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Pix por aproximação não terá mais limite de R$ 500 por transação

19 de Junho de 2026, 13:21
Mãos segurando um celular com o logotipo do Pix na tela
Pix por aproximação não terá mais limite de R$ 500 por transação (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Banco Central determinou o fim do limite de R$ 500 por transação para o Pix por aproximação a partir de 1º de outubro de 2026, conforme Instrução Normativa BCB Nº 746;
  • Pix por aproximação permite pagamentos sem a necessidade de ler um QR Code ou autenticar no aplicativo da instituição financeira, bastando aproximar o celular ou outro dispositivo móvel de um terminal de pagamento;
  • para usar o Pix por aproximação, é necessário cadastrar a conta na Carteira do Google ou na Samsung Wallet; recurso segue não sendo compatível com iPhones.

O Pix por aproximação começou a funcionar em fevereiro de 2025. Mas, desde então, a modalidade permite, por padrão, apenas pagamentos com valor de até R$ 500 por transação. Mas isso vai mudar em breve: por determinação do Banco Central, esse limite deixará de existir a partir de 1º de outubro de 2026 em todo o Brasil.

Esse prazo foi dado para que as instituições financeiras tenham tempo para se adaptar à determinação, que foi definida formalmente por meio da Instrução Normativa BCB Nº 746.

Com isso, será possível usar o Pix por aproximação definindo limites mais generosos ou que estejam dentro do valor máximo de movimentação diária suportado pela conta.

A decisão do Banco Central deve, sobretudo, favorecer a aquisição de bens ou serviços de maior valor por consumidores que não podem ou não querem recorrer a outra modalidade de pagamento, como cartão de crédito ou débito.

Mas o que é o Pix por aproximação?

Como já dito, o Pix por aproximação foi introduzido em fevereiro de 2025 para permitir que o usuário faça compras com Pix aproximando seu celular ou outro dispositivo móvel de um terminal de pagamento, de modo semelhante ao que pode ser feito com cartões.

Trata-se de um avanço em relação ao modo de pagamento por Pix tradicional, que condiciona o consumidor a fazer autenticação no aplicativo da instituição financeira na qual tem conta, bem como a leitura de um QR Code, procedimentos que podem levar um tempo considerável para serem concluídos.

Para tanto, é necessário cadastrar a conta na Carteira do Google ou na Samsung Wallet, que passou a suportar o Pix por aproximação em abril deste ano.

Samsung Wallet já suporta o Pix por aproximação (imagem: reprodução/Samsung)

Quando a modalidade estiver ativada, você poderá pagar por compras em estabelecimentos físicos usando o Pix (se essa opção estiver disponível no local) apenas aproximando seu celular, smartwatch ou dispositivo móvel da máquina de pagamento. O débito será feito imediatamente.

Vale destacar que, até o momento, não é possível usar o Pix por aproximação no iPhone, afinal, o sistema do Apple Pay segue sem suporte à modalidade. Isso porque a Apple não aderiu às condições técnicas estabelecidas pelo Banco Central do Brasil para esse fim.

Pix por aproximação não terá mais limite de R$ 500 por transação

Boletos bancários agora podem ser pagos via Pix (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Samsung ganha Pix por aproximação (imagem: reprodução)

Samsung já pode vender o Galaxy A27 no Brasil

18 de Junho de 2026, 11:45
Galaxy A27 em ilustração promocional, com câmera traseira tripla
Galaxy A27 está a caminho do Brasil (imagem: reprodução/Samsung Magazine)
Resumo
  • O Galaxy A27 foi homologado na Anatel e já pode ser vendido no Brasil.
  • Celular terá 5G, Wi-Fi 5, Bluetooth e NFC.
  • Ainda não há data de lançamento ou preço divulgados para o mercado nacional.

Foi rápido: o novo Galaxy A27 surgiu na República Tcheca na semana passada, sorrateiramente, e agora já está aprovado para venda no nosso país. O Tecnoblog obteve os documentos de certificação do aparelho, com homologação emitida na terça-feira (16/06), cujo código de modelo é SM-A276B/DS.

A certificação não chega a surpreender. Em maio, a Samsung brasileira já havia deixado escapar a existência do modelo na página do Samsung Wallet.

Certificado de homologação da Anatel para o Galaxy A27 (SM-A276B/DS) com emissão em 16/06/2026
Certificado de homologação do Galaxy A27 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Sabemos que o modelo será oferecido lá fora em opções de 6 ou 8 GB de RAM, 128 ou 256 GB de memória interna e com o SoC Snapdragon 6 Gen 3 da Qualcomm.

