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Apple aumenta preços de MacBooks e iPads no Brasil

25 de Junho de 2026, 10:35
Fotografia colorida mostra um MacBook Neo de cor verde sobre uma bancada, em exposição.
MacBook Neo ficou mais caro no país (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Apple reajustou os preços de produtos no Brasil, como MacBook Neo, Air com chip M5 e novos iPads.
  • O MacBook Pro com chip M5 de 16 polegadas é um dos produtos que teve maior aumento de preço.
  • O CEO da Apple, Tim Cook, havia sinalizado que os preços subiriam devido ao aumento dos custos de memória e armazenamento.

A Apple reajustou os preços de parte de sua linha de produtos no Brasil. A alta ocorre no mundo todo e, por aqui, atinge as linhas mais recentes de Macs, iMacs, MacBooks e iPads, ao menos por enquanto. O MacBook Pro com chip M5 foi um dos mais afetados e ficou até R$ 5 mil mais caro.

Há poucos dias, o CEO Tim Cook já havia sinalizado que os preços subiriam, classificando o reajuste como “inevitável”. Segundo o executivo, a alta está ligada ao aumento dos custos de memória e armazenamento, pressionados pela forte demanda de IA. A escassez já afeta outras empresas do setor de tecnologia, com reflexos nos preços de PCs, consoles, smartphones e outros eletrônicos.

Os ajustes ocorreram após a Apple Store ter ficado temporariamente indisponível na manhã desta quinta-feira (25/06). A loja online voltou a funcionar já com os novos preços. Até o momento, iPhones e AirPods não foram afetados.

Quais os novos valores?

O MacBook Neo na versão de entrada, que custava R$ 7.299, deixou de ser vendido por esse preço, e o modelo mais barato agora sai por R$ 8.499 com 256 GB de armazenamento. Já a versão com 512 GB e Touch ID passa a custar R$ 9.699.

O mesmo com o MacBook Air com chip M5 de 13 polegadas. O modelo não tem mais a opção de R$ 13.999, começando a ser vendido por R$ 15.999. Já a versão de 15 polegadas ganhou um novo preço: R$ 17.999.

O preço inicial do iPad Air de 11 polegadas subiu de R$ 7.499 para R$ 9.999, enquanto o iPad Air de 13 polegadas passa a ter preço sugerido de R$ 12.999. 

Além disso, outras versões de produtos tiveram alteração nos preços, incluindo o MacBook Pro — com um dos maiores aumentos — e o iMac.

Confira a tabela com as alterações

ProdutoPreço anteriorPreço novo
MacBook Neo 256 GBR$ 7.299R$ 8.499
MacBook Neo 512 GBR$ 8.499R$ 9.699
MacBook Air M5 13″R$ 13.999R$ 15.999
MacBook Air M5 15″R$ 15.999R$ 17.999
MacBook Pro M5 14″R$ 20.999R$ 24.999
MacBook Pro M5 Pro 14″R$ 26.999R$ 30.999
MacBook Pro M5 Max 14″R$ 44.999R$ 49.999
MacBook Pro M5 Pro 16″R$ 33.999R$ 37.999
MacBook Pro M5 Max 16″R$ 47.999R$ 53.999
Mac Mini M4 R$ 9.899 (512 GB)R$ 9.499 (preço caiu, mas armazenamento foi reduzido para 256 GB)
Mac Mini M4 ProR$ 16.999R$ 17.999
Mac Studio M4 MaxR$ 25.999R$ 30.999
Mac Studio M3 UltraR$ 51.999R$ 66.999
iMac com 2 portas ThunderboltR$ 15.499R$ 17.999
iMac com 4 portas ThunderboltR$ 17.999R$ 19.999
iPad Air WiFi 11″ 128 GBR$ 7.499R$ 9.999
iPad Air WiFi 11″ 256 GB R$ 8.699R$ 11.199
iPad Air WiFi 11″ 512 GBR$ 11.099R$ 13.599
iPad Air WiFi 11″ 1 TBR$ 13.499R$ 17.199
iPad Air Wi‑Fi + Cellular 11″ 128 GBR$ 9.499R$ 11.999
iPad Air Wi‑Fi + Cellular 11″ 256 GBR$ 10.699R$ 13.199
iPad Air Wi‑Fi + Cellular 11″ 512 GBR$ 13.099R$ 15.599
iPad Air Wi‑Fi + Cellular 11″ 1 TBR$ 15.499R$ 19.199
iPad Air WiFi 13″ 128 GB R$ 9.999R$ 12.999
Pad Air WiFi 13″ 256 GBR$ 11.199R$ 14.199
iPad Air WiFi 13″ 512 GBR$ 13.599R$ 16.599
iPad Air WiFi 13″ 1 TBR$ 15.999R$ 20.199
iPad Air Wi‑Fi + Cellular 13″ 128 GBR$ 11.999 R$ 14.999
iPad Air Wi‑Fi + Cellular 13″ 256 GBR$ 13.199R$ 16.199
iPad Air Wi‑Fi + Cellular 13″ 512 GBR$ 15.599  R$ 18.599
iPad Air Wi‑Fi + Cellular 13″ 1 TBR$ 17.999 R$ 22.199
Tabela elaborada pelo Tecnoblog

