As principais plataformas de streaming  no Brasil são enquadradas na legislação brasileira como provedores com controle editorial, o que muda as obrigações em relação à verificação de idade. Por causa dessa classificação, os serviços ficam dispensados de implementar sistemas de aferição de idade mais rigorosos. 

Na prática, isso significa que tecnologias como reconhecimento facial não serão exigidas dessas plataformas no país. Assim, a Netflix e outros streamings praticamente não serão impactados pelo ECA Digital, pois já seguem as normas previstas na lei.

O que diz o decreto do ECA Digital sobre streaming

A dispensa de uso de reconhecimento facial pela Netflix e outros streamings está prevista no artigo 22 do decreto que regulamenta o ECA Digital, publicado em 18 de março, que trata dos serviços com curadoria editorial e conteúdo licenciado. A norma afirma que esses provedores podem ficar livres da aferição de idade desde que ofereçam mecanismos de proteção para crianças e adolescentes.

Entre as exigências estão perfis infantis e sistemas de controle parental, que permitem limitar o acesso a conteúdos inadequados para determinadas faixas etárias. O texto também prevê ferramentas de bloqueio e restrição de conteúdo, respeitando a classificação indicativa brasileira.

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Serviços como Netflix possuem curadoria, classificação indicativa e controle parental.

O decreto estabelece ainda que provedores de conteúdo jornalístico e esportivo que também possuam controle editorial não precisam implementar verificação de idade. Dessa forma, a legislação reconhece que plataformas com curadoria e classificação indicativa já possuem mecanismos de proteção relevantes.

Serviços de streaming já seguem as regras

Em entrevista ao Minha Série, a associação Strima — que representa grandes serviços de streaming no Brasil — afirmou que as plataformas já estão alinhadas às exigências da nova legislação. A entidade representa nomes como Netflix, Prime Video e HBO Max, e aponta que muitos dos mecanismos previstos no decreto já são utilizados há anos pelos serviços.

Segundo Luizio Felipe Rocha, diretor executivo da associação, os serviços de streaming já estão adequados ao ECA Digital e costumam ir além do ideal na parte de controle parental. “Além de cumprirmos o ECA Digital, sempre buscamos  fazer mais para efetivar essa proteção de crianças e adolescentes”.

Ele também destacou que a nova lei, na prática, formaliza práticas que já fazem parte do funcionamento das plataformas. “O ECA Digital vem nessa linha de colocar em lei tudo que os serviços de streaming já vêm fazendo há muito tempo”, explicou o executivo.

Netflix destaca ferramentas de proteção para famílias

Em posicionamento enviado ao Minha Série, a Netflix afirmou que a proteção de crianças e adolescentes já é um ponto central no funcionamento da plataforma. A empresa também celebrou a entrada em vigor do ECA Digital no Brasil.

“A Netflix reconhece a importância da proteção de crianças e adolescentes no ambiente online, e celebra a entrada em vigor do ECA Digital”, informou a empresa em comunicado. Segundo o streaming, o serviço possui diversas camadas de proteção para usuários mais jovens.

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A plataforma também destaca recursos como perfis infantis, bloqueio por PIN e classificação indicativa oficial. Esses mecanismos permitem que pais e responsáveis controlem melhor o tipo de conteúdo acessado por crianças e adolescentes dentro do serviço.

Jogos com loot boxes terão regras diferentes

Enquanto serviços de streaming foram dispensados da aferição de idade, o decreto prevê regras mais rígidas para alguns tipos de jogos digitais. A legislação determina que títulos com caixas de recompensa — conhecidas como loot boxes — deverão verificar a idade dos usuários.

Segundo o decreto, jogos que pretendem manter as loot boxes precisam garantir aferição de idade e aumentar a classificação indicativa para 18 anos. Títulos da Riot Games, por exemplo, já estão realizando  esse processo.

A lei também prevê que os jogos podem receber versões diferentes sem mecânicas de itens aleatórios pagos, o que permite continuar operando sem aferição de idade. Games como Overwatch passaram por esse tipo de adaptação e continuam funcionando normalmente no Brasil.

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A medida busca impedir que crianças e adolescentes tenham acesso a esse tipo de mecânica sem supervisão. Caso o jogo ofereça uma versão sem loot boxes ou restrinja completamente a funcionalidade, a verificação de idade deixa de ser obrigatória.

Com isso, o ECA Digital cria regras diferentes para cada tipo de serviço online, levando em conta o modelo de funcionamento de cada plataforma. No caso dos streamings, a presença de curadoria editorial, classificação indicativa e controles parentais foi considerada suficiente para dispensar métodos adicionais de verificação de idade.

E aí, o que você achou das mudanças trazidas pelo ECA Digital? Comente nas redes sociais do TecMundo e Minha Série.

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Tommy Shelby morre em Peaky Blinders: O Homem Imortal? Veja destino do personagem

21 de Março de 2026, 12:15

Após passar pelos cinemas,  o filme Peaky Blinders: O Homem Imortal finalmente está disponível na Netflix. A produção chegou ao streaming e já garantiu o topo de interesse do público da plataforma, e não   é para menos.

Ao longo de seis temporadas, o personagem vivido por Cillian Murphy se mostrou praticamente invencível, sobrevivendo a guerras, rivais e até uma falsa doença terminal. No entanto, depois de anos driblando a morte, Tommy Shelby finalmente pode encontrar seu fim em Peaky Blinders: O Homem Imortal

Criado por Steven Knight, o universo da série sempre flertou com a ideia de que viver sem medo da morte torna alguém imparável. Mas, afinal, o personagem de Cillian Murphy encontra seu fim no longa-metragem? Confira  mais detalhes  a  seguir, com muitos spoilers. 

Tommy Shelby morre em O Homem Imortal?

Toda a divulgação do longa da Netflix já aponta para o encerramento da trajetória do gângster mais icônico de Birmingham. Mas, como o próprio filme sugere, o único capaz de derrotar Tommy sempre foi ele mesmo — ou melhor, sua própria vontade de morrer.

Com isso, sim, Tommy Shelby morre em Peaky Blinders: O Homem Imortal, e de forma intencional. Diferente de outras vezes em que escapou por pouco, desta vez o personagem aceita seu destino e praticamente o provoca.

No clímax do filme, após um confronto violento envolvendo nazistas e uma conspiração financeira, Tommy é baleado e gravemente ferido. Mesmo com a chance de sobreviver, ele decide que chegou a hora de encerrar sua jornada.

Filho de Tommy é responsável pela morte

O momento mais impactante envolve Duke Shelby, filho de Tommy, que assume papel central na conclusão. Em uma cena carregada de emoção, o protagonista pede para ser morto pelo próprio filho, comparando sua situação à de um animal que precisa ser poupado do sofrimento.

A decisão faz parte de um simbolismo maior: a passagem de legado. Ao apertar o gatilho, Duke não apenas encerra a vida do pai, mas também assume o peso do império Shelby — e da chamada “maldição da família”.

Quais são as últimas palavras de Tommy Shelby?

Antes de morrer, Tommy sussurra suas últimas palavras: “In the bleak midwinter”, que pode ser traduzido  como “No Meio do Inverno Sombrio”. A frase remete a um poema clássico e também a um cântico associado aos soldados da Primeira Guerra Mundial, incluindo o próprio personagem.

A expressão funciona como um ciclo completo da narrativa, conectando o início da série ao seu desfecho. Para Tommy e seus companheiros, sobreviver à guerra significava viver “tempo extra”, como se tudo depois fosse apenas um bônus.

Após sua morte, o filme mostra um funeral simbólico e fiel às tradições ciganas da família Shelby. O corpo de Tommy é queimado junto a dinheiro falso, uma metáfora poderosa sobre sua relação com poder, riqueza e legado.

Em uma narração final, o personagem reflete sobre sua vida e reforça a importância da família. Ele encerra com um sentimento de libertação, sugerindo que, finalmente, encontrou paz após anos de conflitos internos e externos.

Peaky Blinders vai continuar  após a morte de Tommy Shelby?

Mesmo com o fim de Tommy Shelby, o universo de Peaky Blinders está longe de acabar. Uma nova série já foi confirmada e se passará nos anos 1950, mostrando uma nova geração assumindo o controle.

Steven Knight segue envolvido no projeto, enquanto Cillian Murphy deve atuar como produtor executivo, apesar de ter se despedido do papel de Shelby.

Tudo indica que Duke terá papel importante na continuidade da história e em futuros projetos. Ou seja, mesmo com o fim de Tommy, o legado da família Shelby seguirá vivo na televisão e no streaming.

E aí, qual a sua opinião sobre Peaky Blinders: O Homem Imortal? Comente nas redes sociais do Minha Série e TecMundo. 

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Chuck Norris: 6 filmes para assistir no streaming e relembrar a carreira do ator

20 de Março de 2026, 18:15

A morte de Chuck Norris, aos 86 anos, reacendeu o interesse do público por uma das carreiras mais marcantes do cinema de ação. Ícone das artes marciais e estrela de produções intensas dos anos 80 e 90, o ator deixou um legado que atravessa gerações e marcou a internet.

Muito além dos memes e da fama na série Walker, Texas Ranger, Norris construiu uma filmografia sólida com personagens durões e histórias cheias de adrenalina. Seus filmes ajudaram a moldar o gênero de ação como conhecemos hoje, sempre com uma presença forte e inconfundível.

Para quem quer revisitar essa trajetória ou conhecer melhor o trabalho do astro, selecionamos seis filmes disponíveis no streaming. A lista mistura clássicos, participações especiais e produções que ajudam a entender por que Norris virou sinônimo de força e disciplina.

Unidos para Vencer (1992)

Disponível no Prime Video, Unidos para Vencer mostra um lado mais leve e inspirador da carreira de Chuck Norris. O filme acompanha um adolescente que enfrenta bullying e encontra nas artes marciais uma forma de se fortalecer.

A produção mistura fantasia e realidade ao colocar o protagonista interagindo com seu grande herói. Com isso, o longa entrega uma mensagem motivadora sobre superação e autoconfiança.

  • Onde assistir: Amazon Prime Video.

Os Mercenários 2 (2012)

Os Mercenários 2 está disponível na HBO Max e no Prime Video e reúne um verdadeiro time de estrelas do cinema de ação. Entre eles estão Arnold Schwarzenegger, Bruce Willis e o próprio Chuck Norris.

Mesmo com uma participação menor, Norris rouba a cena com seu carisma e presença icônica. O filme é uma ótima pedida para quem quer ver o encontro de lendas do gênero em uma aventura explosiva.

  • Onde assistir: HBO Max e no Prime Video.

McQuade: O Lobo Solitário (1983)

Disponível no Oldflix e no MGM+, McQuade: O Lobo Solitário é um dos papéis mais emblemáticos de Chuck Norris. Aqui, ele interpreta um guarda durão que prefere trabalhar sozinho, mas acaba enfrentando desafios pessoais.

O longa mistura ação e drama ao colocar o protagonista contra um poderoso inimigo vivido por David Carradine. A rivalidade entre os dois rende cenas intensas e combates memoráveis.

  • Onde assistir: Oldflix e no MGM+.

Braddock - O Super Comando (1984)

Braddock - O Super Comando pode ser assistido no Oldflix e no MGM+ e é um dos grandes exemplos do estilo de ação que marcou os anos 80. No filme, Chuck Norris vive um militar que retorna ao Vietnã para resgatar prisioneiros de guerra.

A trama é carregada de tensão e patriotismo, refletindo o contexto da época e a popularidade desse tipo de narrativa. Com muitas explosões e combates, o longa é ideal para quem busca ação clássica sem filtros.

Além do filme original, outros longa-metragens da saga também estão disponíveis no streaming, garantindo uma ótima maratona de filmes do Chuck Norris.

  • Onde assitir: Oldflix e no MGM+.

Comando Delta (1986)

Disponível no Oldflix, MGM+, Looke e Netmovies, Comando Delta traz Chuck Norris ao lado de Lee Marvin em uma missão de resgate cheia de adrenalina. A história gira em torno de um sequestro aéreo que exige uma operação militar de alto risco.

Com mais de duas horas de duração, o filme aposta em sequências intensas e ritmo acelerado. É uma escolha certeira para quem quer mergulhar no auge da carreira de Norris nos cinemas.

Comando Delta também conta com outros filmes, que podem ser vistos em streamings como o Oldflix e o MGM+. Logo, a franquia também é uma boa escolha para maratonar no fim de semana.

  • Onde assistir: Oldflix, MGM+, Looke e Netmovies (grátis).

O Voo do Dragão (1972)

Disponível para aluguel digital, O Voo do Dragão marca a estreia de Chuck Norris no cinema e é um dos momentos mais icônicos de sua carreira. No longa dirigido e estrelado por Bruce Lee, Norris interpreta o temido Colt.

A trama acompanha Tang Lung, enviado a Roma para proteger o restaurante da família de uma gangue local. O filme ficou eternizado pela luta histórica entre Lee e Norris, considerada uma das mais marcantes do gênero.

Onde assistir: Aluguel digital via Claro TV.

E aí, qual seu filme favorito do ator Chuck Norris? Comente nas redes do Minha Série e TecMundo. 

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Adeus, Chuck Norris: Sylvester Stallone e mais atores prestam homenagem ao astro

20 de Março de 2026, 15:45

A morte de Chuck Norris aos 86 anos mobilizou fãs e celebridades ao redor do mundo, marcando o fim de uma era no cinema de ação. Conhecido por sua presença imponente e disciplina nas artes marciais, o ator deixa um legado que ultrapassa gerações e formatos.

Ícone de produções como Walker, Texas Ranger e filmes como The Delta Force, Norris construiu uma carreira baseada em autenticidade e habilidade real no combate. Sua trajetória também inclui o clássico The Way of the Dragon, onde contracenou com Bruce Lee em um duelo histórico.

Após a confirmação da morte pela família, diversos nomes de Hollywood e das artes marciais usaram as redes sociais para prestar homenagens ao astro. Entre mensagens emocionadas e lembranças pessoais, o consenso é claro: o mundo perdeu um verdadeiro símbolo de força e caráter.

Sylvester Stallone relembra parceria com Chuck Norris

O ator Sylvester Stallone destacou o privilégio de ter trabalhado com Norris no longa Os Mercenários 2. Em publicação no Instagram, ele afirmou: “Tive um grande momento trabalhando com Chuck. Ele era All American em todos os sentidos”.

Stallone também ressaltou o caráter do colega, chamando-o de “um grande homem” e enviando condolências à família. A dupla dividiu cena ao lado de outros grandes nomes do gênero, consolidando ainda mais o status lendário de Norris no cinema de ação.

Jean-Claude Van Damme e Dolph Lundgren exaltam legado

O belga Jean-Claude Van Damme também lamentou a perda do amigo e relembrou a longa relação entre os dois. “Nos conhecemos desde os primeiros dias, e eu sempre respeitei o homem que ele era”, escreveu, acrescentando que Norris “nunca será esquecido”.

Já Dolph Lundgren, que também trabalhou em Mercenários 2, afirmou que sempre admirou Norris como exemplo dentro e fora das telas. “Ele tinha o respeito, a humildade e a força que são necessários para ser um homem. Vamos sentir sua falta, meu amigo”, declarou o astro de Rocky IV.

O ator britânico Scott Adkins, de John Wick 4 e Boyka, ressaltou a importância de Norris para o cinema de ação e para a cultura das lutas. “Um titã do cinema de artes marciais se foi”, escreveu, chamando o astro de “mestre” e “humanitário dedicado”.

Adkins também relembrou um breve encontro com Norris, destacando sua gentileza. “Ele incorporava o verdadeiro espírito das artes marciais e inspirou uma geração”, completou.

Stephen King relembra filme marcante

O escritor Stephen King também entrou na onda de homenagens, relembrando um dos filmes mais impactantes da carreira de Norris. “Eu achei ele incrível. Silent Rage assustou meus filhos… e a mim também”, comentou.

King ainda aproveitou para citar algumas das famosas piadas sobre o ator, mostrando como Norris transcendeu o cinema e se tornou um fenômeno cultural. Entre brincadeiras e elogios sinceros, o autor reforçou o tamanho da influência deixada pelo astro.

Família de Chuck Norris faz homenagens emocionantes

A filha Danilee Norris também  compartilhou uma mensagem tocante sobre o pai, descrevendo-o como seu “porto seguro” por mais de duas décadas. “Ele pode ter um exterior de guerreiro, mas seu coração era cheio de amor”, escreveu.

Já a neta Greta Norris destacou o lado mais íntimo do avô. “O mundo perdeu um ícone, e eu perdi meu avô”, disse, lembrando momentos simples como conversas em uma cadeira de balanço.

Um legado que vai além do cinema

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Mais do que um ator, Chuck Norris foi um verdadeiro símbolo de disciplina e determinação, com múltiplas graduações em artes marciais e uma carreira que atravessou décadas. Sua autenticidade nas telas ajudou a redefinir o gênero de ação, especialmente nos anos 1980 e 1990.

Em nota oficial, a família destacou que Norris morreu em paz, cercado por seus entes queridos. “Ele viveu com fé, propósito e um compromisso inabalável com as pessoas que amava”, diz o comunicado, reforçando o impacto duradouro de sua vida e obra.

E aí, qual seu filme favorito de Chuck Norris? Comente nas redes do Minha Série e TecMundo!

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Riot Games bloqueou LoL no Brasil porque quis, diz Felca sobre ECA Digital

20 de Março de 2026, 11:50

A entrada em vigor do ECA Digital reacendeu debates na comunidade gamer brasileira, especialmente após relatos de bloqueios e mudanças em jogos populares. No centro da discussão, o influenciador Felca virou alvo de ataques envolvendo as novas diretrizes.

Em um vídeo publicado no YouTube, o criador de conteúdo, que ganhou notoriedade nacional com um vídeo sobre adultização, comentou sobre o assunto pela primeira vez nesta quinta-feira (19). Felca disse que, apesar de ter sido vinculado com o ECA Digital, não é o criador ou responsável pela legislação. 

Além disso, o criador de conteúdo comentou sobre o impacto da legislação nos games. Felca disse que o tema virou alvo de notícias falsas e afirmou que decisões envolvendo títulos como League of Legends não foram exigências diretas da lei.

Riot bloqueou Lol porque  não quis tirar loot boxes

Segundo Felca, a Riot Games teria optado por restringir o acesso ao game para menores por conta própria, e não porque a legislação proíbe jogos como League of Legends no Brasil. A fala surge após a repercussão de que jogadores brasileiros estariam sendo impactados pelas novas regras do ECA Digital.

Felca abordou diretamente o tema em vídeo publicado nas redes sociais, negando que a legislação proíba menores de jogar. “Outra coisa, você não vai mais poder jogar LoL nem vários outros jogos se você não formar 18 anos. É completamente mentira”, afirmou.

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Riot Games não modificou loot boxes de LoL e aumentou a classificação indicativa do game.

Ele complementou dizendo que o verdadeiro alvo da lei são sistemas de monetização. “O que foi proibido de fato são os loot boxes. Pois é, a Riot, no caso do LoL, bloqueou porque ela quis. Para não precisar remover o loot box para as crianças”, declarou.

Recentemente, o governo federal também reforçou a situação sobre jogos bloqueados para menores no país. o secretário de Políticas Digitais da Secretaria de Comunicação Social, João Brant, afirmou que não há proibição de jogos online no Brasil com a nova lei, mas jogos precisam mexer nas loot boxes pagas para evitar que  menores tenham contato com a mecânica.

Enquanto a Riot Game optou pelo bloqueio de seus jogos, diversos games seguem disponíveis no Brasil após adaptações nas loot boxes. Overwatch, por exemplo, retirou as caixas do passe de batalha, deixando apenas as loot boxes gratuitas no jogo.

Loot box é um cassino, diz Felca

Na visão do influenciador Felca, as loot boxes funcionam como mecanismos semelhantes a apostas. “Loot box é um cassino. Ele foi construído baseado no cassino”, disse, ao criticar a presença desses sistemas em jogos acessíveis a menores.

Felca também chamou atenção para os riscos financeiros desse modelo. “Parece uma caixinha bonitinha, você coloca um dinheirinho para o seu filho, porque ele te implorou e logo você apresentou para sua criança de 12 anos, o tigrinho”, afirmou.

O influenciador digital também usou como exemplo histórias de pais que acabam encontrando faturas de milhares de reais após os filhos realizarem compras em games. Segundo Felca, as loot boxes são a porta de entrada para esse tipo de situação.

Interações online também entram na mira

Outro ponto destacado pelo criador de conteúdo envolve a segurança de crianças em ambientes online. Segundo ele, a lei exige maior controle sobre interações com desconhecidos dentro dos jogos.

“A lei também diz que jogos vão precisar controlar por padrão as interações com estranho”, explicou. Ele citou casos envolvendo Roblox para ilustrar riscos reais enfrentados por menores.

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“Um adulto mal intencionado podia chegar no seu filho, pedir que o seu filho ligasse a câmera quando ele tivesse sem roupas. Parece terrível. Era uma realidade”, afirmou. Recentemente, Felca foi alvo de ataques de jogadores de Roblox após o jogo  implementar, globalmente, modificações em seu sistema de chat.

Felca também rebateu outro ponto que viralizou nas redes sociais: a suposta obrigatoriedade de reconhecimento facial. Segundo ele, a lei menciona apenas mecanismos confiáveis de verificação de idade.

“Isso é completamente falso. O que a lei cita de verdade, no artigo 9, parágrafo 1, mecanismos confiáveis de verificação de idade”, explicou.

A aferição de idade, que faz parte das medidas do ECA Digital, deixa em aberto quais tecnologias podem ser utilizadas para garantir a faixa etária do usuário. A própria Riot Games, por exemplo, exige uma verificação usando dados que vão desde o número do CPF até cartão de crédito. 

Influenciador nega autoria da lei

Após o ECA Digital viralizar na internet com o  termo  “Lei Felca”, o influenciador também negou qualquer envolvimento direto. Ele afirmou que apenas produziu conteúdo explicativo sobre o tema.

“Eu não criei essa lei. Quem criou foram os políticos. O que eu fiz foi criar um vídeo. Eu li toda a lei”, declarou.

Apesar de defender os objetivos da legislação, Felca também demonstrou cautela quanto à sua implementação. Ele afirmou que os efeitos práticos ainda dependem de como a lei será aplicada no país.

“Eu fico verdadeiramente feliz pela nossa luta e para a gente ter conseguido gerar algo assim. Agora, é uma lei. A coisa vem de um lugar positivo, mas quando o político toca a mão, vira sangue”, disse.

Por fim, ele reforçou que os impactos reais só poderão ser medidos com o tempo. “Na teoria, eu acredito que vai ter muito mais bônus do que ônus para as crianças. Agora, na prática, quem vai dizer é só o tempo”, concluiu.

O ECA Digital já está em  vigor no Brasil. Sancionada no ano passado, a legislação teve seis meses para empresas se adaptarem às novas diretrizes, mas a aplicação ainda segue em período de adaptação. No caso da Riot Games, por exemplo, a empresa promete que trará mudanças até 2027 aos jogadores, quando a classificação indicativa de jogos como League of Legends será reduzida.

Além disso, outros setores também ainda passam por mudanças. Segundo levantamento do TecMundo,  apenas 3 dos 10 maiores sites de conteúdo pornográfico no Brasil verificam idade corretamente, por exemplo.

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Após anos de Walking Dead, Steven Yeun retorna para clima de apocalipse em Invencível

19 de Março de 2026, 18:15

Depois de marcar uma geração como Glenn em The Walking Dead, Steven Yeun volta a encarar um cenário apocalíptico na televisão, mas agora com superpoderes. O ator é a voz de Mark Grayson em Invencível, que inicia sua quarta temporada com uma invasão alienígena brutal envolvendo os Sequids.

O primeiro episódio, intitulado Making the World a Better Place, aposta em ação intensa e amplia o escopo da série com uma ameaça marciana, em um clima de apocalipse que pode lembrar The Walking Dead, já que a animação também é obra de Robert Kirkman. Ao mesmo tempo, a narrativa reforça o lado emocional do protagonista, que continua lidando com o peso de proteger a Terra e com os traumas das temporadas anteriores.

Em entrevista ao Minha Série, Yeun falou sobre revisitar esse tipo de atmosfera de caos e sobrevivência, agora sob uma nova perspectiva. Segundo ele, a experiência foi mais leve e até divertida desta vez, mesmo com os desafios da atuação.

Steven Yeun comenta retorno ao clima apocalíptico

Para Yeun, voltar a um cenário de fim do mundo foi mais tranquilo do que na época de The Walking Dead, já que Mark é consideravelmente mais poderoso que Glenn. “Foi muito mais fácil desta vez, e também foi divertido”, afirmou o ator.

Ele também destacou como Robert Kirkman tem afinidade com o tema e consegue utilizá-lo para expandir a destruição para um lado emocional. “O Robert claramente gosta de explorar certas ideias, e uma delas é o isolamento do Mark, esse sentimento de estar sozinho, o que é sempre interessante de explorar”, explicou.

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No primeiro episódio da temporada, Mark toma uma decisão que terá grandes consequências, gerando um enorme peso emocional. Segundo Yeun, o público pode esperar grandes momentos envolvendo a dualidade do herói.

“Mark  está entendendo  os dilemas morais do mundo, sabe, ele é uma arma às vezes”, explica o ator. “Em outros momentos, ele é esse ser humano profundamente sensível que quer fazer o bem para as pessoas, e esse conflito gera muita tensão, é de onde vem grande parte da emoção.”

Dublagem de Invencível traz desafios únicos

Mesmo sendo uma animação, o trabalho em Invencível exige bastante de Steven Yeun em termos físicos e emocionais. O ator revelou que as gravações são intensas, especialmente nas cenas de luta e nos momentos mais dramáticos.

“Muita coisa foi empolgante de fazer e também muito exaustiva, mas no bom sentido”, disse Yeun. “Sinto que estou aprendendo cada vez mais a fazer sons de luta, é um processo contínuo.”

Ele também comentou sobre a dificuldade de ajustar a performance durante o processo de dublagem. “É um desafio único como ator, e eu realmente gosto disso, porque sinto que a série me força a evoluir”, completou.

Steven Yeun reconhece amor dos fãs brasileiros de Walking Dead e Invencível

Durante a entrevista ao Minha Série, Steve Yeun também reconheceu o apoio dos fãs brasileiros. O ator relembrou do suporte do público tanto com Invencível quanto com The Walking Dead. “Robert Kirkman é rei no Brasil”, disse o ator.

Steven Yeun também agradeceu todo o suporte do público que acompanha seu trabalho. “Obrigado por todo o amor. Sou muito grato por todo o suporte."

Gillian Jacobs, que interpreta Ivy Atômica, também reconheceu a importância do Brasil para Invencível. A atriz visitou o país com Sandra Oh, que interpreta Debbie, e disse que a experiência foi única. "O amor, a energia e o apoio que sentimos dos fãs brasileiros foi inacreditável. 

Robert Kirkman fala sobre retorno dos marcianos e múltiplas histórias

Criador de Invencível e também responsável por The Walking Dead, Kirkman falou sobre a concepção da invasão alienígena que ganha forma no primeiro episódio. Segundo ele, os Sequids seguem uma tradição clássica dos universos de super-heróis.

“Sempre existe algum tipo de parasita alienígena nesses universos, seja na Marvel ou na DC, e em Invencível nós temos os Sequids”, explicou. “Achei que seria um elemento muito interessante de explorar.”

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Kirkman também destacou como a série amarra eventos de diferentes temporadas para construir sua narrativa, e os fãs podem esperar mais disso nos novos episódios. A invasão atual, por exemplo, tem raízes em acontecimentos mostrados ainda na primeira temporada.

“É muito legal ver como essa história começa lá atrás, naquele episódio em Marte, e agora ganha um grande desenvolvimento”, disse o criador. “Tudo se conecta e leva a algo maior.”

Ele ainda reforçou que alguns arcos da quarta temporada podem parecer desconexos à primeira vista. “Pode haver episódios em que você se pergunte por que estamos focando tanto em algo, mas isso só vai fazer sentido no futuro”, afirmou.

De acordo com o criador da série, a abordagem permite explorar personagens e conflitos com mais profundidade. “Construir essas histórias e ver como tudo se encaixa é o que torna fazer essa série tão especial”, concluiu.

Os três primeiros episódios da quarta temporada de Invencível já estão disponíveis no Prime Video, com novos capítulos chegando semanalmente. 

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Crimson Desert já está disponível para compra com desconto! Veja oferta

19 de Março de 2026, 09:16

Um dos principais lançamentos de março  –  e talvez do ano, Crimson Desert chega oficialmente às 19h desta quarta-feira (19), mas já pode ser encontrado com preço reduzido antes mesmo da estreia. O RPG de ação da Pearl Abyss vem chamando atenção tanto pelo escopo ambicioso quanto pela recepção dividida da crítica especializada.

Mesmo com análises variando entre elogios ao combate e críticas à narrativa, o interesse do público segue alto. E, como já virou tradição no mercado de PC, algumas lojas digitais estão fazendo descontos antecipados para quem quer garantir o jogo no lançamento, algo perfeito para quem se empolgou com as reviews do game.

No Brasil, a principal oferta aparece na Nuuvem, que já disponibiliza versões com até 20% de desconto e ativação via Steam.

Crimson Desert está com desconto antes do lançamento

Antes mesmo da liberação oficial, já é possível comprar Crimson Desert mais barato no PC. A versão padrão aparece por R$ 279,99, enquanto a edição Deluxe sai por R$ 319,99, ambas com 20% de desconto sobre o valor original.

A oferta inclui ativação na Steam, o que significa que o jogador poderá baixar e começar a jogar assim que o título for liberado globalmente. A loja, inclusive, já está liberando as chaves para Steam, que possui o preload do game liberado.

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Esse tipo de promoção antecipada é comum em varejistas digitais, especialmente em lançamentos aguardados. No caso da Nuuvem, o jogador ainda possui diversas opções de pagamento, incluindo Pix e parcelamento no cartão.

