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O que é acelerômetro? Conheça o sensor de aceleração e inclinação de celulares

22 de Abril de 2026, 18:08
iPhone 17 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O acelerômetro ajuda a rotacionar a tela dos smartphones automaticamente, além de ter outras utilidades (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O acelerômetro é um sensor que identifica inclinações e gestos ao converter forças físicas em sinais digitais. Ele é fundamental em celulares para funções como a rotação automática da tela e o monitoramento de atividades físicas.

Por meio da tecnologia MEMS, o componente monitora deslocamentos nos eixos x, y e z usando uma massa microscópica suspensa. Para maior precisão espacial, o sistema atua em conjunto com o giroscópio para isolar o movimento real do hardware.

Além de smartphones, o acelerômetro está presente em smartwatches, controles de videogames, notebooks e carros. Geralmente, eles ficam soldados na placa-mãe dos aparelhos para garantir respostas instantâneas a qualquer vibração física detectada.

A seguir, conheça mais sobre o sensor acelerômetro, seu funcionamento detalhado e quais dispositivos ele costuma equipar. Também saiba a diferença do componente com o giroscópio.

O que é acelerômetro?

O acelerômetro é um sensor eletromecânico que capta mudanças na aceleração linear, permitindo que dispositivos identifiquem inclinações, gestos e até quedas bruscas. Ele converte as forças físicas em sinais digitais, viabilizando recursos essenciais, como a rotação automática de telas em celulares e tablets.

Para que serve o acelerômetro?

O acelerômetro monitora a aceleração linear e a inclinação do aparelho nos eixos x, y e z. Ao detectar forças inerciais e a gravidade, ele informa ao sistema a orientação espacial exata do hardware em tempo real.

Na prática, esse componente gerencia a rotação automática da interface de celulares e viabiliza o pedômetro para contagem de passos em aplicativos de saúde. Ele também permite comandos por movimentos em jogos e atua com o giroscópio para garantir estabilidade em ferramentas de realidade aumentada.

O que são acelerômetros
Exemplo de um sensor acelerômetro (imagem: Reprodução)

Como funciona um acelerômetro

O sensor acelerômetro opera geralmente por meio da tecnologia MEMS, um chip de silício que abriga uma massa de prova suspensa por molas microscópicas. Quando o celular se move, a inércia desloca essa peça, alterando a carga elétrica entre placas capacitivas para medir a força aplicada.

O sistema monitora três eixos espaciais (x, y, z), permitindo que o processador identifique inclinações e deslocamentos em um ambiente 3D. Para maior precisão, o software utiliza a fusão de sensores com o giroscópio, filtrando a gravidade para isolar apenas o movimento real.

Esses componentes têm alta sensibilidade e conseguem registrar amostras milhares de vezes por segundo para detectar desde passos até quedas. Essa velocidade permite que o smartphone reaja instantaneamente, convertendo vibrações físicas em comandos digitais úteis para o sistema operacional.

A calibração constante garante que o dispositivo identifique a orientação espacial correta, ajustando a interface entre os modos vertical e horizontal. Além de girar a tela, essa tecnologia é essencial para estabilizar fotos, contar calorias em exercícios e acionar recursos de segurança.

infográfico mostrando como funciona o acelerometro
A parte interior de um sensor acelerômetro MEMS (imagem: Reprodução/YoungWonks)

Quais são os tipos de acelerômetro?

Os acelerômetros são categorizados por mecanismos de detecção, números de eixos e design. Os mais comuns são:

  • Monoxiais (Single-axis): focados em medir a aceleração em uma única direção (eixo x), sendo ideais para monitorar vibrações lineares e constantes em maquinário industrial;
  • Multiaxiais (Dual/Tri-axial): capturam movimentos em dois ou três eixos perpendiculares, permitindo o rastreamento em 3D para drones e dispositivos de realidade virtual;
  • MEMS capacitivos: microchips que detectam mudanças na carga elétrica (capacitância) quando uma massa interna se move. São sensores compactos e econômicos, responsáveis por girar a tela do smartphone;
  • MEMS piezoresistivos: utilizam materiais que alteram a resistência elétrica ao serem deformados, tornando-os ultra-resistentes para testes de colisão e cenários de impactos severos;
  • Piezoelétricos: geram picos de voltagem ao comprimir cristais internos durante a aceleração, sendo a escolha padrão para captar vibrações acústicas e dinâmicas de alta frequência;
  • IEPE (Integrated Electronic Piezoelectric): evolução do modelo piezoelétrico com amplificação interna de sinal, reduzindo ruídos e facilitando a conexão direta em sistemas de aquisição de dados;
  • Servo (Force-balanced): operam por meio de um circuito magnético que anula o movimento da massa interna para garantir estabilidade e precisão absoluta em sistemas de navegação inercial.
Foto mostra tela do celular Samsung Galaxy A56 com contrastes intensos e preto profundo
Os acelerômetros MEMS capacitivos são os mais comuns em smartphones (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Quais dispositivos usam acelerômetro?

