O pesquisador de cibersegurança conhecido por nomes como Nightmare Eclipse e Chaotic Eclipse revelou um novo bug no Windows. A falha é considerada grave e foi confirmada por ao menos dois especialistas na área.
O caso é uma vulnerabilidade de dia zero, ou seja, que ainda não foi consertada pela Microsoft e não era de conhecimento da empresa até a sua revelação. Ela se chama ShieldBreak e envolve uma brecha na plataforma de proteção digital Microsoft Defender.
A falha é baseada em uma vulnerabilidade anteriormente revelada, a RoguePlanet (CVE-2026-50656), que só teria sido parcialmente corrigida pela empresa. Na prática, ela permite a um invasor já com algum tipo de acesso limitado à máquina da vítima elevar os próprios privilégios a nível de sistema, elevando a gravidade de um ataque.
Em nota enviada ao The Hacker News, a empresa disse estar "ciente da vulnerabilidade relatada" e investiga a denúncia. Porém, essa notícia tem um desdobramento que torna o caso mais especial: a própria Microsoft não foi avisada com antecedência sobre o bug por uma briga com o próprio Nightmare Eclipse.
Polêmicas na comunidade de caçadores de bugs
A revelação do ShieldBreak e de outras vulnerabilidades feitas pela pessoa anônima que assina como Nightmare Eclipse é mais um capítulo de uma briga em andamento com a Microsoft.
Caçadores de bugs normalmente são remunerados pelas descobertas, em especial aquelas consideradas críticas e potencialmente exploráveis por agentes mal intencionados.
O principal fator em jogo é que o caçador de bugs fez a publicação dessa e de outras vulnerabilidades por conta própria, sem um aviso antecipado à Microsoft e nem usar os canais oficiais de denúncia, além de ser logo depois de um pacote de atualizações de segurança do Windows;
Nightmare Eclipse diz que teve problemas com o processo de divulgação da Microsoft, com bugs antigos reportados que tiveram o processo encerrado, desconsiderado ou tratados de maneira inadequada;
Nos últimos meses, em resposta ao que considerou um tratamento injusto, a pessoa passou a publicar as vulnerabilidades em endereços pessoais — o que aumenta as chances de essas falhas serem exploradas por cibercriminosos antes que a Microsoft lance uma correção para os casos;
A Microsoft acusou o pesquisador de divulgação irresponsável e chegou até a indicar que tomaria alguma ação legal contra Nightmare Eclipse, mas recuou da ameaça após críticas da comunidade.
Na nota, a companhia reforça que apoia "a divulgação coordenada de vulnerabilidades" para garantir que descobertas "sejam minuciosamente investigadas e tratadas antes de serem tornadas públicas". Porém, ela ainda não se manifestou oficialmente sobre os protestos e a situação da conta de Nightmare Eclipse.
Que mudanças a Microsoft já implementou para tentar melhorar o desempenho do Windows 11? Saiba nesta matéria!
Como um filme de apelo global, Homem-Aranha: Um Novo Dia chegou a cidades dos maios diversos tamanhos, bem como a salas de cinema que não necessariamente possuem as maiores estruturas. E foi justamente graças a isso que um pôster alternativo do longa ganhou grande popularidade.
No Reddit, um dos responsáveis pelo cinema Famous Player, na cidade de Prince George, explicou que não recebeu os materiais de divulgação oficiais do filme. Sua solução foi pedir que o funcionário Drake Landon desenhasse por conta própria um cartaz, que foi baseado no meme “Spooder-Man”.
Pôster alternativo de Homem-Aranha repercutiu ao redor do mundo
O pôster alternativo do filme ganhou repercussão mundial. (Imagem: Reprodução/Drake London/The Hollywood Reporter)
Além da ilustração de London, o cartaz alternativo de Homem-Aranha: Um Novo Dia acompanha uma pequena explicação. “Sentimos muito! Nunca recebemos os pôsteres reais. Nos desculpamos pelo inconveniente”, diz o texto em inglês, que traz diversos erros gramaticais.
A decisão foi encarada com bom humor e repercutiu positivamente na internet;
No Reddit, uma fotografia compartilhada pelo usuário Tenabrus rendeu mais de 54 mil reações positivas e 628 comentários;
Ao The Hollywood Reporter, o autor da arte alternativa afirmou que nunca imaginou que ela teria uma repercussão tão grande;
Ele também explicou que ainda está aprendendo a lidar com as reações que sua brincadeira com Homem-Aranha: Um Novo Dia despertaram;
“É louco pensar que minha arte foi tão longe para algo que é tão simples”, declarou.
Em um comunicado oficial, a Cineplex (dona do Famous Player) lidou com o pôster alternativo que fez sucesso como algo positivo. “Nosso time se divertiu um pouco conforme esperávamos pela chegada do pôster oficial de Homem-Aranha: Um Novo Dia”, comentou a vice-presidente de comunicações Michelle Saba.
Homem-Aranha: Um Novo Dia continua um fenômeno de bilheteria
Homem-Aranha: Um Novo Dia deve ultrapassar US$ 2 bilhões em bilheteria. (Imagem: Divulgação/Sony Pictures)
O fato de o pôster humorístico ter sido bem-recebido é uma consequência do tipo de público jovem que Homem-Aranha: Um Novo Dia conseguiu atrair. Ao The Hollywood Reporter, o CEO do Cineplex, Ellis Jacob, afirmou que o título provou que as gerações mais recentes, que cresceram em um mundo dominado pelo streaming e redes sociais, também têm interesse pelo cinema.
“Eles estão cansados de olhar para telas pequenas. Eles estão saindo de forma social e se divertindo e, para mim, isso é muito positivo”, explicou. Chegando à sua terceira semana de exibição nos cinemas, o filme já arrecadou mais de US$ 1,7 bilhão ao redor do mundo e deve manter números fortes em todos os mercados aos quais já chegou.
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A PS Plus está preparando a chegada de diversos games de peso ao seu catálogo ainda em agosto, incluindo sucessos como Helldivers 2. Mas quem não assina o serviço ou prefere garantir o acesso mesmo quando saírem de catálogo pode aproveitar os jogos em promoção na PS Store, que nesta semana tem diversos jogos de PS4 e PS5 muito legais com até 90% de desconto.
Entre as principais ofertas em destaque disponíveis na PS Store para você aproveitar estão títulos como Warhammer 40,000: Space Marine 2, o já citado Helldivers 2, Crusader Kings III, Blue Prince e Amazing Princess Sarah, que está custando apenas R$ 5,25.
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A inteligência artificial (IA) está prestes a deixar de ser um diferencial competitivo entre grandes empresas, à medida que suas capacidades de previsão se tornam mais acessíveis e semelhantes. A avaliação é do físico Carsten Polenz, diretor de Computação Quântica e chefe da área de Computação Quântica da SAP SE, em artigo publicado pela Fortune nesta quinta-feira, 13.
Para o executivo, a próxima disputa entre empresas estará menos relacionada à capacidade de prever cenários e mais à habilidade de escolher, entre milhares de possibilidades, quais ações devem ser tomadas.
Segundo Polenz, a IA já consegue estimar quais oportunidades comerciais têm maior probabilidade de fechamento, apontar contas a receber com risco de atraso e calcular os possíveis efeitos de concessões sobre uma venda.
O problema, afirma, é que essas previsões não respondem à principal questão da gestão: "O que a empresa deveria fazer de fato?". Uma decisão pode aumentar a receita, por exemplo, mas reduzir a margem, enquanto uma ação tomada para resolver um problema financeiro pode prejudicar uma relação estratégica com um cliente.
Empresas precisam calcular decisões de forma integrada
O executivo usa o fechamento de cada trimestre financeiro para ilustrar o problema. Enquanto Contas a Pagar pode segurar pagamentos para preservar a liquidez, Contas a Receber tenta acelerar cobranças e Vendas decide quais contratos antecipar ou quais clientes receberão concessões.
Cada área pode tomar uma decisão racional individualmente, mas, segundo Polenz, o resultado pode não ser o melhor para a empresa. Para ele, o desafio está em encontrar uma combinação coordenada de ações que considere ao mesmo tempo receita, margem, fluxo de caixa, capacidade de entrega, riscos e relacionamento com clientes.
É nesse contexto que Polenz defende o surgimento de uma categoria que chama de "Computação para Decisão Empresarial". A proposta consiste em transformar uma decisão empresarial em um modelo computável, reunindo ações possíveis, objetivos, restrições, incertezas e consequências econômicas para que o conjunto seja analisado e otimizado.
O conceito, segundo o executivo, complementaria sistemas de planejamento de recursos empresariais, ferramentas de inteligência de negócios e IA, que cumprem funções diferentes, como executar processos, analisar o passado e prever resultados.
Para Polenz, essa abordagem não depende da chegada da computação quântica. Métodos clássicos de otimização, simulação e IA já seriam capazes de lidar com modelos mais complexos do que os utilizados atualmente por muitas companhias. A vantagem, nesse caso, estaria em construir uma representação mais completa das decisões antes de buscar maior capacidade computacional. "A vantagem competitiva não começa com a computação quântica. Ela começa com o modelo de decisão", escreve.
A computação quântica entraria quando a quantidade de variáveis e interações tornasse os modelos excessivamente complexos para métodos tradicionais sem que as empresas precisassem simplificá-los. Polenz afirma que um modelo pode começar considerando receita, probabilidade de fechamento e recursos disponíveis e, depois, incorporar margem, condições de pagamento, fluxo de caixa, disputas financeiras, restrições de entrega e valor de longo prazo dos clientes. Quanto mais dimensões são adicionadas, maior é a exigência computacional.
O executivo argumenta que, nesse estágio, a computação quântica poderia permitir a análise de problemas altamente interconectados sem eliminar justamente as relações que tornam a decisão mais próxima da realidade. Para ele, porém, a tecnologia não substituiria integralmente os métodos clássicos. "O papel da computação quântica, quando atingir escala comercial, será o de ampliar ainda mais essa riqueza, e não o de criá-la", afirma Polenz.
A principal dificuldade para as empresas, segundo o diretor da SAP, está antes mesmo do acesso a processadores quânticos: saber exatamente quais decisões precisam ser melhorads. Ele recomenda que executivos identifiquem áreas de alta frequência e alto risco nas quais diferentes departamentos trabalham de maneira independente e comparem os resultados de modelos coordenados com os obtidos pelas áreas isoladamente.
Para Polenz, empresas que se prepararem para a computação quântica serão aquelas capazes de identificar onde as simplificações atuais deixam valor econômico de lado. "A próxima fronteira competitiva não é qual empresa possui mais dados ou a IA mais avançada. É qual empresa constrói a arquitetura de decisão mais eficiente", conclui.
O navegador Google Chrome pode em breve ganhar um novo recurso de cibersegurança que usa inteligência artificial (IA) para alterar e melhorar as senhas dos usuários. A informação é de Leopeva64, que encontrou evidências do recurso e publicou as descobertas na rede social X.
A capacidade de sugerir senhas mais fortes pelo Gemini já é especulada desde 2024, quando foram encontrados indícios de que a empresa já estava trabalhando em uma implementação conjunta da IA com o navegador. Desta vez, porém, o Gemini será capaz de criar e fazer a troca por conta própria.
O recurso por enquanto foi identificado apenas no Chrome Canary, que é a versão experimental do navegador utilizada por desenvolvedores e em caso de testes. Ao menos inicialmente, ele deve ser disponibilizado para as variantes do Chrome para Mac, Windows, Linux e ChromeOS.
It seems Gemini might actually change your reused, weak, or compromised passwords for you instead of just suggesting strong ones. A new flag in Chrome Canary replaces the button for changing those passwords in the Password Manager with one that lets Gemini do it for you: https://t.co/FPNOvhxJ67pic.twitter.com/FVCEjeVvPj
Testes realizados pelo usuário que encontrou a novidade não foram bem sucedidos: o Gemini até tenta fazer a autenticação no serviço com a senha antiga para fazer a troca automaticamente, mas o comando não é oficializado.
Não há qualquer previsão de quando ele será implementado na versão estável do programa, em especial porque a função ainda não está operando mesmo no Canary.
Em outras palavras, pode ser que ela ainda leve algum tempo até aparecer em uma atualização do navegador ou o próprio teste pode não se tornar realidade no navegador comercial.
Como o Gemini vai mudar as suas senhas
O Chrome até já faz uma varredura pelas senhas salvas pelo usuário e sugere trocas rapidamente, mas a alteração automática ainda não existe.
O recurso de troca de senhas deve ser implementado dentro da opção "Check-up de Senha", que fica nas configurações de segurança do Google Chrome. Ele troca um botão já existente, o "Mudar senha", para "Mude para mim" (Change it for me, no original em inglês).
De acordo com as imagens capturadas pelo usuário, o Gemini será usado para alterar senhas em três situações:
Códigos que são considerados fracos;
Sequências reutilizadas ou repetidas em relação a outro login;
Senhas que já foram comprometidas antes, como em vazamentos de dados.
Apesar da utilidade do recurso, o uso da capacidade agêntica do Gemini para uma tarefa tão sigilosa pode levantar questionamentos sobre a segurançado mecanismo e se é mesmo seguro confiar uma ação como a troca de senha a um serviço de IA.
Usar uma senha forte realmente impede que acessem suas contas? Entenda neste artigo!
Uma nova onda de ataques cibernéticos orquestrada pelo grupo hacker Lazarus, ligado à Coreia do Norte, atingiu empresas dos setores de defesa, aeroespacial e tecnologia em diversos países – com alvos identificados na França, na Alemanha, na Índia e no Brasil. A campanha, conhecida como “Operation Dream Job”, atraiu funcionários com falsas propostas de trabalho para infectar os sistemas das companhias.
A sofisticação do golpe foi revelada pela empresa de segurança cibernética Check Point Research. Os pesquisadores identificaram a ameaça, reportaram a vulnerabilidade à Microsoft em 28 de julho, mesmo dia em que a fabricante lançou uma atualização de correção oficial para o sistema operativo.
Os criminosos abordaram as vítimas com promessas de contratação e enviaram arquivos maliciosos disfarçados de documentos de seleção. Em uma das etapas do golpe, os invasores direcionaram os alvos para sites falsos que se passavam por páginas de empresas legítimas de tecnologia, nas quais os usuários baixavam leitores de PDF adulterados.
Visão geral de alto nível da cadeia de infecção por carregamento lateral DLL (Reprodução/Research Checkpoint)
Invasão silenciosa e controle total
O ataque chamou a atenção dos analistas da Check Point por empregar uma técnica inédita de negociação de acesso com criptografia pós-quântica. O mecanismo utiliza o padrão de segurança Kyber/ML-KEM, projetado para resistir a tentativas de invasão até mesmo de futuros supercomputadores. Na prática, essa barreira serviu como uma blindagem para que o código invasor entrasse nas redes corporativas sem acionar os alarmes tradicionais de proteção.
Com o caminho livre, os criminosos exploraram uma falha inédita (conhecida como “zero-day”, termo usado para brechas ainda sem correção pelo fabricante) no driver de rede do Windows. O defeito permitiu que o programa malicioso assumisse o controle total do computador com privilégios de administrador. Em seguida, o grupo instalou um código camuflado de invasão, chamado FudModule, que desligou as defesas da máquina e cegou o antivírus e os registros de monitoramento do sistema.
“A campanha mais recente da Operation Dream Job demonstra que o grupo Lazarus continua a evoluir tanto as suas capacidades de programas maliciosos quanto a sua tática operacional”, destacou a equipe da Check Point Research, no relatório do caso.
Para manter a estrutura do ataque no ar, os criminosos não usaram servidores próprios. O grupo invadiu servidores de e-mail e plataformas digitais de terceiros para redirecionar o tráfego e esconder a verdadeira origem do comando.
Engodo PDF se passando pela descrição do trabalho da Lockheed Martin (Reprodução/Research Checkpoint)
“Nossos achados destacam a evolução contínua do grupo em direção a operações mais disfarçadas e resistentes, combinando novas técnicas de entrega, softwares modulares, exploração de falhas inéditas e infraestrutura de web comprometida”, finalizaram.
O Checkpoint desta quinta (13) chega com atualizações sobre o apoio da organização Stop Killing Games ao processo judicial holandês em defesa dos direitos do consumidor contra o monopólio da PS Store.
Em outras notícias, o Project Sirius, multiplayer ambientado no universo da franquia The Witcher, teve mais demissões na equipe. Segundo o Kotaku, nove desenvolvedores foram desligados e outros nove serão redistribuídos dentro da CD Projekt RED como parte de uma "mudança mais ampla na estratégia de desenvolvimento".
Quer saber o que mais rolou no mundo dos games nesta quinta (13)? Então prepara o cafezinho da tarde e acompanhe o Voxel por mais um Checkpoint!
Stop Killing Games apoia o fim do monopólio da PlayStation Store
A iniciativa Stop Killing Games declarou apoio a um processo judicial na Holanda que questiona o domínio da Sony sobre a distribuição digital de jogos nos consoles PlayStation. A ação é movida pela organização de defesa do consumidor Stichting Massaschade & Consument (SM&C) em nome de cerca de 1,7 milhão de usuários holandeses.
O processo argumenta que a ausência de concorrência na distribuição digital pode prejudicar os consumidores, especialmente diante dos planos da Sony de encerrar a produção de jogos físicos para PlayStation a partir de 2028.
“Estamos apoiando integralmente o caso da SM&C no tribunal holandês”, afirmou o Stop Killing Games, que também divulgou a campanha com o slogan: “Chegou a hora de processar a Sony, junte-se a nós”.
Jogo multiplayer ambientado no universo de The Witcher tem 18 demissões confirmadas
O desenvolvimento do Project Sirius, jogo multiplayer ambientado no universo de The Witcher, teve uma nova redução na equipe. Segundo a CD Projekt Red, 18 profissionais foram afetados pela mudança, sendo que nove foram demitidos e outros nove serão transferidos para diferentes projetos da empresa.
Com a reestruturação, a equipe responsável pelo projeto passa de 83 para 65 integrantes. “Ajustamos o tamanho da equipe do Sirius para refletir as necessidades do projeto nesta fase de desenvolvimento”, afirmou a CD Projekt Red em comunicado ao Kotaku.
Super Mario Sunshine chega à biblioteca do GameCube através do Switch Online
Super Mario Sunshine chegou de surpresa e já está disponível na biblioteca de jogos de GameCube do Nintendo Switch Online para o Switch 2. O clássico de plataforma 3D pode ser acessado pelo aplicativo Nintendo Classics — como parte da assinatura Switch Online + Expansion Pack.
Com a chegada do jogo, a biblioteca de GameCube no Switch 2 passa a contar com 10 títulos. Entre eles estão F-Zero GX, Luigi's Mansion, The Legend of Zelda: The Wind Waker, Super Mario Strikers e Pokémon XD: Gale of Darkness — enquanto Pokémon Colosseum já foi confirmado para o serviço, mas ainda não tem data definida.
Fãs acreditam terem descoberto o nome completo de The Elder Scrolls 6
Após uma recente prévia de The Elder Scrolls 6, fãs acreditam ter encontrado uma pista que pode revelar o subtítulo do aguardado RPG da Bethesda. A teoria aponta para “Sentinel”, nome ligado a uma cidade de Hammerfell, que teria sido escondido em Starfield.
A especulação ganhou força depois que a CEO do Xbox, Asha Sharma, publicou uma imagem mencionando ter jogado uma versão de *The Elder Scrolls 6: *********, indicando um subtítulo com oito caracteres.
Fãs resgataram um detalhe do criador de personagens de Starfield que, ao ser interpretado de uma determinada forma, aparentemente forma a palavra “Sentinel”, enquanto o ex-funcionário da Bethesda Michael Kirkbride também teria apoiado a teoria.
Darksiders 4 e novo Kingdom Come Deliverance estão planejados para até março de 2028, segundo Embracer
A Embracer Group indicou que Darksiders 4 e um novo jogo da franquia Kingdom Come: Deliverance devem ser lançados entre abril de 2027 e março de 2028. Os dois títulos aparecem entre os projetos previstos pela empresa para o ano fiscal de 2027/28.
No relatório, a Embracer afirmou que espera o lançamento do próximo Kingdom Come, desenvolvido pela Warhorse Studios, e de Darksiders 4, da Gunfire Games, dentro do período. O novo jogo da série medieval ainda não foi anunciado oficialmente, mas uma marca registrada como Kingdom Come: Salvation foi identificada na União Europeia no mês passado.
E aí, o que você achou das principais notícias de games do dia no Checkpoint? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel e do TecMundo!
A Anthropic vai adicionar marca d’água em textos gerados pelo Claude, e a decisão provocou debates entre usuários de inteligência artificial (IA) nas redes sociais. Os usuários da IA discutem se o mecanismo será algo benéfico ou se impactará negativamente na experiência de uso do chatbot.
A medida é uma forma de a Anthropic atender ao Code of Practice on Transparency of AI-generated Content, parte do Artificial Intelligence Act da Europa. A legislação exige que provedores de IA identifiquem conteúdos gerados pela tecnologia.
Acabo de cancelar mi suscripción de Claude Max después de muchos meses usándolo prácticamente para todo (trabajo, investigación, estudio, desarrollo y coding).
Estas son mis 5 razones.
1. El watermark invisible (lo más grave y urgente) Solo este motivo me bastaría para no… pic.twitter.com/CkjCIpTA1L
If I read Anthropic’s new watermarking policy correctly, not only will Claude watermark text it writes as AI (fair enough), if I upload text *I* write and ask Claude to copy edit, Claude will now watermark my (human written, AI-copy edited) text as AI, which seems ridiculous… pic.twitter.com/E4t63tGGVk
Segundo a Anthropic, a marca d’água será imperceptível para humanos e não afetará o significado, a qualidade ou a legibilidade das respostas. Contudo, a identificação de origem sintética resistiria mesmo se o usuário fizesse pequenas modificações no conteúdo.
O assunto virou manchete e fomentou discussões nas redes sociais, sendo tópico principal de dezenas de publicações. No Reddit e no X (ex-Twitter), o público se divide entre aqueles que acham a medida razoável e aqueles que consideram a adição de marcas d’água algo problemático.
Marcas d’água são comuns em conteúdo gerado por IA
Embora seja uma novidade no Claude, as principais empresas de IA generativa implementam marcas d’água em conteúdos sintéticos há anos, principalmente em imagens e vídeos. O Google usa o SynthID, mecanismo de identificação invisível, para imagens, vídeos, áudios e até texto gerado artificialmente.
Diferentemente do Google, a Anthropic não entrou em detalhes técnicos sobre como a marca d’água embutida em textos vai funcionar.
IA deve ser usada como ferramenta
Desde a popularização de ferramentas de IA para a produção de texto, os vícios de escrita dos assistentes se tornaram evidentes: os chatbots costumam usar conectores, começar seções de texto já apresentando conclusões, fazer explicações óbvias ou fazer uso excessivo de listas, por exemplo – além, obviamente, do uso indiscriminado de emojis e travessões.
É relativamente fácil identificar uma publicação de rede social com texto gerado por inteligência artificial, principalmente em plataformas como LinkedIn.
Os efeitos da implantação de marcas d’água em textos do Claude ainda não são visíveis, mas deve ser questão de tempo até surgirem nas manchetes. Não se sabe o quão confiável será o mecanismo, nem mesmo se ele afetará artigos que foram escritos sem nenhum envolvimento do assistente.
Os identificadores embutidos em textos não devem impedir o uso de ferramentas de IA para a produção de artigos, mas devem desencorajar usuários a simplesmente copiar e colar o conteúdo. Fato é, porém, que usar chatbots para produzir artigos inteiros e se apresentar como autor é, para além de um atalho ruim, antiético em diferentes contextos.
Quer acompanhar as principais novidades sobre inteligência artificial, tecnologia e o mercado digital? Acesse o TecMundo e fique por dentro das últimas notícias.
Lançada em 2023 pela Netflix, a série live action de Yu Yu Hakusho vai ganhar uma segunda temporada no streaming. A informação foi confirmada pelo jornal Tokyo Sports, que afirma que a empresa deve iniciar as gravações dos novos episódios a partir de outubro deste ano — mas uma data de lançamento ainda é desconhecida.
A confirmação de uma sequência certamente deve pegar os fãs de surpresa, dado o quanto tempo já se passou desde a estreia dos primeiros episódios. Enquanto o arco inicial foi elogiado pela fidelidade temática à obra de Yoshihiro Togashi, ele também recebeu várias críticas pela maneira como lidou com seus roteiros.
O que esperar da Temporada 2 de Yu Yu Hakusho?
Assim como no mangá e no anime, o live action de Yu Yu Hakusho acompanha a história de Yusuke, um jovem baderneiro, mas que tem um bom coração. Morto após salvar uma criança, ele é convocado para assumir o posto de Detetive Espiritual, que pode lhe conceder a chance de recuperar sua vida permanentemente.
Enquanto a temporada de estreia da Netflix segue o ritmo da obra original em seus primeiros capítulos, ela avançou rapidamente sobre eventos importantes;
Com isso, muitos fãs sentiram que a Netflix deixou de lado alguns dos momentos mais importantes da história;
Ao fazer isso, ela também perdeu a oportunidade de desenvolver muitos personagens e suas motivações;
A expectativa é que a Temporada 2 não vai corrigir isso e vai pular imediatamente para o trecho final da narrativa.
Enquanto Yu Yu Hakusho é muito querido especialmente entre os fãs brasileiros, ela não é a obra mais consagrada de Togashi. Esse posto atualmente pertence a Hunter X Hunter, série de mangá publicada desde 1998 cuja produção é marcada por uma série de hiatos — e mais de uma adaptação animada.
Onde assistir Yu Yu Hakusho no Brasil?
Grande parte da popularidade de Yu Yu Hakusho no Brasil se deve ao lançamento de seu anime em 1997 na programação da Rede Manchete. A versão nacional ficou na memória de muitos fãs graças à dublagem repleta de humor e piadas adaptadas ao público nacional.
O live action de Yu Yu Hakusho foi criticado pelo ritmo acelerado. (Imagem: Divulgação/Netflix)
Infelizmente, ela não está disponível oficialmente no país atualmente. Enquanto o anime completo está presente no catálogo da Crunchyroll, no momento ele só pode ser acompanhado com áudio ou legendas nos idiomas japonês ou inglês — situação que se mantém há um longo tempo.
Já a Netflix é casa exclusiva do live action, que traz Takumi Kitamura como o protagonista Yusuke Urameshi. A primeira temporada do show foi escrita por Tatsuro Mishima e dirigida por Sho Tsukikawa, que comandou em 2025 a comédia Românticos Anônimos para o streaming.
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O Google lançou o Gemini 3.7 Flash, seu mais novo modelo de inteligência artificial (IA), nesta quinta-feira (13). O modelo chega com performance comparável ao Claude Sonnet 5 e ao GPT-5.6 Terra, segundo benchmarks destacados pela gigante.
A atualização chega apenas três semanas após a estreia do Gemini 3.6 Flash, destacou o próprio Google. "O Gemini 3.7 Flash traz melhorias significativas para fluxos de trabalho de engenharia de software, trabalho baseado em conhecimento e desenvolvimento web — com um preço de lançamento equivalente à metade do custo original do 3.6 Flash por milhão de tokens", ressaltou a companhia.
Quando o Google lançou o Gemini 3.6 Flash, a empresa não apresentou comparações diretas com modelos rivais. (Fonte: Google/Reprodução)
No texto de anúncio do 3.7 Flash, a empresa destacou alguns resultados de benchmarks sintéticos – FrontierCode 1.1 Main, DeepSWE V1.1 e Code Arena, por exemplo –, e o modelo apresenta números comparáveis a concorrentes de nível intermediário, como o Sonnet 5, o GPT-5.6 Terra e o Muse Spark 1.2.
Curiosamente, os gráficos apresentados no texto também revelam o desempenho do Gemini 3.6 Flash — e ela figurava com ampla desvantagem em comparação aos rivais da categoria.
Gemini 3.7 Flash está disponível em todo o ecossistema
O Gemini 3.7 Flash foi liberado para uso em diferentes canais do Google, como Google Antigravity, Google AI Studio e Android Studio. Contas corporativas podem acessar o assistente via Gemini Enterprise Agent Platform ou app Gemini Enterprise.
Abaixo, confira os preços cobrados pelo Gemini 3.7 Flash.
US$ 0,75 (R$ 3,90) a cada 1 milhão de tokens de entrada;
US$ 3,75 (R$ 19,52) a cada 1 milhão de tokens de saída.
Contudo, esses são preços introdutórios válidos até 31 de dezembro de 2026. A partir de 1° de janeiro de 2027, os preços serão:
US$ 1,50 (R$ 7,81) a cada 1 milhão de tokens de entrada;
US$ 7,50 (R$ 39,04) a cada de 1 milhão de tokens de saída.
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Sobre a Amazon
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A Netflix decidiu reduzir novamente sua operação interna de games e anunciou o fechamento de dois estúdios responsáveis por projetos para a plataforma. A Night School, conhecida por Oxenfree e adquirida pela empresa em 2021, será encerrada, enquanto a Moonloot, de Helsinque, também será fechada.
A decisão acontece poucos dias depois de a Netflix anunciar uma parceria de destaque envolvendo GTA 6. Em 27 de agosto, a plataforma será responsável pela estreia inicial de Grand Theft Auto VI: An Extended Look, apresentação com gameplay estendido que também chegará posteriormente ao YouTube oficial da Rockstar Games e ao site de GTA 6.
O momento chama atenção porque a Night School lançou Unhinged há apenas seis semanas. O jogo de terror em primeira pessoa foi desenvolvido para ser transmitido diretamente pela Netflix em TVs e chegou a ser elogiado publicamente pelo co-CEO da companhia, Greg Peters, durante uma conversa com investidores.
Segundo informações do Game File, a Netflix afirmou que está reorganizando sua área de jogos para concentrar esforços em títulos infantis, jogos de festa, experiências guiadas por narrativa e projetos com apelo mais amplo. A companhia também confirmou cortes de empregos na equipe interna de games, mas não informou quantas pessoas serão afetadas.
A Night School foi fundada antes da aquisição pela Netflix e ganhou reconhecimento principalmente com Oxenfree, aventura narrativa sobrenatural premiada. Sob o comando da companhia, o estúdio também desenvolveu Oxenfree II: Lost Signals e um jogo mobile relacionado a um episódio de Black Mirror.
A mudança representa mais um recuo na estratégia de desenvolvimento interno da Netflix. Em 2024, a empresa encerrou a Team Blue, estúdio formado por veteranos de Call of Duty e Halo que trabalhava em um projeto de tiro em primeira pessoa de grande escala.
Em outubro do ano passado, a companhia também fechou a Boss Fight Entertainment, pouco depois de elogiar o trabalho do estúdio em Squid Game: Unleashed. Em dezembro, a Netflix vendeu a Spry Fox de volta aos seus fundadores, enquanto agora mantém a Next Games, também localizada em Helsinque, como seu principal estúdio interno dedicado a jogos.
Recentemente, a companhia também lançou um jogo de futebol em parceria com a FIFA, aproveitando a onda da Copa do Mundo. No entanto, apesar de o projeto ter sido revelado como um jogo em andamento, grande parte da equipe do estúdio por trás do game foi demitida.
Netflix muda estratégia para jogos
A estratégia da Netflix para games também mudou desde o início da iniciativa, em 2021. Depois de começar com jogos mobile oferecidos como benefício para assinantes, a empresa passou a investir em experiências transmitidas diretamente para TVs e PCs, com smartphones funcionando como controles.
O fechamento de estúdios indica uma preferência cada vez maior por trabalhar com desenvolvedoras externas, modelo semelhante ao adotado pela Netflix em filmes e séries. Ao mesmo tempo, a parceria com a Rockstar para a apresentação de GTA 6 mostra que a companhia continua interessada em usar jogos de grande apelo para fortalecer sua presença no mercado, mesmo reduzindo a quantidade de equipes próprias.
A parceria com a Rockstar também mostra uma relação crescente entre as duas companhias. Em 2024, a Netflix divulgou que os jogos da franquia GTA foram os mais baixados dentro do seu catálogo de games, movimentando milhões de downloads.
Até o momento, a Netflix não esclareceu o futuro de jogos como Oxenfree e outros games feitos pelos estúdios afetados pela nova decisão. Por enquanto, os títulos seguem disponíveis no PC, consoles e no catálogo do serviço de streaming.
O Prime Video divulgou nesta quarta-feira (12) o trailer daquela que pode se tornar sua próxima grande série de ação. Com mais de dois minutos de duração, o vídeo promocional de Neagley revela a premissa básica da série, com direito a uma participação especial de Jack Reacher.
O novo show é um spin-off da história do famoso ex-agente especial, no qual Maria Sten retorna ao papel de Frances Neagley. Ela tem como missão desvendar uma série de mortes misteriosas, que parecem estar relacionadas a um culto com objetivos bastante perigosos.
Neagley promete ação intensa, mistérios e humor
Caso você esteja interessado em assistir a Neagley, o trailer divulgado pelo Prime Video pode conter mais spoilers do que você pensaria serem necessários. Isso porque o material revela muitos detalhes da estrutura da série, que vai misturar momentos sérios de investigação, cenas de ação e alguns momentos de humor — nem sempre voluntários.
A sinopse oficial descreve a protagonista como uma detetive particular de Chicago, que é a ex-protegida de Reacher (Alan Ritchson);
Usando tudo o que aprendeu durante seu tempo no exército, ela inicia uma caçada implacável quando descobre sobre a morte suspeita de um antigo amigo;
As evidências a levam até uma espécie de culto religioso que tem uma fazenda como sede;
Lá, o grupo participa de rituais religiosos e parece fazer experimentos com drogas experimentais;
Além de Sten, Neagley traz Greyston Holt como o detetive Hudson Riley, Adeline Rudolph como Renee Birdwhistle, Jasper Jones como Keno, Matthew Del Negro como Pierce Woodrow e Damon Herriman como Lawrence Cole.
Embora Frances Neagley tenha sido criada pelo autor Lee Child, sua série própria não é baseada em nenhuma história escrita por ele. O show foi desenvolvido por Nick Santora, produtor-executivo e showrunner de Reacher, em parceria com Nicholas Wootton, com quem ele já havia ajudado a desenvolver a popular Prison Break.
Quando Neagley estreia no Prime Video?
Com Neagley, o Prime Video quer testar o potencial de expansão de uma das séries de ação mais populares de seu catálogo. Caso o spin-off de Reacher conquiste o público, é bastante provável não somente que ele receba mais temporadas, como também que outras produções derivadas sejam feitas em um futuro próximo.
Neagley chega ao Prime Video em setembro. (Imagem: Divulgação/Prime Video)
O novo show é comandado por Santora e Wotton e conta com produção executiva de ambos, Lee Child, Don Granger, Sam Hill, Adam Higgs e Lisa Kussner. Hill também é o diretor dos dois primeiros episódios, cuja produção foi gerenciada por Carolyn Harris, Kenny Madrid e Niko Fernandez para a Paramount Television.
A estreia de Neagley está marcada para acontecer no dia 16 de setembro, data na qual todos os seus oito episódios vão ser liberados. A estreia foi escolhida para coincidir com o final da Temporada 4 de Reacher, que começou a ser exibida pelo Prime Video nesta quarta-feira (12).
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Adições na biblioteca são sempre muito bem-vindas, não é mesmo? Se você é do time que acompanha o Voxel para jogar coisa nova sem gastar nada, saiba que cinco jogos pagos estão gratuitos por tempo limitado na Play Store. A oferta conta com títulos de diferentes gêneros para jogar no Android.
Um detalhe importante sobre esses jogos gratuitos na Play Store é que a plataforma não informou até quando a oferta estará ativa — por isso, o ideal é resgatá-los o quanto antes para não correr o risco de ficar sem.
Lembrando que, uma vez adicionados à sua conta, eles permanecem disponíveis para sempre, mesmo após o fim da oferta. Certamente, essa é uma boa chance para aumentar sua coleção de games gratuitos no Android e testar títulos que normalmente são pagos — incluindo opções offline e com conteúdo premium desbloqueado.
Quais jogos estão gratuitos na Play Store esta semana?
Os títulos podem ser baixados diretamente na Play Store pelos links oficiais e ficam para sempre na sua biblioteca após o resgate.
Lembrando mais uma vez que não ficou exatamente claro quando as ofertas serão encerradas — então aproveite clicando nos links a seguir para ir direto à Play Store.
King of Defense Premium
King of Defense Premium é um jogo de estratégia e tower defense em que você precisa posicionar torres, combinar unidades e criar diferentes estratégias para impedir o avanço dos inimigos. A versão Premium oferece uma experiência sem anúncios e reúne diferentes recursos para fortalecer suas defesas.
Em Grow Spaceship VIP, o objetivo é evoluir sua nave espacial, derrotar inimigos e melhorar continuamente seus equipamentos para enfrentar desafios cada vez maiores. O game combina progressão incremental com elementos de RPG e diferentes possibilidades de aprimoramento.
Tower Defense: Epic Turret Pro coloca o jogador no comando de uma linha defensiva contra ondas de inimigos. Para avançar, é preciso posicionar e aprimorar torres, escolher diferentes estratégias e utilizar os recursos disponíveis para impedir que os adversários atravessem o mapa.
King of Defense 2: TD Premium é um tower defense que amplia a fórmula do primeiro jogo com novas unidades, torres e inimigos. O jogador precisa combinar diferentes estruturas e habilidades para montar defesas capazes de resistir às ondas de adversários.
Exile: Wasteland Survival PRO é um RPG de sobrevivência ambientado em um mundo pós-apocalíptico. É preciso explorar o cenário, coletar recursos, fabricar equipamentos e construir estruturas enquanto enfrenta ameaças em um ambiente hostil.
Pouco após vazarem diversas imagens da Temporada 13 de American Horror Story, a FX Networks divulgou o primeiro trailer oficial do novo arco. E o material confirma que o próximo ciclo vai marcar a volta de diversos dos personagens mais emblemáticos da antologia assinada por Ryan Murphy.
Com pouco mais de um minuto de duração, o vídeo revela a volta de Evan Peters como Kai Anderson, Jessica Lange como Constance Langdon e John Carroll Lynch como o vilão Twisty, o Palhaço. Peters também aparece como o Homem de Borracha, enquanto Sarah Paulson, Angela Bassett, Emma Roberts, Marie Laveau e Madison Montgomery também revivem papéis do passado.
O que esperar da Temporada 13 de American Horror Story?
Dado que o número 13 é considerado como emblemático para muitas histórias de terror, Ryan Murphy fez questão de tornar especial o próximo arco de American Horror Story. Ele vai ser uma grande reunião de elenco das histórias anteriores, cujas narrativas e vilões também vão se misturar e colidir.
Entre os elementos especiais do show está o retorno de Jessica Lange, uma das atrizes que mais participou da produção — mas que não fazia parte dela desde a temporada Apocalypse;
A promessa é que os atores do elenco vão desempenhar mais de um papel de uma só vez;
Entre os nomes que retornam também estão Mena Suvari (Elizabeth Short), Gabourey Sidibe (Queenie) e Jamie Brewer (Nan), mas diversas surpresas ainda são mantidas em segredo;
De forma semelhante, a FX Networks não revelou detalhes da história, que promete ser o “Vingadores” de American Horror Story;
Segundo Murphy afirmou à Variety, o novo arco vai reunir elementos das temporadas que mais são apreciadas pelo público.
“Alguns dos atores vão interpretar dois personagens de duas temporadas diferentes na mesma cena. Evans estava, em certo ponto, interpretando dois personagens diferentes e falando consigo próprio. Então foi muito divertido e complicado de fazer, e eu adorei isso. Editei a maior parte de todas as cenas, e acredito que elas são muito boas”, explicou o criador da série.
Quem está no elenco de American Horror Story 13?
American Horror Story 13 tem um elenco grandioso. (Imagem: Divulgação/FX Networks)
Faltando poucos dias para a estreia da série, a FX Networks revelou a lista completa dos atores e atrizes presentes no elenco de sua Temporada 13. No entanto, ela não compartilhou quais papéis cada um deles vai desempenhar. Confira a lista:
Sarah Paulson;
Evan Peters;
Angela Bassett;
Kathy Bates;
Emma Roberts;
Billie Lourd;
Gabourey Sidibe;
Leslie Grossman;
Joey Pollari;
Jessica Lange;
Avantika;
Jamie Brewer;
Elle Chapman;
Berto Colon;
Alex Consani;
Frances Conroy;
Mat Fraser;
Seth Gabel;
Orlando Jones;
Paul Anthony Kelly;
John Carroll Lynch;
Tig Notaro;
Madelaine Petsch;
Fedor Steer;
Mena Suvari;
Zach Villa;
John Waters.
Quando estreiam os novos episódios da série?
A série retorna no dia 29 de setembro. (Imagem: Divulgação/FX Networks)
Segundo a FX Networks, a Temporada 13 de American Horror vai ser formada por 13 episódios, cada um com meia hora de duração. Eles chegam no dia 29 de setembro aos Estados Unidos, onde vão ser exibidos tanto pela FX quanto pelo streaming Hulu. Em suas duas primeiras semanas, o show vai trazer o lançamento simultâneo de três partes.
Depois disso, a série vai seguir com duas partes semanais até chegar a seu encerramento, marcado para o dia 29 de outubro. No Brasil, a expectativa é que a série vai ser distribuída pelo streaming Disney+, que também é casa das temporadas anteriores e possui uma parceria de distribuição com o Hulu.
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Seguindo a sua tradição semanal, a Epic Games acaba de liberar nesta quinta (13) o jogo grátis da semana na plataforma de PC. O nome da vez é Caravan SandWitch, uma envolvente jornada cheia de aventuras baseada em narrativa.
Se você acompanha o Voxel semanalmente, provavelmente já tem uma biblioteca recheada na Epic Games só com os jogos gratuitos que indicamos por aqui.
Caso ainda não tenha esse hábito, fica o convite: aproveite para resgatar os games da semana e ampliar sua coleção sem gastar absolutamente nada!
Mais detalhes sobre o jogo gratuito da Epic Games desta semana
Quer saber mais sobre o título gratuito da vez? Logo abaixo você confere um trailer e uma breve descrição de Caravan SandWitch, que pode ser seu de forma permanente — mas por tempo limitado!
Caravan SandWitch
Caravan SandWitch é uma aventura narrativa de exploração desenvolvida pela Studio Plane Toast, na qual os jogadores percorrem um mundo de ficção científica inspirado na região francesa da Provence em busca de uma irmã desaparecida.
A jornada pode ser feita a pé ou a bordo de uma van, que recebe melhorias para liberar novos caminhos e áreas. O jogo aposta em uma experiência tranquila, sem combates, mortes ou limite de tempo, enquanto apresenta comunidades e personagens para interagir ao longo da viagem.
Como resgatar o jogo gratuito da Epic Games Store?
Lembrando que o título já se encontra disponível gratuitamente na Epic Games Store e ficará assim até a próxima quinta (20), às 13h (horário de Brasília).
Para resgatar Caravan SandWitch gratuitamente na Epic Games é muito simples. Primeiramente, claro, você precisa ter uma conta na plataforma.
Em seguida, clique no link abaixo, vá em "Obter" e pronto, ele já estará salvo em sua conta. Agora é só baixar e se divertir, então corre para aproveitar antes que se esqueça de salvá-lo na sua biblioteca!
Após um início relativamente discreto em estreias no cinema, o mês de agosto chega à sua metade com vários lançamentos de peso e de gêneros bastante variados. Nesta quinta-feira (13), as salas de todo o Brasil recebem O Fim da Rua, filme de ficção científica no qual uma família tem sua vizinhança transportada para um local repleto de ameaças.
Já A Morte de Robin Hood traz Hugh Jackman no papel do conhecido anti-herói da literatura naquela que promete ser sua última missão. Após uma vida marcada por crimes, o personagem sobrevive por pouco a uma batalha e só conta com a ajuda de uma mulher desconhecida para lidar com seus últimos dias na Terra.
As estreias dos cinemas para a semana de 13 de agosto de 2026
O Fim da Rua
Após um misterioso evento cósmico, os moradores da Rua Oak são transportados para um lugar desconhecido e perigoso. Agora, a família Platt precisa aprender rapidamente que permanecer unida é a única maneira de garantir sua sobrevivência. Com Anne Hathaway e Ewan McGregor no elenco, o longa estreou com 83% de aprovação no Rotten Tomatoes.
A Morte de Robin Hood
Dirigido por Michael Sarnoski, A Morte de Robin Hood revela uma versão do famoso ladrão cuja vida foi marcada pelas lutas e sacrifícios. Agora próximo de seu fim, o personagem é forçado a confrontar muitas de suas decisões em um momento no qual seu corpo já não parece conseguir aguentar novas batalhas.
Patrulha Canina: Uma Aventura Dino
Voltada ao público infantil, a animação acompanha os famosos cachorros lidando com uma tempestade que os leva a uma ilha tropical desconhecida. Contando com a ajuda do filhote Rex, eles precisam lutar para impedir que o malvado Humdinger invada o local e use seus recursos minerais.
Acampamento Miasma: Adolescência, Sexo e Morte
Com Hannah Einbinder (de Hacks) e Gillian Anderson (Sex Education, Arquivo X), o longa acompanha uma equipe de cineastas que trabalha no reboot do filme de terror Acampamento Miasma. No entanto, a busca obsessiva pela participação de uma atriz que participou da versão original faz com que os bastidores do projeto se tornem mais perturbadores do que a história de ficção.
Pecadora
Aprisionada pelos próprios desejos, Isabel (Rayssa Bratillieri) é uma mulher religiosa, filha de um pastor, e que vive em um casamento sem nenhuma paixão. Sua vida passa por uma grande mudança quando ela começa a trabalhar com o sedutor Enrico (José Loreto), o que a faz confrontar suas próprias crenças e vontades reprimidas.
Túmulo dos Vaga-Lumes (Relançamento)
Uma das animações mais impactantes do Estúdio Ghibli, Túmulo dos Vaga-Lumes retorna temporariamente aos cinemas de forma limitada. Dirigida por Isao Takahata, o longa acompanha a história dos irmãos Setsuko e Seita, órfãos que tentam sobreviver à fome e à doença no Japão da Segunda Guerra Mundial.
Blue Lock
Um mangá e anime esportivo de grande sucesso, Blue Locke ganha uma versão live action que promete mostrar o futebol de maneira bastante diferente. Ele acompanha um programa rigoroso criado pelo governo japonês para encontrar jogadores de talento e, assim, impedir que a seleção local volte a ser humilhada na Copa do Mundo.
Colegas e o Herdeiro
Dirigido por Marcelo Galvão, o filme é uma sequência da comédia Colegas, que se destacou pelo elenco formado por atores com Síndrome de Down. O filme acompanha Stallone se assumindo como o herdeiro de um hotel, apesar dos protestos de Thin, filho adotivo do dono do lugar. A confusão fica ainda maior quando os novos moradores do Instituto Santa Lúcia decidem passar uma temporada no local.
A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 1 e Parte 2 (Relançamento)
A parte final de uma das sagas adolescentes mais consagradas dos anos 2010 está de volta aos cinemas. Disponíveis em sessões separadas, os dois filmes mostram a luta de Bella e Edward para formar uma família e para impedir que o fruto de seu amor seja destruído por seus inimigos.
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Quem estava esperando uma boa oportunidade para conhecer um dos RPGs de ação mais comentados dos últimos anos ganhou uma chance interessante nesta semana. Black Myth: Wukong está em promoção na Steam com 30% de desconto, levando o preço do jogo para R$ 160,99, valor que representa o menor preço histórico registrado para a versão digital na plataforma.
