Veja os destaques do Olhar Digital News desta quinta-feira:
Brasileiros descobrem rota que pode tornar viagem à Lua mais barata
Um grupo de pesquisadores brasileiros e europeus acaba de encontrar um trajeto mais barato do que todos os já descritos na literatura científica para chegar à Lua. O novo itinerário exige 58,80 metros por segundo a menos de propelente do que a rota mais viável conhecida até então. Essa diferença, embora pareça pequena, pode representar uma economia de milhões de dólares em combustível.
Chefe da NASA quer que Plutão volte a ser planeta
O administrador da NASA, Jared Isaacman, apresentou uma proposta de orçamento para o ano fiscal de 2027. Nela, estabeleceu a meta de pousar astronautas na Lua até 2028 e defendeu o retorno de Plutão ao status de planeta.
IA ensinou cientistas a criar uma arma biológica
Um episódio envolvendo testes de segurança com inteligência artificial reacendeu preocupações sobre o potencial uso indevido da tecnologia em cenários de risco. Durante uma avaliação conduzida por especialistas, um chatbot foi capaz de sugerir estratégias detalhadas para a criação e disseminação de uma arma biológica.
IA e deepfakes silenciam mulheres na vida pública, aponta ONU
Um relatório da ONU aponta que a violência online e o uso de deepfakes estão afastando mulheres de cargos públicos e da vida política. O documento destaca que ataques coordenados buscam silenciar vozes femininas e minar a credibilidade profissional de jornalistas, ativistas e defensoras de direitos humanos mundo afora.
Antílope-azul que viveu há 260 anos pode voltar à vida
A empresa de biotecnologia Colossal Biosciences anunciou que tentará trazer de volta à vida um antílope extinto por volta de 1800. O animal se junta a projetos de “desextinção” que já envolvem o mamute-lanoso, o dodô, o moa, o tilacino e o lobo-terrível.
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O Japão acaba de elevar o conceito de automação doméstica a um novo patamar com o lançamento da máquina de lavar para humanos. Inspirado em um projeto futurista da década de 70, esse equipamento promete revolucionar a higiene pessoal através de tecnologia de ponta e conforto absoluto. Entenda como funciona essa cápsula que utiliza microbolhas e inteligência artificial para limpar e relaxar o corpo simultaneamente.
O que é a máquina de lavar para humanos?
De acordo com um estudo detalhado pela National Geographic, o dispositivo foi batizado oficialmente de Mirable Project e utiliza um sistema de cápsula fechada altamente tecnológico. O equipamento funciona como um casulo onde o usuário se acomoda confortavelmente enquanto sensores monitoram suas condições físicas em tempo real.
A proposta não é apenas remover a sujeira da pele, mas proporcionar um ambiente de relaxamento profundo, onde o usuário sequer precisa se mexer durante o processo de higienização. A inteligência artificial integrada seleciona a música e o conteúdo visual ideal para cada sessão de banho automático.
🧼 Microbolhas de limpeza: Água rica em oxigênio remove impurezas nos poros sem fricção manual.
💓 Monitoramento vital: Sensores de ECG medem os batimentos para ajustar a temperatura da água.
💆 Relaxamento imersivo: A inteligência artificial projeta imagens relaxantes para descompressão mental.
Como a tecnologia de microbolhas atua na lavagem?
O segredo por trás dessa inovação japonesa está na produção de bolhas microscópicas que conseguem penetrar profundamente nos poros da pele. Essas partículas de água e ar carregadas eletricamente atraem as moléculas de gordura e sujeira, removendo-as naturalmente sem a necessidade de sabões agressivos.
Esse método inovador dispensa o uso de esponjas ou esforço físico, garantindo uma limpeza eficiente e extremamente suave para qualquer tipo de usuário. Além da higiene, a microtecnologia auxilia na circulação sanguínea, promovendo uma sensação de leveza imediata após o término do ciclo.
Remoção de toxinas e resíduos profundos nos poros.
Hidratação intensa durante todo o fluxo contínuo de água.
Prevenção de irritações cutâneas causadas por fricção física.
Economia significativa de água em relação ao banho de banheira tradicional.
Bolhas microscópicas carregadas eletricamente removem impurezas da pele sem esforço físico – Expo Mundial de Osaka / Divulgação
Qual é o preço dessa máquina de lavar para humanos?
Embora a tecnologia pareça um sonho futurista para muitos, o custo de aquisição é atualmente o maior impeditivo para a popularização imediata no mercado global. O investimento necessário para ter uma unidade em casa reflete a complexidade dos sensores e materiais utilizados na construção da cápsula.
Os valores de lançamento no Japão superam até mesmo o preço de imóveis compactos em grandes cidades europeias, posicionando o item como um artigo de luxo extremo. No entanto, a empresa desenvolvedora acredita que a produção em escala poderá reduzir esses valores nas próximas décadas.
Especificação
Dados Técnicos
Nome do Projeto
Mirable Project (Science Co. Ltd)
Duração do Ciclo
Aproximadamente 15 minutos
Comparativo de Preço
Equivalente a um apartamento em Madri
Quem é o público-alvo para essa inovação?
Inicialmente, o foco estratégico está voltado para hospitais e lares de idosos de alto padrão tecnológico. Nessas instituições, a mobilidade reduzida torna o banho tradicional um desafio diário para cuidadores e pacientes, tornando a cápsula uma solução prática e segura.
Com o passar dos anos, a expectativa é que versões domésticas mais compactas alcancem o mercado de luxo residencial. Entusiastas de biohacking e profissionais que buscam otimização de tempo aliada ao bem-estar são os principais interessados na tecnologia de lavagem automatizada.
Quando veremos esse equipamento no Brasil?
Até o momento, não existe uma previsão oficial para a importação oficial da máquina Mirable para o mercado brasileiro. Os altos custos logísticos e a necessidade de uma rede técnica especializada para manutenção são os principais gargalos para a chegada do produto na América Latina.
Entretanto, a repercussão global do projeto coloca o Brasil no radar de futuras expansões para o setor de bem-estar. Spas de luxo e clínicas de estética avançada podem ser as primeiras a adotar protótipos similares, oferecendo a experiência do banho japonês automático em solo nacional.
Se você pensa em modernizar sua casa, entender quanto custa montar uma casa inteligente é essencial. Além disso, os valores variam conforme o nível de automação desejado. Portanto, planejar os gastos evita surpresas no orçamento. Nesse cenário, conhecer cada item ajuda a tomar decisões mais estratégicas.
Quanto custa montar uma casa inteligente completa?
Segundo um artigo publicado pelo Research Gate, o custo para montar uma casa inteligente pode variar bastante conforme a quantidade de dispositivos e o nível de integração adotado. Além disso, sistemas mais simples apresentam menor investimento inicial, enquanto soluções completas exigem maior estrutura e tecnologia. Portanto, o valor final depende diretamente do grau de automação escolhido.