Estas são as categorias de dispositivos que utilizam o sensor acelerômetro:

  • Smartphones e tablets: os sensores ajustam a orientação da tela via rotação automática e transformam o aparelho em um volante em jogos de corrida, além de atuarem como contadores de passos integrados;
  • Smartwatches e smartbands: monitoram o gasto calórico ao converter oscilações do pulso em passos e identificam padrões de movimento para analisar a qualidade do sono do usuário;
  • Controles de videogame: detectam gestos e inclinações em tempo real usando os sensores, replicando as ações físicas do jogador no ambiente virtual;
  • Notebooks e HDs externos: acionam o sistema de proteção ativa ao detectar quedas livres, estacionando a cabeça de leitura do disco rígido para evitar perda de dados;
  • Equipamentos industriais: monitoram a vibração e o desgaste de motores pesados, garantindo que ferramentas de precisão mantenham o alinhamento e a inclinação correta em obras;
  • Veículos e aeronaves: disparam airbags instantaneamente em caso de desaceleração brusca (colisão) e auxiliam a navegação inercial quando o sinal de GPS fica indisponível.
Galaxy Tab A11 Plus com tela acesa exibindo ícones de aplicativos sobre mesa de madeira
Os acelerômetros também são usados em tablets (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Onde fica o acelerômetro do celular?

O sensor acelerômetro é soldado diretamente na placa-mãe do celular, operando via sistemas eletromecânicos. Sua localização estratégica, geralmente centralizada ou próxima às bordas, permite captar movimentos com máxima precisão e agilidade.

O componente costuma ser posicionado próximo ao processador principal no iPhone, enquanto frequentemente reside perto da câmera em modelos Android. A proximidade com o giroscópio é essencial para o sistema processar inclinações e rotações da tela instantaneamente.

imagem mostra onde o acelerômetro fica localizado no celular
Os acelerômetros costumam ser soldados no centro da placa-mãe dos celulares (imagem: Reprodução/EDN)

Qual é a diferença entre acelerômetro e giroscópio?

O acelerômetro é um sensor de smartphone com a função de medir a aceleração linear em três eixos, detectando variações de velocidade e a força gravitacional para identificar inclinações. Ele é o responsável por funções básicas, como contar passos ou ajustar a orientação da tela quando a pessoa vira o aparelho.

O giroscópio monitora a velocidade angular, rastreando a taxa de rotação em torno dos eixos para determinar mudanças precisas de orientação. Esse sensor oferece uma camada extra de precisão, permitindo que o sistema entenda exatamente a posição do celular no espaço 3D.

O que é acelerômetro? Conheça o sensor de aceleração e inclinação de celulares

iPhone 17 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Tela Super AMOLED do Samsung Galaxy A56 exibe contrastes intensos e preto profundo (foto: Ana Marques / Tecnoblog)

Galaxy Tab A11 Plus: campeão em custo-benefício? (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Notebooks baratos vão sumir até 2028, prevê consultoria

3 de Março de 2026, 10:34
Mercado de celulares de entrada também será atingido (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A crise dos chips aumentará os preços das memórias RAM e SSDs, impactando PCs e smartphones até 2028.
  • Notebooks baratos desaparecerão do mercado em até dois anos devido ao aumento dos custos de produção.
  • A demanda dos data centers de IA por memória afetará a disponibilidade de celulares e consoles, atrasando lançamentos.

O segmento de PCs de entrada deve desaparecer do mercado em até dois anos. A previsão drástica é de um novo relatório da consultoria Gartner, que detalha como o boom dos preços de memória em nível global afetará toda a cadeia de produção. Segundo a análise, esse fenômeno reduzirá as remessas globais de computadores em 10,4% e de smartphones em 8,4% já ao longo de 2026.

O que está causando essa crise?

A resposta direta está na estimativa de um aumento de 130% nos preços de memória DRAM e armazenamento SSD ainda este ano. Esse salto astronômico resultará num reajuste inevitável aos consumidores, encarecendo a fabricação de PCs em 17% e de smartphones em 13%, na comparação com 2025.

Toda a indústria tecnológica já se prepara para o que algumas publicações estão chamando de RAMmageddon, impulsionado por uma escassez severa na produção e a fome insaciável dos data centers de inteligência artificial por mais memória.

