MacBook Neo é o novo laptop de entrada da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
MacBook Neo e MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Pro foram homologados pela Anatel e podem ser vendidos no Brasil.
O Neo vem com SoC A18 Pro, mesmo do iPhone 16 Pro, e custa a partir de R$ 7.299.
Já o MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Pro tem GPU de 20 núcleos, largura de banda de memória de 307 GB/s e custa R$ 33.999.
A Apple tem pressa: pouco mais de uma semana após o anúncio, o novo MacBook Neo, laptop de entrada da fabricante americana, foi homologado pela Anatel e já pode ser vendido no país.
Ele tem o código de modelo A3404 e consta na agência com status “Homologação Emitida”, mas infelizmente ainda não é possível acessar a documentação. No site oficial da Apple no Brasil, o Neo custa a partir de R$ 7.299.
MacBook Neo tem quatro opções de cores (imagem: divulgação)
O MacBook Neo vem com o SoC A18 Pro da Apple, já utilizado no iPhone 16 Pro e Pro Max, lançados no final de 2024. O laptop será comercializado em opções com 256 GB de armazenamento ou 512 GB de armazenamento e leitor de digitais Touch ID.
Ambos os modelos vêm com 8 GB de RAM e estão disponíveis em quatro cores: prateado, blush (rosa claro), amarelo-cítrico ou índigo (azul escuro).
Mais um MacBook Pro a caminho
Certificado de homologação do MacBook Pro de 16″ com M5 Pro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Como noticiamos na segunda-feira (09/03), vários dos MacBooks com os novos chips M5 foram homologados, mas ainda faltavam três com esta linha de SoCs. Agora só faltam dois: o MacBook Pro de 16 polegadas com chip M5 Pro (modelo A3428) também foi homologado pela Anatel.
A diferença para o seu irmão mais potente fica na GPU, na largura de banda da memória e na capacidade de codificação e decodificação de vídeo ProRes: o M5 Max é oferecido em opções de GPUs de 32 e 40 núcleos com dois motores de vídeo ProRes e larguras de banda de memória de 460 e 614 GB/s.
Já o M5 Pro possui “apenas” 20 núcleos em sua GPU, um motor de conversão de vídeo ProRes e largura de banda de memória de 307 GB/s. Tudo isso tem seu preço: o MacBook Pro de 16 polegadas mais barato (com o M5 Pro) custa R$ 33.999 no site da empresa.
MacBook Pro com M5 Max (imagem: divulgação/Apple)Resumo
Anatel homologou os MacBooks Air e Pro com chip M5 e o iPad Air com processador M4 para venda no Brasil.
O MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Max custa entre R$ 47.999 e R$ 90.399, enquanto os MacBooks Air de 13 e 15 polegadas custam R$ 13.999 e R$ 15.999, respectivamente.
Os iPads Air com processador M4, modelos A3459 a A3462, variam de R$ 7.499 a R$ 17.999.
Foi rápido: a Apple anunciou na semana passada os novos MacBooks Air e Pro com chips M5, e eles já podem ser vendidos no Brasil, após serem certificados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) na sexta-feira (06/03).
Com a certificação, chegam ao país o Macbook Pro de 16 polegadas com o M5 Max (modelo A3429); MacBook Air de 15 polegadas com M5 (A3448) e MacBook Air de 13 polegadas (A3449), também com M5.
O que eles têm de novo?
Certificado de homologação do MacBook Pro de 16″ com M5 Max (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
O MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Max é o mais potente entre eles, contando com o novo chip de 18 CPUs e GPU em duas opções: 32 e 40 núcleos.
Também é o mais caro entre as novidades, custando a partir de R$ 47.999 e podendo ir até R$ 90.399 na especificação com tela Nano Texture, 128 GB de RAM e 8 TB de armazenamento.
Novos modelos têm foco em IA, com aceleradores neurais (imagem: divulgação)
Os MacBooks Air com M5 custam bem menos: no site oficial, o modelo de 13 polegadas parte de R$ 13.999 e o de 15 polegadas, de R$ 15.999. Ambos vêm com 16 GB de RAM e 512 GB de armazenamento.
Para completar os lançamentos, ainda faltam as certificações dos novos MacBook Pro de 14 polegadas com M5 Pro e Max, o MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Pro e o novo MacBook Neo.
