Módulo de memória UFS 5.0 promete o dobro de velocidade na transferência de dados (imagem: reprodução)Resumo
Samsung anunciou a Universal Flash Storage 5.0 (UFS 5), seu novo padrão de armazenamento para dispositivos móveis.
A novidade atinge velocidade de 10,8 GB/s e foi projetada para rodar serviços de inteligência artificial localmente nos dispositivos.
A produção em massa do UFS 5.0 começará no quarto trimestre de 2026, com previsão de unidades de até 1 terabyte de capacidade.
A Samsung anunciou nesta terça-feira (23/06) o Universal Flash Storage 5.0 (ou apenas UFS 5.0). Para quem não está familiarizado com a sigla, UFS é o padrão de memória flash adotado na indústria de smartphones e tablets, em que ficam guardados o sistema operacional, os aplicativos e arquivos.
A nova geração da tecnologia anunciada pela Samsung chega muito mais veloz. Ela é duas vezes mais rápida que a geração anterior e foi projetada especialmente para rodar serviços de inteligência artificial localmente nos dispositivos, permitindo que os processos ocorram sem conexão constante com servidores na nuvem.
O que o UFS 5.0 traz de novo?
A grande mudança é a capacidade de o dispositivo acessar informações na metade do tempo exigido pela geração anterior, o UFS 4.1. Quando o usuário acionar grandes modelos de linguagem (LLMs) localmente no aparelho, o chip responderá com uma latência muito menor.
Na prática, isso possibilita que assistentes de voz entendam comandos complexos com rapidez, editores de imagens apliquem filtros sem travamentos, o tempo de inicialização de aplicativos pesados caia e geradores de texto criem respostas quase em tempo real.
Em resumo, a nova memória deixa de operar apenas como uma “gaveta” que guarda fotos e vídeos para garantir que a computação de IA aconteça sem atrasos. Os números da ficha técnica ilustram a evolução:
O componente é capaz de sustentar velocidades de leitura sequencial de até 10,8 GB/s.
Do lado da gravação sequencial, as taxas variam entre 9,5 GB/s e 9,8 GB/s.
Esse rendimento supera em mais de duas vezes a velocidade da solução atual adotada pela indústria, o padrão UFS 4.1 (que entrega limites de 4,3 GB/s de leitura e 4,1 GB/s de gravação).
Mais eficiência energética e espaço livre
Novo chip de armazenamento é 16,7% menor que a geração anterior (imagem: reprodução)
Todo esse ganho de velocidade veio acompanhado por aprimoramentos no controle térmico e energético. O UFS 5.0 registra uma melhora de mais de 40% em eficiência de energia na comparação direta com a versão 4.1. Esse marco foi atingido graças à implementação de recursos que desligam trechos inativos do circuito. No dia a dia, isso significa que o smartphone gastará menos bateria para mover a mesma quantidade de arquivos.
Houve também um salto no design. O novo módulo mede apenas 7,5 mm x 13 mm x 0,9 mm — 16,7% menor que a geração passada. A redução facilita o trabalho de engenharia das fabricantes na hora de acomodar baterias maiores ou integrar componentes extras em produtos que sofrem com restrições severas de espaço no chassi, como os wearables.
Quando o UFS 5.0 chega ao mercado?
A gigante sul-coreana confirmou que a produção em massa das memórias UFS 5.0 começará no quarto trimestre de 2026, com previsão de unidades de até 1 terabyte (TB) de capacidade.
Com esse calendário, o componente tem um destino provável: a linha Galaxy S27. Segundo o leaker Ice Universe, o novo processador Exynos 2700 também oferecerá suporte nativo ao UFS 5.0.
Prevista para o início de 2027, a próxima linha premium da Samsung pode ser uma das pioneiras na adoção do novo padrão.
Galaxy S25 Ultra figura entre os celulares Samsung com câmera boa; confira a lista completa (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Quem procura um celular Samsung com câmera boa de verdade encontra as melhores opções entre os smartphones topo de linha e intermediários-premium. São os modelos das linhas Galaxy S, Z e A5X que entregam maior versatilidade e conseguem fazer capturas de alta qualidade.
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Neste guia, o Tecnoblog listou os 6 melhores celulares Samsung para fotos e vídeos em 2026. Conheça aparelhos que conseguem fazer capturas com zoom óptico, têm recursos avançados de estabilização e podem gravar em até 8K. Veja a lista a seguir.
O Samsung S26 Ultra lidera o atual ranking de smartphones com a melhor câmera da marca sul-coreana, apresentando um kit quádruplo de lentes na traseira (com direito a grande-angular de 200 MP) e uma câmera de 12 MP para selfies.
As lentes grande-angular, ultra-angular e teleobjetiva oferecem versatilidade em capturas de perto ou de longe. Além disso, o motor Pro Visual Engine otimiza cores, texturas e tons de pele durante o processamento de imagens em tempo real.
As câmeras do celular topo de linha da Samsung também trazem suporte ao Nightography para melhorar as capturas em ambientes com pouca luz, super estabilização de vídeo e zoom assistido por inteligência artificial (IA) de até 100x. Profissionais de vídeo se beneficiam ainda do modo LOG para gravações sem perdas visuais, ideais para edição de texturas e cores.
Especificações das câmeras do Galaxy S26 Ultra
Lente grande-angular de 200 MP; abertura f/1.4
Lente ultra-angular de 50 MP; abertura f/1.9
Teleobjetiva de 50 MP; abertura f/2.9; zoom óptico de 5x e zoom de qualidade óptica de 10x
Teleobjetiva de 10 MP; abertura f/2.4; zoom óptico de 3x
Câmera de selfie (grande-angular) de 12 MP; abertura f/2.2
O Galaxy S25 Ultra traz um conjunto de câmeras bem parecido com o do Galaxy S26 Ultra, sendo uma opção com melhor relação custo-benefício comparado ao seu sucessor.
A principal diferença é que a grande-angular e a teleobjetiva (de 50 MP) do S25 Ultra têm aberturas de lente menores, fazendo com que os sensores recebam menos luz. E isso impacta o desempenho geral da câmera, principalmente em cenários noturnos.
Ainda assim, o Galaxy S25 Ultra tem um desempenho sólido em capturas de foto e vídeo, com suporte ao Nightography e otimização do Pro Visual Engine. Ele também pode gravar em 8K a 30 fps (câmera principal) e em 4K a 60 fps (lente de selfie).
Especificações das câmeras do Galaxy S25 Ultra
Lente grande-angular de 200 MP; abertura f/1.7
Lente ultra-angular de 50 MP; abertura f/1.9
Teleobjetiva de 50 MP; abertura f/3.4; zoom óptico de 5x
Teleobjetiva de 10 MP; abertura f/2.4; zoom óptico de 3x
Câmera de selfie (grande-angular) de 12 MP; abertura f/2.2
O Galaxy S25 Edge é outro celular premium da Samsung com boas câmeras: duas lentes principais na traseira (grande-angular de 200 MP e ultra-angular de 12 MP), além de uma câmera de selfie de 12 MP.
O suporte à tecnologia Nightography eleva o desempenho em ambientes com pouca luz, enquanto o Pro Visual Engine consegue capturar detalhes mais nítidos e cores mais fiéis.