A promoção começou em 12 de agosto e faz parte de uma campanha que também reduziu o preço do game em outras plataformas digitais, com o game saindo por R$ 209 no PS5 e Xbox Series S e X. A oferta nos consoles também marca o menor preço histórico do jogo nas plataformas, apesar do valor mais alto em comparação com o PC.
Segundo informações divulgadas sobre a oferta, a versão de PC fica com o desconto disponível até 25 de agosto, enquanto a PlayStation Store e Xbox devem manter a campanha até 27 de agosto.
Black Myth: Wukong está com menor preço histórico na Steam – e ainda menor na Nuuvem
Durante a oferta, a versão padrão de Black Myth: Wukongsai de R$ 229,99 porR$ 160,99, representando um desconto de 30%. O valor atual supera a marca anterior de desconto, que havia chegado a 25% em fevereiro deste ano, fazendo da promoção atual o menor preço já registrado para o jogo na Steam.
No Brasil, um desconto ainda maior está disponível na loja Nuuvem, que vende keys de games para PC e gift cards de consoles. Por tempo limitado, é possível garantir o jogo por R$ 149,49, um desconto de 35%, e ativá-lo na Steam.
O desconto era tão aguardado por jogadores do PC que o game se tornou um sucesso de vendas imediato. Apesar de o desconto ter começado no dia 12, o game já é o segundo mais vendido da Steam na semana, somando mais de 26 mil jogadores simultâneos no momento desta notícia.
Lançado em 2024 pela chinesa Game Science, Black Myth: Wukong chamou atenção por sua combinação de gráficos impressionantes, combates focados em chefes e elementos inspirados na mitologia chinesa e no clássico literário Jornada ao Oeste. O jogo também foi indicado a Jogo do Ano no The Game Awards 2024, além de conquistar diversos prêmios e alcançar 20 milhões de unidades vendidas em seu primeiro mês.
No game, o jogador assume o papel do Predestinado, um guerreiro com características do lendário Sun Wukong, e percorre diferentes regiões enfrentando criaturas e personagens inspirados na mitologia chinesa. A aventura combina combate com bastão, feitiços, transformações e equipamentos, enquanto apresenta histórias relacionadas aos inimigos encontrados durante a jornada.
Um dos principais diferenciais de Black Myth: Wukong é justamente sua relação com Jornada ao Oeste, um dos grandes clássicos da literatura chinesa. A Game Science utiliza personagens, conceitos e elementos da obra como ponto de partida para construir uma nova história, em vez de simplesmente adaptar o romance de forma direta.
A produção também teve impacto significativo na indústria chinesa de games, especialmente após alcançar números expressivos na Steam logo no lançamento. O título chegou a registrar cerca de 2,4 milhões de jogadores simultâneos na plataforma, tornando-se um dos maiores sucessos single-player da história do serviço.
Para quem pretende aproveitar a promoção no PC, vale conferir se a máquina consegue rodar o RPG, que é conhecido pelos gráficos rebuscados. A própria página do jogo recomenda o uso de SSD e tecnologias como DLSS, FSR ou XeSS para as configurações indicadas.
Anunciado em abril de 2025, o jogo independente Duskfade conquistou a atenção de muitos jogadores logo de cara com sua pegada nostálgica. O título foi revelado com visuais cartunescos em 3D, um protagonista de cabelo espetado com uma espada, que lembra uma chave, e um animal falante como parceiro, tudo com visuais no estilo da Pixar.
Com essas características, as comparações com títulos como Kingdom Hearts são inevitáveis, e o estúdio por trás da obra sabe disso. Produzido pelo time espanhol Weird Beluga e publicado pela Fireshine Games, o jogo indie é amplamente divulgado como uma carta de amor aos games de ação e plataforma 3D da era PS2.
Apesar de ter nascido no interior de uma cidade pequena no Rio Grande do Sul, eu tive o privilégio de crescer justamente tendo contato com esse tipo de jogo. Além de passar bons anos com clássicos como Spyro The Dragon graças a um PS1 de segunda mão, meu tio se aventurou em ter uma locadora de games por alguns anos, o que me permitiu conhecer produções como Maximo, Jak and Daxter e Conker no auge da infância.
Por causa desse histórico, acompanhei com curiosidade o desenvolvimento e divulgação de Duskfade, mas com uma pulga atrás da orelha. Afinal, estamos vivendo o auge da “indústria da nostalgia”, o que pode ser uma armadilha gigantesca para um projeto independente com recursos limitados.
Prova disso é Agefield High: Rock The School, que também chegou recentemente. O jogo tem a ambição de ser um sucessor espiritual de Bully, mas sem os recursos de um grande estúdio – o que garantiu uma entrega final questionável.
Após cerca de 10 horas explorando o mundo de Duskfade no PS5 Pro, a boa notícia é que o jogo entrega um resultado bastante positivo, sendo uma ótima pedida para velhos de guerra e quem está chegando no gênero de plataforma 3D agora. No entanto, algumas amarras ainda podem deixar o jogo limitado para alguns tipos de público.
Uma viagem no tempo com toques de modernidade
Como Duskfade chama a atenção logo de cara pelo seu gameplay e a proposta bem nostálgica, vale começar falando justamente sobre a jogabilidade. A melhor forma de definir o título é um lançamento da era do PS2, mas feito sob medida para a atual geração de consoles.
O trailer de anúncio do jogo é aberto com uma frase emblemática: “Se ficarmos sempre olhando para trás, vamos perder tudo que o presente possui para nos oferecer”. Felizmente, o time da Weird Beluga conseguiu encontrar o equilíbrio perfeito entre passado e presente na maioria do tempo.
O jogador acompanha o jovem Zirian, que precisa explorar diferentes partes do seu mundo para romper correntes gigantes e libertar sua irmã, que está presa em uma torre do relógio gigante. Aqui, o jogo mostra que a inspiração em Kingdom Hearts é mais estética que na jogabilidade.
Duskfade é praticamente um lançamento da era do PS2, mas feito sob medida para a atual geração de consoles.
Todo o gameplay remete a clássicos de plataforma 3D, com sistemas limitados de upgrades e combate. Não espere fazer combos gigantescos e cheios de firulas como em Kingdom Hearts, ou ficar equipando habilidades e personalizando builds.
Apesar da aparência de Kingdom Hearts, o gameplay está mais próximo de outros clássicos do PS2, como Maximo: Ghosts to Glory e Army of Zin. O jogo também está na mesma categoria de “clássicos modernos” que A Hat in Time e Yooka Laylee, que chegaram em 2017 e também deram um novo gás para os games de plataforma 3D.
Cada seção do jogo possui habilidades novas e desafios de plataforma específicos, o que garante uma progressão interessante na exploração de cada área. Essas habilidades também são divertidas de serem usadas, indo desde pulo duplo até esquiar por trilhos, bem na vibe clássica de PS2.
Outro detalhe que mostra a veia de plataforma do jogo são os chefes. Todos os combates principais incluem não só a pancadaria, mas também transições em que o jogador precisa realizar desafios de plataforma, como destruir objetos no cenário, para continuar o combate.
Mundo amplo e cheio de segredos
Cada região do jogo conta com ambientes únicos e desafios de plataforma que lembram clássicos do gênero no PS2. A grande diferença é que tudo é construído com a tecnologia atual em mente: além dos visuais rebuscados, as áreas são bem amplas, escondendo segredos e incentivando a exploração de cada canto.
A evolução das habilidades acontece por meio de cristais temporais espalhados pelo chão e a coleta de engrenagens, que podem ficar bem escondidas no mapa. Durante a jornada, o game também libera outros colecionáveis para buscar, como caixas de música, moedas e objetos para mudar o visual do personagem.
Os cenários também são montados com diferentes temas, como ilhas oceânicas, deserto e vulcão, dando bastante variedade para os visuais e desafios do gameplay. A escapa de cada seção do jogo também garante uma boa quantidade de tempo de entretenimento, sem causar uma carga de repetição.
A liberdade e o incentivo na exploração, no entanto, podem acabar pesando em algumas partes. O jogo não conta com indicadores de objetivo principal, apenas um sino que raramente aparece no gameplay e aponta um caminho. Para quem busca seguir a história com mais agilidade, isso pode atrapalhar, pois o jogador pode perder o foco durante a jornada.
Combate é limitado pela progressão
Quando o assunto é combate, a veia de plataforma também está altamente presente, o que inclui algumas limitações na pancadaria. O jogo conta com combos limitados no começo, mas permite que você desbloqueie novas habilidades durante o gameplay.
Além de ataques leves e pesados com a espada, o jogo conta com uma barra de especial que permite lançar ataques temporais. Essas skills, assim como combos mais elaborados, só vão sendo liberadas no decorrer da história.
Aqui, no entanto, está minha maior ressalva com o game, que prioriza a progressão e exploração ao invés de ferramentas para o jogador descer a lenha do seu jeito. Para liberar e evoluir certas habilidades, é necessário andar bastante pelo cenário para conseguir engrenagens de upgrade, o que deixa muitas skills interessantes presas para o fim do jogo.
Com isso, durante grande parte das lutas, você vai ter que se virar com combos básicos durante horas, ou então priorizar a exploração de cada canto do mapa em busca de engrenagens para evoluir suas habilidades e liberar golpes mais fortes.
Outra limitação está em como você realiza esses upgrades: para comprar as novas habilidades, sempre é necessário retornar para a Cidade Ponteiro, que funciona como um grande lobby. Enquanto existem portais que facilitam esse trajeto, seria mais interessante poder comprar habilidades a qualquer hora.
Por fim, vale ressaltar que alguns inimigos também são repetitivos. Enquanto o jogo conta com chefes bem trabalhados, outras ameaças possuem um design bem simples e te acompanham do início ao fim do game, com algumas partes simplesmente lotando a tela de adversários para te dar mais trabalho no gameplay.
História simples, mas que tem seu encanto
Na parte da narrativa, Duskfade conta com uma narrativa bem simples, lembrando justamente games de plataforma do tipo na era do PS2. Ainda assim, o jogo conta com uma mensagem importante em sua história, o que faz dele uma boa pedida principalmente para quem joga com os filhos.
A história começa com Zirian, o protagonista, perdendo seu avô e lidando com a tristeza de sua irmã, uma relojoeira. Após uma grande explosão, ela fica presa em uma grande torre que surge na Cidade Ponteiro, com o protagonista empunhando a espada Minuteira para quebrar as correntes da porta da prisão para libertá-la.
O jogo traz uma mitologia própria envolvendo tempo e sentimentos, o que dá um charme para o título. No entanto, o maior destaque fica para a abordagem de temas como luto e sentimentos reprimidos de uma forma simples e tocante, o que pode conversar bem com audiências mais novas.
O jogo também conta com múltiplos modos de dificuldade, indo desde opções mais desafiadoras até foco na história. Com isso, Duskfade serve muito bem como uma porta de entrada para novos gamers que estão começando a conhecer a mídia interativa.
É válido ressaltar que existem algumas limitações no orçamento, como o fato de grande parte da história ser contada por diálogos escritos e apenas cenas principais contarem com dublagem. Ainda assim, a experiência geral entregue na narrativa do jogo é bem competente, principalmente por contar com legendas em português brasileiro.
Vale a pena?
Duskfade é uma ótima surpresa para quem sente saudades dos jogos de plataforma 3D que marcaram a era do PS2. O projeto da Weird Beluga entende muito bem a proposta de resgatar esse estilo e consegue combinar exploração, plataformas e combate em uma aventura charmosa, que também funciona como porta de entrada para quem não viveu aquela época.
O maior mérito do jogo está justamente em não depender apenas da nostalgia para funcionar. O mundo é interessante de explorar, as habilidades ajudam a renovar a experiência e a narrativa aborda temas importantes de maneira simples, mas eficiente.
Por outro lado, algumas escolhas acabam segurando o potencial da aventura. O combate demora para evoluir, o design dos inimigos podia ser melhor e a ausência de indicadores claros de objetivos pode tornar a exploração confusa em determinados momentos.
Mesmo com essas limitações, Duskfade é uma experiência que vale a pena para fãs de plataformas 3D e para quem procura uma aventura mais leve e nostálgica. O jogo mostra que ainda existe espaço para esse tipo de produção no mercado atual, desde que a nostalgia venha acompanhada de ideias próprias e de uma boa dose de modernidade.
Para quem cresceu nos anos 2000 cercado de jogos do tipo e está com vontade de matar a saudade, ou possui filhos que estão entrando no mundo dos games, Duskfade é uma viagem no tempo que vale o embarque. E com o preço abaixo de R$ 100 no Brasil, a passagem está bem convidativa.
Nota do Voxel: 88
Pontos positivos
Ótima combinação entre nostalgia e elementos modernos
Fases amplas e cheias de segredos para explorar
Habilidades de plataforma variadas e divertidas
Narrativa simples, mas com temas relevantes como luto e sentimentos reprimidos
Boa opção para fãs do gênero e para novos jogadores
Legendas em português brasileiro
Pontos negativos
Combate limitado durante boa parte da campanha
Progressão das habilidades poderia ser mais dinâmica
Alguns inimigos são repetitivos
Uma cópia de Duskfade foi cedida pela Fireshine Games para review no PS5 Pro. O game já está disponível no PlayStation 5, PC, Xbox Series S e X, bem como no Nintendo Switch 2.
Anunciado em 2022, o reboot de Arquivo X produzido por Ryan Coogler (de Pecadores e Pantera Negra) ainda está rodeado de mistérios. No entanto, o criador da série original, Chris Carter, afirma acreditar que as novas histórias não devem deixar de lado o legado dos agentes Mulder e Scully.
Interpretados respectivamente por David Duchovny e Gillian Anderson, os protagonistas são uma parte muito importante do show que trata de fenômenos sobrenaturais e teorias da conspiração. E, segundo Carter, a nova versão não vai ignorar esse fato ou o legado do show original.
Mulder e Scully vão voltar no reboot de Arquivo X?
Mulder e Scully não devem ser ignorados pelo reboot da série. Imagem: Divulgação/Fox
Em uma entrevista ao Polygon, Carter afirmou acreditar que o novo Arquivo X vai ser na verdade uma continuação da série original. Ele também compartilhou que sabe que Gillian Anderson vai retornar de alguma forma, mas não tem certeza se o mesmo vai acontecer com Duchovny — mas acredita que Scully não vai voltar sem a companhia de Mulder.
No entanto, o criador do show afirma que ainda não assistiu ao reboot e não participa diretamente de sua produção;
Oficialmente, Coogler só revelou que Danielle Deadwyler e Himesh Patel vão ser os protagonistas da nova versão;
Assim, os antigos agentes podem aparecer como mentores ou somente em situações especiais;
“Eu não sei direito. Quando eu ver ele, vou saber, e o mesmo vai acontecer com os executivos da Fox. Eles vão descobrir se essas coisas vão competir ou se vão ser complementares”, explicou Carter.
O criador de Arquivo X também reconheceu que, dependendo da abordagem de Coogler, pode se tornar mais difícil continuar a história de Mulder e Scully. No entanto, ele afirma que ainda tem o objetivo de fazer um reboot ou uma continuação da série, seja através de uma nova série de TV ou de um filme.
Arquivo X vai revisitar o passado de forma mais assustadora
Enquanto os detalhes sobre a nova série de Arquivo X permanecem escassos, a franquia vai voltar a explorar seu passado ainda esta semana. No dia 14 de agosto chega ao catálogo do Hulu o filme Eu Quero Acreditar Vrach Frankenshtyen, que promete corrigir um dos principais erros históricos da franquia.
O projeto é uma versão incrementada do segundo longa da série, lançado originalmente em 2008. Além de adicionar ao filme cenas assustadoras que foram cortadas do lançamento original, Chris Carter também decidiu mudar a ordem de cenas para tornar a história mais coerente e envolvente.
Enquanto a estreia da versão do diretor não foi confirmada oficialmente no Brasil, há fortes motivos para acreditar que ela chega na mesma data à versão nacional da Disney+. O streaming não somente vem recebendo simultaneamente vários lançamentos do Hulu, como também é a casa oficial da série original de Arquivo X e de seus dois longas-metragens.
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O retorno de The Lord of the Rings: War in the North aos consoles e PC pode ser apenas o começo de uma nova onda de relançamentos da franquia. A Aspyr, responsável pela nova Legacy Edition do RPG de ação de 2011, lançada de surpresa na terça, confirmou que pretende levar outros jogos clássicos de O Senhor dos Anéis para as plataformas atuais.
A informação apareceu de maneira discreta no anúncio da nova versão. A Aspyr descreveu War in the North como seu primeiro jogo de O Senhor dos Anéis e afirmou que os fãs podem esperar "ainda mais lançamentos clássicos" da franquia no futuro.
Por enquanto, o estúdio não revelou quais títulos estão na fila nem deu pistas sobre uma possível ordem de lançamento. Ainda assim, o anúncio abre espaço para vários candidatos, especialmente jogos publicados pela Warner Bros. Interactive durante os anos 2000 e 2010.
Aspyr confirma novos jogos de Senhor dos Anéis
A confirmação de que mais remasterizações da franquia estão em desenvolvimento veio junto ao lançamento de The Lord of the Rings: War in the North – Legacy Edition, que chegou de surpresa a PS5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch, Switch 2 e PC. A nova versão é desenvolvida e publicada pela Aspyr, com preços que partem de R$ 53,99.
Além de adaptar o RPG para sistemas atuais, a edição inclui algumas melhorias técnicas e de qualidade de vida. Entre elas estão suporte a 60 quadros por segundo — com exceção do Switch original —, sistema de travamento de inimigos, salvamento automático, mais espaços para arquivos de save e uma inteligência artificial aprimorada.
O multiplayer também foi preservado: há suporte para cooperativo local em tela dividida para dois jogadores e partidas online para até três pessoas. No Switch original, algumas dessas funções apresentam limitações em relação às outras plataformas.
Quais jogos de Senhor dos Anéis podem voltar?
A Aspyr ainda não revelou quais serão os próximos projetos que serão relançados, mas existe uma lista considerável de possibilidades. Entre os jogos publicados pela Warner Bros. Interactive em período semelhante estão Guardians of Middle-earth eThe Lord of the Rings: Aragorn's Quest.
Os dois jogos da série Middle-earth, que são mais recentes, aparecem como candidatos particularmente interessantes para uma atualização em plataformas atuais. Como a Aspyr tem experiência com ports para consoles da Nintendo, uma versão de Shadow of Mordor ou Shadow of War para o Switch 2 seria uma possibilidade natural — embora nada tenha sido confirmado.
Vale lembrar, porém, que relançar jogos antigos de O Senhor dos Anéis não depende apenas de questões técnicas. Os direitos envolvidos em títulos licenciados podem ser bastante complicados, principalmente quando diferentes empresas participaram da publicação e do desenvolvimento.
Fãs querem jogos clássicos da EA de volta
Entre os desejos mais recorrentes dos fãs estão os jogos de O Senhor dos Anéis publicados pela Electronic Arts no começo dos anos 2000, no auge do PS2. A lista inclui títulos baseados diretamente na trilogia de filmes de Peter Jackson, como The Lord of the Rings: The Return of the King.
Outro nome bastante lembrado é The Lord of the Rings: Conquest, lançado em 2009. Desenvolvido pela Pandemic Studios, o game seguia uma fórmula de ação multiplayer inspirada em Star Wars: Battlefront, mas transportava a estrutura para os campos de batalha da Terra-média.
Há ainda uma categoria que provavelmente despertaria enorme interesse caso pudesse ser recuperada: os jogos de estratégia The Battle for Middle-earth. Os títulos são considerados referências entre os games de estratégia em tempo real ambientados no universo de Tolkien e permanecem difíceis de acessar oficialmente nos sistemas atuais.
Direitos podem complicar os relançamentos
O problema é que nem todos esses jogos necessariamente estão disponíveis para a Aspyr relançar. Embora a Warner Bros. tenha os direitos relacionados à franquia, os acordos utilizados nos games antigos envolviam diferentes companhias, o que pode tornar cada projeto um caso separado.
Os jogos da EA, por exemplo, foram publicados pela própria Electronic Arts em uma época na qual a empresa possuía acordos específicos para desenvolver títulos baseados nos filmes. Por isso, não está claro se esses contratos permitem uma nova distribuição décadas depois ou se seria necessário renegociar os direitos.
A situação é semelhante à de outras franquias licenciadas que tiveram diversos jogos distribuídos por empresas diferentes. Na prática, recuperar um game antigo pode exigir uma verdadeira caça aos direitos antes mesmo de qualquer trabalho de remasterização começar.
Embracer também controla os direitos de Tolkien nos games
A situação fica ainda mais curiosa porque a própria Aspyr pertence à Embracer Group. O conglomerado também controla a Middle-earth Enterprises, empresa responsável pelos direitos exclusivos mundiais sobre determinados elementos de O Senhor dos Anéis e O Hobbit, incluindo nomes de personagens, locais, objetos e acontecimentos.
Isso coloca diferentes peças importantes da franquia dentro do mesmo grupo empresarial. Ainda assim, isso não significa automaticamente que todos os jogos antigos estejam liberados para relançamento, especialmente aqueles criados sob contratos específicos com outras publishers.
Por enquanto, portanto, o único projeto confirmado é War in the North. Ainda assim, a promessa pública da Aspyr deixa claro que o RPG de 2011 não deve ser o último jogo clássico da Terra-média a ganhar uma nova oportunidade nas plataformas modernas.
E aí, qual jogo da franquia você gostaria de ver retornando? Comente nas redes sociais do Voxel!
Antes mesmo de estrear na HBO Max, a série televisiva de Harry Potter já começou a recrutar o elenco de seu segundo ano. Segundo a Variety, Nicholas Hoult (Superman) foi selecionado para viver Gilderoy Lockhart, personagem que foi interpretado por Kenneth Branagh nos filmes da franquia.
Ele é descrito como uma das figuras mais famosas do mundo da magia, que escreveu vários livros de sucesso sobre as aventuras que viveu. Até mesmo por isso, ele é recrutado para assumir o posto de Professor de Defesa Contra as Artes das Trevas durante os eventos do livro “A Câmara Secreta”.
Nicholas Hoult deve ter papel de destaque em Harry Potter
A escolha de Nicholas Hoult mostra que a HBO está investindo bastante em transformar sua nova série de Harry Potter em um sucesso. Aos 36 anos de idade, o ator é conhecido pelo grande público desde 2002, quando contracenou com Hugh Grant na adaptação do livro Um Grande Garoto, de Nick Hornby.
Hoult não se deixou limitar pela carreira como ator juvenil e seguiu ativo em projetos como X-Men: Primeira Classe, a série Skins e, mais recentemente, no novo Superman do Universo Cinematográfico da DC, interpretando Lex Luthor;
Ele é o primeiro grande nome anunciado para a temporada 2 do show, que ainda está sendo escrita;
Dado que a série não é tratada como algo anual pela empresa, isso pode significar que novas adições ao elenco vão demorar a ser reveladas.
Hoult se junta a um elenco que conta com nomes como John Lithgow no papel de Dumbledore e Nick Frost como Rubeus Hagrid. Já Harry Potter vai ser interpretado pelo novato Dominic McLaughlin, enquanto Arabella Stanton vai ser Hermione Granger e Alastair Stout assumiu como Ron Weasley.
Quando a série de Harry Potter chega à HBO?
Além da presença de Hoult, a HBO também confirmou que o roteirista Jon Brown foi elevado ao cargo de coshowrunner da temporada 2 da série. Ele vai trabalhar junto com Francesca Gardiner, que também, atua como produtora-executiva do projeto em parceria com Mark Mylod, J.K Rowling, Neil Blair, Ruth Kenley-Letts e David Heyman.
Uma produção da Warner Bros. Television, a nova série de Harry Potter quer se diferenciar dos filmes por ser uma adaptação mais fiel dos livros originais. A seu favor, a obra tem o fato de contar com episódios e, portanto, tem menos necessidade de suprimir eventos ou personagens.
A temporada de estreia do show está marcada para o dia 25 de dezembro deste ano e vem sendo tratada com muita importância pela HBO. Em abril deste ano, a HBO Max lançou o filme À Procura de Harry, que revelou bastidores da produção e como foi o processo de escolha de seu protagonista.
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Aos jogadores de Nintendo que estão ansiosos por Crimson Desert, ótimas notícias no Checkpoint desta quarta (12). Embora os lucros da Pearl Abyss tenham caído após o hype do lançamento do game, o estúdio acaba de confirmar que seu RPG de ação chegará ao Switch 2 no primeiro semestre de 2027.
Em outras notícias, o diretor de tecnologia do Xbox, Scott Van Vliet, garantiu em declaração que as causas da recente queda no serviço do console, que tornou até mesmo jogos digitais e físicos totalmente inutilizáveis, foram totalmente corrigidas.
Quer saber o que mais rolou no mundo dos games nesta quarta (12)? Então prepara o cafezinho da tarde e acompanhe o Voxel por mais um Checkpoint!
Crimson Desert chega em 2027 ao Switch 2
A Pearl Abyss confirmou que Crimson Desert está sendo preparado para chegar ao Nintendo Switch 2 no primeiro semestre de 2027. Segundo o estúdio, o RPG de mundo aberto já atingiu um “nível jogável” no console e passa por testes de otimização.
A empresa explicou que pretende preservar no Switch 2 os gráficos, o combate e a experiência de mundo aberto do jogo, em vez de realizar apenas uma conversão. “Embora seja necessária otimização, o jogo já é jogável em um nível básico”, afirmou a Pearl Abyss.
Além disso, o estúdio também reportou um segundo trimestre mais fraco em relação aos seus lucros, visto que o impacto inicial do lançamento de Crimson Desert em março diminuiu. Com isso, a receita operacional diminuiu em relação ao trimestre anterior, após um aumento de 419,8% nos ganhos do primeiro trimestre.
Xbox garante que resolveu os problemas de queda de serviço nos consoles
O Xbox afirmou ter corrigido o problema responsável pela grande interrupção de serviço ocorrida em julho, que chegou a impedir até o funcionamento de jogos em disco. Segundo a empresa, uma atualização do sistema já foi disponibilizada e será obrigatória a partir de 17 de agosto.
De acordo com Scott Van Vliet, diretor de tecnologia do Xbox, a falha estava relacionada a um serviço externo e a um erro separado nos sistemas de licenciamento da própria empresa. “Nossos engenheiros estão trabalhando ativamente para reforçar os serviços e a infraestrutura”, afirmou o executivo.
Meccha Chameleon vendeu nada menos que 20 milhões de cópias em apenas 2 meses
Apesar da desaceleração nas vendas, o título continua reunindo cerca de 22 mil jogadores diariamente na Steam, segundo dados do SteamDB. A desenvolvedora também mantém o game atualizado com novos conteúdos e correções — o que certamente prolonga ainda mais a sua vida útil.
MMORPG Throne and Liberty muda de publisher e será gerenciado pela antiga NCSoft
O MMORPG Throne and Liberty terá sua publicação global transferida da Amazon Game Studios para a NC (antiga NCSoft). A mudança será feita gradualmente, com a previsão de que a empresa assuma o gerenciamento de um único serviço online até o quarto trimestre de 2026.
A FirstSpark Games, subsidiária da NC, trabalhará com a Amazon na transição dos serviços técnicos e operacionais, mantendo o conteúdo e os recursos do jogo em todas as plataformas. “Este é o momento certo para assumirmos um papel mais direto no apoio ao jogo e na construção do seu futuro”, afirmou a NC em comunicado.
Ghost of Yotei ganhará DLC de história e modo roguelike em outubro
Ghost of Yotei receberá dois novos conteúdos em 1º de outubro: a expansão de história Echoes of Sekigahara e o modo roguelike de sobrevivência Most Wanted. Os conteúdos serão vendidos juntos por R$ 85,50 para quem já possui o jogo.
A Sony também anunciou uma Edição Completa de Ghost of Yotei por R$ 399,90, disponível a partir de hoje. Quem adquirir a edição ou reservar o DLC até 30 de setembro receberá antecipadamente a Armadura Sakai, inspirada na família de Jin Sakai em Ghost of Tsushima.
E aí, o que você achou das principais notícias de games do dia no Checkpoint? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel e do TecMundo!
Sterling Point chegou ao catálogo do Prime Video misturando drama familiar, romance juvenil e aquele tipo de mistério que começa pequeno, mas logo vira uma bola de neve emocional.
A série acompanha Annie Jacobson, uma jovem de 17 anos que descobre ter herdado uma ilha remota no Canadá de um avô afastado que ela nunca teve permissão para conhecer.
A partir daí, a produção transforma uma viagem impulsiva em uma investigação sobre identidade, luto e segredos guardados por adultos que tentaram controlar o passado.
Se você terminou os oito episódios e ficou pensando no que realmente significa a revelação final, vamos destrinchar os principais acontecimentos do final de Sterling Point. Confira!
Sobre o que é Sterling Point?
Na trama, Annie Jacobson foi criada em Nova York ao lado do irmão gêmeo, Connor, pelo pai adotivo Steven. A vida dela muda quando os irmãos descobrem que herdaram Sterling Point, uma pequena ilha na região de Muskoka, no Canadá, deixada por Gordon, o avô materno que nunca fez parte da vida deles.
O ponto de partida fica ainda mais intrigante quando Annie encontra uma carta de Gordon pedindo que ela procure pela mãe. Até então, ela acreditava que Goldie, sua mãe adotiva, havia morrido de câncer anos antes. Movida pela curiosidade e por uma sensação de que sua história foi escondida dela, Annie parte sozinha para a ilha.
A chegada em Sterling Point, porém, não entrega respostas imediatas. Pelo contrário: Annie encontra a cabana ocupada por Ramona, uma jovem que também afirma ter ligação com Gordon.
Aos poucos, as duas descobrem que compartilham uma conexão muito mais profunda do que imaginavam, já que Ramona é filha biológica da mesma mulher ligada à história de Annie.
A série, disponível no Amazon Prime Video, usa essa descoberta para construir um drama sobre duas jovens que foram separadas por decisões familiares antigas e agora precisam entender o que fazer com uma verdade que ninguém quis contar.
Quem é o pai de Ramona em Sterling Point?
A grande pergunta que move a reta final de Sterling Point é a identidade do pai biológico de Ramona. Durante boa parte da temporada, a série direciona a suspeita para Joe, dono da marina local, que teve uma relação com a mãe de Annie no passado.
A possibilidade deixa Ramona abalada, especialmente porque ela cresceu sob os cuidados do avô, que assumiu um papel paterno em sua vida.
Mas o final revela que Joe não é o pai de Ramona. A pista decisiva surge quando ela percebe que Steven, o pai adotivo de Annie e Connor, é daltônico, assim como ela. Como a condição tem relação genética, Ramona passa a considerar a possibilidade de Steven ser seu pai biológico.
O teste de paternidade confirma a suspeita: Steven é o pai de Ramona. A revelação muda completamente a leitura da temporada, porque mostra que ele tinha uma filha em Sterling Point o tempo todo.
Segundo a explicação apresentada pela série, Steven sabia da existência de Ramona, mas acreditava que ela não poderia ser sua filha, já que pensava ser incapaz de ter filhos.
O final de Sterling Point traz revelaçoes importantes (Imagem: Prime Video).
Final explicado de Sterling Point: o que acontece com Annie e Ramona?
No episódio final, Annie e Ramona precisam lidar com as verdades que vieram à tona. A série não encerra tudo com uma solução simples, mas aposta em uma decisão simbólica para mostrar o amadurecimento das duas personagens.
Annie decide permanecer em Sterling Point. Depois de passar a vida em Nova York, ela escolhe ficar na ilha para viver de forma mais tranquila e se aproximar do lugar que foi importante para sua mãe.
A escolha também mostra que Annie deixa de enxergar Sterling Point apenas como uma herança misteriosa e passa a vê-la como parte de sua própria identidade.
Ramona, por outro lado, decide seguir para Nova York com o apoio de Annie. A mudança funciona quase como uma troca de mundos entre as duas. Enquanto Annie encontra sentido no passado da família, Ramona busca um futuro longe da ilha onde cresceu cercada por segredos.
Para quem acompanha os lançamentos do Prime Video em agosto, Sterling Point se destaca justamente por esse encerramento agridoce: o mistério principal é respondido, mas as consequências emocionais ainda estão longe de terminar.
O que significa a cena final de Sterling Point?
A cena final reforça a ideia de espelhamento entre Annie e Ramona. As duas começaram a série em conflito, desconfiadas uma da outra e presas a versões incompletas da própria história. No encerramento, elas tomam decisões opostas, mas complementares.
Annie fica em Sterling Point para entender melhor suas raízes. Ramona vai para Nova York para descobrir quem pode ser fora da ilha.
Esse final também conversa com a proposta da série de misturar drama familiar e romance com uma pegada leve, mas emocional. Entre festas, relações amorosas, brigas e reconciliações, Sterling Point guarda sua força na ligação entre as duas jovens. Não por acaso, a relação entre Annie e Ramona é o verdadeiro centro da temporada.
Para quem ainda está em dúvida se o serviço de streaming combina com seu perfil de consumo, aliás, vale conferir também nossa análise sobre se o Amazon Prime Video vale a pena.
Entre os lançamentos de filmes e séries da semana, a produção chama atenção por entregar um final que resolve a pergunta central sem esgotar o universo da história.
No fim das contas, Sterling Point é menos sobre descobrir quem mentiu e mais sobre entender o peso das verdades escondidas.
E se você gosta de finais explicados, teorias e novidades do streaming, continue acompanhando o Minha Série para não perder nenhuma matéria sobre suas próximas maratonas.
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O aguardado The Elder Scrolls 6 finalmente voltou aos holofotes graças a uma visita recente de Asha Sharma, à sede da Bethesda, mas a situação toda foi ofuscada por um protesto contra as recentes demissões no setor de jogos da Microsoft, com direito à presença de um enorme rato inflável. Deixando as polêmicas um pouco de lado, seguimos aproveitando os jogos empromoção na Microsoft Store, que nesta semana traz títulos com até 90% de desconto.
Por exemplo, entre as ofertas para Xbox em destaque temos games como Helldivers 2, Black Myth: Wukong, Cult of the Lamb, Coffee Talk Tokyo e We The Revolution, que está custando apenas R$ 7,49.
Vem com a gente conferir os jogos de Xbox no precinho e aproveite para aumentar o backlog com um monte de jogão em promoção.
Promoções de jogos para Xbox na Microsoft Store
A seguir, você confere a nossa lista com as principais promoções de jogos para Xbox One, Series S e Series X disponíveis nesta semana na Microsoft Store:
Ainda não tem seu Xbox? Então pare de marcar bobeira, aproveite as promoções e use o cupom KaBuM! para adquirir o seu Xbox Series S ou Series X novinho com desconto o quanto antes!
Economize e parcele suas compras no Xbox com a Nuuvem
Existe uma forma de aliviar um pouco as finanças e parcelar os jogos de Xbox que a gente tanto quer — e com direito a cashback — usando os gift cards da Nuuvem.
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A saga espacial que mudou a cultura pop retorna ao Disney+ com Star Wars: Visions Apresenta – A Nona Jedi. Produzido pelo renomado estúdio japonês Production I.G, o novo anime mostra mais uma vez como a animação se tornou uma das principais formas de expansão do universo criado por George Lucas.
Ao longo dos anos, Star Wars ganhou séries, especiais e curtas que exploram diferentes períodos da galáxia, apresentam novos personagens e também aprofundam histórias conhecidas pelos fãs. Para ajudar você, pequeno padawan, a explorar esse lado animado da franquia, reunimos abaixo a lista completa de animações de Star Wars disponíveis no Disney+. Os títulos que fazem parte do cânone da saga principal estão listados em ordem cronológica e são seguidos pelas obras não canônicas. Confira!
1. The Clone Wars (2008–2020)
Clone Wars durou 7 temporadas, entre 2008 e 2020, mas teve 6 anos de hiato até sua última temporada.
No início da década de 2000, a saga Star Wars usou as animações para narrar o conflito conhecido como Guerras Clônicas. Essa história, situada entre os filmes Ataque dos Clones (2002) e A Vingança dos Sith (2005), foi iniciada no filme The Clone Wars (2008) e continuada na série animada de mesmo nome.
A trama acompanha as missões dos Jedi, em especial Obi-Wan Kenobi, Anakin Skywalker e Ahsoka Tano, para proteger a República dos ataques dos Separatistas e do Lado Sombrio, representado pelo Imperador e seu aprendiz, o Conde Dookan. Ao longo de sete temporadas, a produção mostrou o crescimento do trio, explorou diferentes pontos da galáxia e fortaleceu a narrativa construída nos filmes.
2. Histórias (2022–2025)
Você não precisa assistir todas as temporadas, já que a série é uma antologia.
Histórias é uma antologia com temporadas temáticas que voltam suas atenções a personagens importantes de Star Wars durante diferentes períodos da saga. A primeira, chamada Histórias dos Jedi, foca em Ahsoka Tano e Conde Dookan. Já a segunda, Histórias do Império, acompanha Morgan Elsbeth e Barriss Offee. Por fim, Histórias do Submundo volta os holofotes aos caçadores de recompensa Asajj Ventress e Cad Bane.
3. The Bad Batch (2021–2024)
A série The Bad Batch, da saga Star Wars, possui 3 temporadas no total.
The Bad Batch acompanha os “Mal Feitos”, um grupo de clones que nasceram com algum tipo de mutação. Apresentado em The Clone Wars, o quinteto formado por Hunter, Wrecker, Tech, Crosshair e Echo se tornou popular ao ponto de estrelar uma série própria, que narra a jornada deles para escapar das garras do Império Galáctico.
4. Maul: Lorde das Sombras (2026–atualmente)
Essa série marca a participação de Wagner Moura no universo Star Wars.
Após uma rápida e marcante participação no filme A Ameaça Fantasma (1999), Darth Maul retornou em The Clone Wars, que o colocou em uma jornada em busca de poder e vingança contra o Imperador.
Essa trajetória ganhou um novo capítulo em Maul: Lorde das Sombras, série que acompanha o vilão tentando recriar seu sindicato do crime em Janix, onde cruza o caminho do policial Brander Lawson e de Devon Izara, uma ex-aprendiz de Jedi que pode ser a chave para derrubar o Império.
5. Star Wars Rebels (2014–2018)
Em Rebels, Ezra Bridger e a tripulação da nave Fantasma enfrentam o Império Galáctico.
Situada entre os filmes A Vingança dos Sith (2005) e Uma Nova Esperança (1977), Star Wars Rebels acompanha as aventuras de Ezra Bridger, um jovem sensitivo à Força, junto à tripulação da nave Fantasma.
O grupo é formado pela capitã Hera Syndulla, o Jedi Kanan Jarrus, a mandaloriana Sabine Wren, o soldado Garazeb Orrelios e o droide Chopper. Entre as missões, eles participam da fundação da Aliança Rebelde e exploram diferentes aspectos da galáxia de Star Wars, incluindo a cultura mandaloriana, o legado dos Jedi e a ameaça dos Inquisidores.
6. A Resistência (2018–2020)
Kaz Xiono se infiltra na Primeira Ordem em uma missão para ajudar a Resistência.
A Resistência é ambientada antes e durante os acontecimentos da trilogia iniciada pelo filme O Despertar da Força (2015). A produção narra as missões de Kaz Xiono, jovem piloto recrutado pela Resistência para espionar a Primeira Ordem, organização que se preparava para tomar o controle da galáxia aos moldes do antigo Império Galáctico.
7. Aventuras dos Jovens Jedi (2023–atualmente)
Apresentando Star Wars para os pequenos, os jovens padawans Kai, Lys e Nubs aprendem os caminhos da Força.
Aventuras dos Jovens Jedi é uma animação voltada ao público infantil. Situada séculos antes da maioria dos filmes e séries de Star Wars, a produção acompanha os padawans Kai, Lys e Nubs enquanto treinam para se tornar grandes cavaleiros Jedi. Com a orientação de mestres como Yoda, eles vivem histórias leves e divertidas, fazendo bagunça pela galáxia enquanto aprendem os segredos da Força.
8. Visions (2021–atualmente)
Diferentes estúdios de animação apresentam histórias inéditas inspiradas no universo de Star Wars.
Star Wars: Visions nasceu da união entre Star Wars e os animes. Na primeira temporada, a Lucasfilm convidou renomados estúdios japoneses para contar histórias inspiradas no universo da saga, mas fora do cânone principal.
A partir da segunda, o projeto foi expandido ainda mais ao trazer artistas de países como Espanha, Coreia do Sul, Índia e outros lugares para narrar contos inéditos. Um dos pontos altos de Visions foi “A Nona Jedi”, episódio da primeira temporada que ganhou uma sequência na terceira e agora foi expandido na série Star Wars: Visions Apresenta – A Nona Jedi.
9. Star Wars Vintage
Produções clássicas da franquia que ajudaram a expandir Star Wars antes do atual cânone.
Star Wars Vintage é uma coleção de produções antigas da saga que, apesar de não fazerem parte do cânone principal, ajudaram a consolidar a franquia no coração dos fãs.
É o caso do curta animado A História do Wookiee que Acredita (1978), das séries Droids (1985–1986) e Ewoks (1985–1986) e, principalmente, de Clone Wars 2D Micro-Series (2003), criação do renomado animador Genndy Tartakovsky que venceu o prêmio de Melhor Animação no Emmy Awards.
10. LEGO Star Wars
A galáxia muito, muito distante ganha versões divertidas inspiradas no universo LEGO.
A parceria entre LEGO e Star Wars deu origem a diversas animações que estão disponíveis no Disney+. Entre elas estão As Aventuras dos Freemaker (2017), All-Stars (2018) e seus curtas, Especial de Festas (2020), Contos Aterrorizantes (2021), Férias de Verão (2022), Reconstruindo a Galáxia (2024) e Reconstruindo a Galáxia – Pedaços do Passado (2025).
Dica extra: Curtas
Produções de curta duração exploram diferentes personagens e histórias da galáxia de Star Wars.
Além das séries e especiais, o universo Star Wars no Disney+ também é composto por divertidos curtas-metragens. O catálogo traz histórias inspiradas em títulos como Rebels e LEGO Star Wars All-Stars, além de produções como Zen: Grogu e as Criaturas do Studio Ghibli, Forças do Destino e Blips.
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A espera por Hogwarts Legacy 2 acaba de ganhar um capítulo importante: a Warner Bros. Discovery confirmou oficialmente que uma sequência do RPG está em desenvolvimento. A informação apareceu em uma carta enviada a acionistas da companhia, que cita diretamente o “segundo capítulo de Hogwarts Legacy” entre os projetos que fazem parte do futuro da divisão de games.
Até agora, a existência do jogo era sustentada principalmente por rumores, vagas de emprego e informações sobre os planos da Warner Bros. Games para a franquia. Embora a companhia já tivesse indicado anteriormente que uma sequência era prioridade, esta é uma das confirmações mais diretas sobre o projeto e coloca Hogwarts Legacy 2 oficialmente no cronograma da empresa.
A confirmação, no entanto, veio sem detalhes sobre plataformas, história, gameplay ou data de lançamento. Também não há, por enquanto, uma data definida para a primeira apresentação do jogo, mas a proximidade de grandes eventos da indústria, como a Gamescom 2026, naturalmente aumenta a expectativa por novidades.
Warner confirma Hogwarts Legacy 2 para acionistas
Na carta para os acionistas, a Warner Bros. Discovery destaca a importância dos games para os planos de crescimento de sua divisão de Studios e cita lançamentos recentes, como LEGO Batman: Legacy of the Dark Knight e Game of Thrones: Dragonfire. Em seguida, a empresa afirma que espera uma contribuição maior dos games para a lucratividade do segmento à medida que seu catálogo de projetos cresce.
É nesse contexto que Hogwarts Legacy 2 aparece oficialmente entre os próximos lançamentos da companhia. A menção é curta e não revela qualquer informação adicional sobre o projeto, mas serve como confirmação de que a sequência está efetivamente em produção.
O que se sabe sobre Hogwarts Legacy 2?
O primeiro Hogwarts Legacy chegou em 2023 e rapidamente se transformou em um dos maiores sucessos da história da Warner Bros. Games. O RPG da Avalanche Software já ultrapassou a marca de 40 milhões de cópias vendidas mundialmente e gerou mais de US$ 1 bilhão em receita, números que ajudam a explicar por que uma continuação se tornou uma aposta tão importante para a empresa.
Ainda existem muitas perguntas sobre a sequência e poucas confirmações até o momento. Rumores anteriores apontaram para possíveis conexões com a futura série de Harry Potter da HBO, que chega em dezembro de 2026 e pode impulsionar as vendas do game.
Além disso, informações sobre contratações e desenvolvimento indicam que a Avalanche Software continua envolvida no projeto. Até que a Warner revele oficialmente o jogo, porém, detalhes sobre história, período em que a aventura será ambientada e novidades de gameplay continuam no campo das especulações.
Hogwarts Legacy 2 pode aparecer em breve?
A confirmação aos acionistas pode ser um sinal de que a Warner está se preparando para começar a falar publicamente sobre o projeto. Isso não significa, porém, que Hogwarts Legacy 2 esteja perto de ser lançado — e muito menos que ele chegará ainda em 2026.
Com a Gamescom 2026 se aproximando, o jogo certamente entra na lista de títulos que podem despertar expectativas para o evento. Outro evento que pode servir de palco para o título é o The Game Awards, que acontece em dezembro.
Eventos como o Game Awards e Gamescom podem servir de palco para revelação do jogo.
Caso a Warner decida apresentar um teaser ou trailer nos próximos meses, uma janela de lançamento em 2027 ou posteriormente seria mais plausível, mas a companhia ainda não confirmou qualquer previsão oficial. Por enquanto, a única certeza é que a continuação de um dos maiores sucessos recentes da Warner Bros. Games está em desenvolvimento.
Depois de anos de rumores, Hogwarts Legacy 2 finalmente deixou de ser apenas uma possibilidade e passou a fazer parte oficialmente dos planos da empresa. Resta agora esperar por mais novidades concretas sobre o jogo.
Enquanto isso, o primeiro jogo da franquia segue em alta. Além de ocasionalmente aparecer de graça no PC, Hogwarts Legacy está no catálogo da PS Plus Extra e no Xbox Game Pass. O título também está disponível no Nintendo Switch 2 atualmente em promoção por R$ 120.
Pouco após divulgar as primeiras imagens de Monstro: A História de Lizzie Borden, a Netflix compartilhou o primeiro trailer oficial da nova temporada da série. E ele mostra que a narrativa vai ter uma dose generosa de sangue, conforme reproduz um crime tão relevante que virou até tema de uma cantiga infantil.
E é justamente esse elemento inusitado que ganha destaque no vídeo promocional. Em meio a cenas envolvendo machados, interações relacionadas a uma banheira e pequenos relances dos relacionamentos que a protagonista vai ter com seus familiares mais próximos, acompanhamos os versos da canção popular.
Monstro: A História de Lizzie Borden relata assassinato que nunca foi solucionado
Segundo a sinopse oficial de Monstro: A História de Lizzie Borden, a primeira temporada do show com uma protagonista feminina vai retratar a história de um crime nunca solucionado. A Netflix afirma que a protagonista é a filha reprimida de uma família rica da Nova Inglaterra, que descobre uma escapatória em seu relacionamento com uma empregada rebelde.
“Elas se descobrem presas em uma casa construída pela humilhação e pela crueldade”, afirma a descrição oficial;
“Elas escapam em uma fantasia de sexo, poder e vingança”, continua a sinopse, que promete detalhes sobre uma história que chocou o mundo;
A expectativa é que Monstro: A História de Lizzie Borden vai mostrar seus assassinatos como uma tentativa da protagonista de forjar sua própria lenda;
Assim como em temporadas anteriores do show, acontecimentos reais devem se misturar a narrativas fictícias;
Dessa forma, o público não deve se espantar se elementos sobrenaturais marcarem presença em certos momentos.
