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Google levará integração do Android com AirDrop para apps e mais celulares

12 de Maio de 2026, 18:24
Mão segurando celular, com aviso de compartilhamento na tela
Galaxy S26 com tela de compartilhamento com aparelhos da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Google confirmou expansão da compatibilidade do AirDrop com aparelhos Android, permitindo troca de arquivos com iPhones e iPads de forma mais fácil;
  • mais aparelhos de marcas como Oppo, OnePlus, Samsung, Vivo, Xiaomi e Honor receberão suporte à integração entre Quick Share e AirDrop em 2026;
  • Quick Share poderá ainda ser integrado a aplicativos de terceiros, como o WhatsApp, permitindo compartilhamento de arquivos sem conexão à internet, e também permitirá gerar QR Code para compartilhar arquivos com dispositivos iOS.

Entre as novidades que o Google anunciou nesta terça-feira (12/05), durante o evento The Android Show: I/O Edition 2026, está a expansão da compatibilidade de aparelhos Android com a tecnologia AirDrop, da Apple. Com isso, ficará cada vez mais fácil trocar arquivos com iPhones, iPads e afins.

Esse movimento começou no fim de 2025. Mas, até recentemente, apenas celulares da família Google Pixel suportavam essa integração. Depois, o suporte ao AirDrop chegou à linha Galaxy S26. Recentemente, o Oppo Find X9 Ultra e o Vivo X300 Ultra (ou Jovi X300 Ultra) também passaram a suportar a funcionalidade, só para citar mais alguns exemplos.

Faz sentido que mais aparelhos sejam beneficiados por esse recurso, até porque já está claro que essa integração realmente funciona. No lado do Android, a comunicação é feita via Quick Share; no lado da Apple, via AirDrop, obviamente.

Pois bem, o Google revelou que mais aparelhos receberão suporte à integração entre Quick Share e AirDrop no decorrer de 2026. Os modelos ainda não foram especificados, mas correspondem a unidades de marcas como Oppo, OnePlus, Vivo (Jovi, no Brasil), Xiaomi e Honor. Mais smartphones da Samsung também serão contemplados, o que deve incluir linhas como Galaxy S25 e Galaxy S24.

Quick Share em celular Android
Quick Share em celular Android (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Quick Share em aplicativos

Um detalhe interessante é que o Quick Share também poderá ser integrado a aplicativos de terceiros (que não são mantidos pelo Google). O primeiro deles será o WhatsApp, embora ainda não haja prazo para essa implementação.

Com a integração, você poderá compartilhar arquivos com pessoas que estiverem perto de você usando o WhatsApp, com o envio sendo feito via Quick Share, de modo que não seja necessário ter uma conexão à internet para isso.

Também vale destacar que, a partir de hoje, você poderá gerar um QR Code no Quick Share de qualquer dispositivo Android compatível para compartilhar arquivos com dispositivos iOS.

O aparelho de destino deve fazer a leitura do código para que o arquivo seja baixado a partir das nuvens (esse procedimento, sim, exigirá conexão à internet), com o compartilhamento sendo protegido por criptografia de ponta a ponta.

Em tempo: o Google anunciou algumas novidades específicas para o Android 17. Entre elas, estão:

Google levará integração do Android com AirDrop para apps e mais celulares

Samsung avisa sobre compartilhamento com aparelhos da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Quick Share em celular Android (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Celular com 256 GB: 15 modelos partir de R$ 800 para comprar em 2026

28 de Abril de 2026, 19:42
Foto mostra celular sobre mesa, exibindo bandeja de aplicativos com diversos ícones, como Instagram, Spotify e YouTube, entre outros
Celular com 256 GB é opção segura para armazenar apps, fotos e vídeos sem preocupação com espaço interno (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Celulares com 256 GB de armazenamento são uma escolha segura para quem não quer sofrer com memória cheia em 2026. Com esta quantidade de espaço interno, é possível guardar muitas fotos e vídeos, aplicativos e mais arquivos, seja o smartphone básico, intermediário ou premium.

Mas a especificação de 256 GB de memória não deve ser o único fator para a escolha de um bom smartphone: é preciso analisar o padrão de armazenamento, bem como entender se os demais recursos do celular atendem às suas necessidades.

Neste guia, o Tecnoblog traz 15 celulares com 256 GB de armazenamento para comprar a partir de R$ 800 no Brasil. Descubra qual deles é o melhor para o seu perfil de uso.

1. Galaxy A07


Prós
  • Atualizações do Android até 2031
  • Tela de 90 Hz
  • 8 GB de memória RAM
  • Aceita microSD de até 2 TB
Contras
  • Sem 5G e NFC
  • Tela PLS LCD (preto acinzentado)
  • Sem lente ultrawide
  • Sem Galaxy AI
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O Samsung Galaxy A07 4G é um smartphone de entrada indicado para tarefas mais básicas, como uso de mensageiros e navegação em redes sociais. O celular é alimentado pelo chip Mediatek Helio G99, e a versão de 256 GB traz 8 GB de memória RAM.

O padrão de armazenamento é UFS 2.2 (chegando a velocidades de leitura teóricas de 1.200 MB/s). Na prática, é um padrão menos veloz se comparado a modelos intermediários mais avançados, que trazem UFS 3.1 ou superior.

O celular também tem entrada para cartão microSD de até 2 TB para quem deseja mais espaço de armazenamento.

Outros destaques são a tela grande de 6,7″ com taxa de atualização de 90 Hz para maior fluidez gráfica, apesar de a tecnologia PLS LCD deixa a desejar em contrastes e cores, e a câmera com lente grande-angular de 50 MP.

2. Redmi 15C


Prós
  • Tela de 6,9 polegadas
  • Taxa de atualização de 120 Hz
  • Câmera principal de 50 MP
  • Bateria de 6.000 mAh
  • Suporte a microSD de até 1 TB
Contras
  • Tela HD (1600 x 720 pixels)
  • Processador de baixo desempenho
  • Câmera secundária de 0.3 MP
  • Sem 5G
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O Xiaomi Redmi 15C tem versões com 256 GB de armazenamento (padrão UFS 2.2), aliado a 4 GB ou 8 GB de memória RAM, sendo o conjunto de 256 GB + 8 GB mais indicado para evitar travamentos no dia a dia. O celular também suporta microSD de até 1 TB.

Fora isso, o smartphone básico da Xiaomi ainda inclui processador Mediatek Helio G81 Ultra, tela LCD de 6,9″ e com taxa de atualização de até 120 Hz, bateria de 6.000 mAh e câmera dupla traseira, com direito a uma lente grande-angular de 50 MP.

3. Moto G35


Prós
  • Câmera traseira grava em 4K
  • Tela de 120 Hz
  • Suporte a 5G
  • Entrada P2 para fone de ouvido
  • Som estéreo
  • Aceita microSD de até 1 TB
Contras
  • Tela IPS LCD (preto acinzentado)
  • 4 GB de RAM
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O Motorola G35 é classificado como um smartphone de entrada devido ao processador Unisoc T760/T8100 e seus 4 GB de RAM, sendo indicado para tarefas básicas. O padrão de armazenamento é UFS 2.2 e há suporte para cartão microSD de até 1 TB.

A ficha técnica inclui ainda tela IPS LCD de 6,7″ tem taxa de atualização de até 120 Hz, que contribui para sensação de fluidez gráfica, e bateria é de 5.000 mAh.

Já a câmera traseira se destaca por gravar em até 4K, o que é incomum para a categoria.

4. Galaxy A17 5G


Prós
  • Tela Super AMOLED
  • Suporte a 5G
  • Três câmeras traseiras (principal de 50 MP)
Contras
  • Máximo de 8 GB de RAM
  • Estrutura em plástico
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Ainda na categoria de smartphones de entrada, temos o Samsung Galaxy A17 5G que tem armazenamento no padrão UFS 2.2 e pode ser acompanhado de 4 GB ou 8 GB de RAM. O celular suporta cartão microSD de até 2 TB para quem deseja ainda mais espaço de memória.

Outras especificações do smartphone Samsung incluem câmera tripla com lente principal de 50 MP, tela Super AMOLED de 6,7 polegadas com taxa de atualização de 90 Hz, que entrega bons contrastes e cores, e o chip Exynos 1330, que oferece desempenho equilibrado para tarefas mais simples.

5. Galaxy A36


Prós
  • Tela AMOLED de 6,7″ com 120 Hz
  • Câmera principal de 50 MP com OIS
  • Suporte ao Galaxy AI
  • 6 anos de atualizações do Android
Contras
  • Sem carregamento sem fio
  • Sem entrada para microSD
  • Acabamento de plástico é frágil contra quedas
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O Samsung Galaxy A36 é um smartphone intermediário que também traz armazenamento no padrão UFS 2.2. Um ponto negativo, no entanto, é que ele não suporta expansão de memória com cartão microSD: são 256 GB de armazenamento e ponto final.

O celular da Samsung é indicado para quem quer câmera de qualidade para o dia a dia sem pagar muito por isso. Ele traz sensor principal de 50 megapixels com estabilização óptica de imagem (OIS), para evitar borrões, e tem integração com o Galaxy AI, para melhorias em fotos.

Demais especificações incluem processador Qualcomm Snapdragon 6 Gen 3, memória RAM de 6 GB ou 8 GB, display Super AMOLED de 6,7″ e com taxa de atualização de 120 Hz, bateria de 5.000 mAh e garantia de até seis atualizações do sistema operacional.

6. Moto G86


Prós
  • Tela POLED com alto brilho
  • Resistência IP68, IP69 e militar MIL-STD-810H
  • Aceita cartão microSD
  • Câmera de 50 MP com Moto AI
Contras
  • Atualização somente até o Android 17
  • Corpo em plástico
  • Câmera ultrawide básica
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O Moto G86 também traz 256 GB no padrão UFS 2.2 e aceita microSD de até 1 TB. Ele se destaca pela tela de qualidade e câmeras interessantes para o segmento, sendo o primeiro Moto G com display 1.5K POLED (6,67″). Já a lente grande-angular de 50 MP com sensor Sony LYTIA o coloca como uma das melhores opções de celular barato com câmera boa.

O smartphone conta ainda com certificação militar MIL STD 810H e proteção IP68/IP69 contra água e poeira. O chip Mediatek Dimensity 7300 junto a 8 GB de RAM promete bom desempenho para tarefas intermediárias.

7. Realme C85


Prós
  • Bateria de 7.000 mAh
  • Resistência a nível militar
  • Tela com taxa de atualização de 144 Hz
  • Desempenho equilibrado para tarefas mais básicas
Contras
  • Falta de suporte para carregamento sem fio
  • Falta de suporte ao 5G (versão 4G)
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O Realme C85 é outro smartphone intermediário com variante de 256 GB de armazenamento (padrão UFS 2.2), e que dispõe de slot de cartão híbrido para um chip SIM adicional ou um cartão microSD.

O principal destaque do celular é a bateria de 7.000 mAh, que promete autonomia de 21 de reprodução contínua de vídeo. Além disso, o aparelho apresenta SoC Qualcomm Snapdragon 685, 8 GB de RAM, selos IP69K, IP69, IP68 e IP66 contra água e poeira, tela IPS LCD de 6,8″ com taxa de atualização de até 144 Hz, e câmera principal de 50 MP.

O Realme C85 também aparece em nosso guia de celulares com bateria de 7.000 mAh, sendo uma opção interessante da categoria de intermediários.

8. Galaxy A56


Prós
  • Bom desempenho com Exynos 1580
  • Câmera filma em 4K
  • Tela Super AMOLED com 120 Hz e HDR10+
  • Atualiza até o Android 21
  • Suporte ao Galaxy AI
  • Padrão de armazenamento UFS 3.1
Contras
  • Sem carregamento sem fio
  • Sem entrada para microSD
  • Carregador de 45 W não vem incluso na caixa
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O Galaxy A56 é uma das apostas da Samsung para a categoria de celulares intermediários-premium da marca. O smartphone utiliza o padrão UFS 3.1, que alcança velocidades de leitura de até 2.100 MB/s. Contudo, o smartphone não suporta cartão microSD para expansão de memória.

Seu processador é o Exynos 1580, que acompanhado por 8 GB de RAM entrega um desempenho consistente mesmo em tarefas mais complexas do dia a dia, como multi-tarefa e jogos.

A tela Super AMOLED de 6,7″ e com taxa de atualização de até 120 Hz reproduz boas cores e contrastes. Já o conjunto de câmeras inclui uma grande-angular de 50 MP. Essas especificações o classificam como um dos melhores celulares custo-benefício do mercado.

9. Xiaomi Redmi Note 15 Pro


Prós
  • Resistência IP68+IP69K
  • Gorilla Glass Victus 2
  • Tela AMOLED de 120 Hz
  • Bateria de 6.580 mAh
  • Câmera principal de 200 MP
Contras
  • Não grava em 4K com a câmera frontal
  • Chip MediaTek 7400 Ultra engasga em tarefas muito complexas
  • Anúncios do HyperOS
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O Redmi Note 15 Pro é um smartphone intermediário da Xiaomi que conta com uma versão de 256 GB de armazenamento (padrão UFS 2.2), embora não suporte cartão microSD.

Testado pelo Tecnoblog, o celular se destacou principalmente pela resistência contra água, poeira e quedas, e pela bateria de silício-carbono duradoura com 6.580 mAh de capacidade.

Outros pontos fortes do Xiaomi Redmi Note 15 Pro incluem a tela AMOLED de 6,83″, sistema de câmera versátil com grande-angular de 200 MP, e o chip MediaTek Dimensity 7400-Ultra para desempenho eficiente no dia a dia.

10. Motorola Edge 60 Fusion


Prós
  • Grava em 4K
  • Suporte ao Moto AI
  • Certificações IP68 e IP69
  • Aceita cartão microSD de até 1 TB
Contras
  • Apenas três anos de atualizações do Android
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O Motorola Edge 60 Fusion de 256 GB é outro smartphone intermediário-premium com padrão de armazenamento UFS 2.2, além de compatibilidade com microSD de até 1 TB.

O celular é alimentado pelo SoC Mediatek Dimensity 7400 e traz 8 GB de RAM, o que deve ser o suficiente para executar os principais apps do dia a dia com folga, além de rodar jogos mobile sem grandes problemas.

A tela pOLED LTPO de 6,67″ promete fidelidade na reprodução de conteúdos, e a câmera traseira é dupla, fazendo grava em resolução 4K @ 30 fps.

11. Xiaomi Poco X8 Pro


Prós
  • Alto desempenho
  • Bateria de 6.500 mAh
  • Certificações IP66, IP68, IP69 e IP69K
  • Armazenamento UFS 4.1
  • Compatível com o HyperIsland
Contras
  • Sem suporte a microSD
  • Sem carregamento sem fio
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Lançado como um forte concorrente da categoria mid-premium, o Xiaomi Poco X8 Pro obteve bons resultados em nossa análise: alta performance com o chip SoC MediaTek Dimensity 8500 Ultra e 12 GB de RAM, bateria de 6.500 mAh duradoura.

Apesar de não trazer suporte para cartão microSD, o celular tem capacidade mínima de 256 GB de armazenamento no padrão UFS 4.1 (que entrega taxas de leitura de até 4.300 MB/s).

Outro destaque do Poco X8 Pro é a resistência a água e poeira, inclusive a jatos de alta pressão, devido à certificação IP69K.

As câmeras não são o foco desse smartphone, mas é possível obter capturas interessantes em boas condições de luz.

12. Galaxy S25


Prós
  • Desempenho topo de linha
  • Câmera principal de 50 MP grava em 8K
  • Tela AMOLED Dinâmico com brilho de até 2.600 nits
  • Atualizações garantidas até o Android 22
Contras
  • Bateria limitada a 4.000 mAh de capacidade
  • Carregamento com fio de 25 W
  • Sem suporte a microSD
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Entrando no segmento de celulares top de linha, temos o Samsung Galaxy S25: um celular com versão de 256 GB de armazenamento no padrão UFS 4.0 — que atinge taxas de transferência de até 4.200 MB/s. Entretanto, o aparelho não tem entrada para cartões microSD.

O chip Qualcomm Snapdragon 8 Elite combinado com 12 GB de memória RAM entrega altíssimo poder de fogo para as tarefas mais complexas.

A tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,2 polegadas e o sistema triplo de câmeras, com assistência de inteligência artificial e gravações em até 8K, também estão entre os principais destaques desse celular.

13. iPhone 17e


Prós
  • Chip Apple A19 de 3 nanômetros
  • Câmera wide de 48 MP
  • Suporte ao MagSafe
Contras
  • Sem câmeras ultrawide e telefoto
  • Sem Dynamic Island
  • Não vem com carregador
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O iPhone 17e está entre os melhores iPhones para comprar devido à sua boa relação de custo-benefício. O celular é alimentado pelo chip A19 modificado (com um núcleo de GPU a menos que o A19 padrão), tem 8 GB de RAM, tela Super Retina XDR de 6,1″, e um sistema de câmera Fusion de 48 MP.

O smartphone acessível da Apple tem capacidade mínima de armazenamento de 256 GB (padrão NVMe), e não suporta expansão com cartão microSD.

14. iPhone 17 Pro Max


Prós
  • Novo design
  • Câmera frontal Center Stage de 18 MP
  • Tela com 120 Hz e brilho de até 3.000 nits
  • Processador promete maior desempenho
  • Carregamento com fio de 40 W
Contras
  • Sem suporte ao modo Noite e modo Retrato em conjunto
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O iPhone 17 Pro Max é um dos melhores smartphones da atualidade, trazendo chip A19 Pro para desempenho avançado, sistema de câmera Fusion Pro de 48 MP, tela Super Retina XDR de 6,9 polegadas e design renovado como principais destaques.

A capacidade mínima de armazenamento do iPhone 17 Pro Max é de 256 GB (padrão NVMe), e o aparelho não é compatível com cartão microSD.

15. Galaxy S26 Ultra


Prós
  • Tela de privacidade
  • Câmera de 200 MP
  • Superestabilização em vídeos
  • Edição de imagens com IA via prompt
  • Chip Snapdragon 8 Elite Gen 5 For Galaxy
Contras
  • Vem com carregador de 25 W
  • Construção deixou de ser em titânio
  • Tela com brilho, cores e ângulo de visão inferiores ao S25 Ultra
  • S Pen mais fina e sem Bluetooth
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Por fim, o Galaxy S26 Ultra se destaca como o atual smartphone top de linha da Samsung. O modelo de 256 GB tem padrão UFS 4.1 e acompanha 12 GB de RAM, mas não é compatível com cartão microSD.

O chip Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy entrega alta performance nas tarefas mais exigentes. Outro destaque é a Tela de Privacidade com painel AMOLED Dinâmico 2X e 6,9 polegadas.

O S26 Ultra tem um sistema quádruplo de câmeras com direito a uma grande-angular de 200 MP.

Essas especificações avançadas também colocam o Galaxy S26 Ultra como um dos celulares com melhor câmera de 2026, e como opção interessante de smartphone com carregamento por indução.

O que considerar ao escolher um celular de 256 GB?

Ao escolher um celular de 256 GB de armazenamento, você deve analisar especificações de hardware como:

  • Padrão de armazenamento: verifique o padrão usado na memória interna do celular, dando preferência para os mais atuais (como UFS e NVMe) e versões com leituras e gravações de dados mais rápidas.
  • Processador e GPU: dê preferência para CPUs e GPUs mais recentes e que atingem velocidades mais altas; se necessário, busque por conteúdos que mostrem a performance do celular em apps ou jogos que você costuma usar.
  • Capacidade de memória RAM: considere celulares com 8 GB ou mais de memória RAM, para que a navegação seja fluida mesmo com várias tarefas sendo executadas simultaneamente.
  • Sistema de câmeras: para saber se a câmera do celular é boa, você deve se atentar no número e na abertura das lentes, megapixels (MP), capacidades de zoom e recursos de estabilização; tenha em mente que dados de MP por si só não definem a qualidade da câmera.
  • Capacidade da bateria: escolha entre celulares com baterias de no mínimo 5.000 mAh para mais autonomia longe das tomadas, e, se possível, priorize aparelhos com suporte para carregamento rápido ou carregamento por indução eletromagnética.
  • Opções de conectividade: confira se o celular tem suporte ao 5G e dê preferência para modelos compatíveis com versões de Bluetooth mais recentes, NFC para pagamentos por aproximação, e conectividades adicionais (como protocolo Thread ou chip UWB).
  • Longevidade das atualizações: certifique-se de adquirir um celular com no mínimo quatro anos de suporte para atualizações de sistema operacional e de segurança, para não ter que comprar outro smartphone tão cedo.
  • Suporte a recursos extras: verifique também se o celular possui recursos extras, como suporte à inteligência artificial e comunicação offline.

Armazenamento interno de 256 GB é uma especificação interessante, mas é preciso se atentar a outras questões na hora de escolher um celular. E aqui vai uma dica: analise o seu perfil de uso e o orçamento disponível e, a partir disso, escolha a opção que mais se adequa para você.

Armazenamento de 256 GB é muito ou pouco para um smartphone em 2026?

A capacidade de 256 GB de armazenamento tornou-se quase que um padrão para os smartphones mais modernos. Essa quantidade costuma ser suficiente para armazenar capturas de vídeo ou foto, apps e conversas sem lotar a memória — considerando perfis de usuários comuns.

Mas caso você trabalhe com audiovisual ou tenha o costume de tirar muitas fotos e gravar vídeos em alta resolução, vale apostar em celulares com armazenamento de 512 GB ou superior para garantir espaço suficiente às mídias, sem ter que alocá-las na nuvem ou transferi-las constantemente para outros dispositivos.

Qual é o melhor celular Samsung de 256 GB em 2026?

O Galaxy S26 Ultra é atualmente o melhor celular Samsung com variante de 256 GB de armazenamento para você comprar em 2026. E caso precise de ainda mais armazenamento, saiba que o smartphone também têm versões com 512 GB ou 1 TB.

Qual celular Motorola de 256 GB é o melhor em 2026?

O Motorola Signature se destaca como o melhor smartphone Motorola com 256 GB de armazenamento da atualidade. O celular também conta com variantes de 512 GB ou 1 TB de armazenamento interno.

Celular Xiaomi com 256 GB: qual é o melhor em 2026?

O Xiaomi 15T Pro figura como o melhor celular Xiaomi à venda no Brasil — até o momento — com capacidade de 256 GB de armazenamento. No mercado, o smartphone também pode ser encontrado em variantes com 512 GB ou 1 TB de armazenamento. Entretanto, o Redmi Note 15 Pro 5G é uma versão com melhor custo-benefício.

Qual é o máximo de GB que um celular pode ter?

Não há como cravar uma capacidade máxima de armazenamento suportada por um smartphone, já que a descoberta e o desenvolvimento de novas tecnologias alteram esse limite constantemente.

Atualmente, o iPhone 17 Pro Max se destaca como um dos celulares com mais memória interna do mercado, com capacidade de até 2 TB de armazenamento. Mas em tese, as fabricantes já poderiam lançar smartphones com armazenamentos ainda maiores.

O ponto é que isso implicaria em custos mais altos e aparelhos possivelmente maiores. Até o momento, o limite de 2 TB parece atender aos padrões de uso do mercado, mas a capacidade máxima pode ser alterada a qualquer momento se novas demandas e tendências surgirem.

Celular com 256 GB: 15 modelos partir de R$ 800 para comprar em 2026

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Lista reúne celulares com 256 GB de marcas como Samsung, Motorola e Xiaomi, com opções baratas, intermediárias e premium para comprar em 2026

Celular com 256 GB é opção segura para armazenar apps, fotos e vídeos sem preocupação com espaço interno (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Exclusivo: Xiaomi 17T passa na Anatel e já pode ser lançado no Brasil

27 de Abril de 2026, 09:50
Imagem mostra o Xiaomi 17T. A fotografia é um close-up nas câmeras.
Câmera teleobjetiva do Xiaomi 17T deve receber upgrade (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Resumo
  • Xiaomi 17T passou na Anatel e já pode ser vendido no Brasil.
  • Celular terá câmera melhorada e possível bateria de 6.500 mAh.
  • O aparelho será fabricado na China e seu lançamento é esperado para maio.

O Xiaomi 15T vai receber um sucessor em breve: o Xiaomi 17T passou na Anatel e está a caminho do Brasil. O novo smartphone topo de linha vinha aparecendo em vazamentos, e seu lançamento é esperado para maio. O modelo foi homologado com o código 2602DPT53G a pedido da DL, que representa a fabricante no país.