Historicamente, a memória de um PC representava cerca de 16% do custo total da lista de materiais. Com a crise atual, esse número atingirá 23%. O analista da Gartner Ranjit Atwal explica que essa margem elimina a capacidade das fabricantes e dos fornecedores de absorverem os custos. Como as máquinas de entrada já possuem uma margem de lucro extremamente baixa, produzi-las se tornará um negócio financeiramente inviável.

O resultado? O fim do segmento de computadores baratos e a maior contração nas remessas de dispositivos em mais de uma década.

Fim do notebook “baratinho” no Brasil

imagem de uma mulher segurando um cartão de crédito na frente de um notebook
Comprar um notebook no Brasil exigirá um investimento maior (imagem: Rupixen/Unsplash)

Trazendo essa realidade para o mercado brasileiro, o cenário acende um alerta para o varejo e para o consumidor. Atualmente, é possível encontrar notebooks básicos de entrada no país — geralmente equipados com processadores modestos, 8 GB de RAM e algum SSD — abaixo dos R$ 2 mil.

Se aplicarmos o repasse projetado de 17%, esse equipamento subiria mais de R$ 300. Contudo, no Brasil o cenário é mais complicado. O repasse gringo é focado apenas no custo de fabricação. Por aqui, entram na conta a flutuação do dólar e o efeito cascata dos impostos.

Vale lembrar que, no final de fevereiro, o governo federal chegou a propor o aumento da tarifa de importação de notebooks e smartphones de 16% para 20%. O governo recuou após pressão popular, mas, como os impostos são cobrados sobre o valor do produto importado, uma máquina cuja base já é mais cara em dólar gerará um tributo final maior em reais. Somando a isso a margem de lucro das varejistas, o salto no preço final de prateleira será relevante. Na prática, a barreira financeira para comprar um computador novo deve subir.

Além da alta nos preços, a consultoria aponta para o desinteresse comercial. Em vez de produzir e vender um notebook básico encarecido, as marcas preferem direcionar as memórias escassas para laptops premium, onde as margens de lucro justificam o investimento.

Celulares e consoles também vão sofrer

A demanda dos data centers de IA por chips e memórias também causará um tombo nas vendas de celulares. A Gartner alerta que os usuários de smartphones básicos serão os mais afetados, precisando recorrer cada vez mais a aparelhos de segunda mão.

O setor de games também começa a sentir o baque. A Valve relatou que o Steam Deck tem ficado indisponível com frequência, alertando que o problema se tornará rotineiro devido à falta de componentes. Já a nova geração de consoles pode demorar mais para chegar. Informações divulgadas pela Bloomberg indicam que a Sony avalia adiar o lançamento do PlayStation 6 para 2028 ou 2029. Lançar o hardware nos próximos dois anos significaria esbarrar na escassez de peças ou ter que anunciar um preço final inviável para os compradores.

Notebooks baratos vão sumir até 2028, prevê consultoria

Aumento de preço da memória RAM (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(imagem: Rupixen/Unsplash)

Governo desiste de aumentar imposto de smartphones e eletrônicos

27 de Fevereiro de 2026, 19:07
Fachada do prédio do Ministério da Fazenda, com letreiro identificando o órgão
Ministério da Fazenda defendeu aumento, alegando risco de colapso da cadeia produtiva brasileira (foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Resumo
  • O governo federal revogou o aumento do imposto de importação para 15 itens de informática e telecomunicações, retornando às alíquotas antigas.
  • A decisão inclui tarifas de 16% para smartphones e notebooks e 10,8% para gabinetes, placas-mãe, mouses, mesas digitalizadoras e SSDs.
  • 105 itens de bens de capital, informática e telecomunicações terão tarifa zero por 120 dias, seguindo regras de ex-tarifário.

O governo federal revogou, nesta sexta-feira (27/02), o aumento no imposto de importação cobrado de 15 itens de informática. Com a decisão do Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex), as alíquotas anteriores voltam a valer.

Os seguintes produtos voltarão a ter as tarifas indicadas:

  • Smartphones: 16%
  • Notebooks: 16%
  • Gabinetes com fonte de alimentação: 10,8%
  • Placas-mãe: 10,8%
  • Mouses e track-balls: 10,8%
  • Mesas digitalizadoras: 10,8%
  • Unidades de memória SSD: 10,8%

Além disso, 105 itens de bens de capital, informática e telecomunicações terão tarifa zero por 120 dias. Essa segunda lista acolheu pedidos protocolados por empresas, seguindo as regras de ex-tarifário, que permitem zerar imposto para produtos sem similar nacional.

Aumento de imposto teve reação negativa

O aumento dos tributos foi anunciado no fim de janeiro e definia alíquotas até 7,2 pontos percentuais maiores para mais de 1,2 mil produtos, com uma lista que vai de prensas a reatores nucleares. O recuo, portanto, ainda deixa muitos produtos na lista.

