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Nova guerra dos navegadores: Chrome ganha Split View e edição de PDF

19 de Fevereiro de 2026, 18:15
Google acelera atualizações para não perder espaço (imagem: reprodução/Google)
Resumo

O Google anunciou nesta quinta-feira (19) três novos recursos de produtividade para o Chrome: o modo de visualização dividida (Split View), ferramentas de anotação em documentos PDF e a função “Salvar no Google Drive”.

As atualizações chegam em um momento de transformação no mercado. Com o avanço de startups de IA que propõem navegadores agentes, a gigante de Mountain View quer evitar que o usuário precise alternar entre abas ou baixar arquivos para realizar tarefas simples.

As novidades detalhadas no blog oficial do Google focam em integrar o Chrome mais profundamente ao ecossistema do Google Workspace, respondendo ao crescimento de alternativas como o Arc e o Atlas, da OpenAI.

Multitarefa e edição de documentos na mesma aba

O recurso de Split View (visualização dividida) permite que o usuário coloque duas páginas lado a lado em uma única guia. De acordo com Alex Tsu, gerente de produto do Chrome, a funcionalidade foi desenhada para facilitar a comparação de dados, a redação de textos com base em referências externas ou até o acompanhamento de vídeos enquanto se faz anotações.

Para ativar o modo, basta arrastar uma aba para a extremidade esquerda ou direita da janela ou clicar com o botão direito em um link e selecionar a opção “Abrir link na visualização dividida”.

Chrome permite colocar duas abas lado a lado (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

O Chrome também reforçou seu visualizador de PDF. Agora, o browser conta com um editor nativo que permite destacar trechos de texto e adicionar notas. Na prática, isso elimina a necessidade de baixar o arquivo para abri-lo em softwares de terceiros apenas para preencher um formulário ou assinatura digital.

Para fechar o trio de novas funções, o Google introduziu a opção “Salvar no Google Drive”. A ferramenta permite que documentos e PDFs sejam enviados diretamente para a nuvem. Ao selecionar essa opção, o Chrome organiza os arquivos em uma pasta chamada “Salvo do Chrome” no Drive do usuário. A medida visa acabar com o acúmulo de arquivos na pasta de downloads local e facilitar o acesso aos documentos em outros dispositivos.

Por que o Google está acelerando o desenvolvimento do Chrome?

O lançamento dessas funcionalidades é uma resposta ao novo cenário da “guerra de navegadores”. Embora o Chrome ainda detenha a maior fatia global — posição monitorada pelo Statcounter —, o surgimento de navegadores baseados em IA pode mudar as expectativas dos usuários.

Desde meados de 2025, o mercado de navegadores passou a focar em “agentes”. Em junho de 2025, a The Browser Company lançou o Dia, um navegador “AI-first”. Em seguida, a Perplexity apresentou o Comet, e em outubro, a OpenAI lançou o Atlas, seu próprio navegador alimentado pelo ChatGPT. Esses concorrentes introduziram conceitos como abas verticais e assistentes que executam tarefas complexas de forma autônoma.

Para evitar a migração de sua base de usuários, o Google iniciou uma corrida de desenvolvimento. No mês passado, a empresa já havia expandido as capacidades do Gemini. A empresa também confirmou que o suporte para abas verticais está a caminho. Atualmente, a função já pode ser testada por usuários entusiastas através de flags experimentais no código do navegador.

Nova guerra dos navegadores: Chrome ganha Split View e edição de PDF

One UI 9: navegador da Samsung pode expandir funções de IA

13 de Fevereiro de 2026, 16:01
Montagem fotográfica que simula a visualização de uma mesma página de internet em quatro telas diferentes: uma televisão ou monitor grande no topo, um tablet na parte inferior esquerda, um smartphone no centro, e um notebook na parte inferior direita. A página em questão é o site da Samsung, que exibe o anúncio de um headset de realidade estendida (XR).
Samsung Internet deve expandir recursos integrados de IA (imagem: divulgação)
Resumo
  • O navegador Samsung Internet pode integrar mais funções de IA com o lançamento da One UI 9.
  • Um dos novos recursos pode usar o histórico de navegação do usuário para oferecer resultados personalizados.
  • A interface One UI 9 é esperada para o meio do ano, junto com os novos dobráveis da marca.

A próxima grande atualização da interface One Ui da Samsung ainda está longe, mas detalhes sobre ela já começam a pipocar. Entre eles, um código vazado indica que a empresa deve incluir mais integração com o Galaxy AI no Samsung Internet, o navegador proprietário da empresa.

Indícios encontrados em um firmware de teste da One UI 9 revelam o desenvolvimento de um recurso chamado Ask AI (algo como “Pergunte à IA”, em tradução livre). Segundo o portal Android Authority, que analisou o código do software vazado, a ferramenta deve permitir aos usuários interagir diretamente com o conteúdo de páginas da web por meio de perguntas e respostas.

