A Nvidia levará um padre para realizar uma procissão contra o Mefisto em uma campanha de marketing na Gamescom Latam. A dona das placas de vídeo chamou o padre Edson Ribeiro para realizar o ato, que busca atrair mais jogadores para a expansão O Senhor do Ódio, de Diablo IV.
Totalmente em tom de brincadeira, mas com aquela pegada de seriedade que uma procissão precisa ter, o ato será realizado no sábado (02) às 15h30. Na ocasião, o padre Edson irá percorrer toda a feira para resistir aos poderes malignos da entidade demoníaca e ficará à disposição para enfrentar outros seres que perambulam pelo Distrito Anhembi.
Por falar nisso, às 17h o padre Edson encontrará fãs para fotos, conversas e autógrafos no estande da Nvidia. Famoso nas redes sociais, Edson Ribeiro ficou conhecido como “o padre gamer” e ganhou muita notoriedade ao aliar a temática religiosa com os vídeogames, além de desmistificar crenças populares com bom humor.
Mefisto é um dos personagens mais aguardados pelos jogadores de Diablo (Imagem: Blizzard / divulgação)
O estande da Nvidia também terá uma ativação chamada de “Pintura de Guerra”, que permitirá que os visitantes tenham os rostos pintados com as temáticas das classes de Paladino ou Bruxo e claro, tirar fotos com os inúmeros cosplayers.
Caso você não conheça, Mefisto é conhecido como um dos Três Males Supremos, irmão dos poderosos Diablo e Maal. Além disso, esse ser sobrenatural também é pai da Lilith, principal antagonista da campanha base de Diablo IV. Na Gamescom, quem passar por lá também vai poder tirar uma foto com uma estátua de mais de 3 metros de altura do bichão.
A Gamescom Latam acontece de 30 de abril a 03 de maio no Distrito Anhembi, em São Paulo, e promete uma edição maior do que no ano passado. O Voxel faz uma cobertura completa do evento e te mostra todos os estandes, jogos, empresas, preços e as principais informações sobre a feira.
Uma das empresas mais esperadas para a Gamescom Latam é a Nintendo, que estará no evento com o jogos de Switch 2 e diversos brindes. Além disso, os jogadores poderão conhecer muitos games indies e grandes lançamentos na feira, incluindo LEGO Batman e Invincible VS.
Fique ligado no Voxel e acompanhe toda a cobertura da Gamescom Latam em parceria com a TCL!
Após trazer o retorno de The Boys e Cangaço Novo em abril, o Prime Video se prepara para um mês de maio com um ritmo ainda mais intenso de lançamentos. Nas próximas semanas, os assinantes do streaming vão poder conferir a temporada de estreia de Spider-Noir, que apresenta Nicholas Cage como uma versão bem diferente do Homem-Aranha.
O serviço também atende a um pedido antigo dos fãs de Belas Maldições e, após três anos de espera, vai lançar a parte final de sua história. Para os fãs de filmes de qualidade, os próximos dias também vão marcar o lançamento de títulos como Bugonia e a comédia brasileira Velhos Bandidos, entre diversas outras novidades.
As principais estreias da Prime Video em maio
Além de trazer diversas estreias para seu catálogo, a Prime Video promete um evento grandioso no dia 20. Nessa data estreia a parte final de The Boys, que promete mostrar o que acontece com o mundo dominado por super-heróis após o final da luta contra o Capitão Pátria.
01 de maio – Terror em Sillent Hill: Regresso para o Inferno
06 de maio – Honey, Não!
08 de maio - Non è un Paese per Single
15 de maio - Eddington
20 de maio - Jack Ryan de Tom Clancy: Guerra Fantasma
22 de maio - Wicked: Parte II
23 de maio - O Maravilhoso Mágico de Oz - Parte 1
23 de maio – Para Sempre Medo
27 de maio – Bugonia
29 de maio – Velhos Bandidos
O que chega à loja
03 de maio – Uma Segunda Chance
Assinaturas adicionais
15 de maio – A Empregada – Telecine
Prime Video ganha vários filmes de sucesso
O mês de maio de 2026 também vai ficar marcado pela estreia da segunda parte de Wicked, que dá fim à história que começou nos cinemas em 2024. Ele também marca o retorno de John Krasinski ao papel de Jack Ryan, em um longa-metragem no qual o agente da CIA vai ter que confrontar inimigos do passado.
Outro lançamento que merece destaque é Eddington, comédia de humor sombrio escrita e dirigida por Ari Aster. O filme chama a atenção por seu elenco formado por estrelas como Joaquin Phoenix, Austin Butler e Emma Stone, que dá vida a uma história sobre as desavenças de um xerife e um prefeito que trazem caos a uma pequena cidade no Novo México.
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O lançamento da linha iPhone 17 segue impulsionando os resultados financeiros da Apple. Nesta quinta-feira (30), a empresa divulgou os números do segundo trimestre de 2026 com um acréscimo de 17% na comparação ano a ano, registrando US$ 111,2 bilhões em receita.
A divisão responsável pelos produtos da empresa somou US$ 80,20 bilhões em receita no período, ante US$ 68,71 bilhões do mesmo trimestre de 2025. No caso dos serviços, o trimestre atual registrou US$ 30,97 bilhões em receita, ante US$ 26,64 bilhões do mesmo período no ano anterior.
Quando olhamos para áreas específicas, a divisão dá ainda mais destaque aos smartphones:
iPhone: US$ 56,99 bilhões (ante US$ 46,84 bilhões de 2025);
Mac: US$ 8,39 bilhões (ante US$ 7,94 bilhões de 2025);
iPad: US$ 6,91 bilhões (ante US$ 6,40 bilhões de 2025);
Vestíveis, Home e Acessórios: US$ 7,90 bilhões (ante US$ 7,52 bilhões de 2025);
Serviços: US$ 30,97 bilhões (ante US$ 26,64 bilhões de 2025).
Ao Financial Times, Kevan Parekh, CFO da Apple, afirmou que “a família do iPhone 17 é, atualmente, a linha mais popular em nossa história”.
iPhone 17 e MacBook Neo fazem sucesso
Uma série de lançamentos recentes da Apple ajudaram a atingir o crescimento de dois dígitos na receita da empresa no segundo trimestre. Esse também é o primeiro relatório fiscal da companhia após o atual CEO Tim Cook anunciar que deixará o cargo. Ele assumirá a presidência executiva do conselho de administração da companhia.
MacBook Neo, notebook de entrada da Apple, vem preocupando fabricantes de PCs Windows. (Imagem: Apple/Divulgação)
O novo CEO da Apple, John Ternus, é um executivo de longa data da empresa e assumirá o cargo a partir de 1º de setembro. Uma das expectativas do mercado é de ver um foco maior em produtos. Ternus também será responsável por lançamentos como o novo iOS 27 e de novidades aguardadas do Apple Intelligence, além da próxima geração do iPhone.
“Hoje, a Apple tem orgulho em anunciar o nosso melhor trimestre de março de todos os tempos”, disse Cook, em comunicado. O executivo também elogiou o “recorde de receitas para o trimestre” atingido pelo iPhone, “impulsionado por uma procura extraordinária pela linha iPhone 17”. A área de serviços da empresa também atingiu “mais um recorde histórico”.
Outros lançamentos elogiados pela Apple na divulgação incluem o iPhone 17e, o iPad Air com chip M4 e também o notebook de entrada MacBook Neo.
Quem acompanha as notícias do mundo dos games constantemente sabe que os jogos têm saído cada vez mais caros, especialmente no lançamento. Mas o nosso amado hobby não precisa nos levar à falência, já que sempre podemos contar com promoções e liquidações para ampliar a coleção de jogos gastando menos.
Por exemplo, podemos encontrar diversas opções de jogos para consoles Nintendo com desconto na Amazon, representando uma bela chance de alimentar a biblioteca pessoal sem estourar o orçamento.
Ofertas de jogos de Nintendo com desconto na Amazon
The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom é um dos destaques em promoção na Amazon (Nintendo/Divulgação)
Para te ajudar e economizar nas compras online, o TecMundo montou uma seleção de jogos para Nintendo com desconto na Amazon. Como você confere logo a seguir, são games de sucesso como Zelda: Tears of the Kingdom, Super Mario Bros. Wonder, Animal Crossing: New Horizons, Pokémon Legends: Z-A e muitos outros títulos para Nintendo Switch e Switch 2 a preços mais em conta por tempo limitado:
O aplicativo do Gemini, ferramenta de inteligência artificial (IA) da Google, pode ganhar anúncios no futuro. Quem falou sobre o assunto foi um executivo da própria companhia, durante uma conversa com investidores na última quarta-feira (29).
De acordo com o gerente de negócios da companhia, Philipp Schindler, "anúncios podem ser bastante valiosos e informações comerciais úteis", mas apenas caso sejam bem implementados.
Porém, ele também citou que a empresa "não está se apressando para nenhum lado", o que significa que a chegada ou não de anúncios na plataforma não deve ser decidida a curto prazo. Ainda assim, é possível que o prazo seja mais apertado do parece: em 2026, a Meta pode até mesmo ultrapassar o Google em receita gerada com publicidade digital pela primeira vez.
Na conversa, o executivo confirmou ainda que a atual prioridade do Google é trabalhar na publicidade já existente do Visão Geral criada por IA e no Modo IA, que é a versão do chatbot integrada ao buscador, para só depois analisar o cenário e lançar ou não anúncios no Gemini — inclusive talvez até no mesmo formato.
"É justo dizer que nós acreditamos que um formato que funciona bem no Modo IA poderia ser transferido de forma bem sucedida para o aplicativo do Gemini", afirmou Philipp.
Anúncios em IAs ainda são polêmicos
A inserção de materiais publicitários em chatbots em IA ainda é um tópico bastante sensível e que foi recebido com muitas críticas por parte da comunidade.
Para uma parcela do público, há riscos de manipulação de resultados e sugestões direcionadas comercialmente caso uma empresa transforme interações com chatbots em receita — mesmo que as companhias garantam que eles não interferem nos resultados gerados pelo robô;
A OpenAI confirmou no início de 2026 que o ChatGPT passaria a ter anúncios, inclusive para assinantes do plano pago Go. Os testes estão em andamento há alguns meses e a política logo deve ser oficializada;
Pouco tempo depois, a Anthropic, dona da IA Claude, disse que não teria anúncios e ainda fez piada com a situação da rival em uma série de vídeos;
A Meta divulgou, na última quarta-feira (29), os resultados do relatório fiscal da companhia para o primeiro trimestre de 2026. No geral, a empresa mantém uma perspectiva positiva sobre os números, mas nem todos os setores estão em alta.
A receita gerada foi para US$ 42,3 bilhões, um aumento de 33% em comparação com o mesmo período do ano passado. A empresa de Mark Zuckerberg segue como uma das maiores do mundo em valor de mercado, com capitalização de US$ 1,54 trilhão.
Por outro lado, a Meta reclamou de possíveis problemas nos resultados financeiros por causa de problemas judiciais e regulatórios que a empresa atualmente encara, em especial nos Estados Unidos e na União Europeia.
A marca perdeu processos importantes e corre o risco de receber multas ou precisar limitar funcionalidades, em especial sobre o uso das plataformas por jovens.
No anúncio, a companhia também abordou rapidamente as recentes demissões, que afetaram cerca de 10% dos funcionários. A gerente financeira da Meta, Susan Li, justificou os cortes por "muitas mudanças acontecendo" devido às reorganizações promovidas pela IA.
No setor de redes sociais, a plataforma ainda revelou que a quantidade de "pessoas ativas diariamente" no trimestre foi de 3,56 bilhões. Essa é uma alta de 4% em relação ao mesmo período do ano passado, mas uma queda de mais de 5% em relação ao último trimestre.
Segundo o documento, a guerra no Irã e "restrições no acesso ao WhatsApp na Rússia" teriam sido os responsáveis por essa mudanças nos números.
Mais investimentos com IA
O maior objetivo da companhia segue a busca por um espaço no mercado de inteligência artificial (IA), com a Meta tentando se estabelecer como referência técnica no setor.
Por outro lado, isso também significa uma maior quantidade de gastos: para 2026, os investimentos em equipamentos ou infraestrutura devem ficar entre US$ 125 bilhões e US$ 145 bilhões, valor bastante alto e acima das projeções internas anteriores.
Os motivos dos gastos maiores envolvem não só as metas ambiciosas da companhia para o desenvolvimento da superinteligência, mas também os custos cada vez mais elevados com componentes como memórias, dado o atual estado aquecido do mercado.
Metaverso continua perdendo dinheiro
Em outro extremo das prioridades da companhia, a divisão Reality Labs segue em má fase. O segmento responsável pelo metaverso e headsets como o Meta Quest continua apresentando um prejuízo elevado.
No trimestre, a perda operacional do segmento foi de US$ 4,03 bilhões, comparado com US$ 402 milhões arrecadados em vendas. Além disso, a empresa confirmou mudanças nos serviços e produtos oferecidos, com uma grande redução nas ferramentas de realidade mista.
O Horizon Worlds teve as atividades limitadas nos últimos meses. (Imagem: Reprodução/Meta)
Entre investimentos altos demais, processos e queda em alguns setores, a combinação de preocupações fez até as ações da Meta caírem mais de 7% depois da divulgação do relatório, com uma leve alta momentos depois.
A Samsung pode mudar o esquema de câmeras do Galaxy S27 Ultra e retirar a lente telefoto do módulo traseiro. Segundo o conhecido informante Ice Universe da rede social X, a fabricante sul-coreana pode abrir mão dessa câmera e deixar o trabalho de zoom para um novo sensor principal de 200 megapixels.
Diferente da expectativa de que a Samsung pudesse melhorar essa telefoto, a marca pode simplesmente remover esse sensor do módulo traseiro. A telefoto das gerações passadas conta com resolução de 10 MP e a capacidade de fornecer zoom óptico de 3x. No entanto, são pouco usadas e muito criticadas pelos usuários.
A possível ideia da fabricante seria retirar esse sensor e passar a capacidade de zoom de 3x para a câmera de 200 MP principal. Vale notar que essa câmera de 200 MP deve usar um sensor diferente da atual geração, então se trata de um componente diferente, mas com a mesma resolução.
Conceito do Galaxy S27 Ultra em tom vermelho mais escuro poderia render uma bela variante ao smartphone (Imagem: IceUniverse / X)
O Galaxy S27 Ultra terá visual diferente?
É importante notar que a imagem acima é apenas um conceito aparentemente distante de como pode ser o visual do Galaxy S27 Ultra. Ainda não sabemos com tanta certeza se a Samsung vai querer apostar em uma mudança de design tão grande assim para 2027, mas não seria surpreendente.
Como o Galaxy S27 Ultra ainda está há alguns bons meses de distância, vale considerar todas as informações como meros rumores. A futura linha de celulares da Samsung deve ser lançada entre janeiro e fevereiro do próximo ano, mas daqui a três meses a empresa irá revelar seus novos Galaxy dobráveis.
Linha Galaxy S26 com desconto
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Um dos lançamentos mais audaciosos para 2026 será o Galaxy Glasses, primeiro óculos inteligente para uso diário da Samsung, que teve imagens vazadas. Siga o TecMundo no X, Instagram, Facebook e YouTube e assine a nossa newsletter para receber as principais notícias e análises diretamente no seu e-mail.
Depois de comandar com sucesso os filmes Noites Brutais e A Hora do mal, o diretor Zach Cregger está próximo de encarar o desafio mais difícil de sua carreira. Nesta quinta-feira (30), a Sony Pictures divulgou o primeiro trailer oficial da adaptação de Resident Evil que vai ser comandada pelo diretor.
Ele confirma as informações de que o título não vai seguir à risca os eventos dos jogos da Capcom e vai mudar tanto seu protagonista quanto as criaturas que ele enfrenta. No entanto, o material promocional mostra que Cregger deve manter sua tradição de conseguir entregar uma narrativa assustadora.
Resident Evil promete um mundo opressor
O trailer oficial de Resident Evil acompanha o jovem Bryan (Austin Abrams), um mensageiro médico que chega a um lugar aparentemente vazio. Ele aparece tentando se comunicar com outra pessoa com a qual brigou, descrevendo que se vê em uma situação da qual pode não sair vivo.
O trailer revela que Resident Evil vai manter a tradição dos jogos da Capcom de trazer mortos-vivos como seus principais inimigos;
No entanto, eles podem ser bastante diferentes daqueles vistos na série, com direito a criaturas capazes de se pendurar no teto;
O vídeo também dá relance de um monstro com características de um humano gigantesco que parece se esconder nos subterrâneos;
Para lutar contra eles, Brad vai contar com alguns recursos vistos nos games, como uma espingarda;
Outros elementos, como a cidade de Racoon City, também devem aparecer, mas de forma diferente daquela conhecida pelos fãs.
À Inverse, Zach Cregger afirmou que é um grande fã da série da Capcom, mas que não deseja recontar as histórias já exploradas pela desenvolvedora. No entanto, ele afirma que, apesar de apostar em um novo protagonista, ainda vai “seguir as regras” da franquia com a história de terror que desenvolveu junto ao roteirista Shay Hatten.
Quando estreia o novo filme de Resident Evil?
O primeiro trailer oficial de Resident Evil também confirmou sua data de lançamento nos cinemas. No Brasil, o longa estreia no dia 17 de setembro deste ano, um dia antes de ele chegar aos cinemas norte-americanos. O material promocional também explica que o longa foi filmado para o formato IMAX, que deve garantir uma maior imersão visual.
O filme de Resident Evil promete manter o clima de terror dos games. Imagem: Divulgação/Sony Pictures
A obra não vai considerar os eventos das outras sete adaptações cinematográficas que a franquia recebeu desde 2002. A mais recente delas, Bem-Vindo a Racoon City, também foi um reboot que tentou ser bastante fiel aos jogos, mas foi criticada pela escolha de elenco, atuações pobres e efeitos especiais de baixa qualidade.
Jogue Resident Evil
Enquanto aguarda o filme de Resident Evil, que tal escolher um dos jogos da franquia?
Uma surpresa pegou jogadores de PC desprevenidos nesta semana: a Warner liberou Hogwarts Legacy apareceu totalmente de graça na Epic Games Store por tempo limitado. A oferta não havia sido anunciada previamente, o que deixou a promoção ainda mais curiosa — e, claro, bastante atrativa.
O timing também chama atenção, já que a franquia voltou a ficar em alta com o anúncio da série de Harry Potter que chega na HBO no fim do ano. Além disso, a franquia está celebrando 25 anos de vida.
A liberação de Hogwarts Legacy de graça também coincide com o fim de semana da Gamescom Latam, evento que acontece no Brasil e reúne novidades, ativações e anúncios da indústria. A Warner está participando do evento com novidades de grandes franquias, incluindo o jogo LEGO Batman: O Legado do Cavaleiro das Trevas, que será lançado em maio.
Se você ainda não jogou o RPG ambientado no universo de Harry Potter, este pode ser o melhor momento para dar uma chance ao título — especialmente porque ele pode ser resgatado para sempre na sua biblioteca.
Atualmente, Hogwarts Legacy está com 100% de desconto na loja da Epic Store e pode ser adicionado gratuitamente à conta até o dia 3 de maio por meio deste link. Após o resgate, o jogo permanece vinculado à biblioteca do usuário de forma permanente.
O caso chama atenção porque o título não fazia parte da lista oficial de jogos grátis semanais divulgada pela plataforma. Normalmente, a Epic Games anuncia com antecedência quais serão os games liberados, o que não aconteceu desta vez.
Além de Hogwarts Legacy, os jogos indies Firestone Online Idle RPG e Oddsparks: An Automation Adventure estão disponíveis com 100% de desconto. Enquanto o jogo da Warner pode ser resgatado sem custos até domingo, os dois títulos extras estão de graça até dia 7 de maio.
É importante ressaltar que a promoção d e Hogwarts Legacy só está valendo na Epic Store. O jogo segue à venda na Steam, loja concorrente, por R$ 250, enquanto a versão de PS5, Xbox Series S/X e Switch 2 sai por R$ 300 – o título também está incluso na PS Plus Extra/Deluxe e no Xbox Game Pass.
Lançado em 2023 pela Warner Bros. Games em parceria com a Avalanche Software, o RPG se tornou um dos maiores sucessos comerciais daquele ano. O game se passa cerca de 100 anos antes dos eventos dos livros e filmes, colocando o jogador como um estudante de magia em Hogwarts.
A recepção foi bastante positiva, com destaque para o mundo aberto detalhado e a liberdade na construção do personagem. Dependendo do estilo de jogo, a campanha pode durar entre 25 e 50 horas, com conteúdo adicional que amplia ainda mais esse tempo.
Com localização em português brasileiro, o jogo recebeu nota 87 na análise do Voxel durante o seu lançamento. No agregador de avaliações Metacritic, o título conta com a média 84 da crítica e 81 do público.
Promoção chega em momento oportuno para a Warner
A liberação gratuita de Hogwarts Legacy acontece em meio a novos movimentos da franquia, incluindo uma sequência em desenvolvimento e a futura série de HBO baseada no universo bruxo. Embora ainda existam poucos detalhes concretos sobre o futuro jogo, o interesse pelo mundo de Harry Potter segue em alta após a produção para TV ganhar um trailer e data de lançamento: 25 de dezembro de 2026.
Durante o fim de semana, a Warner também ganha destaque na Gamescom Latam, evento que acontece no Brasil e traz foco em games. A empresa aproveitou a feira para realizar torneios de Mortal Kombat e apresentar LEGO Batman: O Legado do Cavaleiro das Trevas de maneira antecipada para o público.
Com lançamento previsto para 22 de maio no PC e consoles, o jogo marca o retorno do Batman para a franquia LEGO em uma experiência de mundo aberto. O game promete entregar uma experiência nostálgica e cheia de referências – fiquem ligados aqui no Voxel para não perder nossas impressões com o título.
A Logitech G colocou oficialmente no mercado um dos mouses gamers mais ousados dos últimos anos — e agora também já disponível no Brasil. O Logitech G Pro X2 Superstrike, que está em exibição na Gamescom Latam, aposta em uma tecnologia inédita para repensar completamente o conceito de clique em jogos competitivos.
Visualmente, o Pro X2 Superstrike segue o design já conhecido da linha Pro, mas a semelhança termina nos botões. A Logitech substituiu os tradicionais microinterruptores mecânicos por um sistema indutivo com feedback tátil em tempo real, prometendo ganhos em latência, precisão e personalização. A proposta mira diretamente o cenário competitivo, onde cada milissegundo pode fazer diferença.
Durante a Gamescom Latam, a empresa reforçou a importância do mercado brasileiro no lançamento. Segundo Leandro Rocha, gerente de produtos da Logitech G Brasil, o país tem papel relevante tanto na adoção quanto no desenvolvimento de produtos de alto nível.
Mouse Superstrike chega ao Brasil e pode ser testado na Gaemescom
De acordo com Leandro Rocha, o Pro X2 Superstrike chega ao país cercado de expectativa. “A gente lançou o Superstrike recentemente, que é o mouse mais cobiçado do mundo, todo mundo quer. No país que você for, você vai ver o pessoal querendo jogar com ele, e no Brasil não é diferente”, afirmou durante entrevista na Gamescom Latam.
O executivo também destacou que a presença do produto no evento é simbólica. “Poder ter ele aqui é um privilégio muito grande e também mérito do brasileiro, que é um jogador apaixonado, que quer tirar o máximo da gameplay e testar produtos com alto nível de inovação”, completou.
A estratégia mostra que, além de consumidor, o Brasil também vem ganhando relevância como mercado formador de opinião no segmento competitivo. Por aqui, o modelo chega custando cerca de R$ 2,2 mil, reforçando seu posicionamento premium.
Desenvolvimento contou com jogador brasileiro de CS
O envolvimento brasileiro não ficou apenas no consumo. Segundo Rocha, o desenvolvimento do Pro X2 Superstrike contou com participação direta de jogadores profissionais do país, incluindo um dos nomes mais relevantes do Counter-Strike mundial.
“Ele está usando o Superstrike desde julho do ano passado, oito meses antes do lançamento. E o que ele usou lá atrás é diferente do produto final, porque trouxe feedbacks sobre clique, peso e componentes”, explicou.
O executivo afirma que essas sugestões foram incorporadas ao longo do processo. “Todos os feedbacks foram levados em consideração para chegar ao resultado final, não só com ele, mas com outros pro players do mundo inteiro”, disse, destacando o papel crescente do Brasil no cenário global de eSports.
Tecnologia SUPERSTRIKE elimina clique físico tradicional
O grande diferencial do Logitech G Pro X2 Superstrike é a tecnologia SUPERSTRIKE, baseada no sistema Haptic Inductive Trigger System (HITS). Em vez de contato físico, o mouse usa indução eletromagnética para detectar o pressionamento dos botões, com um curso de aproximadamente 0,6 mm.
Isso permite ajustar o ponto de atuação e o reset do clique com precisão, algo semelhante ao que já acontece em teclados com sensores magnéticos. Como não há clique físico, o retorno é simulado por atuadores hápticos, com níveis ajustáveis de intensidade.
Segundo a Logitech, esse sistema pode reduzir a latência em até 30 milissegundos, oferecendo uma resposta mais rápida em jogos competitivos.
Sensor HERO 2 e foco total em performance
Além da inovação nos botões, o modelo traz especificações de ponta. O sensor HERO 2 oferece até 44.000 DPI, com 88 G de aceleração e 888 IPS de velocidade, mantendo rastreamento preciso mesmo em movimentos extremos.
A taxa de polling chega a 8.000 Hz com a tecnologia sem fio LIGHTSPEED, enviando dados ao PC a cada 0,125 ms. Segundo a empresa, o sensor opera sem suavização ou aceleração artificial, garantindo consistência em cenários competitivos.
O mouse pesa cerca de 61 gramas, segue o formato do Pro X Superlight 2 e traz pés de PTFE para deslizamento mais suave em diferentes superfícies.
Inovação segue tendência iniciada há anos
Durante a entrevista com o Voxel, Leandro Rocha também contextualizou o lançamento dentro da evolução da própria Logitech. Segundo ele, a empresa já enfrentou desafios semelhantes no passado.
“Há 10 anos, a gente discutia se era possível ter um mouse sem fio sem latência. E hoje temos jogadores campeões mundiais usando tecnologia LIGHTSPEED”, relembrou.
Para o executivo, o Superstrike representa mais um passo nessa trajetória. A aposta agora é que a tecnologia de cliques indutivos possa seguir o mesmo caminho e, eventualmente, se tornar um novo padrão no mercado — começando pelo público mais exigente dos eSports.
Onde comprar
Além de estar disponível para testes na Gamescom Latam, o pode ser comprado direto na feira. O produto também já está disponível online em diversas varejistas. Atualmente, o produto é listado em lojas como Kabum e Mercado Livre por R$ 2,2 mil.
Mouses Logitech para comprar
Confira algumas opções de mouse gamer da Logitech:
E aí, o que achou da novidade apresentada na Gamescom Latam? Fique ligado no Voxel e acompanhe todas as novidades da feira na cobertura em parceria com a TCL!
A Sony finalmente se pronunciou sobre o polêmico “DRM de 30 dias” que vinha preocupando donos de PlayStation 5 e PlayStation 4 nos últimos dias. Após uma onda de relatos sobre jogos digitais que poderiam parar de funcionar sem conexão com a internet, a empresa confirmou que o sistema existe, além de comprovar uma teoria da comunidade.
Segundo um representante da divisão PlayStation, o novo mecanismo exige apenas uma verificação online única após a compra do jogo. Depois dessa checagem inicial, a licença se torna permanente, permitindo que o título funcione normalmente mesmo offline.
A declaração ajuda a encerrar, ao menos parcialmente, o mistério que tomou conta da comunidade desde o fim da semana passada. Ainda assim, a empresa não detalhou por que a mudança foi implementada nem quando exatamente ela começou a valer.
DRM do PlayStation exige apenas uma checagem única
De acordo com a Sony, jogadores “podem continuar acessando e jogando seus títulos normalmente”. A única exigência é que o console se conecte à internet uma vez após a compra para validar a licença do jogo digital.
Depois dessa verificação inicial, não há necessidade de novas conexões periódicas, o que descarta a ideia de um sistema que bloquearia jogos após 30 dias offline. Na prática, isso significa que o acesso ao conteúdo não será perdido caso o console fique desconectado por longos períodos.
"Os jogadores podem continuar a acessar e jogar os jogos que compraram normalmente. É necessária uma verificação online única para confirmar a licença do jogo, após a qual não serão necessárias mais verificações", diz o comunicado enviado para veículos internacionais como o Gamespot.
A explicação oficial está alinhada com teorias recentes levantadas por jogadores, que já suspeitavam que o temporizador visível em alguns casos era apenas uma etapa temporária do processo de validação.
Comunidade ajudou a desvendar o funcionamento
O Voxel tentou contato com a Sony durante a semana, mas a empresa permaneceu em silêncio nos últimos dias, o que fez a comunidade se movimentar para tentar solucionar o caso. Criadores de conteúdo e entusiastas realizaram diversos testes para entender o comportamento do sistema, incluindo o uso de consoles modificados.
Entre eles, o pesquisador independente Modded Hardware ajudou a popularizar o tema ao compartilhar relatos sobre o temporizador. Já usuários em fóruns como ResetEra identificaram que o contador desaparecia após alguns dias, sendo substituído por uma licença permanente.
Esses testes também mostraram que, em alguns casos, o sistema exigia conexão apenas uma vez após determinado período, reforçando a hipótese de que o DRM não era recorrente.
Possível relação com política de reembolso
Embora a Sony não tenha confirmado o motivo da mudança, uma das teorias mais aceitas é que o sistema esteja ligado à política de reembolso da PlayStation Store. Atualmente, jogos digitais podem ser reembolsados em até 14 dias, desde que não tenham sido baixados.
Nesse cenário, a verificação inicial funcionaria como uma forma de evitar abusos, impedindo que usuários obtenham licenças permanentes antes do fim do prazo de reembolso. Após esse período, a licença definitiva seria liberada automaticamente.
Ainda assim, a empresa não comentou diretamente sobre essa hipótese, deixando parte das dúvidas sem resposta. No entanto, como o tema envolve pirataria, a expectativa é que a empresa não fale sobre o assunto, o que praticamente confirma a teoria de que a novidade chegou para reforçar a segurança da PS Store.
Caso relembra polêmicas antigas do mercado
A repercussão do caso também trouxe à tona comparações com decisões controversas do passado, segundo ressalta o Game File. Em especial, muitos jogadores lembraram da proposta inicial do Microsoft para o Xbox One em 2013, que exigiria conexão frequente com a internet para validar jogos.
Na época, a reação negativa do público levou a empresa a recuar antes do lançamento do console. No caso da Sony, ainda não está claro se a empresa fez mudanças no sistema de verificação após receber críticas negativas do público, já que a empresa não fez anúncios formais sobre a situação.
Vale ressaltar que esta não é a primeira vez que a Sony é acusada de agir sem transparência com os consumidores. Recentemente, testes realizados na PS Store também apontaram que a empresa implementou preços dinâmicos, que mudam de acordo com o usuário.
E aí, qual a sua opinião sobre o assunto? Comente nas redes sociais do Voxel!
Cada vez mais o Disney+ tem se tornado a casa de muitas das séries e filmes favoritos do público. Com Marvel, Star Wars, produções brasileiras originais, National Geographic, ESPN, Hulu, produções da própria Disney e muito mais, o streaming possui uma grande variedade em seu catálogo.
O mês de maio oferece entretenimento para todas as idades e interesses, incluindo filmes, séries, eventos ao vivo e outros conteúdos. Entre os destaques do mês temos o sucesso nacional Impuros, que volta para a sua 6ª temporada no dia 1º de maio, além do filme Socorro!, com Rachel McAdams e Dylan O’Brien. Confira!
Lançamentos Disney+ em maio
Impuros
Temporada 6 Lançamento: 1 de maio
A nova temporada da série irá se passar após um atentado brutal contra a família de Evandro, que inicia um plano implacável de vingança, determinado a derrubar seus antigos aliados, mesmo que isso coloque seu próprio império em risco. Enquanto isso, Morello se alia a sua filha foragida Inês, seu marido Afonso e um grupo de ex-policiais milicianos, com o objetivo de desbancar o tráfico nas comunidades cariocas. Mas com cada um movido pelos próprios interesses, os laços mais estreitos estão prestes a se romper e cada escolha deixa cicatrizes profundas.
Meu Querido Zelador
Temporada 4 Lançamento: 1 de maio
Estrelada por Guillermo Francella (Eliseo) e criada por Mariano Cohn e Gastón Duprat, a aclamada série de humor ácido encontra Eliseo no auge de seu poder. Nesta nova temporada de Meu Querido Zelador, Eliseo se torna a pessoa mais influente do país, mas uma conspiração liderada por seu grande rival, Matías Zambrano (Gabriel Goity), ameaça levá-lo à ruína. O confronto entre os dois personagens ultrapassa qualquer limite. Eliseo arrisca tudo, colocando a própria vida em perigo. Será esse o fim de Eliseo?
SOCORRO!
Filme da 20th Century Studios Lançamento: 7 de maio
Em SOCORRO!, dois colegas ficam presos em uma ilha deserta após serem os únicos sobreviventes de um acidente de avião. Na ilha, eles precisam superar antigos ressentimentos e trabalhar juntos para sobreviver, mas, no fim, trata-se de uma inquietante batalha de vontades e perspicácia, marcada por humor ácido, para sair com vida. SOCORRO! tem direção do visionário cineasta Sam Raimi, que desafia os limites do gênero, e é estrelado por Rachel McAdams e Dylan O’Brien.
O Justiceiro: Uma Última Morte
Especial da Marvel Television Lançamento: 12 de maio
Uma Apresentação Especial da Marvel Television, O Justiceiro: Uma Última Morte, estrelado por Jon Bernthal como o justiceiro protagonista, mais conhecido como Frank Castle. No especial, Frank busca um sentido além da vingança quando uma força inesperada o leva a lutar novamente. O especial tem direção de Reinaldo Marcus Green, e é coescrito por Bernthal e Green.
Tucci na Itália
Docussérie da National Geographic Temporada 2 Lançamento: 12 de maio
Em uma jornada mais profunda e pessoal, Stanley Tucci visita novas regiões da Itália, dentre elas As Marcas, um destino pouco conhecido que ele nunca havia apresentado antes. Localizada no centro da Itália, na costa do Adriático, seus sabores ricos permaneceram em grande parte fora do radar do turismo internacional. Na Campânia e em sua famosa capital, Nápoles, ele celebra uma variedade de uva há muito esquecida, enquanto no Vêneto ele mergulha – deliciosamente – no apaixonado debate sobre as origens do tiramissu. Stanley também explora duas ilhas muito diferentes: a Sardenha, onde investiga a relação entre a comida e a longevidade, e a Sicília, onde a história multicultural deixou uma marca requintada em sua gastronomia.
Isso Ainda Está de Pé?
Filme da Searchlight Pictures Lançamento: 13 de maio
ISSO AINDA ESTÁ DE PÉ?, dirigido e produzido pelo indicado ao Oscar® Bradley Cooper, acompanha Alex (Will Arnett) que vê seu casamento desmoronar silenciosamente enquanto enfrenta a meia-idade e um iminente divórcio, enquanto busca de um novo propósito no cenário da comédia de Nova York. Ao mesmo tempo, Tess (Laura Dern) reflete sobre os sacrifícios que fez pela família, levando ambos a lidar com a coparentalidade, a redefinir suas identidades e a considerar que o amor pode assumir novas formas.
Rivais
Temporada 2 Lançamento: 15 de maio
Na segunda temporada de Rivais, a série original baseada no romance homônimo de Dame Jilly Cooper, a disputa pela franquia televisiva da Central South West atinge seu ponto mais crítico quando a guerra entre Corinium e Venturer entra em uma nova e perigosa fase. Mais implacável do que nunca, Tony Baddingham (David Tennant) está determinado a eliminar seus rivais um a um, explorando escândalos e manipulando seus aliados para manter o poder.
Princesinha Sofia: Realeza Mágica
Lançamento: 26 de maio
Em Princesinha Sofia: Realeza Mágica, a princesa Sofia de Encântia vai para uma nova escola: a Escola de Magia Real Charmswell. Com seus amigos da realeza, as princesas Layla e Camila, o príncipe Zane e a cachorrinha-unicórnio Pepper, Sofia descobrirá o que significa ser a princesa mais mágica do Reino Eterno. Um mundo encantado a espera, com aventuras emocionantes ao lado de velhos e novos amigos, sua família real e seus leais companheiros animais.
Lançado nesta quarta-feira (29) pela Prime Video, o episódio 5 da temporada final de The Boys manteve a tradição da série de trazer várias críticas e brincadeiras com o mundo real. E, dessa vez, um dos alvos dos comentários sarcásticos do roteiro foi direcionado à Sony Pictures, que inclusive é citada de forma direta.
Tudo acontece no momento em que o roteiro introduz o Sr. Maratona, interpretado por Jared Padalecki. Na história, ele é um ex-membro dos Sete que, ao deixar de trabalhar para a Vought, continuou fazendo filmes. No entanto, todos eles foram grandes fracassos de bilheteria.
Como The Boys faz piada com os fracassos da Sony?
The Boys não poupou críticas aos filmes de heróis da Sony. Imagem: Divulgação/Prime Video
Quando o Sr. Maratona recebe em sua casa Soldier Boy e o Capitão Pátria, ele apresenta diversos pôsteres de produções cinematográficas nas quais se envolveu. Elas trazem várias referências evidentes a projetos como Madame Teia, Kraven, o Caçador e as animações do Aranhaverso — quase todos fracassos de bilheteria.
O personagem de Padalecki tenta se gabar, afirmando que o filme no qual faz um caçador arrecadou US$ 35 milhões de bilheteria;
No entanto, logo em seguida ele é interrompido pelo Capitão Pátria, que nota que o orçamento da obra foi de US$ 200 milhões;
Em seguida, o personagem observa que os filmes do Sr. Maratona são produzidos por uma empresa que não pode usar os heróis da Vought, nem mencioná-los;
“É pra onde vão todos os super decadentes. Sony Pictures TV”, explica;
A brincadeira é uma referência ao “universo estendido” do Homem-Aranha da Sony, que foi marcado por fracassos comerciais e nunca usou o herói em nenhum momento;
A série de The Boys é produzida pela Sony Pictures Television, cujos executivos certamente aprovaram a piada.
Entre os principais fracassos da Sony está Madame Teia, que mal pareou seu orçamento de US$ 100 milhões com sua arrecadação global. Já Kraven, o Caçador, fez a empresa rever toda sua estratégia de lançamentos após, também com um orçamento de US$ 100 milhões, arrecadar somente US$ 62 milhões ao redor do mundo.
Sony prepara reboot de universo de heróis
Apesar de a Sony Pictures ter registrado vários fracassos com seus filmes de herói, a empresa também teve alguns acertos. A trilogia de longas de Venom, embora não seja elogiada pela crítica, foi bem-recebida pelo público e teve boas bilheterias. Já as animações do Aranhaverso são muito elogiadas e também geraram bons retornos financeiros.
The Boys também brincou com os filmes do Aranhaverso. Imagem: Divulgação/Prime Video
Até mesmo por isso, o atual CEO da empresa, Tom Rothman, afirmou que a companhia vai fazer um reboot de seu universo. No entanto, ainda não há uma data específica para isso acontecer, tampouco projetos anunciados. Ao que tudo indica, a Sony Pictures vai tomar seu tempo para deixar o público se esquecer de Madame Teia, Morbius e Kraven, bem como para preparar seu retorno de maneira cuidadosa.
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O Checkpoint desta quarta-feira (29) traz boas notícias aos ansiosos pelo jogo mais aguardado de todos os tempos. O CEO da Take-Two, Strauss Zelnick, reiterou em entrevista recente que GTA 6 segue firme na data prevista para 19 de novembro — e que o marketing começa muito em breve.
Em outras notícias, também tivemos a demo de Final Fantasy VII Rebirth lançada para Switch 2 e Xbox Series X|S após um período de exclusividade temporária no PS5. Lembrando que o game será lançado nessas plataformas em junho deste ano.
Quer saber o que mais rolou no mundo dos games nesta quarta (29)? Então prepara o cafezinho da tarde e acompanhe o Voxel por mais um Checkpoint!
GTA 6 segue cada vez mais provável para 19 de novembro
O CEO da Take-Two Interactive, Strauss Zelnick, voltou a afirmar que GTA 6 segue previsto para 19 de novembro, reforçando a janela de lançamento do aguardado título. O executivo também indicou que a campanha de marketing deve começar no verão norte-americano, período que corresponde ao inverno no Brasil.
Durante participação em evento, Zelnick fez referência à data ao comentar que “muita gente vai ligar dizendo que está doente no dia 19 de novembro”, sinalizando confiança no cronograma. Até o momento, não há indicativos de adiamento, e a estratégia de divulgação deve ganhar força nos próximos meses.
CEO da Take-Two comenta possível preço de GTA 6: “será justo”
O CEO da Take-Two Interactive, Strauss Zelnick, também falou sobre o preço de Grand Theft Auto VI. Sem revelar o valor oficial do aguardado jogo da Rockstar Games, o executivo indicou que a empresa busca alinhar o preço ao valor percebido pelos jogadores, afastando a ideia de um valor “superpremium” muito acima do padrão atual do mercado.
Segundo Zelnick, o foco da companhia é garantir que o público sinta que está pagando um valor justo pela experiência oferecida. Ele também destacou que, mesmo com o aumento geral da inflação ao longo dos anos, o preço dos grandes lançamentos permaneceu relativamente estável por mais de uma década, geralmente entre US$ 60 e US$ 70, reforçando a preocupação em equilibrar custo e qualidade.
O executivo ainda afirmou que o objetivo da empresa é criar “a peça de entretenimento mais espetacular da história”, algo que ele mesmo descreveu como um desafio enorme para a equipe. Previsto para chegar em 19 de novembro de 2026 ao PlayStation 5 e Xbox Series X/S, o novo capítulo da franquia também pode bater recordes de lançamento — e, segundo Zelnick, é bem provável que muita gente “falte ao trabalho” no dia em que o jogo finalmente chegar às lojas.
Demo de Final Fantasy VII Rebirth já está disponível no Switch 2 e Xbox Series
A Square Enix disponibilizou uma demo de Final Fantasy VII Rebirth para Switch 2 e Xbox Series X/S, permitindo que jogadores experimentem parte do título antes do lançamento completo, marcado para 3 de junho. A versão de teste inclui os dois primeiros capítulos e apresenta mecânicas centrais do jogo.
Segundo a empresa, a demo oferece “várias horas de jogo”, com foco em combate, exploração e atividades secundárias. O conteúdo inclui trechos como o flashback de Nibelheim e áreas abertas, além de permitir a transferência de progresso para a versão final, junto de bônus desbloqueáveis para quem testar antecipadamente.
Nova animação da Nintendo está prevista para 2028, segundo cronograma da Universal
Um novo filme da Nintendo em parceria com a Illumination está previsto para estrear em abril de 2028, de acordo com o cronograma atualizado da Universal Pictures. A listagem menciona um “filme de evento sem título”, reforçando a continuidade das adaptações animadas da empresa.
Embora detalhes ainda não tenham sido divulgados, registros anteriores indicam que o projeto pode estar ligado a outras propriedades da marca. A ausência de confirmação oficial mantém o mistério, mas a movimentação sugere novos planos para expandir o catálogo cinematográfico da Nintendo nos próximos anos.
Nova atualização de ARC Raiders causou problemas no crossplay, mas Embark Studios já trabalha na solução
A nova atualização de ARC Raiders, intitulada Riven Tides (versão 1.26.0), trouxe conteúdos inéditos, mas acabou afetando o crossplay entre plataformas. Após o update, jogadores de PS5, Xbox Series X|S e PC relataram que o recurso foi desativado e não pode ser reativado nas configurações.
Em comunicado, a Embark Studios confirmou que está ciente da falha e já investiga o caso. “Estamos investigando um problema com o crossplay após a atualização de hoje”, afirmou a equipe, acrescentando que uma correção está em andamento e será disponibilizada assim que possível.
Envolvidos no desenvolvimento de The Last of Us Online afirmam que jogo era o “melhor multiplayer” da Naughty Dog
Profissionais envolvidos em The Last of Us Online afirmam que o projeto era considerado internamente como o “melhor multiplayer” já feito pela Naughty Dog. A declaração foi reforçada por Vinit Agarwal, ex-diretor do jogo, que revelou ainda receber mensagens de colegas elogiando a experiência.
“Continua sendo o melhor jogo multiplayer que eles já jogaram”, disse Agarwal, destacando o reconhecimento da equipe mesmo após o cancelamento. Ele também agradeceu o apoio recebido, enquanto outros devs apontaram o projeto como “um momento marcante” de suas carreiras, apesar de nunca ter sido lançado.
E aí, o que você achou das principais notícias de games do dia no Checkpoint? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel e do TecMundo!
A tecnologia de DRM Denuvo, controversa em alguns pontos e amplamente utilizada pela indústria para proteger jogos contra pirataria, foi completamente contornada por hackers por meio de uma nova técnica desenvolvida pelo coletivo MKDev e pelo modder DenuvOwO.
Em resposta à situação, a 2K Games, editora de Borderlands eNBA 2K, uniu forças com a Denuvo e passou a implementar verificações online obrigatórias a cada 14 dias em alguns de seus títulos para PC.
Segundo relatos do Pirat Nation e de Tom's Hardware, a medida já teria sido aplicada a jogos como NBA 2K25, NBA 2K26 e Marvel's Midnight Suns. Os hackers afirmam que a nova contagem regressiva não está devidamente divulgada nas páginas dos jogos na Steam nem nos respectivos termos de uso.
A situação ocorre na mesma semana em que surgiram relatos de que a PlayStation teria adicionado um prazo de 30 dias para novas compras digitais de PS4 e PS5 — embora a Sony ainda não tenha se pronunciado oficialmente sobre o assunto.
Jogos com Denuvo foram completamente burlados
Conforme relatado por Tom's Hardware, em 27 de abril a lista de jogos que ainda utilizavam o DRM Denuvo sem terem sido crackeados chegou oficialmente a zero. A contagem considera apenas jogos singleplayer — e não inclui MMORPGs e títulos que exigem conexão constante com servidores.
O feito foi alcançado principalmente pelo coletivo MKDev e pelo modder DenuvOwO, responsáveis pelo chamado bypass baseado em hipervisor (HVB). A técnica instala um driver em nível de kernel capaz de interceptar e responder às verificações de segurança do Denuvo, contornando o sistema sem removê-lo dos jogos.
Na prática, o Denuvo ainda está presente nos títulos, mas deixou de funcionar como deveria — permitindo que versões hackeadas de jogos AAA sejam distribuídas no mesmo dia do lançamento.
Há ainda indícios de que burlar o DRM resultou em melhorias de desempenho em alguns títulos, como Resident Evil Requiem, o que pode levar jogadores legítimos a adotar o método.
O impacto vai além da pirataria. A discussão sobre preservação de jogos também ganhou força, já que versões crackeadas historicamente permitem que títulos sigam jogáveis mesmo após o abandono pelo desenvolvedor ou remoção das lojas digitais.
2K revida com verificação online a cada 14 dias para seus jogos
De acordo com Pirat Nation e Tom's Hardware, a 2K e a Denuvo se uniram para adicionar uma nova camada de segurança a alguns jogos da editora. Os títulos afetados passaram a usar um "token de autorização offline fixo" que expira a cada duas semanas.
Após o vencimento do token, o jogo fica inacessível até que o jogador conecte o dispositivo à internet e permita que o título faça um ping nos servidores da Denuvo para renovar a autorização — reiniciando o contador de 14 dias.
Como observado por Tom's Hardware, esse mecanismo não pode ser contornado pelo bypass atual, pois envolve uma chamada e resposta direta aos servidores reais da empresa.
A medida tem implicações práticas: jogadores que ficarem mais de duas semanas sem acessar os títulos afetados, inclusive em dispositivos portáteis como o Steam Deck sem conexão disponível, podem se ver impedidos de jogar.
Tanto o Pirat Nation quanto hackers afirmam que essa limitação não está devidamente informada nas páginas dos jogos na Steam nem nos termos de uso dos títulos. Até o momento, a 2K Games não emitiu um comunicado oficial confirmando ou detalhando a implementação das verificações de 14 dias.
Enquanto isso, Sony também enfrenta polêmicas com DRM
Na mesma semana, a PlayStation também se viu no centro de uma polêmica envolvendo DRM. Jogadores de PS4 e PS5 relataram que títulos digitais adquiridos recentemente passaram a exibir informações de prazo de validade de licença — com indicações de que o acesso poderia expirar caso o console ficasse muito tempo sem se conectar à internet.
Investigações de comunidades dedicadas à preservação de jogos, como o grupo DoesItPlay, sugerem que compras realizadas antes de março de 2026 não seriam afetadas e que o comportamento pode ser resultado de um bug introduzido em atualizações recentes do sistema.