O Ministério da Fazenda argumentou que o aumento era necessário diante de uma escalada da importação de bens de capital e bens de informática e telecomunicações, que ameaçaria “colapsar elos da cadeia produtiva”.

Fernando Haddad, titular da pasta, afirmou que a tarifa maior não encareceria smartphones, pois 90% dos aparelhos comprados no Brasil eram produzidos no próprio país. Já a Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) declarou, em nota, que o aumento do imposto fortaleceria a indústria nacional e aumentaria a geração de empregos.

A medida teve repercussões negativas no Congresso Nacional, nos setores industriais (de máquinas e de eletroeletrônicos, por exemplo) e nas redes sociais. Empresários do setor de importações alegaram que a indústria nacional de bens de capital não consegue atender à demanda interna e está defasada em relação ao mercado externo.

A revogação não chega a surpreender, já que, desde o início da semana, integrantes do governo defendiam rever a decisão para evitar desgaste em ano eleitoral.

Com informações do G1, Folha de S.Paulo e Agência Brasil

Governo desiste de aumentar imposto de smartphones e eletrônicos

Volta às aulas: Notebook Acer Nitro surge com 33% OFF no Mercado Livre

6 de Fevereiro de 2026, 15:29

Prós
  • Intel Core i5 de oito núcleos com alto desempenho multitarefa
  • RTX 4050 com suporte a DLSS e ray tracing
  • Tela Full HD com taxa de 144 Hz
Contras
  • Autonomia limitada para uso longe da tomada
PIX
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Acer Nitro V15 (ANV15-51-54DL) está saindo por R$ 4.654 no Pix no Mercado Livre. A promoção de volta às aulas oferece no notebook com processador Intel Core i5 e GPU RTX 4050 um desconto de 33% sobre o preço de lançamento de R$ 6.999.

Acer Nitro V15 vem com Intel Core i5 e GPU RTX 4050

Notebook Acer Nitro V15
Processador Core i5 do Acer Nitro V15 tem bom desempenho em multitarefa (imagem: reprodução/Acer)

O modelo ANV15-51-54DL vem com um processador Intel Core i5 13420H com clock de 4,6 GHz, além de 8 GB de RAM e 512 GB de espaço interno. O kit na prática dá conta de estudos, programação e ações em multitarefa.

A GPU é uma RTX 4050 da Nvidia que com 6 GB de memória GDDR6 e suportes a DLSS e ray tracing, possui a capacidade de executar jogos em Full HD ou em configurações medianas.

A tela LED IPS de 15,6 polegadas apresenta resolução Full HD, brilho de 250 nits e taxa de atualização de 144 Hz; uma marca mínima para manter o desempenho em jogos competitivos, onde a resposta aos comandos deve ser rápida.

Notebook Acer Nitro V15 (imagem: Divulgação/Acer)
Notebook Acer Nitro V15 (imagem: Divulgação/Acer)

Este notebook suporta expansão tanto do armazenamento quanto da RAM, podendo ser equipado com até dois SSDs NVMe de 1 TB (PCIe 4.0 e 3.0) e dois pentes de 16 GB DDR5 de até 5.200 MHz para um total de 32 GB de memória.

O Acer V15 conta com as conexões Wi-Fi 6 (AX), Bluetooth 5.1 ou superior. O usuário vai ter a disposição saída para HDMI, três portas USB-A 3.1 e uma USB-C, conector Ethernet Gigabit e saída P2 para fone de ouvido/headset. Por outro lado, não oferece entrada para cartões de memória.

O Acer Nitro V15 (ANV15-51-54DL) sai da caixa rodando Windows 11 Home e está em oferta por R$ 4.654 no Pix no Mercado Livre. Um desconto de 33% sobre o valor original do notebook para a volta às aulas.

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Volta às aulas: Notebook Acer Nitro surge com 33% OFF no Mercado Livre

Projeto que isenta notebooks trazidos do exterior avança no Congresso

4 de Fevereiro de 2026, 18:30
Notebook Positivo Duo C464D
Projeto prevê que notebooks sejam item de uso pessoal (foto: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara aprovou projeto que isenta notebooks do Imposto de Importação, equiparando-os a itens de uso pessoal.
  • O projeto ainda será analisado pelas Comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania antes de seguir para o Senado.
  • A proposta prevê isenção para notebooks de viajantes, desde que não indiquem finalidade comercial, e tramita em caráter conclusivo.

A Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que isenta do Imposto de Importação computadores portáteis trazidos do exterior por viajantes, desde que destinados a uso próprio. A proposta busca atualizar as regras de bagagem acompanhada, alinhando a legislação à rotina de quem depende desses equipamentos no dia a dia. A decisão foi tomada em novembro, mas divulgada pela equipe de comunicação da Câmara nos últimos dias.