Preços dos novos MacBooks
MacBook Air M5 13″: R$ 13.999
MacBook Air M5 15“: R$ 15.999
MacBook Pro M5 Pro 14″: R$ 26.999
MacBook Pro M5 Max 14″: R$ 44.999
MacBook Pro M5 Pro 16″: R$ 33.999
MacBook Pro M5 Max 16″: R$ 47.999
iPad Air também está homologado
Apple enfatiza capacidades multitarefas do iPad Air M4 e do iOS 26 (imagem: divulgação)
Já a nova linha de iPads Air com processador M4 está completa: os modelos A3459, A3460, A3461 e A3462 estão homologados. Eles correspondem, respectivamente, aos iPad Air de 11 polegadas (Wi-Fi e 5G) e aos iPad Air de 13 polegadas (Wi-Fi e 5G).
Os modelos começam em R$ 7.499 (11 polegadas com 128 GB) e vão até R$ 17.999 (13 polegadas com 1 TB de armazenamento).
Certificado de homologação do iPad Air M4 de 13″ com 5G (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Apple recebeu autorização para vender MacBook Air e MacBook Pro com chip M5 no Brasil. Novo iPad Air com processador M4 também foi certificado pela agência.
Certificado Anatel do MacBook Pro de 16" com M5 Max (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Novos modelos têm foco em IA, com aceleradores neurais (imagem: divulgação)
Apple enfatiza capacidades multitarefas do iPad Air M4 e do iOS 26 (imagem: divulgação)
Certificado de homologação do iPad Air M4 de 13" com 5G (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Novos monitores Studio Display, todos com 27 polegadas (imagem: reprodução/Apple)Resumo
Apple Studio Display possui tela Retina LCD de 27 polegadas, resolução 5K, taxa de atualização de 60 Hz e brilho de 600 nits;
novo modelo, Apple Studio Display XDR tem painel LCD com mini-LED, retroiluminação de 2.304 zonas, brilho de até 2.000 nits em HDR, gamas de cores P3 e Adobe RGB, além de taxa de atualização de 120 Hz;
preços no Brasil variam entre R$ 18.999 (Studio Display) e R$ 41.999 (Studio Display XDR com vidro nano-texture).
A Apple não reservou esta terça-feira (03/03) para anunciar apenas as novas versões do MacBook Pro e do MacBook Air. A linha Studio Display também foi renovada, ganhando até uma versão XDR que trabalha a 120 Hz. No Brasil, os preços variam entre R$ 18.999 e R$ 41.999.
Como é o novo Apple Studio Display?
Agora em sua segunda geração, o Apple Studio Display continua trazendo uma tela Retina LCD de 27 polegadas com resolução 5K (5120×2880 pixels). Além disso, a taxa de atualização máxima permanece em 60 Hz e, o brilho, em 600 nits.
As novidades aparecem em recursos complementares. Um exemplo: a webcam continua tendo um sensor de 12 megapixels, mas promete melhorar o processamento das imagens para torná-las superiores em relação ao Apple Studio Display de primeira geração.
Além disso, agora o monitor conta com um sistema de seis alto-falantes que reproduz áudio espacial e graves até 30% mais profundos. Sendo exato, são quatro woofers e dois tweeters de alto desempenho, conjunto que é complementado com três microfones com “qualidade de estúdio”, de acordo com a Apple.
Outra novidade é o suporte à tecnologia Thunderbolt 5 para alta velocidade na transmissão de imagens e conexão de até quatro monitores da linha em sequência.
Novo Apple Studio Display (imagem: reprodução/Apple)
Como é o Apple Studio Display XDR?
O Apple Studio Display XDR é um modelo novo e que, pelo menos até certo ponto, substitui o Apple Pro Display XDR, que foi descontinuado.
Aqui, também falamos de um monitor Retina de 27 polegadas com resolução 5K e webcam melhorada de 12 megapixels. O conjunto de seis alto-falantes e o trio de microfones novamente marcam presença.
Um dos diferenciais é o painel LCD, que tem retroiluminação com mini-LED que usa 2.304 zonas locais de controle de intensidade do brilho, o que faz esse parâmetro chegar a 1.000 nits em SDR e a até 2.000 nits de pico para HDR.