Se o chip for o mesmo para o modelo vendido na América Latina, se trata de um grande upgrade em relação ao antecessor, que veio com o Exynos 1280, processador que estreou com o Galaxy A53, de 2022. Porém, a certificação não nos permite confirmar esse detalhe.

No Brasil, o modelo virá com o o carregador EP-TA200 de meros 15 W, que a Samsung inclui em modelos mais baratos há anos, apesar de suportar recarga de até 25 W. A inclusão deste modelo de carregador também implica na inclusão de um cabo USB-A para USB-C na caixa.

Mão segurando carregador de celular sobre fundo abstrato
Carregador EP-TA200 de 15 W da Samsung (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog

A bateria também é um ponto em que a Samsung decidiu reaproveitar partes existentes: o componente, modelo EB-BA166ASY, é o mesmo utilizado no Galaxy A16, com 5.000 mAh. Não é algo incomum, considerando que até mesmo o Galaxy A57 reaproveita a bateria do antecessor.

Na parte de conectividade, os documentos corroboram o que já sabíamos graças aos vazamentos e à Samsung da República Tcheca: o modelo tem 5G, Wi-Fi 5 e Bluetooth. A certificação também confirma que o modelo tem NFC — pelo menos na versão homologada aqui, algo que ainda não estava claro mas era esperado pela faixa de preço e a presença no antecessor.

A fabricação do Galaxy A27 ficará a cargo de cinco fábricas da Samsung: duas no Vietnã, uma na Coréia e as duas usuais no Brasil, em Campinas e Manaus.

Quando e quanto?

Linha Galaxy A27 5G
Galaxy A27 5G virá em quatro opções de cores (imagem: reprodução/Samsung)

Ainda permanece o mistério de quando será o lançamento do Galaxy A27. O modelo ainda não recebeu anúncio oficial e as páginas dele no site tcheco foram removidas.

Segundo o GSMArena, o smartphone será vendido em países da Zona do Euro a partir de 350 euros (6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento), um aumento de 50 euros em relação ao preço de lançamento do A26. O modelo de 8/256 GB subiu mais ainda: 70 euros, e deverá ser vendido por 439 euros (cerca de 2.610 reais)

No Brasil, o A26 foi lançado no ano passado apenas na opção de 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento por R$ 2.299. Hoje, ele pode ser encontrado no varejo em torno dos R$ 1.500.

Para comparação, os irmãos A37 e A57 chegaram ao Brasil com preços de lançamento cerca de 600 reais maiores que os antecessores.

Samsung já pode vender o Galaxy A27 no Brasil

Certificado de homologação do Galaxy A27 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Carregador EP-TA200 de 15 W da Samsung (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog

A WWDC 2026 vem aí: o que esperar do evento da Apple?

5 de Junho de 2026, 15:06
O que esperar da WWDC 2026
O que esperar da WWDC 2026 (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • WWDC 2026, da Apple, ocorrerá entre 8 e 12 de junho e deve apresentar novidades como o iOS 27 e uma Siri mais inteligente, com capacidades avançadas de IA;
  • novo iOS 27 trará refinamentos de interface, ajustes de desempenho e um aplicativo de câmera mais personalizável, mas Siri potencializada com IA deve mesmo ser destaque;
  • é improvável, porém, que companhia anuncie novos dispositivos ou atualizações na linha Mac, por exemplo.

Na próxima semana, entre 8 e 12 de junho, a Apple realizará a WWDC 2026 (ou WWDC26). O evento é direcionado a desenvolvedores, mas também costuma servir de palco para novidades importantes em todo o ecossistema da companhia. Espera-se que a Apple finalmente revele uma Siri mais inteligente, por exemplo.

iOS 27 com Siri potencializada com IA

As novidades a serem apresentadas na WWDC 2026 deverão girar em torno das novas versões dos sistemas operacionais da Apple, com destaque para o iOS 27. O novo sistema do iPhone terá alguns refinamentos de interface, ajustes de desempenho e até um aplicativo de câmera mais personalizável, de acordo com Mark Gurman, da Bloomberg.

Mas a expectativa é a de que a nova Siri seja o principal atrativo do iOS 27. Além de dar respostas mais precisas ou contextualizadas às perguntas feitas por voz, a nova versão deverá ser capaz de interagir com o conteúdo da tela, podendo até realizar ações dentro de aplicativos.

Fala-se ainda em uma Siri versão “chatbot”, capaz de se comportar como o ChatGPT ou Copilot, de modo a competir com essas ferramentas. A tecnologia necessária para isso virá do Gemini, do Google.