Na prática, é possível iniciar com poucos equipamentos e ampliar o sistema gradualmente. Além disso, essa abordagem reduz o impacto financeiro no começo do projeto. Contudo, soluções totalmente integradas e automatizadas demandam investimento mais elevado desde a implantação.
💡 Básico: Lâmpadas inteligentes e assistente virtual com baixo custo.
📱 Intermediário: Sensores, câmeras e automação de rotina.
🏠 Avançado: Integração completa com segurança e controle total.
Quais dispositivos fazem parte de uma casa inteligente?
Uma casa inteligente pode incluir diversos dispositivos conectados. Além disso, cada item cumpre uma função específica dentro do sistema. Portanto, escolher bem os equipamentos impacta diretamente no custo final.
Entre os principais estão lâmpadas inteligentes, assistentes virtuais, sensores de presença e câmeras. Além disso, fechaduras digitais e tomadas inteligentes ampliam as possibilidades. Contudo, nem todos são obrigatórios em um projeto inicial.
Dispositivos conectados como assistentes e lâmpadas inteligentes definem o custo total – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)
Quanto custa montar uma casa inteligente por item?
Os custos variam de acordo com a marca e a tecnologia dos dispositivos. Além disso, produtos mais avançados tendem a oferecer maior integração. Portanto, comparar preços ajuda a economizar.
Além disso, montar uma lista detalhada facilita o planejamento financeiro. Contudo, os valores podem mudar com promoções e lançamentos. Dessa forma, acompanhar o mercado faz diferença.
Dispositivo
Preço médio
Lâmpada inteligente
R$ 50 a R$ 150
Assistente virtual
R$ 200 a R$ 600
Câmera inteligente
R$ 150 a R$ 500
Fechadura digital
R$ 500 a R$ 1.500
Vale a pena investir em uma casa inteligente?
Investir em uma casa inteligente pode trazer mais conforto e segurança. Além disso, a automação facilita tarefas do dia a dia. Portanto, o custo pode ser compensado pelos benefícios.
Contudo, o ideal é começar com itens essenciais e expandir conforme a necessidade. Além disso, isso permite testar o sistema antes de investir mais. Dessa forma, você monta uma casa inteligente de forma gradual e eficiente.
Elon Musk acaba de elevar as expectativas globais ao afirmar que o robô humanoide Optimus será o maior produto da história, superando até mesmo o impacto dos veículos elétricos. Para concretizar essa visão ambiciosa, a Tesla confirmou um investimento massivo de 25 bilhões de dólares, sinalizando uma mudança drástica em suas prioridades industriais. Este movimento reafirma o compromisso da empresa em liderar a fronteira da inteligência artificial aplicada ao mundo físico, transformando processos produtivos em larga escala.
Como o robô humanoide Optimus impactará a produção da Tesla?
De acordo com o relatório de divulgação trimestral da Tesla, a fabricante decidiu pausar a produção de veículos de luxo em uma de suas maiores unidades fabris para priorizar o desenvolvimento robótico. Essa manobra estratégica demonstra que a automação avançada agora ocupa o centro das atenções, visando uma escala sem precedentes na indústria tecnológica global.
A realocação de recursos humanos e de infraestrutura é parte de um plano maior para acelerar os testes de campo e a integração do hardware em ambientes reais. Com isso, a Tesla espera que a eficiência produtiva alcance níveis nunca antes vistos, transformando a logística interna da própria companhia antes de chegar ao consumidor final.
🏗️ Pausa Industrial: Suspensão da montagem de carros de luxo para ajustes técnicos.
💰 Aporte Bilionário: Injeção de 25 bilhões de dólares no projeto Optimus.
🤖 Integração Real: Robôs passam a realizar tarefas operacionais nas fábricas.
Por que Elon Musk acredita que este será o maior produto da história?
A visão de Musk baseia-se na versatilidade do robô, que poderá executar desde tarefas domésticas simples até funções complexas em linhas de montagem pesadas. Para o bilionário, o mercado para um assistente universal é infinitamente maior do que o de transporte, podendo gerar uma economia de abundância global em poucos anos.
O projeto não foca apenas em mecânica, mas na evolução da IA que permite ao humanoide aprender através da observação e do processamento de dados massivos. Assim, o Optimus se diferencia por sua capacidade adaptativa, tornando-se um item indispensável para o futuro da sociedade moderna e para a produtividade industrial.
Execução de tarefas perigosas ou repetitivas para humanos em áreas de risco.
Integração total com o ecossistema de software e redes neurais da Tesla.
Capacidade de aprendizado contínuo através de processamento de visão computacional.
Potencial para reduzir custos operacionais globais de forma drástica e eficiente.
Musk projeta o Optimus como um assistente universal versátil para diversas tarefas humanas – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)
Qual o destino do investimento no robô humanoide Optimus?
Os 25 bilhões de dólares serão direcionados principalmente para a expansão de centros de processamento de dados e o aprimoramento dos sensores táteis do robô. Essa infraestrutura é crucial para garantir que a máquina consiga interagir com objetos delicados e navegar em ambientes dinâmicos com segurança total e precisão cirúrgica.
Além do hardware, uma parte significativa do capital será investida na contratação de especialistas em robótica e engenharia biomimética ao redor do mundo. A Tesla busca criar uma simbiose perfeita entre motores elétricos de alta performance e algoritmos que mimetizam o movimento humano com naturalidade e fluidez.
Categoria
Descrição
Impacto Esperado
Infraestrutura
Expansão de Data Centers
Velocidade na IA
Hardware
Sensores e Atuadores
Movimentos Fluidos
Talentos
Engenharia Global
Liderança Técnica
O que muda nas fábricas da Tesla com essa transição?
A transição exige uma reengenharia completa do chão de fábrica, onde a coexistência entre humanos e robôs deve ser otimizada para segurança e fluxo contínuo. Antigas linhas de soldagem e pintura de veículos de luxo estão sendo adaptadas para servir como laboratórios vivos para os protótipos avançados do Optimus.
Essa mudança também reflete uma nova cultura corporativa, onde a Tesla deixa de ser vista apenas como uma montadora para se consolidar como uma empresa de inteligência artificial. O foco agora é a escalabilidade do trabalho automatizado, que pode ser replicado em qualquer setor industrial fora do ramo automotivo.
Quando veremos o robô operando fora das unidades industriais?
Embora o foco inicial seja o ambiente controlado das fábricas, a Tesla projeta que as primeiras unidades comerciais possam surgir no mercado em poucos anos. O objetivo é que o robô seja capaz de navegar em residências, auxiliando em tarefas cotidianas como compras, limpeza e até cuidados básicos com o lar.
A aceitação pública e a regulação de segurança serão os próximos grandes desafios após a validação técnica bem-sucedida nas fábricas. Contudo, com o volume de investimento anunciado, a curva de desenvolvimento promete ser exponencial, trazendo a ficção científica para a realidade em um tempo recorde para a humanidade.