No entanto, o S25 Edge não conta com uma lente teleobjetiva, que é usada para capturas de pessoas e objetos mais distantes. Ao menos, a grande-angular pode “quebrar o galho” com o zoom óptico de 2x ou zoom digital de 10x.
Especificações das câmeras do Galaxy S25 Edge
Lente grande-angular de 200 MP; abertura f/1.7
Lente ultra-angular de 12 MP; abertura f/2.2
Câmera de selfie (grande-angular) de 12 MP; abertura f/2.2
O Galaxy S25 FE é um smartphone intermediário-premium equipado com três lentes na câmera principal (grande-angular, ultra-angular e teleobjetiva). Isso dá mais flexibilidade nas capturas de fotos, apesar do celular não ter um modo macro.
Em geral, o celular consegue fazer boas capturas e inclui otimizações de cores em tempo real e melhorias para capturas noturnas. A câmera de selfie também consegue gravar em 4K a 60 fps, o que é um diferencial para smartphones da categoria.
Também há recursos de IA para edição de imagens, que podem melhorar o tratamento de fotos e vídeos.
Especificações das câmeras do Galaxy S25 FE
Lente grande-angular de 50 MP; abertura f/1.8
Lente ultra-angular de 12 MP; abertura f/2.2
Teleobjetiva de 8 MP; abertura f/2.4; zoom óptico de 3x
Câmera de selfie (grande-angular) de 12 MP; abertura f/2.2
O Galaxy Z Flip 7 é um smartphone dobrável da Samsung, com dobra estilo concha. As especificações de câmera são honestas, mas o design do aparelho traz um diferencial na hora das capturas.
Isso porque a câmera principal está localizada na tela externa de 4,1 polegadas. Logo, você pode usar a grande-angular de 50 MP para tirar selfies (com o smartphone dobrado no modo compacto) e ainda visualizar tudo o que as lentes estão captando.
Mas claro: você ainda pode usar a câmera frontal de 10 MP do aparelho (que grava em até 4K a 60 fps), se preferir.
Especificações das câmeras do Galaxy Z Flip 7
Lente grande-angular de 50 MP; abertura f/1.8
Lente ultra-angular de 12 MP; abertura f/2.2
Câmera de selfie (grande-angular) de 10 MP; abertura f/2.2
O Galaxy A57 é um celular intermediário que cumpre bem o seu papel na captura de fotos e vídeos. Para isso, ele utiliza um sistema triplo de lentes na traseira e uma grande-angular de 12 MP na câmera de selfie.
A câmera principal inclui um processador de sinal de imagem aprimorado que reduz o ruído captado. Já o suporte ao Nightography permite que o smartphone consiga registrar mais detalhes em fotos noturnas ou ambientes com baixa luminosidade.
O celular também é compatível com a tecnologia Super HDR, que promete equilibrar áreas mais claras e escuras de fotos ou vídeos. E por falar em filmagens, você pode gravar em até 4K a 30 fps com a câmera principal ou de selfie do Galaxy A57.
Especificações das câmeras do Galaxy A57
Lente grande-angular de 50 MP; abertura: f/1.8
Lente ultrawide de 12 MP; abertura: f/2.2
Lente macro de 5 MP; abertura f/2.4
Câmera frontal (grande-angular) de 12 MP; abertura: f/2.2
A quantidade de megapixels (MP) ajuda a indicar a resolução e detalhes da imagem, mas vale também dar preferência a sensores e aberturas de lentes maiores, que permitem mais entrada de luz e otimizam a performance noturna.
Fique de olho também nos tipos de lente (grande-angular, ultrawide, entre outros) dos smartphones Samsung. Via de regra, mais lentes e sensores no celular vão permitir mais versatilidade nos registros.
E não menos importante, prefira celulares com processamento de imagem avançado (como o ProVisual Engine), suporte a tecnologias de otimização (a exemplo de Nightography e Super HDR) e com estabilização óptica de imagem (OIS).
Qual celular Samsung é melhor para fotos?
O Galaxy S26 Ultra é o melhor celular Samsung para fotos da atualidade. O smartphone é equipado com um kit quádruplo de lentes, suporta tecnologias de otimização de imagem, e ainda traz um chip potente que acelera o processamento das capturas.
Quais celulares Samsung têm câmera de 200 MP?
A Samsung oferece seis opções de celulares com câmera de 200 MP até o momento: Galaxy S26 Ultra, Galaxy Z Fold7, Galaxy S25 Ultra, Galaxy S25 Edge, Galaxy S24 Ultra e Galaxy S23 Ultra.
Qual é o melhor celular Samsung barato com câmera boa?
O Galaxy A57 tem o melhor custo-benefício da lista, trazendo recursos avançados de câmera por um preço mais acessível. Mas é possível encontrar smartphones ainda mais baratos com boas câmeras para o usuário comum.
Neste cenário, o A17 5G se destaca como o celular Samsung barato bom para fotos do dia a dia. O aparelho tem câmera de 50 MP com OIS, e sai por menos de R$ 1 mil em ofertas em lojas online.
*O DxOMark é um site especializado em análises de câmeras, que atribui pontuações em cada modelo analisado com base nos resultados de vários testes.
Carl Pei é CEO da Nothing e cofundador da OnePlus (foto: Wikimedia Commons/TechCrunch)Resumo
Segundo o CEO da Nothing, Carl Pei, os preços dos smartphones continuarão em alta e as promoções de fim de ano não serão tão boas.
Isso porque o custo da memória RAM quadruplicou, o que impacta diretamente o preço dos smartphones.
Novos aparelhos com Android têm chegado ao varejo internacional custando até US$ 100 a mais do que os modelos equivalentes da geração anterior.
As promoções de fim de ano podem não ser tão boas. Segundo o CEO e cofundador da marca Nothing, Carl Pei, os preços dos smartphones estão subindo e continuarão em alta até o ano que vem. A principal vilã desse reajuste é ela: a memória RAM, componente que enfrenta escassez devido à altíssima demanda do setor de inteligência artificial.
Essa alta acelerada nos custos de fabricação mudou drasticamente a estrutura de preços dos dispositivos móveis. Hoje, a memória RAM acabou assumindo o posto de componente mais caro dentro de um celular, ultrapassando peças como a tela e o próprio processador.
O novo Nothing Phone 4a sofreu com a disparada de preços (imagem: divulgação)
Para ilustrar a situação, o executivo usou como exemplo o Nothing Phone (4a), novo smartphone intermediário da empresa focado em custo-benefício — modelo que, inclusive, já foi homologado para venda no Brasil. Segundo Pei, o custo dos componentes de memória dobrou entre a fase de planejamento do aparelho e sua chegada ao mercado.
O pior cenário, no entanto, veio depois: desde que o celular chegou às prateleiras, o preço do componente dobrou novamente. Na prática, o custo da RAM quadruplicou, representando agora mais de 50% de todo o gasto com o hardware do dispositivo.