Com o aval da comissão, o texto dá mais um passo na tramitação legislativa, mas ainda precisa passar por outras instâncias antes de virar lei. A ideia central é acabar com a tributação aplicada hoje a notebooks que ultrapassam a cota de valor, prática comum da Receita Federal.

O que muda com a isenção de notebooks na bagagem?

Projeto que isenta notebooks trazidos do exterior avança na Câmara
Deputado Zé Adriano é relator do projeto na Câmara (foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados)

O texto aprovado é um substitutivo apresentado pelo relator, o deputado Zé Adriano (PP-AC), ao Projeto de Lei 2204/25, de autoria do deputado Dr. Jaziel (PL-CE). A versão detalha as regras de bagagem para dar maior segurança jurídica à isenção.

Pela proposta, a bagagem de viajantes procedentes do exterior será isenta do Imposto de Importação para bens novos ou usados destinados a uso ou consumo pessoal, ou ainda para presentear, desde que a quantidade, a natureza e a variedade dos itens não indiquem finalidade comercial ou industrial.

O substitutivo inclui expressamente o computador portátil pessoal – como notebook ou laptop – na lista de bens isentos, desde que o equipamento seja compatível com as circunstâncias da viagem e esteja em uso pelo viajante. Atualmente, o Regulamento Aduaneiro já prevê isenção para itens como celular e relógio de pulso, mas não trata o notebook da mesma forma.

“O uso de notebooks já faz parte da vida cotidiana. Não é razoável que esse tipo de equipamento continue sendo tratado como item de revenda ou de destinação comercial”, afirmou Dr. Jaziel, autor do projeto original.

Notebook bagagem
Comissão aprova isenção de tributos para notebook de uso pessoal trazido do exterior por viajantes (Imagem: d3images/Freepik)

Quais são os próximos passos da tramitação?

A proposta tramita em caráter conclusivo, o que significa que não precisa ser votada pelo Plenário da Câmara se for aprovada em todas as comissões responsáveis. Após a Comissão de Desenvolvimento Econômico, o texto ainda será analisado pela Comissão de Finanças e Tributação, que avalia o impacto orçamentário, e pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, responsável por verificar a constitucionalidade.

Caso seja aprovado nessas etapas sem recursos, o projeto segue diretamente para o Senado, que atuará como Casa revisora. Se os senadores fizerem alterações, o texto retorna à Câmara para nova análise. Se for aprovado sem mudanças, segue para sanção presidencial.

Mesmo em tramitação conclusiva, o projeto pode ser levado ao Plenário se ao menos 52 deputados apresentarem recurso. Só após a aprovação nas duas Casas e a sanção do presidente da República a isenção passa a valer.

Com informações da Agência Câmara de Notícias

Projeto que isenta notebooks trazidos do exterior avança no Congresso

Notebook Positivo Duo C464D (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Notebooks mais fáceis de consertar voltam ao radar da indústria

7 de Janeiro de 2026, 18:22
Imagem mostra um notebook Lenovo Thinkpad desmontado em módulos
Design modular ganha força na CES 2026 (imagem: reprodução/Lenovo)
Resumo
  • Dell, HP e Lenovo apresentaram na CES 2026 notebooks que facilitam o reparo, reforçando uma tendência de maior modularidade.
  • Acer e Asus também adotam abordagens de design que facilitam reparos e manutenção.
  • Apple, por outro lado, segue o caminho do hardware integrado e espessura reduzida.

Durante a CES 2026, em Las Vegas, as principais fabricantes de PCs reforçaram uma tendência de mudança no desenvolvimento dos computadores: mais modularidade. Dell, HP e Lenovo apresentaram notebooks que facilitam a manutenção, atendendo uma demanda de consumidores por equipamentos que permitam trocar componentes para aumentar a vida útil.

Esse movimento marca uma virada na filosofia de design que dominou a indústria na última década. Em vez de peças soldadas e chassis colados, os novos modelos utilizam estruturas que permitem acesso rápido a teclados, baterias, módulos de memória e armazenamento.

Mais modularidade em 2026

Notebook fino visto de perfil, parcialmente aberto, apoiado sobre a palma de uma mão. O equipamento tem acabamento escuro e mostra a espessura reduzida da base e da tela. Na lateral, é possível ver portas de conexão. O fundo é liso, em tom azul-claro, destacando o design leve e minimalista do computador.
XPS 14 e 16 têm espessura de 13,4 mm (imagem: divulgação)

A Lenovo aproveitou o evento para introduzir o design modular Space Frame na linha ThinkPad X1 Carbon Gen 14 Aura Edition. Embora mantenha o visual característico da marca, a nova estrutura interna foi projetada para simplificar reparos e atualizações.

