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iPhone 17 Pro e Galaxy S26 Ultra superam rivais em teste de carregador

15 de Maio de 2026, 18:51
iPhone 17 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone 17 Pro supera rivais em teste e tem melhor desempenho de recarga do mercado (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Panorama geral: O iPhone 17 Pro foi eleito o celular com a recarga mais rápida do mercado em testes da CNET, superando 32 modelos na média combinada entre os critérios com e sem fio.
  • Apenas com cabo: O Galaxy S26 Ultra liderou este segmento, atingindo 76% de carga em 30 minutos com 60 Watts de potência, enquanto o iPhone 17 Pro alcançou 74% no mesmo período com 40 Watts.
  • Apenas indução: O iPhone 17 Pro dominou a categoria sem fio ao carregar 55% da bateria em 30 minutos, ficando à frente de outros modelos da Apple e do Galaxy S26 Ultra, que atingiu 39%.

O iPhone 17 Pro recebeu o título de celular com o carregamento mais rápido do mercado após testes realizados em laboratório. O modelo top de linha da Apple teve um aproveitamento maior que os outros 32 modelos quando considerados os critérios de recarga por fio e sem fio. Ele ficou à frente do iPhone 17 Pro Max e rivais de marcas como Samsung, Motorola e OnePlus.

Apesar da vantagem no cômputo geral, o celular da maçã ficou atrás do Galaxy S26 Ultra especificamente no carregamento via cabo, dominado pelo top de linha da Samsung. Outros modelos considerados nos testes foram o Galaxy Z Fold 7, Galaxy S25 FE, Moto G Stylus 2025 e OnePlus 15.

Recarga com cabo

Smartphone cinza posicionado horizontalmente sobre um tecido tramado cinza. A tela exibe um aplicativo de notas com fundo branco e a frase manuscrita em azul "Olá Tecnoblog!", acompanhada de um desenho de coração. Abaixo do aparelho, há uma caneta stylus (S Pen) na cor branca com ponta fina e um detalhe metálico no topo. A interface da tela mostra ícones de ferramentas de edição e botões virtuais de navegação. No canto inferior direito da imagem, consta a marca d'água "tecnoblog".
Galaxy S26 Ultra (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Os testes foram feitos com os respectivos cabos que acompanham os aparelhos, todos plugados em um adaptador de tomada com velocidade máxima de carga equivalente ou maior que o celular em questão. Nesse cenário padrão, o Galaxy S26 Ultra chegou aos 76% de bateria nos 30 minutos, enquanto o iPhone 17 Pro ficou com 74%.

Vale reforçar que o modelo da Apple tem suporte a 40 Watts, enquanto o aparelho da Samsung alcançou a carga maior com seus 60 Watts de potência máxima. Ambos foram testados em seus cenários ideais.

Além deles, outros modelos chamaram atenção: o Moto G Style 2025, que também foi a 74%, e o OnePlus 15, com 72%. Logo em seguida aparecem os iPhones 17 e 17 Pro Max, com 69%, mesmo nível de recarga do Galaxy S25 FE.

Recarga sem fio

Ao considerar o carregamento por indução, o iPhone 17 Pro chegou a 55% dentro de 30 minutos, superando outros modelos da maçã, como iPhone 17 Pro Max (53%), iPhone 17 (49%) e iPhone Air (47%). Já o Galaxy S26 Ultra chegou a 39% durante o período.

As avaliações foram realizadas pela equipe técnica do site especializado CNET, que tentou descobrir o comportamento do smartphone com uma recarga partindo de 10%, pelo período de 30 minutos. Eles fizeram duas tabelas: uma com a recarga por cabo e outra com a recarga por indução (nos padrões Qi, Qi2 e Qi2.2). Um dos motivos apontados para a vantagem do iPhone 17 Pro foi o tamanho da bateria, com 4.252 mAh, menor que os 5.000 mAh presentes em outros telefones.

iPhone 17 Pro e Galaxy S26 Ultra superam rivais em teste de carregador

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Ranking considera a carga máxima atingida em 30 minutos, tanto na tomada quanto por indução.

iPhone 17 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

S Pen permanece no Galaxy S26 Ultra (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 17 Pro Max (2 TB) tem R$ 4 mil de desconto em promoção no Mercado Livre

13 de Maio de 2026, 18:25
R$ 18.499,0022% OFF

Prós
  • Câmera frontal Center Stage de 18 MP
  • Tela OLED com 120 Hz e 3.000 nits
  • Processador Apple A19 otimizado
  • Carregamento com fio de 40 W
  • Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.0
Contras
  • Sem modos Noite e Retrato juntos
PIX
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O iPhone Pro Max de 2 TB entrou em promoção no Mercado Livre e você pode adquiri-lo com 28% de desconto em relação ao preço original de R$ 18.499. O smartphone de última geração da Apple com câmeras de 48 MP, processador avançado e tela grande de 6.9″ está disponível em oferta por R$ 14.399 no Pix.

iPhone 17 Pro Max traz chip A19 Pro e tela OLED de 6,9″

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone 17 Pro Max entrega resolução de 1.320 x 2.868 pixels (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone 17 Pro Max é um celular com tela grande que mede 6,9 polegadas. O display usa a tecnologia LTPO Super Retina XDR OLED somada aos suportes de HDR10 e Dolby Vision, proporcionando imagens extremamente detalhadas. O ProMotion de 120 Hz garante fluidez constante e adaptativa aos conteúdos.

Por ser o smartphone topo de linha da Apple, a empresa da maçã equipou nele o que promete ter de melhor. O processador Apple A19 Pro com litografia de 3 nanômetros possui seis núcleos tanto de CPU como de GPU, além de 16 núcleos de NPU. A promessa é de um desempenho otimizado de 40%, possibilitando alta performance para tarefas em todas as áreas.

A memória interna de 2 TB também é um trunfo, por ter a capacidade de comportar uma quantidade imensa de dados, incluindo arquivos pesados de vídeo em formato ProRes. O corpo do dispositivo combina construção em alumínio com o Ceramic Shield 2 que promete ser 3x mais resistente. Além disso, inclui certificação IP68 contra danos por submersão em água doce.

Mão segurando iPhone 17 Pro Max prateado com as câmeras traseiras em destaque
iPhone 17 Pro Max trouxe um novo design na parte traseira (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O conjunto fotográfico utiliza três sensores com resolução de 48 MP. São elas: a grande-angular, ultrawide e periscópica com zoom óptico de 4x para a captura de objetos distantes do ponto de vista do fotógrafo. Já a câmera frontal Center Stage de 18 MP agora é capaz de abrir o modo Paisagem com o celular na vertical.

Em termos de autonomia, a Apple afirma que a bateria de 4.823 mAh resiste a um período extenso de até 37 horas para reproduzir vídeos. O carregamento tem suporte recarga rápida com adaptadores de até 40 W. Por fim, a conectividade inclui as conexões mais atuais de Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.0.

O iPhone 17 Pro Max (2 TB) integrado com o sistema operacional iOS 26 está disponível por R$ 14.399 no Pix, um desconto de 28% em oferta encontrada no Mercado Livre.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 17 Pro Max (2 TB) tem R$ 4 mil de desconto em promoção no Mercado Livre

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Apple é notificada por propaganda enganosa no Brasil

11 de Maio de 2026, 11:02
Procon Carioca abre processo administrativo contra a Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Procon Carioca notificou a Apple devido à suposta propaganda enganosa do iPhone, especificamente em relação à Apple Intelligence, que prometia realizar tarefas de inteligência artificial diretamente no aparelho, mas nunca foi completamente entregue.
  • A Apple terá que responder em 20 dias e fornecer informações sobre as funcionalidades entregues, comunicação aos consumidores brasileiros, materiais publicitários veiculados e medidas para corrigir o problema.
  • Nos EUA, a Apple se comprometeu a pagar até US$ 250 milhões em indenização para compradores de iPhone afetados pela propaganda enganosa.

A Apple entrou na mira de órgãos de defesa do consumidor do Brasil. O Tecnoblog apurou com exclusividade que o Procon Carioca notificou a empresa e quer esclarecimentos para suposta publicidade enganosa junto a compradores de iPhones lançados a partir de 2023. Na ocasião, a companhia prometeu funções de inteligência artificial que nunca chegaram ao mercado.

Na última sexta-feira (08/05), o Procon Carioca instaurou procedimento administrativo para apurar potencial omissão, descumprimento de oferta e violação ao dever de informação clara, adequada e ostensiva. As práticas são proibidas pelo Código de Defesa do Consumidor.

Como o caso começou?

O lançamento do iPhone 16 marcou também a propaganda em torno da Apple Intelligence, tecnologia de inteligência artificial que, segundo os comerciais da Apple, seria capaz de realizar um sem-número de tarefas diretamente no aparelho. O recurso nunca foi completamente entregue, mesmo dois anos depois.

Diante disso, uma consumidora abriu uma ação civil pública na Justiça dos Estados Unidos que resultou, na semana passada, num compromisso formal de pagamento. A Apple se comprometeu a dar até US$ 95 (cerca de R$ 465, em conversão direta) para cada comprador de iPhone.

O acordo vai custar US$ 250 milhões aos (bem recheados) cofres da companhia, o que dá por volta de R$ 1,23 bilhão. A medida vale para iPhone 16, iPhone 16e, iPhone 16 Plus, iPhone 16 Pro, iPhone 16 Pro Max, iPhone 15 Pro e iPhone 15 Pro Max. O acordo seja formalmente reconhecido pelo juiz do processo, de acordo com a imprensa americana.

Craig Federighi, VP de engenharia de software da Apple, anunciando o Apple Intelligence
Apple Intelligence irrita artistas por falta de transferência (Imagem: Reprodução/Apple)

Um dos vídeos de divulgação da Apple Intelligence trazia a atriz Bella Ramsey interagindo com a Siri. Ela perguntava quem era uma determinada pessoa, que havia conhecido num determinado local, e, ao menos em tese, o iPhone conseguia consultar sua base de conhecimento para revelar a informação correta.

O vídeo sumiu dos canais oficiais da Apple no YouTube quando ficou claro que a Apple Intelligence estava muito distante daquela promessa. Alguns executivos da Apple posteriormente se desculparam pelas alegações, digamos assim, exageradas.

A notificação do Procon

iPhone 15 Pro Max
Compradores de iPhone 15 Pro (na foto) e 16 podem ser beneficiados em processo administrativo do Procon Carioca (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Eu apurei que o Procon Carioca cobrou os seguintes esclarecimentos:

  • Quais funcionalidades foram efetivamente entregues no lançamento?
  • Como as informações foram comunicadas aos consumidores brasileiros?
  • Quais materiais publicitários foram veiculados no país?
  • Qual o cronograma de implementação dos recursos anunciados?
  • Dados de reclamações de consumidores e número de pessoas impactadas
  • Medidas adotadas ou previstas para garantir correção e eventual compensação

De acordo com o órgão, o caso suscita “princípios centrais das relações de consumo, como a boa-fé, a transparência e o cumprimento da oferta”.

A Apple tem 20 dias para responder ao Procon Carioca. O Tecnoblog também procurou a empresa, que não irá se pronunciar junto à imprensa.

Apple é notificada por propaganda enganosa no Brasil

Procon Carioca abre processo administrativo contra a Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Apple Intelligence irrita artistas por falta de transferência (Imagem: Reprodução/Apple)

iPhone 15 Pro Max (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)

Dia das Mães 2026 tem iPhone 17 Pro Max (256 GB) com 28% OFF na Amazon

28 de Abril de 2026, 17:55

Prós
  • Câmera frontal Center Stage de 18 MP
  • Tela OLED com 120 Hz e 3.000 nits
  • Processador Apple A19 otimizado
  • Carregamento com fio de 40 W
  • Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.0
Contras
  • Sem suporte ao modo Noite e modo Retrato em conjunto
PIX
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O iPhone 17 Pro Max de 256 GB chega a 28% de desconto em oferta na Amazon. O celular mais poderoso da Apple ainda tem previsão de entrega, pelo menos nas principais capitais, para antes do Dia das Mães 2026. Você pode adquiri-lo (ou presenteá-lo) por R$ 10.122 no Pix; o gadget foi lançado em 2025 por R$ 13.999.

iPhone 17 Pro Max tem tela OLED de 120 Hz e câmeras de 48 MP

Mão segurando iPhone 17 Pro Max prateado com as câmeras traseiras em destaque
iPhone 17 Pro Max tem novo design traseiro em relação a gerações passadas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

As três câmeras traseiras de 48 MP são abrigadas em uma moldura a parte ocupada de ponta a ponta. Os sensores são o grande-angular com f/1.8, periscópio de zoom óptico 4x e ultrawide de 120˚, cada qual com as suas propostas. A câmera frontal Center Stage de 18 MP agora é capaz de abrir o modo Paisagem com o celular na vertical.

O iPhone 17 Pro Max sem dúvidas é considerado um celular com tela grande, uma vez que o painel LTPO Super Retina XDR OLED mede 6,9 polegadas. O componente possui suporte as tecnologias HDR10 e Dolby Vision adicionando cores mais vibrantes e ProMotion adaptável de até 120 Hz garantindo eficiência energética.

Internamente, chip Apple A19 Pro (3 nm) e a memória RAM de 12 GB asseguram desempenho estelar em todos os sentidos. Incluindo uma performance otimizada de 40% ao processador da geração anterior, segundo a empresa da maçã.

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Tela do iPhone 17 Pro Max atinge pico de brilho de 3.000 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A bateria de 4.823 mAh promete autonomia de até 37 horas para reprodução de vídeo, de acordo com a Apple. O smartphone possui suporte a carregamento rápido de 40 W, MagSafe de 25 W e reverso de 4.5 W. Já no aspecto de conectividade, conta com conexões modernas de Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.0.

