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BIG Festival Awards 2026 anuncia vencedores da primeira fase! Veja lista

30 de Abril de 2026, 16:15

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A Gamescom LATAM BIG Festival Awards anunciou os vencedores da primeira fase nesta quinta-feira (30). A premiação acontece durante um dos maiores eventos de games da América Latina, que começou nesta quinta e se estende até domingo (3), em São Paulo.

A premiação celebra jogos feitos por estúdios independentes, distribuindo os prêmios em categorias de gênero, plataforma e características do título — como narrativa e gameplay. Nesta primeira fase, os vencedores são escolhidos por um júri especializado, em categorias como "Melhor Jogo de Estudante", "Melhor Narrativa" e "Melhor Jogo: Brasil".

O festival também concedeu ao aclamado Clair Obscur: Expedition 33 mais um prêmio de "Melhor Jogo" e outro de “Melhor Som”. O título da Sandfall Interactive foi um dos grandes destaques da The Game Awards 2025 e já acumula mais de 430 prêmios.

Vencedores do BIG Festival

Confira os vencedores da primeira noite do BIG Festival Awards 2026, revelados durante a Gamescom Latam:

  • Melhor Jogo de Estudante: Tellyport
  • Melhor Jogo Casual: Is This Seat Taken?
  • Melhor Som: Clair Obscur: Expedition 33
  • Melhor Arte: Moomintroll: Winter's Warmth
  • Inovação: Goodnight Universe
  • Melhor Multiplayer: Capote
  • Melhor Narrativa: The Roottrees Are Dead
  • Melhor Gameplay: Mio: Memories In Orbit
  • Melhor Jogo — América Latina: A Rat's Quest - The Way Back Home
  • Melhor Jogo — Brasil: A.I.L.A.
  • Melhor Jogo: Clair Obscur: Expedition 33
  • Melhor Jogo Mobile: WHAT THE CLASH?
  • Melhor Jogo XR/VR: Jolly Match: First MR Match-3 Puzzles
  • Melhor Jogo Infantil: Reggie, His Cousin, Two Scientists and Most Likely the End of the World
  • BIG Impact: I Don't Want To Be A Good Woman
  • Melhor Jogo Inédito: Tavern Keeper

Prêmio especial

  • WINGS Award: TetherGeist

Menções honrosas

  • Melhor Jogo: Dispatch
  • Melhor Jogo — América Latina: Kentum
  • Melhor Jogo — Brasil: Master Lemon: The Quest for Iceland
  • Melhor Som: Moonlighter 2: The Endless Vault
  • Melhor Gameplay: The Alters
  • Inovação: Keep Driving

A segunda etapa do festival acontece no domingo (3) e contará com 13 categorias — seis delas com vencedores escolhidos pelo público visitante.

Gamescom Latam acontece até domingo em São Paulo

A gamescom latam 2026 acontece entre os dias 30 de abril e 3 de maio, no Distrito Anhembi, consolidando a expansão de um dos maiores eventos de games do mundo para o público latino-americano. A feira reúne desde grandes publishers até estúdios independentes, oferecendo uma mistura de anúncios, testes de jogos inéditos e experiências interativas para os visitantes.

Durante os quatro dias, o evento conta com áreas dedicadas ao público geral e também ao mercado profissional, incluindo palestras, painéis com desenvolvedores e encontros com criadores de conteúdo. Além disso, a programação inclui campeonatos de eSports, sessões de meet & greet, cosplays e ativações de marcas, transformando o espaço em um verdadeiro hub da cultura gamer.

Os ingressos estão atualmente no terceiro lote, com preços que variam entre R$ 109 (meia-entrada) e R$ 238 (inteira), dependendo do dia escolhido — com valores mais altos para o fim de semana. Também há a opção de ingresso social, que inclui doação para a AbleGamers Brasil, além de pacotes para múltiplos dias que já se encontram esgotados, refletindo a alta demanda pelo evento.

E aí, o que achou da lista? Comente agora e siga acompanhando as novidades do Voxel na cobertura da Gamescom Latam 2026 em parceira com a TCL.

© Gamescom/Divulgação

Criminosos fazem 'e-mail bombing' para instalar malware via Microsoft Teams

27 de Abril de 2026, 15:30

O Google descobriu uma nova campanha maliciosa que lota a caixa de entrada das vítimas com e-mails inúteis. Os cibercriminosos aproveitam a confusão para se passar pelo suporte de TI e oferecer uma solução que instala malware no dispositivo.

O grupo foi identificado como UNC6692 pela Mandiant, parte do Grupo de Inteligência de Ameaças do Google (GTIG) e a campanha está em andamento pelo menos desde meados de dezembro de 2025. A estratégia consiste em disparar milhares de mensagens para o e-mail da vítima (e-mail bombing), criando um senso de urgência e distração. Em seguida, os hackers enviam uma mensagem pelo Microsoft Teams oferecendo uma solução imediata para o problema — que, na verdade, é uma armadilha.

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A página maliciosa é construída para induzir o usuário a fornecer credenciais. (Fonte: GTIG/Reprodução)

Como funciona o ataque?

  1. A mensagem enviada pelo Microsoft Teams contém um link para uma página maliciosa disfarçada de ferramenta de reparos (Mailbox Repair Utility). Ao acessá-la, o navegador baixa automaticamente um binário AutoHotKey e um script de mesmo nome;
  2. O título idêntico no mesmo diretório faz com que o script AutoHotKey seja executado de forma automática, sem nenhum comando adicional. O script então baixa o SNOWBELT, uma extensão para navegadores baseados no Chromium;
  3. Para garantir a persistência do SNOWBELT, é adicionado um atalho para o AutoHotKey na pasta de inicialização do Windows (Startup), que verifica se o malware está ativo e se a tarefa agendada está presente;
  4. Duas tarefas agendadas são instaladas: a primeira inicia uma instância invisível do Microsoft Edge carregando o SNOWBELT; a segunda identifica e encerra processos do Edge que não têm o CoreUIComponents.dll carregado — etapa necessária para "limpar" os processos que executam o malware;
  5. O SNOWBELT é usado para baixar arquivos adicionais, incluindo os scripts SNOWGLAZE e SNOWBASIN, scripts AutoHotKey e um arquivo ZIP com um executável em Python e outros componentes.

Com o SNOWGLAZE, o grupo estabelece conexão entre seus servidores e o dispositivo da vítima. Já o SNOWBASIN funciona como um backdoor que permite a execução remota de comandos via PowerShell ou Prompt de Comando, realiza capturas de tela e prepara arquivos para exfiltração. Por fim, é executada uma etapa de reconhecimento para identificar outros computadores e servidores vulneráveis na rede.

Google não identificou os alvos mais comuns

O Google não mencionou o perfil dos alvos da campanha, mas destacou que o UNC6692 demonstra técnicas versáteis, combinando engenharia social, malware personalizado e extensões de navegador para obter a confiança da vítima e garantir persistência no sistema.

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© Brian J. Tromp/Unsplash

JBL comemora 80 anos com exposição internacional; entenda a origem da marca

25 de Abril de 2026, 14:00

A JBL, reconhecida marca de áudio da Harman, completa seu 80° aniversário neste ano. Fundada em 1946 pelo engenheiro James Bullough Lansing, a marca comemorará a data com diversas iniciativas globais, incluindo uma exposição itinerante e conteúdos relacionados à história da empresa.

Nascida em Los Angeles, nos Estados Unidos, a JBL surgiu com foco no desenvolvimento de soluções de áudio. Atualmente, é uma marca da Harman — líder global em tecnologia de áudio e subsidiária integral da Samsung Electronics.

Como parte das celebrações de 80 anos, a JBL realizará a JBL Playback Gallery, uma exposição itinerante com os principais produtos da empresa ao longo de sua história. A turnê visitará Amsterdã (Holanda), Los Angeles e Nova York (EUA) e Tóquio (Japão).

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A JBL é uma marca da Harman, que por sua vez é subsidiária da Samsung. (Fonte: Harman/Reprodução)

O projeto também contará com o lançamento de um vídeo comemorativo e uma temporada completa do podcast Audio Talks, da Harman, dedicada ao aniversário da marca.

A JBL está presente no Brasil com duas fábricas: uma na Zona Franca de Manaus, cujo principal produto é o JBL Boombox 4, e outra em Nova Santa Rita, no Rio Grande do Sul, focada na fabricação e montagem de equipamentos de áudio profissional e automotivo.

Entenda o nome JBL

A história da JBL começa antes da própria empresa. Em 1927, James Bullough Lansing fundou a Lansing Manufacturing Company ao lado de Ken Decker, com foco no desenvolvimento de sistemas de som de alta qualidade. A empresa lançou produtos por anos, até Decker morrer em um acidente de avião. Com o tempo, surgiram problemas financeiros e a companhia foi adquirida pela Altec Service Corporation — que posteriormente foi rebatizada como Altec Lansing.

James B. Lansing permaneceu na firma até o fim do seu contrato. Ao sair, fundou uma nova empresa, a Lansing Sound, Incorporated, em 1946. Dado o peso do nome "Lansing" no mercado de áudio, a Altec Lansing pressionou por uma mudança de nome. Após um acordo, a empresa passou a se chamar James B. Lansing Sound, Incorporated — mantendo o sobrenome, mas com maior ênfase no fundador.

James B. Lansing faleceu em setembro de 1949. O comando da empresa foi repassado a William Thomas, um dos membros da diretoria. À medida que a James B. Lansing Sound cresceu em relevância, a Altec voltou a pressionar judicialmente por uma mudança de nome. Thomas, então, renomeou a empresa para o acrônimo "JBL", preservando a identidade da marca. A logo acompanhou a mudança — junto com o característico ponto de exclamação cuja origem ninguém sabe ao certo.

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© JBL/Divulgação

One UI 8.5: veja quais celulares Galaxy receberão os novos recursos de IA do S26

25 de Abril de 2026, 10:00

Embora a atualização para a One UI 8.5 esteja garantida para dezenas de celulares Galaxy, nem todos receberão os novos recursos do Galaxy AI inaugurados no Galaxy S26. Embora contidas no update, certas funcionalidades podem ser desativadas por limitações no hardware do dispositivo.

A One UI 8.5 traz diversas novidades, de opções de personalização a funções inéditas alimentadas por inteligência artificial (IA). A atualização será distribuída para todo celular já compatível com a One UI 8, mas algumas funcionalidades serão restritas aos smartphones mais recentes.

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A One UI 8.5 será entregue para todos os celulares com a One UI 8, mas não com todas as novidades. (Fonte: Samsung/Divulgação)

Os recursos inéditos do Galaxy AI presentes na One UI 8.5 são:

  • Call Screening ("Triagem de chamadas");
  • Richer Insights do Now Brief;
  • Creative Studio, aplicativo para criação de convites, wallpapers e outros materiais;
  • Advanced Audio Eraser;
  • Photo Assist aprimorado.

Quais celulares receberão os recursos de IA do Galaxy S26?

Confira a lista de celulares que devem receber as novidades com inteligência artificial inauguradas no Galaxy S26:

  • Galaxy S25, S25 Plus, S25 Ultra e S25 Edge – versão Beta antecipou o suporte às novas funções;
  • Galaxy S24, S24 Plus e S24 Ultra – versão Beta liberada na Coreia contém recursos do Galaxy AI;
  • Galaxy Z Fold 7;
  • Galaxy Z Fold 6;
  • Galaxy Z Flip 6.

Não está claro se modelos topo de linha mais antigos — como a família Galaxy S23 e os Galaxy Z Fold 5 e Z Flip 5 — também receberão todos os recursos de IA do Galaxy AI.

Por enquanto, não há previsão para o lançamento da versão estável da One UI 8.5. A atualização está disponível em fase Beta apenas para regiões e aparelhos selecionados, incluindo celulares recém-lançados como o Galaxy S26 e o Galaxy A57.

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© TecMundo

OpenAI lança Chronicle, recurso que tira prints da tela igual ao Microsoft Recall

24 de Abril de 2026, 18:00

A OpenAI lançou, nesta semana, o Chronicle, novo recurso opcional do Codex que tira prints da tela para usar como contexto em conversas com o desenvolvedor — com premissa similar à do polêmico Microsoft Recall. A ferramenta permite ao agente de IA acompanhar o uso do computador para alimentar suas memórias e considerá-las em futuras consultas.

"O Chronicle amplia as memórias do Codex com o contexto da sua tela. Quando você interage com o Codex, essas memórias podem ajudá-lo a entender o que você estava fazendo, reduzindo a necessidade de repetir o contexto", descreveu a OpenAI.

O Chronicle está disponível em fase de testes exclusivamente para o app Codex no macOS e requer permissões de acessibilidade e de gravação de tela do sistema operacional para funcionar.

O Chronicle permite ao Codex entender o contexto com mais facilidade. (Fonte: OpenAI/Reprodução)

Segundo a OpenAI, o Chronicle consome rapidamente os recursos de cada sessão, aumenta as chances de prompt injection e armazena as memórias localmente sem qualquer criptografia — uma combinação pouco recomendada para contextos sensíveis de trabalho.

O recurso existe para poupar o usuário de descrever o contexto em cada solicitação. Ao acompanhar o uso do computador em tempo real, o agente terá uma base mais rica de informações — como qual fonte utilizar, quais ferramentas abordar e os fluxos de trabalho preferidos do usuário. 

Em um dos exemplos fornecidos pela empresa, o usuário pergunta "Por que isso aqui não está funcionando?" e o Codex, usando o Chronicle, identifica o contexto e fornece as instruções adequadas.

Como ativar o Chronicle no Codex?

Para ativar o Chronicle no Codex, siga os passos abaixo:

  1. Abra o app Codex no macOS;
  2. Navegue até a seção "Personalização" e ative a função "Memórias";
  3. Ative o Chronicle abaixo das opções de memórias;
  4. Leia atentamente a janela de consentimento e clique em "Continuar";
  5. Conceda as permissões de gravação de tela e acessibilidade ao app.

É possível interromper o funcionamento do Chronicle a qualquer momento pelo menu de opções do Codex.

Dados guardados localmente, mas processados em data centers

As capturas de tela feitas pelo Chronicle são armazenadas localmente, mas periodicamente compartilhadas com a OpenAI para a geração de contexto. Para isso, o Codex cria uma sessão temporária que acessa o print e sintetiza seu conteúdo — incluindo texto e metadados, como o horário da captura.