A Dell ressuscitou a linha XPS e revelou o XPS 14 e o XPS 16, com atualizações que seguem a mesma lógica, facilitando a troca de componentes que sofrem desgaste natural, como teclado e bateria, sem a necessidade de procedimentos complexos. A HP anunciou medidas na mesma linha.

Na CES, o vice-presidente e COO da Dell, Jeff Clarke, também admitiu que a IA não é um critério relevante para os consumidores na hora da compra. O posicionamento destoa da maioria das fabricantes de PCs hoje.

Essa tendência de modularidade é apoiada também pela Intel, que propôs recentemente uma nova arquitetura que divide a placa-mãe em módulos. O objetivo é permitir que usuários troquem apenas o módulo do processador ou de conectividade, reaproveitando o restante do chassi e periféricos.

Fabricantes como Acer e Asus também demonstram movimentos nesse sentido, mas com focos distintos. A Acer mantém a linha Vero, construída com plásticos reciclados e projetada para ser facilmente desmontada para reciclagem ou reparo.

Já a Asus, que investe fortemente em ultraportáteis com a linha Zenbook, tem implementado melhorias na acessibilidade interna, reduzindo o uso de adesivos em favor de parafusos convencionais e facilitando a abertura do chassi.

Apple segue caminho oposto

MacBook Pro com chip Apple M1 Max sobre uma mesa de madeira
MacBook Pro com chip Apple M1 Max (foto: Darlan Helder/Tecnoblog)

A Apple vai por outro caminho e prefere manter sua estratégia de hardware integrado e espessura reduzida. A transição para os chips Apple Silicon (M1, M2 e sucessores), por exemplo, marcou o fim da RAM e do armazenamento expansíveis, componentes agora incorporados diretamente ao processador ou soldados à placa lógica.

Rumores indicam que o MacBook Pro de 2026 será ainda mais fino que os modelos atuais, possivelmente adotando telas OLED para economizar espaço interno, segundo o 9to5Mac. No passado, a busca incessante pela finura resultou em falhas de design, como o “teclado borboleta” de 2016, que se provou pouco confiável e de difícil substituição.

Para a empresa, a integração total permite um controle mais rígido sobre desempenho e design, mas o custo é a perda de autonomia do usuário. O reparo de um MacBook costuma exigir assistência técnica especializada e, em muitos casos, a troca de toda a placa-mãe, elevando drasticamente o custo do serviço.

Reparabilidade é importante para o consumidor brasileiro

Para o consumidor local, a possibilidade de investir em equipamentos que permitem atualizações e reparos mais acessíveis representa uma escolha lógica diante da realidade econômica.

Com a previsão de que notebooks e celulares fiquem até 20% mais caros em 2026, devido ao encarecimento global de semicondutores, o comprador brasileiro tende a priorizar o conserto em vez da substituição total do produto.

Além do fator econômico, há uma questão ambiental. Dados do Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (SINIR) e da ONU indicam que o Brasil é o maior produtor de lixo eletrônico da América Latina, gerando mais de 2 milhões de toneladas anualmente. A facilidade de reparo ajuda a frear o descarte irregular.

Notebooks mais fáceis de consertar voltam ao radar da indústria

Design modular ganha força na CES 2026 (imagem: reprodução/Lenovo)

XPS 14 e 16 têm espessura de 13,4 mm (imagem: divulgação)

MacBook Pro com chip Apple M1 Max (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Xepa de Natal: Notebook Dell Inspiron 15 cai 26% em oferta na Amazon

29 de Dezembro de 2025, 19:55
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O notebook Dell Inspiron 15 I15-I1300-A30P está saindo por R$ 2.969,10 no Pix em promoção na Amazon. É um desconto de 26% em relação ao preço de lançamento (R$ 3.999). Esse laptop se destaca por ter um bom custo-benefício, com preço acessível e poder de processamento.

Dell Inspiron 15 tem design ergonômico, Intel Core i5 e tela Full HD

O notebook tem na tela um de seus principais pontos fortes. O painel WVA conta com resolução Full HD, ângulo de visão mais amplo e cores com mais saturação. Um diferencial é a taxa de atualização de 120 Hz — com ela, rolar páginas e assistir transições se torna uma experiência mais suave e agradável.

Notebook Dell Inspiron 15
Notebook Dell Inspiron 15 (imagem: Divulgação/Dell)

Outro ponto interessante do modelo é a preocupação com a ergonomia. A tampa é ligeiramente protuberante, o que significa que o notebook fica levemente inclinado quando aberto. Assim, a digitação é mais confortável, e a tela fica um pouco mais alta, ajudando na postura.