Para facilitar o acesso à Siri, a Apple deverá implementar um gesto com o qual o usuário desliza o dedo do meio para o final da tela para que a interface de pesquisa ou pergunta apareça na sequência.

O que mais esperar da WWDC 2026?

Se os rumores estiverem corretos, o evento servirá de palco para novidades como:

  • Apple Wallet: a Carteira da Apple, como é chamada no Brasil, deverá ter suporte a uma função para divisão de contas entre duas ou mais pessoas, bem como gerar passes digitais para itens físicos, como um ingresso impresso de um show;
  • macOS 27, watchOS 27 e mais: os demais sistemas operacionais da Apple devem ser atualizados e seguir os passos do iOS 27, trazendo uma Siri mais inteligente, dentro do cabível;
  • Apple Intelligence: a Apple tem se mantido discreta sobre seu conjunto de tecnologias de IA; há uma pequena chance de que a Apple Intelligence volte a ser abordada, até porque há expectativas de novos recursos de inteligência artificial que vão além da Siri no ecossistema, como um agente de IA focado em saúde.
Logotipo da Apple com o possível novo símbolo da Siri
WWDC26 pode trazer uma nova e mais inteligente Siri (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Haverá novidades de hardware na WWDC 2026?

É possível, mas pouco provável. Existe alguma expectativa em torno de novos dispositivos Apple TV ou HomePod, por exemplo, mas tudo indica que a Apple esperará que a nova Siri esteja consolidada para só então lançar esses dispositivos.

Também há burburinhos sobre novidades para a linha Mac, mas o atual cenário de escassez de memória RAM e outros componentes deve fazer a Apple não se comprometer com novos modelos neste momento.

Como acompanhar a WWDC 2026?

A transmissão da WWDC 2026 será realizada em 8 de junho a partir das 14:00 no horário de Brasília. É possível acompanhar o evento a partir do site oficial da Apple.

A WWDC 2026 vem aí: o que esperar do evento da Apple?

O que esperar da WWDC 2026 (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

WWDC26 pode trazer uma nova e mais inteligente Siri (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Alelo adiciona mais um tipo de cartão à Carteira do Google

30 de Abril de 2026, 16:36
Dois cartões Alelo Pod flutuam sobre um fundo roxo uniforme. O cartão superior, em orientação vertical, exibe um degradê do roxo ao azul-escuro. No topo, há o logotipo da "alelo" em um círculo verde, seguido pela palavra "pod" em letras minúsculas azul-claras. Abaixo, consta "UTILIZAR NA FUNÇÃO CRÉDITO" e o logotipo da "elo". Possui um chip prateado e o ícone de pagamento por aproximação. O cartão inferior é verde-água, contém ícones da Apple e Android, o texto "BAIXE O APP ALELO POD" e o número "4004-7733".
Alelo Pod se junta a outros cartões da marca a ter suporte ao Google Pay (imagem: divulgação)
Resumo
  • A Alelo anunciou que o cartão Alelo Pod, de benefícios flexíveis, agora é compatível com a Carteira do Google.
  • O cartão pode ser usado para pagamentos por aproximação com smartphone ou smartwatch com NFC.
  • Para adicionar o Alelo Pod à Carteira do Google, basta seguir o passo a passo no app Meu Alelo.

A Alelo anunciou que seu cartão de benefícios flexíveis Alelo Pod agora é compatível com Carteira do Google. Com isso, os trabalhadores poderão fazer pagamentos por aproximação usando celulares com Android ou smartwatches com Wear OS, desde que tenham NFC.

Os cartões de alimentação e refeição da marca já ofereciam suporte à carteira digital do Android desde novembro de 2024. Agora, a funcionalidade chega ao Alelo Pod.

Esse cartão tem bandeira Elo e é aceito em maquininhas compatíveis com a bandeira. Ele também permite gastos em itens diversos com um saldo livre, como transporte, saúde e combustível, entre outros, de acordo com a autorização pelo RH da empresa. É um produto similar a soluções que surgiram no mercado nos últimos anos, como Flash e Caju.

Ilustração da carteira do Google
Carteira do Google está disponível em smartphones Android com NFC (imagem: divulgação)

“Com a novidade, o Alelo Pod amplia o uso do cartão em ambientes físicos e digitais, atendendo consumidores que já utilizam smartphone ou smartwatch como principal meio de pagamento. A iniciativa também reforça o avanço do Pod na digitalização da experiência do consumidor”, afirma Márcio Alencar, CEO da Alelo, em comunicado divulgado pela empresa.