Apple aumenta preços de MacBooks e iPads no Brasil

MacBook Neo (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Dell deve investir no XPS para bater de frente com o MacBook Neo

22 de Maio de 2026, 13:52
Montagem com dinheiro, formaturas (capelos) e tablets mostrando crescimento financeiro e gasto com educação
MacBook Neo deve causar reação na Dell (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Dell planeja investir na linha XPS como alternativa definitiva ao MacBook Neo.
  • O vice-presidente de Marketing, Sid Jatia, afirma que a linha XPS terá foco no setor de educação em 2026, visando atrair estudantes, jovens profissionais e criadores de conteúdo.
  • A Dell confirmou que lançará um Googlebook em 2026, como parte de sua parceria com o Google.

O sucesso do MacBook Neo, o primeiro laptop “econômico” da Apple em anos, está movimentando o mercado. De acordo com executivos da Dell, a empresa tem a estratégia de fortalecer os produtos da marca XPS para bater de frente com o produto da maçã.

Em entrevista ao Tecnoblog, o vice-presente de Marketing, Sid Jatia, e o vice-presidente de Produto, Konstantin Tuv, falaram sobre os planos da companhia para o segundo semestre. A conversa aconteceu durante o evento Dell Technologies World.

Parte traseira de um notebook fechado, vista em close, com acabamento escuro e fosco. No centro da tampa aparece o logotipo “XPS” gravado de forma discreta. À esquerda, é possível ver parcialmente a dobradiça e a borda do equipamento, sugerindo um design fino e minimalista.
Marca XPS virá na tampa do notebook (imagem: divulgação)

Para Tuv, o MacBook Neo é um dispositivo que tem como público-alvo os estudantes, apesar de a Apple sugerir o uso dele até para o trabalho. “Nós com certeza temos uma história para contar aí e vamos lançar mais dispositivos este ano para encantar os estudantes e ter uma alternativa”, revela Tuv.

O desafio, segundo os executivos, é empacotar um produto com Windows que realmente faça uma diferença e não seja só mais um no mercado. A aposta é apelar para a marca XPS.

“Por mais que possamos não gostar dos nossos amigos e marcas concorrentes, eles colocaram um produto no mercado que é razoavelmente bom na faixa de preço em que está sendo oferecido. Acho que o desafio para os concorrentes não é apenas lançar outro produto só para bater a faixa de preço, mas realmente dar uma alternativa de escolha aos clientes, e acho que esse é o trabalho”, diz Jatia.

MacBook Neo é a aposta da Apple em 2026 (imagem: divulgação)

XPS terá foco no setor de educação em 2026

A Dell reconheceu que fez uma mudança arriscada ao tirar o nome XPS do mercado, mas voltou atrás a tempo.

“Nós o trouxemos de volta no final do ano passado e a ideia para o XPS é que queremos atrair o setor de educação. Queremos atrair o jovem profissional. Queremos atrair as pessoas que estão comprando PCs pela primeira vez. Queremos atrair as pessoas que são criadores de conteúdo.”

— Sid Jatia, vice-presidente de Marketing da Dell

Ainda resta saber os detalhes dessa estratégia. No Brasil, existem dois modelos à venda no site oficial da marca: o XPS 13 e XPS 14, por R$ 15.499 e R$ 21.999, respectivamente.