A documentação não deixa espaço para dúvidas, já que nela consta o nome comercial “Xiaomi 17T”. Ela também revela o design do aparelho, com fotos externas.

Imagem mostra o celular Xiaomi 17T em homologação na Anatel, com etiquetas de identificação na parte traseira
Xiaomi 17T consta na certificação da Anatel (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O design não muda muito em relação ao antecessor: visualmente a principal diferença está no flash, que deixa a localização no “cooktop” e passa a ficar logo ao lado do módulo das câmeras.

Apesar dos rumores apontarem que as câmeras se manterão similares, é possível notar nas imagens que o Xiaomi 17T possui uma teleobjetiva diferente, provavelmente utilizando uma lente periscópica com um zoom maior, como o Xiaomi 15T Pro já oferece.

Por dentro, é esperado um SoC Dimensity 8500, que é ligeiramente melhor que o 8400 Ultra do 15T. O smartphone deve chegar já com Android 16. O certificado também revela a presença de Wi-Fi 6 (sem 6 GHz), Bluetooth, 5G e NFC, características esperadas de um modelo dessa faixa de mercado.

Imagem mostra um carregador branco, com a descrição "67 W" desenhada na parte lateral
Carregador Xiaomi MDY-15-ET de 67 W (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Na caixa do modelo vendido oficialmente no mercado brasileiro virá o carregador MDY-15-ET, de 67 Watts. Ele recarregará a bateria BM6U, de 6.360 mAh nominais — capacidade que se alinha com os 6.500 mAh típicos que os rumores e vazamentos apontam, com um aumento de 1.000 mAh em relação ao Xiaomi 15T.

Segundo a documentação, o smartphone será fabricado na China. Além disso, ele deverá ter um irmão maior, o Xiaomi 17T Pro, com especificações superiores, mas que ainda não está certificado no Brasil.

Quando chega?

Não temos previsão de quando exatamente será o lançamento, nem valores. Para comparação, o Xiaomi 15T chegou por aqui em outubro de 2025, custando R$ 7.499.

Exclusivo: Xiaomi 17T passa na Anatel e já pode ser lançado no Brasil

Redmi Watch 5 Active chega a ficar 64% mais barato no Mercado Livre

16 de Abril de 2026, 19:19
R$ 599,0064% OFF

Oferta encerrada 🙁
Avise-me por e-mail
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O Redmi Watch 5 Active está saindo por apenas R$ 215 no Pix no Mercado Livre. A promoção apresenta uma redução grande de preço sobre o valor original; são 64% de desconto em relação aos R$ 599 no lançamento. E o smarwatch da Xiaomi se destaca pela resistência à água via 5 ATM e pelos mais de 140 modos esportivos disponíveis.

Redmi Watch 5 Active tem resistência 5 ATM e mais de 140 modos de treino

Relógios Redmi Watch 5 Active preto e prata, quadrados, com visor colorido
Redmi Watch 5 Active está disponível nas cores preto e prata (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

Graças à resistência 5 ATM, o Redmi Watch 5 Active é um relógio resistente à água, permitindo um uso mais despreocupado na chuva ou até na piscina. Contudo, o smartwatch não oferece modos de monitoramento para natação ou outros esportes aquáticos, então o recurso chama mais a atenção pela durabilidade, mesmo.

Apesar disso, são mais de 140 esportes monitoráveis através do relógio inteligente da Xiaomi. Dentre eles corrida, musculação e tênis. Além disso, conta com sensores que medem oxigenação do sangue, frequência cardíaca, qualidade do sono, estresse, inatividade e ciclo menstrual.

Outros recursos do relógio incluem a possibilidade de atender ou recusar chamadas via Bluetooth 5.3, conectividade com a assistente de voz da Alexa, lanterna, visualização de calendário e aplicativos instalados no celular e controle remoto da câmera a da reprodução de músicas.

Redmi Watch 5 Active Hyperos
Redmi Watch 5 Active Hyperos (imagem: Divulgação/Xiaomi)

Segundo a Xiaomi, a bateria de 470 mAh suporta ate 18 dias de uso e pode ser recarregada em 120 minutos. O smartwatch é controlado pelo aplicativo Mi Fitness, disponível para Android e iOS, e é compatível com o Strava. Porém, não conta com conexão Wi-Fi nem GPS.

Lembrando que hoje, o Redmi Watch 5 Active sai por apenas R$ 215 no Pix no Mercado Livre. E a oferta representa um desconto alto de 64% sobre o valor de lançamento (R$ 599).

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Redmi Watch 5 Active chega a ficar 64% mais barato no Mercado Livre

Redmi Watch 5 Active está disponível nas cores preto e prata (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

Redmi Watch 5 Active Hyperos (imagem: Divulgação/Xiaomi)

Xiaomi prepara dois smartphones básicos para o mercado brasileiro

3 de Abril de 2026, 11:45
Redmi A7 Pro tem bateria de 6.000 mAh (imagem: divulgação)
Resumo
  • Anatel homologou os smartphones Redmi A7 Pro e Poco C81 para venda no Brasil.
  • O Redmi A7 Pro possui tela IPS de 6,9 polegadas, 4 GB de RAM, câmeras de 13 MP e 8 MP, e bateria de 6.000 mAh.
  • O Poco C81 ainda não foi anunciado, mas terá design em dois tons e características similares ao Redmi A7 Pro.

Redmi A7 Pro e Poco C81 já podem ser vendidos no Brasil. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) expediu a certificação dos dois modelos ontem (02/04), liberando a comercialização e uso dos dois celulares em território nacional. O documento foi solicitado pela DL, que representa a Xiaomi no país.

Eles têm códigos de modelo 25128RN17L e 25128PC17 (Redmi A7 Pro e Poco C81, respectivamente) e foram homologados em conjunto, indicando que terão características similares — algo bastante comum entre as fabricantes chinesas de celulares, especialmente a Xiaomi. São características básicas, o que os posiciona como smartphones de entrada.

Certificado da Anatel dos celulares Redmi A7 Pro e Poco C81 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O Redmi A7 Pro foi anunciado oficialmente pela Xiaomi na última quarta-feira (01/04). Suas especificações incluem:

  • Tela IPS de 6,9 polegadas e taxa de atualização de 120 Hz;
  • Resolução de apenas 1.600 x 720 pixels;
  • SoC Unisoc T7250 com meros 4 GB de RAM (64 ou 128 GB de armazenamento);
  • Câmera traseira principal de 13 megapixels e frontal de 8 megapixels;
  • Bateria de 6.000 mAh com carregamento de 15 W;
  • E conectividade de apenas 4G, Bluetooth e Wi-Fi 5, mas sem NFC.

Tudo isso rodando o HyperOS 3 da Xiaomi, baseado no Android 16.

Redmi A7 Pro tem quatro opções de cores (imagem: divulgação)

Já o Poco C85 ainda não foi anunciado, mas não deve divergir muito em suas características. Graças às fotos da certificação, sabemos que ele terá um design com pintura em dois tons na traseira, tradicional da linha Poco, e uma das cores deve ser uma espécie de verde ou azul metálico.

Os modelos serão fabricados pela Xiaomi na China e virão com o carregador MDY-18-EG de 15 W na caixa.

Poco C81 durante o processo de certificação (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Quando chega?

Ainda não temos informações sobre data de lançamento ou valores no Brasil, mas o Redmi A7 Pro é vendido por 129 euros na Alemanha e na Espanha, em torno de R$ 780 em conversão direta.

O modelo deve competir com celulares básicos como o Galaxy A07 e o antecessor A06, além de rivais de outras fabricantes.

Xiaomi prepara dois smartphones básicos para o mercado brasileiro

Redmi A7 Pro (imagem: divulgação)

Certificado Anatel dos Redmi A7 Pro e Poco C81 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Redmi A7 Pro tem quatro opções de cores (imagem: divulgação)

Poco C81 durante o processo de certificação (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Redmi Pad 2 fica 47% mais barato em oferta em até 12x sem juros na Amazon

26 de Março de 2026, 14:32

Prós
  • Tela grande de 11 polegadas
  • Desempenho para multirarefa leve
  • Armazenamento de 128 GB expansível
Contras
  • Capa e caneta não inclusos
  • Acesso à internet somente Wi-Fi
Parcelado
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O Redmi Pad 2 está em promoção por R$ 1.183 em até 12x sem juros (mais frete) na Amazon, um desconto de 47% quando comparado ao preço de lançamento de R$ 2.249.

O tablet da Xiaomi possui boa relação custo-benefício e é uma interessante ferramenta para estudos, graças à ampla tela de 11″ com taxa de 90 Hz e alta resolução.

Redmi Pad 2 é tablet custo-benefício com tela de 11″

Uma mão segura um tablet Redmi Pad 2 de cor cinza escuro, com a tela ligada, exibindo os apps. O fundo é uma parede texturizada de cor clara e um piso de madeira. Na parte inferior direita, a marca d'água do "tecnoblog" é visível.
Tela de 11″ do Redmi Pad 2 traz taxa de 90 Hz e resolução Quad HD+ (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Redmi Pad 2 é um tablet de entrada que se destaca pela 11 polegadas, um painel LCD IPS com taxa de atualização de 90 Hz e resolução de 2.560 x 1.600 pixels (Quad HD+), que reproduz cores vivas e entrega rolagem suave. A alta resolução do display e o baixo custo do tablet o tornam uma boa ferramenta para estudantes e universitários.

No desempenho, o chip Mediatek Helio G100 Ultra e os 4 GB de RAM entregam desempenho adequado para operações leves de multitarefa, como usar planilhas e anotações enquanto navega ou acompanha videoaulas. Os 128 GB de armazenamento podem ser expandidos via cartões microSD para guardar documentos, projetos e anotações.

O corpo acomoda quatro alto-falantes com suporte a Dolby Atmos, oferecendo qualidade sonora acima da média para dispositivos de entrada. O gadget permite acompanhar o áudio de aulas e conferências com qualidade, mas também é possível ser mais imersivo com fones de ouvido Bluetooth ou cabo, graças à presença de uma porta P2 legada.

Uma mão segura um tablet Redmi Pad 2 de cor cinza escuro, que possui uma câmera em destaque no canto superior direito da parte traseira. A imagem é um close na câmera. O fundo é uma parede texturizada de cor clara e um piso de madeira. Na parte inferior direita, a marca d'água do "tecnoblog" é visível.
Redmi Pad 2 tem câmera traseira de 8 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Na traseira, o Redmi Pad 2 acomoda uma câmera wide de 8 MP de resolução suficiente para fotografar documentos. Já a frontal de 5 MP é adequada para realizar chamadas de vídeo e conferências. Ambas gravam vídeos em Full HD.

O tablet é compatível com redes Wi-Fi 5 e Bluetooth 5.3. A bateria de 9.000 mAh tem autonomia de 17 horas de vídeo segundo a Xiaomi, e suporta carregamento de 18 W via USB-C.

O Redmi Pad 2 roda HyperOS 2, um fork baseado no Android 15, e a Xiaomi promete cinco grandes atualizações do sistema operacional. O tablet custo-benefício ideal para estudantes e universitários está em oferta por R$ 1.183 em até 12x sem juros na Amazon, um abatimento de 47% sobre o valor original.

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Redmi Pad 2 fica 47% mais barato em oferta em até 12x sem juros na Amazon

Redmi Watch 5 Active tem redução de mais de 60% em oferta no Mercado Livre

23 de Março de 2026, 19:02

Prós
  • Display grande de 2 polegadas
  • Bateria para até 18 dias
  • Microfones e alto-falantes integrados permitem realizar ligações
  • Monitoramento para mais de 140 atividades físicas
  • Alexa inclusa
  • Compatível com iOS e Android
Contras
  • Tecnologia apenas LCD
  • Brilho só chega a 500 nits
  • Certificação limitada a IPX8
  • Não acompanha carregador
  • Não inclui GPS e NFC
PIX
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O Redmi Watch 5 Active está com um desconto impressionante que chega a 63% no Mercado Livre. O relógio inteligente da Xiaomi anunciado em 2024 no Brasil por R$ 599 está em oferta por R$ 219,99 no Pix. Além de entregar monitoramentos durante exercícios e para a saúde, impressiona o display de 2 polegadas.

Redmi Watch 5 Active traz tela de 2″ e chamadas via Bluetooth

Relógios Redmi Watch 5 Active preto e prata, quadrados, com visor colorido
Redmi Watch 5 Active é vendido nas cores preto e prata (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

A começar pelo painel, o smartwatch possui tela LCD considerada grande de 2 polegadas. Com um design praticamente quadrado entrega resolução de 320 x 385 pixels e uma área de toque para navegar no sistema superior a 70%, segundo a fabricante. Por outro lado, possui brilho somente de 500 nits.

O corpo em liga de zinco promete ser mais resistente a impactos e a moldura com acabamento fosco entrega um visual elegante. Devido a presença de microfones e alto-falante, o Redmi Watch 5 Active permite atender ligações diretamente no pulso via Bluetooth.

O relógio inteligente utiliza sensores ópticos no qual possibilita ao usuário acompanhar aspectos como nível de oxigenação do sangue (SpO2), frequência cardíaca, ciclo menstrual e análise geral do sono. No aspecto físico, inclui mais de 140 modos de treinos além de monitorar passos, distâncias e calorias queimadas, de acordo com a Xiaomi.

Redmi Watch 5 Active Hyperos
Redmi Watch 5 Active traz o sistema HyperOS compatível com Android e iOS (imagem: Divulgação/Xiaomi)

A bateria de 470 mAh oferece uma autonomia larga de até 18 dias e um tempo de carregamento aproximado de duas horas. Entretanto, o smartwatch só vem acompanhado pelo cabo de carregamento, a fonte precisa ser adquirida separadamente.

A certificação IPX8 oferece proteção contra imersão contínua em profundidades superiores a 1 metro, mas não apresenta atestado contra objetos sólidos. Além disso, a resistência a 5 ATM assegura resistência a pressão estática da água equivalente em 50 metros de profundidade.

Por fim, o Redmi Watch 5 Active em oferta no Mercado Livre por R$ 219,99 no Pix inclui uma série de funções úteis para o funcionamento no dia a dia, com destaque para a integração da assistente Alexa capaz de resolver algumas tarefas com maior rapidez.

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Redmi Watch 5 Active tem redução de mais de 60% em oferta no Mercado Livre

Redmi Watch 5 Active está disponível nas cores preto e prata (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

Redmi Watch 5 Active Hyperos (imagem: Divulgação/Xiaomi)

Poco X7 Pro 5G (512 GB) sai 49% mais barato com cupom no Magalu

23 de Março de 2026, 18:43
R$ 5.199,0049% OFF

Prós
  • Alto poder de processamento (MediaTek Dimensity 8400 Ultra)
  • Bateria de 6.000 mAh
  • Carregamento rápido de até 90 W
  • Até 24 GB de RAM
  • Resistência à água e poeira
Contras
  • Câmera frontal não filma em 4K
  • Interface vem com muitos apps pré-instalados
  • Traseira em plástico
PIX Cupom
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O Poco X7 Pro 5G de 512 GB está saindo por apenas R$ 2.631,59 com o cupom PEGA100 no Magalu. O desconto representa quase metade do preço do smartphone da Xiaomi, lançado por R$ 5.199 no Brasil. A ficha técnica concorre com a de outros celulares da categoria intermediário premium, e se destaca pelo desempenho e bateria.

Poco X7 Pro tem RAM de até 24 GB e bateria de 6.000 mAh

Xiaomi Poco X7 Pro (imagem: Divulgação)
Xiaomi Poco X7 Pro (imagem: Divulgação)

O Poco X7 Pro 5G é equipado com processador Dimensity 8400 Ultra de 4 nanômetros e RAM nativa de 12 GB, suportando ainda uma expansão para até 24 GB via RAM Virtual. A título de comparação, o conjunto oferece desempenho superior ao do Samsung Galaxy A56, que roda jogos exigentes na qualidade máxima sem engasgos.

Outro destaque é a grande capacidade da bateria, que com 6.000 mAh deve entregar 20 horas de reprodução de vídeos, segundo a Poco. Além disso, o smartphone ainda vem com carregador de 90 Watts na caixa, garantindo um carregamento rápido e maior praticidade para o usuário.

A tela é outro fator em que o Poco X7 Pro se sai melhor que o concorrente mais próximo Galaxy A56, graças à resolução 1.220 x 2.712 pixels. Demais especificações do display são bastante semelhantes, incluindo tecnologia AMOLED, taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 3.200 nits para boa visualização sob qualquer luz.

Xiaomi Poco X7 Pro (imagem: Divulgação)
Xiaomi Poco X7 Pro (imagem: Divulgação)

Contudo, o jogo de câmeras é um pouco mais simples, trazendo apenas dois sensores na traseira: um principal de 50 MP e uma ultrawide de 8 MP. Para selfies, o sensor é de 20 MP. E a promessa de atualizações do sistema operacional pela Xiaomi também é mais curta, com o celular se limitando até o Android 18.

Vale notar ainda que o Poco X7 Pro não é o modelo mais recente da linha, porém, apesar de já ter sido analisado pelo Tecnoblog, o Poco X8 Pro ainda não foi oficialmente lançado no Brasil. Lembrando que para chegar ao valor de R$ 2.631,59 no Pix pelo Poco X7 Pro, é necessário aplicar o cupom PEGA100 no Magazine Luiza.

Confira o nosso review do Poco X8 Pro

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Poco X7 Pro 5G (512 GB) sai 49% mais barato com cupom no Magalu

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Poco X7 Pro 5G tem RAM expansível até 24 GB e bateria grande de 6.000 mAh; celular da Xiaomi tem redução de quase metade do preço em oferta

Xiaomi Poco X7 Pro (imagem: Divulgação)

Poco X8 Pro chega com bateria maior e versão Homem de Ferro

17 de Março de 2026, 13:27
Nova linha traz visual premium e corpo resistente (imagem: divulgação/Xiaomi)
Resumo
  • Xiaomi anunciou a nova linha Poco X8 Pro com três versões, incluindo modelo Max e edição especial do Homem de Ferro.

  • Os smartphones trazem chips MediaTek Dimensity inéditos, baterias grandes e carregamento rápido de 100 W.

  • Poco X8 Pro já foi homologado pela Anatel, mas ainda não há informação sobre o preço; em marketplaces, ele é encontrado por cerca de R$ 3 mil.

A Poco, marca da Xiaomi, lança globalmente nesta terça-feira (17/03) a nova geração de smartphones da linha X: a série Poco X8 Pro. A família inclui os modelos Poco X8 Pro, Poco X8 Pro Max e uma edição especial temática do Homem de Ferro.

Ainda não se sabe se os três modelos serão oficialmente lançados no Brasil, mas o X8 Pro está homologado na Anatel desde o mês passado. Os preços para o mercado nacional devem ser anunciados em evento marcado para as 20h de hoje.

Os aparelhos trazem hardware avançado, baterias de alta capacidade e design atualizado, em uma tentativa de acirrar a concorrência na categoria. A proposta é reforçar a presença da empresa no segmento de alto desempenho, com foco em público gamer e usuários mais exigentes.

Desempenho e resfriamento líquido

O Poco X8 Pro Max marca a estreia global do processador Dimensity 9500s, da MediaTek. Fabricado no processo de 3 nanômetros, o chip atinge até 3,73 GHz. Segundo a fabricante, o hardware garante mais de 3 milhões de pontos em testes de benchmark no AnTuTu.

O modelo padrão, Poco X8 Pro, é equipado com o também inédito Dimensity 8500-Ultra, que promete um salto de 25% no desempenho gráfico em comparação à geração passada, além de maior eficiência energética.

Ambas as versões oferecem suporte a ray tracing via hardware para entregar iluminação mais realista em jogos compatíveis. Para controlar a temperatura durante o uso intenso, os dispositivos utilizam sistemas de resfriamento líquido.

Maior bateria e recarga de 100 W

Bateria do Poco X8 Pro Max promete até dois dias longe da tomada (imagem: divulgação/Xiaomi)

A nova linha se destaca em autonomia. O Poco X8 Pro Max é equipado com a maior bateria da história da marca, com 8.500 mAh e promessa de até dois dias de uso com uma única carga. A célula de energia foi projetada para manter mais de 80% da saúde mesmo após 1.600 ciclos, garantindo maior longevidade. Já o Poco X8 Pro traz uma bateria de silício-carbono de 6.500 mAh.

Toda a linha suporta carregamento rápido HyperCharge de 100 W e carregamento reverso de 27 W, permitindo que o celular funcione como um power bank para recarregar outros eletrônicos.

Telas mais brilhantes e RGB

Os dois aparelhos contam com painéis com picos de brilho de até 3.500 nits, garantindo ótima visibilidade em ambientes externos. O Poco X8 Pro, com tela de 6,59 polegadas, apresenta um ganho adicional de 20% em eficiência luminosa em relação à geração anterior.

A versão Max traz um painel de 6,83 polegadas, mas ambos suportam escurecimento PWM de 3.840 Hz para maior conforto ocular, além de áudio estéreo com Dolby Atmos.

No design, os novos smartphones se destacam pelas bordas ultrafinas. A fabricante também incluiu iluminação RGB dinâmica na traseira, que reage a notificações, jogos, música e uso da câmera. A durabilidade é reforçada com vidro Corning Gorilla Glass 7i e certificações IP66, IP68, IP69 e IP69K contra água e poeira.

Câmeras e conectividade

O conjunto fotográfico traz melhorias em IA, câmeras principais de 50 MP — com o sensor Light Fusion 600 no modelo Max e o Sony IMX882 no Poco X8 Pro — e lentes frontais de 20 MP. Rodando o Xiaomi HyperOS 3, os aparelhos contam com o recurso HyperIsland, que amplia as interações em tempo real no topo da tela.

A linha também traz integração com o Google Gemini e a ferramenta Circle to Search. Outro diferencial é a comunicação offline, que permite chamadas de voz a curtas distâncias mesmo sem rede de operadora. A versão Pro Max também suporta eSIM.

Edição especial de Homem de Ferro

Estendendo a parceria com a Marvel, a empresa revelou ainda o Poco X8 Pro – Edição Homem de Ferro. O aparelho traz design exclusivo em preto com detalhes dourados, com uma interface de sistema totalmente personalizada para os fãs da franquia.

Edição especial da Marvel chega em versão única (imagem: divulgação/Xiaomi)

Qual é a expectativa de preço?

No mercado internacional, o Poco X8 Pro começa a ser vendido por US$ 299 (cerca de R$ 1.564, em conversão direta) na versão de 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. O Poco X8 Pro Max tem preço inicial de US$ 429 (aproximadamente R$ 2.236).

Já a versão do Homem de Ferro, ainda sem preço revelado, será comercializada apenas na configuração de 12 GB de RAM e 512 GB de espaço interno.

Alguns varejistas e marketplaces já começam a listar os aparelhos por importação. Nesses canais, o Poco X8 Pro aparece perto da faixa dos R$ 3 mil, enquanto a versão Max é encontrada por mais de R$ 4 mil.

Poco X8 Pro chega com bateria maior e versão Homem de Ferro

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Novo smartphone da subsidiária da Xiaomi tem bateria de 6.500 mAh. Modelos apostam em chips inéditos da MediaTek, ferramentas de inteligência artificial e construção robusta.

Armazenamento UFS: o que é e quais são as versões do padrão de memória flash

12 de Março de 2026, 12:25
Ilustração de um armazenamento USF
Entenda a importância do Armazenamento UFS para os dispositivos móveis modernos (imagem: Reprodução/Micron)

O UFS (Universal Flash Storage) é um padrão de armazenamento flash de alto desempenho que substituiu o eMMC em dispositivos móveis. Ele otimiza drasticamente a velocidade de leitura e escrita, permitindo que aplicativos e arquivos pesados carreguem de forma quase instantânea.

A tecnologia funciona em modo full-duplex, processando dados de entrada e saída simultaneamente para eliminar gargalos. Essa comunicação bidirecional garante que o sistema operacional responda com mais agilidade, mesmo durante tarefas intensas ou multitarefa pesada.

As versões atuais, como o UFS 3.1 e o UFS 4.1, elevam a eficiência energética ao máximo para economizar bateria. Esses padrões ainda entregam taxas de transferência elevadas, rivalizando com o desempenho dos SSDs usados em computadores.