Atualmente, o assistente de navegação da Samsung consegue resumir e traduzir páginas. As novas linhas de código sugerem a mudança: “O assistente de navegação usa IA para responder perguntas sobre páginas da web e outros tópicos, resumir e traduzir textos”.

Segundo a apuração, a ferramenta será capaz de suportar perguntas de acompanhamento, permitindo uma conversa contínua sobre o assunto pesquisado.

Função poderá usar dados de navegação

Um diferencial seria a integração com os dados do usuário. O código indica que a Samsung poderá utilizar o histórico de navegação e atividades passadas para oferecer resultados personalizados. Uma das mensagens do sistema diz: “Quando você faz perguntas, a Samsung processa o conteúdo da página e, para perguntas, o seu histórico de navegação”.

Em relação ao armazenamento dessas interações, o vazamento sugere que o usuário terá controle sobre a retenção dos dados.

Embora o firmware de teste mostrasse apenas a opção “Somente sessão” (na qual a atividade pode ser retida por até três dias), linhas de código indicam que haverá um menu para escolher por quanto tempo manter o histórico do “Ask AI”, aplicando a decisão a todos os dispositivos conectados.

Quando a One UI 9 chega?

Tela de intalação da One UI 8
One UI 8 foi a última grande atualização da interface da Samsung (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A One UI 9 é esperada como uma atualização de meio de ciclo e deve ser lançada junto com os novos dobráveis da marca no meio do ano. A próxima atualização, que deve acompanhar os novos Galaxy S26, é a One UI 8.5.

Como é comum em análises de APK e firmwares de teste, a presença do código não garante que a funcionalidade chegará à versão final do produto da forma como foi descoberta.

One UI 9: navegador da Samsung pode expandir funções de IA

One UI 8 chega à linha Galaxy S25 no Brasil (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Como desinstalar o Microsoft Edge do PC

27 de Janeiro de 2026, 17:08
Microsoft Edge
Saiba o passo a passo para excluir o Microsoft Edge no Windows 10 (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Existem diferentes métodos de desinstalar o navegador Microsoft Edge no Windows 10. Quando a desinstalação está bloqueada pelo Painel de Controle do sistema, é necessário usar comandos manuais via Prompt de Comando ou Windows PowerShell.

A Microsoft impede a remoção nativa do Edge porque ele é o motor de renderização do sistema. No Windows 11, recursos como o assistente Copilot, a busca no Menu Iniciar e os Widgets dependem dessa infraestrutura para funcionar corretamente.

Assim, remover o navegador pode causar instabilidades críticas e erros em atualizações automáticas do sistema operacional. Além disso, o Windows Update costuma reinstalar o navegador silenciosamente para evitar o comprometimento dos recursos nativos.

A seguir, veja como desinstalar o Edge no Windows 10 via Painel de Controle, Prompt de Comando ou Windows PowerShell. Também saiba como a ausência do navegador pode impactar no desempenho do sistema operacional da Microsoft.

Índice

Como desinstalar o Microsoft Edge no Windows 10 pelo Painel de Controle

Este método funciona ao desinstalar o Microsoft Edge em versões mais antigas e desatualizadas do Windows 10. Portanto, ela pode não estar disponível em todos os computadores com o sistema operacional.

1. Acesse as “Configurações” do Windows 10

Abra o Menu Iniciar e digite “Configurações” para acessar o painel de controle do Windows 10.

Acessando as configurações do Windows 10
Acessando as configurações do Windows 10 (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Abra o menu “Aplicativos”

Em “Configurações”, clique em “Aplicativos” para ver todos os softwares instalados na sua máquina com Windows 10.

Abrindo o menu "Aplicativos"
Abrindo o menu “Aplicativos” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Selecione “Aplicativos e recursos”

Clique na guia “Aplicativos e recursos”, no canto esquerdo da tela, para visualizar a lista de programas instalados no computador.

Selecionando a guia "Aplicativos e recursos"
Selecionando a guia “Aplicativos e recursos” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Clique em “Desinstalar” Microsoft Edge

Busque o “Microsoft Edge” na lista de aplicativos e clique no nome do software para ver mais opções. Em seguida, clique em “Desinstalar” e siga as instruções na tela para completar o processo para remover o Microsoft Edge do Windows 10.

Desinstalando o Edge pelo painel de controle do Windows
Desinstalando o Edge pelo painel de controle do Windows (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como desinstalar o Microsoft Edge no Windows 10 pelo Prompt de Comando

1. Acesse o “Sobre o Microsoft Edge”

Abra o Microsoft Edge no seu PC e clique no botão de três pontos, no canto superior direito, para ver mais opções. Selecione “Ajuda e comentários” e clique em “Sobre o Microsoft Edge” para ver informações sobre o navegador.

Acessando as informações do Microsoft Edge
Acessando as informações do Microsoft Edge (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Copie a versão do Microsoft Edge

Na seção “Sobre”, copie ou anote os números, incluindo os pontos, da versão do Microsoft Edge instalada no computador. Essa informação será importante para desinstalar o navegador via Prompt de Comando do Windows 10.