Descontos mais modestos
“Melhor hora para trocar de smartphone foi ontem”, afirma executivo (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Diante desse cenário, muitos consumidores podem preferir esperar pelas promoções do varejo. Mas a expectativa é que datas importantes, como a Black Friday, ofereçam descontos mais modestos do que o habitual. Segundo o executivo, os preços de fábrica dos smartphones estão subindo em um ritmo que as varejistas dificilmente conseguirão compensar com promoções agressivas. “A temporada de promoções deste ano não terá os descontos que as pessoas estão acostumadas”, alertou Pei.
Os efeitos dessa crise já são visíveis. O executivo afirma que, desde fevereiro de 2026, novos aparelhos com Android têm chegado ao varejo internacional custando até US$ 100 a mais do que os modelos equivalentes da geração anterior (um reajuste de cerca de R$ 500 em conversão direta).
Vazamentos de especificações do futuro Google Pixel 11 indicam que até a gigante das buscas precisou rever suas estratégias para equilibrar a quantidade de RAM oferecida e os custos finais de produção. Marcas com grande volume de vendas globais, como Xiaomi e TCL, também lidam com margens apertadas e repasses ao consumidor final.
Impacto no Brasil
No mercado brasileiro, a situação acompanha a tendência global. A Samsung, uma das líderes de vendas no país, já havia sinalizado que os eletrônicos poderiam ficar até 20% mais caros por aqui devido a essa pressão nos custos.
“Se você estava esperando para atualizar seu aparelho, a melhor hora foi ontem. A segunda melhor hora é agora”, afirmou Pei.
3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que celulares não são bens essenciais, portanto, operadoras não são obrigadas a trocá-los imediatamente em caso de defeito;
decisão foi baseada em uma ação civil pública movida pela Defensoria Pública do Rio de Janeiro (DPE/RJ) contra empresas de telecomunicações, na qual se discutia a aplicação do Código de Defesa do Consumidor (CDC);
decisão do STJ pode servir de precedente para julgamentos de processos semelhantes e influenciar formação da jurisprudência sobre o tema.
Em decisão publicada nesta semana, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) concluiu que aparelhos celulares não podem ser considerados bens essenciais, razão pela qual operadoras ou fabricantes não estão obrigados a trocá-los imediatamente em caso de defeito.
A decisão tem origem em uma ação civil pública movida pela Defensoria Pública do Rio de Janeiro (DPE/RJ) contra empresas de telecomunicações. No processo, o órgão sustenta que o celular é um bem essencial, isto é, indispensável para o cotidiano do cidadão.
Nessas circunstâncias, o parágrafo terceiro do artigo 18 do Código de Defesa do Consumidor (CDC) determina que o fornecedor do produto substitua imediatamente o item ou faça devolução do valor pago por ele em caso de defeito. Com isso, a pessoa não precisa aguardar o prazo de 30 dias para o reparo do equipamento, como prevê o CDC para itens não essenciais.
A ação passou inicialmente pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ), que rejeitou a tese sob o entendimento de que a substituição imediata de celulares defeituosos geraria às empresas relacionadas custos adicionais elevados.
O TJ-RJ também entende que não há uma definição clara sobre o que caracteriza um produto essencial e, nesse sentido, argumentou que defeitos não impedem o uso de serviços de telecomunicações, pois o chip do celular problemático pode ser utilizado em outro aparelho.
Já no STJ, a relatora, ministra Nancy Andrighi, votou para que o celular seja reconhecido como um bem essencial. A ministra Daniela Teixeira também votou favoravelmente.
Contudo, o ministro Ricardo Villas Bôas Cueva deu um voto divergente (contrário) por entender que, apesar de o celular ser relevante nos tempos atuais, esse tipo de dispositivo não pode ser reconhecido automaticamente como essencial, por vários motivos, como o fato de o nível de dependência do aparelho depender do contexto de vida de cada usuário.
Os ministros Humberto Martins e Moura Ribeiro acompanharam o voto de Cueva.
Normalmente, para assuntos envolvendo o CDC, a decisão do STJ costuma ser definitiva. A ida para uma esfera superior — o Supremo Tribunal Federal (STF) — tende a ocorrer apenas se a ação envolver alguma questão constitucional. Isso deixa claro que a decisão do STJ tem um peso importante.
Além disso, a decisão pode servir de precedente e, assim, influenciar o julgamento de processos semelhantes, contribuindo para a formação da jurisprudência sobre o tema.
Realme C100x foi homologado pela Anatel e já pode ser vendido no Brasil.
O smartphone tem bateria de 8.000 mAh, mas ficha técnica básica.
O modelo tem SoC Unisoc T7250, até 256 GB de memória interna e tela IPS de 6,8 polegadas.
Ainda não há data ou preço do Realme C100x no Brasil.
Smartphones com baterias enormes continuam se multiplicando: o Realme C100x, com 8.000 mAh de capacidade, foi aprovado pela Anatel na segunda-feira (08/06), conforme a documentação visualizada pelo Tecnoblog em primeira mão.
O destaque do modelo é realmente a bateria grande, já que suas especificações são básicas: SoC Unisoc T7250, 128 ou 256 GB de memória interna (expansíveis com microSD), 4 ou 6 GB de RAM e tela IPS de apenas 1.570 x 720 pixels com 6,8 polegadas.
O Realme C100x tem conectividade 4G, Wi-Fi 5, Bluetooth e NFC e câmera principal de 50 megapixels, além de um LED RGB na traseira para notificações.
Certificado de homologação do Realme C100x (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
No Brasil, acreditamos que ele será oferecido na opção de 8 GB de RAM com 256 GB de memória interna, conforme a etiqueta que consta na sua certificação.
São especificações bem similares ao irmão Realme C100i, mas com algumas diferenças: a bateria é maior, a câmera traseira tem maior resolução e o novo modelo também oferece mais memória interna, além do NFC. As opções de cores também são diferentes entre os modelos.
A bateria tem código de modelo BLPD45 e utiliza ânodos de silício-carbono, tecnologia que tem se popularizado em smartphones para aumentar a densidade energética, utilizada principalmente pelas fabricantes chinesas como um diferencial.
Para recarga, o Realme C100x virá com carregador de 45 W. Também na caixa virá uma capinha protetora, cabo USB, manuais e a ferramenta para ejetar a gaveta de chip.
Bateria BLPD45 da Realme (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Ele poderá ser montado na fábrica chinesa da Realme ou pela Digitron em Manaus (AM), o que abre a possibilidade de incentivos fiscais para reduzir seu preço.
Quando chega?
O Realme C100x ainda não tem previsão de venda no Brasil, mas não deve demorar e nem vir caro. Na Colômbia, o modelo é vendido por 950 mil pesos, cerca de R$ 1.400 reais em conversão direta.
Por lá, o aparelho é comercializado em duas opções de cores: Golden Coast, um tipo de dourado, e Deepblue Tides, azul-marinho.
Saiba quais são os principais sensores encontrados em smartphones (imagem: Grafvision/Shutterstock)
Os sensores de smartphones funcionam como os sentidos do aparelho, captando estímulos físicos como luz, movimento e pressão do ambiente. Eles convertem esses dados em comandos digitais, permitindo que o software interaja de forma inteligente com o mundo real.
Esses componentes automatizam o brilho da tela, garantem o foco da câmera e viabilizam a segurança por biometria. Sem eles, por exemplo, o GPS perderia a precisão e funções de realidade aumentada não conseguiriam mapear o ambiente ao redor do usuário.