O iPhone 17 Pro Max possui construção em alumínio somada ao Ceramic Shiled e inclui certificação IP68 assegurando resistência contra poeira e imersão em água. A versão de 256 GB está saindo por R$ 10.122 no Pix em oferta no Mercado Livre.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Dia das Mães 2026 tem iPhone 17 Pro Max (256 GB) com 28% OFF na Amazon

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

HBO Max começa a proibir compartilhamento de senha no Brasil

23 de Abril de 2026, 17:06
HBO Max fica mais caro no Brasil
HBO Max fica mais caro no Brasil (imgem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • HBO Max Brasil agora restringe compartilhamento de senhas fora do domicílio do assinante;
  • plataforma passou a oferecer complemento “Membro Extra” para adicionar uma pessoa que não more com o titular;
  • “Membro Extra” custa R$ 14,90 por mês no Brasil; convidado precisa ter 18 anos ou mais e residência no mesmo país do titular da assinatura.

Assina a HBO Max e compartilha a assinatura com pessoas que não moram com você? Então, muita atenção: a versão brasileira da plataforma começou a restringir o compartilhamento de senhas e a oferecer uma opção de “membro extra”, seguindo uma abordagem que existe há um ano na HBO Max dos Estados Unidos.

Esse movimento não surpreende. Em fevereiro deste ano, a HBO Max já havia sinalizado que iria expandir a restrição de compartilhamento de senhas para outros países no decorrer de 2026.

Sabemos, agora, que essa decisão envolve o Brasil. O objetivo da medida é evitar que um assinante compartilhe a sua conta na plataforma com amigos ou familiares que moram em outra casa, como esta página de ajuda da HBO Max explica:

Sua conta HBO Max é para você e para as pessoas com quem você mora. Com o complemento de membro adicional, os assinantes cobrados pela WarnerMedia podem compartilhar seu plano HBO Max com um amigo ou membro da família que não more com eles. É necessário um plano de assinatura base.

Quando a plataforma detecta um acesso que corresponde ao compartilhamento indevido de senha, a reprodução do conteúdo pode ser barrada. Neste caso, a alternativa oferecida pelo serviço de streaming é o “Membro Extra”.

O que é o “Membro Extra” da HBO Max?

É um complemento que permite que o assinante adicione uma pessoa à sua conta no serviço. O Membro Extra passa a ter senha e perfil próprios, e pode aproveitar os recursos do plano base. Contudo, esse tipo de conta só pode assistir ao conteúdo da HBO Max em um dispositivo por vez.

No Brasil, o Membro Extra tem custo adicional de R$ 14,90 por mês. Esse valor independe do plano contratado. Em caso de pagamento anual da assinatura base, o Membro Extra continua sendo cobrado mensalmente. Leve em conta também que a pessoa adicionada deve ter 18 anos de idade ou mais e residir no mesmo país do titular da conta.

Para adicionar uma pessoa à sua assinatura, acesse a versão web da HBO Max, faça login e vá em Obter complementos. Na tela seguinte, escolha “Membro Extra” e clique em “Continuar” para efetuar o pagamento e convidar uma pessoa.

Opção Membro Extra na HBO Max custa R$ 14,90 mensais
Opção Membro Extra na HBO Max custa R$ 14,90 mensais (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O que diz a HBO Max sobre o bloqueio de compartilhamento de senhas?

Ao Tecnoblog, a HBO Max enviou o seguinte posicionamento sobre o assunto:

As contas da HBO Max sempre foram destinadas ao titular da conta e às pessoas que moram com ele. Em alguns países da América Latina, iniciamos o gerenciamento do compartilhamento de contas fora da residência do assinante. Assim, a HBO Max passará a oferecer aos titulares a possibilidade de ampliar seu plano, incluindo um “Membro Adicional” (um amigo ou familiar que não mora com eles) por um valor extra, cobrado na fatura do titular.

Este plano oferece ao titular da conta maior flexibilidade e controle sobre os usuários autorizados, e permite que o Membro Adicional tenha uma conta independente, com perfil, recomendações e histórico próprios, mas vinculada à conta principal. O plano está disponível no Brasil, Peru e México e será expandido para mais territórios da América Latina nos próximos meses. A opção é válida para usuários que assinam e pagam a HBO Max diretamente, e não por meio de terceiros que comercializam a plataforma.

Quanto custa a HBO Max no Brasil?

Os planos da HBO Max no mercado brasileiro, sem considerar a opção Membro Extra e promoções, têm os seguintes valores atualmente:

PlanoPreçoCaracterísticas
Básico com AnúnciosR$ 29,90 (mensal) R$ 274,80 (anual)Anúncios limitados
2 telas simultâneas
Full HD
StandardR$ 44,90 (mensal) R$ 418,80 (anual)2 telas simultâneas
Full HD
30 downloads
PlatinumR$ 55,90 (mensal) R$ 538,80 (anual)4 telas simultâneas
Full HD ou 4K
Áudio Dolby Atmos
100 downloads

HBO Max começa a proibir compartilhamento de senha no Brasil

HBO Max fica mais caro no Brasil (imgem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Opção Membro Extra na HBO Max custa R$ 14,90 mensais (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

iPhone 17 Pro Max (256 GB) tem redução de 28% no preço com cupom no Magalu

9 de Abril de 2026, 18:42

Prós
  • Ganhou novo visual
  • Câmera frontal Center Stage de 18 MP
  • Tela OLED de 6,9″ com ProMotion e brilho de até 3.000 nits
  • Processador A19 Pro promete maior desempenho
  • Carregamento com fio de 40 W
Contras
  • Sem suporte ao modo Noite e modo Retrato em conjunto
PIX Cupom
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O iPhone 17 Pro Max (256 GB) chega a 28% de desconto em oferta no Magazine Luiza. Você pode adquirir o smartphone mais poderoso da Apple por R$ 10.124 no Pix usando o cupom ALO10. O celular foi anunciado em setembro de 2025 por R$ 13.999.

iPhone 17 Pro Max conta com chip A19 Pro e tela OLED de 120Hz

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone 17 Pro Max promete entregar brilho de até 3.000 nits em pico (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O processador A19 Pro equipado no iPhone 17 Pro Max utiliza litografia de 3 nanômetros e promete performance 40% superior em relação ao chip anterior, segundo a Apple. O componente somado a uma memória RAM de 12 GB permite executar tarefas complexas com baixo consumo energético.

Aos entusiastas de celular com tela grande, o dispositivo traz painel Super Retina XDR OLED de 6,9 polegadas com suporte a Dolby Vision e tecnologia ProMotion que entrega taxa de atualização variável de até 120 Hz. Logo, exibe imagens com cores mais intensas e excelente fluidez visual para jogos e navegação pelo sistema.

O sistema fotográfico triplo utiliza sensores de 48 megapixels em todas as lentes traseiras, sendo elas: grande-angular, periscópia e ultrawide. A frente, o sensor de 18 MP possibilita registrar selfies no modo Paisagem com o smartphone na vertical. A gravação de vídeos acontece em resolução 4K a 120 fps.

Mão segurando iPhone 17 Pro Max prateado com as câmeras traseiras em destaque
iPhone 17 Pro Max possui as cores prateado, laranja‑cósmico e azul‑intenso (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A bateria de 4.823 mAh suporta carregamento rápido de 50% em apenas 20 minutos com um adaptador com fio de 40 W. A Apple promete autonomia de até 37 horas para reprodução de vídeo. Em termos de conectividade, inclui a conectividade de Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.0.

O iPhone 17 Pro Max (256 GB) em oferta no Magazine Luiza por R$ 10.124 no Pix com o cupom ALO10 apresenta corpo em ligas de alumínio somado a certificação IP68 que assegura resistência contra submersão de seis metros em água doce por trinta minutos contínuos.

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iPhone 17 Pro Max (256 GB) tem redução de 28% no preço com cupom no Magalu

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 17 Pro Max (512 GB) tem menor preço que já vimos com cupom no Magalu

8 de Abril de 2026, 10:34

Prós
  • Ganhou novo visual
  • Câmera frontal Center Stage de 18 MP
  • Tela com 120 Hz e brilho de até 3.000 nits
  • Processador promete maior desempenho
  • Carregamento com fio de 40 W
Contras
  • Sem suporte ao modo Noite e modo Retrato em conjunto
PIX Cupom
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O iPhone 17 Pro Max de 512 GB está em oferta por R$ 11.339 no Pix com cupom ALO10 no Magazine Luiza, um desconto de 19% em comparação ao valor de lançamento de R$ 13.999.

O celular topo de linha da Apple é equipado com tela OLED de 6,9″ e ProMotion de 120 Hz, chip A19 Pro e câmeras wide, ultrawide e telefoto de 48 MP.

iPhone 17 Pro Max traz chip A19 Pro e tela OLED de 120 Hz

O iPhone 17 Pro Max é o modelo mais avançado da linha 2025 de celulares da Apple. Segundo a fabricante, seu chip A19 Pro de 3 nanômetros e os 12 GB de RAM entregam 40% mais poder de processamento que a geração anterior, tornando-o um gadget sem paralelos entre a concorrência quando o assunto é performance.

Os 512 GB de armazenamento oferecem espaço amplo para o usuário guardar uma grande quantidade de vídeos, arquivos, projetos e fotos. Além de possibilitar instalar vários apps e games, mesmo os mais pesados e exigentes.

Seu painel Super Retina XDR OLED de 6,9 polegadas conta com ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, que entrega cores vibrantes, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte. O revestimento do vidro Ceramic Shield 2 protege o display contra riscos e arranhões.

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Tela do iPhone 17 Pro Max tem ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ainda sobre a durabilidade do iPhone 17 Pro Max, seu corpo de alumínio recebe o Ceramic Shield na traseira e o reforço da certificação IP68. Juntos, conferem resistência contra poeira e mergulhos acidentais de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.

O smartphone se conecta a redes 5G, Wi-Fi 7Bluetooth 6.0 e NFC para pagamentos por aproximação. Sua bateria tem autonomia de até 37 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, suporta MagSafe e carregamento rápido de 40 W via cabo USB-C.

O design revisto da linha 2025 acomoda as novas câmeras, todas de 48 MP e que gravam vídeos em 4K a 120 fps: uma wide com OIS e uma ultrawide, que captam cenas com grande ângulo de visão, e uma telefoto com zoom óptico de 4x para aproximações. A frontal de 18 MP tira selfies no modo Paisagem mesmo com o smartphone na vertical.

Traseira iPhone 17 Pro Max
iPhone 17 Pro Max conta com câmeras wide, ultrawide e telefoto de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone 17 Pro Max (512 GB) roda iOS 26 e é elegível a pelo menos cinco atualizações do sistema operacional. Ele está saindo por R$ 11.339 no Pix com cupom ALO10 no Magazine Luiza, um abatimento de 19% sobre o preço original.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 17 Pro Max (512 GB) tem menor preço que já vimos com cupom no Magalu

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iPhone 17 Pro Max (512 GB) tem câmeras de 48 MP, tela OLED de 120 Hz e chip A19 Pro; celular premium da Apple recebe desconto de 19% no Pix com cupom sobre preço original

Por que os astronautas levaram o iPhone ao espaço?

6 de Abril de 2026, 18:45
“Casa, vista da Orion”: NASA revelou foto tirada com o iPhone 17 Pro Max (imagem: divulgação)
Resumo
  • A NASA autorizou celulares pessoais em missões espaciais em fevereiro de 2026. A Artemis II usou essa regra. O Reid Wiseman publicou fotos da Terra e da Lua feitas com um iPhone 17 Pro Max dentro da cápsula Orion.
  • A Artemis II é a primeira missão lunar tripulada do século XXI. A missão alcançou 406.000 quilômetros da Terra e superou o recorde da Apollo 13, de 1970.
  • O programa Artemis reúne a NASA, a ESA e a AEB. O plano prevê volta à superfície da Lua até 2028, criação de uma base lunar e missões futuras a Marte.

A Missão Artemis II chegou à órbita da Lua nesta segunda (6) e já entrou para a história com belas (e atuais) imagens da Terra e da Lua, registrando a volta do ser humano ao nosso satélite natural após 53 anos. Diferentemente de outras fotos encontradas na internet, os registros feitos diretamente da cápsula Orion, onde viajam os quatro tripulantes da missão, foram feitos pelos próprios iPhones dos astronautas.

Vale lembrar que essa é uma decisão recente: a NASA permitiu que os astronautas levassem dispositivos portáteis pessoais apenas em fevereiro deste ano.

Numa das primeiras imagens, o comandante da missão, Reid Wiseman, aparece observando o planeta Terra. Na tripulação da Orion estão também o canadense Jeremy Hansen e os americanos Victor Glover e Christina Koch.

Terra vista da Missão Artemis 2 (2026)
Já esta foi feita com uma Nikon (foto: divulgação/NASA)

Ida à Lua no século XXI

A Missão Artemis II é parte do Acordo Artemis, que envolve diversas agências espaciais pelo mundo, incluindo a NASA, dos Estados Unidos, a ESA, da Europa e a própria AEB, Agência Espacial Brasileira. A ideia é levar o ser humano de volta à superfície da Lua até 2028, além de estudar a possibilidade de montar uma base fixa no satélite natural da Terra no futuro. Mais à frente, o objetivo é chegar a Marte.

Primeira missão lunar tripulada no século, a Artemis II também marca a maior distância já percorrida por seres humanos para além da Terra: 248.655 milhas (cerca de 406 mil quilômetros), segundo a NASA, superando a missão Apollo 13, de 1970. Mas, dessa vez, com as tecnologias atuais, a viagem tem sido acompanhada e transmitida ao vivo pela agência espacial, sendo possível assisti-la diretamente no YouTube.