Copiando o número da versão do Microsoft Edge
Copiando o número da versão do Microsoft Edge (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Abra o Prompt de Comando como Administrador

Aperte a tecla Windows e digite “Prompt de Comando”. Em seguida, clique na opção “Executar como administrador” para acessar a ferramenta com todos os privilégios.

Abrindo o Prompt de Comando do Windows 10
Abrindo o Prompt de Comando do Windows 10 (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Insira o comando para acessar a pasta do Microsoft Edge

No Prompt de Comando, digite o seguinte comando:

cd %PROGRAMFILES(X86)%\Microsoft\Edge\Application\XX\Installer

Importante: substitua o “XX” pelos números da versão do Microsoft Edge instalada no PC – incluindo os pontos – e aperte “Enter” para avançar.

Inserindo o comando para acessar a pasta do Microsoft Edge usando os dados da versão do navegador
Inserindo o comando para acessar a pasta do Microsoft Edge usando os dados da versão do navegador (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Force a desinstalação do Microsoft Edge

Ao acessar a pasta do Microsoft Edge pelo Prompt de Comando, insira o seguinte comando:

setup –uninstall –force-uninstall –system-level

Aperte “Enter”, aguarde a ação ser executada e feche a janela do Prompt de Comando. Em seguida, reinicie o computador para completar o processo e excluir o Edge.

Usando o comando para forçar a desinstalação do Microsoft Edge via Prompt de Comando
Usando o comando para forçar a desinstalação do Microsoft Edge via Prompt de Comando (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como desinstalar o Microsoft Edge no Windows 10 pelo PowerShell

1. Abra o Windows PowerShell

Aperte o botão Windows no teclado e digite “Windows PowerShell”. Em seguida, clique em “Executar como Administrador” para abrir o prompt de comando do PowerShell.

Abrindo o Windows PowerShell como Administrador
Abrindo o Windows PowerShell como Administrador (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Busque a versão do Microsoft Edge

Com o PowerShell aberto, digite o comando abaixo e aperte “Enter”: 

Get-AppxPackage | Select Name, PackageFullName

Essa ação listará todos os programas instalados na máquina e o nome completo do pacote. Isso facilita a localização do Microsoft Edge e o endereço da pasta do navegador.

Inserindo o comando para verificar os aplicativos instalado na máquina
Inserindo o comando para verificar os aplicativos instalado na máquina (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Copie as informações do Microsoft Edge

Veja a lista de programas instalados e localize o “Microsoft.MicrosoftEdge.Stable”. Em seguida, copie o caminho mostrado na coluna no canto direito da tela.

Selecionando o caminho da pasta do Microsoft Edge
Selecionando o caminho da pasta do Microsoft Edge (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Realize a remoção do Microsoft Edge

Insira o seguinte comando para desinstalar o Microsoft Edge via PowerShell:

Get-AppxPackage *MicrosoftEdge* | Remove-AppxPackage

Importante: no lugar do *MicrosoftEdge*, cole o caminho copiado nas informações obtidas pelo PowerShell. Após executar o comando, reinicie o computador para concluir a desinstalação.

Realizando a remoção do Microsoft Edge via PowerShell
Realizando a remoção do Microsoft Edge via PowerShell (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Por que não consigo desinstalar o Microsoft Edge do PC?

Estes são alguns pontos que podem impedir a desinstalação do Edge no PC Windows:

  • Integração nativa ao sistema: o Edge é um componente essencial que fornece o motor WebView2 para widgets e aplicativos do Windows. Por ser parte do “núcleo” do sistema operacional, a opção de desinstalação fica propositalmente desativada no Painel de Controle;
  • Bloqueio no registro do Windows: chaves específicas no Registro, como a NoRemove, atuam como travas de segurança integradas pela Microsoft. Essas marcações impedem a remoção do navegador mesmo usando ferramentas de terceiro;
  • Erro ao informar a versão do Edge: o processo de desinstalação via Prompt de Comando pode não funcionar se a versão do navegador não for digitada corretamente com os pontos;
  • Restrições de versão e build: versões recentes do Windows possuem proteções que bloqueiam comandos via PowerShell. O sistema retorna erros de “parte do SO”, tratando o navegador como um arquivo protegido e imutável;
  • Processos ativos e atualizações: serviços como o EdgeUpdate e processos em segundo plano impedem qualquer tentativa de modificação nos arquivos. Além disso, o Windows Update pode baixar e reinstalar o navegador automaticamente se detectar sua ausência.

Caso não consiga remover o Edge, é possível desativar a inicialização automática no Gerenciador de Tarefas e bloquear a execução em segundo plano nas configurações do Windows. Isso minimiza o consumo de recursos sem comprometer a estabilidade do Windows.

É possível desinstalar o Microsoft Edge do Windows 11?

Não dá para desinstalar o Edge no Windows 11, pois ele atua como componente estrutural para funcionamento de widgets e da interface web do sistema. A Microsoft restringe a remoção para garantir a estabilidade do sistema e evitar falhas em processos nativos que dependem do motor de renderização.