“E a beleza da linha XPS é que ela vai desde a pessoa que está comprando seu primeiro PC até alguém que está criando um notebook de alto desempenho voltado para criação.”

— Sid Jatia

Apesar do foco em educação, Jatia também não acredita muito que o apelo deva ser para a geração Z especificamente, mas para criar uma identificação de marca: “Você sabe como a Geração Z funciona. Há muitos notebooks no mercado. Agora, o notebook não vai fazer diferença na consideração deles”, afirma. “Então, investir na marca, construir um significado real em torno do que defendemos, por que este produto existe, para eles poderem ostentar, alinhar-se aos valores deles”, continua.

Googlebook da Dell deve ser apresentado ainda este ano

Na mesma conversa, perguntei sobre o Googlebook, já que a fabricante aparece na lista de parceiras do Google nessa iniciativa.

Sem muitos detalhes, o vice-presidente de Produto confirmou que vem aí:

“Nós apoiamos muito o que a Google está tentando fazer lá [Googlebook com Gemini], e vamos ter nossos próprios dispositivos ali e parcerias com eles também. São áreas nas quais vamos apostar mais forte na segunda metade do ano e tentar encantar nossos clientes por lá.”

— Konstantin Tuv

Não custa lembrar: a Intel também prepara uma resposta ao MacBook, que utiliza chip de iPhone, por meio do recém-anunciado Project Firefly.

Veja também: 7 coisas que o MB Neo não tem

O repórter viajou para os Estados Unidos a convite da Dell Technologies

Dell deve investir no XPS para bater de frente com o MacBook Neo

MacBook Neo deve causar reação na Dell (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Marca XPS virá na tampa do notebook (imagem: diulgação)

MacBook Neo (imagem: divulgação)

Intel dá resposta ao MacBook Neo: conheça o Project Firefly

19 de Maio de 2026, 16:44

Anúncio do Project Firefly pela Intel
Anúncio do Project Firefly pela Intel (imagem: reprodução/Wccftech)
Resumo
  • Intel revelou Project Firefly para viabilizar notebooks mais acessíveis, com custo girando em torno de US$ 600;

  • iniciativa foca na padronização de componentes entre fabricantes e no aproveitamento da infraestrutura de fabricação de smartphones na China;

  • laptops serão equipados com chips Core Series 3 e, pelo menos na fase inicial, serão exclusivos do mercado chinês.

Project Firefly é o nome do plano da Intel para, presumivelmente, fazer frente ao MacBook Neo. A novidade foi anunciada em um evento na China como uma proposta que permite a fabricação de notebooks compactos, leves e de baixo custo, com preços máximos girando em torno de US$ 600, mas sem abrir mão do desempenho.

Notebooks baratos não são novidade. O problema é que, geralmente, eles contam com um hardware tão simples que acabam prejudicando a experiência do usuário com lentidão e travamentos.

Com o MacBook Neo, a Apple provou que é possível oferecer laptops mais acessíveis que, embora não tenham desempenho de topo de linha, contam com recursos para execução satisfatória das tarefas mais comuns.

Fotografia colorida mostra um MacBook Neo de cor verde sobre uma bancada, em exposição.
MacBook Neo é o laptop mais acessível da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O evento em questão foi realizado para a Intel anunciar, na China, a linha de processadores Core Series 3 (codinome “Wildcat Lake”). O mesmo evento serviu de palco para o anúncio do Project Firefly, mas não por coincidência: essas máquinas deverão ser equipadas justamente com os chips Wildcat Lake.

A parte mais surpreendente, porém, é a informação de que a Intel quer aproveitar a abrangente infraestrutura para fabricação de smartphones da China para produzir esses notebooks. Esse é um dos fatores que devem contribuir para as máquinas do Project Firefly serem mais acessíveis.

Outro fator é uma espécie de padronização técnica dos laptops. Vários fabricantes poderão aderir ao Project Firefly, mas a ideia é que eles tenham componentes, interfaces de comunicação e designs modulares em comum para permitir que esses itens sejam produzidos em volumes maiores e possam ser substituídos mais facilmente.

Notebooks do Project Firefly devem ser padronizados
Notebooks do Project Firefly devem ser padronizados (imagem: reprodução/Wccftech)

Note que, com essa abordagem, a Intel passa a ter mais controle sobre todo o projeto dessa categoria de notebooks. A padronização permite não só controlar os custos de produção, como possibilita que a Intel defina parâmetros de desempenho com mais precisão.