Traseira iPhone 17 Pro Max
iPhone 17 Pro Max foi o celular usado por Reid Wiseman para tirar a primeira foto inteira da Terra em mais de 50 anos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Os astronautas também fazem seus próprios registros e dão atualizações da missão em tempo real, rendendo tuítes do comandante Reid diretamente da Orion, assim como a imagem do iPhone 17 Pro Max. A tripulação também levou uma Nikon D5.

Segundo o site USA Today, isso foi possível graças a uma nova regulamentação da NASA, que está em vigor desde fevereiro de 2026, logo antes da missão Crew-12, da SpaceX, empresa espacial de Elon Musk. Ela marcou o décimo terceiro voo comercial para a órbita da Terra.

Outros objetos terráqueos no espaço

Não foram a Crew-12 e a Artemis II que inauguraram a ida de objetos terráqueos do dia a dia ao espaço. Em 2018, a SpaceX enviou ao espaço um carro Falcon Heavy, que no momento está vagando pela Via Láctea, pouco depois de Marte. Até agora, já foram mais de 5,3 órbitas ao redor do Sol – e contando. É possível acompanhar a localização e outras informações curiosas sobre a viagem do automóvel num site especial.

Bonequinhos de LEGO enviados ao espaço, Juno (2011)
Bonequinhos de Lego enviados junto ao satélite Juno rumo a Júpiter, onde seguem a bordo desde 2011 (imagem: divulgação/National Space Centre)

Também há peças de Lego vagando pelo espaço neste momento, por mais estranho que pareça. A missão Juno, de 2011, levou uma “tripulação” de três bonequinhos de LEGO feitos com alumínio espacial, representando justamente Júpiter e Juno, além de Galileo Galilei, astrônomos que descobriu quatro das luas de Júpiter ainda em 1610.

Aparentemente, a LEGO tem um apreço pelas missões espaciais, já que a própria Artemis I, que foi à Lua sem tripulação, tinha quatro bonequinhos da marca a bordo, segundo a National Space Centre.

Por que os astronautas levaram o iPhone ao espaço?

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Foto da Terra tirada pelo astronauta Reid Wiseman durante a Missão Artemis II

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Bonequinhos de LEGO enviados junto ao satélite Juno rumo a Júpiter, onde seguem a bordo desde 2011.

AirPods Max 2 passam pela Anatel e venda no Brasil deve começar em breve

20 de Março de 2026, 10:09
Fones AirPods Max 2 em várias cores
Fones AirPods Max 2 estão disponíveis em várias cores (imagem: reprodução/Apple)
Resumo
  • Apple obteve homologação da Anatel para os AirPods Max 2, permitindo a venda no Brasil, com preço de R$ 6.590;
  • AirPods Max 2 possuem chip Apple H2, oferecendo cancelamento de ruído ativo 1,5 vez mais eficaz que a geração anterior;
  • outros recursos incluem tradução de conversas em tempo real, áudio adaptativo e suporte a Áudio Espacial com reprodução a 24 bits e 48 kHz.

Os fones AirPods Max 2 já podem ser comercializados no Brasil. Nesta semana, a Apple obteve a homologação da Anatel necessária para isso. A data de início das vendas no mercado brasileiro ainda não foi definida, mas já sabemos o preço oficial do produto: R$ 6.590.

A documentação liberada pela Anatel mostra que o produto é identificado como “A3454”. Pois bem, no site da Apple, esse código corresponde justamente aos recém-anunciados AirPods Max 2.

É válido relembrar que a homologação junto à Anatel é uma etapa essencial para a venda de produtos com recursos de telecomunicações no Brasil. Essa é uma forma de garantir que o item atende aos parâmetros de qualidade e segurança necessários para equipamentos com essas características operarem no país.

Os AirPods Max 2 foram anunciados pela Apple no começo da semana. Na ocasião, a Apple já havia colocado o produto na versão brasileira de seu site, junto com o já mencionado preço de R$ 6.590.

Ainda falta a informação sobre o início das vendas, mas a homologação do produto pela Anatel sugere que a comercialização começará em breve.

Homologação dos AirPods Max 2 na Anatel
Homologação dos AirPods Max 2 na Anatel (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O que há de novo nos AirPods Max 2?

A principal novidade dos AirPods Max 2 é a presença do chip Apple H2, que já equipa fones como AirPods 4, AirPods Pro 2 e AirPods Pro 3.

O H2 permite aos AirPods Max 2 terem cancelamento de ruído ativo (ANC) 1,5 vez mais eficaz em relação aos AirPods Max de primeira geração, explica a Apple.

Outros recursos incluem tradução de conversas faladas em tempo real, tecnologia de áudio adaptativo, função de isolamento de voz para chamadas mais claras, redução automática de ruídos do ambiente muito altos e interações com a Siri a partir de gestos com a cabeça.

Mulher usando os fones AirPods Max 2
AirPods Max 2 (imagem: reprodução/Apple)

Sobre a qualidade de áudio, os novos fones suportam reprodução a 24 bits e 48 kHz quando o cabo USB-C que acompanha o produto é usado, bem como são compatíveis com Áudio Espacial.

No visual, pouco ou nada muda em relação à geração anterior da linha.

AirPods Max 2 passam pela Anatel e venda no Brasil deve começar em breve

Fones AirPods Max 2 estão disponíveis em várias cores (imagem: reprodução/Apple)

Homologação dos AirPods Max 2 na Anatel (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

AirPods Max 2 (imagem: reprodução/Apple)

Apple anuncia AirPods Max 2 com chip H2 e cancelamento de ruído melhorado

16 de Março de 2026, 12:11
AirPods Max 2
AirPods Max 2 (imagem: reprodução/Apple)
Resumo
  • AirPods Max 2 possui chip Apple H2, cancelamento de ruído 1,5 vez mais eficaz e tradução em tempo real;
  • fones suportam áudio de 24 bits e 48 kHz, Áudio Espacial e oferecem recursos como Áudio Adaptativo e Isolamento de Voz;
  • preço no Brasil é R$ 6.590, com vendas iniciando em 25 de março nos EUA e outros países.

Depois do anúncio de produtos como o MacBook Neo e o iPhone 17e, parecia que a Apple não iria lançar mais nada em março. Mas lançou: nesta segunda-feira (16/03), a companhia anunciou os fones de ouvido AirPods Max 2 que, no Brasil, custam a partir de R$ 6.590.

A novidade tem design externo similar ao dos AirPods Max de primeira geração, lançados em 2020. O principal atributo da nova versão é a presença do chip Apple H2, que já equipa linhas como AirPods 4, AirPods Pro 2 e AirPods Pro 3.

De acordo com a Apple, o H2 permite aos AirPods Max 2 terem cancelamento de ruído ativo (ANC) 1,5 vez mais eficaz do que na geração anterior. “Isso reduz ainda mais ruídos — como motores de avião ou trens urbanos — para que os usuários possam se concentrar totalmente em músicas, trabalho ou chamadas telefônicas”, explica a Apple.

Mulher usando os fones AirPods Max 2
AirPods Max 2 (imagem: reprodução/Apple)

Outro recurso notável é a tradução em tempo real, que permite que o usuário se comunique com uma pessoa que fala um idioma diferente com auxílio do iPhone. Esse modo foi introduzido nos AirPods Pro 3, vale relembrar.

No aspecto da qualidade de áudio, os fones oferecem suporte a 24 bits e 48 kHz quando o cabo USB-C que acompanha o produto é usado, bem como são compatíveis com Áudio Espacial.

Em linhas gerais, as principais características dos AirPods Max 2 são estas:

  • Áudio Adaptativo: ajusta automaticamente os parâmetros de áudio conforme o ruído do ambiente;
  • Consciência de Conversação: ajusta o volume automaticamente quando o usuário começa a falar com alguém;
  • Isolamento de Voz: usa áudio computacional para priorizar a voz do usuário em chamadas e bloquear ruídos externos;
  • Controle remoto da câmera: permite tirar fotos ou iniciar/pausar vídeos à distância;
  • Gravação com qualidade de estúdio: captura áudio mais limpo e com voz mais natural em gravações, útil para criadores de conteúdo, por exemplo;
  • Redução de Ruídos Altos: diminui sons ambientais muito altos para proteger a audição do usuário;
  • Volume Personalizado: ajusta automaticamente o volume conforme as preferências do usuário e o padrão de uso dos fones;
  • Interações com a Siri: permite interagir com a Siri usando gestos de cabeça.
Fones AirPods Max 2 em várias cores
Fones AirPods Max 2 estão disponíveis em várias cores (imagem: reprodução/Apple)

Preço e disponibilidade dos AirPods Max 2

Os AirPods Max 2 começarão a ser comercializados pela Apple a partir de 25 de março nos Estados Unidos e em outros 30 países, aproximadamente. Os fones estarão disponíveis nas cores azul, roxa, meia-noite (preta), estelar (bege) e laranja.

No Brasil, o preço oficial é de R$ 6.590, sem considerar descontos ou promoções. Porém, ainda não está claro se as vendas por aqui também começam no dia 25.

Apple anuncia AirPods Max 2 com chip H2 e cancelamento de ruído melhorado

AirPods Max 2 (imagem: reprodução/Apple)

AirPods Max 2 (imagem: reprodução/Apple)

Fones AirPods Max 2 estão disponíveis em várias cores (imagem: reprodução/Apple)

iPhone 17 Pro Max (256 GB) recebe desconto histórico no Mês do Consumidor

4 de Março de 2026, 10:42

Prós
  • Ganhou novo visual
  • Câmera frontal Center Stage de 18 MP
  • Tela com 120 Hz e brilho de até 3.000 nits
  • Processador promete maior desempenho
  • Carregamento com fio de 40 W
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O iPhone 17 Pro Max de 256 GB está em oferta por R$ 9.899 no Pix no Mercado Livre durante o Mês do Consumidor, um desconto de 29% sobre o preço original de R$ 13.999 e o maior já registrado.

O celular mais poderoso da Apple conta com o potente chip A19 Pro, tela OLED de 6,9″ com ProMotion de 120 Hz e câmeras de 48 MP.

iPhone 17 Pro Max tem desempenho sem paralelo entre a concorrência

O iPhone 17 Pro Max se destaca pelo chip A19 Pro de 3 nanômetros e 16 núcleos Neural Engine que, aliado a 12 GB de RAM, entrega um desempenho 40% maior que a geração anterior. A Apple garante que este celular não possui paralelos entre a concorrência, sendo assim o mais poderoso do mercado.

Os 256 GB de armazenamento interno oferecem espaço adequado para o usuário guardar vídeos, arquivos e fotos, e ele também pode expandi-lo com planos do iCloud, seja o gratuito de 5 GB ou opções pagas.

O design atualizado permite acomodar as novas câmeras de 48 MP na traseira, uma wide com OIS e uma ultrawide, prontas para captar imagens com grande campo de visão, e a telefoto com zoom óptico de 4x. A frontal de 18 MP conta com o recurso de tirar selfies no modo Paisagem com o smartphone na vertical.

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Tela de 6,9″ do iPhone 17 Pro Max traz ProMotion de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O painel Super Retina XDR OLED de 6,9 polegadas do iPhone 17 Pro Max possui ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, entregando cores vivas, fluidez na rolagem de tela e alta visibilidade. O vidro Ceramic Shield 2 reveste a tela e promete conferir maior proteção contra riscos e arranhões.

O corpo de alumínio do celular recebe o Ceramic Shield na traseira e certificação IP68, dessa forma resistindo contra poeira e mergulhos acidentais de até 6 metros em água doce por no máximo 30 minutos.

Este smartphone se conecta a redes 5G, Wi-Fi 7Bluetooth 6.0 e NFC para pagamentos por aproximação. Sua bateria resiste a até 37 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, conta com suporte a carregamento rápido de 40 W via cabo USB-C além do MagSafe, recurso incluído no recém-lançado iPhone 17e.

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone 17 Pro Max resiste a mergulhos de até 6 m por 30 minutos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone 17 Pro Max (256 GB) roda iOS 26 e receberá pelo menos cinco atualizações do sistema operacional. O smartphone topo de linha da Apple sai por R$ 9.899 no Pix no Mercado Livre durante o Mês do Consumidor, o maior abatimento já registrado de 29% sobre o valor de lançamento.

Quando é o Dia do Consumidor em 2026?

O Dia do Consumidor em 2026 é comemorado em 15 de março, mas as ofertas e descontos com condições especiais já começaram e vão correr pelo mês inteiro. Não deixe de conferir a cobertura do Achados do TB para não perder nenhuma promoção.

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iPhone 17 Pro Max (256 GB) recebe desconto histórico no Mês do Consumidor

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iPhone 17 Pro Max de 256 GB conta com câmeras de 48 MP e chip A19 Pro; celular de ponta da Apple recebe desconto de 29% no Mês do Consumidor

HBO Max e Paramount+ podem passar por fusão após compra da Warner Bros

2 de Março de 2026, 18:37
Landing page da HBO Max, com várias capas de filmes, séries e eventos ao fundo
HBO Max já teve diversos nomes (imgem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • A Paramount Skydance e a Warner Bros Discovery fecharam um acordo de US$ 110 bilhões, com cada ação a US$ 31.
  • Um novo serviço de streaming, nascido da junção de Paramount+ e HBO Max, poderá ter com 200 milhões de assinantes e a HBO deve ser uma submarca.
  • A fusão ainda precisa de aprovação regulatória nos EUA, com algumas autoridades expressando preocupação.

Os serviços de streaming HBO Max e Paramount+ podem ser unidos futuramente, caso a aquisição da Warner Bros Discovery pela Paramount Skydance seja aprovada pelas autoridades regulatórias. Quem disse isso foi David Ellison, CEO da Paramount, em uma chamada com investidores nesta segunda-feira (02/03).