O Voxel entrou em contato com a divisão PlayStation Brasil para esclarecer a situação, mas não obteve resposta até o momento da publicação. A Sony segue sem se pronunciar oficialmente — enquanto o silêncio da empresa tem alimentado dúvidas na comunidade, especialmente entre defensores da preservação de jogos digitais.
E você, o que acha da violação do Denuvo e das medidas tomadas pela 2K em resposta? Conta pra gente nas redes sociais do Voxel!
A galeria de vilões de Spider-Noir já está tomando forma e promete ser um dos pontos altos da série.
A produção live-action do Prime Video coloca Nicolas Cage na pele de Ben Reilly, o alter ego do vigilante conhecido como The Spider, numa Nova York dos anos 1920 mergulhada na Lei Seca, gangues e, agora, criminosos com superpoderes.
A série estreia no MGM+ em 25 de maio e chega globalmente ao Prime Video em 27 de maio de 2026.
O que chama atenção é a proposta dos criadores de construir antagonistas com camadas humanas reais. O co-showrunner Oren Uziel deixou claro que a escolha dos vilões foi guiada pela narrativa: "Eu queria que eles fossem um pouco mais palpáveis e conectados à sua humanidade."
Abaixo, confira os vilões de Spider-Noir já confirmados!
1. Silvermane: o chefão irlandês interpretado por Brendan Gleeson
Foto: Prime Video/Marvel.
O vilão central da série é Silvio Manfredi, o Silvermane, vivido pelo veterano Brendan Gleeson. Na adaptação, ele aparece como um poderoso chefão do crime irlandês, uma releitura da versão italiana dos quadrinhos, que comanda o clube noturno The Alcove e tem uma história turva com Ben Reilly.
Mentalmente instável, mas astuto o suficiente para se manter no topo, Silvermane é descrito como alguém que muitos querem ver morto.
Nos quadrinhos, Silvermane estreou em 1969 num arco de O Espetacular Homem-Aranha obcecado com imortalidade. Ele coagiu o Dr. Curt Connors, o Lagarto, a decifrar uma antiga tábua de argila e sintetizar uma poção antienvelhecimento.
O plano saiu pela culatra: ele foi rejuvenescido em excesso. Mesmo após retornar, a obsessão com a própria mortalidade nunca o abandonou, levando-o a se tornar um ciborgue para superar as limitações do corpo humano.
2. Tombstone: o veterano de guerra que quer chegar ao topo
Lonnie Lincoln, o Tombstone, é interpretado por Abraham Popoola. Na série, ele é um veterano da Primeira Guerra Mundial disposto a qualquer coisa para subir na hierarquia do crime, inclusive, se aliar a Silvermane.
Segundo Popoola, sua versão do personagem é "muito mais interessante" do que a dos quadrinhos, com algo "mais nefasto acontecendo" por baixo da superfície.
Nas HQs, Tombstone surgiu no final dos anos 1980 durante a fase de Gerry Conway em O Espetacular Homem-Aranha. Albino e brutalmente violento, ele aterrorizou o jornalista Robbie Robertson desde a infância e acumulou um rastro de corpos que justificou seu apelido macabro.
Mais tarde, foi contratado pelo Rei do Crime, Wilson Fisk, como assassino particular. Vale lembrar que o personagem também aparece nos jogos da Insomniac e está confirmado em Homem-Aranha: Um Novo Dia.
Na série, a questão do albinismo foi descartada cedo, afinal, Spider-Noir será exibida em preto e branco autêntico, o que tornaria o recurso visual ineficaz.
Curioso para saber mais sobre o protagonista que vai enfrentar essa galera? Entenda quem é Ben Reilly, o Spider-Noir de Nicolas Cage, o detetive particular que volta a vestir o traje depois de cinco anos sumido.
3. Sandman: o guarda-costas com poderes que o consomem
Foto: Prime Video.
Flint Marko, o Homem-Areia, ganha vida na série com Jack Huston, neto do lendário diretor John Huston, o mesmo de A Maleta de Ferro (1941), um dos filmes noir que inspiraram diretamente Spider-Noir.
Na trama, Marko é guarda-costas de Silvermane e está numa situação desesperadora: seus poderes parecem estar sugando sua própria força vital. Sua relação com a cantora Cat Hardy (Li Jun Li), a versão noir da Gata Negra, é um dos fios condutores da história.
Nos quadrinhos, o Homem-Areia é um dos vilões mais antigos do Cabeça de Teia, com estreia em 1963 em O Espetacular Homem-Aranha #4, criado por Stan Lee e Steve Ditko.
Sua origem é trágica: vítima de bullying severo, foi expulso da escola após se envolver com criminosos e acabou obtendo seus poderes ao fugir para um campo de testes nucleares depois de escapar da prisão.
Fora dos quadrinhos, o personagem é amplamente reconhecido: foi o vilão central de Homem-Aranha 3, de Sam Raimi, e reapareceu em Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, no MCU. O ator Jack Huston, aliás, não conhecia o personagem antes de ser escalado e encarou isso como vantagem: "Não tendo que aderir a nada que veio antes, pude criar um grande personagem do zero."
Dirk Leydon, o Megawatt, é interpretado por Andrew Lewis Caldwell e representa o contraponto dos outros antagonistas: enquanto os demais tentam lidar com seus problemas, ele simplesmente é o problema.
Sonhador frustrado que queria fazer sucesso na Broadway, Megawatt tempera seus ataques com citações de peças famosas, um detalhe que diz muito sobre quem ele é. "Dirk é o problema. É sobre conseguir seu momento a qualquer custo", resumiu o próprio Caldwell.
Nos quadrinhos, Megawatt é um personagem de baixo perfil: apareceu apenas uma vez, em 1993, na série Spider-Man Unlimited, criado por Kurt Busiek e Steven Butler.
Com poderes elétricos similares aos do Electro, vilão muito mais famoso, ele foi derrotado pelo Homem-Aranha quando suas reservas de energia se esgotaram, mas depois escapou da prisão e tentou recomeçar a vida na indústria cinematográfica.
Na série, ele funciona como uma alternativa criativa ao próprio Electro, que não pôde ser usado para evitar sobreposição com outros projetos Marvel em andamento.
E o Aranhaverso nisso tudo?
Spider-Noir existe num universo próprio, separado do MCU e das animações, mas o Aranhaverso está mais vivo do que nunca.
Se você quer entender o panorama completo do Homem-Aranha nas telas, não deixe de conferir tudo sobre Homem-Aranha: Além do Aranhaverso, a animação que também está no radar dos fãs.
E se quiser saber como a série se conecta a um elemento nostálgico dos filmes dos anos 2000, Spider-Noir se une a Um Novo Dia e traz de volta algo que os fãs mais antigos vão reconhecer na hora.
Gostou? O Minha Série tem muito mais conteúdo sobre séries, filmes e o universo do entretenimento esperando por você. Fique de olho nas próximas matérias!
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Iniciada nos cinemas em 2012, a franquia Ted continua ativa na forma de uma série live action, que recebeu em março deste ano sua segunda temporada. A produção volta ao passado para mostrar as origens do urso de pelúcia que, embora pareça fofo, tem uma boca bastante suja e uma personalidade desagradável.
Passado mais de um mês do lançamento dos episódios, muitos fãs já estão se questionando sobre o que o futuro reserva para o show. E, após dar a entender que ele já podia ter chegado ao fim, o criador Seth MacFarlane trouxe mais esperanças sobre uma continuação em uma entrevista recente.
Ted vai ganhar uma terceira temporada?
Durante um painel organizado pela Deadline, MacFarlane explicou seus comentários anteriores sobre o futuro de Ted, nos quais falou que “por enquanto,não há planos diretos” para uma continuação. Segundo o criador do show, essa permanece a realidade, mas isso não significa que a história chegou ao fim.
Segundo MacFarlane, que dá a voz a Ted na versão em inglês, cabe à Peacock decidir o rumo da produção;
O comediante afirmou que, enquanto o streaming continuar financiando o show, vai continuar trabalhando em novas histórias;
Ele também destacou que o futuro de Ted pode não estar em uma terceira temporada, mas sim em um novo filme;
“Penso que todos nós, de uma forma ou de outra, seja em uma terceira temporada ou um filme direto para o Peacock com esse elenco, é algo que nós gostaríamos de ver. Tudo está em aberto”, explicou MacFarlane;
Enquanto o streaming não divulgou oficialmente a audiência da série, suas duas temporadas foram bem recebidas tanto pela crítica quanto pelo público.
No Rotten Tomatoes, a temporada 2 de Ted tem o mérito de ser uma das poucas produções da categoria que tem 100% de aprovação da crítica. Já entre o público, o show tem 90% de aprovação. No entanto, em ambas as categorias, a quantidade de reviews registrada pelo site é baixa.
O que esperar do futuro de Ted?
Segundo o ScreenRant, Ted é, desde 2024, a série mais assistida do Peacock entre homens de 18 a 34 anos, e seu segundo ano registrou mais de 1,2 bilhão de minutos reproduzidos. Assim, parecem existir poucos obstáculos técnicos para que a produção, disponível no Brasil pela Universal+, continue por mais um ano.
Ted vai continuar em 2026 com uma série animada. Imagem: Divulgação/Peacock
O que está certo é que a franquia vai continuar no streaming ainda em 2026 com a estreia de Ted: A Série Animada. Enquanto a produção live action voltou ao passado, a animação vai ser uma sequência do filme Ted 2, com direito ao retorno de Mark Wahlberg, Amanda Seyfried e Jessica Barth em seu elenco de dubladores.
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A expressão ganhou brilho demais e precisão de menos. Em apresentações para investidores, planos corporativos e discursos sobre inovação, "IA quântica" aparece quase como um selo de vanguarda. Só que o ponto crítico está em outro lugar. O tema pede menos ficção tecnológica e mais leitura de arquitetura computacional.
Estudos projetam que o mercado global de tecnologias quânticas pode atingir US$ 97 bilhões em receita até 2035, com a computação quântica saltando de US$ 4 bilhões em 2024 para até US$ 72 bilhões no mesmo horizonte. Esses números bastam para justificar a atenção de conselhos, CIOs e CEOs. Ainda assim, eles dizem pouco sem uma pergunta mais rigorosa: afinal, de que convergência estamos falando?
A resposta exige separar duas frentes que o debate público mistura com uma facilidade impressionante. A primeira é a IA para computação quântica. Aqui, a inteligência artificial clássica ajuda computadores quânticos a funcionar melhor, otimizando o desenho de dispositivos, o controle e a correção de erros. A segunda é a computação quântica para IA.
Nesta, a expectativa recai sobre o uso de recursos quânticos para acelerar classes específicas de problemas de aprendizado de máquina. A melhor revisão recente sobre o tema, publicada na revista Nature, deixa essa divisão explícita e concentra sua análise justamente na primeira direção — a mais concreta hoje. Essa distinção pode parecer técnica demais para uma conversa de negócios, mas é fundamental. Confundir essas duas camadas distorce orçamentos, prazos e ambições.
A convergência entre a inteligência artificial clássica e o hardware quântico é a base para a nova arquitetura de IA quântica. (Fonte: Getty Images)
Vale fixar um ponto com frieza: computadores quânticos ainda estão longe de assumir o papel que alguns discursos apressados lhes atribuem. Grandes modelos de linguagem, inferência em escala massiva e geração de texto seguem sob domínio da computação clássica, com forte apoio de GPUs e infraestrutura especializada.
O papel plausível do quantum, ao menos no horizonte visível, é o de um coprocessador altamente especializado para problemas muito específicos. Essa imagem é bem mais útil do que a fantasia do substituto universal. Ela também é bem mais honesta com o estágio atual da tecnologia.
É aqui que o debate melhora, pois a convergência entre IA e computação quântica já produz efeitos reais no lado menos vistoso da história. A IA clássica ajuda o quantum a sair do laboratório e ganhar consistência operacional.
Um exemplo crucial está na mitigação de erros; experimentos mostram que técnicas de aprendizado de máquina aplicadas a essa mitigação funcionaram em testes com até 100 qubits, reduzindo drasticamente o custo do processo sem perda de precisão.
Para o executivo atento, esse dado importa mais do que promessas genéricas de revolução iminente. Tecnologia madura começa assim: resolvendo as fragilidades discretas que o marketing costuma ignorar.
Há evidência corporativa recente de que o valor aparece em fluxos delimitados. Em 2025, aplicações de otimização logística envolvendo nomes como Network Rail, Airbus e BMW foram apoiadas por softwares com supressão de erros orientada por IA. O ganho surge em tarefas recortadas, onde controle e robustez importam tanto quanto a potência bruta.
A boa leitura estratégica, portanto, passa por uma conclusão quase anticlímax: a inteligência artificial já potencializa o quântico antes que o quântico potencialize a inteligência artificial em escala econômica relevante. Isso não reduz o potencial futuro da computação quântica para IA, apenas devolve o tema ao trilho da seriedade.
Pesquisas estimam que mais da metade do valor projetado para a computação quântica, cerca de US$ 150 bilhões, venha do quantum machine learning, embora essa fronteira siga em grande parte teórica, travada por gargalos algorítmicos e pelo custo de transpor dados clássicos para circuitos quânticos.
Eis a palavra decisiva: fronteira. Quem vende isso como adoção ampla no curto prazo força a realidade. Quem trata a área como irrelevante perde o rastro do que pode destravar a otimização combinatória e certas classes de simulação nos próximos anos. A divergência entre as lideranças do setor ilustra essa tensão.
Enquanto o Google Quantum AI já mencionou esperar aplicações comerciais em até cinco anos, a Nvidia situou o uso realmente útil da tecnologia em torno de vinte anos. Essa distância revela algo precioso: o erro estratégico não é mais "escolher um lado", mas sim falhar em governar horizontes temporais diferentes sem perder o critério técnico.
O uso de machine learning em ambiente corporativo permite otimizar o design e o controle de dispositivos quânticos avançados. (Fonte: Getty Images)
A adoção realista passa por modelos híbridos, um desenho que já vemos surgir em 2026 como quantum-centric supercomputing: a integração entre QPUs, GPUs e CPUs em fluxos coordenados. A computação quântica caminha ao lado da clássica, na infraestrutura, no middleware e nas aplicações, em vez de ocupar sozinha o centro do sistema.
Para as organizações, a jornada exige mapear onde a operação sofre com gargalos reais de simulação, formar competência interdisciplinar e vigiar marcos técnicos que antecedem o valor comercial. A pergunta madura jamais foi se vale a pena apostar em IA quântica.
A pergunta certa é em que janela temporal cada aplicação se torna economicamente viável para o seu setor. IA quântica significa menos encantamento automático e mais precisão sobre onde a IA já sustenta o quantum para que, um dia, o quantum possa ampliar a IA. O resto é ruído corporativo com verniz científico.
Quem separar a física real do entusiasmo promocional agora chegará ao próximo ciclo com repertório e vantagem competitiva. Aqueles que seguirem a névoa pagarão primeiro pela narrativa e, depois, pelo atraso.
Dois anos após George e Mandy: Seu Primeiro Casamento mostrar que o universo estendido de Big Bang Theory ainda tem muito fôlego, outra produção ligada à série está prestes a fazer sua estreia. No último domingo (26), a HBO Max divulgou as primeiras imagens oficiais e novos detalhes de Stuart Fails to Save the Universe.
O novo show vai se focar nas aventuras de Stuart (Kevin Sussman), o dono da loja de quadrinhos que era um personagem recorrente da comédia de sucesso. Quem também retorna dela é Barry Kripke (John Ross Bowie), um cientista que era conhecido por não ter muitas habilidades sociais e pela arrogância.
O que sabemos sobre Stuart Fails to Save the Universe?
A nova série vai explorar o conceito de multiverso. Imagem: Divulgação/HBO Max
Durante a CCXP Mexico City, a HBO Max confirmou que Stuart Fails to Save the Universe vai ser uma mistura entre comédia e ficção científica. A história começa em um momento no qual o personagem principal quebra um dispositivo criado por Leonard (Johnny Galecki) e Sheldon (Jim Parsons) e, com isso, inicia a destruição do multiverso.
Segundo Sussman, que interpreta Stuart, a graça da história é acompanhar o personagem falhando em sua missão a cada semana;
O show também traz em seu elenco principal Lauren Lapkus (Denise) e Brian Posehn (Bert Kibbler), como integrantes do grupo que tenta manter a coesão da existência;
Sussman explicou que, além dos momentos de comédia, o show também vai explorar a evolução do relacionamento entre Stuart e Denise, que havia começado no final de The Big Bang Theory;
A história promete brincar com realidades paralelas em diversos pontos da história, representando os personagens de The Big Bang Theory com características diferentes das originais;
A trama deve explorar o fato de que, embora se coloque como o líder do grupo, Stuart não tem as habilidades necessárias para garantir seu sucesso.
As histórias vão mostrar seus protagonistas falhando em várias missões. Imagem: Divulgação/HBO Max
Um dos maiores diferenciais de Stuart Fails to Save the Universe é o fato de que a série não vai ser exibida pela CBS, casa da série original, de Jovem Sheldon e de George e Mandy. Assim, os fãs devem esperar por roteiros um pouco diferentes, bem como por temas um pouco mais adultos do que os vistos nas demais produções do mesmo universo.
Qual é a data de estreia de Stuart Saves the Universe?
Além de divulgar mais detalhes e as primeiras imagens oficiais da série, a HBO Max também confirmou a janela de estreia do show. Ele chega ao catálogo do streaming em julho deste ano, embora uma data oficial ainda não tenha sido confirmada — algo que deve acontecer em breve.
A empresa também compartilhou o primeiro pôster oficial de Stuart Fails to Save the Universe, que traz várias referências ao universo dos quadrinhos. Com o personagem principal em destaque, ela mostra máquinas misteriosas, experimentos científicos e diversas forças militares.
A série está em desenvolvimento desde 2023 e foi cocriada por Chuck Lorre, Zak Penn e Bill Prady. Ela é produzida pela Chuck Lorre Productions em parceria com a Warner Bros. Television e traz o trio de criadores trabalhando como produtores-executivos, com Ryan Cartwright (Kyle), Josh Brener (Trevor) e Tommy Walker (Gary) atuando como parte do elenco complementar.
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Um patch lançado pela Microsoft em fevereiro de 2026 para corrigir uma vulnerabilidade explorada pelo grupo russo APT28 não resolveu completamente o problema. Pesquisadores da Akamai identificaram que a correção deixou para trás uma falha separada, capaz de roubar credenciais de rede sem nenhuma interação do usuário.
A nova vulnerabilidade recebeu o identificador CVE-2026-32202 e foi corrigida apenas no Patch Tuesday de abril de 2026. A Microsoft sinalizou no comunicado que a falha já foi explorada em ataques reais, sem detalhar os incidentes.
Ambiente de testes montado pelos pesquisadores da Akamai para reproduzir a CVE-2026-32202: à esquerda, uma máquina Kali Linux simulando o servidor do atacante; à direita, uma VM com Windows 11 Pro Build 26100.2840 rodando sobre Hyper-V, a mesma configuração usada para demonstrar a autenticação NTLM zero-click. Imagem: Akamai.
O que o APT28 explorou em dezembro de 2025
Segundo a Akamai, o APT28, também conhecido como Fancy Bear, Forest Blizzard e Sofacy, conduziu uma campanha em dezembro de 2025 contra a Ucrânia e países da União Europeia. O grupo encadeou duas vulnerabilidades dentro de um único arquivo LNK, os atalhos do Windows com extensão .lnk.
A primeira era a CVE-2026-21513, uma falha no framework MSHTML que permite manipular a forma como o navegador e o Windows Shell processam conteúdo. A segunda era a CVE-2026-21510, uma falha no mecanismo de namespace do shell do Windows.
Essa vulnerabilidade permitia carregar uma biblioteca DLL maliciosa a partir de um servidor remoto usando um caminho UNC, o formato de endereçamento de rede utilizado em ambientes Windows para acessar recursos compartilhados.
O CControlPanelFolder::GetUIObjectOf aciona GetModuleMapped, que por sua vez chama PathFileExistsW, a função responsável por resolver o caminho UNC e disparar a conexão SMB com o servidor do atacante antes de qualquer verificação de segurança. Imagem: Akamai.
Basicamente, o arquivo LNK armado enganava o Windows Explorer para que ele carregasse um componente do Painel de Controle diretamente de um servidor controlado pelo atacante, sem que o SmartScreen ou o Mark of the Web fizessem qualquer verificação de segurança.
O que o patch de fevereiro corrigiu
A Microsoft resolveu a CVE-2026-21510 introduzindo um novo objeto COM chamado ControlPanelLinkSite, que funciona como uma ponte entre o caminho de execução de arquivos CPL e o mecanismo de verificação de confiança do ShellExecute.
A correção forçava o SmartScreen a verificar a assinatura digital e a zona de origem do arquivo antes de permitir sua execução. O caminho de execução remota de código foi efetivamente bloqueado, mas não foi suficiente.
O novo objeto ControlPanelLinkSite é instanciado em _ShellExecCplApplet e passado ao ShellExecuteExW, garantindo que o SmartScreen verifique a assinatura e a zona de origem do arquivo CPL antes da execução. A correção, porém, só age nesse estágio final da cadeia. Imagem: Akamai.
Por que a correção foi incompleta
Ao testar o patch, os pesquisadores da Akamai notaram que a máquina da vítima continuava autenticando no servidor do atacante mesmo após a correção. Isso porque a verificação de confiança introduzida pela Microsoft só era acionada no final da cadeia de execução, em uma chamada tardia do ShellExecute.
Antes disso, em um estágio anterior da cadeia, o Windows Explorer já havia feito contato com o servidor remoto. Isso ocorre quando o Explorer tenta renderizar o conteúdo de uma pasta que contém o arquivo LNK malicioso.
Para exibir o ícone associado ao item do Painel de Controle, o shell32 resolve o caminho UNC embutido no arquivo. Essa resolução dispara automaticamente uma conexão SMB com o servidor do atacante.
O CPL_Open chega ao ShellExecuteExW (destacado em vermelho) sem passar por nenhum objeto de verificação de confiança. A ausência do ControlPanelLinkSite nesse fluxo é exatamente o que a CVE-2026-21510 explorava para executar código remoto sem validação do SmartScreen. Imagem: Akamai.
A conexão SMB aciona um handshake de autenticação NTLM automático. O resultado é que o hash Net-NTLMv2 da vítima é enviado ao atacante sem nenhum clique. Esse hash pode ser usado posteriormente em ataques de relay NTLM ou para quebra de senha offline.
Zero-click sem nenhuma interação
A natureza zero-click da CVE-2026-32202 a torna especialmente perigosa. A vítima não precisa abrir o arquivo, executar nada ou confirmar qualquer prompt de segurança. Basta navegar até a pasta que contém o LNK malicioso para que o Windows inicie a autenticação com o servidor do atacante.
O campo LinkTargetIDList contém três entradas IDList, sendo a terceira o caminho UNC para o servidor do atacante. O arquivo não inclui nenhum caminho Windows convencional — toda a carga maliciosa está embutida na estrutura binária do atalho. Imagem: Akamai.
A Akamai reportou a descoberta ao Microsoft Security Response Center antes de divulgar publicamente os detalhes, o que é o motivo pelo qual a empresa havia omitido a CVE-2026-21510 de publicações anteriores sobre a campanha do APT28.
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Uma vulnerabilidade identificada como CVE-2026-6770 permitia que sites rastreassem usuários do Firefox e do Tor Browser mesmo em sessões de navegação privada. A Mozilla corrigiu o problema no Firefox 150, no ESR 140.10.0 e em atualizações do Thunderbird lançadas em 21 de abril de 2026. O Tor Project respondeu com o lançamento do Tor Browser 15.0.10.
A falha estava na forma como o Firefox implementava a API indexedDB.databases(), que retorna metadados sobre bancos de dados armazenados localmente pelo navegador. O IndexedDB é uma API padrão usada por aplicações web para armazenar dados no lado do cliente, como cache, estado de sessão e suporte offline.
A navegação privada não apaga rastros do processo do navegador. Enquanto o Firefox permanecia aberto, o identificador gerado pela falha seguia ativo mesmo após o fechamento de todas as janelas anônimas.
No modo de navegação privada, o Firefox substituía os nomes desses bancos por identificadores universais únicos (UUID) gerados internamente. Esses UUIDs ficavam armazenados em uma tabela hash global, compartilhada entre todas as origens e mantida ativa durante toda a execução do processo do navegador.
Os resultados da API eram devolvidos na ordem de iteração interna dessa tabela, sem qualquer ordenação neutra aplicada antes. Isso fazia da sequência retornada uma impressão digital determinística e estável do processo do Firefox.
Sites conseguiam vincular atividade entre origens sem usar cookies
Um site conseguia criar um conjunto de bancos de dados no IndexedDB e observar a ordem devolvida pela API. Essa sequência era suficiente para identificar a mesma instância do navegador em visitas subsequentes.
A técnica explorada pela CVE-2026-6770 dispensa credenciais ou formulários de login para vincular identidades. A correlação entre sessões era feita diretamente pela ordem de retorno de uma API interna do navegador.
Como a tabela hash era compartilhada entre origens, dois sites completamente diferentes podiam obter o mesmo identificador de forma independente. Com isso, conseguiam vincular a atividade do usuário entre domínios distintos sem precisar de cookies, localStorage ou qualquer outro mecanismo explícito de rastreamento.
O identificador era derivado diretamente do comportamento interno do navegador. Isso torna a técnica difícil de detectar e bloquear por métodos convencionais. A capacidade de rastreamento também não era trivial. Com 16 bancos de dados controlados, o espaço de permutações possíveis chegava a aproximadamente 44 bits de entropia.
Entropia, nesse contexto, mede a quantidade de informação carregada pelo sinal. Isso é suficiente para identificar instâncias individuais do navegador com alta precisão.
Todos os navegadores baseados no motor Gecko eram potencialmente vulneráveis. O Firefox é o mais conhecido, mas qualquer fork que herdasse a mesma implementação do IndexedDB carregava o mesmo problema.
Identificador persistia após fechar janelas privadas
No Firefox, o identificador continuava ativo mesmo depois que todas as janelas privadas eram fechadas. Bastava o processo do navegador permanecer em execução. Isso significa que uma visita posterior em uma janela privada aparentemente nova poderia ser vinculada a uma sessão anterior.
No Tor Browser, a situação era mais grave. O recurso "New Identity" foi criado para reinicializar completamente a sessão, apagando cookies e histórico e estabelecendo novos circuitos Tor.
Como os UUIDs persistiam durante toda a execução do processo, o recurso se tornava ineficaz contra essa técnica. Sites conseguiam vincular sessões que deveriam ser completamente isoladas, contrariando uma garantia central do Tor Browser.
A Mozilla disponibilizou a correção no Firefox 150, no ESR 140.10.0 e em atualizações do Thunderbird, todos lançados em 21 de abril. Usuários que não atualizaram continuam expostos à técnica de fingerprinting descrita na vulnerabilidade.
A vulnerabilidade não exige interação do usuário e não depende de nenhuma falha de configuração. O comportamento era inerente à implementação do IndexedDB no Gecko, o motor de renderização por trás do Firefox e do Tor Browser. Isso significa que todos os navegadores baseados no Gecko eram potencialmente afetados.
Correção elimina a entropia sem comprometer a API
A correção adotada é direta. Bastava ordenar os resultados em ordem canônica, como ordenação lexicográfica, antes de devolvê-los à página. Isso preserva a utilidade da API para desenvolvedores e elimina a entropia derivada da estrutura interna de armazenamento. Embaralhar a ordem a cada chamada seria outra opção, mas a ordenação é mais simples e previsível para quem desenvolve aplicações web.
O caso serve de alerta para um padrão menos óbvio de vulnerabilidades de privacidade. Não é necessário expor dados diretamente identificáveis para criar um vetor de rastreamento. Às vezes, basta que um detalhe de implementação interna seja determinístico e compartilhado entre contextos que deveriam ser isolados.
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A semana começou com boas notícias aos ansiosos para jogar no console da Valve. A empresa confirmou, nesta segunda (27), que o anúncio da data de lançamento do Steam Machine está muito próximo.
A declaração foi feita por Pierre-Loup Griffais, designer do console, em entrevista recente ao IGN — onde o executivo afirmou que a empresa "em breve terá novidades sobre isso".
Enquanto o console não tem data definida, a Valve confirmou que o Steam Controller chegará ao mercado no dia 4 de maio pelo preço de US$ 99 — cerca de R$ 570 na cotação atual. A informação veio à tona por meio de uma análise publicada antecipadamente pela publicação japonesa 4Gamer, que foi removida pouco depois.
O Steam Machine foi anunciado em novembro de 2025 com o objetivo de levar o ecossistema Steam para a sala de estar. O produto integra uma linha de novos hardwares da Valve, que inclui também o Steam Controller e um novo óculos de realidade virtual chamado Steam Frame.
Valve confirma: Falta pouco para o lançamento do Steam Machine
Em entrevista ao IGN, Griffais afirmou que o lançamento do Steam Machine "se resume, na verdade, à logística de levá-lo aos usuários" e garantiu que o produto "está próximo". No entanto, nenhuma data concreta foi fornecida até o momento.
Sobre o preço, especula-se que o console possa variar entre US$ 750 e US$ 1.000, mas a própria Valve não confirmou nenhum valor até o momento. O objetivo inicial da empresa era manter o produto abaixo de US$ 800 — mas os custos dos componentes aumentaram consideravelmente nos últimos meses.
"Nosso objetivo de lançar os três produtos no primeiro semestre do ano permanece o mesmo", explicou a Valve em comunicado anterior. "Mas ainda temos trabalho a fazer para definir preços e datas de lançamento concretos que possamos anunciar com segurança".
Enquanto isso, Steam Controller chega no dia 4 de maio
O Steam Controller foi um dos três produtos apresentados pela Valve em novembro de 2025, ao lado do Steam Machine e de um novo óculos de realidade virtual. Dos três, é o único com data de lançamento e preço confirmados até o momento.
A data de 4 de maio veio à tona por meio de uma análise publicada acidentalmente pela 4Gamer antes do embargo — o texto e as postagens associadas nas redes sociais foram removidos logo em seguida, mas usuários do Reddit conseguiram capturar as informações antes da exclusão.
Com preço de US$ 99 (cerca de R$ 570), o Steam Controller se posiciona como o controle mais caro do mercado atualmente. Para efeito de comparação, o DualSense custa US$ 74,99 e o Nintendo Switch 2 Pro Controller é vendido por US$ 89,99.
O novo controle representa uma evolução significativa em relação à primeira versão da Valve, lançada em 2015 e descontinuada em 2019.
O design foi inspirado no Steam Deck e inclui joysticks analógicos, dois trackpads, quatro botões extras na parte traseira, suporte a giroscópio de seis eixos, peças substituíveis e um disco magnético para recarga da bateria.
E você está ansioso por mais novidades sobre o Steam Machine? Conta pra gente nas redes sociais do Voxel!
Uma plataforma desenvolvida pela empresa americana LeoLabs, permite visualizar em tempo real milhares de satélites que orbitam a Terra. A ferramenta, acessível gratuitamente pela internet, utiliza dados de rastreamento espacial para exibir a posição e a trajetória desses objetos em um globo terrestre 3D interativo.
Atualmente, estima-se que mais de 26 mil satélites artificiais estejam em órbita, desempenhando funções que vão desde telecomunicações e navegação até monitoramento climático e operações militares. Grande parte deles permanece invisível a olho nu, mas continua essencial para o funcionamento de tecnologias do dia a dia, como GPS, internet e transmissões de TV.
Como funciona a visualização em tempo real?
A plataforma da LeoLabs organiza essas informações em uma interface visual que permite ao usuário acompanhar o deslocamento dos satélites ao redor do planeta. Ao clicar em cada objeto, é possível acessar detalhes como data de lançamento, tipo de missão, operador responsável e previsão de órbita, transformando dados complexos em algo mais acessível.
Além disso, o sistema utiliza dados atualizados constantemente, o que garante uma representação bastante próxima da realidade. Isso inclui não apenas satélites ativos, mas também detritos espaciais. Com o aumento acelerado do número de lançamentos por empresas privadas, o espaço ao redor da Terra está se tornando mais 'congestionado'.
O LeoLabs é uma espécie de "Google Maps" da órbita baixa terrestre. (Imagem: Getty Images)
Ao mesmo tempo, esse tipo de plataforma ajuda a aproximar o público de um universo que normalmente parece distante. Visualizar, em tempo real, tudo o que está orbitando acima de nossas cabeças traz uma nova perspectiva sobre a tecnologia espacial. Continue explorando o TecMundo para descobrir outras ferramentas, curiosidades e inovações que estão moldando o presente e o futuro.
Mais uma semana se inicia e, como de costume, a Netflix preparou diversos lançamentos de peso para seus assinantes aproveitarem durante os próximos dias. Mas, afinal, o que assistir na Netflix nesta semana? É isso o que responderemos agora!
Nesta semana, muitos filmes, séries, documentários e animações desembarcam no catálogo do streaming, porém, para que você não se perca, separamos apenas os 9 melhores lançamentos da Netflix nos próximos dias para que você saiba exatamente por onde começar.
Abaixo, portanto, confira a lista com os 9 melhores filmes e séries para assistir na Netflix nesta semana!
Netflix: 9 melhores filmes e séries da semana (27 de abril a 3 de março)
9. Como Mágica (01/05)
Para a galera mais nova e para os adultos que adoram uma animação bem-humorada, Como Mágica chega à Netflix no dia 1º de maio.
O filme original conta a história de uma pequena criatura da floresta e um pássaro majestoso que, de repente, trocam de corpo e precisam trabalhar juntos para sobreviver à maior aventura de suas vidas.
Com as vozes de Michael B. Jordan, Juno Temple e Tracy Morgan, a produção promete muitas risadas e uma mensagem encantadora sobre amizades improváveis.
8. Direto pro Inferno (27/04)
Estreando já nesta segunda-feira, Direto pro Inferno é uma série japonesa de 9 episódios que mergulha na vida real de Kazuko Hosoki, a cartomante mais famosa do Japão, que dominou a televisão e as listas de best-sellers do país.
Por trás do sucesso, porém, havia rumores de golpes espirituais e ligações com o submundo.
Com Erika Toda, Sairi Ito e Toko Miura, a produção é um drama baseado em fatos reais, cheio de escândalos, ambição e segredos. Imperdível para quem curte séries asiáticas densas e bem construídas.
7. Casar com um Assassino? (29/04)
O true crime britânico Casar com um Assassino? promete deixar o público de queixo caído. A série documental acompanha uma noiva que se torna testemunha-chave contra o próprio noivo, acusado de assassinato e que permaneceu noiva dele enquanto coletava provas.
Tenso, emocionante e perturbador, o título é mais uma aposta certeira da Netflix no gênero que não para de crescer.
Um clássico absoluto da comédia finalmente chega à Netflix: Todo Mundo Odeia o Chris desembarca no streaming em 29 de abril com todas as 4 temporadas.
A série da Paramount narra as desventuras da adolescência do comediante Chris Rock no Brooklyn dos anos 80, com humor afiado, nostalgia e muito coração.
Para quem cresceu assistindo ou para quem ainda não conhece, é uma oportunidade de ouro para maratonar uma das produções mais queridas da história da televisão.
5. Invejosa – 4ª temporada (29/04)
A comédia argentina viciante da Netflix ganha sua quarta temporada nesta semana. Invejosa acompanha Vicky, uma mulher de quase 40 anos que, após um término devastador, embarca em uma busca por um novo amor que acaba se tornando uma jornada hilária e profunda de autodescoberta.
Com Griselda Siciliani, Esteban Lamothe e Benjamín Vicuña, a série é afiada, íntima e emocionalmente honesta. Se você ainda não assistiu às temporadas anteriores, corre para se atualizar antes da estreia.
4. Meu Nome é Agneta (29/04)
Filme sueco-francês, Meu Nome é Agneta chega em 29 de abril com uma proposta deliciosa: Agneta, recém-desempregada e em busca de um recomeço, aceita um trabalho como au pair na Provença, na França, e acaba encontrando muito mais do que esperava.
Com Eva Melander, Claes Månsson e Jérémie Covillault, o filme é uma comédia romântica baseada em livro, com aquele charme europeu que conquista do início ao fim. Perfeito para uma tarde relaxante.
3. O Peso da Glória (01/05)
Série indiana de suspense, O Peso da Glória estreia no dia 1º de maio e usa o boxe como pano de fundo para uma investigação criminal densa e envolvente.
A trama acompanha Dev (Divyenndu) e Ravi (Pulkit Samrat), dois ex-pugilistas que são forçados a voltar para casa após uma tragédia com a irmã e a morte misteriosa de uma promessa do esporte local.
O diretor Karan Anshuman construiu a atmosfera da série ouvindo quem vive do boxe na Índia de verdade, o que garante uma autenticidade rara. Para quem gosta de suspense psicológico com drama familiar, é o play da semana.
2. Jujutsu Kaisen – 2ª temporada (01/05)
Os fãs de anime têm motivo para comemorar: Jujutsu Kaisen chega à Netflix em 1º de maio com a segunda temporada dublada e legendada em português do Brasil.
A temporada é dividida em dois arcos fundamentais: o primeiro mergulha no passado de Satoru Gojo e Suguru Geto durante seus dias como estudantes na Escola Jujutsu, revelando as origens de uma das rivalidades mais intensas do anime.
O segundo apresenta o aguardado Incidente de Shibuya, com confrontos épicos e reviravoltas que mudam tudo.
Para quem já acompanha a série na Crunchyroll ou está chegando agora, é imperdível.
O grande lançamento da semana é, provavelmente, Homem em Chamas, série thriller que estreia em 30 de abril e já é um dos títulos mais aguardados do ano na Netflix.
A produção acompanha um veterano das Forças Especiais que, assombrado pelo passado e perseguido por inimigos, luta para manter uma adolescente viva nas ruas perigosas do Rio de Janeiro.
Com Yahya Abdul-Mateen II, Alice Braga e Bobby Cannavale, a série é baseada em um best-seller e promete ação intensa, suspense e uma visão única da cidade maravilhosa.
O Checkpoint desta segunda-feira (27) começa com notícias polêmicas de David Jaffe, criador da franquia God of War. No último fim de semana, o desenvolvedor publicou nas redes sociais uma foto em que usa o seu Xbox Series X como peso de porta.
Em outras notícias, também temos projeções preocupantes sobre os preços de componentes de PC. Após o encarecimento de memória RAM e SSD, os processadores também podem ficar mais caros nos próximos meses, segundo a própria Intel.
Quer saber o que mais rolou no mundo dos games nesta segunda (27)? Então prepara o cafezinho da tarde e acompanhe o Voxel por mais um Checkpoint!
Criador de God of War faz publicação polêmica envolvendo o Series X
O designer David Jaffe, conhecido por criar a franquia God of War, gerou repercussão nas redes sociais ao publicar uma imagem inusitada envolvendo o Xbox Series X. Na foto, o console aparece sendo utilizado como peso de porta durante suas transmissões.
Na mesma publicação, Jaffe comentou sobre o cenário atual da Microsoft e afirmou que, apesar de gostar do Game Pass, não vê motivo para adquirir o hardware. Segundo ele, o aparelho serve “estritamente para impedir que o cachorro entre no quarto”, enquanto também questiona por que jogadores ainda compram o console atualmente.
Processadores podem ser os próximos componentes a ficarem mais caros no PC
A Intel indicou que os processadores podem ser os próximos componentes de PC a sofrer aumento de preço, acompanhando a alta já vista em memória RAM e armazenamento. A projeção está ligada à crescente demanda da indústria de IA, especialmente em data centers.
Segundo o CFO David Zinsner, “a demanda por CPUs se tornará uma parte significativa do mercado total de IA”, à medida que o foco migra para a fase de inferência. Dados do setor apontam que CPUs para servidores já subiram até 20%, enquanto modelos para consumidores tiveram alta de 5% a 10%, com novos reajustes previstos ainda para 2026.
Assassin’s Creed Hexe perde mais um diretor
O projeto Assassin’s Creed Hexe perdeu mais um nome importante na liderança. O diretor de jogo Benoit Richer confirmou sua saída da Ubisoft — poucas semanas após a saída do diretor criativo Clint Hocking.
Em publicação, Richer afirmou que deixou a empresa para seguir em projetos independentes, enquanto a Ubisoft reorganiza a liderança da franquia. O novo chefe da série, Jean Guesdon, assumiu o comando criativo e declarou que o título está sendo desenvolvido “com muito cuidado”, prometendo uma experiência “mais sombria e focada na narrativa”.
Final Fantasy XIV será lançado para Switch 2
A Square Enix confirmou que Final Fantasy XIV Online será lançado para o Nintendo Switch 2 ainda em 2026. O anúncio foi feito durante o Fan Festival, junto da revelação da nova expansão Evercold.
Durante a apresentação, o produtor e diretor Naoki Yoshida destacou mudanças importantes no jogo, incluindo uma reformulação no sistema de combate. Segundo ele, o modo Evolved “oferece maior ênfase à identidade da classe”, enquanto a expansão também trará novos conteúdos, áreas e ajustes no progresso dos jogadores.
Resident Evil Requiem alcança o marco de 7 milhões de unidades vendidas
Resident Evil Requiem atingiu a marca de 7 milhões de cópias vendidas em menos de dois meses após o lançamento, segundo confirmou o diretor Koshi Nakanishi. O número reforça o forte desempenho do título — que já havia superado 6 milhões de unidades poucas semanas antes.
Em publicação nas redes sociais, Nakanishi celebrou o marco, enquanto dados da Circana indicam que o jogo já figura entre os mais vendidos da franquia. O diretor também sinalizou novos conteúdos em desenvolvimento, com planos de expansão e possíveis adições futuras ao jogo.
Jogo do Venom continua em desenvolvimento na Insomniac Games, segundo dublador
O suposto jogo do Venom segue em desenvolvimento na Insomniac Games, de acordo com informações recentes envolvendo o elenco de voz. Apesar de declarações iniciais indicarem um possível cancelamento, novos relatos apontam que o projeto ainda não foi descartado.
Em entrevista, o ator Nadji Jeter, que dá voz ao Miles Morales, comentou que o jogo “estava em desenvolvimento”, mas sugeriu que não avançou como esperado. Já o jornalista Jason Schreier afirmou que essa versão não estaria correta, indicando que o título pode seguir ativo nos bastidores, embora a desenvolvedora ainda não tenha se pronunciado oficialmente.
E aí, o que você achou das principais notícias de games do dia no Checkpoint? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel e do TecMundo!
Os fãs do universo criado por George R.R. Martin que estão órfãos dele desde que O Cavaleiro dos Sete Reinos chegou ao fim em fevereiro já podem se preparar para revisitar a grande guerra civil que marcou Westeros. Nesta segunda-feira (27), a HBO Max divulgou o trailer oficial e novos detalhes sobre a Temporada 3 de A Casa do Dragão.
O novo arco da série retorna durante o auge da Dança dos Dragões, na qual os grupos conhecidos como Pretos e Verdes lutam até a morte. Nesse contexto, Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy) parece ganhar alguma vantagem, e seu marido Daemon (Matt Smith) promete que ela vai ter todo o poder com que jamais sonhou.
O que esperar da Temporada 3 de A Casa do Dragão?
Conforme quem acompanha as obras de Martin bem sabe, A Casa do Dragão não vai ser marcada somente por vitórias ou derrotas para um de seus lados. O terceiro ano da série vai mostrar como Aemond (Ewan Mitchell) se torna um governante instável ao assumir o Trono de Ferro, que não pode ser controlado ou manipulado por sua mãe, Alicent (Oliva Cooke).
O trailer revela que Aegon (Tom Glynn-Carney), mesmo sofrendo de ferimentos graves, decide abandonar Porto Real;
Ele faz isso por saber que pode ser morto a qualquer momento por Aemond, de quem jura se vingar;
A Temporada 3 de A Casa do Dragão vai mostrar uma quantidade generosa de batalhas, muitas delas envolvendo os dragões que marcam a linhagem dos Targaryen;
Ela deve desenvolver a promessa que Alicent fez a Rhaenyra de que, quando o momento certo chegar, as portas da Fortaleza Vermelha vão estar abertas para ela;
No entanto, o custo para isso deve ser muito sangue e fogo, conforme a série define o destino de personagens como Daemon e Sir Criston Cole (Fabien Frankel).
A Temporada 3 deve começar explorando os eventos da Batalha da Goela, ponto de entrada naval para as Terras da Coroa. Enquanto um dos lados da guerra civil vai conquistar uma grande vitória no confronto, isso não vai acontecer sem grandes sacrifícios e perdas profundas.
Quando estreia a Temporada 3 de A Casa do Dragão?
Além de revelar novas cenas de A Casa do Dragão, o trailer divulgado pela HBO Max também confirmou a data de estreia da Temporada 3. Os novos episódios da série chegam ao streaming e à programação linear da HBO no dia 21 de junho. No Brasil, a transmissão deve ser realizada às 22 horas, no Horário de Brasília.
A Casa do Dragão retorna à HBO em junho. Imagem: Divulgação/HBO
Segundo o streaming, o novo arco do show vai ter um total de 8 episódios, que vão ser exibidos em ritmo semanal. Eles devem ser bastante importantes porque vão definir o ponto de partida do quarto ano do show, que já foi confirmado como o momento que vai encerrar sua narrativa sobre a Dança dos Dragões e as marcas que ela deixou em Westeros — incluindo o declínio da existência dos dragões.
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No último fim de semana, a SEGA divulgou um teaser de Alien Isolation 2, sinalizando que mais novidades sobre o jogo estão a caminho. O vídeo foi publicado nos canais oficiais do YouTube da publisher, da Creative Assembly e do próprio jogo, com o sugestivo título de "Falsa Sensação de Segurança".
Confirmado para ser desenvolvido na Unreal Engine 5, diferentemente do motor Cathode usado no primeiro jogo, o título promete uma experiência ainda mais imersiva e assustadora do que a do original lançado em 2014.
"Falsa sensação de segurança" será o grande destaque de Alien Isolation 2
O teaser tem duração de apenas 25 segundos e é predominantemente escuro. O vídeo abre com a câmera se aproximando lentamente de uma porta no escuro, que em seguida se abre para uma noite chuvosa, revelando um complexo de edifícios em aparente estado de ruínas.
Na sequência, uma cabine telefônica de emergência aparece em cena — exatamente o tipo de ponto de salvamento presente no jogo original. Um telefone com a inscrição "Emergência" toca antes de a tela ficar completamente preta.
A descrição do vídeo não traz detalhes adicionais sobre o jogo e se limita a dizer: "Uma sensação de estar mais seguro do que realmente se está" — que é justamente a definição do título do teaser e parece se referir diretamente aos pontos de salvamento da franquia.
O anúncio coincide com o Dia do Alien, celebrado em 26 de abril em referência ao 47º aniversário do lançamento do primeiro filme da franquia. A SEGA e a Creative Assembly, certamente, aproveitaram a data para realizar a divulgação.
Desenvolvimento de Alien Isolation 2 começou em 2024
O projeto foi confirmado pela primeira vez em outubro de 2024, na ocasião do décimo aniversário do jogo original. O anúncio foi feito pelo diretor criativo Al Hope em publicação no X.
"No 10º aniversário, parece apropriado que vocês saibam que ouvimos seus pedidos de socorro em alto e bom som. Hoje, eu estou muito feliz em confirmar, em nome do time, que a sequência de Alien Isolation está nos estágios iniciais de desenvolvimento", escreveu Hope. "Estamos ansiosos para compartilhar mais detalhes com vocês quando estivermos prontos”.
Desde o anúncio inicial, não havia sido divulgada nenhuma novidade sobre o projeto — até o teaser desta semana. Uma vaga de emprego publicada pela Creative Assembly também indicou que o candidato selecionado "se juntará à equipe da sequência de Alien Isolation, que está sendo desenvolvida na Unreal Engine 5", confirmando a mudança de motor gráfico em relação ao primeiro jogo.
Relembre o clássico do terror
Lançado originalmente para PC e consoles antes de chegar aos celulares em 2021, Alien Isolation é totalmente focado no survival horror e aposta na perspectiva em primeira pessoa — o que certamente trouxe muita imersão à experiência. A trama foi inspirada no filme Alien, de 1979, e recebeu diversos elogios pelo seu gameplay tenso.
Aqui, os jogadores assumem o papel da funcionária da Weyland-Yutani, Amanda Ripley — filha da protagonista do filme Alien, Ellen. Em uma história ambientada 15 anos após o filme de Ridley Scott, a missão de Amanda para descobrir a verdade sobre o desaparecimento de sua mãe a leva até uma estação desativada nos confins do espaço, onde ela é forçada a enfrentar um Xenomorfo inteligente para sair viva do lugar.
"Foi nada menos que incrível testemunhar sua paixão pelo jogo ao longo dos anos e vê-lo alcançar tantos jogadores ao redor do mundo", continuou Hope na época do anúncio da sequência. "Seu entusiasmo sem limites, excitação, gritos e coragem de aço diante do maior assassino do cinema foram profundamente gratificantes".