Também há suporte às gamas de cores P3 e Adobe RGB. A tecnologia Thunderbolt 5 aparece outra vez, com o adendo de poder atuar como hub de recarga de até 140 W, funcionalidade que pode ser útil para o carregamento de um MacBook Pro, por exemplo.
Outra diferença notável do Studio Display XDR é a sua taxa de atualização de até 120 Hz.
Apple Studio Display XDR (imagem: reprodução/Apple)
Quais Macs são compatíveis?
Logo após o anúncio dos novos monitores, o MacRumors checou a lista de compatibilidade do Studio Display e do Studio Display XDR, e descobriu que Macs com chips Intel não estão por ali. Talvez esses equipamentos até possam funcionar com as novidades (aguardemos pelos testes independentes), mas não há garantia disso.
A lista de compatibilidade é esta:
MacBook Pro de 16 polegadas (2021 ou superior)
MacBook Pro de 14 polegadas (2021 ou superior)
MacBook Pro de 13 polegadas (M1, 2020 ou superior)
MacBook Air de 15 polegadas (2023 ou superior)
MacBook Air de 13 polegadas (M1, 2020 ou superior)
Mac Studio (2022 ou superior)
Mac Mini (2020 ou superior)
Mac Pro (2023 ou superior)
iMac de 24 polegadas (2021 ou superior)
Dois monitores Studio Display XDR interconectados (imagem: reprodução/Apple)
Preços do Studio Display e do Studio Display XDR no Brasil
Os dois monitores entrarão em pré-venda nesta quarta-feira (04/03) no site brasileiro da Apple, com as entregas começando no dia 11 deste mês. Os preços oficiais são estes:
Apple Studio Display: R$ 18.999
Apple Studio Display com vidro nano-texture: R$ 21.999
Apple Studio Display XDR: R$ 38.999
Apple Studio Display XDR com vidro nano-texture: R$ 41.999
Vale destacar que os monitores chegam na esteira de outros lançamentos da Apple para esta semana. São eles:
Apple indica novos MacBooks Pro para trabalhos da indústria criativa (imagem: divulgação)
A Apple apresentou, nesta terça-feira (03/03), dois novos chips da sua família M: o M5 Pro e o M5 Max. Eles já estão disponíveis na linha MacBook Pro, com preços a partir de R$ 26.999 para o M5 Pro e R$ 44.999 para o M5 Max. Além disso, a empresa trouxe uma versão renovada do MacBook Air, agora com M5, a partir de R$ 13.999.
Novos modelos têm foco em IA, com aceleradores neurais (imagem: divulgação)
O M5 Pro agora conta com CPU de até 18 núcleos, contra 14 do M4 Pro. A disposição deles também é diferente: o novo modelo tem até 6 “super núcleos”, como chamou a Apple, e 12 núcleos de performance, enquanto a geração passada tinha 10 núcleos de performance e 4 de eficiência.
Outra diferença são os aceleradores neurais, que prometem facilitar a execução local de modelos de linguagem de larga escala avançados (LLMs). A Apple também aumentou a largura de banda de memória, que passou de 273 GB/s para 307 GB/s.
Entre aqueles números que as empresas sempre prometem, estão desempenho de inteligência artificial de quatro vezes em relação à geração passada, e oito vezes os chips da geração M1. O desempenho do SSD também está duas vezes mais rápido, e as opções de armazenamento agora começam em 1 TB no modelo Pro.
O M5 Max repete as configurações de CPU do modelo Pro e também traz aceleradores neurais como novidade. A largura de banda da memória também recebeu melhorias, passando de 546 GB/s para 614 GB/s. As opções de RAM seguem as mesmas, indo de 36 GB a 128 GB, enquanto o armazenamento agora começa em 2 TB.
Entre os comparativos divulgados pela Apple, temos processamentos de prompts de LLMs com quatro vezes mais velocidade em relação à geração passada e geração de imagens oito vezes mais rápida que na família M1. A companhia fala ainda em desempenho gráfico 50% melhor do que o da linha anterior.
Ambos os chips equipam modelos de 2026 do MacBook Pro, que não tiveram outras alterações em relação aos anteriores. Vale notar que o M5 Pro e o M5 Max ainda não estão disponíveis em desktops, como o Mac Studio e o Mac Pro.