Monstro: A História de Lizzie Borden traz Ella Beauty no papel da professora que, aos 32 anos de idade, foi presa e acusada de matar o pai e a madrasta com uma série de machadadas em 1893. Apesar das circunstâncias que a apontaram como a responsável pelo crime, ela foi considerada como inocente por um tribunal da época.
Quando Monstro: A História de Lizzie Borden estreia?
O novo material promocional foi divulgado pela Netflix faltando pouco mais de um mês para a estreia dos novos episódios. Segundo o streaming, toda a Temporada 4 da antologia Monstro vai ser liberada para seus assinantes no dia 17 de setembro deste ano.
A nova temporada de Monstro chega em setembro. Imagem: Divulgação/Netflix
Criada por Ryan Murphy e Ian Brennan, a antologia de terror fez sua estreia em 2022, contando a trajetória do serial killer Jeffrey Dahmer. Em seu segundo ano, ela narrou a história dos Irmãos Menendez, que mataram os próprios pais e, em seu terceiro arco, apresentou Charlie Hunnam como o matador Ed Gein.
Hunnam retorna no elenco de Monstro: A História de Lizzie Borden como Andrew Borden, pai da protagonista. Vicky Krieps, Rebecca Hall, Billie Lourd e Jessica Barden complementam a lista de estrelas do show, que promete explorar todos os detalhes do crime tão brutal que continua sendo lembrado mais de 100 anos depois.
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Um dos RPGs de ação mais aguardados do ano está prestes a ganhar novidades fresquinhas. A Sony confirmou que Phantom Blade Zero terá um State of Play dedicado ainda este mês e trará cerca de 20 minutos de gameplay inédito. Além disso, o jogo entrou em pré-venda no PS5 e PC — enquanto os requisitos para computadores também foram divulgados.
A apresentação promete mostrar mais detalhes do combate, dos sistemas de progressão e do mundo de Phantom Blade Zero. A transmissão poderá ser acompanhada pelos canais oficiais da PlayStation nas redes sociais.
Além disso, vale destacar que a pré-venda de Phantom Blade Zero já está disponível em duas edições, Standard e Deluxe. O título tem lançamento marcado para 29 de outubro de 2026 no PS5 e no PC.
State of Play de Phantom Blade acontece semana que vem
O State of Play de Phantom Blade Zero acontece em17 de agosto, às 23h (horário de Brasília), e terá aproximadamente 20 minutos de novas cenas de gameplay. Segundo a equipe, a apresentação vai aprofundar os sistemas de combate e outros elementos do jogo.
A desenvolvedora também promete mostrar personagens importantes da história que ainda não foram revelados, além de diferentes possibilidades de builds. A transmissão estará disponível nos canais oficiais da PlayStation no YouTube e na Twitch.
Conheça Phantom Blade Zero
Caso não conheça o RPG chinês, saiba que em Phantom Blade Zero o jogador controla Soul, um guerreiro acusado de assassinar seu mestre. Após sofrer um ferimento grave, ele descobre que tem apenas 66 dias de vida e parte em busca de respostas enquanto tenta desvendar uma conspiração em Wulin.
A aventura se passa no chamado Phantom World, um universo inspirado na mitologia e na tradição chinesa de artes marciais. O cenário mistura elementos de wuxia com fantasia punk, combinando ruínas industriais, próteses mecânicas, armas tradicionais e uma estética inspirada no cinema chinês.
O combate é baseado em artes marciais e aposta em esquivas, bloqueios, contra-ataques e combinações rápidas. Os jogadores poderão utilizar mais de 30 armas principais, além de outras 20 Lâminas-fantasma obtidas ao derrotar inimigos. Tivemos a oportunidade de testá-lo na Gamescom Latam — e as impressões você pode conferir neste link!
Desenvolvido na Unreal Engine 5, o game também utiliza captura de movimento para reproduzir técnicas de kung fu. Donnie Yen atua como consultor criativo desde 2023 e participou da captura facial e de movimentos de Mó Yuan, pai do protagonista Soul.
Pré-venda de Phantom Blade já está disponível
Com o anúncio do State of Play, a Sony também aproveitou a deixa para abrir a pré-venda de Phantom Blade Zero no PS5 e PC, com as edições Standard e Deluxe. A compra antecipada garante acesso a alguns itens antes que eles possam ser obtidos normalmente durante a progressão.
Entre os bônus estão o acessório Bacia da Fortuna, que aumenta em 10% a obtenção de Poeira Vestigial, e a aparência Legado. Segundo a desenvolvedora, os dois conteúdos também poderão ser desbloqueados posteriormente jogando normalmente. Confira os preços!
Por fim, os requisitos para rodar Phantom Blade Zero no PC também foram divulgados — e são relativamente acessíveis. Quer saber se a sua máquina aguenta o tranco? Então confira abaixo as configurações!
Requisitos mínimos
Configuração — 1080p a 30 FPS (necessário SSD)
SO — Windows 10/11 64-bit
Processador — Intel Core i7-8700K ou AMD Ryzen 5 3600
Memória — 16 GB de RAM
Placa de vídeo — NVIDIA GeForce GTX 1660 6GB ou AMD Radeon RX 5500 XT 8GB
Requisitos recomendados
Configuração — 1440p a 60 FPS (necessário SSD)
SO — Windows 10/11 64-bit
Processador — Intel Core i5-10600K ou AMD Ryzen 5 5600X
Memória — 16 GB de RAM
Placa de vídeo — NVIDIA GeForce RTX 3060 Ti 8GB ou AMD Radeon RX 6700 XT 12GB
E aí, está ansioso para se aventurar no universo impiedoso de Phantom Blade Zero? Conte para o Voxel nas redes sociais o que espera do RPG chinês!
O catálogo do PlayStation Plus vem crescendo cada vez mais, já que mensalmente são adicionados diversos games por lá. Dito isto, a Sony anunciou nesta quarta (12), mais uma lista de jogos que chegará ao PS Plus Extra e Deluxe em agosto.
Os níveis mais robustos do PS Plus receberão mais 10 jogos na próxima terça-feira (18). Além de Helldivers 2, que já se encontra disponível no serviço, os jogadores também podem esperar por Hell is Us, Kingdom Come: Deliverance 2 e muito mais.
Jogos do PS Plus Extra e Deluxe de agosto de 2026
Lembrando que o catálogo de clássicos também ficará um pouco maior com as adições de Onimusha: Dawn of Dreams e Disney’s Atlantis: The Lost Empire este mês. Confira a lista completa a seguir!
Jogos do PS Plus Extra
Helldivers 2 (PS5)
Kingdom Come: Deliverance 2 (PS5)
Vampire Survivors (PS4 e PS5)
Hell is Us (PS5)
Umamusume Pretty Derby – Party Dash (PS4)
Two Point Museum (PS5)
Metro Exodus (PS4 e PS5)
Dying Light 2 (PS4 e PS5)
PS Plus Deluxe
Onimusha: Dawn of Dreams (PS4 e PS5)
Disney’s Atlantis: The Lost Empire (PS4 e PS5)
Jogos do PS Plus Essential de agosto já estão disponíveis para resgate
Além dos games que chegarão aos níveis Extra e Deluxe na semana que vem, os títulos do PS Plus Essential de agosto também foram divulgados no início do mês — e já estão disponíveis para resgate. Os nomes da vez são:
Dying Light 2 Stay Human: Reloaded Edition (PS4 e PS5)
Big Walk (PS5)
Signalis (PS4)
Mais detalhes sobre os jogos do PS Plus Extra e Deluxe de agosto
Ficou interessado na nova lista de jogos do PS Plus Extra e Deluxe de agosto? Então confira abaixo o trailer de cada um deles!
Helldivers 2 (PS5)
Kingdom Come: Deliverance 2 (PS5)
Vampire Survivors (PS4 e PS5)
Hell is Us (PS5)
Umamusume Pretty Derby – Party Dash (PS4)
Two Point Museum (PS5)
Metro Exodus (PS4 e PS5)
Dying Light 2 (PS4 e PS5)
Onimusha: Dawn of Dreams (PS4 e PS5)
Disney’s Atlantis: The Lost Empire (PS4 e PS5)
O que achou dos jogos de agosto do PS Plus Extra e Deluxe? Comente nas redes sociais do Voxel qual deles você jogará primeiro!
Lançado nesta quarta-feira (12) pela Disney+, o Episódio 9 de X-Men ’97 trouxe fim à luta da equipe contra o grande vilão Apocalypse — ao menos por enquanto. Entre um grande confronto e um sacrifício nobre, a animação também deixou plantadas as sementes daquele que vai virar o tema de sua próxima temporada.
Assim, é uma boa ideia continuar assistindo o capítulo para além do momento no qual as fichas dos personagens são apresentadas. Caso você tenha feito isso e, mesmo assim, não tenha entendido o que acontece, não se preocupe — o Minha Série revela quais caminhos o próximo ano da série deve seguir.
X-Men ’97 traz batalha final contra o Apocalypse
Com 32 minutos de duração total, o episódio que encerra a Temporada 2 de X-Men ’97 traz uma grande batalha que muda para sempre o mundo mutante. Após ser derrotado no capítulo anterior, o Apocalypse revivido no corpo de Gambit segue contido pelos protagonistas, mas parece mera questão de tempo para que seu lado maligno volte a dominar o personagem.
Para evitar que isso aconteça, o X-Force comandado por Cable concorda em unir forças com o X-Factor;
Isso leva a uma grande invasão da base da Corporação X, que não acolhe bem os visitantes indesejados;
Em meio à grande batalha que se segue, Vampira, Fera e Noturno buscam pela nave de Apocalypse por um meio de deter o vilão — o que rende um encontro entre Vampira e um Celestial;
A personagem consegue os grandes poderes que podem ser capazes de salvar Gambit, mas, em troca, concorda em fazer um grande sacrifício.
Vampira recorre aos Celestiais para deter Apocalypse. (Imagem: Divulgação/Disney+)
Enquanto isso, o confronto na base da Corporação X continua e acorda Gambit de seu descanso. Contrariando previsões, o personagem aparece aparentemente bem e consegue ajudar seus aliados a deter a invasão conjunta da X-Force e do X-Factor — isso é, até ser alvo de um tiro disparado por Cable, que desperta a essência de Apocalypse presente em seu interior.
Como termina X-Men ’97? E o que acontece na cena pós-créditos?
Agora dominando totalmente o corpo de Gambit, Apocalypse consegue dominar a mente de todos os X-Men e parece próximo de destruir Charles Xavier. Ele só não consegue fazer isso graças à intervenção de Vampira que, usando seus novos poderes celestiais, consegue prender a essência do vilão dentro de uma joia.
Gambit teve seu corpo totalmente dominado pelo vilão da Temporada 2. (Imagem: Divulgação/Disney+)
Logo em seguida, a personagem perde seus novos poderes, mas fica feliz com o fato de que Gambit está vivo e normal. No entanto, nem tudo são boas notícias. Na próxima cena, descobrimos que Noturno decidiu assumir a promessa feita por sua irmã e deu a própria vida em troca da salvação de seus companheiros.
Assim, X-Men ’97 se encerra de forma agridoce, com a derrota de Apocalypse e um aparente retorno da paz ao mundo. Essa impressão é quebrada pela cena pós-crédito da Temporada 2, que revela que a Mística conseguiu se infiltrar nos escritórios do X-Factor como a diretora Valerie Cooper — a quem aparente mata para substituir.
A Mística está no centro do próximo arco de X-Men '97. (Imagem: Divulgação/Disney+)
Isso acontece em um momento no qual Graydon Creed (filho da Mística com o Dentes de Sabre) é eleito o novo presidente dos Estados Unidos. Essas duas situações estabelecem o palco para uma Temporada 3, que deve se centrar mais na perseguição do governo dos Estados Unidos aos mutantes. E a revelação de que o grupo “oficial” da nação foi infiltrado por um grande vilão só deve colaborar para aumentar o ódio que levou Creed ao cargo mais alto do braço executivo.
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Existem filmes que deixam claro que são ruins antes mesmo do lançamento, e está tudo bem. Às vezes, é bom assistir a algo que permita desligar a mente. O problema é que A Última Casa se apresenta como um bom filme, mas é terrível.
O longa de suspense foi escrito por Matthew Robinson, dirigido por Louis Leterrier e lançado pela Netflix no último dia 7. A produção rapidamente conquistou o interesse do público brasileiro por ser protagonizada por Wagner Moura.
O que poderia ser uma estreia capaz de ajudar o ator de sucesso a se consolidar ainda mais depois do renomado sucesso internacional de O Agente Secreto acabou se tornando um fiasco. Moura, como sempre, está ótimo em sua performance. O que atrapalha tudo é… Bem, todo o resto. Confira a crítica do Minha Série abaixo.
Uma zona completa
A presença do ator brasileiro convenceu muitos a assistirem o filme
A pior parte do filme é o roteiro, que acaba prejudicando toda a obra. O começo até apresenta uma proposta interessante, mas ela é mal executada desde os primeiros minutos. Os personagens mal são apresentados e os acontecimentos se sucedem rapidamente, sem dar tempo para que o público crie qualquer identificação com aquelas pessoas. Essa pressa também prejudica a construção emocional das cenas: o personagem surta antes do necessário e se mostra calmo justamente quando o surto deveria começar, por exemplo.
As atuações de Wagner Moura e Greta Lee são boas, mas não há performance que consiga compensar um conjunto tão ruim.
Além disso, a própria história não convence. O mistério é interrompido diversas vezes e deixa muitas perguntas sem resposta, mas a execução é tão pouco envolvente que essas lacunas não despertam curiosidade suficiente para fazer uma possível continuação valer a pena. O filme também se perde na definição de seu próprio gênero: embora se apresente como um suspense de ficção científica, há momentos que remetem a uma aventura infantojuvenil, com falas cômicas clichês e completamente sem timing.
Tecnicamente falho
Greta Lee e Wagner Moura não consegue salvar A Última Casa.
Acompanhando o roteiro fraco e perdido, a parte técnica também peca em muitos momentos. A começar pelas imagens geradas por computador, o famoso CGI, que me arrancaram altas risadas durante uma produção que deveria ser de suspense, de tão ruim que são em alguns momentos. O pior uso da ferramenta, porém, não está nem na criação dos seres sobrenaturais, mas na tentativa de replicar a fauna e a flora. O destaque fica para os animais que aparecem andando pelo mundo apocalíptico cinco anos depois de a família ficar presa.
A trilha sonora complementa perfeitamente a confusão de gêneros que perdura durante todo o filme. Há músicas lúdicas que tentam conduzir o público pelas cenas mais leves em família, mas elas são repentinamente interrompidas por momentos tensos, acompanhados por outra música clichê — dessa vez, de suspense. As atuações de Wagner Moura e Greta Lee são boas, mas não há performance que consiga compensar um conjunto tão ruim.
Muito fora da realidade
O roteiro de A Última Casa toma muitas decisões erradas ao longo da história.
Os roteiros de ficção precisam apresentar elementos convincentes para que o público consiga acreditar no que está vendo dentro da lógica proposta. Ao longo das quase duas horas de A Última Casa, porém, diversos momentos causam estranhamento por decisões narrativas que poderiam ser facilmente resolvidas.
Seria realmente tão fácil criar armadilhas para capturar animais em meio ao fim do mundo? Os pais deixariam a filha subir sozinha por uma chaminé? E, depois de cinco anos presos em uma casa, uma família realmente estaria vivendo bem e em paz? Falta complexidade em praticamente todas as decisões narrativas, que parecem existir apenas para conduzir a história de um ponto ao outro.
O filme chega ao fim com uma reviravolta que poderia ser emocionante caso todo o restante tivesse sido bem construído. Quando ela finalmente acontece, porém, não provoca emoção alguma, apenas uma sensação de incômodo e de tempo perdido.
Vale a pena assistir A Última Casa?
A produção da Netflix passa longe de cumprir o que promete.
O filme vai de mal a pior. Ele não começa bem, mas apresenta um potencial que nunca chega a ser aproveitado. Repleto dos piores clichês possíveis, a história protagonizada por Wagner Moura e Greta Lee se torna cada vez mais difícil de acompanhar até o fim.
A sensação que fica é a de tentar entender como tantas decisões ruins se acumularam em uma mesma produção e como todos os envolvidos aceitaram participar dessa cilada. Vale a pena assistir a A Última Casa se você quiser descobrir por conta própria por que o filme vem sendo tão mal comentado. Eu, particularmente, não veria de novo.
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O desfecho explosivo da terceira temporada de A Casa do Dragão deixou Westeros em chamas, e não apenas no sentido literal. Depois da Batalha de Tumbleton, das perdas decisivas e da escalada autoritária de Rhaenyra Targaryen, a série da HBO Max entra em sua reta final com muitas pontas abertas.
A quarta temporada será a última da produção e promete levar a Dança dos Dragões até suas consequências mais brutais. Embora os detalhes da trama sejam mantidos sob sigilo, já existem algumas informações concretas sobre produção, previsão de estreia, elenco e o que esperar dos próximos episódios.
Vamos conferir juntos?
House of the Dragon contará com uma quarta e última temporada (Imagem: HBO Max).
A 4ª temporada de A Casa do Dragão será a última?
Sim. A HBO já confirmou que a quarta temporada encerrará A Casa do Dragão. A decisão coloca um ponto final na adaptação da guerra civil Targaryen retratada em Fogo & Sangue, livro de George R. R. Martin que serve de base para a trama.
Ryan Condal, cocriador e showrunner da série, havia defendido anteriormente que quatro temporadas seriam o formato ideal para contar a Dança dos Dragões. Agora, ele reafirma que o novo ano será o ato final de uma história planejada há bastante tempo pela equipe criativa.
A definição evita que a produção prolongue o conflito sem necessidade e dá aos roteiristas a missão de fechar os principais arcos de Rhaenyra, Aegon II, Alicent, Daemon, Aemond e outros personagens que sobreviveram aos eventos mais recentes.
Quando estreia a quarta temporada de A Casa do Dragão?
A HBO ainda não revelou uma data específica para a estreia da quarta temporada. A previsão mais concreta, porém, aponta para 2028, mantendo o intervalo aproximado de dois anos entre os capítulos da série.
Segundo informações reunidas pela People, Ryan Condal estava trabalhando nos roteiros e a produção poderia começar na primavera norte-americana de 2027. Já a terceira temporada iniciou suas filmagens em 2025 e chegou ao streaming em 2026, um calendário que ajuda a explicar a espera pelo encerramento.
Até o momento, também não há trailer, imagens oficiais ou uma janela de lançamento mais detalhada. Portanto, qualquer data além de 2028 deve ser tratada como especulação.
O que acontecerá na temporada final de A Casa do Dragão?
A quarta temporada continuará a guerra entre os Pretos, liderados por Rhaenyra, e os Verdes, que defendem Aegon II. O final do terceiro ano alterou profundamente o tabuleiro: Tumbleton foi devastada, aliados importantes caíram e a instabilidade em Porto Real se tornou ainda maior.
Rhaenyra encerra a temporada 3 em uma posição delicada. Após mandar executar o Alto Septão, afastar Mysaria e fazer um discurso público sobre a profecia de Aegon, a Conquistadora, ela vê sua legitimidade se desgastar diante da população.
A morte de Helaena tende a tornar esse cenário ainda mais tenso, principalmente pela reação que Alicent e os moradores da capital podem ter.
A mudança de comportamento da personagem é uma das frentes centrais do próximo ano. Em entrevista à Variety, Condal explicou que a série busca explorar o efeito do poder sobre quem tenta conquistá-lo ou preservá-lo.
Para ele, a diferença entre Rhaenyra e Daenerys é que a primeira vive a experiência de ocupar o Trono de Ferro e ser transformada por essa posição.
A leitura ajuda a entender por que o quarto ano deve aprofundar a erosão moral da Rainha Negra. O embate não será somente por territórios e exércitos, mas também pela percepção pública de quem merece governar os Sete Reinos.
A 4ª temporada de A Casa do Dragão promete um final explosivo aos fãs (Imagem: HBO Max).
Batalhas, novos dragões e novos personagens
A Batalha de Tumbleton funcionou como um grande ponto de virada, mas não deve ser o último espetáculo da série. Condal antecipou que a quarta temporada será ainda maior do que a anterior, com novos personagens, dragões e locações.
O showrunner descreveu a batalha do fim da terceira temporada como uma tentativa de colocar em cena um cerco medieval clássico. Ormund Hightower buscou limitar a principal vantagem dos Pretos, os dragões, ao se proteger dentro da cidade e transformar o avanço inimigo em uma luta homem a homem.
Ainda não foi divulgada uma lista oficial de novos integrantes do elenco. Também não há confirmação de quais dragões inéditos aparecerão na conclusão. O que Condal deixou claro é que o desfecho terá escala ampliada, algo esperado em uma história que se aproxima dos capítulos mais decisivos da Dança dos Dragões.
Quem deve voltar no elenco de A Casa do Dragão?
A HBO não divulgou o elenco completo da última temporada. No entanto, os personagens que permanecem vivos após o episódio final do terceiro ano são os candidatos naturais a retornar.
Emma D’Arcy deve continuar como Rhaenyra, enquanto Matt Smith tende a retornar como Daemon. Outros nomes centrais ainda em jogo incluem Olivia Cooke, como Alicent Hightower, Ewan Mitchell, intérprete de Aemond Targaryen, Tom Glynn-Carney, que vive Aegon II, e Steve Toussaint, o Corlys Velaryon.
A presença dos personagens dependerá, naturalmente, dos próximos passos da guerra. A Casa do Dragão adapta um conflito conhecido por perdas súbitas e reviravoltas violentas, então a permanência de alguém no começo da temporada não significa necessariamente segurança até o fim.
O universo de Game of Thrones continua
O quarto ano fechará uma fase específica da cronologia de Westeros, mas não representará o adeus ao universo de Game of Thrones. A franquia seguirá ativa na HBO, com novos projetos já em desenvolvimento e histórias ambientadas em diferentes períodos dos Sete Reinos.
Continue acompanhando o Minha Série para mais notícias, explicações e curiosidades sobre A Casa do Dragão, Game of Thrones e os grandes lançamentos do entretenimento!
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A terceira temporada de A Casa do Dragão chegou ao fim na HBO Max com uma batalha de grandes proporções, decisões cruéis e consequências que devem abalar o rumo da Dança dos Dragões.
O episódio 8 transforma Tumbleton em um cenário de destruição, enquanto a tensão também explode dentro da Fortaleza Vermelha.
Além das baixas entre os exércitos dos Pretos e dos Verdes, o desfecho reserva mortes importantes para a história de Rhaenyra Targaryen.
A seguir, confira quem morre no episódio final da temporada 3 de A Casa do Dragão.
O que acontece no final da temporada 3 de A Casa do Dragão?
O capítulo derradeiro é marcado pela Batalha de Tumbleton. Após saber que Aegon II está vivo, Rhaenyra decide autorizar Daemon a avançar contra as forças de Ormund Hightower na cidade, tentando poupar os moradores o máximo possível.
A estratégia, no entanto, desanda rapidamente. Ulf White muda de lado e usa Silverwing para espalhar fogo sobre o campo de batalha, sem poupar aliados ou inimigos. O resultado é uma vitória amarga para os Pretos, acompanhada de uma série de mortes que expõe o peso da guerra.
O episódio também amplia as consequências políticas do retorno de Aegon. Enquanto Rhaenyra tenta reforçar sua legitimidade em Porto Real, sua postura cada vez mais autoritária provoca uma tragédia dentro da própria família Targaryen.
Que morre no final da 3ª temporada de A Casa do Dragão?
Alto Septão é executado por ordem de Rhaenyra
Imagem: HBO Max.
Uma das primeiras mortes relevantes do episódio acontece longe de Tumbleton. Na Fortaleza Vermelha, Rhaenyra ordena a execução do Alto Septão, líder religioso que havia se recusado a reconhecê-la formalmente como soberana.
O impasse vinha se acumulando há algum tempo. Para o Alto Septão, Aegon continuava sendo o rei legitimado pelos Sete, já que havia sido ungido antes e não existia uma confirmação definitiva de sua morte. A informação de que Aegon e Sunfyre haviam sobrevivido torna a situação ainda mais delicada para Rhaenyra.
Sem conseguir a cerimônia religiosa que desejava e temendo a reação popular à volta de Aegon, a rainha manda Alyn Velaryon matar o Alto Septão dentro do próprio Septo de Baelor. A cena deixa claro como a disputa pelo Trono de Ferro passou a ultrapassar qualquer limite político ou religioso.
Ormund Hightower cai durante a Batalha de Tumbleton
Imagem: HBO Max.
Ormund Hightower é uma das principais baixas da Batalha de Tumbleton. O comandante verde mantinha a cidade sob seu domínio e via a população local como uma barreira estratégica, apostando que Rhaenyra hesitaria em atacar por causa do alto número de inocentes no local.
Sua confiança também estava ligada ao acordo com Ulf White. Ormund esperava que o cavaleiro de dragão ajudasse a manter Daeron Targaryen em condições de continuar a luta, mas a ausência inicial de Ulf deixa o líder Hightower vulnerável no confronto terrestre.
Durante a batalha, Ormund enfrenta Sor Roderick Dustin, o Roddy. Mesmo conseguindo decepar o braço do adversário, ele é mortalmente ferido pelo guerreiro do Norte. Pouco depois, Ulf chega montado em Silverwing e lança fogo sobre a região, queimando tanto os Pretos quanto os Verdes, incluindo o próprio Ormund.
Sor Roderick Dustin morre lutando pelos Pretos
Imagem: HBO Max.
A queda de Ormund Hightower também marca o fim de Sor Roderick Dustin. Conhecido como Roddy, ele liderava os Lobos de Inverno, grupo de combatentes mais velhos enviados pelo Norte para apoiar Rhaenyra.
Os homens de Roddy sabiam que tinham poucas chances de sair vivos de Tumbleton. Ainda assim, entraram no confronto dispostos a causar o maior estrago possível nas tropas verdes. O comandante consegue cumprir sua missão pessoal ao ferir Ormund de forma fatal, mesmo após perder um braço.
A morte de Roddy vem logo em seguida, quando Silverwing incendeia o campo de batalha. É um fim brutal, mas coerente com a trajetória do guerreiro, que queria morrer em combate defendendo a causa da Rainha Negra.
Kat é encontrada morta por Hugh Martelo
Imagem: HBO Max.
Outra vítima do massacre em Tumbleton é Kat, esposa de Hugh Martelo. A personagem não morre em cena, mas seu corpo é encontrado pelo marido quando ele consegue retornar à cidade em meio ao caos.
A morte é especialmente dolorosa porque Hugh havia abraçado a vida de cavaleiro de dragão imaginando que poderia tirar Kat da pobreza e oferecer uma condição melhor para a família. Só que ela não compartilhava dessa ambição.
Ao descobrir que Hugh estava vivo e lutando por Rhaenyra, Kat demonstra revolta e afirma não reconhecer mais o homem que amava.
Hugh volta a Tumbleton contrariando ordens justamente para encontrá-la, mas chega tarde demais. Sem uma explicação direta sobre a causa da morte, o episódio reforça que os civis se tornam as maiores vítimas de uma guerra travada por casas nobres e dragões.
Helaena Targaryen tira a própria vida na Fortaleza Vermelha
Imagem: HBO Max.
A morte mais impactante do final da terceira temporada é a de Helaena Targaryen. Mantida sob vigilância em Porto Real, a irmã de Rhaenyra não suporta a perspectiva de continuar sendo usada como peça política na guerra contra Aegon.
Depois que Mysaria alerta Helaena sobre a sobrevivência de Aegon e sobre a impossibilidade de Rhaenyra deixá-la partir, a jovem toma uma decisão trágica. Ela se joga da janela de seu quarto e morre ao cair sobre as estacas que cercam a Fortaleza Vermelha.
Antes disso, Helaena havia trabalhado em uma tapeçaria que parecia antecipar seu próprio destino e o enfraquecimento do governo de Rhaenyra.
A sequência não apenas encerra a trajetória de uma das personagens mais melancólicas da série, como também promete causar efeitos profundos na disputa entre os Targaryen.
As mortes do fim da temporada 3 mudam a guerra?
Sim. A Batalha de Tumbleton entrega uma vitória militar aos Pretos, mas custa caro demais para ser celebrada. A destruição da cidade, a morte de inocentes e a ação descontrolada de Ulf White colocam em dúvida a capacidade de Rhaenyra de manter a guerra sob controle.
Em Porto Real, a execução do Alto Septão e a morte de Helaena agravam a crise de imagem da rainha. A situação fica ainda mais explosiva após o fim da terceira temporada, que teve diferenças em relação aos livros, mostrando que o caminho até o desfecho da Dança dos Dragões está longe de ser simples.
Continue acompanhando o Minha Série para mais explicações, novidades e curiosidades sobre A Casa do Dragão, Game of Thrones e os principais lançamentos do entretenimento.
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Poucos animes recentes conseguiram misturar mistério, drama de corte, investigação médica e uma protagonista tão carismática quanto Diários de uma Apotecária. A obra, originalmente chamada Kusuriya no Hitorigoto, virou um daqueles títulos que crescem no boca a boca justamente por fugir do óbvio.
Em vez de apostar apenas em batalhas grandiosas ou mundos de fantasia tradicionais, a série conquista pela inteligência. No centro de tudo está Maomao, uma jovem apotecária de personalidade afiada, olhar clínico e curiosidade quase perigosa, que transforma venenos, doenças e intrigas palacianas em peças de um grande quebra-cabeça.
Abaixo, saiba tudo sobre Diários de uma Apotecária!
Sobre o que é Diários de uma Apotecária?
Diários de uma Apotecária acompanha Maomao, uma garota criada por um apotecário e acostumada desde cedo ao contato com ervas, remédios, substâncias tóxicas e técnicas de cura.
Sua vida muda quando ela é sequestrada e vendida como serva para o Palácio Imperial, onde decide passar despercebida até cumprir seu período de trabalho forçado.
Só que discrição não combina muito com alguém tão inteligente. Ao perceber que os filhos do imperador estão adoecendo de forma misteriosa, Maomao usa seus conhecimentos de farmacologia para investigar a causa do problema.
A solução do caso chama a atenção de Jinshi, figura influente na administração do palácio interno, e a partir daí ela passa a ser envolvida em uma série de mistérios da corte.
A premissa pode parecer simples, mas é justamente aí que está o charme. Cada episódio funciona como uma investigação em miniatura, conectando sintomas, costumes, disputas políticas e segredos pessoais.
Maomao é, sem exagero, o coração de Diários de uma Apotecária. Ela não é a protagonista mais expansiva, nem alguém movida por heroísmo clássico. Seu brilho vem da observação. Enquanto outros personagens se perdem em aparências, hierarquias e jogos de poder, ela enxerga detalhes que quase ninguém nota.
A personagem também foge do molde da heroína idealizada. Maomao é sarcástica, prática, desconfiada e tem uma relação curiosamente fascinada com venenos. Essa combinação rende momentos de humor seco, tensão e humanidade, especialmente quando ela precisa equilibrar sua vontade de permanecer invisível com a necessidade de agir diante de injustiças e perigos reais.
Não por acaso, Maomao se tornou um dos nomes mais comentados da temporada e foi reconhecida no Crunchyroll Anime Awards 2026 como Melhor Personagem Principal. A vitória reforça o quanto a força da obra passa diretamente por sua protagonista.
Jinshi, o palácio e as intrigas da corte
Outro nome essencial na trama é Jinshi, o belo e influente administrador do palácio interno. Ele percebe rapidamente que Maomao não é uma serva comum e passa a convocá-la para resolver casos delicados. A dinâmica entre os dois é um dos motores da série, misturando tensão, humor e um jogo constante de aproximação e resistência.
Ao redor deles, o anime constrói um ambiente cheio de concubinas, servas, oficiais, médicos, cortesãs e figuras políticas. Personagens como Gyokuyō, Lihua, Lishu, Gaoshun e Luomen ajudam a ampliar o universo da história, mostrando que o palácio é muito mais do que um cenário bonito. Ele é um organismo vivo, cheio de regras, fofocas, disputas e consequências.
Diários de uma Apotecária tem uma protagonista bastante carismática (Imagem: TOHO / OLM).
De light novel a fenômeno dos animes
Antes de chegar à televisão, Diários de uma Apotecária nasceu como uma série de light novels escrita por Natsu Hyūga. A história começou a ser publicada online em 2011 e depois ganhou versões impressas. O sucesso também rendeu adaptações em mangá, incluindo uma versão publicada no Brasil pela Panini e o primeiro volume da light novel publicada pela editora Alt, será oficialmente lançada, agora no final de julho.
O anime é produzido pelos estúdios Toho Animation Studio e OLM, com direção associada a Norihiro Naganuma e Akinori Fudesaka.
A primeira temporada estreou em outubro de 2023 e rapidamente chamou atenção pela mistura de mistério, drama, romance sutil e ambientação inspirada em uma corte imperial fictícia. No Brasil, a série está disponível pela Crunchyroll, com episódios legendados e dublagem em português brasileiro em parte da obra.
Diários de uma Apotecária brilhou no Anime Awards 2026
A segunda temporada de Diários de uma Apotecária foi um dos grandes destaques do Crunchyroll Anime Awards 2026, realizado em Tóquio no dia 23 de maio. A produção conquistou 5 categorias, consolidando sua posição entre os animes mais premiados e aclamados do ano.
Entre os principais reconhecimentos estão Melhor Drama, Melhor Direção, Melhor Personagem Principal para Maomao e Melhor Direção de Arte.
O desempenho reforça algo que os fãs já vinham dizendo há algum tempo: Diários de uma Apotecária não é apenas uma boa adaptação, mas um dos grandes nomes da animação japonesa recente.
Com esse reconhecimento, não surpreende que a obra apareça cada vez mais em conversas sobre os melhores animes de todos os tempos, especialmente entre quem valoriza boas histórias, personagens complexos e construção de mundo caprichada.
Vale a pena assistir Diários de uma Apotecária?
Sim, especialmente se você gosta de animes que respeitam a inteligência do público. Diários de uma Apotecária tem ritmo de investigação, drama humano, humor na medida certa e uma protagonista que segura a tela sem precisar gritar por atenção.
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Desde 2020, comprar um processador se tornou algo mais complicado por conta do aumento na temperatura desses chips. Se o desempenho aumentou, a necessidade por soluções de resfriamento mais potentes também se tornaram uma questão central nessa equação. Talvez, eu tenha encontrado o equilíbrio ideal entre bom resfriamento e beleza em alguns coolers que tem até tela curva.
Você conhece a TRYX? Eu acho um pouco provável, a menos que você seja um rato de hardware, como eu. Nas últimas semanas eu recebi dois coolers dessa marca chinesa para testes e por mais clichê que isso soe: eu fiquei genuinamente impressionado. Quem diria que uma marca tão recente faria dois CPUs coolers tão competentes e chamativos.
Os dispositivos em questão são o TRYX Panorama SE e oTRYX Turris. O primeiro é esse water cooler exótico que possui uma tela AMOLED curvada como destaque na bomba. Já o segundo é um air cooler que também tem uma telinha e um desempenho que lembrou porque eu adoro air coolers.
Panorama SE é um monstro versátil
Se em janeiro alguém me dissesse que um water cooler AIO (all-in-one) da TRYX seria um dos melhores que eu já testei, eu honestamente mostraria meu Corsair Titan para encerrar a conversa. Esse modelo Panorama SE, que encanta pela tela curva, atingiu temperaturas impressionantes na minha máquina.
O TRYX Panorama SE usa ventoinhas com conectores em cadeia para facilitar e montagem e permir que somente um cabo seja conectado na placa-mãe (Imagem: Felipe Vidal / Voxel)
Com exceção da tela, o Panorama SE é um liquid cooler aparentemente bem normal. A fabricante chinesa inseriu um radiador de 360 mm na versão testada, mas há variantes de 240 e 280 mm para montagens um pouco mais compactas ou menos exigentes. Desde a embalagem bem premium, a marca mostra que não veio para brincadeira.
Partindo do componente mais largo, o radiador desse water cooler tem um tamanho bem padrão, com algumas saliências nas pontas que podem torná-lo um tanto chato para inserir em gabinetes menores. Quanto à espessura, essa peça tem 27 mm para dissipar bem o calor que passa pelas aletas metálicas.
Da ponta direita saem as duas mangueiras em direção à bomba e é aqui que eu faço minhas primeiras pontuações. Essas mangueiras são grandes e tem 45 cm de comprimento, mas a conexão feita entre o radiador e os tubos me parece um tanto quanto frágil. É um tipo de conexão fina demais que embora não tenha dado indícios de que se soltaria, me deixou um pouco preocupado.
Todas as ventoinhas do sistema podem ser personalizadas em cores diferentes, mas também há uma versão sem luzes RGB desse cooler (Imagem: Felipe Vidal / Voxel)
Quanto às mangueiras em si, esse componente é bem flexível e de fácil manipulação, além do tamanho propício para inúmeras montagens, inclusive na lateral do gabinete. Eu achei as mangueiras um pouco mais finas do que as de outros liquid coolers, mas isso não impacta a performance.
Das mangueiras, chegamos até a bomba, que conta com a tela curva em 3D, mas é facilmente removida. Atrás desse display, fica um pequena bombinha responsável por garantir o fluxo de ar, feita com tecnologia da Asetek e funcionamento de até 3.600 RPM. Parece que ela é gigantesca, mas esse é apenas o volume da telinha.
Encaixe do display é simples, mas pode ser um tanto quanto impeditivo, dependendo da posição (Imagem: Felipe Vidal / Voxel)
Uma telinha absurda
Sim, o grande destaque do TRYX Panorama SE é o display AMOLED de 6,67 polegadas com essa curvatura em L. Telas em liquid coolers não são novidade, mas displays tão grandes e versáteis como esse ainda são um artigo de luxo nos PCs gamer.
Tela do Panorama SE dá um visual único para o computador (Imagem: Felipe Vidal / Voxel)
O primeiro ponto sobre o display é a facilidade de instalação. Ele é preso por alguns encaixes magnéticos na bomba e pode ser retirado a qualquer momento. Não exige esforço nenhum, então a chance de quebrar é bem baixa. Por outro lado, ele não fica incrivelmente firme, logo, é preciso ter cuidado mesmo assim.
Essa telinha é conectada à placa-mãe por um cabo USB fixo e eu gostaria muito que versões futuras incluíssem um cabo USB Tipo-C nessa tela. Dito isso, é preciso prestar atenção em como o usuário instala a posição da bomba, pois isso influencia na posição em que a tela ficará.
Tecnicamente, é possível colocar a bomba em L ou no formato vertical. O mais legal é o formato em L, mas para isso é preciso encaixar a bomba com os tubos virados para as laterais - o que acaba sendo mais trabalhoso. Instalar o Panorama SE pode ser complicado, então tente montá-lo sem pasta térmica primeiro e depois repita o processo com a pasta para garantir que você não vai desperdiçar esse condutor.
Aplicativo da TRYX possui alguns vídeos bem maneiros para deixar passando (Imagem: Felipe Vidal / Voxel)
Agora, sobre a qualidade da tela, o TRYX Panorama SE é bizarro. Essa é uma tela com boa profundidade de cores, taxa de atualização de 60 Hz, 400 nits de brilho e ângulo ultrawide. Em outras palavras, essa telinha é melhor do que o meu monitor secundário.
O usuário pode colocar basicamente qualquer vídeo, imagem ou GIF nesse display por meio do software Kanali. Por incrível que pareça, esse software é bem responsivo e deixa inserir uma única e grande imagem, ou juntar duas imagens diferentes para cada banda da tela.
Há um teto de memória de imagens que você pode inserir, então não extrapole, mas basta excluir os que você não usa que tudo se resolve. Também há a possibilidade do usuário inserir até três itens para monitoramento, como temperaturas de CPU e GPU, frequências, consumo de RAM, etc.
Aplicativo Kanali é bem simples de usar e não apresentou bugs que comprometem a experiência (Imagem: Felipe Vidal / Voxel)
Desempenho alto
Eu coloquei o TRYX Panorama SE no teste de fogo com um Ryzen 7 9850X3D da nossa bancada de testes, junto a um gabinete Corsair 5000D. A metodologia consistiu em usar o water cooler em sua configuração padrão, como muitos usuários fazem, com a pasta térmica de fábrica, parafusos presos em torque máximo e ambiente climatizado a 22ºC.
O resultado nos gráficos abaixo mostra que o TRYX Panorama SE é monstruoso. Battlefield 6, um dos títulos que mais demanda uso de CPU, ficou em uma média de 65 ºC e muitas vezes até menos do que isso. Em The Last of Us Part II, que também tem seu peso, o resultado é igualmente ótimo.
Isso mostra que a TRYX não veio para brincadeiras no mercado brasileiro, dado que o Panorama superou até mesmo o Corsair Titan RX que eu costumo usar. São resultados bem impressionantes para uma marca tão pouco conhecida no mercado brasileiro - e até mesmo no exterior.
TRYX Turris
Embora não seja o exato foco desta matéria de overview, eu preciso comentar sobre o TRYX Turris, o parrudo air cooler da fabricante. Diferente do meu Noctua NH-D15 chromax de guerra, esse Turris tem um design mais moderno que me lembra alguns modelos da Be Quiet e DeepCool.
Aspecto contemporâneo do Turris é um chamativo maneiro, mesmo para quem não curte air coolers (Imagem: Felipe Vidal / Voxel)
Sim, esse cooler também tem uma telinha, mas é mais comedida. O display possui 5 polegadas com painel IPS na resolução HD e é bem maneiro. Ele também pode ser amplamente configurado pelo software Kanali e suporta pequenos vídeos, imagens estáticas e GIFs - é realmente bem fácil de configurar.
Claro que por ser uma tela reta e IPS, a riqueza de detalhes diminui, mas honestamente isso é apenas um apetrecho cosmético que não influencia no que mais importa: o desempenho. Ainda assim, é uma funcionalidade bem diferente que poucos air coolers possuem.
Por falar em desempenho, o TRYX Turris usa um coldplate largo que é conectado por 12 heatpipes (seis de cada lado) até chegar nas aletas de dissipação de calor. A construção é bem parruda e os componentes possuem uma qualidade notável, principalmente nas ventoinhas ROTA de até 1.850 RPM utilizadas.
Tela do TRYX Turris permite fazer algumas brincadeiras bem legais (Imagem: Felipe Vidal / Voxel)
Algo maneiro das ventoinhas é que elas são inseridas por um sistema de encaixe próprio e não por meio de presilhas, como outros coolers fazem. É como se elas estivessem em uma gaiola para encaixar de forma deslizante na estrutura central do cooler. Por dentro, também há espaços para passar os cabos e fazer uma arrumação decente.
O projeto do TRYX Turris é bem fechadinho e me surpreendeu bastante, já que eu esperava pouco desse componente. Por falar em surpresa, as temperaturas desse air cooler também empolgam e tão ótima. Claro, o Panorama SE consegue resfriar mais, mas esse cooler aguenta até 280W de dissipação de calor.
TRYX segue o caminho certo
A TRYX não é uma marca tão conhecida ainda, mas pode se tornar popular caso continue com um padrão de qualidade alto desse jeito. Tanto o TRYX Panorama SE quanto o TRYX Turris mostram que há espaço para inovação e bom design sem que isso comprometa a performance das peças.
Cartão de visitas da Turris é promissor, mas carinho (Imagem: Felipe Vidal / Voxel)
Nem tudo é perfeito, já que a instalação do Panorama SE pode ser meio difícil para alguns e o Turris não apeteça a todos por ser um air cooler. Ainda assim, é possível observar que a marca quis trabalhar com esmero nesses produtos e merece um voto de confiança - após o GameNexus trucidar um gabinete da companhia em um review.
A marca oferece dois anos de garantia para os itens e isso é pouco, uma vez que outras fabricantes oferecem quatro anos ou mais de suporte ao usuário. O fato de ser uma marca pouco conhecida também gera muita desconfiança, mas não parece ser uma marca branca qualquer e tem criado produtos interessantes, como o Panorama Stage, que usa uma tela 3D para inserir até bonecos.
A grande questão é que os coolers da TRYX são carinhos. O TRYX Panorama SE custa entre R$ 1,6 mil e R$ 1,8 mil no Brasil, ou seja, acima de modelos mais consagrados da MSI, AORUS, Cooler Master e Corsair, mas quase no mesmo valor da Lian Li e NZXT. Obviamente, a tela OLED encarece essa brincadeira.
Combo do Panorama SE + Turris é muito divertido e acabei bastante do air cooler da fabricante chinesa (Imagem: Felipe Vidal / Voxel)
Eu não encontrei o Turris para vender em grandes varejistas, mas a expectativa é que ele chegue ao mercado em breve.
É difícil falar na totalidade, mas os dois coolers da TRYX me convenceram que temos um novo player no mercado de hardware que pode entregar bastante potência e um diferencial premium aos consumidores. No Brasil, o mercado se acirra não somente com essa marca, mas também com uma chegada forte da Thermalright - que tem um bom histórico no mercado internacional.
Nós também comentamos sobre o Cooler Master Core Nex Digital, um modelo que possui uma pequena telinha para mostrar informações do sistema e se sai muito bem no resfriamento da CPU. Siga o TecMundo no X, Instagram, Facebook e YouTube e assine a nossa newsletter para receber as principais notícias e análises diretamente no seu e-mail.
Os supostos preços dos próximos dobráveis da Samsung vazaram na web — e serão caros, como sempre. Agora com data de apresentação confirmada, a nova geração será marcada pela estreia de um novo membro, o Galaxy Z Fold 8, modelo que ficou conhecido pela internet como “Galaxy Z Fold 8 Wide”.
De acordo com a informação, o Galaxy Z Fold 8 será oferecido com no mínimo 256 GB de armazenamento e pelo preço sugerido de US$ 1.899 (R$ 9.732, em conversão direta) nos Estados Unidos.
Vale ressaltar que o Galaxy Z Fold 8 não é sucessor direto do Galaxy Z Fold 7 — na verdade, é um modelo novo. É esperado que o aparelho seja a variante mais larga, conhecida como "Galaxy Z Fold 8 Wide", que, apesar de ser um topo de linha, terá cortes significativos na ficha técnica, como uma câmera traseira a menos.
Galaxy Z Fold 8 Ultra será mais caro
O Galaxy Z Fold 8 Ultra, por sua vez, deve ser vendido com 256 GB de armazenamento e por US$ 2.099 (R$ 10.772). Se o rumor for verdadeiro, ele será US$ 100 mais caro que seu antecessor, o Z Fold 7.
O Galaxy Z Fold 8 será o modelo mais largo, popularmente conhecido como Z Fold 8 Wide. (Fonte: Sonny Dickson/Reprodução)
O Galaxy Z Fold 8 Ultra será posicionado como o dobrável mais completo da Samsung. O aparelho deve ter três câmeras traseiras, incluindo um novo sensor ultra-angular, e deve ser o único da nova linha com suporte à S Pen.
De toda forma, a ficha técnica de ambos tem várias características em comum, como o chipset Qualcomm Snapdragon 8 Elite Gen 5 e as melhorias na estrutura da dobradiça.
Os novos dobráveis (Galaxy Z Flip 8, Z Fold 8 e Z Fold 8 Ultra, como apontam os rumores) serão apresentados no próximo Galaxy Unpacked marcado para 22 de julho. O evento também pode servir de palco para a revelação de outros dispositivos, como o Galaxy Watch 9 e o Galaxy Watch Ultra 2.