A seguir, entenda o conceito do armazenamento UFS, as diferentes versões e como elas funcionam. Também saiba os pontos fortes e fracos dessa tecnologia.

O que é UFS?

O UFS é um padrão de armazenamento flash de alto desempenho desenvolvido pela empresa de semicondutores JEDEC para substituir o formato eMMC em dispositivos móveis. Ele usa uma interface serial full-duplex, permitindo leitura e escrita simultâneas para reduzir a latência e maximizar a largura de banda.

Sua função é acelerar o carregamento de aplicativos e o processamento de arquivos pesados em smartphones e tablets, como vídeos em 4K e jogos complexos. Em versões recentes, como a 4.1, a tecnologia oferece eficiência energética e velocidade de transferência que rivalizam com SSDs de computadores.

O que significa UFS?

UFS é a sigla para Universal Flash Storage (Armazenamento Flash Universal), padrão de interface de alto desempenho desenvolvido para dispositivos móveis. O termo “Universal” destaca o objetivo de ser uma solução única para smartphones e câmeras, eliminando a fragmentação de adaptadores e superando as limitações do antigo padrão eMMC.

imagem de um armazenamento UFS
O armazenamento UFS é bastante comum em dispositivos móveis (imagem: Divulgação/Samsung)

Quais são as versões do padrão UFS?

Até 2026, a JEDEC oficializou dez versões do padrão UFS. Elas variam em relação à velocidade de leitura e escrita e novas tecnologias que melhoram o formato de memória flash de alto desempenho.

UFS 5.0

O UFS 5.0 é uma evolução focada em Inteligência Artificial generativa, alcançando velocidades de até 10.800 MB/s por meio da equalização de link. Ele dobra a largura de banda da geração anterior, usando trilhos de energia dedicados e “inline hashing” para máxima segurança.

  • Data de lançamento: a especificação completa foi publicada pelo JEDEC em 26 de fevereiro de 2026, com a KIOXIA iniciando a amostragem de dispositivos poucos dias antes.
  • Dispositivos que usam o padrão: atualmente restrito a unidades de amostragem da KIOXIA para testes industriais, o padrão deve estrear comercialmente nos smartphones topo de linha previstos para 2027.
Ilustração de um armazenamento USF 5.0
A KIOXIA já está trabalhando no padrão UFS 5.0, voltado para IA em smartphones (imagem: Reprodução/KIOXIA)

UFS 4.1

O UFS 4.1 é a versão do padrão focada no processamento massivo de dados, entregando taxas de leitura de até 4.300 MB/s. Ela otimiza a latência e o consumo energético por meio da integração de memória 3D NAND de última geração e do recurso WriteBooster.

  • Data de lançamento: a especificação foi oficializada pela JEDEC em janeiro de 2025, com a produção em escala industrial e disponibilidade para parceiros globais iniciada no segundo semestre do mesmo ano.
  • Dispositivos que usam o padrão: o foco inicial abrange sistemas automotivos inteligentes e infraestrutura de computação de borda, servindo de base para a futura implementação em smartphones flagships.

UFS 4.0

O UFS 4.0 dobrou a largura de banda da geração anterior, atingindo taxas de transferência de até 4.200 MB/s. Ele usa interfaces MIPI M-PHY v5.0 e UniPro v2.0 para garantir alto desempenho com uma redução de 46% no consumo de energia.

  • Data de lançamento: foi oficializada pela JEDEC em agosto de 2022, seguida pela produção em massa dos primeiros módulos pela Samsung no mesmo período.
  • Dispositivos que usam o padrão: equipa smartphones premium como as linhas Samsung Galaxy S23/S24, Google Pixel 8/9 e flagships recentes da OnePlus e Xiaomi.
Ilustração de um armazenamento USF 4.0
O UFS 4.0 adotou as interfaces MIPI M-PHY v5.0 para oferecer maior desempenho com menor consumo de energia (imagem: Reprodução/Samsung)

UFS 3.1

O UFS 3.1 priorizou a alta velocidade e eficiência, alcançando velocidades de leitura de até 2.100 MB/s. Ele introduziu recursos como WriteBooster e DeepSleep para otimizar a escrita de dados, reduzir drasticamente o consumo de energia e maximizar o desempenho em redes 5G.

  • Data de lançamento: oficializado pela JEDEC em 30 de janeiro de 2020. O padrão teve produção em massa iniciada pela Samsung e KIOXIA nos meses seguintes, tornando-se popular no segundo semestre do mesmo ano com o avanço das redes 5G;
  • Dispositivos que usam o padrão: presente em diversos smartphones intermediários e topos de linha lançados entre 2020 e 2024, equipando modelos como as linhas Samsung Galaxy S21 e A54, além do Xiaomi 12T e o Google Pixel 7.

UFS 3.0

O UFS 3.0 dobrou a largura de banda do padrão anterior (2.1) ao usar duas vias de transmissão baseadas na interface MIPI M-PHY v4.1 e HS-Gear4. Essa arquitetura alcança velocidades teóricas de até 2.900 MB/s, unindo alto desempenho a um baixo consumo energético e maior resistência térmica.

  • Data de lançamento: a especificação foi publicada pela JEDEC em 30 de janeiro de 2018, introduzindo melhorias críticas na comunicação entre o host e as camadas de transporte de dados.
  • Dispositivos que usam o padrão: estreou em flagships entre 2019 e 2022, como as linhas Galaxy S20 e OnePlus 7. O padrão ainda esteve presente em modelos intermediários de alto desempenho lançados em 2023 e 2024.
Ilustração de um armazenamento USF 3.1
UFS 3.1 alimentou diversos dispositivos premium e intermediários lançados entre 2020 e 2024 (imagem: Reprodução/Samsung)

UFS 2.2

O UFS 2.2 introduziu o recurso WriteBooster, acelerando significativamente a gravação de dados em relação ao padrão eMMC. Mesmo lançado posteriormente ao UFS 3.1, manteve a operação em full-duplex com interface HS-Gear3 de duas vias, alcançando velocidades de leitura teóricas de até 1.200 MB/s.

  • Data de lançamento: homologado pelo JEDEC em agosto de 2020, o padrão serviu como uma atualização com melhorias na gestão de energia e novos descritores para monitorar a vida útil da memória em aparelhos intermediários.
  • Dispositivos que usam o padrão: presente em celulares intermediários lançados entre 2020 e 2023, incluindo modelos das linhas Samsung Galaxy A e Redmi Note, além de dispositivos como Google Pixel 4a e aparelhos de entrada da OnePlus.

UFS 2.1

O UFS 2.1 teve como inovação a tecnologia HS-Gear3 em duas vias e suporte nativo para dispositivos 5G, mantendo a velocidade de leitura de até 1.200 MB/s. Ele otimizou o multitarefa via filas de comandos e priorização de dados, garantindo maior eficiência energética e fluidez aos sistemas.

  • Data de lançamento: publicado pela JEDEC em 2016, o padrão focou no aumento das operações de entradas e saídas (I/O) por segundo, permitindo que o Android lidasse melhor com grandes volumes de dados.
  • Dispositivos que usam o padrão: equipou modelos populares entre 2018 e 2021, como o Samsung Galaxy A50, Google Pixel 3a e diversos aparelhos da Xiaomi, oferecendo alto desempenho sem o custo de aparelhos premium.

UFS 2.0

O UFS 2.0 atualizou as interfaces seriais full-duplex, permitindo leitura e escrita simultâneas de até 1.200 MB/s. O padrão também implementou o protocolo SCSI com filas de comando, otimizando drasticamente o multitarefa e o tempo de resposta quando comparado ao antigo padrão eMMC.

  • Data de lançamento: publicado pela JEDEC em setembro de 2013, o padrão estabeleceu as bases técnicas que começaram a dominar o mercado de dispositivos de alto desempenho nos anos seguintes.
  • Dispositivos que usam o padrão: equipou modelos icônicos como as linhas Samsung Galaxy S7/S9, Google Pixel 2/3, além de aparelhos da OnePlus e Huawei.
Chip UFS 2.0 (os módulos 3.0 serão menores)
Os chip UFS 2.0 estiveram presentes em smartphones classicos, como o Samsung Galaxy S7 (imagem: Reprodução)

UFS 1.1 

O UFS 1.1 foi uma atualização do padrão focada em aprimorar a eficiência de processamento de dados por meio do escalonamento de comandos. Ele mantém a arquitetura anterior full-duplex via interface MIPI M-PHY, permitindo leitura e escrita simultâneas com taxas de transferências de até 300 MB/s.

  • Data de lançamento: publicado oficialmente pela JEDEC em 25 de junho de 2012 como uma evolução direta da versão 1.0 para otimizar o fluxo de dados em dispositivos móveis.
  • Dispositivos que usam o padrão: presente em smartphones topo de linha entre 2013 e 2015, servindo de transição para a memória UFS 2.0 em modelos como Samsung Galaxy S6 e o LG G4.

UFS 1.0 

O UFS 1.0 é o padrão inaugural que substituiu a interface eMMC por uma conexão serial de alta velocidade, utilizando a camada MIPI M-PHY para permitir transferências full-duplex de até 300 MB/s. Ele introduziu o enfileiramento de comandos para reduzir a latência, otimizando o multitarefa e a eficiência energética em dispositivos móveis.

  • Data de lançamento: oficializado pela JEDEC em 24 de fevereiro de 2011, o padrão estabeleceu a transição técnica do armazenamento paralelo para a arquitetura serial moderna.
  • Dispositivos que usam o padrão: teve adoção restrita a protótipos e variantes de nicho, servindo como base para dispositivos de alto desempenho como as primeiras versões da linha Samsung Galaxy Note entre 2012 e 2014.
Chips UFS da Samsung
Memórias UFS se tornaram um padrão moderno de armazenamento para dispositivos móveis (Imagem: Divulgação/Samsung)

Como funciona o armazenamento UFS?

O armazenamento UFS opera como uma memória flash não volátil de altíssimo desempenho, ideal para dispositivos móveis. Sua arquitetura em camadas organiza o fluxo de dados para otimizar o processamento e garantir estabilidade energética.

Diferente do antigo eMMC, o UFS usa a interface serial MIPI M-PHY com protocolo UniPro para comunicação full-duplex. Isso permite que o sistema realize operações de leitura e escrita simultaneamente, eliminando gargalos de transmissão.

O controlador gerencia comandos SCSI por meio de uma fila de tarefas (Command Queuing), ordenando-os inteligentemente. Esse mecanismo reduz drasticamente a latência e permite que o hardware lide com múltiplas requisições de forma ágil.

Recursos como o WriteBooster aceleram a gravação de arquivos, entregando taxas de transferência e números de operações por segundo (IOPS) superiores. Além disso, o padrão integra criptografia nativa para assegurar a integridade e a proteção dos dados armazenados.

Esquema de funcionamento do armazenamento UFS
Esquema de funcionamento do armazenamento UFS (imagem: Reprodução/Synopsys)

Quais dispositivos usam armazenamento UFS?

Estes são os dispositivos que adotam o armazenamento UFS:

  • Smartphones topo de linha e intermediários;
  • Tablets premium;
  • Notebooks e Chromebooks;
  • Consoles de videogame portáteis;
  • Smartwatches e pulseiras fitness;
  • Câmeras digitais;
  • Drones;
  • Headsets de Realidade Virtual (VR) e Aumentada (AR);
  • Sistemas de infoentretenimento automotivo;
  • Sistemas avançados de assistência ao condutor (ADAS);
  • Dispositivos de Internet das Coisas (IoT) e industriais.
imagem de unidades do Samsung Galaxy S26, S26 Plus e S26 Ultra
O armazenamento USF está presente em grande parte dos smartphones modernos (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Quais são as vantagens do padrão UFS?

Estes são os pontos fortes do armazenamento UFS:

  • Interface full-duplex de alto desempenho: permite leitura e escrita simultâneas, alcançando até 23 Gbps por via (46 Gbps total) na versão 4.0 para transferências instantâneas;
  • Eficiência de comando via arquitetura SCSI: usa o enfileiramento de comandos para processar múltiplas instruções em paralelo, otimizando o IOPS e reduzindo drasticamente a latência em multitarefa;
  • Densidade e capacidade escalável: a tecnologia de empilhamento vertical permite armazenar mais de 1 TB em chips minúsculos, ideal para smartphones finos que exigem grande volume de dados;
  • Otimização de escrita com WriteBooster: implementa um cache de célula de nível único (SLC) que acelera gravações em rajada, garantindo fluidez em filmagens 8K e downloads de alta velocidade;
  • Consumo energético inteligente: o recurso DeepSleep e a baixa voltagem de operação reduzem o gasto de bateria em até 46% comparado a gerações anteriores, aumentando a autonomia do host;
  • Confiabilidade e integridade de dados: inclui mecanismos avançados de ECC (Error Correction Code) e gerenciamento de blocos defeituosos, prevenindo a corrupção de arquivos a longo prazo;
  • Segurança de hardware integrada: oferece suporte nativo a criptografia AES Inline e partições seguras (RPMB), protegendo chaves de autenticação e dados sensíveis contra acessos não autorizados;
  • Baixa latência no carregamento de apps: a largura de banda superior e o processamento paralelo eliminam gargalos de inicialização, permitindo que jogos e softwares complexos abram quase instantaneamente.

Quais são as desvantagens do padrão UFS?

Estes são os pontos fracos do armazenamento UFS:

  • Custo de produção elevado: a arquitetura de interface serial de alta velocidade e controladores complexos encarece a produção em comparação ao padrão eMMC, elevando o preço final do dispositivo;
  • Restrição ao segmento premium: devido ao seu valor de mercado, a tecnologia é raramente aplicada em dispositivos de entrada, criando uma lacuna de desempenho entre aparelhos básicos e modelos intermediários e flagships;
  • Complexidade no gerenciamento dos comandos: a utilização do protocolo SCSI e filas de comandos exige controladores mais sofisticados, aumentando a dificuldade de design e integração no hardware;
  • Degradação física das células NAND: como toda memória flash, o UFS storage sofre desgaste a cada ciclo de Program/Erase (P/E), limitando a vida útil total em cenários de uso extremo de gravação de dados;
  • Sensibilidade a falhas energéticas: a alta velocidade de operação aumenta o risco de corrupção de dados se houver interrupção abrupta de energia durante processos críticos de escrita no firmware;
  • Consumo energético em carga máxima: embora eficiente em repouso, o UFS storage demanda picos elevados de corrente durante transferências massivas de dados, o que pode acelerar o consumo de bateria em tarefas intensivas;
  • Dissipação de calor em alto desempenho: o tráfego intenso de dados por meio das vias diferenciais gera calor, exigindo soluções térmicas mais robustas para evitar queda de desempenho (thermal throttling).
ilustração sobre armazenamento USF
O padrão UFS oferece ampla velocidade de transferência, mas possui um custo de fabricação elevado (imagem: Reprodução/Micron)

Existem alternativas ao padrão UFS?

Sim, existem diferentes alternativas à memória UFS, variando conforme o custo, desempenho e aplicação do dispositivo. As principais opções são:

  • eMMC (Embedded MultiMediaCard): padrão de baixo custo com interface paralela, ideal para dispositivos de entrada e Internet das Coisas (IoT) onde a economia de energia e preço supera a necessidade de alto desempenho;
  • NVMe via PCIe (M.2/BGA): interface de altíssima largura de banda usada em dispositivos premium e notebooks, entregando latência mínima e velocidades que superam os 10 GB/s em gerações recentes;
  • SATA (Serial ATA): tecnologia robusta para dispositivos maiores, oferecendo excelente custo-benefício e durabilidade, embora limitada a velocidades de transferência de até 600 MB/s;
  • uMCP (UFS-based Multichip Package): solução compacta que combina o controlador UFS e a memória RAM LPDDR em um único chip, otimizando o espaço interno em dispositivos móveis e vestíveis;
  • NM Cards (Nano Memory): padrão proprietário de tamanho reduzido, similar a um Nano SIM, focado em dispositivos móveis que buscam expansão interna sem comprometer o design do slot de cartões;
  • SD Express / UHS-II: evolução dos cartões SD que utilizam barramento PCIe para alcançar velocidades de SSD, permitindo que memórias removíveis compitam diretamente com o armazenamento interno fixo;
  • Flash drives USB: dispositivos focados em portabilidade e intercâmbio de arquivos entre sistemas distintos, usando conectores universais para oferecer rapidez sem integração permanente ao hardware;
  • SSDs externos (PSSD): unidades portáteis de alta capacidade que usam pontes NVMe-para-USB, servindo como extensão de armazenamento para criadores de conteúdo e profissionais de mídia.
SSDs SATA de 2,5" (foto: Everton Favretto/Tecnoblog)
SSDs são os padrões de armazenamento de alta velocidade para PCs e servidores (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Qual é a diferença entre UFS e NVMe?

UFS é um padrão de armazenamento otimizado para dispositivos móveis, usando interface serial full-duplex para leitura e escrita simultâneas. Ele foca na eficiência energética e baixa latência, substituindo o antigo eMMC em smartphones e tablets de alto desempenho.

NVMe é o protocolo de comunicação de alta velocidade projetado para SSDs que usam barramento PCIe em PCs e servidores. Ele reduz o gargalo entre a CPU e o armazenamento, suportando milhares de filas paralelas para processamento massivo de dados.

Qual é a diferença entre UFS e SSD?

UFS é um padrão de armazenamento flash para dispositivos móveis, que adota a interface full-duplex para garantir alta velocidade e baixa latência. Ele prioriza a eficiência energética e o desempenho aleatório em chips soldados diretamente na placa-mãe do aparelho.

SSD é uma unidade de armazenamento de alta capacidade que gerencia chips NAND via controladora, conectando-se geralmente por interfaces SATA ou NVMe. Sua arquitetura permite maior paralelismo e taxas de transferência superiores, suportando múltiplos TB de dados em formatos robustos para PCs.

Qual é a diferença entre UFS e memória flash?

O UFS é um padrão de interface e protocolo de alta velocidade que dita como o sistema operacional se comunica e transfere dados para a memória flash. Diferente de padrões mais simples, ele usa o sistema full-duplex, permitindo operações de leitura e escrita simultâneas para otimizar o desempenho.

A memória flash é um meio físico semicondutor não volátil que armazena dados permanentemente em células de carga, mesmo sem energia elétrica. Ela serve como a base material para diversos dispositivos, operando como o reservatório onde as informações são fisicamente retidas.

Armazenamento UFS: o que é e quais são as versões do padrão de memória flash

(imagem: Reprodução/Micron)

(imagem: Reprodução/KIOXIA)

(imagem: Reprodução/Samsung)

S26 Ultra é o maior dos modelos da linha Galaxy S26 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

SSDs SATA de 2,5" (foto: Everton Favretto/Tecnoblog)

Review do Redmi Note 15 Pro 5G: resistência e bateria que impressionam

6 de Março de 2026, 16:31
Foto mostra traseira do Redmi Note 15 Pro 5G na cor titânio
Redmi Note 15 Pro 5G tem câmera dupla traseira (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

O Redmi Note 15 Pro 5G é um celular intermediário com recursos avançados, que promete agradar quem busca alta resistência, bateria para o dia todo e câmeras que vão além do básico.

Para isso, o smartphone da Xiaomi une uma bateria de longa duração a certificações IP68, IP69 e IP69K contra água e poeira, além de trazer câmera traseira de 200 megapixels, pra capturar detalhes até embaixo d’água.

Mas será que o Redmi Note 15 Pro 5G é bom para tarefas mais intensas no dia a dia? E como ele se comporta com jogos? A interface HyperOS traz uma boa experiência?

Testamos todos esses detalhes nesta análise completa, e contamos nossas impressões a seguir.


Prós
  • Resistência IP68+IP69K
  • Gorilla Glass Victus 2
  • Tela AMOLED de 120 Hz
  • Bateria de 6.580 mAh
  • Câmera principal de 200 MP
Contras
  • Não grava em 4K com a câmera frontal
  • Chip MediaTek 7400 Ultra engasga em tarefas muito complexas
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Assista ao Review do Redmi Note 15 Pro 5G no YouTube

Aviso de ética

O Tecnoblog é um veículo jornalístico independente que ajuda as pessoas a tomarem sua próxima decisão de compra desde 2005. Nossas análises não têm intenção publicitária, por isso ressaltam os pontos positivos e negativos de cada produto. Nenhuma empresa pagou, revisou ou teve acesso antecipado a este conteúdo.

O Redmi Note 15 Pro 5G foi cedido por empréstimo pela Xiaomi e será devolvido após os testes. Para mais informações, acesse a nossa Política Editorial.

O que vem na caixa?

A Xiaomi é conhecida por uma experiência mais completa no que diz respeito a acessórios que acompanham o produto principal, e aqui não é diferente.

Ao abrir a caixa do Redmi Note 15 Pro 5G, nos deparamos com um carregador rápido de 45 W, o cabo USB-A para USB-C, uma capinha, manual de instruções e a chave para a bandeja de chip.

O aparelho também já vem com um película aplicada na tela, para proteger contra riscos e arranhões acidentais.

Conteúdo da caixa do Redmi Note 15 Pro: manual de instruções, case, carregador de 45 W e cabo USB-C/USB-A
Redmi Note 15 Pro vem com carregador de 45 W (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Design e construção: resistência para ficar despreocupado

O grande trunfo do Redmi Note 15 Pro 5G é a resistência: ele tem certificação IP68 e IP69K. Em outras palavras: é um celular resistente a poeira e a água, aguentando submersão em até 2 metros por 24 horas, e exposição a jatos de alta pressão.

E, sim, você pode ficar despreocupado no uso cotidiano. Em nossos testes, ele foi exposto à chuva, mergulho em piscina e até pressão de queda d’água na cachoeira – e continuou funcionando perfeitamente depois disso.

Também há certificação da SGS de resistência a quedas de até 2,5 metros, mas ainda assim é preciso ter cuidado e entender como ela funciona.

Segundo a Xiaomi, o telefone pode suportar uma queda de uma altura de 2,5 metros sobre uma superfície lisa de granito sob condições de teste padrão SGS, mas os resultados reais podem variar.

Resumindo: esse tipo de certificação é uma ajuda em casos acidentais – mas você ainda deve evitar essas situações no dia a dia.

Redmi Note 15 Pro 5G na cor Titânio
Redmi Note 15 Pro 5G na cor Titânio (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Agora, sobre o design: apesar do acabamento fosco, que dá um toque premium ao aparelho – especialmente na cor Titânio, que foi a que eu testei –, o Redmi Note 15 Pro 5G tem traseira e molduras de plástico, e não em alumínio/vidro, como concorrentes do segmento. Já a tela traz o Gorilla Glass Victus 2.

A pegada é tão boa quanto se pode esperar para um celular de tela grande (6,83”) com bordas planas.

Pessoalmente, prefiro telas abaixo de 6,5 polegadas por trazerem uma ergonomia melhor, ou então telas de bordas curvas, que muitas vezes contornam a estranheza de um aparelho mais robusto.

Mas para quem está acostumado com smartphones grandes, não há muita diferença aqui. O peso é de 210 gramas, mas não senti desconforto durante o uso prolongado.

Tela: painel AMOLED entrega cores vivas e fluidez gráfica

O Redmi Note 15 Pro 5G tem tela AMOLED de 6,83 polegadas com resolução 1280 x 2772 pixels, que entrega uma experiência bem satisfatória em nitidez, cores, contrastes e brilho.

Como de costume, a tecnologia AMOLED é responsável por um preto profundo, nada daquele acinzentado comum em painéis LCD.

Tela do Redmi Note 15 Pro 5G exibindo trecho de clipe com cores vivas e contrastes intensos
Redmi Note 15 Pro 5G tem tela AMOLED de 6,83″ (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Além disso, o display chega até 3.200 nits de brilho máximo em pico, o que melhora a visibilidade sob luz solar intensa e em conteúdos HDR. O brilho típico é de 1.800 nits.

Outro destaque é a excelente experiência de uso da tela com os dedos molhados, com o que a Xiaomi chama de tecnologia de Toque Úmido 2.0.

Você pode usar o smartphone no banho para mandar uma mensagem que não pode esperar, ou após ter enfrentado aquela chuva para chegar ao seu destino. A tela consegue identificar suor, água e até mesmo óleo, e continua responsiva ao toque, inclusive na área do sensor de digitais.

A taxa de atualização de tela é de 120 Hz, proporcionando boa fluidez gráfica, e é interessante destacar a taxa de amostragem de toque instantânea de 2560 Hz, a mesma do Poco X7 Pro. Ela é ativada somente no Modo Jogo, e vai agradar quem usa o celular para games competitivos.