Embora ele permaneça instalado, o usuário pode mudar o navegador padrão do Windows 11 nas configurações do sistema. Essa alteração redireciona a abertura de links e arquivos externos para o software da preferência da pessoa, reduzindo a presença do Edge no uso cotidiano.

O que acontece ao desinstalar o Microsoft Edge do PC?

Estas são algumas ações que ocorrem ao desinstalar o Microsoft Edge do PC:

  • Ausência de navegação emergencial: sem um navegador reserva pré-instalado na máquina, o usuário perde o principal meio de baixar drivers, novos softwares ou abrir determinados arquivos;
  • Ruptura do WebView2: muitos aplicativos de terceiros e nativos, como Widgets e Clima, perdem a capacidade de exibir conteúdo web, resultando em janelas em branco ou erros de script;
  • Comprometimento da Busca e Ajuda: a pesquisa do Menu Iniciar e os links de suporte do sistema (tecla F1) ficam inoperantes, pois são programados exclusivamente para abrir via motor do Edge;
  • Falhas em aplicativos essenciais: serviços como Outlook e Teams podem parar de funcionar corretamente, pois dependem do motor de renderização do Edge;
  • Riscos de corrupção do registro: como o Edge é integrado ao Kernel do Windows, sua remoção forçada via scripts pode corromper chaves do Registro, gerando instabilidade ou lentidão em processos;
  • Ciclo de restauração forçada: o Windows Update trata o Edge como um componente de segurança crítico, reinstalando-o automaticamente na próxima verificação para garantir a integridade do sistema operacional.

Tem algum problema desinstalar o Microsoft Edge do PC?

Sim, desinstalar o Microsoft Edge compromete recursos nativos como a busca do Menu Iniciar, o Copilot e a integração do Microsoft 365, prejudicando a experiência do sistema. Essa ação também gera instabilidade técnica, afetando as atualizações de segurança e o funcionamento de diversos componentes internos do Windows.

Qual é a diferença entre desativar e desinstalar o Microsoft Edge do PC?

Desativar o Microsoft Edge significa interromper os processos em segundo plano e impedir a inicialização automática, mantendo os arquivos preservados no sistema. É a escolha ideal para evitar conflitos, já que muitos recursos do Windows usam o motor do navegador para funcionar corretamente.

Desinstalar o Microsoft Edge remove permanentemente os executáveis do computador, processo que geralmente requer o uso do Prompt de Comando ou PowerShell. Embora libere espaço em disco, essa prática pode gerar instabilidade no sistema e o Windows costuma reinstalar o programa em atualizações futuras.

Como desinstalar o Microsoft Edge do PC

Microsoft Edge (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Acessando as configurações do Windows 10 (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo o menu "Aplicativos" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionando a guia "Aplicativos e recursos" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Desinstalando o Edge pelo painel de controle do Windows (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando as informações do Microsoft Edge (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Copiando o número da versão do Microsoft Edge (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo o Prompt de Comando do Windows 10 (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Inserindo o comando para acessar a pasta do Microsoft Edge usando os dados da versão do navegador (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Usando o comando para forçar a desinstalação do Microsoft Edge via Prompt de Comando (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo o Windows PowerShell como Administrador (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Inserindo o comando para verificar os aplicativos instalado na máquina (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionando o caminho da pasta do Microsoft Edge (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Realizando a remoção do Microsoft Edge via PowerShell (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Cansou da IA em tudo? Este script limpa o seu navegador

21 de Janeiro de 2026, 16:48
Ícones de Edge, Firefox, Chrome, Opera e Brave lado a lado
Just the Browser remove IA, telemetria e mais do Chrome, Edge e Firefox (foto: Denny Müller/Unsplash)
Resumo
  • O Just the Browser remove funções de IA, coleta de dados e conteúdos patrocinados do Google Chrome, Microsoft Edge e Mozilla Firefox.
  • O script edita configurações de política de grupo e preferências do sistema para desativar recursos indesejados sem modificar arquivos originais.
  • Compatível com Windows, Linux e macOS, o script requer privilégios de administrador e é reversível; não há versão para dispositivos móveis.

Um desenvolvedor de software lançou recentemente o Just the Browser, uma interessante ferramenta de código aberto que remove recursos de inteligência artificial, coleta de dados e conteúdos patrocinados dos principais navegadores. Ela funciona em Google Chrome, Microsoft Edge e Mozilla Firefox.

A novidade foi disponibilizada publicamente por meio do GitHub e de um site dedicado, oferecendo scripts que automatizam o processo de “limpeza”. Segundo seu criador, Corbin Davenport, o objetivo é combater o que ele classifica como “assédio da IA” e o excesso de ferramentas comerciais que desviam o propósito original dos produtos.

Como a ferramenta funciona?