Quer ficar por dentro das novidades do mundo da tecnologia? Acesse o TecMundo e acompanhe as últimas notícias sobre Samsung, Galaxy Z Fold e smartphones dobráveis.
Já não é novidade que os videogames são um hobby bastante caro para a realidade brasileira, com lançamentos aguardados custando mais de R$ 400 em algumas plataformas e dificultando o acesso a lazer e entretenimento. Até 2022, uma parcela considerável da população brasileira, 29,6%, vivia com renda de apenas meio salário-mínimo per capita segundo o IBGE — número que, à época, correspondia a 63,8 milhões de pessoas recebendo até R$ 606 ao mês.
Por isso, não é de se espantar que exista uma alta demanda por jogos gratuitos de todos os tipos, assim como outras iniciativas focadas na democratização de acesso ao entretenimento e cultura, como já cobrimos aqui no Voxel. Com isso em mente, continuamos com o nosso esforço semanal para recomendar jogos gratuitos para curtir o fim de semana no PC, consoles e até mesmo dispositivos móveis.
Nova Lands
Disponível gratuitamente na Epic Games Store por tempo limitado, Nova Lands é um jogo de construção de fábricas e gerenciamento de ilhas. Será preciso explorar um planeta recém-descoberto para coletar recursos, enfrentar perigos e revelar mistérios para fazer deste local o seu novo lar. O jogo entrega visuais em pixel art carismáticos e fica disponível para resgate até a próxima quinta-feira, dia 16 de julho.
Tattoo Tycoon
Tattoo Tycoon também é um jogo de gerenciamento, mas desta vez mais inspirado por jogos da série Two Point, da SEGA. A ideia é criar um estúdio de tatuagem e fazê-lo prosperar, encontrando clientes excêntricos e trabalhando manualmente nas artes solicitadas, exigindo bastante precisão. O jogo também está gratuito por tempo limitado na Epic Games Store, no PC.
NTE: Neverness to Everness
Um dos atuais colossos dos jogos gacha, NTE: Neverness to Everness pode ser descrito como um ambicioso GTA de anime. Disponível para PC, dispositivos móveis e PS5, o jogo agora também recebeu uma versão no Steam, a plataforma da Valve, tornando a jogatina ainda mais fácil para os usuários. Na história, o jogador faz parte de um grupo de caçadores de anomalias paranormais que se manifestam na cidade.
UFL
UFL é um dos novos jogos de futebol que estão chamando a atenção dos usuários, especialmente no embalo de empolgação pela Copa do Mundo. O jogo permite criar seu time dos sonhos, com jogadores licenciados e com habilidades distintas, para desenvolver um clube e desafiar outros adversários.
O gameplay busca privilegiar a habilidade individual, além de ter eventos sazonais, desafios e outras atividades que desbloqueiam conteúdos exclusivos. O jogo está disponível para PC, PlayStation 5, Xbox Series e dispositivos móveis.
Yoshi and the Mysterious Book
Um dos jogos exclusivos mais recentes do Nintendo Switch 2, Yoshi and the Mysterious Book acabou de ganhar uma versão de demonstração gratuita para dar a chance de conhecer a proposta do título. Com uma estética de conto infantil, o jogo traz o carismático dinossaurinho em um livro mágico para descobrir e catalogar diferentes criaturas em seus habitats coloridos — tudo embalado por um divertido gameplay de plataforma 2D.
A busca por praticidade dentro de casa fez com que a lava e seca se tornasse um dos eletrodomésticos mais procurados por quem deseja otimizar a rotina. Neste segmento, a Midea tem se destacado por, além de reunir lavagem e secagem em um único equipamento, vir ampliando seu portfólio com modelos equipados com tecnologias inteligentes, motor Inverter e recursos voltados para diferentes perfis de consumidores.
Mas afinal, uma lava e seca Midea vale a pena em 2026? Neste guia, o TecMundo vai te ajudar a conhecer as principais vantagens, entender como escolher o modelo ideal e descobrir quais são os melhores modelos de lava e seca Midea disponíveis atualmente.
Lava e seca Midea vale a pena?
De forma geral, a Midea lava e seca oferece uma combinação bastante interessante entre tecnologia, eficiência e custo-benefício. A marca investe em soluções que facilitam o dia a dia, como conectividade por aplicativo, funções de higienização, ciclos rápidos e motores mais silenciosos, tornando suas máquinas competitivas em relação às principais concorrentes do mercado.
Outro diferencial é que a fabricante disponibiliza opções para diferentes necessidades, desde quem mora sozinho até famílias maiores. Assim, é possível encontrar uma máquina lava e seca Midea compacta ou modelos com maior capacidade de lavagem sem abrir mão da eficiência energética e da economia de espaço. As linhas mais recentes também incorporam tecnologias como HealthGuard, vapor e controle inteligente, agregando ainda mais praticidade ao uso diário.
Principais vantagens
Entre os principais benefícios da máquina lava e secaestá justamente a economia de espaço, já que um único aparelho realiza todas as etapas do processo. Isso representa uma excelente alternativa para apartamentos e lavanderias compactas.
Uma lava e seca ajuda a otimizar o tempo e o espaço disponível, já que une duas funções em um único aparelho (Midea/Divulgação)
Outro ponto positivo é a variedade de programas de lavagem, que incluem ciclos rápidos, roupas delicadas, edredons, jeans, esterilização, vapor e funções específicas para diferentes tecidos. Muitos modelos ainda utilizam motor Inverter, que reduz ruídos, vibrações e melhora a eficiência energética, além de recursos como limpeza automática do tambor, conectividade via aplicativo e tecnologias voltadas à higienização das roupas.
Como escolher uma lava e seca Midea
Antes de investir em uma nova máquina lava e seca Midea, vale analisar alguns fatores que influenciam diretamente na experiência de uso. Capacidade, frequência de lavagem e recursos tecnológicos são alguns dos aspectos fundamentais para fazer uma boa escolha. Também é importante verificar o consumo de água e energia, a classificação de eficiência energética e a disponibilidade de programas específicos para os tecidos que fazem parte da rotina da casa, entre outras informações.
Capacidade ideal para cada perfil
A capacidade de lavagem deve acompanhar o perfil da família. Modelos de 10,5 kg costumam atender muito bem casais e famílias pequenas. Já uma lava e seca de 11kg oferece um excelente equilíbrio entre tamanho e capacidade, sendo indicada para famílias de até quatro pessoas.
Para quem lava grandes volumes semanalmente, possui crianças ou costuma higienizar edredons com frequência, as versões de 13kg oferecem mais praticidade e reduzem a quantidade de ciclos necessários.
Recursos que fazem diferença
Os atuais eletrodomésticos Midea contam com tecnologias que vão além da lavagem convencional. Recursos como Steam Care, HealthGuard, limpeza automática do tambor, conectividade Wi-Fi, compatibilidade com assistentes virtuais e ciclos especiais tornam o uso mais simples e eficiente.
Outro diferencial encontrado em alguns modelos é a tecnologia de múltiplos fluxos de água, que melhora a remoção de manchas sem comprometer o cuidado com tecidos delicados.
Motor Inverter vale a pena?
O motor Inverter é um dos principais diferenciais presentes nas linhas mais modernas da Midea e sem dúvidas vale a pena. Além de proporcionar funcionamento mais silencioso, ele reduz vibrações, aumenta a durabilidade do equipamento e contribui para menor consumo energético.
Consumo de energia
Apesar de reunirem duas funções em um único equipamento, as lava e seca da Midea apresentam boa eficiência energética, especialmente nos modelos classificados como Classe A. O consumo varia conforme o programa utilizado e a frequência da função secagem, mas tecnologias como o já citado motor Inverter ajudam a reduzir o gasto elétrico sem comprometer o desempenho.
Melhores modelos de lava e seca Midea
Hoje, a marca tem diversos modelos do aparelho em seu catálogo, o que pode tornar a tomada de decisão um pouco mais demorada ou até complexa. Pensando nisso, para te ajudar a escolher uma boa opção, o TecMundo traz agora alguns dos principais modelos de lava e seca Midea para comprar em 2026.
Lava e Seca 10,5kg Branca Midea HealthGuard Conectada MF200D105WB/WK-02
A HealthGuard Conectada de 10,5kg é uma opção interessante para quem preza pela relação custo-benefício (Midea/Divulgação)
O modelo reúne capacidade de lavagem de 10,5kg e secagem de até 7kg, sendo indicado para famílias pequenas e médias. Ele conta com tecnologia HealthGuard, Steam Care, Auto Clean, conectividade Wi-Fi, compatibilidade com Alexa e Google Assistente, além do motor Inverter Quattro. Seus diversos programas de lavagem incluem roupas delicadas, esterilização, edredons, lavagem rápida e ciclo Super Eco. A classificação energética A e os recursos inteligentes fazem dela uma excelente opção para quem busca praticidade e bom custo-benefício.
Lava e Seca 10,5kg Titanium Inverter Midea MFA01D105B/GK-01
Voltada para quem procura um design moderno aliado à eficiência, esta máquina lava e seca Midea possui acabamento Titanium, capacidade de 10,5kg, secagem de 7 kg e motor Inverter. Entre os destaques estão o Ciclo Pets, múltiplos fluxos de água, design Slim, lavagem a vapor e eficiência energética Classe A. O conjunto de recursos disponíveis torna o modelo bastante competitivo para quem deseja tecnologia sem investir em equipamentos de categorias superiores.
Lava e Seca 11kg Branca Slim HealthGuard Conectada Midea MF201D110WB/WK-01
A Slim HealthGuard Conectada é indicada para famílias médias, oferecendo 11kg de capacidade (Midea/Divulgação)
A versão Slim da lava e seca Midea 11kg atende consumidores que precisam de maior capacidade sem ocupar muito espaço. Além da tecnologia HealthGuard, ela oferece conectividade inteligente, programas específicos para diferentes tecidos, função vapor, motor Inverter e operação silenciosa. Sua combinação entre capacidade, economia de água e energia e recursos inteligentes faz dela uma excelente escolha para famílias médias.
Lava e Seca 13kg Titanium Midea HealthGuard Conectada MF200D130WB/GK-02
Indicada para famílias maiores, esta versão entrega ampla capacidade de lavagem, tecnologia HealthGuard, conectividade Wi-Fi, motor Inverter e diversos programas automáticos. O modelo também oferece funções Turbo, limpeza do tambor, vapor e controle remoto pelo aplicativo Midea SmartHome. Apesar do investimento inicial mais elevado, seu conjunto de tecnologias e alta capacidade podem justificar o preço para quem utiliza a lavanderia com frequência.
Lava e Seca 13kg Branca Midea HealthGuard Conectada MF200D130WB/WK-01
A HealthGuard Conectada de 13kg é ideal para famílias grandes ou que costumam lavar roupas com muita frequência (Midea/Divulgação)
Compartilhando praticamente os mesmos recursos da versão Titanium, esta opção se diferencia pelo acabamento branco tradicional, com capacidade de lavagem de 13kg, secagem eficiente, motor Inverter, conectividade inteligente, programas completos para diferentes tipos de roupa e tecnologias voltadas para higiene e economia. É uma alternativa bastante interessante para quem procura grande capacidade aliada a uma boa eficiência energética.
Considerando os recursos disponíveis nas linhas atuais, os modelos da Midea costumam ser boas opções de compra. A marca conseguiu reunir tecnologias que normalmente estavam presentes apenas em modelos mais caros, oferecendo boa variedade de capacidades, funções inteligentes e motores mais eficientes.
Além disso, a combinação entre programas de lavagem completos, tecnologias de higienização, conectividade e bom desempenho faz com que a lava e seca Midea seja uma opção bastante competitiva para quem busca conforto, economia de espaço e praticidade na rotina.
Qual a melhor lava e seca Midea?
A melhor lava e seca Midea vai depender das necessidades de cada consumidor. Para casais e famílias pequenas, os modelos de 10,5 kg como o Titanium Inverter Midea oferecem excelente equilíbrio entre desempenho e custo-benefício. Já quem precisa lavar grandes volumes encontrará nas versões de 11kg e 13kg uma solução mais adequada para a rotina.
Independentemente da escolha, os modelos mais recentes da marca se destacam pelo motor Inverter, boa eficiência energética, variedade de programas de lavagem e recursos inteligentes, tornando a linha uma das alternativas mais interessantes para quem procura uma máquina moderna e preparada para atender às necessidades de 2026.
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A Ubisoft refez um dos seus melhores e mais bem avaliados games com Assassin's Creed Black Flag Resynced. O remake já está disponível para os computadores e pode fazer algumas placas de vídeo passarem mal ao subirem a bordo do navio. Mas quanto custa um PC para jogar o AC Black Flag Resynced?
O Voxel, como sempre, foi atrás das peças necessárias que você precisa comprar para se tornar um capitão pirata do século XVIII. Embora esteja pesadinho, não vamos precisar gastar tudo do nosso baú do tesouro para jogar com Edward Kenway mais uma vez enquanto exploramos Nassau e diversas ilhas.
Requisitos mínimos e recomendados para jogar Assassin's Creed Black Flag Resynced
Antes de seguir com a montagem, precisamos conversar sobre os requisitos mínimos desse jogo, e a Ubisoft foi bem conservadora. A companhia exige um Ryzen 5 3600 e uma GeForce GTX 1660 como o básico, além dos tradicionais 16 GB de RAM para rodar em 1080p com tudo no baixo.
Especificações de Assassin's Creed Black Flag Resynced (Imagem: Ubisoft/reprodução)
Há também uma predefinição de qualidade média que mantém o processador, mas sobe a placa de vídeo para uma RTX 3060 ou Radeon RX 6600 XT. Para Quad HD, que não é tanto nosso foco, a indicação pula para um Ryzen 5600X e até uma RTX 3080 e a nossa montagem vai se basear nessas especificações.
Processador
Como de costume, o ideal na hora de montar um PC gamer é sempre começar pelo processador, afinal de contas esse componente será o nosso capitão. Como os requisitos da Ubisoft já citam o Ryzen 5 5600, eu escolhi especialmente este modelo para integrar a máquina montada.
Vale notar que a companhia indica o modelo 5600X, mas ele é bem mais carinho. Por isso, vamos utilizar o Ryzen 5 5600 padrão. Este é um dos processadores recentes mais clássicos da AMD, junto ao saudoso Ryzen 5 3600X de algumas gerações passadas, e sempre está presente nas nossas indicações.
Ryzen 5 5600 já vem com cooler incluso na caixa (Imagem: AMD/reprodução)
Em Assassin's Creed Black Flag Resynced, o Ryzen 5 5600 vai funcionar bem para quem deseja uma experiência equilibrada. O modelo utiliza 6 núcleos e apresenta um bom custo-benefício. Quem prefere a Intel pode escolher o Core i5-12400F, outro queridinho dos meus textos, e que tem uma performance basicamente idêntica.
Placa-mãe
Com a perpetuação da crise de memórias RAM e armazenamento, adquirir placas-mãe do soquete AM4 ficou mais complicado por conta da falta de estoque. No momento em que este texto foi elaborado, a Gigabyte B550M K desponta como um componente bem interessante para esta e outras montagens.
Única desvantagem dessa placa-mãe é não ter conector USB Tipo-C (Imagem: Gigabyte/reprodução)
Essa é uma mainboard básica, mas que tem todos os atributos que o gamer precisa para montar um PC maneiro. O modelo apresenta quatro slots para configurações de memória RAM e dois slots M.2 para SSD, sendo um de 4ª geração e outro de 3ª geração. Na traseira, há quatro portas USB 3.2 Gen 1.
RAM
Como diria aquela famosa música “Andou na prancha, cuidado o tubarão vai te pegar”, o preço da RAM vai te pegar. Mesmo com os altíssimos preços das memórias, os usuários vão precisar tirar o escorpião do bolso para conseguir adquirir, pelo menos, 16 GB de RAM voltados para os games.
Gammix D35 é uma das melhores opções dos últimos meses (Imagem: XPG/reprodução)
A memória que escolhi é a XPG Gammix D35, uma vez que ela apresenta o menor valor entre as memórias encontradas no mercado. Esse modelo tem 3.200 MHz e é importante que o usuário adquira ela em dois pentes de 8 GB para formar os 16 GB. Isso assegura que o componente se comunicará melhor com o processador.
Armazenamento
Se com a RAM estava difícil, nosso PC para jogar Assassin's Creed Black Flag Resynced vai ficar ainda mais caro. Adquirir um bom armazenamento em 2026 é igual comercializar especiarias em Havana. Seja como for, não há muito para onde fugir, afinal de contas os games ficam cada vez mais pesados.
Modelo Blaze da Redragon tem boas velocidades por um preço um pouquinho mais acessível (Imagem: Redragon/reprodução)
O remake de AC Black Flag pesa algo entre 52 e 62 GB nos PCs, mas esses números costumam aumentar conforme o tempo. Diante disso, o Redragon Blaze é uma opção barata na versão de 512 GB e opera com velocidade de leitura de 7.050 MB/s e taxa de escrita de 4.200 MB/s.
Placa de vídeo
Assim como um belo baú lotado de ouro, a placa de vídeo é o que todos querem para ter um bom PC. As últimas semanas foram de promoções em diversas lojas e alguns estoques ainda estão disponíveis, então essa pode ser a oportunidade perfeita para fingir ser um pirata e pilhar essa mercadoria.
Para Assassin's Creed Black Flag Resynced, eu indicarei a Radeon RX 9060 XT de 8 GB, em especial um modelo da Gigabyte. Esse componente possui três ventoinhas e um design sóbrio, sem iluminação RGB, mas conta com uma construção bem interessante, principalmente pelo preço que é ofertado.
Radeon RX 9060 XT da Gigabyte parece grande demais, mas mede menos de 30 cm e vai caber na maioria dos gabinetes (Imagem: Gigabyte/reprodução)
Nós já analisamos essa placa de vídeo aqui no Voxel e o modelo tem uma boa performance para rodar games em Full HD. No novo Black Flag, essa GPU deve conseguir uma jogatina acima de 60 FPS com as configurações altas e Ray Tracing ativado, então é uma boa pedida para colocar no seu carrinho.
Fonte de energia
Como o nosso PC para jogar Assassin's Creed Black Flag Resynced não consome tanta energia, a fonte de alimentação não será problema. A recomendação vai para a MSI MAG A650BN, um modelo vendido por preços muito baixos e com 650W de potência.
MSI MAG A650BN tem um dos melhores preços de fontes de entrada do mercado (Imagem: MSI/reprodução)
Gabinete e periféricos
Há milhares de gabinetes disponíveis para compra, portanto não é fácil apontar um modelo específico para esse PC. O mesmo vale para periféricos como mouse, teclado e headset, que variam muito conforme a necessidade e o desejo do usuário.
Assim, você pode estipular um gasto adicional entre R$ 800 e R$ 1.000 para esses quatro componentes, além do monitor gamer — que geralmente custa na faixa dos R$ 1.000 em uma versão de 24 polegadas.
Quanto custa um PC para rodar Assassin's Creed Black Flag Resynced ?
Após o fim da montagem, o PC gamer para rodar e jogar Assassin's Creed Black Flag Resynced custa R$ 5.325,97 no boleto bancário ou PIX, e até R$ 6.001,66 parcelado no cartão de crédito. Somados os custos de periféricos, o valor do computador com todos os acessórios pode beirar algo em torno dos R$ 6.800, dependendo das exigências do jogador.
Peças do PC para jogar Assassin's Creed Black Flag Resynced (Captura de tela: Felipe Vidal/TecMundo)
Para além de jogar o AC Black Flag, este PC conseguirá rodar qualquer game atual e os próximos lançamentos da indústria. A montagem é bem balanceada e entrega uma boa relação de custo-benefício para os próximos anos.
Onde comprar Assassin's Creed Black Flag Resynced?
Assassin's Creed Black Flag Resynced já está disponível para compra por meio das principais lojas de games, como Steam, Epic Games Store e Ubisoft Store. O game é vendido por R$ 299 na versão padrão, ou por R$ 349 na edição Deluxe.
Curtiu essa montagem? Esperamos que a recomendação das peças tenha sido útil para te ajudar a montar um bom PC para jogar Assassin's Creed Black Flag Resynced e outros games. Não esqueça de continuar ligado no Voxel para acompanhar outros artigos como esse e não perder as principais informações da indústria de jogos.
Mais um final de semana finalmente chegou e podemos aproveitar o tempo livre para curtir nossos games favoritos. E se você está e busca de uma nova aventura, nada melhor do que conferir os jogos para Switch 1 e 2 em promoção na eShop, que nesta semana tem vários títulos com até 90% de desconto.
Entre as principais ofertas em destaque na família Switch temos games como Final Fantasy VII Rebirth, NieR:Automata The End of YoRHa Edition, Children of Morta, LEGO DC Super-Villains e Axiom Verge, que está baratinho custando apenas R$ 11,99.
Sabia que você pode adquirir seu Nintendo Switch mais baratinho? É possível descolar opções do console comum, Lite ou até o Nintendo Switch OLED com desconto usando o cupom KaBuM! para jogar Mario, Zelda, Pokémon e muito mais gastando bem menos.
Parcelar compras no Nintendo Switch com cashback
Sabia que é possível parcelar as compras da eShop em 6x sem juros no cartão de crédito ou até 4x sem juros via PayPal? Para isto, basta usar os gift cards da Nuuvem.
É possível parcelar suas compras em até 3x sem juros no cartão com os gift cards da Nuuvem
No final da compra você ainda recebe cashback e resgata o valor total na loja digital da Nintendo, onde recebe o valor integral das moedas da eShop. Assim você garante mais descontos tanto na Nuuvem quanto na loja do Switch.
Sem contar que é possível comprar gift cards da eShop, jogos e até assinaturas do Nintendo Switch Online, tudo com cashback, e você ainda pode usar cupons de desconto que a Nuuvem libera aqui e ali.
Agora diz aí, vai aproveitar as promoções de jogos para Nintendo Switch para comprar algum título? Contra pra gente lá nas redes sociais do Voxel!
O iPhone 11 Pro Max marcou uma geração ao reunir alto desempenho, câmeras de qualidade e excelente autonomia de bateria. Mesmo anos após o lançamento, o modelo continua sendo uma opção confiável para muitos usuários, mas a evolução dos smartphones premium tornou a troca uma decisão cada vez mais interessante.
Por ser um modelo já mais antigo, muitos usuários já se perguntam por qual celular trocar o iPhone 11 Pro Max em 2026 e, pensando nisso, hoje o TecMundo vai apresentar os principais avanços dos últimos anos e mostrar quais smartphones recentes oferecem a melhor experiência para diferentes perfis de uso e orçamento.
Ainda vale a pena usar o iPhone 11 Pro Max?
Desde o seu lançamento em 2019, o iPhone 11 Pro Max conquistou o público ao oferecer alto desempenho, tela de alta qualidade, conjunto de câmeras muito competente e ótima construção. Durante muito tempo, ele foi considerado um dos melhores smartphones da Apple, mantendo desempenho consistente até mesmo em tarefas exigentes.
Embora o iPhone 11 Pro Max ainda seja um bom celular, trocar por outro celular Apple ou Android como a linha Samsung Galaxy em 2026 pode valer a pena (Samsung/Divulgação)
Entretanto, já vale a pena trocar o iPhone 11 Pro Max em 2026 se você deseja aproveitar os avanços mais recentes em desempenho, inteligência artificial, qualidade de imagem, conectividade e eficiência energética. Embora o aparelho ainda execute bem muitos aplicativos e jogos, os modelos mais atuais oferecem ganhos perceptíveis em praticamente todos os aspectos da experiência de uso.
Principais limitações atualmente
A principal limitação do iPhone 11 Pro Max está na idade do hardware. Seu processador continua competente, mas já não alcança o desempenho dos chips mais recentes da Apple e dos principais concorrentes Android.
Outro ponto é a ausência de recursos modernos, como telas com taxa de atualização elevada, conectividade mais avançada, novas funções de inteligência artificial e melhorias significativas na câmera de celular, principalmente em fotos noturnas, zoom e gravação de vídeo. Além disso, muitos aparelhos dessa geração já apresentam desgaste natural da bateria, reduzindo a autonomia ao longo do dia.
O que avaliar antes de trocar de celular
Antes de realizar um upgrade de celular, é importante considerar seu perfil de uso. Quem já está integrado ao ecossistema da Apple tende a aproveitar melhor um novo iPhone, mantendo recursos como sincronização entre dispositivos, AirDrop e continuidade entre aparelhos.
Já quem procura maior liberdade de personalização ou melhor custo-benefício pode encontrar excelentes alternativas no Android. Também é uma boa ideia analisar fatores como desempenho, duração da bateria, qualidade das câmeras, espaço interno, suporte a atualizações e recursos de inteligência artificial, que hoje fazem uma grande diferença na rotina.
Melhores celulares para substituir o iPhone 11 Pro Max
Para te ajudar a encontrar o melhor celular que combine com seu perfil e suas necessidades, o TecMundo selecionou quatro opções de smartphones topo de linha para comprar em 2026 e substituir o iPhone 11 Pro Max. Cada uma delas oferece vantagens específicas, seja para fotografia, produtividade, jogos ou uso diário, representando um salto significativo em relação ao modelo lançado em 2019.
Samsung Galaxy S26 Ultra
O Galaxy S26 Ultra é uma das melhores opções de celulares Android disponíveis para substituir o iPhone 11 Pro Max (Samsung/Divulgação)
O Galaxy S26 Ultra representa uma das evoluções mais completas do mercado Android. O aparelho conta com tela Dynamic AMOLED 2x de 6,9 polegadas com alta taxa de atualização, opções de armazenamento que chegam a 1TB, memória RAM de até 16GB e um conjunto de câmeras extremamente versátil, incluindo sensor principal de alta resolução, lentes ultrawide e teleobjetivas para diferentes níveis de zoom.
Para quem busca sair do ecossistema da Apple sem abrir mão de um smartphone premium, o Galaxy S26 Ultra entrega excelente desempenho, bateria de longa duração, recursos avançados de inteligência artificial com a Galaxy AI e uma das melhores experiências fotográficas disponíveis. É indicado para usuários exigentes, criadores de conteúdo e quem utiliza o celular intensamente no trabalho.
Com câmera poderosa e conjunto de hardware sofisticado, o Signature da Motorola pode ser uma boa opção Android para escolher em 2026 (Motorola/Divulgação)
O Motorola Signature 5G aposta em uma combinação equilibrada de desempenho e sofisticação. O modelo oferece tela Extreme AMOLED de 6,8 polegadas, armazenamento amplo de 512GB, 12GB de memória RAM mais 12GB de RAM Boost e um conjunto de câmeras Sony Lytia de 50MP desenvolvido para entregar imagens detalhadas em diferentes condições de iluminação.
Seu diferencial está na experiência Android praticamente limpa, carregamento rápido e ótimo desempenho para produtividade e entretenimento. É uma alternativa interessante para quem deseja um aparelho moderno, potente e com excelente custo-benefício dentro da categoria premium.
O Mi 17 é uma alternativa Android poderosa e a preço muito mais em conta (Xiaomi/Divulgação)
O Xiaomi Mi 17 é uma opção voltada para quem prioriza especificações de ponta. O aparelho possui tela AMOLED de 6,73 polegadas com resolução QHD e taxa de atualização de 120Hz, até 512GB de armazenamento, 12GB de memória RAM e conjunto de câmeras de 50MP desenvolvido para oferecer excelente qualidade em fotos e vídeos.
Além do alto desempenho, o modelo se destaca pela bateria de grande capacidade, carregamento rápido e excelente relação entre preço e recursos oferecidos, sendo especialmente recomendado para usuários que buscam máxima performance, gostam de fotografia móvel e desejam economizar em comparação aos principais concorrentes da Apple.
Usuários que preferem permanecer no ecossistema Apple podem se beneficiar muito mais do iPhone 17 Pro Max (Apple/Divulgação)
Para quem pretende permanecer no ecossistema da Apple, o iPhone 17 Pro Max é a evolução mais natural do iPhone 11 Pro Max. O modelo traz tela OLED Super Retina XDR com tecnologia ProMotion, opções de armazenamento de até 2 TB, chip A19 Pro de última geração, memória otimizada para recursos de inteligência artificial Apple Intelligence e um conjunto de câmeras Fusion Pro de 48MP ainda mais avançado para fotografia e gravação de vídeo profissional.
Além do enorme salto em desempenho, o aparelho oferece melhor autonomia de bateria, conectividade aprimorada, novos recursos de IA integrados ao sistema e vários anos de suporte a atualizações. O resultado é uma experiência significativamente superior em praticamente todos os aspectos, tornando-o o upgrade mais completo para usuários da Apple.
Por qual celular trocar o iPhone 11 Pro Max em 2026?
Se a dúvida é qual celular escolher para substituir o iPhone 11 Pro Max em 2026, a resposta depende das suas prioridades, mas é inegável que os smartphones atuais entregam avanços importantes em desempenho, bateria, câmera de celular, inteligência artificial e experiência de uso. Para quem já sente limitações no aparelho, este é um excelente momento para realizar o upgrade de celular.
Entre todas as opções, o iPhone 17 Pro Max é o modelo que mais vale a pena para substituir o iPhone 11 Pro Max, especialmente para quem deseja permanecer no ecossistema da Apple. Já para quem pretende migrar para o Android, o Galaxy S26 Ultra se destaca como a alternativa mais completa, reunindo desempenho de ponta, excelente conjunto de câmeras e uma das melhores experiências disponíveis no segmento premium.
Agora que você já conhece nossas recomendações de substitutos para iPhone 11 Pro Max, compartilhe nosso guia nas redes sociais e continue seguindo o TecMundo para mais informações, dicas e novidades sobre tudo relacionado ao mundo da tecnologia!
Se você está procurando o que assistir no fim de semana, a lista de produções em alta na Netflix reúne opções bem diferentes entre si. Tem ação, mistério, true crime, comédia clássica e drama de época para quem quer maratonar algo novo ou revisitar um sucesso conhecido do catálogo.
A seguir, veja 7 filmes e séries que estão chamando atenção na plataforma e podem ser boas escolhas para os próximos dias.
Netflix: 7 filmes e séries em alta para assistir no streaming
7. A Protetora
Para quem gosta de filmes de ação diretos e cheios de tensão, A Protetora aparece como uma das opções da semana.
A produção acompanha uma ex-fuzileira naval que começa a trabalhar como porteira em um prédio de Nova York, mas se vê no meio de uma ameaça quando criminosos violentos invadem o local em busca de obras de arte valiosas.
Estrelado por Ruby Rose, Jean Reno e Aksel Hennie, o longa aposta em uma trama de assalto, sobrevivência e combate corpo a corpo, com ritmo acelerado e clima de perseguição.
6. Enola Holmes 3
Enola Holmes 3 traz Millie Bobby Brown de volta ao papel da jovem detetive, agora em uma nova aventura ambientada em Malta.
Na trama, Enola vê seus planos de casamento saírem dos trilhos quando o desaparecimento de Sherlock a coloca no centro de um caso perigoso. O elenco também conta com Louis Partridge e Henry Cavill, além de nomes como Helena Bonham Carter, Himesh Patel e Sharon Duncan-Brewster.
Misturando mistério, aventura, humor e drama de época, o filme deve agradar quem já acompanha a franquia desde os primeiros capítulos.
Para quem quiser se aprofundar no desfecho da nova história, o Minha Série também explicou o final de Enola Holmes 3.
5. Agente Kim: Reativado
Entre as séries em alta na Netflix, Agente Kim: Reativado é uma boa pedida para quem curte produções coreanas com ação e humor.
A minissérie acompanha um pai aparentemente comum que precisa recuperar suas antigas habilidades de agente secreto quando sua filha desaparece. A busca pela garota, no entanto, acaba chamando atenção de inimigos perigosos e transforma a rotina do protagonista em uma sequência de confrontos.
Estrelada por So Ji-sub, Choi Dae-hoon e Yoon Kyung-ho, a produção mistura espionagem, comédia, crime e elementos de webtoon.
4. A Pior Vizinhança
A Pior Vizinhança é uma série documental de true crime que apresenta histórias reais de vizinhos envolvidos em conflitos extremos, incluindo fraudes, perseguições e atos violentos de vingança.
Com quatro episódios, a produção mostra como situações aparentemente comuns podem se transformar em casos assustadores, explorando disputas de convivência que saem completamente do controle.
Para quem gosta de documentários criminais, é uma opção rápida para maratonar no fim de semana.
Clássico absoluto da TV, Friends segue como uma escolha certeira para quem quer uma maratona leve, nostálgica e fácil de assistir.
A sitcom acompanha seis amigos na casa dos 20 e poucos anos vivendo os altos e baixos da vida adulta, do trabalho, dos relacionamentos e da amizade em Manhattan, durante os anos 1990.
Criada por David Crane e Marta Kauffman, a série tem Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matt LeBlanc, Matthew Perry e David Schwimmer no elenco principal.
Mesmo décadas depois de sua estreia, Friends continua sendo uma das comédias mais queridas pelo público.
2. Águas que Corroem
Para quem prefere suspense, Águas que Corroem traz uma história de sobrevivência marcada por tensão crescente.
O filme acompanha uma universitária ambiciosa que, após pegar um caminho errado em uma região de mata, acaba cruzando com dois irmãos criminosos e precisa lutar para continuar viva.
Estrelado por Hermione Corfield, Jay Paulson e Sean O’Bryan, o longa aposta em uma atmosfera de perigo constante, crime e isolamento. É uma opção para quem busca um thriller mais contido, mas ainda assim carregado de suspense.
1. O Verão de 1936
O Verão de 1936 é uma minissérie francesa de drama e mistério ambientada em Nice, em 1936.
A trama se passa durante o período em que trabalhadores aproveitam suas primeiras férias remuneradas, mas o clima de descanso muda quando quatro mulheres muito diferentes acabam envolvidas no assassinato de um promotor em um hotel da Riviera.
Com Julie de Bona, Sofia Essaïdi e Nolwenn Leroy no elenco, a produção mistura investigação criminal, drama de época, segredos familiares e tensão social.
Para quem gosta de séries curtas com mistério e ambientação histórica, é uma das apostas mais interessantes do catálogo neste fim de semana.
Além destes títulos, a Netflix segue recebendo novidades e movimentando seu catálogo com frequência.
Se você quiser saber como anda sua relação com o Claude, agora a Anthropic oferece uma seção dedicada para isso. Chamada "Reflect", a nova área do aplicativo da empresa reúne informações sobre suas interações com a inteligência artificial (IA), destacando hábitos, padrões de uso e outros detalhes sobre a experiência com o chatbot.
A ferramenta foi construída para ajudar os usuários a entender como integraram o Claude à rotina, mostrando um resumo de diferentes perspectivas de uso. A novidade inclui detalhes como dia e horário de maior atividade, número total de conversas e o tempo gasto com a IA.
O recurso também apresenta um resumo curto em linguagem natural que destrincha as atividades mais recorrentes (revisão de e-mails, planejamento de receitas e correção de texto, por exemplo).
O Claude Reflect reúne informações acerca das suas interações com o Claude. (Fonte: Anthropic/Reprodução)
Os dados apresentados podem ser um recorte do mês, trimestre, semestre ou o último ano inteiro. "Essa reflexão também convida você a dar um passo atrás e examinar o papel que o Claude desempenha em sua vida. Periodicamente, ela trará à tona perguntas como 'Qual é a coisa que você quer continuar fazendo por conta própria, mesmo que o Claude pudesse fazê-la mais rápido?' e lhe dará a oportunidade de discutir isso com o Claude", descreve a empresa.
Ainda no Reflect, você pode definir momentos de silêncio ou agendar períodos em que deseja fazer uma pausa no uso do Claude. Os lembretes podem ser descartados a qualquer momento, porém.
Naturalmente, o Reflect não puxa dados de conversas no Modo Incógnito nem arquivos de ferramentas externas conectadas ao Claude. Portanto, se o resumo mostrar que o Claude foi usado frequentemente para resumir e-mails, as mensagens em si não serão utilizadas para gerar a síntese.
Disponível para todos
A ferramenta Claude Reflect está disponível para todos os usuários em fase Beta para contas grátis, Pro e Max. É necessário ter as memórias do Claude habilitadas para o recurso funcionar, e o acesso só pode ser feito pelo app desktop ou versão web.
A distribuição do recurso deve acontecer de forma gradativa, já que a função não apareceu disponível para o autor desta reportagem, mesmo com a memória habilitada.
Quer ficar por dentro das novidades do mundo da tecnologia? Acesse o TecMundo e acompanhe as últimas notícias sobre Anthropic, Claude e inteligência artificial.
A Apple está processando a OpenAI sob acusação de roubar segredos comerciais da companhia. A denúncia, apresentada nesta sexta-feira (10), cita que documentos com informações sobre tecnologias, recursos e até mesmo produtos não anunciados teriam sido roubados por ex-funcionários que se mudaram para a dona do ChatGPT.
O processo aberto pela Apple acusa Tang Tan, diretor de hardware da OpenAI, de persuadir funcionários da Apple a entregarem informações confidenciais da empresa em entrevistas de emprego. Ele trabalhou na Apple por cerca de 24 anos e atuou em projetos de design do iPhone e Apple Watch, por exemplo.
Também é citado Chang Liu, ex-engenheiro elétrico sênior da Apple. Mesmo após ter ingressado na OpenAI, ele ainda teria conseguido acesso aos arquivos de nuvem da fabricante do iPhone e também baixado dezenas de arquivos confidenciais, acusa o documento.
No processo, a Apple diz que a má conduta da OpenAI “é normalizada e exemplificada pela liderança” da gigante da inteligência artificial (IA).
“No entanto, uma coisa é clara: em todos os níveis, desde membros da equipe técnica até o diretor de hardware, de forma coordenada com parceiros de negócios, a OpenAI vem roubando segredos comerciais e informações confidenciais da Apple”, diz o processo.
OpenAI é acusada de roubar segredos comerciais e de produtos da Apple. (Imagem: Tomohiro Ohsumi/Getty Images)
Segundo o documento, a Apple aponta que o negócio de hardware da OpenAI possui “bases extremamente precárias, corrompido em sua essência pela dependência ilegal de segredos comerciais indevidamente apropriados”.
A Apple diz que “não tem outra escolha” e que a ação judicial é necessária “para expor e começar a remediar o roubo generalizado de segredos comerciais” da companhia.
OpenAI ajudou Apple com IA
A parceria entre Apple e OpenAI foi iniciada em 2024. A dona do iPhone testava a integração do ChatGPT em seus sistemas operacionais, como no iOS 18, como parte do Apple Intelligence. A proposta era tornar a assistente virtual Siri mais inteligente e capaz, o que não aconteceu no período proposto e gerou críticas à Apple.
Quase dois anos depois, a Apple fechou uma nova parceria com o Google para desenvolver e lançar a Siri AI, que ainda segue em fase de testes no iOS 27.
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As Casas Bahia têm milhares de lojas físicas e um e-commerce muito completo, é uma das maiores redes do varejo brasileiro e foi fundada em 1952. No site, a marca oferece produtos variados como eletrodomésticos, celular e itens de Informática, além de facilidade de pagamento, com o carnê digital.
Atenção: é necessário checar códigos e descontos anunciados aqui diretamente nas lojas. As marcas têm autonomia para expirar cupons, ofertas e mudar porcentagens a qualquer momento.
Se você está procurando um Cupom Decolar para garantir descontos em passagens aéreas, pacotes de viagem ou hotéis, está no lugar certo. Descubra como ter acesso aos melhores descontos.
Como conseguir um Cupom Decolar?
Para conseguir cupons Decolar exclusivos é importante ficar de olho em sites que fazem listas de cupons, como TecMundo. Quem entra no nosso canal no WhatsApp ou Telegram, recebe tudo em primeira mão. Fazendo o cadastro na Decolar você também ganha um cupom de 10% de desconto para a primeira compra no aplicativo e pode ver outros códigos disponíveis, na seção Benefícios. Baixando o app você ainda tem acesso a promoções especiais e pode ganhar até R$1.500 em descontos convidando amigos para entrar na plataforma.
Como usar um cupom na Decolar?
Siga o passo a passo:
escolha uma oferta na lista no começo desta página;
clique na oferta escolhida para ser direcionado à promoção;
preste atenção na mensagem que aparece ao clicar para saber se precisa copiar um código ou se o desconto já foi aplicado no link;
selecione o que quer e, se for o caso, cole o código que copiou, no campo indicado, no final da compra.
Benefícios do Cupom de Desconto Decolar
Além de pagar menos na sua viagem, você também pode conseguir benefícios com um Cupom de Desconto Decolar, confira:
Cupom Decolar Primeira Compra
Quem clica no Cupom Decolar Primeira Compra e faz o cadastro ganha um cupom de até R$300 de desconto para pacotes de viagem.
Cupom Decolar App
Acessando o Cupom Decolar APP você pode conseguir até R$1.500 off, indicando amigos para se cadastrar na plataforma.
Cupom Desconto Decolar Mastercard
Quem paga viagens com cartão pode aproveitar a parceria entre a Decolar e a Mastercard para conseguir até 12% de desconto em hotéis e pacotes.
Cupom Visa Decolar
Os clientes Visa também têm benefícios na Decolar. Com um Cupom Visa Decolar você consegue até 10% off.
Cupom Decolar.com: veja os mais procurados
Cupom Decolar Hotel
Clicando no Cupom Decolar Hotel você encontra diárias em várias partes do Brasil e do mundo com descontos de até 50%. Economize na reserva para poder aproveitar melhor seu destino!
Cupom Decolar Pacotes
Se você quer resolver toda a sua viagem na Decolar, do voo ao hotel, passando pelas atrações turísticas, aproveite as ofertas do Cupom Decolar Pacotes e encontre opções com até 20% de desconto.
Cupom Decolar Passagem Aérea
Quem só precisa de um voo barato, deve conferir as opções do Cupom Decolar Passagem Aérea. Aproveitando uma das ofertas, você pode pagar até 15% menos para chegar ao seu destino.
Seu sonho é conhecer a terra do Mickey? No Cupom Decolar Disney você vê promoções com até R$400 de desconto em pacotes, ingressos e hotéis.
Cupom Decolar Punta Cana
Se você procura praias e resorts relaxantes, o Cupom Decolar Punta Cana pode ter o que você quer e com descontos de até 27%.
Cupom Decolar Buenos Aires
Quem está planejando uma viagem para a Argentina precisa conferir as ofertas do Cupom Decolar Buenos Aires. Dá pra conseguir até 6% off em pacotes para o país vizinho.
Promoção Decolar: melhores datas para conseguir descontos
Ao longo do ano, a Decolar lança grandes campanhas promocionais que oferecem descontos ainda maiores. Confira!
Black Friday Decolar
O Cupom Decolar Black Friday pode garantir mais de 40% off em passagens aéreas, pacotes e hotéis e com um Cupom Decolar Black Friday você ainda garante vantagens extras. Se você perder a promoção, que acontece na última sexta-feira de novembro, fique de olho na segunda-feira seguinte, quando acontece a Cyber Monday Decolar.
Semana do Consumidor Decolar
Em março, durante a Semana do Consumidor Decolar, a agência oferece cupons com descontos de até 30%.
Natal Decolar
No fim do ano, é comum encontrar campanhas especiais no Natal Decolar, com cupons de desconto em viagens para a temporada de férias.
Ano Novo Decolar
Quem deseja viajar no Réveillon também encontra promoções de Ano Novo Decolar, que incluem descontos em destinos como Rio de Janeiro, Nordeste e praias do Caribe.
Sobre a Decolar
A Decolar é a maior agência de viagens online da América Latina, oferecendo soluções completas para quem deseja viajar com praticidade e economia. No site, você pode reservar pacotes, hotéis, passagens aéreas e até cruzeiros. Além das promoções recorrentes, a marca oferece cupons de desconto exclusivos, garantindo preços ainda mais baixos.
Atenção: É necessário checar códigos e descontos diretamente nas lojas. As marcas têm autonomia para expirar ofertas e mudar porcentagens.
Quer adquirir produtos de alta tecnologia com preços reduzidos? Com um Cupom Samsung, você garante descontos incríveis em celular, tablet, notebook, lava e seca e outros dispositivos. São vários códigos de desconto, veja como pegar o seu.
Como conseguir um Cupom Samsung?
Para encontrar cupons da Samsung exclusivos é importante acompanhar sites que têm listas de cupons, como Tecmundo. Quem entra no nosso canal de ofertas no WhatsApp ou Telegram recebe tudo em primeira mão. Além disso, a própria marca divulga códigos de desconto na página de ofertas. No aplicativo, você encontra cupons com promoções específicas.
Como usar cupom na Samsung?
Quem pretende comprar smartphones Galaxy, Smart TVs, Galaxy Books, eletrodomésticos ou acessórios, como o fone Samsung e smartwatch, pode economizar utilizando um Cupom Samsung.
Para aproveitar a promoção e economizar com um Código Samsung, siga este passo a passo:
escolha a oferta que você quer na lista no começo desta página;
clique na oferta escolhida para ser direcionado à promoção;
preste atenção na mensagem que aparece ao clicar para saber se precisa copiar um código ou se o desconto já foi aplicado no link;
escolha os produtos que quer e, se for o caso, cole o código copiado no final da compra.
Benefícios do Cupom de Desconto Samsung
Além de pagar menos, você também consegue vantagens usando um Cupom de Desconto Samsung. Confira:
Cupom Samsung Primeira Compra
Novos clientes têm vantagens especiais na Samsung! Clicando no link do Cupom Samsung Primeira Compra é possível conseguir descontos em smartphones, notebooks, geladeiras, TVs e outros produtos.
Cupom Samsung Estudante
A Samsung oferece descontos especiais para quem está investindo na própria formação. Com um Cupom Samsung Estudante você economiza até 30% em diversos itens.
Cupom Frete Grátis Samsung
Durante várias campanhas promocionais da marca é possível conseguir um Cupom Frete Grátis Samsung e ficar isento da taxa de entrega.
Código Samsung: veja os mais procurados
A Samsung também oferece cupons de desconto específicos para os produtos mais procurados pelo público. É a sua chance de comprar o que quer pagando menos.
Cupom Celular Samsung
Com o Cupom Celular Samsung, você garante descontos em modelos como S24, S23, A54 e Z Flip. Tecnologia inovadora na palma da sua mão com um preço irresistível.
Cupom Samsung Tablet
Renove seu equipamento para trabalho ou estudo com o Cupom Samsung Tablet. Obtenha descontos de mais de 30% em modelos como Galaxy Tab ou Tab A9, perfeitos para produtividade e entretenimento.
Cupom Samsung Notebook
Seja para tarefas profissionais ou lazer, os notebooks Samsung entregam performance e estilo. Com o Cupom Samsung Notebook, você economiza em modelos da linha Galaxy Book.
Cupom Samsung TV
Transforme sua sala em uma experiência cinematográfica! Com o Cupom Samsung TV, você aproveita até 33% de desconto em Smart TVs de altíssima qualidade, como QLED 4K e OLED.
Promoção Samsung: melhores datas para conseguir descontos
Black Friday Samsung
A Black Friday Samsung é o momento ideal para quem busca preços imbatíveis. Em 2026, a promoção acontece no dia 27 de novembro e você vai encontrar descontos de até 80% em celular Samsung, Samsung TV, ar condicionado Samsung, smartwatch Samsung e muito mais. Use um Cupom Samsung Black Friday para ter uma economia ainda maior e fique atento às ofertas antecipadas promovidas pela marca, além de aproveitar os descontos da Cyber Monday Samsung, na segunda-feira seguinte.