Áudio: em alto e bom som

Os alto-falantes estéreo com Dolby Atmos do Redmi Note 15 Pro 5G são realmente potentes. Para ouvir música sem fones de ouvido, eles entregam uma experiência bacana, com aumento de até 400% – que digamos de passagem, é alto mesmo. Ideal para quando você vai para o banho e deixa o celular na pia tocando uma música relaxante, ou precisa se certificar de que as notificações vão ser ouvidas a uma distância considerável.

É lógico que nessa altura, a definição fica prejudicada, então em uso comum, com o telefone próximo, recomendo que você vá até o 100% para evitar uma grande perda de qualidade.

No geral, a equalização é boa. Os agudos podem soar estridentes acima de 100%, com perda de frequências médias. Os graves não têm grande destaque, como é esperado para um alto-falante de celular, mas entregam acima do básico para a categoria.

Câmeras: versatilidade com 200 MP

O design do módulo de câmera do Redmi Note 15 Pro 5G pode até confundir os mais desatentos, mas esse celular tem apenas duas lentes na traseira: a principal acompanha sensor de 200 MP, com tamanho 1/1.4” e abertura f/1.7; e a auxiliar é ultrawide com sensor de 8 MP (f/2.2). Para selfies, são 20 megapixels com abertura f/2.2.

A câmera principal traz ainda estabilização óptica de imagem (OIS), que promete evitar fotos tremidas ou borradas, e ajudar no zoom digital.

Aplicativo de câmera do Redmi Note 15 Pro 5G
Redmi Note 15 Pro 5G tem zoom por crop de 4x com pouca perda de qualidade (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

A enorme quantidade de megapixels não é sinônimo de qualidade, mas dá maior versatilidade para esse aparelho, permitindo alcançar zoom por corte de até 4x com pouca perda de qualidade.

A Xiaomi chama esse recurso de “zoom óptico”, apesar de não ser um zoom óptico real, com lente dedicada. O zoom digital do Redmi Note 15 Pro 5G chega a 30x, mas aí já nos deparamos com bastante ruído.

Os resultados você pode conferir abaixo:

Foto tirada com a câmera de 200 MP do Redmi Note 15 Pro 5G (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)
Foto tirada com a câmera de 200 MP do Redmi Note 15 Pro 5G em zoom de 4x (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)
Foto tirada com a câmera de 200 MP do Redmi Note 15 Pro 5G (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)
Foto tirada com a câmera de 200 MP do Redmi Note 15 Pro 5G em zoom de 4x (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)
Foto tirada com a câmera ultrawide de 8 MP do Redmi Note 15 Pro 5G (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)
Foto tirada com a câmera de 200 MP do Redmi Note 15 Pro 5G embaixo d’água (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)
Foto tirada à noite com a câmera principal de 200 MP do Redmi Note 15 Pro 5G (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)
Foto do Pudim tirada com câmera traseira do Redmi Note 15 Pro à noite, com iluminação artificial (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)
Selfies em Modo Retrato (esq.), à noite (centro) e em modo normal durante o dia (dir.) feitas com a câmera frontal do Redmi Note 15 Pro 5G (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Para vídeos, o Redmi Note 15 Pro 5G suporta até 4K @ 30 fps na câmera traseira, ou 1080p @ 60 fps. Na frontal, o limite é 1080p @ 60 fps. Eu gravei um vlog inteiro com esse smartphone, e você pode conferir a qualidade das imagens a seguir:

Algo positivo para quem quer ir além do básico é a possibilidade de fazer fotos em RAW com a câmera nativa, para conseguir editar atributos como cor, exposição, contrastes e balanço de branco em softwares adequados, o que pode dar um fôlego extra para as capturas feitas com esse aparelho.

À noite, o alto nível de ruído me incomodou bastante, especialmente em vídeos. Foi uma tarefa difícil conseguir focar e conseguir imagens interessantes. Já as fotos, com a câmera bem estabilizada, foram mais aceitáveis.

Desempenho: eficiente para o dia a dia

O Redmi Note 15 Pro 5G é equipado com o chip MediaTek Dimensity 7400-Ultra, um processador octa-core que chega a velocidades de 2,6 GHz, e é fabricado em litografia de 4 nm.

Ele trabalha em conjunto com memória RAM de 8 GB, e a versão que eu testei tinha 512 GB de armazenamento, padrão UFS 2.2.

Ao rodar os testes de CPU no Geekbench 6, o smartphone da Xiaomi atingiu 1037 pontos no single-core e 2835 em multi-core.

Para fins de comparação em números frios: os resultados ficam muito atrás do Poco X7 Pro (Dimensity 8400-Ultra), que é mais focado em alto desempenho, e também atrás do Galaxy A56 (Exynos 1580), o atual campeão de custo-benefício da Samsung.

Em GPU, ele fez 3015 pontos (OpenCL), também atrás dos modelos que citei anteriormente.

Mas o que todo esse tecniquês significa na prática?

Bom, durante os testes, eu não enfrentei problemas com o Redmi Note 15 Pro 5G para tarefas cotidianas. Consegui rodar liso o Genshin Impact e o CoD: Mobile – jogos padrão que usamos para review aqui no TB. Ambos com qualidade gráfica no máximo, sem superaquecimento ou quedas de fps.

Redmi Note 15 Pro 5G rodando Genshin Impact com cores vivas e bons contrastes
Redmi Note 15 Pro 5G rodando Genshin Impact (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Mas o MediaTek sofreu no processamento das câmeras, durante a Media Tour da Xiaomi para Bonito (MS). Por lá, o Redmi Note 15 Pro 5G foi exposto a horas de gravação e fotos em ambientes adversos, sob sol e chuva, e dentro e fora d’água.

E após algumas horas, eu pude notar dificuldade no processamento da câmera principal, a de 200 megapixels. Ela demorava a focar e também entregava cores lavadas, como se a lente estivesse suja. Mesmo após tentar limpar e reiniciar o aplicativo, o problema persistia até que o celular “descansasse” um pouco.

Foto com cores “lavadas” tiradas com câmera principal do Redmi Note 15 Pro 5G após problemas no processamento (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Cabe ressaltar que, de modo geral, as configurações mais equilibradas do Dimensity 7400-Ultra ajudam na eficiência energética em tarefas do dia a dia. Isso contribui para a grande autonomia de bateria do smartphone – algo que falaremos mais pra frente.

Sistema e recursos: precisava de tanto anúncio?

Em termos de interface, o padrão é o que já conhecemos desde os tempos de MIUI: são muitos aplicativos pré-instalados, anúncios na interface e dentro de apps nativos e sugestões que ninguém pediu, mas simplesmente brotam na sua tela.

Sim, é possível desativar esse tanto de anúncios e notificações. Mas ter que fazer isso manualmente, a meu ver, já é bastante incômodo.

Aplicativos pré-instalados no Redmi Note 15 Pro 5G
Aplicativos pré-instalados no Redmi Note 15 Pro 5G (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

O Redmi Note 15 Pro 5G sai de fábrica com o HyperOS 2, baseado no Android 15. Tirando os contras que mencionei, a interface está fluida e conta com diversas opções de personalização.

As ferramentas de IA também estão presentes, o sistema já vem com alguns recursos embutidos, como o Circle to Search, do Google, e o removedor de pessoas, objetos e reflexos em fotos, que faz um trabalho bacana.

Bateria: longa duração com silício-carbono e 6.580 mAh

Chegamos a outro ponto forte do Redmi Note 15 Pro 5G: a bateria de 6.580 mAh. O componente usa tecnologia mais recente de silício-carbono, que permite aumentar a densidade energética sem impactar consideravelmente no tamanho do componente e, consequentemente, sem aumentar a espessura do smartphone.

E a autonomia é realmente impressionante. Em meus testes práticos iniciais, retirei o Redmi Note 15 Pro 5G da tomada às 6h da manhã com 100% de carga. Ao longo do dia, gravei e fotografei uma quantidade massiva de registros durante uma trilha de 3 horas de duração, com direito a paisagens de tirar o fôlego, embaixo de sol e de chuva.

Em seguida, após a pausa para o almoço, o celular foi novamente o meu aliado em uma experiência de mergulho, na qual fiquei gravando sem parar por 40 minutos embaixo d’água.

Na volta para o resort, usei o app do CapCut para editar os vídeos que fiz no dia, e também o Instagram para publicar alguns stories no perfil do Tecnoblog.

Redmi Note 15 Pro 5G ao lado da chave ejetora da bandeja de chip
Redmi Note 15 Pro 5G conserva espessura, apesar da bateria de 6.580 mAh (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Ressalto que não utilizei os dados móveis durante este experimento, mas ainda assim, fiquei impressionado com a duração: após o jantar e da gravação de mais vídeos, navegação em redes sociais e edição de vídeo, o Redmi Note 15 Pro 5G ainda estava com 27% de bateria.

De volta ao home office, em um dia comum de trabalho, foi a vez de fazer o teste contínuo de reprodução de vídeo.

Tirei o celular da tomada com 100% de bateria, ajustei o brilho da tela para 100% e o volume para 40%. Desliguei os dados móveis, mantendo a conexão Wi-Fi e, em seguida, dei play em uma transmissão infinita no YouTube. A bateria durou 14 horas e 36 minutos.

Na parte de carregamento, o Redmi Note 15 Pro 5G também se destaca ao trazer suporte a recarga de 45 W e já vir com o carregador compatível na caixa.

Foram 11 minutos para uma recarga de 0% a 15%; 48 minutos até 50%; e 1 hora e 35 minutos até a carga completa.

Ele também é compatível com carregamento reverso de até 22,5 W, podendo ser utilizado como um power bank no dia a dia – inclusive, me salvou em uma noite quando faltou luz no meu bairro, e meu celular principal descarregou.

O ponto negativo é a falta de suporte a carregamento sem fio.

Conectividade: além do essencial

O Redmi Note 15 Pro é compatível com 5G e traz as conexões Wi-Fi 6 e Bluetooth 5.4.

A versão vendida oficialmente no Brasil conta também com suporte a eSIM, NFC (para pagamento por aproximação), e infravermelho, que permite usar o celular como controle remoto.

Além disso, o smartphone traz o recurso “Comunicação Offline”, presente também no Xiaomi 15T, que cria uma rede de 1,6 Km usando radiofrequência e Bluetooth para permitir a comunicação mesmo quando não há sinal de celular. A função promete ser útil especialmente em locais remotos e situações de emergência.

Preço e custo-benefício: vale a pena comprar o Redmi Note 15 Pro 5G?

O Redmi Note 15 Pro 5G é um celular interessante, especialmente pelas certificações de resistência e pela bateria duradoura. O armazenamento de 512 GB também é um diferencial. O preço de lançamento oficial no Brasil, no entanto, é extremamente alto: R$ 4.499,99.

Você já encontra ofertas por cerca de R$ 2.200 no varejo online, mas é aquela velha história: antes de comprar, certifique-se de que é um aparelho original, de que a loja emite nota fiscal e de que o modelo é compatível com as redes daqui.

Tela inicial do Redmi Note 15 Pro 5G com ícones de apps
Redmi Note 15 Pro 5G tem tela AMOLED de 6,83″ (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Eu recomendo o Redmi Note 15 Pro 5G especialmente para quem fica o dia inteiro longe das tomadas, e precisa usar o celular com frequência sob chuva ou sol intenso.

As câmeras também são bacanas para o usuário médio, e podem fazer boas fotos e vídeos especialmente em condições de luz adequadas, embora eu prefira os resultados do concorrente Galaxy A56 nesse quesito.

Agora, se você busca um celular com foco principal em jogos, é melhor recorrer à linha Poco. Na data de publicação deste review, o Poco X7 Pro estava em uma faixa de preço aproximada (~ R$ 2.500), com um processador mais potente, 512 GB de armazenamento e 12 GB de RAM.

Veja também: Melhor celular Xiaomi em 2026: qual modelo comprar?

Mas e você, compraria esse aparelho? Concorda com a análise? Vem continuar a conversa na Comunidade do Tecnoblog.

Review do Redmi Note 15 Pro 5G: resistência e bateria que impressionam

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Testamos o Redmi Note 15 Pro 5G, smartphone intermediário premium da Xiaomi com certificação IP69K e bateria de 6.580 mAh; veja prós e contras do celular

Redmi Note 15 Pro 5G tem câmera dupla traseira (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Redmi Note 15 Pro vem com carregador de 45 W (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Redmi Note 15 Pro 5G na cor Titânio (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Redmi Note 15 Pro 5G tem tela AMOLED de 6,83" (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Redmi Note 15 Pro 5G tem zoom por crop de 4x com pouca perda de qualidade (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Foto tirada com a câmera de 200 MP do Redmi Note 15 Pro 5G (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Foto tirada com a câmera de 200 MP do Redmi Note 15 Pro 5G em zoom de 4x (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Foto tirada com a câmera de 200 MP do Redmi Note 15 Pro 5G (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Foto tirada com a câmera de 200 MP do Redmi Note 15 Pro 5G em zoom de 4x (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Foto tirada com a câmera ultrawide de 8 MP do Redmi Note 15 Pro 5G (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Foto tirada à noite com a câmera principal de 200 MP do Redmi Note 15 Pro 5G (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Foto do Pudim tirada com câmera traseira do Redmi Note 15 Pro à noite, com iluminação artificial (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Redmi Note 15 Pro 5G rodando Genshin Impact (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Aplicativos pré-instalados no Redmi Note 15 Pro 5G (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Redmi Note 15 Pro 5G ao lado da chave ejetora da bandeja de chip (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Redmi Note 15 Pro 5G tem tela AMOLED de 6,83" (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

“Mestre da noite”: Xiaomi revela celular para brigar com iPhone 17 Pro Max

28 de Fevereiro de 2026, 11:30
Mão segurando smartphone
Xiaomi 17 Ultra utiliza lentes da Leica (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • A Xiaomi lançou globalmente os smartphones Xiaomi 17 Ultra, Xiaomi 17 e Leica Leitzphone na MWC 2026 em Barcelona. Todos usam o chip Snapdragon 8 Elite Gen 5 e focam em câmeras aprimoradas e maior densidade energética das baterias.
  • O Xiaomi 17 Ultra possui tela OLED LTPO de 6,9 polegadas, bateria de 6.000 mAh, sistema de câmeras com sensor principal de 50 MP e teleobjetiva de 200 MP. O Xiaomi 17 tem tela de 6,3 polegadas, bateria de 6.330 mAh e gravação de vídeo em até 8K.
  • O Leica Leitzphone compartilha especificações com o 17 Ultra, mas destaca-se pelo acabamento e experiência fotográfica personalizada com perfis Leica. O preço na Europa é de 1.999 euros.

A Xiaomi anunciou o lançamento global do celular “mestre da noite” Xiaomi 17 Ultra, além do Xiaomi 17 e do Leica Leitzphone, neste sábado (28). A novidade foi apresentada durante um evento em Barcelona com a presença do Tecnoblog. Os três novos smartphones de ponta utilizam chip Snapdragon 8 Elite Gen 5.

Os modelos foram apresentados na feira de telecomunicações de Barcelona, a MWC 2026, e marcam a atualização anual da fabricante no segmento premium, com foco em câmeras melhores, novo processador da Qualcomm e baterias com maior densidade energética. Eles já tinham sido apresentados na China, e agora passam pelo lançamento global.

Os preços para o Brasil são mantidos em segredo por enquanto. Na Europa, o modelo Ultra sai por a partir de 1.499 euros (cerca de R$ 9.090), enquanto o básico é comercializado por 999 euros (R$ 6.060).

Não custa lembrar: a nova geração sucede diretamente a linha Xiaomi 15, já que não houve uma linha Xiaomi 16 no portfólio global. A estratégia mantém a ênfase em fotografia móvel e desempenho de alto nível.

Xiaomi 17 Ultra

Mão segurando Xiaomi 17 Ultra
Xiaomi 17 Ultra durante lançamento global em Barcelona (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Xiaomi 17 Ultra traz tela OLED LTPO de 6,9 polegadas (2608 × 1200 pixels), também com taxa de 1 a 120 Hz e brilho máximo de 3.500 nits. O processador é o mesmo Snapdragon 8 Elite Gen 5, com versões de 16 GB de RAM e até 1 TB de armazenamento. A bateria é de 6.000 mAh, com carregamento de 90 W com fio e 50 W sem fio.

Assim como no modelo base, a bateria utiliza tecnologia íon de lítio com silício-carbono. O destaque está no sistema de câmeras: sensor principal de 50 MP (Light Fusion 1050L) com tecnologia LOFIC HDR e sensor de 1 polegada; teleobjetiva de 200 MP com faixa óptica equivalente a 75–100 mm e alcance ampliado via zoom híbrido; além de ultrawide de 50 MP. O vídeo chega a 4K a 120 fps com Dolby Vision e gravação em Log.

Xiaomi realiza evento em Barcelona (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog
Slide compara foto no iPhone 17 Pro Max e Xiaomi 17 Ultra (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Durante o evento, a fabricante não perdeu oportunidades de mostrar comparações entre o Xiaomi 17 Ultra e o iPhone 17 Pro Max, o atual modelo de ponta da Apple. Ao menos nas demonstrações, o produto chinês consegue registrar imagens com mais definição, em especial quando é aplicado zoom.

Segundo o GSMArena, o Xiaomi 15 Ultra tinha bateria de cerca de 5.300 mAh (versão global), Snapdragon 8 Gen 3 e teleobjetiva periscópica de 50 MP. O 17 Ultra amplia a capacidade energética, adota a bateria silício-carbono, atualiza o processador e eleva a resolução da teleobjetiva para 200 MP.

Xiaomi 17

O Xiaomi 17 tem tela OLED LTPO de 6,3 polegadas (2656 × 1220 pixels), com taxa de atualização variável de 1 a 120 Hz e brilho máximo informado de 3.500 nits. O aparelho utiliza o processador Snapdragon 8 Elite Gen 5, fabricado em 3 nanômetros, com opções de 12 GB de RAM e armazenamento de até 512 GB (LPDDR5X e UFS 4.1). A bateria é de 6.330 mAh, com carregamento de até 100 W com fio e 50 W sem fio.

A tecnologia de bateria é de íon de lítio com composição silício-carbono, segundo a própria Xiaomi, que indica teor elevado de silício no ânodo para aumentar densidade energética. O conjunto de câmeras inclui sensor principal de 50 MP (Light Fusion 950, 1/1,31”), teleobjetiva de 50 MP com distância focal equivalente a 60 mm e macro a 10 cm, além de ultrawide de 50 MP. A câmera frontal também é de 50 MP. O modelo grava vídeo em até 8K a 30 fps e 4K com Dolby Vision.

Mão segurando Xiaomi 17 com tela acesa, exibindo ícones de aplicativos na interface HarmonyOS 3
Xiaomi 17 tem tela OLED de 6,3 polegadas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Há algumas evoluções em relação ao Xiaomi 15:o antecessor tinha bateria menor (na faixa de 5.200 mAh na versão global), processador Snapdragon 8 Gen 3 e brilho máximo inferior. A principal evolução do Xiaomi 17 está no salto de capacidade energética, na adoção da bateria silício-carbono e na atualização do chipset para a geração Elite Gen 5.

Xiaomi 17 tem tecnologia fotográfica da Leica (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Leica Leitzphone

O smartphone Leica Leitzphone Powered by Xiaomi compartilha a base técnica do 17 Ultra: Snapdragon 8 Elite Gen 5, tela de 6,9 polegadas, até 16 GB de RAM e 1 TB de armazenamento, além de bateria de 6.000 mAh com tecnologia íon de lítio silício-carbono e carregamento de 90 W com fio.

O diferencial está no acabamento e na experiência fotográfica. O modelo incorpora anel físico de controle na câmera, interface personalizada com perfis Leica e modos que simulam câmeras clássicas da marca. O usuário pode controlar zoom, foco e balanço de branco, entre outros atributos.

Cartela com as características do Leica Leitzphone (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O hardware inclui sensor principal de 50 MP e teleobjetiva de 200 MP, com foco em controles manuais e fluxos de trabalho voltados a fotografia.

“Nosso design reduz ao que é essencial”, disse o CEO da Leica, Mattias Harsch, durante o evento. Ele defendeu que a companhia está por trás de toda a experiência do produto.

Em comparação com as edições Leica da geração anterior (baseadas na linha 15), a mudança principal é estrutural: novo processador, bateria de maior densidade e atualização do conjunto óptico, mantendo a proposta de diferenciação por software e ergonomia.

O modelo tem preço nas alturas: 1.999 euros (R$ 12.120), com RAM de 16 GB e armazenamento de 1 TB.

O jornalista Thássius Veloso viajou para a Espanha a convite da Xiaomi

“Mestre da noite”: Xiaomi revela celular para brigar com iPhone 17 Pro Max

Xiaomi 17 Ultra utiliza lentes da Leica (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Xiaomi 17 Ultra durante lançamento global em Barcelona (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)

Slide compara foto no iPhone 17 Pro Max e Xiaomi 17 Ultra (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Xiaomi 17 tem tela OLED de 6,3 polegadas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Xiaomi 17 tem tecnologia fotográfica da Leica (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Cartela com as características do Leica Leitzphone (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Poco F8 Pro e mais celulares da Xiaomi são homologados no Brasil

23 de Fevereiro de 2026, 15:43
Poco F8 Pro vem em três opções de cores (imagem: divulgação/Xiaomi)

A Xiaomi se prepara para lançar quatro novos celulares no Brasil, um deles sendo o Poco F8 Pro, que se destaca pela ficha técnica parruda. Os outros modelos são o Poco X8 Pro e os irmãos Poco M8 Pro e Redmi Note 15 Pro Plus.

A expectativa é de que o lançamento deles aconteça nas próximas semanas. Não há vestígios sobre os preços para o mercado brasileiro.

Poco F8 Pro tem SoC Snapdragon 8 Elite

Poco F8 Pro vem com o chip Snapdragon 8 Elite da Qualcomm (imagem: divulgação/Xiaomi)

O Poco F8 Pro é o modelo mais parrudo da lista: ele vem com SoC Snapdragon 8 Elite da Qualcomm, 12 GB de RAM, memória interna de 256 ou 512 GB.

O trio de câmeras traseiras inclui principal de 50 megapixels com PDAF multi-direcional, EIS e OIS; câmera teleobjetiva de 2,5x de zoom, também de 50 MP com OIS; e uma ultrawide de 8 megapixels. A conectividade inclui 5G, Wi-Fi 7 de duas bandas (sem 6 GHz, infelizmente), Bluetooth e NFC. Tudo isso rodando o Android 16 com a HyperOS 3 da Xiaomi.

Na frente, a tela AMOLED tem 6,59 polegadas e pode exibir conteúdo em Dolby Vision e HDR10+. A câmera frontal tem 20 megapixels e a bateria com ânodos de silício-carbono tem 6.200 mAh e recarregará com o carregador MDY-19-ER de 100 W, incluso na caixa.

Poco X8 Pro 5G ainda não foi anunciado

Poco X8 Pro 5G preto em render vazado (imagem: reprodução/passionategkeez)

O Poco X8 Pro 5G é o modelo mais interessante por ainda não ter sido anunciado oficialmente pela Xiaomi. Seu certificado de homologação, emitido em 19/02, revela que o modelo 2511FPC34G corresponde ao Poco X8 Pro 5G.

Rumores e vazamentos apontam que o smartphone deve utilizar o SoC Dimensity 8500 Ultra da taiwanesa Mediatek, com um núcleo ARM Cortex-A725 de 3,4 GHz, três núcleos A725 de 3,2 GHz e quatro núcleos de 2,2 GHz combinados à GPU Mali-G720 MC8 (8 núcleos) e a NPU 880 da Mediatek, tudo isso na litografia de 4 nm da TSMC.

Certificado de homologação do Poco X8 Pro 5G (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O modelo tem conectividade 5G (como o nome indica), Wi-Fi 6, Bluetooth e NFC, características que se alinham as capacidades do chip utilizado (com a exceção do Wi-Fi 6E, não presente).

No Brasil o X8 Pro 5G será vendido com carregador de 100 W na caixa, o mesmo MDY-19-ER que virá com o F8 Pro, que recarregará a bateria BM6Q, que outras certificações apontam ser de 6.500 mAh.

A documentação da homologação também revela o design, consistente com renders vazados do aparelho.