Entre as mudanças da versão com M5 em relação à com M4, estão CPU com 4 super núcleos e 6 núcleos de eficiência, aceleradores neurais para tarefas de IA e largura de banda de memória de 153 GB/s (contra 120 GB/s da geração anterior).
Outra diferença está no armazenamento, que agora começa em 512 GB e vai até 4 TB. A conectividade também melhorou, com suporte a Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.
Estes são os preços iniciais de cada modelo. A Apple agora oferece configurações predefinidas de memória e chip, e não é mais possível escolher os componentes de modo separado.
MacBook Air M5 13′: R$ 13.999
MacBook Air M5 15′: R$ 15.999
MacBook Pro M5 Pro 14′: R$ 26.999
MacBook Pro M5 Max 14′: R$ 44.999
MacBook Pro M5 Pro 16′: R$ 33.999
MacBook Pro M5 Max 16′: R$ 47.999
A configuração mais cara — MacBook Pro M5 16′ com GPU de 40 núcleos, 128 GB de RAM e 8 TB de SSD — sai por R$ 88.599.
M5 Pro e M5 Max fazem sua estreia nos notebooks avançados da marca e prometem desempenho superior em modelos de IA locais. Laptop de entrada recebe atualização.
Apple indica novos MacBooks Pro para trabalhos da indústria criativa (imagem: divulgação)
Novos modelos têm foco em IA, com aceleradores neurais (imagem: divulgação)
Possível mudança no recorte da câmera abre caminho para recurso de segurança (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog) Resumo
MacBook Pro de 2026 deverá ter tela OLED touch, Dynamic Island e Face ID, com processadores M6 Pro e M6 Max de 2 nanômetros;
já macOS terá interface dinâmica que alterna entre toques e cliques, mantendo teclado físico e trackpad grande;
Dynamic Island substituirá o notch, exibindo notificações e integrando Face ID.
A Apple deve lançar os primeiros modelos de MacBook Pro equipados com tela sensível ao toque e painel OLED no final de 2026. Reportagens recentes indicam que a novidade estará presente nas versões de 14 e 16 polegadas do notebook profissional da marca.
Segundo o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, o lançamento destes dispositivos não será no evento programado para o início de março de 2026. Os modelos com suporte a toque e tela OLED, conhecidos internamente pelos códigos K114 e K116, devem chegar ao mercado apenas no fim do ano equipados com processadores M6 Pro e M6 Max, construídos em um novo processo de fabricação de 2 nanômetros.
Nova interface do macOS será focada apenas no toque?
Pelo visto, não. O portal MacRumors destaca que o laptop manterá seu design tradicional, preservando o teclado físico completo e o trackpad grande, ainda que a estrutura possa ficar mais fina. O diferencial estará no software.
O macOS receberá uma interface dinâmica, projetada para alternar entre controles otimizados para cliques e toques. Se o usuário tocar na barra de menus, por exemplo, o sistema ampliará os ícones e opções disponíveis, facilitando a seleção com os dedos.
Essa adaptação inclui suporte a gestos já consolidados no ecossistema móvel da empresa, como o movimento de pinça para aplicar zoom em imagens e a rolagem rápida de PDFs e páginas web. Sinais dessa preparação já aparecem no macOS Tahoe, cuja interface trouxe maior espaçamento ao redor de ícones e notificações, além de controles deslizantes na Central de Controle com visual mais adaptado para interações manuais.
Comandos por toque devem estrear no MacBook Pro com chip M6 (imagem: reprodução/Apple)
Fim do notch e Face ID
Outra alteração no design dos novos computadores pode ser o fim do entalhe na parte superior (o notch). Em seu lugar, a Apple adotará a Dynamic Island. A versão para Mac aparentemente utilizará um recorte menor, em formato de furo na tela, para abrigar a câmera, ocupando menos espaço que nos iPhones atuais — um design que deve, inclusive, antecipar o visual do futuro iPhone 18 Pro.
Esta área interativa exibirá notificações e permitirá que os usuários acompanhem resultados esportivos, reprodução de mídia e mais no topo da tela. O Tom’s Guide observa ainda que a integração de um novo módulo de câmera pode abrir margem para um recurso aguardado há anos pelos usuários: o Face ID. Atualmente, a biometria nos Macs é restrita ao Touch ID no botão de liga/desliga.