"Seja você um veterano do modo pesadelo ou esteja entrando no lugar de Amanda Ripley para aquela primeira tentativa emocionante (boa sorte!), gostaríamos de expressar nossa profunda gratidão", agradeceu o desenvolvedor. "Foi um projeto dos sonhos trazido à vida por uma equipe brilhante, e a recepção que vocês deram a ele ao longo dos anos foi extraordinária".
Quando Alien Isolation 2 será lançado?
Alien Isolation 2 ainda não tem data de lançamento nem plataformas confirmadas. O jogo possivelmente chegará ao PS5, Xbox Series X|S, PC e Nintendo Switch 2, mas isso é mera especulação até que a SEGA ou a Creative Assembly façam um anúncio oficial.
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Lançado oficialmente no dia 23 de abril, Michael já pode ser considerado uma das estreias mais bem-sucedidas de 2026. Segundo dados oficiais, o longa-metragem já arrecadou mais de US$ 217 milhões ao redor do mundo, se provando um sucesso tanto nos Estados Unidos quanto no exterior.
Apesar de os US$ 97 milhões arrecadados nos Estados Unidos não ter feito do filme a melhor estreia do ano no país, o valor ainda assim fez ele quebrar recordes. Com esse montante, a obra que conta a história do cantor Michael Jackson se tornou o melhor lançamento comercial de uma cinebiografia em toda a história.
Michael ainda pode quebrar mais recordes
Conforme explica o The Guardian, Michael conseguiu superar com facilidade as aberturas domésticas de Oppenheimer (US$ 82,4 milhões em 2023) e Bohemian Rhapsody (US$ 51 milhões, em 2018). E a perspectiva é que o sucesso do longa continue a aumentar, dada a popularidade de seu protagonista e suas condições de estreia.
Embora a obra já tenha estreado na maior parte do mundo, ela ainda não foi lançada no Japão;
Considerando a imensa popularidade de Michael Jackson no país, as expectativas para sua estreia no país são grandes;
Na região, Michael só vai ganhar sua estreia oficial nos primeiros dias de junho;
O grande sucesso do filme prova o quanto a base de fãs do cantor é dedicada, e não se importa muito com as críticas;
No Rotten Tomatoes, o filme tem 38% de recomendações entre os veículos especializados, mas é aprovado por 97% do público.
Em um comunicado enviado à Associated Press, Adam Fogelson, presidente da Lionsgate, afirmou que sempre acreditou no potencial do filme. “Estamos vendo um engajamento massivo com todo segmento de audiência possível que você pode identificar”, explicou o executivo.
Michael foi considerado uma aposta arriscada
Apesar do grande sucesso de Michael, uma cinebiografia do cantor sempre foi considerada arriscada por Hollywood. Mesmo ele sendo uma figura muito influente no mundo da música, diversas acusações de assédio sexual de crianças mancharam sua imagem pública — especialmente após novos casos surgirem após sua morte, em 2009.
Michael evita tratar de algumas das controvérsias da vida do cantor. Imagem: Divulgação/Lionsgate
Entre aqueles que se opuseram à produção da obra está a também cantora Janet Jackson (irmã de Michael) e Paris, a filha do artista, chamou o longa de uma “terra da fantasia”. A produção foi marcada por diversos problemas e refilmagens que custaram cerca de US$ 50 milhões aos responsáveis pela manutenção da herança deixada por Jackson.
Na versão original, Michael terminaria em 1994, ano no qual os representantes legais do artista pagaram US$ 13 milhões em um processo de assédio iniciado pela família de Jordan Chandler, que na época tinha 13 anos. Na versão que chegou aos cinemas, a controvérsia foi ignorada e a história termina em 1988, antes de qualquer acusação contra Jackson ser feita publicamente.
Confira as 10 maiores bilheterias do ano até agora
Enquanto a jornada de Michael está só começando nos cinemas, o longa-metragem já está entre as 10 maiores bilheterias do ano até o momento. Confira o ranking:
Super Mario Galaxy O Filme— US$ 831.474.150
Pegasus 3 — US$ 648.729.523
Devoradores de Estrelas — US$ 613.431.522
Cara de um, focinho do outro — US$ 370.156.679
O Morro dos Ventos Uivantes — US$ 241.701.072
Michael — US$ 217.365.000
Pânico 7 — US$ 213.819.468
Blades of the Guardians — US$ 203.403.913
GOAT (Um Cabra Bom de Bola) — US$ 190.508.904
Scare Out — US$ 186.971.064
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A Blizzard vai reunir duas de suas maiores franquias novamente nesta semana: Overwatch e Diablo IV se encontram a partir desta terça-feira (28) em um novo evento de crossover. A colaboração chega ao jogo multiplayer de tiro em primeira pessoa para celebrar a expansão Lord of Hatred, trazendo cosméticos inéditos e o retorno de conteúdos populares.
Chamado de Overwatch x Hatred’s Reckoning, o evento começa em 28 de abril e segue até18 de maio de 2026. Durante esse período, jogadores poderão adquirir skins temáticas inspiradas em classes e personagens clássicos da série Diablo, além de obter alguns itens gratuitamente por meio do evento.
A iniciativa continua a estratégia recente da Blizzard de conectar suas franquias por meio de eventos sazonais e conteúdos cosméticos. Na prática, o crossover mistura o visual futurista de Overwatch com a estética sombria e demoníaca do mundo do Santuário.
Novas skins de Diablo chegam a Overwatch
O destaque da colaboração é a chegada de cinco skins lendárias inéditas, todas inspiradas em arquétipos clássicos de Diablo. Os visuais reinterpretam heróis de Overwatch como figuras do universo sombrio da franquia. Entre as novidades, os jogadores podem esperar as seguintes skins:
Ramattra como Mephisto
Mauga como Druida
Freja como Rogue
Brigitte como Paladina
Lifeweaver como Warlock.
Segundo a Blizzard, a ideia é imaginar como esses personagens seriam caso existissem dentro do mundo de Santuário, conhecido por sua temática gótica e conflitos entre forças celestiais e demoníacas.
Além dos cosméticos inéditos, o evento também marca o retorno de conteúdos do primeiro crossover entre as franquias. Alguns dos visuais mais populares da colaboração original voltarão à loja por tempo limitado.
Entre eles estão Moira inspirada em Lilith, Pharah como Inarius, Reinhardt como Imperius e Sombra com a skin Gilded Hunter. Esses itens poderão ser comprados separadamente ou em pacotes temáticos.
Evento terá desafios e recompensas gratuitas
O evento também trará desafios especiais dentro do jogo, permitindo que jogadores desbloqueiem recompensas sem custo. Entre os itens confirmados está um novo acessório de arma chamado Crab with a Knife.
Além disso, desafios antigos do crossover inspirado em Diablo devem retornar, oferecendo outra oportunidade para desbloquear recompensas que alguns jogadores podem ter perdido na primeira edição do evento.
A Blizzard também confirmou recompensas adicionais por meio de transmissões na Twitch. Entre os itens disponíveis estão charms de arma como Wolf Pup e Sword, além de outros bônus que podem incluir progressão de Passe de Batalha e recompensas extras.
Assim como o evento de Overwatch, a expansão Lord of Hatred chega para Diablo IV nesta terça-feira, 28 de abril. Confira a nossa análise com o conteúdo extra.
Domingo chegando e você já sabe: é dia da nossa lista de lançamentos da semana, para que você possa se programar para os próximos dias. O grande destaque dessa vez é Saros, o roquelite exclusivo para PS5, dos mesmo criadores de Returnal, que chegará essa semana, prometendo ser uma referência no gênero.
Outro destaque da lista é Invincible VS, game de luta baseado na animação de mesmo nome, que leva o universo do seriado para combates no melhor estilo Street Fighter e outros jogos do gênero. Ainda tem o novo game de futebol oficial da FIFA e muito mais. Confira a lista completa e os respectivos preços!
Aphelion - 27 de abril
Plataformas: PS5, Xbox Series X / S e PC
Aphelion é uma aventura sci-fi com desenvolvida pela DON’T NOD, estúdio conhecido por jogos centrados em história e escolhas. A trama acompanha um personagem que, depois de sofrer um acidente em um planeta alienígena hostil, precisa ir em busca de seu companheiro desaparecido, enfrentando um ambiente repleto de perigos e mistérios.
A jogabilidade combina exploração, furtividade e resolução de situações puzzles sob pressão, criando uma experiência altamente imersiva. Além disso, ele traz uma ambientação cinematográfica, cenários futuristas e outros elementos do gênero sci-fi. O game ainda não possui um preço definido.
FIFA Heroes - 28 de abril
Plataformas: iOS e Android
Depois de décadas de parceria com a Eletronic Arts, a FIFA lança o seu primeiro game oficial longe da empresa.FIFA Heroes aposta em uma abordagem mais descontraída do futebol, trazendo partidas arcade no formato 5 contra 5 com personagens estilizados e habilidades especiais. O jogo mistura figuras inspiradas no esporte com elementos fictícios, criando um universo leve e acessível.
Ele conta com partidas rápidas e dinâmicas, que por sua vez trazem jogadas exageradas e um ritmo muito mais acelerado que o esporte normal. A proposta é atingir tanto fãs de futebol quanto jogadores casuais, em busca de uma experiência competitiva mais simples. O jogo será de forma gratuita com compras dentro da plataforma.
MotoGP 26 - 29 de abril
Plataformas: PS5, Xbox Series X / S, Nintendo Switch 1 / 2 e PC
MotoGP 26 é a nova edição da tradicional franquia de simulação de motociclismo. O game traz todas as equipes, pilotos e circuitos oficiais atualizados da atual temporada da categoria. Já a jogabilidade aposta em melhorias na física e no comportamento das motos para oferecer uma pilotagem mais realista.
Além disso, o título apresenta novidades nos seus modos de jogo, incluindo o Carreira e o multiplayer online competitivo. Os gráficos também foram aprimorados para que o título leve o máximo de realismo para dentro dos consoles e PC. O game ainda não conta com um preço definido.
Saros - 30 de abril
Plataformas: PS5
Saros é o novo projeto da Housemarque, mesma produtora de Returnal. O game traz uma experiência de ação em terceira pessoa com elementos de roguelite, em uma história que acompanha Arjun Devraj, em explorador em um planeta misterioso, onde eventos cíclicos desafiam o protagonista a sobreviver em um ambiente hostil. Além disso, ele precisa encontrar respostas para descobrir o que aconteceu com sua tripulação, e sobre uma perda recente em sua vida.
O game aposta em progressão persistente, permitindo evolução contínua mesmo após derrotas, além de incentivar o jogador com elementos que fortalecem o personagem a cada investida. Ele contará com um combate intenso, ambientação sci-fi e uma narrativa fragmentada. O jogo já está em pré-venda por R$399,90, e conta com uma edição Deluxe que dá 48 horas de acesso antecipado.
Invincible VS - 30 de abril
Plataformas: PS5, Xbox Series X / S e PC
Baseado no universo da animação de mesmo nome,Invincible VS é um jogo de luta que traz combates em equipes, com batalhas 3 contra 3, entre os personagens icônicos da franquia. A mecânica permite alternar lutadores durante o combate, ampliando as possibilidades estratégicas, além de apresentar golpes especiais para cada um deles, o que o torna ainda mais competitivo.
Além do modo história, o título conta com multiplayer local e online, oferecendo diferentes formas de jogar. Já o seu visual se mantém fiel à animação original, com elementos que expandem o universo de uma das séries mais aclamadas da atualidade. O game já está em pré-venda a partir de R$ 199,00.
E na sua opinião, qual o game mais esperado da semana? Conte para a gente nos comentários!
A última semana de abril continua com tudo nos lançamentos dos cinemas e plataformas de streaming. Nessa transição para maio, você confere produções dramáticas, de terror, ação e crime, para assistir em casa ou nas telonas.
O primeiro destaque, claro, vai para O Diabo Veste Prada 2, que finalmente chega aos cinemas. Lá, você confere também o filme Hokum: O Pesadelo da Bruxa, que traz uma história de terror que promete deixar todo mundo de cabelo em pé.
No Apple TV, o lançamento fica por conta da série Widow's Bay, no Prime Video o destaque é o drama A Casa dos Espíritos, e na Netflix a dica é a trama de ação Homem em Chamas.
Confira a nossa seleção com os principais lançamentos de filmes e séries da semana!
O Diabo Veste Prada 2 (29/04)
Filme de comédia
Onde assistir: cinemas
O primeiro destaque da semana não podia ser diferente: O Diabo Veste Prada 2. 20 anos depois do filme original, a história de Miranda Priestly (Meryl Streep) e Andrea Sachs (Anne Hathaway) está de volta, mostrando como as personagens estão hoje em dia, tanto pessoal quanto profissionalmente.
O Diabo Veste Prada 2
A sinopse do segundo filme diz que Miranda está cada vez mais perto da aposentadoria e, durante esse processo, enfrenta o mundo da publicidade em meio ao declínio constante da mídia impressa. Também retornam ao elenco Emily Blunt como Emily Charlton e Stanley Tucci como Nigel.
O Segredo de Widow's Bay (29/04)
Série de terror e comédia
Onde assistir: Apple TV
Para quem procura por uma boa trama que mistura terror com comédia, a dica é a mais nova série original do Apple TV. Em O Segredo de Widow's Bay, acompanhamos a história de um prefeito, interpretado por Matthew Rhys, que comanda uma ilha isolada na Nova Inglaterra.
O Segredo de Widow's Bay
Com o objetivo de resgatar o turismo no local, ele começa um plano de reestruturação da cidade. Porém, antigas lendas sobre eventos sobrenaturais que aconteceram por lá começam a voltar com tudo, o fazendo questionar se realmente não se trata de apenas uma lenda.
Hokum: O Pesadelo da Bruxa (29/04)
Filme de terror
Onde assistir: cinemas
Ainda no gênero terror, mas nos cinemas, nesta semana estreia o filme Hokum: O Pesadelo da Bruxa, estrelado por Adam Scott, o protagonista do sucesso Ruptura. Dirigida por Damian Mc Carthy, a trama acompanha Ohm Bauman, um romancista.
Hokum: O Pesadelo da Bruxa
O escritor de terror visita uma pousada na Irlanda para espalhar as cinzas de seus pais, mas sem saber que o local tem fama de ser mal assombrado. Agora, em meio ao luto, enfrenta uma força misteriosa que transforma sua vida em um pesadelo.
A Casa dos Espíritos (29/04)
Série de romance
Onde assistir: Prime Video
Original do Chile, a série A Casa dos Espíritos chega nesta semana para contar uma história que, apesar do título, é puro drama. Baseada no livro de Isabel Allende e no filme de mesmo nome, a trama conta a história da família Trueba ao longo de 40 anos.
A Casa dos Espíritos
Durante esse período, os familiares passam por grandes e violentas mudanças sociais e conflitos geracionais, principalmente envolvendo o patriarca e a sua neta. Tudo isso os coloca em lados opostos da sociedade e constantemente em conflito.
Homem em Chamas (30/04)
Série de ação
Onde assistir: Netflix
A série Homem em Chamas, protagonizada por Yahya Abdul-Mateen II, acompanha John Creasy, um ex-mercenário das Forças Especiais que tem habilidades invejáveis de sobrevivência. Mas quando ele perde seu principal parceiro de trabalho, se afasta de tudo.
Homem em Chamas
Agora, motivado a caçar quem destruiu a família de seu grande amigo, volta ao perigo em uma missão perigosa que pode colocar tudo a perder. A trama é inspirada no filme de 2004, Chamas da Vingança, protagonizado por Denzel Washington.
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Os jogos de fazendinha viraram um fenômeno gigantesco nos videogames, especialmente à luz de sucessos como Stardew Valley. Com o passar dos anos, as plataformas se viram inundadas de jogos nesse estilo, ao ponto de ser cada vez mais difícil de fisgar o interesse do público em grandes eventos de anúncios.
Um dos experimentos adotados pelos desenvolvedores, então, foi pegar a fórmula de jogo aconchegante de fazendinha e misturar com outros gêneros. Assim, começaram a surgir jogos de fazendinha que, embora apostem em mecânicas cozy, também têm um pano de fundo horripilante e até mesmo uma temática totalmente voltada para o terror — psicológico ou não.
Com isso em mente, o Voxel traz, nos parágrafos a seguir, uma lista com alguns dos principais jogos de fazendinha que misturam terror e que chegam em breve ao mercado. Confira:
Neverway
Atualmente, Neverway é um dos jogos de fazendinha e simulação de vida mais aguardados entre as produções independentes. Para além disso, é um jogo brasileiro feito por veteranos que trabalharam em Celeste, mas que agora têm um estúdio próprio chamado de Coldblood Inc. O lançamento acontece em outubro no Steam e Nintendo Switch, e o prólogo já está disponível para teste.
Os jogadores acompanham Fiona, uma jovem em depressão profunda que, após ser demitida, decide recomeçar sua vida em um lugar distante da cidade grande. O jogo mistura mecânicas de fazendinha e interação com um elenco carismático de NPCs, mas também abraça o sobrenatural com um mundo de pesadelos que lentamente vaza para a realidade.
Grave Seasons
Previsto para 14 de agosto para PC, PlayStation e Xbox, Grave Seasons é um simulador de fazendinha com foco na narrativa e que traz um pano de fundo macabro. Um dos moradores da cidade é um assassino em série com ligações sobrenaturais. Logo, entre atividades como cuidar da plantação e se relacionar, também é preciso desvendar os segredos da pequena cidade bucólica.
No seu dia a dia, pode ser que você acabe se deparando com cenas assustadoras de assassinato. Conforme você conhece os moradores, o objetivo é tentar identificar a próxima vítima e tentar fazer tudo a seu alcance para evitar que mais sangue seja derramado. Vale notar que o jogo é publicado pela Blumhouse Games, que conta com um excelente acervo de jogos de terror.
Village in the Shade
Produzido pelo mesmo estúdio de Disgaea, Village in the Shade é um jogo de fazendinha que encanta logo de início pelos seus visuais. Ele retrata o imaginário de vida rural no Japão, em um pequeno vilarejo nas montanhas. Há tudo o que se espera de um bom jogo do gênero para ter uma vida aconchegante, mas há um porém: você tem de se comprometer a seguir as regras.
Há um código de convivência que inclui não falar com estranhos, não deixar o vilarejo e, de maneira alguma, sair à noite. Você pode descobrir os segredos do vilarejo Kagatsu por sua conta e risco. Ou então, apenas curtir o cotidiano cuidando da sua fazenda, decorando sua casa, participando de festivais tradicionais japoneses e muito mais. O jogo chega em 29 de julho para Steam, PS5 e Nintendo Switch.
Graveyard Keeper 2
Graveyard Keeper 2 é a sequência do famoso simulador de cemitérios em um mundo medieval. Tematicamente, é o título que mais se distancia de outros jogos de fazendinha, mas ainda traz vários paralelos com suas mecânicas de gameplay. A grande sátira do jogo é transformar a morte em um negócio lucrativo, e isso inclui restaurar a vila e explorar seus habitantes. Ele está confirmado para Steam, PS5, Xbox Series e Switch 2.
Uma das novidades do jogo é o fato de que seu personagem agora é um inquisidor, podendo liderar exércitos de mortos-vivos em uma batalha para salvar o reino de um apocalipse zumbi. Com isso, será preciso ajudar o povo a restaurar suas casas e, claro, transformar seus problemas em receita. É um jogo que subverte a fórmula de fazendinha como um verdadeiro culto ao absurdo que é o capitalismo.
Crop
Crop é um jogo de fazenda macabro em que você precisa cuidar de um terreno decadente e do qual toda a cidade depende para não morrer de fome. Você não sabe como você veio parar nesta terra, mas agora ela se apossou de você. Sob essa premissa, o jogo une o gameplay metódico de simuladores com a angústia gradual de um suspense investigativo.
O jogo promete desafiar o jogador constantemente com tomadas de decisão. Um dia cuidando da sua colheita pode significar mais um dia de vida para alguém faminto, mas será preciso lidar com situações adversas. E, claro, algo está observando tudo nas sombras da noite. O jogo está confirmado para Steam, ainda sem uma data de lançamento anunciada.
We Harvest Shadows
We Harvest Shadows é um jogo que se diferencia bastante dos jogos de fazendinha tradicionais — começando pela sua perspectiva em primeira pessoa. Ele é descrito como um jogo narrativo com elementos rurais e de terror, contando a história de Garrett, um adulto que deixou a cidade grande para se exilar em uma fazenda abandonada pelo resto da vida.
Cada dia traz uma lista de tarefas, incluindo consertar a casa, cuidar do gado, entre outras. Mas a promessa de uma vida tranquila logo cai por terra, pois algo desperta no silêncio das noites solitárias. Segundo o desenvolvedor David Wehle, o jogo busca inspiração no terror psicológico de ritmo lento de jogos como P.T. (Silent Hills). O jogo chega ao Steam e ainda não tem uma data de lançamento, mas já é possível experimentar uma versão de demonstração.
O que você acha dessa mistura de jogos de fazendinha com terror? Acha que esse tipo de reviravolta é bem-vindo ao gênero? Deixe seus comentários nas redes oficiais do Voxel!
Um novo trailer de Spider-Noir finalmente saiu das sombras e revelou Nicolas Cage como a versão live-action do herói. A prévia foi divulgada durante a CCXP Mexico 2026 e mostra um lado mais sombrio do universo do Homem-Aranha.
A série adapta os quadrinhos de Spider-Man Noir e chega ao público com uma proposta visual bem diferente das produções tradicionais da Marvel. O lançamento está marcado para 25 de maio no canal linear da MGM+ e, dois dias depois, estreia mundialmente no Prime Video.
Outro detalhe curioso é que o trailer foi divulgado em duas versões: uma em preto e branco, seguindo a estética clássica do gênero noir, e outra totalmente colorida. A produção terá oito episódios e promete explorar um lado inédito do herói nas telinhas. Você pode conferir as duas logo abaixo!
Trailer mostra versão sombria do Homem-Aranha
Na trama, Cage interpreta Ben Reilly, um detetive particular decadente que atua como o único super-herói em uma Nova York alternativa dos anos 1930. O personagem precisa lidar com traumas do passado após uma tragédia pessoal que mudou sua vida.
A prévia também mostra que o tom da série mistura ação de super-herói com elementos de terror e suspense. Entre as cenas reveladas estão enxames de aranhas, transformações grotescas e confrontos com criminosos perigosos.
Vilões clássicos também aparecem na série
O trailer ainda destaca vários antagonistas do universo Marvel que devem cruzar o caminho do herói ao longo da temporada. Entre eles estão Tombstone, Megawatt e Sandman, além do mafioso Silvermane, interpretado por Brendan Gleeson.
A produção também sugere uma dinâmica importante entre o protagonista e Cat Hardy, personagem de Li Jun Li. As cenas indicam que os dois podem desenvolver uma parceria — ou algo além — enquanto enfrentam os perigos da cidade.
Série pode abrir portas para novos Aranhas
Segundo o showrunner Oren Uziel, o formato da história permite expandir o universo do personagem em diferentes direções. “Uma das coisas que amo no gênero noir é que tudo pode começar com uma batida na porta do escritório e um novo cliente aparecendo”, explicou ele.
Uziel também indicou que o cenário histórico abre possibilidades narrativas interessantes para o futuro da série. “À medida que avançamos a partir de 1933, entramos em um período de grandes tensões econômicas e geopolíticas que pode ser um ótimo pano de fundo para novas histórias”, afirmou.
LEGO Marvel: Aranhaverso: Miles Morales vs Spot com desconto
Apesar de ainda não haver confirmação oficial de uma segunda temporada, os produtores não descartam continuar a história. A ideia é transformar Spider-Noir em um ponto de partida para explorar outras versões alternativas do herói em live-action.
Se isso acontecer, a estratégia pode seguir o caminho aberto pelo sucesso do universo animado do Aranhaverso, que mostrou o potencial de múltiplas variações do personagem. Por enquanto, a primeira temporada estreia em maio e promete mostrar um Homem-Aranha bem diferente do que os fãs estão acostumados.
E aí, você pretende conferir Spider-Noir no Prime Video em 27 de maio? Comente suas expectativas!
Um bom jogo de videogame pode transformar a sua vida, e ele nem precisa ser feito por um super estúdio. Na última década a febre dos games independentes explodiu na indústria, e por mais que o Brasil não seja uma grande potência no desenvolvimento desses títulos, temos uma boa lista de jogos indie brasileiros que são indispensáveis.
Antes de começar essa excelente lista, vale relembrar o que é um jogo indie, afinal de contas muitas pessoas têm um pouco de dificuldade em entender o real conceito. Os jogos independentes são aqueles produzidos por pequenas desenvolvedoras, equipes, ou muitas vezes por uma única pessoa.
6 jogos indie brasileiros mais populares de todos os tempos
Uma das principais características desses jogos, além da dimensão da equipe, é o orçamento do projeto. Muitos títulos renomados custaram entre US$ 5 mil (R$ 27 mil) e US$ 50 mil (R$ 300 mil) para serem criados, enquanto outros já ficam na casa de US$ 1 milhão (R$ 5,5 milhões).
Embora não pareça nada independente, os jogos AAA mais conhecidos, como as franquias GTA ou Call of Duty, custam dezenas de milhares de dólares e demandam equipes gigantescas espalhadas ao redor do mundo. Os independentes, principalmente os jogos indie brasileiros, custam menos e foram feitos por poucas pessoas.
Dandara
É difícil começar uma lista de jogos indie brasileiros populares sem falar de Dandara. Desenvolvido pela Long Hat House, o game traz o teor do estilo metroidvania e foca na protagonista de mesmo nome que, inclusive, é uma figura real. Dandara foi uma importante líder contra o regime escravagista ao lado de seu marido, Zumbi dos Palmares.
Na trama, Dandara desperta para libertar os oprimidos do esquecimento (Imagem: Divulgação/Long Hat House)
O jogo não leva tanto essa temática para o seu enredo, que foca no colapso do mundo chamado Salt, até que uma imponente guerreira surge para trazer esperança. A jogabilidade é o grande foco desse game, com muitas mecânicas de pulo e de atirar raios para derrotar seus inimigos.
99Vidas: O Jogo
Também não é fácil comentar sobre jogos indie brasileiros e não escrever sobre o icônico jogo do 99Vidas. Originário por conta do clássico podcast e desenvolvido pela QUByte Interactive através de um programa de financiamento coletivo, o projeto entregou um ícone atemporal.
Um dos jogos indie brasileiros mais clássicos, o 99Vidas é notoriamente inspirado em Golden Axe e Battletoads (Imagem: Divulgação/QUByte Interactive)
Em resumo, 99Vidas: O Jogo trabalha no estilo beat 'em up com bastante estilo e carisma. Por ser baseado no podcast homônimo, a história tem muita relação com os temas e papos dos integrantes, apostando no bom-humor e inúmeras referências ao Brasil — sempre de maneira cômica e irreverente.
Considerado um dos melhores games independentes de 2019, Blazing Chrome é fortemente inspirado em Contra e Metal Slug, trazendo todo o charme da década de 1990. O game do tipo plataforma com gráficos em 2D não é dos mais simples e embora seja relativamente curtinho, é um desafio.
Blazing Chrome foi feito pela JoyMasher, que também tem destaques como Oniken e Odallus em seu catálogo (Imagem: JoyMasher/Reprodução)
Esse é um daqueles jogos indie brasileiros com o gostinho de nostalgia e o sabor de infância, com uma história de aniquilação da humanidade por robôs e o nosso protagonista, que deve salvar a resistência. O foco é na jogabilidade cheia de armas e inimigos casca-grossa para enfrentar, além da belíssima direção de arte.
Horizon Chase Turbo
Partindo para a linha das corridas, Horizon Chase Turbo foi um verdadeiro sucesso após seu lançamento em 2018 pela Aquiris Game Studio. Com esse título não há muita firula, somente corridas frenéticas e muito inspiradas no saudoso Top Gear, mantendo um estilo gráfico bem simples.
Horizon Chase Turbo usa do formato com poucos polígonos para ter seu charme (Imagem: Divulgação/Aquiris Game Studio)
O formato bem arcade é descritivamente inspirado nos anos 80 e tem gráficos simplificados justamente para poder rodar bem em diversos computadores e smartphones. Um dos mais divertidos jogos indie brasileiros já feitos, Chase Turbo tem até o “Uno da firma” entre os veículos jogáveis.
Um dos sucessos mais recentes dos últimos anos, Dodgeball Academia fez muito sucesso em 2021, no auge da pandemia, e tem uma premissa única. Criado em São Paulo pela Pocket Trap, esse é um jogo de queimada com muito foco no modo multiplayer online ou em coop local.
Um jogo de queimada é aquilo que sempre quisemos (Imagem: Divulgação/Pocket Trap)
Mesmo que o projeto foque nessa temática de jogar com várias pessoas, há um modo história que nos coloca na pele de um jovem jogador de queimada que planeja ser o melhor de todos os tempos. Simples, divertido e com personagens bem carismáticos, Dodgeball é um dos jogos indie brasileiros mais diferentes já feitos.
Fobia — St. Dinfna Hotel
Por falar em novos jogos indie brasileiros, em 2022 a Pulsatrix Studios caiu de cabeça no segmento do terror com Fobia. No game, os jogadores encarnam um jornalista que parte para Santa Catarina em busca de um furo, mas acaba caindo na pior quando criaturas sinistras aparecem no Hotel Santa Dinfna.
Fobia recebia uma enxurrada de elogios da imprensa nacional e internacional pelo seu escopo (Imagem: Divulgação/Pulsatrix Studios)
Com claras referências à Resident Evil, o game tem gameplay em primeira pessoa com boas doses de ação, puzzles e muito terror. A qualidade gráfica também surpreende bastante e torna esse um dos mais bem produzidos jogos indie brasileiro, e um forte expoente do terror nacional.
Bônus: Celeste
Embora seja alvo de algumas discussões por ser um jogo desenvolvido pelo estúdio canadense Maddy Makes Games, o aclamado Celeste tem muita contribuição dos brazucas. Isso acontece porque toda a arte desse maravilhoso game foi criado pelo MiniBoss, um estúdio brasileiro.
Celeste venceu como Melhor Jogo Independente no TGA de 2019 (Imagem: Divulgação/Maddy Makes Games)
Claro, muitos outros aspectos foram criados pelos colegas canadenses, mas se não fossem os profissionais da MiniBoss, Celeste poderia ser muito diferente, e talvez até menos prestigiado. Seja como for, o game é uma obra desafiadora, bonita, que toca com temas extremamente sensíveis, como a ansiedade.
Você já conhecia todos os games desta lista? Lembre-se que há diversos outros ótimos jogos indie brasileiros por aí, e não esqueça de ajudar nossos desenvolvedores brazucas apoiando e comprando os games dos estúdios nacionais.
O Xbox Game Pass é um dos serviços de assinatura de games mais democráticos da atualidade, já que é possível acessá-lo de diferentes plataformas — incluindo os próprios, consoles da Microsoft, assim como no PC, nuvem, celulares, tablets e até Smart TVs Samsumg e LG com modelos de 2022 para cá.
Felizmente, seu catálogo também é atualizado quase que semanalmente, trazendo inúmeras opções para os assinantes aproveitarem — e o melhor de tudo: gastando pouco em comparação às novas tendências de preços da indústria.
Quatro novos jogos já estão disponíveis no Game Pass para as jogatinas do fim de semana
Se veio em busca de novos jogos para jogar através do Xbox Game Pass, está no lugar certo. O serviço ganhou um reforço de peso esta semana com a chegada de quatro títulos para os assinantes aproveitarem. Confira abaixo mais informações sobre as novas aventuras!
Little Rocket Lab
Little Rocket Lab é um RPG com foco em construção e progressão tranquila, colocando o jogador no papel de Morgan, um jovem engenheiro que retorna à cidade de St. Ambroise. O objetivo central é ajudar a comunidade local enquanto trabalha no ambicioso projeto de construir um foguete familiar.
Ao longo da jornada, o jogador desenvolve máquinas, resolve demandas dos moradores e expande suas habilidades técnicas. A proposta mistura criatividade e gestão de recursos em um ritmo mais relaxado, incentivando experimentação e evolução constante dentro da cidade.
Sopa: Tale of the Stolen Potato
Sopa: Tale of the Stolen Potato acompanha Miho, que ao buscar um ingrediente simples acaba transportada para um universo fantástico. A narrativa se desenvolve a partir dessa premissa, explorando ambientes inspirados na América do Sul e encontros com personagens incomuns.
Com foco narrativo, o jogo aposta em uma experiência emocional e guiada pela história, abordando temas como memória e legado. A progressão acontece por meio da exploração e das interações, reforçando o tom introspectivo da aventura.
Vampire Crawlers: The Turbo Wildcard from Vampire Survivors (day one no Game Pass)
Vampire Crawlers adapta a fórmula de Vampire Survivors para um sistema de cartas em formato rogue-lite. A jogabilidade é baseada em turnos rápidos, permitindo que o jogador monte estratégias dinâmicas enquanto avança por diferentes desafios.
O título combina construção de baralho com combates acelerados, oferecendo liberdade para abordagens mais táticas ou partidas ágeis. Elementos conhecidos da franquia original aparecem em formato reimaginado, mantendo a identidade, mas com foco estratégico.
Kiln (day one no Game Pass)
Por fim, Kiln apresenta uma proposta que mistura criação artística com combate multiplayer. O jogador molda peças de cerâmica que, posteriormente, são utilizadas como “corpos” em batalhas online contra outros participantes.
A dinâmica gira em torno do ciclo de criar, destruir e recriar, explorando tanto a expressão criativa quanto a competição. O sistema incentiva experimentação no design das peças, que impactam diretamente no desempenho durante os confrontos.
Curtiu as indicações para jogar no Xbox Game Pass? Vale a pena dar uma conferida em Kiln, hein? Jogue e conte pra gente o que achou nas redes sociais do Voxel e do TecMundo!
Resident Evil Requiem já é considerado um grande sucesso comercial e de crítica, estabelecendo-se como o título da franquia que mais vendeu rapidamente na sua história. Estamos falando de mais de seis milhões de unidades em menos de um mês após o seu lançamento, em 27 de fevereiro.
E não é para menos: o jogo executa com maestria a fórmula de jogos recentes da série, como apontamos no nosso review. Entre eles, o dinamismo e versatilidade de Leon em Resident Evil 4 Remake; e o terror em primeira pessoa, aproximando os horrores da campanha, e com muito foco em exploração de Resident Evil 7: Biohazard.
Por mais bem-recebido que um jogo possa ser, é natural que comunidades de jogadores tenham ideias de elementos que poderiam ser adicionados para torná-lo ainda mais divertido e personalizável. Por isso, o Voxel separou, nas linhas a seguir, uma lista com os melhores mods de Resident Evil Requiem no PC para você conhecer. Confira:
Atualmente o REFramework é o mod mais baixado do Nexus Mods, que é uma das principais plataformas para baixar conteúdos da comunidade. Ele permite mexer em vários aspectos técnicos do jogo, incluindo performance, a possibilidade de controlar câmera livremente e ajustar elementos gráficos, além de ser componente para vários outros mods disponíveis para Resident Evil Requiem.
A comunidade de Resident Evil tem motivos legítimos para não gostar de Resident Evil 3 Remake, mas ele não é essencialmente um jogo ruim. Pensando nisso, este mod para Resident Evil Requiem resgata uma das principais características do jogo: a possibilidade de esquivar dos ataques de inimigos. Isso é algo que promete trazer ainda mais expressividade ao gameplay.
Resident Evil Requiem brilha com os seus dois protagonistas jogáveis e que são muito distintos entre si. Enquanto a agente do FBI, Grace Ashcroft, traz um gameplay mais cadenciado e cauteloso, o veterano Leon S. Kennedy está no ápice da sua maestria de combate. Este mod permite jogar os segmentos focados na Grace com Leon, trazendo uma abordagem completamente diferente às ameaças do jogo.
Os momentos de perseguição de Resident Evil Requiem sempre acompanham comentários relacionados à velocidade de movimento dos personagens. É uma decisão proposital da Capcom, para tornar essas situações cada vez mais tensas. Este mod, no entanto, permite que o jogador ajuste livremente não apenas a própria velocidade de movimento do seu personagem, mas também de inimigos.
Um dos grandes pontos de venda de Resident Evil Requiem é revisitar Raccoon City décadas após a cidade ter sido devastada não só pela infestação de zumbis, mas também míssil. Caso o jogador queira deixar o cenário ainda mais opressor, existe um mod que traz uma neblina totalmente personalizável e que deixa a atmosfera semelhante à de Silent Hill, deixando a experiência mais desafiadora pela visibilidade comprometida.
A caça aos itens colecionáveis, como as miniaturas de Mr. Racoon, já são uma tradição de Resident Evil. No entanto, a tarefa pode ser bastante desafiadora para alguns jogadores. Por isso, existe um mod que adiciona uma silhueta brilhante aos itens, tornando-os mais fáceis de serem avistados à longa distância. Pode ser uma opção interessante caso você esteja platinando o jogo, mas não queira recorrer a guias.
Uma das principais características de Resident Evil é incerteza de quando um inimigo está perto de morrer. Isso adiciona uma camada de tensão para o uso de recursos limitados, especialmente contra chefes. Para contornar isso, este mod adiciona barras de vida visíveis a todos os inimigos do jogo, garantindo uma jogatina mais confortável.
Caso você sinta que o jogo está muito fácil e queira se desafiar em cenários mais caóticos, este mod permite aumentar a quantidade de inimigos em praticamente todas as situações de Resident Evil Requiem. O mod ainda está em desenvolvimento, mas já é possível adicionar zumbis de diferentes tipos e com comportamento contextual ao longo de toda a campanha.
O Mr. X é, ainda hoje, um dos personagens perseguidores mais marcantes dos jogos de terror de sobrevivência. A sua interpretação em Resident Evil 2 Remake elevou este patamar, representando uma ameaça constante enquanto o jogador resolvia quebra-cabeças e explorava a delegacia. Agora, esse sentimento está de volta com este mod de Resident Evil Requiem, que coloca o inimigo implacável no Centro de Cuidados de Rhodes Hill.
O que achou da seleção de mods de Resident Evil Requiem? Tem algum outro que você gostaria de recomendar? Comente nas redes sociais do Voxel!
A JBL, reconhecida marca de áudio da Harman, completa seu 80° aniversário neste ano. Fundada em 1946 pelo engenheiro James Bullough Lansing, a marca comemorará a data com diversas iniciativas globais, incluindo uma exposição itinerante e conteúdos relacionados à história da empresa.
Nascida em Los Angeles, nos Estados Unidos, a JBL surgiu com foco no desenvolvimento de soluções de áudio. Atualmente, é uma marca da Harman — líder global em tecnologia de áudio e subsidiária integral da Samsung Electronics.
Como parte das celebrações de 80 anos, a JBL realizará a JBL Playback Gallery, uma exposição itinerante com os principais produtos da empresa ao longo de sua história. A turnê visitará Amsterdã (Holanda), Los Angeles e Nova York (EUA) e Tóquio (Japão).
A JBL é uma marca da Harman, que por sua vez é subsidiária da Samsung. (Fonte: Harman/Reprodução)
O projeto também contará com o lançamento de um vídeo comemorativo e uma temporada completa do podcast Audio Talks, da Harman, dedicada ao aniversário da marca.
A JBL está presente no Brasil com duas fábricas: uma na Zona Franca de Manaus, cujo principal produto é o JBL Boombox 4, e outra em Nova Santa Rita, no Rio Grande do Sul, focada na fabricação e montagem de equipamentos de áudio profissional e automotivo.
Entenda o nome JBL
A história da JBL começa antes da própria empresa. Em 1927, James Bullough Lansing fundou a Lansing Manufacturing Company ao lado de Ken Decker, com foco no desenvolvimento de sistemas de som de alta qualidade. A empresa lançou produtos por anos, até Decker morrer em um acidente de avião. Com o tempo, surgiram problemas financeiros e a companhia foi adquirida pela Altec Service Corporation — que posteriormente foi rebatizada como Altec Lansing.
James B. Lansing permaneceu na firma até o fim do seu contrato. Ao sair, fundou uma nova empresa, a Lansing Sound, Incorporated, em 1946. Dado o peso do nome "Lansing" no mercado de áudio, a Altec Lansing pressionou por uma mudança de nome. Após um acordo, a empresa passou a se chamar James B. Lansing Sound, Incorporated — mantendo o sobrenome, mas com maior ênfase no fundador.
James B. Lansing faleceu em setembro de 1949. O comando da empresa foi repassado a William Thomas, um dos membros da diretoria. À medida que a James B. Lansing Sound cresceu em relevância, a Altec voltou a pressionar judicialmente por uma mudança de nome. Thomas, então, renomeou a empresa para o acrônimo "JBL", preservando a identidade da marca. A logo acompanhou a mudança — junto com o característico ponto de exclamação cuja origem ninguém sabe ao certo.
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Um patinete elétrico explodiu repentinamente dentro de um apartamento em Maceió nesta sexta-feira (24). O equipamento estava desligado e fora da tomada há quatro dias no momento do incidente.
O dono do veículo relatou que não havia sinais de risco imediato antes da fumaça e das chamas. O susto foi grande, pois sua esposa está grávida e havia animais de estimação no local.
Especialistas apontam que o problema pode estar relacionado ao efeito térmico descontrolado das baterias de íon-lítio. Esse fenômeno causa incêndios súbitos mesmo sem uma fonte de calor externa ativa.
Embora a atualização para a One UI 8.5 esteja garantida para dezenas de celulares Galaxy, nem todos receberão os novos recursos do Galaxy AI inaugurados no Galaxy S26. Embora contidas no update, certas funcionalidades podem ser desativadas por limitações no hardware do dispositivo.
A One UI 8.5 traz diversas novidades, de opções de personalização a funções inéditas alimentadas por inteligência artificial (IA). A atualização será distribuída para todo celular já compatível com a One UI 8, mas algumas funcionalidades serão restritas aos smartphones mais recentes.
A One UI 8.5 será entregue para todos os celulares com a One UI 8, mas não com todas as novidades. (Fonte: Samsung/Divulgação)
Os recursos inéditos do Galaxy AI presentes na One UI 8.5 são:
Call Screening ("Triagem de chamadas");
Richer Insights do Now Brief;
Creative Studio, aplicativo para criação de convites, wallpapers e outros materiais;
Advanced Audio Eraser;
Photo Assist aprimorado.
Quais celulares receberão os recursos de IA do Galaxy S26?
Confira a lista de celulares que devem receber as novidades com inteligência artificial inauguradas no Galaxy S26:
Galaxy S25, S25 Plus, S25 Ultra e S25 Edge – versão Beta antecipou o suporte às novas funções;
Galaxy S24, S24 Plus e S24 Ultra – versão Beta liberada na Coreia contém recursos do Galaxy AI;
Galaxy Z Fold 7;
Galaxy Z Fold 6;
Galaxy Z Flip 6.
Não está claro se modelos topo de linha mais antigos — como a família Galaxy S23 e os Galaxy Z Fold 5 e Z Flip 5 — também receberão todos os recursos de IA do Galaxy AI.
Por enquanto, não há previsão para o lançamento da versão estável da One UI 8.5. A atualização está disponível em fase Beta apenas para regiões e aparelhos selecionados, incluindo celulares recém-lançados como o Galaxy S26 e o Galaxy A57.
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Já não é novidade que os videogames são um hobby bastante caro para a realidade brasileira, com lançamentos aguardados custando mais de R$ 400 em algumas plataformas e dificultando o acesso a lazer e entretenimento. Até 2022, uma parcela considerável da população brasileira, 29,6%, vivia com renda de apenas meio salário-mínimo per capita segundo o IBGE — número que, à época, correspondia a 63,8 milhões de pessoas recebendo até R$ 606 ao mês.
Por isso, não é de se espantar que exista uma alta demanda por jogos gratuitos de todos os tipos, assim como outras iniciativas focadas na democratização de acesso ao entretenimento e cultura, como já cobrimos aqui no Voxel. Com isso em mente, continuamos com o nosso esforço semanal para recomendar jogos gratuitos para curtir o fim de semana no PC, consoles e até mesmo dispositivos móveis.
Age of Mythology: Retold
Como parte da iniciativa Dias para Jogar de Graça do Xbox, Age of Mythology: Retold está de graça para jogar, sem a necessidade de uma assinatura no Game Pass, até 26 de abril. Trata-se de um divertido jogo de estratégia em tempo real dos criadores de Age of Empires, mas que retrata diferentes figuras mitológicas em combates com deuses, monstros e humanos.
DOOMBLADE
DOOMBLADE é um metroidvania de ação 2D com visuais sombrios e estilosos. Na história, a Menina Soturna descobre uma espada senciente nas profundezas e que está determinada a fugir após eras acorrentada, fundindo-se a ela em uma jornada de vingança. A Epic Games Store, a loja da dona de Fortnite, está oferecendo o jogo gratuitamente para resgate nesta semana até o dia 30 de abril, então não perca a oportunidade.
Final Fantasy XIV Online
O MMORPG da Square Enix, Final Fantasy XIV revelou a sua próxima grande expansão de conteúdo que chega em 2027: Evercold. Por isso, este é o melhor momento para dar uma chance ao jogo, que conta com um teste gratuito bastante generoso, garantindo dezenas de horas de gameplay. Embora seja focado no multiplayer, a narrativa do jogo pode ser curtida como um título single-player mais tradicional.
Vampire Survivors
Aproveitando o lançamento de Vampire Crawlers, do estúdio italiano Poncle, este pode ser um bom momento para você que nunca jogou Vampire Survivors dar uma chance ao fenômeno indie. Trata-se de um jogo de sobrevivência contra hordas de inimigos, em que você adquire itens e cria builds poderosas a cada novo nível. Embora seja um jogo pago em praticamente todas as plataformas, é possível jogar de graça nos dispositivos móveis.
Neverway
Neverway é um novo jogo de fazendinha e simulador de vida produzido pelo estúdio dos brasileiros veteranos de Celeste e que já conta com um prólogo jogável. Diferente de outros jogos aconchegantes, este aqui traz uma temática aterrorizante por baixo dos seus visuais fofinhos de Game Boy Color. Além de cuidar da fazendinha, fazer amizades e até se relacionar, é preciso lutar contra os horrores de um mundo de pesadelos que está vazando para a realidade.
É tarefa difícil uma rede social emplacar de repente em um mercado tão difícil quanto o atual, mas uma plataforma indiana tentou disputar o setor com uma ajuda inusitada do Brasil. É o Koo, um serviço similar ao Twitter em formato e funcionamento.
Durante poucos anos, o Koo virou piada no país, mas os acessos foram tantos a ponto de encher uma pequena empresa de esperanças de que ela poderia fazer frente a um nome forte da internet. Com o tempo, porém, a dura realidade do setor bateu à porta.
Você sabe exatamente o que era e o que aconteceu com o Koo, a rede social “abraçada” de forma temporária pelo brasileiro? A seguir, conheça ou relembre essa história e descubra qual o atual paradeiro desse serviço de nome tão peculiar.
O início das atividades do Koo
O Koo nasceu em março de 2020 na Índia, já como uma rede social de microblogs nos mesmos moldes do Twitter. A ideia desse novo serviço era inicialmente se estabelecer como uma alternativa local à plataforma mais famosa.
Criada por Aprameya Radhakrishna, que foi o CEO do empreendimento, a plataforma usava como logo uma ave amarela, remetendo ao passarinho azul do rival.
Um ano depois do lançamento e até então discreto no mercado, o Koo ficou repentinamente popular na Índia por abrigar uma migração de integrantes do governo do primeiro-ministro do país, Narendra Modi.
Na época, a administração entrou em conflito com o Twitter e houve o risco de bloqueio do site no país, o que gerou uma saída em massa para o Koo. Como consequência, usuários antigos reclamaram da falta de moderação da rede, que passou a amplificar discursos de ódio e preconceito contra populações como a ala muçulmana do país.
A rede social no Android. (Imagem: Google Play Store/Reprodução)
O funcionamento da rede social era muito similar à inspiração original. Ela permitia desde o início a publicação de textos, imagens, GIFs animados e vídeos de curta duração, além da realização de enquetes.
Porém, o limite era de até 500 caracteres para qualquer usuário — praticamente o dobro do rival famoso — e com possibilidade de publicar threads (fios ou sequências de postagens de um mesmo tema).
Outro destaque era a opção de editar as publicações, porém apagando curtidas e comentários feitos na versão original da postagem. Essa funcionalidade só apareceu no X mais tarde e restrito para assinantes pagos.
A explosão no Brasil
A segunda onda de popularização do Koo aconteceu por causa do Brasil. Em 2022, quando Elon Musk adquiriu o Twitter por US$ 44 bilhões, trocou o nome da empresa para X e passou a promover várias mudanças nas operações, parte da comunidade ficou descontente com as políticas da nova gerência.
A escolha do Koo em vez de outro serviço não foi por acaso. O nome, que é "o som de um pássaro cantando" de acordo com o cofundador Mayank Bidawatka, virou uma grande piada no país pela similaridade com outro termo em português.