Diferentemente de extensões para bloqueio de anúncios (ad block), o script atua em um nível mais profundo. Ele edita as configurações de política de grupo (Group Policy) e preferências do sistema – mecanismos utilizados por administradores de TI em ambientes corporativos – para restringir o acesso a recursos, visando segurança e produtividade.

Ao aproveitar essas “configurações ocultas”, a ferramenta instrui o navegador a se comportar como se estivesse em um ambiente gerenciado. Isso permite desativar funcionalidades que muitas vezes não possuem botões de “desligar” nas configurações padrões, sem modificar arquivos executáveis originais ou depender de aplicativos de terceiros. É justamente o caso dos recursos relacionados a IA, que são embutidos nos navegadores a forceps.

Quais recursos são removidos?

Os principais alvos do script são:

  • Remoção de assistentes como o Gemini no Chrome e integrações de barra lateral no Edge
  • Bloqueio de artigos sensacionalistas no “feed” de nova guia (comum no Microsoft Edge)
  • Desativação de pop-ups de cupons de desconto e comparadores de preços nativos
  • Bloqueio de relatórios de dados enviados aos desenvolvedores sobre hábitos de uso

“O Chrome oferece cupons de desconto durante as compras. O Microsoft Edge enche a página Nova guia com artigos sensacionalistas. A era da IA generativa piorou ainda mais a situação“, explicou Corbin. “O objetivo é fornecer ‘apenas o navegador’ e nada mais.”

Como usar o script?

Script do Just the Browser rodando no Windows 11 (imagem: reprodução)

Atualmente, o Just the Browser é compatível com Windows, Linux e macOS. O processo é reversível, mas exige atenção e privilégios de administrador no sistema. Ele inclui os seguintes passos:

  1. Acesse o guia oficial: o site do projeto exibe comandos específicos para Windows, macOS e Linux
  2. Execute o comando: copie o script fornecido na página, cole no terminal (ou PowerShell no Windows) e execute. Em alguns casos, pode ser necessário baixar um arquivo .reg ou script .bat
  3. Reinicie o navegador: as alterações só entram em vigor após fechar e reabrir o programa
  4. Verifique a instalação: vá até as configurações do navegador. Se vir a mensagem “Gerenciado pela sua organização”, o procedimento funcionou e as regras de bloqueio estão ativas

Além disso, como o script altera políticas do sistema, ele pode desativar recursos como sincronização de histórico ou sugestões de pesquisa. É recomendável ler a lista de alterações com atenção antes de aplicar.

Ainda não há versão do script para celulares e tablets.

A iniciativa reflete um movimento da comunidade de tecnologia contra a inserção forçada de IA em produtos de consumo. Recentemente, desenvolvedores também criaram scripts para remover funcionalidades de IA do Windows 11. A questão afeta até a Mozilla: a organização enfrentou reações negativas após anunciar que o Firefox evoluiria para uma plataforma com IA integrada.

Cansou da IA em tudo? Este script limpa o seu navegador

Vários navegadores foram afetados (foto: Denny Müller/Unsplash)

Extensões maliciosas no Chrome e Edge espionaram 4,3 milhões de usuários

4 de Dezembro de 2025, 11:36
Ilustração que representa a detecção de ameaças digitais. O centro da imagem é dominado por uma janela de terminal de computador estilizada e uma lupa com cabo amarelo, que está focando em um inseto (bug) vermelho no centro da tela. O fundo é escuro, com códigos binários em roxo e diversas ilustrações de vírus biológicos flutuando, sugerindo o conceito de "vírus" e "malware". No canto inferior direito, o texto secundário em branco diz "tecnoblog".
Backdoors permitiam controle total do navegador (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O grupo hacker ShadyPanda usou extensões legítimas para inserir malwares e infectar 4,3 milhões de usuários do Google Chrome e Microsoft Edge.
  • Segundo a empresa de cibersegurança Koi, as extensões Clean Master e WeTab foram usadas para vigilância e coleta de dados.
  • Google e Microsoft removeram as extensões das lojas, mas elas permanecem ativas nos navegadores até serem removidas manualmente.

Uma campanha ativa há sete anos comprometeu a segurança de 4,3 milhões de usuários do Google Chrome e Microsoft Edge. Segundo a empresa de cibersegurança Koi, um grupo hacker chamado ShadyPanda utilizou extensões legítimas para distribuir malware, spyware e backdoors capazes de executar códigos remotamente e enviar dados para servidores na China.

A operação teria adotado uma estratégia de longo prazo. Primeiro, eles publicaram ferramentas úteis, acumularam milhões de downloads e construíram uma boa reputação. Anos depois, lançaram atualizações com códigos maliciosos. As extensões, algumas com selos de Destaque nas lojas, teriam, então, começado a monitorar silenciosamente o comportamento dos usuários.

Até 1º de dezembro de 2025, data de publicação do relatório, cinco dessas ferramentas ainda estavam ativas na loja do Edge, somando mais de 4 milhões de instalações.

Como o malware operava sem ser detectado?

