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Como ver as senhas salvas no iPhone pelo celular ou PC

1 de Junho de 2026, 18:22
Como ver as senhas salvas no iPhone
Você pode visualizar as senhas salvas no iPhone pelo app “Senhas”; confira (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Você pode ver as senhas salvas no iPhone pelo app Senhas, que é o gerenciador de senhas nativo da Apple. Em versões do iOS 17 ou anteriores, você consegue visualizar as senhas salvas no aparelho ao entrar em “Ajustes” e abrir a seção “Senhas”.

Se preferir, você também pode acessar a lista de senhas salvas pelo app do iCloud para Windows. Mas para isso, é preciso que o iPhone esteja com a sincronização de senhas no iCloud ativada.

A seguir, saiba como verificar senhas salvas no iPhone pelo celular ou computador.

Como ver as senhas salvas no iPhone pelo celular

1. Entre em “Senhas” e confirme sua identidade

Em um iPhone com iOS 18 ou superior, abra o app Senhas e confirme sua identidade com Face ID, Touch ID ou código de acesso.

Caso esteja usando o iOS 17 ou anterior, vá em “Ajustes”, toque em “Senhas” e faça a autenticação de identidade.

Abrindo o app Senhas do iPhone
Abrindo o app Senhas do iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

2. Vá em “Todas” e escolha o app ou site desejado

Entre na seção “Todas” e escolha o site ou o app que você quer ver a senha salva.

Acessando o login salvo no app Senhas do iPhone
Acessando o login salvo no app Senhas do iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

3. Toque no campo “Senha” para ver a senha

Por fim, toque no campo “Senha” para visualizar a senha do serviço salva em seu iPhone.

Verificando a senha salva no iPhone
Verificando a senha salva no iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Como ver as senhas salvas no iPhone pelo PC com Windows

Atenção

Para seguir com os passos do tutorial abaixo, certifique-se de ter habilitado a sincronização do iPhone com as Senhas e Chaves do iCloud

1. Abra o iCloud e vá em “Abrir no App Senhas do iCloud”

Abra o aplicativo do iCloud em seu computador com Windows e faça login com a mesma Conta Apple usada no iPhone. Em seguida, clique em “Abrir no App Senhas do iCloud”, dentro da seção “Senhas e Chaves”.

Acessando o app Senhas do iCloud via PC com Windows
Acessando o app Senhas do iCloud via PC com Windows (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

2. Clique em “Iniciar sessão” e confirme sua identidade

Clique em “Iniciar sessão” e confirme a identidade com o Windows Hello, seja com reconhecimento facial, leitura de impressão digital ou PIN.

Confirmando a identidade da Conta Apple
Confirmando a identidade da Conta Apple (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

3. Escolha o serviço e passe o mouse em cima da senha

Selecione o serviço ou site desejado na coluna à esquerda. Depois, basta passar o mouse em cima da senha para exibir a senha salva.

Verificando a senha salva via iCloud
Verificando a senha salva via iCloud (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Também posso ver as senhas salvas no iPhone pelo Mac?

Sim. Você pode visualizar senhas salvas no iPhone ao fazer login no Mac com a mesma Conta Apple vinculada ao iPhone, abrir o app “Senhas”, escolher o serviço desejado e passar o mouse sobre o campo “Senha”.

E vale reforçar que você precisa ter sincronizado as senhas e chaves do iPhone no iCloud para visualizar os passwords pelo Mac ou outros dispositivos.

Por que não consigo ver senhas salvas no iPhone?

Há situações em que você não consegue visualizar as senhas salvas no iPhone. E os motivos podem envolver:

  • Preenchimento automático de senhas desativado: se o preenchimento automático de senhas não estiver habilitado, é possível que o iPhone não tenha salvado uma senha anteriormente digitada.
  • Conta Apple divergente: certifique-se de que está utilizando a Conta Apple correta, que contém os seus logins salvos.
  • Falha na autenticação: não será possível visualizar as senhas salvas no iPhone se você não confirmar sua identidade via Face ID, Touch ID ou código de acesso.
  • Senha excluída e já expirada: senhas excluídas há mais de 30 dias não vão aparecer no app Senhas do iPhone.
  • Chaves do iCloud desativadas: se você não ativou as senhas e chaves do iCloud, só poderá ver as senhas salvas pelo iPhone.
  • Acesso pela versão web do iCloud: você deve usar o app do iCloud para desktop, já que não é possível visualizar o app Senhas pela versão web do serviço.
  • iOS desatualizado: ao usar uma versão desatualizada do sistema operacional iOS, você pode enfrentar dificuldades para salvar uma senha ou visualizar senhas salvas no iPhone.

Consigo ver senhas que foram apagadas do iPhone?

Sim, desde que a senha tenha sido apagada dentro de 30 dias. Dentro desse prazo, basta abrir o app Senhas, entrar na seção “Apagadas”, localizar a senha apagada desejada e tocar em “Recuperar”.

Então, você conseguirá visualizar a senha recuperada nos serviços salvos dentro da ferramenta Senhas.

Posso excluir uma senha salva no iPhone?

Sim. Para excluir uma senha salva no iPhone, basta abrir o app ou a seção “Senhas”, escolher a conta do site ou serviço, tocar em “Editar”, e selecionar a opção “Apagar”.