Felipe Neto foi uma das várias celebridades a brincar com a rede social. (Imagem: Reprodução/Poder 360)
Foram muitas as postagens de duplo sentido envolvendo criar, atualizar ou conferir o perfil de outras pessoas na plataforma. A própria companhia entendeu o bom momento de popularidade e passou a fazer piadas em uma conta do Twitter dedicada ao Koo no Brasil.
Em novembro de 2022, o Koo ganha uma versão em português e uma equipe de comunicação é contratada para lidar diretamente com os novos usuários. A alta quantidade de acessos aqui do país fez até a plataforma passar por instabilidades nos servidores durante algumas horas, algo então inédito para o serviço.
O que aconteceu com o Koo?
Toda a empolgação do Koo em virar uma alternativa viável ao Twitter em locais como o Brasil durou pouco. O público nacional se cansou das piadas com o nome ao passar das semanas e abandonou as contas criadas na rede social, frustrando a equipe indiana.
A companhia até passou por rodadas de investimento que levantaram fundos suficientes para gerar empolgação com uma expansão, mas não para manter as operações a longo prazo. Nesse período, ele ganhou até uma integração com o ChatGPT.
Além da dificuldade na retenção de usuários, a companhia tinha dificuldade de gerar receita — ela não era grande o suficiente para atrair anunciantes ou para lançar um plano de assinatura.
Os investimentos não foram traduzidos em ganhos na prática e novos interessados em injetar dinheiro na plataforma não chegaram quando ficou nítido que o momento do serviço era passageiro. Até a venda para outra empresa foi considerada, mas isso não se concretizou.
Ela foi obrigada a realizar demissões para se ajudar à nova realidade em 2023 e, em 2 de julho do ano seguinte, o Koo encerrou as atividades em definitivo pelos problemas de caixa.
A postagem de espedida do Koo. (Imagem: Reprodução/X)
A despedida para o público brasileiro foi amigável: "Não se preocupe. Sempre teremos boas lembranças um do outro. Interagir com sua positividade, por mais curta que tenha sido, foi um romance que sempre valorizaremos. (...) Nós amamos vocês", disse o perfil do Koo no X.
No auge do funcionamento, o Koo acumulou alguns números interessantes para uma plataforma em fase de consolidação:
mais de 60 milhões de downloads, sendo 2 milhões de downloads só em uma semana quando virou febre no Brasil;
aproximadamente 8 mil VIPs, que eram perfis de influenciadores;
cerca de cem contas de jornais e outros veículos de comunicação
o equivalente a R$ 330 milhões em investimentos para expandir e manter as operações;
O fim do Koo ainda ficou marcado por uma uma mudança no ecossistema das redes sociais. Nem mesmo a continuidade da gestão de Musk ou o bloqueio do X por um mês no Brasil fez alternativas ao Twitter decolarem de fato. Concorrentes como Mastodon e Bluesky seguem nichados e menos conhecidos, enquanto o Threads acumula muitos downloads pela ligação com o Instagram, mas sem tanto engajamento quanto o desejado pela Meta.
Já o Koo, que não sobreviveu ao mercado duro das redes sociais, hoje é lembrado pelo brasileiro como piada, apesar de ter sido um empreendimento sério e cheio de potencial.
Atualmente em produção na cidade de Nova York, a temporada 2 de Dexter Ressurreição promete tanto novos obstáculos para o assassino quanto o retorno de alguns rostos conhecidos. Entre os nomes que vão se juntar à série está o de Brian Cox, que vai dar vida a Don Framt, um famoso assassino que está aposentado há décadas.
O elenco também vai ser enriquecido por Dan Stevens, que vai dar vida ao assassino serial Owen Stark, conhecido por gostar de provocar a polícia. No entanto, não são somente vilões que vão aparecer na história: ela também vai expandir o papel de Joey Quinn (Desmond Harrington), um investigador que pode confirmar uma famosa teoria que ganhou força entre os fãs.
Como Dexter Ressurreição pode confirmar uma antiga teoria?
Dentro do universo de Dexter, Joey Quinn apareceu na terceira temporada da primeira série estrelada pelo assassino que também é um investigador forense. Ele surgiu como um detetive problemático que não demorou a engrenar um relacionamento com Debra Morgan (Jennifer Carpenter).
Um personagem fixo do show até a temporada final, Quinn testemunhou Dexter assassinando Oliver Saxon (Darri Ingolfson), mas, publicamente, afirma acreditar que isso aconteceu em autodefesa;
No entanto, fãs teorizam que, assim como Angel Batista (David Zayas), o detetive também sabe da identidade real de seu antigo colega;
Ele pode saber disso desde a temporada 5 da antiga série, na qual contrata um investigador que rapta Dexter — e acaba sendo morto por ele;
Enquanto Quinn deixou de lado as suspeitas sobre seu então cunhado pelo bem de seu relacionamento com Debra, elas podem voltar em Dexter Ressurreição;
Entre os elementos que podem fazê-lo voltar ao caso está a morte de Batista durante os eventos da primeira parte do show mais recente.
No universo da série, Quinn nunca afirma publicamente saber da identidade real de Dexter, mas ambos parecem ter formado um entendimento silencioso. Enquanto o personagem de Desmond Harrington já apareceu brevemente na primeira fase de Ressurreição, agora ele vai ter mais espaço para se desenvolver e, possivelmente, revelar o que realmente sabe sobre o passado.
Dexter Ressurreição pode apresentar tanto um novo aliado quanto um obstáculo
Dependendo da maneira como Quinn for retratado na temporada 2 de Dexter Ressurreição, ele pode ser tanto um aliado quanto um obstáculo para o protagonista. Caso o detetive seja conivente com os crimes de seu antigo colega, ele pode ser uma força importante para tirar a polícia de Nova York de sua pista.
Quinn pode tanto ajudar quanto ser um obstáculo para Dexter. Imagem: Divulgação/Paramount+
Ao mesmo tempo, o investigador pode ocupar um espaço semelhante ao de Batista, na tentativa de honrar o policial que morreu tentando cumprir seu dever. No entanto, os fãs só devem descobrir o que a presença do personagem significa após a estreia dos novos episódios, algo que só deve acontecer em 2027.
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O universo dos games pode ganhar mais uma adaptação de peso em Hollywood. A franquia de tiro militar Battlefield está a caminho do cinema em um novo projeto liderado por dois nomes fortes da indústria: o ator e produtor Michael B. Jordan, que venceu Wagner Moura no Oscar 2026, e o diretor e roteirista Christopher McQuarrie.
Segundo informações do The Hollywood Reporter, Jordan deve produzir o longa e pode também assumir um papel no elenco, embora sua participação como ator ainda dependa de ajustes no cronograma. O projeto já está sendo apresentado a grandes estúdios e serviços de streaming, que disputam os direitos de produção.
Já McQuarrie — conhecido por seus trabalhos na franquia Missão Impossível — está ligado ao projeto como roteirista, diretor e produtor. A ideia é levar a adaptação diretamente para os cinemas, com lançamento em circuito tradicional sendo tratado como prioridade pelos envolvidos.
Filme de Battlefield já está sendo disputado por estúdios
De acordo com as reportagens, o pacote criativo envolvendo McQuarrie e Jordan já começou a ser apresentado a grandes empresas de entretenimento. Entre os nomes que teriam participado das primeiras reuniões estão a Apple e a Sony, embora ainda não exista um acordo fechado.
Michael B. Jordan venceu o Oscar de Melhor Ator em 2026.
O projeto também conta com a participação da Electronic Arts, publisher responsável pelos jogos da franquia. Fontes indicam que a disputa pelos direitos pode se transformar em uma das maiores batalhas de bastidores de Hollywood em 2026, já que o sucesso recente da série aumentou o interesse da indústria.
Além dos custos elevados para garantir o elenco e a equipe criativa, a negociação pelos direitos da marca também deve ser cara. Ainda assim, o potencial comercial da franquia parece ter convencido diversos estúdios a entrar na disputa.
Sucesso recente dos jogos impulsiona adaptação
A série Battlefield começou em 2002 com o lançamento de Battlefield 1942, inicialmente ambientado na Segunda Guerra Mundial. Ao longo das décadas, os jogos passaram a explorar diferentes períodos históricos e cenários futuristas, ampliando a escala e a ambição da franquia.
O capítulo mais recente, Battlefield 6, lançado no ano passado, se tornou um dos jogos mais vendidos de 2025 e também o maior sucesso comercial da história da série. Ambientado em um futuro próximo com conflitos envolvendo uma OTAN fragmentada, o título ajudou a reacender o interesse global pela franquia.
Historicamente, a série costuma ser comparada à rival Call of Duty, com as duas disputando o topo do gênero de tiro militar há décadas. Curiosamente, o rival também está desenvolvendo sua própria adaptação cinematográfica, que chega em 2028.
Filmes de videogame vivem nova fase em Hollywood
O interesse por adaptações de games tem crescido rapidamente nos últimos anos, impulsionado pelo sucesso de grandes produções nos cinemas. Um exemplo recente é o filme de Minecraft, que arrecadou cerca de US$ 961 milhões mundialmente e já garantiu uma sequência.
Outro fenômeno recente é Super Mario Galaxy, que se tornou um dos maiores sucessos de bilheteria de 2026 em poucas semanas de exibição, mesmo com críticas mistas. Os próximos meses também prometem ser marcados pelo lançamento de obras de peso.
Outras adaptações já confirmadas para os próximos meses incluem Mortal Kombat II e Street Fighter, além de um novo filme de Resident Evil. Resta agora aguardar para ver se os longa-metragens vão alcançar o sucesso das franquias nos games.
O final de semana chegou e a Netflix está repleta de opções para quem quer maratonar sem sair de casa. Entre os lançamentos em alta no momento, há thriller de tubarões, documentário sobre um dos maiores jogadores de futebol do mundo, comédia universitária, drama sul-africano de vingança e muito mais.
Confira os 10 filmes e séries que estão em alta no streaming agora e escolha o seu próximo favorito!
Netflix: 10 filmes e séries em alta para assistir no streaming
10. Feito com Amor
Série indonésia, Feito com Amor acompanha Luka, uma chef ambiciosa que precisa trabalhar ao lado de Dennis, um talentoso novato que ela não suporta, para salvar o restaurante da mãe.
Com Mawar de Jongh, Deva Mahenra e Sha Ine Febriyanti, a produção tem 8 episódios e mistura drama culinário com romance de forma sincera e encantadora.
Para quem gosta de séries asiáticas com aquele toque especial de emoção e gastronomia, é uma ótima pedida para o fim de semana.
9. Corra que a Polícia Vem Aí! (2025)
Remake do clássico de comédia policial, Corra que a Polícia Vem Aí! traz Liam Neeson no papel do detetive Frank Drebin Jr., que segue os passos do pai para desbaratar o plano sinistro de um magnata da tecnologia.
Com Pamela Anderson, Paul Walter Hauser e Danny Huston, o filme é uma sátira irreverente e cheia de trapalhadas que presta homenagem à franquia original com muito humor absurdo.
Minissérie norte-americana, A Escada é baseada em uma história real e acompanha Michael Peterson, acusado de matar a esposa após ela ser encontrada morta no pé de uma escada.
Com Colin Firth, Toni Collette, Juliette Binoche e Sophie Turner, a produção tem 8 episódios densos e explora o julgamento, a mídia e os segredos de uma família sob pressão.
Um dos melhores dramas true crime disponíveis no catálogo, ideal para quem quer uma maratona intensa.
7. Rota de Fuga 2: Hades
Sequência do thriller de ação, Rota de Fuga 2: Hades coloca o especialista em segurança Ray Breslin em uma corrida contra o tempo para resgatar seu melhor agente de uma prisão de última geração.
Com Sylvester Stallone, Dave Bautista e 50 Cent, o filme de 2018 entrega ação sem parar para os fãs do gênero.
6. Perfil Falso – 3ª temporada
A telenovela colombiana mais viciante da Netflix ganha sua terceira e última temporada. Perfil Falso acompanha Camila, que conhece o homem dos seus sonhos por um aplicativo de relacionamento, até descobrir que ele esconde uma vida paralela cheia de mentiras.
Com Carolina Miranda, Rodolfo Salas e Lincoln Palomeque, a série é escândalo, paixão e suspense do início ao fim.
Comédia universitária americana, A Colega Perfeita conta a história de Devon, uma caloura tímida que pede para a garota mais popular do campus ser sua colega de quarto. O que começa como uma amizade promissora rapidamente vira uma guerra de agressão passiva.
Com Sadie Sandler, Chloe East, Natasha Lyonne e Nick Kroll, o filme é divertido, absurdo e perfeito para quem quer leveza no fim de semana.
4. Sem Salvação
Série britânica, Sem Salvação acompanha Rosie, uma jovem mãe criada em uma seita religiosa fechada que, ao cruzar o caminho de um estranho misterioso, embarca em um caso arriscado que desperta desejos reprimidos e segredos sombrios.
Com Molly Windsor, Asa Butterfield e Fra Fee, a produção tem 6 episódios e é um thriller psicológico denso, com forte carga emocional e crítica social. Estreou esta semana e já está entre os mais assistidos.
Thriller de sobrevivência, Ataque Brutal coloca moradores de uma cidade costeira em uma situação desesperadora: um furacão catastrófico inunda tudo e as águas estão repletas de tubarões famintos.
Com Phoebe Dynevor, Whitney Peak e Djimon Hounsou, o filme é tenso, assustador e de ritmo acelerado. Para os fãs de filmes de criaturas e ação, é o destaque da semana no streaming.
2. Ronaldinho Gaúcho
Série documental, Ronaldinho Gaúcho traça a trajetória do maior jogador de futebol da sua geração, desde os primeiros chutes em Porto Alegre até a consagração como ídolo global.
Com 3 episódios emocionantes e depoimentos exclusivos, a produção revela os bastidores da carreira e da vida pessoal de Ronaldinho com profundidade e sensibilidade.
O grande destaque do final de semana é 180, thriller sul-africano que acompanha um pai transtornado após um incidente de raiva no trânsito deixar seu filho em estado crítico. Consumido pela dor e pela raiva, ele mergulha em uma espiral sombria de vingança e turbulência emocional.
Com Prince Grootboom, Noxolo Dlamini e Fana Mokoena, o filme é gritante, visceral e emocionalmente poderoso. Uma produção africana que surpreende pela qualidade e pela intensidade e que está dominando os rankings da Netflix agora.
E aí, qual título vai entrar na sua fila hoje? Aproveite o final de semana e boas maratonas!
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O ecossistema Xbox passou por dias agitados recentemente, incluindo a redução de preço do Game Pass, mudanças estratégicas e rumores sobre o futuro da plataforma. Em meio a esse cenário, um novo vazamento revelou detalhes sobre um possível plano inédito da assinatura da marca, que seria voltado para quem busca uma opção mais barata para entrar no serviço.
Chamado de Xbox Game Pass Starter Edition, o plano ainda não foi anunciado oficialmente pela Microsoft e não teve seu preço revelado, mas já virou tema de diversas informações reveladas por dataminers e veículos especializados, como Billbil-kun. A proposta seria oferecer acesso a uma biblioteca reduzida de jogos e alguns benefícios extras, com foco em preço mais acessível.
Um novo vazamento também trouxe aquela que pode ser a lista completa de jogos disponíveis nesse novo plano, incluindo títulos populares de franquias da própria Xbox e produções de terceiros. Ficou interessado? Então veja agora tudo que se sabe sobre o serviço!
O que é o Xbox Game Pass Starter Edition?
De acordo com vazamentos divulgados pelo conhecido dataminer Billbil-kun, o Game Pass Starter Editionfuncionaria como um nível de entrada do serviço de assinatura. A ideia seria oferecer acesso a mais de 50 jogos selecionados, além de alguns benefícios extras.
Além do catálogo de jogos, o Starter Edition teria até 10 horas mensais de streaming via Xbox Cloud Gaming
A assinatura ainda traria integração com programas de recompensas da plataforma e possíveis vantagens relacionadas ao Discord.
O plano também deve permitir jogar os títulos em diferentes dispositivos por meio do recurso Xbox Play Anywhere.
Apesar dos detalhes, a Microsoft ainda não confirmou oficialmente o plano nem revelou preço ou data de lançamento, o que significa que detalhes podem mudar até o anúncio final.
Novo plano do Game Pass pode não ter multiplayer online
Um detalhe curioso do suposto plano é a ausência de um recurso bastante popular do serviço: o multiplayer online nos consoles. Segundo as informações divulgadas, o Starter Edition seria o primeiro nível do Game Pass disponível no console que não permitiria jogar online com outros usuários.
Na prática, isso significa que títulos com foco multiplayer — como alguns da lista vazada — só poderiam ter suas funções online utilizadas no PC. Ainda assim, os jogadores poderiam acessar o catálogo normalmente para experiências single-player ou offline, além de usar o streaming em nuvem dentro do limite mensal.
Lista de jogos do Xbox Game Pass Starter Edition (vazamento)
A lista divulgada inclui mais de 50 títulos, misturando produções independentes, clássicos do catálogo da Microsoft e sucessos recentes do serviço. Confira os jogos que devem estar presentes no plano:
Among Us
Astroneer
Batman: Arkham Knight
Celeste
Chivalry 2
Cities: Skylines – Remastered
Control
Crash Team Racing Nitro-Fueled
DayZ
Dead Cells
Deep Rock Galactic
Descenders
Dishonored 2
Disney Dreamlight Valley
DOOM 64
DOOM Eternal
Fable Anniversary
Fallout 4
Fallout 76
Firewatch
Gang Beasts
Gears 5
Golf With Your Friends
Grounded
Hades
Halo 5: Guardians
Halo Wars 2
Hellblade: Senua's Sacrifice
Human: Fall Flat
Inside
Limbo
Medieval Dynasty
Monster Sanctuary
Ori and the Will of the Wisps
Overcooked! 2
Payday 2
PowerWash Simulator
Psychonauts
Psychonauts 2
Retro Classics
Slay the Spire
SnowRunner
Spiritfarer – Farewell Edition
Stardew Valley
State of Decay 2 – Juggernaut Edition
Stellaris
Superhot: Mind Control Delete
Superliminal
Teenage Mutant Ninja Turtles: Shredder's Revenge
The Elder Scrolls Online – Standard Edition
Totally Reliable Delivery Service
Tunic
Unpacking
Vampire Survivors
Warhammer 40,000: Darktide
Warhammer: Vermintide 2
World War Z
Wreckfest
Plano pode fazer parte de parceria com Discord
Outro detalhe interessante do vazamento é que o Starter Edition pode estar ligado a uma parceria com o Discord. Informações divulgadas por dataminers indicam que assinantes do Discord Nitro poderiam receber acesso ao plano básico do Game Pass por meio do programa de recompensas da plataforma.
A colaboração ainda não foi confirmada oficialmente, mas reforça a estratégia da Xbox de expandir seu ecossistema para além dos consoles tradicionais. Essa abordagem também aparece em recentes comunicados internos da empresa, que destacam planos de tornar o Xbox uma plataforma mais aberta e acessível.
Por enquanto, resta aguardar um anúncio oficial da Microsoft para confirmar preço, disponibilidade e os detalhes finais do Xbox Game Pass Starter Edition. Se os rumores se confirmarem, o plano pode se tornar uma alternativa mais acessível para quem quer experimentar o catálogo do serviço sem pagar pelas versões mais caras.
E aí, o que você achou das novidades do Xbox Game Pass? Comente nas redes sociais do Voxel!
A segunda temporada de Cangaço Novo chegou ao catálogo do Amazon Prime Video nesta sexta-feira (24) trazendo mais ação, conflitos familiares e o estilo visual que conquistou o público na primeira leva de episódios. Desta vez, a série brasileira retorna com novos capítulos lançados de uma vez no streaming, permitindo que os fãs maratonem a história dos irmãos Vaqueiro de uma vez só.
Ambientada na fictícia cidade de Cratará, a trama acompanha Ubaldo, Dinorah e Dilvânia enquanto enfrentam as consequências do final explosivo da temporada anterior. O luto e a busca por vingança acabam mergulhando o grupo em uma guerra aberta contra os Maleiros e outras forças que disputam poder na região.
Segundo o diretor e showrunner Fabio Mendonça, a nova temporada aposta ainda mais no estilo visual que mistura faroeste com cultura nordestina. “A estética e a linguagem são as mesmas, só investimos ainda mais no que chamamos de Nordestern”, explicou o cineasta, destacando que a produção decidiu “aumentar a dose da pimenta” nas sequências de ação.
Quantos episódios tem a 2ª temporada de Cangaço Novo?
A segunda temporada de Cangaço Novo tem 7 episódios ao todo, todos disponibilizados simultaneamente no streaming. O formato é menor do que o da primeira temporada, que contou com oito capítulos, mas mantém episódios longos e com ritmo intenso.
Isso faz com que a nova fase da série tenha duração semelhante a vários filmes somados, reforçando a ideia de que o público pode assistir à história como uma grande saga contínua. Na prática, isso também facilita para quem quer fazer uma maratona completa em um único dia ou fim de semana.
Quanto tempo dura a maratona de Cangaço Novo 2?
Somando a duração oficial de cada capítulo, a segunda temporada tem aproximadamente 5 horas e 7 minutos de duração total. Ou seja, é possível assistir à história completa em uma tarde ou noite dedicada à série.
A seguir, veja todos os episódios e suas durações.
Episódio 1 — Está aberta a temporada de caça - 1h03 (63 minutos)
Episódio 2 — Ninguém governa sozinho - 49 minutos
Episódio 3 — A alegria de um doido é encontrar uma doida - 54 minutos
Episódio 4 — Nós somos iguais - 49 minutos
Episódio 5 — A terceira lâmina - 49 minutos
Episódio 6 — O maior assalto de todos os tempos - 43 minutos
Episódio 7 — Quem não reage, rasteja - 50 minutos w
Com isso, o tempo total para assistir tudo fica em 307 minutos, cerca de 5 horas e 7 minutos. Para quem curte maratornar séries, é possível abocanhar todos os novos episódios já no fim de semana.
O que esperar da nova temporada
A nova fase começa exatamente após o final da primeira temporada, com o incêndio da igreja e o clima de luto entre os Vaqueiros. Segundo Mendonça, essa continuidade direta foi uma preocupação da equipe durante as filmagens.
“A história recomeça exatamente após o minuto derradeiro do último capítulo da primeira temporada”, contou o diretor. Ele afirmou que a equipe buscou dar a sensação de que a narrativa nunca foi interrompida, mantendo o mesmo clima e intensidade da série.
A protagonista Alice Carvalho também destacou a força de sua personagem nesta nova fase da trama. “Dinorah traz a visceralidade daquilo que precisa ser dito. É uma mulher forte, arrimo de família, guerreira amorosa”, afirmou a atriz ao comentar o papel.
A segunda temporada de Cangaço Novo está disponível no Amazon Prime Video. O streaming pode ser assinado como parte do pacote Amazon Prime, que possui 30 dias de teste grátis e custa R$ 19,90 mensais ou R$ 166,80 por ano.
A plataforma Steam, da Valve, recebe centenas de novos jogos semanalmente e pode ser difícil dar conta de tudo que fica disponível para jogar. Só na última semana, a loja recebeu mais de 532 lançamentos de gêneros e escopos variados. Entre esses títulos, muitos são totalmente gratuitos para resgatar, baixar e curtir no seu ritmo — e costuma ter muita coisa interessante para descobrir!
Como já é de praxe, o Voxel foi a fundo nos lançamentos do Steam e separou uma lista com jogos gratuitos mais interessantes para você conhecer, baixar e se divertir sem precisar gastar um centavo sequer. Esta semana traz opções para quem gosta de jogos de simulação estilo Papers, Please, briga de rua e muito mais. Confira:
Office Hours
Office Hours é um jogo de simulação que coloca o jogador papel do departamento de RH de uma gigante farmacêutica. O objetivo é revisar, organizar e processar formulários de produtividade preenchidos pelos trabalhadores com base em instruções da diretoria, que mudam a cada dia. No entanto, isso colocará o jogador em uma posição delicada para tomar “decisões difíceis” — tudo em prol do lucro dos acionistas.
Descrito como um jogo de ação e aventura aconchegante, Sherman's Quest colocará o jogador para realizar entregas e resolver quebra-cabeças em um carismático vilarejo. No entanto, algo de estranho está acontecendo no lugar: os moradores estão se transformando em monstros descontrolados. O jogo chama a atenção pelos seus visuais cartunescos e é o primeiro projeto de devs recém-formados.
Se você gosta de jogos de simulação de assaltos a bancos estilo PayDay, Helluva Heist chamará a sua atenção. Trata-se de um jogo de tiro em primeira pessoa com bons gráficos e que aposta na ação cooperativa e competitiva, com suporte para até seis jogadores. O objetivo é limpar os cofres do banco e acumular pelo menos US$ 15 milhões para vencer. Mas a tarefa não será fácil, pois os policiais estão no encalço e há outros eventos caóticos que prometem atrapalhar.
Yuumi-Chan: Rent is Due é um jogo de porradaria beat'em up com visuais em pixel art. Para pagar o aluguel que não para de encarecer, a protagonista não tem outra escolha senão ir às ruas e garantir uma pequena fortuna na base da força bruta. Derrote arruaceiros e acumule dinheiro dentro do tempo limite para garantir que ainda terá um teto para dormir.
E aí, curtiu a lista de jogos grátis do Steam nesta semana? Pretende baixar algum deles para testar? Deixe seus comentários nas redes sociais do Voxel e fique de olho no site para mais recomendações!
A DeepSeek lançou, nesta sexta-feira (24), uma prévia do seu novo modelo de inteligência artificial generativa que tem como atrativo o suporte aos chips da Huawei. A mudança contribui para reduzir a dependência de hardware estrangeiro, em meio às restrições de exportação das fornecedoras americanas.
Enquanto a versão lançada no final do ano passado possuía forte dependência das GPUs da Nvidia, a quarta geração do modelo da startup chinesa foi adaptada para rodar em sistemas com os processadores Ascend de alto desempenho da Huawei. A novidade estará disponível em duas variantes.
Tentando voltar ao topo
O modelo DeepSeek V4 apresentou bom desempenho em testes de benchmark na comparação com opções desenvolvidas por concorrentes. A empresa não divulgou detalhes, mas afirma que o seu sistema ficou atrás apenas do Gemini Pro 3.1, do Google.
Esse resultado se refere à versão Pro da atualização, destinada ao trabalho com agentes de IA, mais complexos que os bots convencionais;
Já a variante Flash do novo modelo tem como foco as aplicações mais leves e de baixo custo, que se destacam pela maior velocidade;
Segundo a DeepSeek, a divulgação da prévia permitirá coletar feedback a partir de casos de uso real, fundamental para aprimoramentos antes da estreia da versão final;
Por enquanto, não há um cronograma definido para o lançamento do modelo completo, que pode ajudar a recolocar a empresa em destaque no cenário internacional.
A IA DeepSeek teve altos e baixos em 2025, e agora tenta recuperar sua fatia no mercado. (Imagem: Justin Sullivan/Getty Images)
Depois de estrear com sucesso, chegando a superar o ChatGPT em quantidade de downloads no início do ano passado, o modelo de IA chinês de baixo custo sofreu uma queda gigante. Os problemas foram relacionados ao tratamento de dados, principalmente.
A partir das acusações de que compartilhava informações com Pequim, a IA DeepSeek foi banida dos dispositivos oficiais de vários países, embora continue entre as mais procuradas nas plataformas de código aberto. A chegada de novos concorrentes locais também levou à perda da liderança no país.
Gostou do conteúdo? Continue no TecMundo e saiba mais detalhes sobre a acusação da Casa Branca contra a China de suposto roubo de tecnologia de IA. A denúncia pode acirrar ainda mais a disputa pela liderança no segmento.
Foi anunciado nesta sexta-feira (24) que a série Gen V, spin-off de The Boys, foi oficialmente cancelada depois de apenas 2 temporadas. Os produtores executivos Eric Kripke e Evan Goldberg comunicaram o cancelamento à Variety, mas prometeram que ainda veremos os personagens em outras produções.
A série foi descontinuada em meio ao lançamento da 5ª e última temporada de The Boys, onde os alunos da Universidade de Godolkin devem fazer suas aparições em breve. Entenda um pouco mais sobre o cancelamento abaixo.
Por que Gen V foi cancelada?
A série, que teve sua 2ª temporada confirmada antes mesmo da 1ª acabar, provavelmente não teve o engajamento esperado em sua última temporada.
“Embora gostaríamos de continuar a festa por mais uma temporada em Godolkin, estamos comprometidos em dar continuidade às histórias dos personagens de Gen V na 5ª temporada de The Boys e em outros projetos do VCU que estão por vir”, disseram os produtores executivos do VCU, Eric Kripke e Evan Goldberg;
VCU é o Universo Cinemático da Vought, que engloba todos os projetos derivados do universo de The Boys;
Os produtores ainda prometeram que veremos os personagens no futuro: “Vocês vão vê-los novamente";
Os motivos para o cancelamento da série devem ser divulgados em algum momento futuro.
Próximos projetos do VCU
Mesmo após o final da série principal e o cancelamento de Gen V, o universo de The Boys seguirá em expansão com vários projetos derivados já em desenvolvimento. A ideia é transformar o chamado VCU em um ecossistema no qual histórias paralelas se cruzam e ampliam o impacto do enredo principal, mantendo o tom satírico e violento que consagrou a franquia.
Em abril deste ano, Eric Kripke afirmou ao Deadline que entregou uma versão do roteiro de The Boys: Mexico para a Amazon. A produção, que conta com poucos detalhes até o momento, será em espanhol deve expandir a franquia para fora dos Estados Unidos, explorando novas realidades dentro do mesmo mundo dominado pela Vought. Já Vought Rising, voltará ao passado para mostrar um momento no qual a Vought International estava em ascensão com seus super-heróis, com foco em Soldier Boy e sua equipe.
Ficou triste com o cancelamento de Gen V? Comente nas redes sociais do Minha Série! Estamos no Threads, Instagram, TikTok e até mesmo no WhatsApp. Venha acompanhar filmes e séries com a gente!
Os lançamentos que prometem agitar os streamings em 2026 já começaram a chegar — e o ritmo de estreias segue acelerado!
Entre novas temporadas muito aguardadas, adaptações de grandes franquias e produções que rapidamente ganham destaque, o volume de séries disponíveis cresce a cada mês. E, junto com essa variedade, surge um novo desafio: saber onde cada título está disponível.
Com diferentes plataformas concentrando catálogos específicos, assistir a séries e filmes hoje em dia envolve alternar entre aplicativos, lembrar em qual serviço cada produção está e gastar tempo navegando até encontrar o que quer assistir.
É justamente nesse cenário que surgiram soluções como a Claro tv+, com a proposta de reunir canais e aplicativos de streaming em uma única interface, facilitando o acesso e reduzindo a fragmentação no dia a dia. Além disso, os assinantes Claro tv+ Box possuem assinaturas dos seis maiores streamings do mercado (Globoplay, Netflix, HBO Max, Apple TV, Disney+ e Prime Video) sem custo adicional.
Na prática, isso permite que você consiga navegar entre diferentes conteúdos sem precisar trocar constantemente de aplicativo e te oferece a maior quantidade de títulos concentrados em uma única fatura e com economia significativa, tornando a experiência mais fluída e atualizada.
A seguir, confira algumas séries em destaque para assistir em maio e onde encontrar cada uma delas!
7 novidades em séries para assistir nos próximos meses
7. Os Outros
(Fonte: Globoplay/Reprodução)
Disponível no Globoplay, Os Outros se consolidou como uma das produções nacionais mais comentadas dos últimos anos ao explorar conflitos sociais a partir de situações cotidianas. A série acompanha a convivência entre vizinhos em um condomínio e como pequenos desentendimentos evoluem para tensões mais profundas, revelando camadas de intolerância, medo e disputas de poder.
Para quem busca uma série mais dramática, com crítica social e forte desenvolvimento de personagens, Os Outros é uma das principais apostas dentro do catálogo do Globoplay.
6. Emergência Radioativa
(Fonte: Netflix/Reprodução)
Disponível na Netflix, Emergência Radioativa surge como uma das produções mais recentes voltadas para o suspense e o drama com base em desastres.
A série acompanha os desdobramentos de um acidente envolvendo radiação e o impacto imediato sobre a população, autoridades e equipes de resposta, criando uma narrativa marcada por urgência e tensão constante.
Ao longo dos episódios, a produção alterna entre o drama humano e a tentativa de contenção da crise, explorando tanto o lado técnico quanto as consequências sociais do evento.
5. Cabo do Medo
(Fonte: Apple TV/Reprodução)
Com estreia marcada para 05 de junho no Apple TV, Cabo do Medo surge como uma releitura contemporânea de um dos thrillers mais conhecidos do cinema, trazendo uma nova abordagem para a história de obsessão e vingança.
A série acompanha o retorno de um criminoso à vida de um advogado, reacendendo um conflito marcado por tensão psicológica e ameaças constantes.
Ao longo dos episódios, a narrativa investe em uma atmosfera densa e na construção gradual do suspense, explorando os limites entre justiça e obsessão.
Com foco nos personagens e no impacto emocional dos acontecimentos, a produção se posiciona como uma opção relevante para quem busca séries mais intensas e com forte carga dramática dentro do catálogo do Apple TV.
4. The Pitt
(Fonte: HBO Max/Reprodução)
Na HBO Max, The Pitt surge como uma das apostas recentes dentro do gênero de drama médico, acompanhando a rotina intensa de profissionais de saúde em um hospital sob pressão constante.
A série explora desde atendimentos emergenciais até dilemas éticos e pessoais, trazendo uma abordagem mais realista sobre o ambiente hospitalar.
Com foco no ritmo acelerado e na construção dos personagens, a produção se destaca por mostrar os bastidores de decisões críticas e os impactos dessas escolhas.
3. Cangaço Novo (2ª temporada)
(Fonte: Prime Video/Reprodução)
Disponível no Prime Video, a segunda temporada de Cangaço Novo chega dando continuidade a uma das produções brasileiras mais elogiadas dos últimos anos.
A série acompanha a trajetória de Ubaldo, um homem comum que acaba mergulhando no universo do crime no sertão nordestino, agora lidando com as consequências das escolhas feitas na primeira temporada.
A nova fase aprofunda os conflitos entre os personagens e amplia a escala da narrativa, explorando disputas por poder, lealdade e sobrevivência em um ambiente marcado por tensão constante.
Com uma estética forte e identidade bem definida, Cangaço Novo se consolida como uma das produções nacionais mais relevantes dentro do catálogo do Prime Video.
2. Malcolm: A Vida Continua Injusta
(Fonte: Disney+/Reprodução)
No Disney+, Malcolm: A Vida Continua Injusta resgata o universo da clássica sitcom Malcolm in the Middle, trazendo uma nova fase da vida do protagonista e de sua família.
A série mantém o tom caótico e bem-humorado que marcou a produção original, agora explorando desafios mais maduros e situações atualizadas.
O retorno aposta tanto no fator nostalgia quanto na adaptação do humor para um novo contexto, mantendo o estilo narrativo dinâmico e irreverente.
1. Euphoria
(Fonte: HBO Max/Reprodução)
Disponível na HBO, Euphoria retorna com sua nova temporada mantendo o foco em temas como identidade, relacionamentos e conflitos internos, agora com uma abordagem mais madura.
A série continua explorando a vida de jovens em um cenário intenso, marcado por excessos e vulnerabilidades.
Além da narrativa, a produção segue se destacando pela estética visual e pelo impacto cultural, sendo frequentemente debatida nas redes sociais.
Para quem busca um drama contemporâneo com forte carga emocional e construção visual marcante, Euphoria permanece como um dos principais títulos do streaming.
Como a Claro tv+ simplifica o acesso aos streamings
Diante de um cenário cada vez mais fragmentado, em que séries, filmes e transmissões ao vivo estão distribuídos entre diferentes plataformas, a principal mudança passa a ser na forma de acessar esses conteúdos.
A proposta da Claro tv+ é justamente reorganizar essa jornada: ao invés de alternar entre diferentes serviços e dispositivos, o usuário passa a contar com um ambiente mais centralizado, que facilita tanto a busca quanto o consumo.
Isso pode acontecer de duas formas: pelo Claro tv+ box, que se conecta diretamente à sua TV, ou pelo aplicativo, que pode ser acessado via navegador, celular, tablet ou smart TVs compatíveis. Essa flexibilidade permite que você adapte o consumo de filmes, séries e canais ao vivo para acompanhar sua rotina, seja em casa ou em qualquer outro lugar.
Outro ponto relevante está nas funcionalidades voltadas para o uso cotidiano. Os recursos como Replay TV e Start Over permitem voltar a conteúdos que já começaram ou rever programações recentes, reduzindo a dependência de horários fixos e ampliando o seu controle sobre o que assistir.
Além disso, a proposta da plataforma inclui reunir diferentes serviços em um só lugar, com ofertas que dão acesso ao Claro tv+ e a alguns dos principais streamings do mercado. Para entender como essa proposta funciona na prática e conhecer os planos disponíveis, acesse o site da Claro tv+ e fique ligado nos lançamentos de filmes e séries em 2026!
O Checkpoint desta sexta-feira (24) traz boas notícias aos ansiosos pelo novo Xbox. A nova gerência da empresa, liderada pela CEO Asha Sharma e pelo diretor de conteúdo Matt Booty, quer que a nova geração de consoles seja associada a preços acessíveis e personalidade.
Em outras notícias, também tivemos um anúncio especial da Cinépolis para os amantes de Mortal Kombat. Para celebrar a estreia do segundo filme em 7 de maio, a rede de cinemas revelou um belo balde de pipoca em formato de fliperama.
Quer saber o que mais rolou no mundo dos games nesta sexta (24)? Então prepara o cafezinho da tarde e acompanhe o Voxel por mais um Checkpoint!
Novo Xbox está sendo projetado para ser acessível
A nova liderança do Xbox afirmou que o próximo console da empresa está sendo desenvolvido com foco em acessibilidade e flexibilidade para os jogadores. A diretriz foi apresentada por Asha Sharma e Matt Booty em um comunicado que define os próximos passos da marca.
Segundo os executivos, “o Xbox será projetado para ser acessível, pessoal e aberto”, com preços mais flexíveis e maior liberdade de escolha. A empresa também destacou que pretende adaptar a experiência ao jogador e ampliar o acesso ao catálogo, reforçando que o modelo acompanha a crescente demanda por serviços e assinaturas no mercado.
Cinépolis anuncia belo balde de pipoca para celebrar a estreia de Mortal Kombat 2
A Cinépolis anunciou um balde de pipoca colecionável para marcar a estreia de Mortal Kombat 2 nos cinemas brasileiros, prevista para 7 de maio. O item terá vendas divulgadas em breve nos canais oficiais da rede.
Com visual inspirado em máquinas de arcade, o balde recria o estilo dos fliperamas clássicos, com estrutura em formato de gabinete e capacidade para até três litros.
Segundo Luiz Fernando Angi, gerente de Marketing da empresa, “os colecionáveis fazem parte da experiência” e a proposta é “conectar o público à história de uma das franquias mais icônicas dos games e do cinema”.
Atari adquire estúdio de emulação especializado no PS1
A Atari anunciou a aquisição da Implicit Conversions, estúdio focado em emulação e conversão de jogos clássicos, com destaque para títulos da era de 32 bits, incluindo o PlayStation original. A movimentação reforça a estratégia da empresa em expandir seu catálogo retrô em plataformas modernas.
Responsável pelo Syrup Engine, tecnologia que adapta jogos antigos para sistemas atuais, o estúdio já colaborou com projetos da Atari, como coleções clássicas recentes. Segundo a empresa, o motor “fortalecerá os relançamentos de títulos de 32 bits”, ampliando a preservação e o acesso a jogos dessa geração.
Estúdio de Just Cause trabalha em novo jogo de mundo aberto
A Avalanche Studios, conhecida pela franquia Just Cause, está desenvolvendo um novo jogo de mundo aberto ainda não anunciado. A informação surgiu a partir de uma vaga de emprego publicada pelo estúdio, que menciona um projeto AAA em produção.
De acordo com a descrição, o profissional atuará na criação de sistemas e experiências em ambientes abertos, com foco em jogabilidade. O estúdio destaca que o cargo envolve “criação de scripts para eventos, experiências e sistemas em mundos abertos”, sem indicar se o projeto está ligado a uma franquia existente ou a uma nova propriedade intelectual.
Análises de Saros já estão disponíveis e game pode ser um forte candidato ao GOTY
As primeiras análises de Sarosjá foram publicadas e indicam uma recepção bastante positiva ao novo título da Housemarque. O jogo, lançado para PS5, rapidamente passou a figurar entre os mais bem avaliados do ano, levantando discussões sobre uma possível indicação ao GOTY em 2026.
Nos agregadores, Saros alcançou cerca de 88 no Metacritic e 91 no OpenCritic, com ampla maioria de críticas positivas e várias notas máximas. A recepção reforça a evolução do estúdio após Returnal, com análises apontando um “salto significativo” em relação ao título anterior e destacando a forte recomendação da crítica — que gira em torno de 95%.
E aí, o que você achou das principais notícias de games do dia no Checkpoint? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel e do TecMundo!
Confirmada pela Netflix em abril deste ano, sua nova série do universo de Scooby-Doo acaba de ganhar nome oficial e sua primeira imagem. O streaming também confirmou quais vão ser os atores por dar vida aos membros de um dos grupos de investigadores mais famosos da ficção.
O novo show vai ser conhecido como Scooby-Doo: Origens e promete mostrar como o grupo que faz parte da Mistérios S/A se conheceu e decidiu trabalhar em parceria. Segundo a empresa, a intenção não é só reviver personagens conhecidos, mas sim mostrar um lado deles que o público não conhece.
Quem está em Scooby-Doo: Origens?
Scooby-Doo: Origens vai dar uma nova perspectiva da série. Imagem: Divulgação/Netflix
Segundo a Netflix, sua decisão de trabalhar em Scooby-Doo: Origens é resultado do fato de que, mais de 50 anos após serem criados, os personagens da Hannah-Barbera continuam relevantes. A produção é comandada por Josh Applebaum e Scott Rosenberg, e vai mostrar o primeiro caso investigado pelos protagonistas. Confira os nomes confirmados no elenco:
Mckenna Grace como Daphne Blake;
Tanner Hagen como Shaggy Rogers (Salsicha);
Abby Ryder Fortson como Velma Dinkley;
Maxwell Jenkins como Fred Jones.
O streaming também confirmou que Paul Hauser vai estar presente no elenco da primeira temporada, em um papel ainda não confirmado. A lista de nomes deve ser expandida conforme os primeiros episódios, que já estão sendo produzidos, avançam e a empresa intensifica seus esforços de divulgação.
Um dos maiores mistérios de Scooby-Doo: Origens até o momento é quem vai dar voz ao cachorro comilão e covarde que dá nome à franquia. A Netflix também ainda não revelou qual vai ser o visual do personagem, que em filmes recentes da série foi criado em computação gráfica.
Quando Scooby-Doo: Origens chega à Netflix?
De forma semelhante, até o momento a Netflix sequer trabalha com uma janela de estreia para Scooby-Doo: Origens. No entanto, a companhia promete compartilhar informações em breve, conforme as gravações centralizadas na cidade de Atlanta, Geórgia, avançam.
Scooby-Doo é um sucesso desde sua estreia em 1969. Imagem: Divulgação/Warner Bros.
O show tem produção-executiva de Rosenberg e Appelbaum, que compartilham o cargo com Greg Berlanti, Sarah Schechter, Leigh London Redman, André Nemec, Jeff Pinkner e Adrienne Erickson. A lista é complementada por Toby Haynes, que também vai ser o diretor do capítulo de estreia.
Segundo Berlanti, que trabalhou diretamente com Bill Hanna e Joe Barbera no passado, o novo show captura bem o espírito da série original. Scooby-Doo e seus amigos foram criados em 1969 e, desde então, apareceram em várias animações, videogames, filmes live action e produtos das mais diversas naturezas.
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A Blizzard está prestes a lançar Diablo IV: Lord of Hatred, a segunda expansão de seu clássico ARPG, no dia 28 de abril nos consoles e PC. Nós já testamos o conteúdo e te contamos nossas impressões, mas a empresa também tirou um tempo para responder algumas das principais dúvidas e questões que nós e outros analistas tinham em relação à Lord of Hatred.
Para que você também possa aproveitar tudo o que Blizzard compartilhou conosco, separamos os principais tópicos que Zaven Haroutunian (Diretor Associado do Game), Colin Finer (Diretor Associado, Game Designer) e Barry Morales (Diretor Associado de Produção) tinham a nos dizer sobre Lord of Hatred. Só tenha em mente que questões relacionadas à trama podem ter pequenos spoilers, embora nada importante tenha sido revelado. Confira!
Desde seu lançamento, Diablo IV esteve bem focado em contar uma história sobre Lilith, Mefisto, Lorath e Neyrelle, além das intervenções do nosso próprio personagem. Por isso, faz sentido que Lord of Hatred tenha o objetivo de trazer algum tipo de conclusão para esse arco específico, embora isso não signifique vimos o fim das tramas que o game ainda pode contar. Quando consideramos que o foco em Neyrelle e a narrativa vista em Vessel of Hatred não foi tão bem recebida, algumas pessoas tiveram dúvidas se a Blizzard levaria isso em conta no desenvolvimento da nova expansão.
Segundo Zaven Haroutunian, o feedback sobre a trama do DLC anterior não mudou a direção geral da história que seria contada, pelo menos não de forma fundamental. Ainda de acordo com ele, a intenção sempre foi construir a narrativa “em direção a um conflito centrado nos anjos e demônios, os Horadrim contra o Mal Supremo, o retorno de Lilith e o papel do Andarilho (nosso personagem) na história”.
Outro ponto interessante foi ver um desfecho para o arco que estava sendo contado do início do game base até agora, algo que nem sempre vemos na franquia. Sobre esse assunto especificamente, Barry Morales afirmou que “finalidade dentro de Diablo é frequentemente um termo altamente debatido. Nós já lutamos contra diferentes inimigos dentro da franquia Diablo várias vezes, incluindo os Males Supremos. No entanto, estamos encarando isso como o fim da era do ódio e da jornada dos jogadores com Mephisto”.
Quando questionado sobre termos um destaque maior em Lorath desta vez, Morales comentou que “Diablo IV sempre esteve conectado aos jogos anteriores através da ordem Horádrica e de personagens como Tyrael”, mas que eles não tiveram a oportunidade de entregar um arco forte e completo para certos personagens centrais. Ele continuou dizendo que “com Lord of Hatred, quisemos priorizar isso com Lorath. Ele esteve com o jogador desde o início de Diablo IV, servindo tanto como guia quanto como mentor”.
Ainda segundo Morales, os desenvolvedores estão satisfeitos com o resultado e, quanto ao futuro, o foco estará em Lord of Hatred por enquanto, além do 30º aniversário da franquia e a Blizzcon deste ano. Por isso, ainda não há como saber o que aguarda Diablo IV nos próximos anos, mas é bem possível que ainda lancem outras expansões com novas classes, regiões e, quem sabe, um arco inteiramente inédito. Só nos resta adivinhar que grande mal enfrentaremos em seguida.
Novidades e novas classes
Com a chegada de Lord of Hatred, estamos prestes a ver diversas mudanças em Diablo IV, tanto aquelas exclusivas à expansão quanto as que chegam de graça para todos que possuem o game base. Durante a conversa com a imprensa, a Blizzard comentou as melhorias, adições e sobre as duas novas classes que acompanham o DLC. Colin Finer, por exemplo, se disse muito empolgado para que os jogadores experimentem os Planos de Guerra, que servem como entrada mais direta para o conteúdo de fim de jogo, algo que ele acredita que funcionará bem tanto para os novatos como para os veteranos.
Já Barry Morales comentou sobre o novo recurso de pescaria, uma “atividade pela qual a equipe de desenvolvimento tem sido bastante apaixonada há algum tempo”. Ele também mencionou que enquanto estavam testando elementos secundários do que os jogadores poderiam fazer em Skovos (nova região), “a pesca rapidamente se destacou como algo que traz uma mudança de ritmo em relação às atividades normalmente focadas em combate presentes no jogo. Ela também permite um momento para apreciar as belas paisagens da ilha, que são diferentes de qualquer ambiente que Diablo já apresentou antes”.
Quando questionados sobre as duas novas classes adicionadas nessa expansão, algo incomum (mesmo que não inédito) no histórico da franquia, os desenvolvedores comentaram que “desde o início, tudo em Lord of Hatred foi construído em torno da tensão central entre anjos e demônios, com a humanidade presa no meio” e que eles vieram as duas classes recém adicionadas como uma parte fundamental para expressar isso. Zaven Haroutunian mencionou que quiseram lançar as duas na mesma expansão porque, considerando a temática, "sem o Paladino, não existe o Bruxo. Essas duas classes são uma ótima representação da narrativa e do lore de Diablo".