O processamento ocorre nos servidores da OpenAI, e o conteúdo não é usado para o treinamento da IA. Os prints podem, no entanto, ser retidos nos servidores por determinação judicial.

Risco elevado de prompt injection

Se o usuário passar por uma tela com instruções nocivas para o agente, elas podem ser lidas automaticamente e inseridas no contexto da conversa. Na prática, isso amplia a superfície vulnerável a ataques de prompt injection, em que a IA segue comandos potencialmente maliciosos.

Atualmente, o Chronicle está disponível apenas para assinantes do ChatGPT Pro — o plano mais caro para usuários comuns, a R$ 525 por mês. O recurso não está disponível na Europa, no Reino Unido e na Suíça.

Lacunas na documentação do recurso

A OpenAI não menciona com que frequência o Chronicle realiza capturas de tela, nem como lida com dados sensíveis eventualmente capturados pela ferramenta. A descrição do recurso lembra a premissa do Windows Recall, função que também tirava prints da tela para registrar o uso do computador — e que, no início, igualmente armazenava os dados das capturas sem criptografia.

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© (Imagem: OpenAI/Divulgação)

Cade vai investigar Google por uso de notícias sem autorização em ferramentas de IA

24 de Abril de 2026, 16:00

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) vai investigar o Google por suposto uso excessivo de notícias sem autorização dos veículos jornalísticos em ferramentas de inteligência artificial. O caso foi iniciado para apurar a exibição de conteúdo jornalístico sem qualquer remuneração aos veículos no ano passado. O Google afirma que a decisão parte de uma "compreensão equivocada".

A tese do presidente interino do Cade, Diogo Thomson de Andrade, foi aprovada por unanimidade nesta quinta-feira (23). Ele recomendava o retorno dos autos à Superintendência-Geral (SG/Cade) para a instauração de processo administrativo, buscando aprofundar as investigações considerando a evolução tecnológica.

O caso tem origem no próprio Cade, que identificou a necessidade de aprofundar as apurações sobre as condições concorrenciais do mercado de busca e o uso de conteúdo jornalístico pelo Google em ferramentas de IA. O julgamento pode resultar em sanções administrativas por infração à ordem econômica.

O “Modo IA” e o “Visão Geral criada por IA” sintetizam informações contidas em sites, mas sem remunerar os autores. (Fonte: Google/Reprodução)

Debate começou em 2025

A discussão no Cade sobre o tema começou em 2025. Na época, a Superintendência-Geral concluiu pela "ausência de indícios suficientes de infração à ordem econômica" e recomendou o arquivamento do caso.

O caso foi retomado pelo Tribunal e distribuído à relatoria do ex-conselheiro e presidente Gustavo Augusto, que votou pelo arquivamento. Em 8 de março, o conselheiro Diogo Thomson apresentou voto favorável à investigação, apontando indícios robustos sobre a atuação do Google — e Augusto ajustou sua posição anterior, concordando com a apuração. A conselheira Camila Cabral também votou a favor da abertura do processo, destacando que o Google utiliza conteúdo jornalístico sem autorização prévia.

No voto, Thomson ressaltou que a conduta do Google evoluiu significativamente com a incorporação de funcionalidades baseadas em IA generativa, capazes de sintetizar informações diretamente na interface de busca — como o Modo IA e a "Visão geral gerada por IA".

Análise das condições do mercado

Thomson levantou a hipótese de que a conduta do Google pode configurar abuso exploratório de posição dominante, caracterizado pela extração de valor econômico a partir de conteúdo produzido por terceiros. O conselheiro também propôs uma estrutura analítica específica para avaliação de condutas dessa natureza em mercados digitais, com foco em dependência estrutural, imposição de condições comerciais, extração de valor e existência de dano concorrencial.

Google acredita que a decisão é equivocada

Em comunicado enviado ao G1, o Google afirmou acompanhar a decisão do Cade, mas classificou-a como uma "compreensão equivocada" sobre o funcionamento de seus produtos. A empresa argumenta que o AI Overviews foi projetado para ampliar a descoberta de conteúdos relevantes e que a plataforma segue enviando bilhões de cliques para websites diariamente. O Google disse ainda que continuará dialogando com o Cade para esclarecer dúvidas sobre seus produtos.

Abaixo, confira o posicionamento completo:

“Acompanhamos a decisão do Cade de encaminhar este caso à Superintendência para uma análise detalhada, mas acreditamos que a decisão reflete uma compreensão equivocada sobre como nossos produtos funcionam e o valor que entregamos aos editores de notícias. Em um mundo onde as preferências dos usuários estão evoluindo, o AI Overviews [‘Visão geral criada por IA’] foi projetado para mostrar links para uma ampla variedade de resultados, criando novas oportunidades para que sites relevantes e conteúdos diversos sejam descobertos. Temos um compromisso com a web aberta e continuamos enviando bilhões de cliques para websites diariamente. Seguiremos dialogando com o Cade para esclarecer quaisquer dúvidas sobre o nosso produto”.

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© Getty Images

WhatsApp testa cancelamento de ruído para chamadas de voz e vídeo

7 de Abril de 2026, 18:00

O WhatsApp começou a testar um recurso de cancelamento de ruído para chamadas de voz e vídeo. A função tem como objetivo tornar a voz do interlocutor mais clara durante ligações em tempo real. As informações são do WABetaInfo.

Identificada em desenvolvimento há algumas semanas, a novidade agora está disponível para testadores. O recurso aparece na versão 2.26.14.1 do WhatsApp Beta para Android.

O cancelamento de ruído atua reduzindo sons externos captados pelo microfone. Isso pode ser especialmente útil quando um dos participantes está em um ambiente barulhento e precisa melhorar a clareza da comunicação.

The image shows a feature that allows users to enable noise cancellation during voice and video calls on WhatsApp beta for Android
O WhatsApp experimenta a redução de ruído para chamadas ao vivo. (Fonte: WABetaInfo/Reprodução)

Assim como em outros serviços de chamadas, a função pode ser desativada a qualquer momento. Essa flexibilidade permite que o usuário escolha entre filtrar o ruído ambiente ou manter a captação de sons externos, dependendo da necessidade.

Com a chegada aos testes, o recurso fica mais próximo de ser liberado para o público geral. No entanto, ainda não há previsão oficial para o lançamento.

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© stockcam/GettyImages

Gemini ganha novos recursos de apoio à saúde mental

7 de Abril de 2026, 15:00

O Google anunciou, nesta terça-feira (07), novas medidas voltadas à promoção de saúde mental para pessoas em crise. As soluções, agora concentradas no Gemini, identificam usuários que podem precisar de suporte e oferecem atalhos rápidos para buscar ajuda.

“As pessoas estão interagindo com o Gemini de maneiras mais profundas e complexas, buscando informações sobre diversos assuntos — inclusive quando estão passando por crises de saúde mental”, descreve a empresa.

Diante desse cenário, o Google afirma que pretende facilitar o acesso a recursos reais de apoio, além de preparar suas inteligências artificiais para incentivar a busca por ajuda humana e evitar a validação de comportamentos nocivos.

O Gemini oferecerá um cartão de contato rápido para entidades de valorização da vida se detectar sinais de problemas emocionais. (Fonte: Google/Reprodução)

Segundo a companhia, o Gemini também foi treinado para não concordar ou reforçar crenças falsas apresentadas pelos usuários.

Acesso rápido à ajuda profissional

A principal novidade é um sistema de detecção de situações de crise integrado ao Gemini. Ao identificar possíveis sinais de problemas psicológicos, a ferramenta passa a exibir um módulo com botões e informações para contato com serviços de apoio.

Esse módulo permite que o usuário entre em contato com especialistas em saúde mental com apenas um toque. O recurso apresenta opções para ligar, enviar mensagem de texto ou acessar o site de uma linha de ajuda, permanecendo visível durante toda a conversa.

Investimento para autoridades locais

O Google também anunciou a doação de US$ 30 milhões (R$ 154 milhões em conversão direta) para linhas de ajuda ao redor do mundo. Além disso, a empresa expandiu sua parceria com a ReflexAI, com o objetivo de apoiar organizações sociais e ampliar serviços de suporte à saúde mental.

O acordo inclui um investimento direto de US$ 4 milhões (R$ 20 milhões), além da integração do Gemini ao conjunto de ferramentas de treinamento da organização.

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© © Ibai Acevedo / Stocksy United

Todos os jogos de 007 para jogar antes de First Light

5 de Abril de 2026, 14:00

Com a chegada de 007: First Light, a franquia de James Bond volta ao centro das atenções no universo dos games. O novo título promete reinventar o agente secreto mais famoso do cinema em uma experiência moderna e também reacende o interesse por décadas de jogos que ajudaram a moldar o gênero de espionagem.

Ao longo dos anos, 007 estrelou adaptações diretas dos filmes, projetos originais e até experiências que influenciaram profundamente os jogos de tiro em primeira pessoa (FPS). Para muitos jogadores, esses títulos marcaram infância e adolescência — especialmente para quem teve consoles como Nintendo 64 e PlayStation 2.

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O novo agente James Bond, no jogo 007 First Light, é interpretado pelo ator Patrick Gibson. (Fonte: IO Interactive/Divulgação/PlayStation)

Antes de embarcar em uma nova missão com First Light, vale revisitar essa trajetória. A seguir, você confere a evolução dos jogos de James Bond e quais deles ainda fazem sentido jogar hoje.

James Bond: o universo de espionagem

James Bond nasceu nos livros, se popularizou no cinema e com o tempo se tornou uma das franquias mais marcantes da cultura pop. Nos videogames, o personagem encontrou terreno fértil para explorar narrativas de espionagem, infiltração e combate tático.

Durante os anos 1990 e 2000, os jogos de 007 ajudaram a popularizar mecânicas que hoje são bem conhecidas em jogos de ação e stealth. O exemplo mais emblemático é GoldenEye 007, que redefiniu o multiplayer local e mostrou o potencial dos consoles para experiências competitivas.

Ao mesmo tempo, outros títulos da franquia experimentaram com stealth, gadgets e narrativa cinematográfica, antecipando elementos que seriam refinados em séries modernas de espionagem.

Todos os jogos de 007

A lista de jogos que se passam dentro do universo de James Bond é enorme, mas nem todos os jogos são tão memoráveis. Abaixo, o Voxel lista os principais jogos de James Bond em ordem de lançamento, com suas respectivas plataformas:

  • James Bond 007 (1983) — Atari 2600, Atari 5200, Commodore 64
  • 007: The Duel (1993) — Sega Genesis
  • GoldenEye 007 (1997) — Nintendo 64
  • Tomorrow Never Dies (1999) — PlayStation
  • The World Is Not Enough (2000) — Nintendo 64, PlayStation
  • Agent Under Fire (2001) — PlayStation 2, GameCube, Xbox
  • Nightfire (2002) — PS2, GameCube, Xbox, PC
  • Everything or Nothing (2004) — PS2, GameCube, Xbox
  • GoldenEye: Rogue Agent (2004) — PS2, GameCube, Xbox
  • From Russia with Love (2005) — PS2, Xbox, GameCube
  • Quantum of Solace (2008) — PS3, Xbox 360, PC, Wii
  • Blood Stone (2010) — PS3, Xbox 360, PC
  • GoldenEye 007 (Remake, 2010) — Wii
  • GoldenEye 007: Reloaded (2011) — PS3, Xbox 360
  • 007 Legends (2012) — PS3, Xbox 360, PC, Wii U
  • GoldenEye 007 (2023 - Remaster) - Nintendo Swich, Xbox Series S | X

Esses títulos mostram a evolução da franquia, passando de jogos simples e experimentais para produções mais ambiciosas, com foco em narrativa e gameplay refinada.

Um bom resumão de toda a evolução de James Bond no mundo dos games está disponível no vídeo do canal Nick930 no YouTube. Ele destaca as fases que a franquia passou ao longo dos anos até 2020.

Quais preciso jogar antes de 007: First Light?

Nem todos os jogos da lista envelheceram bem – na prática, nenhum deles é necessário para jogar 007: First Light. O novo jogo da IO Interactive apresenta história própria inédita, então não requer que você conheça a história anterior de James Bond.

Contudo, você pode aproveitar a lista para entender a influência de 007 no mundo dos games. Vários dos jogos são dispensáveis, mas alguns deles são marcantes para a franquia e para a indústria.

  • GoldenEye 007 (1997) é obrigatório – e está acessível em consoles modernos na versão remasterizada. Quando foi lançado, o jogo redefiniu o gênero FPS nos consoles e influenciou diretamente títulos modernos, especialmente no design de mapas e multiplayer.
  • Nightfire (2002) e Everything or Nothing (2004) são ótimas opções para conhecer uma das fases mais criativas da franquia, combinando ação, gadgets e narrativa digna dos filmes.
  • Blood Stone (2010) representa uma abordagem mais moderna, com foco em narrativa cinematográfica e mecânicas inspiradas em jogos contemporâneos.

Se a ideia é se preparar para First Light, esses jogos oferecem um bom panorama do que funcionou — e do que pode ser reinventado na nova fase da franquia.

Jogos da IO Interactive

007: First Light marca uma nova etapa para James Bond nos games, agora sob responsabilidade da IO Interactive, estúdio conhecido pela franquia Hitman. A desenvolvedora é uma das maiores referências em jogos de infiltração furtiva.

Além dos jogos da franquia 007, é válido conferir os lançamentos anteriores do estúdio. O pacote mais completo é Hitman World of Assassination, que reúne os títulos da trilogia mais recente.

Nessa franquia, você controla o Agente 47, um assassino de aluguel de altíssimo nível. Você deve cumprir contratos em uma grande variedade de mapas, cabendo a você decidir qual abordagem adotar para dar cabo de seu alvo.

Se quiser ir mais longe nesse estudo de lançamentos, outra boa pedida é Hitman: Blood Money, um dos jogos mais icônicos do Agente 47.

A expectativa é que First Light traga uma abordagem mais moderna da espionagem, com foco em escolhas do jogador, múltiplos caminhos e narrativa mais profunda – capricho característico da IO Interactive. Diferente de adaptações anteriores, o jogo deve apresentar uma história original, sem ligação direta com os filmes.