Nesse sentido, a proposta poderá ajudar a companhia não só a fazer frente aos MacBooks Neo como também a laptops Windows equipados com chips de arquitetura Arm.

Quando os notebooks do Project Firefly serão lançados?

De acordo com a Intel, mais de 70 modelos de notebooks estão previstos para serem lançados com base no Project Firefly no decorrer dos próximos meses. Entre eles deverão estar opções de marcas como Asus, HP, Honor e Lenovo. Aliás, o Lenovo Lecoo Air 14 foi apontado como o primeiro notebook do Project Firefly, embora ainda não haja confirmação sobre isso.

Pelo menos na fase inicial, os laptops do Project Firefly deverão se limitar ao mercado chinês. Ainda não há informação sobre lançamento em outros países, mas fica a torcida para que isso ocorra em um momento próximo.

Vídeo: 7 coisas que o MB Neo não tem

Com informações de Wccftech e ITHome

Intel dá resposta ao MacBook Neo: conheça o Project Firefly

Anúncio do Project Firefly pela Intel (imagem: reprodução/Wccftech)

MacBook Neo (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Notebooks do Project Firefly devem ser padronizados (imagem: reprodução/Wccftech)

Apple anuncia AirPods Max 2 com chip H2 e cancelamento de ruído melhorado

16 de Março de 2026, 12:11
AirPods Max 2
AirPods Max 2 (imagem: reprodução/Apple)
Resumo
  • AirPods Max 2 possui chip Apple H2, cancelamento de ruído 1,5 vez mais eficaz e tradução em tempo real;
  • fones suportam áudio de 24 bits e 48 kHz, Áudio Espacial e oferecem recursos como Áudio Adaptativo e Isolamento de Voz;
  • preço no Brasil é R$ 6.590, com vendas iniciando em 25 de março nos EUA e outros países.

Depois do anúncio de produtos como o MacBook Neo e o iPhone 17e, parecia que a Apple não iria lançar mais nada em março. Mas lançou: nesta segunda-feira (16/03), a companhia anunciou os fones de ouvido AirPods Max 2 que, no Brasil, custam a partir de R$ 6.590.

A novidade tem design externo similar ao dos AirPods Max de primeira geração, lançados em 2020. O principal atributo da nova versão é a presença do chip Apple H2, que já equipa linhas como AirPods 4, AirPods Pro 2 e AirPods Pro 3.

De acordo com a Apple, o H2 permite aos AirPods Max 2 terem cancelamento de ruído ativo (ANC) 1,5 vez mais eficaz do que na geração anterior. “Isso reduz ainda mais ruídos — como motores de avião ou trens urbanos — para que os usuários possam se concentrar totalmente em músicas, trabalho ou chamadas telefônicas”, explica a Apple.

Mulher usando os fones AirPods Max 2
AirPods Max 2 (imagem: reprodução/Apple)

Outro recurso notável é a tradução em tempo real, que permite que o usuário se comunique com uma pessoa que fala um idioma diferente com auxílio do iPhone. Esse modo foi introduzido nos AirPods Pro 3, vale relembrar.

No aspecto da qualidade de áudio, os fones oferecem suporte a 24 bits e 48 kHz quando o cabo USB-C que acompanha o produto é usado, bem como são compatíveis com Áudio Espacial.

Em linhas gerais, as principais características dos AirPods Max 2 são estas:

  • Áudio Adaptativo: ajusta automaticamente os parâmetros de áudio conforme o ruído do ambiente;
  • Consciência de Conversação: ajusta o volume automaticamente quando o usuário começa a falar com alguém;
  • Isolamento de Voz: usa áudio computacional para priorizar a voz do usuário em chamadas e bloquear ruídos externos;
  • Controle remoto da câmera: permite tirar fotos ou iniciar/pausar vídeos à distância;
  • Gravação com qualidade de estúdio: captura áudio mais limpo e com voz mais natural em gravações, útil para criadores de conteúdo, por exemplo;
  • Redução de Ruídos Altos: diminui sons ambientais muito altos para proteger a audição do usuário;
  • Volume Personalizado: ajusta automaticamente o volume conforme as preferências do usuário e o padrão de uso dos fones;
  • Interações com a Siri: permite interagir com a Siri usando gestos de cabeça.
Fones AirPods Max 2 em várias cores
Fones AirPods Max 2 estão disponíveis em várias cores (imagem: reprodução/Apple)

Preço e disponibilidade dos AirPods Max 2

Os AirPods Max 2 começarão a ser comercializados pela Apple a partir de 25 de março nos Estados Unidos e em outros 30 países, aproximadamente. Os fones estarão disponíveis nas cores azul, roxa, meia-noite (preta), estelar (bege) e laranja.