O que vem na edição Deluxe de Crimson Desert?

Para quem busca extras, a edição Deluxe inclui uma série de itens cosméticos e equipamentos exclusivos. Entre os destaques estão o conjunto de armadura Kairos, o escudo Balgran e acessórios especiais para montaria.

Além disso, jogadores que adquirirem o game na pré-venda recebem um bônus adicional: o Escudo Khaled, item exclusivo que não deve estar disponível após o lançamento.

 Kit de Placas Kairos

  • Elmo de Placas Kairos
  • Luvas de Placas Kairos
  • Botas de Placas Kairos
  • Capa de Placas Kairos
  • Armadura de Placas Kairos

Kit Exclaire de Cavalo

  • Champron Exclaire
  • Barda Exclaire
  • Sela Exclaire
  • Estribo Exclaire

Meu PC roda Crimson Desert?

Antes de comprar Crimson Desert, vale a pena conferir se o game roda no seu computador.  O título conta com requisitos já disponíveis na Steam para Windows e MacOS. Confira:

Requisitos Mínimos

  • Requer um processador e sistema operacional de 64 bits
  • SO: Windows 10 64-bit
  • Processador: Ryzen 5 2600X / i5-8500
  • Memória: 16 GB de RAM
  • Placa de vídeo: RX 5500 XT / GTX 1060
  • DirectX: Versão 12
  • Armazenamento: 150 GB de espaço disponível
  • Placa de som: Windows Compatible Audio Device
  • Outras observações: SSD necessário.

Requisitos recomendados:

  • Requer um processador e sistema operacional de 64 bits
  • SO: Windows 10 64-bit
  • Processador: Ryzen 5 5600 / i5-11600K
  • Memória: 16 GB de RAM
  • Placa de vídeo: RX 6700 XT / RTX 2080
  • DirectX: Versão 12
  • Armazenamento: 150 GB de espaço disponível
  • Placa de som: Windows Compatible Audio Device
  • Outras observações: SSD necessário.

A versão da Steam de Crimson Desert conta com a tecnologia anti-pirataria Denuvo, que pode afetar a performance do game. Além disso, o título também chega com suporte para compartilhamento em família e legendas em português brasileiro.

Como é o gameplay e a história de Crimson Desert

Ambientado no continente de Pywel, Crimson Desert acompanha Kliff, um guerreiro que tenta reunir novamente seu grupo após um ataque devastador. A jornada mistura exploração em mundo aberto, combates intensos e atividades paralelas, como pesca, caça e construção de acampamento.

O título aposta em liberdade total para o jogador, permitindo explorar desde planícies e vilarejos até regiões misteriosas como o Abismo. Também há múltiplos personagens jogáveis, cada um com estilos de combate distintos, ampliando as possibilidades durante a campanha.

O jogo promete agradar com bastante liberdade e seu mundo aberto vasto e cheio de possibilidades, além de trazer gráficos de ponta. Ainda assim, a expectativa é que nem todo mundo se contente com o pacote entregue. 

Reviews divididas contam com notas variam entre 45 e 100

As primeiras análises mostram que Crimson Desert não é unanimidade, mas ainda assim entrega uma experiência robusta. No Metacritic, o jogo aparece com média de 78 pontos, enquanto no OpenCritic a nota gira em torno de 80.

Entre as avaliações do Metacritic, com 85 reviews, o desempenho do game nas mãos da crítica vai de nota 45 até 100, mostrando que a experiência pode ser divisiva. Ainda assim, é  fato: estamos falando de um dos maiores lançamentos do ano.

Veículos destacam principalmente o combate e a escala do mundo como pontos positivos, enquanto críticas recaem sobre a história e alguns objetivos pouco claros. Ainda assim, há avaliações bastante entusiasmadas, que colocam o jogo entre os grandes títulos de mundo aberto recentes.

Aqui no Voxel, a Luciana Anselmo deixou claro que existe muito brilho em Crimson Desert, mas alguns problemas também podem afastar certos jogadores. Confira a análise completa aqui.

E aí, como estão as expectativas para o game? Comente nas redes sociais do Voxel e TecMundo!

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Filmes vencedores do Oscar estão disponíveis no streaming! Veja onde assistir

16 de Março de 2026, 18:15

A temporada de premiações chegou ao fim com mais uma edição do Academy Awards, que consagrou produções de diferentes gêneros e plataformas. Além de definir os grandes destaques do cinema no último ano, a cerimônia também despertou a curiosidade do público sobre onde assistir aos títulos vencedores — e a boa notícia é que praticamente todos já estão disponíveis online ou chegam em breve ao streaming.

Entre produções da Netflix, HBO Max, Disney+ e até plataformas gratuitas, os premiados deste ano podem ser encontrados com relativa facilidade. Alguns longas também seguem disponíveis para aluguel digital, o que amplia ainda mais as opções para quem quer maratonar os vencedores.

O Brasil, porém, terminou a noite sem estatuetas, apesar de marcar presença em diversas categorias. O Agente Secreto, por exemplo, concorreu em quatro categorias e atualmente pode ser assistido na Netflix. Já Sonhos de Trem (Train Dreams), que contou com a fotografia do brasileiro Adolpho Veloso, também disputou o prêmio, mas acabou não levando a estatueta — e também está disponível no catálogo da Netflix.

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Michael B. Jordan venceu o Oscar de Melhor Ator. Foto: Getty Images.

Onde assistir aos filmes vencedores do Oscar 2026

O HBO Max é o streaming que conta com os grandes destaques do Oscar 2026: Pecadores e Uma Batalha Após a Outra. No entanto, alguns dos filmes estão disponíveis até mesmo em streamings grátis.

Se você quer conferir os títulos premiados da temporada, veja abaixo onde assistir a cada um deles e em quais categorias conquistaram o Oscar.

Uma Batalha Após A Outra — HBO Max

  • Melhor Direção de Elenco (Casting)
  • Melhor Ator Coadjuvante — Sean Penn
  • Melhor Roteiro Adaptado
  • Melhor Montagem (Edição)
  • Melhor Direção
  • Melhor Filme

Pecadores — HBO Max

  • Melhor Roteiro Original
  • Melhor Trilha Sonora Original
  • Melhor Ator

Weapons (A Hora do Mal) — HBO Max

  • Melhor Atriz Coadjuvante — Amy Madigan

Avatar: Fire and Ash — futuramente no Disney+

  • Melhores Efeitos Visuais

 

KPop Demon Hunters — Netflix

  • Melhor Longa de Animação
  • Melhor Música

The Girl Who Cried Pearls — NFB (grátis)

  • Melhor Curta de Animação

Frankenstein — Netflix

  • Melhor Figurino
  • Melhor Maquiagem e Penteado
  • Melhor Design de Produção

The Singers — Netflix

  • Melhor Curta-Metragem

Two People Exchanging Saliva — YouTube

  • Melhor Curta-Metragem

All the Empty Rooms — Netflix

  • Melhor Curta Documentário

Um Zé Ninguém contra Putin — Filmelier+ (a partir de 26 de março)

  • Melhor Documentário

F1: O Filme — Apple TV

  • Melhor Som

Valor Sentimental — MUBI

  • Melhor Filme Internacional

Hamnet — aluguel no Prime Video

  • Melhor Atriz — Jessie Buckley

Vencedores do Oscar estão espalhados entre streamings

Um dos destaques da edição deste ano é como os filmes vencedores estão distribuídos entre diferentes serviços de streaming. A Netflix aparece com vários títulos premiados, incluindo animações, curtas e produções técnicas como Frankenstein, enquanto a HBO Max concentra alguns dos principais vencedores da noite.

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Ao mesmo tempo, plataformas menores e serviços de aluguel digital também garantem espaço entre os premiados. Isso significa que, mesmo sem ter acompanhado todos os lançamentos no cinema, os espectadores conseguem assistir praticamente a todos os vencedores do Oscar 2026 sem sair de casa.

Por outro lado, a pulverização também pode aumentar os gastos de quem gostaria de fazer uma maratona, já que é necessário assinar diferentes plataformas. E aí, você pretende maratonar os vencedores do Oscar 2026?

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Crítica: Invencível retorna brutal e emocional em sua quarta temporada

16 de Março de 2026, 12:12

A Amazon ganhou o coração de muitos espectadores ao mostrar que heróis nem sempre são bonzinhos. Além de The Boys, que retorna em abril, a empresa conta com a série Invencível em seu catálogo, que capricha na ação, sangue e originalidade.

Em sua quarta temporada, que estreia no dia 18, a história da série animada alcança seu ápice, tanto emocional quanto na parte da brutalidade. Confira, a seguir, a crítica feita com base nos seis primeiros capítulos, liberados  antecipadamente ao Minha Série pelo Prime Video.

A guerra do Viltrumitas

Após uma montanha-russa de emoções nas temporadas anteriores, Invencível alcança seu ápice emocional durante a quarta temporada. A produção acompanha Mark, intepretado por Steven Yeun, fragilizado após a destruição da Terra causada pelos seus clones.

Além do protagonista, outros personagens do núcleo principal também enfrentam grandes dilemas. Ivy Atômica, por exemplo, está com problemas envolvendo seus poderes, enquanto os Guardiões lidam com problemas de lidança após os acontecimentos da temporada anterior.

No entanto, o pior mesmo está por vir: Nolan, o icônico Omni-Man, se une de vez com Allen e a Coalizão dos Planetas para finalmente parar os Viltrumintas, a raça alienígena soberana que domina o universo. Os grandes vilões possuem pontos de fraqueza, que vão ser explorados durante a temporada e dar vida para a Guerra Viltrumita.

Com essa premissa, a série garante ótimos momentos de drama, incluindo o reencontro de Mark com seu pai, bem como o retorno de Nolan para a Terra para recrutá-lo para a guerra. Durante os seis primeiros capítulos, temos muitos momentos mostrando como uma série sobre heróis pode ir muito além dos poderes, abordando temas como família e responsabilidade – e muitos daddy issues.

Brutalidade alcança seu ápice na quarta temporada

Além da parte emocional, Invencível também alcança seu ápice de brutalidade na quarta temporada. Enquanto os Viltrumitas são os grandes vilões dos novos capítulos, a produção conta com vários arcos durante os episódios, e nenhum poupa no sangue e violência.

Seja com Mark, os Guardiões ou até mesmo o jovem Oliver, a série está repleta de momentos que jogam sangue na tela. E sso não é novidade: cenas de temporadas anteriores viraram clássicos na internet, como o momento “pai e filho” de Mark e Nolan no metrô, que se tornou até um Fatality no jogo Mortal Kombat 1.

No entanto, é melhor se preparar: a série não poupa seus personagens, principalmente o protagonista, e dá vida para cenas horrendas e que podem ser bastante chocantes, mesmo no formato de desenho animado.

E a brutalidade vai além das simples lutas e momentos de briga. Não vou dar spoilers da temporada, mas alguns acontecimentos pesados dos quadrinhos ganham vida na animação, mostrando que a série conta com um tom bastante único em comparação a outras produções de quadrinhos e super-heróis.

Episódios de uma hora contam muita história

Enquanto altas doses de violência poderiam tornar a série superficial, o formato com episódios de aproximadamente uma hora garante bastante profundidade para Invencível. A produção abraça diferentes arcos e apresenta muitos personagens, o que pode ser estonteante em alguns momentos.

Ainda assim, depois que você capta tudo que está acontecendo, acompanhar os diferentes arcos é uma experiência interessante para ver o crescimento de Mark e outros super-heróis da produção. Enquanto seria interessante ver a série pulando diretamente para os embates contra os Viltrumitas, alguns episódios são quase um “tour” pelo universo da série.

Essa enrolação pode acabar chateando quem curte mais ação desenfreada. No entanto, o formato da série cabe perfeitamente no meu gosto, cadenciamento momentos de tirar o fôlego com pausas estratégicas que expandem o mundo de Invencível.

E a animação?

O grande calcanhar de Aquiles de Invencível continua sendo a animação. Como a série traz um elenco de ponta e história impecável, ocasionalmente a animação acaba perdendo a qualidade.

A própria série já fez memes com isso na terceira temporada, após reclamações de fãs. No entanto, esse padrão de altos e baixos continua nos novos episódios, com algumas cenas claramente ganhando mais amor e carinho que outras.

Ainda assim, em nenhum momento a mudança de qualidade me tirou da imersão trazida pela história e dublagem de qualidade. No entanto, a dica é se preparar: enquanto algumas cenas são muito trabalhadas, a produção continua tendo algumas quedas de qualidade na parte visual, mas nada que se compare ao que rolou com animes como Blue Lock.

Vale a pena?

Se você estava ansioso para ver o que a quarta temporada de Invencível tem para entregar, pode ficar tranquilo. A série dobra a aposta em todos os seus pontos que deram certo anteriormente, seja na construção de personagem, mundo ou na simples brutalidade.

Com episódios de uma hora, a produção não poupa o desenvolvimento de sua história, o que ocasionalmente pode deixar o espectador perdido com tantos personagens. Além disso, a série continua com altos e baixos em sua animação.

Ainda assim, Invencível continua sendo uma das coisas mais legais para se assistir no Prime Video atualmente, seja pela ação desenfreada ou pelos seus personagens interessantes. Mais do que uma "animação no estilo de The Boys", a série é a prova de que super-heróis e quadrinhos ainda rendem muitas histórias boas para contar na televisão.

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O Agente Secreto fica sem prêmios em Oscar dominado por Uma Batalha Após a Outra e Pecadores

15 de Março de 2026, 23:45

O cinema brasileiro chegou forte à principal categoria do Oscar 2026 com O Agente Secreto, mas saiu de mãos abanando. O longa dirigido por Kleber Mendonça Filho disputou o prêmio de Melhor Filme, considerado o mais importante da premiação. No entanto, na cerimônia deste domingo (15), o filme brasileiro perdeu a estatueta de Melhor Filme para Uma Batalha Após a Outra.

Essa foi apenas uma das derrotas do longa-metragem brasileiro na premiação. Indicado em quatro categorias, o filme perdeu em todas durante uma noite dominada por Pecadores e Uma Batalha Após a Outra.

Ainda assim,a indicação já representa um momento histórico para o Brasil, uma vez que produções nacionais raramente conseguem chegar à categoria principal da Academia.

Uma Batalha Após a Outra vence Melhor Filme no Oscar 2026

Uma Batalha Após a Outra, filme dirigido por Paul Thomas Anderson e inspirado no romance Vineland, de Thomas Pynchon, passou o rodo no Oscar. O longa-metragem levou categorias importantes além de Melhor Filme, como a estreante de Melhor Elenco, bem como Melhor Direção.

Além do Oscar, o longa recebeu aclamação da crítica e venceu importantes prêmios durante a temporada, incluindo o Globo de Ouro e o Critics Choice Awards. Apesar de ter tido um desempenho comercial abaixo do esperado inicialmente, o filme se tornou o maior sucesso de bilheteria da carreira de Anderson.

 A produção acompanha um ex-revolucionário que precisa voltar à ação quando se torna alvo de um oficial militar corrupto. Atualmente, o filme pode ser assistido no HBO Max.

Conheça todos os indicados a Melhor Filme no Oscar 2026

Ao todo, dez longa-metragens foram indicados ao Oscar 2026, incluindo O Agente Secreto. Além disso, Sonhos de Trem, que possui o diretor de fotografia brasileiro Adolpho Veloso, também esteve na disputa. Confira a lista completa de indicados. 

  • Bugonia
  • F1
  • Frankenstein
  • Hamnet
  • Marty Supreme
  • Uma Batalha Após A Outra - VENCEDOR
  • O Agente Secreto
  • Valor Sentimental
  • Pecadores
  • Train Dreams

O Agente Secreto concorreu em quatro categorias no Oscar 2026

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O Agente Secreto participou do Oscar 2026 concorrendo em nada menos que quatro categorias, mas perdeu em todas. Além de dar as caras no prêmio principal, o filme concorreu para Melhor Filme Internacional, Melhor Ator — com Wagner Moura — e também Melhor Direção de Elenco. A indicação do ator brasileiro, inclusive, é considerada histórica e marca um momento importante para a presença do país nas principais categorias de atuação da Academia.

O longa brasileiro foi desbancado por Valor Sentimental como Filme Internacional. Além disso, Pecadores e Uma Batalha Após a Outra tiraram as outras estatuetas, incluindo Melhor Ator, que ficou com Michael B. Jordan.

Melhor Direção de Elenco (Casting)

  • Hamnet
  • Marty Supreme
  • Uma Batalha Após A Outra - VENCEDOR
  • O Agente Secreto
  • Pecadores

Melhor Filme Internacional

  • Brasil — O Agente Secreto
  • França — It Was Just an Accident
  • Noruega — Valor Sentimental - VENCEDOR
  • Espanha — Sirât
  • Tunísia — The Voice of Hind Rajab

Melhor Ator

  • Timothée Chalamet — Marty Supreme
  • Leonardo DiCaprio — Uma Batalha Após A Outra
  • Ethan Hawke — Blue Moon
  • Michael B. Jordan — Pecadores - VENCEDOR
  • Wagner Moura — O Agente Secreto

Melhor Filme

  • Bugonia
  • F1
  • Frankenstein
  • Hamnet
  • Marty Supreme
  • Uma Batalha Após A Outra - VENCEDOR
  • O Agente Secreto
  • Valor Sentimental
  • Pecadores
  • Train Dreams

Onde assistir O Agente Secreto?

Para quem quer conhecer o filme brasileiro que está no centro das atenções do Oscar, O Agente Secreto está disponível no catálogo da Netflix, além de contar com algumas sessões no cinema em todo o Brasil. 

O longa mistura drama político, suspense e thriller histórico para contar a história de um homem perseguido durante a ditadura militar brasileira, em uma narrativa intensa que ajudou a colocar o cinema nacional novamente no radar da Academia.

Acompanhe a cobertura completa do Oscar 2026 no Minha Série e no Estadão! 

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Wagner Moura perde Oscar de Melhor Ator para Michael B. Jordan, de Pecadores

15 de Março de 2026, 23:34

O Brasil acompanhou com atenção a disputa de Wagner Moura no Oscar 2026. O ator concorreu ao prêmio de Melhor Ator por sua atuação em O Agente Secreto, interpretando o personagem Armando Solimões, também conhecido como Marcelo Alves. Na cerimônia deste domingo (15), o brasileiro perdeu o prêmio de Melhor Ator.

A vitória ficou com Michael B. Jordan, protagonista do filme protagonista. No longa-metragem, o ator interpreta os irmãos Fumaça e Fuligem.

Durante a premiação, Michael fez um discurso cheio de  emoção. Além de agradecer aos familiares, ele falou sobre inclusão e o sucesso de  Pecadores.

Apesar da derrota, a simples indicação de Moura já representa um marco importante para o cinema nacional. Caso vença, o ator se tornará o primeiro brasileiro da história a conquistar a estatueta de Melhor Ator na premiação da Academia.

Wagner Moura também foi destaque durante a temporada de premiações, bem como o filme O Agente Secreto. O brasileiro venceu a categoria de Melhor Ator de Drama no Globo de Ouro. O filme também saiu vitorioso da premiação com Melhor Filme Internacional

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No thriller político dirigido por Kleber Mendonça Filho, Moura vive um ex-professor que se vê no centro das tensões da ditadura militar brasileira. O personagem tenta escapar da perseguição política enquanto enfrenta um contexto de repressão e violência, em uma atuação que foi amplamente elogiada pela crítica internacional.

Michael B. Jordan vive gêmeos em Pecadores

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No filme de terror dirigido por Ryan Coogler, Michael B. Jordan assume um desafio raro ao interpretar dois personagens principais na mesma história.

Jordan vive os irmãos gêmeos Elijah “Smoke” Moore e Elias “Stack” Moore, criminosos que retornam à cidade natal no Mississippi dos anos 1930 e acabam enfrentando uma ameaça sobrenatural. O papel duplo foi apontado por muitos analistas como um dos favoritos da categoria.

Pecadores também venceu em outras categorias da noite, incluindo Melhor Roteiro Original e Fotografia. A produção está disponível para assistir no HBO Max.

Conheça os outros indicados

Além de Wagner Moura, a disputa pelo Oscar de Melhor Ator foi acirrada este ano, incluindo polêmicas e diferentes favoritos durante a corrida pelo prêmio. Confira quem mais esteve na disputa pela estatueta.

Timothée Chalamet – Marty Supreme

Em Marty Supreme, Timothée Chalamet interpreta Marty Mauser, um jovem jogador de tênis de mesa determinado a se tornar o melhor atleta do esporte. O personagem é inspirado na trajetória do jogador real Marty Reisman e acompanha sua jornada rumo ao sucesso.

O filme, dirigido por Josh Safdie, mistura drama e comédia esportiva ambientados na Nova York dos anos 1950. A performance de Chalamet foi amplamente elogiada pela crítica, sendo frequentemente descrita como uma das melhores de sua carreira.

Apesar do destaque da atuação, o ator também esteve no centro de uma polêmica recente após comentários considerados desrespeitosos sobre balé e ópera. Ainda assim, sua performance continua sendo considerada uma das mais fortes da temporada.

Ethan Hawke – Blue Moon

Em Blue Moon, Ethan Hawke interpreta o compositor Lorenz Hart, metade da famosa dupla criativa formada com Richard Rodgers. O filme acompanha o artista durante a noite de estreia do musical Oklahoma!, enquanto ele reflete sobre sua carreira e vida pessoal.

Leonardo DiCaprio – Uma Batalha Após a Outra

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Leonardo DiCaprio concorreu por sua atuação em Uma Batalha Após a Outra, filme dirigido por Paul Thomas Anderson. Na história, o ator vive um ex-integrante de um grupo revolucionário que precisa retomar seu antigo estilo de vida após se tornar alvo de um militar corrupto.

DiCaprio já possui um histórico relevante no Oscar. Ele venceu a estatueta de Melhor Ator em 2016 por O Regresso e acumula diversas indicações ao longo da carreira, consolidando-se como um dos nomes mais respeitados da indústria.

O Agente Secreto concorre em quatro categorias no Oscar 2026

O Agente Secreto fez história para o Brasil no Oscar ao concorrer a Melhor Direção de Elenco, Melhor Filme, Melhor Filme Internacional e Melhor Ator, com Wagner Moura. Confira as indicações do filme brasileiro, que ficou sem prêmios:

Melhor Direção de Elenco (Casting)

  • Hamnet
  • Marty Supreme
  • Uma Batalha Após A Outra - VENCEDOR
  • O Agente Secreto
  • Pecadores

Melhor Filme Internacional

  • Brasil — O Agente Secreto
  • França — It Was Just an Accident
  • Noruega — Valor Sentimental - VENCEDOR
  • Espanha — Sirât
  • Tunísia — The Voice of Hind Rajab

Melhor Ator

  • Timothée Chalamet — Marty Supreme
  • Leonardo DiCaprio — Uma Batalha Após A Outra
  • Ethan Hawke — Blue Moon
  • Michael B. Jordan — Pecadores - VENCEDOR
  • Wagner Moura — O Agente Secreto

Melhor Filme

  • Bugonia
  • F1
  • Frankenstein
  • Hamnet
  • Marty Supreme
  • Uma Batalha Após A Outra - VENCEDOR
  • O Agente Secreto
  • Valor Sentimental
  • Pecadores
  • Train Dreams

Para quem quer conhecer o filme brasileiro que está no centro das atenções do Oscar, O Agente Secreto está disponível no catálogo da Netflix. O longa mistura drama político, suspense e thriller histórico para contar a história de um homem perseguido durante a ditadura militar brasileira, em uma narrativa intensa que ajudou a colocar o cinema nacional novamente no radar da Academia.

Acompanhe a cobertura completa do Oscar 2026 no Minha Série e no Estadão! 

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O Agente Secreto perde Oscar de Melhor Filme Internacional; veja quem levou

15 de Março de 2026, 23:08

O Brasil voltou a marcar presença na disputa do Oscar com O Agente Secreto, indicado na categoria de Melhor Filme Internacional. Na cerimônia deste domingo (15), o longa brasileiro, infelizmente,perdeu a estatueta na categoria. A produção dirigida por Kleber Mendonça Filho chegou à premiação cercada de expectativas, especialmente após o bom desempenho durante a temporada de prêmios.

A categoria de Melhor Filme Internacional é uma das mais tradicionais do Oscar e reconhece produções realizadas fora dos Estados Unidos com diálogos predominantemente em idiomas diferentes do inglês.  O Brasil chega à edição de 2026 embalado por um momento histórico recente, o que animou o público.

No ano passado, o país conquistou sua primeira vitória na categoria com Ainda Estou Aqui, o que aumentou as expectativas em torno de uma nova vitória brasileira com O Agente Secreto. No entanto, a disputa foi acirrada este ano, com diversos longas de peso participando da premiação.

Conheça Valor Sentimental, que desbancou O Agente Secreto

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O drama norueguês Valor Sentimental, dirigido por Joachim Trier, acompanha duas irmãs que tentam reconstruir a relação com o pai após anos de afastamento. A trama mistura conflitos familiares e reflexões sobre memória, arte e identidade.

O filme estreou no Festival de Cannes de 2025 e conquistou o Grande Prêmio do júri. Além disso, recebeu diversas indicações importantes durante a temporada de premiações, consolidando-se como um dos títulos mais prestigiados do ano.

A produção pode ser assistida no streaming MUBI, que também está disponível como canal no Prime Video.

Conheça os outros indicados

O Agente Secreto não foi o único filme de peso desbancado por Valor Sentimental. A seguir, conheça os outros concorrentes da categoria.

Foi Só Um Acidente

Foi Só Um Acidente é um drama franco-iraniano-luxemburguês dirigido por Jafar Panahi. O filme chamou atenção não apenas pelo seu conteúdo político, mas também pelo contexto de sua produção, já que foi filmado em segredo devido às restrições impostas ao diretor pelo governo iraniano.

A obra estreou no Festival de Cannes de 2025 e conquistou a Palma de Ouro, principal prêmio do evento. A vitória consolidou o filme como um dos grandes favoritos da temporada, reforçando a relevância de Panahi no cinema contemporâneo.

Sirāt

Representando a Espanha, Sirāt é um drama dirigido por Óliver Laxe que mistura road movie e reflexão existencial. A história acompanha um pai e seu filho que atravessam o deserto do sul de Marrocos em busca de uma jovem desaparecida.

O longa estreou na competição principal do Festival de Cannes de 2025 e levou o Prêmio do Júri. A narrativa intensa e a atmosfera contemplativa transformaram o filme em um dos títulos mais comentados do circuito de festivais.

A Voz de Hind Rajab

Dirigido pela cineasta tunisiana Kaouther Ben Hania, A Voz de Hind Rajab traz para as telas uma história inspirada em eventos reais ocorridos durante o conflito na Faixa de Gaza. O filme recria o caso de Hind Rajab, uma menina palestina que ficou presa em um carro durante um ataque militar.

O drama teve sua estreia mundial no Festival de Veneza de 2025, onde foi ovacionado por quase 24 minutos. A recepção emocionada do público transformou o longa em um dos títulos mais impactantes da temporada.

O Agente Secreto concorre em quatro categorias no Oscar 2026

Após fazer sucesso na temporada de premiações, O Agente Secreto chegou ao Oscar 2026 concorrendo em quatro categorias: Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Ator — com Wagner Moura — e também Melhor Direção de Elenco. Confira as indicações do filme brasileiro, que ficou sem prêmios:

Melhor Direção de Elenco (Casting)

  • Hamnet
  • Marty Supreme
  • Uma Batalha Após A Outra - VENCEDOR
  • O Agente Secreto
  • Pecadores

Melhor Filme Internacional

  • Brasil — O Agente Secreto
  • França — It Was Just an Accident
  • Noruega — Valor Sentimental - VENCEDOR
  • Espanha — Sirât
  • Tunísia — The Voice of Hind Rajab

Melhor Ator

  • Timothée Chalamet — Marty Supreme
  • Leonardo DiCaprio — Uma Batalha Após A Outra
  • Ethan Hawke — Blue Moon
  • Michael B. Jordan — Pecadores - VENCEDOR
  • Wagner Moura — O Agente Secreto

Melhor Filme

  • Bugonia
  • F1
  • Frankenstein
  • Hamnet
  • Marty Supreme
  • Uma Batalha Após A Outra - VENCEDOR
  • O Agente Secreto
  • Valor Sentimental
  • Pecadores
  • Train Dreams

Onde assistir O Agente Secreto?

Um dos grandes destaques da premiação para o público brasileiro é o filme O Agente Secreto. A produção aparece em quatro categorias importantes da cerimônia, reforçando o espaço do cinema nacional na disputa internacional e ampliando a presença do país em uma das temporadas mais competitivas dos últimos anos.

O longa-metragem bateu recordes de bilheteria nos cinemas brasileiros e, agora, já está disponível no streaming. Para quem quer ainda não assistiu, O Agente Secreto está disponível no catálogo da Netflix, que ajudou no financiamento da obra. 

E aí, qual a sua opinião sobre o filme O Agente Secreto? Comenta aí!

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Adolpho Veloso perde Melhor Fotografia no Oscar 2026; veja quem levou

15 de Março de 2026, 22:56

Além de O Agente Secreto brilhar no Oscar, o Brasil também marcou presença na premiação na categoria de Melhor Fotografia. O diretor de fotografia Adolpho Veloso concorreu pela primeira vez à estatueta graças ao trabalho em Sonhos de Trem (Train Dreams), um dos dramas mais elogiados da temporada.

No entanto, o longa-metragem com o brasileiro ficou sem o prêmio. A estatueta ficou com Autumn Durald Arkapaw pelo seu trabalho no filme Pecadores, sendo a primeira mulher a levar a estatueta na história da premiação.