Entrando nas especificações do hardware, o Dell Inspiron 15 vem com processador Intel Core i5-1334U, com 10 núcleos e 4,6 GHz de clock máximo, o que ajuda a concluir com rapidez tarefas do dia a dia. A GPU integrada Intel UHD lida bem com edições básicas de imagens e vídeos, mas não é indicada para jogos pesados ou softwares com gráficos complexos.

Inspiron 15 3000 na cor preta (imagem: divulgação/Dell)
Dell Inspiron 15 na cor preta (imagem: divulgação/Dell)

Completando, temos um SSD de 512 GB, que consegue entregar um bom espaço para armazenar documentos, fotos, vídeos e programas, além de contar com boa velocidade de acesso. Além disso, há 8 GB de RAM DDR4, o suficiente para rodar de modo eficiente tarefas em paralelo. O Dell Inspiron 15 dá ainda a possibilidade de expandir a RAM, com um segundo slot para mais 8 GB.

O notebook da Dell conta ainda com bateria de 41 Wh, com promessa para autonomia de 9h. Nas laterais, há portas HDMI, USB-C para dados e duas USB-A. Ele conta também com webcam HD, microfone e som estéreo. E para finalizar, vem com o sistema Windows 11 Home instalado.

O Dell Inspiron 15 está em promoção na Amazon, sendo vendido por R$ 2.969,10 no Pix, um desconto de 26% em relação ao seu lançamento.

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Xepa de Natal: Notebook Dell Inspiron 15 cai 26% em oferta na Amazon

Notebook Dell Inspiron 15 (imagem: Divulgação/Dell)

Inspiron 15 3000 na cor preta (imagem: divulgação/Dell)

Chega de conta de luz! Homem usa 1.000 baterias de notebook para iluminar a casa

26 de Novembro de 2025, 09:28
Baterias de íon de lítio fornecem energia para toda a residência (imagem: reprodução/Glubux)
Resumo
  • O homem conhecido como Glubux criou um sistema solar autônomo com baterias de notebook recicladas, acumulando 56 kWh de capacidade desde 2016.
  • O sistema, estabilizado com triagem rigorosa de células, utiliza 24 painéis solares de 440 W e um conversor de 3 kVA para abastecer a casa.
  • O projeto inspirou outros entusiastas a criarem sistemas semelhantes, como um usuário na Alemanha que acumulou 10 kWh com células 18650.

Um entusiasta de tecnologia conhecido como Glubux transformou cerca de mil baterias de notebooks descartadas em um sistema solar autônomo que abastece a casa dele há oito anos. Ele relata, desde 2016, a evolução do projeto para uma instalação com 56 kWh de armazenamento.

O projeto, exibido no fórum Second Life Storage, se baseia no reaproveitamento das células de íon-lítio (modelo 18650) presentes em baterias de laptops antigos.

Projeto de oito anos

Glubux explica que, nos primeiros meses após adicionar as primeiras baterias de notebook coletadas (cerca de 650 unidades), o sistema apresentou instabilidades causadas pela mistura de células com capacidades e desgastes diferentes.

Glubux começou com cerca de 650 unidades (imagem: reprodução/Glubux)

O problema o levou a adotar uma triagem mais rigorosa:

  • Todas as baterias passaram a ser abertas
  • Células fracas eram descartadas
  • Apenas as mais consistentes eram organizadas em blocos padronizados de 100 ampères-hora (Ah).

Esses blocos foram instalados em um galpão a cerca de 50 metros da casa dele, onde também ficam os controladores de carga e inversores responsáveis por proteger e gerenciar o equipamento no dia a dia.

Expansão do sistema

Com a estabilidade resolvida, o sistema cresceu. Glubux instalou 24 painéis solares de 440 W, garantindo a recarga mesmo durante os meses de menor insolação. A coleta de baterias descartadas continuou até atingir a marca de mil unidades processadas.

uatro painéis solares monocristalinos de cor preta, montados em estruturas de suporte inclinadas em um campo gramado. Os painéis estão dispostos em pares, voltados para o céu limpo para captação de energia. O fundo é dominado por uma densa linha de árvores verdes sob a luz do sol, sugerindo uma instalação de energia solar fora da rede ou em área rural.
Sistema usa de painéis solares (imagem: reprodução/Glubux)

Atualmente, o arranjo funciona em 24 V, ligado a um conversor de 3 quilovolt-ampère (kVA) que alimenta toda a casa, incluindo iluminação, eletrodomésticos e eletrônicos.

Segundo o site Scienceclock, o sistema não registrou falhas de células desde a configuração final — um bom sinal, considerando que todas vieram de baterias descartadas.