Nem todo celular traz um “pacote completo” de sensores, pois fabricantes reservam componentes avançados, como o barômetro, para modelos premium. Essa escolha estratégica visa equilibrar o custo de produção com o posicionamento de mercado de cada dispositivo.
A seguir, conheça os principais sensores encontrados em smartphones e as funcionalidades oferecidas por eles no dia a dia.
O acelerômetro é um sensor microeletromecânico (MEMS) que detecta variações de velocidade e orientação em três eixos espaciais. Ele monitora forças físicas e a gravidade para identificar se o aparelho está inclinado, em movimento ou em repouso.
Essa tecnologia automatiza funções como a rotação da tela, a contagem de passos e o controle por gestos em jogos. O chip converte vibrações e impactos em dados precisos, sendo essencial para detectar quedas e acionar sistemas de segurança.
Fisicamente, esse componente minúsculo é soldado à placa-mãe e posicionado próximo ao processador para agilizar a troca de informações. Ele opera de forma contínua sob o chassi do smartphone, consumindo o mínimo de energia.
Os acelerômetros costumam ser soldados no centro da placa-mãe dos celulares (imagem: Reprodução/EDN)
2. Giroscópio
O giroscópio é um sensor MEMS que mede a velocidade angular, captando com alta precisão como o aparelho rotaciona em seus próprios eixos. Ele atua em conjunto com o acelerômetro para mapear movimentos complexos de inclinação e rotação no espaço 3D.
Sua função é essencial para a estabilização óptica de vídeos, a navegação em realidade aumentada (RA) e a precisão em jogos de simulação. Ao cruzar dados com outros sensores, ele garante que a interface responda de forma fluida e imediata aos gestos do usuário.
Internamente, o chip de silício fica soldado à placa-mãe e estrategicamente próximo ao processador para reduzir o tempo de resposta. Localizado sob a carcaça, ele atua ininterruptamente para interpretar cada mudança de direção feita com o smartphone.
O sensor giroscópio é essencial para a estabilização de vídeos, além de garantir uma resposta fluida da interface (imagem: Reprodução/Tomorrow Desk)
3. Barômetro
O barômetro é um chip MEMS que mede a pressão atmosférica ao detectar a força do ar sobre uma membrana microscópica interna. Esse sinal elétrico permite que o smartphone identifique mudanças sutis de altitude e variações climáticas com alta precisão técnica.
Sua utilidade abrange desde o rastreio de elevação em trilhas até a identificação de andares dentro de edifícios para serviços de localização. Ao monitorar tendências de pressão, o sensor também ajuda apps de clima a prever tempestades locais com rapidez.
Esse componente fica soldado à placa-mãe, integrado ao cluster de sensores de movimento no topo ou no meio do aparelho. Ele opera de forma oculta, correlacionando dados ambientais para otimizar o GPS e o monitoramento de atividades sem exigir intervenções do usuário.
Os sensores barômetros são componentes extremamente minusculos soldados à placa mãe (imagem: Reprodução/Eletronics Lab)
4. Sensor de proximidade
O sensor de proximidade é um componente que detecta objetos próximos, como o rosto do usuário, sem necessidade de qualquer contato físico. Ele emite luz infravermelha ou utiliza campos capacitivos para medir o retorno de sinais e identificar obstáculos imediatos.
Sua função é, por exemplo, desligar a tela durante chamadas para evitar que o rosto acione comandos acidentais e economizar energia. Essa tecnologia também permite funções inteligentes, como silenciar alarmes ou atender ligações por meio de gestos simples.
Instalado no topo do celular, ele fica embutido na moldura superior, no “notch” ou posicionado ao lado da câmera de selfie. Em modelos modernos, o sensor pode estar oculto sob a tela, operando de forma invisível sempre que o aparelho é aproximado do ouvido.
O sensor de proximidade permite realizar diferentes interações somente por gesto (imagem: Divulgação/Samsung)
5. Time of Flight (ToF)
O Time of Flight (ToF) é uma tecnologia que calcula a distância de objetos ao medir o tempo que um feixe de luz infravermelha leva para refletir neles. Esse sensor cria um mapa de profundidade preciso, transformando a velocidade da luz em dados tridimensionais em tempo real.
No smartphone, ele é fundamental para o desbloqueio facial seguro e para o posicionamento realista de elementos em realidade aumentada. Além disso, garante o foco automático ultrarrápido e o efeito bokeh em fotos, separando o primeiro plano do fundo com nitidez.
Geralmente, o ToF fica integrado aos conjuntos de câmeras, aparecendo como um pequeno círculo ou lente adicional na parte frontal ou traseira. Protegido sob o vidro do chassi, ele opera de forma invisível para alimentar o processador com informações espaciais detalhadas.
O sensor ToF, iluminado pelo reflexo, costuma ficar oculto no conjunto de câmeras (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
6. LiDAR
O LiDAR é uma tecnologia de detecção que usa pulsos de laser infravermelho para medir distâncias e mapear ambientes em três dimensões. Ele dispara feixes de luz que refletem nos objetos, permitindo que o processador reconstrua a geometria do espaço com precisão milimétrica.
Sua principal utilidade é aprimorar o foco automático em fotos noturnas e garantir efeitos de profundidade realistas no modo retrato. Além disso, o sensor é essencial para aplicativos de medição de ambientes e experiências imersivas em realidade aumentada.
Fisicamente, o LiDAR fica integrado ao módulo de câmeras traseiras, aparecendo como um pequeno círculo preto próximo às lentes. Ele opera de forma contínua e silenciosa, fornecendo dados espaciais de alta resolução para otimizar tanto o sistema quanto apps de fotografia e design.
O sensor LiDAR é encontrado junto ao módulo de câmeras traseira (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
7. Sensor de impressão digital
O sensor de impressão digital é um módulo biométrico que mapeia as minúcias únicas da ponta do dedo para validar a identidade. Ele converte esse desenho em um modelo digital criptografado, comparando-o com os dados armazenados para autorizar o acesso.
Sua função vai muito além de desbloquear o aparelho, servindo para validar pagamentos e acessar aplicativos bancários sem digitar senhas. Em alguns dispositivos, o toque também permite alternar entre perfis de usuários ou confirmar compras em lojas virtuais.
A localização varia entre o botão de energia lateral, a traseira do aparelho ou sob a própria tela. O componente fica estrategicamente posicionado para o reconhecimento ocorrer naturalmente e ergonomicamente assim que o usuário segura o celular.
Os sensores de impressão digital são bastante usados para a proteção dos smartphones (imagem: Lukenn Sabellano/Unsplash)
8. Infravermelho
O infravermelho é uma radiação eletromagnética invisível que usa pulsos de luz para transmitir dados ou detectar a proximidade de objetos. No smartphone, esse sinal atua como um feixe de comunicação sem fio de curto alcance para interações contextuais e controle de periféricos.
Sua utilidade é transformar o celular em um controle remoto universal para TVs, projetores e ares-condicionados. Além disso, ele auxilia funções de segurança e economia de bateria, identificando quando o dispositivo está junto ao rosto do usuário.