O suporte a carteiras digitais já chegou aos cartões de várias empresas de benefícios. Flash, Caju, Swile, Pluxee (antiga Sodexo), iFood Benefícios e Ticket têm compatibilidade com Apple Pay ou Google Pay.

Como adicionar o Alelo Pod à Carteira do Google?

De acordo com a página de suporte da Alelo, este é o passo a passo para adicionar o cartão Alelo Pod à Carteira:

  1. Abra o app Meu Alelo.
  2. Selecione o cartão Alelo Pod a ser cadastrado; se houver dois ou mais, é necessário cadastrá-los separadamente.
  3. Toque em “Carteira Digital” e siga as verificações de segurança; se não houver um cartão virtual, ele será criado automaticamente.
  4. Toque em “Adicionar ao Google Pay”; o app abrirá a Carteira do Google.
  5. Leia e concorde com os Termos de Uso.

Alelo adiciona mais um tipo de cartão à Carteira do Google

Alelo Pod se junta a outros cartões da marca a ter suporte ao Google Pay (imagem: divulgação)

Carteiras digitais podem ser acessadas via app, site ou hardware (Imagem: Divulgação/Google)

Trust Wallet perde R$ 38 milhões em ataque; saiba se proteger

26 de Dezembro de 2025, 14:30
Logo da Trust Wallet com dois smartphones posicionados a frente com o app aberto
Carteira digital perdeu R$ 38 milhões após ataque (imagem: reprodução/Trust Wallet)
Resumo
  • Trust Wallet, popular carteira digital, sofreu um ataque na versão 2.68 do plugin, resultando em perda de aproximadamente R$ 38 milhões.
  • O ataque foi contido com uma correção, mas a vulnerabilidade permitiu que invasores capturassem frases de recuperação e transferissem fundos.
  • Segundo a empresa, o ataque foi restrito ao ecossistema de desktop, e os valores serão ressarcidos aos usuários afetados.

A Trust Wallet, popular carteira digital para armazenamento de criptomoedas e tokens (NFTs) pertencente à corretora Binance, confirmou na quinta-feira de Natal (25/12) ter sofrido um ataque na extensão do serviço para navegadores.

Os agentes maliciosos, que comprometeram a versão 2.68 do software, permitiram transações não autorizadas. O ataque resultou numa perda de aproximadamente US$ 7 milhões (cerca de R$ 38 milhões) em fundos de usuários.

Em comunicado, a companhia assegurou que o incidente já foi contido com o lançamento de uma correção e garantiu o ressarcimento integral de todos os clientes atingidos. A Trust Wallet pediu aos usuários para não interagirem com a versão vulnerável do plugin até que a atualização seja concluída.

We’ve identified a security incident affecting Trust Wallet Browser Extension version 2.68 only. Users with Browser Extension 2.68 should disable and upgrade to 2.69.

Please refer to the official Chrome Webstore link here: https://t.co/V3vMq31TKb

Please note: Mobile-only users…

— Trust Wallet (@TrustWallet) December 25, 2025

O que aconteceu?

O problema teve início na véspera de Natal, poucas horas após a liberação da atualização automática para a versão 2.68 da extensão. Nas redes sociais e fóruns especializados, usuários começaram a relatar que os saldos de criptomoedas, como Ethereum e Bitcoin, teriam sido drenados misteriosamente após o uso da ferramenta no computador.

De acordo com o portal Bleeping Computer, a versão comprometida continha um código malicioso injetado, chamado 4482.js, que fingia ser uma ferramenta de análise de dados, mas que monitorava a atividade da carteira e capturava a frase de recuperação quando fosse utilizada ou importada pelo usuário.

Esse script permitia que os invasores recebessem a chave de acesso das vítimas e enviassem os fundos para carteiras externas automaticamente, sem a necessidade de senha ou aprovação do proprietário. Os dados roubados foram enviados a um servidor externo.

Apesar do valor alto que os cibercriminosos conseguiram extrair, o ataque foi restrito ao ecossistema de desktop, não havendo indícios de falhas nos aplicativos móveis para Android e iOS.

Captura de tela das requisições de rede do serviço, destacando atividade do script malicioso
Hackers tentaram disfarçar o roubo como uma simples coleta de dados (imagem: reprodução/X/Andrew Mohawk)

Trust Wallet devolverá dinheiro

A empresa reconheceu a gravidade da falha e agiu para remover o vetor de ataque. Segundo a nota oficial, a equipe de segurança identificou e neutralizou a vulnerabilidade com a versão v2.69, lançada para substituir o arquivo corrompido.

Sobre os prejuízos, a Trust Wallet informou que cobrirá o valor roubado dos usuários elegíveis que foram vítimas do ataque à versão anterior.