Galaxy Unpacked
Para aqueles que estão sempre em busca de novidades, o Galaxy Unpacked da Samsung é uma boa oportunidade! Além de apresentar os lançamentos da marca, o evento global também garante descontos e bônus exclusivos de até R$2.000 na pré-venda ou reserva de eletrônicos.
Dia das Mães Samsung
Tem presente com desconto no Cupom Dia das Mães Samsung. A marca costuma oferecer preços diferenciados e abater até 40% do valor de vários produtos, facilitando a vida de quem quer encontrar uma forma de retribuir um pouco do carinho recebido ao longo da vida.
Dia dos Namorados Samsung
Para facilitar a vida dos casais apaixonados, a Promoção Samsung Dia dos Namorados oferece descontos de até 50%. É o incentivo que faltava para você ajudar o seu amor a trocar de telefone ou a ter aquele smartwatch desejado.
Dia dos Pais Samsung
Tem descontos em celular, TV, relógios e muito mais para quem quer presentear os pais com um item Samsung. Usando um Cupom Samsung Dia dos Pais você paga até 60% menos.
Natal Samsung
No fim do ano, a Samsung ainda dá mais uma oportunidade de você comprar o que precisa com desconto. No Natal Samsung os descontos chegam a 50%.
Sobre a Samsung
A Samsung é uma gigante global conhecida pela inovação e excelência. De notebooks aos smartphones Galaxy, de smart tvs aos tablets, seus produtos são sinônimo de tecnologia avançada, design sofisticado e desempenho incomparável. Seja para trabalho, estudo ou lazer, a Samsung oferece soluções completas e acessíveis.
Atenção: é necessário checar códigos e descontos anunciados aqui diretamente nas lojas. As marcas têm autonomia para expirar cupons, ofertas e mudar porcentagens a qualquer momento.
Se você está buscando um Cupom KaBuM para economizar em PC Gamer, cadeira gamer, SSD, monitor e outros itens, está no lugar certo! São diversas ofertas e códigos de cupons, como APPNINJA, que dá 10% off para quem compra neste link. Veja como pegar os melhores descontos.
Como conseguir um Cupom KaBuM?
Para conseguir um cupom do KaBuM exclusivo é importante ficar de olho em sites que fazem listas de cupons, comoTecMundo, e têm canais de ofertas no WhatsApp, Telegram ou Instagram. Você também encontra dezenas de promoções todos os dias no próprio site, na página de cupons KaBuM. Outra maneira de saber sobre os cupons mais recentes é seguir o Instagram oficial da marca ou se cadastrar na newsletter para receber as promoções por e-mail.
Como usar cupom no KaBuM?
Usar um Cupom no Kabum é mais fácil do que você imagina! Basta conferir a lista de ofertas no começo desta página e clicar na desejada para ser direcionado à promoção.
Mas atenção, confira a mensagem que aparece quando clica para saber se precisa copiar um código ou se o desconto já foi aplicado no link.
Por fim, escolha eletrônicos, periféricos ou demais produtos que desejar e, se for o caso, cole o código copiado no campo indicado, no final da compra.
Benefícios do Cupom de Desconto KaBuM
Além de ter acesso a promoções e cupons incríveis com até 85% de desconto, você também pode conseguir benefícios usando um cupom de desconto KaBuM. Confira:
Cupom Kabum Primeira Compra
Quem compra pela primeira vez no KaBuM tem 5% de desconto em todo site. É só clicar no Cupom Kabum Primeira Compra, escolher o que você quer e digitar o código TONOKABUM no carrinho.
Cupom KaBuM Frete Grátis
Você encontra diversos itens com entrega gratuita no link do Cupom Kabum Frete GRÁTIS. Receba sua compra em casa, sem pagar nada a mais por isso, aproveitando a lista exclusiva preparada pelo e-commerce.
Cupom KaBuM App
Para quem quer ofertas exclusivas, o Cupom KaBuM App tem promoções sob medida. Cliente Prime Ninja paga 10% menos em celular, TV e outros itens digitando, clicando no link e digitando o código APPNINJA no final da compra.
Código de Desconto KaBuM: veja os mais procurados
Você também encontra códigos de desconto KaBuM para alguns dos produtos mais desejados, como processador, monitor e mais:
Cupom KaBuM Placa de Vídeo
Quer melhorar a imagem do seu computador? No Cupom KaBuM Placa de Vídeo tem opções com mais de 58% de desconto.
Cupom KaBuM Monitor
Acesse o link do Cupom KaBuM Monitor para levar para casa monitor gamer, Full HD e de marcas consagradas como LG e Samsung. São descontos de até 64%.
Cupom KaBuM Processador
Quer pagar a metade do preço no processador novo? Então, entre no Cupom KaBuM Processador e veja opções como processador AMD e processador Intel com descontos de até 67%.
Promoção KaBuM: melhores datas para conseguir descontos
Confira as liquidações com os melhores descontos oferecidos pelo KaBuM durante o ano e já anote na agenda para não perder a chance de economizar.
Black Friday KaBuM
A Black Friday KaBuM 2026 é no dia 27 de novembro e os descontos podem passar de 80% usando um Cupom KaBuM Black Friday. Fique de olho na nossa página para não perder ofertas antecipadas e nem a promoção prorrogada, que normalmente acontece na segunda-feira seguinte, na Cyber Monday Kabum.
Semana do Consumidor KaBuM
A Semana do Consumidor KaBuM geralmente acontece sete dias antes antes ou depois do dia 15 de março, Dia do Consumidor no Brasil. Essa é a oportunidade ideal para você pagar até 70% menos nos produtos mais desejados do mercado.
Natal KaBuM
No último mês do ano, tem promoção em dobro. Além das ofertas do 12.12, você pode aproveitar os descontos de até 75% do Natal KaBuM e com um Cupom KaBuM Natal você ainda consegue 10% adicionais.
Sobre o KaBuM!
KaBuM! é o maior e-commerce de tecnologia e games da América Latina e faz parte do grupo Magazine Luiza. A marca vende produtos como hardware, notebook, gabinete, jogos, consoles, celular e tem diversas ofertas, cupons de desconto e vantagens para os clientes.
Atenção: é necessário checar códigos e descontos diretamente nas lojas. As marcas têm autonomia para expirar ofertas e mudar porcentagens.
Está procurando um Cupom Mercado Livre para pagar menos na sua compra? Então, veio ao lugar certo! Além de aproveitar a entrega rápida e a variedade de produtos, você pode economizar muito com um dos códigos promocionais do Mercado Livre. Descubra como conseguir o seu.
Como conseguir um Cupom Mercado Livre?
Para ter acesso a um cupom do Mercado Livre exclusivo, fique de olho em sites que têm listas de cupons, como Tecmundo, e canais de ofertas no WhatsApp ou Telegram. Quem entra no nosso canal recebe, em primeira mão, códigos exclusivos. Na própria plataforma, na página de cupons Mercado Livre, você também consegue ver códigos ativos. No aplicativo, há promoções especiais e a marca ainda tem um destaque só para cupons no Instagram.
Como usar cupom no Mercado Livre?
Quem deseja economizar na compra de eletrônicos, itens para casa, moda e milhares de outros produtos pode aproveitar um Cupom Mercado Livre.
clique na oferta que você quer, no começo desta página, para ser direcionado à promoção;
preste atenção na mensagem que aparece ao clicar para saber se precisa copiar um código ou se o desconto já foi aplicado no link;
escolha os produtos que deseja comprar e, se for o caso, cole o código copiado no campo indicado, no final da compra.
Benefícios do Cupom de Desconto Mercado Livre
Além de garantir redução nos preços, os cupons de desconto do Mercado Livre tem uma série de vantagens para os clientes, olha só:
Cupom Frete Grátis Mercado Livre
O Mercado Livre conta com o Mercado Envios, um serviço próprio de logística, por isso consegue oferecer uma série de opções para quem não quer ter que pagar pela entrega. No link do Cupom Frete Grátis Mercado Livre, o cliente garante isenção da taxa em compras acima de R$ 79. Já com o Cupom Méli Mercado Livre, assinantes do programa de benefícios Meli+ têm frete gratuito em várias listas.
Cupom Mercado Livre Primeira Compra
Novos usuários conseguem descontos especiais com um Cupom Mercado Livre Primeira Compra. O Cupom APP Mercado Livre também oferece vantagens para quem compra pela primeira vez no aplicativo.
Código de Cupom Mercado Livre: veja os mais procurados
Está procurando descontos em itens específicos? Então fique atento aos cupons e ofertas que o Mercado Livre criou para as mercadorias mais procuradas.
Cupom Mercado Livre Celular
Tem aparelhos com até 71% off no link do Cupom Mercado Livre Celular . Aproveite para trocar seu iPhone, levar Motorola, Xiaomi ou outras marcas com os menores preços. E se é você é fã da linha Galaxy, economize com um Cupom Samsung Mercado Livre.
Cupom Supermercado Mercado Livre
Quer fazer a compra do mês com economia? Então acompanhe as ofertas do Cupom Mercado Livre Mercado. Tem itens com mais de 58% off e entrega em 24h.
Cupom Mercado Livre Notebook
Samsung Galaxy Book, Acer Aspire, Lenovo Gamer e muito mais! Você pode trocar seu computador por um novinho com até 79% off, veja os descontos do Cupom Mercado Livre Notebook.
Promoção Mercado Livre: melhores datas para conseguir descontos
Black Friday Mercado Livre
A maior promoção do site, acontece no dia 27 de novembro, em 2026. A Black Friday Mercado Livre tem descontos de mais de 80%. É a chance perfeita para quem quer suplementos, eletrônicos, móveis ou itens de Informática mais baratos e com um Cupom Mercado Livre Black Friday você consegue vantagens ainda mais especiais. Fique ligado porque as ofertas costumam se estender até a segunda-feira seguinte na Cyber Monday Mercado Livre.
Dia do Consumidor Mercado Livre
Uma das primeiras promoções do ano no Mercado Livre é a do Dia do Consumidor. Até uma semana antes ou depois de 15 de março você aproveita descontos em itens como iPhone, creatina, guarda-roupa e armário de cozinha.
Dia das Mães Mercado Livre
Outra data que é celebrada com descontos no Mercado Livre é o Dia das Mães. Usando o Cupom Dia das Mães Mercado Livre você pode pagar até a metade do preço no presente que escolher para uma das pessoas mais importantes da sua vida.
Dia dos Namorados Mercado Livre
Encontre o presente ideal para o seu par perfeito com descontos de até 60% na promoção Dia dos Namorados Mercado Livre. Você pode pagar ainda menos com um Cupom Mercado Livre Dia dos Namorados.
Dia dos Pais Mercado Livre
Compre ferramentas, celular, fone de ouvido, instrumentos musicais e muito mais para presentear o paizão. Aproveite os descontos de mais de 60% do Cupom Mercado Livre Dia dos Pais e economize.
Natal Mercado Livre
Aproveite descontos de até 70% para zerar a sua lista de presentes. No final do ano a plataforma tem vários produtos em oferta, inclusive itens de decoração que ficam ainda mais baratos com um código de desconto. Use o Cupom Mercado Livre Árvore de Natal para comprar a sua e o Cupom Mercado Livre Natal para aproveitar outros descontos.
Sobre o Mercado Livre
O Mercado Livre tem mais de 80 milhões de usuários e é uma das maiores plataformas de comércio online da América Latina. Além de oferecer entregas rápidas, que podem ser feitas até no mesmo dia, o site se destaca pela grande variedade de produtos como celular, Bebê Reborn, ventilador, capacete, geladeira e guarda-roupa.
Atenção: é necessário checar códigos e descontos anunciados aqui diretamente nas lojas. As marcas têm autonomia para expirar cupons, ofertas e mudar porcentagens a qualquer momento.
Um dos animes e mangás mais famosos do mundo, Naruto vai seguir o exemplo de contemporâneos como One Piece e também vai ganhar uma versão live action. E, conforme a Lionsgate avança na pré-produção do longa, ela iniciou uma campanha global para tentar encontrar seus três protagonistas.
Em um anúncio no site oficial da série, a empresa afirmou que está concentrada em encontrar os nomes certos para dar vida a Naruto, Sasuke e Sakura, os membros do Time 7. O processo vai ser comandado pelo diretor Destin Daniel Cretton, conforme ele encerra seus trabalhos na divulgação de Homem-Aranha: Um Novo Dia.
O que esperar do live action de Naruto?
Poucos detalhes sobre o live action de Naruto são conhecidos até o momento. (Imagem: Divulgação/Shueisha)
Segundo Cretton, a obra assinada por Masashi Kishimoto inspirou várias gerações e é uma honra ter sido o escolhido para dirigir sua adaptação live action. “Estou muito empolgado para dar início a essa busca global de elenco para o nosso Time 7 e para dar vida ao universo incrível de Naruto!”, afirmou.
No entanto, até o momento a Lionsgate não forneceu maiores detalhes públicos sobre o processo;
De forma semelhante, o filme, anunciado em fevereiro de 2024, segue sem uma data de estreia;
A expectativa é que a adaptação de Naruto vai seguir a história geral dos primeiros arcos do anime e mangá;
Assim, seu elenco principal deve ser formado por jovens atores e, possivelmente, por nomes ainda desconhecidos do público em geral.
Também no site oficial de Naruto, o criador da série, Kishimoto, afirmou que está “testemunhando um milagre” ao ver sua obra chegar a Hollywood. “Eu ainda não consigo acreditar! Se tantos milagres se uniram, vamos esperar por mais deles. Estou ansioso para os encontros milagrosos que vão nos trazer atores extraordinários e apaixonados! Mal posso esperar para conhecer meus personagens no filme!”.
Hollywood quer adaptar Naruto há mais de uma década
Conforme lembra a Variety, o projeto da Lionsgate é somente a tentativa mais recente de fazer uma adaptação de Naruto nos moldes de Hollywood. A primeira delas aconteceu em 2014, quando o estúdio chegou a anunciar Michael Gracey, de O Rei do Show, como o responsável pelo projeto.
Hollywood está tentando adaptar o anime há mais de 10 anos. (Imagem: Divulgação/Shueisha)
Iniciada em 1999 e encerrada em 2014, a série de Kishimoto se firmou como uma das histórias de ação e aventura mais famosas das últimas décadas. Sua obra original foi publicada em mais de 60 países (incluindo o Brasil) e rendeu 250 milhões de volumes impressos — e ela continua em Boruto, que até hoje se mantém bastante popular.
A adaptação live action de Naruto é produzida por Avi Arad, Ari Arad e Emmy Yu, da Arad Productions, junto com Jeremy Latchem. Além de assumir o papel de diretor, Cretton também trabalha como um dos produtores junto com Jeyun Munford, ambos representados pela companha Hisako.
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Task Bar Hero se tornou um dos maiores fenômenos recentes da Steam ao combinar mecânicas idle, distribuição gratuita e a possibilidade de vender itens no Mercado da Comunidade para obter créditos na plataforma. Apesar do sucesso, o jogo também passou a ser alvo de polêmicas envolvendo bots e banimentos considerados injustos por parte da comunidade.
Lançado em maio deste ano, o título da Nugem Studio vem acumulando números expressivos de jogadores simultâneos e já figura entre os games mais populares da Steam. Ao mesmo tempo, reclamações sobre o sistema antitrapaça e problemas técnicos têm gerado avaliações mistas na plataforma.
Enquanto os desenvolvedores seguem implementando atualizações para conter abusos e melhorar os servidores, parte dos jogadores questiona as medidas adotadas e relata punições indevidas. Entenda abaixo por que o jogo virou sucesso — e também motivo de controvérsia.
Conheça Task Bar Hero, game idle gratuito que vem sendo um sucesso na Steam
Task Bar Hero é um RPG idle gratuito que roda diretamente na barra de tarefas do computador. Enquanto permanece aberto em segundo plano, pequenos heróis em pixel evoluem automaticamente, coletando equipamentos e recursos que podem ser administrados pelo jogador ao longo da partida.
O jogo chamou atenção por crescer rapidamente na Steam. Segundo o SteamDB, o título alcançou a marca de aproximadamente 546 mil jogadores simultâneos, superando nomes consolidados como Path of Exile 2, Apex Legends e Marvel Rivals — e ficando atrás apenas de gigantes como Counter-Strike 2, PUBG e Dota 2.
Parte desse sucesso está ligada ao sistema de itens colecionáveis. Alguns equipamentos obtidos durante a jogatina podem ser negociados no Mercado da Comunidade da Steam, permitindo que os usuários consigam créditos para gastar na própria plataforma.
Essa mecânica acabou atraindo tanto jogadores interessados no gameplay quanto pessoas em busca de obter itens com valor comercial, impulsionando ainda mais a popularidade do projeto.
Cheio de sucesso, mas também cheio de controvérsias
Ao mesmo tempo em que cresce em popularidade, Task Bar Hero também enfrenta críticas da comunidade. Uma das principais preocupações envolve a quantidade de dados coletados pelo jogo, que foi ampliada recentemente como parte das medidas para combater programas de trapaça.
As mudanças, porém, também geraram reclamações de jogadores que afirmam ter recebido punições sem utilizar cheats. Em fóruns e redes sociais, alguns usuários relatam que seus perfis da Steam foram marcados por supostas infrações mesmo alegando nunca terem burlado as regras.
Outro ponto bastante criticado são os bugs e problemas de servidores. Atualmente, o jogo possui avaliações mistas na Steam, com diversos relatos de perda de progresso e itens após atualizações destinadas a reforçar o sistema antitrapaça.
Também surgiram relatos de jogadores afirmando que o sistema pode aplicar punições ao detectar outros programas em execução no computador. Em uma discussão no Reddit, um usuário resumiu a situação dizendo: "Um idle game que te bane por rodar outro jogo... RIP".
Desenvolvedores baniram diversas contas do jogo
Diante da repercussão, a Nugem Studio confirmou que realizou uma série de banimentos contra contas identificadas utilizando cheats e outros programas não autorizados para obter vantagens dentro de Task Bar Hero.
Em comunicado recente, a equipe reconheceu que o crescimento acelerado do jogo trouxe desafios técnicos e pediu desculpas pelos problemas enfrentados pela comunidade.
Os desenvolvedores afirmaram que novas atualizações incluem correções de bugs, mudanças no Steam Market, coleta adicional de dados para identificar trapaças e ajustes nos Termos de Serviço.
Apesar das medidas, parte da comunidade segue questionando a eficácia do sistema antitrapaça — enquanto os desenvolvedores continuam trabalhando para reduzir fraudes sem prejudicar jogadores que estão, de fato, se divertindo no game.
E você, já conhecia Task Bar Hero? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel se pretende testar o fenômeno da Steam!
A plataforma Steam, da Valve, recebe centenas de novos jogos semanalmente e pode ser difícil dar conta de tudo que fica disponível para jogar. Só na última semana, segundo o SteamDB, a loja recebeu mais de 495 lançamentos de gêneros e escopos variados. Entre esses títulos, muitos são totalmente gratuitos para resgatar, baixar e curtir no seu ritmo — e costuma ter muita coisa interessante para descobrir!
Como já é de praxe, o Voxel foi a fundo nos lançamentos do Steam e separou uma lista com jogos gratuitos mais interessantes para você conhecer, baixar e se divertir sem precisar gastar um centavo sequer. Esta semana traz opções para quem busca jogos de RPG por turnos, FPS inspirado por clássicos como Half-Life e muito mais. Confira:
Bardo
Bardo é um jogo de blefe e dedução social em que até seis jogadores precisam jogar cinco dados em segredo, adivinhando ao fim quantos de uma mesma face têm na mesa ao fim da rodada. Quem adivinhar errado, perde um dado. O vencedor é definido quando sobrar apenas uma pessoa com dados. Também é possível personalizar as salas com regras malucas.
Com vibe de FPS das antigas, Syndeo-Complex é um jogo de ação e tiro em primeira pessoa em que os jogadores visitam cinco níveis em um mundo interconectado — cada um com seus respectivos inimigos, chefes, armas e mecânicas. Em termos de gameplay e estética, o jogo busca inspiração em clássicos como Half-Life e DOOM, então vale dar uma conferida.
Descrito como um jogo de ação furtiva narrativo, NAOS-01: The Quiet Sector colocará o jogador para se esgueirar por bases adversárias, repletas de tropas inimigas em um mundo futurista e tecnológico. Navegue pelas sombras, evite ser encontrado e envie sinais para os seus aliados que estão a caminho.
Sisyphus's Worst Day (again) é um carismático jogo de quebra-cabeças inspirado na mitologia grega — mais especificamente o mito de Sísifo, o mortal que enganou a morte e foi condenado a empurrar uma pedra gigantesca até o topo de uma montanha. O jogo brinca com esse conceito, colocando o jogador para equipar armadilhas e manipular o cenário isométrico de diferentes maneiras para evitar que Sísifo alcance seu objetivo.
Legends of Starkadia é um carismático RPG por turnos que traz exploração e comandos ritmados para atacar ou se defender. O jogo promete uma história rica e imersiva, além de um elenco de heróis improváveis com suas respectivas habilidades e atributos. No momento, o jogo ainda está em desenvolvimento, mas já garante algumas horas de jogatina para quem quiser conhecer.
E aí, curtiu a lista de jogos grátis do Steam nesta semana? Pretende baixar algum deles para testar? Deixe seus comentários nas redes sociais do Voxel e fique de olho no site para mais recomendações!
Apesar de ainda ser uma das forças dominantes do mundo do streaming, a Netflix acredita que corre risco de perder relevância caso siga seu modelo atual. Assim, a empresa está planejando um maior investimento em programas ao vivo e em oferecer pacotes agregados a outros serviços para manter seu crescimento.
Segundo o Wall Street Journal, essas são algumas das conclusões que a corporação chegou após ver muitas de suas séries originais perdendo prestígio. E, caso seus novos planos deem frutos, o serviço pode passar a ficar mais próximo do modelo de TV linear que ajudou a destruir em um passado recente.
Netflix busca por novos meios de engajar o público
A aposta da Netflix em conteúdo original não está trazendo o mesmo sucesso do passado. (Imagem: Divulgação/Netflix)
A aposta intensificada em conteúdos ao vivo faz sentido, dado que a Netflix já teve grande sucesso com alguns dos eventos esportivos que promoveu no passado. Segundo o Wall Street Journal, a empresa pretende ir além deles e oferecer uma programação mais completa e que estimula o engajamento contínuo do público.
O streaming também pretende seguir os passos da Prime Video e oferecer assinaturas adicionais a seu serviço básico;
Assim, a Netflix pode se unir a concorrentes como Peacock ou Apple TV para oferecer acesso a conteúdos por preços mais acessíveis;
A decisão acontece em um momento no qual séries como Avatar, One Piece e As Quatro Estações registraram um declínio de audiência em suas temporadas mais recentes;
A empresa também planeja reforçar sua parceira com produtores de podcasts e criadores de mídias sociais para expandir seu público.
A aposta em programação ao vivo também deve permitir à Netflix aumentar suas receitas publicitárias, que têm sido um de seus maiores focos em anos recentes. Ao mesmo tempo, a companhia está ciente de que, se perder a atenção do público, não vai demorar muito tempo até que isso também resulte em cancelamentos de assinaturas, inclusive entre seu patamar mais acessível.
Como vão funcionar os canais ao vivo da Netflix?
Apesar de os canais ao vivo fazerem parte dos planos futuros da Netflix, até o momento não há detalhes sobre como eles vão funcionar. No entanto, exemplos de outros streamings mostram que a plataforma pode reaproveitar alguns conteúdos já presentes em seu catálogo no novo formato.
A Netflix pode reaproveitar algumas de suas séries mais famosas em um novo formato. (Imagem: Divulgação/Netflix)
O Peacock, por exemplo, traz uma programação ao vivo formada por episódios aleatórios de suas séries mais famosas, bem como por alguns documentários que também estão em seu catálogo. E, com isso, ele consegue restringir custos e oferecer uma alternativa para o público que não quer perder tempo pensando no que assistir em seguida.
Enquanto a Netflix pode seguir o mesmo caminho, ela também deve se beneficiar de alguns acordos recentes. A companhia anunciou há poucas semanas um acordo com a Condé Nast que vai permitir a ela adicionar podcasts da Vox Media e conteúdos originais do Buzzfeed a seu catálogo — e esses programas se adequariam muito bem à sua nova aposta em um formato mais linear.
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Assassin's Creed Black Flag Resynced já está disponível para PC e consoles, trazendo uma versão totalmente modernizada da aventura de Edward Kenway para a nova geração. Em entrevista ao Voxel, o dublador Márcio Kieling, voz de Woodes Rogers no jogo original e também no remake, comentou como foi retornar ao personagem após mais de uma década.
Segundo Kieling, revisitar o papel foi uma experiência especial tanto pelo carinho dos fãs quanto pela oportunidade de trabalhar novamente com um personagem marcante da franquia. O ator também destacou que a nova versão preserva a essência da dublagem original.
Além de falar sobre o processo de redublagem, o ator também explicou as diferenças entre atuar em games e produções para cinema e televisão — além de deixar um recado para quem pretende embarcar novamente pelos mares do Caribe.
Linhas de diálogo do remake são bem parecidas com o original — e isso facilitou o processo de redublagem
Márcio Kieling contou ao Voxel que ficou surpreso ao descobrir o tamanho da comunidade que acompanha Assassin's Creed Black Flag. "Como ator e dublador, é muito gratificante perceber que um personagem continua vivo na memória das pessoas. Eu não sabia que o jogo tinha tantos fãs", afirmou.
O retorno ao personagem, no entanto, também trouxe desafios. Segundo ele, o longo intervalo entre as gravações exigiu um período de adaptação para reencontrar a interpretação original.
"O bom é que eu tinha a referência da intonação do personagem em inglês, isso facilita o processo", explicou. Kieling também destacou que "as falas foram fiéis ao original", o que tornou a experiência mais natural durante as gravações.
Para o ator, participar novamente do projeto foi motivo de orgulho. "Ter a oportunidade de revisitar esse projeto é algo que me deixa muito feliz e honrado", completou.
Dublagem de games é muito diferente do trabalho feito em filmes e séries
Durante a entrevista, Márcio Kieling também comentou as diferenças entre dublar um jogo e atuar em filmes ou séries de televisão. Parece um trabalho muito parecido, não é mesmo? Mas o ator garantiu que há muitas diferenças entre eles.
Segundo Kieling, o processo em games costuma ser mais direcionado pelos estúdios. "Na dublagem a gente fica mais 'engessado' por conta de ter um guia, uma referência do que eles querem para a personagem", explicou.
Já nas grandes produções para TV e cinema, o dublador afirma que tem muito mais liberdade criativa para atuar. "Na atuação em filmes e televisão nós temos um pouco mais de liberdade para a criação", concluiu.
Assassin's Creed Black Flag Resynced já está disponível e dublador faz o convite
Com o remake já disponível para PS5, Xbox Series X|S e PC, Márcio Kieling aproveitou para deixar um convite aos fãs da franquia que pretendem revisitar a aventura de Edward Kenway pelos mares caribenhos.
"Só digo uma coisa: se preparem porque o jogo tá bem legal e emocionante. Fora o nível de qualidade das imagens, que estão incríveis!", concluiu o dublador de Woodes Rogers.
E você, já está explorando os mares do Caribe em Assassin's Creed Black Flag Resynced? O que está achando da experiência? Conte para o Voxel nas redes sociais!
Como forma de expandir sua base de usuários, a Disney+ pode ganhar em breve um patamar de assinatura totalmente gratuito. Com isso, os administradores do streaming acreditam que vão ser capazes de atrair o público para seus conteúdos originais e tirar um pouco da atenção do YouTube.
Segundo o Business Insider, no momento o novo patamar ainda está sendo discutido pelos administradores da plataforma. Assim, não há uma previsão de quando a nova opção deve chegar aos consumidores, tampouco informações sobre quais séries e filmes seriam disponibilizados dessa forma.
Disney+ estuda mudança radical para conquistar o público
A Disney+ é considerada como um dos streamings mais caros do Brasil. (Imagem: Divulgação/Disney+)
As discussões sobre um patamar gratuito para o Disney+ acontecem em um momento no qual concorrentes também estudam mudanças em seus formatos. A Netflix, por exemplo, planeja apostar mais em conteúdos ao vivo como uma forma de melhorar suas métricas de engajamento, que estão em queda.
No Brasil, o Disney+ é considerado como um dos streamings mais caros, mesmo em seu patamar com anúncios;
A assinatura mais básica custa R$ 29,90 mensais, enquanto a mais completa sai por R$ 69,90 e garante acesso a todos os canais esportivos da ESPN;
Dados da Nielsen mostram que, nos Estados Unidos, elas estão crescendo em adoção e já correspondem a 18,7% do tempo que o público local dedica ao consumo de mídia.
Um dos principais motivos pelos quais o YouTube vem ganhando popularidade é o encarecimento das plataformas sob demanda. Conforme nomes como Disney+ e Netflix se consolidam e passam a cobrar mais de seus assinantes fieis, muitos deles estão preferindo abandoná-los e recorrendo a serviços como o Tubi, o Roku Channel e a PlutoTV.
Disney+ estuda estratégias para se diferenciar
Antes de cogitar a oferta de uma versão gratuita de seu streaming, o Disney+ já tentou se expandir em algumas partes do mundo com planos mais baratos, associados à exibição de anúncios publicitários. Embora a estratégia tenha funcionado em alguns lugares, o streaming é bastante criticado por ser um dos que mais interrompe sua programação com anúncios que não é possível pular.
O streaming tem grandes franquias como um de seus grandes diferenciais. (Imagem: Divulgação/Disney+)
Assim, o streaming vai ter repensar como trabalha com esse aspecto caso decida oferecer um plano totalmente gratuito. A seu favor, o serviço tem um catálogo rico de propriedades intelectuais, que incluem nomes como Star Wars, Marvel e as animações da Pixar.
A Business Insider afirma que, além de estudar o novo plano de assinatura, a plataforma também quer apostar em novos tipos de conteúdo. Entre eles estão vídeos verticais, microdramas e podcasts, bem como outros formatos populares em plataformas de mídias sociais.
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Assassin’s Creed Black Flag Resynced já está disponível para todos — e a lista de troféus e conquistas também. Com a estreia do game, muitos jogadores já podem conferir os objetivos necessários para alcançar 100% de progresso, incluindo tarefas ligadas à campanha principal, exploração e atividades secundárias espalhadas por essa grande aventura.
De acordo com as informações divulgadas, a jornada rumo à platina exige dedicação e planejamento, já que envolve não apenas concluir a história, mas também cumprir uma série de desafios específicos e coletáveis.
Entre os destaques, estão objetivos ligados a exploração do mapa, coleta de colecionáveis, missões extras e resolução de pequenos quebra-cabeças, que devem testar a consistência dos jogadores ao longo da experiência.
Black Flag Resynced tem quantos troféus?
No PlayStation 5, Assassin’s Creed Black Flag Resynced conta com 50 troféus ao todo, incluindo o troféu de platina. Já nas versões de Xbox Series X|S e PC (via Steam), o jogo possui 49 conquistas, mantendo praticamente a mesma estrutura de progressão entre as plataformas, com pequenas diferenças apenas por conta do sistema da Sony.
A lista é focada principalmente na conclusão de desafios e progresso geral, sem a presença de troféus perdíveis confirmados até o momento. Não é uma platina difícil, mas definitivamente demandará algum tempo da sua agenda.
Alguns objetivos específicos podem exigir atenção antecipada, especialmente aqueles ligados a determinadas atividades que podem não estar disponíveis após certos avanços na campanha.
Quanto tempo leva a platina de Black Flag Resynced?
Completar todos os troféus de Black Flag Resyncedpode levar entre 50 e 60 horas, segundo as estimativas iniciais. O tempo está diretamente relacionado ao tamanho do mapa, à quantidade de conteúdo secundário e à necessidade de concluir todos os desafios disponíveis no jogo.
Apesar da alta exigência, não há troféus vinculados a níveis de dificuldade, já que o título não possui opções nesse sentido. Em vez disso, o progresso depende principalmente da exploração nos mares caribenhos e na coleta de colecionáveis.
Entre os troféus mais desafiadores está o “Demônio do Caribe”, que exige destruir cinco navios lendários. No entanto, para isso você deve melhorar ao máximo o Jackdaw com Projetos Supremos e recrutar todos os oficiais para obter seus bônus.
Saiba como se preparar para a platina de Black Flag Resynced
Para conquistar a platina de Black Flag Resynced, os jogadores precisarão seguir um planejamento dividido em três etapas principais — que envolvem preparação inicial e progressão completa da campanha aliada aos desafios.
Etapa 1 — Conclua a história + troféus aleatórios baseados na sorte
A primeira etapa consiste em finalizar a campanha principal, explorando o conteúdo secundário sempre que possível. Após a “Sequência 04 – Missão 01: Esta Velha Enseada”, praticamente todo o mapa fica disponível para exploração, permitindo adiantar diversas atividades paralelas.
O principal objetivo nesse momento é começar a trabalhar nos troféus que dependem de sorte. O mais importante deles é o Diletante, que exige obter 19 Peças de Arte por meio das missões da Frota de Kenway. Para isso, o ideal é capturar ao menos cinco Brigs, conquistar Fortes e manter essas embarcações constantemente em missões de pirataria.
Outro troféu que merece atenção é o troféu Último a Sair, que depende de encontrar um raro evento de Navio em Chamas contendo uma cadeira. Como essas aparições acontecem aleatoriamente, a recomendação é verificar sempre que surgir um ícone branco no mapa durante a exploração.
Também vale aproveitar a campanha para avançar em troféus como Jogo da Forca, realizando eliminações furtivas com a corda, e Importância da Nutrição, consumindo alimentos encontrados no ambiente. Dessa forma, grande parte dos desafios será concluída naturalmente antes do fim da história.
Etapa 2 — Colete os colecionáveis
Com a campanha encerrada, todas as regiões e retratos estarão acessíveis, facilitando a busca pelos itens restantes. Esta é a etapa mais longa da platina e concentra boa parte do tempo total necessário para completar o jogo. Os itens colecionáveis necessários para os troféus são:
11 Retratos — Troféus Memória dos Meus Inimigos e Diletante
5 Oficiais — Troféu Todos a postos
8 Animais Amigáveis — Troféu Amigos dos Bichos
12 Planos Definitivos — Troféu Melhor, Impossível
57 locais (ícones "?") — Troféu Cartógrafo
41 Coleção de Arte: Obras de Arte (Coleções) — Troféu Diletante
9 Coleção de Arte: Pinturas (Coleções) — Troféu Diletante
20 Coleção de Arte: Modelos de Navios (Coleções) — Troféu Diletante
Quaisquer 18 espadas — Troféu Diletante
Quaisquer 12 pistolas — Troféu Amador
Entre os principais objetivos estão conquistar os 11 Fortes, explorar os 7 Naufrágios Subaquáticos, derrotar os 5 Navios Lendários e localizar todos os retratos, oficiais, animais amigáveis, planos definitivos e locais marcados com "?". Também será necessário reunir diversas peças da coleção de arte, modelos de navios, espadas e pistolas.
É altamente recomendado priorizar os Oficiais, já que eles liberam melhorias passivas para o Jackdaw. Em seguida, conquistar Fortes e explorar Naufrágios ajuda a acumular dinheiro suficiente para comprar as melhorias restantes da embarcação.
Outro objetivo importante é completar toda a decoração da Mansão de Grande Inagua, preenchendo praticamente todos os espaços com obras de arte, pinturas, modelos de navios, retratos, armas e outros itens colecionáveis obtidos ao longo da aventura.
Etapa 3 – Limpeza diversa pelo mapa
Por fim, após concluir todas as etapas anteriores, restará apenas finalizar os troféus pendentes. Dependendo da sorte durante a campanha, talvez ainda seja necessário obter mais Peças de Arte pela Frota de Kenway ou continuar procurando um raro Navio em Chamas com cadeira, além de concluir eventuais desafios de combate que tenham ficado para trás.
Lista de todos os troféus de Assassin’s Creed Black Flag Resynced
Abaixo você confere a lista completa com todos os troféus de Assassin’s Creed Black Flag Resynced. São muitos desafios, então boa sorte com eles!
Prêmios, Saques e Aventura! — Conquista todos os troféus abaixo para obter a Platina
Rei do Castelo — Tome todos os fortes
Memória dos meus Inimigos — Pendure todos os quadros de personagens na mansão de Grande Inagua
Diletante — Preencha todos os espaços de decoração na mansão de Grande Inagua
Governador — Restaure todos os edifícios no vilarejo de Grande Inagua
Desperdício Zero — Restaure um mapa a partir dos pedaços
Grão-mestre — Vença cada um dos diferentes jogos de taverna
Código de Conduta — Garanta a sobrevivência de todos os piratas em uma briga de rua
Entre Ladrões — Destranque um baú de contrabandista
Dá uma Força, Irmão — Conclua uma sequência de Caçada Templária
Os Sete Mares Mortais — Encontre todos os baús de tesouro em navios naufragados submersos
Silêncio! — Mate um guarda que estiver tocando um sino
Matador — Esquive-se de três investidas de um javali
O Predador Perfeito — Faça um arpoamento perfeito em um tubarão-branco
Um, Dois — Apare dois ataques de jaguatirica em sequência
Em posse — Conclua todas as atividades de um local
Jogo da Forca — Mate 10 inimigos com dardo e corda
Nevoeiro — Envolva ao menos 5 inimigos dentro de uma só bomba de fumaça
Pistoleiro — Use pistolas para matar 4 inimigos em sequência dentro de cinco segundos
Sem Saída — Mate um inimigo com uma incapacitação pela parede
Deixe-me Explicar — Após uma aparagem perfeita, faça 4 incapacitações
Exagero — Chute um inimigo ensandecido preso na fumaça para fora de um navio
A Vivaz Havana — Passeie por Havana (conclua a Memória 1 da Sequência 2)
Todos a Postos — Recrute todos os oficiais
Histeria Coletiva — Adicione um navio de cada tipo à frota de Kenway
Baixar Bandeiras — Aborde uma capitânia do comboio
Inafundável — Sobreviva ao impacto lateral de uma onda violenta
A Plenos Pulmões — Aprenda uma nova canção
Tudo o que Vai Volta... — Abalroe um brigue que tenha abalroado o seu navio
Caçando o Caçador — Derrote um Caçador de Piratas estando com o Nível de Procurado máximo
Demônio do Caribe — Derrote todos os navios lendários
Reforçado — Execute três defesas perfeitas no mar
Deem um Alô pro seu Amigão — Desbloqueie o modo de disparo secundário em uma arma do Gralha
Navio em Gala — Equipe ornamentos em cada um dos espaços cosméticos do Gralha
Artesanato de Primeira — Crie um item
Negócios e Prazer — Obtenha 50.000 Reales
Melhor, Impossível — Melhore o Jackdaw por completo
A Importância da Nutrição — Consuma 20 alimentos
Amigo dos Bichos — Interaja com todos os 7 animais amigáveis
Cacifo do Davy Jones — Nade até o ponto mais baixo do mapa
Cartógrafo — Visite todos os locais do jogo
Influência Felina — Destrua 50 vasos de plantas
Ed, o Mergulhador — Nade por um total de 1.000 m debaixo d'água (exceto em naufrágios)
Troféus secretos
Último a Sair — Sente-se em um navio em chamas
Um Maldito Pássaro — Capitaneie seu próprio navio (conclua a Sequência 2, Memória 6)
Paredes que Seguram o Vento — Se instale em um novo lar (conclua a Sequência 4, Memória 1)
Em um Mundo Sem Ouro — Testemunhe o fim de uma lenda (conclua a Sequência 8, Memória 1)
Uma Eterna Pedra — Impeça um complô templário (complete a sequência 12, memória 5)
Ressaca — Acorde em um palheiro
Derrubem o Homem — Abata todos os corpos pendurados em Long Bay
Já começou a sua jornada em Assassin’s Creed Black Flag Resynced? Conte nas redes sociais do Voxel se você pretende buscar a platina do jogo!
Responsável pela criação de Yellowstone, Taylor Sheridan assumiu com relativo sucesso um papel de supervisão na maioria dos spin-offs da série. No entanto, embora a decisão tenha funcionado na primeira temporada de Racho Dutton, ele pretende ter um envolvimento maior com o segundo ano do show.
Segundo o ScreenRant, a decisão foi resultado de alguns dos problemas de bastidores que afetaram a produção do show. E eles envolvem o criador e showrunner Chad Feehan, que acabou demitido e substituído por Benjamin Cavell antes mesmo das exibições dos primeiros episódios.
Por que Taylor Sheridan vai se envolver mais com Rancho Dutton?
O maior envolvimento de Sheridan com a segunda temporada de Rancho Dutton foi confirmado por Kelly Reilly, que interpreta Beth Dutton no show. Em uma entrevista ao The Hollywood Reporter, ela explicou que foi um desafio dar continuidade à história da personagem sem a ajuda da pessoa que criou Yellowstone.
“Conversamos com ele agora sobre o que a próxima temporada pode ser, e ele quer se envolver”, explicou a atriz;
“Então parece que conquistamos essa segunda temporada com todo o trabalho duro que fizemos antes, e é disso que mais me orgulho”, continuou;
A decisão de Sheridan de se envolver mais com Rancho Dutton é encarado pelo elenco como um sinal de que ele confia no sucesso do show;
Ela também mostra que o escritor tem grande carinho por suas obras, por mais que esteja ficando mais difícil conciliar a produção de todas elas;
Além de Rancho Dutton, Sheridan comanda The Madison, Landman e Lioness, bem como escreve os roteiros de todas elas;
Relatos de bastidores apontam que Chad Feehan tinha grandes desentendimentos com o autor e com executivos da Paramount e chegou a gritar com eles durante as gravações do show.
Ainda sem data de estreia, a Temporada 2 de Rancho Dutton deve começar com doses intensas de ação. Enquanto no capítulo final do primeiro ano os protagonistas conseguiram atrapalhar os planos de Mario Reyes (Raoul Max Trujillo), eles não impediram o vilão de raptar Carter Green (Finn Little).
A Temporada 2 de Rancho Dutton já foi confirmada pela Paramount+. (Imagem: Divulgação/Paramount+)
Assim, Beth e Rip devem começar o segundo ano do show procurando por meios de recuperar a liberdade de seu filho adotado. No entanto, até o momento a Paramount+ não revelou uma sinopse oficial, tampouco detalhes de como Everett e Beulah vão contribuir mais para a história.
Apesar dos problemas em seus bastidores, Rancho Dutton foi bem avaliada pela crítica (89% de aprovação no Rotten Tomatoes) e pelo público (83%). Assim, é normal que Sheridan queira ter um maior envolvimento com o segundo ano, especialmente se isso resultar em menores tensões em seus bastidores.
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Falta pouco para a estreia de Assassin's Creed Black Flag Resynced. O remake da Ubisoft chega na próxima quinta (09) ao PS5, Xbox Series X|S e PC, trazendo melhorias gráficas, mudanças na jogabilidade e uma novidade muito bem-vinda: A possibilidade de ter animais de estimação a bordo da Jackdaw, incluindo gatos e até um macaco.
Além da campanha de Edward Kenway totalmente modernizada, os mascotes passam a acompanhar o capitão durante a aventura pelo Caribe. A novidade é inédita na franquia e promete dar ainda mais personalidade às viagens pelos mares do jogo.
Animais de estimação são uma novidade em Black Flag Resynced
Diferentemente do Assassin's Creed Black Flag original, lançado em 2013, o remake adiciona animais de estimação como companheiros permanentes na embarcação de Edward Kenway. Até o momento, foram revelados dois bichanos e um macaco, ambos exclusivos desta nova versão.
Além disso, os mascotes podem ser personalizados visualmente e também apresentam comportamentos próprios durante a aventura. Em determinadas situações, por exemplo, o primata pode ser visto balançando nas cordas da Jackdaw durante abordagens.
Infelizmente não é possível equipar mais de um pet ao mesmo tempo e até o momento não se sabe se outros animais serão adicionados futuramente. Por enquanto, a Ubisoft revelou apenas essas duas opções de companheiros para os jogadores.
Como conseguir os pets em Assassin's Creed Black Flag Resynced?
Os animais de estimação são desbloqueados por meio dos chamados Eventos Locais, pequenas atividades espalhadas pelo Caribe que envolvem objetivos rápidos, como derrotar inimigos, encontrar objetos ou ajudar personagens encontrados durante a exploração. Confira abaixo os mascotes confirmados e suas formas de desbloqueio:
Fuligem, o Gato
Conclua o Evento Local "Sistema de Distribuição de Gatos", liberado após desbloquear o Esconderijo ao final da missão "Um Solitário Louco", na Sequência 3.
Complete o Evento Local "Negócios de Macaco", localizado em um navio no sudeste de Havana.
Tom, o pet do navio
Disponível como um dos bônus para os jogadores que adquirirem a Deluxe Edition de Assassin's Creed Black Flag Resynced.
Pets de Black Flag Resynced também podem ser equipados com itens
Depois de desbloquear um mascote, basta equipá-lo no último espaço do menu Inventário. O jogador poderá trocar de companheiro sempre que desejar, sem qualquer limitação conhecida.
Com o pet equipado, ele passa a aparecer naturalmente durante a aventura, seja na mansão de Edward, dentro da cabine da Jackdaw ou descansando próximo ao timão enquanto o navio navega pelos mares do Caribe.
Gostou da novidade? Conte para a gente nas redes sociais do Voxel se você pretende navegar os mares de Assassin's Creed Black Flag Resynced acompanhado de um pet!
Em uma semana de estreis dominada pela polêmica versão live action de Moana, o público tem à disposição uma comédia que deve chegar ao fim de 2026 como um dos melhores filmes do ano. Dirigido por Olivia Munn, que também é uma de suas estrelas, O Convite estreou com nada menos que 96% de aprovação no Rotten Tomatoes.
O que torna essa porcentagem ainda mais surpreendente é o fato de que ela não foi fruto de poucas impressões. O agregador considerou 171 reviews publicados até o momento para chegar a essa pontuação, em uma prova de que muitas pessoas de diversas partes do mundo gostaram da história.
Sobre o que é O Convite?
Além de estar sendo bastante elogiado pela crítica especializada, o longa distribuído pela A24 também está conquistando o público. Até o momento, O Convite tem 90% de aprovação dos usuários do Rotten Tomatoes. No entanto, essa porcentagem ainda está sujeita a diversas variações, conforme mais pessoas conferem sua história.
O filme é o quarto filme de Oliva Munn como diretora;
Os roteiros são assinados por Will McCormack e Rashida Jones, e a história é um remake de Sentimental, filme espanhol lançado em 2020;
A história acompanha a vida do músico Joe (Seth Rogen) e de sua esposa Angela (Wilde), cujo relacionamento passa por um momento frágil;
A convite de Angela, eles recebem em um jantar o casal Pína (Penélope Cruz) e Hawk (Edward Norton), com o qual eles tiveram um desentendimento recente — eles são os vizinhos de andar de cima que causam muito barulho durante suas atividades sexuais;
Enquanto o encontro começa de forma hostil, aos poucos as coisas começam a melhorar e resultam em uma noite inesperada.
Apesar de ser descrito como uma comédia, O Convite também traz elementos de drama e está sendo elogiado pelo desenvolvimento de personagens. Antes de chegar aos cinemas de forma discreta nesta semana, o longa já havia chamado atenção em festivais como Sundance.
O que a crítica diz sobre O Convite?
Entre aqueles que elogiaram O Convite está o Seattle Times, que afirmou que o público pode não querer convidar nenhum personagem para um jantar em casa, mas vai gostar de vê-los nos cinemas. O Financial Times também elogiou o longa, dando destaque para a atuação de Seth Rogen.