A Paramount Skydance e a Warner Bros Discovery fecharam um acordo no valor estimado de US$ 110 bilhões (cerca de R$ 570 bilhões, em conversão direta), com o pagamento de US$ 31 por ação (aproximadamente R$ 160), derrotando as ofertas anteriores feitas da Netflix.

O que se sabe sobre o novo streaming?

Imagem de um celular exibindo a tela de abertura do serviço de streaming Paramount+
Paramount+ tem filmes, séries e transmissões esportivas (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Por enquanto, não há muitas informações sobre como seria esse novo serviço, muito menos detalhes sobre nome e preço. Ellison disse que o streaming nasceria com 200 milhões de assinantes.

O CEO fez questão de enfatizar que a “HBO vai continuar sendo a HBO”, no que diz respeito à qualidade da programação. Mesmo assim, segundo a CNBC, uma pessoa com conhecimento dos planos da Paramount afirmou que a HBO deve ser uma submarca do novo serviço.

Seria mais um capítulo da confusa história da marca HBO no streaming, que já teve os serviços e marcas HBO, HBO Go, HBO Now, HBO Max, Max e novamente HBO Max.

Quais são os planos da Paramount para a Warner Bros?

Ellison destacou que a empresa resultante da fusão terá muitas franquias sob seu guarda-chuva, como Harry Potter, Top Gun, Star Trek, Looney Tunes e Game of Thrones. Ele também quer manter 30 ou mais lançamentos anuais nos cinemas.

Outro ponto forte da nova gigante estaria nas transmissões esportivas, com a junção da TNT Sports e da CBS Sports. Nos Estados Unidos, elas têm os direitos sobre diversas competições, como NFL, MLB, NHL, Roland Garros e mais. No Brasil, a HBO Max tem a Champions League, e a Paramount+ transmite alguns jogos da Copa Libertadores.

A aquisição, no entanto, ainda precisa passar pelas aprovações regulatórias dos EUA. Ellison confia que isso não será problema — ele defende que a fusão das duas empresas beneficia a competição, os consumidores e a comunidade criativa.

Nem todas as autoridades estão convencidas, entretanto. Rob Bonta, procurador-geral da Califórnia, já declarou que pretende avaliar de maneira rigorosa a negociação.

Com informações da CNBC e do TechCrunch

HBO Max e Paramount+ podem passar por fusão após compra da Warner Bros

HBO Max fica mais caro no Brasil (imgem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

(Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

iPhone 17 Pro Max (512 GB) tem melhor oferta que já vimos no Mercado Livre

26 de Fevereiro de 2026, 10:58

Prós
  • Ganhou novo visual
  • Câmera frontal Center Stage de 18 MP
  • Tela com 120 Hz e brilho de até 3.000 nits
  • Processador A19 Pro promete maior desempenho
  • Carregamento com fio de 40 W
Contras
  • Sem suporte ao modo Noite e modo Retrato em conjunto
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O iPhone 17 Pro Max de 512 GB está em oferta por R$ 11.339 no Pix no Mercado Livre, um abatimento de 19% sobre o preço de lançamento de R$ 13.999.

O celular mais avançado da Apple possui tela OLED de 6,9″ e ProMotion de 120 Hz, chip A19 Pro e 12 GB de RAM.

iPhone 17 Pro Max traz chip A19 Pro e câmeras de 48 MP

O alto desempenho do iPhone 17 Pro Max é garantido pelo chip A19 Pro de 3 nanômetros e 16 núcleos Neural Engine, junto a 12 GB de RAM que, segundo a Apple, o tornam 40% mais poderoso que a geração anterior. A maçã garante que este celular não possui concorrentes quando o assunto é performance.

Os 512 GB de armazenamento entregam espaço amplo para o usuário guardar uma grande quantidade de vídeos, arquivos e fotos, além de poder instalar vários apps e games, sem se preocupar.

O novo design acomoda o novo trio principal de câmeras, wide e ultrawide para capturas com grande ângulo de visão, e telefoto com zoom óptico de 4x para aproximações, todas de 48 MP e que gravam vídeos em 4K a 120 fps. A frontal de 18 MP capta selfies no modo Paisagem mesmo com o smartphone na vertical.

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Tela de 6,9″ do iPhone 17 Pro Max tem ProMotion de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A tela do iPhone 17 Pro Max, um painel Super Retina XDR OLED de 6,9 polegadas, possui ProMotion de 120 Hz e brilho forte de até 3.000 nits, entregando cores vibrantes e fluidez na rolagem de tela. O vidro Ceramic Shield 2 protege o display contra riscos e arranhões.

Por falar na segurança, o corpo de alumínio recebe o Ceramic Shield na traseira e possui certificação IP68. Isso significa que o celular possui resistência contra poeira e mergulhos acidentais de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.

O smartphone se conecta a redes 5G, Wi-Fi 7Bluetooth 6.0 e NFC para pagamentos por aproximação. A bateria resiste a 37 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, e traz suporte a carregamento rápido de 40 W via cabo USB-C, além do MagSafe.

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone 17 Pro Max resiste a mergulhos de até 6 m por 30 minutos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone 17 Pro Max (512 GB) roda iOS 26 e receberá ao menos cinco atualizações do sistema operacional. Ele está saindo por R$ 11.339 no Pix no Mercado Livre, um abatimento de 19% sobre o valor original.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 17 Pro Max (512 GB) tem melhor oferta que já vimos no Mercado Livre

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iPhone 17 Pro Max de 512 GB conta com chip A19 Pro e câmeras de 48 MP; celular premium da Apple recebe desconto de 19% no Pix sobre o preço original

Anthropic acusa DeepSeek de usar o Claude para melhorar seus modelos de IA

23 de Fevereiro de 2026, 17:31
Mão segurando celular com o app do DeepSeek aberto. Ao fundo, o site do DeepSeek em um monitor.
DeepSeek chegou ao topo das listas de apps mais baixados em janeiro de 2025 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Resumo
  • A Anthropic acusa DeepSeek, Moonshot e MiniMax de usar o Claude para melhorar seus modelos de IA por meio de destilação, violando termos de serviço.
  • As três empresas teriam usado 24 mil contas falsas para criar mais de 16 milhões de interações com o Claude.
  • A destilação envolve o uso de um modelo de IA estabelecido para treinar outro, tornando o processo mais rápido e barato.

A Anthropic publicou um comunicado em que acusa as companhias chinesas DeepSeek, Moonshot e MiniMax de usar o Claude para melhorar seus próprios modelos de inteligência artificial, por meio de uma técnica conhecida como destilação.

Segundo a companhia americana, as três empresas usaram cerca de 24 mil contas falsas e criaram mais de 16 milhões de interações com seu chatbot, o que violaria seus termos de serviço e restrições regionais de acesso.

Procuradas pela Reuters, as três companhias chinesas não enviaram suas respostas sobre o assunto.

Qual é a acusação da Anthropic?

Uma ilustração em estilo "recorte de papel" sobre um fundo laranja claro. No centro, uma seta de cor branca. Em torno, uma linha preta sinuosa se estende, para cima e para a direita, sugerindo uma mão e um rosto.
Claude é o principal produto da Anthropic (imagem: divulgação/Anthropic)

A empresa diz ter sido vítima de três campanhas de destilação, todas seguindo um mesmo manual: usar contas fraudulentas e serviços de proxy para acessar o Claude em larga escala e, ao mesmo tempo, driblar os sistemas de detecção.

Os prompts enviados também destoavam de padrões de uso normais, tendo como objetivo a extração de informações sobre como o Claude trabalha — escolhendo a opção de raciocínio para ter acesso à linha de “pensamento” do robô, com o passo a passo para chegar a cada resposta.

O DeepSeek teria interagido mais de 150 mil vezes para acessar as habilidades de raciocínio do Claude, bem como usá-lo para avaliar as respostas do modelo da startup chinesa.

No caso da Moonshot, teriam sido mais de 3,4 milhões de interações, que estariam tentando aprender as habilidades de raciocínio, uso de ferramentas, programação, análise de dados, desenvolvimento de agentes e visão computacional.

A maior parte da atividade estaria ligada à MiniMax, com mais de 13 milhões de prompts trocados que teriam como alvo programação de agentes e uso de ferramentas.

O que é a destilação?

Destilação é o nome dado ao uso de um modelo de inteligência artificial para treinar outro modelo de inteligência artificial.

Geralmente, o treinamento de uma IA envolve o processamento de um conjunto enorme de dados. Através desse trabalho, a tecnologia identifica padrões e relacionamentos entre as informações.

A destilação, por sua vez, é uma forma de treinamento que parte de uma IA já estabelecida. Em vez de processar um volume massivo de dados, a nova IA interage com a IA mais antiga e usa as respostas para seu treinamento.

Com isso, o processo se torna muito mais rápido e barato, já que usa dados selecionados como ponto de partida e exige menos trabalho computacional.

A Anthropic ressalta que a destilação em si pode ser legítima — uma empresa pode destilar um modelo de IA enorme para criar uma versão menor, mais barata e mais leve.

Para a empresa, o problema começa quando concorrentes usam o método para entregar produtos similares sem ter que arcar com os custos do treinamento. Além disso, a Anthropic considera que essas ações são uma ameaça à segurança nacional dos Estados Unidos.

A Anthropic não é a primeira empresa a fazer acusações desse tipo. Quando o DeepSeek ganhou os holofotes no começo de 2025, a OpenAI fez questionamentos semelhantes.

Com informações da Reuters

Anthropic acusa DeepSeek de usar o Claude para melhorar seus modelos de IA

DeepSeek chegou ao topo das listas de apps mais baixados em janeiro de 2025 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

(imagem: divulgação/Anthropic)

iPhone 17 Pro Max (512 GB) recebe desconto em oferta no Mercado Livre

19 de Fevereiro de 2026, 09:58

Prós
  • Ganhou novo visual
  • Câmera frontal Center Stage de 18 MP
  • Tela com 120 Hz e brilho de até 3.000 nits
  • Processador promete maior desempenho
  • Carregamento com fio de 40 W
Contras
  • Sem suporte ao modo Noite e modo Retrato em conjunto
PIX
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 17 Pro Max de 512 GB está em promoção por R$ 11.699 no Pix no Mercado Livre. O celular de ponta da Apple equipado com chip A19 Pro, 12 GB de RAM e tela OLED de 6,9″ recebe desconto de 16% sobre o preço de lançamento de R$ 13.999.

iPhone 17 Pro Max tem chip A19 Pro e 12 GB de RAM

O iPhone 17 Pro Max tem desempenho estelar graças ao chip A19 Pro de 3 nanômetros e 16 núcleos Neural Engine, aliado a 12 GB de RAM. Segundo a Apple, seu atual celular premium é 40% mais poderoso que a geração anterior, e não possui paralelos entre a concorrência no que tange à performance.

Os 512 GB de armazenamento oferecem espaço suficiente para guardar uma abundância de vídeos, fotos e arquivos, e instalar diversos apps e games pesados.

O design foi atualizado para acomodar as novas câmeras principais, wide, teleobjetiva com zoom óptico de 4x e ultrawide, todas de 48 MP e capazes de gravar vídeos em 4K a 120 fps. A frontal de 18 MP pode captar selfies no modo Paisagem com o celular na vertical, e filma em 4K a 60 fps.

imagem frontal do iPhone 17 Pro
Tela Super Retina XDR de 6,9″ do iPhone 17 Pro Max tem brilho de até 3.000 nits (imagem: Divulgação/Apple)

A tela do iPhone 17 Pro Max é um painel Super Retina XDR OLED de 6,9 polegadas, taxa de 120 Hz e brilho forte de até 3.000 nits, que entrega cores vivas e fluidez no uso. O vidro Ceramic Shield 2 protege o display contra riscos e outros incidentes.

Ainda sobre a segurança, a traseira também recebe vidro Ceramic Shield e o corpo de alumínio conta com certificação IP68. Consequentemente, o celular apresenta resistência contra poeira e mergulhos acidentais de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.

O smartphone é compatível com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC para pagamentos por aproximação. A bateria promete autonomia de até 37 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, e suporta carregamento rápido de 40 W via cabo USB-C, além de suporte do MagSafe.

iPhone 17 Pro Max conta com conjunto de câmeras de 48 MP (Imagem: thiago japyassu/Pexels)
iPhone 17 Pro Max conta com conjunto de câmeras de 48 MP (Imagem: thiago japyassu/Pexels)

O iPhone 17 Pro Max (512 GB), que roda iOS 26 e deve receber ao menos cinco atualizações do sistema operacional, sai por R$ 11.699 no Pix no Mercado Livre. A oferta representa um abatimento de 16% em comparação ao valor original do celular topo de linha da Apple.

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iPhone 17 Pro Max (512 GB) recebe desconto em oferta no Mercado Livre

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iPhone 17 Pro Max de 512 GB traz processador A19 Pro e 12 GB de RAM; celular de ponta da Apple recebe desconto de 16% no Pix sobre o preço original

Paramount+ fica mais caro no Brasil; confira os preços

12 de Fevereiro de 2026, 13:29
Imagem de um celular exibindo a tela de abertura do serviço de streaming Paramount+
Paramount+ fica mais caro no Brasil (imagem ilustrativa: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Resumo
  • Paramount+ aumentou os preços no Brasil, com o plano Padrão mensal subindo de R$ 27,90 para R$ 34,90 (25%) e o plano Premium mensal de R$ 34,90 para R$ 44,90 (28%);
  • Planos Padrão oferecem resolução full HD e até duas transmissões simultâneas, enquanto planos Premium oferecem resolução 4K com HDR10 e até quatro transmissões simultâneas;
  • Reajuste é justificado pela inclusão de eventos esportivos ao vivo, como UFC e partidas da Conmebol, além da expansão do catálogo com novos conteúdos originais.