Ainda assim, a indicação, por si só, é histórica: Veloso se tornou o primeiro brasileiro nomeado ao Oscar de Melhor Fotografia. Antes mesmo da cerimônia da Academia, o cinematógrafo também vinha sendo premiado ao longo da temporada. 

Seu trabalho em Train Dreams rendeu vitórias no Critics Choice Awards e no Independent Spirit Awards, além de indicações ao BAFTA e ao ASC Awards.

Quem é Adolpho Veloso?

Nascido em 31 de maio de 1989, em São Paulo, Adolpho Veloso cresceu na capital paulista e desenvolveu desde cedo interesse pela linguagem cinematográfica. Filho de uma advogada mineira, ele perdeu o pai ainda bebê e foi criado pela mãe, mantendo também forte ligação com familiares em Araguari, no Triângulo Mineiro.

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Ao longo da carreira, Veloso construiu reputação como um dos diretores de fotografia brasileiros mais promissores de sua geração. O reconhecimento internacional veio com Train Dreams, trabalho que chamou atenção da crítica pela forma sensível com que retrata paisagens e emoções do protagonista.

Torcedor do Corinthians, o brasileiro também ganhou notoriedade por demonstrar seu amor ao clube em um discurso da vitória na temporada de premiações. Com a passagem pelo Oscar, a expectativa é que Veloso participe de mais projetos em Hollywood, como o seu próximo filme, ao lado de M. Night Shyamalan e do ator Jake Gyllenhaal.

Conheça Sonhos de Trem (Train Dreams)

Sonhos de Trem (Train Dreams) é um drama de época norte-americano lançado em 2025 e dirigido por Clint Bentley, que também coescreveu o roteiro ao lado de Greg Kwedar. O filme é baseado na novela homônima do escritor Denis Johnson, publicada em 2011.

O elenco reúne nomes como Joel Edgerton, Felicity Jones, Nathaniel Arcand, Clifton Collins Jr., John Diehl, Paul Schneider, Kerry Condon e William H. Macy, além de narração feita por Will Patton. A produção acompanha a vida de um trabalhador ferroviário nos Estados Unidos do início do século XX, explorando temas como solidão, memória e transformação social.

O longa estreou mundialmente no Festival de Sundance de 2025 e foi lançado em cinemas selecionados nos Estados Unidos antes de chegar ao streaming. Atualmente, Sonhos de Trem pode ser assistido na Netflix.

Recebido com grande aclamação da crítica, o filme foi incluído na lista dos dez melhores filmes de 2025 tanto pelo National Board of Review quanto pelo American Film Institute. Na corrida do Oscar 2026, a produção conquistou quatro indicações, incluindo Melhor Filme, Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Fotografia.

Pecadores vence Melhor Fotografia e mais categorias

Pecadores (Sinners) é um terror dirigido por Ryan Coogler ambientado no Delta do Mississippi durante os anos 1930. A história acompanha irmãos gêmeos que retornam à cidade natal tentando recomeçar a vida, mas acabam enfrentando uma força sobrenatural.

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Michael B. Jordan interpreta os dois protagonistas, em um elenco que também conta com Hailee Steinfeld, Miles Caton, Jack O'Connell, Wunmi Mosaku, Jayme Lawson e Delroy Lindo. O filme recebeu elogios pela atmosfera e pelo visual cinematográfico da produção.

Com recorde de indicações, Pecadores apareceu em 16 categorias no Oscar, levando prêmios importantes além  de Melhor Fotografia. A produção de Ryan Coogler conquistou estatuetas como Melhor Roteiro Original e Trilha Sonora Original.

Após uma passagem de sucesso nos cinemas, Pecadores está disponível para assistir no HBO Max.

Outros indicados a Melhor Fotografia no Oscar 2026

Além de Sonhos de Trem e Pecadores, a categoria de fotografia também contou com outros nomes de peso. Saiba mais detalhes sobre os outros indicados!

Frankenstein

Frankenstein é um filme gótico de ficção científica dirigido por Guillermo del Toro e baseado no clássico romance de Mary Shelley. A produção acompanha Victor Frankenstein, um cientista brilhante que cria um ser a partir de cadáveres humanos ao tentar desafiar os limites da vida e da morte.

O longa é estrelado por Oscar Isaac e Jacob Elordi, com participações de Mia Goth, Felix Kammerer, David Bradley, Lars Mikkelsen, Christian Convery, Charles Dance e Christoph Waltz. O filme foi elogiado pela atmosfera sombria, figurino detalhado e fotografia marcante.

Marty Supreme

Marty Supreme é uma comédia dramática esportiva dirigida por Josh Safdie e vagamente inspirada na vida do lendário jogador de tênis de mesa Marty Reisman. O filme acompanha a trajetória excêntrica do atleta em meio ao universo competitivo do esporte.

Estrelado por Timothée Chalamet e Gwyneth Paltrow, o longa recebeu elogios pela direção dinâmica e pela atuação do protagonista. A fotografia de Darius Khondji foi filmada em película de 35 mm, ajudando a criar a estética retrô da produção.

Uma Batalha Após a Outra

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Uma Batalha Após a Outra (One Battle After Another) é um filme de comédia negra e ação dirigido por Paul Thomas Anderson, inspirado no romance Vineland, de Thomas Pynchon.

Estrelado por Leonardo DiCaprio, Sean Penn, Benicio del Toro, Regina Hall e Teyana Taylor, o longa acompanha um ex-revolucionário que precisa retomar sua antiga vida de confrontos quando passa a ser perseguido por um militar corrupto. A produção chamou atenção pelo uso do formato VistaVision nas filmagens.

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Oscar 2026 tem empate e pega todos de surpresa! Saiba como foi

15 de Março de 2026, 22:10

A cerimônia do Oscar 2026 reservou um momento raro e inesperado para quem acompanhava a premiação ao vivo neste domingo (15). Durante a entrega do prêmio de Melhor Curta-Metragem em Live-Action, a Academia anunciou algo que quase nunca acontece na história da premiação: um empate entre dois vencedores.

O anúncio foi feito pelo ator e comediante Kumail Nanjiani, responsável por apresentar a categoria. Ao abrir o envelope, ele surpreendeu a plateia ao dizer que o resultado era um empate e, com bom humor, tranquilizou o público afirmando que “não era brincadeira”.

A situação rapidamente virou um dos momentos mais comentados da noite. Afinal, empates no Oscar são extremamente raros — e ver dois filmes subirem ao palco para aceitar o prêmio ao mesmo tempo não é algo que acontece todos os anos.

Dois vencedores em Melhor Curta-Metragem no Oscar 2026

Os grandes vencedores da categoria foram The Singers, distribuído pela Netflix, e Two People Exchanging Saliva, ligado ao Canal+ e à revista The New Yorker.

Seguindo o protocolo improvisado na hora, Nanjiani anunciou primeiro The Singers, que subiu ao palco para agradecer. Em seguida, o apresentador revelou o segundo vencedor, e a equipe de Two People Exchanging Saliva também teve seu momento de discurso.

Entre os agradecimentos, a produtora Natalie Musteata destacou que o filme foi feito por uma equipe majoritariamente feminina e com temática queer. A fala recebeu aplausos da plateia, reforçando o clima celebratório do momento inesperado.

Apresentador e host fizeram piada com a situação

Apesar da surpresa inicial, o clima logo virou motivo de piadas durante a cerimônia. Nanjiani brincou com a situação dizendo que era irônico que o prêmio de “curta-metragem” acabaria levando o dobro do tempo para ser entregue.

Pouco depois, o apresentador da noite, o comediante Conan O'Brien, voltou ao palco e fez sua própria piada. Ele comentou que os dois vencedores acabaram de “arruinar 22 milhões de apostas do Oscar”, em referência aos tradicionais bolões que fãs fazem para prever os ganhadores.

O momento descontraído ajudou a transformar o empate em um dos trechos mais memoráveis da cerimônia deste ano.

Do que falam os curtas vencedores

Os dois filmes premiados têm premissas bastante diferentes entre si. The Singers acompanha um grupo de desconhecidos em um bar que fazem uma aposta curiosa: descobrir quem consegue cantar melhor.

Two People Exchanging Saliva se passa em um mundo distópico onde beijar é proibido por lei. Nesse cenário peculiar, as interações sociais envolvem trocas de tapas como forma de pagamento, criando uma sátira estranha e provocativa sobre intimidade e controle social.

A combinação de propostas criativas ajudou a explicar por que os votantes da Academia acabaram divididos — o suficiente para resultar em um empate histórico.

Quantas vezes o Oscar já teve empate?

Mesmo com quase um século de história, empates no Oscar são extremamente raros. Antes de 2026, apenas seis situações semelhantes haviam sido registradas na premiação. Confira os casos anteriores:

  • 1932 — Melhor Ator: Fredric March (Dr. Jekyll and Mr. Hyde) e Wallace Beery (The Champ)
  • 1950 — Curta Documental: So Much for So Little e A Chance to Live
  • 1969 — Melhor Atriz: Katharine Hepburn (The Lion in Winter) e Barbra Streisand (Funny Girl)
  • 1987 — Documentário: Artie Shaw: Time Is All You’ve Got e Down and Out in America
  • 1995 — Curta Live-Action: Trevor e Franz Kafka’s It’s a Wonderful Life
  • 2013 — Edição de Som: Skyfall e Zero Dark Thirty

Com o resultado deste ano, o Oscar 2026 entra oficialmente para a lista de cerimônias históricas da Academia. E, como mostrou a reação do público, poucos momentos são tão imprevisíveis — e divertidos — quanto quando duas produções dividem a mesma estatueta.

E aí, o que você achou do Oscar 2026? Comente nas redes sociais do Minha Série!

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O Agente Secreto perde Melhor Elenco no Oscar 2026! Confira o vencedor

15 de Março de 2026, 21:07

O cinema brasileiro voltou aos holofotes do Oscar com O Agente Secreto. O longa de Kleber Mendonça Filho estava indicado em quatro categorias, incluindo na recém-criada Melhor Elenco. Na cerimônia deste domingo (15), o filme brasileiro perdeu o prêmio de Melhor Elenco para Uma Batalha Após a Outra.

A apresentação  da categoria foi realizada com muita emoção, com os cinco filmes indicados colocando atores no palco para agradecer os diretores de elenco. Cassandra Kulukundis, vencedora com Uma Batalha Após a Outra, fez um discurso emocionante na premiação.

 

A nova categoria marca um momento histórico para a premiação, sendo a primeira adicionada desde o Oscar de Melhor Animação, criado em 2001. A honraria reconhece o papel fundamental dos diretores de casting na construção de personagens e na química entre atores que ajudam a definir o sucesso de um filme.

Conheça Uma Batalha Após a Outra

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Dirigido por Paul Thomas Anderson, Uma Batalha Após a Outra reúne um elenco estrelado liderado por Leonardo DiCaprio, Sean Penn e Benicio del Toro. Inspirado no romance Vineland, de Thomas Pynchon, o filme mistura comédia negra e thriller político.

A produção teve grande destaque na temporada de premiações e acumulou vitórias em eventos importantes da indústria. Apesar de uma recepção comercial inicialmente abaixo do esperado, o longa acabou se consolidando como um dos filmes mais comentados do ano.

Conheça os outros indicados

Com um elenco liderado por Wagner Moura, o thriller político brasileiro chamou atenção ao longo da temporada de premiações. Além do ator principal, o filme reúne nomes como Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Alice Carvalho e Udo Kier, formando um conjunto de atuações elogiado por crítica e público. No entanto, isso não foi suficiente para bater o longa-metragem favorito da premiação.

Além de O Agente Secreto, a categoria também contou com outros filmes de peso. Conheça cada um a seguir!

Hamnet

Baseado no romance de Maggie O’Farrell, Hamnet: A Vida Antes de Hamlet é um drama histórico dirigido pela cineasta vencedora do Oscar Chloé Zhao. O longa imagina um capítulo íntimo da vida de William Shakespeare, explorando o impacto da morte de seu filho na relação com a esposa Agnes.

A produção estreou no Festival de Cinema de Telluride e recebeu críticas positivas, especialmente pelas atuações do elenco principal. O drama chamou atenção durante a temporada de premiações pela intensidade emocional e pela forma delicada como retrata luto e criação artística.

Marty Supreme

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Misturando comédia dramática e esporte, Marty Supreme é dirigido por Josh Safdie e estrelado por Timothée Chalamet. O filme acompanha a trajetória fictícia de um jogador de tênis de mesa na Nova York dos anos 1950, inspirado na carreira do atleta Marty Reisman.

O longa teve estreia no Festival de Cinema de Nova Iorque e foi bastante elogiado pela crítica. A performance de Chalamet, em especial, foi descrita por muitos críticos como um dos pontos altos de sua carreira.

Pecadores

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O terror Pecadores marcou mais um sucesso na carreira do diretor Ryan Coogler. Ambientado no Mississippi dos anos 1930, o filme acompanha irmãos gêmeos interpretados por Michael B. Jordan, que retornam à cidade natal e enfrentam uma força sobrenatural.

Além de críticas positivas, o longa também ganhou destaque pela forte presença na temporada de premiações. Com 16 indicações ao Oscar, o filme estabeleceu um novo recorde histórico de nomeações na premiação.

O Agente Secreto concorre em quatro categorias no Oscar 2026

Além de concorrer em Melhor Elenco, O Agente Secreto também aparece em outras categorias do Oscar 2026. A produção foi indicada em quatro categorias importantes da cerimônia, reforçando o espaço do cinema nacional na disputa internacional e ampliando a presença do país em uma das temporadas mais competitivas dos últimos anos,  seguindo o sucesso de Ainda Estou Aqui.

O longa concorre a Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Ator — com Wagner Moura — e também Melhor Direção de Elenco. A indicação do ator brasileiro, inclusive, é considerada histórica e marca um momento importante para a presença do país nas principais categorias de atuação da Academia. Confira as indicações do filme brasileiro, que ficou sem prêmios:

Melhor Direção de Elenco (Casting)

  • Hamnet
  • Marty Supreme
  • Uma Batalha Após A Outra - VENCEDOR
  • O Agente Secreto
  • Pecadores

Melhor Filme Internacional

  • Brasil — O Agente Secreto
  • França — It Was Just an Accident
  • Noruega — Valor Sentimental - VENCEDOR
  • Espanha — Sirât
  • Tunísia — The Voice of Hind Rajab

Melhor Ator

  • Timothée Chalamet — Marty Supreme
  • Leonardo DiCaprio — Uma Batalha Após A Outra
  • Ethan Hawke — Blue Moon
  • Michael B. Jordan — Pecadores - VENCEDOR
  • Wagner Moura — O Agente Secreto

Melhor Filme

  • Bugonia
  • F1
  • Frankenstein
  • Hamnet
  • Marty Supreme
  • Uma Batalha Após A Outra - VENCEDOR
  • O Agente Secreto
  • Valor Sentimental
  • Pecadores
  • Train Dreams

Para quem quer conhecer o filme brasileiro que representou o país na disputa pelo Oscar, O Agente Secreto está disponível no catálogo da Netflix. E aí, você já assistiu?

Acompanhe a cobertura completa do Oscar 2026 no Minha Série e no Estadão! 

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Todos os ganhadores do Oscar 2026! Veja lista de vencedores da premiação

15 de Março de 2026, 18:02

A 98ª edição do Oscar aconteceu neste domingo (15) diretamente do tradicional Dolby Theatre, em Hollywood, reunindo os maiores nomes do cinema mundial para celebrar os melhores filmes lançados em 2025. Considerada a principal premiação da indústria cinematográfica, a cerimônia é organizada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas e distribui estatuetas em 24 categorias.

Neste ano, a premiação também marcou algumas novidades e recordes importantes. Entre eles está a estreia da categoria de Melhor Direção de Elenco, que amplia o número total de prêmios competitivos. Além disso, a lista de indicados trouxe momentos históricos, como a indicação de Wagner Moura a Melhor Ator por O Agente Secreto, tornando-se o primeiro brasileiro indicado na categoria principal de atuação.

A cerimônia foi apresentada novamente pelo comediante Conan O’Brien, que retorna após o sucesso como anfitrião na edição anterior. Ao longo da noite, a Academia revelou os vencedores em uma transmissão repleta de discursos, apresentações e, claro, surpresas.

Premiação foi dominada por Uma Batalha Após a Outra e não teve prêmios para o Brasil

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Um dos grandes destaques da premiação para o público brasileiro foi a participação de O Agente Secreto. A produção apareceu em quatro categorias importantes mas acabou ficando sem prêmios.

O longa concorreu a Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Ator, com Wagner Moura, e também Melhor Direção de Elenco. A indicação do ator brasileiro, inclusive, é histórica e marca um momento importante para a presença do país na principal categoria de atuação da Academia.

A premiação  foi dominada por Uma Batalha Após a Outra, que venceu o prêmio de Melhor Filme, Diretor e até Melhor Elenco, que estreou este ano. Pecadores também foi destaque, vencendo em categorias importantes, como Melhor Ator com  Michael B. Jordan.

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O Brasil também perdeu o Oscar de Melhor Filme Internacional, após ter vencido no ano passado com Ainda Estou Aqui. Neste ano, O Agente Secreto foi superado por Valor Sentimental.

A edição deste ano ainda contou com algumas surpresas, como um empate na categoria de melhor curta-metragem.

Lista completa de indicados ao Oscar 2026

A seguir, confira a lista completa de indicados ao Oscar 2026, com os vencedores identificados com “- Vencedor” em negrito ao lado do nome do premiado.

Melhor Atriz Coadjuvante

  • Elle Fanning — Valor Sentimental
  • Inga Ibsdotter Lilleaas — Valor Sentimental
  • Amy Madigan — Weapons - VENCEDORA
  • Wunmi Mosaku — Pecadores
  • Teyana Taylor — Uma Batalha Após A Outra

Melhor Longa de Animação

  • Arco
  • Elio
  • KPop Demon Hunters - VENCEDOR
  • Little Amélie or the Character of Rain
  • Zootopia 2

Melhor Curta de Animação

  • Butterfly
  • Forevergreen
  • The Girl Who Cried Pearls - VENCEDOR
  • Retirement Plan
  • The Three Sisters

Melhor Figurino

  • Avatar: Fire and Ash
  • Frankenstein - VENCEDOR
  • Hamnet
  • Marty Supreme
  • Pecadores

Melhor Maquiagem e Penteado

  • Frankenstein - VENCEDOR
  • Kokuho
  • Pecadores
  • The Smashing Machine
  • The Ugly Stepsister

Melhor Direção de Elenco (Casting) - Brasil na disputa

Melhor Curta-Metragem

A categoria contou com um empate, com duas produções vencendo o prêmio.

  • Butcher’s Stain
  • A Friend of Dorothy
  • Jane Austen’s Period Drama
  • The Singers - VENCEDOR
  • Two People Exchanging Saliva -  VENCEDOR

Melhor Ator Coadjuvante

  • Benicio Del Toro — Uma Batalha Após A Outra
  • Jacob Elordi — Frankenstein
  • Delroy Lindo — Pecadores
  • Sean Penn — Uma Batalha Após A Outra - VENCEDOR
  • Stellan Skarsgård — Valor Sentimental

Melhor Roteiro Adaptado

  • Bugonia — Will Tracy
  • Frankenstein — Guillermo del Toro
  • Hamnet — Chloé Zhao e Maggie O’Farrell
  • Uma Batalha Após A Outra — Paul Thomas Anderson - VENCEDOR
  • Train Dreams — Clint Bentley e Greg Kwedar

Melhor Roteiro Original

  • Blue Moon — Robert Kaplow
  • It Was Just an Accident — Jafar Panahi e roteiristas
  • Marty Supreme — Ronald Bronstein e Josh Safdie
  • Valor Sentimental — Joachim Trier e Eskil Vogt
  • Pecadores — Ryan Coogler - VENCEDOR

Melhor Design de Produção

  • Frankenstein — Tamara Deverell - VENCEDOR
  • Hamnet — Fiona Crombie
  • Marty Supreme — Jack Fisk
  • Uma Batalha Após A Outra — Florencia Martin
  • Pecadores — Hannah Beachler; Monique Champagne

Melhores Efeitos Visuais

  • Avatar: Fire and Ash - VENCEDOR
  • F1
  • Jurassic World Rebirth
  • The Lost Bus
  • Pecadores

Melhor Curta Documentário

  • All the Empty Rooms - VENCEDOR
  • Armed Only With a Camera: The Life and Death of Brent Renaud
  • Children No More: “Were and Are Gone”
  • The Devil Is Busy
  • Perfectly a Strangeness

Melhor Documentário

  • The Alabama Solution
  • Come See Me in the Good Light
  • Cutting Through Rocks
  • Mr. Nobody Against Putin - VENCEDOR
  • The Perfect Neighbor

Melhor Trilha Sonora Original

  • Bugonia
  • Frankenstein
  • Hamnet
  • Uma Batalha Após A Outra
  • Pecadores - VENCEDOR

Melhor Som

  • F1 - VENCEDOR
  • Frankenstein
  • Uma Batalha Após A Outra
  • Pecadores
  • Sirât

Melhor Montagem (Edição)

  • F1 — Stephen Mirrione
  • Marty Supreme — Ronald Bronstein e Josh Safdie
  • Uma Batalha Após A Outra — Andy Jurgensen - VENCEDOR
  • Valor Sentimental — Olivier Bugge Coutté
  • Pecadores — Michael Shawver

Melhor Fotografia

  • Frankenstein
  • Marty Supreme
  • Uma Batalha Após A Outra
  • Pecadores - VENCEDORA
  • Train Dreams

Melhor Filme Internacional - Brasil na disputa

  • Brasil — O Agente Secreto
  • França — It Was Just an Accident
  • Noruega — Valor Sentimental - VENCEDOR
  • Espanha — Sirât
  • Tunísia — The Voice of Hind Rajab

Melhor Canção Original

  • “Dear Me” — Relentless
  • “Golden” — KPop Demon Hunters - VENCEDOR
  • “I Lied To You” — Pecadores
  • “Sweet Dreams of Joy” — Viva Verdi!
  • “Train Dreams” — Train Dreams

Melhor Direção

  • Chloé Zhao — Hamnet
  • Josh Safdie — Marty Supreme
  • Paul Thomas Anderson — Uma Batalha Após A Outra - VENCEDOR
  • Joachim Trier — Valor Sentimental
  • Ryan Coogler — Pecadores

Melhor Ator - Brasil na disputa

  • Timothée Chalamet — Marty Supreme
  • Leonardo DiCaprio — Uma Batalha Após A Outra
  • Ethan Hawke — Blue Moon
  • Michael B. Jordan — Pecadores - VENCEDOR
  • Wagner Moura — O Agente Secreto

Melhor Atriz

  • Jessie Buckley — Hamnet - VENCEDOR
  • Rose Byrne — If I Had Legs I’d Kick You
  • Kate Hudson — Song Sung Blue
  • Renate Reinsve — Valor Sentimental
  • Emma Stone — Bugonia

Melhor Filme - Brasil na disputa

  • Bugonia
  • F1
  • Frankenstein
  • Hamnet
  • Marty Supreme
  • Uma Batalha Após A Outra - VENCEDOR
  • O Agente Secreto
  • Valor Sentimental
  • Pecadores
  • Train Dreams

Cobertura do Minha Série e Estadão inclui momentos direto de Los Angeles

No Brasil, o Oscar 2026 foi exibido em diferentes plataformas. A programação começou  às 18h30, com cobertura ao vivo do tapete vermelho e comentários sobre os indicados. Você pode ver tudo que rolou com a equipe do Minha Série e Estadão no YouTube no vídeo abaixo, incluindo comentários de críticos e jornalistas que cobrem cultura pop e cinema.

Além da cobertura de todo o evento ao vivo no YouTube, o Minha Série e o Estadão ainda trouxeram novidades direto de Los Angeles. Visitando nossas redes sociais, você pode conferir os bastidores da premiação, incluindo detalhes sobre como é o local onde ocorre o Oscar e informações sobre o icônico tapete vermelho.

Além disso, a cobertura inclui entrevistas com diretores e atores indicados ao Oscar, que  já podem ser conferidas no Instagram. Enquanto todos os vencedores não são anunciados, vale a pena conferir as expectativas e emoções por trás da premiação.

Onde assistir aos filme do Oscar 2026?

Enquanto algumas produções do Oscar 2026 estão nos cinemas, outras já podem ser assistidas diretamente no streaming. Graças ao furor criado pela premiação, os principais longa-metragens da noite já podem ser vistos online.

O HBO Max, que é casa da transmissão do Oscar 2026, conta com Uma Batalha Após a Outra, Pecadores e Weapons entre os indicados presentes  no seu catálogo. Já a Netflix possui longas como o brasileiro O Agente Secreto e Sonhos de Trem, que possui direção de fotografia de Adolpho Veloso.

Você pode conferir a lista completa de filmes do Oscar e onde assistir cada um deles no especial do Minha Série. E aí, qual seu longa-metragem favorito da premiação? Comenta aí!

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Framboesa de Ouro anuncia vencedores e Brasil fica sem prêmio! Confira os piores filmes do ano

14 de Março de 2026, 19:58

A 46ª edição do Golden Raspberry Awards, conhecido no Brasil como Framboesa de Ouro, revelou os “piores” filmes de 2025. Como de costume, a premiação satírica acontece às vésperas do Oscar e serve como contraponto bem-humorado à temporada de prêmios de Hollywood.

Neste ano, quem dominou a lista foi Guerra dos Mundos, produção estrelada por Ice Cube feita pelo Prime Video que levou a maior quantidade de troféus negativos da noite. O longa acabou virando um verdadeiro “campeão” da premiação, vencendo em várias categorias principais.

Apesar de ter um nome brasileiro entre os indicados, o Brasil acabou saindo da cerimônia sem levar nenhuma estatueta. Ainda assim, a edição de 2026 dos Razzies rendeu boas curiosidades — incluindo críticas pesadas a remakes, blockbusters caros e atuações que dividiram o público.

Guerra dos Mundos domina a Framboesa de Ouro 2026

A nova versão de Guerra dos Mundos (War of the Worlds) foi considerada o pior filme do ano pelos votantes da premiação. O longa conquistou cinco troféus, incluindo pior filme, pior ator e pior direção, consolidando-se como um dos maiores “varridos” da história recente dos Razzies.

Segundo os organizadores, o filme praticamente destrói o clássico de H. G. Wells, apostando em diálogos fracos e um conceito considerado exagerado. A performance de Ice Cube também virou alvo de piadas, sendo descrita pela premiação como “particularmente hilária”.

O novo Guerra dos Mundos é uma releitura moderna da clássica história de invasão alienígena criada por H. G. Wells. A produção mistura ficção científica e ação, acompanhando personagens tentando sobreviver ao ataque de criaturas vindas do espaço.

Apesar da proposta ambiciosa, o filme acabou recebendo críticas negativas e rapidamente ganhou fama como um “hate-watch” cult — aqueles títulos que as pessoas assistem justamente por serem ruins. No Brasil, a produção pode ser encontrada no catálogo do Prime Video.

Isis Valverde representou o Brasil, mas ficou sem prêmio

Presente no Oscar com O Agente Secreto, o Brasil também participou do Framboesa de Ouro graças à atriz Isis Valverde, que apareceu entre os indicados deste ano. A participação chamou atenção entre fãs brasileiros curiosos para ver se o país levaria algum “troféu” da Framboesa de Ouro.

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No entanto, a atriz acabou não vencendo em sua categoria. O prêmio terminou nas mãos de Scarlet Rose Stallone, filha de Sylvester Stallone, por sua atuação em Gunslingers, deixando o Brasil fora da lista final de vencedores.

Entre os outros vencedores, Rebel Wilson levou o troféu de pior atriz por Bride Hard. Já o live-action de Snow White chamou atenção ao render dois prêmios negativos para os “sete anões artificiais”, incluindo pior ator coadjuvante e pior dupla em cena.

A premiação também teve um momento positivo com o chamado “Redeemer Award”. O reconhecimento foi entregue a Kate Hudson por sua performance em Song Sung Blue, celebrando artistas que já foram criticados pelo Framboesa de Ouro, mas conseguiram dar a volta por cima.

Framboesa de Ouro 2026: lista completa de indicados e vencedores

Pior Filme

  • The Electric State
  • Hurry Up Tomorrow
  • Disney’s Snow White (2025)
  • Star Trek: Section 31
  • Guerra dos Mundos (2025) — Vencedor

Pior Ator

  • Dave Bautista — In the Lost Lands
  • Ice Cube — Guerra dos Mundos (2025) — Vencedor
  • Scott Eastwood — Alarum
  • Jared Leto — Tron: Ares
  • Abel “The Weeknd” Tesfaye — Hurry Up Tomorrow

Pior Atriz

  • Ariana DeBose — Love Hurts
  • Milla Jovovich — In the Lost Lands
  • Natalie Portman — Fountain of Youth
  • Rebel Wilson — Bride Hard — Vencedor
  • Michelle Yeoh — Star Trek: Section 31

Pior Atriz Coadjuvante

  • Anna Chlumsky — Bride Hard
  • Ema Horvath — The Strangers: Chapter 2
  • Scarlet Rose Stallone — Gunslingers — Vencedor
  • Kacey Rohl — Star Trek: Section 31
  • Isis Valverde — Alarum

Pior Ator Coadjuvante

  • Todos os anões artificiais — Branca de Neve (2025) — Vencedor
  • Nicolas Cage — Gunslingers
  • Stephen Dorff — Bride Hard
  • Greg Kinnear — Off the Grid
  • Sylvester Stallone — Alarum

Pior Remake, Rip-off ou Sequência

  • I Know What You Did Last Summer (2025)
  • Five Nights at Freddy’s 2
  • Smurfs (2025)
  • Branca de Neve (2025)
  • Guerra dos Mundos (2025) — Vencedor

Pior Dupla em Cena

  • Todos os sete anões — Branca de Neve (2025) — Vencedor
  • James Corden & Rihanna — Smurfs (2025)
  • Ice Cube & His Zoom Camera — Guerra dos Mundos (2025)
  • Robert De Niro & Robert De Niro (como Frank & Vito) — The Alto Knights
  • The Weeknd & Seu Ego Colossal — Hurry Up Tomorrow

Pior Diretor

  • Rich Lee — Guerra dos Mundos (2025) — Vencedor
  • Olatunde Osunsanmi — Star Trek: Section 31
  • The Russo Brothers — The Electric State
  • Trey Edward Shults — Hurry Up Tomorrow
  • Marc Webb — Branca de Neve (2025)

Pior Roteiro

  • The Electric State — roteiro de Christopher Markus e Stephen McFeely, baseado na obra de Simon Stålenhag
  • Hurry Up Tomorrow — roteiro de Trey Edward Shults, Abel Tesfaye e Reza Fahim
  • Snow White (2025) — roteiro de Erin Cressida Wilson, inspirado no conto dos Irmãos Grimm
  • Star Trek: Section 31 — roteiro de Craig Sweeny, história de Bo Yeon Kim e Erika Lippoldt
  • Guerra dos Mundos (2025) — roteiro de Kenny Golde e Marc Hyman, baseado no romance de H.G. Wells — Vencedor

Razzie Redeemer Award

  • Kate Hudson — Song Sung Blue — Vencedor

Acompanhe o Oscar 2026 com o Minha Série e Estadão!