O engame e a fase atual de Diablo IV
Um dos aspectos que sempre levamos em consideração com grandes expansões ou updates de um ARPG é como isso pode afetar o endgame do título. Nessa nova fase de Diablo IV, além do já mencionado Planos de Guerra, também teremos a adição do Cubo Horádrico, que permite a realização de diversas receitas que podem modificar seus itens ou dar uso para aqueles itens repetidos pegando poeira no seu inventário. Quando questionado sobre a possibilidade de modificar os itens diversas vezes e se isso poderia “brickar” (estragar) algum item, Colin Finer respondeu que “depende muito da situação" e que "na maioria das receitas, o cubo irá executá-las quantas vezes você quiser, desde que tenha os materiais”.
Ele ainda adicionou que “um grande objetivo para o cubo foi não apenas adicionar muita profundidade ao sistema de criação, mas também criar uma experiência ainda mais recompensadora”. Essencialmente,você pode remover afixos, adicionar afixos, ajustar os resultados, etc. Só que Finer também alertou que “existem receitas de maior risco, como a Transfiguração, que podem ter resultados incríveis, mas também terríveis”. Um item mediano com grande potencial pode ser perfeito para esse recurso, mas um item quase perfeito pode não valer o risco, por exemplo.
Ainda focando no engame, Finer aproveitou para comentar sobre as runas de Diablo IV, já que várias delas serão removidas no update. Segundo ele, a equipe percebeu que havia extremos com as runas, tanto para o lado muito fraco quanto para o lado excessivamente poderoso, o que estava dominando o sistema há algum tempo. O sentimento era que isso estava reduzindo a diversidade de builds, o que seria exacerbado com o Cubo, que ajudaria a caçar as runas necessárias com maior facilidade. Com isso em mente, a remoção de certas runas pode deixar o sistema mais saudável, especialmente porque isso é algo que a Blizzard quer evoluir futuramente, ainda mais agora que teremos o Cubo em mãos.
Por fim, considerando todas as alterações que ocorreram desde seu lançamento em 2023, especialmente para acomodar o feedback dos jogadores e as novidades que chegaram com suas atualizações, é possível ver a evolução positiva no gameplay de Diablo IV. Na opinião de Zaven Haroutunian, o estado atual do game, com Lord of Hatred em mente, é “o melhor que Diablo IV já esteve” e que essa é “a expressão suprema do jogo” até agora. Colin Finer encerrou dizendo que “muitas das funcionalidades são uma carta de amor para Diablo e seus jogadores" e que o trabalho na expansão e update mais recente "foi um enorme trabalho de dedicação e amor da equipe”.
Gostou de saber mais sobre a perspectiva da Blizzard sobre Diablo IV: Lord of Hatred? Deixe seu comentário nos dizendo se planeja aproveitar a nova expansão e todas as suas novidades!
A Microsoft pode estar planejando disponibilizar um novo nível do Xbox Game Pass, chamado de Starter Edition, para os assinantes do Discord Nitro. A informação surgiu a partir de uma análise de dados de uma atualização futura do aplicativo — que traz referências ao plano inédito.
O vazamento acontece apenas 48 horas após a nova CEO do Xbox, Asha Sharma, mencionar publicamente uma colaboração em andamento com o Discord.
"Estamos unindo forças novamente para continuarmos a tornar o Game Pass mais flexível para nossos jogadores" — escreveu ela, prometendo divulgar mais detalhes em breve pelos canais oficiais.
A movimentação ocorre em meio a uma série de mudanças recentes no serviço: a Microsoft reduziu o preço do Game Pass Ultimate e do PC Game Pass, assim como removeu futuros lançamentos de Call of Duty do catálogo — tudo dentro de uma reorientação estratégica mais ampla da divisão.
Xbox Game Pass barato? Starter Edition pode ser uma boa porta de entrada ao serviço
De acordo com trechos de texto extraídos dos arquivos da atualização do Discord, o Xbox Game Pass Starter Edition oferecerá acesso a "mais de 50 jogos como Stardew Valley, Fallout 4 e Grounded", além de 10 horas de jogo na nuvem por mês. O plano seria disponibilizado automaticamente para usuários pagantes do Discord Nitro como parte da assinatura.
Ainda não está claro se o Starter Edition incluirá acesso ao modo multiplayer online. O texto vazado não faz menção ao recurso — ao contrário do plano Essential, a versão mais básica atualmente disponível do Game Pass, que já contempla o modo online.
A proposta sugere que a Microsoft busca ampliar o alcance do Game Pass por meio de parcerias fora do ecossistema Xbox. Sharma chegou a mencionar que "alguns códigos poderão começar a circular por aí", indicando que uma divulgação oficial pode estar próxima.
A parceria com o Discord se encaixa na declaração de missão recente do Xbox, que prevê "fortalecer" o Game Pass com "diferenciação clara e economia sustentável" e retomar o serviço para um "crescimento duradouro com forte disciplina de custos".
Vale destacar que, até o momento, nem a Microsoft nem o Discord confirmaram oficialmente os detalhes do novo plano ou da parceria. Portanto, trate as informações com muita cautela.
Vazamento acontece horas após a divulgação dos planos do Xbox para o futuro
O rumor surge no mesmo dia em que Sharma e o diretor de conteúdo Matt Booty publicaram uma carta aos funcionários delineando os planos futuros do Xbox — incluindo a confirmação de que a divisão "Microsoft Gaming" será renomeada para simplesmente "Xbox".
Na publicação, divulgada na última quinta-feira (23), a empresa confirmou que está reavaliando sua abordagem sobre exclusividade de jogos e lançamentos na concorrência.
Em relação ao hardware, a carta indica que o Xbox deseja "estabilizar" os consoles da linha Series e lançar o Project Helix, codinome da próxima geração, descrito como "onde o mundo joga e cria". A proposta é que o console funcione como base de uma experiência integrada com PC, celular e nuvem.
"O console é a base, oferecendo uma experiência premium, e a nuvem leva essa experiência para qualquer dispositivo", afirmaram os executivos. "Você pode jogar onde quiser, e seus jogos, progresso, amigos e identidade permanecem com você no console, PC, celular e nuvem".
A liderança também reconheceu abertamente as dificuldades recentes da plataforma. "Os jogadores estão frustrados", diz o texto, citando críticas à presença insuficiente no PC, preços elevados e experiências fragmentadas de descoberta e personalização. "O modelo que nos trouxe até aqui não será o que nos levará adiante", concluiu a dupla de executivos.
E você, assinaria o Discord Nitro se um plano básico do Game Pass fosse uma das vantagens? Conta pra gente nas redes sociais do Voxel!
A declaração veio na última quinta (23), em uma carta enviada aos funcionários e publicada no site da companhia — assinada por Sharma e pelo diretor de conteúdo, Matt Booty.
No documento, a liderança do Xbox delineou os objetivos futuros da marca e confirmou que a divisão "Microsoft Gaming" será renomeada para simplesmente "Xbox". A mudança de nome acompanha uma reorientação estratégica mais ampla da empresa.
Novos exclusivos de Xbox na concorrência? Veremos
Na carta, Sharma e Booty afirmam que o "novo norte" do Xbox será o número de jogadores ativos diários, e que a empresa executará seu plano por meio de quatro prioridades: hardware, conteúdo, experiência e serviços.
A equipe de liderança foi explícita sobre o tema da exclusividade: "ao longo do processo, reavaliaremos nossa abordagem em relação à exclusividade, janelas de acesso e IA, e compartilharemos mais informações à medida que aprendermos e tomarmos decisões".
Embora a carta não apresente compromissos concretos, ela sinaliza que Sharma está atenta às críticas dos jogadores, que apontam perda de valor do console após a Microsoft passar a lançar seus exclusivos também no PlayStation 5 e no Nintendo Switch 2.
A empresa chegou a lançar seis títulos para PS5 em 2025, com mais previstos para este ano — mas com uma estratégia inconsistente, com alguns jogos chegando ao console da Sony mais tarde e outros sendo lançados simultaneamente.
Há indícios de que a estratégia multiplataforma gerou resultados positivos para o Xbox — estima-se que apenas Forza Horizon 5 tenha vendido mais de 5 milhões de cópias no PS5. No entanto, a possibilidade de retomar a exclusividade temporária, como ocorreu com o futuro Forza Horizon 6, permanece em discussão.
Sobre o uso de IA, Sharma (ex-executiva com experiência na área) havia afirmado logo após sua nomeação que não imporia o uso de IA generativa aos desenvolvedores e que não "inundaria o ecossistema com soluções de baixa qualidade". A reavaliação citada na carta sugere que o tema ainda está em aberto.
Console será o foco do Xbox de novo
A carta também reconhece abertamente as dificuldades recentes do Xbox. "Os jogadores estão frustrados", diz o texto, citando críticas à menor frequência de novos recursos, presença insuficiente no PC e preços considerados difíceis de acompanhar. "O modelo que nos trouxe até aqui não será o que nos levará adiante", conclui o trecho.
Em relação ao hardware, a empresa afirma que deseja "estabilizar" os consoles Xbox Series como "uma base sólida e de alta qualidade" e lançar o Project Helix para "liderar em desempenho e permitir que você jogue seus jogos de console e PC". O objetivo declarado é ainda "construir um ecossistema robusto que amplie as opções e o alcance".
Na área de conteúdo, Sharma e Booty afirmam a intenção de desenvolver "um portfólio duradouro de franquias que os jogadores adoram", fortalecer parcerias com terceiros, manter e expandir jogos ao vivo e crescer na China e em mercados emergentes.
Nos serviços, os planos incluem fortalecer o Game Pass com "diferenciação clara e economia sustentável", aprimorar a experiência na nuvem e adquirir empresas "para acelerar o crescimento onde os caminhos orgânicos são muito lentos".
Para a experiência do jogador, a proposta é reformular descoberta, customização, aspectos sociais e personalização "para conectar a comunidade".
Project Helix será onde as pessoas "jogam e criam"
Sharma e Booty descrevem o Project Helix, codinome da próxima geração de consoles Xbox, como "onde o mundo joga e cria". A proposta é que o console funcione como base de uma experiência integrada, expandida pela nuvem para qualquer dispositivo.
"O console é a base, oferecendo uma experiência premium, e a nuvem leva essa experiência para qualquer dispositivo", afirmam os executivos. "Você pode jogar onde quiser, e seus jogos, progresso, amigos e identidade permanecem com você no console, PC, celular e nuvem".
A acessibilidade também é um ponto central da proposta. "O Xbox será projetado para ser acessível, pessoal e aberto. Ofereceremos preços flexíveis para que seja fácil começar a jogar e continuar jogando", dizem os executivos.
"A experiência se adaptará a você, permitindo que você personalize sua forma de jogar, ajudando você a encontrar o que você vai adorar e conectando você com as pessoas certas".
A divulgação da carta acontece em um momento de mudanças amplas para o Xbox. Recentemente, a empresa reduziu o preço do Game Pass Ultimate e do PC Game Pass, com Sharma justificando que o serviço havia se tornado caro demais para os jogadores, e removeu futuros lançamentos de Call of Duty do catálogo do serviço.
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Hoje é dia de lançamento de peso no streaming. A nova série Pela Metade (Half Man) estreia nesta quarta-feira, 23 de abril, e marca o retorno de Richard Gadd à televisão após o sucesso de Bebê Rena na Netflix. Segundo a plataforma, o drama chega ao serviço HBO Max no Brasil às 3h da madrugada (horário de Brasília) para o dia 24 – diferente do horário divulgado inicialmente, às 22h.
Criada e estrelada por Gadd, a produção acompanha a relação turbulenta entre dois irmãos ao longo de três décadas. A trama também conta com Jamie Bell no papel de Niall, personagem central no desenvolvimento do conflito emocional da história.
Além do lançamento no streaming, a série também será exibida no Reino Unido pelo BBC iPlayer e pela emissora BBC. A seguir, veja quantos episódios terá a minissérie e quando cada capítulo será lançado.
Quantos episódios tem Pela Metade? Veja calendário
A primeira temporada de Pela Metade, que deve ser a única da obra,terá seis episódiosno total. O formato segue um padrão comum em produções dramáticas britânicas recentes, apostando em temporadas mais curtas e focadas em narrativa intensa.
Os capítulos serão lançados semanalmente após a estreia, com novos episódios chegando sempre às quintas-feiras no HBO Max. Com isso, o final da temporada está previsto para ir ao ar no final de maio.
Confira abaixo o calendário oficial de lançamento dos episódios da série. As datas correspondem ao lançamento no streaming HBO Max e podem sofrer alterações.
Episódio 1 – 23 de abril para 24 de abril de 2026
Episódio 2 – 30 de abril para 1 de maio de 2026
Episódio 3 – 7 de maio para 8 de maio de 2026
Episódio 4 – 14 de maio para 15 de maio de 2026
Episódio 5 – 21 de maio para 22 de maio de 2026
Episódio 6 – 28 de maio para 29 de maio de 2026
Que horas estreia Pela Metade no Brasil?
No Brasil, o primeiro episódio de Pela Metade estava marcado para estrearàs 22h desta quarta-feira (23) no HBO Max. No entanto, o streaming mudou a estreia sem aviso prévio para às 3h da madrugada do dia 24 de abril.
Com isso em mente, a expectativa é que os próximos episódios também sejam lançados durante a madrugada, às 3h. O horário deve se repetir nos próximos capítulos até o encerramento da série, em 29 de maio.
O horário de lançamento dos novos episódios segue o mesmo padrão adotado por outras produções recentes da plataforma, que costumam ser liberadas simultaneamente com a estreia nos Estados Unidos.
Esse modelo de lançamento global ajuda a reduzir spoilers e mantém a conversa nas redes sociais acontecendo ao mesmo tempo em diferentes regiões. Assim, fãs brasileiros podem acompanhar a série praticamente junto com o público internacional.
Qual a história de Pela Metade, nova série de Richard Gadd?
A história acompanha Ruben e Niall, dois irmãos que cresceram juntos, mas que acabam se distanciando ao longo da vida. A narrativa alterna entre os anos 1980 e o presente, mostrando como segredos, traumas e escolhas moldam o relacionamento entre eles.
Segundo Richard Gadd, o objetivo da série é mostrar como as pessoas mudam com o passar do tempo. “As pessoas tendem a se tornar mais quebradas ao longo da vida, porque carregam as dificuldades no corpo e na mente”, explicou o criador durante coletiva acompanhada pelo Minha Série.
Gadd também destacou que a evolução dos personagens é essencial para a história funcionar. “Se Niall e Ruben permanecessem os mesmos durante toda a série, você não estaria contando uma boa história”, afirmou o criador.
Para ele, a televisão precisa confiar mais na inteligência do público ao abordar temas complexos. “As pessoas gostam de ser desafiadas e de enfrentar seus próprios demônios quando veem essas histórias na televisão”, completou o roteirista.
Retratando a cinebiografia de um dos maiores astros da história da música Pop, Michael chega aos cinemas liderando as estreias do dia 23 de abril. Ele estreia em um período marcado por poucas produções de grande orçamento, mas que nem por isso deixa de oferecer opções interessantes para o público.
Entre os demais destaques está o lançamento de Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra, o novo projeto do diretor Gore Verbinski (de Piratas do Caribe). Quem for ao cinema também vai poder conferir a comédia brasileira Um Pai em Apuros, bem como o relançamento do clássico italiano Suspiria, produzido em 1977.
As estreias do cinema para a semana de 23 de abril de 2026
Michael
Dirigido por Antoine Fuqua, Michael traz Jaafar Jackson interpretando o próprio tio, o cantor pop Michael Jackson. O longa-metragem promete mostrar detalhes da vida do artista para além dos palcos, ao mesmo tempo que mostra como o talento demonstrado desde criança colaborou para a criação de vários clássicos da música mundial.
Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra
Com Sam Rockwell, Zazie Beetz e Haley Lu Richardson no elenco, o longa acompanha a história de um homem que afirma ter vindo do futuro. Ele decide usar uma lanchonete insuspeita da cidade de Los Angeles como o local no qual vai recrutar as pessoas responsáveis por salvar o futuro da Terra.
Um Pai em Apuros
Com Rafael Infante, Dani Calabresa e Babu Santana, Um Pai em Apuros é uma comédia para toda a família dirigida por Carolina Durão. Ela conta a história de uma mãe que, esgotada pelas cobranças e tarefas da vida cotidiana, decide tirar férias e deixar tudo sob os cuidados de seu atrapalhado marido.
Papagaios
Papagaios acompanha a história de Tunico, um morador do Rio de Janeiro que faz de tudo para aparecer na TV — mesmo que isso aconteça em meio a tragédias, velórios ou em situações pouco elogiosas. Sua vida muda quando ele conhece um jovem misterioso que vira seu aprendiz, e esse encontro vai revelar a face oculta da busca pela fama a qualquer custo.
Suspiria (Relançamento)
Um dos maiores clássicos do cinema italiano dirigido por Dario Argento, Suspiria acompanha Suzy Banner, uma jovem americana que se junta a uma das academias de balé mais consagradas da Europa. Sua estadia é marcada por acontecimentos bizarros e pela morte brutal de uma de suas colegas, o que desencadeia uma série de eventos ainda mais perturbadores.
Terra à Deriva 2: Destino
O filme de ficção científica chinês acompanha um momento no qual a expansão do Sol ameaça a sobrevivência da Terra. Para impedir a destruição do planeta, cientistas elaboram um plano que envolve a construção de um grande motor capaz de movimentar a posição do planeta.
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Após renderizações, um vídeo do iPhone Fold publicado nesta terça-feira (7) mostra um "dummy" do suposto dobrável. O conteúdo foi publicado pelo perfil “AhMad 𝕏 Ansari” no X depois que o informante Sonny Dickson divulgou imagens dessas peças de pré-produção.
O vídeo mostra com detalhes o formato do iPhone dobrável, que deve usar aquele design com a tela mais larga próximo de um tablet. Isso significa que em área total de tela esse aparelho pode ter algo na casa das 7,7 polegadas, ou seja, levemente menor do que o iPad Mini. Já a tela externa pode ter 5,3".
Arquivos CAD vazados no fim do ano passado já mostravam um aparelho similar e no domingo (5) o insider MajinBu revelou renderizações 3D não-oficiais baseadas nos vazamentos. Com esse vídeo e as novas imagens publicadas, parece não haver mais espaço para dúvida sobre como será o design do aparelho — muito especulado há anos.
O vídeo também revela mais detalhes sobre o iPhone 18 Pro Max, que aparece nos primeiros segundos, mas tem o mesmo visual do seu antecessor. Porém, vale notar que o conteúdo do vídeo é um dummy, ou seja, um protótipo fictício geralmente enviado em antecedência para parceiros com as dimensões exatas do produto final.
Apple quer lançar dobrável no fim do ano
Além do vídeo, uma reportagem do jornalista da Bloomberg especializado na Apple, Mark Gurman, reafirmou que a Maçã quer lançar o iPhone dobrável em setembro deste ano. O calendário da companhia, segundo fontes do veíuclo, aponta para o anúncio simultâneo do iPhone 18 Pro, iPhone 18 Pro Max e o modelo dobrável.
Embora haja um receio de indisponibilidade de peças ou materiais, a fabricante quer que as vendas do dobrável ocorram perto dos modelos tradicionais;
Vale reiterar que a produção desse modelo ainda não atingiu um nível de maturidade massiva, então o cronograma não é definitivo;
O objetivo da Apple é oferecer um aparelho flagship com características similares às dos concorrentes, mas pontos-chaves diferentes;
Engenheiros da companhia acreditam que conseguiram resolver o problema de vinco na dobra da tela;
O vinco é um dos principais motivos pelo atraso desse dobrável, já que a Apple sempre quis um celular sem marcas de dobra no display;
Esse aparelho terá uma tela bem ampla na horizontal, tornando-o mais eficiente para assistir a vídeos e jogar;
A fabricante também deve atualizar o sistema iOS para que os apps se pareçam mais com os softwares de iPad;
O cronograma da Apple também visa lançar somente os modelos entusiastas no fim do ano, enquanto o iPhone 18 chegaria no início de 2027.
Também foi reportado que a companhia planeja o já esperado iPhone 18e mais barato e um novo iPhone Air no mesmo período.
O preço do iPhone Fold não será nada amigável e deve ultrapassar a barreira dos US$ 2.000 (cerca de R$ 10.300), justificando a visão entusiasta da companhia. Recentemente, uma matéria do Nikkei Asia apontava dificuldades por partes da Maçã e chegou a mencionar possíveis atrasos, mas o lançamento ainda deve ocorrer em setembro.
O WhatsApp começou a testar um recurso de cancelamento de ruído para chamadas de voz e vídeo. A função tem como objetivo tornar a voz do interlocutor mais clara durante ligações em tempo real. As informações são do WABetaInfo.
O cancelamento de ruído atua reduzindo sons externos captados pelo microfone. Isso pode ser especialmente útil quando um dos participantes está em um ambiente barulhento e precisa melhorar a clareza da comunicação.
O WhatsApp experimenta a redução de ruído para chamadas ao vivo. (Fonte: WABetaInfo/Reprodução)
Assim como em outros serviços de chamadas, a função pode ser desativada a qualquer momento. Essa flexibilidade permite que o usuário escolha entre filtrar o ruído ambiente ou manter a captação de sons externos, dependendo da necessidade.
Com a chegada aos testes, o recurso fica mais próximo de ser liberado para o público geral. No entanto, ainda não há previsão oficial para o lançamento.
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A Intel é a mais nova aliada de Elon Musk na construção da Terafab, o projeto ambicioso de fabricação de chips do bilionário. O anúncio foi feito nesta terça-feira (7), depois que Musk passou o fim de semana em visita à empresa de semicondutores.
A ideia é que a Intel atue como uma das assistentes nos processos de idealização e construção da fábrica de semicondutores, que deve fornecer chips de inteligência artificial (IA) avançados para as companhias do empresário.
"Nossa capacidade de projetar, fabricar e embalar chips de altíssimo desempenho em escala ajudará a acelerar o objetivo da Terafab de produzir 1 TW/ano de capacidade computacional para impulsionar os futuros avanços em IA e robótica", diz o comunicado, publicado pela própria Intel na rede social X.
O CEO da Intel, Lip-Bu Tan, apareceu em uma foto ao lado de Musk e reforçou a aliança em uma publicação separada.
"Elon Musk tem um histórico comprovado de reinventar setores inteiros. Isso é exatamente o que a fabricação de semicondutores precisa hoje. O Terafab representa uma mudança radical na forma como a lógica de silício, a memória e a embalagem serão construídas no futuro", diz o executivo.
O que é o projeto Terafab?
A Terafab foi anunciada no fim de março por Musk e consiste em uma fábrica de grandes dimensões para produzir chips de IA para três grandes clientes: a montadora Tesla, a empresa de exploração espacial SpaceX e a xAI, dona do Grok e do X;
O grande desafio de Musk, ao menos até agora, era conseguir a expertise necessária para uma tarefa tão complexa e cara como a montagem de uma fábrica de semicondutores.
Até o momento, não há informações sobre valores ou o que a Intel receberá em contrapartida pela participação. Ainda assim, a notícia foi bem recebida pelo mercado, já que as ações da companhia subiram 4% ao longo do dia.
A aliança pode ser ainda um alívio para a divisão Intel Foundry, grande aposta da marca para o futuro próximo e que atua na fabricação de chips para outros clientes. Para além da Terafab, duas novas fábricas no estado do Arizona estão em fase de construção.
Rumores recentes indicam que Uncharted 5 já estaria nos planos da Naughty Dog antes mesmo do início da pandemia de COVID-19, em 2020. A informação foi compartilhada pelo jornalista Tom Henderson, que afirma que o estúdio chegou a considerar o desenvolvimento do novo título ainda em 2019.
Segundo Henderson, a ideia de um novo jogo da franquia não é recente e já vinha sendo discutida internamente. “Sei que havia algum planejamento para um Uncharted 5 antes do COVID”, afirmou o jornalista, destacando que a sequência seria vista como uma “aposta segura” dentro da indústria.
As especulações ganharam força após movimentações recentes envolvendo membros da equipe criativa da franquia, indicando que o interesse pelo retorno da série pode ter se mantido ao longo dos anos.
Rumores esquentam após diretor fazer publicação nas redes sociais
Os rumores voltaram ao centro das atenções após uma publicação do diretor criativo Shaun Escayg nas redes sociais. O desenvolvedor compartilhou uma imagem de um canhão antigo voltado para uma cidade costeira, acompanhada da legenda “Pesquisa...”, o que levantou suspeitas entre os fãs.
De acordo com Henderson, a imagem pode indicar que o estúdio estaria “potencialmente realizando novas pesquisas para um novo Uncharted 5”, embora nenhum detalhe oficial tenha sido divulgado até o momento.
A ambientação da foto chamou atenção por remeter ao estilo clássico da franquia, marcada por explorações históricas e cenários exóticos. Ainda assim, Escayg não confirmou o contexto da publicação nem o projeto ao qual ela se refere.
Internamente, há indícios de que o diretor esteja envolvido em um projeto não anunciado há alguns anos, o que também alimenta as especulações sobre um possível novo capítulo da série.
Apesar disso, não há confirmação de que a imagem esteja diretamente ligada ao desenvolvimento de um novo Uncharted, mantendo o tema no campo dos rumores.
Além de Intergalactic, Naughty Dog confirmou que está trabalhando em outro projeto não anunciado
Segundo Druckmann, ele atua diretamente como diretor em Intergalactic, mas também participa de um segundo projeto em um papel mais estratégico. “Há outro jogo que está sendo desenvolvido na Naughty Dog, onde assumo uma função mais de produtor”, afirmou.
O executivo explicou que essa abordagem permite acompanhar diferentes equipes dentro do estúdio, oferecendo suporte criativo e feedback ao longo do desenvolvimento.
Embora o projeto não tenha sido detalhado, nomes como Shaun Escayg e outros diretores experientes da empresa estariam potencialmente envolvidos na produção.
Potencial Uncharted 5 está no campo das especulações
Até o momento, todas as informações sobre Uncharted 5 devem ser tratadas como rumores. Nem a Naughty Dog nem a Sony confirmaram oficialmente o desenvolvimento do título.
O último lançamento da franquia foi Uncharted: The Lost Legacy, que chegou ao mercado em 2017, marcando quase uma década sem novos capítulos inéditos da série principal.
Diante disso, qualquer menção a uma sequência permanece no campo das especulações, sem previsão ou confirmação oficial por parte dos responsáveis por enquanto.
E você, está ansioso por novidades da franquia Uncharted? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel!
A Take-Two Interactive, empresa responsável por GTA 6, realizou uma reestruturação interna que resultou em demissões em sua equipe de inteligência artificial.
As informações indicam que os cortes afetaram parte do time dedicado ao desenvolvimento de tecnologias voltadas à produção de jogos, embora o número de desligamentos não tenha sido divulgado oficialmente. A notícia veio à tona após publicação de Luke Dicken, então chefe de IA da empresa, que confirmou sua saída junto com a equipe.
“É com muita tristeza que compartilho com vocês que meu tempo na T2, e o da minha equipe, chegou ao fim”, afirmou o executivo, destacando que o grupo trabalhava há anos no desenvolvimento de “tecnologia de ponta para apoiar o desenvolvimento de jogos”.
Até o chefe de IA da Take-Two foi desligado do cargo
Segundo informações divulgadas pelo Kotaku, a reestruturação atingiu diretamente a liderança da divisão, incluindo Luke Dicken, que ocupava o cargo de chefe de IA desde 2025. Ele havia ingressado na função após uma longa trajetória na Zynga, empresa adquirida pela Take-Two em 2022.
Em seu relato público, Dicken ressaltou o trabalho desenvolvido ao longo dos últimos anos. “Estamos desenvolvendo tecnologia de ponta para apoiar o desenvolvimento de jogos há 7 anos”, afirmou, acrescentando que sua equipe era formada por profissionais capazes de combinar inovação com soluções práticas para o fluxo de produção.
Apesar da relevância estratégica da área, a empresa não comentou oficialmente o motivo dos desligamentos. Internamente, a divisão era vista como parte importante na modernização dos processos de desenvolvimento, especialmente com foco em eficiência e automação.
A falta de detalhes sobre a quantidade de funcionários afetados reforça o caráter discreto da reestruturação, que surpreendeu parte da indústria e profissionais ligados ao setor.
Demissões ocorrem após CEO da Take-Two afirmar que nenhuma IA conseguiria recriar um jogo como GTA 6
As demissões acontecem em um momento em que a inteligência artificial segue em debate dentro da indústria de games. Recentemente, o CEO da Take-Two, Strauss Zelnick, afirmou que a tecnologia não seria capaz de criar experiências no nível de grandes produções como GTA 6.
“A ideia de que novas ferramentas permitiriam a um indivíduo apertar um botão e gerar um sucesso [...] é ridícula”, declarou o executivo, reforçando que o processo criativo humano continua sendo essencial para projetos de grande escala.
Apesar disso, a empresa mantém um discurso de adoção da tecnologia. Em comunicações anteriores com investidores, Zelnick destacou que a companhia possui “centenas de projetos-piloto e implementações” envolvendo IA em diferentes áreas.
Nesse contexto, a reestruturação levanta questionamentos sobre o direcionamento interno da Take-Two, que, ao mesmo tempo em que investe na tecnologia, ajusta suas equipes responsáveis por desenvolvê-la.
Quando GTA 6 será lançado?
GTA 6 está atualmente confirmado para chegar em 19 de novembro para PlayStation 5 e Xbox Series X|S. Até o momento, a Rockstar não anunciou oficialmente uma versão para PC.
Após muito tempo de espera e revelações importantes no spin-off Gen V, a quinta e última temporada de The Boys está prestes a fazer sua estreia no Prime Video. Segundo o streaming, o novo arco de aventuras repletas de super-heróis corrompidos chega a seu catálogo na próxima quarta-feira, dia 8 de abril.
Para aplacar um pouco a ansiedade dos fãs, a empresa decidiu apostar em uma estreia dupla. Assim, o público vai ter acesso imediato a duas horas de histórias, que devem estabelecer as missões de cada protagonista, bem como apresentar os novos obstáculos que vão estar em seus caminhos.
Que horas estreia a temporada 5 de The Boys?
A Prime Video também confirmou que The Boys vai ocupar um horário bastante tradicional dentro de seu padrão de lançamentos. No Brasil, todos os episódios vão ser liberados sempre às 4 horas da manhã, no Horário de Brasília — ou seja, se prepare para madrugar por algumas semanas para evitar qualquer spoiler.
Embora seja baseada nos quadrinhos, a versão de The Boys do streaming seguiu rumos diferentes do material original;
Isso significa que sua parte final promete várias surpresas e reviravoltas que não estão nas histórias de Garth Ennis e Darick Robertson;
Em seu último ano, a série vai mostrar uma versão alternativa dos Estados Unidos que foi dominada pelo Capitão Pátria;
Usando o presidente do país como um fantoche pessoal, o vilão vai conseguir com que os super-heróis da Vought sejam incorporados às polícias e ao exército do país;
Isso deve iniciar uma grande onda de perseguição contra todos que criticam a empresa e suas atividades públicas.
A temporada 5 de The Boys promete ligações diretas com os momentos finais da temporada 2 de Gen V. Nela, os estudantes da Universidade Godolkin se uniram à força de resistência contra o Capitão Pátria, que conta com membros como a Luz-Estrela e um arrependido Trem-Bala, que tenta se redimir dos crimes que cometeu no passado.
Quantos episódios tem a temporada 5 de The Boys?
Além de confirmar o horário de estreia dos novos capítulos de The Boys, a Prime Video também revelou a duração total da parte final. Ela vai ter 8 partes disponíveis, que vão ser adicionadas individualmente a seu catálogo sempre às quartas-feiras até o dia 20 de maio, quando chega a grande conclusão.
Apesar de a série comandada por Erik Kripke realmente estar chegando ao fim, isso não significa o fim das histórias de super-heróis do streaming. Além de ainda existir a possibilidade de que Gen V ganhe uma terceira parte, a empresa vai explorar o passado desse universo em Vought Rising, que vai revelar como os primeiros seres poderosos foram apresentados ao mundo.
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De acordo com as informações do veículo, o título cancelado teria passado por um ciclo conturbado e alto investimento, o que acabou impactando diretamente a estrutura da empresa.
Em comunicado oficial, o estúdio afirmou que os cortes ocorreram por “mudanças nas necessidades do projeto”, destacando ainda que a decisão “não reflete o talento, dedicação ou desempenho” dos profissionais afetados.
Suposto Wildlands estava em desenvolvimento desde 2019 e custou “centenas de milhões de dólares”
Segundo fontes ouvidas pelo Insider Gaming, o projeto, chamado de Wildlands, começou a ser desenvolvido no início de 2019 e enfrentou uma série de problemas internos ao longo do processo.
Entre eles, estão mudanças frequentes na tecnologia utilizada, com até quatro engines diferentes sendo adotadas durante o ciclo de produção.
Além disso, o jogo teria passado por conflitos criativos relacionados à direção narrativa, o que contribuiu para atrasos e retrabalhos constantes. Como resultado, o orçamento do projeto teria escalado significativamente, alcançando a casa das “centenas de milhões de dólares”.
Ainda segundo o relatório, o alto custo de desenvolvimento acabou afetando outros planos do estúdio. Projetos paralelos teriam sido cancelados ao longo dos anos, incluindo um novo título da franquia Deus Ex — que estaria previsto para 2024.
Fontes indicam que o escopo ambicioso do jogo e as mudanças frequentes comprometeram a consistência da produção. Esse cenário teria levado a decisões estratégicas mais rígidas dentro do Embracer Group, responsável pelo estúdio.
Diante desse contexto, o cancelamento de Wildlands teria sido visto como uma medida para conter prejuízos e reestruturar os investimentos da empresa no médio prazo.
Wildlands estava “quase completo”, mas nem chegou a ser anunciado pela Eidos-Montréal
Apesar dos problemas enfrentados, o jogo estaria em estágio avançado de desenvolvimento antes de ser cancelado. De acordo com as fontes, o projeto já havia atingido marcos importantes e se encontrava na fase de polimento.
Ainda assim, Wildlands nunca chegou a ser anunciado oficialmente pela Eidos-Montréal. Informações preliminares indicam que o título seria um jogo de ação e aventura em terceira pessoa com elementos de mundo aberto e fantasia.
O cancelamento teria ocorrido mesmo com uma previsão interna de lançamento para o final deste ano. Segundo o relatório, a decisão pode estar relacionada à avaliação de retorno financeiro por parte do grupo controlador.
Até o momento, nem o estúdio nem o Embracer Group detalharam publicamente os motivos específicos para o encerramento do projeto.
Demissões em massa da Eidos Montreal acontecem pelo terceiro ano seguido
Esta é a terceira rodada consecutiva de demissões na Eidos-Montréal, reforçando um cenário de instabilidade recente dentro do estúdio.
Em 2025, a empresa já havia desligado 75 funcionários — enquanto em 2024 outros 97 profissionais foram afetados por cortes semelhantes em diferentes áreas.
Somando as três ondas de demissões, cerca de 300 funcionários deixaram a companhia nos últimos anos. As decisões têm sido justificadas oficialmente por reestruturações internas e mudanças no direcionamento dos projetos em desenvolvimento.
Em ocasiões anteriores, a empresa afirmou que parte dos cortes ocorreu devido à dificuldade de realocar profissionais para outras iniciativas em andamento. A justificativa segue a mesma linha da atual decisão, com foco em adaptação às demandas do mercado.
O cenário também acompanha um período de ajustes dentro do grupo Embracer, que controla o estúdio desde 2022 e vem promovendo medidas de redução de custos em diversas subsidiárias ao redor do mundo.
E você, gostaria de ter jogado o suposto Wildlands? Conta pra gente nas redes sociais do Voxel!
É comum que uma série comece sua narrativa em um ponto mais neutro da história para que uma complicação seja desenvolvida e, eventualmente, abra caminho para um clímax intenso. The Boys nunca jogou por essa regra e isso permanece intacto. A 5ª e última temporada da série satírica do Prime Video começa com os dois pés na porta — como já era de se esperar.
Se você passou os últimos dois anos aguardando pela continuação da história entre Homelander e Butcher, além de muitos outros personagens centrais, a espera está quase no fim. A nova temporada estreia nesta quarta-feira (8), mas o Minha Série já pode te dizer o que achou dos 2 primeiros episódios. Confira abaixo a crítica sem spoilers do começo do fim de The Boys.
O tom mudou, ainda que com humor
A temporada 5 de The Boys chega com um tom mais sério, na medida do possível.
Por se tratar de uma sátira, é comum colocarmos o humor como a primeira característica a ser lembrada em The Boys. A série é composta por absurdo atrás de absurdo e não existe um episódio sem algum acontecimento chocante. Essa identidade continua muito presente na 5ª temporada, mas existe uma mudança: o tom.
A temporada final da série de super-heróis esquisitos está mais sombria do que nunca. Os acontecimentos que encerraram a 4ª temporada pesam não apenas na narrativa, mas também na forma que a série se comunica. Menos risadas, mais conversas sérias e mais desconfiança permeiam os dois primeiros episódios.
Em um momento em que Hollywood sobrevive da nostalgia, The Boys é um respiro de ar fresco
Parte dessa mudança também pode ser explicada pelo contraste com Gen V, spin-off ambientado em uma universidade de “supes”. Mesmo contendo muita violência, a série ainda acaba sendo um pouco mais leve que The Boys.
Uma narrativa que não deixa nada a desejar
Personagens secundários são bem desenvolvidos nos dois primeiros episódios.
Apesar de chamar atenção por suas cenas grotescas e explícitas, The Boys conta com uma narrativa clara desde o princípio. O criador da série, Eric Kripke, segue equilibrando bem todos os aspectos do roteiro: até o momento ninguém foi esquecido, o desenvolvimento não foi jogado fora e a maioria dos personagens se torna até mais complexo nessa temporada.
Nos dois primeiros episódios, camadas que não existiam foram adicionadas até aos personagens mais simplórios. E a melhor parte: quando você acha que sabe exatamente o que está acontecendo, a série faz questão de mostrar que você não sabe de nada. Talvez essa seja a maior graça de The Boys, você nunca sabe o que está por vir.
Coincidências que desanimam
A semelhança com o mundo real deixa a série mais pesada ainda.
Calma. Até agora, nada na série prejudicou o entretenimento. Assistir a essa temporada de The Boys provoca sentimentos mistos. Ao mesmo tempo que é impressionante ver que os roteiristas acabaram prevendo muitas coisas que aconteceriam no mundo real, é triste lembrar que nem tudo presente na série é ficção.
Vale a pena assistir a última temporada de The Boys?
A surpresa com o absurdo continua, eles realmente são bons nisso. A série continua acertando e vocês vão ter que me perdoar pelo uso das palavras: tem tiro, porrada, bomba, sexo, daddy issues, fascismo, morte, subjetividade, indiretas bem diretas, palavrão pra c#r%#ho, genocídio e pessoas que só podem usar seus poderes peladas (um clássico desse universo). Tudo isso em dois episódios que te deixam preso na tela e tornam quase impossível não ver o restante da temporada.
Em um momento em que Hollywood sobrevive da nostalgia, The Boys é um respiro de ar fresco. O mais assustador é que, infelizmente, a história é tão bem construída que o roteirista acabou prevendo acontecimentos que deveriam ser reservados apenas para a ficção. A nossa sorte é que os políticos do mundo real não possuem superpoderes.
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Dying Light: The Beast recebeu recentemente uma nova atualização com uma série de melhorias e ajustes — pouco tempo depois do lançamento da versão Restored Land no fim de março.
As mudanças fazem parte do suporte contínuo ao jogo, trazendo foco em otimizações de sistemas e correções gerais de problemas. Além da nova edição expandida, o update trouxe ajustes de balanceamento e melhorias na experiência geral, especialmente em mecânicas centrais.
A desenvolvedora reforçou o compromisso com o aprimoramento do título, indicando que as atualizações visam tornar a experiência “o mais próximo possível da perfeição para seus jogadores”.
Conheça Restored Land, a nova versão completa de Dying Light The Beast
A versão Restored Land, lançada no dia 26 de março, reúne o jogo base com todas as atualizações pós-lançamento, ampliando significativamente o conteúdo disponível. A edição foi disponibilizada gratuitamente para quem já possui o jogo e introduz novas formas de jogar.
Entre as novidades está o modo de morte permanente opcional, que aumenta o nível de desafio ao punir erros com consequências definitivas. A proposta altera o ritmo da progressão e exige maior cautela dos jogadores na exploração.
A atualização também adiciona desafios com veículos, focados tanto em combate quanto em otimização de rotas, expandindo a variedade de atividades no mapa. Esses modos oferecem novas formas de interação com o mundo do jogo.
Outras adições incluem 33 novos encontros de missão, cinco esconderijos secretos inéditos e sete novas conquistas, ampliando o escopo da exploração e da progressão. Também foram incluídos novos golpes finais com animações mais brutais.
Vale destacar que o modo cooperativo também recebeu diversas melhorias, ajustando a experiência multiplayer para maior estabilidade e integração entre os jogadores.
Nova atualização trouxe uma série de ajustes para a versão Restored Land
Agora, na atualização mais recente lançada no início desta semana, há uma lista extensa de mudanças de balanceamento, com destaque para o sistema de fome do personagem. Entre as alterações, está a redução do consumo durante o sono e uma progressão mais lenta da perda de energia.
Também foram feitas mudanças na recuperação da fome, além de ajustes nos estados críticos, que agora demoram mais para serem ativados. Essas alterações buscam equilibrar melhor a sobrevivência ao longo da campanha.
Além disso, os vendedores passaram a oferecer novos itens, enquanto projetos de armas de DLC agora podem ser aprimorados para raridade lendária. Isso amplia as opções de progressão e personalização de equipamentos.
Por fim, o gerenciamento de inventário foi ajustado para evitar perda de itens, com sistemas que movem automaticamente equipamentos quando o espaço está cheio. A atualização também trouxe diversas correções técnicas e melhorias de estabilidade.
A lista completa com o hotfix 1.6.1 de Dying Light The Beast você confere abaixo!
Redução do consumo de fome durante o sono.
Diminuição mais lenta da fome em geral.
Os estados "Muito Faminto" e "Faminto" agora são ativados mais tarde.
Os vendedores agora oferecem bares de comida improvisados.
Os projetos de armas dos pacotes de DLC agora podem ser aprimorados para a raridade Lendária.
Ao receber uma nova arma durante uma cena de corte com o inventário cheio, a arma de menor qualidade é automaticamente movida para o depósito.
Se o inventário e o depósito estiverem cheios, a arma de menor qualidade será descartada no chão.
As conquistas "Better Be Safe" e "Peace Bringer" não são mais concluídas automaticamente.
Perseguições noturnas reequilibradas — agora é um pouco mais fácil escapar das perseguições de nível 1.
Aumentam as chances de saquear trapos e bandagens de Mordedores e Virais.
Corrigida a conexão multiplataformas entre Steam e Epic.
Corrigido o problema que limitava a quantidade de munição que o jogador podia saquear de inimigos humanos à distância.
Corrigido o problema que impedia o jogador de largar a arma equipada após entrar na arena do Retalhador.
Corrigido o problema com a barra de fome que desaparecia durante a luta contra a Besta.
Corrigido o problema que impedia o Alpha Volatile de aparecer durante as sequências de perseguição em Restored Land.
Corrigido o problema com a contagem de "Dias Sobreviventes" após o início de uma corrida.
Corrigido o problema que impedia a exibição das tabelas de classificação em alguns casos.
Corrigido o problema que fazia com que a mensagem sobre a Área Restaurada sempre aparecesse após carregar um jogo salvo.
Corrigido o problema que impedia a resposta de alguns encontros.
Corrigido o problema com os valores de Itens Encontrados na seção de Classificação.
Corrigido o problema com o ciclo noturno que ocorria ao sair para o menu principal durante o desafio.
Corrigimos algumas colisões nos novos Roadkill Rallys.
Corrigido o problema em que os itens empilhados eram subtraídos incorretamente ao serem movidos para o Depósito.
Corrigido o problema que impedia o jogador de receber a conquista "Predador Supremo" sem matar um Volátil após a cena de corte na missão "Um sobrevoou o ninho dos Voláteis".
Corrigido o problema com os efeitos sonoros ausentes após falha ao carregar um arquivo de salvamento corrompido.
Corrigido o problema que causava o loop infinito de morte após o jogador sair do mapa/área jogável durante o Roadkill Rally.
Corrigido o problema de vários NPCs que não respondiam durante o jogo em modo cooperativo.
E você, já está explorando as novidades de Dying Light The Beast? Conta pra gente nas redes sociais do Voxel!
Ainda não sabe o que assistir na Netflix nesta semana? Não se preocupe, pois, nós, do Minha Série, já vasculhamos o catálogo do streaming para descobrir quais serão os melhores lançamentos dos próximos dias para que você não perca absolutamente nada!
A semana promete agitar o catálogo da plataforma de streaming com uma seleção eclética: documentários investigativos, dramas internacionais, comédias criminosas e até uma luta ao vivo de boxe.
Confira abaixo os 8 melhores filmes e séries que estreiam na Netflix nesta semana e já separe o que vai assistir!
Netflix: 8 melhores filmes e séries da semana (6 a 12 de abril)
8. Untold: O Rei em Xeque (7 de abril)
A franquia documental Untold volta com mais um capítulo surpreendente. Untold: O Rei em Xeque mergulha em um dos escândalos mais bizarros do mundo dos esportes: uma partida entre grandes mestres do xadrez que descambou para uma polêmica absolutamente inusitada e que virou caso internacional.
O documentário é instigante e peculiar, e promete arrancar gargalhadas e espanto em igual medida. Para quem gosta de histórias reais que parecem roteiro de comédia, é leitura obrigatória.
7. Confie em Mim: O Falso Profeta (8 de abril)
No melhor estilo true crime, Confie em Mim: O Falso Profeta acompanha um especialista em cultos e um cineasta que se infiltram em uma seita polígama para expor um autoproclamado profeta e levá-lo à justiça.
A série documental é descrita como investigativa e intensa, com o clima de suspense que os fãs do gênero adoram. Uma produção que levanta questões perturbadoras sobre fé, manipulação e poder, e que vai prender você do começo ao fim.
6. Bandi (9 de abril)
Produção francesa ambientada na Martinica, Bandi é um drama criminal que acompanha um grupo de irmãos órfãos que, após a morte da mãe, luta para sobreviver e vê alguns de seus membros serem atraídos para o crime como forma de manter a família unida.
Criada por Éric Rochant e Capucine Rochant, a série tem no elenco Djody Grimeau, Rodney Dijon e Ambre Bozza, entre outros. A obra é intensa, visceral e com forte apelo humano. Uma das apostas mais originais da semana.
5. Erros Épicos (9 de abril)
Comédia criminal com toque de humor ácido, Erros Épicos apresenta dois irmãos completamente incompetentes que são chantageados e forçados a trabalhar para pessoas muito perigosas, com resultados previsíveis e hilários.
Criada por Daniel Levy e Rachel Sennott, a série tem no elenco o próprio Levy ao lado de Taylor Ortega e Laurie Metcalf. É um título irreverente, acelerado e cheio de situações absurdas. Para quem quer rir muito sem abrir mão de uma boa dose de tensão.
4. 18 Rosas (9 de abril)
Vindo das Filipinas, 18 Rosas é um drama romântico que acompanha uma adolescente cheia de sonhos que faz um acordo com um novato solitário para realizar a festa de debutante perfeita, mas sentimentos inesperados e revelações surpreendentes ameaçam mudar tudo.
Com Kyle Echarri e Xyriel Manabat no elenco, o filme é emocionante, agridoce e cheio de coração. Uma boa pedida para quem curte dramas asiáticos com aquele toque especial de romance juvenil.
3. Mar Branco - 3ª temporada (10 de abril)
A aguardada 3ª temporada de Mar Branco chega à Netflix para dar continuidade a uma das séries portuguesas mais aclamadas da plataforma.
A produção acompanha Eduardo e seus amigos nas ilhas dos Açores, onde a descoberta de um carregamento de cocaína naufragado desencadeou uma série de eventos que mudou para sempre a vida de todos na pequena comunidade.
Com José Condessa, Helena Caldeira e Rodrigo Tomás no elenco, e criada por Augusto Fraga, a série é visceral e absolutamente viciante. Quem ainda não assistiu às temporadas anteriores tem uma boa desculpa para uma maratona antes da estreia.
2. Ataque Brutal (10 de abril)
Adrenalina pura em Ataque Brutal: quando um furacão catastrófico atinge uma cidade costeira, os moradores ilhados precisam sobreviver não apenas às águas que sobem rapidamente, mas também a tubarões famintos que invadem as ruas inundadas.
Com Phoebe Dynevor, Whitney Peak e Djimon Hounsou no elenco, o filme é assustador, tenso e de ritmo acelerado. Uma mistura explosiva de filme-catástrofe com terror de criaturas que promete deixar o público na ponta do sofá.
1. Tyson Fury vs. Arslanbek Makhmudov (11 de abril)
Foto: Netflix.
O grande destaque da semana é uma luta histórica transmitida ao vivo pela Netflix. Tyson Fury retorna ao boxe para enfrentar Arslanbek Makhmudov em um duelo de pesos-pesados direto do Reino Unido, no dia 11 de abril, a partir das 15h (horário de Brasília).