Apesar de não ser tão popular quanto plataformas como Netflix e HBO Max no Brasil, o Paramount+ tem uma base importante de usuários no país. Para eles, o serviço ficou mais caro nesta semana, com reajustes que chegam a 29%.

A principal mudança está no plano Padrão do Paramount+, que saltou de R$ 27,90 para R$ 34,90 por mês, um aumento de 25%. Outro salto vem do plano Padrão com pagamento anual, que saiu de R$ 249,90 para R$ 309,90. Aqui, o reajuste é de 24%.

Mas as opções Premium também passaram por aumento de preços. O resumo dos novos valores é este:

PlanoPreço antigoPreço novoReajuste
Padrão mensalR$ 27,90R$ 34,9025%
Padrão anualR$ 249,90R$ 309,9024%
Premium mensalR$ 34,90R$ 44,9028%
Premium anualR$ 309,90R$ 399,9029%

Os planos Básicos, com transmissão para apenas uma tela e foco em dispositivos móveis, não são mais oferecidos no Brasil. Eles estavam disponíveis por R$ 18,90 por mês ou R$ 169,90 por ano.

Observe que, na prática, os planos Padrão assumiram os valores que, até recentemente, eram cobrados pelos planos Premium.

Quais as diferenças entre os planos atuais do Paramount+?

No Brasil, as principais características entre cada modalidade são as seguintes:

Paramount+ Padrão: resolução full HD, até duas transmissões simultâneas, possibilidade de download para reprodução offline;

Paramount+ Premium: resolução 4K com HDR10, Dolby Vision e Dolby Atmos, até quatro transmissões simultâneas, possibilidade de download para reprodução offline.

Os novos valores já estão em vigor para novos assinantes. Para quem já assinava algum dos planos, o novo preço será aplicado no próximo ciclo de renovação ou a partir de 12 de março de 2026.

Nos e-mails enviados a assinantes, o Paramount+ dá a seguinte justificativa para o reajuste:

O reajuste reflete algumas mudanças recentes no Paramount+. Em janeiro de 2026, nos tornamos a casa do UFC, levando você ainda mais perto do octógono, das maiores lutas, dos atletas mais icônicos e de toda a emoção dos esportes de combate ao vivo, além do futebol ao vivo de alto nível, com partidas da Conmebol Libertadores e Conmebol Sulamericana. Também estamos expandindo continuamente nosso catálogo com novos conteúdos originais e séries exclusivas (…).

Paramount+ fica mais caro no Brasil; confira os preços

(Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

iPhone 17 Pro Max (512 GB) tem oferta que supera a Black Friday

30 de Janeiro de 2026, 14:11

Prós
  • Ganhou novo visual
  • Câmera frontal Center Stage de 18 MP
  • Tela Super Retina XDR com 120 Hz e brilho de até 3.000 nits
  • Processador A19 Pro promete maior desempenho
  • Carregamento com fio de 40 W
Contras
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Amazon
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 17 Pro Max de 512 GB na cor Azul intenso está com um dos melhores preços desde o lançamento que supera até mesmo a Black Friday do ano passado, saindo por R$ 11.339 à vista na Amazon, um desconto de 19% sobre o valor original de R$ 13.999.

O celular de ponta da Apple conta com tela Super Retina XDR de 6,9 polegadas, câmeras aprimoradas e desempenho sem paralelo na categoria.

iPhone 17 Pro Max traz tela de 6,9″ e câmera de 48 MP

iPhone 17 Pro Max conta com conjunto de câmeras de 48 MP (Imagem: thiago japyassu/Pexels)
iPhone 17 Pro Max conta com conjunto de câmeras de 48 MP (imagem: Thiago Japyassu/Pexels)

O iPhone 17 Pro Max conta com uma tela Super Retina XDR de 6,9 polegadas, resolução de 2.868 x 1.320 pixels, taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits. A configuração entrega cores vivas, alto contraste e grande fluidez. Protegida pelo vidro Ceramic Shield 2, promete resistência contra quedas e outros acidentes.

A parte superior traseira é ocupada pela moldura das câmeras e traz um conjunto formado pelas lentes wide, teleobjetiva com zoom óptico de 4x e ultrawide de 48 MP capazes de gravar vídeos em 4K a 120 Hz. A câmera frontal de 18 MP captura selfies em modo Paisagem (na horizontal) sem precisar virar o celular, e grava vídeos em 4K a 60 fps.

imagem frontal do iPhone 17 Pro
Performance do iPhone 17 Pro Max não possui paralelos entre a concorrrência (Imagem: Divulgação/Apple)

O desempenho é garantido pelo chip A19 Pro de 3 nanômetros, um hexa-core que traz ainda 16 núcleos Neural Engine. Segundo a Apple, o iPhone 17 Pro Max é 40% mais poderoso comparado a geração anterior, sendo mais do que capaz de dar conta de qualquer app ou game pesado.

A bateria de 4.823 mAh promete uma autonomia de até 37 horas para reprodução de vídeo local e 33 horas em streaming, segundo a empresa. Suporta carregamento rápido de 40 W via cabo, além do MagSafe. O gadget é compatível com Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC para pagamentos por aproximação em conectividade.

O iPhone 17 Pro Max (512 GB) na cor Azul intenso está em oferta por R$ 11.339 à vista na Amazon, um desconto de 19% sobre o preço original.

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iPhone 17 Pro Max (512 GB) tem oferta que supera a Black Friday

PF apreende cerca de R$ 1 milhão em iPhones sem nota fiscal

19 de Janeiro de 2026, 16:25
imagem mostra montes de iPhones 17 Pro Max na cor laranja (no topo) apreendidos pela Policia Federal
iPhones 17 Pro Max laranjas apreendidos pela Polícia Federal (imagem: reprodução/Polícia Federal)
Resumo
  • Polícia Federal apreendeu 100 iPhones 17 Pro Max no aeroporto de Foz do Iguaçu, avaliados em R$ 1 milhão.
  • Ocorrência foi registrada como descaminho, devido à tentativa de evitar o pagamento de impostos.
  • O passageiro que transportava os iPhones foi preso em flagrante.

A Polícia Federal prendeu em flagrante, no sábado (17/01), um passageiro que tentava embarcar no Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu (PR), com destino a São Paulo, transportando cerca de 100 unidades do iPhone 17 Pro Max sem documentação fiscal.

De acordo com a PF, a abordagem ocorreu durante a inspeção diária no aeroporto. Os policiais desconfiaram de um grupo familiar com nove malas que seriam despachadas para São Paulo em um único voo doméstico.

Após uma entrevista inicial com os passageiros, a equipe abriu as bagagens e encontrou as centenas de smartphones da Apple. A mercadoria ultrapassa a cifra de R$ 1 milhão, segundo comunicado da corporação.

O passageiro identificado como responsável pela carga foi detido e encaminhado à Delegacia da Polícia Federal em Foz do Iguaçu para os procedimentos legais.

Qual foi a ocorrência?

A ocorrência foi registrada como descaminho, quando há intenção de evitar o pagamento de imposto devido pela entrada, saída ou consumo de uma mercadoria.

O crime se diferencia de casos de contrabando, quando a importação é de mercadoria proibida no país (como eletrônicos piratas, cigarros não regularizados, drogas etc.). No caso dos iPhones 17 Pro Max, a entrada dos aparelhos é legal, desde que as taxas de importação sejam recolhidas.

Após o trâmite do processo administrativo fiscal (que decreta o perdimento da carga), mercadorias apreendidas pela Receita Federal ou Polícia Federal que estejam em condições de uso geralmente vão para leilão.

Importação irregular de eletrônicos em alta

Imagem mostra dois agentes, da PF e da Receita Federal, inspecionando equipamentos
Receita e Polícia Federal reforçam combate a importações irregulares (imagem: divulgação/PF)

Segundo dados da Operação Fronteira RFB, coordenada pela Receita Federal, os produtos eletrônicos se consolidaram neste ano como a principal categoria de mercadorias introduzidas irregularmente no país, superando cigarros e bebidas.

Apenas nos primeiros sete dias da operação, iniciada em outubro, foram retidos R$ 33 milhões em mercadorias desse tipo, principalmente smartphones e notebooks.

No total geral (somando todas as categorias), a operação apreendeu mais de R$ 94 milhões em produtos ilegais em apenas uma semana — um recorde que supera toda a edição de 2024 (R$ 78 milhões).

PF apreende cerca de R$ 1 milhão em iPhones sem nota fiscal

Netflix anuncia compra da Warner/Discovery e HBO Max

5 de Dezembro de 2025, 09:55
Netflix anuncia acordo para comprar Warner Bros. Discovery; negócio inclui HBO Max
Netflix anuncia acordo para comprar Warner Bros. Discovery; negócio inclui HBO Max (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Netflix anunciou compra da Warner Bros. Discovery por US$ 82,7 bilhões, incluindo HBO Max;
  • A aquisição inclui estúdios da Warner Bros., canais HBO e direitos sobre franquias populares;
  • A conclusão do negócio depende da separação da divisão Global Networks da WBD e pode levar de 12 a 18 meses.

A Netflix acaba de anunciar um acordo para comprar a Warner Bros. Discovery (WBD) por US$ 82,7 bilhões (R$ 440 bilhões em conversão direta). O conglomerado WDB estava à venda pelo menos deste outubro deste ano. O surpreendente do anúncio de hoje é ver a Netflix, uma empresa jovem do setor audiovisual, surgir como maior interessada.

Se concluído, o negócio permitirá à Netflix assumir o controle não só dos estúdios de TV e cinema da Warner Bros., como também os canais HBO e a plataforma de streaming HBO Max.

Isso significa, também, que a Netflix terá os direitos sobre franquias muito populares, como Game of Thrones, The Big Bang Theory, The White Lotus, Universo DC, Succession, entre tantas outras.

Netflix
Netflix vai assumir Warner Bros. Discovery se compra não for barrada (foto: Thiago Mobilon/Tecnoblog)

O valor patrimonial da WBD é estimado em US$ 72 bilhões, mas dívidas e outras despesas fazem o valor do negócio ser calculado em US$ 82,7 bilhões.

A transação envolverá dinheiro e ações. Cada ação da WBD é avaliada, no total, em US$ 27,75. Cada acionista da WBD receberá US$ 23,25 em dinheiro e US$ 4,50 em ações ordinárias da Netflix para cada ação ordinária da Warner Bros. Discovery.

A aquisição foi aprovada, por unanimidade, pelos conselhos de administração da Netflix e da WBD.

Na disputa pela WBD, a Netflix enfrentou gigantes como Paramount e Comcast, sendo esta última controladora da Universal Studios e da Sky.

Warner Bros. Discovery
Warner Bros. Discovery (imagem: reprodução/WBD)

O que falta para a Netflix adquirir a Warner Bros. Discovery?

Não havendo empecilhos regulatórios ou de mercado, a conclusão do negócio deverá ocorrer depois que a divisão Global Networks, que controla canais de TV como CNN e TNT, ser separada da WBD, o que deve ocorrer no terceiro trimestre de 2026. A divisão que inclui esses canais não será assumida pela Netflix.

Isso significa que pode levar de 12 a 18 meses a partir de agora para a Netflix assumir o controle total da Warner Bros. Discovery.

Contudo, não é pequeno o risco de o negócio ser barrado por autoridades regulatórias, principalmente nos Estados Unidos. Isso porque a Netflix e a HBO Max estão entre as maiores plataformas de streaming do mundo. A fusão entre os dois serviços pode gerar uma grande concentração de mercado, portanto.

HBO Max fica mais caro no Brasil
Compra da WBD pela Netflix inclui a HBO Max (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

A Netflix já sinalizou que pretende manter a HBO Max como uma divisão à parte em suas operações, pelo menos nos primeiros meses de controle.

Por outro lado, a Netflix não nega a possibilidade de absorver conteúdo da HBO e da HBO Max em seu próprio serviço:

Ao combinar o incrível catálogo de séries e filmes da Warner Bros. — de clássicos atemporais como Casablanca e Cidadão Kahn a favoritos contemporâneos, como Harry Potter e Friends — com nossos títulos que definem a cultura pop, como Stranger Things, Guerreiras do K-Pops e Round 6, poderemos fazer isso [entreter] ainda melhor.

Juntos, podemos oferecer ao público mais do que ele ama e ajudar a definir o próximo século da narrativa.

Ted Sarandos, co-CEO da Netflix

Netflix anuncia compra da Warner/Discovery e HBO Max

Netflix anuncia acordo para comprar Warner Bros. Discovery; negócio inclui HBO Max (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Netflix (foto: Thiago Mobilon / Tecnoblog)

Netflix anuncia acordo para comprar Warner Bros. Discovery (imagem: reprodução/WBD)

HBO Max fica mais caro no Brasil (imgem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Amazon lança nova geração do Echo Show; veja os preços

12 de Novembro de 2025, 00:07
Alto-falante inteligente com tela sobre uma mesa, visto pela frente
Novo Echo Show 11 com interface renovada (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • A Amazon lançou no Brasil o Echo Show 8 (R$ 1.799) e o Echo Show 11 (R$ 2.199) com telas touch in-cell, áudio renovado e processador AZ3 Pro.
  • O Echo Dot Max, disponível por R$ 849, possui dois alto-falantes integrados, graves aprimorados e processador AZ3 com IA.
  • O Echo Studio de segunda geração, anunciado em setembro, ainda não tem previsão de chegada ao Brasil, com preço estimado de R$ 1.999.

A Amazon começou a vender hoje a nova geração do Echo Show no Brasil, com 8 polegadas (R$ 1.799) ou 11 polegadas (R$ 2.199). Os aparelhos foram apresentados em setembro, durante um evento nos Estados Unidos, e trazem processadores mais avançados para uso de inteligência artificial generativa.