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© IO Interactive/Divulgação/PlayStation

Spotify e gravadoras pedem US$ 320 milhões em processo de pirataria de músicas

26 de Março de 2026, 20:00

O Spotify e grandes gravadoras da indústria da música pedem US$ 322 milhões (cerca de R$ 1,6 bilhão na cotação atual) de indenização contra os operadores do Anna’s Archive, site pirata que roubou 86 milhões de músicas do serviço de streaming. Os requerentes argumentam que representantes da biblioteca paralela não compareceram ao tribunal e ignoraram a liminar ao liberar o conteúdo exportado via BitTorrent.

O roubo aconteceu em dezembro de 2025, quando o Anna’s Archive coletou 86 milhões de arquivos de áudio — equivalente a 99,6% das reproduções — do Spotify, junto com milhões de arquivos de metadados.

O cerco judicial fez o Anna’s Archive perder vários nomes de domínio. Contudo, a plataforma continuou no ar e conseguiu endereços alternativos para se manter acessível.

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O Spotify e as gravadoras pedem US$ 320 milhões em indenização. (Fonte: GettyImages)

Entre as gravadoras envolvidas no processo, estão Warner, Sony e UMG.

Após a abertura do processo judicial, a biblioteca paralela removeu os torrents do Spotify. O primeiro lote de arquivos de música distribuído em fevereiro também foi interrompido.

Segundo um operador do site, identificado como “Anna’s Archivist”, a liberação dos arquivos do Spotify aconteceu de forma acidental e foi temporariamente suspensa porque “não valia a pena” diante dos problemas adicionais causados pelos advogados da indústria musical.

Spotify insiste na disputa judicial

Apesar da interrupção, o Spotify e as gravadoras não querem abrir mão da disputa judicial. “O desrespeito flagrante e intencional do réu pelos direitos dos autores e pela autoridade do Tribunal justifica a imposição de indenização legal contra o réu por violação de direitos autorais no valor de US$ 22,2 milhões (R$ 116 milhões) e por violação da Lei de Direitos Autorais do Milênio Digital no valor de US$ 300 milhões (R$ 1,5 bilhão), bem como uma medida cautelar permanente”, argumentam.

Cada gravadora pede o valor máximo de US$ 150 mil (R$ 786 mil) em indenização legal por cerca de 50 obras. O Spotify acrescenta uma reivindicação de US$ 2,5 mil (R$ 13 mil) por violação da Lei de Direitos Autorais do Milênio Digital (DMCA) referente a 120 mil arquivos de música, elevando o total para mais de US$ 322 milhões.

Os requerentes afirmam que o pedido de indenização é “extremamente conservador”. A reivindicação abrange somente 148 faixas, o que representa uma pequena parte do que o Anna’s Archive alegou ter coletado.

Além da indenização, os requerentes também buscam uma liminar permanente para abranger dez domínios (atuais e anteriores) usados pelo Anna’s Archive. A ordem exigiria que registradores e provedores de hospedagem cumpram a sentença, desativando permanentemente o acesso aos domínios mencionados e cessando os serviços de hospedagem do site.

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© stockcam/GettyImages

Google Lyria 3 Pro: nova IA pode gerar músicas com até 3 minutos de duração

26 de Março de 2026, 17:00

O Google lançou o Lyria 3 Pro, seu mais novo modelo de geração de músicas, nesta quarta-feira (25). A inteligência artificial (IA) chega apenas um mês após o lançamento do Lyria 3, que serve como base para a criação de músicas com base em textos no Gemini.

Segundo o Google, o novo modelo permite não só criar faixas mais longas, como também garante maior controle criativo sobre as gerações. O usuário pode especificar elementos como introduções, versos e refrões no prompt, e a IA seguirá essas instruções.

O Lyria 3 é a base para a geração de músicas no Gemini, função inaugurada em fevereiro deste ano. O modelo original pode gerar faixas de até 30 segundos de duração — contra os 3 minutos de duração máxima do Lyria 3 Pro.

Onde o Lyria 3 Pro está disponível?

O Lyria 3 Pro será implementado em várias plataformas do Google, incluindo o Gemini.

  • No Gemini, o Lyria 3 Pro poderá gerar músicas com base em descrições em texto — inicialmente para assinantes.;
  • No Google AI Studio e na API Gemini, desenvolvedores podem acionar funções com o novo modelo. O Vertex AI também recebeu o modelo em fase de testes;
  • O Google Vids, app de geração de vídeos, agora pode criar músicas para compor cenas usando o Lyria 3 Pro;
  • Por fim, a ferramenta também foi integrada ao ProducerAI, uma solução de criação musical colaborativa da empresa.

O Google ressaltou que o treinamento do Lyria 3 Pro contou apenas com dados de parceiros e conteúdos permitidos do YouTube. Além disso, a empresa afirma que o modelo não pode ser usado para imitar um artista — embora consiga se inspirar em estilos reais.

Assim como outros conteúdos multimídia gerados por modelos do Google, as criações do Lyria 3 Pro são marcadas com o SynthID, identificador que indica que o material foi produzido por inteligência artificial.

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iOS 26.4 é lançado para todos com ajustes para atender ao ECA Digital

24 de Março de 2026, 15:24

A Apple liberou oficialmente o iOS 26.4 para todos os usuários nesta segunda-feira (24). A atualização chega com um pacote de novidades para o Apple Music, identificação de músicas offline, mais emojis e um recurso de verificação de idade nativo para atender ao ECA Digital.

Entre os destaques, estão mudanças relevantes no Apple Music, novos widgets, ajustes no teclado e funções adicionais de acessibilidade. Confira abaixo tudo o que muda com o novo update do iPhone.

Confirme que é um adulto

O iOS 26.4 contém um sistema de verificação de idade nativo. A adição visa atender às demandas legislativas brasileiras do ECA Digital (Lei nº 15.211/2025).

Dentro do menu de configurações do celular, há uma seção que pede para o usuário confirmar que tem 18 anos ou mais. O processo pode ser feito com um documento de identidade ou cartão de crédito.

O iOS 26.4 pede para o usuário confirmar que tem 18 anos ou mais. (Fonte: Wellington Arruda/TecMundo)

“A legislação brasileira exige que você confirme que é um adulto para alterar as restrições de conteúdo ou baixar e comprar apps classificados para maiores de 18 anos”, explica a Apple.

Além do Brasil, o iOS também contém um mecanismo de verificação de idade no Reino Unido, onde vigora uma lei semelhante – por lá, a Online Safety Act ("Lei de Segurança Online", em tradução livre).

Apple Music

O Apple Music agora conta com o Playlist Playground, uma ferramenta que cria playlists automaticamente com base em descrições em texto feitas pelo usuário — estilo musical, gênero, artista ou época, por exemplo.

ios 26 4 playlist playground
O Playlist Playground permite criar playlists com base em descrição em texto. (Fonte: MacRumors/Reprodução)
  • Além disso, o serviço passa a exibir shows de artistas favoritos que acontecerão próximos à sua localização, além de sugerir novos artistas com base nos seus hábitos de escuta;
  • O reconhecimento de músicas também foi aprimorado: agora, é possível identificar faixas mesmo offline, com a busca sendo realizada automaticamente quando a conexão com a internet for restabelecida;
  • Por fim, foram adicionados novos widgets de música ambiente, voltados para diferentes momentos do dia, como sono, relaxamento, bem-estar e produtividade.

Melhorias gerais

O iOS 26.4 também inclui ajustes gerais no sistema. Entre eles, estão a adição de oito novos emojis — incluindo trombone, orca e bailarina — e melhorias no app Freeform, que agora oferece suporte à criação e edição avançada de imagens.

No app Lembretes, tornou-se possível marcar tarefas como urgentes ao tocar e segurar sobre elas. Já o teclado recebeu melhorias de precisão, evitando situações em que caracteres aparecem como selecionados, mas não são inseridos no texto.

Acessibilidade

O update também reforça os recursos de acessibilidade. A redução de efeitos de brilho agora também diminui a intensidade ao interagir com elementos na tela.

Quando ativada, a redução de movimentos se torna mais eficiente ao minimizar animações do Liquid Glass. Além disso, as opções de legendas passam a ficar disponíveis diretamente pelo ícone durante a reprodução de mídia.

Atualização é distribuída gradativamente

Assim como outras versões do sistema, o iOS 26.4 é distribuído de forma gradual para dispositivos compatíveis. Quando disponível, o usuário recebe uma notificação no aparelho para baixar e instalar o update.

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Claude agora controla seu PC à distância para executar tarefas automaticamente

24 de Março de 2026, 15:15

Você agora pode permitir que o Claude use o seu computador para concluir tarefas à distância, anunciou a Anthropic nesta segunda-feira (23). A novidade usa o Claude Cowork e o Claude Code para tomar controle sobre o PC, seguindo comandos deixados no Claude acessível pela web ou celular.

Originalmente, a única forma de dar instruções ao Claude Code ou Claude Cowork era pelo próprio computador — a atividade então prossegue em segundo plano, permitindo ao usuário dar conta de outras tarefas. Com a novidade, os comandos agora podem ser enviados remotamente pelo chatbot disponível no navegador ou no app mobile.

Quando você pede para o Claude executar algo no computador, ele busca o método mais preciso para concluir a tarefa — como um conector próprio para IAs. Caso nenhuma interface adaptada esteja disponível, ele solicita permissão para abrir programas manualmente, controlar mouse e teclado e acessar o conteúdo da tela, de forma semelhante ao que um usuário faria.

Na prática, é como se o assistente tivesse acesso constante ao computador, permitindo que você interaja com ele de qualquer lugar.

Em um exemplo divulgado pela empresa, um usuário afirma estar atrasado para uma reunião, mas precisa exportar uma apresentação como PDF e anexá-la ao convite. O pedido é feito ao Claude, que assume o controle do computador, exporta o arquivo, localiza a reunião e anexa o documento — tudo sem instruções adicionais.

Mecanismos de proteção

A função foi construída com mecanismos de proteção para minimizar riscos, como acidentes ou ataques de prompt injection. “Quando o Claude usa o seu computador, nosso sistema vai automaticamente escanear ativações dentro do modelo para detectar esse tipo de atividade [maliciosa]”, destacou a empresa.

Além disso, o usuário pode interromper o Claude a qualquer momento.

Ao ativar o recurso, a Anthropic também exibe avisos importantes:

  • Algumas ações podem ser irreversíveis;
  • Aplicativos autorizados podem servir como meio de acesso para outros apps;
  • É necessário cuidado com documentos e sites que podem conter instruções maliciosas;
  • Conteúdos sensíveis devem ser fechados, já que o Claude pode visualizar a tela.

Disponibilidade restrita

Atualmente, os comandos remotos do Claude para o Code ou o Cowork estão em fase de testes e não funcionam perfeitamente. Tarefas mais complexas podem exigir mais de uma tentativa e a interação direta com interfaces pode ser mais lenta do que o uso de conectores dedicados.

A ferramenta está disponível para assinantes Claude Pro (R$ 92/mês) e Claude Max (a partir de R$ 550) e, por enquanto, funciona apenas no macOS.

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Samsung retoma negociações com sindicato e pode evitar greve em maio

24 de Março de 2026, 15:00

A Samsung Electronics concordou em retomar as negociações sobre bônus, afirmou o sindicato dos trabalhadores da empresa na Coreia do Sul nesta terça-feira (24). A discussão acontece após a associação aprovar uma greve marcada para maio deste ano.

O sindicato representa cerca de 90 mil trabalhadores da Samsung — aproximadamente 70% da força de trabalho local. A entidade demanda revisão na tabela de pagamentos e bônus maiores, exigindo uma abordagem similar à adotada pela concorrente SK Hynix.

Cerca de 93% dos votos aprovaram o plano de greve, segundo o sindicato. A paralisação estava prevista para acontecer por 18 dias a partir de 21 de maio, mas só será iniciada caso nenhum acordo seja fechado até lá.

Lofotipo da Samsung
Samsung retomou as negociações sobre reajuste nos bônus salariais, afirmou o sindicato. (Fonte: JHVEPhoto/GettyImages)

Produção pode ser impactada

Toda a fabricação de chips DRAM da Samsung acontece nas unidades da Coreia do Sul, bem como dois terços dos componentes NAND, conforme levantamento da Counterpoint. Uma eventual greve teria impacto significativo no fluxo de produção, podendo interferir diretamente na oferta global desses componentes.

Até o momento, nenhum acordo foi estabelecido, portanto o plano de greve segue mantido. Ainda assim, a retomada das negociações aumenta a possibilidade de um entendimento entre as partes antes da data prevista para a paralisação.

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Microsoft pode acabar com login obrigatório no Windows 11

24 de Março de 2026, 14:00

O login obrigatório em conta Microsoft no Windows 11 pode estar prestes a acabar, indica um tuíte publicado por um executivo da empresa. Sem detalhes, a publicação foi feita no X em 20 de março deste ano.

Atualmente, o uso de uma conta Microsoft é uma das etapas exigidas durante a instalação do Windows 11. Embora existam formas de contornar essa exigência, a prática é desencorajada. Desde o lançamento do sistema operacional, a obrigatoriedade é alvo de críticas por exigir cadastro no ecossistema da empresa apenas para usar o computador.

Em uma publicação no X, o vice-presidente e membro da equipe técnica da Microsoft para o Windows, Scott Hanselman, reconheceu que os usuários não gostam do login obrigatório e afirmou que a empresa trabalha em uma solução.

Ya I hate that. Working on it

— Scott Hanselman 🌮 (@shanselman) March 20, 2026

Apesar disso, não há confirmação oficial de que a exigência será removida. A declaração do executivo, no entanto, indica que a Microsoft considera a possibilidade para atender a uma demanda recorrente da comunidade.

No post, Hanselman não mencionou prazos ou detalhes adicionais sobre a possível mudança.

Microsoft quer melhorar a reputação do Windows 11

A implementação constante de recursos de IA, as atualizações automáticas e a ausência de funções básicas impactaram negativamente a percepção pública sobre o Windows 11. A Microsoft, porém, afirma estar comprometida em reverter esse cenário.