O Oscar 2026 acontece neste domingo, 15 de março, e contará com cobertura ao vivo do Minha Série e Estadão. Você pode acompanhar a live no YouTube e conferir tudo sobre a noite mais aguardada do cinema com um time de cinéfilos e críticos renomados.

A transmissão ao vivo começa às 18h de domingo (15) no YouTube. Clique no botão acima para ativar as notificações e receber um alerta quando a cobertura começar! E aí, você acha que o filme brasileiro O Agente Secreto vai brilhar na premiação? Comenta aí!

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Lei Felca: Riot bloqueia League of Legends e mais jogos para menores no Brasil

13 de Março de 2026, 15:54

A Riot Games anunciou mudanças importantes para jogadores no Brasil que utilizam seus principais títulos online incluindo a proibição de títulos como LoL para  menores de idade. A empresa informou que passará a exigir verificação de idade obrigatória e controles parentais para cumprir novas regras do Estatuto da Criança e do Adolescente, que entram em vigor em março de 2026.

Com isso, alguns dos jogos mais populares da companhia — incluindo League of Legendsterão sua classificação etária temporariamente elevada para 18 anos no país. Na prática, contas registradas como pertencentes a menores de idade não poderão acessar esses títulos a partir de 18 de março.

A medida faz parte da adaptação da empresa ao chamado ECA Digital, legislação brasileira que estabelece novas exigências para plataformas online que podem ser usadas por crianças e adolescentes. Também conhecida como “Lei Felca”na internet, a novidade prevê sistemas mais robustos de verificação de idade e ferramentas de controle parental para reduzir riscos no ambiente digital, além da proibição de loot boxes pagas em games.

Menores de idade perderão acesso a vários jogos da Riot

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Segundo comunicado divulgado pela empresa, alguns jogos terão sua classificação etária aumentada temporariamente para 18 anos enquanto a Riot adapta seus sistemas às exigências legais. Durante esse período, jogadores menores de idade terão suas contas pausadas e não poderão acessar os títulos.

Os jogos afetados pela mudança incluem:

  • League of Legends
  • Teamfight Tactics
  • League of Legends: Wild Rift
  • 2XKO
  • Legends of Runeterra

De acordo com a Riot, essa alteração deve ser temporária enquanto a empresa revisa recursos e sistemas para atender às novas regras. A expectativa é que os títulos retornem às classificações etárias originais até o início de 2027

Valorant terá exceção com consentimento parental

Entre os jogos da empresa, Valorant será o único que continuará acessível para menores de idade. Mesmo assim, jogadores entre 12 e 17 anos precisarão de autorização de um responsável legal para continuar jogando.

Nesse caso, o usuário deverá informar o e-mail de um pai, mãe ou responsável, que receberá acesso ao portal de controle parental da Riot para autorizar o uso da conta. Somente após esse consentimento o jogador poderá entrar normalmente nas partidas.

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A Riot afirma que o sistema faz parte da implementação de novas ferramentas voltadas à proteção de menores no ambiente digital. Ou seja, a empresa deve fazer adaptações em soluções de chat e também de loot boxes para se adequar às leis brasileiras.

Verificação de idade será obrigatória para maiores de 18 anos

Jogadores adultos também terão mudanças ao acessar os jogos da empresa. A partir de 16 de março, usuários com 18 anos ou mais precisarão confirmar sua idade para continuar utilizando a conta da Riot. Entre os métodos de verificação disponíveis estão:

  • Número do CPF
  • Cartão de débito ou crédito
  • Documento de identidade escaneado
  • Estimativa de idade por reconhecimento facial

Segundo a empresa, o processo utiliza serviços terceirizados para validar as informações fornecidas pelos jogadores.

Contas de menores não serão apagadas

A Riot reforçou que contas bloqueadas por causa da idade não serão deletadas. O progresso, itens e compras permanecerão armazenados normalmente nos servidores da empresa.

Assim, quando o usuário atingir a idade permitida ou quando as classificações etárias voltarem ao padrão anterior, o acesso poderá ser restaurado com todos os dados preservados.

A companhia afirma que continuará analisando seus jogos e recursos para cumprir as exigências do ECA Digital, com a meta de normalizar a classificação etária dos títulos impactados até 2027.

E aí, o que achou das mudanças? Comente nas redes sociais do Voxel e do TecMundo!

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Clair Obscur lidera indicações no BAFTA Game Awards 2026! Veja todos os indicados

13 de Março de 2026, 13:15

A lista de indicados ao BAFTA Game Awards 2026 foi revelada nesta semana e trouxe um grande destaque já esperado: Clair Obscur: Expedition 33. O RPG da Sandfall Interactive lidera a disputa com 12 indicações, incluindo categorias importantes como Jogo do Ano, narrativa e direção de arte.

O título francês já vinha chamando atenção em outras premiações recentes e agora aparece novamente como um dos grandes favoritos da indústria. Além do reconhecimento técnico, o game também aparece em categorias de atuação, reforçando o impacto do elenco e da narrativa da produção, que venceu o GOTY no The Game Awards, em dezembro.

Mas a lista de indicados também traz espaço para produções de diferentes escalas. Blockbusters e projetos independentes dividem espaço nas categorias, com jogos como Dispatch, Ghost of Yōtei, Blue Prince e Indiana Jones and the Great Circle entre os principais destaques da premiação britânica.

Clair Obscur e outros favoritos do BAFTA Games Awards

Entre os jogos mais lembrados na premiação, Dispatch aparece com nove indicações, enquanto Ghost of Yōtei recebeu oito. O título Indiana Jones and the Great Circle, lançado no fim de 2024, também marca presença em várias categorias graças à janela de elegibilidade da premiação.

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Outro destaque é Death Stranding 2: On the Beach, que recebeu sete indicações mesmo sem aparecer na categoria de Jogo do Ano. Já projetos aguardados como Hollow Knight: Silksong e Hades 2 aparecem em algumas categorias técnicas e artísticas.

A edição de 2026 também mostra a diversidade da indústria atual, com 17 estúdios estreantes entre os indicados. Confira, a seguir, a lista completa de indicados.

Melhor Jogo

  • Arc Raiders
  • Blue Prince
  • Clair Obscur: Expedition 33
  • Dispatch
  • Ghost of Yōtei
  • Indiana Jones and the Great Circle

Jogo de Estreia (Debut Game)

  • Blue Prince
  • Clair Obscur: Expedition 33
  • Consume Me
  • Despelote
  • Dispatch
  • The Midnight Walk

Jogo Britânico (British Game)

  • Atomfall
  • Citizen Sleeper 2: Starward Vector
  • Mafia: The Old Country
  • Monument Valley 3
  • Powerwash Simulator 2
  • Two Point Museum

Jogo em Evolução (Evolving Game)

  • Fallout 76
  • Helldivers 2
  • Hitman World of Assassination
  • No Man's Sky
  • Vampire Survivors
  • Warhammer 40,000: Space Marine 2

Multiplayer

  • Arc Raiders
  • Dune: Awakening
  • Elden Ring Nightreign
  • Lego Party
  • Peak
  • Split Fiction

Jogo para Família (Family)

  • Donkey Kong Bananza
  • Is This Seat Taken?
  • Lego Party
  • Mario Kart World
  • Powerwash Simulator 2
  • Two Point Museum

Game Beyond Entertainment

  • The Alters
  • And Roger
  • Citizen Sleeper 2: Starward Vector
  • Consume Me
  • Despelote
  • Stalker 2: Heart of Chornobyl

Game Design

  • Ball x Pit
  • Blue Prince
  • Clair Obscur: Expedition 33
  • Ghost of Yōtei
  • Hades 2
  • Split Fiction

Narrativa

  • The Alters
  • Blue Prince
  • Clair Obscur: Expedition 33
  • Death Stranding 2: On the Beach
  • Indiana Jones and the Great Circle
  • Kingdom Come: Deliverance 2

Melhor Atuação (Leading Role)

  • Aaron Paul como Robert Robertson em Dispatch
  • Ben Starr como Verso em Clair Obscur: Expedition 33
  • Erika Ishii como Atsu em Ghost of Yōtei
  • Jennifer English como Maelle em Clair Obscur: Expedition 33
  • Tom McKay como Henry of Skalitz em Kingdom Come: Deliverance 2
  • Troy Baker como Indiana Jones em Indiana Jones and the Great Circle

Atuação Coadjuvante (Supporting Role)

  • Alix Wilton Regan como Lea Florence Monad em Lies of P: Overture
  • Charlie Cox como Gustave em Clair Obscur: Expedition 33
  • Jane Perry como Lia Cain em Dead Take
  • Jeffrey Wright como Chase em Dispatch
  • Kirsty Rider como Lune em Clair Obscur: Expedition 33
  • Troy Baker como Higgs em Death Stranding 2: On the Beach

Animação

  • Battlefield 6
  • Death Stranding 2: On the Beach
  • Dispatch
  • Ghost of Yōtei
  • Hades 2
  • Hollow Knight: Silksong

Conquista Artística (Artistic Achievement)

  • Clair Obscur: Expedition 33
  • Death Stranding 2: On the Beach
  • Dispatch
  • Ghost of Yōtei
  • Hollow Knight: Silksong
  • South of Midnight

Áudio (Audio Achievement)

  • Arc Raiders
  • Clair Obscur: Expedition 33
  • Death Stranding 2: On the Beach
  • Dispatch
  • Ghost of Yōtei
  • Indiana Jones and the Great Circle

Trilha Sonora (Music)

  • Clair Obscur: Expedition 33 — Lorien Testard, Alice Duport-Percier
  • Death Stranding 2 — Hideo Kojima, Woodkid, Ludvig Forssell
  • Dispatch — Andrew Arcadi, Skyler Barto
  • Ghost of Yōtei — Toma Otowa, Peter Scaturro, Keith Leary
  • Hollow Knight: Silksong — Christopher Larkin
  • Indiana Jones and the Great Circle — Gordy Haab, Pete Ward, Christoffer Larsson

Nova Propriedade Intelectual (New Intellectual Property)

  • The Alters
  • Arc Raiders
  • Clair Obscur: Expedition 33
  • Dispatch
  • South of Midnight
  • Split Fiction

Conquista Técnica (Technical Achievement)

  • Arc Raiders
  • Death Stranding 2: On the Beach
  • Doom: The Dark Ages
  • Ghost of Yōtei
  • Indiana Jones and the Great Circle
  • Split Fiction

Quando acontece a premiação?

A cerimônia do BAFTA Game Awards acontece no dia 17 de abril de 2026, em Londres. A votação do prêmio é realizada por um corpo de jurados e não inclui uma opção aberta para o público, como ocorre no The Game Awards.

E aí, o que você achou das indicações do BAFTA Game Awards? Comente seus favoritos!

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Virgin River Temporada 7 tem quantos episódios? Veja tempo para maratonar

13 de Março de 2026, 10:16

A 7ª temporada de Virgin River chegou à Netflix trazendo novos dramas, romances e mistérios para a pequena cidade que conquistou fãs ao redor do mundo. Depois de seis temporadas acompanhando a turbulenta história de amor entre Mel e Jack, os novos episódios continuam explorando os desafios da vida em uma comunidade onde todo mundo conhece os segredos de todo mundo.

Os novos capítulos começam pouco tempo após o casamento do casal principal, mas rapidamente mostram que a tranquilidade dura pouco em Virgin River. Um mistério envolvendo Charmaine e a morte de Calvin coloca alguns moradores da cidade em alerta e abre caminho para um novo arco dramático na temporada.

Além das tramas centrais, a série segue acompanhando o cotidiano dos personagens que já se tornaram familiares ao público. Ao todo, a nova temporada conta com 10 episódios, cada um com duração próxima de 50 minutos — o suficiente para garantir uma boa maratona.

Episódios de Virgin River Temporada 7

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Ao todo, a nova temporada conta com 10 capítulos, seguindo os padrões dos anos anteriores. Confira abaixo a lista de episódios da temporada 7 com títulos e duração aproximada:

  • Episódio 1 — A alegria de depois (48 min)
    No início da vida conjugal, Mel e Jack pensam na oferta de Marley e discutem locais para a lua de mel. Brie e Mike encaram seus problemas.
  • Episódio 2 — Criança linda (48 min)
    Marley avalia o potencial de Jack para ser pai. Doc acha difícil se conter quando um paciente pede ajuda. Brady procura Lark e seu dinheiro.
  • Episódio 3 — A escolha (48 min)
    Mel, Jack e Marley tentam se conhecer melhor durante um passeio. A campanha de Hope contra Grace Valley enfrenta obstáculos.
  • Episódio 4 — Sonhos impossíveis (48 min)
    Jack e Mel preparam seu lar inacabado para uma visita da assistente social. Brie faz um grande favor a Brady. Doc experimenta algo novo.
  • Episódio 5 — Sempre, em qualquer lugar, para sempre (48 min)
    Mel faz um atendimento domiciliar que toma um rumo perigoso. O grupo da costura diz a Kaia para abrir o olho. Hope e Doc relembram os tempos de juventude.
  • Episódio 6 — Sem arrependimentos (49 min)
    Uma chegada abrupta ameaça os planos de Mel e Jack. Kaia e Brady formam uma aliança para enfrentar um incêndio florestal. Preacher faz uma proposta ambiciosa.
  • Episódio 7 — A união faz a força (47 min)
    Doc enfrenta Dr. Hayes em uma reunião do conselho de medicina. Um chá de bebê leva Lizzie ao limite. Clay abre o coração e fala sobre o passado.
  • Episódio 8 — De volta à ativa (52 min)
    Clay tenta resolver seus problemas participando de uma competição. Brie investiga uma nova pista na busca por Charmaine.
  • Episódio 9 — A lua de mel (53 min)
    Ansiosos para fugir dos problemas, Mel e Jack saem em lua de mel. Só que a viagem acaba tomando um rumo surpreendente.
  • Episódio 10 — Davi e Golias (48 min)
    A cidade se reúne para comemorar o Dia dos Fundadores. Hope faz um último esforço para preservar Virgin River, enquanto Mel e Jack recebem notícias que podem mudar tudo.

Quanto tempo leva para maratonar Virgin River temporada 7?

Somando a duração dos episódios, a temporada 7 de Virgin River tem cerca de 8 horas e 9 minutos de duração total. Isso significa que é possível assistir tudo em um único dia de maratona — ou dividir a experiência em um fim de semana.

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A maioria dos capítulos dura entre 47 e 53 minutos, mantendo o padrão das temporadas anteriores. Essa estrutura ajuda a equilibrar os dramas pessoais, os mistérios da cidade e as histórias românticas que são marca registrada da série.

O que acontece na história da nova temporada de Virgin River?

A trama da temporada começa logo após o casamento de Mel e Jack, finalmente oficializado depois de anos de relacionamento cheio de altos e baixos. Agora recém-casados, os dois começam a dar passos importantes rumo ao futuro, incluindo a possibilidade de ampliar a família por meio de um processo de adoção.

Enquanto isso, um novo mistério movimenta a cidade. No início da temporada, descobrimos que Calvin, líder de uma organização criminosa e pai dos filhos de Charmaine, está morto, enquanto a própria Charmaine desaparece junto com seus bebês. A investigação passa a envolver vários personagens, incluindo Brie e Mike.

Outras tramas paralelas também avançam ao longo dos episódios. Preacher pensa em investir em sua carreira como chef, Kaia questiona se a vida em uma cidade pequena é realmente o que deseja, e Doc enfrenta problemas legais relacionados à clínica.

Elenco principal de Virgin River

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A série segue apostando em seu elenco já conhecido pelo público, além de algumas novidades na temporada 7. Entre os principais nomes estão:

  • Alexandra Breckenridge como Mel Monroe
  • Martin Henderson como Jack Sheridan
  • Colin Lawrence como Preacher
  • Annette O’Toole como Hope McCrea
  • Tim Matheson como Doc Mullins
  • Benjamin Hollingsworth como Brady
  • Zibby Allen como Brie Sheridan
  • Marco Grazzini como Mike Valenzuela
  • Sarah Dugdale como Lizzie
  • Kai Bradbury como Denny

A temporada também traz novos rostos, como Austin Nichols e Sara Canning, que ajudam a expandir as histórias da comunidade e trazer novos conflitos para Virgin River.

Onde assistir Virgin River

A sétima temporada de Virgin River está disponível na Netflix. O serviço de streaming pode ser assinado no Brasil por R$ 20,90 no plano com anúncios.

Além dos novos episódios, o streaming também conta com todas as outras temporadas da série. A plataforma também já confirmou que a oitava temporada de Virgin River está em desenvolvimento, mas sem uma data específica de lançamento.

E aí, você vai assistir todos os novos capítulos de uma vez ou cadenciar a maratona? Comente nas redes sociais do Minha Série!

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Nova série de Malcolm in the Middle ganha trailer com Bryan Cranston pelado! Veja data

13 de Março de 2026, 08:32

Quase duas décadas depois do fim da série original, Malcolm in the Middle está oficialmente de volta. A comédia que marcou os anos 2000 receberá uma continuação no Disney+, que acaba de ganhar data de estreia e seu primeiro trailer oficial, confirmando o retorno de boa parte do elenco original.

Intitulada Malcolm in the Middle: Life’s Still Unfair, a produção será uma minissérie de quatro episódios e estreia em 10 de abril de 2026. Nos Estados Unidos, o lançamento acontece no Hulu e no Hulu on Disney+ para assinantes do combo. Já no Brasil, a novidade chega via Disney+, onde o Hulu funciona como uma divisão integrada dentro da assinatura.

O trailer divulgado nesta quinta-feira (12) conta com um vislumbre da família mais caótica da TV reunida novamente, com direito a falas que reforçam que, apesar do tempo ter passado, algumas coisas definitivamente não mudam — especialmente quando Malcolm tenta manter distância do próprio sobrenome. O destaque fica para o retorno de Bryan Cranston (Breaking bad) como Hal, que aparece nu em uma sessão de depilação. 

Qual a história da nova série de Malcolm in the Middle?

Na nova trama, Malcolm agora é adulto, pai de uma garota e aparentemente vive uma vida estável — desde que fique bem longe da família. No entanto, esse plano vai por água abaixo quando Hal e Lois exigem sua presença na festa de 40 anos de casamento, arrastando o protagonista de volta ao caos que ele tentou evitar por mais de uma década.

O trailer brinca justamente com essa ideia: Malcolm afirma que sua vida é “fantástica” agora, mas logo percebe que não é possível fugir para sempre das próprias origens. A história acompanha esse reencontro forçado, colocando o personagem novamente “no meio” das confusões familiares, agora com uma nova geração envolvida.

Quem está retornando para a nova temporada

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A minissérie marca o retorno de nomes icônicos da série original, reforçando o apelo nostálgico da produção. Além de protagonizar o trailer, os personagens clássicos seguem como peça central da narrativa.

  • Frankie Muniz como Malcolm
  • Bryan Cranston como Hal
  • Jane Kaczmarek como Lois
  • Christopher Kennedy Masterson como Francis
  • Justin Berfield como Reese
  • Emy Coligado como Piama

Esses retornos também são explorados ao longo da história, com os irmãos e os pais voltando a interagir diretamente com Malcolm após anos afastados.

Novos personagens e mudanças no elenco

Além dos rostos conhecidos, a nova série apresenta personagens inéditos. Keeley Karsten interpreta Leah, a filha de Malcolm, enquanto Kiana Madeira vive Tristan, sua namorada

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A produção também inclui Vaughan Murrae como Kelly, irmã mais nova que não apareceu na série original. Além disso, Anthony Timpano assume o papel de Jamie, que era criança no final da produção dos anos 2000.

Já o personagem Dewey passa por uma mudança: Caleb Ellsworth-Clark assume o papel no lugar de Erik Per Sullivan, que não retorna para o revival. Apesar de não aparecer no trailer, o novo Dewey está presente nos materiais promocionais oficiais.

Produção conta com o criador original

O criador da série original, Linwood Boomer, retorna como roteirista e produtor executivo, garantindo continuidade criativa. Bryan Cranston também atua como produtor, e Ken Kwapis dirige todos os quatro episódios.

Enquanto o revival só chega em abril, os fãs podem revisitar a série clássica no streaming. Todos os 151 episódios de Malcolm in the Middle estão disponíveis pelo Disney+ no nosso país.

E aí, o que achou do retorno de Malcolm? Comente nas redes sociais do Minha Série! Estamos no Threads, Instagram, TikTok e até mesmo no WhatsApp. Venha acompanhar filmes e séries com a gente!

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Highguard está oficialmente morto! Relembre a trajetória do jogo

12 de Março de 2026, 15:50

Os servidores de Highguard foram oficialmente desligados nesta quinta-feira (12), marcando o fim de um dos lançamentos mais curtos da história recente dos jogos multiplayer. O hero shooter da Wildlight Entertainment ficou online por menos de dois meses, encerrando suas atividades após não conseguir manter uma base de jogadores ativa, segundo o próprio estúdio.

O jogo chegou ao mercado em 26 de janeiro de 2026 para PS5, Xbox Series X/S e PC com uma proposta ambiciosa: misturar mecânicas de hero shooter com elementos de raid e combate montado em mapas destrutíveis – o que agradou alguns jogadores. No entanto, a recepção morna da crítica e a rápida queda no número de jogadores acabaram colocando o projeto em uma situação difícil poucas semanas após o lançamento.

Agora, com os servidores desligados e cerca de 300 jogadores simultâneos nos momentos finais, Highguard entra para a lista de jogos como serviço que não conseguiram sobreviver no mercado competitivo atual. A seguir, confira a toda a trajetória do projeto, do anúncio no The Game Awards até o encerramento definitivo.

Um desenvolvimento cheio de mudanças

Apesar de ter sido revelado apenas em 2025, o desenvolvimento de Highguard começou bem antes. O projeto iniciou sua produção em 2022 e, originalmente, tinha uma proposta bastante diferente da versão que chegou ao mercado.

Nos primeiros anos, o jogo era pensado como um shooter de sobrevivência inspirado em títulos como Rust. Porém, em 2024, a equipe decidiu reformular completamente o projeto para focar em partidas competitivas baseadas em raids entre equipes.

Essa mudança transformou o título em um shooter PvP em que jogadores controlavam Wardens, personagens com habilidades especiais que disputavam objetivos em mapas com ambientes destrutíveis. As partidas também misturavam combate tradicional em primeira pessoa com mecânicas como montarias e poderes inspirados em fantasia – incluindo um personagem parecido com o Neymar que solta raios.

Anúncio no The Game Awards criou altas expectativas

Após anos em segredo, Highguard foi apresentado ao público pela primeira vez durante o The Game Awards 2025, em dezembro. O jogo apareceu justamente no encerramento do evento, um espaço tradicionalmente reservado para anúncios de grande impacto na indústria, com uma revelação pomposa do apresentador Geoff Keighley.

A apresentação destacou o pedigree da equipe da Wildlight Entertainment, formada por veteranos que trabalharam em franquias populares como Apex Legends, Titanfall e Call of Duty. A promessa era criar um novo shooter competitivo com ideias diferentes dentro do gênero.

“Ocasionalmente, nossa revelação final é um teaser de algo que está há anos de distância, mas não hoje”, disse o apresentador. Segundo Keighley, o projeto era feito por um grupo de aproximadamente 60 pessoas que gostaria de elevar a experiência de jogos de tiro.

A revelação foi descrita como o potencial dos estúdio independentes e que publicam seus próprios jogos, algo que conversava com as vitórias de Clair Obscur: Expedition 33 durante a premiação. No fim, depois de um trailer cheio de gameplay, veio a data de lançamento: 26 de janeiro.

Jogadores no escuro até o lançamento

No entanto, o que era para ser uma grande fonte de entusiasmo, acabou gerando dúvidas na comunidade. Nas redes socais, jogadores apontaram que a apresentação não explicava claramente como o gameplay funcionava, e o estúdio, propositalmente, não se esforçou para dar informações.

Tentando simular o “shadow drop” de Apex Legends, o estúdio ficou em completo silêncio até o dia do lançamento de Highguard. Na data, a empresa finalmente liberou alguns previews do jogo para a imprensa e revelou detalhes da jogabilidade e um roadmap, durante uma transmissão ao vivo.

Logo de cara, no dia 26 de janeiro, o título alcançou um pico de aproximadamente 100 mil jogadores simultâneos na Steam, mostrando um início promissor. No entanto, nos dias seguintes, o público que deu uma chance ao game começou a reclamar e ir embora, deixando o título depopulado e com reviews mistas.

Críticas apontaram falta de identidade

A recepção da crítica também não ajudou a sustentar o interesse no jogo. No agregador Metacritic, a versão de PC registrou média de 65 pontos, enquanto o site OpenCritic indicou aprovação relativamente baixa entre críticos.

Muitos reviews destacaram que o jogo tinha boas ideias, mas parecia tentar fazer coisas demais ao mesmo tempo. Elementos de hero shooter, mecânicas de sobrevivência, progressão de RPG e sistemas competitivos acabaram criando uma experiência considerada confusa por parte dos jogadores.

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Algumas análises também apontaram que jogar sozinho era frustrante, já que as partidas exigiam comunicação constante entre os membros da equipe. No fim das contas, múltiplos fatores contribuíram para o fim do game, e nem mesmo o suporte rápido conseguiu salvar o projeto.

Atualizações não conseguiram salvar o projeto

Mesmo com a queda rápida de jogadores, a Wildlight tentou reagir com atualizações rápidas. No fim de semana após o lançamento, o estúdio adicionou um modo 5v5, expandindo as partidas que inicialmente eram disputadas por equipes de três jogadores – e abrindo mão de um de seus princípios em prol de salvar o game. 

Outras atualizações trouxeram novos personagens, armas e ajustes na estrutura das partidas. A ideia era tornar o ritmo do jogo mais dinâmico e atender críticas feitas pela comunidade. Apesar dessas tentativas, nenhuma das mudanças conseguiu trazer os jogadores de volta em número suficiente para sustentar o projeto.

Apoio da Tencent teria sido essencial

Nos bastidores, surgiram informações de que o desenvolvimento do jogo contava com financiamento de uma grande empresa. Relatórios apontaram que o TiMi Studio Group, subsidiária da gigante chinesa Tencent, seria o principal investidor por trás do projeto.

Segundo relatos de bastidores, esse financiamento teria sido fundamental para sustentar o desenvolvimento do título. No entanto, a parceria nunca foi oficialmente confirmada publicamente pelas empresas envolvidas.

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Em fevereiro, fontes indicaram que o apoio financeiro teria sido retirado após os resultados fracos do lançamento, o que agravou ainda mais a situação do estúdio. Ou seja, ao que tudo indica, o estúdio apostou todas as fichas na parceria e em uma grande estreia, o que levou ao encerramento prematuro do jogo.

Demissões atingiram grande parte da equipe

Com o financiamento comprometido e o número de jogadores em queda, a Wildlight anunciou demissões em massa poucas semanas após o lançamento de Highguard. De acordo com relatos de funcionários, a maior parte da equipe foi desligada, restando apenas um pequeno grupo responsável por manter o projeto funcionando temporariamente. 

A decisão teria sido motivada diretamente pelos resultados abaixo do esperado, e não foi o único problema no estúdio. Até mesmo o site de Highguard ficou offline enquanto o time tentava buscar formas de salvar o game.

De acordo com relatos de funcionários, o financiamento do jogo estava ligado ao cumprimento de metas específicas, como retenção de jogadores — algo que o jogo não conseguiu alcançar. Assim, sem uma fonte de receita e com a casa caindo, o time restante resolveu puxar o projeto da tomada. 

O anúncio oficial do encerramento

Em 3 de março de 2026, a Wildlight confirmou oficialmente que Highguard seria encerrado no dia 12 de março. A justificativa foi simples: o jogo não conseguiu construir uma base de jogadores sustentável para manter os servidores online, o que praticamente confirmou as suspeitas do fim do financiamento da Tencent.

O estúdio ainda lançou uma última atualização antes do fechamento, incluindo um novo personagem, armas e sistemas de progressão. No entanto, o jogo praticamente caiu no esquecimento após ter sua morte declarada – principalmente com o lançamento de Resident Evil Requiem e o ressurgimento de Overwatch

Nos últimos dias antes do encerramento, Highguard registrava menos de 500 jogadores simultâneos no PC, com cerca de 45% de aprovação entre usuários. Nos momentos finais, os servidores chegaram a registrar apenas cerca de 300 jogadores ativos.

Com o desligamento dos servidores, Highguard encerra oficialmente sua breve trajetória com uma mensagem importante, que também foi deixada pelo icônico Concord: não é fácil se consolidar no mercado de jogos online. 

E aí, você jogou Highguard e vai sentir falta do game? Comente nas redes sociais do Voxel e do TecMundo.