Mudança de postura da Apple
A chegada de telas sensíveis ao toque nos MacBooks representa um recuo em relação ao discurso mantido pela Apple por décadas. O cofundador Steve Jobs chegou a classificar a ergonomia de laptops com telas de toque como “terrível”.
Em 2021, John Ternus, chefe de hardware da companhia, declarou que o iPad já cumpria o papel de “melhor computador de toque” e que não havia razão para alterar a essência dos computadores tradicionais. A única tentativa prévia de inserir controles de toque nos laptops da marca foi a Touch Bar, um pequeno painel OLED que acabou descontinuado após baixa aceitação do público e desenvolvedores.
M5 tem acelerador neural em cada núcleo da GPU (imagem: divulgação)Resumo
A Apple lançou o chip M5 no iPad Pro e MacBook Pro de 14 polegadas, com preços a partir de R$ 12.499 e R$ 19.999, respectivamente.
O chip M5 possui CPU com até 10 núcleos, GPU com nova arquitetura de 10 núcleos e largura de banda de memória de até 153 MB/s.
O iPad Pro e o MacBook Pro mantêm o design anterior, mas têm melhorias em desempenho de IA, armazenamento e duração da bateria.
A Apple anunciou, nesta quarta-feira (15/10), o lançamento de seu novo chip M5, que fará sua estreia no iPad Pro (com preços a partir de R$ 12.499) e no MacBook Pro de 14 polegadas (preços a partir de R$ 19.999). O headset Vision Pro, que não é vendido oficialmente no Brasil, também ganhou uma versão atualizada com o componente.
Apple M5
Quinta geração dos chips da linha M da Apple, o M5 é fabricado com processo de litografia de 3 nm e tem inteligência artificial e gráficos como focos.
A GPU tem uma nova arquitetura com dez núcleos e um acelerador neural em cada um deles. Segundo a empresa, isso permite um desempenho até quatro vezes superior ao do M4 em tarefas de IA destinadas à GPU.
Apple afirma que núcleo de CPU do M5 é o mais rápido do mundo (imagem: divulgação)
O Neural Engine (nome que a Apple dá à sua NPU) continua com 16 núcleos e teve melhorias, mas a empresa não especificou em números o salto de desempenho. A promessa é que tarefas da Apple Intelligence, como o Image Playground, ficarão mais rápidas.
Na CPU, o M5 oferece até dez núcleos, sendo seis de eficiência e até quatro de performance. Segundo a Apple, o desempenho é 15% mais rápido que o do M4. Além disso, a companhia afirma que o chip tem o núcleo de CPU mais rápido do mundo.
Por fim, a largura de banda da memória foi aumentada para até 153 MB/s, o que dá 30% a mais que o M4 e mais que o dobro do M1. O M5 tem suporte para até 32 GB de RAM.
iPad Pro M5
O iPad Pro é um dos primeiros produtos da Apple a receber o M5. O design é o mesmo do modelo com M4, com opções em 11 e 13 polegadas, e as novidades estão todas do lado de dentro do aparelho.
A Apple diz que a nova versão do tablet tem desempenho de IA 3,5x melhor que o modelo do ano passado. As velocidades de leitura e gravação de memória também aumentaram, e o portátil oferece suporte a carregamento rápido, capaz de atingir 50% da bateria em cerca de 30 minutos.
iPad Pro M5 promete desempenho melhor em tarefas de IA (imagem: divulgação)
Além do M5, o iPad Pro recebeu outros chips, como o modem C1X para dados móveis e o chip N1 para Wi-Fi, Bluetooth e protocolo Thread.
No Brasil, os preços começam em R$ 12.499 (versão de 11 polegadas, Wi-Fi, CPU de 9 núcleos, 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento) e vão até R$ 31.599 (versão de 13 polegadas com vidro nano-texture, Wi-Fi + Cellular, CPU de 10 núcleos, 16 GB de RAM e 2 TB de armazenamento). As vendas ainda não começaram.
MacBook Pro 14 M5
Outro aparelho a receber o M5 nessa primeira leva é o MacBook Pro de 14 polegadas. Assim como no iPad, o design é o mesmo da geração interior, com as novidades apenas em especificações técnicas.