O Google anunciou uma mudança significativa em uma das ferramentas de segurança mais utilizadas da internet, o reCAPTCHA, conhecido popularmente pelo teste “eu não sou um robô”. A reformulação marca uma resposta direta ao avanço dos agentes de inteligência artificial (IA), que já conseguem simular comportamentos humanos com facilidade.
A alteração foi apresentada durante o evento Google Cloud Next, junto com o lançamento do Gemini Enterprise Agent Platform, conjunto de serviços voltado para empresas que desejam adotar modelos baseados em agentes de IA, descritas como “empresas agênticas”.
Novo sistema será dotado de QR Codes sempre que necessário – Imagem: Divulgação/Google
Teste de robô do Google vai mudar
O reCAPTCHA, criado originalmente para impedir acessos automatizados, passa agora a se chamar Google Cloud Fraud Defense;
A nova proposta amplia o escopo da ferramenta, que deixa de focar apenas na distinção entre humanos e bots tradicionais para incluir também agentes de IA, considerados a nova fronteira tecnológica;
Esses agentes são capazes de executar tarefas de forma autônoma em nome dos usuários, como acessar sites, comparar preços, realizar reservas e efetuar pagamentos;
Ao mesmo tempo, esse tipo de tecnologia pode ser explorado para acessos indevidos a serviços, colocando em risco o funcionamento de plataformas digitais.
Segundo o Google, a nova solução busca preparar a internet para esse cenário, descrito como “web agêntica”. Para isso, a ferramenta passa a monitorar a atividade desses agentes nos sites, identificando, classificando e analisando o tráfego gerado por eles. Além disso, será possível conectar identidades humanas às dos agentes, com o objetivo de avaliar riscos associados aos acessos.
O sistema também utilizará sinais de risco, tipos de automação e a identidade dos agentes para bloquear entradas consideradas suspeitas. Em casos em que um agente tente se passar por uma pessoa, será exigida uma comprovação de identidade humana por meio do escaneamento de um QR Code com o celular.
Apesar das mudanças, o Google afirma que o reCaptcha continuará existindo. No entanto, com a expansão dos agentes de IA, a empresa indica que métodos, como o uso de QR Codes, podem substituir gradualmente a tradicional verificação baseada na frase “eu não sou um robô”.
Big tech quer preparar a internet para a era da “web agêntica” – Imagem: ZikG/Shutterstock
De acordo com a empresa, a atualização estabelece uma nova camada de proteção diante de um cenário em que o tráfego inválido gerado por bots tende a evoluir para fraudes massivas de identidade conduzidas por agentes de IA.
Ainda que a mudança seja praticamente invisível para a maioria dos usuários, o novo sistema atuará em diferentes etapas da navegação, desde o cadastro e login em sites até processos de pagamento. O objetivo é acompanhar toda a jornada desses agentes, que se tornam cada vez mais autônomos ao circular por plataformas digitais.
Montar um PC gamer pode parecer caro, mas entender os custos ajuda a planejar melhor. Além disso, os valores variam conforme desempenho e qualidade dos componentes. Portanto, saber quanto custa PC gamer em 2026 evita surpresas no orçamento. Bora entender os preços e opções?
Quanto custa PC gamer completo em 2026?
O valor de um PC gamer completo depende do nível de desempenho desejado. De acordo com artigo técnico publicado por IEEE, a performance de um sistema computacional está diretamente ligada à escolha de componentes como processador, placa de vídeo e memória. Além disso, a configuração de hardware define o nível de eficiência e capacidade de processamento.
Portanto, um PC gamer básico pode custar entre R$3.500 e R$5.000. Contudo, sistemas intermediários exigem maior investimento em hardware, enquanto configurações avançadas ultrapassam facilmente R$10.000. Assim, o custo final varia conforme o desempenho e a complexidade do sistema escolhido.
💻 Básico: Jogos leves e desempenho inicial com menor investimento.
🎮 Intermediário: Rodar jogos atuais com boa qualidade gráfica.
🔥 Avançado: Alto desempenho com gráficos no máximo.
Quais peças mais influenciam quanto custa PC gamer?
Alguns componentes têm impacto maior no valor final. Além disso, placa de vídeo e processador são os principais responsáveis pelo desempenho. Portanto, investir nessas peças costuma ser prioridade.
Contudo, memória RAM, armazenamento e fonte também são essenciais. Assim, equilibrar o conjunto evita gargalos e garante melhor experiência nos jogos.
Placa de vídeo e processador são os itens que mais encarecem o setup – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)
Como montar um PC gamer completo gastando menos?
Montar um PC gamer econômico exige planejamento. Além disso, escolher peças com bom custo-benefício faz diferença no orçamento. Portanto, pesquisar preços e promoções pode reduzir bastante o valor final.
Contudo, evitar peças muito baratas é importante. Assim, você garante durabilidade e desempenho adequado sem precisar trocar tudo rapidamente.
Componente
Faixa de preço
Impacto
Placa de vídeo
R$1.500 a R$5.000
Desempenho gráfico
Processador
R$800 a R$3.000
Velocidade geral
Memória RAM
R$300 a R$800
Multitarefa
Vale a pena investir em um PC gamer em 2026?
Investir em um PC gamer pode valer a pena para quem busca desempenho e versatilidade. Além disso, o computador pode ser usado para trabalho, estudo e entretenimento. Portanto, é um investimento com múltiplos benefícios.
Contudo, o custo inicial pode ser alto. Assim, avaliar suas necessidades e orçamento é essencial antes de montar o setup ideal.
A Microsoft anunciou uma mudança histórica na assinatura do Xbox Game Pass, reduzindo os valores mensais para ampliar sua base de usuários. No entanto, a estratégia traz um custo para os fãs de FPS: os novos títulos de Call of Duty não chegarão mais no catálogo no dia do lançamento. Essa reestruturação busca equilibrar a receita de vendas diretas com a acessibilidade do serviço de streaming.
Como fica o cronograma da assinatura do Xbox Game Pass?
De acordo com um comunicado oficial publicado pelo Xbox Wire, a empresa decidiu priorizar o volume de assinantes através de preços mais baixos. A decisão reflete uma mudança de postura após a aquisição da Activision, visando maximizar o lucro de grandes lançamentos antes de disponibilizá-los aos membros do serviço.
A nova dinâmica estabelece uma janela de exclusividade para compras avulsas, o que significa que o “Day One” para Call of Duty deixa de existir no modelo tradicional. Abaixo, detalhamos como essa transição será implementada para os usuários atuais e novos interessados no ecossistema da marca, focando na sustentabilidade do serviço.
💰 Redução de Preços: Mensalidades ficam mais baratas globalmente para atrair novos perfis de jogadores.
🔫 Fim do Day One: Títulos de Call of Duty terão janelas de venda obrigatórias antes de entrar no catálogo.