No Brasil, o preço oficial é de R$ 6.590, sem considerar descontos ou promoções. Porém, ainda não está claro se as vendas por aqui também começam no dia 25.

Apple anuncia AirPods Max 2 com chip H2 e cancelamento de ruído melhorado

AirPods Max 2 (imagem: reprodução/Apple)

AirPods Max 2 (imagem: reprodução/Apple)

Fones AirPods Max 2 estão disponíveis em várias cores (imagem: reprodução/Apple)

MacBook Neo é homologado para venda no Brasil

12 de Março de 2026, 10:36
Fotografia colorida mostra um MacBook Neo de cor verde sobre uma bancada, em exposição.
MacBook Neo é o novo laptop de entrada da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • MacBook Neo e MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Pro foram homologados pela Anatel e podem ser vendidos no Brasil.
  • O Neo vem com SoC A18 Pro, mesmo do iPhone 16 Pro, e custa a partir de R$ 7.299.
  • Já o MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Pro tem GPU de 20 núcleos, largura de banda de memória de 307 GB/s e custa R$ 33.999.

A Apple tem pressa: pouco mais de uma semana após o anúncio, o novo MacBook Neo, laptop de entrada da fabricante americana, foi homologado pela Anatel e já pode ser vendido no país.

Ele tem o código de modelo A3404 e consta na agência com status “Homologação Emitida”, mas infelizmente ainda não é possível acessar a documentação. No site oficial da Apple no Brasil, o Neo custa a partir de R$ 7.299.

Imagem mostra quatro Macbooks Neo, nas cores branco, rosa, amarelo e azul escuro. O fundo da imagem é branco
MacBook Neo tem quatro opções de cores (imagem: divulgação)

O MacBook Neo vem com o SoC A18 Pro da Apple, já utilizado no iPhone 16 Pro e Pro Max, lançados no final de 2024. O laptop será comercializado em opções com 256 GB de armazenamento ou 512 GB de armazenamento e leitor de digitais Touch ID.

Ambos os modelos vêm com 8 GB de RAM e estão disponíveis em quatro cores: prateado, blush (rosa claro), amarelo-cítrico ou índigo (azul escuro).

Mais um MacBook Pro a caminho

Imagem mostra um certificado de homologação da Anatel
Certificado de homologação do MacBook Pro de 16″ com M5 Pro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Como noticiamos na segunda-feira (09/03), vários dos MacBooks com os novos chips M5 foram homologados, mas ainda faltavam três com esta linha de SoCs. Agora só faltam dois: o MacBook Pro de 16 polegadas com chip M5 Pro (modelo A3428) também foi homologado pela Anatel.

A diferença para o seu irmão mais potente fica na GPU, na largura de banda da memória e na capacidade de codificação e decodificação de vídeo ProRes: o M5 Max é oferecido em opções de GPUs de 32 e 40 núcleos com dois motores de vídeo ProRes e larguras de banda de memória de 460 e 614 GB/s.

Já o M5 Pro possui “apenas” 20 núcleos em sua GPU, um motor de conversão de vídeo ProRes e largura de banda de memória de 307 GB/s. Tudo isso tem seu preço: o MacBook Pro de 16 polegadas mais barato (com o M5 Pro) custa R$ 33.999 no site da empresa.

MacBook Neo é homologado para venda no Brasil

MacBook Neo (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

(imagem: divulgação)

Certificado de homologação do MacBook Pro de 16" com M5 Pro (imagme: Everton Favretto/Tecnoblog)

Apple lança MacBook Neo com chip de iPhone; saiba o preço

4 de Março de 2026, 11:20
MacBook Neo tem quatro opções de cor (imagem: divulgação)
Resumo
  • A Apple lançou o MacBook Neo, que utiliza o chip A18 Pro de iPhone.
  • O computador tem tela de 13 polegadas, 8 GB de RAM, até 512 GB de armazenamento e bateria com autonomia para 16 horas.
  • Ele chega ao Brasil por R$ 7.299, sendo R$ 6.700 mais barato que o MacBook Air vendido por aqui.