Apple promete desempenho melhor em jogos no novo MacBook Pro (imagem: divulgação)
Entre as melhorias do M5, estão desempenho gráfico 1,6x mais rápido e taxa de quadros até 1,6x maior em games. O armazenamento também ficou mais rápido, e a bateria agora dura até 24 horas, de acordo com a empresa. Outra mudança é a opção de 4 TB de armazenamento, que antes era restrita a notebooks com o M4 Pro.
No Brasil, os preços do MacBook Pro 14 M5 começam em R$ 19.990 (16 GB de RAM, 512 GB de armazenamento) e podem chegar a R$ 40.999, excluindo acessórios e softwares adicionais. (32 GB de RAM, 4 TB de armazenamento e tela nano-texture).
Conheça as principais caracteristicas dos MacBook Air e MacBook Pro (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
A Apple oferece dois modelos principais de MacBook: o MacBook Air e o MacBook Pro. Ambos usam os chips de alto desempenho Apple M-Series, mas são desenhados para atender a necessidades distintas de usuários.
O MacBook Air prioriza a portabilidade, sendo indicado para pessoas com rotinas mais agitadas. O design ultraleve e fino o torna ideal para estudantes e usuários gerais que buscam eficiência em tarefas diárias, oferecendo também uma bateria de longa duração.
Por outro lado, o MacBook Pro foca em poder e recursos avançados. Ele é projetado para profissionais criativos, como editores de vídeo e designers, fornecendo o desempenho robusto de que precisam, além de telas Liquid Retina XDR e portas de nível profissional.
A seguir, conheça o perfil geral dos dois tipos de MacBook, suas principais versões e diferenças. Também descubra qual modelo de notebook da Apple oferece melhor custo-benefício.
O MacBook Air é a linha de notebooks ultraportáteis e de entrada da Apple, reconhecida pelo design fino e leve. Adotando os chips Apple M-series, como o M3 e M4, ela entrega um desempenho rápido e eficiente para as necessidades diárias.
O notebook tem como público-alvo estudantes, profissionais que viajam e usuários domésticos que priorizam a portabilidade e a longa duração de bateria. Entre as características principais estão a tela Liquid Retina de alta resolução, o Magic Keyboard para uma digitação suave e o trackpad Force Touch para um controle mais preciso do cursor.
Complementando as funcionalidades, os modelos recentes oferecem sensor Touch ID para segurança e uma câmera HD com recurso Center Stage para videochamadas aprimoradas. Em resumo, o MacBook Air é uma opção prática e compacta para trabalho, estudo e consumo de mídia.
MacBook Air se destaca pelo design fino e leve, combinado com alto desempenho para o dia a dia (imagem: Divulgação/Apple)
Quais são as versões de MacBook Air?
O MacBook Air está disponível em duas versões em 2025:
13 polegadas: tela Liquid Retina de 13,6 polegadas (2560 x 1664 pixels), chip Apple M4, até 32 GB de RAM, até 2 TB de armazenamento, câmera de 12 MP (1080p), quatro alto-falantes com Dolby Atmos, bateria de até 18 horas e peso de 1,24 kg;
15 polegadas: tela Liquid Retina de 15,3 polegadas (2880 x 1864 pixels), chip Apple M4, até 32 GB de RAM, até 2 TB de armazenamento, câmera de 12 MP (1080p), seis alto-falantes com Dolby Atmos, bateria de até 18 horas e peso de 1,51 kg.
O visual compacto do MacBook Air facilita o transporte em mochilas e bolsas (imagem: Divulgação/Apple)
MacBook Pro
O MacBook Pro é o notebook premium e de alto desempenho da Apple, ideal para profissionais criativos e técnicos. Seu público-alvo inclui editores de vídeo, desenvolvedores de softwares, designers gráficos e produtores musicais que exigem potência e ampla eficiência.
Ele se destaca pelos chips avançados Apple M-Series, como M4 Pro e M4 Max, que proporcionam grande performance para fluxos de trabalhos intensivos. Já a tela Liquid Retina XDR oferece brilho extremo, contraste profundo e cores precisas, sendo essencial para trabalhos visuais detalhados.