O componente geralmente fica na borda superior do chassi, aparecendo como um pequeno ponto escuro ou oculto sob o acabamento. Embora seja imperceptível a olho nu, ele trabalha integrado ao conjunto frontal ou superior para garantir a emissão do sinal.
Em alguns aparelhos, o sensor infravermelho fica visível na parte superior (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
9. Sensor de luz ambiente
O sensor de luz ambiente é um pequeno fotodetector que mede a intensidade da luminosidade ao redor do usuário, traduzindo essa radiação em valores de lux. Ele funciona como os “olhos” do smartphone, informando ao sistema se o ambiente está na penumbra ou sob luz solar direta.
Este componente permite o ajuste automático do brilho da tela, garantindo conforto visual e prolongando a autonomia da bateria. Em modelos avançados, ele também adapta a temperatura das cores para reduzir a fadiga ocular conforme a iluminação local.
Localizado no topo do aparelho, o sensor de luminosidade fica embutido próximo ao alto-falante de chamadas ou integrado ao conjunto de câmera frontal. Em aparelhos modernos, ele pode ser escondido sob o próprio display, captando a luz externa de forma invisível por meio dos pixels.
Muitos smartphones usam o sensor de luminosidade para o ajuste automático do brilho da tela (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)
10. Magnetômetro
O magnetômetro é um sensor compacto que funciona como uma bússola digital, medindo a intensidade e a direção dos campos magnéticos em três eixos espaciais. Ele detecta o campo geomagnético da Terra, permitindo que o smartphone identifique com precisão para onde o norte aponta.
Ele é vital para aplicativos de mapas e navegação, garantindo que a direção exibida na tela acompanhe cada movimento do usuário em tempo real. O chip também auxilia o acelerômetro e o giroscópio na estabilização da orientação espacial, essencial para experiências de realidade aumentada.
Soldado à placa-mãe, o componente costuma ficar na metade superior do aparelho e afastado de interferências metálicas internas. Embora seja fisicamente inacessível, sua operação constante calibra o ícone de direção toda vez que um serviço de localização é ativado.
O magnetômetro atua como uma bússola digital, oferecendo maior precisão para mapas e apps de navegação (imagem: Tima Miroshnichenko/Pexels)
11. Termômetro
O termômetro consiste em pequenos sensores que monitoram o calor gerado pelos componentes internos do smartphone. Eles funcionam como um sistema de segurança térmica, medindo a temperatura da bateria e do processador em tempo real.
Sua função é evitar o superaquecimento, permitindo que o software reduza o desempenho ou interrompa o carregamento para proteger o hardware. Em smartphones específicos, sensores infravermelhos externos possibilitam a medição de temperatura de objetos ou da pele.
Esses componentes ficam distribuídos pela placa-mãe, estrategicamente posicionados próximos a pontos críticos de calor, como o chip de energia. Já o sensor de medição externa, quando presente, fica visível como um pequeno círculo adicional no módulo de câmeras traseiro.
Os termometros internos notificam o usuário em caso de superaquecimento do smartphone (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
12. Frequência cardíaca
O sensor de frequência cardíaca é um módulo óptico que usa fotopletismografia (PPG) para medir batimentos através do fluxo sanguíneo. Ele dispara luzes LED na pele e detecta variações de brilho para calcular o ritmo cardíaco em batimentos por minuto (BPM).
Presente em modelos mais antigos de celulares, ele se tornou um item comum em relógios inteligentes que monitoram desde atividades físicas e queima calórica até o disparo de alertas sobre arritmias. Os dados coletados permitem calcular zonas de intensidade e o nível de recuperação do corpo após exercícios intensos.
O sensor fica posicionado na parte traseira do hardware, em contato direto com o pulso, usando LEDs e fotodiodos protegidos por vidro ou cerâmica. Para garantir a precisão, esse arranjo deve ficar bem próximo da pele, permitindo que o sistema capture cada pulsação de forma contínua.
Smartwatches costumam ter sensores para frequência cardíaca integrado ao hardware (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Todos os celulares têm os mesmos sensores?
Nem todos os smartphones possuem os mesmos sensores, embora a maioria dos modelos modernos compartilhem um “kit básico” como acelerômetro, proximidade e bússola digital. Essa suíte padrão garante funções essenciais de navegação, orientação e economia de energia mesmo em celulares de entrada.
A diferença surge em dispositivos top de linha, que incorporam tecnologias avançadas como LiDAR, barômetros ou sensores ToF. Assim, o conjunto final de hardware é definido diretamente pela marca, o preço e a categoria do smartphone escolhido.
Como saber quais são os sensores do meu celular?
Para descobrir os sensores do smartphone, você pode instalar aplicativos de verificação técnica, como o CPU-Z, que detalha o funcionamento de cada componente integrado. Outra opção é digitar códigos de teste no discador para acessar menus de diagnósticos, permitindo verificar os sensores do dispositivo.
Consultar a ficha técnica oficial no site do fabricante ou nas páginas de produtos do Tecnoblog também é um caminho para checar rapidamente as especificações. Basta buscar pelo modelo exato e verificar as informações na seção “Sensores” para saber os componentes presentes no aparelho.
Os sensores encontrados em celulares são exclusivos de smartphones?
Os sensores dos celulares não são exclusivos, pois tecnologias como acelerômetros e giroscópios já equipam drones, videogames e sistemas automotivos há décadas. A grande inovação dos smartphones foi miniaturizar e integrar diversos componentes em um único dispositivo portátil.
O destaque é a fusão inteligente desses dados com o sistema operacional para oferecer funções como biometria e realidade aumentada. Enquanto outros eletrônicos de consumo usam os sensores para tarefas isoladas, o celular os conecta à internet e a aplicativos para oferecer uma experiência multifuncional.
Qual é a importância dos sensores para os smartphones?
Os sensores são fundamentais para tornar os smartphones verdadeiramente “inteligentes”, permitindo que o sistema interprete o ambiente e as ações do usuário. Sem essa fusão de dados, o dispositivo seria apenas uma tela estática, incapaz de reagir a estímulos do mundo físico.
Eles humanizam a experiência ao automatizar funções como o brilho adaptativo via sensor de luminosidade e a rotação da interface com acelerômetro e giroscópio. Além disso, garantem precisão em mapas ao usar o magnetômetro para orientar a direção exata.
A segurança do hardware também depende desses componentes, como os termômetros internos que monitoram o calor para evitar danos por superaquecimento. No fim, os sensores atuam como uma ponte essencial que traduz variáveis físicas em funcionalidades práticas e fluidas do software.
Foco das fabricantes em IA já afeta PCs e smartphones (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)Resumo
A escassez global de chips de memória não deve ter um alívio antes de 2028, segundo informações do jornal japonês Nikkei Asia.
As fabricantes em memórias de alta largura de banda (HBM) tem focado no mercado de data centers de IA e baixa expansão de memórias de uso geral (DRAM).
Samsung, SK Hynix e Micron controlam 90% desse mercado, mas devem conseguir suprir 60% da demanda global somente até o fim de 2027.