🔄 Conversão Automática: Assinaturas ativas serão atualizadas para o novo valor no próximo ciclo mensal de cobrança.
Quais são os benefícios desta nova política de preços?
A principal vantagem é a democratização do acesso, permitindo que mais pessoas experimentem centenas de títulos por um custo mensal reduzido. Em um cenário econômico instável, baixar o preço da porta de entrada é uma jogada agressiva para combater a rotatividade de clientes e fortalecer o engajamento de longo prazo dentro da plataforma Xbox.
Mesmo com a ausência de grandes estreias imediatas no gênero de tiro, o catálogo continua recheado com os jogos do Xbox Game Studios que ainda mantêm o lançamento simultâneo. Essa diferenciação cria categorias de peso dentro da biblioteca, onde alguns jogos são acessíveis na hora e outros exigem paciência ou a compra individual definitiva.
Economia imediata no custo fixo mensal de entretenimento digital.
Acesso garantido a mais de 400 jogos de diversos gêneros e produtoras.
Inclusão de benefícios do EA Play sem custo adicional no plano Ultimate.
Descontos exclusivos em DLCs e expansões para jogos instalados.
A nova política foca na economia mensal e no acesso a centenas de jogos – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)
Qual o novo valor da assinatura do Xbox Game Pass?
A tabela de preços foi simplificada para que o usuário consiga identificar rapidamente qual plano se encaixa melhor no seu bolso e nos seus dispositivos. É importante notar que a redução de preço atinge as versões de console, PC e a modalidade Ultimate, que segue sendo a opção mais completa e robusta oferecida pela Microsoft.
Com a mudança, o foco se desloca da novidade absoluta para a manutenção de uma biblioteca rotativa de alta qualidade técnica. Abaixo, preparamos uma comparação visual para que você entenda exatamente quanto vai pagar e quais os principais limites de cada modalidade após os ajustes estratégicos anunciados pela empresa nesta semana.
Plano de Assinatura
Novo Preço (EUA)
Call of Duty
Game Pass Ultimate
US$ 19,99
Pós-lançamento
PC Game Pass
US$ 9,99
Pós-lançamento
Game Pass Core
US$ 7,99
Não incluído
Por que Call of Duty saiu dos lançamentos simultâneos?
A razão é estritamente comercial, visando proteger as vendas massivas que a franquia gera em seu período de estreia global. Colocar um produto que vende dezenas de milhões de cópias a preço “zero” para assinantes estava criando um desafio financeiro difícil de justificar para os acionistas após a fusão bilionária com a Activision Blizzard.
Ao remover o Day One, a Microsoft incentiva a compra direta por quem deseja a experiência competitiva no primeiro minuto, enquanto usa o catálogo para dar sobrevida ao jogo meses depois. É um modelo híbrido que tenta capturar o máximo de receita possível em diferentes estágios do ciclo de vida de um título de alto orçamento.
O serviço ainda compensa para jogadores competitivos?
A resposta depende da sua prioridade entre economia financeira e imediatismo no cenário dos eSports atuais. Se você joga múltiplos títulos e não se importa em esperar alguns meses pelos novos mapas de Call of Duty, a redução de preço torna o serviço imbatível em termos de variedade, suporte técnico e custo-benefício.
No entanto, para os jogadores profissionais ou criadores de conteúdo que precisam estar na onda do lançamento, o custo total agora inclui a compra do jogo separadamente. A decisão final recai sobre quanto o jogador valoriza a exclusividade temporária frente a uma mensalidade mais amigável para o uso diário em casa.
A Apple está transformando o iPhone em uma carteira universal definitiva com a chegada de novos recursos baseados em inteligência artificial. Com o uso da Apple Wallet Inteligência Artificial, usuários poderão digitalizar cartões físicos de academia ou bibliotecas apenas com a câmera. Essa funcionalidade promete eliminar de vez a necessidade de carregar plásticos extras no dia a dia.
Como a Apple Wallet Inteligência Artificial vai digitalizar cartões físicos?
De acordo com um vazamento de código reportado pelo MacObserver, a nova funcionalidade utilizará modelos avançados de visão computacional para identificar e extrair dados de cartões não-bancários. O sistema será capaz de reconhecer códigos de barras, números de identificação e logotipos para gerar um passe digital compatível com o ecossistema iOS.
O processo foi desenhado para ser intuitivo, removendo a fricção de ter que baixar aplicativos específicos para cada estabelecimento que o usuário frequenta. Ao capturar a imagem, o sistema organiza as informações de forma estruturada, permitindo que o cartão seja usado via NFC ou exibição de QR Code diretamente na tela do dispositivo.
📸 Captura Instantânea: O usuário tira uma foto do cartão físico usando o app Wallet.
🧠 Processamento Neural: A IA processa as informações e cria um layout digitalizado.
💳 Carteira Pronta: O novo cartão aparece na Apple Wallet pronto para uso imediato.
Quais são os benefícios dessa nova tecnologia para o usuário?
A principal vantagem reside na centralização de documentos e passes em um único ambiente seguro, reduzindo drasticamente o volume físico transportado pelo usuário. Além de facilitar a organização, a digitalização permite que cartões de fidelidade e de serviços locais, que antes não tinham suporte oficial, passem a fazer parte da rotina digital.
Outro ponto relevante é a acessibilidade aprimorada, já que os cartões digitais podem ser sincronizados com o Apple Watch e outros dispositivos do usuário através do iCloud. Isso garante que, mesmo sem a carteira física ou o cartão em mãos, o acesso a clubes, bibliotecas e academias permaneça garantido e ágil.
Redução do uso de plásticos descartáveis e cartões físicos.
Notificações baseadas em localização para sugerir o uso do cartão correto.
Segurança biométrica (FaceID ou TouchID) para acessar os dados.
Facilidade na organização de passes de eventos e clubes de pontos.
A centralização de passes digitais elimina a necessidade de carregar plásticos extras – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)
Como a Apple Wallet Inteligência Artificial se compara ao sistema antigo?
Anteriormente, para que um cartão pudesse ser adicionado à carteira do iPhone, o estabelecimento precisava desenvolver um arquivo específico ou ter integração direta via API da Apple. Isso limitava a tecnologia apenas a grandes redes de supermercados, companhias aéreas e bancos com alta capacidade tecnológica.
Com a introdução da Apple Wallet Inteligência Artificial, a barreira de entrada é eliminada, pois o controle da digitalização passa para as mãos do consumidor final. O usuário não depende mais da infraestrutura digital da empresa emissora do cartão, bastando que o objeto físico contenha informações visuais claras para a conversão.
Recurso
Sistema Anterior
Nova Apple Wallet
Adição de Cartão
Dependia da empresa emissora
Feita pelo usuário via câmera
Compatibilidade
Apenas parceiros oficiais
Universal (qualquer cartão)
Automação
Manual e burocrática
Processamento via IA
O que dizem os códigos vazados sobre a segurança dos dados?