O Convite é um dos filmes mais elogiados de 2026. (Imagem: Divulgação/A24)
Já o Austin Chronicle afirma que todos os atores estão muito bem em seus papéis, e nunca escondem o fato de que a situação de Joe e Angela é amarga. O veículo também elogia a trilha sonora de Devonté Hynes, que dá o tom certo para as situações trágicas mostradas em tela.
Enquanto o consenso sobre O Convite é positivo, também existem alguns poucos críticos que não gostaram dele totalmente. Esse foi o caso do MovieWeb, que diz que o escopo temático do filme é frustrante, e do Pajiba, que afirma que, em certo ponto, a história só faz o público se questionar qual declaração horrível Joe está se preparando para fazer.
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A campanha internacional Stop Killing Games, que visa evitar que jogos sejam apagados pelas suas desenvolvedoras, ganhou um novo capítulo no Brasil. A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) apresentou na quinta-feira (9) o Projeto de Lei 3612/2026, que busca estabelecer regras para proteger consumidores de jogos eletrônicos e criar mecanismos para preservar títulos que dependem de servidores online para funcionar.
A proposta foi protocolada na Câmara dos Deputados e pretende complementar o Marco Legal para a Indústria de Jogos Eletrônicos, aprovado em 2024. Entre as medidas previstas estão obrigações para desenvolvedoras e distribuidoras quando decidirem encerrar os serviços de um jogo, além da criação de diretrizes voltadas à preservação do patrimônio cultural digital brasileiro.
Nas redes sociais, Jandira afirmou que a iniciativa foi inspirada diretamente pelo movimento Stop Killing Games. "Milhões de pessoas no mundo se mobilizaram para lutar pelo direito de continuar jogando os jogos que compraram e conviver com a comunidade que construíram. Agora, eu e o Márcio Filho trazemos essa luta ao Brasil", escreveu a parlamentar.
Projeto quer impedir que jogos deixem de funcionar após desligamento de servidores
O principal objetivo do PL 3612/2026 é impedir que consumidores percam completamente o acesso a jogos adquiridos quando editoras decidirem desligar seus servidores. O projeto traz diretrizes similares ao Stop Killing Games, que viralizou online e rendeu um movimento na Europa, mas não virou lei.
O texto brasileiro define que empresas deverão informar de forma clara, já na comercialização, se um jogo depende de conexão com servidores próprios para funcionar, inclusive no modo single-player. Além disso, também precisarão indicar qual será o prazo mínimo de suporte oferecido, que não poderá ser inferior a dois anos desde o lançamento no mercado brasileiro, salvo exceções previstas na proposta.
Deputada federal Jandira Feghali, autora do projeto.
Caso uma companhia decida encerrar os serviços de um jogo dependente de servidores, ela deverá avisar os consumidores com pelo menos 180 dias de antecedência. A comunicação deverá ocorrer dentro do próprio jogo, nas plataformas digitais onde ele é vendido, nos canais oficiais da empresa e, quando possível, por e-mail.
Depois do encerramento dos servidores, o projeto determina que a empresa deverá adotar pelo menos uma medida para preservar o acesso ao produto. Entre as alternativas previstas estão:
Disponibilizar uma atualização que permita jogar offline.
Liberar ferramentas para que comunidades possam manter servidores próprios
Reembolsar os consumidores de forma proporcional ao tempo de uso do jogo.
A proposta também estabelece que jogos comercializados no Brasil não poderão se tornar inutilizáveis após o encerramento oficial dos serviços sem que uma dessas alternativas seja oferecida. A regra, no entanto, não se aplicaria a jogos disponibilizados exclusivamente por assinatura contínua, títulos totalmente gratuitos ou games que já funcionem integralmente offline desde sua origem.
Servidores comunitários também fazem parte da proposta
Um dos pontos que mais dialoga com o movimento Stop Killing Games é a autorização para funcionamento de servidores comunitários. Segundo o texto, caso a empresa deixe de manter um jogo multiplayer, jogadores e comunidades poderão operar servidores próprios para preservar o funcionamento da experiência online, desde que respeitem uma série de requisitos.
Legislação prevê que empresas podem liberar servidores comunitários para o público em jogos encerrados.
Esses servidores poderão cobrar apenas valores destinados à manutenção da infraestrutura e dos custos operacionais, com limites de arrecadação e remuneração definidos pelo projeto. Também haverá obrigação de divulgar periodicamente relatórios financeiros e manter canais públicos de comunicação com a comunidade.
Além da proteção ao consumidor, o projeto dedica um capítulo inteiro à preservação dos jogos eletrônicos como patrimônio cultural digital. O texto prevê que jogos brasileiros ou considerados relevantes para a história, cultura ou tecnologia do país poderão integrar o patrimônio cultural digital nacional.
Caberia ao IPHAN, em conjunto com outros órgãos federais, promover ações de inventário, registro e preservação dessas obras. O projeto também prevê que atividades de preservação de games, como digitalização e disponibilização pública, podem receber apoio público por meio de iniciativas como a Lei Rouanet.
A proposta também autoriza que empresas depositem cópias completas de jogos — incluindo código-fonte, componentes de servidor e documentação técnica — junto à Fundação Biblioteca Nacional ou instituições credenciadas, exclusivamente para fins de preservação, pesquisa e uso não comercial.
Projeto também prevê multas e mudanças no Código de Defesa do Consumidor
Caso uma empresa encerre os serviços de um jogo antes do prazo mínimo previsto ou descumpra as novas obrigações, o projeto prevê punições. A sugestão de lei estabelece multas que poderão chegar ao maior valor entre R$ 500 mil ou 1% do faturamento bruto obtido pelo jogo no Brasil.
Além disso, o texto altera o Código de Defesa do Consumidor para adicionar uma definição envolvendo games. O projeto de lei classifica como prática abusiva vender jogos dependentes de servidores sem informar condições ou interromper o funcionamento do produto sem oferecer uma solução técnica ou reembolso proporcional.
Os recursos arrecadados com as multas seriam destinados a um futuro Fundo Nacional de Preservação e Fomento aos Jogos Eletrônicos, que apoiaria iniciativas de preservação, produção nacional, capacitação profissional e manutenção de servidores comunitários.
Movimento Stop Killing Games ganhou força após caso de The Crew
O projeto brasileiro cita diretamente o movimento Stop Killing Games como inspiração. A campanha surgiu após a Ubisoft encerrar os servidores de The Crew, impossibilitando que jogadores continuassem acessando o game, inclusive aqueles que haviam comprado cópias físicas.
Nos últimos meses, a iniciativa ganhou grande repercussão internacional ao reunir milhões de assinaturas em diferentes países. O objetivo do movimento era pressionar empresas e governos a discutir medidas que garantam a preservação de jogos digitais e impeçam que títulos comprados pelos consumidores se tornem inutilizáveis apenas por decisão das desenvolvedoras.
Segundo a justificativa apresentada por Jandira Feghali, a proposta busca adaptar esse debate à legislação brasileira, fortalecendo tanto os direitos dos consumidores quanto as políticas de preservação da memória digital do país.
Projeto ainda precisa percorrer toda a tramitação no Congresso
Apesar da apresentação do texto, o PL 3612/2026 ainda está no início de sua tramitação e não altera imediatamente as regras para a indústria de jogos. De forma resumida, um projeto de lei passa pelas seguintes etapas antes de virar lei:
Apresentação: o texto é protocolado na Câmara dos Deputados ou no Senado.
Análise pelas comissões: o projeto é distribuído às comissões temáticas, que avaliam mérito, constitucionalidade e outros aspectos.
Votação: caso seja aprovado, segue para votação na outra Casa do Congresso, que poderá aprovar, rejeitar ou modificar o texto.
Sanção presidencial: se aprovado por Câmara e Senado, o projeto é enviado ao presidente da República, que pode sancionar ou vetar a proposta, total ou parcialmente.
Como o projeto foi apresentado na Câmara dos Deputados, ele ainda deverá passar por todas essas etapas antes que qualquer uma das medidas previstas possa entrar em vigor. Ou seja, enquanto a ideia pode movimentar as redes sociais no Brasil e no mundo, ainda existe um longo caminho para a iniciativa virar lei - como foi o caso da Lei Felca.
Lançado menos de um mês atrás, em 9 de junho, Meccha Chameleon se tornou um dos maiores fenômenos de 2026 ao alcançar a marca de 15 milhões de cópias vendidas em menos de 30 dias de disponibilidade.
O título indie aposta em uma proposta inusitada de esconde-esconde, na qual os jogadores pintam o próprio corpo para se camuflar no cenário e enganar os adversários. Desenvolvido por um único criador japonês, o game desafia os participantes a usar observação, poses e criatividade para sobreviver às partidas.
Com visual simples e foco no multiplayer, Meccha Chameleon rapidamente conquistou espaço entre os jogos mais vendidos do ano, impulsionado principalmente pela popularidade entre os streamers.
Vale a pena jogar Meccha Chameleon?
A principal proposta de Meccha Chameleon é reinventar o clássico esconde-esconde. Em vez de apenas encontrar um esconderijo, os jogadores precisam pintar seus personagens de branco e modificar a aparência para reproduzir elementos do cenário, tornando a camuflagem parte essencial da estratégia.
As partidas colocam buscadores contra escondedores em mapas variados — e, certamente, criatividade e atenção aos detalhes fazem toda a diferença. O jogo também permite criar salas públicas ou privadas, com suporte para partidas entre amigos ou desconhecidos.
Na Steam, o título acumula quase 1.500 análises "Muito Positivas". Grande parte dos elogios é direcionada à proposta criativa e às partidas divertidas, embora muitos usuários também reclamem da otimização. "Eu pedi reembolso, mas pretendo comprar novamente. O jogo está muito pouco otimizado", escreveu um jogador na plataforma.
Mesmo com essas críticas, o baixo preço ajuda a explicar parte do sucesso. Atualmente, Meccha Chameleon custa R$ 23,49 na Steam, tornando-se uma opção acessível para quem busca um multiplayer divertido e bem diferentão.
Meccha Chameleon vendeu nada menos que 15 milhões de cópias
Um dos maiores feitos do jogo foi atingir 15 milhões de unidades vendidas em menos de um mês após o lançamento. O número coloca Meccha Chameleon como o jogo mais vendido de 2026 até o momento, superando lançamentos de franquias muito mais conhecidas.
O crescimento também foi extremamente acelerado. Depois de alcançar 10 milhões de cópias no fim de junho, o título adicionou mais 5 milhões de vendas em poucos dias, consolidando um desempenho raro para uma produção independente.
Além das vendas, o game mantém uma comunidade bastante ativa, com milhares de jogadores simultâneos e atualizações frequentes publicadas pelo desenvolvedor. O criador também agradeceu o apoio da comunidade e confirmou que novidades e colaborações estão previstas para as próximas semanas.
E você, pretende experimentar Meccha Chameleon? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel se esse fenômeno indie entrou na sua lista de jogos para jogar!
A polêmica envolvendo o anúncio da Sony sobre o fim do suporte aos jogos em mídia física a partir de 2028 continua, e parece que a empresa está na expectativa de que consumidores só se acostumem com o formato digital. Por falar nisso, tem vários títulos digitais mais baratinhos entre os jogos em promoção na PS Store, que semana tem ótimos games de PS4 e PS5 com até 90% de desconto.
Entre as principais ofertas em destaque disponíveis na PS Store para você aproveitar estão títulos como Horizon Forbidden West, Assassin's Creed Odyssey, Sniper Elite 5, Overcooked! 2 e Super Meat Boy Forever, que está custando apenas R$ 2,85.
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Dez anos após fazer sucesso como uma animação 3D, Moana vai retornar aos cinemas revivido no formato live action. O filme da Disney é a principal atração de uma semana que também promete agradar aos fãs de terror com A Morte do Demônio: Em Chamas, que apresenta uma história bastante perturbadora.
Dentro do mesmo estilo, o brasileiro Herança de Nascisa acompanha uma mulher descobrindo que sua mãe escondia muitos segredos sombrios. Para compensar esse clima assustador, a comédia O Convite promete grandes reviravoltas em uma trama sobre vizinhos desconhecidos e relacionamentos em crise.
As estreias dos cinemas para o dia 9 de julho
Moana
Remake da famosa animação da Disney, o filme em live action acompanha a história da jovem Moana. Respondendo ao chamado do oceano, ela se une ao infame semideus Maui em uma aventura para além da ilha de Motunui, cujo objetivo é garantir a prosperidade de seu povo.
A Morte do Demônio: Em Chamas
Sébastien Vanicek dirige uma história perturbadora sobre uma mulher que busca pelo consolo dos sogros após perder o marido em um acidente. O que poderia ser uma narrativa dramática ganha contornos assustadores conforme os moradores da casa se transformam em criaturas agressivas vindas diretamente do inferno.
Primavera
O drama histórico acompanha a história de Cecília, uma órfã que cresceu em meio a uma instituição que também abriga a orquestra mais famosa do mundo. Uma violonista extraordinária, ela vê sua vida mudar após a chegada de um novo instrutor musical: o famoso Antonio Vivaldi.
Herança de Narcisa
O longa brasileiro apresenta Ana, uma mulher que retorna à casa na qual passou a infância após a morte de sua mãe, a ex-vedete Narcisa. Enquanto lida com a burocracia necessária para vender o imóvel, ela descobre no local itens que revelam uma herança bem diferente do que ela sequer poderia imaginar.
O Convite
Na comédia dirigida por Olivia Wilde, a atriz faz par com Seth Rogen, formando um casal cujo casamento está em crise. Para tentar contornar a situação, eles convidam para um jantar o casal de vizinhos formado por Edward Norton e Penélope Cruz, sobre o qual eles conhecem muito pouco.
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Uma entre as diversas vantagens em ser assinante do Prime é a possibilidade de resgatar mensalmente uma série de jogos gratuitos por meio do Amazon Luna (antigo Prime Gaming) — dando aos jogadores ainda mais opções para expandirem suas bibliotecas digitais. Nesta quinta-feira (09), por exemplo, teremos ainda mais adições ao catálogo de junho..
Este mês serão 12 jogos gratuitos até o dia 30 de julho. A lista é composta por jogos como CyClones, LoneStar, Symphony of War: The Nephilim Saga e muitos outros!
Como resgatar os jogos grátis do Prime Gaming?
Os jogos gratuitos do Prime Gaming estão inclusos na assinatura Amazon Prime, que também traz acesso ao Prime Video e frete grátis na loja Amazon. O serviço está disponível por valores que partem de R$ 19,90 mensais, mas é possível garantir um teste grátis de 30 dias.
Como a plataforma não exige assinatura recorrente para resgatar os jogos grátis, você pode obter todos os títulos da lista durante o teste grátis do serviço. Depois, é só cancelar a assinatura para não receber cobranças — ou seguir assinando e aproveitar todos os benefícios.
Você pode obter o teste grátis do Amazon Prime neste link criando uma conta com e-mail e cartão de crédito válido. Em seguida, vá até o site do Prime Gaming para resgatar os jogos grátis disponíveis.
Ficou interessado nos jogos gratuitos de julho do Prime Gaming? Então confira a lista completa logo abaixo!
Já disponíveis
CyClones — Resgate via GOG
LoneStar— Resgate via Epic Games Store
Symphony of War: The Nephilim Saga — Resgate via Epic Games Store
Disponíveis nesta quinta (09)
Still There — Resgate via GOG
Regular Factory: Escape Room — Resgate via GOG
Disponíveis dia 16 de julho
Poly Vita — Resgate via Legacy Games
Framed Collection — Resgate via GOG
Escape Academy — Resgate via Epic Games Store
Disponíveis dia 23 de julho
In Sound Mind — Resgate via app da Amazon Games
Mystic Academy: Escape Room — Resgate via GOG
Disponíveis dia 30 e julho
Zoria: Age of Shattering — Resgate via GOG
Weakless — Resgate via GOG
Mais detalhes sobre os jogos gratuitos de julho no Prime Gaming
A lista de jogos do Prime Gaming de julho trará algumas adições bacanas para a biblioteca. Quer saber mais sobre cada um deles? Então Confira abaixo seus respectivos trailers!
CyClones — Resgate via GOG
LoneStar — Resgate via Epic Games Store
Symphony of War: The Nephilim Saga — Resgate via Epic Games Store
Still There — Resgate via GOG
Regular Factory: Escape Room — Resgate via GOG
Poly Vita — Resgate via Legacy Games
Framed Collection — Resgate via GOG
Escape Academy — Resgate via Epic Games Store
In Sound Mind — Resgate via app da Amazon Games
Mystic Academy: Escape Room — Resgate via GOG
Zoria: Age of Shattering — Resgate via GOG
Weakless — Resgate via GOG
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Um rebanho de ovelhas inteligentes, um pastor misteriosamente assassinado e uma investigação que mistura humor, emoção e reviravoltas dignas dos melhores thrillers. Assim começa As Ovelhas Detetives, filme dirigido por Kyle Balda e escrito por Craig Mazin, o mesmo de Chernobyl, que chegou aos cinemas brasileiros em maio de 2026.
Com Hugh Jackman no papel do pastor George Hardy e Julia Louis-Dreyfus dando voz à ovelha líder Lily, a produção conquistou rapidamente o público ao combinar live-action e CGI numa pequena cidade inglesa cheia de segredos.
Baseado no romance Three Bags Full, de Leonie Swann, o longa foi aclamado desde seu lançamento por equilibrar leveza e profundidade de forma rara em filmes familiares. Mas quem assistiu até o final provavelmente ficou com uma pergunta na cabeça: afinal, quem matou George? A resposta está num dos giros de trama mais bem construídos do cinema recente.
Abaixo, saiba tudo sobre o final de As Ovelhas Detetives!
Elliot esconde um segredo perigoso em As Ovelhas Detetives
Durante grande parte do filme, um jornalista chamado Elliot Matthews aparece como aliado do policial desajeitado Tim Derry (Nicholas Braun), parecendo genuinamente interessado em ajudar a resolver o caso. Ele empurra a investigação numa direção específica: a de que Rebecca Hampstead, filha de George que retornou à cidade pouco antes da morte do pai, seria a culpada.
Só que Elliot não existe de verdade. O repórter é, na verdade, Peter Van Vuren, filho biológico de George que foi dado para adoção após a morte da mãe. Peter chegou à cidade com um único objetivo: garantir para si a herança deixada pelo pai.
George, após vender a patente de uma técnica agrícola inédita e acumular uma fortuna, havia reencontrado os filhos por meio de correspondência e decidido deixar tudo para Rebecca. Sentindo-se excluído, Peter foi até o trailer do pastor, tomou um drinque com ele e o envenenou.
Como "Elliot", Peter manteve o controle da narrativa, manipulando Tim para que o foco recaísse sobre Rebecca. O plano quase funcionou, não fosse pela intervenção das ovelhas.
Como o assassino é revelado em As Ovelhas Detetives
A protagonista Lily, a ovelha mais perspicaz do rebanho, vai acumulando pistas ao longo do filme que apontam para a verdade. No momento crucial, ela conta com a ajuda de Mimoso (dublado por Chris O'Dowd na versão original) e do chamado "cordeiro de inverno", um animal que o rebanho inteiro havia marginalizado ao longo de toda a história.
É justamente essa dupla que fornece a Tim a peça final do quebra-cabeça, permitindo que ele revele Peter como o verdadeiro assassino antes que Rebecca seja injustamente condenada.
Por que os outros suspeitos parecem tão convincentes?
O roteiro de Mazin é esperto ao construir uma galeria de suspeitos com motivos reais. Caleb, outro pastor da região, estava com o aluguel prestes a ser cancelado por George. Ham, o açougueiro local, havia fechado um acordo com Caleb para comprar as ovelhas de George e criar um negócio de costelas de cordeiro.
Beth, moradora da cidade, havia roubado uma carta endereçada a George por motivos puramente emocionais: nutria sentimentos não correspondidos pelo pastor. Já o reverendo Hillcoate carregava culpa por ter facilitado a adoção anos antes e depois se recusado a ajudar George a reencontrar os filhos.
O final de Ovelhas Detetives surpreende e emociona ao mesmo tempo (Imagem: Amazon MGM Studios).
Cada um desses personagens tem algo a esconder, o que torna o verdadeiro culpado ainda mais difícil de identificar antes da revelação final.
30 dias grátis de Amazon Prime com acesso ao Prime Video e mais!
O que o final de As Ovelhas Detetives realmente diz sobre o filme
As Ovelhas Detetives não é apenas um mistério de assassinato com ovelhas fofas. Sua camada mais profunda fala sobre luto, memória e a coragem de encarar verdades difíceis. As ovelhas têm a capacidade de simplesmente apagar memórias ruins, uma espécie de mecanismo de defesa que as protege da dor. Apenas Mimoso não possui esse dom e carrega tudo o que os outros preferem esquecer.
Lily, ao longo da investigação, é forçada a romper esse escudo. Quando Sebastian (com voz de Bryan Cranston) se sacrifica para salvá-la dos cães de Caleb, ela quase apaga a memória dele na hora. Mas aprende, com Mimoso, que guardar o luto é uma forma de amor e de respeito por quem se foi. No fim, ela dá ao cordeiro de inverno o nome George, um gesto simbólico de renovação e memória afetiva.
Rebecca, por sua vez, decide ficar na cidade e cuidar do rebanho do pai, inclusive comprando as ovelhas que Caleb e Ham haviam adquirido para o abate. O ciclo se fecha: a morte de George não é um fim, mas o começo de algo novo para quem o amava de verdade.
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Dos mares agitados da Grécia Antiga às telas de cinema do mundo inteiro: A Odisseia, novo épico de Christopher Nolan, está prestes a chegar aos cinemas brasileiros no dia 16 de julho e promete ser uma das maiores experiências cinematográficas dos últimos anos.
O filme adapta o poema épico de Homero escrito há mais de 2.700 anos, seguindo o rei grego Odisseu em sua tortuosa jornada de volta para casa após a Guerra de Troia. Sim, aquela história que você estudou no colégio ganhou um orçamento de 250 milhões de dólares e um elenco de dar inveja.
Com direção e roteiro do mesmo gênio por trás de Oppenheimer, Interestelar e A Origem, o projeto é descrito como o maior e mais desafiador da carreira de Nolan. Para quem ainda não conhece a obra original ou quer refrescar a memória antes de sentar na poltrona, preparamos um guia completo com tudo o que você precisa saber sobre A Odisseia.
Qual é a história de A Odisseia?
Para entender o filme, é preciso voltar um passo. A Odisseia se passa logo após a Guerra de Troia, um conflito brutal entre a cidade-estado de Troia e praticamente todo o resto da Grécia.
O estopim da guerra foi o rapto de Helena, considerada a mulher mais bela do mundo, pelo príncipe troiano Páris. O conflito durou dez anos e terminou com a vitória grega, graças, em grande parte, ao famoso Cavalo de Troia, uma estratégia engenhosa atribuída ao próprio Odisseu.
O poema e, consequentemente, o filme acompanham o que vem depois: mais dez anos de viagem de Odisseu tentando voltar para casa, para a ilha de Ítaca, onde sua esposa Penélope e seu filho Telêmaco o aguardam.
No caminho, ele enfrenta sereias, um Ciclope gigante chamado Polifemo, uma feiticeira que transforma seus homens em porcos, uma ninfa que o mantém preso em sua ilha e incontáveis outros perigos. Enquanto isso, em Ítaca, uma multidão de pretendentes toma conta do palácio acreditando que Odisseu está morto e tentando convencer Penélope a se casar novamente.
Nolan assina o roteiro de forma não linear, algo que seus fãs já conhecem bem, e optou por uma abordagem de "realismo tátil": os deuses não aparecem atirando raios do Monte Olimpo. Em vez disso, suas ações se manifestam por meio de fenômenos naturais, tornando o sobrenatural mais imersivo e visceral.
Para quem quer saber como essas primeiras impressões de A Odisseia foram recebidas pela crítica, a resposta é: muito bem, com palavras como "ambicioso" e "de tirar o fôlego" dominando as reações.
Quem está no elenco de A Odisseia?
O filme reúne um dos elencos mais estrelados dos últimos anos. Matt Damon interpreta Odisseu, e para o papel emagreceu até pesar 76 quilos, cortou o glúten da dieta e deixou a barba crescer por um ano inteiro, já que Nolan se recusou a usar barba postiça.
Anne Hathaway vive Penélope, a rainha de Ítaca que resiste aos pretendentes com a mesma astúcia do marido. Tom Holland é Telêmaco, o filho de Odisseu que parte em sua própria jornada para descobrir o paradeiro do pai.
Zendaya interpreta Atena, a deusa da sabedoria que protege Odisseu ao longo de toda a viagem. Charlize Theron dá vida a Calipso, a ninfa que tenta manter o herói como seu marido imortal. Lupita Nyong'o tem o papel duplo de Helena de Troia e sua irmã Clitemnestra.
Robert Pattinson vive Antínoo, o mais arrogante dos pretendentes de Penélope. Jon Bernthal é Menelau, rei de Esparta e marido traído de Helena, enquanto Benny Safdie interpreta Agamêmnon, o comandante grego.
Uma curiosidade: o rapper Travis Scott também aparece no filme como um aedo, espécie de poeta-cantor da Grécia Antiga. Nolan o escalou porque enxergou uma analogia entre a tradição oral dos poemas épicos e o rap: ambos são formas de contar histórias através da performance vocal.
Matt Damon assume o protagonismo de A Odisseia (Imagem: Universal).
Como A Odisseia foi produzido?
A Odisseia é o primeiro longa-metragem da história rodado inteiramente com câmeras de filme IMAX 70mm. Nolan chegou a desenvolver uma versão mais leve e silenciosa dessas câmeras especificamente para a produção, e foram usados mais de 600 quilômetros de película durante as filmagens.
As gravações aconteceram em sete países ao longo de 91 dias: Marrocos, Grécia, Itália, Islândia, Escócia, Saara Ocidental e Malta, além do estúdio da Universal em Los Angeles.
Para representar o submundo grego de Hades, a equipe gravou nas praias de areia preta da Islândia. Para a epopeia no mar, utilizaram o maior navio Viking moderno do mundo, o Draken Harald Hårfagre, rebatizado como embarcação grega para o filme.
A trilha sonora fica por conta de Ludwig Göransson, o mesmo compositor de Oppenheimer e Tenet, que trocou a orquestra tradicional por instrumentos de bronze da Idade do Bronze, como o aulos e a lira, para uma sonoridade inédita.
Vale a pena ir ao cinema assistir A Odisseia?
Os números já respondem parte dessa pergunta: os ingressos para sessões IMAX foram vendidos à velocidade de shows de grandes artistas, com sites de ingressos travando de tanto acesso simultâneo. O trailer mais recente, que iniciou a contagem para a estreia, acumulou 121 milhões de visualizações em 24 horas em todo o mundo.
O filme tem classificação indicativa para maiores de 15 anos e duração de 173 minutos. Nolan, que ao longo de sua carreira já provou que sabe contar histórias épicas e complexas com maestria, afirmou que a Odisseia é "fundacional" porque contém em si elementos de terror, mistério, romance e suspense.
Se você curtiu esse guia completo, o Minha Série tem muito mais conteúdo esperando por você. Dê uma olhada em outros textos sobre os filmes e séries mais aguardados do momento!
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A Netflix agora conta com mais um dorama sul-coreano dando o que falar entre os assinantes. Aprendendo a Lição, produção baseada no webtoon Get Schooled, finalmente chegou ao streaming misturando drama escolar, ação, crítica social e uma boa dose de polêmica envolvendo temas sensíveis, como violência, bullying e a disciplina dentro das escolas.
Com 10 episódios, a série acompanha uma força-tarefa criada para lidar com casos extremos no sistema educacional. A partir disso, a trama explora um cenário em que tudo mudou: professores perderam autoridade, alunos abusivos parecem não sofrer consequências de seus atos e pais problemáticos também contribuem para o caos nas instituições de ensino.
Se você está interessado em conferir a série, mas ainda está em dúvidas se deve começar ou não, confira o compilado que o Minha Série preparou para você saber mais sobre a produção!
Aprendendo a Lição é um dorama sul-coreano da Netflix baseado no webtoon Get Schooled.
A série aborda bullying, violência e falta de autoridade nas escolas.
A trama acompanha uma força-tarefa criada para investigar e intervir em casos extremos no sistema educacional do país.
A produção combina entretenimento, temas sensíveis e soluções controversas.
A Netflix ainda não confirmou uma segunda temporada, mas a série deixa um gancho para novos episódios.
Aprendendo a Lição
Sobre o que é Aprendendo a Lição?
A série Aprendendo a Lição mostra como o respeito dentro das salas de aula praticamente desapareceu, fazendo os professores lidarem com alunos violentos, pais abusivos e situações que ficam cada vez mais difíceis de controlar.
Para tentar resolver o problema, o governo criou o Departamento de Proteção dos Direitos Educacionais, uma unidade especial que tem a missão de investigar e intervir em casos graves. O órgão, no entanto, não age de forma tradicional, já que seus integrantes usam métodos duros, diretos e, muitas vezes, físicos para “ensinar uma lição” aos envolvidos.
O protagonista dessa história toda é Na Hwa-jin, um inspetor que se torna uma das principais figuras da força-tarefa. Ao longo dos episódios, ele e sua equipe investigam casos debullying, criminalidade juvenil, abuso de poder e negligência no ambiente escolar.
Quem está no elenco do dorama?
O elenco principal de Aprendendo a Lição é liderado por Kim Moo-yul, que interpreta Na Hwa-jin, o supervisor da agência responsável por intervir em casos extremos na escola.
A produção também conta com:
Lee Sung-min como Choi Gang-seok, fundador da iniciativa;
Jin Ki-joo como Im Han-rim, investigadora que se torna uma peça importante da equipe;
Pyo Ji-hoon, também conhecido como P.O, integrante do grupo Block B, como Bong Geun-dae.
Aprendendo a Lição nasceu de uma webtoon
A série é baseada em um webtoon
Assim como outros sucessos recentes da Coreia do Sul, Aprendendo a Lição nasceu nos quadrinhos digitais. A série é baseada no webtoon Get Schooled, escrito por Chae Yong Taek e ilustrado por Han Ga Ram.
A obra original já chamava atenção por abordar temas delicados sobre o sistema educacional, incluindo a violência contra professores, o comportamento de estudantes abusivos e, claro, toda a sensação de impunidade que isso causa dentro das escolas.
Agora, essa questão é abordada em formato de série da Netflix, alcançando novos públicos e gerando mais debates não só na Coreia do Sul, como no mundo.
Por que Aprendendo a Lição virou fenômeno?
Em meio a tantas obras sul-coreanas sendo lançadas nas plataformas de streaming constantemente, o que pode explicar o sucesso de Aprendendo a Lição? A primeira questão é pela combinação entre entretenimento e debate social.
Além disso, vale destacar que a série tem muitas cenas de ação, personagens intensos e conflitos que, mesmo pesados, são fáceis de acompanhar. A trama também toca em assuntos que geram discussão fora da ficção, o que a torna mais interessante.
Ao mostrar professores sendo diariamente pressionados, alunos violentos ficando cada dia mais perigosos e instituições incapazes de lidar com abusos, o dorama conversa com temas reais importantes relacionados à educação, autoridade e proteção no ambiente escolar.
Vale citar também que a forma como a série apresenta suas soluções pode ser considerada bastante controversa. Isso porque, em vez de seguir apenas caminhos legais ou administrativos, os personagens recorrem a intervenções agressivas.
A Netflix ainda não confirmou se a série terá uma nova temporada
A trama inspirou uma proposta real na Coreia do Sul
A repercussão de Aprendendo a Lição foi tão grande que passou da ficção para a política no mundo real. Na Coreia do Sul, os políticos chegaram a discutir uma proposta inspirada no departamento fictício mostrado no dorama.
A ideia, obviamente, não seria copiar os métodos violentos da série, mas criar uma estrutura de apoio aos professores, ajudando educadores em casos de denúncias, reclamações e processos relacionados ao exercício da profissão.
Na prática, o debate mostra como a série encontrou um ponto sensível na sociedade sul-coreana, colocando em evidência uma preocupação realsobre a situação de professores e escolas.
Aprendendo a Lição vai ter segunda temporada?
Até o momento, a Netflix ainda não confirmou oficialmente uma segunda temporada de Aprendendo a Lição. Mesmo assim, a série deixa espaço para novos episódios, já que uma cena pós-créditos foi incluída na produção.
Antes dos créditos finais, a série mostra um possível novo caso envolvendo bullying em um time de basquete de colégio. A cena sugere que o trabalho do Departamento de Proteção dos Direitos Educacionais pode continuar, agora com ainda mais liberdade para agir.
Você já pode assistir à primeira temporada de Aprendendo a Lição na Netflix.
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Muito antes de o streaming virar sinônimo de maratonas infinitas, os anos 2000 foram uma década explosiva para a televisão. Foi nesse período que o público aprendeu a torcer por personagens semana a semana, a discutir teorias nos fóruns da internet e a sentir aquela dor surda de um cliffhanger que durava meses.
Foram 10 anos em que a TV a cabo começou a ganhar criatividade enquanto as grandes redes ainda ditavam o ritmo do entretenimento. O resultado? Uma geração de obras que até hoje aparecem em listas, rendem memes, ganham revivals e conquistam novos fãs no streaming.
Separamos as 10 séries dos anos 2000 que resistiram ao tempo e seguem sendo chamadas, com toda razão, de clássicas.
As 10 séries dos anos 2000 que todo mundo ainda lembra
Exibida originalmente pelo The CW, Gilmore Girls conseguiu o improvável: cresceu de popularidade depois que saiu do ar. A relação entre Rory (Alexis Bledel) e Lorelai (Lauren Graham) tocou uma geração inteira com sua mistura de humor ágil, referências culturais e laços afetivos genuínos.
A série ficou no ar de 2000 a 2007 e até hoje move multidões nas redes sociais. O amor do público foi tão intenso que a Netflix produziu uma minissérie de quatro partes, Gilmore Girls: Um Ano para Recordar, em 2016, trazendo o elenco original de volta.
9. West Wing: Nos Bastidores do Poder
Onde assistir: indisponível
West Wing: Nos Bastidores do Poder viveu seus anos mais marcantes na primeira metade dos anos 2000. A série da NBC acompanhava o cotidiano da Casa Branca durante os dois mandatos do presidente fictício Josiah Bartlett, vivido por Martin Sheen, com um elenco de apoio impecável formado por Allison Janney, Bradley Whitford e Richard Schiff.
O drama tinha a habilidade rara de fazer política parecer ao mesmo tempo urgente e humana. A prova de que o carinho do público ainda é real veio em 2020, quando o elenco se reuniu para um especial comemorativo. Inclusive, cenas do seriado voltam a circular como tradição nas redes sociais nos últimos anos.
8. Battlestar Galactica
Onde assistir: indisponível
Quem assistiu sabe: Battlestar Galactica foi muito além da ficção científica convencional. A série, exibida pelo canal Syfy de 2004 a 2009, era um reboot da produção original de 1978 e enfrentou ceticismo inicial justamente por isso.
Com quatro temporadas, a produção mergulhou em temas como extremismo religioso, identidade humana e dilemas morais em um cenário pós-apocalíptico espacial. O resultado foi um dos títulos com melhor avaliação da história da ficção científica na televisão, e muita gente só descobriu a série anos após o finale.
Antes de encarnar o assustador Walter White em Breaking Bad, Bryan Cranston passou sete temporadas sendo o pai desesperado e hilário de Malcolm in the Middle, exibida pela Fox de 2000 a 2006.
A comédia equilibrava o caos doméstico de uma família disfuncional com um humor que funcionava para crianças e adultos ao mesmo tempo, e isso era raro. O jovem Frankie Muniz, no papel de Malcolm, virou fenômeno teen graças à série.
Em 2026, o elenco se reencontrou para uma minissérie de quatro partes chamada Malcolm in the Middle: Life's Still Unfair, disponível no Hulu e no Disney+, provando que o afeto dos fãs pela família mais bagunçada da TV não perdeu o fôlego.
Poucos fenômenos televisivos chegaram perto do impacto que Lost causou quando estreou na ABC em 2004. A série começava como um drama de sobrevivência após um acidente de avião e rapidamente se transformava em algo inclassificável: mistérios sobrenaturais, flashbacks, flash-forwards, viagem no tempo e personagens tão complexos quanto inesquecíveis.
O finale ainda divide opiniões até hoje, mas os melhores momentos da série compensam qualquer frustração. Lost também foi um produto genuinamente televisivo, feito para ser vivido semana a semana.
Maratonar no streaming é uma opção, mas perder a espera angustiante entre os episódios é perder parte da experiência que fez a série ser o que foi.
5. Arrested Development
Onde assistir: Netflix
Arraste Development era o tipo de comédia que parecia ter sido escrita para ser assistida três vezes: a cada revisita, aparecia uma piada nova que você não tinha percebido antes. Exibida pela Fox de 2003 a 2006, a série acompanhava os Bluth, uma família rica e completamente disfuncional tentando sobreviver aos próprios erros.
O elenco era uma constelação: Jason Bateman, Will Arnett, Michael Cera, Portia de Rossi, Tony Hale, Jessica Walter e até Ron Howard como narrador. Apesar dos ótimos números com a crítica, os ratings nunca foram suficientes para mantê-la no ar.
A Netflix depois a ressuscitou em mais duas temporadas, e até hoje é quase impossível passar pelo feed das redes sociais sem encontrar um meme da série.
4. Família Soprano
Onde assistir: HBO Max
A história do chefão mafioso Tony Soprano (James Gandolfini) que começa a fazer sessões de terapia por causa de ataques de pânico parece simples no papel, mas Família Soprano redefiniu o que a televisão era capaz de fazer.
Exibida pela HBO de 1999 a 2007, a série pavimentou o caminho para que o canal se tornasse o endereço preferido do drama de qualidade, abrindo portas para produções como Six Feet Under, The Wire e, anos depois, Game of Thrones.
Os prêmios Emmy choveram para Edie Falco e James Gandolfini, e o finale polêmico ainda é debatido décadas depois. Família Soprano não foi só uma grande série: foi o gatilho de uma revolução na TV por assinatura americana.
3. The Wire
Onde assistir: HBO Max
Se Família Soprano colocou a HBO no mapa do grande público, The Wire consolidou a reputação do canal como uma fábrica de obras incontornáveis. Exibida de 2002 a 2008, a série se passava em Baltimore e construía um retrato devastadoramente honesto do tráfico, da polícia, da política e das instituições da cidade.
O elenco reunia Lance Reddick, Idris Elba, Wendell Pierce e foi uma das primeiras grandes vitrines para Michael B. Jordan e Michael Kenneth Williams.
Apesar de nunca ter recebido o reconhecimento que merecia enquanto estava no ar, The Wire ganhou um público enorme nos anos seguintes e hoje é considerada por muitos críticos uma das produções mais importantes da história da televisão americana.
Com dez temporadas e 191 episódios no total, Scrubs não apenas sobreviveu como manteve praticamente o mesmo elenco do início ao fim, algo raro entre as comédias de rede. A série acompanhava o cotidiano de um grupo de médicos e residentes no fictício Sacred Heart Hospital, misturando devaneios absurdos com momentos de emoção genuína sobre vida, morte e amizade.
Zach Braff, Donald Faison e John C. McGinley se tornaram alguns dos personagens mais queridos da comédia americana dos anos 2000. A prova de que o amor pela série não evaporou está no revival lançado em 2026 pela ABC, que já garantiu uma segunda temporada, repetindo o feito de outra produção original que voltou com força total nas plataformas de streaming.
Muito antes de qualquer série tentar reproduzir a fórmula do tempo real, 24 Horas já estava fazendo isso na Fox com maestria. Kiefer Sutherland viveu o agente antiterrorismo Jack Bauer por nove temporadas, cada episódio correspondendo a uma hora de um dia específico, com o relógio sempre correndo.
A tensão era constante, os cliffhangers eram cruéis e as cenas nunca pareciam artificiais porque a estrutura da série não permitia que nada se arrastasse.
Assim como Lost, 24 Horas era uma experiência feita para a TV tradicional: esperar uma semana pelo próximo episódio fazia parte da experiência.
Saudade de séries dos anos 2000? Há mais para explorar
Esses 10 títulos são só uma amostra do quanto a televisão dos anos 2000 foi rica e inventiva. E a boa notícia é que o streaming tornou muito mais fácil revisitar esses clássicos ou finalmente conhecer aqueles que passaram batido na época.
Após virar o tema de um documentário polêmico da Netflix, Elize Matsunaga vai ter sua história trágica retratada em uma ficção exclusiva do streaming. Nesta quarta-feira (7), a empresa divulgou o trailer oficial de Sombras de uma Mulher, longa que vai mostrar como um aparente conto de fadas se transformou em um grande pesadelo.
Roteirizado por Raphael Montes (Bom Dia, Verônica) em parceria com Mariana Torres, o projeto traz a atriz Lorena Comparato como sua protagonista. Ele promete usar a ficção para revelar detalhes inéditos da relação real entre Elize e Marcos Matsunaga, empresário que vai ser interpretado por Henrique Kimura.
Elize: Sombras de uma Mulher revive lembrança de um caso chocante
Dirigido por Felipe Vellas (DNA do Crime), Elize: Sombras de uma Mulher vai acompanhar a história de sua protagonista para muito além do assassinato que a colocou nas capas dos principais jornais do país. A história mostra desde os primeiros encontros entre o casal, até os episódios que ajudaram a minar sua relação e transformá-la em algo tóxico.
Montes explica que sua intenção com o filme não é só retratar um episódio de crime;
Segundo o roteirista, o objetivo é contar uma história que faça refletir e entender os motivos pelos quais Elize cometeu um ato brutal;
“É uma história que pode até ser identificável em alguns aspectos, mas tem o pior desfecho possível”, explicou Mariana Torres;
O trailer de Elize: Sombras de uma Mulher revela que a história de seus protagonistas começa como um conto romântico;
No entanto, ele também mostra que a posição da protagonista como ex-garota de programa contribuiu para ela nunca ser aceita pela sociedade na qual Matsunaga vivia.
Elize: Sombras de uma Mulher promete detalhes inéditos sobre a vida da protagonista. Imagem: Divulgação/Netflix
Nascida em uma família pobre no interior do Paraná, Elize Araújo Giacomi uniu seus caminhos com os de Marcos Matsunaga em São Paulo, cidade na qual trabalhava como garota de programa. Na época ainda casado, o empresário herdeiro da família alimentícia Yoki a conquistou com juras de amor e promessas de mudanças de vida após conhecê-la por um aplicativo de relacionamentos.
Quando Elize: Sombras de Uma Mulher estreia na Netflix?
Além de divulgar o primeiro trailer oficial de Elize: Sombras de Uma Mulher, a Netflix também confirmou que sua data de estreia está próxima. A produção original do streaming chega a seu catálogo no dia 22 de julho, com produção executiva de Renata Artigas, Marcelo Máximo e Adriana Gaspar — Raphael Montes é o produtor associado.
O filme vai revelar os bastidores de um crime que chocou o Brasil. Imagem: Divulgação/Netflix
O serviço também é a casa do documentário Elize: Era Uma Vez Um Crime, que foi lançado em quatro episódios em julho de 2021. Ele conta com depoimentos da própria criminosa condenada, que dá sua versão sobre o caso e explica os motivos que a levaram a tirar a vida de Marcos.
Com Sombras de Uma Mulher, a Netflix continua sua disposição de investir no gênero True Crime para chamar a atenção do público. Embora a estratégia esteja funcionando do ponto de vista de audiência, ela também rendeu algumas críticas à plataforma — especialmente após ela pagar R$ 500 mil em um acordo com Suzane von Richtofen.
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Parte final da trilogia dirigida por Denis Villeneuve, Duna: Parte 3 ganhou nesta quarta-feira (8) um novo trailer oficial. Ele mostra que o universo está prestes a embarcar em uma grande guerra, após o protagonista Paul Atreides (Timothée Chalamet) fazer uma traição imperdoável a Chani (Zendaya).
Após ascender com a promessa de salvar o universo, o personagem decidiu usar a fé do povo Fremen para realizar uma grande guerra em seu nome. 17 anos depois, as consequências sombrias dessa decisão vão poder ser conferidas pelo público, com direito ao retorno de velhos inimigos e aliados.
O que esperar de Duna: Parte 3?
O próximo capítulo da série Duna vai mostrar Paul no ápice de seus poderes que envolvem a previsão do futuro. Ao mesmo tempo, o novo imperador vai se ver preso por eles e incapaz de decidir no que acreditar e qual caminho que lhe é apontado é realmente o correto.
Entre aqueles que desejam derrotá-lo está Scytale, um transmorfo interpretado por Robert Pattinson;
O trailer foi apresentado por Chalamét e Villeneuve durante uma sessão especial para fãs realizada em Los Angeles;
Nela, o ator afirmou que Duna: Parte 3 vai trazer Paul diante de uma grande crise moral;
Ele também explicou que a intenção da história é apresentar um grande alerta sobre os riscos que líderes carismáticos representam;
Entre os personagens que vão retornar na sequência estão Duncan Idaho (Jason Momoa) e Jessica (Rebecca Ferguson), ambos revividos com objetivos distintos.
Duna: Parte 3 promete explorar com mais profundidade o relacionamento abalado de Paul com Chani, a quem ele teve que deixar de lado para se casar com a Princesa Irulan (Frances Pugh). A antiga união entre os personagens vai ser abalada tanto pelo desejo de guerra de Paul quanto pela vontade de sua esposa de gerar um herdeiro para ele.
Duna: Parte 3 promete roteiro tenso e cheio de ação
Segundo o diretor Villleneuve, Duna: Parte 3 vai trazer mais elementos pessoais do que qualquer outro capítulo da franquia. Ele descreveu o longa como uma história tensa e repleta de ação, que ao mesmo tempo traz uma dose dramática pesada e muitas maquinações políticas.
Duna: Parte 3 vai ser o capítulo mais sombrio da trilogia. Imagem: Divulgação/Warner Bros.
O trailer divulgado esta semana mostra que Paul vai ser um dos personagens que mais vai mudar no novo episódio, tanto em seu comportamento quanto em seu visual. Ao mesmo tempo em que ele vai demonstrar se arrepender das matanças feitas em seu nome, na prática seus pensamentos reais podem ser bastante distintos.
Duna: Parte 3 estreia nos cinemas brasileiros no dia 17 de dezembro e promete encerrar essa versão das adaptações das obras de Frank Herbert. Além de Chalamét, Zendaya, Momoa, Ferguson e Pug, Anya Taylor-Joy também retorna ao elenco, que tem Pattinson e Isaach de Bankolé como suas principais adições.
A primeira temporada de O Segredo de Widow's Bay chegou ao fim, provando que a ilha amaldiçoada do Apple TV tinha muito mais segredos do que parecia. A série mistura terror, comédia e mistério em uma trama cheia de acontecimentos suspeitos, pactos antigos e personagens sempre dispostos a tomar a pior decisão possível.
Se você terminou os episódios e ficou se perguntando o que realmente aconteceu no final, chegou ao lugar certo, pois o Minha Série trouxe um resumo completo para organizar essa bagunça sobrenatural. Mas se você ainda não terminou a temporada, tome cuidado com os spoilers.
A primeira temporada de O Segredo de Widow's Bay revela que a ilha é amaldiçoada por um pacto feito pelo seu fundador, Richard Warren.
Tom descobre que o último descendente da linhagem não é Ruth, mas seu próprio filho, Evan.
O porão da casa de Tom leva a túneis ligados a rituais antigos e a uma criatura escondida sob a cidade.
No final, o sino toca oito vezes, indicando que a entidade exige oito sacrifícios.