Se você pretende fazer um upgrade no PC ou trocar de smartphone, é bom preparar o bolso. A escassez global de chips de memória pode continuar assombrando o mercado de eletrônicos nos próximos anos: novas informações do jornal Nikkei Asia indicam que o cenário não deve ter um alívio antes de 2028. O motivo já sabemos: o boom da inteligência artificial.
Com o desabastecimento batendo à porta desde o fim do ano passado, as gigantes dos semicondutores redirecionaram suas fábricas para surfar na onda da IA, deixando a produção de componentes para aparelhos de consumo em segundo plano. É essa conta que está chegando ao bolso do consumidor.
Entre janeiro e março de 2026, os preços da memória deram um salto assustador de cerca de 90% em comparação ao trimestre anterior.
Quando a produção vai dar conta do recado?
Hoje, a matemática não fecha. As líderes do setor preferiram focar as atenções nas memórias de alta largura de banda (HBM), que são o motor dos data centers de IA, e pisaram no freio da expansão da produção das memórias de uso geral (DRAM). O detalhe é que Samsung, SK Hynix e Micron Technology dominam 90% do mercado global de DRAM e são, basicamente, as únicas que fabricam chips HBM em larga escala.
Segundo o jornal japonês, o ritmo de expansão atual desse trio só será capaz de suprir 60% da demanda global até o final de 2027. A Counterpoint Research, empresa de pesquisas de consumo, estima que o mercado precisaria crescer 12% ao ano na produção para normalizar as coisas, mas os planos atuais preveem uma expansão tímida de 7,5%. O diretor de pesquisa da consultoria, MS Hwang, afirmou que um alívio não deve chegar antes de 2028.
O presidente do Grupo SK, Chey Tae-won, foi além e jogou um balde de água fria nas expectativas, alertando que os gargalos de fornecimento podem se arrastar até 2030.
Mercado de hardware deve normalizar só a partir de 2028 (imagem: Erik G/Pexels)
Impacto é global
Esse cenário atinge em cheio os custos de fabricação dos eletrônicos que chegam às prateleiras. A consultoria IDC já prevê um tombo de 13% nas vendas globais de smartphones em 2026, justamente porque a margem de lucro das empresas despencou. Para se ter uma ideia, a memória representa hoje cerca de 20% do custo de um celular de entrada, mas essa fatia deve dobrar, encostando nos 40% até o meio deste ano.
Aqui no Brasil, o sinal de alerta já está aceso. Em conversa com o Tecnoblog, o vice-presidente sênior da Samsung no país, Gustavo Assunção, avisou que os eletrônicos devem ficar até 20% mais caros este ano. A indústria até tentou segurar e absorver os impactos iniciais, mas o salto nos custos da memória RAM tornou o repasse para o consumidor inevitável. O problema também afeta fabricantes como Dell e Lenovo, que já confirmaram que os notebooks vão encarecer globalmente.
Honor Robot Phone é apresentado na MWC 2026 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
Honor Robot Phone possui um gimbal retrátil com câmera de 200 megapixels;
Gimbal é o menor 4DoF do mercado, com motores 70% menores que os convencionais, permitindo movimentos horizontais e verticais;
Aparelho incorpora ainda inteligência artificial para recursos como AI SpinShot e AI Object Tracking, além de ter suporte a serviços de IA como Google Gemini e Honor AI.
De carona no MWC 2026, que ocorre nesta semana, em Barcelona (Espanha), a Honor anunciou o Robot Phone ou, em tradução livre, “Celular Robô”. Saiba desde já que a novidade não chega a ser, de fato, um robô. O que justifica o seu nome é a incorporação de um gimbal que, por sua vez, traz uma câmera na ponta.
Não chega a ser uma surpresa. A Honor revelou o Robot Phone em outubro de 2025. Agora, neste começo de março de 2026, a companhia chinesa tratou de tornar o aparelho oficial, embora ele ainda não tenha data para ser lançado — a marca fala apenas em liberação neste ano.
Talvez você tenha imaginado que este não é um smartphone para o dia a dia, afinal, ele não pode ser transportado facilmente no bolso da calça ou na cintura, certo? Na verdade, é possível usá-lo como um celular convencional, sim, pois o gimbal é retrátil e, portanto, pode ser acomodado dentro do próprio aparelho.
Mas é inegável que o Robot Phone é direcionado a criadores de conteúdo. Para tanto, o gimbal do dispositivo é motorizado e estabilizado de modo a poder até acompanhar a movimentação do usuário durante a gravação. Um gesto de mão aciona esse recurso. O componente pode ainda combinar movimentos horizontais e verticais para criar vídeos com efeitos específicos.
O gimbal é baseado em um sistema de três eixos para estabilização e motores que, de acordo com a Honor, são até 70% menores em relação a componentes convencionais.
Por conta dessa característica, a Honor afirma que o mecanismo do Robot Phone consiste no menor gimbal 4DoF (que compensa ou permite movimentos com quatro eixos independentes) do mercado.
Completam a experiência uma câmera acoplada ao gimbal que traz um sensor de 200 megapixels que, certamente, é capaz de gravar vídeos em resoluções elevadas, como 4K.
Sem nenhuma surpresa, o gimbal também pode ser combinado com IA. O aparelho conta com um recurso chamado AI SpinShot que permite “movimentos rotacionais inteligentes de 90° e 180° para transições fluidas e cinematográficas”, explica a Honor. Outro recurso é o AI Object Tracking, que faz rastreamento inteligente de objetos ou pessoas.
A inteligência artificial também pode ser usada para tarefas não ligadas à produção de conteúdo. Por exemplo, uma pessoa pode usar a câmera do gimbal para capturar imagens de si mesma e perguntar a um mecanismo de IA sobre dicas de combinação de roupas. Há suporte a serviços de IA como Google Gemini e, naturalmente, Honor AI.
A Honor ainda não liberou as especificações do Robot Phone. Porém, há a suspeita de que, além do gimbal retrátil com câmera de 200 megapixels, o modelo trará um chip Snapdragon 8 Elite Gen 5.
O lançamento do Honor Robot Phone deve ser feito ainda em 2026, mas é possível que, pelo menos na fase inicial, o aparelho seja comercializado somente na China.
Design TransView confere visual transparente à parte superior do dispositivo (imagem: divulgação)Resumo
Realme P4 Power será lançado na Índia em 29 de janeiro com uma bateria de 10.001 mAh, prometendo até três dias e meio de autonomia.
O smartphone possui carregamento rápido de 80 W e carregamento reverso de 27 W, permitindo recarregar outros dispositivos.
Ele inclui tela AMOLED de 6,78 polegadas, com taxa de atualização de 144 Hz e processador MediaTek Dimensity 7400 Ultra.
A Realme lança o novo P4 Power na Índia no dia 29 de janeiro. Ele chega com a promessa de entregar três dias de autonomia, graças à super bateria de 10.001 mAh. A empresa já iniciou a campanha de pré-reserva no país mediante um pagamento simbólico de 999 rúpias (cerca de R$ 60).
Esse não será o preço final do celular, apenas um “sinal” que garante prioridade na compra e benefícios exclusivos — uma prática comum no varejo indiano.
Aqui no Brasil, a assessoria da Realme nos informou que deve trazer novidades sobre o aparelho “em breve”. Por enquanto, não há data e preços no mercado nacional.