Imagem mostra o símbolo de uma caveira feita com códigos de computador, sugerindo ataque hacker
Ferramentas de produtividade enviavam histórico de navegação para servidores na China (imagem: Elchinator/Pixabay)

O ataque explorou uma brecha no modelo de revisão das lojas: enquanto o envio inicial de extensões passa por verificações rigorosas, as atualizações nem sempre passam pelo mesmo processo minucioso.

O relatório destaca duas campanhas ativas. A primeira envolveu a popular extensão Clean Master (Starlab Technology), com 300 mil usuários. Em 2024, uma atualização introduziu um backdoor que permitia vigilância total, injetando scripts até em conexões HTTPS seguras. O sistema coletava:

  • Histórico completo de URLs e referenciadores HTTP;
  • Identificadores persistentes e impressões digitais do sistema (fingerprinting);
  • Carimbos de data e hora para criação de perfis de atividade.

Para evitar detecção, o código podia até desabilitar o comportamento malicioso automaticamente ao abrir alguma ferramenta de desenvolvedor no navegador.

A segunda campanha utilizou a extensão WeTab (com 3 milhões de instalações). Disfarçada de ferramenta de produtividade, ela enviava dados em tempo real — como pesquisas, cliques e cookies — para 17 domínios, incluindo servidores da Baidu e da própria WeTab.

Resposta das plataformas

Imagem mostra um cadeado sobre o teclado de um computador
Microsoft removeu aplicativos da loja do Edge após denúncia (imagem: Fly D/Unsplash)

Em resposta ao site The Register, um porta-voz do Google confirmou que as extensões não estão mais disponíveis na Chrome Web Store. A Microsoft também se manifestou: “Removemos todas as extensões identificadas como maliciosas na loja do Edge. Quando tomamos conhecimento de casos que violam nossas políticas, agimos de forma apropriada”.

Os pesquisadores da Koi alertam que, embora removidos das lojas, os aplicativos continuam ativos nos navegadores infectados até que o usuário remova manualmente as extensões.

A investigação também vinculou o grupo a campanhas anteriores já inativas, que usavam extensões de papéis de parede para fraudes de afiliados em sites como Amazon e eBay, além de sequestradores de navegador que redirecionavam buscas.

Extensões maliciosas no Chrome e Edge espionaram 4,3 milhões de usuários

Entenda o conceito de malware e as diferentes formas de ameaças (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Navegador promete privacidade, mas age como espião a serviço de criminosos

24 de Outubro de 2025, 16:58
Notebook com símbolos de segurança no entorno
Universe Browser tem conexões suspeitas e instala programas silenciosamente (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Pesquisadores apontam que o navegador Universe Browser envia dados e comandos a servidores na China, Hong Kong e Taiwan.

  • O navegador instala extensões e programas ocultos, monitorando atividades do usuário.

  • Segundo a Infoblox, também há ligação do browser com o grupo Vault Viper, envolvido em crimes cibernéticos e exploração de trabalhadores.

Pesquisadores de cibersegurança descobriram que o navegador Universe Browser direciona o tráfego de internet para servidores na China, instala programas sem conhecimento do usuário, monitora o teclado e altera as conexões do dispositivo. Ironicamente, o programa se apresenta como capaz de “evitar vazamentos de privacidade” e manter os usuários “longe do perigo”.

Os achados são da empresa de segurança de redes Infoblox, que trabalhou com o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC, na sigla em inglês) nessa tarefa. A investigação também encontrou ligações com uma rede de crimes cibernéticos do Sudeste Asiático, que envolve lavagem de dinheiro, jogos de azar ilegais, tráfico humano e trabalhos forçados.

O que o Universe Browser faz no seu computador?

O navegador tem versões para Windows e Android, distribuídas por download direto, além de estar disponível para iOS na App Store da Apple.

Usando engenharia reversa na versão do Universe Browser para Windows, os pesquisadores encontraram diversas ferramentas similares às presentes em malware, além de técnicas para fugir da detecção de antivírus.

Captura de tela mostra o Universe Browser aberto em um computador com Windows. A página inicial exibe cinco ícones grandes com links para sites populares chineses, incluindo “Google”, “Tencent”, “Baidu”, “Weibo” e “NetEase”. No canto inferior direito, aparece o texto “2015 Copyright © Universe Browser”. A janela está sendo executada dentro de uma máquina virtual.
Universe Browser imita o Chrome, mas bloqueia vários recursos (imagem: reprodução/Infoblox)

Um desses comportamentos é obter imediatamente a localização do usuário, idioma usado e se o programa está rodando em uma máquina virtual. Depois disso, ele espera algum tempo antes de se conectar a endereços de IP na China, em Hong Kong e em Taiwan. Esses endereços são ligados ao grupo criminoso por trás do navegador, conhecido como Vault Viper.

O browser imita o Google Chrome, mas ferramentas de desenvolvedor e configurações ficam inacessíveis para o usuário — nem mesmo o clique com o botão direito do mouse funciona.