A 2ª temporada deve mostrar o que vive no subsolo, quem sabe da verdade e como Tom lidará com o destino de Evan.
A primeira temporada contou com 10 episódios
Qual é a maldição de Widow's Bay?
Ao longo da temporada, descobrimos que a cidade carrega uma maldição ligada ao seu fundador, Richard Warren (Hamish Linklater). Séculos atrás, ele teria feito um pacto com uma entidade demoníaca para proteger Widow's Bay. Só que, como já era de se esperar, a conta sempre chega depois.
A solução para acabar com a maldição parecia simples, pelo menos no papel: eliminar o último descendente vivo da linhagem de Warren. É aí que Tom (Matthew Rhys), Patricia (Kate O'Flynn) e Wyck (Stephen Root) descobrem que a pessoa em questão seria Ruth (K Callan), uma senhora de 84 anos que trabalha com eles.
Ou seja, para salvar a cidade, Tom teria que cometer um assassinato. Quando Tom vai até a casa de Ruth, decidido a cumprir essa missão, ela revela um segredo guardado há anos: no passado, teve uma filha e entregou a criança para outro casal criar.
Essa criança era Lauren, a esposa falecida de Tom. Isso muda todos seus planos, já que agora a última pessoa da linhagem Warren é Evan (Kingston Rumi Southwick), filho de Tom. Até então, o prefeito achava que estava tentando proteger Evan, mas logo descobre que o garoto pode ser a peça central de tudo o que há de errado em Widow's Bay.
Como todo bom suspense, a série tem algumas reviravoltas
O que existe no porão?
Durante a temporada, vimos que o porão da casa de Tom sempre pareceu suspeito. O prefeito demonstrava muito medo de Evan chegar perto dele, e o final explica o motivo: o subsolo de Widow's Bay guarda uma rede de túneis e salas assustadoras, ligadas a rituais antigos.
Enquanto a tempestade assola a cidade, Evan e seus amigos saem do abrigo e acabam encontrando uma espécie de labirinto subterrâneo. Lá, eles veem uma cadeira elétrica desativada e portas seladas no chão. Como adolescentes em uma história de terror raramente fazem a escolha mais prudente, eles obviamente mexem no lugar.
Então, quando um morador tenta levá-los de volta ao abrigo, acaba preso em uma das salas. Evan tenta ajudá-lo, mas ouve um grito. Quando consegue abrir a porta, o homem simplesmente desapareceu, e as portas no chão estão abertas. Logo, entendemos que existe alguma coisa viva, perigosa e faminta escondida abaixo de Widow's Bay.
Em seguida, a tempestade acaba parando, mostrando que o sacrifício acalmou a maldição que assola a pequena ilha.
O que significa o sino no final?
O final da série do Apple TV também revela que os moradores antigos sabiam mais sobre o subsolo do que deixavam transparecer. Vídeos encontrados por Dale (Jeff Hiller) mostram que a cidade tem uma história de sacrifícios humanos ligados aos túneis.
O som do sino serve como um aviso, pois cada badalada representa uma vítima que a criatura exige. No encerramento da temporada, Tom ouve o sino tocar oito vezes, o que indica que a entidade quer oito sacrifícios.
Então, apesar de a tempestade ter passado, o problema está longe de acabar. Na verdade, Widow's Bay parece apenas ter mostrado sua verdadeira face, e o desenrolar disso é o que veremos na segunda temporada, que já está mais do que confirmada.
O que esperar da temporada 2?
A segunda temporada de O Segredo de Widow's Bay deve explorar três grandes perguntas: o que exatamente vive embaixo da cidade, quem sabe da existência da criatura e o que Tom vai fazer agora que Evan está ligado à linhagem amaldiçoada.
Também há outro detalhe importante: Evan esteve nos túneis. Se Tom descobrir isso, a relação entre pai e filho deve ficar mais tensa, justo agora que estava melhorando.
A série ainda deve mostrar quem serão as oito vítimas exigidas pelo sino e se existe outra forma de romper o pacto sem sacrificar Evan. Pelo clima do final, podemos apostar que O Segredo de Widow's Bay ainda tem muitos segredos guardados no porão prontos para serem escancarados.
A primeira temporada de O Segredo de Widow's Bay está disponível completa no Apple TV.
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As ações da empresa de exploração espacial SpaceX estão passando por momentos de turbulência. Depois da oferta pública histórica e de uma alta momentânea, a empresa agora encara momentos de queda.
Após registrar três dias em baixa, as ações da companhia fecharam esta segunda-feira (22) com uma queda de cerca de 16% em um dia. Isso significa que todo o ganho inicial em valor de mercado dela foi perdido e ela voltou a um patamar próximo ao preço do IPO. Os dias ruins significam a desvalorização momentânea de cerca de US$ 600 bilhões (pouco mais de R$ 3 tri).
Não há um motivo declarado para a variação no preço, que é relativamente comum no período posterior a uma oferta pública de ações. Ainda assim, uma possibilidade é a desconfiança do mercado sobre uma possível captação de US$ 20 bilhões (aproximadamente R$ 101 bilhões) por emissão de títulos de dívida que está prestes a acontecer.
A flutuação nas ações da SpaceX na segunda-feira (22). (Imagem: Reprodução/Yahoo Finance)
Esse valor adicional é justificado para que a empresa realize maiores investimentos, mas é também algo que pode preocupar investidores pela necessidade de conseguir mais dinheiro mesmo após levantar tanta verba pela captação inicial.
O "vai e vem" da SpaceX
A IPO da SpaceX levantou US$ 75 bilhões e transformou a companhia de Elon Musk em um negócio que vale por volta de US$ 2,03 trilhões (R$ 10,25). O número é maior que empresas já tradicionais em tecnologia, como a Meta (com valor de mercado de US$ 1,43 tri);
No fechamento de mercado, elas foram negociadas a algo em torno de US$ 154 (quase R$ 780) — um valor ainda acima do estabelecido no dia 12 de junho, durante a estreia na Bolsa de Valores, mas que já elimina alguns dos ganhos;
Apesar dos valores históricos levantados, a IPO levanta dúvidas pela falta de financiamento futuro para expansão na área de inteligência artificial (IA), além do recente prejuízo registrado pela companhia.
O co-CEO da CD Projekt Red, Michal Nowakowski, afirmou que ainda não considera completo o processo de recuperação de imagem de Cyberpunk 2077. Segundo ele, The Witcher 4 terá um papel importante para reconquistar jogadores que perderam a confiança no estúdio após o lançamento problemático do RPG futurista em 2020.
Apesar da reviravolta vivida por Cyberpunk 2077 nos últimos anos, Nowakowski reconhece que parte da comunidade continua cética em relação à desenvolvedora. “Perdemos a confiança de algumas pessoas definitivamente, e isso é compreensível”, declarou o executivo durante o evento DevGAMM Gdánsk.
Para a liderança da CD Projekt, o próximo capítulo da franquia The Witcher representa uma oportunidade de fortalecer novamente a reputação da empresa e demonstrar os aprendizados adquiridos desde os problemas enfrentados com Cyberpunk 2077.
Cyberpunk 2077 ainda não alcançou seu “arco de redenção”, segundo CD Projekt
Quando chegou ao mercado em 2020, Cyberpunk 2077 se tornou um dos lançamentos mais conturbados da indústria recente. Após diversos adiamentos, o jogo estreou cercado por problemas técnicos, principalmente nos consoles da geração anterior.
A situação resultou em pedidos de reembolso, na remoção temporária do título da PlayStation Store e até em processos judiciais relacionados à comunicação da empresa com investidores. Meses depois, o RPG retornou à loja da Sony após uma série de atualizações corretivas.
Nos anos seguintes, a CD Projekt continuou investindo em melhorias e expansões. Atualmente, Cyberpunk 2077 acumula 88% de avaliações positivas na Steam e já ultrapassou a marca de 35 milhões de cópias vendidas — alcançando esse número mais rapidamente do que The Witcher 3: Wild Hunt.
Mesmo com esses resultados, Nowakowski acredita que a recuperação ainda não está completa. “Não estou 100% convencido de que percorremos todo o caminho da redenção”, afirmou, classificando o período de lançamento como “desolador” para o estúdio.
The Witcher 4 precisa recuperar a fé dos fãs no estúdio
Para o executivo, parte dos jogadores ainda associa a CD Projekt aos problemas enfrentados por Cyberpunk 2077. Por isso, a missão de The Witcher 4 vai além de entregar um novo RPG de grande escala.
Nowakowski afirmou que espera reconquistar os consumidores mais desconfiados por meio do próximo projeto da franquia. “Espero que possamos recuperar essa confiança — se não com The Witcher 4, então com o que vier depois”, declarou.
Segundo ele, o período turbulento também trouxe aprendizados importantes para a empresa. O executivo destacou que a equipe saiu da experiência com profissionais mais preparados para lidar com desafios complexos de desenvolvimento.
A expectativa em torno do novo jogo é alta, especialmente por marcar o início de uma nova fase da série protagonizada por Ciri. Ainda assim, a CD Projekt tem adotado um discurso cauteloso sobre o projeto.
Certamente, vale lembrar também que a CD Projekt confirmou uma última grande aventura para The Witcher 3. Chamada Songs of the Past, a nova expansão possivelmente prepara o terreno para Geralt passar o bastão para Ciri no quarto jogo.
The Witcher 4 tem mais de 500 desenvolvedores envolvidos no projeto, mas jogo não deve chegar tão cedo
Atualmente, 513 desenvolvedores estão trabalhando em The Witcher 4, segundo números divulgados pela própria CD Projekt. O projeto é, de longe, a principal produção em andamento dentro da empresa.
Apesar da equipe robusta, o estúdio já confirmou que o RPG não será lançado antes de 2027. A informação foi reforçada durante apresentações financeiras realizadas ao longo deste ano.
O diretor financeiro da companhia, Piotr Nielubowicz, explicou que o jogo não faz parte das metas previstas até o final de 2026 e que ainda não existe uma janela oficial de lançamento.
Com isso, fãs devem esperar mais alguns anos até retornarem ao Continente. Enquanto isso, a CD Projekt segue concentrada na produção do novo capítulo da franquia e no desenvolvimento de outros projetos paralelos.
Se você chegou até o final de Não Fale o Mal e ficou com aquela sensação de que precisava conversar com alguém sobre o que acabou de assistir, saiba que não está sozinho.
O remake americano de 2024, estrelado por James McAvoy e disponível agora no catálogo da Netflix, vem conquistando cada vez mais espectadores que buscam um bom filme de terror para passar noite adentro com o coração na boca.
O filme é baseado na produção dinamarquesa de 2022 dirigida por Christian Tafdrup, mas o diretor James Watkins decidiu ir por um caminho diferente na reta final. O resultado é uma conclusão mais intensa, mais "elétrica" segundo o próprio Watkins, e que deixou muita gente boquiaberta.
Abaixo, explicamos tudo o que acontece e o que diferencia esse final do filme original!
Não Fale o Mal: como o terror vai se construindo ao longo da história
Tudo começa em uma viagem à Itália, onde o casal Ben (Scoot McNairy) e Louise (Mackenzie Davis) conhece Paddy (James McAvoy) e Ciara (Aisling Franciosi). A química parece boa, o clima é leve, e os casais combinam de se encontrar novamente no Reino Unido. Mal sabem eles que aceitaram um convite que vai mudar tudo.
Já na propriedade de Paddy nos Cotswolds, os comportamentos estranhos se acumulam: ele força Louise, que é vegetariana, a comer carne; age de forma agressiva com o filho mudo, Ant; e a atmosfera geral vai ficando cada vez mais sufocante.
O que Ben e Louise descobrem no celeiro em Não Fale o Mal
O ponto de virada acontece quando Ant, que é mudo e vinha tentando alertar a menina Agnes sobre algo durante toda a estadia, consegue convencê-la a entrar no celeiro. O que eles encontram lá é perturbador: equipamentos de caça, câmeras escondidas e um álbum de fotos com Paddy e Ciara posando com outros casais e seus filhos.
Em uma das imagens, está o próprio Ant ainda criança com quem parecem ser seus pais biológicos. A conclusão é sombria: Paddy e Ciara já fizeram isso antes, com outras famílias, e provavelmente se livraram dos adultos para ficar com as crianças.
Ben e Louise tentam fugir, mas assistem Paddy jogar Ant em um lago para afogá-lo. É aí que o casal toma a decisão que muda o rumo da história: em vez de simplesmente escapar, eles voltam para salvar o garoto.
O confronto final e como termina Não Fale o Mal
O terceiro ato se transforma em uma perseguição intensa pela propriedade. Ciara, que durante boa parte do filme parecia uma vítima da situação, revela que é, na verdade, cúmplice ativa dos crimes e acaba sendo eliminada pelo casal.
Um personagem secundário, o vizinho Mike, também aparece como ameaça e tem o mesmo destino. Resta Paddy, que persegue Ben e Louise com um rifle em uma sequência de tirar o fôlego.
No final, os dois conseguem matar Paddy e fugem do local levando Ant consigo, colocando um ponto final no longo ciclo de terror do vilão.
O final de Não Fale o Mal traz muita tensão às telas (Imagem: Blumhouse).
Como o final de Não Fale o Mal difere do filme dinamarquês original
Quem assistiu à versão de 2022 sabe que o desfecho é completamente diferente, e muito mais perturbador. No original, os protagonistas não conseguem escapar: o marido é espancado, Louise é dominada e a filha tem a língua cortada. O casal termina morto, jogado em uma vala, enquanto os vilões seguem em frente impunes.
James Watkins foi honesto sobre a mudança: ele quis aproveitar o carisma elétrico de McAvoy, Davis e McNairy para criar algo mais ativo, onde os personagens reagem quando a vida deles está em risco.
O diretor comparou o original a um violão acústico e o remake a uma guitarra elétrica. São propostas diferentes, mas igualmente válidas. Se você gostou dessa estética de terror mais sutil e claustrofóbico, talvez também curta explorar filmes com estética liminal space, que jogam com o desconforto dos espaços e ambientes.
Não Fale o Mal funciona muito bem como thriller psicológico que vai intensificando a pressão cena a cena até chegar em um clímax cheio de adrenalina. Se você ainda não viu e está montando uma lista de terror para o mês, ele certamente merece um lugar entre os melhores filmes de terror lançados esse ano.
Curtiu e quer mais recomendações como essa? O Minha Série tem muito mais por aqui. Fique de olho nas próximas matérias!
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Usuários da IA Claude poderão ter que confirmar a identidade por meio de documentos oficiais ou outras maneiras para continuar acessando a tecnologia em determinados casos. A medida aparece em uma versão atualizada das políticas de privacidade da tecnologia, como noticiou o TechCrunch nesta segunda-feira (22).
Entre as justificativas alegadas para a exigência há o combate a fraudes, tentando coibir possíveis abusos da tecnologia. Com a mudança, a Anthropic também planeja cumprir exigências legais e de segurança que possam surgir, como a obrigatoriedade de checagem de idade implementada no início do ano.
Atualização impacta grupo reduzido de usuários
Com a entrada em vigor dos novos termos de uso do Claude, o que está previsto para acontecer no dia 8 de julho, a IA poderá solicitar uma versão digitalizada de documentos como carteira de motorista ou passaporte. Em certos casos o sistema exigirá, ainda, o envio de selfie ou vídeo para complementar o processo.
A startup também informou que poderá armazenar um registro do resultado da verificação para identificar se o usuário atingiu uma certa idade;
Respondendo à reportagem, o porta-voz da Anthropic, Michael Aciman, ressaltou que a nova regra se aplica a um “pequeno subconjunto de usuários” do chatbot, mas não revelou a quantidade de perfis afetados;
Esse grupo é formado por pessoas cujas contas receberam sinalização por suposta atividade fraudulenta e que ainda não foram banidas;
Dessa forma, os usuários conseguirão recorrer da suspensão e reativar seus perfis se comprovado que não houve tentativa de fraude ou uso indevido da IA.
A exigência deverá contemplar apenas as contas sinalizadas por algum problema. (Imagem: Robert Way/Getty Images)
A companhia negou que a verificação de identidade tenha relação com a suspensão dos modelos Fable e Mythos após determinação da Casa Branca. A medida, que previa o bloqueio a acessos de estrangeiros, fez a Anthropic paralisar a oferta das IAs avançadas para todos devido às dificuldades de cumprir a ordem.
Na versão mais recente das políticas de uso do Claude, é informado que a empresa possui autorização para exigir o compartilhamento de documentos para diferentes finalidades. Criação e administração de contas, prevenção e investigação de abusos e crimes são algumas delas.
Armazenamento gera proeocupação
A nova política de uso da IA Claude levantou dúvidas sobre o armazenamento dos dados coletados para a confirmação de identidade, como ressaltou a publicação. As informações serão processadas pela Persona, plataforma global de verificação de identidade.
Os questionamentos apontam a falta de clareza sobre quanto tempo esses dados sensíveis ficarão armazenados nos servidores da empresa, quem terá acesso a eles e quais proteções serão utilizadas para evitar acessos indevidos. A Anthropic não divulgou esses detalhes.
Curtiu o conteúdo? Conheça a Sakana Fugu, nova IA japonesa que afirma ser tão poderosa quanto os modelos Fable 5 e Mythos 5 da startup americana.
O agronegócio vive uma revolução digital acelerada e a tecnologia no campo se tornou indispensável para quem busca eficiência. Se antes o monitoramento de lavouras dependia de vistorias manuais demoradas, hoje o cenário é bem diferente.
Os drones agrícolas surgem como uma solução ágil para otimizar o cultivo e transformar a gestão financeira das fazendas.
Na prática, o uso de robôs voadores melhora o uso de insumos e corta despesas operacionais logo nos primeiros meses de implementação.
Confira abaixo como funciona esse ecossistema tecnológico e saiba como ele gera economia real no campo.
Drones agrícolas são aeronaves não tripuladas equipadas com sensores, câmeras especiais ou tanques de pulverização voltados para otimizar a produção do agronegócio.
São equipamentos que aplicam os conceitos da agricultura de precisão, que consiste em gerenciar o cultivo de forma localizada e detalhada.
O Brasil já conta com uma frota estimada de 35.000 dessas aeronaves em operação, de acordo com o site do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).
Segundo especialistas, drones são o futuro da agricultura. (Fonte: Ekkasit919/Getty Images)
Além disso, de acordo com o pesquisador Ben Belton em entrevista ao instituto internacional IFPRI, essa inovação cresceu de forma notável nos últimos cinco anos.
“Diferente de outras tecnologias, a expansão dos drones começou com força total no Sul Global e depois avançou para os países do Norte", explica Belton.
Os drones ajudam na agricultura executando tanto o mapeamento detalhado da fazenda quanto a aplicação de insumos diretamente nas plantas com foco na economia.
As aeronaves agilizam processos que demorariam dias para serem concluídos por equipes humanas em tratores tradicionais.
O impacto dessa agilidade gera vantagens imediatas em todas as etapas do plantio.
Dito isso, as funções dos drones no agronegócio se dividem atualmente em duas frentes principais de atuação no dia a dia, detalhadas a seguir.
1) Execução de tarefas mecânica
A aplicação de produtos por via aérea é uma das principais utilidades dos drones mecânicos nas lavouras modernas.
Eles realizam de forma direta o trabalho de semear sementes, espalhar fertilizantes, distribuir ração para o gado e pulverizar defensivos agrícolas nas plantas.
A operação evita o uso constante de tratores pesados, solucionando o problema da compactação do solo, que prejudica o crescimento das raízes.
Segundo levantamento feito pela BBC, ao eliminar o tráfego pesado sobre a terra, o agricultor protege a estrutura física do seu solo de cultivo.
2) Coleta de dados informacionais
O monitoramento de lavoura por meio de imagens aéreas de alta resolução é a função central dos drones de inteligência. Eles voam sobre a fazenda gerando dados úteis para o mapeamento completo do terreno, contagem do gado e avaliação da saúde das colheitas.
Munidos de sensores de última geração, esses drones agrícolas geram mapas detalhados que revelam pontos exatos com falta de nutrientes ou focos de pragas.
Desse modo, o produtor sabe exatamente onde agir, eliminando o desperdício de defensivos em áreas saudáveis.
Drones na agricultura e o aumento de produtividade
A produtividade aumenta com o uso de drones na agricultura porque eles distribuem sementes, fertilizantes e defensivos de maneira muito mais uniforme na lavoura.
Um processo tecnológico capaz de promover o crescimento homogêneo das plantas e reduzir as perdas causadas pelo esmagamento de culturas por maquinário pesado. Na prática, a fazenda produz muito mais utilizando a mesma extensão de terra.
O reflexo econômico desse ganho técnico traz melhorias para a rotina do produtor rural, confira!
Redução drástica de insumos: os sensores indicam o local correto da aplicação, cortando gastos desnecessários com defensivos químicos por hectare;
Segurança para o trabalhador: diminui o contato direto dos funcionários com produtos tóxicos, eliminando os riscos da pulverização manual com costal;
Agilidade e economia de tempo: o monitoramento aéreo cobre grandes áreas em poucos minutos, liberando o produtor para focar em decisões estratégicas;
Atração para os jovens: a introdução de setups tecnológicos modernos e robótica torna a carreira no agronegócio mais atraente para as novas gerações;
Menor consumo de energia: os motores elétricos dos drones gastam menos energia do que os grandes tratores movidos a combustíveis fósseis.
Drones agrícolas e o futuro da tecnologia no campo
O investimento em drones agrícolas se prova altamente vantajoso. Além disso, os estudos como o do pesquisador Belton apontam que o valor de locação desses aparelhos costuma ser igual ou menor do que o custo de diárias de trabalhadores.
"Os drones estão se difundindo mais rapidamente em países de renda média e alta, onde a mão de obra agrícola é escassa. Em locais com mão de obra abundante, a demanda é muito menor, portanto, não esperamos que o efeito de deslocamento seja muito grande”, complementa Belton.
Vale lembrar que o mercado global de drones agrícolas e destinados à pecuária deve movimentar US$ 17,5 bilhões até 2028. Somente em 2023, foram US$ 4,5 bilhões, cerca de R$ 25 bilhões (via Forbes).
O futuro reserva novidades como o reconhecimento automático de imagens integrado com IA generativa, facilitando a identificação imediata de ervas daninhas,por exemplo.
Por outro lado, o produtor precisa estar atento a novos riscos digitais, como a necessidade de segurança para a privacidade de dados.
Na balança de custo-benefício, a agricultura de precisão apoiada por drones é uma inovação indispensável para a rentabilidade da fazenda. A tendência é que os robôs voadores operem de maneira autônoma com intervenção humana mínima.
Quer acompanhar outras novidades sobre o universo da tecnologia e inovação? Leia a nossa matéria sobre os drones capazes de fazer detecção de radiação e compartilhe este guia útil nas suas redes sociais!
O Checkpoint desta segunda (22) traz uma triste notícia para aqueles que jogavam exclusivos de PlayStation no PC. Segundo o relatório anual de negócios da Sony, a empresa removeu a menção ao lançamento de seus títulos para computadores — aparentemente confirmando uma grande mudança na sua política interna.
Em outras notícias, o diretor de Final Fantasy VII Revelation, Naoki Hamaguchi, afirma que a próxima aventura da Square Enix após a estreia da terceira parte não é um remake — mas sim um RPG de "grande escala".
Quer saber o que mais rolou no mundo dos games nesta segunda (22)? Então prepara o cafezinho da tarde e acompanhe o Voxel por mais um Checkpoint!
Exclusivos de PlayStation no PC estão com os dias contados
A estratégia da Sony para levar jogos exclusivos do PlayStation ao PC pode estar mudando. Um relatório fiscal recente da empresa removeu referências que mencionavam a expansão de títulos exclusivos para outras plataformas, alimentando especulações de que futuros lançamentos podem permanecer restritos ao PS5.
A mudança chamou atenção porque o documento anterior afirmava que a companhia pretendia “continuar seus esforços para lançar seus títulos exclusivos em múltiplas plataformas, como o PC”.
A ausência desse trecho reforça rumores recentes de que a Sony estaria priorizando novamente a exclusividade de seus jogos singleplayer nos consoles PlayStation, embora a empresa ainda não tenha anunciado oficialmente uma alteração em sua política de lançamentos.
Próximo jogo da Square Enix pode não ser um remake, mas sim um RPG de “grande escala”
Enquanto trabalha nos ajustes finais de Final Fantasy VII Revelation, previsto para chegar em 2027, o diretor Naoki Hamaguchi já começa a pensar em seu próximo projeto. Segundo o desenvolvedor, a ideia não é assumir outro remake, mas sim partir para um novo RPG de grande escala após concluir a trilogia de Final Fantasy VII.
Em entrevista à Game Informer, Hamaguchi afirmou que gostaria de enfrentar “um novo desafio com outro RPG”, seja dentro da franquia Final Fantasy ou em uma propriedade inédita da Square Enix.
O diretor também reforçou ao Bloomberg que seu próximo trabalho “não será um remake”, sugerindo interesse em projetos originais de grande porte ou até mesmo em uma nova franquia AAA.
Ex-gerente da Eidos Montreal afirma que indústria está muito mais focada no Excel do que na paixão por games
O veterano Stéphane D'Astous, ex-gerente da Eidos Montréal e ex-executivo da Ubisoft, criticou os rumos atuais da indústria de games. Em entrevista recente, ele afirmou que os principais tomadores de decisão do setor estão “muito mais focados no Excel do que na paixão”, apontando uma mudança significativa em relação ao cenário de 15 anos atrás.
Segundo D'Astous, a consolidação do mercado e a entrada de grandes investidores alteraram o perfil dos executivos da indústria. “Eles não têm o mesmo DNA dos tomadores de decisão de 15 anos atrás”, declarou. O ex-gerente também argumentou que investimentos excessivos durante o período da pandemia contribuíram para projetos pouco sustentáveis e para expectativas irreais em relação ao desenvolvimento de jogos.
God of War Laufey está em desenvolvimento há 10 anos
God of War Laufey está em desenvolvimento há cerca de dez anos, segundo novas informações reveladas após o State of Play de junho de 2026.
O jogo, que encerrou a apresentação com mais de 20 minutos de gameplay, marca uma mudança de foco dentro da franquia ao colocar Faye (Laufey) como protagonista, algo que já vinha sendo planejado internamente pela Santa Monica Studio há anos.
Em entrevista à Comic Games Magazine, a atriz Deborah Ann Woll afirmou: “Eu já sabia disso há quase dez anos”, comentando que teve acesso ao projeto ainda em fase inicial. Ela também destacou que, em 2018, Cory Barlog já apresentava artes conceituais do jogo, incluindo ideias como o personagem Phranque.
Suposto preço vazado de GTA 6 pode ser falso
O suposto preço de GTA 6que circula na internet não é oficial e pode não refletir o valor real do jogo, já que a Rockstar Games ainda não divulgou qualquer informação sobre preços. Apesar de uma reportagem sugerir que valores já estariam definidos, a ausência de confirmação da empresa mantém o cenário em aberto.
O insider Billbil-kun comentou as alegações e afirmou: “Esses SKUs são apenas marcadores, porque os códigos EAN não pertencem aos prefixos tradicionais da Take-Two. Portanto, esses preços são aleatórios”. Segundo ele, os valores vistos online são apenas estimativas, e o preço real de GTA 6 só saberemos na próxima quinta (25) com a abertura da pré-venda.
E aí, o que você achou das principais notícias de games do dia no Checkpoint? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel e do TecMundo!
Inovação virou uma palavra confortável demais. Cabe em pitch, em campanha, em manifesto institucional. Mas, quando tudo passa a ser “inovador”, quase nada de fato é. O resultado é uma distorção perigosa: confunde-se narrativa com estrutura, e marketing com competitividade.
O problema é que inovação não é um atributo comunicável, é um deslocamento econômico real. Um estudo recente do NBER sobre transformação estrutural da economia mostra justamente isso: a inovação não apenas acontece dentro de setores, ela migra entre eles ao longo do tempo.
A economia não inova de forma homogênea. Ela reorganiza seus centros de criação de valor, historicamente saindo da indústria e avançando em direção aos serviços e às atividades intensivas em conhecimento. Esse deslocamento não é cosmético. Ele redefine produtividade, crescimento e, principalmente, quem lidera os mercados em cada ciclo.
Isso muda uma premissa importante: inovação não é o que uma empresa diz sobre si mesma, mas o lugar que ela ocupa dentro dessa reorganização estrutural. Em outras palavras, não se trata de parecer inovadora, mas de estar posicionada onde a inovação está acontecendo e, mais ainda, onde ela está migrando.
É aqui que o discurso corporativo costuma falhar. Muitas empresas tratam inovação como uma camada de marketing adicionada ao modelo existente, quando na prática ela deveria ser o próprio mecanismo de reinvenção do modelo. O resultado é uma ilusão de movimento: produtos “novos” que não alteram estruturas, iniciativas “digitais” que não mudam produtividade, estratégias “disruptivas” que não se conectam a mudanças reais de mercado.
Na prática, quem está no centro desse movimento vê outra dinâmica. Em minha experiência como CEO da Plug and Play, atuando na conexão entre startups, corporações e capital de risco, inovação não é discurso, é fluxo de capital e tecnologia encontrando problemas reais em setores específicos. E esse fluxo não respeita organogramas. Ele atravessa indústrias, redesenha cadeias de valor e força empresas a escolherem entre duas posições: participar da nova arquitetura de mercado ou ficar presas à antiga.
É por isso que reduzir inovação a marketing não é apenas um erro conceitual, é um erro estratégico. Marketing pode até contar a história da inovação. Mas não substitui o que realmente importa: a capacidade de uma empresa de se reposicionar dentro da transformação estrutural da economia.
No fim, inovação não é sobre o que se diz. É sobre onde se está quando a economia muda de lugar.
Quem ainda não viu Mortal Kombat 2 nos cinemas (ou quer rever as lutas favoritas no sofá de casa) já pode fazer isso. O filme dirigido por Simon McQuoid chegou às plataformas digitais no dia 21 e pode ser comprado ou alugado sem precisar de nenhuma assinatura ativa.
O longa dá continuidade direta ao primeiro filme e coloca o público no centro do torneio que vai decidir o destino dos reinos. A grande novidade do elenco é Karl Urban como Johnny Cage, astro em declínio que acaba recrutado para uma guerra muito maior do que qualquer papel que já interpretou.
Ele se junta ao time já conhecido: Liu Kang (Ludi Lin), Sonya Blade (Jessica McNamee), Jax (Mehcad Brooks), Lorde Raiden (Tadanobu Asano), Kung Lao (Max Huang) e Cole Young (Lewis Tan). A princesa Kitana, vivida por Adeline Rudolph, também entra em cena – com a Exoterra sob o comando do implacável Shao Kahn (Martyn Ford) como ameaça central.
O filme está disponível para compra ou aluguel em: Amazon Prime Video, Claro TV+, YouTube, Apple TV, Vivo Play e Mercado Play.
Quando chega no streaming?
Por enquanto, ainda não existe uma data oficial para Mortal Kombat 2 entrar no streaming. Mas, se a Warner Bros. seguir o seu padrão de lançamentos (a empresa costuma colocar seus filmes no streaming cerca de 70 dias após a estreia nos cinemas), a expectativa é que Mortal Kombat 2 chegue ao HBO Max por volta de meados de julho. Até lá, o aluguel digital é a alternativa mais rápida para quem não quer esperar.
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Lançado pela HBO na noite do último domingo (21), o episódio de estreia da terceira temporada de A Casa do Dragão continuou trazendo alguns desvios em relação às obras de George R.R. Martin. Ao mesmo tempo que o show apresentou sua versão da Batalha da Goela, ele também mudou algumas dinâmicas entre personagens e eventos da cronologia.
A alteração mais inesperada aconteceu com na relação entre Alicent e Aemond, mãe e filho que encontram dificuldades em conviver desde o começo da série. No entanto, a versão adaptada da obra mostra que um elemento de desejo que não é explorado nos livros também faz parte desse relacionamento.
Como A Casa do Dragão mudou a relação entre Alicent e Aemond?
Assim como nos livros que inspiram A Casa do Dragão, Aemond se mostra uma figura cruel e que pouco obedece às recomendações de sua mãe ao assumir o Trono de Ferro. No entanto, no episódio mais recente, ele cede aos pedidos de Alicent para viajar até Harrenhal e retomar o castelo junto ao dragão Vhagar.
Com isso, ele deixa aberta a possibilidade de Rhaenyra tomar o controle de Porto Real, sem que isso provoque um banho de sangue;
Ao concordar com o plano de sua mãe, Aemond demonstra um lado diferente e começa a beijá-la nos lábios;
Inicialmente chocada, Alicent permite que ele prossiga, por saber que uma negativa poderia arruinar seus planos;
Com isso, A Casa do Dragão retoma alguns elementos de incesto que foram vistos em Game of Thrones;
O desejo de Aemond por sua mãe é algo inédito ao show e que não foi abordado nos livros de George R.R. Martion.
Em uma entrevista ao ScreenRant, a atriz Olivia Cooke (que interpreta Alicent) reconheceu que o beijo é uma das cenas mais chocantes de toda a série. Segundo a atriz, o momento traz grandes efeitos sobre a personagem, especialmente dado seu histórico de não ver as relações incestuosas dos Targaryen de forma muito positiva.
A Casa do Dragão coloca Alicent em posição arriscada
“É muito estranho. Eu acredito que ela realmente ficou perturbada pelo beijo. E eu penso que ela vê isso como uma falha de sua parte”, explicou Cooke. “Novamente, seus instintos maternais são chocantes. Mas é realmente assustador, porque Aemond é um homem muito perigoso, então qualquer rejeição vai matá-la. Então ela tem uma linha muito estreita pela qual pode caminhar”.
A Casa do Dragão deixou Alicent em uma situação bastante arriscada. Imagem: Divulgação/HBO
A atriz observa que, enquanto Alicent fez com que Aegon casasse com Helaena em A Casa do Dragão, essa provavelmente não foi uma decisão que partiu da personagem. Ela argumenta que quem tomou a iniciativa provavelmente foi seu marido falecido, Viserys, e a então rainha de Westeros não tinha muito controle sobre o que acontecia.
Dentro da série, o beijo iniciado por Aemond é uma prova do quanto Alicent falhou como mãe, bem como adiciona um elemento de perigo iminente à vida da rainha. Agora, ela não somente perdeu o poder de dar ordens a seu filho, como também pode ter ganhado um motivo para querer se livrar dele de forma permanente.
Três dias. Esse foi o tempo de vida do modelo de inteligência artificial mais avançado já disponibilizado ao público em toda a história. Em junho de 2026, a Anthropic lançou o Claude Fable 5, e apenas 72 horas depois, o Departamento de Comércio dos Estados Unidos ordenou sua suspensão global imediata.
Essa foi a primeira retirada compulsória de um modelo de “IA de fronteira” na história. E o mais surpreendente é que ela não aconteceu por causa de uma falha técnica ou um bug no sistema, mas sim pela narrativa que a própria empresa construiu sobre ele.
Se você toma decisões sobre tecnologia na sua empresa, precisa entender o que aconteceu ali.
Para entender o tamanho do salto, precisamos olhar o que estava sob o capô. O Claude Fable 5 era, na verdade, a versão com freio de mão puxado do Claude Mythos 5. Ele usava sistemas de classificação independentes para detectar perguntas sensíveis sobre cibersegurança, biologia e química.
Quando um usuário tentava algo perigoso, o que ocorria em menos de 5% dos casos, o sistema desviava a resposta para um modelo mais fraco. Nos outros 95% do tempo, o usuário tinha acesso ao poder total de uma máquina que representava uma verdadeira ruptura, e não um progresso incremental.
Estamos falando de um sistema que pegou uma base de código de 50 milhões de linhas em Ruby e fez uma migração completa em um único dia — tarefa que levaria mais de dois meses para uma equipe humana.
O Claude Fable 5, da Anthropic, entra para a história ao ser o primeiro modelo de inteligência artificial suspenso por ordem governamental. (Fonte: Getty Images/ Michael M. Santiago/ Equipe)
No desenvolvimento de medicamentos, ele acelerou o design de proteínas em dez vezes, e um modelo genômico criado de forma autônoma por ele superou uma publicação da renomada revista Science, usando 100 vezes menos parâmetros.
O problema começou dois meses antes, no chamado Project Glasswing, quando a Anthropic deu acesso antecipado do modelo para 50 parceiros estratégicos. O Claude Mythos era tão potente que começou a mapear vulnerabilidades críticas em praticamente todos os principais sistemas operacionais e navegadores do mercado.
Em poucas semanas, o programa expandiu para 150 organizações em setores como energia e telecomunicações, detectando mais de 10 mil falhas graves de segurança em códigos estratégicos. A Anthropic quis demonstrar responsabilidade pública ao relatar isso, mas o efeito colateral foi o pânico, ampliando a percepção de risco em escala governamental.
Quando o Fable 5 foi lançado globalmente, o governo americano alegou que qualquer pessoa poderia burlar as travas com um comando simples, pedindo para a IA ler um código e apontar falhas — algo que modelos concorrentes já faziam livremente. Sem apresentar provas por escrito, o governo emitiu uma diretiva de controle de exportação que proibia o acesso de estrangeiros ao modelo, incluindo os próprios funcionários da Anthropic fora dos EUA.
Como é impossível filtrar a nacionalidade de centenas de milhões de usuários em tempo real, a empresa tomou a decisão drástica de tirar o modelo do ar no planeta inteiro.
Aqui está o grande paradoxo: a Anthropic construiu sua identidade em cima da segurança. Foram mais de mil horas de testes com especialistas tentando corromper a IA antes do lançamento, e todos falharam.
Há alguns meses, o CEO de uma concorrente provocou dizendo que a postura da Anthropic era apenas marketing baseado no medo, mas hoje isso parece uma profecia. O caso do Claude Fable 5 abre um precedente histórico, mostrando que modelos de IA de alto desempenho em cibersegurança ou biologia não serão mais tratados como softwares de escritório, mas sim como tecnologia de uso militar.
Se você usa IA no seu dia a dia para escrever e-mails, relatórios ou estruturar projetos, esse caso pode parecer uma briga distante entre Washington e o Vale do Silício, mas não é.
A inteligência artificial que você usa hoje não é um caderno digital ou um editor de textos comum; ela se tornou um ativo estratégico disputado entre superpotências e corporações. E quando o calo desses gigantes aperta, a mensagem de serviço indisponível chega para o usuário final sem aviso prévio e sem prazo de volta. O Claude Fable 5 pode estar na geladeira por enquanto, mas a caixa de Pandora foi aberta e a evolução não vai retroceder.
Os outros modelos do mercado, inclusive as versões anteriores do próprio Claude, continuam disponíveis e gerando um valor absurdo para os negócios todos os dias. Os próximos modelos que virão serão inevitavelmente ainda mais potentes.
A tecnologia continua marchando para a frente, mas agora, todo mundo sabe que o terreno onde pisamos é muito mais geopolítico do que parecia. Viva a evolução da tecnologia.
Algumas semanas atrás, eu estava dentro de uma Fortune 500, conversando com líderes de comercial e atendimento.
Mostrei uma tarefa feita por uma cadeia de agentes de IA, manipulando um volume gigante de dados. Coisa que tomaria semanas de um time inteiro.
Silêncio na sala. Depois veio a pergunta, meio engasgada: “Tá. E aí? O que sobrou pra gente?”
Poucos dias depois, em uma grande empresa brasileira, um profissional viu minha orquestração de agentes de social media montar um mês inteiro de conteúdo em menos de uma HORA.
Ele me olhou e disparou: “Pô, o que tu veio fazer aqui, hein? Agora eu preciso descobrir como manter o meu salário.”
Ele riu. Mas não era piada.
Não é uma era de mudanças. É uma mudança de era
Tem uma diferença enorme entre as duas coisas.
Uma era de mudanças é quando o seu trabalho ganha ferramentas novas. Você troca a planilha pela planilha melhor. Segue sendo você, com um upgrade.
Uma mudança de era é quando o chão se move. Foi o que aconteceu quando o iPhone chegou e colocou a internet inteira na sua mão. Ninguém “se adaptou” ao smartphone. O mundo virou outro.
Estamos vivendo uma mudança de era. A era do trabalho empoderado por IA.
E nessa era, eu acredito que sobram basicamente duas profissões: Construtor ou Maestro.
As duas cadeiras que sobram
Construtor. É quem constrói os sistemas de IA que todo mundo usa. Trabalha perto dos grandes laboratórios — a OpenAI do ChatGPT, a Anthropic do Claude, o Google. Poucas vagas, fundo do oceano técnico, salários absurdos.
Maestro. É quem orquestra agentes de IA pra fazer o trabalho que antes era feito por um time. Usa cadeias de agentes, Claude Code, Claude Cowork e outras plataformas. Não constrói o motor. Rege a orquestra.
Lembre do título deste artigo: Construtor ou Maestro?
A vaga de Construtor é pra poucos. O Maestro é onde está a oportunidade pra quase todo mundo. Inclusive pra você.
O paradoxo que assusta — e liberta
Aqui está a parte que trava a cabeça das pessoas.
O trabalho do Maestro é aprender a ser substituído por uma IA. De propósito.
Você pega o que faz hoje — a planilha, o código, o QA, o SQL no banco — e ensina um agente a fazer. Você se demite da tarefa pra virar dono do sistema que executa a tarefa.
Parece suicídio profissional. É o oposto.
Quem aprende a se substituir constrói o sistema que NÃO o substitui — porque alguém precisa reger esse sistema. E esse alguém é você, num degrau acima.
A habilidade velha era manipular a planilha. A habilidade nova é orquestrar quem manipula a planilha por você. São coisas diferentes. E a segunda vale muito mais.
Por que isso vale um milhão de dólares?
Não é força de expressão.
O fundador da ClickUp anunciou num post no X que, daqui pra frente, sobrariam três especializações na empresa dele. Construtores. Maestros de agentes. E os Front-Liners — as pessoas de linha de frente, o contato humano com o cliente, a cadeira que a IA menos alcança.
A conclusão dele foi liberar uma faixa salarial de até um milhão de dólares por ano. Em dinheiro. Pros melhores Construtores e Maestros de IA.
Lembrando: Construtor ou Maestro. As duas cadeiras que estão sendo pagas como nunca, justamente porque coordenam o trabalho de muitos.
Não é só Vale do Silício. Essa lógica chega no Brasil pelo mesmo caminho que chegou em todo lugar: pelo concorrente que entendeu primeiro.
Três movimentos pra esta semana
Pra quem é técnico e quer trocar de cadeira.
Primeiro: abra o Claude Code num projeto seu de verdade. Pegue uma tarefa que você domina — um QA, uma rotina de SQL, uma análise — e monte um agente que faça ela. Observe o que você sente ao se ver substituído. Esse desconforto é o caminho.
Segundo: dentro do Claude, ative o Cowork. Aponte ele pras suas pastas e processos. Orquestre, não execute. Em uma semana, você entende a diferença entre operar e reger.
Terceiro: escolha um processo do seu time que tem cinco etapas manuais. Desenhe a cadeia de agentes que faria as cinco. Não precisa terminar — precisa enxergar que dá.
Não vai ser confortável aprender a se substituir. Mas é a forma mais segura de não ser substituído por quem aprendeu antes de você.
Uma nova era do trabalho
Você passou anos afiando a habilidade de fazer o trabalho com as próprias mãos — escrever o código, montar a planilha, rodar a query.
Na era que já começou, você vai continuar competindo como a melhor mão que executa a tarefa — ou vai virar o Maestro que rege as mãos invisíveis que a executam por você?
O Google e o estúdio de cinema independente, a A24, firmaram uma parceria relacionada com inteligência artificial (IA) para filmes. Nenhuma produção será feita usando intelgramente a IA da gigante, mas o acordo prevê auxiliar a produtora durante as filmagens. Além dessa união, o Google também investirá US$ 75 milhões (cerca de R$ 390 milhões) na empresa.
Na descrição oficial publicada pelo Google DeepMind, é dito que essa parceria “visa expandir as possibilidades do futuro do entretenimento”. Em termos práticos, a companhia de Mountain View pretende fornecer suas ferramentas para ajudar em alguns aspectos das filmagens e até mesmo dos cineastas envolvidos no projeto.
Em nota ao Wall Street Journal, um representante da A24 explicou que os resultados não vão ser parecidos com aqueles vídeos de IA encontrados nas redes sociais, por exemplo. “As ferramentas não se parecerão em nada com o tipo de IA generativa gerada por comandos e com a qual as pessoas se sentem desconfortáveis", afirmou. Uma das aplicações seria para gerar storyboards.
Utilização de AI Slop em Hollywood gera preocupações por parte do público. (Imagem: A24/Reprodução)
Por que o Google escolheu a A24?
A escolha da A24 pelo Google para essa parceria é um tanto curiosa, mas parece haver uma razão profunda. O estúdio ficou conhecido por seus filmes de orçamento reduzido, mas com grandes histórias. Esse é o caso de obras como Lady Bird, Moonlight, Minari, Aftersun, O Brutalista e Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo, aclamados pela Academia.
Fora as grandes histórias, a A24 é especialista em entregar filmes de diretores emergentes, como é o caso de Greta Gerwig, Robert Eggers e Ari Aster. Mais recentemente, o terror Backrooms chamou a atenção por conta das altíssimas bilheterias alcançadas e pelo fato de ter levantado o jovem cineasta Kane Parsons à altura de Hollywood.
O fato da A24 lançar tendências pode ser exatamente o que o Google quer, uma vez que é de interesse da companhia que ferramentas de IA se popularizem na indústria de cinema. No entanto, nem todos são a favor de implementações como essas. O próprio Kane Parsons já chamou a tecnologia de “genuinamente prejudicial” em algumas entrevistas.
Apesar disso, a A24 ainda deve se manter totalmente independente e o aporte financeiro não é uma compra por parte do Google. Resta saber como a utilização dessas ferramentas evoluirá e como diretores, atores e outros responsáveis pelas produções reagem a esse anúncio.
Por falar na A24, a produtora atualmente trabalha em filme live-action de Elden Ring, o super jogo da icônica From Software e dirigido pelo experiente Alex Garland. Siga o TecMundo no X, Instagram, Facebook e YouTube e assine a nossa newsletter para receber as principais notícias e análises diretamente no seu e-mail.
Os celulares tornaram-se uma das plataformas de maior destaque para os jogos gratuitos — afinal, quem não tem um em mãos hoje em dia, não é mesmo? Através deles, é possível acessar uma ampla biblioteca de games em qualquer lugar e a qualquer momento para jogar experiências que vão desde títulos casuais até aquelas aventuras mais complexas.
Certamente, a Play Store traz milhares de ótimas opções para os usuários que possuem celulares com sistema Android. A plataforma do Google oferece um catálogo recheado de jogos gratuitos que podem atender as suas exigências.
O Voxel realizou mais uma curadoria para destacar os cinco melhores jogos gratuitos disponíveis na Play Store esta semana. A seleção oferece aos usuários de Android boas oportunidades para se divertir sem gastar absolutamente nada. Confira a seguir!
Pizza Ready
Finalmente lançaram um simulador para os amantes de pizza. Como o próprio nome sugere, em Pizza Ready você deverá gerenciar uma pequena pizzaria para se tornar "o mestre do seu próprio império da pizza".
Algumas das atividades em Pizza Ready incluem administrar o local, assim como cozinhar e montar uma grande variedade de pizzas, servir, limpar e até gerenciar o quadro de funcionários do estabelecimento.
Subway Surfers
Subway Surfers é um dos jogos de corrida infinita mais populares da Play Store, trazendo partidas rápidas e dinâmicas. O jogador deve correr pelos trilhos de trem, desviando de obstáculos e coletando moedas para desbloquear novos personagens e pranchas.