Os novos Echo Show 8 e Echo Show 11 apresentam telas com tecnologia touch in-cell e design de cristal líquido negativo, que reduz camadas de laminação e maximiza o ângulo de visão. No manuseio, é perceptível que a camada sobre a tela está mais fina.

A qualidade de imagem promete clareza tanto em ambientes bem iluminados quanto em locais mais escuros. A interface do sistema foi modificada, com um painel de controle repleto de opções, além dos widgets já conhecidos de gerações passadas.

Ambos os modelos incluem arquitetura de áudio renovada com alto-falantes estéreo frontais e woofer personalizado para áudio espacial. Os componentes de áudio estão posicionados sob os displays e jogam o som para frente.

Os aparelhos utilizam o processador AZ3 Pro, que adiciona compatibilidade com modelos de linguagem modernos e sistemas de visão computacional, além de câmera de 13 megapixels. Ele poderá ser bastante explorado pela Alexa+, nova geração da assistente de voz, integrada ao LLM, mas que por enquanto está disponível nos Estados Unidos e alguns poucos países. Não há previsão de lançamento no Brasil.

Alto-falante inteligente com tela sobre uma mesa, visto pela lateral
Sistema de som do Echo Show projetam áudio para a frente (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Echo Show 8 custa R$ 1.799 e o Echo Show 11 sai por R$ 2.199. Ambos estão disponíveis nas cores branca e grafite.

A Amazon ainda apresentou um suporte ajustável desenvolvido para harmonizar com o design de cada dispositivo. Ele será vendido separadamente por R$ 199.

Echo Dot Max também está à venda

Alto-falante inteligente Echo Dot Max sobre mesa, visto pela parte traseira
Echo Dot Max está revestido por tecido em 3D (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Durante a reunião com jornalistas, executivos também lembraram a chegada recente do Echo Dot Max, no fim de outubro. Ele é o primeiro projetado com dois alto-falantes. O dispositivo oferece quase três vezes mais graves em comparação ao Echo Dot de quinta geração, de acordo com a Amazon, com som envolvente que se adapta automaticamente ao ambiente. O sistema combina um woofer de alta excursão, com promessa de graves profundos, e um tweeter, cujo objetivo é produzir agudos nítidos.

O design elimina o módulo de alto-falante separado, integrando o componente diretamente na estrutura do dispositivo, para dobrar o espaço de ar e proporcionar graves mais encorpados. O Echo Dot Max utiliza o processador AZ3 com acelerador de IA, que melhora a detecção de conversas e permite que a Alexa detecte a palavra de ativação com eficiência 50% maior. O dispositivo está disponível por R$ 849 nas cores branca, grafite e roxa.

Os representantes da Amazon explicaram que a linha Echo Dot não receberá novas atualizações. Com isso, o Dot Max passa a ser o produto de entrada.

Ainda falta o Echo Studio

Echo Studio e Echo Dot Max (imagem: divulgação)

O novo Echo Studio (de segunda geração) também foi anunciado em setembro, junto com os demais dispositivos, mas ainda não tem previsão de chegada ao Brasil. O preço previsto é de R$ 1.999. O aparelho é 40% mais compacto que o original e suporta áudio espacial e Dolby Atmos. Ele combina woofer de alta excursão com três alto-falantes de gama completa, que ficam posicionados para criar som imersivo.

Relembre o lançamento da Alexa+ direto dos EUA

Thássius Veloso viajou para São Paulo a convite da Amazon. Ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Amazon lança nova geração do Echo Show; veja os preços

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Dispositivos são compatíveis com Alexa e têm tela de 8 ou 11 polegadas. O áudio está mais encorpado e privilegia os sons graves.

Novo Echo Show tem tela de 8 ou 11 polegadas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Novo Echo Show tem duas opções de cores (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Novo Echo Dot Max tem opção de cor roxa (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Echo Studio e Echo Dot Max (imagem: divulgação)

Black November: iPhone 16 Pro Max (256 GB) tem 37% de desconto em oferta

4 de Novembro de 2025, 15:59

Oferta encerrada 🙁
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R$ 400 OFF EM MOBILE R$ 7.892,10  Mercado Livre
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O iPhone 16 Pro Max de 256 GB está saindo por apenas R$ 7.892 no Pix ao aplicar o cupom de R$ 400 em Mobile que aparece na página do produto. O desconto de 37% sobre o preço de lançamento (R$ 12.499) faz parte da campanha de Black Friday do Mercado Livre, e é o melhor que já vimos pelo celular da Apple.

Além do desconto, o iPhone 16 Pro Max em promoção se destaca pelo alto desempenho para jogos e fotografia.

iPhone 16 Pro Max tem Apple A18 Pro e duas câmeras de 48 MP

iPhone 16 Pro Max traz visual de sempre, mas ganhou o botão de câmera (Imagem: Reprodução/Apple)
iPhone 16 Pro Max traz visual de sempre, mas ganhou o botão de câmera (Imagem: Reprodução/Apple)

O chip Apple A18 Pro, fabricado em 3 nanômetros, é acompanhado de 8 GB de RAM e armazenamento NVMe de 256 GB. O desempenho atende jogos pesados, edições de vídeo em 4K e recursos de IA locais com baixa latência. Além de oferecer boa eficiência energética para a bateria de 4.685 mAh.

A câmera principal tem sensor de 48 megapixels com estabilização no sensor, acompanhada por uma lente ultrawide de 48 MP e uma teleobjetiva periscópica de 12 MP com zoom óptico de 5x. O conjunto permite capturar imagens em diferentes distâncias, com registros em Dolby Vision, ProRes e até vídeo espacial.

A tela de 6,9 polegadas usa tecnologia LTPO Super Retina XDR OLED, com taxa de atualização de 120 Hz. O brilho atinge 2.000 nits em modo alto e 1.000 nits no uso típico, o que garante boa visibilidade sob sol forte. A resolução de 1.320 x 2.868 pixels exibe imagens nítidas, com suporte a Dolby Vision e HDR10.

Telas do iPhone 16 Pro Max e 16 Pro (imagem: divulgação/Apple)
Telas do iPhone 16 Pro Max e 16 Pro (imagem: divulgação/Apple)

O iPhone 16 Pro Max (256 GB) por R$ 7.892 no Pix com cupom de R$ 400 OFF em Mobile tem resistência IP68, suporta conexões Wi-Fi 7, 5G, Bluetooth 5.3 e Ultra Wideband de segunda geração. Também oferece suporte a MagSafe, USB-C com DisplayPort e recursos via satélite, como SOS de emergência e localização.

Quando é a Black Friday em 2025?

Esse ano, a Black Friday será no dia 28 de novembro. Mas a Black November acontece durante o mês inteiro, e o Achados do TB já está na ativa trazendo as melhores ofertas para você. Acompanhe nossa cobertura e não deixe de aproveitar os descontos antes que eles acabem.

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Black November: iPhone 16 Pro Max (256 GB) tem 37% de desconto em oferta

iPhone 16 Pro Max traz visual de sempre, mas ganhou o botão de câmera (Imagem: Reprodução/Apple)

Telas do iPhone 16 Pro Max e 16 Pro (imagem: divulgação/Apple)

Amazon inicia venda de caixinha Alexa turbinada no Brasil

29 de Outubro de 2025, 12:28
Um alto-falante inteligente Echo Dot Max branco, em formato esférico, está sobre uma mesa de madeira clara ao lado de uma luminária acesa. O dispositivo tem botões “+”, “–” e de microfone na parte superior, com um anel de LED azul iluminado. Ao fundo, há travesseiros e uma manta em tons neutros, compondo um ambiente de quarto aconchegante.
Echo Dot Max tem novo design (imagem: divulgação)
Resumo
  • A Amazon lançou o Echo Dot Max no Brasil por R$ 849, com design de dois alto-falantes e som aprimorado.
  • O dispositivo possui chip AZ3, aumentando em 50% a capacidade de detectar a palavra de ativação da Alexa.
  • O Echo Dot Max inclui sensores Omnisense, preparados para a futura Alexa+ com inteligência artificial generativa.

A Amazon começou a vender o Echo Dot Max no mercado brasileiro, com preço sugerido de R$ 849. O novo modelo une as dimensões compactas da linha Dot a uma nova arquitetura de som, que promete entregar um áudio de qualidade superior.

O Echo Dot Max é um dos novos aparelhos da Amazon, anunciados no fim de setembro. Ele tem dimensões próximas às do Echo Dot de quinta geração, cerca de 1 cm maior em largura e profundidade. O formato mudou um pouco, com botões e LED na parte frontal.

Mulher deitada em um sofá, de olhos fechados e expressão relaxada. Ao lado dela, sobre uma mesa de madeira, há um alto-falante inteligente pequeno e redondo, com luz azul acesa na parte superior, indicando ativação da assistente de voz. Há também um copo de chá em um pires. A cena transmite conforto e tranquilidade em um ambiente doméstico iluminado.
Echo Dot Max é ligeiramente maior que modelo anterior (imagem: divulgação)

Para conseguir uma potência maior de som, a Amazon precisou mexer na construção do equipamento. Assim, o Echo Dot Max foi projetado do zero com dois alto-falantes, algo inédito até então na linha Dot. Por isso, ele conta com um woofer de alta excursão e um tweeter personalizado. O módulo do alto-falante também foi integrado à estrutura do dispositivo, dobrando o espaço interno destinado ao ar.

Com essas alterações, a Amazon promete três vezes mais graves na comparação com o Echo Dot de quinta geração, além de agudos nítidos e som mais encorpado.

Echo Dot Max tem novo processador

Além das melhorias no som, a Amazon equipou a nova caixinha da linha Dot com o chip AZ3, desenvolvido pela própria empresa.

Segundo a companhia, o componente permitiu uma melhoria de 50% na capacidade de detectar a palavra de ativação da Alexa. Os microfones agora filtram melhor ruídos de fundo e conseguem entregar interações mais naturais com a assistente.

O Echo Dot Max também conta com sensores Omnisense. De acordo com a Amazon, eles são importantes para a Alexa+, assistente com capacidades expandidas pela inteligência artificial generativa.

Por enquanto, a Alexa+ não está disponível no Brasil. Nos Estados Unidos, é necessário ser assinante Prime para ter acesso ao recurso, pagando US$ 14,99 mensais, ou se inscrever no serviço separadamente, ao preço de US$ 19,99 por mês.

Com informações da Amazon

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Amazon inicia venda de caixinha Alexa turbinada no Brasil

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Echo Dot Max tem design com dois alto-falantes integrados e promete som mais encorpado. Aparelho conta com chip AZ3 e está pronto para receber Alexa+.

Echo Dot Max tem novo design (imagem: divulgação)

Redmi K90 Pro Max terá traseira com textura que imita o jeans

17 de Outubro de 2025, 15:10
Imagem mostra o módulo de câmera traseiras do Redmi K90 Pro Max
Xiaomi revelou o design do Redmi K90 Pro Max (imagem: divulgação)
Resumo
  • Redmi K90 Pro Max será lançado na China em 23 de outubro e terá uma versão com acabamento que imita o jeans.
  • O smartphone terá som desenvolvido em parceria com a Bose e uma traseira feita de nano-leather.
  • Rumores indicam que o modelo usará o novo chip Snapdragon 8 Elite Gen 5 da Qualcomm.

A Xiaomi está preparando a chegada do Redmi K90 Pro Max. A fabricante anunciou hoje (17/10) que seu novo modelo será lançado oficialmente na China dia 23 de outubro, ainda sem data para outras regiões. Mas o que chamou atenção foi o design: o smartphone terá uma traseira que imita a textura do jeans.

O perfil oficial da Redmi divulgou imagens do aparelho na rede social Weibo, mostrando o acabamento nada convencional. Além do visual, o modelo consolida uma colaboração inédita com a Bose, empresa dos EUA especializada em áudio, para aprimorar a qualidade sonora.

Redmi K90 Pro Max

Imagem mostra a parte traseira do Redmi K90 Pro Max, com textura que imita o jeans
Redmi K90 Pro Max tem painel traseiro com textura semelhante ao jeans (imagem: divulgação)

De acordo com a própria marca, o K90 Pro Max terá uma traseira feita do material sintético nano-leather. O acabamento foi projetado para resistir à sujeira, ao amarelamento com o tempo e aos efeitos da radiação ultravioleta — além de poder ser limpo facilmente com um pano.

A textura inspirada em jeans dá ao smartphone um visual diferente em meio à tendência de vidros brilhantes e estruturas metálicas. As renderizações oficiais também mostram um módulo de câmeras retangular, com o selo “Sound by Bose” gravado ao lado de uma grade semelhante à de alto-falantes.

Imagem mostra a parte traseira do Redmi K90 Pro Max, em versão de cor branca
Celular também terá versão branca (imagem: reprodução/GSMArena)

Apesar das especulações sobre a presença de um alto-falante traseiro, é mais provável que o elemento seja apenas decorativo, servindo para destacar a parceria com a empresa de áudio. A fabricante revelou que o Redmi K90 Pro Max também será vendido em uma opção de cor branca.

Ainda não há detalhes sobre a ficha técnica do aparelho, mas o modelo deve ocupar o topo da linha da marca, com especificações avançadas e foco em desempenho. Rumores indicam que o smartphone será equipado com o Snapdragon 8 Elite Gen 5, novo chip da Qualcomm anunciado no final de setembro.

Quando o Redmi K90 Pro Max será lançado?

O Redmi K90 Pro Max será lançado oficialmente em 23 de outubro, na China. Ainda sem previsão de chegada ao Brasil, é esperado que o modelo custe mais de 4.000 yuan (cerca de R$ 3.000, em conversão direta). Mais informações sobre o celular devem ser reveladas em breve.