A segurança é um pilar fundamental da Apple, e o processamento dessa inteligência artificial deve ocorrer integralmente dentro do dispositivo (on-device). Isso significa que as fotos tiradas e os dados extraídos não são enviados para os servidores da empresa, garantindo a privacidade total das informações contidas nos cartões digitalizados.
Adicionalmente, os cartões criados via IA serão protegidos pelas mesmas camadas de segurança dos cartões de crédito tradicionais no iOS. O acesso a eles exigirá autenticação via FaceID ou TouchID, impedindo que pessoas não autorizadas utilizem seus passes caso o celular seja perdido ou roubado.
Quando essa funcionalidade estará disponível para o público geral?
Embora os códigos já tenham sido identificados em versões preliminares de desenvolvimento, a expectativa é que o recurso seja anunciado oficialmente durante a WWDC deste ano. A funcionalidade deve chegar aos usuários finais com o lançamento do iOS 18, previsto para o segundo semestre, acompanhando os novos modelos de iPhone.
Analistas do setor acreditam que a Apple liberará versões beta públicas logo após o anúncio, permitindo que entusiastas testem a digitalização de cartões antecipadamente. Até lá, a empresa deve refinar os algoritmos de reconhecimento para garantir que o sistema funcione com a maior variedade possível de cartões físicos ao redor do mundo.
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O X (antigo Twitter) oficializou na última sexta-feira o lançamento do XChat, seu novo aplicativo de mensagens independente. Disponível inicialmente para dispositivos iOS, a ferramenta permite que os usuários se conectem com seus contatos da rede social para troca de mensagens, compartilhamento de arquivos, chamadas de áudio e vídeo, além de conversas em grupo.
O lançamento ocorre após um período de testes fechados com um pequeno grupo de usuários beta no início deste ano. O XChat é visto como uma peça fundamental na nova visão estratégica da companhia, que utiliza a rede social como ponto de partida para outros serviços, como mensageria e pagamentos — este último também em fase de testes como um aplicativo próprio.
A decisão de separar as funcionalidades em aplicativos distintos representa uma mudança notável no plano original de Elon Musk. Até então, o empresário defendia a criação de um “aplicativo de tudo”, onde mensagens, pagamentos, compras e inteligência artificial coexistiriam em um único ecossistema.
Agora, a estratégia da xAI (empresa de inteligência artificial de Musk que controla o X) parece focar em oferecer uma suíte de apps específicos, ampliando os pontos de contato com o consumidor de forma segmentada.
Aplicativos do ecossistema X – Imagem: Reprodução X/@@camolNFT
Privacidade e segurança sob análise
No lançamento, o XChat destaca recursos voltados à privacidade. Segundo a empresa, o app não possui anúncios ou mecanismos de rastreamento. Entre as funcionalidades oferecidas estão:
Edição e exclusão de mensagens para todos os participantes;
Mensagens temporárias;
Bloqueio de capturas de tela.
Embora o X afirme que todas as mensagens possuem criptografia de ponta a ponta e proteção por PIN, o anúncio é recebido com cautela pela comunidade de segurança digital. Especialistas haviam alertado anteriormente que o serviço parecia menos seguro do que concorrentes consolidados, como o Signal. Com a disponibilidade geral do app, analistas devem realizar novos testes para verificar se as melhorias necessárias foram implementadas.
Say hello to Chat – all-new secure messaging on X.
• end-to-end encrypted chats and file sharing • edit, delete, or make messages disappear • block screenshots and get notified of attempts • no ads. no tracking. total privacy. pic.twitter.com/7dmDEDkYvO
Além do chat privado, o XChat passa a ser a nova casa das Comunidades do X. A empresa decidiu encerrar o recurso no aplicativo principal devido ao baixo engajamento e ao alto volume de spam. A migração forçada para o novo app pode impulsionar o número de instalações iniciais, à medida que os membros desses grupos buscam manter suas interações.
Segundo o designer-chefe do X, Benji Taylor, o lançamento é apenas o começo de uma série de atualizações planejadas para transformar a experiência de comunicação na plataforma.
A indústria de Hollywood vive hoje um dilema: o medo da substituição de profissionais por inteligência artificial confronta-se com a pressão extrema por cortes de custos. Nesse cenário, surge a Innovative Dreams, uma startup de serviços de produção que utiliza um modelo híbrido para transformar a forma como filmes e séries são realizados.
Apoiada pela Amazon Web Services (AWS) e pela startup de IA generativa Luma, a empresa utiliza uma combinação de câmeras físicas, paredes de LED gigantes e ferramentas avançadas de IA para acelerar todas as etapas, da pré-produção à pós-produção.
Otimização sem excluir o fator humano
Diferente de modelos que buscam substituir atores por prompts, a Innovative Dreams foca na “captura de performance”. Segundo o CEO Jon Erwin, em entrevista à CNBC, a tecnologia permite fundir a atuação real com ativos digitais, como figurinos e cenários complexos, sem perder a escolha das lentes ou a essência do trabalho do diretor e do ator.
O fluxo de trabalho utiliza uma gama variada de ferramentas, incluindo:
Luma: para geração e integração de ativos digitais.
Nano Banana (Google): auxílio na composição visual.
SeeDream (ByteDance): ferramentas de suporte à imagem.
AWS: infraestrutura de nuvem necessária para processar o enorme volume de dados da IA em tempo real.
Resultados práticos: de meses para semanas
A eficácia do método foi testada na série “The Old Stories: Moses”, estrelada por Ben Kingsley. Utilizando o palco virtual da startup, a produção conseguiu filmar em 40 locais diferentes em apenas uma semana. Em um modelo tradicional, esse processo levaria entre cinco e seis semanas e exigiria um orçamento massivo para deslocamentos globais.
Essa agilidade é o que atraiu a Amazon. Samira Bakhtiar, diretora geral da AWS, afirmou à CNBC que a colaboração visa permitir que cineastas trabalhem de formas antes impossíveis, acelerando ciclos de produção em escala com custos reduzidos.
A ascensão dessas ferramentas ocorre em um momento de fragilidade para o setor. Desde 2022, o condado de Los Angeles perdeu mais de 40 mil empregos na área de entretenimento, e a atividade de produção atingiu os níveis mais baixos desde 1995.
Embora advogados do setor e sindicatos expressem preocupação com a extinção de funções de entrada e cargos técnicos (como figurinistas e designers de set), Jon Erwin defende que a tecnologia é a única saída para manter as produções em solo americano. Para o executivo, a IA é um método para corrigir um sistema que se tornou insustentável financeiramente, permitindo que novos projetos sejam executados e tragam empregos de volta para a Califórnia.
A Gamescom não é o palco apenas para lançamentos das grandes publicadoras. Isso porque os jogos independentes, vulgo indie, também têm o seu espaço. O que acontece com o BIG Festival é que ele traz um espaço especial dedicado exclusivamente aos jogos independentes.