Com atualizações frequentes, o game recebe cenários temáticos em diferentes cidades do mundo, mantendo a jogabilidade sempre variada e divertida. É ideal para quem busca uma experiência leve e viciante no celular.
Block Crazy Robo World Craft
Block Crazy Robo World Craft é um jogo sandbox no melhor estilo Minecraft onde o jogador pode construir, minerar e explorar livremente o mapa.
O título oferece dois modos principais: criativo, com recursos ilimitados, e sobrevivência, que exige coletar materiais, fabricar itens e enfrentar inimigos.
Moto Wheelie 3D
A cultura de motocicletas é algo bastante presente entre os brasileiros, e Moto Wheelie 3D traz uma proposta que pode agradar os entusiastas do "grau". Aqui, os jogadores poderão fazer diferentes coisas com a moto, como cortar giro, drift e muito mais.
Além disso, o game traz boas opções de personalização. Portanto, você poderá estilizar não apenas o seu motorista, mas também mudar o estilo da sua moto com diferentes opções de escapamentos, capacetes e muito mais.
Clash Royale
O clássico Clash Royale, da Supercell, combina mecânicas de cartas, estratégia e confrontos em tempo real. Cada partida exige adaptação rápida ao que o adversário faz, montando o deck ideal para cada desafio.
O sucesso do jogo está na sua jogabilidade acessível, porém profunda, permitindo partidas rápidas, torneios e eventos sazonais que mantêm a comunidade ativa.
Curtiu a lista com os cinco jogos gratuitos do momento na Play Store? Comente nas redes sociais do Voxel qual deles você pretende jogar primeiro!
Comprou um televisor de última geração que prometia experiência de cinema em casa, mas se decepcionou com a qualidade de imagem da TV? A boa notícia é que ajustes rápidos nas configurações do aparelhopodem fazer diferença na hora de assistir seus programas favoritos e jogar.
Normalmente, a smart TV traz a configuração padrão de fábrica, com ajustes básicos para certos tipos de conteúdos. Isso significa que muitos dos principais recursos não estão habilitados no momento em que ela é ligada pela primeira vez. E se o usuário não ativá-los manualmente, vai lidar com imagens descalibradas.
Por que a imagem da TV pode parecer ruim?
Diferente dos aparelhos antigos que eram, basicamente, telas conectadas a uma antena, DVD player, decodificador ou dispositivo de streaming, as versões atuais são como computadores. Dessa forma, têm memória RAM, armazenamento interno, sistema operacional, apps e conectividade.
Como resultado, apresentam opções de configurações e ferramentas que muitas vezes você nem sabia que existiam. Ao deixar a configuração padrão ativada, o usuário pode se deparar com vários ruídos visuais mesmo tendo adquirido um equipamento caro e com especificações avançadas.
Diversos fatores podem afetar a qualidade de imagem da smart TV. (Imagem: Pressmaster/Getty Images)
A qualidade da fonte de vídeo faz diferença?
Assim como as configurações de tela desajustadas, a fonte do sinal recebido afeta diretamente a qualidade da imagem exibida. Mesmo usando uma TV com resolução 4K recém-lançada, o usuário terá dificuldades ao assistir conteúdos gerados com baixa resolução.
O problema está no processo de upscaling do televisor, que consiste em “esticar” a imagem para preencher todos os pixels da tela. Isso acontece com vídeos muito antigos, conteúdos em padrão SD e ao reproduzir DVDs, resultando em imagens borradas ou quadriculadas.
A taxa de bits (bitrate), que representa a quantidade de dados transmitidos por segundo, é outro aspecto a ser observado, com níveis mais altos apresentando resultados melhores. O sinal fraco da antena digital e a baixa velocidade da internet, no caso de streaming, também contribuem para imagens ruins.
8 dicas para melhorar a qualidade de imagem da sua TV
Como melhorar a imagem da TV? Listamos, a seguir, 8 ajustes nas configurações da smart TV que podem fazer a diferença em busca da imagem perfeita.
1. Desative a suavização de movimento
Esse recurso, chamado de TruMotion, Motion Clarity ou Motion Flow, dependendo da marca, gera quadros artificiais entre as cenas para fazer os movimentos parecerem suaves. O resultado é conhecido como “efeito novela” e afeta a qualidade visual original de filmes e outros conteúdos.
Para desativá-lo, acesse o menu “Imagem” na TV e procure a funcionalidade na opção “Configurações avançadas”. É recomendável a desabilitação completa para filmes e programas e ajustá-la para o nível mais baixo em esportes, se disponível, como destaca o The New York Times.
2. Selecione o modo de TV adequado
Modos de exibição como Vívido, Dinâmico, Esporte e Eco, entre outros, são encontrados em praticamente todos os televisores modernos. No entanto, deixam a imagem brilhante demais, excessivamente processada ou bloqueiam ajustes avançados para economizar energia, atrapalhando o desempenho.
O ideal é ajustar conforme o programa em exibição e as condições do ambiente, acessando as configurações pelo controle remoto. Ao ver filmes, o modo Cinema ou Filme é uma boa escolha, enquanto o Padrão combina com ambientes iluminados e o Jogo se adapta bem quando um console é plugado.
As melhores configurações para smart TV são acessadas por meio do controle remoto. (Imagem: M-Production/Getty Images)
3. Ajuste o brilho e o contraste
A configuração padrão dos televisores geralmente inclui níveis altos de brilho que causam cansaço visual e deixa as cenas escuras sem nitidez. Dessa forma, é interessante ajustar essa opção para detalhes visíveis em cenários escurecidos sem fazer a tela brilhar como uma lâmpada.
Já o contraste, que se refere às partes claras da imagem, deve estar equilibrado. Alguns modelos têm um recurso chamado Contraste Dinâmico que causa mudanças bruscas durante a reprodução do conteúdo atrapalhando a visualização e por isso a recomendação é desativá-lo.
4. Configure a proporção da tela
Entre as melhores configurações para smart TV, também vale ter atenção com a proporção da tela. Dependendo do tamanho escolhido ou do ajuste feito pela fonte do conteúdo, a imagem pode aparecer cortada, esticada ou achatada, levando a uma experiência ruim de visualização.
A função, conhecida ainda como Tamanho da Imagem, oferece alternativas como 16:9 (widescreen), padrão para transmissões da TV aberta e streaming, 4:3 (formato quadrado das TVs antigas) e 21:9 (ultrawide, usado no cinema). Escolha aquela que não resulte em cortes ou distorções, testando cada uma.
Por mais que o televisor tenha várias conexões HDMI, é possível que nem todas sejam iguais, tecnicamente falando. Uma delas pode ser compatível com taxa de atualização mais alta e fazer diferença ao ligar um console de videogame se a TV permitir alterar a configuração.
As portas também podem suportar recursos extras, contribuindo para uma melhor calibração de imagem ou áudio aprimorado. Dessa forma, verifique se as conexões são diferentes e, se necessário, invista em um novo cabo HMDI certificado para extrair o máximo da capacidade da tecnologia.
6. Use uma conexão cabeada
Como a qualidade da internet afeta a imagem ao reproduzir conteúdos via streaming, conectar a smart TV ao roteador via cabo é outra estratégia essencial. Em geral, a conexão com fio é mais estável, tem maior constância de velocidade e menos latência.
Para jogar online e assistir streaming em alta qualidade, prefira a conexão via cabo Ethernet (RJ45), se disponível, ou use um adaptador USB para Ethernet. A abordagem também libera largura de banda do Wi-Fi para smartphones, PCs e outros dispositivos, melhorando a conectividade sem fio nesses aparelhos.
A velocidade e a estabilidade da internet também impactam a qualidade de imagem no caso de conteúdos online. (Imagem: Toa55/Getty Images)
7. Ative o HDR
Para quem está em dúvida sobre como deixar TV com imagem mais nítida, outra sugestão é ativar o High Dynamic Range (HDR). Ideal para cenas extremamente claras ou escuras, a tecnologia objetiva oferecer uma combinação de cores mais próxima à qual os olhos enxergam.
O recurso torna mais realistas as cenas com explosões, reflexos, luzes, céu e tons escurecidos, entre outras combinações, além de melhorar a profundidade visual em jogos e a reprodução de fotos. Mas é essencial que o conteúdo em exibição seja compatível com HDR e o televisor tenha brilho alto para bons resultados.
8. Verifique a distância para assistir TV
Uma simples mudança no local de instalação, deixando o aparelho à distância correta do sofá ou da cama, pode ser tão útil quanto os ajustes de configuração para melhorar a qualidade de imagem da TV. A tática reduz elementos de fundo para maior imersão e permite ver toda a tela sem forçar a vista.
Embora não exista uma regra específica, recomenda-se multiplicar o tamanho da tela por 1,2 para descobrir a distância mínima. E se o cômodo for muito pequeno, impedindo as adaptações, uma boa alternativa talvez seja optar por uma TV de tamanho diferente.
Antes de terminar, trazemos uma dica extra: atualizar o sistema operacional quando disponível e reiniciar a smart TV ocasionalmente, possibilitando acessar novos recursos e aprimorar a segurança.
Nas ondas de rádio captadas por aparelhos de TV, chamadas de radiodifusão, a quantidade de espectadores não muda o custo da transmissão. Ele é fixo e proporcional à área de cobertura, envolvendo a construção das torres, o aluguel do terreno e a energia gasta pelos transmissores. Na internet temos o oposto: cada espectador é um fardo carregado pela rede e pelos servidores em data centers. A rede brasileira se comportou bem nesse início de Copa?
Já vimos nessa coluna como foi o ninho que deu origem à internet na década de 1960. Mesmo antes de sair do ovo, meus antepassados foram sábios ao conceber um design: essa rede é estatística e não determinística. É essa mesma característica, que barateou e popularizou a internet, que será posta à prova nesta Copa do Mundo.
Na telefonia analógica, os cabos interconectados pelas telefonistas reservavam a capacidade do canal de comunicação. Esse cabo de capacidade determinada, remendado manualmente por plugues, saía da boca de quem falava até a orelha de quem escutava do outro lado do país. Na internet, essa reserva de capacidade não acontece.
(Foto: Alfredo Rizzutti/Estadão).
Assim que o tráfego sai da rede de seu provedor de internet, não há nada que garanta a capacidade de transmissão no caminho até o destino.
Esse fator contribui para que testadores de velocidade (speed test) que estejam hospedados fora de seu provedor costumem apontar velocidades menores do que a contratada, ou que um download do Google Drive pareça mais lento do que assistir a filmes 4K pelo streaming. Não é um defeito, fraude ou traffic shaping como diz a crendice popular. É como a rede mundial de computadores foi concebida para funcionar.
Essa reserva fim a fim de capacidade de forma determinística gera um custo grande de implantação e operação, pois, mesmo se em desuso, o custo pouco varia. A estratégia estatística da internet, em que planejamos a capacidade para atender o consumo que historicamente conhecemos, nos deu um baixo custo para que essa rede se tornasse onipresente. Um minuto de videoconferência entre Brasil e Japão é mais barato pela internet do que um minuto de telefonema interurbano para a capital vizinha.
O protocolo TCP/IP se comporta muito mal em links que atingiram 100% de uso de sua capacidade. Quando esse valor é pouco extrapolado, como 105%, ele mais se assemelha a estar fora do ar que disponível. Isso nos obriga a planejar a rede para que sempre haja farta capacidade ociosa.
O desafio dessa Copa do Mundo é que dados históricos não nos ajudam tanto. Pela primeira vez, a oferta de partidas transmitidas pela internet será maior do que pela radiodifusão. Então veremos uma audiência online que gerará um tráfego antes nunca visto.
Chamei dois amigos e colegas de ofício para me trazerem um panorama do que viram em suas redes. Rafael Ganascim, CTO da Made4It, e Hector Altafim, Head of Backbone da operadora Ufinet, uma das mais importantes do país. Cada um trouxe um ponto de vista diferente da rede.
A Made4It fabrica um dos principais softwares utilizados pelos provedores brasileiros para monitorar o tráfego, e a Ufinet é uma operadora que vende para os provedores brasileiros no atacado aquilo que no varejo nos revendem em casa: banda larga fixa. Enquanto Altafim joga no meio-campo da rede, observando o tráfego de forma mais central, Ganascim joga na grande área, perto do gol: a casa ou empresa do assinante.
Disse-me Altafim que, comparando o jogo de estreia do Brasil com o mesmo horário do sábado anterior, o aumento de tráfego simultâneo na rede foi de 40%, ao mesmo tempo que houve uma redução de 35% do tráfego advindo de operadoras do exterior (upstreams). Se o consumo total da rede pelos brasileiros aumentou e o advindo do exterior reduziu, de onde está vindo esse tráfego?
Dentre os tipos de arquivos mais populares que circulam pela internet, vídeos são os de maior tamanho médio em bytes. Como vimos na coluna anterior em que analisei a plataforma de streaming estatal Tela Brasil, assistir ao longa “A Hora da Estrela” de 1h e 38m de duração gera 3,49 GB de download. Comparativamente, o download de todos os 7 milhões de artigos da Wikipédia em inglês pode ser feito num arquivo de 26 GB.
Para dar conta desse fardo maior, na entrega de vídeos não se usam apenas os data centers tradicionais e sim servidores menores espalhados geograficamente. É o que chamamos de CDN, Content Delivery Network, uma rede de entrega de conteúdo. As empresas que operam redes desse tipo espalham servidores pelas cidades dentro de provedores de acesso à internet.
O canal Loucos da Telecom no YouTube visita provedores de internet pelo país e mostra aquilo que está na outra ponta da fibra ótica que chega em nossas casas. Chamamos de PoP, do inglês, ponto de presença, a edificação que abriga os equipamentos do provedor.
No episódio que apresento abaixo, um provedor do Espírito Santo mostra os servidores da Netflix (na cor vermelha), Google e Meta no PoP central da empresa. Outros provedores possuem também servidor da CDN da Globo Play, presente em todas as unidades da federação. O tráfego oriundo desses servidores até a casa do assinante passa pela rede local do provedor, sem vir o tempo todo da internet.
Foi desses servidores das CDNs, já armazenados dentro da infraestrutura dos provedores, que surgiu esse tráfego adicional. O vídeo é enviado uma única vez para cada um deles e multiplicado N vezes para todos os espectadores do provedor em questão.
Na contabilidade do Altafim, na estreia da seleção o tráfego do Google teve aumento de 35%, o da Amazon, de 13%, o da Meta, de 6%, e o da Globo, de 4% se comparados com o tráfego do mesmo horário no sábado anterior. Esses números nos permitem inferir o ranking de audiência online de cada um deles durante a partida.
Por outro lado, Cloudflare apresentou uma redução de 4% e a CDN77 de 20%. Esses números são reflexo do interesse do internauta durante o jogo e de quem está dominando o tempo de tela.
Para a Ufinet, houve um aumento de 20% no tráfego destinado ao Paraguai, Chile e Argentina, já que o Brasil tem um papel central na rede do Cone Sul, servindo como origem de conteúdo para nossos vizinhos hispanofalantes.
Como a internet não é centralizada e é operada quase integralmente de forma privada, não há um órgão central de onde podemos extrair esses números. Cada empresa possui um ponto de vista da sua rede, enxergando números do tráfego de seus próprios clientes. Somando-os, conseguimos fazer uma fotomontagem de um cenário um pouco maior, mas nunca total.
Ganascim me trouxe gráficos com uma confissão: “Quando o Brasil entrou em campo no sábado contra Marrocos, eu estava certo de que veríamos um pico histórico de tráfego nas redes que monitoramos. Era o Brasil, era a estreia, era o jogo que todo mundo ia assistir. Errei".
No gráfico gentilmente cedido pela Made4It, podemos ver que tanto o jogo entre México e África do Sul no dia 12 (250 Gbps) como as partidas do dia 14 (300 Gbps) em que o Brasil não entrou em campo tiveram tráfego maior do que a partida de estreia de nossa seleção no dia 13 (200 Gbps). Assim como Ganascim, errei no palpite e também fui surpreendido por esses números. A disputa de tela entre a internet e a radiodifusão explica essa diferença.
Como a partida do Brasil foi transmitida pela Globo e SBT, podemos inferir que a radiodifusão abocanhou uma fatia da audiência do streaming da CazéTV (via YouTube, Amazon Prime Video e Disney+), N Sports e do próprio Globo Play. Os eventos em bares e restaurantes, condomínios e casas de familiares fizeram mais gente assistir à mesma tela da TV e manter o smartphone no bolso, gerando menor tráfego na rede. Afinal, o menor delay é o único diferencial da radiodifusão.
O Brasil abriga o maior ponto de troca de tráfego do mundo. Operado pelo CGI.br, uma entidade sem fins lucrativos, ele é financiado em grande parte pelas anuidades dos domínios registrados que terminam em .br. Através do gráfico de um de seus equipamentos de rede, hospedado no data center da Cirion em Cotia/SP, é possível observar com mais detalhe como o tráfego cresce antes do jogo e decresce após o último apito.
No gráfico acima do dia 20 de junho, é possível observar que a partida de Holanda x Suécia às 14h não atraiu a atenção do internauta. Mas às 16h, uma hora antes de Alemanha x Costa do Marfim, a audiência online subiu e persistiu até perto da meia-noite, abandonando a rede antes de Tunísia x Japão entrarem em campo à 1h da manhã.
Embora nenhum de nós três tenha observado gargalos na rede propriamente dita, Ganascim observou sinais de que os servidores do Google atingiram sua capacidade máxima, fazendo com que a big tech escalasse mais servidores de fora.
Ampliar a capacidade em servidores é um investimento caro de ser feito e demorado a ser entregue, com o tempo fabril e a logística envolvidas. Vimos isso durante a pandemia, quando o aumento de consumo durante a quarentena fez Netflix, Globo Play e YouTube anunciarem redução na qualidade dos vídeos para aliviar a carga sobre os servidores de sua CDN, não sobre a rede. Nessa Copa, Ganascim nos trouxe este registro feito pela Made4It num provedor:
As barras azuis indicam o tráfego advindo da conexão direta com o Google (PNI) e seus servidores no Brasil. Note que acima dos 3 Gbps em alguns dias surgem barras verticais vermelhas (o maior pico no dia 14) que simbolizam o tráfego vindo pelo trânsito IP, o acesso à internet no atacado que operadoras como a Ufinet entregam aos provedores regionais.
Verificando a geolocalização dos endereços IP do Google que surgem nesses momentos das barras vermelhas, encontramos as cidades de Atlanta, Miami e Santiago, o que reforça a evidência de esgotamento da capacidade dos servidores da empresa no Brasil.
A capital chilena é digna de nota, pois, em todo o hemisfério sul, é a única localidade onde o Google possui um data center próprio de alta capacidade para atender seus clientes globalmente. A infraestrutura da empresa no Brasil é menor e voltada para o mercado doméstico. Já vimos nessa coluna por que as big techs evitam instalar data centers desse porte no Brasil.
Vimos então que, apesar da maior quantidade de partidas transmitidas pela internet e em mais plataformas de streaming, essa Copa do Mundo não significou um aumento recorde de tráfego na internet durante as partidas do Brasil, o que deve persistir ao longo do campeonato, graças à fatia de mercado da radiodifusão. As maiores mudanças foram na origem geográfica do tráfego e nas empresas de onde vinha o conteúdo.
Ainda assim, registramos sinais que sugerem esgotamento de capacidade em servidores do Google justamente nos dias de maior tráfego, quando a seleção brasileira não jogava. Como as partidas da seleção nacional são as de maior interesse do público, dois cenários poderiam gerar gargalos para o YouTube em competições futuras: a radiodifusão deixar de transmitir esses jogos, ou a escassez global de chips, gerada pela demanda da indústria de IA, frear a expansão das CDNs.
É cedo para dizer se nossa seleção é motivo de orgulho nessa Copa, mas o mesmo não vale para nossa internet propriamente dita. Estamos já acostumados a prover infraestrutura em grandes eventos mundiais, e o crescimento de 30% no primeiro mês de quarentena que observei nos provedores que atendo foi a prova de fogo que passamos para conquistar a confiança dessa indústria e do internauta brasileiro.
A OpenAI anunciou nesta segunda-feira, 22, um acordo para fornecer o ChatGPT Enterprise e a plataforma de automação baseada em inteligência artificial (IA) Codex à Samsung Electronics. As ferramentas serão disponibilizadas para funcionários da companhia no Japão e para equipes da divisão Device eXperience (DX) em todo o mundo, ampliando o uso de IA generativa nas operações da fabricante sul-coreana.
Segundo a OpenAI, a iniciativa está entre os maiores contratos globais já firmados para a adoção do ChatGPT Enterprise. A Samsung pretende utilizar as tecnologias em diferentes áreas do negócio, incluindo pesquisa e desenvolvimento (P&D), manufatura, marketing e suporte à gestão, com o objetivo de aumentar a produtividade e acelerar a resolução de problemas.
O ChatGPT Enterprise é a versão corporativa do chatbot da OpenAI. A plataforma foi desenvolvida para apoiar atividades que exigem análise e produção de conhecimento, como busca e interpretação de informações, elaboração de documentos, análise de dados e geração de ideias para projetos e processos internos.
De acordo com a OpenAI, a solução também oferece recursos voltados para o ambiente empresarial, incluindo proteção de dados, gerenciamento de permissões de acesso e mecanismos de segurança. Essas funcionalidades permitem que a ferramenta seja utilizada em conformidade com políticas internas de governança e requisitos corporativos de segurança da informação.
Além do ChatGPT Enterprise, a Samsung adotará o Codex, plataforma de automação e desenvolvimento de software baseada em IA. A ferramenta auxilia programadores em tarefas como escrita de código, revisão de projetos e identificação de falhas, mas também pode ser utilizada por profissionais sem experiência em programação para criar softwares internos, automações de trabalho e páginas na internet.
A OpenAI informou que mais de 5 milhões de pessoas utilizam o Codex semanalmente em todo o mundo. Na Coreia do Sul, o número de usuários ativos semanais da plataforma cresceu cerca de 800% desde fevereiro, indicando uma rápida expansão da adoção da ferramenta no mercado local.
Em comunicado, o diretor da OpenAI na Coreia, Kim Kyung-hun, afirmou que o acordo demonstra o uso da inteligência artificial como uma plataforma central para inovação dentro das empresas. Segundo ele, a parceria permitirá que funcionários da Samsung desenvolvam ideias com mais rapidez e enfrentem problemas complexos com o apoio de sistemas de IA.
Um novo livro publicado nos Estados Unidos com bastidores da nova administração de Donald Trump refletiu também na indústria da tecnologia. Vários executivos de grandes empresas foram mencionados durante a obra.
De acordo com a publicação, figuras como Mark Zuckerberg (cofundador e CEO da Meta) e Jeff Bezos (fundador, antigo CEO e ainda acionista da Amazon) são consideradas bajuladoras pelo presidente, que chegou a tirar sarro da situação com outro envolvido no setor: o agora trilionário Elon Musk.
O livro em questão é Regime Change: Inside the Imperial Presidency of Donald Trump (ou Mudança de Regime: Por dentro da Presidência Imperial de Donald Trump, em tradução livre para o português) e não tem qualquer informação sobre um eventual lançamento no Brasil.
Com lançamento previsto para esta terça-feira (23), ele foi escrito por Maggie Haberman e Jonathan Swan, jornalistas do The New York Times especializados na cobertura política do país. A Casa Branca chegou a ser contatada por sites como o The Next Web, mas não comentou as alegações da obra, que não revela quais foram as fontes dos relatos.
A relação entre Trump e os empresários
Segundo o livro, que traz relatos detalhados de conversas e acontecimentos após a vitória presidencial em 2024, Zuckerberg e Bezos foram as principais figuras do meio a parabenizarem o político pela vitória.
Em Mar-a-Lago, residência oficial de Trump, ele teria mostrado mensagens de texto da dupla para Elon Musk — até então bastante amigo do presidente e com um cargo oficial no governo. "Pense em onde esses caras estavam em 2016. Eles me odiavam... E olhe para eles agora", teria dito o político. O CEO da SpaceX teria respondido que essa é uma "submissão de primeira classe".
Em outra ocasião, Trump chegou a citar para mais de uma pessoa que os executivos estavam "beijando o traseiro" dele, expressão que em inglês é o equivalente à bajulação excessiva. "Vocês não acreditariam nas mensagens que recebi desses caras da tecnologia", mencionou.
A obra conta até mesmo quais foram as reações. Zuckerberg teria enviado uma foto de uma carta escrita por um dos filhos do empresário, dizendo que estava empolgado pela "era de ouro da América".
Já Bezos teria até criticado o próprio jornal para Trump, o The Washington Post, citando que as pessoas "não o escutam".
A amizade dos executivos com Trump encontra explicações em uma série de interesses das empresas de tecnologia. Vários deles estiveram presente inclusive na cerimônia de posse do político e nomes com Tim Cook compareceram até à pré-estreia do documentário Melania, sobre a vida e a rotina da primeira-dama.
Temas de interesse dessas figuras influentes do Vale do Silício poderiam incluir pedidos para uma regulamentação mais flexível de redes sociais e IA, além de resultados favoráveis em investigações de órgãos federais.
Nomes como Bezos também buscam contratos governamentais para serviços como modelos de linguagem ou exploração espacial, por exemplo, enquanto CEOs do setor de eletrônicos tentam evitar crises e até tarifas por fabricarem produtos no exterior.
Qual celular de verdade é o Trump Phone, aparelho misterioso vendido pela família de Trump? Descubra nesta matéria.
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Lançado no dia 19 de junho sem grande concorrência, Toy Story 5 superou até mesmo as previsões mais otimistas do mercado. O novo longa da Pixar chegou aos Estados Unidos registrando US$ 160 milhões em bilheteria em seu primeiro fim de semana. E, levando em consideração seu desempenho global, ele já é a segunda melhor estreia histórica do estúdio.
Nos demais mercados nos quais o filme já é exibido, ele arrecadou outros US$ 152 milhões, chegando a um total de US$ 312 milhões. Com isso, o longa só não superou o final de semana de estreia de Divertida Mente 2, de 2024. A animação anterior fez US$ 384 milhões em seu primeiro fim de semana, chegando ao final de sua exibição com US$ 1,6 bilhão arrecadados.
Toy Story 5 lidera em semana de queda livre para Mestres do Universo
Como Toy Story 5 chegou em uma semana sem outras grandes estreias de Hollywood, o restante dos filmes de melhor desempenho é formado por produções lançadas há mais tempo. A segunda posição é ocupada pelo Dia D de Steven Spielberg, que arrecadou US$ 17 milhões (queda de 61,8%).
Já Obsessão continua um grande fenômeno e chegou a US$ 215 milhões arrecadados no mercado interno (US$ 333 milhões no global);
Mestres do Universo chegou a um ponto importante de sua trajetória e finalmente arrecadou US$ 100 milhões ao redor do mundo;
No entanto, esse valor é considerado pequeno para um longa que custou mais de US$ 200 milhões e está em sua quinta semana de exibição;
Entre os elementos que ajudaram Toy Story 5 está a grande aprovação da crítica que a animação recebeu antes de sua estreia.
Toy Story 5 mostra os brinquedos da franquia tendo que lidar com a chegada de Lillypad, que representa uma grande ameaça por dominar toda a atenção da jovem Bonnie. Para lidar com a situação, os protagonistas convocam de volta Woody, que interrompe temporariamente sua missão de vida de ajudar brinquedos perdidos.
Toy Story 5 teve uma das melhores estreias de 2026
Toy Story 5 superou expectativas do mercado. Imagem: Divulgação/Pixar
Segundo dados do Box Office Mojo, Toy Story 5 já pode ser considerado uma das melhores estreias de 2026. Nos Estados Unidos, Super Mario Galaxy e Devoradores de Estrelas estão entre os poucos que superaram seus números. Confira o top 5 da bilheteria no país na última semana:
Toy Story 5 – US$ 160 milhões (US$ 312 milhões no total);
Dia D – US$ 17 milhões (US$ 160 milhões no total)
Obsessão – US$ 14,2 milhões (US$ 333 milhões no total);
Backrooms – US$ 7,31 milhões (US$ 272 milhões no total);
Todo Mundo em Pânico 6 – US$ 6,7 milhões (US$ 201,9 milhões no total).
Com seus US$ 5,59 milhões registrados no país, Mestres do Universo ficou na sexta posição entre os filmes que mais renderam na semana passada. Com isso, ele fica uma posição acima de O Mandaloriano e Grogu (US$ 3,9 milhões) que, apesar de também ser considerado uma decepção, teve uma estreia forte — e já passou dos US$ 321 milhões conquistados ao redor do mundo.
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Na semana passada, a Rockstar Games confirmou que a pré-venda de GTA 6 começa nesta quinta-feira (25), nas lojas digitais e em varejistas selecionados. A Nuuvem, plataforma brasileira de venda de jogos, já se prepara para o grande lançamento e está oferecendo gift cards da PS Store e Xbox Store como forma de garantir o jogo com condições facilitadas de pagamento.
Entre as vantagens da compra pela Nuuvem, estão o parcelamento em até 6 vezes sem juros (ou de 7x a 12x com acréscimo), além de opções via PIX e boleto. A plataforma também oferece cashback para descontos em jogos futuros e cupons promocionais para os compradores.
A iniciativa da Nuuvem chega em um momento estratégico — com a pré-venda de GTA 6 marcada para esta semana e o lançamento do jogo previsto para 19 de novembro no PS5 e Xbox Series X|S.
O processo de compra via gift card na Nuuvem foi desenhado para ser simples e sem riscos para a conta do jogador. A plataforma não trabalha com chaves de terceiros ou marketplaces paralelos — tudo é feito por canais oficiais parceiros da Take-Two, Sony e Microsoft.
O processo acontece em quatro etapas: primeiro, o jogador escolhe o valor do gift card correspondente à edição de GTA 6 desejada, para PS5 ou Xbox. Em seguida, finaliza a compra pelo método preferido — parcelado, PIX ou boleto.
Após a confirmação do pagamento, o código é disponibilizado diretamente na conta Nuuvem do comprador, e então é só resgatar o crédito na PlayStation Store ou Microsoft Store para concluir a pré-venda.
1 - Escolha o Gift Card
Selecione o valor da edição do GTA 6 que você quer (PS5 ou Xbox).
2 - Finalize a compra
Pague em 6x sem juros (ou 7x a 12x com acréscimo), PIX ou boleto.
3 - Receba o código
Código direto na sua conta Nuuvem assim que o pagamento for confirmado.
4 - Resgate a pré-venda
Use o crédito na PlayStation Store ou Microsoft Store e faça a pré-venda.
A compra via gift card é descrita pela própria plataforma como "a forma oficial mais barata de comprar jogos AAA no Brasil". O jogador paga em reais, dentro de uma loja parceira oficial, e resgata em uma loja certificada — sem riscos de bloqueio de conta ou problemas com chaves de procedência duvidosa.
Para quem pretende garantir GTA 6 na pré-venda e prefere distribuir o valor em parcelas, a modalidade oferece uma alternativa acessível sem abrir mão da segurança de uma transação oficial.
A Nuuvem é confiável para comprar GTA 6?
A Nuuvem opera no Brasil desde 2011 e já atendeu mais de 4 milhões de jogadores, com um portfólio de mais de 440 publishers parceiras — entre elas a própria Take-Two, a Sony e a Microsoft. Os gift cards comercializados na plataforma são oficiais e resgatados diretamente nas lojas das fabricantes.
A reputação da empresa é respaldada por indicadores públicos: a Nuuvem conquistou o Prêmio Reclame Aqui em 2021 e 2024 e mantém avaliação de 4,7 estrelas no Trustpilot. O atendimento ao cliente é feito por equipe humana em português, via chat e e-mail.
Para os jogadores brasileiros que buscam uma alternativa segura e parcelada para garantir GTA 6 na pré-venda, a plataforma se apresenta como uma opção dentro do ecossistema oficial das lojas digitais de console.
Quanto custa GTA 6?
A Rockstar ainda não revelou os preços oficiais de GTA 6. Rumores do insider DetectiveSeeds indicam que haverá seis formas de comprar o jogo na pré-venda, entre versões digitais, físicas e bundles de console.
"Posso afirmar que haverá seis formas de comprar o jogo na pré-venda: três digitais/físicas, que são os tipos de compra mais comuns; uma mais rara, com itens específicos; e duas vinculadas aos consoles (Pro e padrão), com um código digital para download", afirmou o insider. As edições principais seriam possivelmente Standard, Deluxe e Premium, além de uma quarta versão de colecionador.
Com base nas especulações da comunidade e de analistas do mercado, os valores devem variar entre US$ 60 e US$ 80 conforme a edição escolhida. A Take-Two afirmou apenas que o preço será "justo" para os jogadores, sem confirmar números até o momento — o que deve mudar com a abertura oficial da pré-venda nesta quinta (25).
Você vai garantir GTA 6 na pré-venda pela Nuuvem? Conta pra gente nas redes sociais do Voxel!
Lançado na noite do último domingo (21), o episódio de estreia da temporada 3 de A Casa do Dragão foi um dos mais intensos de toda a história do show. Ele parece ter sido feito para contrastar com o final da segunda temporada da série, que foi duramente criticado pelo ritmo lento e por não mostrar nenhum confronto.
No capítulo mais recente, os fãs puderam acompanhar a Batalha da Goela, que contou com grandes frotas navais e a presença de diversos dragões. Ao final dela, os Pretos comandados por Rhaenyra Targaryen conseguiram uma vitória importante — mas que também pode ser considerada uma derrota, dada a quantidade de sacrifícios envolvidos.
A Casa do Dragão teve uma de suas batalhas mais sangrentas
No capítulo de estreia da temporada 3 de A Casa do Dragão, as tropas marítimas de Corlys Velaryon, que estavam bloqueando o acesso marítimo à cidade de Porto Real, foram instruídos a se dirigir até ela. A ordem foi dada por Rhaenyra que, confiando em Alicent, esperava encontrar os portões do lugar abertos e sem a ameaça do dragão Vhagar.
No entanto, isso aconteceu no momento no qual os exércitos da Triarquia, contratados por Otto Hightower, finalmente chegaram à Westeros;
As duas forças se encontraram perto da Baia da Água Negra, resultando em um embate que deixou milhares de mortos;
Entre aqueles que morrem no confronto está Tyland Lannister, que foi enviado por Otto para convencer a Triarquia a apoiar sua causa;
Sharako Lohar, uma das comandantes do exército invasor, também morreu. Apesar de ter conseguido derrotar Corlys em batalha, ela foi morta por Alyn de Hull, filho bastardo do grande comandante naval;
No entanto, a morte mais trágica foi a do jovem Jacaerys Velaryon, que encontrou um fim ingrato junto com seu dragão, Vermax.
Contrariando as ordens de sua mãe, Jacaerys se juntou à batalha na companhia de Baela e Rhaena. Embora tenha conseguido escapar das redes da Triarquia em um primeiro momento, Vermax acabou sendo atingido por um dardo que o arrastou para o fundo dos mares. Seu cavaleiro conseguiu escapar para a superfície, mas foi atingido por diversos dardos inimigos e morreu no local.
A Batalha da Goela vai deixar grandes marcas em A Casa do Dragão
A morte de Jaecarys em A Casa do Dragão vai deixar grandes marcas em na historia da série e fazer com que a vitória dos Pretos perca grande significado. Afinal, ela significa que Rhaenyra Targaryen não tem mais um herdeiro para o trono — e representa um duro golpe para seu coração, após ela também perder Joffrey.
A Casa do Dragão retornou com uma das maiores batalhas de sua história. Imagem: Divulgação/HBO
Enquanto Aegon III ainda faz parte da linha sucessória, o jovem não escapa do confronto sem grandes perdas que vão marcar para sempre sua vida. E, dentro do universo criado por George R.R. Martin, as consequências do evento vão ser sentidas durante décadas.
A promessa da HBO é que A Batalha da Goela vai ser somente um dos momentos intensos que a temporada 3 de A Casa do Dragão vai apresentar. Assim, ao final de seus oito capítulos, o ano mais recente do show ainda vai forçar o público a se despedir de muitos de seus personagens mais importantes.
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A busca ganhou força nas redes sociais logo após a divulgação da arte. Em fóruns e comunidades dedicadas à série, jogadores passaram a comparar a personagem com pessoas reais, levantando teorias sobre uma possível modelo por trás da imagem.
Embora a Rockstar não tenha comentado o assunto, uma influenciadora venezuelana rapidamente se tornou o principal nome associado à misteriosa garota da capa de GTA 6.
Quem é a mulher na capa de GTA 6?
A principal aposta da comunidade é Gabriela Chiquin, influenciadora, DJ e modelo venezuelana conhecida nas redes sociais pelo nome Chiquin. A teoria surgiu em um tópico no Reddit e se espalhou rapidamente entre fãs da franquia.
As comparações ganharam força por conta de uma foto publicada pela modelo ainda em 2024. Na imagem, Chiquin aparece usando um top esportivo verde e exibe características físicas semelhantes às da personagem presente na capa oficial do jogo.
O fato de a publicação ser anterior à revelação da arte chamou atenção dos jogadores, já que afasta a possibilidade de uma recriação feita após o anúncio da Rockstar. Mesmo assim, não existe qualquer confirmação oficial ligando a influenciadora ao projeto.
A própria Chiquin entrou na brincadeira. Em uma publicação fixada em seu Instagram, ela alterou a legenda para escrever: “Dizem que eu pareço a morena de GTA 6”.
Em outra postagem, agradeceu a repercussão: “Quero agradecer a toda a comunidade de GTA por tanto amor. Nunca imaginei receber tantas mensagens, comentários e memes”.
Relembre a polêmica envolvendo Lindsay Lohan e a capa de GTA 5
A disputa chegou aos tribunais e se arrastou por anos. Lohan argumentava que uma das personagens presentes na divulgação do título era baseada diretamente em sua aparência.
No entanto, a decisão final foi favorável à Rockstar. A mais alta corte do estado de Nova York rejeitou o recurso apresentado pela atriz por unanimidade, encerrando o processo.
Por conta desse histórico, parte da comunidade acredita que a empresa tende a evitar referências diretas a pessoas reais sem autorização formal. Assim, a semelhança entre Chiquin e a garota da capa pode ser apenas uma mera coincidência.
Quando GTA 6 será lançado?
Enquanto as teorias seguem movimentando a comunidade, a Rockstar já confirmou que a pré-venda de GTA 6 começa em 25 de junho. O estúdio também revelou oficialmente a arte de capa e reforçou a campanha de marketing do jogo.
GTA 6 será lançado em 19 de novembro para PS5 e Xbox Series X|S. Até o momento, a Rockstar não confirmou uma versão para PC, embora rumores apontem para uma possível chegada na plataforma em fevereiro de 2027.
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A Valve revelou nesta segunda (22) os preços oficiais do Steam Machine, novo dispositivo da empresa que chega ao mercado em quatro versões diferentes — e valores que ultrapassam os US$ 1.000. O console será vendido em modelos de 512 GB e 2 TB, com opções que incluem ou não o novo Steam Controller no pacote.
Na conversão aproximada para o real, com base na cotação atual do dólar, os valores ficam em torno de: R$ 5.800 para o modelo de 512 GB (US$ 1.049), R$ 6.200 para a versão com controle, R$ 7.500 para o modelo de 2 TB (US$ 1.349) e cerca de R$ 7.900 para o pacote completo com Steam Controller (US$ 1.428). Confira abaixo!
Steam Machine de 512 GB — US$ 1.049 (cerca de R$ 5.800 na conversão direta sem impostos)
Steam Machine de 512 GB + Steam Controller — US$ 1.128 (cerca de R$ 6.240 na conversão direta sem impostos)
Steam Machine de 2 TB — US$ 1.349 (cerca de R$ 7.460 na conversão direta sem impostos)
Steam Machine de 2 TB + Steam Controller — US$ 1.428 (cerca de R$ 7.900 na conversão direta sem impostos)
Segundo a Valve, “o preço pelo qual vendemos nosso hardware é resultado direto do custo desses componentes”, justificando o valor mais alto. Além do armazenamento, as versões têm especificações idênticas — com o modelo de 2 TB trazendo ainda placas frontais extras em tecido vermelho e madeira de nogueira.
A empresa também informou que as pré-encomendas serão feitas por meio de uma fila aleatória, com inscrições abertas até 25 de junho, em um sistema criado para evitar bots e garantir maior equilíbrio na distribuição.
Quando o Steam Machine será lançado? Veja como funcionará a pré-venda
Além de revelar o preço, a Valve também confirmou que a abertura do período de registro de interesse pelo Steam Machine começa na próxima quinta-feira (25). Com isso, os usuários poderão se inscrever para qualquer uma das versões do aparelho, com os pedidos sendo distribuídos por um sistema de fila aleatória.
Diferente do Steam Controller, que foi vendido por ordem de chegada e acabou gerando casos de revenda por cambistas, o Steam Machine terá um modelo de distribuição baseado em sorteio e será lançado oficialmente no dia 30 de junho.
Segundo a Valve, a ideia é evitar que o sistema “recompense bots” e garantir uma chance mais equilibrada de compra, sem exigir que os usuários “organizem suas vidas em função desse momento”.
Após o encerramento do prazo em 25 de junho, ainda será possível realizar pré-encomendas, mas os pedidos entram automaticamente no final da fila. A empresa também reforçou que o preço final do Steam Machine ficou acima do esperado devido ao aumento nos custos de produção e componentes.
Steam Machine custa caro por conta da crise de componentes de PC
O Steam Machine chega ao mercado com preços acima de US$ 1.000, podendo ultrapassar US$ 1.400 nas versões mais completas, algo que a Valve classifica como “significativamente maior” do que o planejado inicialmente. A empresa já havia revelado que o valor final do hardware seria impactado pelo custo global dos componentes.
Segundo a Valve, a alta está diretamente ligada à crise recente na cadeia de suprimentos de hardware, com destaque para o aumento no preço de memórias RAM e dispositivos de armazenamento. A companhia afirmou que “o preço pelo qual vendemos nosso hardware é resultado direto do custo desses componentes”, reforçando o impacto do cenário global.
A empresa ainda explicou que, em alguns períodos, houve escassez de peças, o que também afetou a produção e o volume de unidades disponíveis para o lançamento.
De acordo com o engenheiro Yazan Aldehayyat, embora o preço original nunca tenha sido oficialmente divulgado, o valor final ficou acima do previsto devido à instabilidade do mercado de componentes.
Quais as especificações do Steam Machine?
O Steam Machine chega no dia 30 de junho como uma evolução direta do conceito introduzido pelo Steam Deck, mas em formato de mini PC projetado para rodar jogos de maneira estável em 4K.
A Valve confirmou que o dispositivo usa um processador AMD de arquitetura Zen 4 com 6 núcleos e 12 threads, alcançando até 4,8 GHz em um TDP de 30 W. A GPU também é uma solução personalizada da AMD, baseada em RDNA3 com 28 CUs, capaz de operar a 2,45 GHz.
Em termos de memória, o Steam Machine combina 16 GB de RAM DDR5 com 8 GB de VRAM GDDR6 — o que o coloca na mesma faixa de PCs gamers intermediários. O armazenamento será oferecido em duas configurações: 512 GB ou 2 TB, ambos em SSD NVMe. Há também entrada para cartão microSD de alta velocidade.
Na conectividade, o modelo conta com Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.3, porta Gigabit Ethernet e múltiplas saídas de vídeo, incluindo DisplayPort 1.4 (4K/240 Hz ou 8K/60 Hz) e HDMI 2.0 (4K/120 Hz). A Valve destaca ainda a presença de uma barra frontal com 17 LEDs RGB, totalmente personalizável pelo usuário.
Além disso, o aparelho roda o SteamOS 3, baseado em Linux e com interface KDE Plasma, permitindo tanto o uso como console de sala quanto como PC tradicional. A inicialização rápida, suspensão instantânea e compatibilidade com toda a biblioteca Steam completam o pacote — incluindo títulos já aprovados no programa Steam Verified.
E qual o preço médio de um PC com as mesmas configurações do Steam Machine?
Para estimar o preço de um PC equivalente, é preciso considerar peças com desempenho similar ao conjunto Zen 4 + RDNA3 da Valve. Hoje, um desktop com CPU Ryzen 5 7600 (6c/12t), GPU Radeon RX 7600 XT, 16 GB de DDR5 e SSD de 1 TB custa, no mercado internacional, entre US$ 900 e US$ 1.200 — uma média de R$ 4.800 e R$ 6.500 na conversão atual, respectivamente.
Essa faixa representa a média encontrada em varejistas norte-americanos e reflete máquinas capazes de entregar 4K a taxas próximas de 60 FPS em diversos jogos, dependendo do nível gráfico.
Mas a pergunta que fica é: vale a pena um Steam Machine na estante da TV ou um PC gamer na escrivaninha do escritório?
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Apesar de a Amazon MGM ter falhado em suas intenções de reviver He-Man com o filme recente de Mestres do Universo, a Warner Bros. pretende dar uma nova chance a outro desenho de sucesso dos anos 1980. Nesta segunda-feira (22), a empresa confirmou que vai seguir em frente com a produção de um longa dos Thundercats.
Durante o Festival de Annecy, a companhia confirmou que Lion e seus companheiros vão retornar na forma de um filme animado. No entanto, ele não deve substituir a adaptação live action da série, que continua em desenvolvimento e vai ter direção de Adam Wingard (Godzilla e Kong: O Novo Império).
O que esperar do novo filme dos Thundercats?
A ‘THUNDERCATS’ movie is in the works at Warner Bros Animation.
Segundo o anúncio feito nesta segunda-feira, o novo projeto dos Thundercats é responsabilidade da Warner Bros. Animation. Enquanto uma data de estreia não foi divulgada, a expectativa é que o título deve chegar aos cinemas antes da versão live action da série.
A empresa não confirmou a premissa do filme, tampouco quais serão seus personagens ou equipes criativas;
O longa com Wingard foi anunciado em 2021, mas segue sem novidades desde 2024;
A produção mais recente da franquia foi ThunderCats Roar, que estreou em 2020;
O show foi uma espécie de reboot da série, que apostou em elementos de comédia para se destacar;
Ele foi uma das “vítimas” da gerência de David Zaslav no comando da Warner e acabou sendo removido do streaming HBO Max e das redes do Cartoon Network em 2022.
Apesar de a série original de Thundercats ter feito sucesso e recebido 130 episódios, as tentativas de revivê-la não tiveram o mesmo destino. Antes de Roar, o Cartoon Network chegou a lançar uma série renovada em 2011, mas ela acabou sendo cancelada após uma única temporada.
Retorno de Thundercats é esperado há tempos
Conforme explica o ComicBook, o anúncio feito pela Warner Bros. esta semana é o mais recente de um longo histórico de supostos retornos da série. Em 2007, a empresa chegou a contratar Jerry O’Flaherty para dirigir um filme com roteiros de Paul Sopocy, que acabou nunca saindo do papel.
No entanto, um vazamento que circula pela internet mostra os testes de computação gráfica do título. Ele mostra que a ideia da companhia na época era apostar em uma animação com traços realistas, que acompanharia as aventuras de uma versão jovem do protagonista Lion-O.
Ao apostar em uma animação de Thundercats antes de um filme live action, a Warner Bros. se mostra mais cuidadosa do que a Amazon MGM em sua tentativa de dar novo fôlego a He-Man. Apesar de ter um orçamento estimado em mais de US$ 200 milhões, o novo filme do Mestres do Universo só conseguiu US$ 101 milhões na bilheteria global até o momento e já pode ser considerado um fracasso comercial.
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