O ex-campeão mundial volta aos ringues em uma das disputas mais aguardadas do ano, e a Netflix transmite tudo ao vivo para assinantes de todos os planos. Para os fãs de boxe e para quem simplesmente quer assistir a um grande espetáculo esportivo, este é o evento da semana.
O Checkpoint desta segunda-feira (06) traz boas notícias para os jogadores de PS5 que ainda não tiveram a oportunidade de jogar Starfield, game de exploração espacial desenvolvido pela Xbox Games Studios que chega no dia 7 de abril ao console da Sony.
No lançamento em 2023 para Xbox Series e PC, Starfield custava US$ 70. Agora, com a estreia no PS5, o game está custando apenas US$ 50 — com a Bethesda confirmando que o preço da edição padrão também está caindo em todas as plataformas.
Quer saber o que mais rolou no mundo dos games nesta segunda (06)? Então prepara o cafezinho da tarde e acompanhe o Voxel por mais um Checkpoint!
Além de mais barato, Starfield no PS5 terá visual aprimorado
Starfield chega ao PS5 em 7 de abril de 2026 com preço reduzido em relação ao lançamento original e melhorias técnicas específicas para o console da Sony.
O RPG da Bethesda será vendido por US$ 49,99 (US$ 20 a menos que os US$ 69,99 cobrados em 2023) e marca a estreia do título no PlayStation após quase três anos de exclusividade no Xbox. Além do valor mais acessível, a versão de PS5 contará com aprimoramentos visuais e recursos dedicados ao hardware.
Segundo a Bethesda, “o Modo Visual Profissional oferece uma renderização final em 4K com foco na fidelidade”, enquanto o Modo Desempenho busca “atingir 60 FPS para uma experiência mais fluida”, além do suporte a funcionalidades do DualSense, indicando uma adaptação mais refinada ao console da Sony.
Multiplayer de The Last of Us foi engavetado 24h antes do anúncio do cancelamento
O multiplayer de The Last of Us, conhecido como The Last of Us Online (ou Factions), foi cancelado apenas 24 horas antes do anúncio oficial ao público, segundo revelou o diretor do projeto, Vinit Agarwal.
O jogo, que estava em desenvolvimento há cerca de sete anos pela Naughty Dog, acabou sendo interrompido em 2023 após uma mudança de estratégia do estúdio.
Em entrevista, Agarwal afirmou que a decisão foi comunicada internamente de forma tardia, destacando que “soube do cancelamento 24 horas antes do anúncio público”.
Ele também indicou que o projeto estava avançado, com cerca de “80% de conclusão” e indo “muito, muito bem internamente”, mas acabou preterido em favor de novos projetos single-player liderados pelo estúdio.
Novo filme de Resident Evil teria recebido ótima avaliação em testes, segundo rumores
Segundo rumores, o novo filme de Resident Evil, dirigido por Zach Cregger, teria recebido avaliações positivas em suas primeiras exibições de teste.
A informação vem de fontes não oficiais e indica que o longa, ainda sem muitos detalhes divulgados, pode ter agradado ao público inicial antes mesmo de sua confirmação formal nesses eventos.
De acordo com o insider DanielRPK, as reações ao filme foram descritas como “ótimas”, embora as exibições antecipadas não tenham sido oficialmente confirmadas.
Até o momento, o projeto segue envolto em poucas informações, mas a proposta envolve uma história original dentro do universo da franquia, com abordagem independente em relação aos filmes anteriores.
Filmes de Super Mario conseguem feitos históricos ao estrearem com mais de US$ 350 milhões em bilheteria cada
A franquia de filmes de Super Mario alcançou um marco inédito na indústria ao registrar duas estreias globais acima de US$ 350 milhões, consolidando seu desempenho entre as maiores bilheterias de animação.
O feito envolve tanto o primeiro longa quanto a sequência mais recente, que chegaram a esses números logo nos primeiros dias em cartaz.
Segundo dados divulgados pela imprensa internacional, o novo filme arrecadou cerca de US$ 372,5 milhões mundialmente em seu fim de semana de estreia, enquanto o anterior havia alcançado US$ 387,8 milhões no mesmo período.
Com isso, a série se tornou “a única franquia de animação a estrear mundialmente com mais de US$ 350 milhões em duas ocasiões”, estabelecendo um novo recorde para o gênero. Saiba mais detalhes aqui.
Game de terror “protagonizado por Nathan Drake” muda o personagem após repercussão
O jogo de terror 28 Floors: Outbreak, disponível no PS5, teve o visual de seu protagonista alterado após repercussão nas redes sociais.
O motivo foi a semelhança direta do personagem com Nathan Drake, protagonista da franquia Uncharted, o que chamou a atenção de jogadores pouco tempo após a divulgação do título.
Após a reação do público, o estúdio responsável modificou o rosto do personagem, removendo os traços associados ao herói da série da Naughty Dog.
Imagens compartilhadas online indicavam que o protagonista era uma “cópia clara” de Nathan Drake, o que levou à rápida mudança por parte dos desenvolvedores.
E aí, o que você achou das principais notícias de games do dia no Checkpoint? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel e do TecMundo!
O desenvolvimento de GTA 6 pode ter levado a Rockstar a reformular completamente sua tecnologia interna, segundo Rob Carr, ex-engenheiro de áudio que trabalhou em grandes clássicos do estúdio, como GTA 5 e L.A. Noire.
Em entrevista recente ao podcast Kiwi Talks, o engenheiro afirmou que o longo ciclo de produção pode estar ligado a mudanças profundas na RAGE Engine, principal ferramenta da empresa. De acordo com Carr, apesar de não estar envolvido no projeto, há indícios de uma grande atualização na base tecnológica do jogo.
“Não sei nada sobre isso, além do fato de que provavelmente eles reconstruíram toda a RAGE Engine, considerando o tempo que levaram”, disse. Ele também destacou que a evolução da tecnologia nos últimos anos pode justificar essa possível decisão.
Engenheiro ficaria “surpreso” se Rockstar não atualizasse sua engine para GTA 6
Na mesma entrevista, Carr afirmou que esperaria mudanças significativas na engine utilizada pela Rockstar. Segundo ele, seria improvável que o estúdio mantivesse a mesma estrutura vista em GTA 5, lançado originalmente para gerações anteriores.
"Ficarei surpreso se não o fizerem, porque a arquitetura da tecnologia avançou significativamente desde GTA 5, o que, aliás, é fácil de esquecer”, explicou no Kiwi Talks.
O ex-desenvolvedor também chamou atenção para o intervalo entre os lançamentos, apontando que o avanço técnico do setor exige adaptações constantes. Para ele, a distância entre GTA 5 e o novo título reforça a necessidade de uma base mais moderna para sustentar as ambições do projeto.
Carr ainda ressaltou que a Rockstar costuma reaproveitar e expandir sistemas já existentes, citando exemplos de mecânicas que evoluíram ao longo da franquia. “Há coisas que eles fizeram em GTA 5 que definitivamente vão querer expandir e usar como mecânica principal”, comentou.
Apesar das declarações, o próprio engenheiro reforçou que não possui informações internas sobre o desenvolvimento. “Essa é a única coisa que posso dizer com total certeza”, afirmou, deixando claro que suas observações são baseadas em experiência prévia e no contexto da indústria. Portanto, trate o texto com muita cautela, pois nada disso foi confirmado oficialmente pela Rockstar.
Conheça a RAGE Engine
A RAGE Engine, sigla para “Rockstar Advanced Game Engine”, é o motor gráfico proprietário utilizado pela Rockstar em seus principais jogos. Ele é a base de títulos de mundo aberto conhecidos pela escala e nível de detalhamento.
O motor foi introduzido em 2006 e, desde então, passou por diversas evoluções para acompanhar o crescimento técnico dos projetos do estúdio. Ele permite sistemas complexos de física, iluminação e inteligência artificial.
Ao longo dos anos, a RAGE se consolidou como um dos pilares das produções da Rockstar, sendo constantemente aprimorada para suportar mundos maiores e mais detalhados.
No caso de GTA 6, a possível atualização ou reconstrução da engine pode representar um salto técnico relevante para a franquia. Com o lançamento se aproximando, mais detalhes devem ser revelados em breve.
Quando GTA 6 será lançado?
GTA 6 está atualmente confirmado para chegar em 19 de novembro para PlayStation 5 e Xbox Series X|S. Até o momento, a Rockstar não anunciou oficialmente uma versão para PC.
Lançado no dia 1º de abril, o filme de Super Mario Galaxy roubou de Devoradores de Estrelas o posto do filme com a melhor estreia de 2026 até agora. Enquanto a aventura espacial conquistou US$ 80 milhões em seu fim de semana de lançamento, a nova animação do encanador bigodudo registrou US$ 130 milhões em bilheteria no mesmo intervalo.
Segundo a Universal Pictures, que distribui a animação da Illumination, ela já conquistou US$ 190 milhões nos cinco dias após sua estreia. Os números são semelhantes, mas um pouco menores, do que o filme anterior, que registrou US$ 204 milhões no mesmo período.
Super Mario Galaxy quebra recordes para uma animação
Em sua estreia, o filme levou mais de 150 mil pessoas aos cinemas brasileiros. Imagem: Divulgação/Universal Pictures
Nos mercados internacionais, Super Mario Galaxy conquistou outros US$ 182,4 milhões em bilheteria, para um total de US$ 372,5 milhões nos cinco dias após sua estreia. Novamente, o número é um pouco menor do que o da animação anterior da série, que registrou US$ 375 milhões no mesmo intervalo.
Com os resultados, os filmes do Mario se firmam como a única franquia animada da história cujos todos os capítulos lançados superaram os US$ 350 milhões em bilheteria global nos 5 dias após suas estreias;
Super Mario Galaxy também se firmou como a segunda melhor estreia da história da Illumination — só perdendo para seu antecessor;
Até o momento, a animação tem a quarta melhor bilheteria de 2026 e só perde para Devoradores de Estrelas e para as comédias Cara de Um, Focinho de Outro, e a chinesa Pegasus 3;
No Brasil, o filme levou mais de 150 mil pessoas aos cinemas no dia 1º de abril e gerou R$ 3,2 milhões na estreia, segundo dados da Filme B Box Office Brasil;
Segundo o CEO da AMC, Adam Aron, o filme foi um sucesso entre todos os públicos e levou muitas crianças para as salas de cinema;
Com a animação, o mercado norte-americano superou a marcar de US$ 2 bilhões em arrecadação em 2026;
Segundo a Comscore, 62% do público de Super Mario Galaxy até agora é formado por pessoas que não têm o costume de frequentar cinemas;
A margem é considerada excelente pelo mercado, que costuma trabalhar com margens que vão de 27% a 35%.
Super Mario Galaxy também representa um recorde pessoal para Chris Meledandri, fundador, CEO e produtor da Illumination Pictures. O título representa o 16º filme que sua empresa lança nos últimos 16 anos, desde que o primeiro Meu Malvado Favorito fez sua estreia — número que vai ser expandido para 17 com a estreia de Minions & Monsters em julho deste ano.
Super Mario Galaxy promete grande lucratividade para a Universal
Embora ainda esteja incerto se Super Mario Galaxy vai conseguir igualar a bilheteria total de seu antecessor, a animação parece estar no rumo para superar a marca de US$ 1 bilhão no mercado global. O primeiro filme da série, de 2023, encerrou sua passagem pelos cinemas com US$ 1,36 bilhão arrecadados.
Super Mario Galaxy já recuperou seus custos de produção. Imagem: Divulgação/Universal Pictures
O que está certo é que o filme deve ser bastante lucrativo para a Universal Pictures e para a Nintendo, que investiram US$ 110 milhões em seu desenvolvimento. Dirigido novamente por Aaron Horvath e Michael Jelenic, o longa apresenta alguns personagens inéditos dos games, como Rosalina e Bowser Jr.
O bom desempenho comercial de Super Mario Galaxy acontece mesmo diante de uma recepção crítica negativa. No Metacritic, a animação tem pontuação média de 36 pontos entre a mídia especializada, enquanto no Rotten Tomatoes sua taxa de recomendação entre veículos profissionais é de 42%.
Animação estreia com ação especial para o público brasileiro
Como forma de divulgar o lançamento de Super Mario Galaxy no Brasil, a Universal Pictures fez uma parceria com as ginastas Rebeca Andrade e Flavia Saraiva. As duas atletas de alto desempenho usam seus saltos e flexibilidade para traçar paralelos com Peach e Rosalina, duas personagens importantes da história.
“O conteúdo reforça o poder, o protagonismo e a garra tanto das personagens, quanto das ginastas que apresentam movimentos precisos além de esbanjar simpatia e carisma”, destaca a empresa. E quem já pode conferir o longa sabe que a comparação não é exagerada, já que ambas as personagens demonstram grandes habilidades diante dos desafios que aparecem em seus caminhos.
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Atualmente em fase de pré-produção, a temporada 2 de Dexter: Ressurreição acaba de adicionar um nome de peso a seu elenco. Segundo a Variety, Brian Cox, conhecido por seu trabalho em Succession, vai ser o responsável por interpretar o assassino conhecido como “O Estripador de Nova York”.
Embora tenha sido mencionado algumas vezes na fase inicial do show, o personagem nunca chegou a aparecer em tela. A escalação de Cox para o papel mostra que o assassino serial vai ter um papel ainda mais importante e deve virar o grande antagonista dos próximos episódios.
O que sabemos sobre o papel de Brian Cox em Dexter Ressurreição?
Brian Cox se destacou por seu papel em Succession. Imagem: Divulgação/HBO
Também conhecido pelo nome civil de Dom Framt, o personagem interpretado por Brian Cox é descrito como uma figura lendária no universo de Dexter Ressurreição. Ele ganhou seu apelido devido a uma série de crimes que cometeu no passado, mas nunca foi capturado pela polícia.
Apesar de ter se “aposentado”, O Estripador de Nova York continua a perturbar os sobreviventes de suas ações até os dias atuais;
O nome do personagem aparece nas cenas finais da temporada 1, em meio a documentos encontrados por Dexter e pela detetive Claudette Wallace;
Cox já interpretou um assassino serial famoso em Caçador de Assassinos, filme de 1986 no qual assumiu o papel de Hannibal Lecktor;
Até o momento, Dexter Ressurreição não revelou muitos detalhes do Estripador de Nova York para além do que foi revelado nos arquivos de Prater. Neles, ele é descrito como um homem com 30 a 40 anos de idade, que tem como principal prazer atormentar suas vítimas e fazê-las sofrer o máximo possível.
Quando estreia a temporada 2 de Dexter Ressurreição?
A presença do Estripador de Nova York na segunda temporada deve permitir que os fãs de Dexter Ressurreição descubram os motivos pelos quais ele “se aposentou” da profissão. Como deve chamar a atenção da polícia graças às ações do protagonista, o novo vilão da série vai ter motivos de sobra para voltar a agir e transformar Dexter — e todos aqueles próximos a ele — em um alvo.
A previsão é que a nova temporada da série não vai demorar muito a estrear, e seus primeiros episódios devem chegar em outubro deste ano. No entanto, ainda é possível que ela sofra com alguns atrasos, dado que as gravações dos próximos capítulos só vão começar no dia 13 de abril.
A temporada 2 de Dexter Ressurreição deve receber um tratamento especial, pois vai ser lançada no ano em que a franquia celebra 20 anos de existência. No Brasil, o novo arco deve ser exclusivo ao serviço Paramount+, que já concentra as principais produções do mesmo universo.
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2026 mal começou e já vem mostrando que será um dos melhores anos para os gamers. Só no primeiro trimestre, os jogadores já puderam conferir uma série de jogos que sem dúvidas estarão disputando as principais premiações da temporada, como a The Game Awards entre outras.
Desde os esperados Nioh 3 e Resident Evil Requiem, até as grandes surpresas como Monster Hunter Stories 3 Twisted Reflection e o recente Crimson Desert, que prometeu muito e entregou tudo no seu lançamento. E para te ajudar a escolher o que jogar neste e em outros feriados, o Voxel preparou uma lista com os 20 melhores jogos deste começo do ano! Confira!
20. Crimson Desert (Nota: 78)
Crimson Desert é um RPG de ação de mundo aberto ambientado no mesmo universo de Black Desert Online. O game mistura um sistema de combate amplo, com centenas de movimentos, um enredo repleto de ramificações, e um mapa gigantesco com milhares de atividades. O jogo é ideal para quem busca um título com horas e horas de diversão, e muita liberdade para traçar seu caminho.
19. Etrange Overlord (Nota: 78)
Etrange Overlord é um RPG com estética retrô e forte inspiração em clássicos do gênero. Nele, você controla um protagonista que precisa sobreviver a um mundo dominado por forças obscuras. O jogo aposta em uma exploração livre, e um enredo com foco nas escolhas que impactam diretamente o desenrolar da história. Perfeito para quem deseja se divertir com um game repleto de elementos nostálgicos.
18. RIDE 6 (Nota: 79)
RIDE 6 é o capítulo mais recente da principal franquia de corrida de motos. A nova versão traz um leque ainda maior de veículos licenciados, pistas mais realistas e uma física aprimorada, tudo para elevar o nível de realismo da série, que é popularmente conhecida como “Gran Turismo de duas rodas”. Ideal para quem busca um título que mescla elementos de simulação, com um amplo sistema de personalização de motos e pilotos.
17. REANIMAL (Nota 80)
REANIMAL é um jogo de terror cooperativo, que foi desenvolvido pela mesma equipe que fez Little Nightmares.E assim como na franquia de sucesso, este game tem um foco na exploração e sobrevivência, trazendo ambientes perturbadores de arrepiar os cabelos. Além disso, ele traz um visual estilizado, e aposta em uma narrativa tensa do início ao fim. Perfeito para os amantes do gênero e, principalmente, os fãs de LN.
16. Avowed (Nota: 81)
Avowed é um RPG em primeira pessoa ambientado no universo de Pillars of Eternity.Ele chegou este ano ao PS5, depois de um bom tempo exclusivo para o Xbox e PC. O jogo traz um sistema de combate mágico, com uma exploração livre e escolhas narrativas. Além disso, ele tem um foco na liberdade de construção de personagens graças a um extenso leque de habilidades. Um título voltado para fãs de jogos de RPG em primeira pessoa, como Skyrim e Kingdom Come: Deliverance II.
15. Marathon (Nota: 82)
Marathon é um dos jogos mais esperados para este começo de ano. Desenvolvido pela Bungie, criadora de Destiny, o game traz uma campanha e vários modos de jogo, que incluem desde partidas no estilo extração, até um multiplayer competitivo de times contra times. Tudo isso ambientado em um cenário sci-fi com cenários imersivos e estratégicos. O game é indicado para quem gosta de um bom shooter, seja no offline, como no online com seus amigos.
14. Cairn (Nota: 83)
Cairn apresenta uma experiência de escalada realista, onde o jogador precisa gerenciar sua resistência e planejar cada movimento em ambientes hostis. Ele se destaca pela física apurada e uma proposta diferenciada, sendo ideal para que busca jogos “fora da caixinha”, com uma jogabilidade muito inovadora.
13. Dragon Quest I & II HD-2D Remake (Nota: 83)
Dois dos maiores clássicos da história dos games ganharam um remake este ano. Dragon Quest I & II HD-2D Remake, como o nome sugere, reimagina os games que revolucionaram o gênero, com gráficos em alta definição, e uma jogabilidade adaptada para os consoles da atual geração, como o PlayStation 5. Mais do que recomendado para os fãs da franquia, e de quem aprecia um bom RPG.
12. Planet of Lana II (Nota: 83)
Planet of Lana II marca o retorno do game que conquistou corações ao redor do mundo. Ele continua a jornada que é focada na resolução de puzzles, e conta com uma narrativa impactante e estilo artístico marcante. Já a jogabilidade mantém os elementos que fizeram esse uma das grandes surpresas do gênero nos últimos anos. Uma boa pedida para quem busca um game relaxante e ao mesmo tempo desafiador.
11. Under the Island (Nota: 83)
Under the Island é um RPG indie que mistura exploração, combate e narrativa em um mundo estilizado. O jogador precisa descobrir segredos, enquanto evolui suas habilidades e interage com personagens ao longo da sua jornada. O game é voltado para quem gosta de jogos no estilo retrô, que remetem aos clássicos das gerações 16 e 32 bits.
10. Ys X: Proud Nordics (Nota: 83)
Lançado originalmente em 2025 no Japão, Ys X: Proud Nordics chegou esse ano ao PS5. O game traz uma jogabilidade baseada em combates rápidos, e com uma narrativa focada em uma aventura marítima. Além disso, ele tem como um dos principais elementos as diferentes formas de evoluir seu personagem, e a variedade de atividades ao longo da sua jornada. Altamente recomendado para quem busca um RPG único e com muitas horas de diversão.
9. MIO: Memories in Orbit (Nota: 83)
MIO: Memories in Orbit é um game com elementos metroidvania e com uma ambientação sci-fi. Nele você deve explorar uma enorme arca tecnológica, que foi dominada por máquinas malignas. Cabe agora sobreviver e encarar todos os perigos para fugir do local e descobrir todos os mistérios que envolvem a base. Esse é um jogo perfeito para quem busca um título repleto de enigmas e desafios, com uma jogabilidade que remete aos clássicos do passado.
8. GRIME II (Nota: 83)
Outro metroidvania que merece destaque é GRIME II.O game também conta com elementos de soulslike, trazendo um sistema de combate desafiador, e ao mesmo tempo punitivo para qualquer descuido. A jogabilidade permite que você roube as formas dos inimigos derrotados e use-as a seu favor, seja incorporando os mesmos, ou criando versões das criaturas abatidas. Indicado para quem busca jogos de plataforma desafiadores, e para quem não tem receio de morrer dezenas de vezes.
7. BlazBlue Entropy Effect (Nota: 84)
BlazBlue Entropy Effect X é uma evolução do spin-off roguelike da franquia de ação em plataforma 2D. O game traz combates rápidos, progressão baseada em runs e grande variedade de personagens, cada um com suas habilidades únicas. O jogo combina ação intensa com elementos de construção de builds, incentivando a experimentação a cada tentativa. Altamente recomendado para os fãs do gênero, e que gostam de games com uma ação frenética.
6. The Legend of Heroes: Trails Neyond the Horizon (Nota: 84)
The Legend of Heroes: Trails Neyond the Horizon dá continuidade à narrativa da série, mergulhando em novos conflitos políticos e alianças dentro do continente de Zemuria. O game traz foco no desenvolvimento de personagens, e na progressão de uma história interligada, mantendo o tradicional sistema de combate por turnos, mas agora com melhorias táticas para as batalhas. Recomendado para os fãs da franquia e de um bom RPG no estilo Clair Obscur: Expedition 33.
5. Super Bomberman Collection (Nota: 85)
Super Bomberman Collection reúne diversos títulos da franquia em um único pacote. A coletânea preserva a jogabilidade tradicional baseada em labirintos, explosões e confrontos multiplayer caóticos. O pacote também inclui modos variados, opções online e melhorias de qualidade de vida. Um prato cheio para os jogadores mais nostálgicos, e para quem busca muita diversão com amigos e familiares de todas as idades.
4. Rune Factory: Guardians of Azuma (Nota: 85)
Rune Factory: Guardians of Azuma combina RPG de ação com simulação de vida em um novo cenário inspirado na cultura oriental. Nele, o jogador precisa restaurar vilarejos, cultivar recursos e enfrentar ameaças sobrenaturais. O jogo expande os sistemas clássicos da franquia, com um combate em tempo real mais dinâmico, maior interação com NPCs e mecânicas de construção mais profundas. Perfeito para quem busca um jogo relaxante, e ao mesmo tempo recheado de desafios.
Monster Hunter Stories 3 é o novo capítulo da sub-série, cuja jogabilidade é focada em combates por turnos. Ele coloca o jogador no papel de um Rider, que cria laços com monstros em um mundo ameaçado por um fenômeno misterioso. O título expande o sistema de vínculos com criaturas, traz novas regiões para explorar e aprimora elementos visuais e mecânicos. O jogo vem sendo muito elogiado, principalmente pelo sistema de captura e uso de criaturas, sendo ideal para fãs de RPG e da franquia da Capcom.
2. Nioh 3 (Nota: 86)
Nioh 3 é o novo game da franquia soulslike da Koei Tecmo, desenvolvida pelo famoso estúdio Team Ninja. O game expande o universo da franquia, e agora, no controle de Tokugawa Takechiyo, será preciso viajar por diferentes eras temporais para derrotar Yokais e seu irmão traidor. A jogabilidade traz novas mecânicas de combate, e habilidades inéditas, que ajudam a encarar inimigos ainda mais desafiadores. O game não é apenas um dos melhores soulslikes de 2026, mas também um dos melhores jogos do ano até o momento.
1. Resident Evil Requiem (Nota: 89)
Resident Evil Requiem lidera o ranking de melhores jogos de 2026. O game apresenta protagonistas distintos, Leon e Grace, e traz uma narrativa cinematográfica do nível de qualidade que a franquia merece. Ele utiliza uma tecnologia avançada para criar ambientes detalhados e uma IA mais realista, além de elementos nostálgicos para a alegria de seus fãs. Mesmo ainda no começo do ano, não é exagero dizer que este é um fortíssimo candidato ao prêmio de melhor game de 2026.
E na sua opinião, qual o melhor jogo de PS5 até o momento? Conte para a gente nas redes sociais do Voxel!
A primeira semana completa de abril já chega com várias novidades nos cinemas e nas plataformas de streaming, entre retornos de personagens, temporadas finais e estreias de filmes.
Os primeiros destaques da semana vão para duas séries que estreiam a quinta e última temporada: The Boys e Hacks. As tramas do Prime Video e HBO Max, respectivamente, se despedem dos fãs após bons anos de sucesso.
Nos cinemas, você pode conferir o lançamento de O Mago do Kremlin, que acompanha uma história política que se passa na Rússia. No Disney+, são duas novidades: a estreia do spin-off de The Handmaid's Tale, Os Testamentos, e o retorno de Malcolm, sitcom de sucesso dos anos 2000.
Veja a lista com os principais lançamentos de filmes e séries da semana!
The Boys - Temporada 5 (08/04/2026)
Série de super-herói
Onde assistir: Prime Video
Uma das temporadas mais esperadas de abril é a quinta de The Boys, que também será a última. Depois de seis anos, veremos o desfecho da história que mostra o mundo sendo comandado por pessoas altamente poderosas que, em vez de salvarem as pessoas, as colocam em risco.
The Boys
Na temporada final, Homelander, ou Capitão Pátria, está mais poderoso do que nunca, deixando o mundo ainda mais ameaçado. Enquanto isso, Butcher segue na missão de destruir todos os supers do planeta, nem que isso signifique perder pessoas que gosta.
Os Testamentos: Das Filhas de Gilead (08/04)
Série de drama
Onde assistir: Disney+
Nesta semana, você também confere a estreia da série derivada de The Handmaid's Tale, também conhecida como O Conto da Aia, que conta a história da transformação dos Estados Unidos em um estado teocrático e autoritário. A nova produção, então, se passa anos depois desses acontecimentos.
Os Testamentos
Os Testamentos: Das Filhas de Gilead vai acompanhar a rotina de Gilead durante a queda do regime, focando em adolescentes que são a resistência. As protagonistas são Agnes (Chase Infiniti) e Daisy (Lucy Halliday), e a atriz Ann Dowd retorna como Tia Lydia. Elizabeth Moss, protagonista da série origina, volta como produtora executiva.
O Mago do Kremlin (09/04)
Filme de drama
Onde assistir: cinemas
O destaque dos cinemas nesta semana é o filme O Mago do Kremlin, do diretor Olivier Assayas. O longa conta a história de um jovem artista russo que se torna o conselheiro de Vladimir Putin, presidente da Rússia, no início de sua carreira política.
O Mago do Kremlin
A história se passa na Rússia dos anos 1990, quando a URSS entra em colapso. Então, com um país em construção, o jovem Vadim Baranov (Paul Dano) tem uma missão cheia de responsabilidades nas mãos. No filme, Vladimir Putin é interpretado por Jude Law.
Hacks - Temporada 5 (09/04)
Série de comédia
Onde assistir: HBO Max
A semana também chega com a quinta e última temporada de Hacks, trama de comédia que vem dominando as premiações nos últimos anos. A série se despede após cinco anos de sucesso, contando a história de uma humorista veterana e sua jovem roteirista.
Hacks
Nos episódios finais, Deborah Vance (Jean Smart) retorna para Las Vegas após receber notícias falsas sobre a sua morte. Com isso, ela enxerga uma oportunidade para voltar a ser respeitada na indústria do humor.
Malcolm: A Vida Continua Injusta (10/04)
Minissérie de comédia
Onde assistir: Disney+
A semana conta ainda com a estreia da sitcom Malcolm: A Vida Continua Injusta, que traz o retorno do protagonista 20 anos após o fim da série Malcolm, sucesso dos anos 2000. A trama ficou no ar por seis anos para contar a história de um garoto lidando com seus pais excêntricos.
Malcolm: A Vida Continua Injusta
No revival, Malcolm, que está afastado da família e agora tem uma filha, precisa voltar para casa quando os pais exigem sua presença na festa de 40 anos de casamento.
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Mais uma semana que se inicia, e junto com ela a nossa lista de lançamentos, para que você possa se programar para os próximos dias. E um dos destaque é Starfield no PS5, o FPS da Bethesda que chega ao console da Sony depois de um longo tempo exclusivo para o Xbox Series S / X e PC.
Outro destaque é Pokémon Champions. O novo game da famosa franquia de batalha entre monstrinhos chegará de graça ao Nintendo Switch 1 e 2, e promete ser a nova febre entre os fãs da série. Confira a lista completa de lançamentos da semana e os seus respectivos preços!
Starfield - 7 de abril
Plataformas: PS5
Starfield é um RPG espacial de mundo aberto, que coloca o jogador no papel de um explorador. É preciso explorar uma uma galáxia repleta de sistemas estelares, planetas e mistérios cósmicos, em uma narrativa que acompanha a jornada de um membro da Constellation, uma organização dedicada à exploração do desconhecido, para desvendar segredos que podem mudar o destino da humanidade.
A jogabilidade combina exploração livre, combate em primeira pessoa e pilotagem de naves espaciais, permitindo viajar entre planetas, cumprir missões e interagir com diferentes facções. O ponto alto do game é a liberdade de escolhas, junto a personalização de personagens, seja para seus armamentos como para a sua aparência. O jogo já está em pré-venda por R$249,90.
The Occultist - 8 de abril
Plataformas: PS5, Xbox Series X / S e PC
The Occultist é um jogo de terror psicológico, em primeira pessoa, que aposta em atmosfera densa e narrativa investigativa. A história acompanha um investigador paranormal, que viaja até uma ilha isolada para descobrir o paradeiro de seu pai desaparecido. Só que ao chegar lá, se envolve com mistérios que desafiam a sua sanidade.
O gameplay foca em resolução de enigmas e momentos de tensão sem combate direto, incentivando o jogador a observar o ambiente e usar ferramentas específicas para interagir com o mundo. Além disso, ele conta com uma ambientação sombria para torná-lo o mais imersivo possível. O game ainda não possui um preço definido.
Pokémon Champions - 8 de abril
Plataformas: Nintendo Switch 1 / 2
Pokémon Champions é uma nova aposta da franquia da Nintendo, que agora traz um game totalmente focado em batalhas competitivas, e no desenvolvimento estratégico dos treinadores. Ele reúne as criaturas clássicas da série, em novas em arenas dinâmicas, onde o objetivo é dominar ligas e torneios para se tornar o maior campeão da região.
A jogabilidade prioriza combates táticos, com sistemas aprofundados de habilidades e sinergias entre Pokémon do seu time. Além disso, o título terá modos online e eventos competitivos, incentivando disputas entre jogadores, e ao mesmo tempo expandindo a franquia cada vez mais para o cenário competitivo. O jogo será lançado de graça.
Samson: A Tyndalston Story - 8 de abril
Plataformas: PC
Samson: A Tyndalston Story é um game de ação de mundo aberto desenvolvido pelo mesmo criador da franquia Just Cause. Ele é ambientado em um mundo fictício, com forte inspiração em histórias medievais e fantasia sombria. O enredo acompanha Samson, um personagem marcado por eventos trágicos, que precisa enfrentar seu passado enquanto percorre terras perigosas e repletas de conflitos.
Ele também permite que o jogador influencie diretamente no rumo da história, através de escolhas e das missões que serão realizadas. Já a jogabilidade promete um sistema de combate preciso, controle de veículos pelo mundo aberto, e uma série de surpresas que só serão reveladas ao longo do jogo. O game ainda não possui um preço definido.
Curtiu a agenda de lançamentos desta semana? Comente nas redes sociais do Voxel qual dos jogos acima você pretende dar uma chance!
Os melhores filmes de Seth Rogen reúnem algumas das comédias mais marcantes das últimas duas décadas e também algumas surpresas que vão muito além do riso fácil.
Nascido em Vancouver, no Canadá, em 1982, Seth Rogen começou sua trajetória ainda adolescente, ganhando espaço na televisão antes de conquistar o cinema de vez.
Com um humor que mistura o absurdo com o cotidiano, o constrangimento com a ternura, ele se tornou um dos rostos mais reconhecíveis da comédia americana contemporânea.
Ao longo dos anos, Rogen foi construindo um portfólio diversificado, transitando entre blockbusters animados, sátiras políticas, dramas emocionantes e filmes de ação.
Além de ator, ele também assinou roteiros e produções que ajudaram a moldar o estilo de comédia popular dos anos 2000 e 2010, muitas vezes ao lado de Judd Apatow, diretor e produtor que foi fundamental para seu crescimento em Hollywood.
Seth Rogen tem uma carreira extensa e recheada de filmes de sucesso (Foto: Divulgação/Apple TV/IMDb).
Quem é Seth Rogen?
Seth Rogen é ator, roteirista, produtor e diretor canadense que se tornou um dos principais nomes da comédia em Hollywood. Seu estilo único combina humor autodepreciativo, situações absurdas e um calor humano que diferencia seus trabalhos da média do gênero.
Início da carreira com Judd Apatow
Rogen começou a ganhar visibilidade na série Freaks and Geeks, criada por Judd Apatow no final dos anos 1990.
A parceria com Apatow seria decisiva: juntos, eles desenvolveram um estilo de comédia mais naturalista, com diálogos improvisados e personagens imperfeitos que o público passou a adorar.
Foi essa escola que pavimentou o caminho para os grandes sucessos que viriam a seguir.
De ator a produtor e diretor
Com o tempo, Rogen expandiu sua atuação para além das câmeras. Ao lado de seu parceiro criativo Evan Goldberg, fundou a produtora Point Grey Pictures, responsável por projetos como Superbad: É Hoje, Vizinhos e a série The Boys, um dos maiores fenômenos do streaming recente.
Essa transição consolidou Rogen não apenas como um rosto conhecido, mas como uma força criativa real dentro da indústria.
A lista a seguir reúne os 20 melhores filmes de Seth Rogen, levando em conta qualidade, impacto cultural, desempenho de crítica e a relevância de cada obra dentro de sua trajetória. Tem comédia pastelão, drama humano, animação e até um biopic de peso. Prepare a pipoca!
20. Kung Fu Panda (2008)
Pode parecer inusitado começar a lista com uma animação, mas Kung Fu Panda mostra bem a versatilidade de Rogen. Ele empresta a voz ao personagem Mantis, um dos Cinco Furiosos, dentro de um elenco vocal estrelado. O filme foi um sucesso de crítica e bilheteria e deu início a uma franquia duradoura da DreamWorks.
19. O Besouro Verde (2011)
Neste filme de super-herói com viés cômico, Rogen vai além da atuação e assina também o roteiro. O resultado é uma produção irregular, mas com momentos genuinamente divertidos. O Besouro Verde é mais interessante como experimento do que como blockbuster, mas tem seu charme, especialmente para quem curte ver o ator em modo mais físico e aventureiro.
18. O Segurança Fora de Controle (2009)
Rogen em modo comédia pura. Neste filme, ele interpreta um segurança de shopping que se vê no meio de uma missão de espionagem. É exatamente o que parece: leve, absurdo e muito divertido. Não reinventa a roda, mas entrega o que promete com competência e bom humor.
17. A Entrevista (2014)
Poucos filmes na história recente de Hollywood geraram tanta polêmica antes mesmo de estrear. A Entrevista, codirigido e coescrito por Rogen ao lado de Evan Goldberg, narra a história de dois jornalistas recrutados pela CIA para assassinar o líder norte-coreano Kim Jong-un.
O filme provocou um incidente diplomático real, com ataques hackers à Sony Pictures atribuídos à Coreia do Norte. Mais do que a comédia em si, o episódio virou um marco na discussão sobre liberdade de expressão e os limites da sátira política.
16. Minha Mãe É uma Viagem (2012)
Uma comédia familiar com Barbra Streisand no papel da mãe superprotetora e Rogen como o filho que tenta sobreviver a uma viagem de carro com ela. O filme funciona bem pela química entre os dois e por explorar, com leveza, as tensões e o amor de uma relação mãe e filho. É uma das obras mais acessíveis da carreira do ator.
15. Sexo, Drogas e Jingle Bells (2015)
Neste filme natalino para adultos, Rogen divide a tela com Joseph Gordon-Levitt e Anthony Mackie em uma noite de caos e nostalgia. Sexo, Drogas e Jingle Bells é uma comédia que funciona melhor do que deveria, equilibrando humor escrachado com um coração genuíno sobre amizade e crescimento. Virou cult entre os fãs do gênero.
14. Vizinhos (2014)
Um casal de pais de primeira viagem contra uma fraternidade universitária barulhenta. A premissa simples de Vizinhos esconde uma comédia bem construída, com ótima química entre Rogen e Rose Byrne, e um Zac Efron surpreendentemente engraçado. O filme foi um sucesso de bilheteria e ganhou uma sequência.
Imagine reunir Seth Rogen, James Franco, Jonah Hill, Jay Baruchel, Danny McBride e Craig Robinson, todos interpretando versões fictícias de si mesmos durante o apocalipse. É o Fim é exatamente isso: uma comédia de horror que funciona como uma grande piada interna de Hollywood, mas que também tem coração e criatividade de sobra. Um dos mais originais da lista.
12. Artista do Desastre (2017)
Neste drama com toques de comédia, Rogen interpreta um homem que cuida do pai com Alzheimer, vivido por um brilhante Bryan Cranston. Artista do Desastre é uma das obras mais maduras e emocionantes da carreira do ator, mostrando que ele sabe muito bem navegar entre o riso e a dor. Um filme que merece muito mais atenção do que recebeu.
11. Dinheiro Fácil (2023)
Mais recente da lista, Dinheiro Fácil coloca Rogen no centro de uma comédia sobre um homem comum que se vê envolvido em um esquema financeiro absurdo. O filme é uma prova de que o ator ainda tem fôlego e que seu humor continua relevante, mesmo com o cenário da comédia americana em constante transformação.
10. Superbad: É Hoje (2007)
Escrito por Rogen e seu parceiro Evan Goldberg ainda na adolescência, Superbad: É Hoje é um clássico instantâneo da comédia. A história de dois amigos tentando aproveitar a última festa do ensino médio captura com precisão a ansiedade, a insegurança e o humor da adolescência. Rogen ainda aparece no elenco como um policial caricato e hilário.
9. Tá Rindo do Quê? (2009)
Dirigido por Judd Apatow, Tá Rindo do Quê? é um dos filmes mais pessoais e subestimados da parceria entre os dois. Rogen interpreta um comediante em crise existencial que se aproxima de um colega mais velho, vivido por Adam Sandler em uma de suas melhores atuações dramáticas. O filme é rico em nuances sobre criatividade, sucesso e o preço da fama.
8. Segurando as Pontas (2008)
Neste filme, Rogen interpreta Dale Denton, um entregador de mandatos judiciais que testemunha um assassinato cometido por uma policial corrupta e pelo chefe do tráfico local. Para piorar, ele deixa na cena do crime a bituca de um tipo raríssimo de maconha, o que leva os bandidos diretamente até ele e seu traficante, vivido por James Franco.
Segurando as Pontas é uma comédia de ação absurda e muito bem-humorada, com uma química contagiante entre os dois protagonistas. Um dos filmes mais divertidos da carreira de Rogen.
7. Entre o Amor e a Paixão (2011)
Entre o Amor e a Paixão explora o que acontece quando alguém em um relacionamento estável começa a se sentir atraído por outra pessoa. Rogen entrega uma performance contida e honesta ao lado de Michelle Williams, e o filme é um dos mais interessantes de sua fase adulta, menos barulhento, mais reflexivo.
6. Casal Improvável (2019)
Charlize Theron e Seth Rogen como par romântico pode parecer improvável e é exatamente esse o ponto. Casal Improvável é uma comédia política e romântica que funciona muito bem pela química entre os dois e por um roteiro inteligente que mistura sátira com romance.
Um dos filmes mais subestimados da lista, e também um dos mais divertidos.
O filme que mudou tudo. O Virgem de 40 Anos, produzido por Judd Apatow, foi o grande lançamento de Seth Rogen como coadjuvante de peso e também o início de uma era na comédia. Ele interpreta um dos colegas de trabalho do protagonista vivido por Steve Carell, e suas cenas são algumas das mais engraçadas do filme. Um marco do gênero.
4. Steve Jobs (2015)
Dirigido por Danny Boyle e com roteiro de Aaron Sorkin, Steve Jobs é um dos filmes mais aclamados da década. Rogen interpreta Steve Wozniak, cofundador da Apple, em uma atuação que surpreendeu críticos e público.
Indicado ao Globo de Ouro, ele prova aqui que é capaz de sustentar cenas dramáticas intensas ao lado de Michael Fassbender. Uma virada de chave na carreira.
3. Ligeiramente Grávidos (2007)
Se existe um filme que define a fase de ouro de Seth Rogen, é Ligeiramente Grávidos. Dirigido por Judd Apatow, o longa acompanha um homem irresponsável que engravida uma mulher após uma noite de festa e precisa lidar com as consequências.
O filme é engraçado, humano e surpreendentemente emocionante, e foi um fenômeno de bilheteria que consolidou Rogen como protagonista de peso em Hollywood.
2. 50/50 (2011)
Baseado em uma história real, 50/50 acompanha um jovem diagnosticado com câncer e seu melhor amigo que tenta ajudá-lo a enfrentar a doença. Rogen interpreta esse amigo com uma naturalidade desarmante, equilibrando o humor com momentos de vulnerabilidade genuína.
É um dos filmes mais emocionantes da lista e uma prova definitiva de que ele é muito mais do que um comediante.
Um dos melhores filmes da carreira de Seth Rogen é também o mais inesperado. Em Os Fabelmans, dirigido por Steven Spielberg, ele interpreta Bennie Fabelman, tio do protagonista e figura central na formação do jovem cineasta que é, na verdade, o próprio Spielberg em versão fictícia.
Rogen entrega uma performance madura, carismática e profundamente humana. O filme foi indicado ao Oscar de Melhor Filme. É a prova de que, quando bem direcionado, ele é capaz de muito mais do que o público imagina.
Com a chegada de 007: First Light, a franquia de James Bond volta ao centro das atenções no universo dos games. O novo título promete reinventar o agente secreto mais famoso do cinema em uma experiência moderna etambém reacende o interesse por décadas de jogos que ajudaram a moldar o gênero de espionagem.
Ao longo dos anos, 007 estrelou adaptações diretas dos filmes, projetos originais e até experiências que influenciaram profundamente os jogos de tiro em primeira pessoa (FPS). Para muitos jogadores, esses títulos marcaram infância e adolescência — especialmente para quem teve consoles como Nintendo 64 e PlayStation 2.
O novo agente James Bond, no jogo 007 First Light, é interpretado pelo ator Patrick Gibson. (Fonte: IO Interactive/Divulgação/PlayStation)
Antes de embarcar em uma nova missão com First Light, vale revisitar essa trajetória. A seguir, você confere a evolução dos jogos de James Bond e quais deles ainda fazem sentido jogar hoje.
James Bond: o universo de espionagem
James Bond nasceu nos livros, se popularizou no cinema e com o tempo se tornou uma das franquias mais marcantes da cultura pop. Nos videogames, o personagem encontrou terreno fértil para explorar narrativas de espionagem, infiltração e combate tático.
Durante os anos 1990 e 2000, os jogos de 007 ajudaram a popularizar mecânicas que hoje são bem conhecidas em jogos de ação e stealth. O exemplo mais emblemático é GoldenEye 007, que redefiniu o multiplayer local e mostrou o potencial dos consoles para experiências competitivas.
Ao mesmo tempo, outros títulos da franquia experimentaram com stealth, gadgets e narrativa cinematográfica, antecipando elementos que seriam refinados em séries modernas de espionagem.
Todos os jogos de 007
A lista de jogos que se passam dentro do universo de James Bond é enorme, mas nem todos os jogos são tão memoráveis. Abaixo, o Voxel lista os principais jogos de James Bond em ordem de lançamento, com suas respectivas plataformas:
James Bond 007 (1983) — Atari 2600, Atari 5200, Commodore 64
007: The Duel (1993) — Sega Genesis
GoldenEye 007 (1997) — Nintendo 64
Tomorrow Never Dies (1999) — PlayStation
The World Is Not Enough (2000) — Nintendo 64, PlayStation
Agent Under Fire (2001) — PlayStation 2, GameCube, Xbox
Nightfire (2002) — PS2, GameCube, Xbox, PC
Everything or Nothing (2004) — PS2, GameCube, Xbox
GoldenEye: Rogue Agent (2004) — PS2, GameCube, Xbox
From Russia with Love (2005) — PS2, Xbox, GameCube
Quantum of Solace (2008) — PS3, Xbox 360, PC, Wii
Blood Stone (2010) — PS3, Xbox 360, PC
GoldenEye 007 (Remake, 2010) — Wii
GoldenEye 007: Reloaded (2011) — PS3, Xbox 360
007 Legends (2012) — PS3, Xbox 360, PC, Wii U
GoldenEye 007 (2023 - Remaster) - Nintendo Swich, Xbox Series S | X
Esses títulos mostram a evolução da franquia, passando de jogos simples e experimentais para produções mais ambiciosas, com foco em narrativa e gameplay refinada.
Um bom resumão de toda a evolução de James Bond no mundo dos games está disponível no vídeo do canal Nick930 no YouTube. Ele destaca as fases que a franquia passou ao longo dos anos até 2020.
Quais preciso jogar antes de 007: First Light?
Nem todos os jogos da lista envelheceram bem – na prática, nenhum deles é necessário para jogar 007: First Light. O novo jogo da IO Interactive apresenta história própria inédita, então não requer que você conheça a história anterior de James Bond.
Contudo, você pode aproveitar a lista para entender a influência de 007 no mundo dos games. Vários dos jogos são dispensáveis, mas alguns deles são marcantes para a franquia e para a indústria.
GoldenEye 007 (1997) é obrigatório – e está acessível em consoles modernos na versão remasterizada. Quando foi lançado, o jogo redefiniu o gênero FPS nos consoles e influenciou diretamente títulos modernos, especialmente no design de mapas e multiplayer.
Nightfire (2002) e Everything or Nothing (2004) são ótimas opções para conhecer uma das fases mais criativas da franquia, combinando ação, gadgets e narrativa digna dos filmes.
JáBlood Stone (2010) representa uma abordagem mais moderna, com foco em narrativa cinematográfica e mecânicas inspiradas em jogos contemporâneos.
Se a ideia é se preparar para First Light, esses jogos oferecem um bom panorama do que funcionou — e do que pode ser reinventado na nova fase da franquia.
Jogos da IO Interactive
007: First Light marca uma nova etapa para James Bond nos games, agora sob responsabilidade da IO Interactive, estúdio conhecido pela franquia Hitman. A desenvolvedora é uma das maiores referências em jogos de infiltração furtiva.
Além dos jogos da franquia 007, é válido conferir os lançamentos anteriores do estúdio. O pacote mais completo é Hitman World of Assassination, que reúne os títulos da trilogia mais recente.
Nessa franquia, você controla o Agente 47, um assassino de aluguel de altíssimo nível. Você deve cumprir contratos em uma grande variedade de mapas, cabendo a você decidir qual abordagem adotar para dar cabo de seu alvo.
Se quiser ir mais longe nesse estudo de lançamentos, outra boa pedida é Hitman: Blood Money, um dos jogos mais icônicos do Agente 47.
A expectativa é que First Light traga uma abordagem mais moderna da espionagem, com foco em escolhas do jogador, múltiplos caminhos e narrativa mais profunda – capricho característico da IO Interactive. Diferente de adaptações anteriores, o jogo deve apresentar uma história original, sem ligação direta com os filmes.
Quer acompanhar tudo sobre 007: First Light, novidades da IO Interactive e listas completas de jogos clássicos? Siga o Voxel e fique por dentro de tudo que rola no mundo dos games.
O Checkpoint desta quinta (26) começa com notícias dramáticas no Japão. Um Centro Pokémon de Tóquio, localizado no shopping Sunshine City, sofreu um atentado na noite desta quinta-feira (26), por volta das 19h no horário local.