Com informações do Android Authority

Redmi K90 Pro Max terá traseira com textura que imita o jeans

Redmi divulgou imagens do K90 Pro Max (imagem: divulgação/Redmi/Weibo)

iPhone 16 Pro Max (512 GB) tem 33% OFF com cupom no Mercado Livre

9 de Outubro de 2025, 18:00

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O iPhone 16 Pro Max (512 GB) está por R$ 9.439 no Pix com o cupom APROVEITA no Mercado Livre. A oferta concede 33% de desconto pelo celular topo de linha da Apple lançado em 2024 por R$ 13.999. Entre os destaques: processador de alta performance e câmeras de qualidade excepcional.

iPhone 16 Pro Max: chip Apple A18 Pro e câmeras de 48 MP

O chip Apple A18 Pro (3 nm) com CPU hexa-core garante eficiência energética e alta performance para rodar apps exigentes e multitarefas simultâneas sem engasgos. Além disso, a combinação da GPU de 6 núcleos com 8 GB de RAM permite grande poder de processamento gráfico para jogos pesados.

A tela Super Retina XDR OLED de 6,9″ com suporte a HDR10 e Dolby Vision promete experiência visual de ponta com resolução de 1.320 x 2.868 pixels. Além de contar com taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 2.000 nits, garantindo fluidez durante navegação e excelente visibilidade mesmo sob luz intensa.

O iPhone 16 Pro Max possui sistema triplo de câmeras: sensores principal e ultrawide de 48 MP mais periscópico de 12 MP oferecendo zoom óptico 5x. O dispositivo também inclui sensor LiDAR, filmagens em 4K e ProRes, recursos ideais para criadores de conteúdo.

Consumo traseiro de câmeras do iPhone 16 Pro (imagem: divulgação/Apple)
Câmeras traseiras do iPhone 16 Pro Max (imagem: divulgação/Apple)

A bateria de 4.685 mAh tem suporte a carregamento via USB-C, além de MagSafe e Qi2. Construído em titânio oferece resistência superior a outros materiais. Além disso, possui certificação IP68 contra água e poeira, que aumentam seu custo-benefício a longo prazo.

O iPhone 16 Pro Max que está custando R$ 9.439 no Pix com o cupom APROVEITA tem compatibilidade a 5G, Wi-Fi 6E e Bluetooth 5.3 proporcionando conexões mais rápidas e estáveis.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 16 Pro Max (512 GB) tem 33% OFF com cupom no Mercado Livre

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iPhone 16 Pro Max de 512 GB tem RAM de 8 GB, chip Apple A18 Pro e câmera tripla com dois sensores de 48 MP

Sensor LiDAR, do iPhone 16 Pro, agora poderá ser substituído (imagem: divulgação/Apple)

Califórnia proíbe streamings de mostrar comerciais em volume mais alto

7 de Outubro de 2025, 15:29
Controle da TV LG OLED evo AI C4 4K
Califórnia proíbe streamings de mostrar comerciais em volume mais alto (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Califórnia aprovou lei que proíbe comerciais em volume mais alto em serviços de streaming, como Netflix, HBO Max e Disney+, a partir de julho de 2026;
  • Prática de aumentar o volume dos comerciais tem origem em canais de TV, mas também ocorre em plataformas de streaming;
  • Estados Unidos já tem lei para volume de comerciais, mas em relação a TVs.

Plataformas de streaming como Netflix, HBO Max e Disney+ oferecem planos que exibem anúncios em troca de uma assinatura mais barata. Mas esses serviços podem exibir os comerciais em volume mais alto em relação ao vídeo reproduzido. Na Califórnia (EUA), essa prática será proibida.

O problema do volume mais alto durante os comerciais vem dos canais de TV. Quem já dormiu no sofá assistindo a um filme e acordou sobressaltado com o som mais alto de um comercial sabe bem como é isso.

Mas esse comportamento também pode ser percebido em serviços de streaming, ainda que com menor frequência, o que motivou a criação de uma lei específica para isso na Califórnia.

Normalmente, a diferença de volume entre o conteúdo reproduzido e os anúncios exibidos nos intervalos ocorre devido a variações técnicas de áudio.

É possível, por exemplo, que comerciais tenham um nível de compressão de áudio que ressalta sons originalmente mais baixos. Essa abordagem pode fazer o áudio ser percebido como mais alto em relação ao filme ou série, que normalmente conta com um método de compressão diferente.

Sim, também pode haver produtoras de comerciais que deixam o volume do comercial mais alto ou não seguem as boas práticas para o áudio de modo intencional, para fazer o anúncio chamar a atenção do usuário.

TV de 55 polegadas exibe interface de streaming com títulos e imagens de séries e filmes, som em barra está posicionado abaixo da tela.
Serviço de streaming em TV (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Lei da Califórnia entre em vigor em julho de 2026

Independentemente do motivo para o volume mais alto em comerciais, o governador da Califórnia, Gavin Newsom, sancionou uma lei que proíbe que isso ocorra em serviços de streaming. As plataformas terão até 1º de julho de 2026 para se adequar, data em que a nova lei entrará em vigor.

Embora a lei seja restrita a um único local, é possível que ela sirva de “inspiração” para uma legislação que envolva os Estados Unidos como um todo (ou até outros países).

Isso porque, para TVs, o país conta com a lei Commercial Advertisement Loudness Mitigation Act (CALM Act), que desde 2010 proíbe a transmissão de áudio de comerciais em volume mais alto em relação ao programa exibido.

Com informações de Engadget

Califórnia proíbe streamings de mostrar comerciais em volume mais alto

Controle da TV LG OLED evo AI C4 4K (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Samsung Q7F roda sistema One UI Tizen (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Meli+ Mega: novo plano inclui Disney+, Netflix, HBO Max e Apple TV+

7 de Outubro de 2025, 12:30
Ilustração com marca do Meli+ saindo de uma caixa de encomenda do Mercado Livre. Há ainda cifrões no entorno.
Meli+ Mega inclui vantagens do Meli+ Total (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Meli+ Mega inclui Disney+, Netflix, HBO Max e Apple TV+ por R$ 74,90 mensais, com promoção de R$ 39,90 nos dois primeiros meses.
  • O plano oferece frete grátis, cashback, parcelamento estendido e rendimento extra em Cofrinhos do Mercado Pago.
  • É possível personalizar o pacote para opções sem anúncios, elevando o preço para R$ 180 mensais (R$ 143 nos dois primeiros meses).

O Mercado Livre lançou, nesta terça-feira (07/10), o plano Meli+ Mega, ao preço de R$ 74,90 mensais, com promoção de lançamento de R$ 39,90 mensais nos dois primeiros meses. O pacote tem como destaque alguns dos principais streamings do mercado em uma única assinatura: Disney+, Netflix, Apple TV+ e HBO Max.

Além do acesso aos serviços de vídeo, o plano inclui vantagens já presentes no Meli+ Essencial e no Meli+ Total, como cashback, frete grátis, parcelamento com prazo estendido e rendimento extra em Cofrinhos do Mercado Pago.

O que é o Meli+ Mega?

O Meli+ Mega é a assinatura mais avançada do Mercado Livre. Por R$ 74,90 mensais (R$ 39,90 nos dois primeiros meses), o plano inclui:

Imagem mostra três opções de combo do Meli+ para serviços de streaming. À esquerda, “Filmes e séries com anúncios” custa “R$ 39,90/mês por 2 meses”, com 46% de desconto. No centro, “Filmes e séries sem anúncios e com esportes” custa “R$ 112/mês por 2 meses”, com 24% de desconto. À direita, há a opção “Personalize seu combo”, a partir de “R$ 39,90/mês por 2 meses”. Todas incluem logos de Disney+, Netflix, HBO Max e Apple TV+, e botões azuis “Escolher”.
Mercado Livre sugere opção com planos sem anúncios e Disney+ com transmissões esportivas (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

É possível personalizar o pacote para mudar os planos padrão com anúncios do Disney+, da Netflix e do HBO Max por opções sem propaganda ou premium. Escolhendo as melhores opções disponíveis, o preço salta para R$ 180 mensais (R$ 143 mensais nos dois primeiros meses).

Tela de assinatura do Meli+ Mega mostra opções de planos de streaming. À esquerda, há listas de serviços: “Disney+ Premium”, “Netflix Premium”, “HBO Max Platinum” e “Apple TV+ Sem anúncios”, com botões “Alterar” ou “Ver detalhe”. À direita, o resumo indica valores: Meli+ Mega R$ 39,90, Disney+ R$ 38,90, Netflix R$ 39, HBO Max R$ 26 e desconto de R$ 0,80. O total é “R$ 143/mês por 2 meses”, depois “R$ 180”. Botão azul “Continuar” aparece abaixo.
Pacote pode ser personalizado com diferentes opções de cada streaming (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O que mais está incluso no Meli+ Mega?

O pacote inclui vantagens presentes no plano Meli+ Total, como:

  • Frete grátis e rápido em produtos selecionados, nas compras a partir de R$ 19.
  • Até 5% de cashback no Mercado Livre.
  • Até 0,6% de cashback com o cartão de crédito Mercado Pago.
  • Até 3 parcelas extras sem juros em compras no Mercado Livre.
  • Rendimento de 120% do CDI nos Cofrinhos do Mercado Pago.
  • Desconto de 30% no Universal+, no Paramount+ e no Globoplay Premium.

Vale a pena?

Vamos colocar na ponta do lápis, considerando os valores dos planos mensais:

  • Disney+ Padrão com anúncios: R$ 27,99 mensais
  • Netflix Padrão com anúncios: R$ 20,90 mensais
  • HBO Max Básico com anúncios: R$ 29,90 mensais
  • Apple TV+ sem anúncios: R$ 29,90 mensais

Somando tudo, dá R$ 108,69, o que significa que o valor de R$ 74,90 do Meli+ Mega é um desconto de 31%, sem considerar outras possíveis vantagens do pacote, como o frete grátis e o cashback.

Uma coisa a se considerar, porém, é que alguns desses streamings já estão inclusos em outros em pacotes de telefonia, TV a cabo ou internet. Veja alguns exemplos:

Se você já conta com um deles dessa forma, pode não ser tão vantajoso pegar o Meli+ Mega só para ter acesso aos concorrentes. O jeito é fazer as contas para ver o quanto você pagaria assinando separadamente cada serviço.

Meli+ Mega: novo plano inclui Disney+, Netflix, HBO Max e Apple TV+

Mercado Livre reduz preço do Meli+ Total (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Mercado Livre sugere opção com planos sem anúncios e Disney+ com transmissões esportivas (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Pacote pode ser personalizado com diferentes opções de cada streaming (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Comet AI: Perplexity libera navegador gratuito com IA

3 de Outubro de 2025, 12:11
A imagem mostra a tela inicial de um navegador chamado Comet. O fundo é uma cena espacial com estrelas e feixes de luz em movimento, dando sensação de velocidade. No centro, há uma caixa translúcida de busca com o texto "Ask anything". Abaixo, ícones de lupa, setas cruzadas e ponto de interrogação. À direita, um botão com seta aponta para enviar a pesquisa.
Comet tem assistente de IA que promete facilitar tarefas complexas (imagem: divulgação)
Resumo
  • O Comet, navegador com IA da Perplexity, está disponível gratuitamente em todo o mundo, oferecendo recursos como resumo de páginas, comparação de preços e assistência em tarefas de escritório.
  • Assinantes do plano Max, por US$ 200 mensais, contam com um assistente que opera em segundo plano, além de acesso antecipado a novos recursos.
  • A Perplexity enfrenta polêmicas, incluindo coleta de dados para anúncios e falhas de segurança, além de acusações de plágio.

A Perplexity anunciou que seu navegador com recursos de inteligência artificial, o Comet, está disponível no mundo todo e será gratuito. Assinantes do plano Max, que custa US$ 200 por mês (cerca de R$ 1.060, em conversão direta), terão acesso a um assistente que funciona em segundo plano.

O que o Comet é capaz de fazer?

O Comet conta com um assistente integrado ao navegador, que pode responder a perguntas sobre a página acessada, resumir conteúdos e até mesmo navegar a partir de comandos do usuário.

A Perplexity também incluiu diversas ferramentas para apresentar notícias, recomendar conteúdo, organizar projetos, comparar preços, buscar ofertas, agregar informações de viagens, definir orçamentos, monitorar investimentos e acompanhar esportes.

Assinantes do plano Max terão acesso antecipado a futuros recursos. Um deles é um assistente que funciona em segundo plano e pode trabalhar simultaneamente em diversas tarefas.

Setor de navegadores com IA fica mais disputado

Em julho de 2025, a Perplexity começou a oferecer o Comet apenas para o plano Max, com acesso gradual, mediante lista de espera. A estratégia de lançá-lo gratuitamente é mais agressiva e dá pistas de como será a briga no incipiente mercado de browsers com IA.

Atualmente, esse filão é disputado por velhos gigantes, que estão atualizando seus produtos, e novos desafiantes, que dão os primeiros passos na área. Um exemplo do primeiro grupo é o Google, que integrou o Gemini ao Chrome em setembro de 2025. Outro é o Opera Neon, com recursos de IA desenvolvidos pela própria empresa.

Já o segundo grupo inclui a Browser Company, que criou o Dia, um navegador que promete usar IA para ajudar em tarefas de escritório. Recentemente, a Browser Company foi adquirida pela Atlassian, responsável por soluções de organização como Jira e Trello.

A briga promete esquentar com a entrada da OpenAI — já faz alguns meses que rumores indicam que a criadora do ChatGPT prepara o lançamento de seu próprio navegador.

Perplexity já se envolveu em polêmicas

O Comet também chega com algumas notícias negativas em seu histórico. Em abril de 2025, o CEO da Perplexity, Aravind Srinivas, apontou que o objetivo da empresa com o navegador é coletar mais informações sobre os usuários para exibir anúncios hiperpersonalizados.