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PlayStation testa preços dinâmicos com aumento para GTA e Procon dispara: 'Prática abusiva'

12 de Março de 2026, 11:15

A Sony estaria testando uma nova estratégia de preços na PlayStation Store que vem rendendo polêmica entre jogadores. De acordo com dados analisados pelo site PS Prices, alguns usuários passaram a ver valores diferentes para os mesmos jogos dentro da loja digital da empresa.

A prática envolve um sistema de precificação dinâmica, quando o valor de um produto muda de acordo com fatores como perfil do consumidor, localização ou participação em testes internos. Na prática, isso significa que dois jogadores podem acessar a mesma página de um jogo e encontrar valores diferentes.

Procurado pelo Voxel, a Sony não comentou sobre o assunto e, até agora, não confirmou os testes de preços dinâmicos. No entanto, o PS Prices aponta que a solução já está sendo utilizada há meses, inclusive no Brasil, algo que vai contra o código de defesa do consumidor.

O Procon-SP afirmou, em nota enviada ao Voxel, que esse tipo de prática pode ser considerada abusiva se ocorrer sem transparência para o consumidor.

Teste de preço dinâmico está acontecendo no Brasil

O experimento está acontecendo em mais de 70 regiões ao redor do mundo e, segundo o PS Prices, o Brasil também faz parte dos países com o preço dinâmico. Até o momento, no entanto, não ficou claro como a solução está sendo aplicada por aqui e quantas pessoas estão sendo afetadas pelo possível teste.

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Preços dinâmicos estariam sendo testados no Brasil. Imagem: Mateus Mognon/Voxel.

Segundo a plataforma de monitoramento de preços, os valores experimentais aparecem apenas para grupos específicos de usuários selecionados pela Sony. Isso significa que nem todos os jogadores conseguem ver as mesmas ofertas dentro do sistema.

Procon-SP diz que prática pode ser considerada abusiva

Caso esse tipo de sistema se alastre na PS Store do Brasil, a prática da Sony pode enfrentar questionamentos legais. Em resposta ao Voxel, o Procon-SP afirmou que a diferenciação de preços com base no perfil do consumidor vai contra princípios do Código de Defesa do Consumidor.

Segundo o órgão, esse tipo de estratégia reduz a transparência nas relações de consumo. Isso acontece porque a empresa não deixa claro quais critérios definem por que um produto aparece mais caro ou mais barato para determinados usuários.

“A diferenciação de preços de produtos e serviços conforme o perfil do consumidor está em desacordo com os princípios do Código de Defesa do Consumidor.”

“O Procon-SP entende que a diferenciação de preços de produtos e serviços conforme o perfil do consumidor está em desacordo com os princípios do Código de Defesa do Consumidor”, afirmou o órgão em nota enviada à reportagem.

Variação de preço para o mesmo produto pode gerar problemas

Ainda de acordo com o Procon-SP, oferecer o mesmo produto nas mesmas condições de venda por preços diferentes pode configurar uma prática abusiva. Isso ocorre quando não há explicação clara sobre os critérios utilizados para definir os valores.

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Falta de transparência nos preços pode caracterizar prática abusiva, indica Procon-SP. Imagem: Shutterstock.

O órgão também afirma que esse tipo de estratégia pode criar categorias de consumidores e até limitar a liberdade de escolha de determinados grupos. Em cenários extremos, isso poderia resultar em exclusão ou discriminação dentro do mercado.

“Oferecer exatamente o mesmo produto ou serviço, com as mesmas características e especificações, nas mesmas condições de venda, com preços que variam apenas com base no consumidor que irá adquiri-lo pode ser considerado uma prática abusiva”, afirmou o Procon-SP.

O que são preços dinâmicos?

A precificação dinâmica é um modelo usado em diversos mercados digitais para ajustar valores de produtos ou serviços em tempo real. Plataformas de transporte, passagens aéreas e hospedagem, por exemplo, já utilizam sistemas que variam preços com base em demanda, perfil do usuário ou comportamento de compra.

Nos games, porém, a prática ainda é rara — especialmente quando envolve a venda do mesmo produto por valores diferentes para usuários distintos ao mesmo tempo. Isso acontece porque as lojas digitais normalmente trabalham com preços padronizados por região.

Plataformas como Steam e Xbox já utilizam esse tipo de solução com uma marcação chamada “Preço para você”, o que garante mais transparência. Esse tipo de oferta oferece descontos extras ao fazer parte de uma assinatura, como o Game Pass, ou comprar um pacote em que você já possui algum dos itens, por exemplo.

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Testes de preços dinâmicos exibem valores diferentes para cada consumidor. Imagem: Mateus Mognon/Voxel.

Nos supostos testes da Sony, no entanto, a precificação dinâmica não traz marcações e não deixa os critérios claros. Além disso, um dos testes também inclui até mesmo aumento de valores, segundo o estudo do PS Prices.

Testes de preços na PlayStation Store duram meses

Segundo a investigação do site PS Prices, a Sony estaria realizando testes de preços na PlayStation Store desde novembro de 2025. O experimento começou com cerca de 50 jogos em 30 regiões e, ao longo de quatro meses, teria se expandido para mais de 190 títulos em mais de 70 regiões.

O sistema funcionaria como um teste A/B: usuários são divididos em grupos diferentes e cada grupo recebe uma versão distinta do preço. Alguns jogadores veem os valores tradicionais, enquanto outros recebem preços experimentais com diferentes descontos.

Os dados analisados pelo site indicam que o experimento envolve três programas diferentes, chamados IPT_PILOT, IPT_OPR_TESTING e IPT_LTM. Cada um deles parece testar estratégias distintas de precificação dentro da loja digital da Sony.

Jogos da própria Sony também aparecem no experimento

Entre os títulos incluídos nos testes estariam grandes produções da própria Sony e de editoras terceirizadas. Segundo o PS Prices, jogos como Marvel's Spider-Man 2, God of War Ragnarök, HELLDIVERS 2, Gran Turismo 7 e Stellar Blade aparecem em listas com preços experimentais em algumas regiões.

Na Europa, por exemplo, alguns desses títulos teriam recebido descontos de aproximadamente 10% a 12,5% em relação ao valor padrão. Marvel's Spider-Man 2 e God of War Ragnarök, por exemplo, teriam aparecido com valores cerca de 12,5% menores em determinados testes.

Além dos jogos da Sony, editoras como 2K Games, Bethesda, Rockstar Games e Ubisoft também aparecem entre as participantes do experimento. Entre os títulos citados estão Red Dead Redemption 2, Warhammer 40,000: Space Marine 2, WWE 2K25 e Sid Meier’s Civilization VII.

Descontos maiores aparecem nos Estados Unidos

O PS Prices também afirma que os Estados Unidos — o maior mercado da PlayStation — foram adicionados ao experimento agora em março. O país também teria apresentado as maiores variações de preço registradas até agora.

De acordo com o levantamento, alguns jogos teriam recebido descontos de até 27,8% em determinados grupos de usuários. HELLDIVERS 2, por exemplo, teria sido exibido por US$ 28,89 para parte dos jogadores, enquanto o preço padrão seria US$ 39,99.

Site de monitoramento de preços identificou diferentes promoções na PS Store. Imagem: PSPrices.

Outros títulos também teriam variações relevantes. The Last of Us Part I apareceu com desconto de 24,4%, enquanto Gran Turismo 7 e Marvel’s Spider-Man 2 registraram reduções de cerca de 20% em alguns cenários do experimento.

Além de mudanças no preço base dos jogos, o PS Prices afirma ter identificado promoções diferentes para usuários dentro do experimento. Durante uma promoção realizada em fevereiro, por exemplo, alguns jogadores teriam recebido descontos mais agressivos que os exibidos para o público geral.

Novo programa também testa aumento de preços em GTA 

Outro ponto curioso identificado pelo PS Prices é um programa chamado IPT_LTM, lançado inicialmente apenas nos Estados Unidos. Diferentemente dos outros testes, ele não experimenta apenas descontos, deixando jogos mais caros.

Nesse caso, alguns cenários também incluem preços acima do padrão, provavelmente para medir até que ponto os jogadores estão dispostos a pagar mais por determinados títulos. Um exemplo citado é Grand Theft Auto V, que teria aparecido em algumas variantes com preço superior ao habitual – subindo de US$ 26,99 para US$ 29,99. 

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GTA V ficou mais caro durante testes de preços nos Estados Unidos, indica PS Prices.

Esse tipo de experimento é conhecido como “elastic pricing”, um modelo que busca entender a sensibilidade do consumidor a mudanças de preço. Empresas usam esse tipo de teste para calibrar estratégias comerciais e maximizar receita.

Sony não comentou sobre os testes

O Voxel entrou em contato com a Sony para questionar a empresa sobre os testes identificados pelo PS Prices e pedir mais detalhes sobre a estratégia de preços na PlayStation Store. Até o momento da publicação desta reportagem, a companhia não comentou o assunto.

A empresa também não confirmou oficialmente a existência do experimento. Ainda assim, os dados coletados pelo PS Prices indicam que os testes existem e vêm sendo ampliados globalmente.

Caso confirmada, a iniciativa pode marcar uma mudança significativa na forma como jogos são vendidos nas lojas digitais, além de possíveis problemas da empresa com a legislação brasileira. E aí, qual a sua opinião sobre o assunto? Comente nas redes sociais do Voxel e do TecMundo.

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Helix: Microsoft revela detalhes sobre console de nova geração e modo Xbox no PC

11 de Março de 2026, 17:45

A Microsoft começou a revelar os primeiros detalhes sobre o Project Helix, seu console de nova geração que deve suceder o Xbox Series X|S nos próximos anos. A empresa apresentou novidades durante a Game Developers Conference (GDC) 2026, nesta quarta-feira (11), destacando avanços no hardware, mudanças na estratégia do ecossistema Xbox e uma integração cada vez maior com PCs.

Durante a apresentação, Jason Ronald, vice-presidente da divisão de próxima geração da Microsoft, afirmou que o novo console contará com um chip personalizado desenvolvido em parceria com a AMD. Segundo ele, o objetivo é dar um salto significativo na capacidade gráfica da plataforma, especialmente em tecnologias como ray tracing.

A empresa também reforçou que o futuro do Xbox passa por uma estratégia multiplataforma mais ampla. Isso inclui não apenas o novo console, mas também iniciativas como o Modo Xbox no Windows 11, novas ferramentas para desenvolvedores e programas focados em preservação de jogos.

Project Helix: novidades do novo console da Microsoft

O Project Helix é o codinome interno do próximo console da Microsoft, que ainda não tem data oficial de lançamento, mas já está em desenvolvimento avançado e que terá kits enviados para desenvolvedores em 2027. O hardware será alimentado por um SoC personalizado da AMD, criado em parceria com a Microsoft para oferecer suporte às próximas gerações de DirectX e tecnologias de renderização.

Segundo a empresa, o console promete entregar um salto significativo em termos de poder gráfico e capacidade de simulação. Jason Ronald afirmou que o sistema oferecerá um aumento de “uma ordem de magnitude” no desempenho de ray tracing em comparação com o Xbox Series X e Series S.

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Na prática, esse avanço pode permitir que desenvolvedores criem mundos mais detalhados, realistas e dinâmicos, com iluminação e reflexos mais precisos em tempo real. A Microsoft também destacou que o chip foi projetado pensando na eficiência energética e na escalabilidade para novas tecnologias gráficas.

Dev kits devem chegar aos estúdios em 2027

Embora o console ainda esteja distante do lançamento, a Microsoft já definiu um cronograma inicial para envolver os estúdios no processo de desenvolvimento. A empresa confirmou que pretende enviar versões alfa do hardware para desenvolvedores a partir de 2027, permitindo que estúdios comecem a testar jogos e ferramentas.

Esse processo costuma acontecer anos antes da chegada de um novo console ao mercado. Ao distribuir dev kits antecipadamente, a Microsoft permite que os estúdios adaptem motores gráficos, planejamentos de produção e tecnologias para o novo hardware.

Essa etapa também ajuda a garantir que a próxima geração chegue com uma biblioteca inicial robusta. Grandes produções AAA geralmente levam anos para serem desenvolvidas, e o acesso antecipado ao hardware facilita a criação de jogos pensados especificamente para a nova plataforma.

Novo Xbox rodará jogos de PC

Um dos pontos centrais da estratégia da Microsoft para o Project Helix é a integração cada vez maior entre Xbox e PC. Segundo a empresa, as distinções entre jogadores de console, computador e dispositivos móveis estão cada vez menos relevantes para o público.

Por causa disso, o novo console foi projetado para rodar tanto jogos de Xbox quanto títulos de PC, ampliando o alcance da biblioteca disponível. Essa abordagem também simplifica o trabalho dos estúdios, que podem desenvolver experiências pensando em um ecossistema mais unificado.

Microsoft vai facilitar o desenvolvimento de games para PC e Xbox, unificando processos. Imagem: The Verge.

De acordo com a Microsoft, essa convergência também ajuda a reduzir custos de produção e acelera o lançamento de jogos. Com pipelines mais integrados, desenvolvedores podem levar seus projetos a diferentes dispositivos sem precisar manter versões totalmente separadas.

Novas ferramentas para desenvolvedores no Windows

Durante a GDC 2026, a Microsoft também anunciou várias novidades técnicas voltadas para desenvolvedores que criam jogos para Windows e Xbox. Uma das principais é o Advanced Shader Delivery (ASD), que busca resolver um problema comum em jogos de PC: o shader stutter.

Esse fenômeno acontece quando o jogo precisa compilar shaders durante a execução, o que pode causar travamentos momentâneos. Com o novo sistema, os desenvolvedores poderão distribuir shaders pré-compilados junto com o jogo.

A ideia é que esses dados sejam preparados durante o desenvolvimento e enviados diretamente para os jogadores. Dessa forma, o sistema reduz a necessidade de compilação em tempo real e melhora a estabilidade logo na primeira execução do jogo.

A Microsoft também revelou atualizações para o DirectStorage, tecnologia que utiliza SSDs NVMe para acelerar o carregamento de dados nos jogos. O sistema permite que grandes volumes de informações sejam enviados diretamente para a GPU, reduzindo gargalos de leitura.

Modo Xbox chega ao Windows 11 em 2026

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Outro anúncio importante feito pela Microsoft durante a GDC foi o Xbox Mode para Windows 11, uma nova interface voltada para jogos. O recurso começará a ser liberado em abril de 2026 em alguns mercados e será compatível com diversos tipos de dispositivos, incluindo desktops, notebooks e PCs portáteis.

A proposta do Modo Xbox é transformar o Windows em uma experiência mais próxima de um console. Ao ativar o recurso, o sistema passa a iniciar em uma interface de tela cheia otimizada para controle, eliminando a necessidade de usar teclado ou mouse para navegar.

Modo Xbox vai otimizar Windows 11 para games. Imagem: Microsoft.

Essa mudança faz parte da tentativa da Microsoft de tornar o Windows uma plataforma mais amigável para jogar em telas grandes ou na sala de casa. A empresa também quer melhorar a experiência em PCs portáteis voltados para jogos, que vêm ganhando popularidade nos últimos anos.

Como funciona o modo Xbox?

Quando o Modo Xbox é ativado, o Windows 11 passa a exibir um dashboard completo inspirado nos consoles Xbox. O usuário pode navegar pela biblioteca, acessar a loja, abrir o Game Pass e interagir com amigos usando apenas um controle – assim como já acontece no Xbox ROG Ally, por exemplo.

A interface apresenta grandes cartões de conteúdo e menus horizontais que facilitam a navegação. Tudo foi pensado para funcionar confortavelmente em televisores ou monitores maiores, especialmente quando o usuário está jogando à distância.

Além disso, o sistema permite alternar rapidamente entre o modo de produtividade do Windows e o ambiente de jogos. Isso significa que o PC pode funcionar normalmente como computador, mas também assumir uma experiência semelhante à de um console quando necessário, por exemplo.

Xbox Mode também pode melhorar desempenho

Outro ponto interessante do Modo Xbox envolve possíveis ganhos de desempenho para jogos. Testes iniciais indicam que o modo de tela cheia reduz alguns processos do desktop do Windows e libera recursos adicionais para o sistema.

Segundo testes preliminares, o recurso pode liberar cerca de 1 a 2 GB de memória RAM, dependendo da configuração do computador. Isso acontece porque alguns elementos visuais e serviços do desktop deixam de ser executados enquanto o modo está ativo.

Na prática, isso pode ajudar a melhorar a estabilidade em certos jogos ou reduzir pequenas quedas de desempenho. Embora não transforme um PC fraco em uma máquina poderosa, a mudança pode tornar a experiência mais eficiente.

Xbox promete preservar jogos de quatro gerações

Além das novidades tecnológicas, a Microsoft também reforçou seu compromisso com a preservação da biblioteca histórica do Xbox. A empresa afirmou que pretende manter jogos de quatro gerações da plataforma jogáveis por muitos anos.

A iniciativa faz parte das comemorações pelos 25 anos da marca Xbox, celebrados em 2026. Segundo a companhia, novas formas de acessar alguns dos títulos mais icônicos da plataforma serão apresentadas ainda neste ano.

Imagem: Tom Warren/The Verge.

Embora os detalhes ainda não tenham sido totalmente revelados, a promessa reforça uma estratégia que a Microsoft já vinha adotando. Nos últimos anos, a empresa tem investido fortemente em retrocompatibilidade e em formas de manter jogos clássicos acessíveis.

Próxima geração do Xbox começa a tomar forma

Mesmo sem uma data oficial de lançamento, o Project Helix já começa a indicar o rumo da próxima geração de consoles da Microsoft. A estratégia combina hardware mais poderoso, integração profunda com PCs e uma evolução contínua do Windows como plataforma de jogos.

Ao mesmo tempo, tecnologias como DirectX, DirectStorage e novas ferramentas de desenvolvimento mostram que a empresa também está investindo na infraestrutura por trás dos jogos visando facilitar a vida dos desenvolvedores. Esse conjunto de iniciativas indica que o futuro do Xbox pode ser cada vez mais conectado entre console, PC e nuvem – algo que já se ensaiou na atual geração dos consoles.

Com dev kits previstos para 2027 e novas informações prometidas para os próximos meses, a Microsoft parece estar apenas começando a revelar seus planos. A próxima geração do Xbox ainda está distante, mas já começa a ganhar forma nos bastidores da indústria. Resta agora esperar por uma data de lançamento oficial e o que mais importa para o consumidor final: o preço.

E aí, o que você achou do Project Helix e das novidades da Microsoft? Comente nas redes sociais do Voxel e do TecMundo!

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Solasta 2 chega ao acesso antecipado com evoluções e gráficos da Unreal 5: “Outro nível”

11 de Março de 2026, 16:27

Um dos lançamentos mais aguardados do ano para fãs de RPGs está chegando: Solasta 2, sequência do RPG tático Solasta: Crown of the Magister, inicia seu acesso antecipado no PC nesta quarta-feira (12) na Steam. Desenvolvido pela Tactical Adventures, o jogo promete expandir a fórmula do primeiro título com melhorias técnicas significativas — incluindo uma migração completa para a Unreal Engine 5.

Conhecido por sua fidelidade às regras do RPG de mesa mais popular do mundo, o primeiro Solasta conquistou uma comunidade dedicada e passou a ser frequentemente comparado a gigantes do gênero, como o premiado Baldur’s Gate 3, especialmente por seu sistema tático de combate e foco em decisões narrativas. Agora, a sequência tenta ir além da base construída em 2021, que deixou a Unity de lado para garantir mais possibilidades no desenvolvimento.

Em entrevista ao Voxel, o CEO da Tactical Adventures, Mathieu Girard, e o chefe de marketing Pierre Worgague falaram sobre os desafios técnicos do novo jogo, a mudança de tecnologia e o escopo relativamente enxuto do estúdio responsável pela produção.

Solasta 2 chega ao acesso antecipado nesta semana

Solasta 2 será lançado em acesso antecipado no PC no dia 12 de março, permitindo que jogadores experimentem uma versão inicial da campanha enquanto o desenvolvimento continua ao longo dos próximos meses. Mesmo com o lançamento limitado, o game já chegará com muito conteúdo.

A versão inicial de acesso antecipado traz parte do Ato 1 da campanha, permitindo que jogadores criem seu grupo de aventureiros e explorem uma região inicial do continente de Neokos. Ao todo, os jogadores poderão aproveitar cerca de 10 a 15 horas de conteúdo, com mais novidades chegando nos próximos meses.

Nesse estágio, o nível máximo será 4, e a criação de personagens inclui seis classes e quatro ancestralidades. A Tactical Adventures afirma que mais opções serão adicionadas gradualmente ao longo do desenvolvimento.

Além disso, o jogo também chega com diálogos dublados, incluindo nomes famosos dos games no elenco:

  • Devora Wilde como Deorcas Colwall
  • Ben Starr como Rickard Colwall
  • Ellen Thomas como Anabasia
  • Amelia Tyler como Shadwyn

A versão final, prevista para o lançamento 1.0, terá campanha completa, nível máximo 10, mais classes, magias, locais, monstros e uma variedade maior de missões secundárias. Segundo o estúdio, a ideia é repetir a estratégia adotada no primeiro jogo: usar o feedback da comunidade para moldar a versão final. 

Durante o período de acesso antecipado — que deve durar cerca de um ano — o título receberá atualizações frequentes com novos conteúdos e ajustes de jogabilidade. Assim, os jogadores terão motivos para revisitar o game com frequência, segundo o estúdio.

Entre as novidades previstas estão multiplayer cooperativo online, novas classes jogáveis, ancestralidades, monstros, áreas inéditas e missões adicionais, além de melhorias de qualidade de vida e mudanças sugeridas pelos próprios jogadores.

A mudança para a Unreal Engine 5

Um dos maiores saltos técnicos de Solasta 2 está na mudança de motor gráfico, uma mudança “estratégica” do estúdio. O primeiro jogo foi desenvolvido na Unity, enquanto a sequência utiliza a Unreal Engine 5, o que permitiu ao time elevar a franquia para “outro nível”.

Segundo Mathieu Girard, a decisão foi estratégica para permitir que o estúdio evoluísse tecnologicamente. “A decisão foi colocar o estúdio em uma trajetória para o próximo nível. Estávamos, de certa forma, limitados pela tecnologia.”

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O CEO explica que a nova engine abriu portas principalmente no campo visual e na criação de ambientes mais complexos. “A Unreal Engine 5 permite ir muito mais longe em termos de renderização e possibilidades.”

Ambientes mais vivos e detalhados

Com a nova tecnologia, Solasta 2 busca apresentar um mundo muito mais rico visualmente. No primeiro jogo, o ambiente era construído de maneira bastante rígida, seguindo uma lógica de blocos.

“No primeiro Solasta, o ambiente era muito ‘cúbico’, com áreas projetadas em blocos de cinco por cinco pés. Agora tudo é muito mais orgânico e natural, com inclinações irregulares e rochas arredondadas”, explica o comandante do estúdio.

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Essa mudança também impacta diretamente na ambientação. A equipe diz ter buscado um mundo mais vivo e detalhado, com objetos decorativos, interiores mais complexos e cidades mais movimentadas.

Além disso, a iluminação da Unreal Engine 5 permite criar ambientes internos e externos mais realistas, além de simular diferentes condições de luz durante a aventura, de acordo com Girard.

Personagens e cidades mais dinâmicas

Outro foco da equipe foi melhorar significativamente o visual dos personagens, um ponto criticado no primeiro jogo. Segundo Girard, o estúdio investiu pesado em modelagem, iluminação e animações, além de detalhes sutis que ajudam a tornar os personagens mais expressivos.

“Foi um esforço enorme melhorar o visual dos personagens, com iluminação adequada, animações melhores e até pequenos detalhes como reflexos nos olhos.” As cidades também ficaram mais movimentadas incluindo mais personagens simultâneos para popular o ambiente.

Os desafios de abandonar a Unity

Apesar dos benefícios, a mudança de tecnologia trouxe desafios significativos para a equipe. Girard afirma que a Unreal Engine oferece muito mais possibilidades, mas também exige mais cuidado técnico durante o desenvolvimento.

“Eu não imaginava que seria tão difícil. Não é um problema de qualidade ou estabilidade, mas de possibilidades — você pode fazer tantas coisas que acaba caindo em todas as armadilhas da engine”, explica o desenvolvedor.

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Um dos pontos citados foi o uso de C++, que pode causar travamentos quando há erros no código. “Na Unreal, se você comete um erro no código C++, o jogo simplesmente trava. Na Unity, muitas vezes aparecia apenas uma linha vermelha no console e o jogo continuava rodando.”

Mesmo assim, o desenvolvedor acredita que a troca valeu a pena. “No final, a mudança liberou a criatividade dos artistas e designers. Em termos de efeitos visuais e animações, tudo é mais poderoso.”

Um estúdio pequeno por trás de um RPG ambicioso

Apesar do escopo crescente da sequência, a Tactical Adventures ainda é um estúdio relativamente pequeno. Segundo Pierre Worgague, a equipe principal conta com pouco mais de 30 pessoas, a maioria baseada em Paris.

"A maior parte da equipe está em Paris — caberíamos todos em uma sala de reunião”, brincou o chefe de marketing. Mathieu Girard acrescenta que parte do desenvolvimento também conta com parceiros externos.

“A maior parte da equipe está em Paris — caberíamos todos em uma sala de reunião”

“Temos 37 pessoas na equipe principal, mas cerca de seis não trabalham diretamente na produção. Com parceiros externos — artistas, QA, consultores de interface e áudio — algo como 50 pessoas trabalham no jogo.”

Mesmo com recursos limitados, o estúdio espera que Solasta 2 consiga ampliar o alcance da franquia e conquistar fãs de RPG tático que buscam experiências próximas às campanhas de mesa. 

Solasta 2 é pesado?

Mesmo feito por uma equipe pequena e na Unreal 5, que é conhecida por ser pesada, o jogo promete não ser desafiador no hardware. Durante o período de acesso antecipado, o título conta com os seguintes requisitos.

Requisitos Mínimos:

  • Requer um processador e sistema operacional de 64 bits
  • SO: Windows 10 64-bit
  • Processador: Intel Core i7-8700K / AMD Ryzen 5 2600X
  • Memória: 16 GB de RAM
  • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 1070 8 GB / AMD Radeon 5700 8 GB
  • DirectX: Versão 12
  • Armazenamento: 40 GB de espaço disponível
  • Outras observações: SSD é exigido

Requisitos Recomendados:

  • Requer um processador e sistema operacional de 64 bits
  • SO: Windows 11
  • Processador: Intel Core i7-13700K / AMD Ryzen 9 7900X
  • Memória: 16 GB de RAM
  • Placa de vídeo: Nvidia GeForce 2070 10 GB / AMD Radeon 5700 16 GB
  • DirectX: Versão 12
  • Armazenamento: 40 GB de espaço disponível
  • Outras observações: SSD exigido

Para muitos gamers mais antigos, o maior limitador de Solasta 2 pode ser o SSD, exigido até mesmo nas especificações mínimas. No entanto, vale ressaltar que muita coisa pode mudar no game, já que estamos falando de um título em acesso antecipado, que pode contar com vários bugs.

Enquanto Solasta 2 só estará disponível para compra nesta quinta-feira (12) uma demo grátis já está disponível para baixar agora mesmo, o que permite já ir testando o título antes do início do early access. E aí, você vai dar uma chance para o game no Acesso Antecipado ou vai esperar o lançamento completo?

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Agente Secreto: Final da Netflix revela detalhes sobre destino de Armando

11 de Março de 2026, 11:15

O filme O Agente Secreto voltou a chamar atenção do público após chegar à Netflix no último sábado (07). O longa brasileiro, estrelado por Wagner Moura, já tinha gerado discussões desde o lançamento nos cinemas, mas a versão do streaming trouxe um detalhe curioso: a possibilidade de pausar o final e analisar uma pista importante sobre o destino do protagonista.

O desfecho do filme mostra rapidamente uma página de jornal que explica o que aconteceu com Armando de Melo Solimões, personagem vivido por Moura. Nas salas de cinema, a cena passa tão rápido que poucos espectadores conseguem ler o conteúdo completo da reportagem exibida na tela.

Agora, com o filme disponível em casa, muitos fãs começaram a pausar a cena para observar o texto com calma — e descobrir que ele revela detalhes bastante claros sobre a morte do personagem. O pequeno recorte de jornal funciona quase como um documento histórico dentro da narrativa e reforça a crítica do filme aos silenciamentos da ditadura militar brasileira.

A seguir, confira mais detalhes sobre o final do filme indicado ao Oscar – com muitos spoilers.

O que acontece com Armando no final de O Agente Secreto?

Ao longo da trama de O Agente Secreto, Armando — que vive sob o nome falso de Marcelo — tenta reconstruir sua vida enquanto foge de inimigos ligados ao regime militar. Ex-professor universitário e pesquisador, ele se esconde no Recife e passa a trabalhar como arquivista no Instituto de Identificação da Secretaria de Segurança Pública.

A narrativa acompanha a paranoia e o cerco se fechando ao redor do personagem, culminando em confrontos violentos com assassinos contratados por um empresário ligado à ditadura. Apesar de sobreviver a alguns desses encontros, o filme não mostra diretamente o momento de sua morte.

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Em vez disso, a revelação aparece apenas em um salto temporal décadas depois, quando pesquisadores tentam reconstruir a trajetória de Armando por meio de documentos. É justamente nesse momento que surge rapidamente a imagem do jornal, confirmando que o personagem foi assassinado em 1977.

Reportagem do jornal revela detalhes da morte de Armando

A reportagem exibida na tela descreve o assassinato de Armando como um crime brutal ocorrido em um prédio residencial na Zona Norte do Recife. Segundo o texto, o pesquisador teria sido seguido do trabalho até sua residência e morto com quatro tiros.