Segundo informações do Yahoo Japan e relatos nas redes sociais, o suspeito invadiu o Centro Pokémon com duas facas em mãos e matou uma funcionária de 20 anos — tirando a própria vida em seguida.
Ambos foram levados ao hospital, mas suas mortes foram confirmadas. A polícia de Tóquio investiga se as pessoas envolvidas no caso se conheciam de alguma forma.
According to Japanese media, a man stabbed and killed a female employee and himself at the Ikebukuro Pokémon Center in Tokyo. This video of the aftermath is going viral on social media.pic.twitter.com/LZwXGqbGx8https://t.co/ifGRaUjZBp
“Devido ao incidente ocorrido nesta quinta (26), estaremos temporariamente fechados até novo aviso, priorizando nossa total cooperação com a polícia e o bem-estar físico e mental de nossa equipe”, diz a nota oficial da Pokémon Company. “Pedimos sinceras desculpas pela grande preocupação e transtorno causados a todos. Informaremos vocês novamente quando reabrirmos nossas portas”.
Quer saber o que mais rolou no mundo dos games nesta quinta (26)? Então prepara o cafezinho da tarde e acompanhe o Voxel por mais um Checkpoint!
Jogos AAA podem custar centenas de milhões para serem desenvolvidos
O desenvolvimento de jogos AAA pode atingir valores próximos ou superiores a US$ 300 milhões, segundo informações recentes compartilhadas pelo jornalista Jason Schreier.
De acordo com o insider, esses números refletem uma média atual da indústria, especialmente em estúdios localizados nos Estados Unidos e no Canadá, onde os custos de produção têm crescido de forma consistente nos últimos anos.
Em publicação recente, Schreier afirmou que os valores “giram em torno de US$ 300 milhões ou mais — às vezes muito mais”, destacando que a estimativa considera principalmente salários e despesas operacionais.
O jornalista também aponta que fatores como aumento no tempo de desenvolvimento, exigências técnicas mais elevadas e custos de mão de obra estão entre os principais responsáveis pela escalada nos orçamentos dos grandes projetos.
Dying Light: The Beast ganha grande atualização gratuita nesta quinta (26)
Dying Light: The Beast recebeu nesta quinta-feira (26) uma grande atualização gratuita, intitulada Restored Land, que adiciona novas mecânicas e mudanças estruturais à experiência.
O update já está disponível para todos os jogadores e introduz um novo modo focado em sobrevivência, com alterações significativas na forma como o mundo do jogo funciona.
Segundo a Techland, a novidade traz uma “experiência solo altamente desafiadora” com mundo persistente, onde ações do jogador têm impacto permanente no cenário. Confira a lista de novidades!
Opção de "Uma Vida" que permite aos jogadores tentar completar a Terra Restaurada sem morrer;
Roadkill Rallies: “Desafios competitivos com veículos que combinam ação de matar zumbis com otimização de rotas em um mundo aberto”;
33 novos encontros de missão;
“Novos golpes finais brutais”;
7 novas conquistas;
5 novos esconderijos secretos;
“Aprimoramentos nos combates especiais contra infectados e no modo cooperativo”;
“Dezenas de melhorias de jogabilidade e desempenho”.
Mewgenics pode ter versões para Switch 2 e PS5
Mewgenics, sucesso recente no PC, deve chegar também ao Switch 2 e ao PS5, após indicações compartilhadas pelos próprios desenvolvedores nas redes sociais.
Vídeos mostram versões do jogo rodando nos dois consoles, sugerindo que o anúncio oficial das novas plataformas e possíveis datas de lançamento deve acontecer em breve.
O co-criador Edmund McMillen publicou um teste do título no Switch 2 com a mensagem “oh hi Switch 2!”, enquanto Tyrone Rodriguez respondeu exibindo o game em funcionamento no PS5, reforçando a chegada aos consoles. Até o momento, não há confirmação oficial das datas.
Diretor de Kingdom Come 2 se pronuncia a favor do DLSS 5
O diretor de Kingdom Come: Deliverance 2, Daniel Vávra, se manifestou publicamente a favor do DLSS 5, nova tecnologia da NVIDIA que vem gerando debates acalorados na comunidade.
Em publicação recente, o desenvolvedor comentou sobre as críticas iniciais e indicou que vê potencial significativo na ferramenta, apesar da recepção divisiva entre jogadores.
Ao comentar demonstrações recentes, Vávra afirmou que o DLSS 5 teve um “início um tanto estranho”, mas destacou que “de jeito nenhum os haters vão impedir isso”.
Segundo ele, a tecnologia pode evoluir a ponto de permitir que estúdios treinem modelos para estilos artísticos específicos ou rostos, podendo até substituir técnicas mais custosas como ray tracing, além de ser “muito mais do que o efeito de novela” associado a suavização de imagem.
Starfox McCloud é confirmado no filme de Super Mario Galaxy
Fox McCloud, protagonista da franquia Star Fox, foi confirmado oficialmente em Super Mario Galaxy: O Filme. A presença do personagem foi revelada por meio de um novo pôster promocional, indicando que o universo cinematográfico da Nintendo continuará expandindo com participações de outras franquias além de Mario.
A inclusão de Fox reforça rumores anteriores levantados por fãs, que já haviam identificado possíveis referências ao personagem em trailers.
Com a confirmação, o líder da equipe de Corneria passa a integrar oficialmente a produção — embora ainda não haja detalhes sobre a participação de outros integrantes da equipe, como Slippy, Peppy ou Falco.
E aí, o que você achou das principais notícias de games do dia no Checkpoint? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel e do TecMundo!
A SpaceX, empresa de transporte e exploração espacial de Elon Musk, está prestes a realizar a oferta pública de ações (IPO). A entrada da companhia na Bolsa de Valores está cercada de expectativa pelos possíveis valores envolvidos.
O objetivo dela é arrecadar por volta de US$ 75 bilhões (cerca de R$ 392 bilhões em conversão direta de moeda) com a operação, o que faria ela bater o recorde entre as IPOs globais. Atualmente, a Saudi Aramco é a empresa que levantou mais verba no processo, com US$ 29 bilhões (ou R$ 151 bilhões) em 2019.
A realização da oferta de ações segue em mistério. A Bloomberg alega que o processo pode ser iniciado ainda neste mês, enquanto o prazo mais provável é de que ela entre na Bolsa até junho deste ano. A SpaceX não se manifestou até o momento sobre o assunto.
O tamanho da SpaceX hoje
Com a IPO, a avaliação final de valor de mercado da companhia pode chegar a mais de US$ 1,75 trilhão (aproximadamente R$ 9,15 trilhões), o que já colocaria ela em uma lista seleta de gigantes acima do patamar do trilhão. Atualmente, só Nvidia, Apple, Alphabet (Google), Microsoft e Amazon ultrapassaram esse marco.
O sucesso e os altos valores envolvidos ressaltam a boa fase da companhia de Musk, que atualmente é um conglomerado que concentra os seguintes negócios:
A própria SpaceX, que tem foguetes de lançamento reutilizáveis e módulos de transporte de carga e humanos ao espaço com vários contratos governamentais fechados;
A Starlink, operadora de sinal de internet via satélite para localidades remotas ou sem cobertura tradicional;
A xAI, empresa de inteligência artificial (IA) que inclui o chatbot Grok;
Os notebooks podem ser verdadeiros aliados na nossa rotina, principalmente quando precisamos de mobilidade sem abrir mão de produtividade. Seja para trabalhar, estudar, assistir conteúdos ou resolver tarefas do dia a dia, estes aparelhos reúnem praticamente tudo em um único dispositivo portátil, facilitando bastante a vida em diferentes momentos.
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Desde seu lançamento em 2020, Bridgerton tem sido um dos maiores sucessos da Netflix. A série é uma adaptação da coleção de 8 livros da autora Julia Quinn e constantemente entra em polêmicas por mudanças em relação à obra original. Apesar das mudanças impactarem na narrativa, todas elas passam pela aprovação da autora dos livros.
A alteração mais recente foi das grandes: ao invés de Francesca (Hannah Dodd), a 6ª filha da família Bridgerton, se relacionar com Michael, a série nos apresentou Michaela (Masali Baduza). A mudança faz parte da intenção da série em deixar a história mais inclusiva e provocou uma revolta entre os fãs da história original de Francesca. Entenda abaixo tudo o que aconteceu e qual foi o posicionamento de Julia Quinn.
O que sabemos de Francesca até aqui?
Francesca e John se conhecem na 3ª temporada.
Desde a 3ª temporada, o público acompanha o desenrolar da história de amor entre Francesca e John (Victor Alli), mesmo ela não sendo a protagonista da vez. A história dos dois é construída de forma paciente e sensível, respeitando a personalidade introspectiva de ambos os personagens.
Ao final da temporada, a mudança principal começa: Michaela, prima de John, é apresentada ao público pela primeira vez.
Michaela aparece com mais força na 4ª temporada da série.
Na 4ª temporada, com os dois já casados, acompanhamos outro lado da relação deles: o começo do matrimônio, com as responsabilidades que isso demandava na época e um desejo pessoal de Francesca, que era o de ter um filho. O fato da personagem não engravidar é uma das principais questões para ela.
A temporada acaba de forma trágica tanto para Francesca, que perde o marido, quanto para Michaela, que perde o primo. A série deixa claro que ambas possuem um carinho enorme por John e que esse sentimento é recíproco.
O que vem a seguir?
Sem dar spoilers sobre a próxima temporada, a expectativa é que a narrativa contemple a questão da infertilidade de Francesca. Além disso, o personagem de John foi mais aprofundado na série do que no livro, de acordo com a própria autora, então a relação dos dois ainda terá um peso importante.
Como a temporada 4 termina com a perda repentina de John e com a decepção de Francesca após perceber que não estava grávida, ao que tudo indica, os primeiros capítulos da próxima temporada mostrarão a personagem lidando com esse luto em sua vida.
Mudanças aprovadas pela autora
A maior polêmica sobre a próxima temporada está na mudança de sexo do interesse amoroso de Francesca. O personagem Michael, primo de John, é um dos favoritos da grande base de fãs dos livros. A mudança se deu para apoiar uma constante na série: a inclusão de uma representatividade maior nas histórias.
Nenhuma história de Julia Quinn apresenta um casal homoafetivo e a própria autora achou apropriada essa alteração:
"Agora estou confiante que, quando Francesca tiver sua temporada de 'Bridgerton', será a mais emotiva e comovente história da série, assim como 'O Conde Enfeitiçado' sempre foi o que mais provocou lágrimas nos livros. Sinceramente, pode ser ainda mais impactante, já que John está tendo muito mais tempo na tela do que teve nas páginas. Acho justo dizer que todos nos apaixonamos um pouco por ele", disse a autora em sua postagem.
Ainda assim, quanto mais sabemos sobre a próxima temporada, mais claro fica que as reclamações têm uma origem que se distancia da preocupação com o enredo em si. Separamos alguns exemplos com possíveis soluções para os fãs mais acalorados:
“O que vai acontecer com o debate sobre a infertilidade de Francesca? Esse enredo ficará de fora?”
Muito provavelmente, não. Não é porquê ela estará em uma relação sáfica que esse ponto não será abordado, mesmo que se dê ao relembrar a relação dela com John. A questão já começou a ser tratada no final da última temporada.
“A série deixou de lado o amor da personagem por seu marido, ela até esqueceu as palavras quando Michaela chegou”
A história dos dois foi bem desenvolvida até na temporada em que ela não era a protagonista. O único pedido da autora foi que esse amor dela pelo John não fosse deixado de lado, e ela mesma disse que acha que o personagem teve mais destaque na série do que no livro.
“A maternidade é muito importante para ela no livro”
Esse fator ainda pode (e deve) ser muito importante para ela em sua temporada, mesmo com Michaela.
“Naquela época casais homoafetivos não eram aceitos”
Mesmo assim, eles nunca deixaram de existir. Com a história de Benedict como bissexual, a série tem dado mais espaço para personagens LGBTQIAPN+, até mesmo tendo o Meu Chalé como um refúgio onde as pessoas podem ser quem quiserm.
No fim, o que nos resta é esperar para ver como a criadora vai inserir essa mudança na história como um todo. Julia Quinn, que criou Francesca, Michael e os outros personagens que provocaram tanto amor nos fãs dos livros, está de acordo com a mudança de Michaela. Todas as questões apresentadas pelos fãs de Michael ainda podem ser trabalhadas com a personagem “nova”.
No mais, casais homoafetivos finalmente terão a oportunidade de se sentir representados por mais uma bela história de amor que Bridgerton se propõe a oferecer; assim como ofereceu quando mudou outras narrativas para oferecer essa representatividade tão importante para muitos.
E você? Vai assistir à temporada de Francesca? Comente nas redes sociais do Minha Série! Estamos no Threads, Instagram, TikTok e até mesmo no WhatsApp. Venha acompanhar filmes e séries com a gente!
Como especulado já há algum tempo, a Samsung deve lançar futuramente um novo celular com tela mais larga para para competir com o iPhone Fold. Esse smartphone pode se chamar Galaxy Z Fold 8 Wide e algumas renderizações desse produto surgiram na internet.
O conteúdo foi publicado nesta quarta-feira (25) pelo site Android Headlines como uma forma de ilustrar como esse futuro smartphone deve ser, segundo arquivos CAD vazados há algum tempo.
Como mostra o material do veículo, esse será um dobrável diferente dos Z Fold atuais. A ideia da Samsung é apresentar um produto com tela mais larga e que como resultado, ou seja, com o display totalmente aberto, seja realmente parecido com um grande tablet para o uso cotidiano.
Mesmo com todo esse tamanho, o aparelho ainda parece ser marginalmente fino, afinal de contas essa área mais ampla também ajuda a acomodar componentes internamente. A surpresa fica para esse módulo de câmeras com dois sensores e resta saber se somente o modelo Wide será assim ou também o Galaxy Z Fold 8 regular.
Mesmo mais largo, o Z Fold 8 Wide mantém a ideia de design dos seus antecesores (Imagem: Android Headlines / reprodução)
Por ser baseado em modelos CAD, essas renderizações do Galaxy Z Fold 8 Wide não são totalmente precisas, então certas características podem estar erradas. Com base nos rumores mais antigos, esse dispositivo deve chegar com uma tela interna de 5,4 polegadas e uma tela externa de 7,6 polegadas quando aberto.
Samsung quer impedir avanços da Apple
O motivo para a Samsung lançar essa variante do Galaxy Z Fold 8 tem relação direta com a Apple. No fim do ano a Maçã deve anunciar seu primeiro iPhone dobrável, fortemente especulado para ter um display igualmente largo. Assim, o Fold 8 Wide seria a tentativa da sul-coreana em batalhar ainda mais com a sua rival direta.
Rumores passados indicavam que esse iPhone dobrável teria um tamanho similar ao do iPad Mini;
Um dos objetivos da Apple é que seu primeiro smartphone com dobras realmente se destacasse no mercado como algo diferente;
Sobre o Fold Wide, a companhia deve aumentar a bateria desse novo aparelho de 4.400 mAh para 4.800 mAh;
É esperado que o modelo seja lançado com o chip Snapdragon 8 Elite Gen 5, mas isso ainda não é uma unanimidade;
Como a companhia lançou o chip Exynos 2600 dos Galaxy S26 recentemente, essa plataforma também poderia ser usada no dobrável;
Apesar do nome Fold 8 Wide, ainda há algumas dúvidas sobre se esse aparelho será da atual ou futura linha da Samsung;
Em relação ao iPhone Fold, analistas de mercado entendem que o aparelho tem capacidade para alavancar a popularidade do segmento dobrável.
A Samsung costuma lançar seus dobráveis entre julho e agosto, então os novos Galaxy Z Fold 8 e Galaxy Z Flip 8 devem chegar nesse período. Para o Galaxy Z Fold Wide é mais difícil cravar, mas como o iPhone Fold está programado para entre setembro e novembro, não seria surpresa ver o aparelho da Samsung surgir nessa janela.
O governo do Irã divulgou nesta semana um vídeo de propaganda gerado por inteligência artificial intitulado “Uma Vingança para Todos”. A peça reúne diversas cenas históricas e conflitos recentes para criticar duramente a política externa e as ações militares dos Estados Unidos.
As imagens exibem eventos marcantes como as bombas de Hiroshima, lançada na 2ª Guerra Mundial, a Guerra do Vietnã e as recentes crises e invasões a países no Oriente Médio.
O momento mais impactante mostra um ataque de mísseis contra a Estátua da Liberdade em solo americano. O vídeo substitui a cabeça da deusa romana Libertas, que é representada no monumento oficial, pela figura demoníaca de Baal, simbolizando uma profunda oposição religiosa e ideológica entre os países.
A publicação ocorre em meio à recusa de Teerã sobre novas propostas de paz apresentadas pelo governo de Donald Trump. O Irã exige reparações de guerra e soberania total sobre o Estreito de Ormuz como condições inegociáveis para o fim das hostilidades.
Hades 2 teve sua data de lançamento confirmada para PS5, Xbox Series X|S e Xbox Game Pass durante o Xbox Partner Preview — realizado na última quinta (26). A sequência da Supergiant Games chega às novas plataformas no dia 14 de abril, ampliando sua disponibilidade após exclusividade temporária no PC e Switch 2.
O anúncio marca a chegada do roguelike a mais consoles, com versões que incluem atualizações já lançadas anteriormente e conteúdos adicionais ainda não detalhados.
A sequência do premiado Hades mantém a proposta de ação com progressão dinâmica, colocando o jogador no controle da Princesa do Submundo em uma jornada contra o Titã do Tempo.
Hades 2 foi exclusivo temporário do Switch 2
Antes da chegada aos consoles da Sony e Microsoft, Hades 2 esteve disponível inicialmente para PC e Nintendo Switch 2, configurando um período de exclusividade temporária. O lançamento nessas plataformas ocorreu em setembro de 2025.
Com o anúncio no evento da Xbox, o título encerra esse período e passa a alcançar um público mais amplo. As novas versões também vão incluir melhorias e atualizações aplicadas desde o lançamento original.
Hades 2 está disponível no Game Pass?
Além do lançamento nos consoles, Hades 2 também integrará o catálogo do Xbox Game Pass já no dia 14 de abril. Isso significa que assinantes poderão acessar o título sem custo adicional no lançamento.
A disponibilidade deve contemplar usuários dos níveis mais completos do serviço, seguindo o modelo adotado para lançamentos recentes no ecossistema Xbox.
Com isso, a Microsoft reforça a estratégia de ampliar o valor da assinatura com títulos relevantes disponíveis logo no day one.
O que mais rolou no evento do Xbox?
O Xbox Partner Preview também trouxe outros anúncios além de Hades 2. Entre os destaques, desenvolvedores veteranos de franquias como Control e Dead Space apresentaram um novo projeto, chamado ArtificialDetective.
O evento ainda contou com atualizações sobre outros títulos, incluindo novidades de Stranger Than Heaven, reforçando o foco da apresentação em jogos de parceiros e experiências inéditas para o ecossistema Xbox. Confira algumas das novidades!
Veteranos de Dead Space e Control trabalham em Artificial Detective
Desenvolvedores veteranos de Control e Dead Space estão trabalhando em Artificial Detective, novo jogo de ação e aventura em terceira pessoa. O título marca a estreia do estúdio Vivix e está em desenvolvimento para Xbox Series X|S e PC.
Segundo a sinopse oficial, o título coloca os jogadores no controle de um detetive robô que investiga o desaparecimento de humanos em uma cidade distópica dominada por máquinas.
O cofundador Ilya Kuzyuk explica que “essas máquinas foram projetadas para preservar a cidade para o retorno da humanidade, mas algo deu errado”, destacando o cenário central da narrativa.
Stranger Than Heaven se passará em 5 eras japonesas diferentes
Já Stranger Than Heaven, desenvolvido pelo Ryu Ga Gotoku Studio, responsável por Yakuza: Like a Dragon, terá sua narrativa ambientada em cinco eras distintas do Japão. A informação foi confirmada pela SEGA, que detalhou novos aspectos do projeto revelado originalmente como Project Century.
De acordo com os detalhes divulgados no evento do Xbox, a história se desenrolará nos anos de 1915, 1929, 1943, 1951 e 1965 — passando por cinco cidades japonesas diferentes.
O produtor executivo Masayoshi Yokoyama afirmou que “cinco cidades e cinco épocas é um projeto gigantesco”, destacando que o estúdio está dedicando atenção especial para retratar períodos “raramente explorados em jogos”.
Estúdio de Sniper Elite anuncia shooter com aliens
O estúdio Rebellion, conhecido pela franquia Sniper Elite, anunciou Alien Deathstorm, um novo shooter em primeira pessoa com foco em ação e terror. O jogo foi revelado com previsão de lançamento para 2027 e chegará ao PS5, Xbox Series X|S, PC e também ao Game Pass.
Ambientado em uma colônia devastada por um fenômeno atmosférico, o jogo coloca o jogador em uma missão de resgate após a perda de comunicação com o local.
Segundo Ben Fisher, chefe de design, “sua missão é determinar o que causou o silêncio repentino da colônia e tentar salvar o máximo de vidas possível”, enquanto a equipe aposta em uma estética inspirada na ficção científica dos anos 80 e em um “híbrido” de ação intensa com exploração e tensão constante.
Dispatch chegará ao Xbox Series e Game Pass
Por fim, o aclamado jogo narrativo de heróis, Dispatch também chegará ao Xbox Series X|S e aos assinantes do Game Pass ainda este ano. O anúncio também foi uma das grandes novidades do evento da Microsoft na última quinta (26).
Dispatch será lançado para as novas plataformas no verão de 2026, período referente ao inverno brasileiro, que ocorre entre junho e setembro.
Ansioso para jogar Hades 2 nos consoles? E o que achou das novidades do evento do Xbox? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel!
O Google lançou o Lyria 3 Pro, seu mais novo modelo de geração de músicas, nesta quarta-feira (25). A inteligência artificial (IA) chega apenas um mês após o lançamento do Lyria 3, que serve como base para a criação de músicas com base em textos no Gemini.
Segundo o Google, o novo modelo permite não só criar faixas mais longas, como também garante maior controle criativo sobre as gerações. O usuário pode especificar elementos como introduções, versos e refrões no prompt, e a IA seguirá essas instruções.
O Lyria 3 é a base para a geração de músicas no Gemini, função inaugurada em fevereiro deste ano. O modelo original pode gerar faixas de até 30 segundos de duração — contra os 3 minutos de duração máxima do Lyria 3 Pro.
Onde o Lyria 3 Pro está disponível?
O Lyria 3 Pro será implementado em várias plataformas do Google, incluindo o Gemini.
No Gemini, o Lyria 3 Pro poderá gerar músicas com base em descrições em texto — inicialmente para assinantes.;
No Google AI Studio e na API Gemini, desenvolvedores podem acionar funções com o novo modelo. O Vertex AI também recebeu o modelo em fase de testes;
O Google Vids, app de geração de vídeos, agora pode criar músicas para compor cenas usando o Lyria 3 Pro;
Por fim, a ferramenta também foi integrada ao ProducerAI, uma solução de criação musical colaborativa da empresa.
O Google ressaltou que o treinamento do Lyria 3 Pro contou apenas com dados de parceiros e conteúdos permitidos do YouTube. Além disso, a empresa afirma que o modelo não pode ser usado para imitar um artista — embora consiga se inspirar em estilos reais.
Assim como outros conteúdos multimídia gerados por modelos do Google, as criações do Lyria 3 Pro são marcadas com o SynthID, identificador que indica que o material foi produzido por inteligência artificial.
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A fabricante chinesa Xiaomi encerrou em definitivo o ciclo de uma das suas criações mais icônicas. A MIUI, interface da marca para o sistema operacional Android, deixou oficialmente de receber atualizações.
A MIUI já estava praticamente descartada pela companhia, que ao longo dos últimos dois anos trocou a skin por um sistema próprio, o HyperOS. Porém, dois dispositivos ainda não tinham atingido o status de end-of-live (EOL), ou "fim da vida útil", em uma tradução direta para o português.
Os aparelhos em questão são o Redmi A2 e o Redmi A2+. Ambos estavam parados no Android 13 e receberam a última atualização de segurança em dezembro de 2025, com o patch V14.0.44.0.TGOMIXM fazendo correções de pequeno porte no dispositivo.
Porém, a data de EOL da dupla era 24 de março de 2026, a última terça-feira. Isso significa que, a partir de agora, todos os aparelhos da Xiaomi e de subsidiárias derivadas, como a Redmi, não terão mais qualquer suporte de sistema operacional e nem receberão qualquer tipo de atualização.
A trajetória de sucesso da MIUI
A MIUI foi lançada em agosto de 2010 como uma interface própria da companhia chinesa para o sistema móvel do Google. Ela foi criada antes mesmo do lançamento dos primeiros smartphones da marca.
Por anos, a MIUI foi mais parecida com o rival do Android, o iOS da Apple, em aparência dos ícones, menus e organzação de aplicativos.
A quantidade de atualizações com novos recursos e o suporte para modificações da comunidade fez ela ficar popular entre os usuários. A quantidade de temas disponíveis também agradou quem era fã de customização visual do sistema.
A última atualização da MIUI foi a 14, do fim de 2022. (Imagem: Divulgação/Xiaomi)
No auge da popularidade em 2021, a MIUI chegou a acumular mais de 500 milhões de usuários ativos. Nesse período, a Xiaomi já era uma das cinco maiores fabricantes de celular do mundo em volume de vendas.
Apesar dos elogios, a MIUI também era criticada por algumas decisões contestáveis: o sistema adotou anúncios em locais como menus de navegação e vinha pré-carregado com uma série de ferramentas nativas ou de parceiras da Xiaomi.
A situação começa a mudar em 2023, quando a Xiaomi anunciou o HyperOS. A ideia do projeto não era apenas substituir a MIUI, mas também ser uma plataforma adaptável, para ser usada em outros produtos — como televisores e até nos carros elétricos da fabricante.
Atualmente, a companhia está em fases iniciais de disponibilização da versão estável do HyperOS 3.1, que é baseado no Android 16.
O ECA Digital entrou em vigor na semana passada e afetou diversos jogos no Brasil, incluindo o popular Roblox, que aumentaram sua classificação indicativa por conter mecânicas de loot boxes. Segundo a lei, esse tipo de monetização, que oferece itens aleatórios mediante pagamento, pode servir como incentivo para práticas como apostas para crianças.
No entanto, a legislação brasileira acabou deixando passar jogos que, literalmente, simulam casas de apostas. Em uma rápida navegação na Play Store, o Voxel encontrou jogos que emulam a experiência de jogar no Tigrinho e caça-níqueis com classificação livre, disponíveis para download para crianças na loja do Android.
O Voxel entrou em contato com o Google, que lançou um posicionamento sobre o assunto dizendo que orientou desenvolvedores sobre o ECA Digital (confira mais detalhes abaixo). Além disso, a classificação indicativa de alguns dos apps foi alterada para 18 anos – processo que é gerenciado pela Coalizão Internacional de Classificação Indicativa (IARC).
É válido ressaltar que o ECA Digital proíbe aplicativos de bets para menores e plataformas do tipo que lidam com apostas com dinheiro real aparecem marcados como +18 na loja do Google. Ainda assim, existe uma linha cinza que permite apps capazes de apresentar mecânicas de apostas para crianças.
Jogos que passaram pela Lei Felca simulam Tigrinho com moeda digital e acumulam milhões de downloads
Ao pesquisar por termos como “Tigrinho” ou “Apostas” na Google Play Store, o usuário possivelmente vai cair em um aplicativo da desenvolvedora Slots Limited. Segundo a página oficial, a empresa oferece “mais de 500 jogos grátis de máquinas caça-níqueis”.
Os aplicativos no catálogo incluem nomes como “Slots Slots: Jogo do Tigrinho” e “Golden Casino - Caça Níqueis”, que chegam a superar 5 milhões de downloads. Na terça-feira (24), todos os apps da desenvolvedora verificados pelo Voxel contavam com classificação livre e podíam ser baixados sem qualquer verificação de idade no Android e também no Windows.
A listagem dos aplicativos na Play Store aponta que os softwares contam com a exibição de anúncios e também compras no aplicativo, além do link para o site da desenvolvedora. No entanto, a Slots Limited não deixa nenhuma informação de contato disponível, o que impossibilitou o Voxel de obter um posicionamento direto da companhia.
Como funciona o Simulador de Tigrinho?
Apesar de contarem com nomes que variam entre “Tigrinho” e “Caça-Níqueis”, os aplicativos simuladores de apostas com classificação livre contam sempre com o mesmo "gameplay'. Ao baixar e abrir, o jogador é convidado a criar uma conta no app ou jogar como convidado, sem precisar inserir dados.
Em seguida, uma mensagem pomposa aparece dizendo que você ganhou milhões na moeda digital do jogo para fazer apostas. Depois disso, o gameplay segue os padrões de um caça-níquel: o jogador pode abrir diversas roletas e apostar as moedas virtuais, com a opção de rolar tudo automaticamente e apenas acompanhar os resultados finais.
Além do cassino virtual, o jogo também conta com uma aba de loja que permite comprar mais moedas digitais. O jogador também é constantemente apresentado a pop-ups de anúncios para conseguir mais bônus, como rodadas extras.
A experiência é tão autêntica aos aplicativos de bets reais que até mesmo pessoas adultas se confundem na hora de baixar e apostar. Nas reviews de um dos simuladores de Tigrinho, alguns usuários deixaram avaliações negativas porque o aplicativo “não paga” e transforma todo dinheiro investido em moedas virtuais.
“Não façam depósitos achando que vão ganhar dinheiro”, diz uma avaliação de uma estrela. “Não há prêmio em dinheiro real, esta informação não é passada de forma clara ao usuário que se deixa levar pelo sensacionalismo e uso do cifrão do dinheiro real para representar moedas virtuais.”
“Eu baixo casino pra apostar e ganhar, aí não tem como ganhar, mas tem como perder. Não posso sacar, mas posso depositar”, diz outro usuário. “Odiei”, dando uma estrela.
Como o simulador de Tigrinho passou pela Lei Felca?
Tanto o decreto quanto o texto da lei proíbem que aplicativos de apostas sejam liberados para menores de 18 anos no Brasil. Quando o assunto são games, o ECA Digital traz regras rígidas envolvendo sistemas de comunicação online, como chats de texto e voz, e sistemas de loot boxes, que vendem itens aleatórios por dinheiro real.
Neste contexto, os simuladores de Tigrinho ficam em uma linha cinza na Play Store. O aplicativo não é uma bet, pois não permite fazer apostas que valem dinheiro real que pode ser sacado — apesar de as pessoas conseguirem gastar quantias com a moeda digital dos apps.
Além disso, os aplicativos de simulação de cassino não contam com sistemas de chat ou loot boxes, já que todas as microtransações realizadas dentro dos apps envolvem apenas a compra de moeda digital, sem itens aleatórios. Ou seja, mesmo que os apps tenham “sabor” de bet, tudo é realizado com “dinheiro de mentirinha”, fazendo com que o ECA Digital não seja aplicado diretamente.
O que diz o Google sobre os apps que simulam cassinos?
A documentação oficial da loja Play Store traz diretrizes para desenvolvedores proibindo aplicativos de bets e cassinos para menores de idade, mas as regras sempre falam em uso de dinheiro real para apostar. Após o contato do Voxel com o Google, jogos da Slots Limited começaram a receber classificação +18 na Play Store, processo gerenciado pela IARC, mas alguns apps de simulação de Tigrinho ainda aparecem como livre para todas as idades.
O Voxel também conversou com o Google para saber mais detalhes sobre as diretrizes da Play Store e como as regras da loja se aplicam nesse tipo de caso. Em um posicionamento enviado ao veículo, a empresa explicou que está em contato com desenvolvedores para promover a adequação ao ECA Digital.
"O Google orientou recentemente os desenvolvedores sobre os novos requisitos do ECA Digital. A classificação indicativa exibida no Google Play é de responsabilidade do desenvolvedor e gerada pela Coalizão Internacional de Classificação Indicativa (IARC) — órgão que reflete os critérios do Ministério da Justiça no Brasil — a partir de um questionário autodeclaratório preenchido ao enviar o jogo", disse a companhia.
A empresa também disse que apps que violem as regras podem ser banidos da plataforma – o público também pode fazer denúncias neste site. “Caso seja identificado que um desenvolvedor forneceu respostas imprecisas no questionário para burlar o processo de classificação ou que violou as políticas do Google Play, o aplicativo estará sujeito a medidas corretivas, incluindo a remoção ou suspensão da loja”.
O impacto das apostas na mente
Mesmo quando não envolvem dinheiro real, mecânicas inspiradas em cassinos podem gerar efeitos psicológicos importantes, principalmente quando estão acessíveis a crianças e adolescentes. Segundo a psicóloga Beatriz Silvério da Rocha Paiva, docente de Psicologia na UniFacens, esse tipo de sistema costuma explorar mecanismos conhecidos da psicologia comportamental.
De acordo com a especialista, o funcionamento de jogos de aposta está ligado ao chamadoreforço intermitente, um padrão em que o jogador às vezes ganha e às vezes perde. “Esse tipo de consequência é importante para a nossa tolerância às situações cotidianas que nem sempre são bem-sucedidas, porém também pode favorecer comportamentos compulsivos”, explica.
Outro fator que torna esse tipo de experiência tão envolvente é a expectativa constante pelo momento em que a aposta finalmente será recompensada. Segundo Paiva, o ciclo de tentativa e recompensa ajuda a consolidar o comportamento de continuar jogando, especialmente quando a atividade passa a funcionar como uma forma de fuga de situações desagradáveis ou responsabilidades da vida cotidiana.
A especialista também aponta que sistemas baseados em roletas e caça-níqueis estimulam o cérebro de maneira diferente de outros jogos justamente pela imprevisibilidade do resultado. “Quando o ganho acontece, ele reforça todo o encadeamento de tentativas anteriores, fazendo com que o indivíduo aprenda a persistir e aguardar o ‘ápice’ do jogo, mesmo diante de frustrações e perdas”, afirma.
Esse tipo de mecânica pode ser ainda mais sensível quando exposta a públicos mais jovens, como é o caso dos apps com classificação livre. Segundo Paiva, crianças e adolescentes apresentam maior vulnerabilidade porque seu desenvolvimento neuropsicológico ainda está em formação, além de enfrentarem desafios emocionais e sociais típicos dessa fase da vida.
Para a psicóloga, crescer jogando simuladores de cassino também pode influenciar a forma como jovens passam a enxergar dinheiro e risco. “O ganho não está diretamente relacionado com o que o indivíduo faz, criando uma falsa ilusão de controle”, explica. “Ou seja, a pessoa não aprende que precisa fazer algo para obter aquela recompensa de forma consistente.”
Apesar disso, Paiva ressalta que não é possível afirmar com certeza que jogos desse tipo levem diretamente às apostas reais no futuro. Ainda assim, o padrão de comportamento pode servir como gatilho para práticas semelhantes. “Esse tipo de jogo estimula o indivíduo a continuar se envolvendo em um comportamento em que ele acredita ter controle, mesmo quando ganhar ou perder não depende do que ele faz”, conclui a psicóloga.
Lançado nos cinemas brasileiros na última quinta-feira (19), Devoradores de Estrelas já pode ser considerado um dos maiores sucessos de 2026. Em seu primeiro final de semana nos cinemas, o longa-metragem estrelado por Ryan Gosling já conquistou US$ 140 milhões na bilheteria global e se provou um grande fenômeno.
Enquanto esse ótimo desempenho deve estimular mais pessoas a conferirem o título nas telas grandes, sabemos que nem todos podem arcar com o preço ou tempo necessário para isso. Felizmente, o título dirigido por Phil Lord e Chris Miller já tem um caminho previsível rumo ao streaming — onde também vai poder ser reassistido com calma por quem já se considera um fã.
Quando Devoradores de Estrelas chega ao streaming?
Até o momento, Devoradores de Estrelas não tem uma data específica para fazer sua estreia no streaming. No entanto, quando isso acontecer, ele vai ser disponibilizado exclusivamente na Prime Video. Isso porque ele é uma das primeiras grandes apostas que a Amazon faz nos cinemas após adquirir a MGM.
Antes de chegar ao serviço, no entanto, a primeira parada do título vão ser as plataformas de compra e venda de conteúdo digital;
Isso deve acontecer de 30 a 45 dias após a estreia do filme nos cinemas;
Ou seja, Devoradores de Estrelas deve aparecer no Prime Video, Apple TV e YouTube entre a segunda metade de abril e o começo de maio;
Os prazos podem mudar dependendo da popularidade obtida pelo filme, que dá vários sinais de que vai manter seu bom ritmo inicial;
A partir desse ponto, o público ainda vai ter que esperar um bom tempo para assistir o longa como parte do catálogo de um streaming.
Levando em consideração o passado da Prime Video, Devoradores de Estrelas deve levar mais de 150 dias para fazer a transição entre os cinemas e o catálogo fixo da Prime Video. Assim, os assinantes do streaming só devem poder conferi-lo no conforto de casa entre a segunda metade de agosto e a primeira quinzena de setembro.
Sobre o que é Devoradores de Estrelas?
Embora a Prime Video já tenha encurtado para 35 dias a transição entre um lançamento nos cinemas e a estreia em seu catálogo, isso só aconteceu em casos pontuais. Um exemplo disso foi o drama Depois da Caçada que, com um orçamento de mais de US$ 70 milhões, só conquistou US$ 9,4 milhões de bilheteria.
Devoradores de Estrela é uma ficção científica inspirada na literatura. Imagem: Divulgação/Amazon MGM Studios
Assim, já é possível descartar a possibilidade de isso acontecer com Devoradores de Estrelas, que deve recuperar seu custo de mais de US$ 200 milhões em breve. O filme é uma adaptação do livro de mesmo nome de Andy Weir, e mostra um futuro no qual a existência do Sol está em risco graças à ação de um microrganismo.
Ryan Gosling interpreta o pesquisador Ryland Grace, o último sobrevivente da tripulação de uma espaçonave que tenta evitar esse desastre. Alternando entre o passado e o presente, o longa se aprofunda nas motivações do personagem, ao mesmo tempo que mostra os desafios que ele enfrenta para salvar a humanidade — o que envolve contatos com formas de vida alienígenas com características rochosas.
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Chegamos à última quinta-feira do mês de março de 2026, e os fãs do cinema sabem bem o que isso significa: a estreia de novos longas-metragens. Esta semana, o público vai poder conferir a comédia brasileira Velhos Bandidos, que traz Fernanda Montenegro e Ary Fontoura como aposentados que planejam um roubo a banco.
Os fãs de histórias de terror vão poder conferir Eles vão Te Matar, uma produção da Warner Bros. com Zazie Beetz e Patricia Arquette no elenco, enquanto Nuremberg promete um drama histórico marcante. Confira abaixo a lista dos principais do lançamento desta quinta-feira (26).
As estreias do cinema no dia 26 de março de 2026
Velhos Bandidos
Dirigido por Cláudio Torres, a comédia Velhos Bandidos traz Fernanda Montenegro provando aos 96 anos que ainda tem muito a oferecer. Junto com Ary Fontoura, ela é parte de um casal de velhos assaltantes que planeja um último grande ato criminoso envolvendo um banco.
No entanto, para conseguir isso, eles vão precisar contar com a ajuda de bandidos mais jovens, interpretados por Bruna Marquezine e Vladimir Brichta. Caberá ao Investigador Oswaldo, interpretado por Lázaro Ramos, a missão de tentar evitar que o grande golpe seja realizado.
Eles vão te Matar
Embora seja descrito como um terror, Eles vão te Matar também promete grandes doses de comédia e de ação. Dirigido por Kirill Sokolov, o filme acompanha uma jovem que precisa sobreviver a uma noite no Virgil, local que serve como esconderijo de um culto demoníaco que pretende sacrificá-la a uma entidade poderosa.
Nuremberg
Com Russel Crowe, Rami Malek e Richard E. Grand, Nuremberg acompanha a história do famoso tribunal, responsável por condenar nazistas após o fim da Segunda Guerra Mundial. Dirigido por James Vanderbilt, o longa segue a história de um psiquiatra e de um promotor-chefe que tentam entender os terrores que foram cometidos durante o conflito.
Vingadora
Conhecida pelos filmes de Resident Evil, Milla Jovovich interpreta Nikki, uma ex-militar cuja carreira foi forjada nos piores campos de batalha possíveis. Diante do sequestro de sua filha, a protagonista se vê forçada a lutar contra bandidos e policiais enquanto invade o submundo do crime para resgatar a vida da única pessoa que tem alguma importância para ela.
As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você
A comédia dramática acompanha a história de Julia (Giulia Be) e Gabi (Any Gabrielly), duas amigas inseparáveis desde que eram crianças, por mais que sejam completamente diferentes. Diante da morte inesperada de Julia, Gabi decide concluir os dez desafios deixados para trás em cartas de sua amiga.
13 Dias, 13 Noites
O filme belga acompanha o processo de retirada das tropas norte-americanas do Afeganistão, conforme as forças do talibã avançam rumo a Cabul. O último foco da resistência é a embaixada da França, cuja proteção cabe ao comandante Mohamed Bida e seu grupo de elite.
Ditto: Conexões do Amor
No drama de fantasia sul-coreano, a jovem Yong se descobre capaz de usar um rádio para se conectar com uma pessoa que está no futuro. Conforme ela conversa com o estudante que cursa a mesma universidade, os dois começam a trocar experiências e descobrem que têm muito em comum.
O Olhar Misterioso do Flamingo
Inspirado em histórias reais, O Olhar Misterioso acompanha a história de Lídia, uma jovem de 12 anos que é forçada a conviver com muito ódio. Situada no Chile, a trama mostra o sofrimento real de pessoas que foram perseguidas e acusadas de espalhar o vírus da SIDA somente por serem LGTBQIA+.
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A Nintendo anunciou na última quarta-feira (25) mudanças na política de preços dos jogos do Switch 2, com impacto direto nos valores praticados em diferentes mercados. Com isso, a partir de maio títulos digitais e físicos passarão a ter preços sugeridos distintos.
No Brasil, a nova estratégia deve resultar em preços mais baixos para alguns lançamentos, especialmente no formato digital. Já em outros países, a variação pode ter efeito contrário, com aumento no valor de jogos físicos em determinadas regiões, como parte de uma política de precificação mais flexível adotada globalmente.
A mudança não será retroativa e começará a ser aplicada gradualmente nos próximos lançamentos do console. Em comunicado oficial, a Nintendo explicou que a medida “reflete os diferentes custos associados à produção e distribuição de cada formato, além de oferecer aos jogadores mais opções de compra”.
Redução de preços no Brasil começa com a pré-venda de Yoshi and the Mysterious Book
O primeiro título a refletir a nova política é Yoshi and the Mysterious Book, que já aparece em pré-venda com valores reduzidos em relação a lançamentos anteriores.
Nos Estados Unidos, a versão digital custa cerca de US$ 59,99 — enquanto o cartucho físico chega a US$ 69,99, indicando uma diferença de aproximadamente US$ 10 entre os formatos.
No Brasil, o jogo está listado por R$ 329,90 na eShop, valor inferior ao praticado em outros títulos recentes do console. Para efeitos de comparação, jogos como Mario Tennis Fever e Pokémon Pokopia foram lançados por cerca de R$ 439,90.
Ainda não está totalmente claro se a redução no preço local se deve apenas à nova política global ou se houve ajustes específicos para o mercado brasileiro.
De qualquer forma, o movimento indica uma possível mudança na estratégia da empresa para tornar seus jogos mais acessíveis em determinados territórios.
A expectativa é que outros lançamentos first-party sigam o mesmo padrão ao longo dos próximos meses para consolidar a nova política no ecossistema do Switch 2.
Alguns jogos do Switch 2 podem custar mais caro em outros países
Enquanto o Brasil pode se beneficiar da redução, a política de preços também prevê aumentos em algumas regiões. No Reino Unido, por exemplo, jogos físicos do Switch 2 já aparecem com valores mais altos em comparação às versões digitais.
Títulos como Donkey Kong Bananza e Mario Kart World têm versões físicas custando cerca de £8 a mais, segundo o VGC — evidenciando uma tendência de encarecimento fora do ambiente digital.
A empresa também indicou que adotará preços variáveis entre diferentes jogos, o que significa que nem todos os lançamentos seguirão uma mesma faixa de valor.
Esse cenário reforça que a nova política não se trata apenas de redução de preços, mas de uma flexibilização global, que pode gerar diferentes impactos dependendo do mercado e do formato escolhido pelos jogadores.
Parceiros de varejo podem ditar os preços dos jogos do Switch 2
Outro ponto destacado pela Nintendo é que os preços finais podem variar conforme o varejista. Segundo a empresa, “como sempre, nossos parceiros do varejo definem seus próprios preços para jogos físicos e digitais, e o preço de cada título pode variar”.
Isso significa que, mesmo com preços sugeridos definidos pela companhia, o valor cobrado ao consumidor pode sofrer alterações dependendo da loja ou da região. A prática é comum na indústria e tende a influenciar diretamente a competitividade entre diferentes plataformas de venda.
Com isso, o cenário para o Switch 2 passa a ser mais dinâmico, com múltiplos fatores influenciando o custo final dos jogos ao consumidor.
O que você acha dessa nova política de preços da Nintendo? Conte nas redes sociais do Voxel se pretende aproveitar os valores mais baixos no Brasil!
A Amazon liberou uma nova rodada de promoções em jogos para PlayStation 5 com várias opções de títulos de peso a preços mais acessíveis. A campanha é uma ótima oportunidade para quem quer aumentar a coleção pessoal ou até presentear alguém especial sem gastar tanto.
Consumidores podem aproveitar uma boa economia, com a plataforma oferecendo cortes significativos nos preços de alguns jogos, tornando o momento ideal para comprar diversos exclusivos e até títulos third party lançados para o console da Sony.
Jogos de PS5 em promoção na Amazon
The Last of Us Part II Remastered é um dos destaques entre os jogos em mídia física com desconto na Amazon
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Falta pouco para o lançamento de Life is Strange: Reunion, que chega em 26 de março para PS5, Xbox Series X|S e PC, marcando o retorno de Max e Chloe em um novo capítulo da franquia. Em entrevista ao Voxel, as dubladoras Hannah Telle (Max) e Rhianna DeVries (Chloe) comentaram sobre a experiência de revisitar suas personagens anos depois.
Para Hannah Telle, voltar ao papel de Max foi algo inesperado e marcante em sua trajetória profissional. “Foi uma bênção incrível. Eu nem estava atuando naquele momento, estava estudando neurociência, então receber a chance de voltar surgiu completamente do nada”, afirmou.
A atriz também destacou o impacto pessoal da retomada, explicando que o convite mudou sua rotina e a reconectou com a carreira artística. “Isso mudou totalmente a trajetória da minha vida e me trouxe de volta para quem eu sou como pessoa, que é uma atriz”, completou.
Atriz estava estudando neurociência antes de voltar ao papel de Max
Antes de retornar à franquia, Hannah Telle havia se afastado da atuação para se dedicar aos estudos na área de neurociência, o que tornou o convite para reprisar Max ainda mais inesperado. Segundo ela, a oportunidade surgiu em um momento completamente diferente de sua vida profissional.
A atriz explicou que voltar a interpretar a personagem permitiu explorar novas camadas emocionais de Max, agora mais madura e marcada por experiências traumáticas. “Poder reacender minha relação com a Max e explorar ainda mais a psique dela como adulta foi extremamente gratificante”, disse.
Durante o desenvolvimento de Life is Strange: Double Exposure, Telle afirmou que conseguiu lidar com questões pessoais por meio da atuação. “Eu consegui processar um pouco dos meus próprios traumas enquanto interpretava a personagem”, comentou.
Ela também destacou que a conexão com Max foi se aprofundando ao longo do tempo, especialmente ao revisitar momentos importantes da narrativa. “À medida que interpreto a personagem, descubro mais sobre mim mesma e percebo paralelos entre o mundo dela e o meu”, explicou.
Por fim, a atriz descreveu o encerramento dessa jornada como um processo emocionalmente intenso. “Interpretá-la pela última vez foi muito difícil e emocionante, mas sou muito grata por ter tido mais uma chance”, afirmou.
Hannah não mudaria nenhuma decisão tomada por Max em Life is Strange
Questionada sobre as escolhas feitas por Max ao longo da franquia, Hannah Telle afirmou que não alteraria nenhum dos caminhos tomados pela personagem — mesmo com a possibilidade de revisitar essas decisões.
A atriz explicou que prefere respeitar a construção narrativa original, que foi moldada por experiências e emoções específicas daquele momento. Ainda assim, revelou que mudaria algo em sua própria relação com a obra.
“Se eu pudesse voltar no tempo, talvez assistisse às gameplays da série mais cedo”, comentou. Segundo ela, evitava acompanhar suas próprias performances por receio de autocrítica excessiva.
“Como atriz, eu evitava assistir porque isso me faz pensar demais e duvidar de mim mesma”, completou — destacando que só recentemente passou a consumir o jogo sob a perspectiva do público.