Em 20 de março deste ano, a empresa publicou um artigo destacando melhorias em desenvolvimento, como mais opções de personalização para a Barra de Tarefas, integração de ferramentas de IA de forma mais moderada e a possibilidade de evitar a instalação automática de atualizações.

A eventual remoção do login obrigatório seguiria essa mesma proposta, ao atender uma demanda antiga dos usuários. No entanto, a mudança não foi mencionada oficialmente entre as melhorias planejadas.

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Google melhora vibe coding no AI Studio com integração ao Antigravity

22 de Março de 2026, 13:00

O Google aprimorou a experiência de vibe coding no Google AI Studio. A novidade utiliza as capacidades do agente de codificação do Google Antigravity para permitir a criação de aplicações funcionais a partir de prompts em linguagem natural.

Com as melhorias, a plataforma passa a lidar melhor com solicitações mais complexas, aproximando ainda mais o processo de desenvolvimento da linguagem cotidiana de usuários pouco familiarizados com codificação.

Com a integração ao Google Antigravity, o Google AI Studio consegue compreender melhor demandas que envolvem múltiplos sistemas, como a configuração de bancos de dados e mecanismos de autenticação.

O agente de codificação do Google Antigravity foi adicionado ao Google AI Studio. (Fonte: Google/Reprodução)

Isso permite que o usuário descreva o que deseja construir — em vez de programar manualmente cada parte — e ainda assim obtenha uma aplicação funcional.

Novas capacidades do Google AI Studio

Entre as principais melhorias adicionadas à plataforma, estão:

  • Criação de jogos multijogador, ambientes colaborativos e ferramentas de uso compartilhado;
  • Detecção automática da necessidade de banco de dados ou login, com sugestão de integração com Firebase (Cloud Firestore e Firebase Authentication);
  • Uso de um amplo ecossistema de ferramentas web modernas para construção de interfaces gráficas de usuário;
  • Conexão com serviços externos por meio de chaves de API.

Integrações devem crescer

O Google também trabalha na expansão das integrações do AI Studio. No futuro, a plataforma poderá se conectar a serviços como Workspace, Drive e Planilhas, ampliando ainda mais as possibilidades de criação.

Outra funcionalidade em desenvolvimento é a capacidade de exportar projetos diretamente do AI Studio para o Antigravity com apenas um botão, simplificando o fluxo de trabalho entre as ferramentas.

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© Google/Divulgação

Que fim levou o Windows Media Player, popular tocador de músicas e vídeos?

21 de Março de 2026, 08:00

O Windows Media Player foi o primeiro programa reprodutor de mídia do Windows. O aplicativo passou por inúmeras revisões desde a estreia na década de 1990 e se tornou um dos softwares mais reconhecidos do sistema operacional da Microsoft.

Ao longo dos anos, o programa acompanhou mudanças importantes na forma como os usuários consomem músicas e vídeos, evoluindo de um simples reprodutor multimídia para um aplicativo com diversas funções adicionais.

Contudo, ao longo do tempo, o aplicativo perdeu a importância no cotidiano no público, sendo substituído por alternativas mais modernas e nativas da era do streaming. Nesse meio tempo, o que será que aconteceu com o Media Player? O TecMundo ajuda você a lembrar.

O que é o Windows Media Player?

O Windows Media Player (WMP) é um programa reprodutor de mídia desenvolvido pela Microsoft. Durante várias gerações do sistema operacional, o aplicativo foi um dos componentes nativos do Windows e se tornou um dos aplicativos mais icônicos do sistema operacional.

O software foi lançado originalmente em 1991 no Windows 3.0 com Multimedia Extensions (“Extensões multimídia”). Na época, o aplicativo era conhecido apenas como “Media Player”.

Desde o início, a proposta do programa era servir como um reprodutor multimídia para o sistema. Com o passar do tempo, o aplicativo recebeu novas funções, incluindo a capacidade de extrair e gravar arquivos em CDs, sincronizar playlists com dispositivos portáteis e oferecer mais opções de organização de bibliotecas de mídia.

Quando o Media Player virou o Windows Media Player?

O Media Player passou a se chamar Windows Media Player no Windows XP, quando chegou à versão 5.1. A partir desse momento, as atualizações principais do aplicativo passaram a ocorrer de forma mais independente, sem depender diretamente de grandes atualizações do sistema operacional.

Na versão 7, o Windows Media Player recebeu uma atualização significativa, incluindo um novo visual, visualizadores e diversas funcionalidades adicionais.

Recursos marcantes do Windows Media Player

O Windows Media Player está presente na memória de quem usou computadores Windows para ouvir músicas ou assistir a vídeos nos anos 2000. O aplicativo era bastante conhecido pela sua interface, pelas inúmeras visualizações dinâmicas e pelas opções de personalização.

Um dos recursos mais importantes do reprodutor era a capacidade de “queimar” CDs e DVDs – isto é, salvar conteúdo na mídia óptica. Além disso, uma das funções também permitia criar cópias compactas de arquivos de música, importantíssimo para economizar espaço no armazenamento limitado de portáteis dos anos 2000.

Algumas amostras de músicas disponíveis por padrão no aplicativo também marcaram o período. Três exemplos são Ninja Tuna - Mr. Scruff, Bob Acri - Bob Acri e Fine Music, Vol. 1 - Richard Stoltzman.

Ecossistema de apps multimídia da Microsoft

Ao longo dos anos, a Microsoft lançou diferentes aplicativos voltados à reprodução multimídia além do Media Player. Em muitos casos, esses programas adicionais eram necessários para oferecer suporte a formatos que o aplicativo original não conseguia reproduzir.

Groove Music será removido da App Store e do Google Play em 1º de junho -  Canaltech
O Groove Music foi o reprodutor de mídia padrão do Windows 10. (Fonte: Microsoft/Divulgação)

Em alguns momentos, o Windows chegou a contar com múltiplas versões do software instaladas ao mesmo tempo. O Windows Me e o Windows XP, por exemplo, chegaram a ter três versões diferentes do Windows Media Player coexistindo no sistema.

Outro movimento marcante ocorreu no Windows 8, quando a Microsoft apresentou os aplicativos Xbox Video e Xbox Music. Esses programas coexistiam com o Windows Media Player 12, versão lançada junto ao Windows 7 em 2009.

No Windows 10, os aplicativos com a marca Xbox foram substituídos pelo Groove Music. A proposta era semelhante à do Media Player original: oferecer reprodução multimídia em um único programa, seja por streaming ou a partir de arquivos locais.

O Windows Media Player ainda existe?

Apesar das tentativas da Microsoft de consolidar o Groove Music, o aplicativo não conseguiu se firmar no mercado de streaming de música. Com isso, a empresa decidiu reviver o Media Player no Windows 11 em janeiro de 2022.

Nesta nova edição, o aplicativo passou a ser distribuído pela Microsoft Store e foi desenvolvido com o Windows App SDK, conjunto de bibliotecas e ferramentas da Microsoft.

Essa edição é considerada um sucessor direto do Groove Music, e não do Media Player original. Para evitar confusão, as versões antigas passaram a ser chamadas popularmente de Windows Media Player Legacy.

Assim como o aplicativo original, o Windows Media Player lançado em 2022 é focado na reprodução multimídia de conteúdo local, sem integração direta com plataformas online.

Mudanças na indústria da música

O Windows Media Player ainda é uma marca importante dentro do ecossistema da Microsoft. No entanto, a indústria musical passou por mudanças profundas ao longo das últimas décadas e o app não é mais tão presente no cotidiano da maioria dos usuários.

Foto de um celular com o logo do Spotify de baixo de um fone de ouvido.
Os nomes Spotify, Apple Music e YouTube Music são muito mais presentes atualmente na indústria musical. (Fonte: Getty Images)

O streaming se tornou um dos principais canais de distribuição de conteúdo, reduzindo o protagonismo de aplicativos voltados exclusivamente à reprodução de arquivos locais.

Atualmente, o Windows Media Player Legacy ainda pode ser utilizado com o mesmo visual e a experiência da versão 12. Contudo, essa edição é distribuída como um recurso opcional do Windows e precisa ser ativada manualmente nas configurações do sistema.

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Galaxy A37 e Galaxy A57 aparecem em vídeo de hands-on antes do lançamento

16 de Março de 2026, 19:00

Os próximos Galaxy A37 e Galaxy A57 apareceram em um vídeo de hands-on publicado no TikTok. Os celulares intermediários da Samsung surgem nas imagens com um design bastante familiar, sem grandes mudanças em relação ao que já havia sido revelado em vazamentos anteriores.

Nos vídeos, os dois aparelhos exibem o visual previsto nas renderizações que circularam anteriormente. Tanto o Galaxy A57 quanto o Galaxy A37 apresentam laterais retas e câmeras traseiras alinhadas verticalmente dentro de um módulo em formato de pílula.

Alguns detalhes ajudam a diferenciar os modelos. O Galaxy A57 possui bordas de tela mais finas, enquanto o Galaxy A37 apresenta margens um pouco mais espessas. A coloração do módulo de câmeras também muda: no A57 ele é escuro, enquanto no A37 aparece em tom acinzentado.

O vazador responsável pelo vídeo, que é de origem tailandesa, também antecipou os preços locais em Baht Tailandês (THB) para os dispositivos:

  • Galaxy A57 (12 GB de RAM + 256 GB de armazenamento): 17.999 THB (US$ 554 – cerca de R$ 2.913);
  • Galaxy A57 (12 GB de RAM + 512 GB): 20.999 THB (US$ 646 – aproximadamente R$ 3.400);
  • Galaxy A37 (8 GB de RAM + 256 GB): 13.999 THB (US$ 430 – cerca de R$ 2.260).

Galaxy A57 terá câmara de vapor maior

Em outro vazamento, este reportado pelo SamMobile, uma imagem mostra que a câmara de vapor do Galaxy A57 será maior do que os modelos anteriores – Galaxy A55 e A56.

galaxy a57, galaxy a56, galaxy a55 vapour cooling chambers compared
A câmara de vapor do Galaxy A57 é maior que a dos modelos anteriores. (Fonte: Abhijeet Mishra/Reprodução)

Os ganhos desse aprimoramento são difíceis de inferir antes do lançamento. Contudo, o componente deve garantir melhor capacidade de arrefecimento, potencialmente entregando melhor desempenho.

Intermediários mantêm a proposta dos modelos anteriores

Embora não tenham sido detalhadas nesse vazamento específico, as especificações técnicas dos aparelhos já apareceram em rumores anteriores.

O Galaxy A57 deve contar com tela AMOLED de 6,6 polegadas em resolução Full HD+ e taxa de atualização de 120 Hz. O dispositivo seria equipado com o chipset Exynos 1680 e opções de 6 GB, 8 GB ou 12 GB de memória RAM.

No conjunto de câmeras, o modelo deve trazer sensor principal de 50 MP, acompanhado por uma lente ultrawide de 12 MP e uma câmera macro de 5 MP.

Já o Galaxy A37 deve ter tela AMOLED de 6,7 polegadas e processador Exynos 1480. O sistema de câmeras incluiria sensor principal de 50 MP, lente ultrawide de 8 MP e macro de 5 MP.

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Play Store libera mais apps e pacotes de ícones grátis por tempo limitado

16 de Março de 2026, 12:15

Toda semana, desenvolvedores liberam aplicativos pagos gratuitamente por tempo limitado na Play Store. A prática é comum como forma de promover apps, atrair novos usuários e ampliar a base de downloads dentro da loja do Android.

Nesta semana, alguns aplicativos úteis e diversos pacotes de ícones podem ser baixados sem custo por tempo limitado. A lista inclui ferramentas de produtividade, utilitários simples e opções de personalização para quem gosta de renovar o visual do celular.

Full Battery Alarm

O Full Battery Alarm é um utilitário simples que ajuda a preservar a saúde da bateria do celular. O aplicativo emite um alerta sonoro quando o aparelho atinge determinado nível de carga, evitando que o dispositivo permaneça conectado ao carregador por tempo excessivo.

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O Full Battery Alarm é um utilitário simples que ajuda a preservar a saúde da bateria do celular (Fonte: Power Mind Apps/Divulgação)

Countdown Widget - Time Until

O Countdown Widget - Time Until é um aplicativo que permite acompanhar a contagem regressiva para eventos importantes diretamente na tela inicial do celular. Com ele, é possível criar widgets personalizados para datas especiais, compromissos ou viagens.

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Countdown Widget - Time Until é um aplicativo que permite acompanhar a contagem regressiva para eventos importantes diretamente na tela inicial do celular. (Fonte: Power Mind Apps/Divulgação)

Image Cropper - Crop photos

O Image Cropper - Crop photos é uma ferramenta voltada para edição rápida de imagens. O aplicativo permite cortar fotos em diferentes formatos e proporções, sendo útil para preparar imagens para redes sociais ou para ajustes rápidos no celular.

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O Image Cropper - Crop photos é uma ferramenta voltada para edição rápida de imagens. (Fonte: Power Mind Apps/Divulgação)

Pacotes de ícones

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Apple lança AirPods Max 2 com chip H2, tradução ao vivo e mesmo visual

16 de Março de 2026, 10:36

A Apple anunciou o AirPods Max 2 nesta segunda-feira (16). O novo headphone mantém a identidade visual do modelo original, mas traz melhorias importantes na ficha técnica, incluindo avanços no cancelamento de ruído e suporte a tradução ao vivo.

A principal novidade é a presença do chip H2, o mesmo componente utilizado nos AirPods Pro 2 e AirPods Pro 3. Segundo a Apple, o novo hardware permite entregar um cancelamento de ruído ativo até 1,5 vez mais eficiente, além de um novo amplificador de alcance dinâmico.

O Áudio Espacial também foi aprimorado. De acordo com a empresa, a melhoria acontece graças a uma localização mais precisa dos instrumentos e a respostas de graves mais consistentes.

O AirPods Max 2 é equipado com chip H2. (Fonte: Apple/Divulgação)

Assim como no modelo anterior, o fone oferece suporte a áudio sem perdas em 24 bits/48 kHz quando conectado via USB-C. A Apple destaca que esse recurso permite que profissionais utilizem o headphone ao longo de todo o fluxo de trabalho em produção musical.