O Universe Browser também instala vários programas persistentes que rodam silenciosamente em segundo plano. Além disso, duas extensões acompanham o pacote. Uma serve para enviar prints para um domínio ligado aos criminosos. A outra, de acordo com a análise da Infoblox, serve para detectar se o usuário está navegando em algum site de jogos de azar ligado ao Vault Viper.

O que os criminosos pretendem com o navegador?

A Infoblox observou que o Universe Browser é anunciado em sites ligados a uma mesma empresa desenvolvedora de jogos para cassinos online, que estaria ligada ao grupo Vault Viper.

Montagem mostra um site de apostas online com imagens de mulheres promovendo jogos de cassino, como pôquer, roleta e bacará, e um banner do “Universe Browser”. À direita, há uma página de download do navegador com o texto “UNIVERSE BROWSER – Avoid privacy leaks!” e um código QR para baixar o app. O logotipo e o nome do navegador aparecem ampliados em destaque no centro da imagem.
Navegador busca atrair jogadores (imagem: reprodução/Infoblox)

O atrativo usado é a capacidade de driblar restrições impostas por países asiáticos a jogos de azar pela internet. “Cada site de cassino operado [pelo grupo] tem um link e uma propaganda [para o Universe Browser]”, diz Maël Le Touz, da Infoblox, em entrevista à Wired.

Os pesquisadores acreditam que esses sejam os alvos dos agentes maliciosos. “Este navegador poderia servir como uma ferramenta perfeita para identificar jogadores ricos e obter acesso a suas máquinas”, diz o relatório da companhia.

Ao longo dos últimos anos, o Vault Viper também esteve relacionado com grupos criminosos que recrutaram centenas de milhares de pessoas de mais de 60 países, forçando-as a trabalhar em “fábricas de golpes” no Sudeste Asiático, em países como Mianmar, Laos e Camboja. Parte desses golpes consiste justamente em atrair interessados em jogos de azar para extorquir dinheiro deles.

Navegador promete privacidade, mas age como espião a serviço de criminosos

Roteadores foram comprometidos pela botnet AyySSHush (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Navegador busca atrair jogadores (imagem: reprodução/Infoblox)

O que é um navegador web? Entenda a função do browser e conheça exemplos

20 de Outubro de 2025, 12:05
Navegadores Firefox, Chrome e Edge no Android (Imagem: Ana Marques/Tecnoblog)
Saiba como funciona os navegadores de internet no celular e computador (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Um navegador web, ou browser, é o software que permite acessar, interagir e visualizar conteúdos da World Wide Web, como textos, imagens e vídeos. Ele serve como um mediador entre o usuário e os servidores que hospedam as informações online, traduzindo os códigos complexos.

Sua principal função é converter o código-fonte dos websites, como HTML, CSS e JavaScript, em uma interface gráfica e interativa para o usuário navegar. Sem o navegador de internet, a experiência online seria limitada à visualização de linhas de códigos indecifráveis.

Na prática, ao digitar um endereço (URL), o browser envia um pedido ao servidor que armazena o site e recebe os arquivos em resposta. O software processa esses dados e os exibe na tela em frações de segundos, garantindo uma navegação visualmente fluida.

A seguir, entenda a fundo o que é um navegador web, como funciona e os principais softwares para acessar a internet.

O que é um navegador web?

Um navegador web é um software que permite aos usuários acessar, interagir e visualizar o conteúdo da World Wide Web. Seu papel é requisitar dados de servidores, como HTML, imagens e vídeos, e interpretá-los, transformando códigos complexos na interface visual e interativa que aparece na tela do usuário.

Qual é a função de um navegador web?

A função do browser é solicitar e interpretar o código-fonte de páginas da World Wide Web, como HTML, CSS e JavaScript, transformando-o em uma interface visual com textos, imagens e mídia interativa. Essencialmente, ele atua como um intermediário entre o usuário e os servidores web.

Essa ferramenta permite aos usuários navegar entre diferentes sites, localizar informações específicas e interagir com aplicativos baseados na web. Além disso, o navegador de internet gerencia o histórico de navegação, informações de sessão e oferece recursos de segurança e personalização da navegação.

Ícones de Edge, Firefox, Chrome, Opera e Brave lado a lado
Os navegadores atuam transformando códigos em uma interface visual e interativa para os usuários (imagem: Denny Müller/Unsplash)

Como funciona um navegador web?

O navegador de internet é um tipo de software que inicia o processo quando o usuário insere o endereço do site (URL) ou clica em um link. Primeiro, ele realiza a resolução DNS (Domain Name System) para traduzir o nome do domínio para o endereço IP do servidor web correto.

Em seguida, o browser envia um pedido HTTP ou HTTPS ao servidor, solicitando os arquivos da página desejada. Então, o servidor processa o pedido e responde enviando de volta os dados brutos necessários, tipicamente em códigos como HTML, CSS e JavaScript. 

O motor de renderização do navegador interpreta esses códigos, usando o HTML para estruturar o conteúdo. Imediatamente, ele aplica as folhas de estilo CSS para definir a formatação visual, como cores e layout da página.