BIG Festival: o que é
Criado em 2012, o BIG Festival (Best International Games Festival) é o maior festival de jogos independentes da América Latina. Nele, os 81 melhores e mais inovadores jogos independentes foram escolhidos para serem disponibilizados, gratuitamente, para o público conhecer e, mais importante, jogar.
Ainda, esses jogos vão concorrer em 16 categorias de premiação diferentes no BIG Festival 2026, sendo elas:
Melhor Jogo
Melhor Jogo: Brasil
Melhor Jogo: América Latina
Melhor Jogo Inédito
Melhor Narrativa
Melhor Jogo Mobile
Melhor XR/VR
Melhor Gameplay
Melhor Multiplayer
Melhor Som
Melhor Jogo Estudante
Melhor Jogo Infantil
Inovação
Melhor Arte
Melhor Jogo: Voto Popular
Prêmio Wings
São 10 jogos por categoria, jogados e selecionados pelo Comitê de Seleção do BIG Festival anteriormente. Quanto aos vencedores, eles são escolhidos por um júri internacional, contando com grandes nomes da indústria de games.
Programação do BIG Festival 2026
Assim como o BIG Festival 2025 e 2024, a premiação vai acontecer na Gamescom Latam 2026, de 29 de abril a 3 de maio. No primeiro dia vai acontecer a primeira parte da Cerimônia de Premiação do BIG Awards, enquanto a segunda parte vai ocorrer no último dia da Gamescom, 3 de maio.
Não apenas isso, mas os finalistas vão ter um espaço para expor seus jogos na área B2C da Gamescom, permitindo ao público testar seus jogos, inclusive. Ainda, será possível ver muitos desses desenvolvedores nos palcos da Gamescom e em entrevistas exclusivas com parceiros de mídia do evento.
Programa BIG Starter
O cenário indie brasileiro ganha fôlego extra no BIG Festival com o BIG Starter. A iniciativa selecionou 12 jogos que, embora não disputem a final, garantiram seu espaço no evento:
[AFANTASIA] (noidnoidnoid)
Adventure of Samsara (Ilex Games)
ARTIUS: Pure Imagination (IndieArk)
Climb Out of Hell (Uendy Studios)
Dreamcards (Nuntius Games)
Fourleaf Fields (HypeTrain Digital)
Lia Hacking Destiny (Gogo Games)
Lyara (Bolha Game Studio)
Magical Blush (DANGEN Entertainment)
Quacolé Tennis (Nuntius Games)
Save the Bloogs (Webcore Games)
Shadow Sacrament: The Roots of Evil (DANGEN Entertainment)
Esses jogos terão a oportunidade de serem expostos na área indie da Gamescom Latam, permitindo que tanto jogadores quanto empresas conheçam essas obras. Além disso, vai ser possível testar esses jogos, podendo conferir pessoalmente o motivo de cada um deles estar disponível no evento.
BIG Highlight
Mesmo quem não vai à Gamescom ainda pode conferir alguns dos melhores jogos indies online, através de plataformas online como a Steam. Isso porque o BIG Highlight escolheu 14 jogos no total que, mesmo não sendo selecionados como finalistas, ainda merecem reconhecimento e destaque. Os jogos escolhidos para o BIG Highlight são:
Dimraeth (Mudtek) – Porto Rico
Diplomacy is Not an Option (Door 407) – Armênia
Echo Weaver (Moonlight Kids) – EUA
Glasshouse (FLAT28) – Itália
GNAW (Redstart Interactive) – Estados Unidos
Guàishòu 怪兽 (Apophenia 23) – Bélgica
MiSide (AIHASTO) – Rússia
Montabi (Mankibo) – Indonésia
Mutter (DeadlyCrow Games) – Chile
Neon Inferno (Zenovia Interactive) – EUA
Super Hack Attack! (Ectoplasma Game Studio) – México
Todos esses jogos vão estar disponíveis para serem jogados durante os dias da Gamescom. Mais do que isso, é uma vitrine online para eles e seus desenvolvedores, reforçando a conexão da Gamescom Latam com a comunidade indie.
Principais finalistas do BIG Festival de 2026
Dentre os 81 jogos que concorrem ao BIG Festival desse ano, podemos destacar alguns deles. Isso porque são jogos que, além de bem premiados mundo afora, se destacam principalmente pelo que trazem aos jogadores. Mecânicas únicas, bem inusitadas, narrativas envolventes e até mesmo uma beleza ímpar, surpreende, como você vai ver agora.
Dispatch
Imagem: Divulgação / AdHoc Studio
Um jogo narrativo, em que você gerencia uma equipe de heróis com uma jogabilidade bem simples, focada em escolhas e puzzles bem simples. Entretanto, o jogo brilha na sua narrativa, bem profunda e interessante, com um ar cômico, em que você precisa resolver conflitos entre os personagens a partir das suas escolhas.
MIO: Memories in Orbit
Imagem: Divulgação / Douze Dixièmes
MIO é um metroidvania encantador, se destacando pela sua beleza, apresentando um mundo majestoso, encantador e colorido, ressaltado por tons de aquarela. Um verdadeiro show visual, contando com uma jogabilidade bem punitiva, mas que ainda consegue ser bem empolgante, enquanto sua exploração é bem interessante.
Clair Obscur: Expedition 33
Imagem: Divulgação / Sandfall Interactive
Vencedor do GOTY em várias indicações, esse jogo de RPG por turnos, mas com mecânicas em tempo real que tornam suas batalhas ainda mais envolventes. Isso em um mundo rico, com paisagens de encher os olhos inspirado na Belle Époque francesa, contando com uma história extremamente envolvente e cativante.
Goodnight Universe
Divulgação / Nice Dream
Nesse jogo narrativo em primeira pessoa, você controla um bebê de seis meses com poderes psíquicos. Um jogo bem melancólico, dividido entre a busca por amor de seus familiares e as intenções crueis de uma corporação que persegue o personagem principal. No fim, Goodnight Universe busca trazer uma jornada reflexiva e intensa, com uma forte narrativa.
Keep Driving
keep_driving – Divulgação / YCJY Games
Keep Driving é um jogo com uma proposta bem inusitada, praticamente única. Nela, você joga em um RPG por turnos, mas sendo um motorista atravessando o país, enfrentando problemas como veículos lentos e animais na estrada. Apesar disso, é um jogo bem dinâmico, enquanto o encontro e conversas com personagens ao longo da estrada trazem uma experiência muito mais profunda e interessante.
Jogos brasileiros concorrendo no BIG Festival 2026
Dentre os jogos que concorrem no BIG Festival 2026, há 16 títulos brasileiros. Todos, obviamente, são ótimos jogos. Entretanto, há alguns jogos que se destacam, trazendo algo a mais aos jogadores. Por isso, não podemos deixar de falar de alguns deles aqui, mostrando o que eles têm a te oferecer.