Recursos do chip H2

A Apple também destacou alguns dos recursos possibilitados pelo chip H2 no AirPods Max 2:

  • Áudio adaptável: os níveis de cancelamento de ruído e transparência se ajustam automaticamente de acordo com o ambiente;
  • Tradução ao vivo: função que traduz a fala de outras pessoas em tempo real;
  • Controle remoto para câmera;
  • Interações com a Siri;
  • Redução de sons altos.

Em termos de autonomia, o AirPods Max 2 oferece até 20 horas de uso com o cancelamento de ruído ativo habilitado. A compra do headphone inclui também a Smart Case, utilizada para armazenamento e recarga.

Preço e disponibilidade

O AirPods Max 2 começa a ser vendido em 25 de março nas cores Azul, Roxo, “Meia-noite” (preto), “Estelar” (bege) e Laranja. Nos Estados Unidos, o periférico tem preço sugerido de US$ 549 (cerca de R$ 2.889 em conversão direta).

No Brasil, o AirPods Max 2 já aparece listado na Apple Store por R$ 6.590. A data de disponibilidade no Brasil ainda não foi confirmada, pois o dispositivo não foi certificado pela Anatel.

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WhatsApp testa a 'Conversa com convidados' que permite usar o app sem criar conta

16 de Março de 2026, 10:09

O WhatsApp começou a testar oficialmente o novo chat para convidados, recurso que permite trocar mensagens com pessoas que não possuem cadastro no mensageiro. A disponibilidade da novidade foi reportada pelo site WABetaInfo nesta segunda-feira (16).

A ferramenta foi identificada inicialmente em agosto de 2025 pelo WABetaInfo, mas na época ainda não estava funcional. Agora, o recurso começou a aparecer para parte dos testadores e funciona exatamente como havia sido especulado.

Na prática, o chat para convidados permite iniciar conversas com usuários que não têm conta no WhatsApp. Para isso, o usuário do mensageiro gera um link seguro que pode ser compartilhado de diferentes formas, como por e-mail ou SMS.

This image shows a feature that lets users create guest chats on WhatsApp beta for Android
O WhatsApp começou a testar a conversa com convidados. (Fonte: WABetaInfo/Reprodução)

Ao abrir o endereço no computador ou celular, a pessoa convidada pode escolher entre baixar o WhatsApp ou continuar utilizando o serviço como convidado.

Nesse modo, o usuário temporário pode definir um nome próprio e até iniciar conversas com seus próprios contatos.

Perfil convidado tem limitações

Apesar da flexibilidade, o modo convidado possui algumas restrições importantes. Entre as limitações estão:

  • Não pode participar de grupos;
  • Não pode enviar ou receber mídias, incluindo stickers e áudios;
  • Não pode fazer ou participar de chamadas de voz e vídeo;
  • Não recebe notificações de mensagens.

Além disso, o perfil de convidado é temporário. A conta expira após 10 dias de inatividade e, para voltar a conversar no mensageiro, a pessoa precisa receber um novo link de convite.

Mesmo nessas conversas temporárias, o conteúdo continua protegido por criptografia de ponta a ponta. Ao acessar o link compartilhado, o convidado recebe um identificador único que é utilizado para gerar uma chave criptográfica específica para o chat.

Ainda em testes

O chat para convidados do WhatsApp está sendo liberado de forma gradual entre os testadores do aplicativo.

Até o momento, a novidade foi identificada apenas por alguns usuários da versão Beta, e não há previsão oficial para o lançamento da funcionalidade para o público geral.

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10 melhores jogos de luta lançados nos últimos 10 anos

15 de Março de 2026, 14:00

Os jogos de luta competitivos passaram por uma transformação significativa nos últimos 10 anos. Se antes o foco estava quase exclusivamente no multiplayer local e no clássico gameplay 1v1 no sofá, hoje o gênero abraça gráficos ultrarrealistas, rollback netcode para luta online mais estável e integração direta com campeonatos oficiais e eSports de luta.

Franquias tradicionais como Street Fighter, Tekken e Mortal Kombat evoluíram visualmente e em acessibilidade. Controles simplificados, modos de treino aprofundados e tutoriais mais robustos ampliaram o alcance para novos jogadores, sem deixar de lado a profundidade exigida pela cena competitiva.

Ao mesmo tempo, novos sistemas de progressão, histórias cinematográficas e eventos sazonais mantiveram a comunidade engajada por mais tempo

10 melhores jogos de luta dos últimos 10 anos

Em um cenário cada vez mais conectado, os melhores jogos de luta recentes precisam equilibrar espetáculo, precisão técnica e infraestrutura online sólida — especialmente para quem busca os melhores jogos de luta para PS5 e Xbox ou quer saber quais são os jogos de luta com melhor online atualmente.

Mortal Kombat 1.jpg
Mortal Kombat 1 é um dos jogos que mais impressionou os jogadores nos últimos anos. (Fonte: NetherRealm Studios/Warner Bros./Steam)

Confira os 10 melhores jogos de luta dos últimos 10 anos:

Mortal Kombat 1

Lançado em 2023, Mortal Kombat 1 é um reboot da franquia e sequência direta de Mortal Kombat 11, ambientado em uma nova linha do tempo criada por Liu Kang. A porradaria visceral continua sendo sua marca registrada, com combates brutais e foco cinematográfico.

Disponível para PS5, Xbox Series S|X, Nintendo Switch e PC, o jogo mantém forte presença na cena competitiva e é frequentemente citado entre os melhores games de luta para jogar com amigos.

Injustice 2

Lançado em 2017, Injustice 2 traz a porradaria entre heróis e vilões da DC em uma narrativa que dá sequência direta a Injustice: Gods Among Us (2013). O título combina sistema de combos acessível, mas que recompensa jogadores mais dedicados.

Está disponível para PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series S|X e PC, sendo lembrado até hoje como um dos jogos de combate mais sólidos baseados em super-heróis.

Street Fighter 6

Lançado em 2023, Street Fighter 6 dá continuidade à clássica franquia e se consolidou rapidamente como referência em jogos de luta da última década. O título oferece diferentes modos de jogo e opções de controles, ampliando o acesso para iniciantes sem comprometer a profundidade competitiva.

Disponível para PS4, PS5, Xbox Series S|X, Nintendo Switch 2 e PC, é presença constante em torneios e frequentemente apontado como um dos jogos de luta com melhor online da atualidade.

Tekken 8

Lançado em 2024, Tekken 8 é o capítulo mais recente da clássica franquia. Seu principal diferencial é o sistema de “Heat”, que aumenta o dano, adiciona golpes e destrava mecânicas de mobilidade, tornando as partidas ainda mais agressivas.

Disponível para PS5, Xbox Series S|X e PC, o título rapidamente ganhou espaço nos eSports de luta e reforçou a relevância da série no competitivo moderno.

Super Smash Bros. Ultimate

Lançado em 2018, Super Smash Bros. Ultimate é o conhecido jogo de luta repleto de crossovers da Nintendo e outras franquias. Embora tenha uma proposta mais acessível para diferentes idades, o game possui curva de aprendizado complexa e forte presença competitiva.

Disponível para Nintendo Switch, segue como um dos jogos de luta mais populares para multiplayer local e campeonatos dedicados.

Soulcalibur VI

Lançado em 2018, Soulcalibur VI manteve o foco tradicional da franquia em combates com armas e movimentação em arenas 3D.

Está disponível para PS4, Xbox One e PC — além de consoles mais recentes via retrocompatibilidade — e ainda é lembrado entre fãs que buscam variedade dentro dos jogos de combate.

Dragon Ball FighterZ

Lançado em 2018, Dragon Ball FighterZ carrega o DNA da Arc System Works, estúdio também responsável por Guilty Gear. O título combina visual fiel ao anime com sistema técnico baseado em equipes.

Disponível para PS4, Xbox One, Nintendo Switch e PC — ou consoles mais recentes via retrocompatibilidade —, tornou-se presença constante em torneios e ajudou a popularizar ainda mais os jogos de luta competitivos inspirados em animes.

EA Sports UFC 5

Lançado em 2023, EA Sports UFC 5 é um simulador de artes marciais que se distancia da fantasia tradicional dos jogos de luta, apostando em realismo e mecânicas técnicas.

Disponível para PS5 e Xbox Series S|X, o game ocupa um espaço específico dentro dos jogos de combate, com foco em simulação e confrontos estratégicos.

Guilty Gear Strive

Lançado em 2021, Guilty Gear Strive é o título mais recente da franquia da Arc System Works. O lançamento foi projetado para ser uma reconstrução da franquia, retendo as características mais importantes de sua identidade, mas retrabalhando mecânicas para atrair novos jogadores.

Disponível para PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series S|X, PC e Nintendo Switch.

Dead or Alive 6

Lançado em 2019, Dead or Alive 6 manteve o estilo ágil da franquia, com foco em contra-ataques e movimentação rápida. Uma versão Last Round está prevista para 2026.

Atualmente disponível para PS4, Xbox One e PC, a nova edição será lançada para PS5 e Xbox Series, mantendo o título relevante dentro do cenário de jogos de luta da última década.

Lista de jogos de luta é gigantesca

Seja pela força no competitivo, pela qualidade da luta online ou pelo fator diversão no multiplayer local, esses títulos representam o que há de mais relevante entre os melhores jogos de luta recentes.

Naturalmente, os títulos listados neste artigo são só algumas das opções disponíveis no gênero. Vários dos jogos mencionados são de franquias consolidadas, cujos lançamentos anteriores também tiveram grande importância para a consolidação da categoria e podem render muitas horas de gameplay.

Além disso, há franquias que estão congeladas que também valem a sua atenção, como Killer Instinct, cujo último lançamento foi em 2013. Além disso, há estreantes que também podem despertar interesse, como 2XKO da Riot Games.

Naturalmente, também há opções bem legais de jogos de luta para celular que permitem conhecer o gênero, mas sem ter um console ou computador de ponta.

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© Capcom/Divulgação

Review: Marathon testa seus limites e paciência, mas com grande estilo

14 de Março de 2026, 10:15

Marathon é o novo extraction shooter da Bungie e chega com uma proposta curiosa dentro do gênero. Ambientado no distante planeta Tal Ceti IV, em um futuro distópico, o jogo aposta em uma identidade visual marcante e em um loop de gameplay intenso, mas também apresenta desafios de acessibilidade para novos jogadores.

O jogo é uma espécie de reboot da Marathon da década de 1990, um Boomer Shooter sci-fi estilo Doom. Desta vez, o game é totalmente multiplayer online, sem campanha single-player, e oferece um único modo de jogo.

Em Marathon, você é uma consciência virtual implantada em corpos sintéticos, as Armações. Você deve visitar Tal Ceti IV para atender aos anseios das facções – algumas delas, inteligências artificiais –, que conflitam entre si e contra a UESC (Unified Earth Space Council).

Com jogabilidade PvPvE no gênero de extração de tiro, o game te coloca em um intenso e belíssimo ciclo de vida e morte multiplayer. Essa intensidade, no entanto, pode ser bastante desafiadora para alguns jogadores.

Visual exótico

Marathon experimenta uma identidade visual incomum entre games de grande orçamento. Tudo em Tal Ceti IV é composto por formas geométricas simples e de contornos evidentes — o que rendeu várias comparações até mesmo com Roblox

No entanto, essa estética é proposital: a Bungie chama o visual de “retrofuturismo gráfico”, visando entregar algo tecnológico, mas ao mesmo tempo capaz de impressionar jogadores com suas peculiaridades. Atualmente, esse conceito é aplicado em três mapas já disponíveis: Perímetro, Pântano Sombrio e Posto Avançado, com mais um chegando em breve, o chamado Cryo Archive.

Marathon adota um visual exótico com formas geométricas simples, cores vibrantes e um mundo digital caótico. (Fonte: Bungie/Divulgação)

A preferência por um estilo visual é algo extremamente subjetivo. Para mim, Marathon é lindo. O jogo explora um estilo artístico futurista incomum que prioriza a função sobre a forma, além de ser extremamente fiel à natureza daquele universo, em que tudo é fabricado e sintético.

As cores vibrantes e as texturas simplificadas contrastam superfícies foscas e reflexivas. Tudo parece fazer sentido dentro da lógica de Tal Ceti IV.

Há quem diga que o jogo parece infantilizado e até faça comparações com LEGO ou Roblox. O uso de cores vibrantes e formas simples reforça essa associação. Trata-se, porém, de uma questão de preferência — e a Bungie foi ousada ao adotar essa estética com tanta dedicação, mesmo sabendo que não agradaria a todos.

Em um extraction shooter, em que a leitura de informação é parte importantíssima do loop de gameplay, o visual não atrapalha. É verdade que às vezes é difícil distinguir jogadores dos robôs da UESC, mas acredito que isso faça parte da proposta original. Como consequência, a tomada de decisão tende a ser ainda mais cautelosa.

A polêmica do plágio

Em maio de 2025, um artista independente percebeu que Marathon usava alguns de seus materiais autorais em texturas do jogo. Contudo, a implementação desse conteúdo aconteceu sem autorização ou qualquer compensação financeira na época.

We immediately investigated a concern regarding unauthorized use of artist decals in Marathon and confirmed that a former Bungie artist included these in a texture sheet that was ultimately used in-game.

— Marathon Development Team (@MarathonDevTeam) May 16, 2025

A Bungie reconheceu o uso não autorizado após o assunto se alastrar no noticiário e nas redes sociais. A empresa se desculpou pelo ocorrido e a artista foi devidamente listada como “Consultor de Design Visual” nos créditos de Marathon.

Gameplay

Em Marathon, você controla Armações, que são corpos sintéticos produzidos pela Sekiguchi, uma das facções do jogo, nos quais sua consciência é implantada. Cada Armação oferece um conjunto próprio de habilidades, como invisibilidade, escudos, rastreamento de inimigos, robôs de cura e até um gancho.

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A gameplay de Marathon é tensa, mas propositalmente silenciosa. (Fonte: Bungie/Divulgação)

Antes de iniciar uma corrida, o jogador precisa escolher uma armação e preparar o próprio equipamento. As opções incluem:

  • Montar um kit personalizado com armas e equipamentos do seu cofre;
  • Escolher um kit patrocinado (gratuito ou pago) do Arsenal, sem possibilidade de adicionar consumíveis ou aprimoramentos;
  • Selecionar a Armação “Rook”, que oferece um kit gratuito com arma aleatória.