Poco X8 Pro durante a certificação para a Anatel (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O Poco X8 Pro também deverá ter um irmão maior, o Poco X8 Pro Max, com SoC melhor e tela maior. Não temos informações se ele será vendido no Brasil, e ele ainda não está certificado aqui.

Poco M8 Pro 5G e Redmi Note 15 Pro+ são irmãos

Redmi Note 15 Pro+ vem em três cores (imagem: reprodução/Xiaomi)

Poco M8 Pro 5G e Redmi Note 15 Pro Plus foram homologados no mesmo certificado, com códigos de modelo 2510EPC8BG e 2510ERA8BG, respectivamente.

Eles mantêm características muito similares entre si: SoC Snapdragon 7s Gen 4, tela AMOLED de 6,83 polegadas compatível com Dolby Vision e HDR10+ e bateria de silício-carbono de 6.500 mAh, que recarrega com o mesmo carregador de 100 W utilizado nos outros dois smartphones.

Os modelos também se destacam por possuírem conexão Wi-Fi 6E, característica que não está presente nos outros modelos mencionados neste post.

A principal divergência entre suas fichas técnicas está nas câmeras: o Redmi vem com câmera principal de 200 megapixels, já o Poco se contenta com uma câmera de apenas 50 megapixels. A outra câmera traseira é igual entre os modelos: uma ultrawide de 8 megapixels.

Poco M8 Pro tem três opções de cores (imagem: divulgação/Xiaomi)

O design também é um ponto de diferenciação dos modelos: o Redmi 15 Pro+ vem com traseira em plástico reforçado com fibra ou silicone que imita couro, dependendo da cor, e o Poco M8 Pro 5G utiliza apenas plástico reforçado em fibra, com design mais agressivo em dois tons, típico da linha Poco.

Poco F8 Pro e mais celulares da Xiaomi são homologados no Brasil

Poco F8 Pro vem em três opções de cores (imagem: divulgação/Xiaomi)

Certificado de homologação do Poco X8 Pro 5G (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Poco X8 Pro durante a certificação para a Anatel (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Poco M8 Pro tem três opções de cores (imagem: divulgação/Xiaomi)

Xiaomi bloqueia celulares com ROM global e deixa donos “por conta própria”

27 de Janeiro de 2026, 10:00
Capa com os dizeres "Xiaomi HyperOS 3"
HyperOS 3 deixou usuários com ROMs alternativas na mão (imagem: reprodução/Xiaomi)
Resumo
  • A atualização HyperOS 3 da Xiaomi, baseada no Android 16, inutilizou celulares com ROM global não oficial, especialmente importados da China.
  • A Xiaomi não oferece suporte para dispositivos modificados fora de seus canais oficiais, deixando usuários sem correções para o problema.
  • Reverter para o HyperOS 2.2 pode ser a única solução, exigindo reinicializações repetidas para acionar o rollback de emergência do Android.

Donos de celulares da Xiaomi adquiridos por meio de importadores independentes passaram a relatar, nos últimos dias, uma enorme dor de cabeça: os aparelhos foram inutilizados após a chegada do HyperOS 3, nova versão da interface própria da fabricante, baseada no Android 16.

Os casos afetam principalmente smartphones importados da China que utilizam ROM global não oficial, prática comum no chamado mercado cinza. De acordo com os relatos, após a instalação do HyperOS 3, esses aparelhos passam a iniciar apenas no modo de recuperação ou entram em bootloop permanente.

Vendedores não oficiais costumam comprar versões chinesas dos aparelhos (que são mais baratas), desbloquear o bootloader e instalar uma interface global para incluir idiomas ocidentais e serviços do Google.

O que causa o problema?

Segundo o Gizmochina, a atualização introduziu uma verificação rigorosa de região, que compara o hardware do aparelho com a região do software instalado. Quando o sistema identifica uma incompatibilidade – como hardware chinês rodando uma ROM global modificada –, o processo de inicialização falha.

Geralmente, o smartphone não carrega o sistema operacional, entrando em modo de recuperação e ficando preso em um bootloop (quando o dispositivo entra em um loop de reinicialização).

Foto de um smartphone da Xiaomi em tela de recuperação
Smartphones ficam bloqueados após atualização (imagem: reprodução/Gizchina)

A Xiaomi classifica essas ROMs convertidas como instalações não autorizadas e, por isso, não trata o problema como um bug do sistema. Ainda de acordo com a publicação, a empresa considera que esses dispositivos foram modificados fora de seus canais oficiais.

Com isso, os aparelhos impactados podem ficar definitivamente presos ao HyperOS 2.2, versão anterior do sistema, sem acesso a futuras atualizações do Android.

Como resolver?

Segundo o Gizchina, a empresa não pretende oferecer correções ou suporte para celulares comprados por meio de importadores não oficiais. A gigante chinesa teria comunicado que os clientes afetados por esse problema estão “por conta própria” em relação ao Android 16 e ao HyperOS 3.

Dessa forma, para quem foi atingido pelo bloqueio, a reversão do sistema para a versão anterior pode ser a única forma de salvar o dispositivo:

  • O usuário deve forçar a reinicialização do celular repetidamente (pressionando o botão liga/desliga). Pode ser necessário fazer esse processo entre 10 e 15 vezes seguidas.
  • Essa sequência de falhas propositais no boot pode acionar o protocolo de rollback de emergência do Android, desinstalando a atualização problemática e restaurando o HyperOS 2.2.
  • Se o aparelho voltar a ligar, é importante desativar imediatamente as atualizações automáticas para evitar que o HyperOS 3 tente se instalar de novo.

A atualização que causou o bloqueio é uma das mais aguardadas pelos fãs da marca. O HyperOS 3 promete otimizações significativas de desempenho e traz a funcionalidade “Xiaomi Super Island”, um recurso visual e interativo comparável à Dynamic Island da Apple.

Xiaomi bloqueia celulares com ROM global e deixa donos “por conta própria”

Interface HyperOS 3 está a caminho (imagem: reprodução/Xiaomi)

(imagem: reprodução/Gizchina)

Xiaomi lança Redmi Note 15 no Brasil com preços a partir de R$ 2.799

21 de Janeiro de 2026, 10:00
Redmi Note 15 5G tem proteção IP69K (imagem: divulgação/Xiaomi)
Resumo
  • A Xiaomi lança a linha Redmi Note 15 no Brasil com preços a partir de R$ 2.799. Os modelos possuem câmeras de até 200 MP, baterias de até 6.580 mAh e telas AMOLED de até 6,83 polegadas.
  • O Redmi Note 15 Pro 5G possui câmera de 200 MP, bateria de 6.580 mAh e processador MediaTek Dimensity 7400-Ultra. Ele tem certificação IP69K e tela CrystalRes AMOLED de 6,83 polegadas.
  • O Redmi Note 15 5G possui design ultrafino, processador Snapdragon 6 Gen 3 e câmera de 108 MP.
  • O Redmi Note 15 4G usa processador MediaTek Helio G100-Ultra e foca no custo-benefício, com bateria de 6.000 mAh.

A Xiaomi lança hoje (21/01) a linha de celulares Redmi Note 15 no Brasil com três modelos que chegam ao mercado por preços a partir de R$ 2.799. A linha é definida pela promessa alta durabilidade, bateria de longa duração e resistência reforçada.

Os modelos topo de linha possuem câmera de 200 MP, bateria de até 6.580 mAh com tecnologia de silício-carbono e certificação que atesta resistência a quedas de até 2,5 metros. Todos os aparelhos contam com tela AMOLED de até 6,83 polegadas e brilho máximo de 3.200 nits.

Destaques do Redmi Note 15 Pro 5G

Redmi Note 15 Pro 5G tem câmera principal de 200 MP (imagem: divulgação/Xiaomi)

O Redmi Note 15 Pro 5G é o modelo mais avançado da linha no país, equipado com um sensor principal de 200 megapixels de 1/1,4 polegada e estabilização óptica (OIS). Ele traz uma bateria de silício-carbono de 6.580 mAh com carregamento turbo de 45 W e carregamento reverso de 22,5 W. O dispositivo utiliza o processador MediaTek Dimensity 7400-Ultra, fabricado em 4 nanômetros, com promessa de alto desempenho para multitarefas e jogos.

Além do poder de processamento, o aparelho se destaca pela proteção extrema. Ele possui certificação IP69K, a mais alta contra entrada de poeira e jatos de água de alta pressão, além de suportar imersão em até 2 metros de profundidade por 24 horas. A tela CrystalRes AMOLED de 6,83 polegadas conta com proteção Corning Gorilla Glass Victus 2 e oferece resolução 1,5K com taxa de atualização de 120 Hz para maior fluidez visual.

O modelo de 512 GB sai por R$ 4.499,99 e é comercializado nos canais oficiais da Xiaomi nas cores preto e titânio.

Redmi Note 15 5G

Redmi Note 15 5G promete boa resistência com rating IP66 (imagem: divulgação/Xiaomi)

O Redmi Note 15 5G foca num design ultrafino, de apenas 7,35 mm de espessura, sendo o modelo mais esguio da história da linha Redmi. Ele é equipado com o processador Snapdragon 6 Gen 3 (Qualcomm) e possui uma câmera principal de 108 MP com teleobjetiva de nível óptico de 3x. A bateria também utiliza a tecnologia de silício-carbono, oferecendo 5.520 mAh, com suporte a carregamento rápido de 45 W.

Para garantir a durabilidade, o modelo conta com resistência IP66 e alto-falantes duplos com o recurso de aumento de volume de 300%. O painel AMOLED de 6,77 polegadas entrega resolução Full HD+ e também conta com a tecnologia Wet Touch 2.0, permitindo que o usuário responda mensagens ou atenda chamadas mesmo sob chuva forte.

Os preços dependem do armazenamento escolhido: a versão de 256 GB sai por R$ 3.399,99 e o de 512 GB, por R$ 3.899,99. As opções de cor são preto e roxo.

Redmi Note 15 4G

Tela do Redmi Note 15 4G é protegida com Gorilla Glass 7i (imagem: divulgação/Xiaomi)

O Redmi Note 15 4G atua como a opção de entrada no Brasil, mantendo a câmera principal de 108 megapixels e a tela AMOLED de 120 Hz comum ao restante da família. Este modelo utiliza o processador MediaTek Helio G100-Ultra e traz uma bateria robusta de 6.000 mAh com carregamento de 33 W. É uma escolha focada no custo-benefício para quem não prioriza a conectividade de quinta geração.

Sua construção oferece resistência IP64 contra poeira e respingos de água, além de contar com o vidro Corning Gorilla Glass para proteção adicional contra riscos no visor. O aparelho também dispõe de alto-falantes duplos com Dolby Atmos. De acordo com a Xiaomi, ferramentas de edição de imagem com inteligência artificial permitem remover objetos indesejados e expandir cenários diretamente na galeria de fotos.

A versão de 256 GB tem preço sugerido de R$ 2.799,99 no país, disponível nas cores preto, azul e roxo.

Xiaomi lança Redmi Note 15 no Brasil com preços a partir de R$ 2.799

Redmi Note 15 5G (imagem: divulgação/Xiaomi)

Tela do Redmi Note 15 4G é protegida com Gorilla Glass 7i (imagem: divulgação/Xiaomi)

Índia quer código-fonte de Apple, Google, Samsung e Xiaomi

12 de Janeiro de 2026, 16:43
Bandeira nacional da Índia
Governo alega que medida visa proteger dados dos usuários (imagem: Sanyam Bahga/Flickr)
Resumo
  • O governo da Índia considera exigir que fabricantes de smartphones compartilhem o código-fonte de seus aparelhos.
  • Segundo a Reuters, as propostas incluem auditorias de segurança, remoção de aplicativos pré-instalados e controle de acesso a câmera e microfone.
  • Além disso, a ideia seria armazenar registros de atividade por 12 meses, algo que as fabricantes afirmam esbarrar em limitações técnicas.

O governo da Índia avalia um conjunto de exigências de segurança que pode obrigar fabricantes de smartphones a compartilhar partes sensíveis de seus sistemas com autoridades locais. Segundo a agência Reuters, a principal medida seria o acesso ao código-fonte de aparelhos da Apple, Samsung, Google e Xiaomi.

A iniciativa é apresentada pelo primeiro-ministro Narendra Modi como uma forma de reforçar a proteção de dados dos usuários em um mercado que já reúne cerca de 750 milhões de smartphones.

O debate ganhou força após a divulgação de documentos e relatos de reuniões entre governo e indústria, indicando que as regras, elaboradas em 2023, podem se tornar obrigatórias.

À Reuters, o secretário de TI da Índia, S. Krishnan, afirmou que “quaisquer preocupações legítimas do setor serão abordadas com a mente aberta”, acrescentando que era “prematuro tirar conclusões precipitadas”.

O Ministério de Eletrônica e Tecnologia da Informação também afirmou que as consultas buscam criar “uma estrutura regulatória adequada e robusta para a segurança móvel”. Em uma nota, a pasta negou oficialmente que esteja pedindo acesso ao código-fonte, sem comentar os documentos citados.

O que mudaria?

As propostas seriam parte do chamado Indian Telecom Security Assurance Requirements, um pacote com 83 padrões de segurança. Entre eles, estaria a exigência de análises de vulnerabilidade mais profundas, que poderiam incluir revisão de código-fonte em laboratórios designados na Índia.

Outras mudanças previstas envolvem permitir a remoção de aplicativos pré-instalados, impedir que apps acessem câmera e microfone em segundo plano sem o conhecimento do usuário e realizar varreduras automáticas e periódicas contra malware. As fabricantes também teriam de informar previamente o Centro Nacional de Segurança em Comunicações sobre grandes atualizações de software e correções de segurança.

Segundo a Reuters, o plano sugere que os aparelhos armazenem registros de atividade do sistema por pelo menos 12 meses, algo que, de acordo com representantes da indústria, esbarraria em limitações técnicas de espaço.

Fabricantes alegam barreira técnica

Código-fonte é a base para o funcionamento de qualquer aplicação
Código-fonte é a base para o funcionamento de qualquer aplicação (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Representando as fabricantes, a associação indiana MAIT argumenta que as exigências não seguem padrões internacionais. Em documento confidencial ao qual a Reuters teve acesso, o grupo afirma que “isso não é possível… devido ao sigilo e à privacidade”.

A MAIT também alertou que varreduras frequentes de malware podem comprometer a bateria dos aparelhos e que submeter atualizações à aprovação governamental seria inviável, já que correções de segurança precisam ser distribuídas rapidamente.

Sobre o armazenamento de logs por um ano, a entidade foi direta: “Não há espaço suficiente no dispositivo para armazenar eventos de registro de um ano”.

Fabricantes historicamente protegem seu código-fonte. A Apple, por exemplo, recusou pedidos semelhantes da China entre 2014 e 2016, e autoridades dos Estados Unidos também não conseguiram acesso a esse tipo de informação.

Índia quer código-fonte de Apple, Google, Samsung e Xiaomi

Índia baniu permanentemente o TikTok em janeiro de 2021 (Imagem: Sanyam Bahga/Flickr)

Código-fonte é a base para o funcionamento de qualquer aplicação (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Poco M8 e Redmi Note 15 passam pela Anatel

12 de Janeiro de 2026, 09:09
Poco M8 possui pintura em dois tons
Poco M8 possui pintura em dois tons (imagem: divulgação/Xiaomi)
Resumo
  • A Anatel homologou os smartphones Poco M8 5G e Redmi Note 15 5G, permitindo sua venda oficial no Brasil.
  • Ambos os modelos usam o Snapdragon 6 Gen 3 e bateria de 5.520 mAh com ânodos de silício-carbono.
  • As principais diferenças são as câmeras: Poco M8 com 50 MP e 2 MP; Redmi Note 15 com 200 MP e 8 MP.

Ano novo, celulares novos: a DL Eletrônicos recebeu a homologação de dois novos smartphones da Xiaomi. São eles: o Poco M8 5G e o Redmi Note 15 5G, com códigos de modelo 25118PC98G e 25098RA98G, respectivamente. A homologação foi emitida pela Anatel na última quarta-feira (07/01).

Por serem aparelhos muito parecidos, a certificação foi emitida em conjunto. Eles utilizam a bateria BN6D, de 5.520 mAh típicos com ânodos de silício-carbono, também já homologada pela Anatel.

Certificado de homologação do Poco M8 e Redmi Note 15
Certificado de homologação do Poco M8 e Redmi Note 15 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Bateria BN6D da Xiaomi
Bateria BN6D da Xiaomi (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Os dois smartphones utilizam o mesmo SoC: o Snapdragon 6 Gen 3 da Qualcomm, fabricado em litografia de 4 nm.

A principal divergência entre os dois modelos está nas câmeras: o Poco M8 vem com uma câmera principal de 50 MP, acompanhadade uma segunda câmera de apenas 2 MP para detecção de profundidade. Já o Redmi Note 15 tem câmera principal de 200 MP e ultrawide de 8 MP.

A outra diferença está no design. No Poco M8 (no começo da matéria), a Xiaomi aposta na pintura em dois tons, com um ar mais agressivo. Enquanto isso, o Redmi Note 15 (abaixo) tem coloração mais sóbria, com exceção do modelo na cor Mist Purple, que mescla violeta com branco.

Redmi Note 15 usa cores mais sóbrias
Redmi Note 15 usa cores mais sóbrias (imagem: divulgação/Xiaomi)

Ainda não há previsão de lançamento dos novos celulares Android no Brasil, mas, considerando que a linha Redmi Note 14 foi lançada no fim de janeiro do ano passado, o lançamento não deve tardar.

Poco M8 e Redmi Note 15 passam pela Anatel

Certificado de homologação do Poco M8 e Redmi Note 15 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Redmi Note 15 usa cores mais sóbrias (imagem: divulgação/Xiaomi)

Xiaomi 17 Ultra chega com câmera de 200 MP e parceria com a Leica

29 de Dezembro de 2025, 11:41
Xiaomi 17 Ultra
Xiaomi lança 17 Ultra em parceria com a Leica (imagem: reprodução/Xiaomi)
Resumo
  • Xiaomi 17 Ultra foi lançado na China, com câmera de 200 MP, parceria com a Leica e processador Snapdragon 8 Elite Gen 5.
  • O design inclui tela OLED de 6,9 polegadas, bateria de 6.800 mAh e suporte a carregamento rápido de 100 W.
  • O lançamento inicial é restrito à China e, por enquanto, não há preços ou data de venda para o mercado global.

A Xiaomi apresentou oficialmente seu novo topo de linha. Revelado na China, o Xiaomi 17 Ultra chega com foco em fotografia e desempenho, e traz um sensor principal de 1 polegada, lente periscópica de 200 MP e uma edição especial em parceria com a Leica, com recursos inspirados em câmeras profissionais.

A variante introduz um anel de zoom mecânico na estrutura do aparelho. O recurso permite que o usuário ajuste a aproximação da imagem girando fisicamente o componente, sem a necessidade de toques na tela.

As vendas de ambas as versões começaram no sábado (27/12) no mercado asiático. Por enquanto, não há data e preço no Brasil.

Design e hardware

Representação interna do Xiaomi 17 Ultra
Aparelho mantém configurações topo de linha do Xiaomi 17 (imagem: divulgação/Xiaomi)

A grande mudança de design do Xiaomi 17 Ultra é a troca do módulo quadrado do Xiaomi 17 e o retângulo com uma segunda tela das versões Pro por um espaço circular. A parte frontal tem uma tela OLED LTPO de 6,9 polegadas, com 12 bits de profundidade de cor e taxa de atualização variável de até 120 Hz. O painel alcança um pico de brilho de 3.500 nits e possui suporte a HDR10+ e Dolby Vision.

Por dentro, o smartphone mantém o chip Snapdragon 8 Elite Gen 5 com a GPU Adreno 840. Quanto às configurações de memória, o consumidor pode optar por variantes com até 16 GB de RAM (padrão LPDDR5X) e até 1 TB de armazenamento interno (UFS 4.1). O aparelho chega de fábrica com o HyperOS 3.0, baseado no Android 16.

Para sustentar o hardware potente, a Xiaomi incluiu uma bateria de ânodo de silício-carbono (Si/C) com capacidade de 6.800 mAh. O dispositivo oferece suporte a carregamento rápido com fio de 100 W e carregamento sem fio de 80 W, garantindo recargas velozes mesmo com um tanque de energia maior.

Câmeras e Leica Edition

Imagem de um homem segurando um Xiaomi 17 Ultra by Leica, com uma das mãos ele rotaciona o módulo de câmeras.
Versão Leica implementa características de aparelhos fotográficos (imagem: divulgação/Xiaomi)

O sistema fotográfico, coração do projeto, traz um sensor principal de 50 MP de 1 polegada com abertura f/1.67, projetado para capturar mais luz e detalhes. Para o zoom, a empresa apostou em uma câmera telefoto periscópica de 200 MP (sensor de 1/1.4 polegada), permitindo aproximações de longa distância com alta definição.

A versão Leica Edition vai além das especificações e altera a usabilidade do aparelho — ela inclui um anel de zoom mecânico integrado à estrutura do aparelho. O componente permite que o usuário ajuste a aproximação da imagem girando fisicamente o anel, sem tocar na tela.

Segundo a fabricante, o mecanismo detecta deslocamentos de até 0,03 mm e pode ser reprogramado para controlar o foco manual ou a compensação de exposição.

Outros recursos exclusivos da edição especial incluem:

  • Modo “Leica Moments”: captura fotos na proporção clássica 3:2.
  • Filtros de Filme: simulações como o Leica Monopan 50 (preto e branco de alto contraste).
  • Segurança: chip dedicado para criptografia e comunicação via satélite dupla.
  • Kit de acessórios: a caixa traz tampa de lente, cordão de transporte (lanyard), capa magnética e pano de limpeza.

Preços e disponibilidade

O lançamento inicial do Xiaomi 17 Ultra é restrito à China, com preço de 6.999 yuans (cerca de R$ 5.555, em conversão direta) para o modelo de 12 GB + 512 GB. A versão mais completa, com 1 TB, sai por 8.499 yuans (R$ 6.746).

Já a Leica Edition tem versões que partem de 7.999 yuans (R$ 6.385) até 8.999 yuans (R$ 7.160). Ainda não há confirmação de datas para o lançamento global.

Xiaomi 17 Ultra chega com câmera de 200 MP e parceria com a Leica

(imagem: reprodução/Xiaomi)

Lançamento do Poco F8 Pro no Brasil pode ocorrer em 2026

26 de Dezembro de 2025, 10:40
Poco F8 Pro tem 8 milímetros de espessura (imagem: divulgação)
Resumo
  • A bateria do Xiaomi Poco F8 Pro, de 6.210 mAh, foi homologada pela Anatel.
  • O smartphone possui SoC Qualcomm Snapdragon 8 Elite, 12 GB de RAM, até 512 GB de armazenamento e Android 16 com HyperOS 3.
  • A fabricante chinesa aguarda homologação do smartphone, que, por enquanto, não tem data de chegada ao Brasil.

A Xiaomi prepara a vinda do Poco F8 Pro para o mercado brasileiro. A bateria do modelo, de código BM6M, já está homologada pela Anatel, indicando que a certificação do restante do aparelho não deve tardar a ocorrer.

O certificado, emitido no dia 19 de dezembro, foi solicitado pela DL Eletrônicos, que representa oficialmente a fabricante chinesa no Brasil. A documentação aponta que a bateria será utilizada no modelo 2510DPC44G, que corresponde ao Poco F8 Pro e que ainda não recebeu certificação da agência.

Bateria do Poco F8 Pro
Bateria do Poco F8 Pro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Certificado da bateria do Poco F8 Pro
Certificado da bateria do Poco F8 Pro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A bateria é fabricada pela Sunwoda, empresa chinesa especializada em baterias de íons de lítio, e aceita recarga de até 100 Watts, que a Xiaomi afirma ser capaz de recarregar de 0 até 100% em menos de 40 minutos.

O Poco F8 Pro foi lançado no final de novembro, em conjunto com seu “irmão maior”, o Poco F8 Ultra, oferecendo uma opção de menor custo para a linha Poco F8.