Como atualizar o serviço?

Para quem utiliza a extensão no navegador, o serviço pediu aos usuários que não a abram clicando no ícone, pois a execução do software pode ativar o roubo de fundos restantes.

A orientação é forçar a atualização pelas configurações do navegador. Siga o passo a passo:

  1. Copie e cole este endereço na barra de navegação do Chrome: chrome://extensions/?id=egjidjbpglichdcondbcbdnbeeppgdph;
  2. Desative a extensão clicando na chave seletora (“Off”) se ela estiver ativa;
  3. Ative o “Modo do desenvolvedor” (Developer mode) no canto superior direito da tela;
  4. Clique no botão “Atualizar” (Update) localizado na barra superior esquerda;
  5. Aguarde o processo e verifique se o número da versão mudou para 2.69.

Além da atualização, especialistas recomendam que usuários que suspeitam de comprometimento criem uma nova carteira do zero e transfiram quaisquer ativos que tenham sobrado, abandonando as credenciais antigas.

Também é recomendável atenção redobrada com golpes de phishing: criminosos estão criando sites falsos prometendo “ferramentas de recuperação” para roubar ainda mais dados das vítimas do ataque original.

Trust Wallet perde R$ 38 milhões em ataque; saiba se proteger

(imagem: reprodução/Trust Wallet)

(imagem: Andrew Mohawk/X)

Não é só no Brasil: Suíça também investiga Apple por NFC no iPhone

12 de Dezembro de 2025, 17:48
Ilustração mostra um iPhone com a opção de pagamento do aproximação ativada
Apple é alvo de nova investigação sobre pagamento por aproximação (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Comissão de Concorrência da Suíça investiga as condições impostas pela Apple para liberar o NFC do iPhone a terceiros.
  • O órgão quer saber se essas condições restringem a concorrência no mercado de pagamentos, criando barreiras na concorrência com o Apple Pay.
  • No Brasil, o Cade também investiga a Apple por possíveis práticas anticompetitivas relacionadas ao NFC.

A Apple voltou ao centro de um debate antitruste — desta vez, na Suíça. A Comissão de Concorrência do país europeu abriu uma investigação preliminar para avaliar se as regras definidas pela fabricante do iPhone no uso do NFC estão em conformidade com a legislação.

O NFC é a tecnologia para pagamento por aproximação. Segundo a comissão, há dúvidas sobre os termos comerciais da Apple para o acesso de terceiros a esse recurso, como os emissores de cartões. As eventuais taxas cobradas pela Apple seriam um obstáculo para que serviços de pagamento concorram em pé de igualdade com o Apple Pay no iOS.

O que a autoridade suíça quer descobrir?

Segundo o 9to5Mac, o órgão responsável afirmou que está analisando “se os termos e condições da Apple para conceder acesso podem levantar preocupações em relação à lei da concorrência”. A instituição também destacou que busca entender “se outros provedores de aplicativos de pagamento móvel podem competir efetivamente com o Apple Pay para pagamentos sem contato com dispositivos iOS em lojas”.

A liberação do chip NFC — usado para recursos como pagamentos sem contato, chaves digitais, bilhetes e documentos — passou a ocorrer por meio da NFC & SE Platform API. Essa interface permite que apps de terceiros reproduzam parte das funções do Apple Wallet.

Ilustração mostra três iPhones com a Apple Wallet aberta, com cartões de bancos brasileiros
Comissão suíça investiga condições do Apple Pay (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

No entanto, para acessar o NFC e o Secure Element, os desenvolvedores precisam assinar um acordo comercial com a Apple e “pagar as taxas associadas”, segundo os termos da própria empresa.

Agora, as autoridades querem avaliar se esses requisitos criam barreiras excessivas para a concorrência. A comissão informou que está recolhendo informações de empresas do setor e que mantém conversas com a Apple durante esse processo.

Apple é alvo de inquérito no Cade por NFC

Há tempos a Apple enfrenta acusações sobre essas possíveis barreiras no NFC. No Brasil, o Cade abriu um inquérito, que ainda está em curso, para apurar a conduta da empresa. O Banco Central e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) apontaram possíveis práticas anticompetitivas da empresa.

No final de novembro, o PicPay também criticou a forma como a Apple oferece o pagamento por aproximação nos iPhones. A fintech alega que o acesso é dificultado por meio de obrigações onerosas aos emissores de cartões. Esse seria o motivo da empresa não oferecer o Pix por aproximação no iOS, mas disponibilizar a função no Android.

Não é só no Brasil: Suíça também investiga Apple por NFC no iPhone

Capa - Apple Pay (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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