O conjunto de opções de loadout em Marathon é extremamente variado. Ao mesmo tempo, exige do jogador uma leitura cuidadosa sobre núcleos e outros componentes do sistema, adicionando peso ao processo de preparação e aos itens encontrados nas corridas.

Tiroteios são rápidos e intensos

O tiroteio em Marathon é extremamente satisfatório — algo que pode parecer contraintuitivo para quem chega pela primeira vez ao gênero de extração. O TTK (“time-to-kill”) é bastante curto nos primeiros momentos do jogo, quando seu personagem ainda é frágil e depende de consumíveis espalhados pelo mapa. Isso significa que há pouquíssimo tempo de reação caso você seja pego desprevenido.

Em Marathon, sair atirando em tudo que se move raramente é uma boa estratégia — e essa é justamente a essência de um extraction shooter. Enquanto battle royales incentivam confrontos frequentes até restar apenas um vencedor, jogos de extração adicionam camadas à tomada de decisão. Afinal, morrer significa perder tudo o que estava com você.

As Armações também se destacam dentro de seus papéis. O Triagem é um suporte extremamente eficiente, enquanto o Assassino explora ao máximo a invisibilidade para despistar inimigos. O Rook, por sua vez, é um catador de restos que pode fazer um estrago notável em corredores desatentos.

Os robôs da UESC não estão para brincadeira

Os confrontos contra os robôs da UESC são intensos. Eles não são bots simples de lidar, como acontece em ARC Raiders. É preciso agir com cautela e evitar ser cercado, principalmente porque as ameaças em Marathon tendem a se somar umas às outras.

No momento, porém, não há grande variedade de inimigos. Os robôs podem possuir habilidades específicas — como escudos, invisibilidade e lança-granadas — mas nada que exija uma reflexão tática profunda, diferente do que acontece em ARC Raiders, onde cada ARC demanda uma abordagem específica.

Ainda assim, Marathon oferece uma combinação justa, afiada e satisfatória entre habilidades e armas. A curva de aprendizado é evidente e jogadores de primeira viagem certamente vão morrer muitas vezes antes de se manterem vivos em corridas mais longas.

Os problemas de Marathon

Para quem já está acostumado com jogos de extração, entender Marathon é relativamente simples. No entanto, colegas menos familiarizados com o gênero tiveram dificuldade até mesmo para compreender o básico — o que definitivamente não é um bom sinal.

O processo de onboarding de novos corredores é precário. O tutorial e as dicas não explicam bem o que está em jogo ou como o jogador deve se comportar. Perguntas como “qual é o objetivo?” ou “o que eu devo equipar?” surgiram repetidamente.

Isso revela um problema importante: um jogador recém-chegado não deveria depender de outros jogadores mais experientes para entender como o título funciona.

Quem vem de jogos como ARC Raiders ou Escape From Tarkov já está acostumado com os processos do gênero — planejamento, preparação de equipamento, execução da corrida e extração. No entanto, o formato ainda é pouco explorado no mercado, e por isso é essencial apresentar seus sistemas com clareza.

Nesse aspecto, ARC Raiders faz um trabalho melhor. O jogador entende desde o primeiro momento o que precisa fazer, embora seus sistemas sejam consideravelmente mais simples que os de Marathon.

A dificuldade inicial tem potencial para afastar jogadores. Diferente de um battle royale, em que todos começam do mesmo ponto, jogos de extração colocam jogadores com diferentes níveis de habilidade e equipamentos para competir entre si. Somado ao TTK curto e aos sistemas complexos, isso torna Marathon pouco convidativo (e muito frustrante) nos primeiros momentos.

A interface pode melhorar

Nas redes sociais, muitos jogadores reclamaram da navegabilidade dos menus. Apesar de existirem qualidades na implementação da Bungie, a interface realmente poderia melhorar.

É necessário passar por diversas telas para ativar uma missão, equipar itens e finalmente entrar em uma partida. Isso pode confundir jogadores, principalmente nos primeiros momentos, quando todos os sistemas são apresentados de uma vez.

A gestão de inventário em Marathon sofre com menus convolutos demais. (Fonte: Igor Almenara/Voxel)

Com o tempo, outros problemas ficam evidentes. Listo alguns:

  • Acoplamentos de armas poderiam ter compatibilidades mais claras;
  • É impossível desacoplar um componente de uma arma sem equipá-la;
  • Não há botão de seleção múltipla de itens no Cofre para venda rápida de itens;
  • Vários componentes com funções diferentes tem o mesmo exato ícone;
  • Para acessar o hub de facções, é preciso sair da tela de preparação de Corrida;
  • O Arsenal é uma bagunça de itens com preços diferentes em cada facção e pouco claro sobre o sistema de trocas;

No PC, a navegação já exige tempo. Em controles de console, a experiência é ainda mais lenta – tentei jogar Marathon no PlayStation 5 e não suportei a lentidão da navegabilidade por muito tempo.

A tela de carregamento

Quando você inicia a busca por uma partida em Marathon, todo o grupo é colocado em uma tela animada com o visual característico do jogo. O problema é que não é possível sair dela sem cancelar a busca.

Em um título que depende tanto de leitura e possui tantos materiais de lore no Codex, prender o jogador em uma tela ociosa parece contraintuitivo. Seria interessante permitir gerenciar inventário ou conferir objetivos enquanto a busca acontece.

Um bom exemplo novamente é ARC Raiders, em que a busca por partidas acontece em segundo plano e o jogador fica livre para navegar por menus (inventário, cosméticos e missões) ou pela loja.

Instabilidade no servidor

Enquanto jogava, sofri com problemas de conexão com os servidores da Bungie em diferentes dias. Em determinada ocasião, eu estava durante uma corrida, completamente equipado, e fui removido da partida sem qualquer chance de reconexão, perdendo todo o inventário que estava comigo.

Marathon está com problemas de servidor. (Fonte: Igor Almenara/Voxel)

Isso é completamente inadmissível para um jogo cujo custo da morte é a perda total de progresso.

Curiosamente, enquanto fazia capturas de tela para ilustrar esse review, o jogo também denunciou problemas de conexão com o servidor.

Conclusão provisória

Este artigo é um review em andamento a pedido da Bungie. Marathon ainda receberá conteúdo adicional ao longo de março, incluindo um novo modo ranqueado e um novo mapa, Cryo Archive.

Apesar disso, já é possível afirmar que Marathon é um extraction shooter cruel e potencialmente frustrante. Ele não é amigável para iniciantes, mas oferece valor significativo para quem decide insistir. A direção artística é ousada e extremamente marcante — capaz de atrair ou afastar jogadores logo no primeiro contato.

É interessante observar a Bungie, uma desenvolvedora com forte apelo comercial, apostar em um título com tanto atrito inicial. A estratégia parece focada em construir uma comunidade fiel e dar nova vida à franquia Marathon, herdando principalmente a lore dos jogos originais da década de 1990.

Em contraste com ARC Raiders, que é mais acessível para iniciantes, Marathon aposta em sistemas mais complexos e progressão mais íngreme. O jogo da Bungie é desafiador e requer cautela e atenção, mas sem abdicar do jogador elementos importantes como indicadores visuais claros na tela e em mapas.

Acredito que Marathon tem potencial para conquistar uma comunidade dedicada, seja pela gameplay ou pela direção de arte. Ainda assim, melhorias no onboarding e na interface seriam fundamentais para garantir a sustentabilidade da base de jogadores.

Para mim, Tal Ceti IV é lindíssimo — e a morte da minha Armação é apenas mais uma iteração. Continuarei visitando o planeta para atender aos anseios das facções e enfrentar as tropas da UESC.

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Marathon foi fornecido gratuitamente ao Voxel pela Bungie para análise. O jogo foi executado majoritariamente no PC (Steam) equipado com Ryzen 5 3600, Nvidia RTX 2060 Super e 16 GB de RAM.

© Bungie/Divulgação

Google corrige duas falhas de dia zero no Chrome exploradas por hackers

13 de Março de 2026, 18:00

O Google lançou novas correções de segurança para o Chrome nesta quinta-feira (12). A atualização resolve duas vulnerabilidades de alta gravidade que já eram exploradas por agentes maliciosos.

As falhas foram descobertas e reportadas pela própria empresa em 10 de março deste ano. Como costuma acontecer em casos desse tipo, detalhes técnicos sobre a exploração das vulnerabilidades não foram divulgados publicamente para evitar novos ataques.

Segundo o Google, os problemas também são classificados como falhas de dia zero — isto é, brechas desconhecidas pelos desenvolvedores no momento em que começaram a ser exploradas e que exigem correção urgente.

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O patch corrige duas brechas de segurança de alta gravidade contidas no Chrome. (Fonte: Google/Reprodução)

As vulnerabilidades corrigidas incluem:

  • CVE-2026-3909 (pontuação CVSS 8.8, risco alto): falha de escrita fora dos limites na biblioteca Skia 2D que permitia acesso à memória além do limite por meio de uma página HTML maliciosa;
  • CVE-2026-3910 (pontuação CVSS 8.8, risco alto): vulnerabilidade de implementação inapropriada no motor JavaScript V8 e WebAssembly que possibilitava a execução de código arbitrário dentro de um sandbox por meio de uma página HTML maliciosa.

As correções fazem parte das versões 146.0.7680.75/76 do Chrome para Windows e macOS, e da versão 146.0.7680.75 para Linux. O pacote de atualização está sendo distribuído de forma gradual ao longo das próximas semanas.

Como atualizar o Chrome?

Para atualizar o Google Chrome, você deve:

  1. No navegador, clique no menu de três pontos no canto superior direito;
  2. Vá em Ajuda  > “Sobre o Chrome”;
  3. Se alguma atualização estiver disponível, ela será baixada e instalada automaticamente.

É necessário reiniciar o navegador para aplicar as mudanças do update.

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© Rubaitul Azad/Unsplash

WhatsApp testa nova aba dedicada para o Meta AI em versão beta do app

13 de Março de 2026, 14:30

O WhatsApp começou a testar uma nova aba dedicada à inteligência artificial (IA) entre usuários da versão Beta do app. A nova seção “Meta AI” substitui a guia “Comunidades” e reúne todas as funções relacionadas ao assistente da Meta dentro do mensageiro.

A novidade foi identificada na versão 2.26.10.5 do WhatsApp Beta para Android pelo site WABetaInfo. A tela permite conversar diretamente com o assistente para tirar dúvidas, pedir revisões de texto e até gerar fotos e vídeos.

Além disso, a aba oferece acesso rápido às principais funções da IA, incluindo configurações de voz, memórias e outras preferências associadas ao assistente.

The image shows a feature that adds a Meta AI tab to the bottom navigation bar on WhatsApp beta for Android
O Meta AI ganhou aba própria no WhatsApp Beta. (Fonte: WABetaInfo/Reprodução)

Comunidades agora são geridas na aba "Conversas"

Apesar da mudança na interface, as Comunidades do WhatsApp não deixam de existir. A diferença é que a gestão desses grupos passa a acontecer inteiramente dentro da aba “Conversas”.

Ao adicionar uma seção exclusiva para o Meta AI, a Meta aumenta a visibilidade de seu assistente dentro do aplicativo. A mudança pode ampliar o número de usuários que utilizam os recursos de inteligência artificial, mas também tem potencial de incomodar quem prefere não interagir com o chatbot.

Em contrapartida, o conhecido botão flutuante do Meta AI deve desaparecer da interface. O atalho foi adicionado como forma de acessar rapidamente o assistente diretamente na tela “Conversas”.

Por enquanto, não há previsão para que a nova aba “Meta AI” seja liberada para todos os usuários do WhatsApp. No momento, apenas parte dos testadores da versão Beta consegue visualizar a interface atualizada.

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© Meta/Divulgação

Play Store oferece diversos pacotes de ícones e apps grátis por tempo limitado

11 de Março de 2026, 14:00

Mais uma vez, o TecMundo vasculhou a Play Store em busca de aplicativos e pacotes de ícones gratuitos por tempo limitado. Nesta quarta-feira (11), a lista está recheadíssima de opções, entre utilitários para o dia a dia a ferramentas de edição de vídeo.

Confira abaixo alguns dos aplicativos pagos que estão gratuitos por tempo limitado na Play Store. Vale lembrar que as promoções podem acabar a qualquer momento, então o ideal é baixar o quanto antes.

Contacts Widget - Speed Dial

O Contacts Widget - Speed Dial permite adicionar atalhos de contatos diretamente na tela inicial do celular. Com ele, é possível ligar ou enviar mensagens rapidamente para pessoas frequentes sem precisar abrir o aplicativo de contatos.

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O aplicativo introduz um widget para adicionar à tela inicial. (Fonte: Power Mind Apps/Divulgação)

Stabilize Video: Stable Video

O Stabilize Video: Stable Video é um aplicativo voltado para edição de vídeos que ajuda a reduzir tremores nas gravações. A ferramenta aplica estabilização digital para deixar as imagens mais suaves.

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O estabilizador de vídeo busca tornar a imagem mais estável. (Fonte: TAPUNIVERSE/Divulgação)

Compress Video - Resize Video

O Compress Video - Resize Video permite reduzir o tamanho de arquivos de vídeo sem comprometer tanto a qualidade. O app também oferece ferramentas para redimensionar resoluções e facilitar o compartilhamento.

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O app Compress Video promete reduzir arquivos de vídeo sem comprometer tanto a qualidade. (Fonte: TAPUNIVERSE/Divulgação)

Stitch Photos: Long Screenshot

O Stitch Photos: Long Screenshot ajuda a juntar várias capturas de tela em uma única imagem longa. O recurso é útil para salvar conversas, páginas da web ou conteúdos extensos em um único arquivo.

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O Stitch Photos permite juntar vários prints em um só. (Fonte: TAPUNIVERSE/Divulgação)

Resume Builder - CV Maker

O Resume Builder - CV Maker é um aplicativo para criação de currículos diretamente pelo celular. Ele oferece modelos prontos e ferramentas de edição para montar um CV profissional rapidamente.