Mark of the Deep
Imagem: Divulgação / Mad Mimic
Um jogo de ação isométrico, com toques de metroidvania e trazendo uma temática de piratas e monstros. Tudo isso com uma jogabilidade bem simples e direta ao ponto, enquanto a exploração é bem variada, contendo caminhos bifurcados, missões adicionais e diversos tesouros.
Islets Defense
Imagem: Divulgação / MiniGoof Games
Islet Defense é um jogo de tower defense por turnos, com elementos de estratégia, exploração e gerenciamento de recursos. Seus gráficos são bem simples, mas trazem muita simpatia, enquanto sua jogabilidade é bastante divertida e desafiadora na medida certa.
Master Lemon: The Quest for Iceland
Imagem: Divulgação / Pepita Digital
Uma grande aventura que traz muita emoção, principalmente pelas reflexões que o jogo traz referente ao significado da morte e as diferentes maneiras de honrar uma memória. Tudo isso com uma jogabilidade bem simples, mas muito divertida e com muito a se explorar por diferentes mundos, com diferentes povos e seres.
Isso tudo é apenas uma pequena amostra do que você pode encontrar não só no BIG Festival, mas também na Gamescom Latam deste ano. Ainda, saiba que há muito mais do que jogos indie na Gamescom, incluindo grandes nomes da indústria dos jogos, trazendo muitas novidades do mundo dos videogames.
A Anthropic surpreendeu o mercado de inteligência artificial com uma estratégia inusitada para o lançamento do Claude Opus 4.7. Embora o preço nominal por milhão de tokens tenha permanecido inalterado, a empresa introduziu o conceito de inflação de tokens em sua arquitetura. Na prática, o modelo agora consome mais recursos para processar o mesmo volume de texto, elevando os custos operacionais de forma silenciosa para desenvolvedores e empresas.
Como funciona a inflação de tokens na Anthropic?
De acordo com um anúncio oficial publicado no blog da Anthropic, a nova versão do modelo Claude Opus utiliza uma técnica de processamento mais densa. Isso significa que a granularidade da fragmentação das palavras foi alterada, resultando em uma contagem de tokens até 46% maior para entradas de texto idênticas às versões anteriores da ferramenta.
Essa mudança técnica permite que a IA tenha uma compreensão contextual muito mais refinada e profunda. No entanto, o efeito colateral direto para o usuário final é o esgotamento acelerado dos créditos contratados, uma vez que o sistema registra um consumo superior de unidades básicas de processamento para realizar as mesmas tarefas de escrita ou análise que executava antes.
🚀 Lançamento do Opus 4.7: Apresentação da nova arquitetura de processamento linguístico.
📈 Ajuste na Tokenização: Implementação da contagem expandida de tokens por caractere.
💰 Impacto Financeiro: Usuários percebem aumento de até 46% nos custos reais de uso.
Quais são os impactos reais no custo do Claude?
Para empresas que utilizam a API em larga escala, a percepção de custo mudou drasticamente após a atualização. Embora o preço de vitrine continue o mesmo, a métrica de custo-benefício precisa ser recalculada, já que o “poder de compra” de cada token diminuiu consideravelmente diante da nova lógica de processamento da Anthropic.
O impacto é sentido principalmente em fluxos de trabalho que envolvem longos contextos, como análise de documentos jurídicos ou codificação de software. Nesses cenários, o volume de tokens gerados cresce exponencialmente, forçando os usuários a monitorarem de perto seus orçamentos para evitar surpresas no fechamento da fatura mensal.
Redução do valor real de cada crédito investido na plataforma.
Necessidade de revisão de prompts para reduzir a saída de texto.
Aumento da precisão nas respostas em troca de maior consumo.
Dificuldade de previsão orçamentária para projetos de longo prazo.
O modelo Claude Opus 4.7 consome mais tokens para processar o mesmo texto – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)
Por que a contagem de tokens mudou no novo modelo?
Especialistas indicam que a mudança visa sustentar a viabilidade econômica do modelo Opus, que exige um poder computacional imenso para operar. Ao aumentar a densidade de tokens, a Anthropic consegue cobrir os custos de infraestrutura sem precisar anunciar um aumento direto na tabela de preços oficial do serviço.
A arquitetura Emerald, como vem sendo chamada internamente, foca em capturar nuances que modelos mais leves ignoram. Essa profundidade cognitiva exige que a IA “pense” em unidades menores e mais frequentes, o que inevitavelmente infla o contador de tokens final enviado para o sistema de faturamento da empresa.
Métrica de Comparação
Claude 3.5 Sonnet
Claude 4.7 Opus
Eficiência de Tokenização
Alta (Padrão)
Baixa (Inflacionada)
Custo por 1k palavras
Estável
~46% Superior
Como otimizar o uso da inflação de tokens no dia a dia?
Para mitigar os efeitos desse aumento indireto, é fundamental que os usuários adotem técnicas de “Prompt Engineering” mais enxutas. Evitar instruções redundantes e solicitar respostas diretas e concisas pode ajudar a equilibrar o consumo, mantendo o custo operacional dentro de limites aceitáveis para a maioria das aplicações.
Outra estratégia eficiente é o uso de modelos híbridos, reservando o Opus 4.7 apenas para tarefas que exigem extrema complexidade. Para interações simples, modelos como o Haiku continuam oferecendo uma eficiência de tokens superior, protegendo o saldo do usuário contra a inflação observada nos modelos de topo de linha.
O que esperar das próximas atualizações da Anthropic?
O mercado aguarda para ver se essa tendência de precificação indireta será seguida por outras gigantes do setor, como OpenAI e Google. A transparência na forma como os tokens são contabilizados tornará-se um diferencial competitivo importante, à medida que os custos de IA começam a pesar significativamente no balanço das empresas.
A Anthropic deve continuar refinando suas redes neurais para buscar um equilíbrio entre precisão e economia. Por enquanto, os usuários devem se preparar para um cenário onde a qualidade superior da inteligência artificial exige um investimento proporcionalmente maior, mesmo que as tabelas de preços pareçam congeladas no tempo.
James Gunn deu o pontapé inicial nas gravações de “Superman: O Homem do Amanhã”, trazendo uma trama que promete balançar as estruturas do novo DCU. O longa coloca o herói em uma situação desesperadora, forçando uma aliança improvável para salvar o planeta. Descubra como essa sequência elevará o nível das adaptações de super-heróis em 2026.
Como começaram as filmagens de Superman: O Homem do Amanhã?
Segundo a notícia exclusiva da Variety, a produção já está em pleno vapor sob o comando de James Gunn, que retornou ao set com uma visão renovada para o herói. As primeiras cenas foram rodadas em locações externas, sugerindo que a escala do filme será significativamente maior do que o capítulo anterior.
A sequência foca na maturidade de Clark Kent como o protetor da Terra, enfrentando desafios que vão além da força física e exploram sua moralidade. O clima nos bastidores é de otimismo, com a equipe técnica focada em entregar efeitos práticos e visuais de ponta para a estreia mundial.