Em agosto de 2025, a Brave apontou que o Comet tinha uma falha que permitia um ataque de injeção de prompt, com potencial para expor dados do usuário. Vale notar que a Brave é uma concorrente e tem seu próprio navegador.

A própria Perplexity esteve envolvida em polêmicas, como acusações de plágio de reportagens. Em resposta às críticas, a empresa criou um programa para dividir parte de seu faturamento com veículos jornalísticos.

Com informações do TechCrunch e da CNBC

Comet AI: Perplexity libera navegador gratuito com IA

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Empresa aposta em recursos que resumem páginas, comparam preços e ajudam em tarefas de escritório para diferenciar seu navegador

Comet tem assistente de IA que promete facilitar tarefas complexas (imagem: divulgação)

iPhone 11 Pro Max entra para a lista de produtos vintage da Apple

1 de Outubro de 2025, 11:15
Apple iPhone 11 Pro Max (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
iPhone 11 Pro Max é oficialmente um produto vintage (foto: Paulo Higa/Tecnoblog)
Resumo
  • iPhone 11 Pro Max foi adicionado à lista de produtos vintage da Apple, mesmo sendo compatível com o novo iOS 26.
  • Apple classifica um dispositivo como vintage cinco anos após o fim das vendas oficiais, e reparos passam a depender da disponibilidade de peças.
  • O Apple Watch Series 3 também passou a ser classificado como vintage.

A Apple adicionou o iPhone 11 Pro Max à sua lista oficial de produtos vintage. O modelo, lançado em 2019, marcou a estreia do sistema de câmera tripla e segue compatível com o novo iOS 26.

Curiosamente, o iPhone 11 Pro não entrou para a lista. Isso indica que a Apple continuou distribuindo o aparelho por mais tempo a revendedores terceirizados.

Além do iPhone 11 Pro Max, todos os modelos do Apple Watch Series 3 também passaram a ser classificados como vintage. O relógio foi lançado em 2017 e seguiu no mercado até 2022, mesmo sem suporte ao watchOS 9, que saiu no mesmo ano. 

O que significa “vintage” para a Apple?

Segundo os critérios da Apple, um dispositivo é considerado vintage cinco anos após ter deixado de ser vendido nos canais oficiais. Nessa fase, a Apple e assistências autorizadas ainda podem realizar reparos, mas apenas se houver estoque de peças remanescentes.

Depois de sete anos sem distribuição, o produto passa a ser considerado obsoleto oficialmente e deixa de receber qualquer suporte técnico pela fabricante.

O iPhone 11 Pro Max chegou ao Brasil em outubro de 2019, trazendo tela OLED de 6,5 polegadas, chip A13 Bionic e a câmera tripla, que virou padrão nos modelos seguintes. A lista de produtos vintage da Apple inclui os seguintes modelos:

  • iPhone 4 (8 GB)
  • iPhone 5
  • iPhone 6s (16 GB, 64 GB, 128 GB)
  • iPhone 6s Plus
  • iPhone SE
  • iPhone 7
  • iPhone 7 Plus
  • iPhone 7 (Red)
  • iPhone 8 (64 GB, 128 GB, 256 GB)
  • iPhone 8 (Red)
  • iPhone 8 Plus (64 GB, 256 GB)
  • iPhone 8 Plus (Red)
  • iPhone X
  • iPhone XS
  • iPhone XS Max
  • iPhone 11 Pro Max

Com informações do MacRumors

iPhone 11 Pro Max entra para a lista de produtos vintage da Apple

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Reparos no aparelho agora ficam limitados à disponibilidade de peças. iPhone lançado em 2019 é compatível com o novo iOS 26.

Apple iPhone 11 Pro Max (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Amazon apresenta novos alto-falantes Echo com Alexa

30 de Setembro de 2025, 15:07
Três dispositivos inteligentes da linha Echo estão sobre uma superfície clara. À esquerda, há um modelo com tela exibindo o horário "7:20" e a previsão do tempo "22°". Ao centro e à direita, dois alto-falantes esféricos em tecido preto com anel de LED azul e botões de controle na parte frontal. O fundo é neutro em tons de azul.
Nova geração aposta em formato esférico (imagem: divulgação)
Resumo
  • A Amazon lançou quatro novos alto-falantes Echo: Echo Dot Max, Echo Studio de segunda geração, Echo Show 8 de quarta geração e Echo Show 11, com preços entre R$ 849 e R$ 2.199.
  • Echo Dot Max possui dois alto-falantes, graves mais potentes e design com microfones aprimorados, enquanto o Echo Studio adotou design esférico e suporte a áudio espacial e Dolby Atmos.
  • Echo Show 8 e Echo Show 11 têm nova interface, câmeras de 13 MP e tecnologia para melhorar a qualidade de imagem em diferentes condições de luz.

A Amazon apresentou nesta terça-feira (30/09) quatro modelos da família de alto-falantes inteligentes Echo com Alexa: Echo Dot Max (R$ 849), Echo Studio de segunda geração (R$ 1.999), Echo Show 8 de quarta geração (R$ 1.799) e Echo Show 11 (R$ 2.199).

O Echo Dot Max já está disponível para pré-venda. Já os outros três modelos chegarão ao mercado nacional ainda em 2025.

Todos eles vêm com melhorias no som e nos sensores, e estão prontos para a nova Alexa+, versão da assistente que usa inteligência artificial generativa. Essa evolução ainda não está disponível no Brasil e não tem previsão de lançamento.

Echo Dot Max tem nova arquitetura de som

Um alto-falante inteligente Echo Dot Max branco, em formato esférico, está sobre uma mesa de madeira clara ao lado de uma luminária acesa. O dispositivo tem botões “+”, “–” e de microfone na parte superior, com um anel de LED azul iluminado. Ao fundo, há travesseiros e uma manta em tons neutros, compondo um ambiente de quarto aconchegante.
Echo Dot Max tem novo design (imagem: divulgação)

O Echo Dot Max é uma nova variante do Echo Dot. O destaque fica por conta do sistema com dois alto-falantes, contra um dos modelos anteriores. Com essa arquitetura, ele oferece graves três vezes mais potentes.

Além dos avanços sonoros, o Echo Dot Max conta com acabamento em tecido de qualidade superior, microfones com alcance aprimorado e design com botões e anel de LED na parte frontal.

Echo Studio está menor

Um alto-falante inteligente Echo Studio preto, em formato esférico com superfície de tecido, está sobre uma mesa de madeira em uma cozinha. O anel de LED azul fica aceso na parte inferior. Ao fundo, uma mulher em pé, desfocada, segura uma caneca, com uma luminária acesa ao lado. Sobre a mesa, também há um vaso de vidro com folhas verdes, um pano branco e um limão amarelo.
Echo Studio de segunda geração é 40% mais compacto (imagem: divulgacão)

A segunda geração do Echo Studio abandonou o formato cilíndrico e adotou o mesmo design esférico do Echo Dot Max, com botões e anel de LED na parte frontal. Com isso, o volume é 40% menor que o modelo anterior.

A Amazon promete que isso não comprometeu a qualidade de som, já que o novo Echo Studio conta com um woofer potente de alta excursão e outros três alto-falantes de gama completa. O hardware permite a compatibilidade com formatos de áudio espacial e Dolby Atmos, para uma experiência surround.

Echo Show ganha nova interface

Dispositivo Echo Show 8 com tela exibindo uma interface de casa inteligente. À esquerda, há uma imagem aérea de uma praia com vegetação. No centro, botões mostram “Luz da Cozinha – Ativado”, “Plug Inteligente – Ativado” e “Câmera do Be...”. À direita, aparece a agenda do dia: “Reunião com investidores”, “Café com Augusto”, “Treino de Futebol” e “Jantar”. O horário no canto superior direito marca “11:40”.
Interface do Echo Show recebeu novidades (imagem: divulgação)

A Amazon apresentou também dois novos alto-falantes com telas. O Echo Show 8 chega à sua quarta geração, enquanto o Echo Show 11 é uma evolução do Show 10, com tela ligeiramente maior. O novo design parece uma variação dos outros aparelhos, com uma esfera acoplada a um display flutuante.

Em comum, eles têm tela com grande ângulo de visão e tecnologia para garantir a qualidade de imagens quando está muito escuro e também quando está muito claro.

Os dois aparelhos usam uma câmera de 13 megapixels com capacidade para enquadrar automaticamente o usuário durante chamadas. A interface Show UI foi remodelada para facilitar o controle de múltiplos dispositivos da casa inteligente.

Com informações da Amazon, do Verge e do Gizmodo

Amazon apresenta novos alto-falantes Echo com Alexa

Xiaomi 17 chega com Snapdragon 8 Elite Gen 5; versões Pro têm tela traseira

25 de Setembro de 2025, 12:27
Traseira do Xiaomi 17 Pro
Modelos Xiaomi 17 Pro e Pro Max têm visor traseiro (imagem: divulgação/Xiaomi)
Resumo
  • Xiaomi anuncia linha 17 com Snapdragon 8 Elite Gen 5 em todos os modelos;

  • Modelo de entrada tem bateria de 7.000 mAh; versão Pro Max chega a 7.500 mAh;

  • Xiaomi 17 Pro e Pro Max trazem tela traseira AMOLED para funções extras.

A Xiaomi é uma das primeiras marcas a anunciar celulares com o Snapdragon 8 Elite Gen 5, novo chip topo de linha da Qualcomm. São três modelos que, como os nomes sugerem, chegam para disputar espaço com a linha iPhone 17: Xiaomi 17, Xiaomi 17 Pro e Xiaomi 17 Pro Max.

Xiaomi 17 tem bateria de 7.000 mAh

A frente do Xiaomi 17
A frente do Xiaomi 17 (imagem: divulgação/Xiaomi)

O Xiaomi 17 é um celular com tela OLED de 6,3 polegadas, resolução de 2656×1220 pixels e taxa de atualização de 120 Hz. No comando do modelo está o novíssimo chip Qualcomm Snapdragon 8 Elite Gen 5, como você já sabe.

Na versão de entrada, o Xiaomi 17 conta com 12 GB de RAM (LPDDR5X) e 256 GB de armazenamento interno (UFS 4.1). Mas há variantes nas configurações de 12 GB + 512 GB e de 16 GB + 512 GB.

Já a traseira abriga três câmeras, embora faça o smartphone parecer ter quatro. A principal tem sensor Light Fusion 950 de 50 megapixels. As outras duas também têm 50 megapixels, mas uma oferece lente teleobjetiva com zoom óptico de 2,6x, a outra é uma ultrawide. Voltando à frente, novamente encontramos uma câmera de 50 megapixels.

Tão ou mais notável é a bateria. O componente tem 7.000 mAh de capacidade e suporta recarga rápida de 100 W com fio ou de 50 W sem fio.

Traseira do Xiaomi 17
Xiaomi 17 traz três câmeras traseiras (imagem: divulgação/Xiaomi)

Xiaomi 17 Pro e 17 Pro Max têm tela na traseira

O Snapdragon 8 Elite Gen 5 também marca presença no Xiaomi 17 Pro e no Xiaomi 17 Pro Max. Aqui, é possível contar com 12 GB ou 16 GB de RAM (LPDDR5X), e com armazenamento interno de 256 GB a 1 TB (UFS 4.1).

A versão Pro mantém a tela de 6,3 polegadas do Xiaomi 17 “normal”, enquanto o modelo Pro Max traz um visor OLED de 6,9 polegadas e resolução de 2608×1200 pixels.

O que é mais interessante é que os dois modelos contam com uma tela traseira AMOLED ao lado das câmeras. É um detalhe que parece provocação, pois circularam rumores de que o iPhone 17 Pro teria um visor na mesma posição, o que não se confirmou.

No Xiaomi 17 Pro, o visor extra tem 2,7 polegadas e 120 Hz; na versão Pro Max, o componente conta com 2,9 polegadas e os mesmos 120 Hz. Em ambos os casos, a tela traseira, chamada de Dynamic Back Display, pode ser usada para mostrar relógios, notificações dinâmicas, notas do usuário, auxiliar em fotos, e assim por diante.

As telas dos modelos Xiaomi 17 Pro e Pro Max
As telas dos modelos Xiaomi 17 Pro e Pro Max (imagem: divulgação/Xiaomi)

Sobre as câmeras, novamente há três delas na traseira, todas de 50 megapixels, sendo que a principal tem sensor Light Fusion 950L. Os modelos Pro se diferenciam nesse aspecto por contarem com uma câmera periscópica com zoom de 5x.

A versão Max leva vantagem na bateria: o componente tem 7.500 mAh, enquanto o seu irmão menor conta com uma unidade de 6.300 mAh. As tecnologias de recarga rápida de 100 W com fio e de 50 W sem fio também marcam presença nos dois celulares.

Disponibilidade e preços da linha Xiaomi 17

Inicialmente, a linha Xiaomi 17 será comercializada na China a partir do dia 27 deste mês de setembro, devendo chegar a outros países de modo progressivo. Ainda não há previsão de lançamento oficial no Brasil, porém.

No mercado chinês, os preços iniciais convertidos para reais são estes:

  • Xiaomi 17: R$ 3.376
  • Xiaomi 17 Pro: R$ 3.751
  • Xiaomi 17 Pro Max: R$ 4.502

Todos os celulares da linha contam com o Android 16 e a interface HyperOS 3.

Xiaomi 17 chega com Snapdragon 8 Elite Gen 5; versões Pro têm tela traseira

Modelos Xiaomi 17 Pro e Pro Max têm visor traseiro (imagem: divulgação/Xiaomi)

Xiaomi 17 traz três câmeras traseiras (imagem: divulgação/Xiaomi)
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