A Apple apresentou nesta quarta-feira (04/03) o MacBook Neo. No Brasil, ele tem preço sugerido de R$ 7.299 — para efeito de comparação, o MacBook Air mais barato está saindo por R$ 13.999. Nos Estados Unidos, esses dois valores são de US$ 599 e US$ 1.099, respectivamente.

O grande diferencial (que muita gente pode considerar negativo, nesse caso) está no chip: em vez de adotar um processador da linha M, como o resto da linha Mac, ele vem com um A18 Pro, o mesmo presente no iPhone 16 Pro, lançado em 2024.

Os smartphones da Apple são bastante potentes, mas ainda precisamos ver na prática como isso se traduz em um computador completo. A empresa promete, na comparação com PCs com Intel Core Ultra 5, 50% mais velocidade em navegação na web e até três vezes mais velocidade em tarefas de inteligência artificial executadas no próprio dispositivo.

Como é o MacBook Neo?

Em outras especificações importantes, temos tela de 13 polegadas Liquid Retina, 8 GB de RAM, duas portas USB-C (sendo uma USB 3 e outra USB 2) e saída para fone de ouvido, câmera FaceTime HD de 1080p e bateria para até 16 horas de streaming de vídeo, nas estimativas da Apple.

O MacBook Neo tem suporte a um monitor externo de até 4K a 60 Hz, com seu próprio monitor funcionando simultaneamente. Em som, são dois alto-falantes, com suporte a áudio espacial e Dolby Atmos.

MacBook Neo
MacBook Neo tem duas portas USB-C (imagem: divulgação)

Em dimensões, ele tem 1,27 cm de espessura, 29,75 cm de largura e 20,64 cm de comprimento, sendo um pouco menor que o MacBook Air de 13,6 polegadas. O peso é o mesmo: 1,23 kg.

Em comparação com outros modelos da linha, ficou de fora o carregador MagSafe (com encaixe magnético na lateral do aparelho), o teclado retroiluminado e câmeras com Center Stage. Mas, justiça seja feita, estamos falando de aparelhos que custam o dobro do Neo (ou até mais).

MacBook Neo visto de cima
Teclado do Neo não tem iluminação (imagem: divulgação)

O modelo básico, de R$ 7.299, tem 256 GB de armazenamento e não conta com Touch ID no teclado. A versão superior custa R$ 8.499, vem com 512 GB e leitor de digitais. Há quatro opções de cor: prata, blush (rosa), amarelo-cítrico e índigo (cinza azulado escuro).

O que a Apple quer com o MacBook Neo?

O Neo é o MacBook mais barato que a Apple lança no Brasil em mais de uma década, até onde eu consegui checar. O MacBook de 2015 (que pode ser lido como um equivalente do Neo, já que não era Air nem Pro) chegou custando R$ 8.699 — e aí teríamos que considerar inflação e variação do dólar em 11 anos para saber a equivalência em valores atuais.

Apple apresenta Neo como “seu primeiro Mac” (imagem: divulgação)

Pode parecer um preço caro para um notebook com chip de celular? Sim. Mas, ao mesmo tempo, mostra uma estratégia da Apple de marcar presença em um segmento onde ela não estava disponível. E como o varejo quase sempre pratica preços menores do que os sugeridos, ele pode se tornar ainda mais competitivo.

De novo: temos que ver como é o desempenho do A18 Pro em um computador. Só aí vai dar para saber se o Neo é um concorrente sério para laptops com Windows.

Apple lança MacBook Neo com chip de iPhone; saiba o preço

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Computador é opção mais barata da marca, custando quase R$ 7 mil a menos que o MacBook Air. Chip é o mesmo do iPhone 16 Pro do ano passado.

MacBook Neo tem dois alto-falantes laterais (imagem: divulgação)

Teclado do Neo não tem iluminação (imagem: divulgação)

Apple apresenta Neo como "seu primeiro Mac" (imagem: divulgação)
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