O jornal afirma que ele estava vivendo sob a identidade de “Marcelo”, nome que usava enquanto trabalhava no Serviço de Identificação da Secretaria de Segurança Pública. O delegado responsável pelo caso sugere que Armando estava fugindo de acusações de corrupção, uma versão que pode indicar tentativa de encobrir o verdadeiro motivo do crime.

Outro ponto revelado é que colegas de trabalho o descreviam como um homem desconfiado e isolado nos dias anteriores ao assassinato. Uma testemunha afirma que, no dia do crime, ele ficou nervoso ao perceber alguém procurando por ele na recepção do prédio.

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A reportagem também menciona detalhes de sua vida pessoal, como o fato de ele ser viúvo e ter um filho pequeno chamado Fernando, que vivia com os avós maternos no Recife. Essa informação conecta diretamente o destino do personagem ao epílogo do filme, quando vemos o filho já adulto tentando lidar com o passado.

Texto completo da reportagem mostrada no filme

A tranquilidade de um edifício residencial na Zona Norte do Recife se transformou em cena de filme de gângster. Um pesquisador recém-chegado à capital pernambucana foi morto com quatro tiros depois de ser seguido do trabalho até o local, onde residia há apenas uma semana. O pátio do prédio virou um rio de sangue.

O homem, que estava com 43 anos, se apresentava como Marcelo, mas seu verdadeiro nome era Armando de Melo Solimões, como registrado em sua identidade. Segundo o delegado que está à frente do caso, Marcos Borba, ele era acusado de corrupção. “Veio para cá fugido. Desviava recursos dos órgãos públicos destinados a pesquisas”, comentou o delegado. O crime está sendo tratado como queima de arquivo.

Foi com o nome de Marcelo que o morto foi trabalhar como arquivista no Serviço de Identificação da Secretaria de Segurança Pública, no Centro do Recife, logo depois de assumir. Um colega da repartição disse que, nesses poucos dias, ele não procurou se entrosar com os outros funcionários. “Ele estava o tempo todo desconfiado, de cara amarrada, não queria muito papo”, revelou a mulher. “No dia do crime mesmo ele ficou todo agitado quando viu um sujeito procurando por ele na recepção”, contou, implorando para não ser identificada.

Antes de viver em Brasília, Armando — que era natural de Pernambuco — foi professor do departamento de Pesquisa Histórica da Universidade Federal de Pernambuco. A reportagem apurou que ele era viúvo e tinha um filho, Fernando, de 8 anos, que vive com os avós maternos também na Zona Norte do Recife.

Final reforça crítica à ditadura militar

A escolha de revelar a morte de Armando apenas por meio de um recorte de jornal não é por acaso. Em entrevista, o diretor Kleber Mendonça Filho explicou que preferiu evitar um final tradicional para destacar como muitas histórias da ditadura terminaram sem respostas claras.

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No final de O Agente Secreto, vemos o filho de Armando, Fernando, falando com pesquisadora.

No universo do filme, a morte do protagonista se transforma apenas em mais uma pequena nota policial — algo frio e distante. A estratégia reforça a ideia de que inúmeras vidas foram apagadas durante o período, muitas vezes reduzidas a registros burocráticos ou reportagens esquecidas.

O desfecho do longa-metragem também conta com uma cena forte de Wagner Moura, que dá vida para a versão adulta de Fernando, o filho de Armando. Ao falar com uma pesquisadora que investigou o caso, o personagem diz que ela, interpretada por Laura Lufési, sabe mais da vida de seu pai que ele mesmo.

Assim, o final de O Agente Secreto funciona como um comentário poderoso sobre memória histórica. Ao permitir que o público descubra a verdade pausando a cena na Netflix, o filme transforma o espectador em um investigador — alguém que precisa olhar com atenção para reconstruir histórias que o tempo tentou apagar.

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Final explicado de Máquina de Guerra: Entenda desfecho do filme de ação da Netflix

10 de Março de 2026, 16:15

O filme Máquina de Guerra, nova produção de ação e ficção científica da Netflix estrelada por Alan Ritchson, chegou como um meteoro no streaming. O longa-metragem, que mistura treinamento militar intenso com uma ameaça extraterrestre inesperada, chegou ao topo dos filmes mais assistidos da plataforma, superando até mesmo O Agente Secreto, indicado ao Oscar.

A história acompanha um grupo de soldados que participa da fase final para entrar na elite dos Army Rangers dos Estados Unidos. Durante a última prova do treinamento, os candidatos são enviados para uma missão simulada atrás das linhas inimigas. O objetivo seria destruir uma aeronave capturada e resgatar um piloto, mas a situação foge completamente do controle quando eles encontram algo que não pertence à Terra.

Em vez de um alvo militar comum, os soldados acabam enfrentando uma máquina alienígena altamente letal, que começa a eliminar o grupo um por um. O confronto final define o destino dos personagens e ainda abre caminho para um possível futuro da franquia.

A seguir, confira o final explicado de Máquina de Guerra e o que esperar de uma possível sequência do longa-metragem.

Como termina Máquina de Guerra na Netflix

Enquanto o filme conta com um grande embate entre humanos contra uma grande máquina, o principal pano de fundo gira em torno do soldado 81, interpretado por Alan Ritchson. Após perder seu irmão em combate, ele resolve fazer o teste para se tornar um Ranger e cumprir uma promessa feita ao seu parceiro.

No entanto, o personagem enfrenta muitos desafios devido aos seus traumas de combate, evitando papéis de liderança e se isolando dos outros soldados fazendo o teste. Além disso, 81 também não consegue dormir a noite por causa de seus traumas.

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Ainda assim, o personagem consegue chegar até o final do processo seletivo e é obrigado a liderar um batalhão na última missão para o grupo ganhar a insígnia de Rangers. No entanto, a equipe acaba encontrando uma máquina alienígena mortal que desafia as habilidades do grupo, que estava sem armas para se defender. 

No clímax do filme, o protagonista enfrenta sozinho o robô alienígena, que matou praticamente todos os membros da equipe. Sem armas reais à disposição, ele precisa improvisar usando o ambiente ao redor para sobreviver – no maior estilo do filme Predador. 

Engenheiro militar, 81 percebe que a máquina possui um sistema de ventilação que mantém seu mecanismo funcionando – o que lembra a primeira cena do filme, quando ele ajuda o irmão a consertar um carro que superaqueceu. Essa descoberta se torna a chave para derrotar o inimigo durante a batalha.

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Usando um trator em uma pedreira, o soldado prende o robô contra uma parede de rochas. Em seguida, ele ativa uma esteira que despeja uma grande quantidade de pedras sobre o inimigo, bloqueando o sistema de ventilação e fazendo a máquina explodir.

Quem sobrevive à batalha contra o robô

O confronto contra a máquina alienígena é devastador para o grupo de candidatos. No fim da missão, apenas dois soldados sobrevivem ao ataque.

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O protagonista 81 consegue escapar com vida e também resgata 7, o líder do grupo, que fica gravemente ferido durante a batalha. Mesmo machucado, ele consegue sobreviver porque é carregado de volta até a base.

A sobrevivência do soldado número 7 é um aceno ao destino do irmão de 81, que morreu após o personagem não conseguir carregá-lo até a base depois de um ataque, em uma batalha anterior. 

Ao garantir a sobrevivência do novo amigo e concluir seu objetivo de ser um Ranger, 81 consegue superar seu trauma e finalmente descansar – o que é representado na cena final com ele dormindo no helicóptero enquanto vai até a próxima batalha.

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Além dos dois soldados, os oficiais Torres e Sheridan também permanecem vivos, mas eles não participaram diretamente da missão em campo e estavam supervisionando o treinamento à distância. Ainda assim, a dupla passou por apertos, já que a base também foi atacada por um robô alienígena.

O que realmente são as máquinas alienígenas

Quando 81 e 7 retornam à base, o filme revela que o robô derrotado era apenas uma pequena parte da ameaça. Antes da missão, cientistas acreditavam que um grande asteroide havia entrado na órbita da Terra.

Na verdade, o objeto se fragmentou em diversas cápsulas alienígenas, que caíram em diferentes regiões do planeta. Cada uma dessas cápsulas se transforma em máquinas de guerra semelhantes à que o grupo de 81 enfrentou.

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Noticiários dentro do filme explicam que forças militares de vários países precisaram agir rapidamente para combater essa primeira onda de ataques. Mesmo assim, o conflito causou grandes perdas humanas e militares ao redor do mundo.

A Operação Global Shield e a guerra contra as máquinas

Governos do mundo inteiro formam uma coalizão militar chamada Operation Global Shield, criada para coordenar a defesa global contra as máquinas alienígenas. O objetivo é organizar tropas, evacuar cidades e preparar novas linhas de combate.

Como 81 conseguiu encarar uma máquina e derrotá-la sozinho, ele se torna peça-chave no combate contra os alienígenas. Com isso, ele compartilha seu conhecimento sobre o superaquecimento dos robôs e é escalado novamente para a batalha.

O filme termina com 81 embarcando em um helicóptero Black Hawk ao lado de outros Rangers. O grupo segue para uma nova missão, mostrando que a luta contra os invasores está apenas começando.

O final indica uma continuação?

Com esse desfecho, o final deixa espaço claro para uma sequência. Um noticiário revela que milhares de outras cápsulas alienígenas estão a caminho da Terra, sugerindo que o ataque visto no filme foi apenas o começo.

Isso indica que uma nova história em um possível “Máquina de Guerra 2” poderia mostrar um conflito muito maior entre a humanidade e os invasores. Com isso em mente, caso aconteça uma continuação, a escala da guerra provavelmente seria bem mais ampla.

Assim, Máquina de Guerra termina fechando o arco do protagonista, mas deixa o futuro da humanidade em aberto. Com isso em mente, caso a Netflix resolva investir em uma sequência, a produção pode trazer não apenas o personagem de Ritchson, mas até mesmo outras histórias ambientadas no mesmo universo. 

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Em entrevista ao Screenrant, Alan Ritchson disse que já possui muitos planos para a sequência. “Temos um plano completo”, disse o astro, que também vive o personagem Reacher em uma série do Prime Video.

O diretor Patrick Hughes também é acostumado a trabalhar com sequências em franquias renomadas, como Mercenários. De acordo com o cineasta, basta a Netflix dar um aval para a sequência acontecer.

“É impossível, como escritor, não pensar nisso. Eu me apaixonei pelo personagem do 81 e por todo o universo que ele está vivenciando”, explica o diretor. "Então, se eu receber essa ligação, sim, estou pronto para aceitar."

 

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As séries de Vorcaro: 5 produções do streaming mencionadas nas mensagens vazadas

10 de Março de 2026, 10:17

O nome de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, voltou aos holofotes após o vazamento de mensagens encontradas em celulares apreendidos pela Polícia Federal (PF). O material veio à tona durante desdobramentos da Operação Compliance Zero e acabou circulando amplamente na imprensa e nas redes sociais, revelando conversas privadas do empresário com diversos contatos — inclusive trocas de mensagens com sua então namorada, a influenciadora Martha Graeff.

Parte das discussões ganhou destaque porque mencionava uma suposta troca de mensagens com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O próprio ministro negou ter recebido qualquer conteúdo, e o STF afirmou em nota que análises técnicas não identificaram mensagens associadas ao contato do magistrado nos arquivos apreendidos.

Além dos trâmites políticos, as conversas divulgadas também incluem trechos bem mais cotidianos, mostrando um lado mais “humano” de Vorcaro. Durante as conversas com a namorada, por exemplo, é possível ver que o casal gostava de assistir e comentar produções do cinema e streaming, principalmente lançamentos da Netfflix. 

Analisadas pelo Minha Série, as mensagens que foram trocadas entre 2024 e 2025 ainda mostram o casal comentando diferentes produções, além de algumas indicações de séries realizadas pelo banqueiro para a sua cônjuge da época. Em um momento, Vorcaro também revela que assistia uma série sobre um esquema de corrupção com um cartel nos Estados Unidos, pouco antes de entrar em uma reunião com um ministro, em 2024.

Confira, a seguir, as produções mencionadas no vazamento.

Ripley (Netflix)

Uma das produções citadas nas conversas é Ripley, minissérie da Netflix lançada em 2024 que rapidamente se tornou um dos títulos mais elogiados do streaming naquele ano.

Estrelada por Andrew Scott, a trama acompanha Tom Ripley, um golpista que vive em Nova York nos anos 1960 e recebe a missão de viajar à Itália para convencer o filho de um homem rico a voltar para casa. No entanto, o plano rapidamente se transforma em uma teia de mentiras, fraudes e crimes.

A série chamou atenção pela estética em preto e branco, pelo clima de suspense psicológico e pelas atuações elogiadas. Ripley também conquistou indicações e prêmios importantes, consolidando-se como uma das produções mais comentadas do streaming em 2024.

Senna (Netflix)

Outro título mencionado nas mensagens é Senna, minissérie da Netflix baseada na trajetória do lendário piloto brasileiro Ayrton Senna. A produção fez muito sucesso no streaming, o que explica a popularidade até mesmo nos mais altos escalões da sociedade.

A série dramatiza momentos marcantes da carreira do tricampeão mundial de Fórmula 1, desde seus primeiros passos no automobilismo até o auge nas pistas internacionais. O papel principal é interpretado por Gabriel Leone, que dá vida ao ídolo brasileiro em diferentes fases da carreira.

Em uma das conversas vazadas, Vorcaro descreve Senna como a “melhor série para assistir”, indicando a produção para a namorada. 

The Chosen (Prime Video)

As mensagens também mostram que o casal ocasionalmente conversava sobre religião e igreja. Nesse contexto aparece The Chosen, série que dramatiza a história de Jesus Cristo.

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Criada por Dallas Jenkins, a produção se destaca por acompanhar não apenas a trajetória de Jesus, mas também a perspectiva de pessoas que conviveram com ele. Ambientada na Judeia do século I, sob domínio romano, a série explora ensinamentos e conflitos da época.

The Chosen ganhou grande popularidade global ao longo dos anos e se tornou um fenômeno entre produções religiosas, sendo exibida em diferentes plataformas e até em sessões especiais de cinema em alguns países. No Brasil, é possível conferir a série pelo Prime Video.

Cowboy Cartel (Apple TV)

Entre as produções citadas nas conversas está também Cowboy Cartel, série documental do Apple TV lançada em 2024. A trama acompanha um agente novato do FBI que descobre um esquema milionário de lavagem de dinheiro envolvendo o cartel mexicano Los Zetas e o mercado de corridas de cavalos da raça American Quarter Horse nos Estados Unidos.

Em uma das mensagens datadas de 14 de setembro de 2024, Vorcaro comenta que estava assistindo à série, mas interrompeu o episódio repentinamente: “o ministro tá chegando em casa. Vou reunir rapidinho”.

Acima de Qualquer Suspeita (Apple TV)

Outra recomendação feita por Vorcaro nas mensagens foi Acima de Qualquer Suspeita (Presumed Innocent), série de suspense do Apple TV+ estrelada por Jake Gyllenhaal. Vorcaro indicou a série para a namorada em 16 de novembro de 2024 — e o enredo envolve justamente temas como crimes, investigação e suspeitas dentro de instituições legais.

A trama acompanha um assassinato que abala o escritório de promotores de Chicago quando um dos próprios colegas se torna o principal suspeito do crime. A investigação expõe segredos, rivalidades e dilemas morais dentro do sistema judicial.

Vazamento de mensagens também levanta debate sobre privacidade

Além das repercussões políticas e jurídicas, o caso do Banco Master também está levantando debates sobre privacidade. A defesa de Martha Graeff afirmou que a divulgação das mensagens íntimas representa uma “grave violência” contra a influenciadora, já que as conversas não teriam relação direta com a investigação.

Segundo os advogados, a exposição de trechos da vida privada do casal viola princípios constitucionais ligados à intimidade. Eles também afirmaram que estudam medidas judiciais contra a circulação das mensagens nas redes sociais.

Enquanto a investigação segue em andamento, toda a situação mostra um detalhe curioso: mesmo em meio a discussões sérias e trâmites judiciais e políticos, as séries estão presentes no cotidiano brasileiro, seja em conversas de casal ou antes de reuniões de negócios com ministros.

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Steam libera jogo grátis com ótimas avaliações! Resgate agora (10)

10 de Março de 2026, 09:18

A Steam liberou mais um jogo grátis por tempo limitado para os usuários de PC. Desta vez, quem entrou na lista de promoções da plataforma foi Deponia, clássico adventure point-and-click da Daedalic Entertainment que pode ser resgatado sem custo até 16 de março, às 14h (horário de Brasília).

Normalmente vendido por R$ 19,99, o game está com 100% de desconto durante a promoção. Isso significa que qualquer pessoa pode adicioná-lo à biblioteca digital sem pagar nada — e, após o resgate dentro do prazo, o título fica para sempre na conta.

Lançado originalmente em 2012, Deponia é um adventure narrativo com foco em puzzles e diálogos. O jogo também mantém avaliações “Muito positivas” na Steam, incluindo centenas de análises em português do Brasil, o que ajuda a explicar por que ele continua sendo lembrado pelos fãs do gênero.

Como resgatar o jogo grátis na Steam

Captura de tela nº 1

Para garantir Deponia gratuitamente, basta acessar a página do jogo na Steam e clicar em “Adicionar à conta” enquanto a promoção estiver ativa.

O título pode ser resgatado até 16 de março, às 14h. Depois disso, o preço volta ao normal — então vale correr se você quer aumentar a biblioteca de jogos sem gastar nada.

Deponia traz aventura cômica em um planeta coberto de lixo

Com legendas em português brasileiro, a história acompanha Rufus, um morador de Deponia, um planeta que se tornou um gigantesco lixão. Vivendo entre pilhas de sucata e na parte mais pobre da sociedade, o personagem sonha em deixar o lugar e chegar à cidade flutuante onde vivem os ricos.

Tudo muda quando Goal, uma jovem da elite que vive nas alturas, cai acidentalmente no mundo de lixo abaixo. Vendo ali sua chance de escapar da vida miserável, Rufus decide ajudá-la a voltar para casa — mas logo descobre que as coisas são bem mais complicadas do que parecem.

Captura de tela nº 3

Com humor absurdo, personagens excêntricos e situações improváveis, o jogo constrói uma narrativa cheia de diálogos e puzzles, misturando romance, sátira e aventura. Para quem curte títulos focados em história, a promoção pode ser uma boa pedida. 

Um dos grandes destaques de Deponia é o visual 2D desenhado à mão, com estética que lembra quadrinhos e animações tradicionais. A direção artística ajuda a reforçar o tom humorístico da história e a personalidade dos personagens.

A narrativa também se inspira em obras conhecidas da ficção científica e do humor britânico, lembrando trabalhos de Douglas Adams (O Guia do Mochileiro das Galáxias) e Terry Pratchett (Discworld), além do estilo irreverente visto em animações de Matt Groening, como Os Simpsons e Futurama.

Requisitos para rodar Deponia no PC

Outro ponto positivo é que Deponia tem requisitos bastante modestos, o que significa que ele roda até mesmo em computadores mais antigos.

No PC, o mínimo inclui 2 GB de RAM, processador de cerca de 2 GHz e placa de vídeo compatível com OpenGL 2.0. O jogo também ocupa cerca de 5 GB de armazenamento. Além de Windows, o título também possui versões para macOS e Linux, ampliando a compatibilidade para diferentes sistemas.

Windows (mínimo):

  • Sistema operacional: Windows Vista ou Windows 7
  • Processador: 2,5 GHz (Single Core) ou 2 GHz (Dual Core)
  • Memória: 2 GB de RAM
  • Placa de vídeo: compatível com OpenGL 2.0 com 512 MB de VRAM
  • DirectX: versão 9.0c
  • Armazenamento: 5 GB de espaço disponível
  • Som: compatível com DirectX

Windows (recomendado):

  • Sistema operacional: Windows Vista ou Windows 7
  • Processador: 2,5 GHz (Single Core) ou 2 GHz (Dual Core)
  • Memória: 4 GB de RAM
  • Placa de vídeo: compatível com OpenGL 2.0 com 512 MB de VRAM
  • DirectX: versão 9.0c
  • Armazenamento: 5 GB de espaço disponível
  • Som: compatível com DirectX

macOS (mínimo):

  • Sistema operacional: macOS X Lion (10.7)
  • Processador: Intel Dual Core de 2 GHz
  • Memória: 2 GB de RAM
  • Armazenamento: 3,5 GB de espaço disponível

Linux (mínimo):

  • Sistema operacional: Ubuntu 12.04 ou 14.04 (64-bit)
  • Processador: 2,5 GHz (Single Core) ou 2 GHz (Dual Core)
  • Memória: 2 GB de RAM
  • Placa de vídeo: compatível com OpenGL 2.0 com 256 MB de VRAM
  • Armazenamento: entre 1,8 GB e 3,5 GB de espaço disponível
  • Som: compatível com OpenAL

E aí, você vai resgatar Deponia de graça na Steam? Além do jogo grátis na loja da Valve, você também pode garantir títulos sem custos na Epic Store agora mesmo.

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EA realiza demissões em estúdios de Battlefield mesmo após sucesso de BF6

9 de Março de 2026, 16:15

A Electronic Arts realizou uma nova rodada de demissões dentro da divisão responsável pela franquia Battlefield. Os cortes atingem funcionários de diferentes equipes que trabalham na série, mesmo poucos meses após o lançamento de Battlefield 6, um dos jogos mais vendidos de 2025.

Segundo informações divulgadas pelo site IGN, profissionais de estúdios como Criterion, DICE, Ripple Effect e Motive foram afetados pelas mudanças. O número exato de pessoas demitidas não foi revelado, mas a medida faz parte de um processo interno de “realinhamento” das equipes que continuam dando suporte ao jogo.

Em comunicado, a EA afirmou que as alterações buscam reorganizar os estúdios para focar nas prioridades da comunidade de jogadores. A empresa reforçou que Battlefield continua sendo uma das principais franquias da companhia e que o suporte ao jogo seguirá ativo.

“Fizemos algumas mudanças pontuais na nossa organização do Battlefield para alinhar melhor as nossas equipes em torno do que é mais importante para a nossa comunidade”, diz o comunicado. “Battlefield continua sendo uma das nossas maiores prioridades e seguimos investindo na franquia, guiados pelo feedback dos jogadores e pelas informações do Battlefield Labs.”

Demissões atingem vários estúdios da franquia Battlefield

De acordo com as informações, os cortes ocorreram em diferentes departamentos espalhados entre os quatro estúdios envolvidos na produção e manutenção de Battlefield 6. Apesar das demissões, todas as equipes devem continuar operando normalmente – nenhum estúdio foi fechado ou teve seus trabalhos interrompidos.

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Procurada para comentar a situação, a EA declarou que realizou “mudanças seletivas” na organização de Battlefield para alinhar melhor os times com as demandas dos jogadores. A empresa também destacou que continua investindo na franquia e utilizando feedback da comunidade para guiar atualizações futuras.

Battlefield 6 teve lançamento forte, mas enfrentou críticas

Lançado em outubro de 2025, Battlefield 6 registrou um início extremamente positivo. O jogo vendeu cerca de 7 milhões de cópias em apenas três dias e se tornou o lançamento mais bem-sucedido da história da série, além de liderar as vendas nos Estados Unidos no ano passado.

Apesar do começo promissor, os meses seguintes trouxeram alguns desafios para o título. Parte da comunidade criticou atualizações do jogo, incluindo mudanças na movimentação, cosméticos e decisões relacionadas à monetização.

Essas discussões acabaram refletindo também na avaliação do jogo em plataformas digitais. Na Steam, por exemplo, as análises de usuários passaram de “Majoritariamente positivas” para “Mistas” após uma sequência de críticas e controvérsias envolvendo patches recentes.

Queda de jogadores e ajustes no roadmap

Outro sinal de desaceleração veio da atividade dos jogadores na Steam. No lançamento, Battlefield 6 chegou a registrar um pico de mais de 747 mil usuários simultâneos. Atualmente, os números giram na casa das dezenas de milhares, com picos recentes próximos de 67 mil jogadores.

Embora esses dados representem apenas uma parte do público — já que o jogo também está disponível no PlayStation 5 e Xbox Series X|S — eles indicam uma queda significativa após o período inicial de estreia do título.

Diante das críticas, a equipe decidiu adiar o início da segunda temporada do jogo para ganhar mais tempo e implementar melhorias – antes prevista para janeiro, a season só chegou na metade de fevereiro. A EA também divulgou um novo roadmap de atualizações com planos para os próximos meses.

Mudanças acontecem em meio a fase turbulenta da franquia

As demissões também ocorrem em um momento sensível para a franquia. No final de 2025, o diretor da série Battlefield, Vince Zampella, morreu em um acidente de carro, um acontecimento que abalou a equipe responsável pelo jogo.

Além disso, a Electronic Arts está em processo de aquisição por um grupo de investidores liderado pelo fundo soberano da Arábia Saudita, em um acordo estimado em cerca de US$ 55 bilhões. Internamente, no entanto, a empresa afirma que as demissões não estão relacionadas à negociação.

Mesmo com os desafios recentes, a EA reforça que Battlefield segue como uma de suas maiores prioridades e que continuará recebendo suporte e atualizações nos próximos meses. Resta agora aguardar por mais novidades da franquia para conferir se os layoffs terão impacto em futuros conteúdos.

Battlefield 6 está disponível para jogar no PC, PS5 e Xbox Series S e X. E aí, você continua no game ou já partiu para outra? Comenta aí!

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Crítica: Máquina de Guerra é o filme mais heterossexual da Netflix

9 de Março de 2026, 15:18

A Netflix é conhecida por ter um catálogo vasto de produções que vão desde lançamentos independentes até grandes blockbusters estrelados por estrelas do cinema. Para o fim de semana do dia da mulher, a empresa lançou uma aposta peculiar: Máquina de Guerra, que pode ser considerado um dos filmes mais heterossexuais já produzidos pela empresa.

Enquanto filmes não possuem sexualidade e o longa pode agradar todos os públicos, a produção pressiona teclas que com certeza vão agradar o público masculino – e falo isso por experiência própria. Dirigido por Patrick Hughes, responsável por Mercenários, o filme coloca Alan Ritchson, o ator do tamanho de um armário conhecido por Reacher, interpretar um militar que luta contra um robô gigante alienígena.

A premissa acaba lembrando bastante os primórdios da franquia Predador, mas o filme tenta dar mais profundidade para a história com o lado militar do seu protagonista. O resultado é um filme totalmente másculo e que pode ser divertido, apesar de toda a tradicional “propaganda militar” dos Estados Unidos e a superficialidade esperada desse tipo de obra.

Um Predador moderno, mas inferior

Como é possível ver no trailer de Máquina de Guerra, o filme claramente passa uma vibe de “Predador moderno”. A premissa do longa-metragem traz um engenheiro militar que passou por um grande trauma tentando entrar nos Rangers, uma força de elite do exército dos EUA. No entanto, uma força alienígena acaba interferindo na última missão de seu batalhão.

O soldado 81, como o personagem de Ritchson é chamado, realiza o teste final no meio da floresta com seus colegas de equipe, isolado de seus comandantes e sem um arsenal para se defender das ameaças da natureza. No entanto, uma máquina robótica assassina do espaço pousa no local. Sem comunicação ou armas, o grupo precisa lidar com a monstruosidade para garantir sua sobrevivência – e o bem da humanidade.

Em seu âmago, o filme até conta com um “tempero” de Predador, mas a narrativa vai se distanciando com o passar do tempo. Enquanto o monstro da Fox, que hoje pertence à Disney, possui a missão de caçar por esporte, a máquina de guerra da Netflix não conta com propósitos muito claros além da destruição – algo que só é elaborado, bem de leve, no final.

Outro ponto que poderia ser mais interessante é a própria máquina de guerra, que não parece tão ameaçadora assim. Enquanto o robô gigante é imponente e faz barulho ao assistir o filme em uma soundbar, a criatura não é muito criativa.

Durante o filme, a máquina de guerra utiliza mísseis, granadas e um raio de energia como arma. No fim das contas, a grande ameaça do filme parece um tanque de guerra, só que vindo de outro planeta. Se você já viu o mencionado Predador ou até mesmo produções como Guerra dos Mundos, a grande ameaça de Máquina de Guerra pode não parecer tão ameaçadora assim.

Traumas militares ganham foco no filme

Além de lançar um filme másculo durante o fim de semana do dia da mulher, a Netflix também tocou em um tópico sensível sem querer: a propaganda de guerra durante os conflitos entre Estados Unidos e Irã. O filme não mede esforços em mostrar a grandiosidade de ser um “Ranger” com um soldado superando dificuldades com seu propósito, mas não deixa de lado os traumas causados pela carreira militar.

Durante todo o filme, acompanhamos o soldado 81 lidando com eventos traumáticos de combates anteriores, tanto física quanto mentalmente. Mesmo sendo um recruta exemplar para as forças especiais dos Rangers, o personagem evita a liderança, comete equívocos e perde o sono todas as noites por causa de suas vivências no campo de batalha.

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Com cerca de duas horas de duração, o filme dedica bastante tempo para o desenvolvimento militar da trama, com belas imagens em florestas e campos abertos. Ainda assim, mesmo apresentando uma dezena de soldados, você só vai lembrar de alguns até o final da jornada, pois todos são bem descartáveis para a história. 

Assim, o filme possui uma ameaça que poderia ser melhor e um grupo de protagonistas mal explorado, com apenas Ritchson ganhando um desenvolvimento real, mas que se calça em alguns momentos inacreditáveis. Depois de passar por uma lesão no joelho, eu, pessoalmente falando, não consigo acreditar que o soldado 81 conseguiu correr uma maratona na floresta e subir montanhas após uma lesão exposta, por exemplo. É a magia de Hollywood em ação.

Vale a pena?

No fim das contas, Máquina de Guerra acaba sendo um palco para mostrar o ator Alan Ritchson em mais um papel como brutamontes, seguindo a linha de Reacher. E, se você já conhece o trabalho do ator, vai ficar satisfeito com a atuação entregue e a narrativa desenvolvida durante a trama.