O modelo também integra recursos avançados de Inteligência Artificial via Apple Intelligence, bateria de longa duração e áudio de alta fidelidade. Essa combinação, junto à otimização do macOS, estabelece o MacBook como o padrão para produtividade e criação profissional.
MacBook Pro tem visual e especificações premium (imagem: Divulgação/Apple)
Quais são as versões de MacBook Pro?
Existem três versões do MacBook Pro (2025):
14 polegadas (M4): tela Liquid Retina XDR de 14,2 polegadas (3024 x 1964 pixels), chip Apple M4, até 32 GB de RAM, até 2 TB de armazenamento, câmera de 12 MP (1080p), seis alto-falantes com Dolby Atmos, bateria de até 24 horas e peso de 1,55 kg;
14 polegadas (M4 Pro/M4 Max): tela Liquid Retina XDR de 14,2 polegadas (3024 x 1964 pixels), chip Apple M4 Pro ou M4 Max, até 128 GB de RAM, até 8 TB de armazenamento, câmera de 12 MP (1080p), seis alto-falantes de alta fidelidade com Dolby Atmos, bateria de até 22 horas e peso de 1,60 kg;
16 polegadas (M4 Pro/M4 Max): tela Liquid Retina XDR de 16,2 polegadas (3456 x 2234 pixels), chip Apple M4 Pro ou M4 Max, até 128 GB de RAM, até 8 TB de armazenamento, câmera de 12 MP (1080p), seis alto-falantes de alta fidelidade com Dolby Atmos, bateria de até 24 horas e peso de 2,14 kg.
O MacBook Pro é indicado para profissionais técnicos de diferentes áreas (imagem: Divulgação/Apple)
Qual é a diferença entre MacBook Air e MacBook Pro?
Estas são as principais diferenças entre os modelos de MacBook Air e MacBook Pro em 2025:
MacBook Air (13 polegadas)
MacBook Air (15 polegadas)
MacBook Pro (14 polegadas)
MacBook Pro (16 polegadas)
Processador
M4
M4
M4, M4 Pro ou M4 Max
M4 Pro ou M4 Max
Memória RAM
A partir de 16 GB
A partir de 16 GB
A partir de 16 GB
A partir de 24 GB
Armazenamento
A partir de 256 GB
A partir de 256 GB
A partir de 512 GB
A partir de 512 GB
Tela
Liquid Retina de 13,6 polegadas
Liquid Retina de 15,3 polegadas
Liquid Retina de XDR de 14,2 polegadas
Liquid Retina de XDR de 16,2 polegadas
Resolução
2560 x 1664 pixels
2880 x 1864 pixels
3024 x 1964 pixels
3456 x 2234 pixels
Câmera
12 MP com Center Stage (1080p)
12 MP com Center Stage (1080p)
12 MP com Center Stage (1080p)
12 MP com Center Stage (1080p)
Áudio
Quatro alto-falantes com Dolby Atmos e Áudio Espacial
Seis alto-falantes com Dolby Atmos e Áudio Espacial
Quatro alto-falantes Hi-Fi com Dolby Atmos e Áudio Espacial
Quatro alto-falantes Hi-Fi com Dolby Atmos e Áudio Espacial
MacBook é uma linha de notebooks premium fabricada exclusivamente pela Apple, usando o sistema operacional macOS. Eles se destacam pelo design sofisticado, telas de alta qualidade e o desempenho otimizado com a integração do ecossistema Apple.
Por outro lado, um notebook é um termo geral para computadores portáteis de marcas variadas, que geralmente usam o sistema operacional Windows da Microsoft. Essa categoria de dispositivos oferece uma enorme diversidade de modelos, especificações e faixas de preço, permitindo uma grande flexibilidade para o usuário.
Qual MacBook tem melhor custo-benefício?
O MacBook Air é a melhor opção de custo-benefício ao escolher um notebook da Apple, equilibrando desempenho de ponta com preço mais acessível. Ele oferece potência para diversas tarefas diárias e profissionais, como edição de documentos, navegação e programação leve, chegando perto do desempenho do MacBook Pro.
Este modelo ainda se destaca pela portabilidade com o design fino e leve, além da bateria que dura o dia todo. Mesmo as gerações anteriores, alimentadas com chips Apple M1 ou M3, ainda são altamente recomendadas para quem busca entrar no ecossistema macOS com um investimento inteligente.