Como ver as senhas salvas no iPhone pelo celular ou PC

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Abrindo o app Senhas do iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Acessando o login salvo no app Senhas do iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Verificando a senha salva no iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Acessando o app Senhas do iCloud via PC com Windows (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Confirmando a identidade da Conta Apple (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Verificando a senha salva via iCloud (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Metade das senhas pode ser hackeada em 1 minuto, diz estudo

11 de Maio de 2026, 09:35
Ilustração mostra seguranças defendendo computador contra vírus de computador e bombas que simulam ataques DDoS; esquema representa o conceito de cibersegurança
Sua senha provavelmente não é tão segura assim (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Kaspersky analisou 231 milhões de senhas vazadas na internet e descobriu que 48% delas podem ser decodificadas em menos de 1 minuto.
  • Cerca de 60% levam menos de 1 hora para serem descobertas.
  • Segundo a análise da empresa de cibersegurança, a capacidade de processamento das GPUs atuais facilita a descoberta por hackers.

Uma pesquisa feita pela Kaspersky descobriu que 48% das senhas já vazadas na internet podem ser descobertas por hackers em menos de um minuto. Além disso, a empresa de cibersegurança revelou outro dado que chama atenção: considerando um tempo maior para descobrir o código, de até uma hora, 60% das senhas usadas no mundo podem ser acessadas.

Segundo a análise, essa facilidade estaria relacionada à capacidade de processamento das placas de vídeo atuais, utilizadas por hackers para acelerar a quebra e decodificação de senhas.

Os resultados acendem um alerta importante de cibersegurança e reforçam a máxima: não dá mais para confiar apenas nas palavras-chave como recurso máximo de proteção para seus dados.

Para chegar nesses números, a Kaspersky analisou 231 milhões de códigos entre 2023 e 2026, e apenas 23% delas se mostraram seguras o suficiente, ou seja, dariam aos hackers um ano inteiro de trabalho para serem descobertas.

Placas de vídeo mais potentes aceleram quebra de senhas

O estudo atribui esse aumento na vulnerabilidade ao avanço das placas de vídeo usadas nos testes. Na edição anterior, publicada em 2024, a análise utilizava a GeForce RTX 4090, da Nvidia. Agora, os pesquisadores adotaram a RTX 5090, cuja capacidade de quebrar o algoritmo MD5 cresceu 34%, atingindo 220 bilhões de hashes por segundo.

Nvidia GeForce RTX 5090 (Imagem: Divulgação)
Placas atuais com alto poder de processamento facilitam o trabalho dos hackers (imagem: divulgação)

Vale explicar que hash, no caso, é uma função matemática que transforma a sequência de carácteres formada pela sua senha em um novo padrão codificado. E, conforme explica um artigo da Avast, MD5 é o algoritmo que gera esses hashes no processo de criptografia. Ou seja: o processo reverso de leitura e compreensão dessas funções para chegar à sequência original ficou bem mais rápida com a placa mais recente.

Pode parecer algo simples de “resolver”: nem todo hacker teria acesso a uma GPU top de linha como essa, que sai a, pelo menos, R$ 21.999 no e-commerce nacional. Ainda assim, a Kaspersky reforça a facilidade com que se pode ter acesso a esse poder de processamento por meio de serviços na nuvem, com aluguel bem mais barato por um tempo curto de uso.

Na prática, isso reduz a barreira para ataques automatizados. Se menos de um minuto já seria suficiente para quebrar quase metade das senhas analisadas — e uma hora bastaria para atingir 60% delas —, não seria necessário investir diretamente em uma placa topo de linha para quebrar as senhas.

Outro ponto levantado foi o esforço feito durante um ataque: ao conseguir decodificar uma senha, alguns padrões utilizados pelo algoritmo MD5 podem se repetir em muitas outras, facilitando a vida do hacker que faz essas tentativas com um grande número de contas como alvo e até justificando o uso de um processamento tão poderoso de uma vez só.

Como proteger a minha senha?

Além do alerta em si, a Kaspersky explica quais fatores contribuem para a vulnerabilidade das senhas. Sequências criadas por humanos, por exemplo, são mais previsíveis e até mesmo aquelas feitas por meio de uma inteligência artificial generativa podem ser descobertas mais facilmente, já que é possível identificar traços humanos no processo criativo.

Ilustração de profissional de cibersegurança
Senhas fortes (e grandes) dão mais trabalho para hackers, mas não são o suficiente (imagem: DC Studio/Freepik)

O fator mais determinante para dificultar a quebra na hora de decodificar foi o tamanho das senhas. Segundo a Kaspersky, 24 horas são suficientes para decifrar praticamente todas as sequências de oito caracteres, por exemplo.

Para reforçar a segurança das senhas, o estudo sugere:

  1. usar um gerenciador que crie sequências aleatórias;
  2. não anotar senhas em arquivos de texto;
  3. evitar o salvamento automático em navegadores;
  4. fazer atualizações periódicas automaticamente.

Esse último fator é, inclusive, determinante para uma segurança maior, chamado na pesquisa de “higiene digital”.

A principal dica, no entanto, é ativar recursos de autenticação em dois fatores, de preferência utilizando um aplicativo de autenticação como Google Authenticator, Authy e Yandex ID.

Apesar da possibilidade de fazer isso por códigos enviados via e-mail ou SMS, por exemplo, a dica é recorrer a esses apps, que geram sequências aleatórias e podem ficar disponíveis em todos os seus dispositivos.

Metade das senhas pode ser hackeada em 1 minuto, diz estudo

Entenda o que significa o conceito de cibersegurança (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Nvidia GeForce RTX 5090 (Imagem: Divulgação)
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