No entanto, mesmo se você for o público-alvo, prepare-se para alguns momentos que "forçam a barra”. O filme usa algumas liberdades criativas para tornar o protagonista ainda mais heroico que já parece, o que rende cenas praticamente inacreditáveis em alguns momentos.

Infelizmente, esse mesmo espírito de liberdade criativa não é aplicado na criatura que ameaça a humanidade. O monstro é basicamente um grande tanque de guerra, perdendo a chance de entrar para o panteão de criaturas que marcaram a cultura pop, como o Exterminador do Futuro, o Predador e o Xenomorfo.

Graças a isso, o longa-metragem acaba sendo mais uma peça de entretenimento barato da Netflix, que pode até divertir o público, mas certamente vai cair no esquecimento em pouco tempo.

 

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O Oscar 2026 acontece neste domingo, 15 de março, e contará com cobertura ao vivo do Minha Série e Estadão. Você pode acompanhar a live no YouTube e conferir tudo sobre a noite mais aguardada do cinema com um time de cinéfilos e críticos renomados.

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Vovó gamer viraliza jogando Resident Evil Requiem aos 73 anos: “Nem é assustador”

6 de Março de 2026, 16:11

Resident Evil Requiem chegou ao PC e consoles recentemente e está fazendo sucesso, com mais de 5 milhões de cópias vendidas em poucos dias. Entre as pessoas que estão aproveitando a jornada de Leon e Grace, uma jogadora em especial está se destacando nas redes sociais: a “vovó gamer” Maria de Lourdes de Souza.

Aos 73 anos, ela possui mais de um milhão de seguidores nas redes sociais e está publicando vídeos com o novo game da Capcom. No entanto, um detalhe chama a atenção: ela não sente medo dos horrores enfrentados por Grace Ashcroft no começo da jornada, o que garante momentos engraçados.

Em entrevista ao Voxel, a idosa contou como está sendo a experiência com o game, além de trazer detalhes sobre a sua rotina como criadora de conteúdo nas redes sociais.

Dona Maria gostou de Requiem, mas ainda busca jogo realmente assustador

Apesar de estar se divertindo com o novo capítulo da franquia da Capcom, dona Maria admite que ainda espera encontrar um jogo capaz de realmente assustá-la. Segundo ela, Resident Evil Requiem é divertido, mas não chega a provocar sustos de verdade.

“Eu tô gostando, mas não é muito assustador”, contou durante a entrevista. “Eu queria assustar, levantar da cadeira correndo ou dar um grito, sei lá. Mas eu não consigo, eu sou tranquila.”

A criadora de conteúdo explica que até leva pequenos sustos em alguns momentos, mas nada que a faça parar de jogar. “Acontece alguma coisinha que seria o susto na hora, mas eu não levo susto. Só penso: ‘Ah, esse aqui foi o susto que eu tinha que tomar’”, brinca.

Do interior do Paraná para a internet

A história de dona Maria começou bem longe das redes sociais. Natural de Apucarana, no Paraná, ela vive atualmente em Ilha Solteira, no interior de São Paulo, onde construiu grande parte da vida.

“Eu sou paranaense, tenho 73 anos, tenho um filho e neto nenhum até agora”, contou, rindo, em entrevista ao Voxel. “Só tenho os netos da internet mesmo.”

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Antes da fama digital, a rotina foi marcada por muito trabalho. Ela explica que começou cedo e teve poucas oportunidades de estudo. “Eu trabalhei desde os 6 anos de idade. Morei no meio do mato até os 15 anos e estudei pouco”, relembra. 

Ao longo da vida, Maria atuou em diferentes funções, como trabalho doméstico, reciclagem e serviços na prefeitura. Hoje é dona de casa e cria conteúdo na internet com a ajuda do filho, Lucas, o que mudou a sua vida na terceira idade.

A pandemia mudou tudo

A virada para o mundo dos games aconteceu durante a pandemia, quando dona Maria perdeu o emprego e começou a buscar novas atividades para ocupar o tempo. “Eu sempre joguei paciência no computador, mesmo trabalhando. Mas na pandemia eu não tinha mais nada para fazer”, explicou.

Inicialmente, ela chegou a criar um canal de culinária no YouTube, mas o projeto acabou não engrenando. Foi então que o filho teve a ideia de começar a gravar vídeos com ela jogando. “Meu filho me ensinou. A gente começou no YouTube, mas lá é meio devagar”, conta.

A mudança para o TikTok foi decisiva. “Foi lá que deu certo. Desde o primeiro dia a gente viu que estava funcionando. Graças a Deus deu tudo certo”, lembra a criadora de conteúdo.

De Roblox até Red Dead 2

Hoje, dona Maria joga uma grande variedade de títulos nos vídeos publicados nas redes sociais. Em uma breve zapeada pelo seu perfil no TikTok ou no Instagram, é possível conferir títulos que vão desde grandes lançamentos, como Nioh 3 e o já mencionado Resident Evil Requiem, até clássicos como GTA.

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Entre os favoritos estão jogos populares entre diferentes gerações de jogadores, mostrando que não existem barreiras para a diversão. “Eu gosto muito de Roblox, é bem gostoso. Também tem Fortnite, Free Fire… tem tantos que às vezes eu nem lembro”, contou.

Durante a conversa, ela também citou Red Dead Redemption 2 como um dos preferidos. Segundo dona Maria, o “jogo do cavalo” é ótimo por causa da ambientação. “Eu adoro ver o espaço grande, muito capim, muito mato, árvore, casas velhas… eu gosto muito disso.”

“Videogame é para quem quiser jogar”

Além de divertir o público, dona Maria acredita que sua presença nas redes sociais ajuda a quebrar um estereótipo ainda comum: o de que videogames seriam apenas para jovens.

Para ela, a resposta é simples. “Eu acho que videogame é de todo mundo. De criança, de jovem e de idoso também. Para quem gosta, para quem quer”, afirmou.

Segundo a criadora de conteúdo, o mais importante é que a atividade faça bem para a pessoa. “Se o idoso gosta de jogar, acha engraçado e se sente feliz, quer o quê mais? Eu sou feliz jogando, pronto, acabou.”

“Às vezes a pessoa tem vontade, mas tem vergonha por causa da idade. Não precisa disso.”

Dona Maria também deixou uma mensagem para outras pessoas mais velhas que têm curiosidade sobre videogames, mas ainda sentem vergonha ou receio de começar. “Às vezes a pessoa tem vontade, mas tem vergonha por causa da idade. Não precisa disso”, aconselhou. 

“Se tiver alguém que ajude, vai aprendendo aos poucos, vai gostando cada vez mais.” Para ela, experimentar coisas novas pode trazer descobertas inesperadas. “Vai vendo um jogo aqui, outro ali, e vai se identificando. Eu acho muito bacana.”

A rotina além dos games

Apesar da popularidade na internet, a rotina de dona Maria vai muito além dos videogames. No dia a dia, ela divide o tempo entre a casa, atividades físicas, idas na igreja e cursos na própria cidade. “Eu faço hidroginástica três vezes por semana e faço exercícios também, tipo academia”, contou.

Além disso, ela também participa de atividades culturais e educacionais, para não ficar só na frente do computador. “Eu já fiz curso de xadrez, gosto de jogar dama, dominó… gosto muito dessas coisas.”

Mesmo com a vida movimentada, Dona Maria nutre um grande apreço pelas pessoas que a acompanham online e também deixou uma mensagem para os seus netos da internet. “Eu amo todos eles de coração mesmo”, disse. “Adoro quando me chamam de vovó.”

Segundo ela, a comunidade criada em torno dos vídeos é parte fundamental da motivação para continuar produzindo conteúdo. A idosa também deseja que todos sigam aproveitando o mundo dos games, independente da idade. “Se está sendo bom, então continuem jogando.”

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O Agente Secreto chega na Netflix neste sábado (07) com 4K e Dolby Vision

6 de Março de 2026, 10:09

Depois de uma trajetória de destaque nos cinemas e festivais internacionais, O Agente Secreto chega ao streaming neste sábado (7). O filme dirigido por Kleber Mendonça Filho estreia na Netflix amanhã, garantindo mais visibilidade antes do Oscar 2026.

Lançado nos cinemas brasileiros em novembro de 2025, o longa atraiu cerca de 2,5 milhões de espectadores e permaneceu por quatro meses em exibição contínua, figurando no Top 10 das bilheterias nacionais durante esse período. Agora, a chegada ao streaming marca uma nova etapa para o projeto, que passa a ficar disponível para assinantes de todo o país.

Além do sucesso nas telonas, o filme também acumulou reconhecimento em premiações internacionais. A produção soma mais de 75 prêmios e recebeu quatro indicações ao Oscar, consolidando-se como um dos títulos brasileiros mais comentados da temporada.

Filme chega ao streaming com qualidade 4K e Dolby Vision

Para a estreia no streaming, O Agente Secreto será disponibilizado na Netflix em versão masterizada em 4K com Dolby Vision HDR, tecnologia que oferece maior qualidade de imagem e contraste. Segundo a plataforma, essa versão foi preparada especialmente para o sistema de streaming, garantindo uma experiência audiovisual aprimorada para quem possui dispositivos compatíveis com HDR.

A estreia na Netflix faz parte da estratégia de distribuição do longa, que contou com a própria plataforma no seu financiamento. Com isso, o serviço de streaming garantiu a exibição exclusiva do filme para o público brasileiro após sua passagem pelas salas de cinema.

Segundo o diretor Kleber Mendonça Filho, a chegada ao streaming representa uma nova oportunidade para que o público descubra ou revisite a obra. “Depois de quatro meses em cartaz nos cinemas brasileiros, a chegada do filme à Netflix é uma oportunidade de nossa história ser descoberta por muita gente e revista por tantas outras pessoas que se sentiram sensibilizadas”, afirmou, em comunicado compartilhado pela Netflix.

Qual a história de O Agente Secreto?

Ambientado em 1977, durante o período da ditadura militar no Brasil, O Agente Secreto acompanha Marcelo, personagem interpretado por Wagner Moura. Na trama, ele é um professor especializado em tecnologia que deixa São Paulo e retorna ao Recife em busca de um recomeço — e também para fugir de um passado cercado de mistérios.

No entanto, ao chegar à cidade em pleno Carnaval, o protagonista percebe que a nova vida pode ser ainda mais perigosa do que imaginava. Entre vigilância política, perseguições e segredos do passado, Marcelo acaba envolvido em uma rede de conspirações que coloca sua vida e a de pessoas próximas em risco.

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Misturando drama, suspense e thriller político, o filme aborda temas como repressão, memória histórica, vigilância estatal e resistência, enquanto constrói um retrato sensível da sociedade brasileira durante um dos períodos mais delicados do país.

Quem está no elenco de O Agente Secreto?

Além de Wagner Moura no papel principal, o longa conta com um elenco de peso. Entre os destaques estão Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Alice Carvalho, Tânia Maria, Thomás Aquino e o ator alemão Udo Kier, que faleceu ano passado.

  • Wagner Moura como Armando / Marcelo / Fernando (presente)
  • Carlos Francisco como Seu Alexandre
  • Tânia Maria como Dona Sebastiana
  • Enzo Nunes como Fernando
  • Robério Diógenes como Euclides
  • Maria Fernanda Cândido como Elza
  • Gabriel Leone como Bobbi
  • Roney Villela como Augusto
  • Hermila Guedes como Claudia
  • Isabél Zuaa como Tereza Vitória
  • Licínio Januário como Antonio
  • Alice Carvalho como Fátima
  • Laura Lufési como Flavia
  • Thomás Aquino como Arlindo
  • Igor de Araújo como Sergio
  • Udo Kier como Hans
  • João Vitor Silva como Haroldo
  • Kaiony Venâncio como Vilmar
  • Suzy Lopes como Carmem
  • Buda Lira como Anízio
  • Beto Quirino como Guarda Desidério

O Agente Secreto tem chances no Oscar?

O filme teve estreia mundial no Festival de Cannes 2025, onde conquistou quatro prêmios importantes, incluindo Melhor Ator para Wagner Moura e Melhor Diretor para Kleber Mendonça Filho. Além disso, o longa venceu em premiações importantes, como o Critics Choice Awards e o Globo de Ouro.

Agora, o filme chega ao Oscar em 15 de março concorrendo em quatro categorias: Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Elenco e Melhor Ator, com Wagner Moura. Após tantas vitórias no circuito, o longa-metragem chega com chances de levar pelo menos algumas das categorias.

E aí, você já assistiu ao filme O Agente Secreto? Comente nas redes sociais do Minha Série a sua opinião!

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Parentesco de Silas e Sherlock vai além das telas em Jovem Sherlock

5 de Março de 2026, 19:45

A série Jovem Sherlock, nova aposta do Prime Video com produção ligada a Guy Ritchie, traz uma história de origem para um dos detetives mais famosos da ficção. Mas além do mistério e da ambientação na Inglaterra vitoriana, um detalhe curioso chama atenção nos bastidores: a relação familiar entre dois dos atores principais.

Na produção, Hero Fiennes Tiffin interpreta o jovem Sherlock Holmes, enquanto Joseph Fiennes dá vida a Silas Holmes, pai do protagonista. A coincidência não está apenas no sobrenome: os dois são tio e sobrinho na vida real, o que acabou adicionando uma camada extra de conexão às cenas em família.

Para Hero, trabalhar ao lado do tio foi uma experiência especial — e também um pouco intimidadora no início. O ator contou que sempre teve vontade de dividir um projeto com Joseph, mas que a responsabilidade de interpretar um personagem tão icônico trouxe certa pressão.

Relação familiar ajudou a criar química em cena

Em entrevista à People, Hero revelou que, no começo das filmagens, lidou com a famosa “síndrome do impostor”, questionando se estava à altura do papel de Sherlock Holmes. A situação ficou ainda mais intensa quando Joseph entrou em cena.

Segundo ele, a presença do tio fez surgir um novo tipo de nervosismo. O ator brincou que sentia como se tivesse que provar para Joseph que merecia estar ali — algo que, curiosamente, acabou funcionando para a própria atuação.

Essa tensão natural acabou refletindo nas cenas entre pai e filho na trama. O jovem Sherlock, afinal, também enfrenta expectativas familiares e tenta encontrar seu próprio caminho, o que tornou as interações ainda mais autênticas.

Joseph Fiennes explica por que aceitou viver Silas Holmes

Para Joseph Fiennes, entrar no projeto foi uma decisão quase imediata. Em entrevista enviada pela Amazon ao Minha Série, o ator contou que se interessou pela série após conhecer a visão do showrunner Matthew Parkhill e pela combinação de talentos envolvidos na produção.

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JosephFiennes em Jovem Sherlock. Imagem: Daniel Smith/Prime Video.

“Conheci Matthew Parkhill e fiquei impressionado com a visão dele para a série. A combinação do trabalho dele, dos diretores — incluindo Guy Ritchie — e do elenco liderado pelo meu sobrinho Hero tornou o projeto irresistível”, afirmou o ator.

Além disso, Joseph disse que o papel de Silas foi atraente por trazer uma energia diferente em relação a seus trabalhos anteriores. Depois de interpretar personagens mais intensos, ele viu na série uma oportunidade de explorar outra faceta de atuação e se divertir em cena.

Quem é Silas Holmes em Jovem Sherlock?

Na história, Silas Holmes é apresentado como um pai dedicado que tenta manter a família unida após momentos difíceis. Sua esposa Cordelia, por exemplo, passou um período em um asilo devido a problemas de saúde mental, algo que marcou profundamente a dinâmica familiar.

O personagem também lida com as diferenças entre os filhos. Mycroft, o mais velho, é disciplinado e ligado ao governo, enquanto Sherlock aparece como um jovem rebelde que ainda não encontrou seu lugar no mundo.

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Imagem: Prime Video.

Essa abordagem mostra um lado pouco explorado nas adaptações do detetive. Segundo Joseph, a série aposta em uma dinâmica familiar cheia de conflitos, segredos e tensões psicológicas que ajudam a explicar a formação do personagem.

Laço real entre tio e sobrinho fortaleceu a série

Joseph acredita que o parentesco com Hero acabou contribuindo para a química entre os dois personagens. Segundo ele, a relação de confiança construída ao longo da vida trouxe uma base emocional que transparece nas cenas.

“Há uma história familiar entre nós que alimenta nossas interações como atores. Existe muito amor e confiança, e isso criou uma química muito especial em tela”, explicou.

Essa conexão ajuda a dar peso às relações da família Holmes na série, que aposta justamente nesse núcleo para desenvolver o passado do famoso detetive. “De ator para ator, existem muitas histórias privadas entre nós, e isso alimenta nossas interações de maneira subliminar”, explica Joseph, que também é irmão do premiado ator Ralph Fiennes.  

Onde assistir Jovem Sherlock?

Descrita como uma história de origem irreverente e cheia de ação, Jovem Sherlock acompanha o jovem Holmes em seu primeiro grande caso. Ao conhecer ninguém menos que James Moriarty, o protagonista acaba envolvido em uma investigação de assassinato que ameaça sua liberdade.

A produção já está disponível para assistir no Brasil por meio do Amazon Prime Video. O serviço de streaming custa a partir de R$ 19,90 mensais no Brasil. O serviço também conta com 30 dias grátis para assinantes do Amazon Prime.

E aí, você já assistiu Jovem Sherlock? Comente a sua opinião sobre a série nas redes sociais do Minha Série!

© People

Xbox anuncia Project Helix, console de nova geração que roda jogos de PC

5 de Março de 2026, 17:24

A Microsoft revelou novos detalhes sobre o futuro do Xbox e confirmou o codinome de seu próximo console de nova geração. Chamado internamente de Project Helix, o dispositivo será o sucessor do Xbox Series X e rodará tanto jogos de console quanto de Windows.

A informação foi divulgada pela nova CEO da divisão Xbox, Asha Sharma, na tarde desta quinta-feira (05). A executiva, que assumiu o cargo recentemente, reforçou o compromisso da empresa com hardware próprio e com a missão de “trazer o Xbox de volta”.

“Ótimo começo de manhã com a Equipe Xbox, onde conversamos sobre nosso compromisso com o retorno do Xbox, incluindo o Projeto Helix, codinome do nosso console de próxima geração”, disse a executiva, em publicação no X. Sharma também confirmou de vez que o produto rodará games de computador e que mais novidades chegam em breve.

Sem alarde, Asha Sharma revelou novidades sobre o novo Xbox no X (Twitter).

 “O Project Helix será líder em desempenho e permitirá que você jogue seus jogos de Xbox e PC. Estou ansiosa para conversar mais sobre isso com parceiros e estúdios na minha primeira GDC na próxima semana", diz a publicação.

Project Helix será híbrido de console ePC

De acordo com informações divulgadas anteriormente pela Microsoft, o Project Helix será baseado em um novo chip desenvolvido em parceria com a AMD. As especulações apontam que o componente é conhecido internamente como Magnus, trazendo características que misturam consoles tradicionais com a flexibilidade do PC.

Na prática, isso pode significar que o console rodará uma interface dedicada ao Xbox, mas também teria acesso ao ambiente completo do Windows 11. Dessa forma, usuários poderiam alternar entre a experiência tradicional de console e o desktop do sistema operacional, como já acontece no Xbox ROG Ally.

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Logo do Projeto Helix divulgado pela CEO do Xbox, Asha Sharma. 

Um dos pontos mais curiosos do projeto é a abertura do sistema para outras lojas digitais. Com suporte para jogos de PC confirmado, a expectativa é que o Helix permita a instalação de plataformas como Steam, Epic Games Store, GOG, Battle.net, além de clientes de jogos competitivos como o Riot Client.

A possibilidade já estava no ar desde um anúncio feito por Sarah Bond no ano passado. Além disso, um executivo da Epic Store também confirmou que a empresa está trabalhando para trazer a loja no lançamento para o futuro console Xbox. 

Essa abordagem tornaria o console potencialmente o Xbox mais aberto já criado, trazendo um grande diferencial em comparação ao PlayStation e a Nintendo. Em teoria, o aparelho funcionaria como um PC gamer otimizado para a sala de estar, com acesso a bibliotecas gigantescas de jogos – algo que lembra a abordagem da Steam Machine

Interface de console continua sendo prioridade

Apesar da abertura para o Windows, a Microsoft estaria trabalhando para manter a experiência principal parecida com a de um console tradicional. O sistema deve usar uma interface chamada Xbox Full Screen Experience, que funciona como uma camada dedicada para jogos e já está em testes no PC.

A ideia é que o usuário não precise interagir diretamente com o Windows para jogar. A navegação pelo desktop seria opcional, enquanto a interface Xbox continuaria oferecendo uma experiência simplificada e otimizada para controle.

Segundo relatos compartilhados pelo Windows Central, a empresa vem aprimorando essa interface para torná-la mais polida e próxima da experiência atual dos consoles Xbox Series S e X. No entanto, ainda existe trabalho a ser feito – basta tentar usar o app do Xbox no PC para ter um gostinho disso.

Quando o Project Helix será lançado?

Até agora, a Microsoft não confirmou uma data oficial de lançamento para o novo console. No entanto, rumores da indústria apontam que a próxima geração do Xbox pode chegar por volta de 2027.

Como Asha Sharma confirmou que novos detalhes do Project Helix chegam na GDC semana que vem, resta agora aguardar para saber o que a empresa está planejando. Ao que tudo indica, a companhia pode aproveitar a feira, voltada para desenvolvedores, para revelar detalhes mais técnicos do produto. 

Resta agora esperar para ver se a grande mudança prometida pela empresa, de integrar mais consoles Xbox e PC vai se tornar realidade e dar certo. Afinal, como o PS6 também está a caminho, a natureza híbrida do novo dispositivo da Microsoft pode ser um grande diferencial no mercado.

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Falando a Real quase mata seu melhor personagem em episódio emocionante

5 de Março de 2026, 11:15

A terceira temporada de Shrinking, conhecida no Brasil como Falando a Real, entregou um de seus momentos mais tensos até agora. O episódio 6, lançado em 4 de março no Apple TV+, colocou a vida de Derek Bishop em risco e deixou fãs apreensivos sobre o destino de um dos personagens mais queridos da série.

Interpretado por Ted McGinley, Derek enfrenta uma grave emergência médica no capítulo intitulado “Dereks não morrem”. A situação se torna ainda mais impactante porque o personagem sempre funcionou como uma espécie de “porto seguro” emocional na trama — um contraponto às crises vividas pelo grupo de terapeutas e amigos que protagonizam a história.

O momento dramático foi tão convincente que nem o próprio ator sabia se Derek sobreviveria. Em entrevistas recentes, McGinley revelou que passou noites em claro enquanto lia os roteiros da nova temporada, sem saber se estava prestes a ser eliminado da série.

Derek quase morre em Falando a Real

No episódio, Derek descobre que precisa voltar urgentemente ao hospital após um exame indicar problemas cardíacos durante testes de rotina feitos em casa. A situação se agrava quando os médicos identificam um bloqueio em uma artéria — condição que poderia levar a um infarto fatal conhecido como “widowmaker”.

Para evitar a tragédia, o personagem precisa passar por uma cirurgia de ponte de safena de emergência. Antes de entrar na sala de operação, Derek tem uma conversa emocionante com sua esposa Liz, interpretada por Christa Miller.

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Derek quase morre no novo episódio de Falando a Real.

No momento mais tocante do episódio, ele se despede com um discurso cheio de amor e preocupação, temendo que aquelas possam ser suas últimas palavras. Liz tenta tranquilizá-lo, mas a tensão da cena deixa claro que o desfecho ainda é incerto.

Nem o ator sabia se Derek sobreviveria

Segundo Ted McGinley, a experiência de ler o roteiro foi angustiante justamente porque ele não recebe os capítulos com antecedência.

O ator contou que acompanha a história semana a semana, assim como o público, e que realmente acreditou que os roteiristas estavam preparando a morte de Derek. “Tive algumas noites sem dormir”, revelou ele ao comentar o suspense em torno do personagem.

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Nem o ator que interpreta Derek sabia o destino do personagem.

Esse mistério, inclusive, faz parte do método criativo da série. McGinley afirmou que gosta de descobrir as reviravoltas diretamente no roteiro, mas admitiu que o arco envolvendo o coração de Derek foi particularmente estressante.

Episódio também mostra lado vulnerável de Liz

Além de colocar Derek em perigo, o episódio também aprofunda o relacionamento entre ele e Liz. Conhecida por sua personalidade forte e muitas vezes sarcástica, a personagem mostra um lado muito mais frágil ao lidar com a possibilidade de perder o marido.

Segundo o próprio McGinley, a cena revela a essência da relação entre os dois: Derek consegue enxergar quem Liz realmente é por trás da postura dura que ela costuma demonstrar.

Para Christa Miller, o momento funciona quase como um “despertar” para a personagem. Diante da mortalidade do marido, Liz percebe que a pessoa com quem mais se diverte e compartilha a vida sempre esteve ao seu lado.

A bela mensagem após a quase morte de Derek

Felizmente para os fãs, a cirurgia de Derek termina bem. No final do episódio, ele se recupera e reencontra Liz, que celebra dizendo a frase que dá nome ao capítulo: “Dereks não morrem”.

O momento também impulsiona a narrativa da série, com os personagens finalmente tomando atitudes após a experiência de quase morte do amigo. Sean, por exemplo, aceita dar um passo além na sua carreira, enquanto Brian finalmente conta para o seu pai sobre a adoção de um bebê.

A grande mensagem por trás do episódio é clara: ninguém está livre da morte, então é melhor viver intensamente o agora. Durante todo o episódio, Derek parece saudável, com o problema que poderia ter tirado a sua vida sendo diagnosticado corriqueiramente. Esse é o indicativo de que nunca sabemos quando chegará a nossa hora de partir, o que serve de estímulo para não deixar para amanhã o que pode ser feito hoje.

A temática do episódio conversa muito bem com a mensagem final do ator Eric Dane, que faleceu recentemente e deixou um relato emocionante para as filhas em sua última entrevista.

Falando para as filhas, mas também mandando uma mensagem para o público, o ator que morreu de ELA deixou uma mensagem impactante sobre viver o agora. “O passado tem arrependimentos. O futuro é desconhecido. O presente é tudo o que você tem”, resumiu Eric Dane.

Novos episódios da terceira temporada de Shrinking são lançados semanalmente no Apple TV+ até 8 de abril.

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Marshals tem quantos episódios? Veja calendário de lançamento da série de Yellowstone

4 de Março de 2026, 17:44

Pouco mais de um ano após o fim da série Yellowstone, a história da família Dutton continua em Marshals, derivado direto que coloca Kayce Dutton no centro da ação — agora bem longe da vida no rancho. A produção é a nova aposta do Paramount+ para manter esse universo vivo e garantir audiência no streaming.

Ambientada um ano depois dos acontecimentos da 5ª temporada, a trama acompanha Kayce (Luke Grimes) lidando com o luto pela morte de John Dutton, personagem eternizado por Kevin Costner. Depois de vender as terras da família de volta para a reserva indígena e manter uma parte para si, ele inicia um novo caminho como integrante de uma unidade de elite dos U.S. Marshals.

Criada por Spencer Hudnut, com produção executiva de Taylor Sheridan e David C. Glasse, a série promete uma abordagem mais direta e explosiva do que a original. Segundo Luke Grimes, a ideia aqui é trazer menos intriga política de fazenda, mais ação com DNA militar. Mesmo com essa mudança, o espírito de Yellowstone segue vivo, inclusive em seu formato de lançamento.

Quantos episódios tem Marshals? Veja calendário de lançamento

A primeira temporada de Marshals terá 13 episódios ao todo, seguindo o tradicional lançamento com episódios semanais. Como o primeiro capítulo já foi exibido, isso significa que ainda há 12 episódios inéditos pela frente — mantendo o público no clima faroeste moderno por pouco mais de três meses, com o final marcado para o fim de maio de 2026.

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Os episódios vão ao ar sempre aos domingos, às 20h (horário dos EUA), na CBS, com exibição simultânea no Paramount+. No Brasil, os capítulos chegam no dia seguinte, na segunda-feira. Confira o calendário confirmado da 1ª temporada para o nosso país:

  • Episódio 1 — “Piya Wiconi” (estreia): 2 de março de 2026
  • Episódio 2 — “Zone of Death”: 9 de março de 2026
  • Episódio 3 — “Road to Nowhere”: 16 de março de 2026
  • Episódio 4 — “The Gathering Storm”: 23 de março de 2026
  • Episódio 5 — TBA: 30 de março de 2026
  • Episódio 6 — TBA: 6 de abril de 2026
  • Episódio 7 — TBA: 13 de abril de 2026
  • Episódio 8 — TBA: 20 de abril de 2026
  • Episódio 9 — TBA: 27 de abril de 2026
  • Episódio 10 — TBA: 4 de maio de 2026
  • Episódio 11 — TBA: 11 de maio de 2026
  • Episódio 12 — TBA: 18 de maio de 2026
  • Episódio 13 — TBA (finale): 25 de maio de 2026

É importante ressaltar que a grade de episódios pode sofrer com alterações durante as próximas semanas. No entanto, caso não ocorram interrupções, a expectativa é que o final de Marshals seja lançado em 25 de maio no Brasil.

Onde assistir Marshals no Brasil?

Diferente de Yellowstone, que passou pelo Paramount Network nos EUA, Marshals é exibida na CBS e distribuída via Paramount+. Aqui no Brasil, a casa das séries de Yellowstone segue a mesma.

A nova série está disponível exclusivamente no Paramount+ no nosso país, com planos a partir de R$ 34,90 por mês após um aumento recente de preços. O serviço também pode ser assinado como canal dentro do Prime Video, que oferece sete dias de teste grátis para novos usuários.