Ação inspirou outros projetos

Muralha de módulos de armazenamento de energia construídos com pilhas verticais de células de bateria de íon de lítio (18650). As células são dispostas em racks pretos, com algumas colunas em vermelho, verde e rosa. Cabos e fusíveis de segurança vermelhos estão conectados ao topo das colunas, sugerindo um sistema de bateria de alta capacidade, feito sob medida, para uso em casa ou em sistemas solares off-grid.
Usuários do fórum relatam experiências parecidas (imagem: reprodução/waldschrat)

O projeto fez com que outros entusiastas no fórum investissem em soluções parecidas. Usuários continuam respondendo ao post, contando as próprias experiências e questões para a criação dos projetos.

Em uma das respostas, feita neste ano, um usuário da Alemanha relata ter construído seu próprio sistema de 24V com células 18650 há mais de 5 anos, em que foi possível acumular cerca de 10 kWh de capacidade, adaptando a fiação antiga de sua casa na Baviera.

Chega de conta de luz! Homem usa 1.000 baterias de notebook para iluminar a casa

(imagem: reprodução/Glubux)

(imagem: reprodução/Glubux)

(imagem: reprodução/waldschrat)

Novo PC portátil da Lenovo já pode ser vendido no Brasil

13 de Novembro de 2025, 10:38
Legion Go 2 foi anunciado pela Lenovo em setembro (imagem: divulgação)
Resumo
  • Legion Go 2 da Lenovo foi homologado pela Anatel e já pode ser vendido no Brasil.
  • O PC portátil possui duas versões: uma com CPU Ryzen Z2 e outra com Ryzen Z2 Extreme.
  • Especificações incluem tela OLED de 8,8 polegadas, RAM de até 32 GB, SSD de até 2 TB e bateria de 74 Wh.

Não é só a Asus que quer capturar o público gamer brasileiro: a Lenovo homologou dois modelos do seu novo PC portátil, o Legion Go 2. A principal diferença entre eles está na CPU: o modelo 8ASP2 é o topo de linha com Ryzen Z2 Extreme, enquanto o 8AHP2 utiliza o chip Ryzen Z2. 

Com a certificação, emitida na última terça-feira (11/11), o console já pode ser vendido no Brasil. Ele também deverá receber a nova interface Xbox Experience for Handheld (Experiência Xbox para Portátil), que estreou na linha ROG Xbox Ally, já homologada por aqui.

Certificado de homologação do Lenovo Legion Go 2 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Demais especificações técnicas

Lenovo Legion Go 2 em sua foto de certificação, sem os controles destacáveis
Dispositivo sem os controles destacáveis (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
  • Memória RAM de 16 GB ou 32 GB
  • LPDDR5x-8000 no modelo com Z2 Extreme, LPDDR5x-7500 no modelo Z2
  • Os chips instalados são LPDDR5x-8533, mas rodam em clocks menores
  • Tela OLED multi-touch de 8,8 polegadas de 1.920 x 1.200 pixels, taxa de atualização variável de até 144 Hz com proteção de vidro Gorilla Glass 3
  • SSD NVMe de 512 GB, 1 TB ou 2 TB (a última opção apenas no modelo com Z2 Extreme)
  • Leitor de cartão microSD
  • Bateria de 74 Wh com carregador de 65 W
  • Duas portas USB-C, capazes de USB 4 40 Gb/s e DisplayPort, além de portas USB-C para recarga nos controles removíveis
  • Saída para fones de ouvido P2
  • Peso de aproximadamente 920 gramas
  • Windows 11 Home

Disponibilidade e preço no Brasil

Ainda não temos informações de quando o modelo chegará ao Brasil, mas a homologação é um bom indicativo de que a Lenovo quer lançar o dispositivo por aqui. E preparem-se, porque não deve ser barato. 

Nos EUA, o Legion Go 2 custa incríveis US$ 1.099 (aproximadamente R$ 5.560, em conversão direta), na versão com 16 GB de RAM e 1 TB de SSD. A versão topo de linha, com Ryzen Z2 Extreme, 32 GB de RAM e SSD de 2 TB, custa US$ 1.479 (R$ 7.830).

Apenas para comparação, o Legion Go S está disponível no Brasil por pouco menos de R$ 6.200, mas é vendido nos EUA por US$ 499.

Com informações do The Verge

Novo PC portátil da Lenovo já pode ser vendido no Brasil

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Legion Go 2 foi homologado pela Anatel e pode ser comercializado no país. Segunda geração do console traz CPU AMD Ryzen Z2 e tela de 8,8 polegadas.

Lenovo Legion Go 2 (imagem: divulgação/Lenovo)

Certificado de homologação do Lenovo Legion Go 2 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
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