Close-up de mãos segurando o Poco F8 Ultra na horizontal, focando na textura azul que imita jeans e no detalhe prateado da câmera.
Poco F8 Ultra oferece traseira que imita jeans (imagem: divulgação/Poco)

Especificações do Poco F8 Pro

O Poco F8 Pro vem equipado com:

  • Tela AMOLED de 6,59 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz e revestimento em vidro Gorilla Glass 7i da Corning
  • Bordas em alumínio e traseira em vidro em três opções de cores (nada de imitação de jeans aqui)
  • SoC Qualcomm Snapdragon 8 Elite
  • Memória RAM de 12 GB, memória interna de 256 ou 512 GB
  • Sistema operacional Android 16 com HyperOS 3
  • Alto-falantes estéreo ajustados pela Bose
  • Três câmeras traseiras: principal de 50 megapixels com OIS e PDAF multi-direcional, teleobjetiva de 50 megapixels, PDAF multidirecional e 2,5x de zoom e ultrawide de 8 megapixels e ângulo de visão de 120 graus
  • Câmera frontal de 20 megapixels com foco fixo
  • Wi-Fi 7 dual-band, Bluetooth 5.4 com vários codecs de alta definição, GPS dual-band e NFC
  • Bateria de 6.210 mAh com recarga de até 100 Watts

Não há previsão de quando o modelo será vendido no Brasil, o que também depende da homologação do aparelho em si ser emitida pela Anatel. O Poco F8 Ultra também não está homologado.

Lançamento do Poco F8 Pro no Brasil pode ocorrer em 2026

Poco F8 Pro (imagem: divulgação)

Bateria do Poco F8 Pro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Certificado da bateria do Poco F8 Pro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

(imagem: divulgação/Poco)

Celular bom e barato: 5 modelos até R$ 1.000 para comprar em 2026

4 de Janeiro de 2026, 16:37
Galaxy A16 5G é a melhor opção da Samsung abaixo de R$ 1 mil
Galaxy A16 5G é a melhor opção de celular da Samsung abaixo de R$ 1 mil (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)

Quem busca um celular bom e barato encontra opções acessíveis, por menos de R$ 1.000, de marcas famosas, como Samsung, Xiaomi e Motorola. Esses smartphones unem preço baixo, bom desempenho, bateria durável e recursos atuais.

Nesta lista, o Tecnoblog reuniu cinco smartphones baratos que valem a pena em 2026. Há modelos com 5G, bateria para um dia inteiro e até 8 GB de memória RAM, ideais para quem quer um celular que não trave com qualquer tarefa, mas que não custe muito.

Confira a seleção a seguir e tire suas dúvidas antes de comprar o celular ideal.

Quais são os melhores celulares baratos de 2026?

O Galaxy A16 5G, Realme C75, Moto G35, Redmi Note 14 e Galaxy A07 são alguns dos melhores celulares baratos do momento. Enquanto o A16 5G é indicado para uso básico mais intenso, incluindo fotos, jogos leves e redes sociais, o A07 atende usuários que querem um smartphone principalmente para ligações e troca de mensagens. A seguir, veja os prós e contras de cada modelo.

1. Galaxy A16 5G é o melhor celular barato da Samsung


Prós
  • Suporte a 5G
  • Galaxy AI
  • Até 8 GB de memória RAM
  • Atualizações de Android até 2030
  • Tela Super AMOLED de 90 Hz
Contras
  • Construção em plástico
  • Sem som estéreo
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Com suporte a redes 5G, processador Samsung Exynos 1330 (litografia de 5 nm) e memória RAM de até 8 GB, o Galaxy A16 é uma boa opção para quem busca um celular básico com preço até R$ 1.000, mas não abre mão de recursos modernos, e deseja evitar travamentos nas tarefas do dia a dia.

O smartphone também se destaca pela integração com o Galaxy AI, o pacote de inteligência artificial da Samsung, que ajuda a gerenciar a bateria e aprimora as fotos. Aliás, a câmera traseira do Galaxy A16 5G é tripla, com sensor principal de 50 megapixels.

Outro ponto positivo é a tela Super AMOLED de 6,7″ com taxa de atualização de 90 Hz, que fornece cores vivas, contrastes intensos e transições fluidas. As opções de armazenamento são de 128 GB ou 256 GB.

2. Realme C75 é um celular barato à prova d’água


Prós
  • Resistência a poeira e água (IP66, IP68 e IP69)
  • Bateria para 2 dias de uso
  • Carregador rápido de 45 W na caixa
  • Vem com película e capa protetora
  • Tela de 90 Hz
Contras
  • Tela IPS LCD (preto acinzentado)
  • Sem som estéreo
  • Sem 5G na versão mais barata
  • Sem câmera ultrawide
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Quem busca um celular bom, barato e resistente, encontra no Realme C75 uma opção interessante na faixa dos R$ 1.000, na versão com 4G. O smartphone tem certificações IP66, IP68 e IP69, e nos testes do Tecnoblog, aguentou bem quando usado na piscina.

Além disso, ele tem uma ótima autonomia de bateria, com capacidade de 5.828 mAh, e a Realme ainda envia um carregador de 45 W na caixa, o que não é comum em smartphones básicos da Samsung, por exemplo.

O processador é o MediaTek Helio G92 Max, e há opções de memória RAM de 6 GB ou 8 GB, com armazenamento de 128 GB ou 256 GB. O modelo abaixo de R$ 1.000 tem conectividade 4G, uma vez que o 5G ficou na versão mais cara, lançada posteriormente no Brasil.

3. Moto G35 é um celular barato que faz vídeos em 4K


Prós
  • Câmera traseira grava em 4K
  • Tela de 120 Hz
  • Suporte a 5G
  • Entrada P2 para fone de ouvido
  • Som estéreo
Contras
  • Tela IPS LCD (preto acinzentado)
  • 4 GB de RAM
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Para quem quer economia de verdade, a Motorola traz o Moto G35 por menos de R$ 800 com alguns recursos raros para a categoria, como a câmera traseira de 50 MP que faz vídeos em 4K e a saída de áudio estéreo com suporte a Dolby Atmos.

O smartphone também traz a saudosa entrada P2 para fones de ouvido, tela IPS LCD, que apesar de não ter os melhores contrastes, traz taxa de atualização de 120 Hz para maior fluidez gráfica, e bateria de 5.000 mAh.

O ponto negativo fica pela memória RAM de 4 GB — que, aliada ao processador Unisoc T760 (6 nm), tende a engasgar com multitarefa ou apps mais exigentes. A Motorola até destaca o RAM boost Inteligente, que usa IA para melhorar a performance. Mas se a sua praia são os jogos de celular ou apps aplicativos mais pesados, é melhor procurar outro aparelho da lista.

4. Xiaomi Redmi Note 14 é o melhor celular barato da Xiaomi


Prós
  • Tela AMOLED de 120 Hz
  • Até 8 GB de RAM
  • Câmera de 108 MP
  • Som estéreo com Dolby Atmos
  • Entrada P2 para fone de ouvido
Contras
  • Sem 5G
  • Suporte a NFC depende da versão
  • Sem lente ultrawide
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O Redmi Note 14 é um dos modelos mais robustos da lista, com tela AMOLED de 120 Hz, armazenamento de até 256 GB e memória RAM de até 8 GB. Esse smartphone entrega cores vivas e imagens fluidas, e deve ter um desempenho equilibrado com o chip Mediatek Helio G99 Ultra (6 nm).

A câmera é outro destaque, com sensor principal de 108 megapixels. Entretanto, o smartphone não tem lente ultrawide para fotos de ângulo mais aberto.

Assim como o Moto G35, o Redmi Note 14 tem áudio estéreo com Dolby Atmos, e entrada P2 para fones de ouvido. A bateria é de 5.500 mAh e não há suporte a 5G na versão mais barata (abaixo de R$ 1.000). A conexão NFC para pagamentos por aproximação não está disponível em algumas versões importadas (verifique a ficha técnica antes de comprar).

5. Galaxy A07 é um celular Samsung mais barato para tarefas básicas


Prós
  • Atualizações do Android até 2031
  • Tela de 90 Hz
  • 256 GB de armazenamento
  • 8 GB de memória RAM
Contras
  • Sem 5G
  • Sem NFC
  • Tela PLS LCD (preto acinzentado)
  • Sem lente ultrawide
  • Sem Galaxy AI
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O Galaxy A07 é um basicão para dar conta das tarefas do dia a dia sem travamentos. Se você busca um celular realmente barato para checar o WhatsApp e o Instagram, e ter uma câmera razoável para tirar boas fotos para postar nas redes sociais, esse modelo é uma boa opção por um preço ainda mais acessível, abaixo dos R$ 600.

Com bateria de 5.000 mAh e 256 GB de armazenamento, o smartphone vai aguentar o dia inteiro longe das tomadas e ter bastante espaço para guardar seus apps, fotos e vídeos. Mas fique atento: ele não tem 5G para conectar às redes mais rápidas, e nem NFC para pagamentos por aproximação.

Como escolher um celular bom e barato?

Para escolher um celular barato que não trava com qualquer tarefa, é importante considerar a memória RAM e a quantidade de armazenamento que ele oferece. O ideal é optar por modelos com mais de 6 GB de RAM e 256 GB internos, apesar de ser comum encontrar preços menores para modelos de 128 GB com 4 GB de RAM.

Além disso, você deve avaliar o que é importante conforme o uso pretendido: qualidade e versatilidade da câmera, acesso a recursos de IA, bateria de longa duração, conectividade 5G, entre outros detalhes de ficha técnica. Todas essas especificações podem fazer diferença na hora de decidir qual é o melhor celular barato.

Vale a pena comprar celular barato?

Um celular básico e barato pode valer a pena para pessoas que desejam apenas navegar em redes sociais, trocar mensagens e tirar fotos no dia a dia. No entanto, se você busca um smartphone com câmeras de alta qualidade e recursos avançados, ou com bom desempenho para jogos e multitarefa, vale mais a pena buscar celulares com bom custo-benefício a partir de uma categoria intermediária.

Celular bom e barato: 5 modelos até R$ 1.000 para comprar em 2026

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Samsung, Motorola, Xiaomi e Realme têm os melhores smartphones básicos até R$ 1.000 para quem busca preço baixo e recursos modernos

Galaxy A16 5G é a melhor opção da Samsung abaixo de R$ 1 mil (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)

Xiaomi derrota Apple em lista de produtos mais desejados do país

10 de Dezembro de 2025, 19:25
Imagem colorida mostra três modelos de celulares Poco X7 Pro da Xiaomi nas cores verde, preto e amarelo e inteiramente preto.
Poco X7 Pro chegou ao Brasil em janeiro de 2025 (imagem: reprodução/Xiaomi)
Resumo
  • O Poco X7 Pro, da Xiaomi, supera o iPhone 17 em buscas no Google.
  • O Poco X7 Pro custa cerca de R$ 2.500 em marketplaces, enquanto o iPhone 17 custa aproximadamente R$ 7.000 em varejistas.
  • O produto mais desejado no Brasil é o boneco Labubu, seguido pelo Poco X7 Pro e as canetas para pintar os livros Bobbie Goods.

O Poco X7 Pro aparece em segundo lugar na lista dos 50 produtos mais desejados pelos brasileiros, compilada pelo Google. O smartphone da Xiaomi ficou à frente do iPhone 17 (4º), do iPhone 16 (5º), do Galaxy S24 (13º) e do Galaxy A55 (26º), que são os outros celulares do ranking.

A gigante das buscas listou 50 itens que atraíram atenção ao longo do ano e, na opinião da empresa, são ótimas sugestões de presente para o Natal. Infelizmente, o Google não apresentou números, como volume de buscas de cada termo. É a primeira vez que a companhia divulga uma relação do tipo.

O que o Poco X7 Pro tem para superar o iPhone 17?

Lançado no Brasil em janeiro de 2025, o Poco X7 Pro vem com o chip Dimensity 8400 Ultra, da MediaTek. Fabricado com processo de 4 nanômetros e capaz de atingir 3,25 GHz, ele tem desempenho de ponta, mesmo em tarefas pesadas e jogos.

Outras características de destaque são a tela AMOLED de 6,67 polegadas e 120 Hz de taxa de atualização, 12 GB de RAM, câmera principal de 50 MP, câmera ultrawide de 8 MP e bateria de 6.000 mAh.

Mão segurando iPhone 17 azul-névoa, com mesa em madeira como fundo
O iPhone 17 manteve design da geração anterior (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Já o iPhone 17 foi lançado em setembro de 2025. A geração traz como novidades na linha básica a tela OLED de 6,3 polegadas com 120 Hz de taxa de atualização, a câmera frontal Center Stage de 18 MP, o chip A19 (fabricado em 3 nm) e suporte a carregamento de até 50 W.

A grande diferença entre os dois, porém, está no preço. O Poco X7 Pro chegou ao Brasil com preço sugerido de R$ 5.199, mas já pode ser encontrado a cerca de R$ 2.500 em marketplaces. Já o iPhone 17 chegou por R$ 7.999 na loja oficial e está por volta de R$ 7.000 em varejistas.

Quais são os produtos mais desejados pelos brasileiros?

Além dos cinco smartphones mencionados, outros produtos do segmento de tecnologia são o console PlayStation (11º), as placas de vídeo RX 7600 (9º) e RX 580 (46º), iPad 10 (22º), Smartwatch Garmin (23º), TVs de 43, 55 e 65 polegadas (29º, 34º e 42º, respectivamente), controle de PS5 (36º), câmera de segurança (45º) e Kindle (50º).

O produto mais desejado pelos brasileiros, segundo o Google, é o boneco Labubu. O restante do ranking tem itens muito variados, como canetas para pintar os livros Bobbie Goods, perfume árabe, whey Dux, patinete elétrico e mesa de jantar com seis cadeiras, só para ficar com alguns exemplos.

Esta é a lista completa:

  1. Boneco Labubu
  2. Celular Poco X7 Pro
  3. Canetas Bobbie Goods
  4. iPhone 17
  5. iPhone 16
  6. Tênis Corre 4
  7. Perfume Árabe
  8. Jogos de Tabuleiro
  9. RX 7600
  10. Moto Elétrica Infantil
  11. PlayStation
  12. Cabeceira de Cama
  13. Galaxy S24
  14. Scooter Elétrica
  15. Whey Dux
  16. Bicicleta Elétrica
  17. Creatina Growth
  18. Escorredor de Louça
  19. Bicicleta Ergométrica
  20. Patinete Elétrico
  21. Perfume Floratta
  22. iPad 10
  23. Smartwatch Garmin
  24. Relógio
  25. Fogão de Indução
  26. Galaxy A55
  27. Cicaplast
  28. Forno Elétrico de Embutir
  29. TV 43 Polegadas
  30. Calçado Crocs Feminino
  31. Cafeteira Elétrica
  32. Ray-Ban
  33. Bepantol Derma
  34. TV 55 Polegadas
  35. Pipoqueira Elétrica
  36. Controle PS5
  37. Ventilador de Coluna
  38. Mesa de Jantar com 6 Cadeiras
  39. Máquina Lava e Seca Samsung
  40. Tênis Feminino Academia
  41. Chaleira Elétrica
  42. TV 65 Polegadas
  43. Lava-Louças
  44. Body Splash
  45. Câmera de Segurança
  46. RX 580
  47. Barraca de Camping
  48. Ar Condicionado 18000 BTUs
  49. Cadeira de Praia
  50. Kindle

Xiaomi derrota Apple em lista de produtos mais desejados do país

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Poco X7 Pro supera iPhone 17 em ranking de mais buscados no Google. Celular chinês tem chip MediaTek Dimensity 8400 Ultra e tela AMOLED entre os destaques.

Celulares Poco X7 Pro (imagem: reprodução/Xiaomi)

O iPhone 17 pesa 177 gramas (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Poco F8 Ultra é lançado com traseira “jeans” e parceria com a Bose

27 de Novembro de 2025, 14:40
Poco F8 Ultra tem versão com textura que imita o jeans (imagem: divulgação)
Resumo
  • O Poco F8 Ultra foi anunciado com tela AMOLED de 6,9 polegadas, bateria de 6.500 mAh e sistema de som 2.1 com subwoofer da Bose.
  • Já o Poco F8 Pro tem tela AMOLED LTPS de 6,59 polegadas, bateria de 6.210 mAh e câmera principal Light Fusion 800.
  • Ambos os modelos usam Snapdragon 8 Elite e rodam o Xiaomi HyperOS 3 (baseado no Android 16), com quatro anos de atualizações de sistema.

O Poco F8 Pro e o Poco F8 Ultra foram anunciados nessa quarta-feira (26/11). Os modelos marcam a entrada da submarca da Xiaomi no mercado de smartphones de alto desempenho.

Os destaques estão na parceria com a Bose, empresa americana de equipamentos de áudio, na adoção da plataforma Snapdragon 8 Elite e no uso do novo sistema Xiaomi HyperOS 3, baseado no Android 16.

O Poco F8 Ultra terá uma versão com traseira que imita a textura do jeans, similar ao Redmi K90 Pro Max, anunciado no final de outubro. Essa outra linha da Xiaomi também traz a parceria com a Bose.

Poco F8 Ultra x Poco F8 Pro

O Poco F8 Pro é a versão mais modesta. Ele tem tela AMOLED LTPS de 6,59 polegadas, bateria de 6.210 mAh (carregamento de 100 W com fio, sem a tecnologia sem fio) e processador Snapdragon 8 Elite.

O conjunto de câmeras substitui o sensor principal pelo Light Fusion 800 e reduz o zoom óptico da teleobjetiva para 2,5x. Além disso, a lente ultra-angular, nessa versão, passa a ter 8 MP. Para selfies, há um sensor de 20 MP.

Já o Poco F8 Ultra é mais robusto, com chipset duplo e gerenciamento térmico com câmara de vapor. Ele é equipado com o processador Snapdragon 8 Elite Gen 5 e chip VisionBoost D8, focado em aprimoramento de imagem por inteligência artificial.

O celular conta com uma tela AMOLED de 6,9 polegadas, com resolução 1.5K, taxa de atualização adaptativa de 120 Hz e pico de brilho de 3.500 nits.

Disposição de três smartphones finos e de design moderno sobre uma superfície escura e texturizada, com iluminação dramática. Os aparelhos são da marca POCO e têm a parte traseira lisa e opaca em três cores: um azul-claro ou verde-água em primeiro plano, um cinza-claro ou prateado à direita, e um cinza-escuro no fundo. Todos apresentam o logotipo "POCO" na vertical e um módulo de câmera traseira com quatro lentes grandes em forma de círculo dispostas em um quadrado.
Poco F8 Pro tem bateria de 6.210 mAh (imagem: divulgação)

Outros diferenciais do modelo Ultra são o sistema de áudio e a autonomia. O dispositivo possui sistema de som 2.1 com um subwoofer dedicado desenvolvido pela Bose. A bateria é de 6.500 mAh — a maior já utilizada pela marca —, que suporta carregamento com fio de 100 W e sem fio de 50 W.

No quesito fotografia, o conjunto traseiro traz um sensor principal Light Fusion 950 de 50 MP com estabilização óptica (OIS), uma lente periscópica com zoom óptico de 5x e uma ultra-angular de 50 MP. Na frente, há uma câmera de selfie de 32 MP.

O Poco F8 Ultra também introduz a cor Blue Denim, que simula a textura e a aparência de tecido jeans, mas é construído com um material nanotecnológico especial da Xiaomi. O smartphone oferece acabamento em vidro fosco nas cores preto, azul e prata titânio.

Close-up de dois smartphones vistos por trás, exibindo seus módulos de câmera. O aparelho da esquerda é cinza-escuro ou preto com acabamento fosco. O aparelho da direita é azul e tem acabamento texturizado que imita tecido jeans. Ambos os celulares possuem um grande módulo de câmera retangular prateado na parte superior, cada um com três lentes grandes e um anel que exibe a marca "Bose" na lateral.
Nova linha marca a entrada da Poco no segmento premium (imagem: divulgação)

As duas versões da linha possuem estrutura metálica, leitor de digitais ultrassônico e certificação IP68 contra água e poeira. Ambos serão comercializados em versões com 12 ou 16 GB de memória RAM e 256 ou 512 GB de armazenamento interno.

A Poco garante quatro anos de atualizações de sistema e seis anos de correções de segurança.

Disponibilidade e preços

Os preços variam conforme a região e configuração. Nos Estados Unidos, o F8 Ultra com 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento tem preço inicial de US$ 729 (cerca de R$ 4 mil, na cotação atual). O F8 Pro, por sua vez, começa em US$ 579 (R$ 3.100).

Até o momento, não há previsão de lançamento oficial dos aparelhos no Brasil, nem definição de preços para o varejo nacional.

Com informações do GSMArena

Poco F8 Ultra é lançado com traseira “jeans” e parceria com a Bose

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Xiaomi revelou os novos Poco F8 Pro e Poco F8 Ultra. Versão Ultra tem tela de 6,9", bateria de 6.500 mAh e subwoofer da Bose, mas ainda não tem previsão de chegada ao Brasil.

(imagem: divulgação/Poco)

Xiaomi apresenta carregador GaN de 67 W com três portas

26 de Novembro de 2025, 16:24
Imagem mostra um carregador branco da Xiaomi. Ao fundo, o texto em azul "67 W".
Novo carregador GaN de 67 W foi lançado na China (imagem: divulgação)
Resumo
  • Xiaomi apresentou um novo carregador GaN de 67 W que possui três portas (2 USB-C e 1 USB-A) e é compatível com notebooks e celulares premium.
  • O carregador oferece até 67 W em qualquer porta quando um dispositivo está conectado e suporta múltiplos protocolos de carregamento rápido.
  • Por enquanto, o dispositivo está disponível apenas na China por 129 yuans (R$ 96), sem previsão de lançamento global.

A Xiaomi ampliou seu catálogo de acessórios e apresentou um novo carregador GaN de 67 W na China. O modelo tem três portas e compatibilidade ampla para atender quem precisa alimentar vários dispositivos no dia a dia. A fabricante incluiu ainda um cabo de 1,5 metro com suporte a 6 amperes, que acompanha o kit de carregamento.

O lançamento chama atenção porque a Xiaomi já oferece carregadores potentes em seus celulares premium, geralmente com unidades que variam entre 67 W e 120 W. O Xiaomi 15T Pro, por exemplo, que chegou ao Brasil em outubro custando R$ 9 mil, tem um carregador de 90 W.

O novo carregador segue essa linha, mas adiciona uma proposta mais flexível, apoiada em tecnologia GaN para reduzir o tamanho do acessório sem comprometer a potência. Segundo a Xiaomi, o novo carregador consegue carregar 50% de um iPhone 17 Pro Max em 20 minutos.

O que o novo carregador da Xiaomi oferece?

Imagem mostra um carregador branco da Xiaomi carregando um smartphone e um notebook.
Dispositivo permite carregar mais de um dispositivo ao mesmo tempo (imagem: divulgação)

O adaptador (código MDY-19-EA) utiliza a geração mais recente de carregamento rápido baseado em nitreto de gálio. A tecnologia melhora eficiência e controle térmico, permitindo entregar até 67 W em qualquer uma das portas quando apenas um dispositivo está conectado. A Xiaomi chama esse comportamento de “blind plugging”, e o usuário não precisa escolher uma porta específica para obter a potência máxima.

A estrutura interna também foi projetada para entregar até 65 W a notebooks compatíveis, o que torna o produto uma opção para quem carrega notebook e celular ao mesmo tempo. O conjunto conta com duas portas USB-C e uma USB-A, no padrão 2C1A, para cobrir diferentes tipos de cabos ainda em circulação.

O carregador suporta os protocolos próprios de carregamento rápido usados em modelos recentes da fabricante — como as linhas Xiaomi 15 e Redmi K80 Ultra — e também outros padrões adotados no setor, como o QC2.0, QC3.0, PD3.0 e PPS.

Imagem mostra dois carregadores brancos da Xiaomi  e um cabo USB-C, também branco
Kit de carregamento contém um cabo de 1,5 metro (imagem: divulgação)

Chega ao Brasil?

Por enquanto, o lançamento é exclusivo do mercado chinês. O kit custa 129 yuans (cerca de R$ 96, em conversão direta). A Xiaomi ainda não informou se pretende lançar o modelo globalmente ou incluí-lo entre os acessórios vendidos oficialmente no Brasil.

Caso a marca leve o carregador para fora da China, ele poderia se posicionar como alternativa aos carregadores de 67 W que já acompanham alguns smartphones premium vendidos pela fabricante.

Com informações do XiaomiTime

Xiaomi apresenta carregador GaN de 67 W com três portas

Xiaomi lança novo carregador (imagem: divulgação)

Poco X7 vs Poco X7 Pro: qual é a diferença entre os celulares da Xiaomi?