Super bateria e especificações
Com recarga reversa de 27 W, o P4 Power também funciona como um power bank (imagem: divulgação)
Sem dúvida, o grande trunfo do Realme P4 Power é a bateria. Equipado com uma célula de 10.001 mAh de silício-carbono, o aparelho oferece o dobro da capacidade da maioria dos smartphones topo de linha atuais (o Galaxy S25 Ultra, por exemplo, tem uma bateria de 5.000 mAh).
Mesmo assim, o celular mantém um peso surpreendente de 218 gramas. A tecnologia de silício-carbono é a chave para esse equilíbrio, permitindo uma densidade energética superior sem aumentar drasticamente o volume ou o peso do aparelho. A fabricante promete até três dias e meio de uso moderado longe da tomada.
O chefe de marketing de produto da marca, Francis Wong, confirmou que o Realme P4 Power terá carregamento rápido de 80 W, capaz de recarregar a célula gigante rapidamente.
Além de durar dias, o P4 Power pode “salvar” outros gadgets. O dispositivo suporta carregamento reverso de 27 W, transformando-o em um power bank eficiente para carregar fones, relógios e até celulares.
O conjunto de especificações deve incluir uma tela AMOLED de 6,78 polegadas com taxa de atualização de 144 Hz e o processador MediaTek Dimensity 7400 Ultra (possivelmente uma versão renomeada de chips da série 8000).
Preço e disponibilidade
Modelo suporta carregamento rápido de 80 W (imagem: divulgação)
O preço oficial ainda não foi revelado, mas vazamentos sugerem que o valor de etiqueta da versão mais completa, com 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, pode ser de 37.999 rúpias (cerca de R$ 2.250).
No entanto, analistas do mercado local esperam que o preço real de venda para o consumidor fique entre 25 mil e 30 mil rúpias (algo entre R$ 1.500 e R$ 1.800), posicionando-o como um intermediário premium.
Vale lembrar que a Realme voltou a ser uma submarca da Oppo e não opera mais de forma independente, mas a movimentação da marca com o novo smartphone não é isolada. Recentemente, a Honor lançou na China o Honor Power 2, com uma bateria de 10.080 mAh.
As fabricantes chinesas parecem ter encontrado no silício-carbono a solução para oferecer autonomia de sobra sem comprometer a ergonomia, enquanto Samsung e Apple focam em eficiência para manter os celulares finos.
Aplicativo Android em modo de tela expandida no Windows 11 (imagem: reprodução/Windows Latest)Resumo
Windows 11 agora suporta espelhamento de aplicativos Android em modo “Tela expandida” por meio da função Vincular ao Celular;
Função foi aprimorada na versão 1.25112.36.0 e começou a ser liberada após testes com o programa Windows Insider;
Nem todos os aplicativos Android funcionam bem no modo de tela expandida, e a compatibilidade do Vincular ao Celular varia entre dispositivos Android.
A função Vincular ao Celular (Phone Link) permite ao Windows 11 sincronizar seu celular Android com o PC. Essa integração, que possibilita ao sistema operacional da Microsoft mostrar aplicativos executados via Android, foi aprimorada recentemente para fazer o espelhamento em tela expandida.
Entenda como espelhamento a ação de executar um aplicativo no dispositivo Android, mas fazê-lo ser exibido e manipulado no Windows 11. Até recentemente, esse recurso mostrava o app Android no PC com visualização compacta, isto é, com tamanho próximo ao do visor do celular.
Mas, a partir da versão 1.25112.36.0, o Vincular ao Celular passou a suportar o modo “Tela expandida”, que faz o computador exibir o app Android em um tamanho correspondente a até 90% da Área de Trabalho. É quase uma tela cheia, portanto.
Vincular ao Celular ganhou modo de tela expandida (imagem: reprodução/Windows Latest)
Para tanto, o ícone de expansão é exibido no topo da janela que exibe o aplicativo. Quando esse ícone é clicado, o aplicativo Android é reinicializado para ser executado em um layout mais amplo que, em seguida, é transmitido para o Windows 11.
A novidade começou a ser liberada oficialmente depois de um período de testes com participantes do programa Windows Insider. Isso indica que os testes deram resultados satisfatórios.
Apesar disso, é importante estar ciente de que o modo de tela expandida não funciona a contento com todos os aplicativos Android. O Windows Latest, que reportou a chegada do recurso, dá o WhatsApp como exemplo: o app ficou com a interface borrada no modo de tela expandida.
Calculadora do Android cobrindo quase toda a Área de Trabalho (imagem: reprodução/Windows Latest)
Como usar o Vincular ao Celular (Phone Link) com o Android?
O passo a passo é este:
procure e abra a função Vincular ao Celular no Menu Iniciar do Windows 11;
escolha Android (o recurso também funciona com o iPhone, mas de modo mais limitado);
leia o QR Code exibido na sequência usando o dispositivo Android;
o aparelho será direcionado à Play Store para download e instalação do app Vincular ao Windows (se não instalado previamente);
abra o Vincular ao Windows depois da instalação e toque em “Continuar”;
agora, informe, no smartphone, o código que o Vincular ao Celular exibe no Windows;
um pedido de autorização de acesso também poderá ser solicitado via Microsoft Authenticator ou Outlook, por exemplo;
no celular, dê as permissões solicitadas e aguarde a sincronização entre os dois dispositivos.
Nem todos os celulares Android são compatíveis com o Vincular ao Celular. Entre os aparelhos suportados estão linhas como Galaxy S22 ao S25 (e suas variações), Galaxy Z Fold 7 e Z Flip 7, Xiaomi 14T e similares, série Oppo Reno e modelos da Realme. Esta página da Microsoft contém uma lista de compatibilidade.
Clicks Communicator tem teclado físico alfanumérico (imagem: divulgação/Clicks)Resumo
Clicks Communicator é um celular Android com teclado físico e design que lembra a linha BlackBerry;
Modelo aposta em produtividade ao trazer leitor biométrico no teclado e funções voltadas a mensagens;
Lançamento está previsto para o fim de 2026, com preço inicial de US$ 499.
Na esteira da CES 2026, começam a surgir os primeiros produtos inusitados. O Clicks Communicator é um deles. Estamos falando de um celular Android que traz teclado físico alfanumérico e design que remete à clássica linha BlackBerry ou, ainda, a aparelhos como o icônico Nokia E71.
A proposta do Clicks Communicator é a de oferecer mais praticidade para quem digita bastante no celular. A novidade tende a ser útil para quem vive respondendo a e-mails ou enviando mensagens de texto por WhatsApp, Slack e afins, por exemplo.
Como o teclado ocupa cerca de 40% do espaço frontal, o visor ficou com um tamanho consideravelmente reduzido. Atividades como assistir a vídeos ou rodar jogos acabam não sendo muito práticas aqui, portanto.
O foco do Clicks Communicator recai mesmo sobre mensagens. Para tanto, a Clicks Technology (empresa responsável pelo projeto) promete um teclado com design ergonômico. A tecla de espaço inclui um leitor de impressões digitais que, quando acionado, leva o usuário diretamente à central que reúne os serviços de mensagens do aparelho.