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O Resume Builder permite baixar o arquivo criado como PDF. (Fonte: TAPUNIVERSE/Divulgação)

Pacotes de ícones

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ChatGPT deve ganhar integração com Sora para gerar vídeos

11 de Março de 2026, 12:30

A OpenAI planeja integrar o Sora ao ChatGPT, reportou o site The Information na última terça-feira (10). A informação foi compartilhada por pessoas familiarizadas com o assunto, mas a empresa ainda não se manifestou oficialmente sobre o tema.

Caso a mudança seja implementada, o gerador de vídeos passaria a funcionar como uma das capacidades multimodais do chatbot. A ideia seria semelhante ao que o Veo representa para o Gemini, permitindo criar vídeos com base em descrições em texto diretamente dentro da plataforma.

Assim, os usuários poderiam gerar vídeos utilizando o modelo sem necessariamente recorrer ao aplicativo dedicado da ferramenta.

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Se integrado ao ChatGPT, usuários poderiam gerar vídeos baseados em texto sem precisar do app dedicado do Sora. (Fonte: Kenneth Cheung/Getty Images)

A OpenAI lançou o Sora em dezembro de 2024. A inteligência artificial geradora de vídeos estava disponível inicialmente em um site próprio, separado do ChatGPT.

Em setembro, a ferramenta recebeu uma atualização com o modelo Sora 2, que permitiu criar vídeos mais realistas. No entanto, essa versão teve disponibilidade limitada ao aplicativo para iOS.

Ao incluir o Sora entre as capacidades do ChatGPT, a OpenAI pode tornar o gerador de vídeos mais acessível e ampliar os recursos disponíveis no chatbot.

Hoje, um dos principais concorrentes nesse segmento é o Gemini, chatbot do Google que já consegue gerar vídeos a partir de descrições em texto usando o modelo Veo — tecnologia que também está disponível em um site dedicado.

App dedicado do Sora continuaria existindo

Mesmo com a possível integração ao ChatGPT, a OpenAI pretende continuar oferecendo o aplicativo independente do Sora, segundo o site.

As fontes do The Information não revelaram uma data específica para a mudança, mas afirmaram que a integração deve acontecer “em breve”.

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© OpenAI/Divulgação

Samsung lança recurso que bloqueia celulares após 72 horas de inatividade

10 de Março de 2026, 15:45

Um novo recurso de segurança começou a ser distribuído para celulares Samsung. Conhecido como “Inactivity Restart” (“Reinicialização por inatividade”, em tradução livre), a função reinicia automaticamente o aparelho caso ele permaneça inativo por mais de 72 horas.

A funcionalidade foi inaugurada anteriormente em celulares Pixel do Google, mas agora chega também aos dispositivos da Samsung. O recurso foi identificado no Galaxy S26, que recebeu seu primeiro update de software no começo de março.

Além dele, a ferramenta também está disponível no Galaxy Z Fold 7 e no Galaxy S25. Nesses aparelhos, a novidade é entregue por meio de atualização de software e é ativada gradativamente para os usuários.

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O novo recurso de segurança reinicia o celular após 72 horas de inatividade. (Fonte: SamMobile/Reprodução)

Quando o celular reinicia após o período de inatividade, o sistema entra em um estado conhecido como Before First Unlock (“Antes do primeiro desbloqueio”, em tradução livre). Nesse modo, o desbloqueio por biometria é desativado temporariamente, mantendo apenas os métodos tradicionais de autenticação — como PIN, padrão ou senha.

O objetivo é aumentar a proteção do aparelho em situações de perda ou roubo, dificultando o acesso não autorizado ao dispositivo.

Como ativar a Reinicialização por inatividade?

Para ativar o recurso, o usuário precisa acessar Configurações > Privacidade e Segurança > Mais configurações de segurança > Reinicialização por inatividade. Basta tocar no interruptor para habilitar a função.

Embora seja um mecanismo relativamente discreto, a reinicialização automática pode servir como uma camada adicional de segurança. Se o celular fica parado por mais de 72 horas, é provável que ele esteja distante do proprietário, tornando a proteção extra ainda mais relevante.

Recurso é distribuído gradativamente

A liberação da novidade parece ocorrer de forma gradual. O TecMundo procurou pelo recurso em celulares Samsung disponíveis na redação, mas nenhum dos aparelhos testados oferece a função até o momento.

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© Samsung/Divulgação

Anthropic processa governo dos EUA após ser classificada como ameaça à segurança nacional

10 de Março de 2026, 15:00

A Anthropic processou o Departamento de Guerra dos Estados Unidos após ser incluída em uma lista de ameaças à segurança nacional. A empresa responsável pela inteligência artificial Claude afirma que a classificação é ilegal, viola o devido processo legal e fere seu direito à liberdade de expressão.

O processo foi registrado em uma corte federal da Califórnia. Na ação, a Anthropic pede que seja removida da lista de ameaças nacionais e que seus serviços deixem de ser proibidos em agências do governo. Apesar da restrição, o Claude teria sido utilizado para auxiliar no ataque ao Irã após a decisão, segundo informações do Wall Street Journal.

Na quinta-feira (5), a Anthropic foi rotulada como uma empresa que oferece “risco à cadeia de suprimentos” dos Estados Unidos. A classificação impede que a IA Claude seja usada por empresas contratadas pelo governo em atividades relacionadas às Forças Armadas do país.

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A Anthropic processou o Departamento de Guerra por classificá-la como ameaça à cadeia de suprimentos. (Fonte: Anthropic/Reprodução)

Anthropic rejeitou acordo com os EUA

A restrição foi aplicada após a empresa se recusar a flexibilizar termos de um acordo com o Departamento de Guerra. Segundo a Anthropic, a companhia não autorizava o uso de sua tecnologia para monitoramento de cidadãos ou para alimentar armas autônomas.

“Essas ações são sem precedentes e ilegais. A Constituição não permite que o governo use seu enorme poder para punir uma empresa por sua liberdade de expressão”, afirmou a Anthropic no processo judicial.

De acordo com o site Axios, a Casa Branca prepara uma ordem executiva formal determinando que todo o governo federal remova tecnologias de inteligência artificial da Anthropic de suas operações.

OpenAI aceitou acordo com os EUA

A OpenAI, por outro lado, chegou a firmar um acordo com o Departamento de Guerra. A princípio, os termos seriam bastante semelhantes aos propostos à Anthropic, embora a empresa tenha enfrentado críticas públicas após o anúncio.

Com a ação judicial, a Anthropic não busca indenização financeira. O objetivo é que o tribunal declare inválida a classificação da empresa como ameaça à cadeia de suprimentos do governo dos Estados Unidos.

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© Robert Way/Getty Images

YouTube terá anúncios de até 30 segundos que não podem ser pulados

10 de Março de 2026, 14:40

O YouTube passará a exibir anúncios de até 30 segundos impossíveis de pular no app para TV. A novidade foi anunciada em 2 de março deste ano e já começou a ser distribuída para usuários da versão gratuita da plataforma.

Segundo a empresa, os novos anúncios foram projetados especificamente para a experiência em telas grandes. O sistema utiliza inteligência artificial (IA) para otimizar a entrega das campanhas e selecionar o melhor momento para exibição.

Na prática, o mecanismo alterna automaticamente entre vídeos publicitários de 6, 15 ou 30 segundos, exibidos sem opção de pular.

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Os anúncios impossíveis de pular podem ter até 30 segundos de duração na TV. (Fonte: YouTube/Reprodução)

“A precisão baseada em IA ajuda a impulsionar maior eficiência em vários formatos de anúncios sem a opção de pular, proporcionando maior alcance e impacto exclusivos em comparação com combinações manuais de campanhas de formato único”, destacou o YouTube.

O movimento indica uma atenção maior da plataforma à experiência do serviço em smart TVs. Em fevereiro de 2025, o CEO do YouTube, Neal Mohan, confirmou que a televisão se tornou o principal dispositivo usado para assistir vídeos na plataforma. Em dezembro de 2025, o aplicativo do YouTube para TVs também recebeu uma nova interface.

O novo formato de anúncios já está disponível para anunciantes. Para evitá-los, a única alternativa oferecida pela plataforma é a assinatura do YouTube Premium, que atualmente custa R$ 26,90 por mês.

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© Getty Images

Play Store agora vai dedurar apps que consomem bateria demais no celular

5 de Março de 2026, 12:15

O Google anunciou nesta quarta-feira (4) um novo recurso para alertar usuários quando determinados aplicativos consumirem bateria em excesso. O aviso será exibido diretamente na página de detalhes do app na Play Store.

Se a empresa detectar que um aplicativo aumenta significativamente o consumo de energia do dispositivo, um alerta em vermelho aparecerá na tela do programa na loja. A mensagem diz: “Esse aplicativo pode consumir muito mais bateria do que o esperado devido a alta atividade em segundo plano”.

O aviso é exibido com bastante destaque e pode impactar diretamente a decisão do usuário de baixar ou não um aplicativo no celular.

Apps que consumirem bateria demais serão dedurados na Play Store. (Fonte: Google/Divulgação)

Google quer reduzir uso excessivo de wake locks

A iniciativa tem como objetivo combater o uso excessivo de wake locks parciais, um mecanismo da API PowerManager do Android que permite manter a CPU ativa mesmo quando a tela do celular está desligada.

Esse recurso pode ser útil para manter aplicativos preparados para interagir com o usuário em segundo plano. No entanto, quando utilizado de forma exagerada, ele pode aumentar significativamente o consumo de bateria.

“O uso excessivo de wake locks parciais consome a bateria do dispositivo porque impede que ele entre em estados de baixo consumo de energia”, explicou o Google em uma página de suporte voltada para desenvolvedores. “Os wake locks parciais só devem ser usados quando for preciso e liberados assim que não forem mais necessários”, acrescentou a empresa.

Apps podem perder destaque na loja

Segundo o Google, aplicativos que exagerarem no uso desse mecanismo também podem sofrer impactos na visibilidade dentro da Play Store.

Além do alerta em vermelho na página do aplicativo, a empresa prevê a remoção do app nas ferramentas de descoberta da plataforma, como as recomendações automáticas exibidas para usuários.

Para chegar à nova medida, o Google analisou milhares de aplicativos disponíveis na loja e avaliou como eles utilizam os wake locks parciais.

“Embora wake locks parciais sejam necessários, frequentemente observamos aplicativos utilizando o recurso de forma ineficiente ou desnecessária, quando existem soluções mais eficientes”, afirmou a empresa.

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© Android

Possíveis cores e preços dos Galaxy A57 e A37 vazam na internet

5 de Março de 2026, 12:00

Os Galaxy A37 e Galaxy A57 são alvo de especulação há meses, mas até agora não foram revelados oficialmente pela Samsung. Agora, imagens renderizadas compartilhadas na web mostram as possíveis cores dos aparelhos, além de trazerem supostos preços sugeridos para o mercado europeu.

Segundo os rumores, os celulares intermediários preservam a identidade visual da geração anterior. Ambos teriam construção com laterais retas, tela plana e módulo de câmeras em formato de pílula na vertical. Os dois modelos também contam com três câmeras traseiras, embora as especificações variem entre eles.

Imagens do Galaxy A37

As imagens compartilhadas pelo site YTECHB indicam que o Galaxy A37 será vendido nas cores Charcoal (carvão, cinza escuro), GreyGreen (verde escuro), Lavender (lavanda) e White (branco).

As cores do Galaxy A37. (Fonte: YTECHB/Reprodução)

Os renders reforçam que o aparelho terá bordas discretas ao redor da tela, mas com um contorno mais evidente na parte inferior — um detalhe comum em modelos intermediários.

Quanto ao preço sugerido, o informante @Sudhanshu1414 antecipou no X que o Galaxy A37 pode chegar ao mercado europeu em duas variantes:

  • 6 GB + 128 GB: 439 euros (R$ 2.680, em conversão direta);
  • 8 GB + 256 GB: 538 euros (R$ 3.290).

Imagens do Galaxy A57

No caso do modelo mais avançado, o Galaxy A57, os renders divulgados pelo YTECHB apontam para as cores Charcoal (carvão, cinza escuro), Icyblue (azul claro), Lavender (lavanda) e Navy (azul escuro).

As cores do Galaxy A57. (Fonte: YTECHB/Reprodução)

As prévias mostram um visual bastante semelhante ao Galaxy A56, incluindo um módulo de câmeras com acabamento mais escuro que o restante da traseira.

Os preços sugeridos para o mercado europeu, segundo o mesmo informante, seriam:

  • 8 GB + 128 GB: 539 euros (R$ 3.290);
  • 8 GB + 256 GB: 609 euros (R$ 3.710).

Especificações ainda são incertas

Nenhum detalhe adicional sobre as especificações técnicas foi compartilhado até o momento. Ainda assim, espera-se que os aparelhos mantenham a proposta da geração anterior.

Nesse cenário, o Galaxy A57 deve continuar como o intermediário mais avançado da Samsung, com tela de 6,6 polegadas Full HD+, taxa de atualização de 120 Hz e processador Exynos 1680.

O informante compartilhou supostos preços sugeridos no X.(Fonte: @Sudhanshu1414/X)

Já o Galaxy A37 seria uma versão mais enxuta da linha, equipada com Exynos 1480, mas mantendo a mesma tela de 6,6 polegadas com resolução Full HD+ e taxa de atualização de 120 Hz.

Por enquanto, não há previsão oficial de lançamento para os dois aparelhos, nem estimativas de preços para o mercado brasileiro.

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© Samsung/Divulgação

Windows 12 focado em IA será lançado em 2026? Rumor é desmentido

4 de Março de 2026, 16:30

O rumor de que o Windows 12 será lançado em 2026 seria, na verdade, um equívoco, segundo apuração do Windows Central. A especulação ganhou força após uma publicação do PCWorld, que apontava para a estreia de um novo sistema operacional mais modular e com foco em inteligência artificial (IA).

De acordo com o Windows Central, a informação é falsa. Fontes familiarizadas com o cronograma de lançamentos da plataforma afirmaram ao veículo que não há planos para apresentar um novo Windows neste ano.

No curto prazo, a prioridade da Microsoft seria ajustar o Windows 11 e tentar melhorar sua reputação junto aos usuários. A empresa foi alvo de críticas por incluir aplicativos e funções de IA considerados desnecessários ou invasivos, muitas vezes sem oferecer opções claras para removê-los ou evitá-los dentro do sistema.