17 de Novembro de 2025, 18:36
Imagem apresenta os modelos Poco X7 e Poco X7 Pro, lado a lado.
Entenda as diferenças entre os dois smartphones da Xiaomi (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Poco X7 e Poco X7 Pro são dois smartphones intermediários da Xiaomi, mas voltados para públicos diferentes. O modelo X7 apresenta vantagens em alguns aspectos, como a resistência da tela, o kit de câmeras e o design mais leve.

Enquanto que o Poco X7 Pro é voltado para usuários que desejam alto desempenho com bom custo-benefício.

Os smartphones trazem algumas características em comum, como a resolução da tela, o tipo de display e a proteção contra água e poeira. A seguir, o Tecnoblog te explica as diferenças entre o Poco X7 e o Poco X7 Pro, da Xiaomi.

Ficha técnica: Galaxy A56 vs Poco X7 Pro

Xiaomi Poco X7Xiaomi Poco X7 Pro
LançamentoJaneiro de 2025Janeiro de 2025
Tela6,67” AMOLED, resolução 1220 x 2712 pixels, 120 Hz, HDR10+, Corning Gorilla Glass Victus 26,67” AMOLED, resolução 1220 x 2712 pixels, 120 Hz, HDR10+, Corning Gorilla Glass 7i
ProcessadorMediatek Dimensity 7300-Ultra, 8 núcleos (4x 2,5 GHz Cortex-A78, 4x 2 GHz Cortex-A55)Mediatek Dimensity 8400 Ultra, 8 núcleos (1x 3,25 GHz Cortex-A725, 3x 3 GHz Cortex-A725, 4x 2,1 GHz Cortex-A725)
Memória RAM8 GB e 12 GB8 GB e 12 GB
Armazenamento256 GB e 512 GB256 GB e 512 GB
Câmera traseiraCâmera grande-angular de 50 MP (f/1,5),
Câmera ultrawide de 8 MP (f/2,2)
Câmera macro de 2 MP (f/2,4)
Câmera grande-angular de 50 MP (f/1,5), Câmera ultrawide de 8 MP (f/2,2)
Câmera frontalCâmera grande-angular de 20 MP (f/2,2)Câmera grande-angular de 20 MP (f/2,2)
Vídeo em atéAté 4K @ 30 fpsAté 4K @ 60 fps
BiometriaImpressão digital, reconhecimento facialImpressão digital, reconhecimento facial
Bateria5.110 mAh6.000 mAh
Sistema de fábricaAndroid 14, Xiaomi HyperOSAndroid 15, Xiaomi HyperOS
Conectividade5G, 4G, 3G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.4 e NFC5G, 4G, 3G, Wi-Fi 6, Bluetooth 6 e NFC
Resistência à águaSim, IP68 (profundidade máxima superior a 1 metro)Sim, IP68 (profundidade máxima superior a 1 metro)
Dimensões162,3 x 74,4 x 8,6 mm160,8 x 75,2 x 8,3 mm
Peso190 g198 g
CoresPrata, verde e pretoPreto, verde, amarelo, edição especial (Iron Man)

Qual é a diferença entre o Xiaomi Poco X7 e o Poco X7 Pro?

1. Design e construção

O Poco X7 é um smartphone da Xiaomi vendido nas cores prata, verde e preto. As versões em prata e verde têm estrutura toda de alumínio, enquanto o modelo preto traz alumínio nas laterais e couro na traseira.

O dispositivo pesa 190 gramas, tem 162,3 mm de altura, 74,4 mm de largura e espessura de 8,6 mm. Além disso, o smartphone conta com proteção IP68 de resistência à água e poeira.

Fotografia colorida do celular Poco X7 da Xiaomi, de cor preta e amarela. Ele está encostado em uma caneca com várias canetas coloridas, sobre uma mesa de madeira.
Poco X7 da Xiaomi conta com uma câmera principal de 50 MP, uma lente ultra-angular de 8 MP, uma macro de 2 MP e uma câmera frontal de 20 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Já o Poco X7 Pro tem estrutura toda de plástico e está disponível em quatro versões: preto, verde, amarelo e uma edição especial (Iron Man). A versão Pro do smartphone da Xiaomi é um pouco mais pesada que a modelo comum (198 gramas), mas tem a espessura um pouco menor (8,3 mm).

O Poco X7 Pro tem ainda 160,8 mm de altura e 75,2 mm de largura, contando também com proteção IP68, que garante profundidade superior a um metro embaixo d’água.

2. Tela

O Poco X7 e o Poco X7 Pro são dois smartphones da Xiaomi com tela de tecnologia AMOLED de 6,67 polegadas, resolução de 1220 x 2712 pixels, 120 Hz de taxa de atualização e recursos como o HDR10+, que aprimora a qualidade de vídeos e fotos durante o uso.

Essas características podem ser úteis em apps de streaming, e também em jogos, já que a taxa de atualização é um diferencial em relação à modelos de smartphones de outras marcas. Telas de 120 Hz tendem a oferecer uma experiência de jogo com mais fluidez durante a reprodução de vídeos ou animações na tela.

No mais, o brilho máximo da tela do Poco X7 Pro é maior, chegando a pico de 3.200 nits, enquanto o modelo base alcança somente até 3.000 nits. Essa leve diferença é relevante ao usar o celular sob luz solar direta, oferecendo melhor visibilidade.

As principais diferenças entre os celulares são a estrutura e a resistência do display. O Poco X7 tem tela levemente curvada e proteção Corning Gorilla Glass Victus 2, enquanto o modelo Pro é equipado com display tradicional e tecnologia Corning Gorilla Glass 7i.

Fotografia colorida do celular Poco X7 da Xiaomi, de cor preta e amarela, fotografado de frente. Ele é segurado em uma mão e a tela exibe os escritos “Xiaomi HyperOS”.
A tela AMOLED de 6,7 polegadas do Poco X7 é a mesma do modelo mais premium, mas com um brilho máximo menor, de 3.000 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Gorilla Glass Victus 2 é uma das principais proteções do mercado de smartphones garantindo resistência contra quedas em superfícies como concreto, por exemplo. A tecnologia está presente em diversos dispositivos considerados premium.

Já o Gorilla Glass 7i é uma proteção intermediária da Corning, que oferece resistência contra quedas e arranhões, mas sem a total efetividade da versão Victus 2.

3. Desempenho

O Poco X7 é um smartphone intermediário que conta com processador MediaTek Dimensity 7300-Ultra, de oito núcleos, GPU Mali-G615 MC2 e NPU MediaTek 655, de sexta geração.

Enquanto que o Poco X7 Pro traz o Mediatek Dimensity 8400 Ultra como CPU, Mali-G720 MC7 de GPU e uma NPU de oitava geração: MediaTek NPU 880.

(Imagem: Divulgação)
Poco X7 Pro é voltado para desempenho (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

O fato de o Poco X7 Pro ter chips mais atuais que o modelo convencional faz com que o celular leve vantagem em atividades mais exigentes, como jogos pesados e apps de edição.

Segundo informações do AnTuTu Benchmark, o Poco X7 garantiu 704.404 em pontuação, enquanto a versão Pro chegou ao índice 1.704.330, após testes de desempenho.

Já as especificações de memória RAM e armazenamento são iguais: os dois aparelhos estão disponíveis em versões com 8 GB ou 12 GB de memória RAM, além de armazenamento em 256 GB ou 512 GB.

4. Câmeras

O Xiaomi Poco X7 é um smartphone com três câmeras traseiras: câmera grande-angular de 50 MP, ultrawide de 8 MP e uma lente macro de 2 MP, podendo fazer gravações em ate 4K a 30 quadros por segundo.

O Xiaomi Poco X7 Pro tem somente duas câmeras na parte de trás: uma câmera grande-angular de 50 MP e uma câmera ultrawide de 8MP, deixando de fora a lente macro, que permitiria tirar fotos de objetos próximos com alta definição e nitidez. Porém, uma vantagem do modelo Pro é gravar imagens em 4K a 60 quadros por segundo.

(Imagem: Divulgação)
Poco X7 Pro tem somente duas câmeras traseiras (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

Já a câmera frontal dos dispositivos é a mesma: uma câmera grande-angular de 20 MP, que permite fazer vídeos em qualidade Full HD (60 fps).

5. Bateria e carregamento

O Poco X7 é um modelo de smartphone da Xiaomi com bateria de 5.110 mAh e potência máxima de carregamento de 45 W. De acordo com a empresa chinesa, o aparelho aguenta até 15 horas de reprodução de vídeos com uma única carga, podendo ser carregador totalmente em 52 minutos.

Já o Poco X7 Pro é um dispositivo que oferece bateria de 6.000 mAh e potência de carregamento de 90 W, o dobro do modelo comum. Dessa forma, a Xiaomi garante que o aparelho suporta mais de 20 horas de reprodução de vídeos.

Essa diferença na potência máxima de carregamento da bateria faz com que o Poco X7 Pro seja totalmente carregado mais rápido, em torno de 42 minutos.

6. Conexões e conectividade

O Poco X7 e o Poco X7 Pro são semelhantes em conectividade. Ambos os modelos são compatíveis com tecnologia 5G e NFC, para pagamentos por aproximação. Além disso, os smartphones da Xiaomi também suportam Wi-Fi 6 e Bluetooth.

A única diferença entre os dispositivos é a versão do Bluetooth. Enquanto o Poco X7 tem Bluetooth 5.4, o Poco X7 Pro traz uma versão mais recente do procoloco de conexão sem fio: Bluetooth 6.0. Essa atualização garante uma conexão mais rápida com outros aparelhos, além de uma precisão de centímetros durante o uso.

A economia de bateria, redução de latência e o aumento da confiabilidade durante a transmissão de dados são algumas das características da versão 6.0 do Bluetooth.

7. Sistema e recursos

O Poco X7 é um smartphone que roda a versão 14 do Android, com a interface Xiaomi HyperOS, que modifica alguns elementos da versão base do sistema operacional. Segundo a empresa chinesa, o aparelho é capaz de executar recursos de inteligência artificial, como remover objetos de fotografias e editar vídeos com mais facilidade.

O Poco X7 Pro também executa o HyperOS, mas já com Android 15 e a versão 2.0 instalada de fábrica. O celular também oferece funções de inteligência artificial, porém, com alguns adicionais proporcionados pelo processador mais atual, como o modo IA Super Cinema e IA Call Boost.

O aspecto negativo fica por conta da política de atualizações da Xiaomi, que garante suporte para apenas três anos de updates de segurança ou adição de novos recursos.

Tela de celular exibe a marca do Xiaomi HyperOS
Xiaomi HyperOS é a evolução da MIUI (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ao optar por comprar um celular da Poco, é importante verificar a procedência da loja e do dispositivo. Os dois modelos são vendidos oficialmente pela Xiaomi no Brasil, em parceria com a DL — distribuidora da empresa chinesa no país.

No entanto, os preços são mais elevados do que os encontrados no varejo brasileiro, em razão dos impostos de importação. Além disso, existem muitos modelos Xiaomi sendo importados de forma ilegal no Brasil, vendidos por terceiros sem garantia ou nota fiscal, geralmente com preços mais baixos.

Assim, o usuário pode adquirir um aparelho sem suporte oficial da marca ou loja, podendo ter prejuizo em caso de mau funcionamento.

Poco X7 ou Poco X7 Pro: qual celular Xiaomi comprar?

O Poco X7 é um smartphone intermediário da Xiaomi com foco no uso diário, como acessar redes sociais, aplicativos de streaming e uso fotográfico, em razão da variedade de câmeras disponíveis.

O aparelho oferece boa capacidade de bateria, carregamento rápido, além das tecnologias 5G e NFC, para pagamentos por aproximação. O smartphone da Xiaomi pode ser encontrado por a partir de R$ 1.538* no varejo brasileiro.

Já o Xiaomi Poco X7 Pro é um celular intermediário que traz características premium, principalmente para usuários que desejam um smartphone com bom custo-benefício para rodar jogos. Seu processador é poderoso, mas também pode gastar mais bateria, caso use aplicativos pesados por muito tempo.

O Poco X7 Pro tem preço um pouco mais alto que o modelo comum, custando a partir de R$ 1.849* no mercado brasileiro.

*Os preços foram verificados em 11 de novembro de 2025 e estão sujeitos a alteração conforme disponibilidade no varejo.

Quais são as vantagens do Poco X7?

O Poco X7 oferece as seguintes vantagens ao consumidor:

  • Tela mais resistente: o Poco X7 tem display com proteção Gorilla Glass Victus 2 que protege até mesmo em quedas no concreto. A tecnologia é superior ao Gorilla Glass 7i do Poco X7 Pro;
  • Câmera extra: o Poco X7 oferece três câmeras traseiras, incluindo uma lente macro e 2 MP, ideal para foto de objetos pequenos ou próximos. Já o Poco X7 Pro traz somente uma câmera grande-angular e outra ultrawide;
  • Peso menor: o Poco X7 é mais leve que o Poco X7 Pro. A versão comum pesa 190 gramas, contra 198 gramas do modelo profissional.

Quais são as vantagens do Poco X7 Pro?

O Poco X7 Pro leva vantagens nos seguintes aspectos:

  • Processador mais potente: o Poco X7 Pro é focado no alto desempenho, principalmente para jogos. Dessa forma, CPU, GPU e NPU são mais atuais que o modelo convencional e com desempenho maior, de acordo com a pontuação do AnTuTu Benchmark;
  • Maior taxa de quadros em vídeos: o Poco X7 Pro grava vídeos em 4K em até 60 quadros por segundo. O Poco X7 grava na mesma resolução, porém somente a 30 fps;
  • Maior brilho máximo de tela: o Poco X7 Pro tem brilho máximo de tela que chega a 3.200 nits, contra 3.000 do modelo padrão. Essa diferença é importante principalmente em ambientes mais claros;
  • Capacidade de bateria e carregamento mais rápido: o Poco X7 Pro suporta mais de 20 horas de reprodução de vídeos com uma única carga, além de carregar totalmente em menos tempo;
  • Bluetooth mais recente: o smartphone da Xiaomi é equipado com Bluetooth 6.0, que traz melhorias em comparação com a versão 5.4;

Como saber se meu celular Poco X7 é original?

Você pode verificar o IMEI do celular para saber se o seu Xiaomi é original. É possível encontrar o número ao discar *#06# e apertar a tecla para ligar. Na sequência, vá até o site da Anatel para consultar a situação do seu aparelho.

Também existem outras formas de verificar se seu smartphone é original ou não. Você pode acessar o site oficial da Xiaomi e conferir a autenticidade do IMEI ou do número de série do aparelho.

O usuário também consegue saber se o aparelho é autentico verificando o sistema operacional instalado no celular, ou via código de segurança, disponibilizado em alguns modelos Xiaomi.

Poco X7 vs Poco X7 Pro: qual é a diferença entre os celulares da Xiaomi?

Entenda as diferenças entre os dois smartphones da Xiaomi (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A tela AMOLED de 6,7 polegadas do Poco X7 é a mesma do modelo mais premium, mas com um brilho máximo menor, de 3.000 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Xiaomi HyperOS é a evolução da MIUI (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Redmi K90 Pro Max terá traseira com textura que imita o jeans

17 de Outubro de 2025, 15:10
Imagem mostra o módulo de câmera traseiras do Redmi K90 Pro Max
Xiaomi revelou o design do Redmi K90 Pro Max (imagem: divulgação)
Resumo
  • Redmi K90 Pro Max será lançado na China em 23 de outubro e terá uma versão com acabamento que imita o jeans.
  • O smartphone terá som desenvolvido em parceria com a Bose e uma traseira feita de nano-leather.
  • Rumores indicam que o modelo usará o novo chip Snapdragon 8 Elite Gen 5 da Qualcomm.

A Xiaomi está preparando a chegada do Redmi K90 Pro Max. A fabricante anunciou hoje (17/10) que seu novo modelo será lançado oficialmente na China dia 23 de outubro, ainda sem data para outras regiões. Mas o que chamou atenção foi o design: o smartphone terá uma traseira que imita a textura do jeans.

O perfil oficial da Redmi divulgou imagens do aparelho na rede social Weibo, mostrando o acabamento nada convencional. Além do visual, o modelo consolida uma colaboração inédita com a Bose, empresa dos EUA especializada em áudio, para aprimorar a qualidade sonora.

Redmi K90 Pro Max

Imagem mostra a parte traseira do Redmi K90 Pro Max, com textura que imita o jeans
Redmi K90 Pro Max tem painel traseiro com textura semelhante ao jeans (imagem: divulgação)

De acordo com a própria marca, o K90 Pro Max terá uma traseira feita do material sintético nano-leather. O acabamento foi projetado para resistir à sujeira, ao amarelamento com o tempo e aos efeitos da radiação ultravioleta — além de poder ser limpo facilmente com um pano.

A textura inspirada em jeans dá ao smartphone um visual diferente em meio à tendência de vidros brilhantes e estruturas metálicas. As renderizações oficiais também mostram um módulo de câmeras retangular, com o selo “Sound by Bose” gravado ao lado de uma grade semelhante à de alto-falantes.

Imagem mostra a parte traseira do Redmi K90 Pro Max, em versão de cor branca
Celular também terá versão branca (imagem: reprodução/GSMArena)

Apesar das especulações sobre a presença de um alto-falante traseiro, é mais provável que o elemento seja apenas decorativo, servindo para destacar a parceria com a empresa de áudio. A fabricante revelou que o Redmi K90 Pro Max também será vendido em uma opção de cor branca.

Ainda não há detalhes sobre a ficha técnica do aparelho, mas o modelo deve ocupar o topo da linha da marca, com especificações avançadas e foco em desempenho. Rumores indicam que o smartphone será equipado com o Snapdragon 8 Elite Gen 5, novo chip da Qualcomm anunciado no final de setembro.

Quando o Redmi K90 Pro Max será lançado?

O Redmi K90 Pro Max será lançado oficialmente em 23 de outubro, na China. Ainda sem previsão de chegada ao Brasil, é esperado que o modelo custe mais de 4.000 yuan (cerca de R$ 3.000, em conversão direta). Mais informações sobre o celular devem ser reveladas em breve.

Com informações do Android Authority

Redmi K90 Pro Max terá traseira com textura que imita o jeans

Redmi divulgou imagens do K90 Pro Max (imagem: divulgação/Redmi/Weibo)

LineageOS 23 chega com Android 16 e apps melhorados

13 de Outubro de 2025, 13:15
LineageOS 23
LineageOS 23 chega com Android 16 e apps melhorados (imagem: reprodução/The LineageOS Project)
Resumo
  • LineageOS 23 é lançado oficialmente com base no Android 16; novidade é compatível com mais de 100 dispositivos;

  • Nova versão traz apps redesenhados e melhorias de desempenho com chips Qualcomm, por exemplo;

  • Atualização ainda não inclui o Material 3 Expressive devido à falta de liberação do código do Android 16 QPR1.

Uma das ROMs personalizadas mais conhecidas do universo Android acaba de ganhar uma nova versão: o LineageOS 23 foi lançado oficialmente e tem como base o Android 16. A novidade é compatível com mais de 100 celulares ou tablets de marcas como Motorola, Samsung e Xiaomi.

É importante deixar claro desde já que o LineageOS 23 é baseado na compilação inicial do Android 16, liberada em junho, e não no Android 16 QPR1, a versão mais recente, disponibilizada em setembro.

A razão disso é que o Google mudou a dinâmica de desenvolvimento do Android e, por conta disso, o código-fonte do Android 16 QPR1 ainda não foi liberado publicamente, o que impediu os desenvolvedores do LineageOS de trabalharem com essa versão.

Como consequência, o LineageOS 23 não conta com os elementos de design do Material 3 Expressive, que são uma das características mais chamativas do Android 16. Esses recursos deverão fazer parte da próxima atualização do projeto, o LineageOS 23.1.

LineageOS 23 em um celular
LineageOS 23 em um celular (imagem: YouTube/Tech Karan)

O que LineageOS 23 traz de novo?

As novidades da nova versão envolvem principalmente os aplicativos que acompanham o sistema operacional. Eis alguns deles:

  • Aperture: o app de câmera foi totalmente reescrito e, agora, traz suporte para os formatos JPEG Ultra HDR e RAW, bem como permite salvar fotos em JPEG e RAW simultaneamente;
  • Twelve: o reprodutor de áudio agora tem um botão para reproduzir músicas aleatoriamente, teve a sua integração com o Jellyfin (servidor de mídia) expandida e ganhou suporte à reprodução de MIDI;
  • Catapult: este é o novo launcher (inicializador) do projeto para Android TV; a ferramenta tem uma interface simples, que visa permitir que o usuário chegue rapidamente ao conteúdo desejado, sem ter que passar por anúncios ou recomendações.

Outras novidades da versão incluem suporte estendido a máquinas virtuais baseadas no QEMU e otimizações no nível do kernel para dispositivos que contam com determinados chips da Qualcomm. Como sempre, correções de bugs também fazem parte do pacote.

Catapult para LineageOS 23
Catapult para LineageOS 23 (imagem: reprodução/Lineage)

Como baixar o LineageOS 23

Como já informado, o LineageOS 23 é compatível com mais de 100 dispositivos. Entre eles estão:

  • Google: Pixel 4a 5G, Pixel 5, Pixel 5a
  • Motorola: Edge 20, Edge 30 Fusion, Edge 40 Pro, Moto G52, Moto G82
  • Samsung: Galaxy A21s, Galaxy Note 10, Galaxy S10, Galaxy S20 FE, Galaxy Tab S7
  • Xiaomi: Mi 9T, Redmi K20, Poco F5, Poco F5 Pro, Redmi 12C, Redmi Note 7 Pro, Redmi Note 8

Acesse a página de dispositivos do LineageOS para saber se o seu celular ou tablet é compatível com a nova versão. Ali, toque ou clique no botão “Filter” e, em “LineageOS versions”, selecione “23.0” para encontrar os modelos que já têm download liberado para o LineageOS 23. Saiba ainda como instalar o LineageOS em seu aparelho.

LineageOS 23 chega com Android 16 e apps melhorados

LineageOS 23 chega com Android 16 e apps melhorados (imagem: reprodução/Lineage)

LineageOS 23 em um celular (imagem: YouTube/Tech Karan)

Catapult para LineageOS 23 (imagem: reprodução/Lineage)

Xiaomi 15T e 15T Pro chegam ao Brasil com câmera Leica; veja o preço

2 de Outubro de 2025, 19:00
Câmeras do Xiaomi 15T Pro
Linha T da Xiaomi repete parceria com a Leica (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Resumo
  • O Xiaomi 15T custa R$ 7.499,99 e o 15T Pro custa R$ 8.999,99. Ambos possuem câmeras Leica de alta qualidade.
  • O Xiaomi 15T tem tela AMOLED de 6,83″, chip MediaTek Dimensity 8400 Ultra, 12 GB de RAM, 512 GB de armazenamento e bateria de 5.500 mAh com carregamento de 67 W.
  • O Xiaomi 15T Pro possui tela de 144 Hz, chip Dimensity 9400+, bateria com carregamento de 90 W e suporte a Wi-Fi 7. A câmera principal tem sensor Light Fusion 900 e grava vídeos em 8K.

A Xiaomi lançou dois aparelhos de topo de linha no Brasil nesta quinta-feira (02/10). O Xiaomi 15T tem preço sugerido de R$ 7.499,99, enquanto o Xiaomi 15T Pro custa R$ 8.999,99.

A dupla não é a mais recente da marca no segmento premium — posto que pertence ao Xiaomi 17, ainda não lançado no Brasil. Mesmo assim, entrega câmeras de alta qualidade, feitas em parceria com a Leica, e telas amplas.

Um destaque dos aparelhos é a Xiaomi Offline Communication. Graças a ela, é possível fazer ligações com outros aparelhos compatíveis da marca mesmo quando não há sinal de celular. No Xiaomi 15T Pro, o alcance é de 1,9 km, enquanto o 15T pode se conectar a uma distância de até 1,3 km.

Xiaomi 15T

Vamos começar pelo modelo padrão. O Xiaomi 15T tem tela AMOLED de 6,83 polegadas, com resolução de 2772 x 1280 pixels e taxa de atualização de 120 Hz.