Papel heroico de Max em Double Exposure fez atriz criar forte conexão com a personagem
O retorno de Max em Double Exposure trouxe uma abordagem diferente da personagem, agora mais confiante e inserida em um contexto profissional mais consolidado, o que exigiu ajustes na interpretação.
Segundo Hannah, essa mudança inicialmente causou estranhamento, já que a evolução da personagem parecia mais acelerada do que sua própria trajetória pessoal. Ainda assim, o processo ajudou a fortalecer a conexão com Max.
A atriz destacou que buscou equilibrar essa nova confiança com as características originais da protagonista, como a introspecção e a ansiedade. “Precisei trabalhar para manter esse equilíbrio sem perder a essência da personagem”, explicou.
Ela também ressaltou que momentos mais leves e humanos contribuíram para tornar a experiência mais próxima de sua realidade. “Ver a Max baixar a guarda e mostrar outros lados foi algo muito humano para mim”.
Mesmo anos no papel, ainda é uma grande pressão interpretar Max
Mesmo após anos interpretando a personagem, Hannah Telle afirmou que ainda sente uma grande responsabilidade ao dar vida a Max, especialmente pelo impacto emocional da história.
“Com certeza — uma pressão enorme”, declarou a atriz, destacando que o processo de produção exige um alto nível de envolvimento pessoal e dedicação.
Ela explicou que os temas abordados na narrativa, como luto, trauma e decisões difíceis, tornam o trabalho mais intenso. “A carga emocional da história realmente pesa”, disse.
Ao mesmo tempo, Telle reforçou que considera essa responsabilidade parte essencial da experiência. “Mas também é uma honra enorme. Nós demos tudo de nós para contar essa história”, concluiu.
E você, está ansioso para viver novas histórias com Max e Chloe em Life is Strange Reunion? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel!
Após o que pode ter parecido uma espera sem fim para os fãs, o Homem sem Medo está de volta na nova Temporada de Demolidor Renascido. Na última terça-feira (24), a Disney+ lançou o primeiro episódio da segunda parte da trama, que acompanha um momento decisivo da saga do herói.
Enquanto na primeira parte o público pode acompanhar o protagonista em um momento de baixa, enquanto o Rei do Crime estava em ascensão, agora as posições devem se inverter. Embora ainda esteja em desvantagem e seja perseguido pelas autoridades, Matt Murdock encontra novas forças (e companheiros) para libertar a cidade de Nova York.
Demolidor Renascido tem quantos episódios? Veja horário de lançamento no Brasil
Segundo a Disney+, a Temporada 2 de Demolidor Renascido vai ter uma duração semelhante à da primeira parte. Assim, os fãs devem esperar por um total de oito episódios, que vão ser lançados semanalmente, sempre às terças-feiras.
Confira o calendário oficial, com episódios que são lançados sempre às 22h, no horário de Brasília.
Episódio 1 – 24 de março;
Episódio 2 – 31 de março;
Episódio 3 – 7 de abril;
Episódio 4 – 14 de abril;
Episódio 5 – 21 de abril;
Episódio 6 – 28 de abril;
Episódio 7 – 5 de maio;
Episódio 8 – 12 de maio.
A decisão de apostar em oito capítulos é resultado da maneira como a série foi concebida pela Disney+. Inicialmente, a ideia do streaming era fazer uma história de única temporada com um total de 16 episódios. No entanto, uma mudança criativa realizada em 2023 fez com que a trama fosse dividida em duas metades.
O que esperar da Temporada 2 de Demolidor Renascido?
O episódio de estreia de Demolidor Renascido já deu o tom do que os fãs podem esperar em sua segunda metade. Nele, vemos o Rei do Crime dominando completamente a cidade de Nova York, enquanto o Demolidor e seus aliados tentam lutar contra ele com ações de guerrilha.
A Temporada 2 de Demolidor Renascido vai mostrar seus protagonistas deixando de lado suas máscaras. Imagem: Divulgação/Disney+
O que pode mudar o equilíbrio desse relacionamento é a chegada de novas figuras, como o misterioso Mr. Charles e a heroína Jessica Jones. Segundo o diretor Aaron Moorhead, os novos episódios vão mostrar o Demolidor e o Rei do Crime retirando totalmente suas máscaras e abraçando quem realmente são.
A Temporada 2 de Demolidor Renascido estreou com análises bastante positivas no Rotten Tomatoes, que são mais elogiosas do que aquelas dadas à sua parte anterior. Enquanto 95% da crítica especializada considerada pelo agregador recomenda a produção, a taxa de aprovação sobe para 96% entre os usuários verificados.
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Nos conflitos armados atuais, como nas guerras entre Rússia e Ucrânia e nas ofensivas conjuntas de Estados Unidos e Israel contra o Irã, o uso de inteligência artificial no campo de batalha tem ganhado destaque. A tecnologia está no planejamento de ataques e em armas autônomas.
Também conhecidos como “killer robots”, os armamentos avançados incluem, principalmente, drones sem operadores humanos. Apesar das vantagens, a presença contínua desses recursos em cenários de batalha levou a Organização das Nações Unidas (ONU) a pedir a regulação e até a proibição de tais máquinas.
O que são armas autônomas
Chamados de “Lethal Autonomous Weapon Systems” (LAWS) ou “Sistemas de Armas Autônomas Letais” em tradução livre, esses dispositivos de guerra possuem capacidade de identificar e atacar alvos sem depender de controle humano. Para tanto, utilizam sensores e IA, entre outras tecnologias.
Os mecanismos integrados às armas registram e analisam dados do campo de batalha, entendendo o ambiente e diferenciando pessoas de veículos e objetos. Com base nessas informações, os sistemas automatizados selecionam alvos e tomam a decisão de atacar ou não por conta própria.
Essa categoria é representada principalmente pelos drones autônomos. (Imagem: NiseriN/Getty Images)
Inicialmente restritos à ficção, os robôs de combate aparecem em diferentes formatos, como drones alimentados com IA, submarinos não tripulados e outros tipos de veículos autônomos. Até mesmo robôs humanoides para usos militares já foram testados.
É importante destacar que as versões mais avançadas da tecnologia bélica ainda não foram totalmente implementadas. Porém, os drones autônomos, que localizam alvos e disparam mísseis, estão entre as armas mais usadas nos conflitos recentes.
Diferença entre armas automatizadas e autônomas
Em geral, os equipamentos da guerra moderna são classificados em três categorias. Na primeira e mais básica, o sistema localiza o alvo e se prepara para o ataque, mas requer a aprovação humana explícita para o disparo.
Na intermediária, a máquina pode iniciar o ataque, mas um operador humano consegue interromper a ação. Já na terceira categoria, os killer robots operam sem depender de ordens, representando a mais avançada e controversa versão dos LAWS.
As armas automatizadas dependem da operação humana. (Imagem: Onfokus/Getty Images)
Ou seja, a primeira e a segunda categoria são consideradas automatizadas ou automáticas, pois seguem um ciclo predefinido e exigem ativação do operador. Sistemas de defesa que lançam mísseis após a detecção e metralhadoras são exemplos disso.
Por sua vez, a última conduz operações militares complexas autonomamente, localizando e atacando alvos de maneira independente, com o auxílio da IA, como os drones kamikaze. Como a intervenção humana pode ser nula, ela alimenta debates sobre ética na guerra.
Como a inteligência artificial é usada nesses sistemas
Os robôs de combate são resultado de uma grande combinação de tecnologias, como sensores que monitoram o ambiente, sistemas LiDAR gerando mapas 3D e câmeras térmicas. Dependendo do tipo pode haver, ainda, radares para identificar movimentos.
Todos esses componentes geram uma extensa quantidade de informações para o panorama completo e em tempo real do local. Sem operadores, o processamento é feito por algoritmos de IA treinados em amplos conjuntos de dados.
A tecnologia diferencia, em milissegundos, civis de soldados, carros de equipamentos de guerra e daí por diante.
Nos armamentos com IA, os modelos de linguagem fazem as avaliações de ameaças. Eles consideram aspectos como o perigo representado pelo alvo, as movimentações e o valor da ação, entre outros, para decidir sobre o ataque.
Depois de analisar tudo isso, em segundos, a IA decide sem qualquer intervenção humana. Além da rapidez, outro diferencial é a ausência de julgamento ético, o que representa um grande perigo, na visão dos críticos.
Riscos para civis e conflitos armados
Na guerra moderna, o uso de armas com capacidade de decidir autonomamente oferece vantagens estratégicas. No entanto, esses sistemas levantam preocupações quanto à segurança, pois assim como os bots convencionais, a tecnologia de combate também pode errar.
Se a IA alucinar durante a missão, existe a chance de confundir alvos, mirando em civis ou trocando armazéns de armas por hospitais ou escolas, lançando mísseis no prédio errado. A tragédia pode ser maior se envolver enxames de drones autônomos.
Os enxames de drones autônomos tornam a tecnologia ainda mais poderosa. (Imagem: onurdongel/Getty Images)
Esses grupos de aeronaves atingem diversos alvos simultaneamente. Segundo a ONU, isso fere os princípios de proporcionalidade e precaução inseridos no Direito Internacional Humanitário (DHI), que limita os efeitos dos conflitos armados.
Além disso, há outro perigo a se considerar: a segurança cibernética. Caso invasores acessem sistemas controlados por adversários, poderiam reprogramar as armas, fazendo-as se voltarem contra os operadores originais.
Por que a ONU tenta regular os killer robots
Um dos principais opositores dos robôs assassinos no campo de batalha, o Secretário-Geral da ONU, António Guterres, já abordou os riscos da tecnologia em várias ocasiões. Em um relatório de 2025, ele apontou a incapacidade da IA de respeitar o princípio da distinção como um dos maiores problemas.
Conforme o chefe das Nações Unidas, a inteligência artificial é propensa a produzir resultados distorcidos ao absorver vieses. Na hora de distinguir entre civis e militares, o gênero, a raça e a idade são analisados pelos sistemas autônomos, podendo levar a decisões equivocadas.
Por isso, Guterres defende o controle humano para evitar erros e pediu a proibição das ferramentas. “Não há lugar para sistemas de armas autônomas letais em nosso mundo. Máquinas que possuem o poder e a capacidade de tirar vidas humanas sem controle humano devem ser proibidas pelo direito internacional”, declarou.
Desde meados da década passada, membros da ONU têm considerado regulamentar LAWS. Os debates acontecem no âmbito da Convenção sobre Certas Armas Convencionais (CCW), que trata da possibilidade de violação do direito humanitário.
Iniciativas como “Pacto para o Futuro” e “Stop Killer Robots” são algumas das mais recentes. Porém, as conversas ainda não avançaram, devido a dúvidas sobre o que caracteriza sistemas autônomos e como funcionaria o controle humano mais significativo.
Guterres alertou sobre a necessidade de urgência da regulamentação, diante do uso cada vez maior da tecnologia na guerra moderna. “O tempo está se esgotando para tomarmos medidas preventivas”, ressaltou.
António Guterres é um dos maiores opositores dos armamentos com IA. (Imagem: Michael M. Santiago/GettyImages)
Desafios éticos e legais no uso de Killer robots
De acordo com a ONU, o primeiro caso de armas autônomas atacando pessoas sem envolvimento com guerras ocorreu em 2021. Na ocasião, civis se tornaram alvo de um drone sem operador humano na Líbia, incidente que acendeu, de vez, o alerta em relação aos perigos dessa tecnologia.
Em um caso como esse, quem seria o responsável pelo erro da máquina? O desenvolvedor, que criou o código do sistema, a fabricante da aeronave não tripulada ou o comando militar que decidiu implementar o mecanismo?
Nas discussões sobre a regulamentação internacional das armas que funcionam de maneira autônoma, essa é uma das dúvidas que dificultam a criação de leis rígidas. Países como Nova Zelândia e Áustria estão entre os que defendem regras rigorosas, incluindo a proibição total.
Por outro lado, EUA, China, Rússia e Israel opõem-se às restrições, argumentando que os armamentos com IA serão cruciais nos conflitos futuros.
Onde essas tecnologias já são utilizadas
Mesmo com os riscos das armas autônomas na guerra, vários países desenvolveram ou implementaram essas máquinas. O drone turco Kargu-2, que opera em modo autônomo buscando e atacando alvos, é um dos exemplos. Ele teria sido usado no conflito na Líbia, citado acima.
Também há o drone russo ZALA KYB, funcionando sem auxílio humano direto, e o israelense Harop, capaz de voar por horas aguardando para atacar. Outro destaque é o Boeing MQ-28 Ghost Bat, que atua ao lado de outras aeronaves militares e deve ser adotado pela Austrália.
Em meio aos debates sobre ética na guerra, a tecnologia é usada nos conflitos atuais. (Imagem: Olena Bartienieva/Getty Images)
Atualmente, o conflito entre Rússia e Ucrânia se tornou o maior campo de teste da nova tecnologia bélica. Relatórios sugerem que a maioria das aeronaves não tripuladas ucranianas têm algum nível de automação, atraindo o interesse dos EUA, com as tropas russas também desenvolvendo sistemas inovadores.
A POCO lançou hoje (25) o modelo X8 Pro no Brasil. O aparelho traz destaques como desempenho veloz, bateria de 6500 mAh, carregamento de 100W e a presença de um LED customizável na parte traseira que funciona principalmente como um alerta de notificações e chega a partir de R$ 6.999,99.
O lançamento do flagship é visto pelos executivos da DL, empresa que faz a importação dos produtos no Brasil, como uma consequência do sucesso da marca. O mesmo sucesso que também possibilita trazer modelos de todas as categorias aos consumidores e fãs da Xiaomi e suas subsidiárias, como a POCO.
O TecMundo conversou com Luciano Barbosa, Head de Operações da DL, distribuidora oficial da POCO no Brasil, e Elielton Caetano, Coordenador de Marketing de Produtos na DL para saber mais detalhes sobre o processo de importação e a expansão no país.
O POCO X8 Pro tem design premium e promete desempenho rápido (Foto: Divulgação)
A POCO é subsidiária da Xiaomi, marca que conquistou uma legião de fãs pelo Brasil, principalmente após o seu retorno em parceria com a importadora DL. Porém, com as altas taxas impostas pelo governo, a falta de uma fabricação nacional acabou deixando os produtos mais caros — e o título de “bom e barato” dado pelos consumidores enfraqueceu.
O Head de Operações Luciano Barbosa não enxerga a situação da mesma maneira. Apesar dos custos terem subido, o executivo ainda reforça que a marca tem um bom custo-benefício, com produtos que entregam qualidade e continuam evoluindo.
De acordo com ele, na primeira vez que a Xiaomi desembarcou no país, em 2016, foram disponibilizados poucos aparelhos, de especificação técnica baixa. Já em 2019, a marca trouxe cerca de sete smartphones e mais de 100 produtos do ecossistema.
A recepção do público fez com que eles trouxessem aparelhos cada vez melhores, caso dos flagships. “A gente não trabalha nessa [linha] de entrada, só trabalha nos produtos intermediários para cima. E aí, consequentemente, isso também influencia na visão do consumidor para com o preço ", completa.
Luciano ainda conta que, para garantir que os produtos comecem a ser vendidos no Brasil junto com o mercado internacional, o processo inicia cerca de seis meses antes. Tudo começa com a homologação da bateria na Anatel, que demora por volta de 90 dias, em seguida vem a homologação do smartphone e, então, o processo de adequação do aparelho ao mercado brasileiro, como localização do idioma.
A logística também é um desafio. O Brasil é um país com proporções continentais, por isso, é necessário “correr” para trazer os produtos com bastante antecedência enquanto o time comercial se antecipa com as negociações.
“Se fizer todos os processos e conseguirmos encaixar os prazos certinhos, porque, por exemplo, eu dependo da chegada de amostras. E todo esse cenário global agora, eventualmente pode haver algum atraso. Então, se houver isso, acaba prejudicando esse timing entre global e aqui no Brasil. Mas a gente tem feito esse tempo ficar cada vez mais curto”, declara.
Sobre o POCO X8 Pro
O Poco X8 Pro conta com um design premium, traseira de vidro e moldura de alumínio, além de certificação IP68/IP69K contra poeira e água. A tela M10 conta com 6,59 polegadas, resolução 2756x1268, taxa de atualização de 120Hz e pico de brilho de 3500 nits.
Quanto ao desempenho, o smartphone chega com o processador Mediatek Dimensity 8500 Ultra, 12 GB de memória RAM e otimização inteligente para jogos. Ele roda a interface Xiaomi HyperOS 3 e conta com recursos de IA para edição de fotos, além do Circule para Pesquisar e o chatbot Gemini, do Google.
O POCO X8 Pro chega com processador Mediatek Dimensity 8500 Ultra (Foto: Divulgação)
Já na fotografia, o Poco X8 Pro tem dois sensores na traseira. O principal Sony IMX882 de 50 MP e um ultrawide de 8 MP. Já a câmera frontal tem 20 MP.
A bateria é de silício-carbono com 6500 mAh e suporte a recarga de 100W com fio. O aparelho também pode servir como um carregador portátil ao ser conectado a outro celular ou fone de ouvido, entre outros, via cabo USB-C.
O POCO X8 Pro já está disponível nas lojas online por R$ 6.999,99 na versão de 12GB+512GB.
Reforçando que o TecMundo já está testando POCO X8 Pro e o review sairá em breve. Para acompanhar, siga o TecMundo no X, Instagram, Facebook e YouTube e assine a nossa newsletter para receber as principais notícias e análises diretamente no seu e-mail.
Um grupo de hackers, que opera há cinco meses sem interrupção, acabou de comprometer mais de 150 repositórios no GitHub. O coletivo também foi capaz de inundar um marketplace de extensões com 72 pacotes maliciosos e plantar código invisível dentro de servidores MCP, uma infraestrutura que conecta assistentes de IA como Claude e Cursor ao mundo externo.
Chamada de Wave 5, ou Quinta Onda, a operação mais recente da campanha GlassWorm foi detectada em março de 2026 por pesquisadores das empresas Koi, Aikido e Socket, que rastreiam o grupo de forma independente desde outubro de 2025. A atuação do coletivo, que começou como extensões maliciosas no marketplace OpenVSX, evoluiu para uma das campanhas de supply chain mais sofisticadas já documentadas contra desenvolvedores.
O truque que ninguém vê
A assinatura do GlassWorm não mudou em cinco meses. Eles usam caracteres Unicode invisíveis escondidos dentro de código aparentemente limpo. Funcionam como variações de seletores Unicode que renderizam como espaço em branco em qualquer editor, terminal ou ferramenta de code review. Mas quando decodificados em runtime, revelam uma carga maliciosa JavaScript completa.
O caminho entre um pacote infectado e o controle total da máquina: da instalação silenciosa ao phishing de carteiras hardware e acesso remoto via WebSocket. Imagem: Aikido.
Na prática, um desenvolvedor pode abrir o arquivo, percorrer cada linha, não encontrar nada de errado e dar a revisão como aprovada. O código malicioso simplesmente não aparece.
Essa técnica foi documentada pela primeira vez na Primeira Onda. Cinco iterações depois, ela continua sendo o núcleo da operação, o que diz algo sobre a eficácia dos controles de segurança disponíveis hoje para detectá-la.
O primeiro servidor MCP comprometido
Em 12 de março, o motor de risco da empresa Koi sinalizou um pacote npm suspeito: @iflow-mcp/watercrawl-watercrawl-mcp. À primeira vista parecia legítimo, um TypeScript bem estruturado, dependências reais, link apontando para o repositório original do WaterCrawl MCP.
O decoder publicado pela empresa Koi: o comentário "thousands of invisible Unicode characters" descreve o que está dentro da string que parece vazia. Imagem: Koi.
Cinco versões publicadas no mesmo dia, da 1.3.0 à 1.3.4. Todas maliciosas desde o primeiro lançamento.
O pacote até incluía um JSON de configuração pronto para ser colado direto em qualquer ferramenta de AI coding. Quem buscasse "watercrawl mcp" no npm poderia instalar a versão errada sem perceber. Dentro do src/index.ts, após 26 linhas de código absolutamente normal, estava o decoder invisível, a mesma estrutura rastreada desde a Primeira Onda.
MCP (Model Context Protocol) é o protocolo que permite que assistentes de IA se conectem a serviços externos como crawlers, bancos de dados e APIs. Um servidor MCP roda como subprocesso direto do seu editor, na sua máquina, com acesso a variáveis de ambiente, tokens de autenticação e chaves de API.
O ataque se esconde onde os desenvolvedores menos desconfiam: dentro do próprio código que eles revisam.
A diferença crítica em relação a uma extensão maliciosa comum é que o servidor MCP não precisa procurar suas credenciais. Elas são entregues a ele por design. Comprometer um servidor MCP é essencialmente estar sentado no meio da conversa entre o desenvolvedor e todas as ferramentas que ele usa.
150 repositórios com commits que parecem humanos
Entre 3 e 9 de março, o GlassWorm injetou o decoder invisível em mais de 150 repositórios no GitHub. Entre as vítimas confirmadas estão o projeto Reworm (1.460 stars), repositórios da organização anomalyco e um template oficial da Wasmer.
O que torna a operação perturbadora não é só a escala, é o disfarce. Cada commit malicioso vinha embrulhado como uma contribuição normal. Pode ser uma atualização de documentação, bump de versão, pequeno bugfix. As mudanças combinavam com o estilo de código de cada repositório.
O GlassWorm não explora falhas de sistema — explora a confiança de quem instala uma dependência sem questionar.
Produzir isso manualmente em 150 projetos diferentes seria impossível no tempo em que a operação ocorreu. Os pesquisadores apontam uso de LLMs para gerar o disfarce de cada injeção, um padrão que já havia aparecido na Segunda Onda em escala menor e que agora opera de forma industrial.
A nova tática no OpenVSX
No marketplace OpenVSX, o grupo publicou mais de 72 extensões falsas de ferramentas populares como ESLint, Prettier e Flutter, com contagens de download infladas artificialmente.
Mas a inovação desta onda está nos campos extensionPack e extensionDependencies dos manifestos do VSCode. Estes recursos legítimos permitem a uma extensão instalar outras automaticamente, sem nenhuma relação de confiança verificada.
Quando o dispositivo é conectado, o malware detecta a conexão e abre uma janela de phishing pedindo a frase de recuperação.
O fluxo funciona assim: o grupo publica uma extensão de aparência limpa, que acumula instalações. Numa atualização futura, silenciosamente adiciona uma dependência apontando para uma extensão maliciosa.
O editor instala automaticamente para todos os usuários existentes. O malware nunca estava na extensão revisada, estava uma camada abaixo. Revisar no momento da instalação deixou de ser suficiente.
O que o malware faz depois de entrar
A cadeia opera em múltiplos estágios. Primeiro, coleta credenciais, carteiras de criptomoeda e informações do sistema, compacta tudo em ZIP e envia para um servidor externo.
Quando o dispositivo é conectado, o malware detecta a conexão e abre uma janela de phishing pedindo a frase de recuperação.
Depois instala dois componentes adicionais: um binário .NET que, ao detectar uma carteira hardware Ledger ou Trezor via USB, abre uma janela de phishing pedindo as 24 palavras da frase de recuperação e reabre se o usuário fechar.
Além um RAT que força a instalação de uma extensão falsa do Chrome disfarçada de "Google Docs Offline", capaz de coletar cookies, histórico, teclas digitadas e screenshots, com vigilância específica configurada para a exchange de criptomoedas Bybit.
O endereço do servidor de comando nunca está no código. É obtido via transações na blockchain Solana, usada como intermediário. O malware lê um memo de uma transação pública para saber onde se conectar. Análise estática não revela nada.
O servidor MCP roda na máquina do desenvolvedor com acesso a tokens, chaves de API e filesystem local — sem precisar pedir permissão.
Cinco ondas, cinco meses
Para entender a escala do que aconteceu em março, é preciso ver de onde o grupo partiu.
Primeira Onda (outubro/2025): Unicode invisível em extensões OpenVSX.
Segunda Onda (novembro/2025): pesquisadores acessam o servidor do atacante e encontram vítimas reais, incluindo uma entidade governamental do Oriente Médio.
Terceira Onda: binários Rust, expansão para o marketplace oficial da Microsoft.
Quarta Onda (dezembro/2025): pivô para macOS, trojanização de hardware wallets, 50.000 downloads.
Quinta Onda (março/2026): a maior operação até agora.
Para verificar a exposição, a empresa polonesa AFINE lançou o glassworm-hunter, ferramenta open source que escaneia o sistema em busca de payloads conhecidos da campanha, inteiramente offline e sem telemetria.
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O Checkpoint desta quarta (25) traz boas notícias, principalmente para aqueles que curtem jogos de simulação de vida. Tomodachi Life: Living the Dream acaba de ganhar uma demo grátis para testar no Nintendo Switch.
Para além dos terrenos da Nintendo, outra notícia de hoje são as vendas de Marathon, novo shooter da Bungie lançado recentemente. Segundo dados da Alinea Analytics, o game teria vendido cerca de 1,2 milhão de cópias — sendo que apenas 19% desse montante foi para PS5.
Quer saber o que mais rolou no mundo dos games nesta quarta (25)? Então prepara o cafezinho da tarde e acompanhe o Voxel por mais um Checkpoint!
Tomodachi Life: Living the Dream já pode ser testado de graça no Switch
A Nintendo disponibilizou uma demonstração gratuita de Tomodachi Life: Living the Dream para o Switch, permitindo que jogadores experimentem o novo simulador de vida antes do lançamento oficial.
A chamada “Welcome Version” já está disponível e oferece suporte à transferência de progresso para o jogo completo — previsto para chegar em 16 de abril. Na demo, é possível criar até três personagens Mii e iniciar a vida na ilha, além de desbloquear conteúdos que poderão ser mantidos na versão final.
Segundo a Nintendo, “os jogadores poderão transferir seus três personagens Mii e itens desbloqueados para continuar o progresso no jogo principal”, garantindo continuidade entre as versões. O download pode ser feito no link abaixo!
Marathon teria vendido 1,2 milhão de cópias, mas apenas 19% do montante foi de PS5
Segundo dados da Alinea Analytics, Marathon já teria alcançado cerca de 1,2 milhão de cópias vendidas desde o lançamento, gerando aproximadamente US$ 55 milhões em receita. Apesar disso, apenas 19% desse total teria sido registrado no PS5, indicando uma distribuição desigual entre as plataformas.
A estimativa aponta que a maior parte do público está no PC, com cerca de 70% das vendas concentradas na Steam, enquanto consoles somam aproximadamente 30% do total.
“Tecnicamente, Marathon é um título exclusivo da Sony, então ver o console doméstico com dificuldades para atingir 20% do volume de vendas é um dado relevante”, afirmou Rhys Elliott, chefe de análise da empresa.
Xbox Game Pass pode ganhar planos mais baratos, segundo rumores
Rumores recentes indicam que o Xbox Game Pass pode receber opções de assinatura mais acessíveis no futuro. De acordo com informações divulgadas pelo site The Information, a Microsoft estaria avaliando formas de reduzir o custo do serviço após aumentos recentes, incluindo a possibilidade de novos planos voltados a públicos mais amplos.
Segundo o relatório, a estratégia estaria sendo discutida pela nova liderança da divisão de games, com foco em tornar “os futuros consoles e produtos como o Game Pass mais atraentes”.
Apesar disso, detalhes sobre como esses planos funcionariam ainda não foram revelados, e não há confirmação oficial sobre a implementação das mudanças.
Sony estaria prestes a fechar novo estúdio que não lançou nenhum jogo até o momento
Rumores recentes apontam que a Sony estaria se preparando para encerrar as atividades da Dark Outlaw Games, estúdio fundado há cerca de um ano e que ainda não lançou nenhum projeto no mercado.
As informações foram divulgadas pelo jornalista Jason Schreier, do Bloomberg, embora ainda não haja confirmação oficial por parte da empresa.
Segundo os relatos, o estúdio liderado por Jason Blundell, conhecido pelo trabalho em Call of Duty Zombies, pode ser mais uma vítima de reestruturações internas. Ao comentar o caso em discussão pública, Schreier respondeu de forma direta ao ser questionado sobre a veracidade das informações: “Sim”.
Battlefield Hardline será retirado das plataformas e terá servidores desligados
A EA anunciou que Battlefield Hardline será removido das lojas digitais no dia 22 de maio, incluindo PS Store e Xbox Store, impedindo novas compras do jogo e de seus conteúdos adicionais. O título, lançado originalmente em 2015, deixará de ser comercializado nessas plataformas após a data.
Os servidores online serão desativados posteriormente, em 22 de junho, encerrando as funcionalidades multiplayer. Ainda assim, os jogadores que já possuem o game poderão continuar acessando o modo campanha offline.
E aí, o que você achou das principais notícias de games do dia no Checkpoint? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel e do TecMundo!
A Mozilla lançou na terça-feira (24) o Firefox 149, versão atualizada que traz uma série de novidades. Entre os destaques, há a Rede Virtual Privada (VPN) gratuita e integrada ao navegador para melhorar a segurança.
O browser também adicionou o modo de tela dividida, ferramenta interessante para utilizar no trabalho e estudos. Com o recurso ativado, é possível visualizar duas páginas lado a lado, ao mesmo tempo, sem a necessidade de alternar entre as abas.
VPN gratuita com 50 GB mensais
A VPN grátis do Firefox chega para resolver um problema comum quando se trata do serviço oferecido sem custos: o tratamento dos dados. Como a ferramenta é integrada ao navegador, segue o seu modelo de privacidade adotado, segundo a desenvolvedora.
Isso também permite manter toda a navegação em um mesmo ambiente, já que não é preciso baixar apps externos nem gerenciar conta para acionar o recurso;
Segundo a Mozilla, o tráfego é direcionado por meio de um proxy para ocultar o endereço IP e a localização do usuário;
Além de melhorar a segurança durante a navegação, a VPN também possibilita acessar sites e conteúdos que tenham algum tipo de bloqueio regional;
Outro detalhe importante é que a VPN gratuita do Firefox oferece 50 GB de dados por mês.
Para ativar a VPN do Firefox basta clicar no botão da função na barra de endereços do navegador. (Imagem: Mozilla/Divulgação)
Essa quantidade de tráfego mensal não se equipara às versões pagas do serviço para uso constante em plataformas de streaming, por exemplo. No entanto, deve atender à navegação diária sem maiores dificuldades.
A má notícia, por outro lado, é que a VPN integrada ao navegador está disponível exclusivamente nos Estados Unidos, França, Alemanha e Reino Unido, por enquanto. Ainda não há previsão de lançamento em mais países.
Outras novidades do Firefox 149
Junto com a VPN sem custos e a visualização dividida, a nova versão do browser adicionou a API Sanitizer, se tornando o primeiro a incluí-la. O padrão de segurança bloqueia ataques cibernéticos antes que eles cheguem ao usuário.
O programa traz, ainda, as Notas em Abas, para fazer anotações em qualquer página aberta, que precisam ser ativadas na seção Firefox Labs. Outra novidade que também exige habilitação manual é a função com IA para resumir páginas e comparar produtos.
Para ter acesso às novas ferramentas, basta atualizar a versão em uso para o Firefox 149 ou realizar o download do navegador no site oficial, caso não o tenha. Ele está disponível para Windows, macOS e Linux.
Crimson Desert foi lançado nos últimos dias para os computadores e estreou com um feedback positivo pelos jogadores da Steam, mas será que roda bem no PC? A resposta é que sim! O tão aguardado título da Pearl Abyss performa bem nos computadores, apesar de algumas imperfeições gráficas.
De antemão, é preciso salientar que o time de desenvolvedores realmente parece ter se esforçado bastante. Sem entrar no mérito desse ser um bom game ou não, como a internet vem discutindo, Crimson Desert é um título com visuais belíssimos e resgata uma parte da profundidade de games clássicos do passado.
Crimson Desert ganha na profundidade visual
Assim que você inicia Crimson Desert, próximo a um acampamento aliado no meio de uma floresta, já dá para sentir qual será o rumo da história de Kfliff e seu grupo. O cenário é muito bem povoado de elementos graficamente densos, que dá um baque inicial no jogador por apresentar tamanha complexidade.
Distância no campo de visão de Crimson Desert é gigantesca (Captura de tela: Felipe Vidal/Voxel)
Sejamos justos, pois isso não é algo inédito de Crimson Desert. Jogos relativamente recentes, como Assassin’s Creed Shadows do ano passado, também são bem densos graficamente. Aliás, eu não quero entrar em um comparativo ferrenho entre ambos, já que cada um possui suas valências e deficiências gráficas, mas o título da Ubisoft talvez até encante mais pela direção artística dos cenários e modelos de personagens do que Crimson.
Mas é inegável como o grande AAA da Pearl Abyss trabalha bem na sua densidade. Tudo é devidamente bem preenchido, principalmente nas áreas de florestas e campos abertos. Nas cidades a qualidade também é realmente grandiosa, embora eu prefira as áreas externas, que possuem um apelo maior.
O meu ponto é que talvez Crimson Desert tenha um tipo de filtro de nitidez muito alto. Enquanto eu explorava o título, percebi que tudo parecia meio “sharp” demais. A tradução para essa palavra é algo como afiado, e eu notei que todas as construções e vegetações parecem nítidas até demais. Até onde vi, não há muitas pessoas reclamando sobre isso, então pode ser um problema no meu monitor, talvez.
Ambientação externa de Crimson Desert enche os olhos (Captura de tela: Felipe Vidal/Voxel)
Mas é preciso salientar como Crimson Desert trabalha muito bem com a vegetação. Seja na grama baixa de alguns campos ou florestas mais densas, é realmente muito divertido ver uma ambientação tão bonita assim. Diferente de outros jogos que simplesmente jogam folhas pelo cenário, Crimson fornece um peso para o ambiente.
Com as texturas isso também acontece, pois o time da Pearl Abyss caprichou em rochas, paredes, casinhas de madeira, armaduras e elementos diversos. Nesse ponto, vale uma comparação com o clássico Red Dead Redemption 2, que ainda é tecnicamente melhor, mas ganhou um concorrente de peso no que diz respeito à profundidade gráfica daquele mundo.
Textura nas rochas e elementos do cenário também impressiona pela qualidade (Captura de tela: Felipe Vidal/Voxel)
E claro, não há como não mencionar a qualidade dos corpos d'água espalhados pelo mapa. A desenvolvedora usou uma tecnologia potente para dar um alto tom de realismo em rios, lagoas e riachos cristalinos com muita definição. Mesmo a física da água é muito bem feita ao correr por uma cachoeira e ver a água cair daquela altura. Um grande acerto da Pearl Abyss.
A modelagem dos personagens também é muito bem feita e as faces são bem orquestradas, com bela utilização de sombras e contornos. Novamente, há um grau de profundidade atingido, mas infelizmente o protagonista Kliff tem aquele tom extremamente genérico de games com orçamento pequeno.
Rosto do protagonista é bem feito, mas falta parece clichê demais (Captura de tela: Felipe Vidal/Voxel)
Opções gráficas de Crimson Desert
Um jogo do tamanho de Crimson Desert merece ter um vasto leque de opções gráficas para configurações e felizmente esse port oferece isso. A Pearl Abyss disponibiliza uma gama legal de opções para o usuário mexer, incluindo os presets Cinematográfico, Ultra, Alto, Médio, Baixo e Mínimo.
Como já era esperado, a configuração Cinematográfica é lindíssima e expõe tudo de melhor que esse game possui. Tanto essa quanto a configuração Ultra habilita automaticamente o Ray Tracing nas cenas e já adianto que faz menos diferença do que as pessoas esperam, mas está disponível no game.
Da configuração Cinematográfica até a Alta fica bem difícil de apontar diferenças gráficas. Claro, a melhor opção certamente terá algumas melhorias, mas durante a jogatina jogar no modo Alto é excelente e o usuário nem deve perceber que há algum preset melhor, seguindo os passos de outros títulos que também compartilham dessa situação.
Do modo Alto para o Médio há uma diferença, mas que também é bem pouco visível. Algumas sombras deixam de fornecer profundidade ao ambiente, certas texturas são levemente reduzidas e a vegetação também simplifica. Porém, o jogo ainda fica muito bonito e ótimo para jogar.
A qualidade Baixa obviamente tira toda a profundidade do game e dá um aspecto de muito mais superficialidade ao título. Mesmo assim, jogar com a configuração baixa não parece algo incrivelmente horroroso, afinal de contas Crimson Desert ainda mantém um pouco da profundidade que eu venho falando há alguns parágrafos.
O mais engraçado ocorre quando o jogador ativa a configuração Mínima. Crimson Desert no mínimo se torna uma experiência cômica e aterrorizante, já que o game resolve fazer um tipo de redução de resolução estranha que torna o jogo como um grande borrão. É como se a tela do monitor se tornasse uma câmera com foco mínimo.
Crimson Desert tem Ray Tracing?
Sim, Crimson Desert possui tecnologia de Ray Tracing, mas ela não faz tanta diferença assim. No comparativo abaixo eu aponto que são poucos os cenários em que o traçado de raios mostra sua boa forma, mas em boa parte do tempo a tecnologia ajuda a suavizar sombras e alguns reflexos, mas retira um pouco do contraste ao fazer isso.
Embora eu mostre os testes de performance nos próximos parágrafos, habilitar o Ray Tracing afeta bem pouco em Crimson Desert. Sem o traçado de raios ativado eu ganhei uns 4 ou 5 FPS na jogatina, o que sinceramente é imperceptível, então vale a pena que o jogador teste para ver qual resultado ele mais gosta, sabendo do pouco impacto no desempenho.
Performance de Crimson Desert no PC
Devido ao fato que Crimson Desert é um jogo massivo, de mundo aberto com interações orgânicas e uma qualidade gráfica poderosa, era natural ter receios sobre a otimização desse game. Felizmente, é possível afirmar que Crimson Desert é um jogo até bem otimizado para os computadores e vai rodar em muitos PCs sem problemas.
Para esses primeiros testes, é legal começar com os benchmarks mais simples que testam apenas as configurações de qualidade gráfica, sem upscaling. Foi dessa forma que a RTX 5080 teve que se esforçar para atingir uma média de basicamente 60 FPS, com algumas leves oscilações.
Apesar disso, as configurações Ultra e Alta se mostraram muito mais amigáveis e performam melhor. Ao olhar sobre a ótica da fluidez e qualidade gráfica, faz muito sentido jogar esse game no Alto ou mesclar com o Ultra para ter uma jogatina muito mais estável, embora a minha expectativa é que a 5080 conseguisse resultados melhores com tudo no máximo.
Tudo muda quando entramos com o DLSS e o FSR em campo. Crimson Desert tem compatibilidade com o DLSS 4, DLSS 4.5 e DLSS 4.5 L, além do FSR 3.1, mas deixa o XeSS 2 de fora. De antemão é preciso notar que essas duas versões do DLSS 4.5 não parecem tão estáveis e geram problemas de pequenos artefatos na tela.
Basta ativar somente o upscaling para a gameplay ficar evidentemente melhor na qualidade Cinematográfica. Tanto a tecnologia da AMD quanto a da Nvidia fazem um bom trabalho e, em geral, é bem difícil perceber problemas técnicos causados pelo upscaling de imagem.
Há o suporte para a geração de quadros via Multi Frame Generation por parte das duas marcas e também funciona bem, saltando consideravelmente a taxa de FPS. Porém, a partir do modo 3X no MFG da Nvidia já comecei a sentir alguns borrões em movimentos rápidos por conta da criação dos quadros, mas dentro da normalidade da tecnologia.
Crimson Desert roda bem no PC?
Belo, vasto e com boa otimização, Crimson Desert roda bem nos computadores e não exige além do que recomenda nos requisitos mínimos. É um game que traz uma densidade visual forte, com belíssimos gráficos, texturas, ambientação, iluminação e o mais importante: profundidade ao jogador.
Isso significa que Crimson Desert é um novo Red Dead Redemption 2? É improvável, mas o game tem seus méritos no quesito visual e está claro que a Pearl Abyss se esforçou para criar uma atmosfera realista, mas que respeita bem o caráter mais caricato das histórias medievais com dragões e monstros.
Crimson Desert é um bom jogo para os computadores (Captura de tela: Felipe Vidal/Voxel)
Embora não seja o cerne desta análise, Crimson Desert surpreende positivamente no PC e em seus gráficos, mas falta algo na alma deste jogo. Em maio a vastidão e beleza do mundo, eu sinto que jogar inúmeras mecânicas de cara para o jogador e apostar em uma história absurdamente rasa fazem esse jogo cair no meu critério.
Seja como for, Crimson Desert é mais um belo game lançado em 2026 e fará os jogadores de PC felizes.
A análise do desempenho de Crimson Desert foi feita graças a uma chave cedida de maneira antecipada pela Pearl Abyss. Siga o Voxel no X, Instagram, Facebook e YouTube e assine a nossa newsletter para receber as principais notícias e análises diretamente no seu e-mail.
A aguardada adaptação televisiva de Harry Potter finalmente ganhou seu primeiro trailer nesta quarta-feira (25). A HBO divulgou a prévia oficial da série baseada nos livros de J. K. Rowling, revelando novos rostos para personagens clássicos e reacendendo a magia do universo bruxo.
O vídeo chega um dia após a divulgação da primeira imagem oficial da produção, que já havia dado aos fãs um vislumbre do novo protagonista. Na foto, o jovem Dominic McLaughlin aparece caracterizado como Harry Potter caminhando rumo ao campo de quadribol com o uniforme da Grifinória.
A nova série é uma das produções mais ambiciosas já planejadas pela HBO e promete adaptar os livros com fidelidade inédita. Segundo executivos do estúdio, o projeto deve se estender por cerca de uma década, com cada temporada dedicada a um volume da saga literária.
Assista ao primeiro trailer da série de Harry Potter
O primeiro trailer da série apresenta um vislumbre da nova versão de Hogwarts, além de mostrar personagens importantes da história. Também é possível ver o trio principal em seus primeiros momentos na escola de magia, sugerindo que a trama seguirá de perto os acontecimentos do primeiro livro.
As imagens indicam uma abordagem mais detalhada da história original, com cenários amplos e figurinos que remetem diretamente às descrições dos livros. Elementos icônicos como o Expresso de Hogwarts, o Salão Principal e o campo de quadribol aparecem brevemente no vídeo.
Novo trio protagonista lidera elenco da série
A nova adaptação terá três jovens atores como protagonistas, escolhidos após um processo de seleção gigantesco. Mais de 32 mil crianças participaram das audições antes de Dominic McLaughlin, Alastair Stout e Arabella Stanton serem confirmados como Harry, Ron e Hermione.
Dominic McLaughlin é o novo Harry Potter.
Enquanto McLaughlin assume o papel do famoso “menino que sobreviveu”, Stout interpretará Ron Weasley, o melhor amigo do protagonista. Já Stanton dará vida à brilhante Hermione Granger, considerada uma das personagens mais importantes da saga.
Grandes nomes também entram para o elenco
Arabella Stanton é Hermione Granger na série.
Além do trio principal, a produção conta com um elenco repleto de nomes conhecidos do cinema e da televisão. Entre eles estão John Lithgow como Alvo Dumbledore, Janet McTeer como Minerva McGonagall e Paapa Essiedu no papel do professor Severus Snape.
Temos a primeira imagem de Nick Frost como Hagrid na nova adaptação.
Outro destaque é a presença de Nick Frost como Rúbeo Hagrid, o guardião das chaves e terrenos de Hogwarts. A série ainda terá diversos personagens recorrentes, incluindo Draco Malfoy, os membros da família Weasley e vários estudantes da escola.
O elenco confirmado da série inclui:
Dominic McLaughlin — Harry Potter
Alastair Stout — Ron Weasley
Arabella Stanton — Hermione Granger
John Lithgow — Alvo Dumbledore
Janet McTeer — Minerva McGonagall
Paapa Essiedu — Severus Snape
Nick Frost — Rúbeo Hagrid
Luke Thallon — Quirinus Quirrell
Paul Whitehouse — Argus Filch
Lox Pratt — Draco Malfoy
Johnny Flynn — Lucius Malfoy
Katherine Parkinson — Molly Weasley
Bel Powley — Petunia Dursley
Daniel Rigby — Vernon Dursley
Rory Wilmot — Neville Longbottom
Gracie Cochrane — Ginny Weasley
Warwick Davis — Filius Flitwick
Produção da HBO quer adaptar todos os livros de Harry Potter
A série de Harry Potter da HBO será comandada pela showrunner Francesca Gardiner, conhecida pelo trabalho em produções como His Dark Materials. A direção de vários episódios ficará por conta de Mark Mylod, que trabalhou na série Succession.
A produção está sendo realizada nos estúdios Leavesden, na Inglaterra, os mesmos usados nos filmes originais da franquia. As gravações começaram em julho de 2025 e devem continuar até meados de 2026 para concluir a primeira temporada.
Primeira imagem divulgada mostrou Harry em jogo de Quadribol.
Durante o evento Series Mania, a chefe de produções originais da HBO, Sarah Aubrey, comentou sobre a dimensão do projeto. Segundo ela, trabalhar na série é ao mesmo tempo emocionante e desafiador.
“O mundo que foi criado é absolutamente extraordinário”, afirmou Aubrey ao comentar o cenário e o universo recriado pela equipe. Ela também destacou o impacto que a produção tem causado nos visitantes do set.
“É muito especial trabalhar em algo que significa tanto para tantas pessoas. Há muita pressão, mas também é algo muito especial”, acrescentou a executiva. Aubrey também contou que alguns influenciadores convidados para visitar as gravações chegaram a se emocionar e “até choraram” ao ver os cenários.
Quando estreia a série de Harry Potter?
Com trilha sonora produzida por Hans Zimmer, a série de Harry Potter está prevista para estrear no Natal de 2026. A produção será exibida pela HBO e também chegará ao streaming, possivelmente na plataforma que nascerá da fusão entre HBO Max e Paramount+.
A primeira temporada terá oito episódios e deve adaptar os acontecimentos do livro Harry Potter e a Pedra Filosofal. Caso o planejamento se mantenha, a série deve acompanhar toda a saga ao longo de aproximadamente dez anos de produção.
E aí, o que você achou do primeiro trailer da série de Harry Potter? Comente nas redes sociais do Minha Série!
A Qualcomm só deve revelar sua próxima linha de chips no fim do ano, mas um novo vazamento jogou luz sobre o novo Snapdragon 8 Elite Gen 6. O modelo premium da companhia deve ter uma configuração bem robusta e pode não estar sozinha, já que uma variante Pro também pode ser lançada ao mesmo tempo.
As informações são do insider Digital Chat Station, que compartilhou informações de dois chips com código SM8975 e SM8950 na rede social chinesa Weibo. Esses números se referem aos vindouros Snapdragon 8 Elite Gen 6 e o Snapdragon Elite Gen 6 Pro, que devem ter alguns refinos para aumentar a performance.
Em ambos os modelos, a fabricante irá inserir uma configuração de oito núcleos no formato 2+3+3. Isso significa que as plataformas devem contar com pelo menos dois núcleos de alto desempenho, três núcleos de eficiência e mais três com consumo energético bem baixo. Inclusive, o silício será desenvolvido no avançado processo de 2 nanômetros (nm) da TSMC.
Celulares com o Snapdragon 8 Elite Gen 6 Pro devem ser lançados com preço extremamente alto Captura de tela / Felipe Vidal
Essa é uma informação valiosa, uma vez que o atual Snapdragon 8 Elite Gen 5 é fabricado na litografia de 3 nm. Isso significa que os futuros chips devem ter um ganho de performance interessante e, principalmente, fortes melhorias na eficiência energética e aquecimento, pontos que as marcas têm focado em aprimorar.
Modelo Pro terá memórias LPDDR6
O Snapdragon 8 Elite Gen 6 Pro deve ser o carro-chefe da Qualcomm para 2026 e o grande diferencial do modelo reside na sua GPU integrada. É reportado que esse chip chegará com a nova placa gráfica Adreno 850 com alto poder de fogo, enquanto a versão Snapdragon 8 Elite Gen 6 padrão teria a Adreno 845 um pouco mais simples.
Uma novidade dessa versão Pro é que ela deve ser compatível com memórias LPDDR6, mas também terá suporte para o atual LPDDR5X;
A versão sem o Pro desses chips será um pouco mais conservadora e aguentará somente o protocolo LPDDR5X;
O informante também indicou que a Qualcomm pode lançar um Snapdragon 8 Gen 6 bem regular, mas as especificaçòes não empolgam;
Também é dito que o futuro Dimensity 9600 da MediaTek deve ficar situado entre o novo Snapdragon base e o modelo Pro;
É interessante notar que essa versão Pro deve ser bem limitada aos modelos super entusiastas, por conta do alto preço na fabricação;
Celulares avançados vão receber o Snapdragon 8 Elite Gen 6 normalmente, mas o Pro está localizado em um degrau acima na hierarquia de performance;
Apesar das informações, o lançamento da linha Snapdragon 8 Elite Gen 6 está distante e deve ocorrer apenas entre setembro e novembro. Até esse período, a Qualcomm vai ter muito tempo para trabalhar nas opções desses semicondutores, então algumas tecnologias podem ser adicionadas ou removidas.