O projeto ao qual o PCWorld aparentemente se referia é o CorePC. A iniciativa não é secreta: está em desenvolvimento desde pelo menos 2023, com a proposta de tornar a infraestrutura do sistema operacional mais modular, permitindo que seja expandida ou reduzida conforme diferentes níveis de desempenho e compatibilidade.

Inicialmente, o CorePC era esperado para 2024, mas o lançamento não aconteceu — o que sugere que o projeto esteja suspenso. O Windows Central reforça que também não há planos para lançar o CorePC como produto em 2026.

Seria uma estratégia incomum

Atualmente, o Windows 11 é o único sistema operacional mantido oficialmente pela Microsoft, enquanto o suporte ao Windows 10 foi encerrado apenas em outubro de 2025. Na prática, o sistema mais recente teve poucos meses de exclusividade plena no mercado.

Lançar o Windows 12 em 2026 poderia ampliar a fragmentação da base de usuários, especialmente considerando que parte do público ainda resiste a abandonar o Windows 10.

Além disso, embora a migração de sistema operacional seja relativamente simples para usuários domésticos, o processo é muito mais complexo no ambiente corporativo. Empresas precisam planejar cuidadosamente a transição para garantir que sistemas e ferramentas continuem operando sem interrupções — uma operação que envolve custos elevados.

Faz sentido lançar um Windows 12?

A reputação do Windows 11 não é das mais positivas desde o lançamento. Mudanças de interface, requisitos mínimos mais rigorosos e remoção de recursos tradicionais estão entre as principais críticas.

Diante desse cenário, lançar um novo sistema operacional poderia ser uma forma de reconstruir a marca e redefinir expectativas. Ainda assim, 2026 não parece o momento ideal para isso — especialmente enquanto o Windows 11 permanece no centro de controvérsias.

Além disso, apresentar um novo Windows com foco intenso em inteligência artificial poderia ir na direção oposta à tentativa da Microsoft de restaurar a confiança pública, considerando as críticas recentes sobre a integração forçada de recursos de IA.

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© Philip Oroni/Unsplash

Flow Tuner do Deezer: testamos o recurso que refina playlists baseadas em moods

4 de Março de 2026, 16:00

O Deezer aprimorou uma de suas ferramentas de descoberta mais populares, o Flow. A partir de agora, o recurso que monta playlists automáticas com base em um humor específico permite não apenas indicar o que você quer ouvir, mas também definir o que não deve entrar na fila.

A novidade se chama “Flow Tuner” e foi integrada à própria interface do Flow. Como de costume, o usuário pode escolher uma playlist automática nos carrosseis de Gêneros ou Moods. Após selecionar o estilo desejado, é possível fazer ajustes mais precisos no algoritmo ao tocar no botão “Customizar mood”, localizado na parte inferior da tela.

Na aba “Ajuste o Flow”, o Deezer sugere gêneros que podem combinar com aquela vibe específica. Basta tocar no ícone de “+” (soma) para adicioná-los. Caso o estilo deixe de agradar, é possível desativá-lo posteriormente por meio de um interruptor.

O Flow Tuner permitiu refinar a playlist gerada com baseno humor escolhido. (Fonte: Igor Almenara/TecMundo)

Os ajustes feitos no Flow Tuner permanecem salvos no perfil do usuário mesmo após fechar o aplicativo. Segundo o líder global de produto da Deezer, Marin Lorant, a proposta é permitir que as preferências sejam configuradas uma única vez para cada modo e mantidas para reproduções futuras.

“O objetivo é dar flexibilidade sem dor de cabeça: configure uma vez, aproveite para sempre, mas ajuste quando quiser”, disse Lorant ao TecMundo.

Resolvendo interpretações erradas do algoritmo

O Flow Tuner surge para resolver uma reclamação recorrente: as interpretações equivocadas do algoritmo de recomendações. Lorant explica que muitos usuários acabavam recebendo indicações excessivas de determinado gênero apenas porque tocaram músicas daquele estilo em uma ocasião específica, como uma festa — o que “contaminava” o perfil musical.

Os usuários queriam uma maneira de dizer ‘chega desse gênero por enquanto’ sem precisar bloquear manualmente centenas de músicas”, afirmou o executivo. “Mas também percebemos algo mais profundo: o contexto importa mais do que pensávamos. Os Moods do Flow, como ‘Festa’ e ‘Relaxar’, definem o clima emocional, mas os gêneros específicos que fazem você se sentir relaxado ou animado são pessoais”, completou.

O Flow continua evoluindo conforme os hábitos de audição se tornam mais previsíveis. “O Flow Tuner e o algoritmo de aprendizado do Flow funcionam juntos: os ajustes manuais que você faz no Flow Tuner são mantidos, enquanto o Flow continua se adaptando automaticamente aos seus hábitos de audição em constante mudança”, explicou Lorant.

Segundo ele, o algoritmo identifica mudanças no perfil musical e adiciona automaticamente essas preferências às playlists automáticas. O Flow Tuner, por sua vez, não congela as recomendações, mas permite refiná-las de forma contínua.

O TecMundo testou o recurso

O Deezer permitiu que o TecMundo experimentasse a função por alguns dias, e o Flow Tuner entrega exatamente o que promete. As preferências associadas a cada mood são dinâmicas, persistentes e sincronizadas automaticamente entre dispositivos, incluindo app mobile e desktop.

As alterações na composição das playlists são perceptíveis, enquanto o Flow segue como uma ferramenta acessível para descobrir músicas novas. O potencial de descoberta continua alto, e o Flow Tuner adiciona uma camada extra de personalização ao permitir ajustes específicos para cada Mood.

O Flow Tuner também está disponível no PC e as preferências são sincronizadas entre dispositivos. (Fonte: Igor Almenara/TecMundo)

Nos testes, o Deezer recomendou faixas de artistas inéditos que se alinharam bem às preferências do momento. A sensação é de que a playlist evolui conforme o usuário torna seu perfil musical mais claro, sem perder a espontaneidade característica do recurso.

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© Deezer/Divulgação

OpenAI lança GPT-5.3 Instant, novo modelo deixa o ChatGPT menos 'cringe'

4 de Março de 2026, 15:00

A OpenAI anunciou o GPT-5.3 Instant, novo modelo padrão do ChatGPT que promete ser menos “cringe” nas interações com usuários. Segundo a empresa, a atualização traz respostas mais precisas, resultados mais ricos e contextualizados em buscas na web e um tom menos evasivo ou excessivamente cauteloso.

Diferentemente de melhorias focadas apenas em benchmarks técnicos de desempenho e eficiência, o GPT-5.3 Instant prioriza ajustes em tom, relevância e fluidez da conversa — aspectos que impactam diretamente a experiência prática de uso.

De acordo com a OpenAI, o GPT-5.2 Instant por vezes se recusava a responder perguntas que poderiam ser tratadas com segurança ou adotava um posicionamento considerado “moralista demais”. O GPT-5.3 Instant recalibra essa postura defensiva, permitindo respostas mais diretas.

O modelo anterior também podia soar “cringe” ao parecer autoritário ou ao fazer suposições indevidas sobre a intenção ou o estado emocional do usuário. A nova versão reduz esse tipo de comportamento, evitando frases como “pare, respire”, e busca oferecer uma personalidade mais consistente entre diferentes conversas e atualizações.

Respostas mais precisas e confiáveis

Segundo a OpenAI, o GPT-5.3 Instant entrega respostas mais baseadas em fatos do que versões anteriores, com redução nas chamadas “alucinações” — quando a IA apresenta informações incorretas como se fossem verdadeiras.

A empresa realizou testes internos, incluindo avaliações em áreas de maior risco, como medicina, direito e finanças, além de análises focadas em alucinações em conversas anonimizadas.

Em comparação com modelos anteriores, as taxas de alucinação são 26,8% menores quando o sistema utiliza a web como fonte e 19,7% menores quando depende apenas do conhecimento interno, segundo dados divulgados pela companhia de Sam Altman.

Limitações conhecidas

Apesar da evolução, o GPT-5.3 Instant ainda apresenta limitações. Em alguns idiomas, como japonês e coreano, o estilo de resposta pode soar mais travado ou excessivamente literal.

A OpenAI afirma que, embora o tom esteja mais fluido nesta versão, o trabalho de refinamento continuará nas próximas atualizações.

Disponível para todos

O GPT-5.3 Instant foi liberado para todos os usuários na terça-feira (3), tanto no ChatGPT quanto na API — onde aparece como “gpt-5.3-chat-latest”. As variações Thinking e Pro receberão as melhorias em um momento posterior.

A OpenAI informou ainda que o GPT-5.2 Instant continuará disponível por três meses para assinantes pagos, no menu suspenso “Modelos legados”. Em 3 de junho de 2026, ele será oficialmente descontinuado.

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© (Imagem: Berke Citak/Unsplash)

Amazon e Nvidia liberam home office para equipes locadas no Oriente Médio

4 de Março de 2026, 14:45

Funcionários da Amazon e da Nvidia foram instruídos a trabalhar de casa em meio à escalada do conflito armado entre Israel e Irã no último fim de semana. Equipes do Google localizadas na região também foram impactadas por restrições impostas pelas autoridades locais.

No caso da Nvidia, a adoção do home office partiu diretamente do CEO Jensen Huang, segundo apuração da CNBC. Em e-mail enviado na terça-feira (3) às equipes que atuam em Dubai, o executivo determinou o fechamento temporário dos escritórios na cidade e informou que times de gerenciamento de crises estão mobilizados para prestar suporte ativo aos funcionários afetados e suas famílias.

A Nvidia mantém cerca de 6 mil funcionários apenas em Israel. “A Nvidia tem raízes profundas na região”, afirmou Huang na mensagem. “Milhares de nossos colegas moram lá, e muitos outros ao redor do mundo têm familiares e amigos afetados por esses eventos. Assim como vocês, estou acompanhando com grande preocupação a segurança de nossas famílias da Nvidia”, completou.

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Jensen Huang pediu para que os funcionários da Nvidia localizados no Oriente Médio trabalhassem de casa. (Fonte: Ezra Acayan/Getty Images)

Amazon também aderiu ao home office

A Amazon adotou estratégia semelhante. A companhia orientou seus funcionários a trabalharem remotamente e a seguirem as instruções dos governos locais. “A segurança de nossos funcionários e parceiros continua sendo nossa principal prioridade, e estamos trabalhando em estreita colaboração com as equipes e autoridades locais para garantir que recebam o apoio necessário”, declarou um porta-voz da empresa em comunicado enviado à CNBC.

A Amazon mantém escritórios nos Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Jordânia, Egito, Turquia, Bahrein, Kuwait e Israel.

Dois data centers da empresa foram atingidos por drones no fim da sexta-feira (27). Uma estrutura localizada no Bahrein também sofreu danos após um ataque semelhante.

Google está atento às movimentações locais

O Google também possui presença relevante no Oriente Médio, incluindo operações em Tel Aviv, em Israel — cidade que foi alvo direto de mísseis. A companhia está em processo de expansão para a ToHa2 Tower, edifício que deve abrigar um dos maiores escritórios da gigante na região.

Procurado pela CNBC, o Google não detalhou a situação específica de seus escritórios em Tel Aviv. “A situação no Oriente Médio está evoluindo rapidamente e estamos monitorando-a atentamente”, afirmou um porta-voz. “Nosso foco é a segurança e o bem-estar de nossos funcionários na região”, completou.

Segundo fontes ouvidas pelo jornal, dezenas de funcionários do Google que estavam em Dubai para uma conferência ficaram sujeitos às restrições impostas ao tráfego aéreo.

Quer acompanhar como os conflitos internacionais impactam as gigantes da tecnologia? Siga o TecMundo nas redes sociais e fique por dentro das principais movimentações do setor.

© (Imagem: Nvidia/Divulgação)

Highguard será encerrado permanentemente em março

3 de Março de 2026, 17:29

O Highguard, hero shooter da Wildlight Entertainment, vai ser encerrado oficialmente em 12 de março deste ano. O anúncio foi publicado pela perfil oficial do game no X (@PlayHighguard).

“Hoje, estamos compartilhando notícias difíceis. Nós tomamos a decisão de desligar Highguard permanentemente em 12 de março”, declarou o perfil.

Na publicação, a Wildlight menciona que não foi capaz de construir uma playerbase sustentável para manter o jogo vivo no longo prazo. Por conta disso, os servidores serão mantidos ativos até 12 de março.

Highguard será oficialmente encerrado em 12 de março. (Fonte: Voxel)

Segundo a Wildlight, mais de 2 milhões de jogadores experimentaram o título. Contudo, por se tratar de um jogo grátis, esse número não se traduz em receita.

Última atualização ainda vai chegar

Ainda no texto, a Wildlight anunciou a chegada de mais uma (e última) atualização para o game. O pacote inclui um novo Warden, uma nova arma, progressão de nível para a conta e árvores de habilidade. Mais detalhes serão divulgados posteriormente.

Lançamento conturbado

O ciclo de vida de Highguard foi conturbado desde a revelação do jogo no The Game Awards 2025. O trailer de apresentação foi o último anúncio da noite, sendo antecedido com muito entusiasmo por Geoff Keighley, anfitrião do evento, mas não foi tão recebido pela comunidade.

Highguard foi lançado oficialmente em 26 de janeiro de 2026. O jogo recebeu significativa atenção do público, mas não necessariamente favorável. Além de problemas de performance notáveis, a gameplay é envolvida por uma dinâmica relativamente inédita para o gênero, em dois trios brigam para invadir a base um do outro, mas com objetivos intermediários e outros detalhes envolvendo equipamentos, habilidades e coordenação de equipes.

O primeiro sinal do fim iminente aconteceu em 12 de fevereiro, quando a Wildlight demitiu parte da equipe envolvida no game. Os funcionários que permaneceram ficaram encarregados de dar suporte ao jogo.

A publicação desta notícia acontece em 3 de março e considerando que os servidores serão mantidos somente até 12 de março, restam apenas 9 dias para jogar Highguard nos servidores oficiais.

O que você achou de Highguard? Acha que o fim do suporte é a melhor decisão para o momento? Deixe sua opinião nos comentários e nas redes sociais do Voxel.

© Wildlight Entertainment/Divulgação

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