Também há um botão lateral que pode ser acionado para funções como gravar áudio, transcrever voz ou traduzir uma reunião. O mesmo botão é circundado por um LED que pode assumir cores diferentes para quando contatos específicos mandam uma mensagem via WhatsApp, Telegram e outros serviços.
Sobre a tela, trata-se de um painel AMOLED de 4 polegadas e resolução de 1200×1080 pixels que abriga, no canto superior esquerdo, uma câmera de 24 megapixels. Falando nisso, a novidade também conta com uma câmera de 50 megapixels com OIS na traseira.
Botão lateral com LED de notificações no Clicks Communicator (imagem: divulgação/Clicks)
Já o sistema operacional é o Android 16 e receberá atualizações de versão por pelo menos cinco anos.
A Clicks ainda não revelou qual chip equipará o Communicator, mas afirma que o aparelho terá um SoC de 4 nanômetros da MediaTek. Provavelmente, será um chip básico ou intermediário, mas com desempenho suficiente para serviços de mensagens.
Outras características incluem:
bateria de 4.000 mAh com suporte a recarga sem fio via Qi2
256 GB de armazenamento expansíveis com microSD de até 2 TB
Tampa traseira intercambiável, com várias opções de cores
Porta USB-C e conexão para fones de ouvido
Clicks Communicator tem tampa traseira intercambiável; há várias opções de cores (imagem: divulgação/Clicks)
Preço e disponibilidade do Clicks Communicator
A Clicks pegou carona na CES 2026 apenas para revelar o Communicator, mas o celular será lançado somente no fim do ano. Seu preço oficial é de US$ 499 (R$ 2.712 na conversão atual), mas é possível reservar o aparelho até 27 de fevereiro pagando US$ 199 (R$ 1.082).
O Motorola Edge 60 Pro de 512 GB está saindo por R$ 2.587 no Mercado Livre, com a ajuda do cupom HOJ3NOM3EL1 e pagamento no Pix. Esse é um smartphone top de linha, com alguns dos melhores componentes disponíveis no mercado, como tela POLED de 6,7 polegadas e câmera principal com sensor Sony Lytia 700C. O Edge 60 Pro chegou ao Brasil com preço sugerido de R$ 4.999 — hoje, dá para comprá-lo com 48% de desconto.
Edge 60 Pro tem câmeras top e processador potente
Motorola Edge 60 Pro conta com botão dedicado para Moto AI (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Como dissemos, esse é um celular avançado, com recursos interessantes para todos os lados. As câmeras receberam uma atenção especial da Motorola. O conjunto traseiro é triplo: o sensor principal é um Lytia 700C, da Sony, com 50 megapixels de resolução; há ainda uma ultrawide de 50 MP e uma teleobjetiva de 10 MP com zoom óptico de 3x.
O Edge 60 Pro conta com chip MediaTek Dimensity 8350 Extreme, com CPU octa-core que chega a 3,35 GHz de frequência. Ele trabalha em conjunto com 12 GB de RAM e até 12 GB de expansão inteligente, usando o armazenamento. Isso é mais que suficiente para games e vídeos, bem como rodar vários apps em paralelo.
Câmeras traseiras ficam mais saltadas em relação a traseira (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
A tela POLED de 6,7 polegadas também merece destaque. Além da alta resolução e da taxa de atualização de 120 Hz, ela tem brilho forte, chegando a 4.500 nits. Isso é ótimo para conseguir ver as imagens em ambientes muito iluminados — pense em dirigir em um dia de sol forte acompanhando os mapas, por exemplo.
A bateria de 6.000 mAh é outro diferencial do aparelho. Além de boa autonomia, ela conta com suporte a carregamento de até 90 W, garantindo reabastecimento rápido.
O Motorola Edge 60 Pro (512 GB) está em oferta e sai por R$ 2.587 no Pix, com o cupom HOJ3NOM3EL1. Além de um bom preço, você também leva para casa um aparelho com boa durabilidade, já que ele conta com as certificações IP68 e IP69 de resistência à água e à poeira, além da aprovação militar MIL-STD-810H para funcionamento em condições extremas.
Quando é a Black Friday 2025?
A Black Friday acontece em 28 de novembro de 2025, na última sexta-feira do mês. Mesmo assim, você já encontra boas ofertas antecipadamente. É melhor correr, porque estoques e cupons podem acabar em poucas horas.
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HMD Touch 4G (imagem original: Digital Trends/HMD)Resumo
HMD lança Touch 4G, celular que se posiciona entre aparelhos básicos e smartphones;
Sistema operacional RTOS Touch traz Express Chat como destaque, ferramenta compatível com Android e iOS;
Dispositivo estreia na Índia, com preço inicial equivalente a R$ 240.
A HMD não lança mais celulares com a marca Nokia, mas continua atuando nesse mercado. O anúncio mais recente da companhia é um tanto inusitado, porém: o HMD Touch 4G é um aparelho posicionado entre um celular básico e um smartphone.
As especificações da novidade incluem uma tela LCD de apenas 3,2 polegadas com resolução de 320 x 240 pixels. Logo abaixo do visor está um botão físico de navegação.
Já a parte superior abriga uma câmera frontal de 0,3 megapixel que entra aqui sob a máxima de “é melhor do que nada”. Por sua vez, a traseira conta com uma câmera de 2 megapixels acompanhada de flash LED.
O HMD Touch 4G também é humilde por dentro: o aparelho conta com chip Unisoc T127, 64 MB de RAM e 128 MB de armazenamento interno que podem ser expandidos para até 32 GB com um cartão microSD.
Já o software é o RTOS Touch. Trata-se de um sistema operacional de tempo real que, como tal, prioriza a execução de tarefas dentro de determinado limite do tempo em vez da execução de muitas delas simultaneamente, de modo a evitar sobrecarga.
Como ferramenta de destaque, o RTOS Touch traz o Express Chat, aplicativo de mensagens que suporta texto, voz e imagem. Proprietários do HMD Touch 4G podem trocar mensagens ou fazer videochamadas com usuários de Android ou iOS, desde que estes instalem o Express Chat em seus aparelhos.
O que é mais curioso, porém, é que muitos dos recursos de software do HMD Touch 4G são oferecidos por meio de uma plataforma online chamada de Cloud Phone Service. Se por um lado essa abordagem faz o aparelho exigir pouco espaço de armazenamento, por outro, seu uso pode ser um desafio em locais com redes móveis instáveis ou precárias.
Outras características incluem bateria de 1.950 mAh, Bluetooth, Wi-Fi, conexão para fones de ouvido e porta USB. Não há suporte a redes 5G, como o nome do aparelho deixa subentendido.
HMD Touch 4G (imagem: Digital Trends/HMD)
Disponibilidade e preço do HMD Touch 4G
No momento, o HMD Touch 4G está disponível somente na Índia, em versões nas cores ciano e azul-escuro. O preço de lançamento é equivalente a R$ 240, mas aumentará para algo correspondente a R$ 300 após o período promocional.
Celulares básicos também fazem parte do portfólio da marca, a exemplo do HMD 105 4G e do HMD 110 4G. O HMD Touch 4G se diferencia na categoria por trocar o teclado físico por uma tela sensível a toques e pelo já mencionado software.