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Vale lembrar que a Paramount também está comprando a Warner Bros por mais de US$ 100 bilhões. Com isso, futuramente, o aplicativo de streaming da empresa será fundido com o HBO Max. Assim, Marshals e outras séries de Yellowstone estarão disponíveis na mesma plataforma que sucessos da HBO e da Warner.

O que esperar da nova fase de Kayce Dutton?

Se em Yellowstone Kayce já mostrava suas habilidades militares, agora ele assume de vez esse lado mais tático. A série conta com consultores militares e roteiristas que serviram nas forças armadas, reforçando o compromisso com uma ação mais realista.

O elenco traz de volta nomes conhecidos como Mo Brings Plenty, Gil Birmingham e Brecken Merrill. Por outro lado, uma ausência chama atenção: Monica, vivida por Kelsey Asbille, não retorna neste novo capítulo — um mistério que deve influenciar diretamente a jornada emocional do protagonista.

E aí, você está assistindo Marshals ou vai esperar o lançamento completo da série? Comente nas redes sociais do Minha Série!

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Antes do retorno de The Boys, Karl Urban vira pirata em filme do Prime Video

4 de Março de 2026, 15:15

Enquanto o público aguarda novos capítulos de The Boys, que estreiam em 8 de abril, Karl Urban decidiu navegar por águas bem diferentes no Prime Video. No filme O Refúgio, já disponível no streaming, o ator troca o sarcasmo ultraviolento de Billy Butcher por um casaco de pirata, espada em punho e uma obsessão que o transforma em uma figura vilanesca.

Lançado no Amazon Prime Video em 25 de fevereiro, O Refúgio é dirigido por Frank E. Flowers e mistura ação com drama psicológico. No centro da história está um confronto entre passado e presente, liberdade e vingança — e Urban assume o papel do antagonista que move essa engrenagem.

Em entrevista enviada ao Minha Série, o ator detalhou a construção de Capitão Connor, um pirata marcado por traição e que traz uma vibe bem diferente do rival do Capitão Pátria.

Karl Urban interpreta Capitão Connor, o antagonista do filme

Em O Refúgio, Karl Urban vive o Capitão Connor, que é um ex-capitão da Companhia das Índias Orientais que se torna um pirata fora da lei. Segundo o ator, o personagem é movido por dois objetivos: uma sede obsessiva de vingança contra Bloody Mary e a busca por liberdade — simbolizada por um perdão oficial por toda uma vida de pirataria.

O astro ressalta que Connor não é apenas um vilão clássico: ele representa um homem que perdeu seu lugar no mundo. “Connor é o último de uma espécie em extinção, vivendo em um mundo que evoluiu política e moralmente além da função dele”, afirmou Urban. “É um mundo que homens como ele ajudaram a construir, mas que já não tem espaço para que eles vivam.”

Para o astro de The Boys, há uma tragédia inerente ao personagem. “Ele foi traído pelo próprio país e pela mulher que amava. Qualquer pessoa que já tenha sido traída consegue se identificar com isso. Sinto que isso endureceu o coração dele.” No fim das contas, ele define o filme como “uma história de amor trágica… com o volume lá em cima”.

A trama de O Refúgio e o embate com Bloody Mary

A história acompanha Ercell Bodden, vivida por Priyanka Chopra Jonas, uma ex-pirata que tenta viver em paz com o filho e a família em Cayman Brac. O passado, porém, retorna quando Connor chega à ilha em busca dela.

No passado, Ercell foi capturada por Connor ainda jovem, integrou sua tripulação e se tornou a temida Bloody Mary — além de sua amante. A relação terminou em traição: ela roubou um carregamento de ouro e desapareceu.

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O reencontro desencadeia uma espiral de violência que envolve perseguições, emboscadas e um duelo final no alto do penhasco conhecido como O Refúgio. Connor quer vingança, mas também vê na captura de Bloody Mary a chance de obter o perdão que tanto deseja.

Na entrevista, Karl Urban diz que é fã de filmes como Piratas do Caribe, que influenciaram como esse arquétipo é visto na cultura pop. No entanto, ele vê seu personagem como algo mais próximo de clássicos como Moby Dick, em que muitas camadas de sentimentos se misturam no sal do oceano.

Karl Urban conta como foi viver pirata em filme sanguinário

Para viver Connor, Urban voltou a um tipo de preparação que não experimentava havia algum tempo. “Fazia tempo que eu não usava uma lâmina em um filme. Eu gosto da forma e do fluxo da esgrima, sinto que isso vem naturalmente para mim.”

O ator relembrou, inclusive, que foi treinado por Bob Anderson — o lendário dublê de Darth Vader — durante as filmagens de The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring. “Provavelmente sou um dos poucos atores que pode dizer que foi treinado pessoalmente por Darth Vader”, brincou.

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Segundo ele, as cenas de luta em O Refúgio foram extremamente exigentes. “Tanto eu quanto Priyanka levamos nossos corpos ao limite. Saímos com alguns hematomas pelo caminho.”

Urban contou que não conhecia o trabalho de Priyanka antes das filmagens, mas ficou impressionado. “Ela foi um prazer trabalhar. Fiquei muito impressionado com a paixão e o comprometimento que trouxe ao papel.”

Ele destacou especialmente a fisicalidade da atriz. “Há uma cena em que ela está ofegante depois de ser jogada por uma janela — é, sem dúvida, a melhor atuação de alguém sem fôlego que já vi. Sério, é nível Sigourney Weaver.”

Espadas ou super-heróis? A comparação com The Boys

Questionado se lutar com espadas é mais intimidador do que as coreografias de The Boys, Urban foi direto: “Não é mais nem menos intimidador. É basicamente a mesma disciplina. Você precisa ensaiar, dedicar tempo, aprender os movimentos. Não é algo que dá para improvisar.”

No fim, tudo se resume a coordenação e confiança — especialmente quando se trata de cenas de combate corpo a corpo. Essa confiança também esteve presente na parceria com o diretor Frank E. Flowers. 

“Eu adorei colaborar com o Frank. Ele sempre tinha uma visão muito clara do que queria. É colaborativo, focado e cria um ambiente em que a equipe pode fazer o material voar”, elogiou o ator. 

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Sony não lançará Ghost of Yotei, Wolverine e mais jogos single-player no PC, diz site

4 de Março de 2026, 11:21

A Sony pode estar prestes a dar um passo atrás em sua estratégia multiplataforma. Segundo reportagem da Bloomberg, a companhia não planeja mais lançar seus principais jogos single-player do PlayStation no PC — um movimento que marcaria o retorno ao foco quase total na exclusividade de console.

De acordo com fontes ouvidas pelo jornalista Jason Schreier, que já havia comentado sobre o assunto em fevereiro, a mudança afeta títulos de grande orçamento desenvolvidos internamente para o PlayStation 5. Entre eles estariam o sucesso samurai Ghost of Yotei, o aguardado Marvel’s Wolverine e o novo projeto de ação Saros.

A empresa, procurada pela Bloomberg, não comentou oficialmente o assunto. Ainda assim, fontes afirmam que, nas últimas semanas, planos internos de levar esses jogos ao PC teriam sido descartados — ao menos por enquanto.

Sony deve manter jogos como serviço no PC

A possível guinada não significa o fim completo das versões para computador. Segundo as mesmas fontes, títulos com foco online e modelo de jogo como serviço continuarão sendo lançados em múltiplas plataformas.

Entre eles está Marathon, que chega amanhã (5) no PC, PS5 e até mesmo no Xbox Series S e X. Outro título qu entra na guinada multiplataforma é Marvel Tokon, já confirmado no PS5 e ao PC. A lógica, nesse caso, é clara: jogos multiplayer dependem de base ativa ampla e engajamento contínuo, algo que o mercado de computadores pode potencializar.

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Além do PS5, Marathon será lançado no PC e Xbox Series S e X. 

Já experiências narrativas e single-player, tradicionalmente vistas como vitrines da marca PlayStation,  voltariam a ser usadas como projetos exclusivos do ecossistema da Sony. Com isso, a empresa pode fortalecer o nome da marca e potencializar a venda do PS5, que já está em seu sexto ano de vida. 

Death Stranding 2 e Kena 2 ainda chegam ao PC

Além de jogos como serviço, jogos publicados pela PlayStation, mas desenvolvidos por estúdios externos, também devem seguir chegando aos computadores. Exemplos dados pela Bloomberg incluem Death Stranding 2: On the Beach, que estreia no PC este mês, e Kena: Scars of Kosmora, anunciado recentemente.

Esse tipo de lançamento já virou rotina entre projetos com o auxílio da PlayStation. No ano passado, por exemplo, a empresa lançou o indie chinês Lost Soul Aside no PC e PS5 simultâneamente. Anteriormente, um tratamento similar foi dado para A Ascensão do Ronin e Stellar Blade, que chegaram como exclusivos em 2024, mas estrearam posteriormente no computador.

Isso sugere que a mudança pode afetar principalmente produções internas da PlayStation Studios, reforçando a ideia de que os grandes exclusivos first-party voltarão a ter prioridade absoluta no ecossistema do PS5. Ou seja, futuros jogos de franquias como God of War, por exemplo, devem ser vendidos somente no console da Sony – como já é o caso do novo Sons of Sparta.

Estratégia confusa (e bilionária) nos últimos anos

Desde 2020, a Sony vinha ampliando sua presença no PC por meio da Steam e da Epic Games Store, o que pode deixar jogadores decepcionados. Franquias como God of War, The Last of Us Part I, Horizon Zero Dawn e Marvel’s Spider-Man Remastered ganharam versões para computador — em muitos casos, com vendas expressivas.

A possível mudança chama atenção porque a própria Sony já revelou ganhos bilionários com vendas fora do PlayStation. Em relatório financeiro do ano fiscal de 2025, a empresa indicou que o segmento “Other Software” — que inclui vendas de jogos first-party em outras plataformas — acumulou cerca de US$ 2,37 bilhões em receita. Esse montante mostra que a investida no PC não foi irrelevante. 

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God of War e The Last of Us chegaram ao PC nos últimos anos. Imagem: Shutterstock.

No entanto, o cronograma nunca foi totalmente consistente. Alguns jogos chegaram meses depois do lançamento no console, enquanto outros demoraram anos. Além disso, a exigência de conta da PlayStation Network em certos títulos gerou críticas de parte da comunidade de PC.

Para muitos jogadores, a estratégia parecia improvisada e experimental. Agora, segundo a Bloomberg, a Sony busca simplificar a abordagem, mesmo que isso signifique fechar novamente a porta para parte do público.

Marca PlayStation e receio com concorrência

Segundo a reportagem, parte da liderança interna da Sony teme que disponibilizar seus maiores títulos no PC possa diluir a força da marca PlayStation e impactar as vendas do console — inclusive de futuras gerações. Ou seja, alguns nomes por trás da marca temem que a empresa passe por algo similar ao que está ocorrendo no Xbox. 

Enquanto a Nintendo mantém seus jogos quase totalmente restritos ao próprio hardware, a Microsoft transformou o Xbox em uma marca amplamente multiplataforma, com lançamentos simultâneos no PC e até no PlayStation. Enquanto isso aumentou a base de jogadores, o console da rival acabou perdendo espaço na estratégia.

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O sucessor do Xbox Series X rodará jogos de PC, indicam rumores. Imagem: Microsoft.

Há ainda rumores de que o próximo Xbox pode adotar arquitetura baseada em Windows e rodar jogos de PC nativamente. Nesse cenário, executivos da Sony poderiam ver com maus olhos a possibilidade de franquias como God of War funcionarem em hardware concorrente.

Ou seja, além de fortalecer o PS5 em seu estágio avançado de vida, a decisão de trazer menos jogos para o PC pode ser uma medida de proteção para garantir que o rival do PS6 não rode jogos da Sony.

Nixxes e o futuro dos ports

Enquanto as mudanças podem fazer sentido no âmbito executivo, a mudança também gera preocupações. Uma eventual retração no PC também levanta questionamentos sobre o papel da Nixxes Software, estúdio adquirido justamente para adaptar jogos da PlayStation Studios ao computador.

Caso os planos se confirmem, a empresa pode ter seu escopo reduzido ou redirecionado para projetos específicos — talvez focados apenas em jogos como serviço ou parcerias externas. No entanto, como a Sony fechou o estúdio Bluepoint recentemente o temor sobre o futuro da Nixxes já paira no ar. 

Ainda assim, fontes ouvidas pela Bloomberg ressaltam que o mercado de games é volátil e que os planos da Sony podem mudar novamente. Nos últimos seis anos, a companhia oscilou entre exclusividade rígida e expansão multiplataforma, e isso pode mudar a qualquer momento.

Por ora, porém, tudo indica que Ghost of Yotei, Wolverine e outros grandes single-player devem continuar sendo cartas exclusivas na manga do PS5, ao menos até segunda ordem. E aí, o que você achou dessa possível mudança? Comenta aí!

© PlayStation

Após fim de Stranger Things, David Harbour interpreta corno fora de forma no HBO Max

4 de Março de 2026, 07:15

Quando pensamos no ator David Harbour, é quase automático lembrar do policial durão de Stranger Things, Jim Hopper. No entanto, em DTF St. Louis, nova minissérie da HBO que estreou em 1º de março de 2026, o ator mergulha no completo oposto: um homem de meia-idade inseguro, traído, fora de forma, deslocado e com uma condição peculiar: a Doença de Peyronie, que deixa o pênis torto.

Criada por Steven Conrad e com produção executiva do próprio Harbour, a produção é uma comédia sombria em sete episódios que acompanha um triângulo amoroso entre adultos lidando com o vazio da meia-idade — e que termina com um deles morto. No centro dessa espiral está Floyd Smernitch, personagem de Harbour, cuja trajetória passa por humilhação, desejo, amizade masculina e decisões moralmente ambíguas.

Mais do que um suspense sobre adultério, DTF St. Louis é uma investigação desconfortável sobre casamento, frustração e as mentiras que contamos a nós mesmos. E, segundo os próprios criadores, durante coletiva com a participação do Minha Série, o projeto passou por inúmeras versões até chegar ao formato atual, sendo um desafio criativo e de atuação para David Harbour após o final polêmico de Stranger Things

A origem da série e as várias versões até chegar à HBO

Steven Conrad revelou que ele e Harbour passaram quatro anos desenvolvendo a ideia. Inicialmente, a dupla buscava uma história de suspense movida pelo desespero da meia-idade. “Decidimos que teríamos algo mais forte se começássemos do zero”, explicou o criador.

Nos momentos iniciais da produção, a narrativa era completamente diferente, e trazia até mesmo outro elenco. A série com Harbour teria Pedro Pascal como uma das estrelas, abordando um processo, baseado em história real, de um dentista que matou um paciente após iniciar um affair com sua esposa. No entanto, tudo mudou no meio do caminho.

A premissa de DTF St. Louis surgiu a partir da ideia de um grupo de pessoas suburbanas cujas vidas começam a desmoronar durante um verão. No meio desse caos emocional, elas se envolvem com um aplicativo de encontros voltado a casados em busca de aventuras extraconjugais — algo comum por volta de 2018, período em que a série é ambientada.

“Esses sites prometiam toda a empolgação e nenhuma consequência. Pessoas casadas podiam trair e depois voltar para casa como se nada tivesse acontecido. Essa promessa nunca me pareceu estável”, afirmou Conrad. A partir daí, a série passou a explorar os erros de adultos que, ao tentar consertar falhas, criam problemas ainda maiores.

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Harbour reforçou que o projeto mudou bastante ao longo do tempo. “A história passou por tantas versões diferentes. Eu gostaria de poder mostrar direções completamente distintas que exploramos. Mas acho que refinamos até chegar em algo realmente incrível, do qual tenho muito orgulho.”

Floyd é um personagem peculiar, mas bastante humano

Entre todas as versões que a série já teve, David Harbour acabou ficando com um personagem sensível e bastante único. Em DTF St. Louis, Floyd é intérprete de linguagem de sinais, vive com a esposa Carol (Linda Cardellini) e o enteado problemático. Sua vida sexual está em crise, sua autoestima também — e o envolvimento com o aplicativo que dá nome à série desencadeia uma série de eventos trágicos.

 

Logo no primeiro episódio, descobrimos que Floyd foi traído, está com sérios problemas por causa de sua forma física e possui uma condição rara que afeta seu órgão sexual, o que atrapalha sua vida com a esposa. Harbour destacou que o que mais o atraiu foi justamente o caráter imprevisível do personagem. “Há um momento em que ele toma uma decisão muito surpreendente. Ele age com uma generosidade inesperada, quando a maioria das pessoas não agiria assim.”

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Para o ator, esse tipo de escolha ajuda a redefinir quem Floyd é. “Às vezes você lê algo no roteiro e pensa: ‘Isso não parece meu personagem’. Outras vezes, você fica curioso e pensa: ‘Talvez eu possa construir o personagem a partir dessa decisão que eu ainda não entendo’. Foi isso que tornou tudo tão interessante.”

Fisicamente, Floyd também carrega marcas do tempo. Harbour comentou que ele é um homem “grande”, com um passado em que se sentia potente de outra forma — algo que já não corresponde à sua realidade atual. Essa perda de potência, tanto simbólica quanto literal, se torna parte essencial da construção dramática.

A amizade masculina como coração emocional da trama

Embora a série seja vendida como um triângulo amoroso, Harbour concorda que a relação entre Floyd e Clark, personagem de Jason Bateman, é o verdadeiro centro emocional da história. “Espere até ver os três últimos episódios. Vocês não fazem ideia de onde essa amizade vai parar”, provocou o ator.

Harbour contou que a conexão com Bateman foi natural desde o início. “É difícil para um homem heterossexual de 50 anos fazer novos amigos. Eu sempre achei isso complicado. Mas no set houve algo muito orgânico. Eu me perguntava: ‘O que ele acha de mim nessa cena?’ e deixava isso transparecer.”

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Bateman reforçou que a química foi simples porque o ambiente favorecia isso. “Em qualquer trabalho, criar conexão é uma escolha. Quando você está cercado de pessoas que não são idiotas, fica fácil”, brincou. Segundo ele, Conrad criou um espaço seguro para que o elenco explorasse as nuances mais estranhas e vulneráveis dos personagens.

Uma série única

Com tantas camadas no roteiro, Conrad e Harbour deixaram claro que DTF St. Louis não quer ser um drama tradicional, algo que ficou evidente na nossa crítica dos quatro primeiros capítulos. “No momento em que começo a sentir que algo está tentando me manipular emocionalmente, eu me afasto”, afirmou Harbour. Para ele, o prazer está justamente em nunca se sentir confortável como espectador.

Ao longo dos episódios, a narrativa alterna entre passado e presente, explorando como decisões aparentemente pequenas — criar um perfil em um aplicativo, enviar uma mensagem, aceitar um encontro — podem desencadear consequências irreversíveis.

Seguindo caminhos imprevisíveis, DTF St. Louis funciona como um estudo sobre fragilidade masculina, desejo e culpa. E, para Harbour, foi também um exercício de reinvenção. Longe do arquétipo do policial durão, Floyd é um homem patético, vulnerável e profundamente humano — e é justamente aí que está o maior desafio e a maior força da atuação.

DTF St. Louis recebe novos episódios todo domingo no HBO Max. E aí, você está assistindo à série? Comente nas redes sociais do Minha Série!

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Game of Thrones ganhará filme blockbuster sobre Aegon, O Conquistador! Veja o que esperar

3 de Março de 2026, 17:15

Após muito sucesso na TV, o universo de Westeros também ganhará espaço nos cinemas. A Warner Bros. está desenvolvendo um filme ambientado no mundo de Game of Thrones, com foco em um dos personagens mais importantes – e até agora nunca visto em live-action: Aegon I Targaryen, o lendário Conquistador.

Segundo informações do Page Six, o projeto está nas mãos de Beau Willimon, conhecido por seu trabalho em House of Cards e Andor. O roteirista já entregou um primeiro rascunho do longa, que estaria sendo imaginado como uma superprodução do tamanho de Duna — ou seja, um blockbuster de peso para ser visto nas telonas.

Filme de Game of Thrones deve mostrar a Conquista de Westeros

Embora detalhes oficiais da trama ainda não tenham sido divulgados, tudo indica que o filme adaptará a Conquista de Westeros por Aegon I Targaryen, evento que ocorreu séculos antes da série original da HBO. Foi ele quem unificou seis dos Sete Reinos e fundou a dinastia Targaryen no Trono de Ferro.

Descrito nos livros de George R. R. Martin como alto, de olhos púrpura e cabelos prateados, Aegon era um líder carismático e enigmático. Empunhando a espada Blackfyre e montado no dragão Balerion, ele ficou conhecido como “Aegon, o Dragão” — uma figura quase mítica na história de Westeros.

Curiosamente, apesar de sua importância, o personagem nunca apareceu em live-action. Sua história, no entanto, moldou diretamente os eventos que culminaram no reinado de Daenerys Targaryen e nos conflitos apresentados na série original.

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Ou seja, apesar de estar conectado com o universo de Game of Thrones, o filme de Aegon se passará muito antes dos eventos da série com Jon Snow e Daenerys Targaryen. A produção deve exibir Westeros de maneira bem diferente, incluindo dragões colossais. 

Os rumores de que Aegon ganhará mais espaço nas adaptações já rodam a internet há tempos, e ganharam mais força recentemente. Recentemente, o Hollywood Reporter revelou a produção de uma série focada em Arya Stark, além de trazer detalhes sobre o longa de Aegon. 

Expansão do universo Game of Thrones continua

O anúncio reforça a estratégia de expansão da franquia iniciada após o fim de Game of Thrones, exibida entre 2011 e 2019, e chega em um bom momento para a franquia. Recentemente, a HBO encerrou a exibição de O Cavaleiro dos Sete Reinos, série que teve uma ótima recepção do público e crítica – e já possui uma segunda temporada confirmada

Além disso, a série A Casa do Dragão receberá sua terceira temporada em junho. A produção ganhou seu primeiro trailer no mês passado prometendo novos embates políticos e, claro, dragões.

Apesar do sucesso na TV, o universo de Game of Thrones ainda não deu as caras no cinema, e não foi por falta de vontade. Em 2013, os showrunners da série original chegaram a sugerir que a história principal fosse encerrada com três filmes, nos moldes de grandes trilogias do cinema. A HBO, no entanto, preferiu manter o foco no modelo de streaming e televisão por assinatura.

Futuro do longa depende de fusão bilionária

Enquanto o filme de Aegon já está em produção, ainda existe a chance de o longa ter o mesmo destino da série de Jon Snow e nunca ver a luz do dia. O principal ponto de interrogação envolve a fusão entre Warner e Paramount Skydance.

Caso o negócio seja aprovado, a nova gestão pode revisar o catálogo de projetos em desenvolvimento. Ainda assim, o CEO David Ellison já declarou publicamente seu apreço por Game of Thrones, o que pode jogar a favor da produção.

Além disso, há um plano ambicioso de ampliar o número de lançamentos cinematográficos anuais após a fusão — o que exigirá grandes franquias para sustentar a estratégia. Nesse cenário, um blockbuster sobre Aegon I parece um candidato natural.

Por enquanto, não há diretor definido nem elenco anunciado para a produção. No entanto, com o tamanho e apreço da franquia, não deve demorar muito tempo para que mais detalhes sobre o projeto sejam revelados.

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Série de Life is Strange confirma atrizes de Max e Chloe! Veja primeira imagem

3 de Março de 2026, 16:15

A adaptação em live-action de Life is Strange finalmente ganhou rostos para suas protagonistas nesta terça-feira (03). A série, que está em desenvolvimento no Prime Video, escalou Maisy Stella como Chloe e Tatum Grace Hopkins como Max.

O projeto foi anunciado em setembro de 2025 e marca mais um passo da Amazon na expansão de grandes franquias dos games para a TV, como é o caso de God of War. A produção terá roteiro e supervisão criativa de Charlie Covell, que atua como showrunner e produtora executiva.

Baseada no jogo original lançado em 2015 pela Square Enix e Dontnod, a série promete adaptar a jornada emocional e sobrenatural que conquistou milhões de fãs ao redor do mundo.

Quem são as novas Max e Chloe? Confira a primeira imagem

A atriz Tatum Grace Hopkins fará sua estreia na televisão justamente como Max. A atriz tem forte trajetória nos palcos da Broadway, com participações em montagens como “The Queen of Versailles” e “For the Girls”, além do curta-metragem “Meek”.

Já Maisy Stella é mais conhecida do público. A atriz e cantora canadense ganhou notoriedade na série Nashville, onde interpretou Daphne Conrad ao longo de seis temporadas. No cinema, ela se destacou em My Old Ass, papel que lhe rendeu prêmios importantes da crítica, e também integra o elenco de Poetic License, dirigido por Maude Apatow.

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A primeira imagem divulgada da série mostra fotos no formato de Polaroid das atrizes ao lado de suas personagens. No entanto, ainda não temos detalhes se esse será o visual final da série – Maisy Stella, por exemplo, não aparece com o característico cabelo colorido de Chloe.

Como ambas as atrizes possuem carreiras tímidas na televisão, a expectativa é que a adaptação de Life is Strange seja um grande ponto de virada para a dupla – isso se a produção fizer sucesso, é claro.

Life is Strange na TV: qual é a história da série?

A trama de Life is Strange acompanha Max (Hopkins), uma estudante de fotografia que descobre ter o poder de voltar no tempo após salvar a vida de sua melhor amiga de infância, Chloe (Stella). Ao tentar entender essa habilidade recém-descoberta, a dupla passa a investigar o misterioso desaparecimento de uma garota, Rachel Amber.

No processo, elas revelam o lado sombrio da pequena cidade onde vivem, Arcadia Bay, e se veem diante de uma decisão impossível que pode mudar suas vidas para sempre. A expectativa é que a série siga o jogo à risca, mas adaptando a experiência para a televisão.

A adaptação conta com produção da Square Enix em parceria com a Story Kitchen e a LuckyChap, enquanto a Amazon MGM Studios fica responsável pela produção do projeto. Charlie Covell, que lidera a produção, afirma ser uma grande fã da franquia e celebrou a oportunidade de levar a história de Max e Chloe a um novo público.

Franquia Life is Strange já ultrapassou 20 milhões de jogadores

Lançado originalmente em 2015, o primeiro Life Is Strange recebeu aclamação da crítica e diversas indicações a prêmios. Em 2023, foi revelado que a franquia ultrapassou a marca de 20 milhões de jogadores no mundo.

O sucesso rendeu continuações e derivados, como Life Is Strange: Before the Storm, Life Is Strange 2 e Life Is Strange: True Colors. Em 2024, Max voltou ao centro da narrativa em Life Is Strange: Double Exposure, que teve uma recepção divisiva.

Agora em março, o jogo receberá o último game da saga de Max e Chloe, Life is Strange Reunion, que trará as duas protagonistas tentando salvar uma universidade em perigo. O título será lançado no dia 26 no PC, PS5 e Xbox Series S e X.

Enquanto a franquia segue movimentada nos games, o lançamento da série live-action de Life is Strange ainda não possui data para acontecer. No entanto, segundo o Prime Video, a produção chega “em breve” ao streaming.

E aí, ansioso para ver a versão live-action de Max e Chloe? Comente nas redes sociais do Voxel!

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Zootopia 2 finalmente ganha data de lançamento no Disney+

3 de Março de 2026, 15:15

Depois de dominar as bilheterias globais e quebrar recordes atrás de recordes, Zootopia 2 já tem data para chegar ao streaming. A aguardada sequência da animação estreia no catálogo do Disney+ em 11 de março, marcando o retorno oficial de Judy Hopps e Nick Wilde às telas — agora, direto do sofá de casa.

Lançado originalmente nos cinemas em 26 de novembro, o filme teve uma janela de 105 dias até desembarcar na plataforma. Sequência do fenômeno de 2016, Zootopia, o novo longa levou os fãs de volta à metrópole animal que conquistou o mundo, mas com ameaças inéditas e uma grande conspiração.

Zootopia 2 no Disney+: data de estreia e detalhes

Zootopia 2 estreia em todos os planos do Disney+, que possui assinaturas custando a partir de R$ 27,99 no Brasil. O streaming também está incluso no Meli+, serviço do Mercado Livre que engloba diferentes plataformas em apenas um pagamento – confira aqui se vale a pena

Em Zootopia 2, acompanhamos novamente a policial coelha Judy Hopps (Ginnifer Goodwin) e o agora parceiro oficial, o astuto raposo Nick Wilde (Jason Bateman). A dupla precisa investigar a misteriosa chegada do víbora Gary De’Snake, personagem dublado por Key Huy Quan, e descobrir segredos envolvendo uma suposta população de répteis escondida na cidade.

Dirigido por Jared Bush e Byron Howard, o longa não fez sucesso apenas com o público infantil. A produção se tornou um verdadeiro fenômeno comercial, registrando a quarta maior estreia global da história, além de conquistar o posto de maior lançamento global de uma animação de todos os tempos.

Ao longo de sua trajetória nos cinemas, o filme arrecadou impressionantes US$ 1,85 bilhão mundialmente, tornando-se uma das maiores bilheterias de 2025.

Zootopia faz sucesso nas premiações

O sucesso não ficou restrito aos números. Zootopia 2 venceu o BAFTA de Melhor Animação e ainda concorre ao Oscar na mesma categoria. O lançamento no dia 11 de março, inclusive, permitirá que o público veja o filme em casa antes da premiação da Academia, marcada para o dia 15.

A franquia, que inclui o filme original e a série derivada Zootopia+, já ultrapassou a marca de 805 milhões de horas assistidas globalmente no Disney+. O dado mostra que o interesse pelo universo da cidade dos mamíferos segue mais vivo do que nunca.

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Além disso, o sucesso deve garantir a criação de um Zootopia 3, que ainda não foi confirmado pela Disney, mas deve ser lançado futuramente pela empresa. O segundo filme, inclusive, conta com uma cena pós-créditos indicando que uma continuação deve acontecer.

E aí, você vai assistir Zootopia 2 no Disney+? Comente nas redes sociais do Minha Série!

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