Por fim, o motor do browser executa o código JavaScript para adicionar funcionalidades interativas e dinâmicas à página. Este processo resulta na rápida montagem e exibição de conteúdo web completo e navegável na interface do usuário.

infográfico do funcionamento de um navegador
Passo a passo do funcionamento de um navegador (imagem: Reprodução/Saperis)

Quais são os principais navegadores de internet?

Estes são os principais navegadores de internet e suas principais características:

  • Google Chrome: bastante popular, é reconhecido pela velocidade, segurança, facilidade de uso e a ampla biblioteca de extensões, sendo a escolha frequente de desenvolvedores e usuários do ecossistema Google;
  • Mozilla Firefox: software de código aberto com grande foco em privacidade e personalização. Oferece recursos avançados, como proteções aprimoradas contra rastreamento e ferramentas para codificação e depuração;
  • Microsoft Edge: navegador padrão do Windows, construído com base no motor Chromium. Apresenta alta compatibilidade e recursos avançados, como guias verticais, modo de leitura integrado e uma coleção crescente de extensões;
  • Apple Safari: browser da Apple, estritamente otimizado para os sistemas macOS e iOS. É conhecido pela eficiência energética, alto desempenho e profunda integração com o ecossistema Apple, incluindo o recurso de Continuidade entre dispositivos;
  • Opera: opção rica em funcionalidades únicas, como VPN gratuita e bloqueador de anúncios integrados. Oferece uma experiência de navegação rápida, personalizável e com foco em maior privacidade e desempenho; 
  • Brave: software de código aberto centrado em privacidade, que bloqueia anúncios e rastreadores por padrão. Traz uma experiência de navegação rápida, recompensando os usuários com o próprio token (BAT) em um modelo de anúncios opcionais;
  • Tor: browser de código aberto baseado no Firefox, usa a rede Tor para anonimizar a navegação, criptografando dados em várias camadas. Essencial para quem busca anonimato extremo ou para acessar sites que exigem ampla privacidade.
Browsers no Android
Firefox, Chrome, Opera e Edge são bastante populares no smartphone e no PC (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Qual navegador web consome menos memória RAM?

O Microsoft Edge é frequentemente apontado como um dos navegadores mais eficientes em consumo de RAM, especialmente no Windows. Seu diferencial está nas tecnologias como as “Guias Suspensas”, que descarregam automaticamente abas inativas para liberar recursos do sistema.

Por outro lado, o Mozilla Firefox também se destaca ao registrar um consumo total de RAM mais baixo em testes com maior número de abas abertas. A escolha final, portanto, depende se a prioridade é a otimização em plataformas Windows (Edge) ou uma gestão de memória geralmente menor (Firefox).

Existe algum navegador web que faz o bloqueio de anúncios?

Há diversos navegadores de internet com recursos de bloqueio de anúncios nativo, proporcionando uma navegação mais rápida e privada sem a necessidade de extensões. O Brave e o Opera são exemplos de browsers que integram bloqueadores de anúncios e rastreadores por padrão ou como recurso facilmente ativável.

Já navegadores como Google Chrome e Microsoft Edge possuem um bloqueio mais limitado, focado em anúncios intrusivos que não seguem os padrões do Coalition for Better Ads. Para um bloqueio total nesses browsers, geralmente é preciso instalar extensões especializadas como uBlock Origin ou AdBlock.

Microsoft Edge
Microsoft Edge costuma ser o navegador mais eficiente em relação ao consumo de RAM, mas não oferece recurso amplo para bloqueio de anúncios (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Qual é a diferença entre navegador web e browser?

Navegador web é um aplicativo criado especificamente para acessar, buscar e interpretar conteúdo disponível na World Wide Web. Sua principal função é se comunicar com servidores web para exibir páginas, imagens, vídeos e outros elementos da internet na tela do usuário.

Browser é um termo mais amplo que se refere a qualquer aplicativo ou programa capaz de visualizar e percorrer informações. Embora inclua o navegador web, ele pode se referir a softwares que permitem a navegação em arquivos locais do computador ou bibliotecas de mídia sem necessariamente envolver a internet.

Qual é a diferença entre navegador web e mecanismo de busca?

Navegador web é um aplicativo de software instalado em um dispositivo, que age como a porta de entrada para a World Wide Web ao exibir visualmente as páginas da web. Ele permite que os usuários insiram diretamente um endereço (URL) para visitar um site específico ou mostrar resultados de busca.

Mecanismo de busca é um serviço ou site online que rastreia, organiza e indexa o vasto conteúdo da World Wide Web. Ele permite aos usuários encontrar informações relevantes na internet a partir de palavras-chave ou frases de pesquisa, retornando uma lista de links.

O que é um navegador web? Entenda a função do browser e conheça exemplos

Vários navegadores foram afetados (foto: Denny Müller/Unsplash)

Browsers no Android (Imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Microsoft Edge (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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