Xiaomi 15T em um estande
Tela de 6,83 polegadas é um dos atrativos do Xiaomi 15T (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Por dentro, ele conta com chip MediaTek Dimensity 8400 Ultra, feito com litografia de 4 nm, com CPU que pode atingir até 3,25 GHz. O aparelho vem com 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento. A bateria tem capacidade para 5.500 mAh, com carregamento por fio de até 67 W.

Os dois modelos têm câmera tripla na traseira. No Xiaomi 15T, o sensor principal Light Fusion 800 tem 50 megapixels. A câmera teleobjetiva também tem sensor de 50 megapixels, com zoom óptico de 2x. Completando o trio, uma lente ultrawide com sensor de 12 megapixels e ângulo de visão de 120 graus.

Xiaomi 15T Pro

O modelo mais caro é bastante parecido com a versão acessível, com algumas ligeiras mudanças: um pouco menor em largura e altura, um pouco maior em espessura e 16 g mais pesado. A tela AMOLED tem as mesmas dimensões e resolução, mas atinge 144 Hz de atualização.

O chip é um modelo mais potente da MediaTek: o Dimensity 9400+, feito com litografia de 3 nm. Sua CPU pode atingir 3,73 GHz. A combinação de RAM e armazenamento é a mesma do 15T padrão: 12 GB com 512 GB.

A bateria tem os mesmos 5.500 mAh de capacidade, mas oferece carregamento mais rápido com fio, de até 90 W, e compatibilidade com carregamento wireless, que pode atingir 50 W. Em conectividade, há uma pequena vantagem, com suporte ao Wi-Fi 7.

Interface da câmera do Xiaomi 15T
Câmera periscópica com zoom óptico de 5x é um diferencial do modelo Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

As câmeras talvez sejam a principal diferença entre os modelos. A câmera principal usa um sensor Light Fusion 900. Ele também tem 50 megapixels, mas é maior que o usado no 15T padrão. Além disso, a lente tem abertura ligeiramente maior. A tendência é que fotos noturnas fiquem melhores com esse hardware.

A câmera teleobjetiva do 15T Pro também é superior, com zoom óptico de 5x e sensor de 50 megapixels. Completando o trio, temos a mesma câmera ultrawide de 12 megapixels e ângulo de visão de 120 graus.

Além de fotos superiores, o conjunto do Xiaomi 15T Pro é capaz de vídeos com resolução mais alta do que o Xiaomi 15T, como 8K a 30 fps e 4K a 120 fps.

Xiaomi 15T e 15T Pro chegam ao Brasil com câmera Leica; veja o preço

Linha T da Xiaomi repete parceria com a Leica (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Tela de 6,83 polegadas é um dos atrativos do Xiaomi 15T (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Câmera periscópica com zoom óptico de 5x é um diferencial do modelo Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Dia das Crianças: Redmi Pad SE (256 GB) tem oferta histórica com 45% OFF

30 de Setembro de 2025, 15:04
R$ 1.699,9945% OFF

Oferta encerrada 🙁
Avise-me por e-mail
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Redmi Pad SE de 256 GB sai hoje por apenas R$ 939 no Pix com o cupom DESCONTAHOJE20. A oferta traz um desconto de 45% em cima do preço inicial (R$ 1.700). E o tablet da Xiaomi se destaca pela tela grande de 11 polegadas e desempenho garantido para estudos, sendo uma ótima opção de presente de Dia das Crianças.

Redmi Pad SE tem tela de 11 polegadas e RAM de 8 GB

Redmi Pad SE
Redmi Pad SE (imagem: Divulgação)

A tela de 11 polegadas com resolução de 1.200 x 1.920 pixels e taxa de atualização de 90 Hz favorece a leitura de PDFs, livros digitais e textos longos, com rolagem fluida e boa definição. O formato 16:10 amplia o espaço útil em aplicativos de anotações e editores de texto, tornando o Redmi Pad SE adequado para estudos e leitura prolongada.

Já o processador Snapdragon 680 de 6 nm, aliado à 8 GB de RAM, garante execução estável de aplicativos educacionais, videoconferências e multitarefa sem travamentos. Essa combinação permite alternar entre anotações, plataformas de ensino e pesquisa online com rapidez.

Para participação em videoaulas e videochamadas, a câmera traseira é de 8 megapixels com foco automático, enquanto a frontal tem 5 MP com lente ultrawide. Enquanto o sistema de som inclui quatro alto-falantes com suporte a áudio Hi-Res de 24-bit/192 kHz.

Além disso, a bateria é de 8.000 mAh com suporte para carregamento de até 18 W, que devem garantir certa praticidade em relação à autonomia. O tablet da Xiaomi foi lançado com Android 13 em 2023 mas tem suporte ao Android 15. Lembrando que o Redmi Pad SE sai por menos de mil reais com o cupom DESCONTAHOJE20.

Quando é o Dia das Crianças?

O Dia das Crianças é dia 12 de outubro, no próximo domingo. Por isso, é bom já aproveitar para comprar o presente essa semana para não arriscar que ele chegue atrasado. Como opção de compra para a data, o Redmi Pad SE se destaca por ser um bom tablet para estudos.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Dia das Crianças: Redmi Pad SE (256 GB) tem oferta histórica com 45% OFF

Redmi Pad SE (imagem: Divulgação)

Tablets da Xiaomi: conheça as linhas e quais modelos são vendidos no Brasil

29 de Setembro de 2025, 18:00
Imagem de um Redmi Pad Pro
Entda as diferentes séries de tablet da Xiaomi e suas principais caracteristicas (imagem: Divulgação/Xiaomi)

A Xiaomi organiza seus tablets em diferentes séries, cada uma mirando em um perfil de usuário distinto. O Redmi Pad, por exemplo, representa a opção de entrada, oferecendo recursos essenciais com um preço mais acessível.

A linha Xiaomi Pad se destaca com dispositivos premium, focados em alto desempenho e produtividade. O Poco Pad traz modelos intermediários com ótimo custo-benefício para entretenimento e o XiaomiBook S oferece um tablet híbrido para uma experiência similar a um PC.

A Xiaomi mantém atualmente o foco no público brasileiro vendendo oficialmente somente as séries Xiaomi Pad e Redmi Pad SE no país. Isso permite que os clientes locais encontrem opções de tablets básicos e premium.

A seguir, conheça as principais características das linhas de tablets da Xiaomi e suas variantes.

Quais são as linhas de tablets da Xiaomi?

Existem três linhas principais de Xiaomi tablet: Redmi Pad, Xiaomi Pad e Poco Pad. A marca também oferece o XiaomiBook S, um dispositivo híbrido que funciona como tablet e notebook.

Quais são as diferenças entre as linhas de tablet da Xiaomi?

A Xiaomi oferece linhas de tablets distintas para diferentes necessidades e orçamentos. A série Redmi Pad é a opção de entrada com foco em custo-benefício para uso diário, enquanto o Xiaomi Pad representa a linha premium com melhor desempenho e recursos avançados.

O Poco Pad se posiciona como um intermediário focado em multimídia e ampla autonomia e o XiaomiBook S é um modelo híbrido com sistema operacional Windows para produtividade profissional. Veja detalhadamente as principais características de cada uma das linhas:

Redmi Pad

A série Redmi Pad da Xiaomi é composta por tablets de entrada, focados em oferecer custo-benefício para consumo de mídia e uso diário. Eles se destacam pela tela LCD ampla e fluida e o áudio aprimorado com tecnologia Dolby Atmos, tornando-os ideais para assistir a vídeos, navegar na internet e jogos casuais.

Os modelos usam geralmente processadores básicos ou intermediários, garantindo um desempenho sólido para tarefas simples e produtividade leve. Eles também oferecem ampla autonomia com baterias de grande capacidade e o suporte a carregamento rápido, ampliando a experiência do tablet Xiaomi.

A linha Redmi Pad se diversifica em variantes, cada uma ajustada a um perfil de usuário:

  • Redmi Pad SE: opção mais acessível da série, otimizado para tarefas básicas e uma experiência de visualização mais confortável, mantendo o foco em tela de qualidade e áudio imersivo;
  • Redmi Pad: versão padrão e mais equilibrada, como o antigo Redmi Pad 6, oferece um conjunto robusto de recursos e hardware intermediário, ideal para estudantes e produtividade leve;
  • Redmi Pad Pro: modelo mais avançado com foco em desempenho superior, telas maiores de alta resolução e maior fluidez, sendo compatível com acessórios como caneta e teclado para produtividade;
  • Redmi K Pad: variante com processador de alto desempenho e recursos avançados de Inteligência Artificial, foca em usuários que buscam performance de ponta em um formato mais compacto e premium.
Uma mão segura um tablet Redmi Pad 2 de cor cinza escuro, com a tela ligada, exibindo os apps. O fundo é uma parede texturizada de cor clara e um piso de madeira. Na parte inferior direita, a marca d'água do "tecnoblog" é visível.
Redmi Pad é uma das opções de tablets de entrada da Xiaomi (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Xiaomi Pad

O Xiaomi Pad é a linha de tablets premium, oferecendo um equilíbrio entre alto desempenho e preço. Essa série é ideal para quem busca um dispositivo versátil para entretenimento e produtividade, destacando-se pelas especificações robustas a um custo acessível.

Modelos como o tablet Xiaomi Pad 6 e o recente Xiaomi Pad 7 adotam processadores intermediários-premium ou top de linha e telas LCD com alta taxa de atualização. Eles também suportam acessórios como a Xiaomi Smart Pen e capas-teclado, que transformam o tablet em uma ferramenta completa para criação e edição de conteúdo.

A série Xiaomi Pad também tem diferentes variantes:

  • Xiaomi Pad: versão padrão que oferece um equilíbrio sólido entre desempenho e recursos, sendo a escolha ideal para o uso diário, como navegar na web, consumir mídia e jogos leves, com ótima relação custo-benefício;
  • Xiaomi Pad Pro: variante com maior poder de processamento, chips mais potentes e otimizados, tornando-o perfeito para multitarefas, edição de mídia simples e outras atividades que exigem desempenho aprimorados;
  • Xiaomi Pad Max: modelo com telas mais amplas, processadores com tecnologias mais avançadas que a variante Pro e maior capacidade de bateria, indicado para jogos e outros aplicativos mais pesados;
  • Xiaomi Pad Ultra: versão com processadores premium de última geração, maior capacidade de RAM e de armazenamento, recomendado para usuários que necessitam de um dispositivo mais veloz para tarefas extremamente exigentes;
  • Xiaomi Pad s e s Pro: focados na produtividade e experiência profissional, adotam telas maiores, processadores top de linha e baterias de longa duração, sendo ideais para longas jornadas de trabalho;
  • Xiaomi Pad Mini: opção mais compacta, mas com processador de alto desempenho. Recomendado para quem busca portabilidade sem abrir mão de potência para rodar aplicativos e jogos mais exigentes.
Uma mulher sentada em um sofá usando um Xiaomi Pad
Xiaomi Pad é um modelo usado tanto para entretentimento quando para produtividade (imagem: Divulgação/Xiaomi)

Poco Pad

O Poco Pad é a série de tablets intermediários da Xiaomi, focado em custo-benefício para usuários que buscam um dispositivo para produtividade, entretenimento e jogos. Eles adotam processadores intermediários capazes de lidar com tarefas mais exigentes, além de uma bateria de longa duração para autonomia estendida.

Os dispositivos apresentam uma ampla tela com alta resolução e taxa de atualização fluida, ideal para consumo de mídia e jogos. A experiência é aprimorada por um sistema de quatro alto-falantes (quad-speaker) com tecnologia de áudio Dolby Atmos.

Para maximizar a usabilidade e produtividade, o Poco Pad tem suporte a acessórios dedicados, como o Poco Pad Keyboard e a caneta Poco Smart Pen. Vendidos separadamente, os itens transformam o tablet em uma ferramenta versátil para anotações, desenho e trabalho.

imagem de um tablet poco Pad em um fundo feito em computação gráfica que imita uma superfície arida
Poco Pad é um tablet intermediário com maior doco em consumo de mídia (imagem: Divulgação/Xiaomi)

XiaomiBook S

O XiaomiBook S é um tipo de tablet PC, que une a extrema portabilidade de um tablet com a funcionalidade completa de um computador. Seu design híbrido permite usá-lo como um dispositivo portátil para consumo de mídia ou transformá-lo em um notebook adicionando um teclado destacável.

O modelo vem com o sistema operacional Windows 11, fornecendo acesso aos recursos de produtividade da plataforma da Microsoft. Ele é equipado com um processador top de linha e possui uma ampla tela sensível ao toque de alta resolução, ambos otimizados para a experiência híbrida.

Dessa maneira, o XiaomiBook S é ideal para quem procura um dispositivo compacto sem abrir mão das funções completas de um PC. Ele se apresenta como alternativa econômica e versátil para estudantes e profissionais que necessitam de um aparelho híbrido e funcional para as tarefas diárias.

Imagem do Xiaomi Book S
XiaomiBook S é um híbrido de tablet e notebook com o sistema operacional Windows 11 (imagem: Divulgação/Xiaomi)

Quais tablets Xiaomi são vendidos no Brasil?

Atualmente, a Xiaomi vende oficialmente somente os tablets das linhas Xiaomi Pad (dispositivos mais avançados) e Redmi Pad SE (modelos com melhor custo-benefício) no Brasil. Ambas as séries são focadas em oferecer uma experiência para consumo de mídia e produtividade leve.

Em quais regiões os tablets da Xiaomi estão disponíveis?

Os tablets da Xiaomi estão disponíveis na China, seu mercado doméstico, e em regiões-chave como Índia, América Latina, América do Norte, África e partes da Ásia-Pacífico. No entanto, a disponibilidade de modelos específicos e o portfólio completo variam de um país para outro, adaptando-se à demanda local.

Também vale citar que os modelos vendidos na China e no mercado global são diferentes. As versões globais vêm pré-instaladas com a Google Play Store e outros serviços do Google, enquanto os dispositivos destinados exclusivamente à China operam sem esse suporte padrão.

imagem de um tablet Redmi Pad SE
Redmi Pad SE é um dos modelos de tablets da Xiaomi vendido oficialmente no Brasil (imagem: Divulgação/Xiaomi)

Por que a Xiaomi tem tantas linhas de tablets?

A Xiaomi adota múltiplas linhas de tablets para segmentar o mercado, mirando diferentes perfis de consumidores com necessidades e orçamentos variados. Essa é uma estratégia idêntica à usada nas linhas de smartphones da Xiaomi, permitindo diferenciar os dispositivos por recursos como tamanho de tela, bateria e desempenho para cobrir diversas faixas de preços.

O amplo portfólio visa capturar uma fatia maior do mercado, garantindo que o cliente consiga escolher um tablet ideal para suas atividades, como estudo, trabalho ou entretenimento. Essa abordagem também ajuda a marca a otimizar custos com a produção em massa e o compartilhamento de componentes entre as séries.

Quais são as concorrentes das linhas de tablet da Xiaomi?

As linhas de tablets da Xiaomi competem diretamente com grandes marcas globais, tendo a Samsung, a Lenovo e a Apple (iPad) como os principais rivais. Confira na tabela abaixo os principais rivais de cada série:

Tablets da MotorolaTablets da SamsungTablets da LenovoModelos de iPad
Redmi PadMoto Tab GGalaxy Tab ATab MiPad
Xiaomi PadMoto PadGalaxy Tab STab PiPad Pro
Poco PadGalaxy Tab S FEiPad Air
XiaomiBook SGalaxy Tab S UltraYoga Tab

Importante: cada marca segue uma segmentação de produto própria. Por isso, alguns modelos considerados equivalentes podem ter diferenças em relação às especificações técnicas e faixas de preços.

Tablets da Xiaomi: conheça as linhas e quais modelos são vendidos no Brasil

(imagem: Divulgação/Xiaomi)

Redmi Pad 2 roda HyperOS, baseado no Android 15 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Xiaomi Pad 7 (imagem: Divulgação/Xiaomi)

Poco Pad (imagem: Divulgação/Xiaomi)

XiaomiBook S (imagem: Divulgação/Xiaomi)

(imagem: Divulgação/Xiaomi)

Dia das Crianças: Redmi Pad 2 com tela de 11″ tem 47% OFF com cupom

29 de Setembro de 2025, 14:29

Prós
  • Tela grande de 11 polegadas
  • Desempenho para multirarefa leve
  • Armazenamento de 128 GB expansível
Contras
  • Capa e caneta não inclusos
  • Acesso à internet somente Wi-Fi
PIX Cupom
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O Redmi Pad está saindo por apenas R$ 1.189,15 no Pix com o cupom MASTS50 na Magalu. Lançado por R$ 2.249,99 há poucos meses, ele recebe 47% de desconto em promoção. O tablet da Xiaomi se destaca como bom modelo básico para estudos, graças à tela grande de 11 polegadas e ao armazenamento expansível de 128 GB.

Redmi Pad 2 tem 128 GB expansíveis e tela de 11 polegadas

Uma mão segura um tablet Redmi Pad 2 de cor cinza escuro, que possui uma câmera em destaque no canto superior direito da parte traseira. A parte de trás do tablet mostra alguns adesivos com códigos de barras e selos regulatórios. O fundo é uma parede texturizada de cor clara e um piso de madeira. Na parte inferior direita, o a marca d'água do "tecnoblog" é visível.
Redmi Pad 2 roda HyperOS, baseado no Android 15 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A tela de 11 polegadas com taxa de atualização de 90 Hz permite leitura suave de textos, rolamento fluido de PDFs e uso confortável em aplicativos de anotações digitais. Com resolução de 1.600 x 2.560 px, o display exibe bem textos, gráficos e outros conteúdos acadêmicos.

O processador Mediatek Helio G100 Ultra com 4 GB de RAM oferece desempenho apropriado para multitarefa leve: manter aberto um app de caderno digital, um navegador com abas e uma videoaula simultaneamente. E o armazenamento de 128 GB pode ser expandidos via microSD para armazenar grandes volumes de material.

Os quatro alto-falantes com suporte Dolby Atmos permitem ouvir aulas gravadas ou assistir videoaulas com áudio mais imersivo e equilíbrio entre graves e agudos. A saída de áudio de 3,5 mm oferece opção rápida para usar fones sem adaptador, também podendo ser conectados via Bluetooth 5.3, assim como outros acessórios.

Uma mão segura um tablet Redmi Pad 2 de cor cinza escuro, que possui uma câmera em destaque no canto superior direito da parte traseira. A imagem é um close na câmera. O fundo é uma parede texturizada de cor clara e um piso de madeira. Na parte inferior direita, a marca d'água do "tecnoblog" é visível.
Redmi Pad 2 tem câmera traseira de 8 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O sistema Android 15 com HyperOS 2 oferece ambiente moderno e compatibilidade com apps educacionais. E o jogo de câmeras com 8 MP (traseira) e 5 MP (frontal) já deve atender bem para videochamadas. Lembrando que, em promoção com o cupom MASTS50, o Redmi Pad 2 de 128 GB sai por apenas R$ 1.189,15 no Pix.

Quando é o Dia das Crianças?

O Dia das Crianças é comemorado em 12 de outubro (próximo domingo), então já é bom se adiantar na compra do presente para garantir a entrega até a data. O Redmi Pad 2, por exemplo, que é um bom tablet para estudos e está com 47% de desconto na Magalu, é uma ótima opção de presente.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Dia das Crianças: Redmi Pad 2 com tela de 11″ tem 47% OFF com cupom

Redmi Pad 2 roda HyperOS, baseado no Android 15 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Redmi Pad 2 tem câmera traseira de 8 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Xiaomi 17 chega com Snapdragon 8 Elite Gen 5; versões Pro têm tela traseira

25 de Setembro de 2025, 12:27
Traseira do Xiaomi 17 Pro
Modelos Xiaomi 17 Pro e Pro Max têm visor traseiro (imagem: divulgação/Xiaomi)
Resumo
  • Xiaomi anuncia linha 17 com Snapdragon 8 Elite Gen 5 em todos os modelos;

  • Modelo de entrada tem bateria de 7.000 mAh; versão Pro Max chega a 7.500 mAh;

  • Xiaomi 17 Pro e Pro Max trazem tela traseira AMOLED para funções extras.

A Xiaomi é uma das primeiras marcas a anunciar celulares com o Snapdragon 8 Elite Gen 5, novo chip topo de linha da Qualcomm. São três modelos que, como os nomes sugerem, chegam para disputar espaço com a linha iPhone 17: Xiaomi 17, Xiaomi 17 Pro e Xiaomi 17 Pro Max.

Xiaomi 17 tem bateria de 7.000 mAh

A frente do Xiaomi 17
A frente do Xiaomi 17 (imagem: divulgação/Xiaomi)

O Xiaomi 17 é um celular com tela OLED de 6,3 polegadas, resolução de 2656×1220 pixels e taxa de atualização de 120 Hz. No comando do modelo está o novíssimo chip Qualcomm Snapdragon 8 Elite Gen 5, como você já sabe.

Na versão de entrada, o Xiaomi 17 conta com 12 GB de RAM (LPDDR5X) e 256 GB de armazenamento interno (UFS 4.1). Mas há variantes nas configurações de 12 GB + 512 GB e de 16 GB + 512 GB.

Já a traseira abriga três câmeras, embora faça o smartphone parecer ter quatro. A principal tem sensor Light Fusion 950 de 50 megapixels. As outras duas também têm 50 megapixels, mas uma oferece lente teleobjetiva com zoom óptico de 2,6x, a outra é uma ultrawide. Voltando à frente, novamente encontramos uma câmera de 50 megapixels.

Tão ou mais notável é a bateria. O componente tem 7.000 mAh de capacidade e suporta recarga rápida de 100 W com fio ou de 50 W sem fio.

Traseira do Xiaomi 17
Xiaomi 17 traz três câmeras traseiras (imagem: divulgação/Xiaomi)

Xiaomi 17 Pro e 17 Pro Max têm tela na traseira

O Snapdragon 8 Elite Gen 5 também marca presença no Xiaomi 17 Pro e no Xiaomi 17 Pro Max. Aqui, é possível contar com 12 GB ou 16 GB de RAM (LPDDR5X), e com armazenamento interno de 256 GB a 1 TB (UFS 4.1).

A versão Pro mantém a tela de 6,3 polegadas do Xiaomi 17 “normal”, enquanto o modelo Pro Max traz um visor OLED de 6,9 polegadas e resolução de 2608×1200 pixels.

O que é mais interessante é que os dois modelos contam com uma tela traseira AMOLED ao lado das câmeras. É um detalhe que parece provocação, pois circularam rumores de que o iPhone 17 Pro teria um visor na mesma posição, o que não se confirmou.

No Xiaomi 17 Pro, o visor extra tem 2,7 polegadas e 120 Hz; na versão Pro Max, o componente conta com 2,9 polegadas e os mesmos 120 Hz. Em ambos os casos, a tela traseira, chamada de Dynamic Back Display, pode ser usada para mostrar relógios, notificações dinâmicas, notas do usuário, auxiliar em fotos, e assim por diante.

As telas dos modelos Xiaomi 17 Pro e Pro Max
As telas dos modelos Xiaomi 17 Pro e Pro Max (imagem: divulgação/Xiaomi)

Sobre as câmeras, novamente há três delas na traseira, todas de 50 megapixels, sendo que a principal tem sensor Light Fusion 950L. Os modelos Pro se diferenciam nesse aspecto por contarem com uma câmera periscópica com zoom de 5x.

A versão Max leva vantagem na bateria: o componente tem 7.500 mAh, enquanto o seu irmão menor conta com uma unidade de 6.300 mAh. As tecnologias de recarga rápida de 100 W com fio e de 50 W sem fio também marcam presença nos dois celulares.

Disponibilidade e preços da linha Xiaomi 17

Inicialmente, a linha Xiaomi 17 será comercializada na China a partir do dia 27 deste mês de setembro, devendo chegar a outros países de modo progressivo. Ainda não há previsão de lançamento oficial no Brasil, porém.

No mercado chinês, os preços iniciais convertidos para reais são estes:

  • Xiaomi 17: R$ 3.376
  • Xiaomi 17 Pro: R$ 3.751
  • Xiaomi 17 Pro Max: R$ 4.502

Todos os celulares da linha contam com o Android 16 e a interface HyperOS 3.

Xiaomi 17 chega com Snapdragon 8 Elite Gen 5; versões Pro têm tela traseira

Modelos Xiaomi 17 Pro e Pro Max têm visor traseiro (imagem: divulgação/Xiaomi)

Xiaomi 17 traz três câmeras traseiras (imagem: divulgação/Xiaomi)
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