🎬 Início do Set: As câmeras começaram a rodar com James Gunn na direção oficial da sequência.
🧠 Brainiac Chega: O vilão intergaláctico foi confirmado como a ameaça principal que busca colecionar cidades.
🤝 Aliança Improvável: Superman e Lex Luthor formam um time inesperado para conter o avanço tecnológico inimigo.
Qual é a ameaça de Brainiac na sequência?
Brainiac surge como o grande antagonista, utilizando seu intelecto de nível doze para ameaçar a existência de toda a humanidade por meio de tecnologia alienígena superior. Diferente de outros vilões, ele não busca apenas destruição, mas a preservação obsessiva de conhecimento através da redução e sequestro de cidades inteiras.
A presença deste vilão icônico justifica a escala épica que James Gunn pretende imprimir nesta nova fase do universo cinematográfico da DC. Sua chegada obriga o Superman a buscar auxílio em lugares sombrios, uma vez que o poder bruto do kryptoniano parece insuficiente contra a inteligência artificial alienígena.
Invasão de sistemas de defesa globais.
Uso de drones orgânicos de alta tecnologia.
Drenagem de recursos energéticos do planeta.
Manipulação psicológica através de dados históricos.
Por que o herói precisa se aliar a Lex Luthor em Superman: O Homem do Amanhã?
A aliança com Luthor é o ponto central de Superman: O Homem do Amanhã, mostrando que até o Homem de Aço tem seus limites práticos e intelectuais. Lex, motivado por seu próprio ego e o desejo de não ver “seu” planeta dominado por outro alienígena, decide colocar suas armas à disposição.
Lex, interpretado magistralmente nesta versão, oferece os recursos tecnológicos necessários para decifrar a avançada biotecnologia de Brainiac que o herói desconhece. Essa dinâmica de “inimigo do meu inimigo” cria uma tensão constante durante a narrativa, elevando o drama político e estratégico da obra.
Aspecto
Detalhes da Produção
Direção e Roteiro
James Gunn
Ameaça Principal
Brainiac (Inteligência Superior)
Foco do Enredo
Aliança Tática entre Superman e Luthor
Quais são as expectativas para o elenco de James Gunn?
O retorno dos protagonistas garante a continuidade emocional da jornada iniciada no filme anterior, reforçando o laço entre Clark Kent e o público fiel. A química entre os atores tem sido elogiada em exibições de teste iniciais, especialmente nas cenas de conflito ideológico entre os personagens centrais.
Novos personagens coadjuvantes devem ser introduzidos para expandir o núcleo galáctico da DC, preparando terreno para futuros crossovers massivos que James Gunn já sinalizou. O elenco de apoio terá papel fundamental em mostrar como o mundo reage à presença de ameaças de nível cósmico.
Quando será o lançamento oficial nos cinemas mundiais?
Embora as filmagens tenham acabado de começar, a previsão é que o longa chegue às telonas em meados do próximo ano, seguindo o cronograma rigoroso do estúdio. A pós-produção será intensa devido à complexidade visual de Brainiac e sua tecnologia de miniaturização de cidades.
Os fãs aguardam ansiosamente por teasers que mostrem a interação dinâmica entre os dois maiores rivais da história dos quadrinhos trabalhando juntos. Fique atento às próximas atualizações oficiais para não perder nenhum detalhe deste marco do cinema de super-heróis.
A missão Artemis 2 está levando quatro astronautas ao rdorda Lua e marca um momento histórico: é o primeiro voo tripulado ao espaço profundo em mais de 50 anos. Mais do que um feito simbólico, a missão representa um passo estratégico rumo a um objetivo maior — transformar a Lua em uma base permanente para exploração espacial e inovação tecnológica.
No centro dessa ambição está um recurso pouco conhecido do público, mas extremamente promissor: o hélio-3.
A missão Artemis 1 alcançou o lado oculto da Lua no sexto dia, em 2022 – Imagem: NASA
Um elemento raro com potencial revolucionário
Diferentemente da Terra, a Lua acumulou ao longo de bilhões de anos grandes quantidades de hélio-3 em seu solo. Isso ocorre porque, sem atmosfera, sua superfície é diretamente bombardeada pelo vento solar — um fluxo de partículas emitidas pelo Sol que contém esse isótopo raro.
Embora escasso no nosso planeta, o hélio-3 pode ser a chave para uma nova geração de energia. Cientistas apontam que ele pode ser utilizado em reatores de fusão nuclear mais seguros e eficientes do que os atuais modelos experimentais. Ao contrário das reações tradicionais, a fusão com hélio-3 produz menos resíduos radioativos, tornando-se uma alternativa limpa e altamente desejável.
Artemis 2: o início de uma cadeia de inovação
A Artemis 2 não pousa na Lua, mas testa os sistemas que permitirão missões futuras — incluindo a construção de bases permanentes, especialmente no Polo Sul lunar.
Essa região é estratégica não apenas por conter gelo de água — essencial para produzir oxigênio e combustível —, mas também por ser uma potencial área de mineração de hélio-3.
A visão da NASA vai além da exploração: trata-se de estabelecer uma infraestrutura sustentável fora da Terra. Robôs e sistemas autônomos podem extrair recursos, enquanto energia solar alimenta processos como a eletrólise da água e, futuramente, a coleta de hélio-3.
[ Representação artística de uma base lunar – Créditos: ESA / P. Carril ]
Energia, computação e o futuro da Terra
O impacto do hélio-3 não se limita à geração de energia. Pesquisadores também destacam seu potencial na computação quântica, um campo que promete revolucionar áreas como inteligência artificial, criptografia e simulações científicas.
O próprio administrador da NASA, Jared Isaacman, destacou essa importancia em uma coletiva antes do lançamento. “Existe hélio-3 na Lua — não muito, mas certamente mais do que aqui na Terra. E prevê-se que seja uma fonte de energia de fusão mais eficiente”, disse.
Além disso, a possibilidade de transferir atividades industriais pesadas para a Lua — incluindo centros de dados e produção energética — pode aliviar significativamente a pressão ambiental sobre a Terra.
Essa visão redefine o papel da Lua: de um destino de exploração para um polo industrial e científico.
A Lua como ponte para Marte
Outro aspecto crucial do programa Artemis é seu papel como preparação para missões tripuladas a Marte. Bases lunares podem funcionar como pontos de reabastecimento, centros de testes de tecnologias de suporte à vida e plataformas logísticas para o espaço profundo.
Nesse cenário, o hélio-3 se torna ainda mais valioso — não apenas como recurso energético, mas como peça-chave de uma economia espacial emergente.
Apesar de todo o planejamento, cientistas reconhecem que o maior potencial da presença humana contínua na Lua está nas descobertas ainda imprevisíveis.
A Artemis 2, portanto, não é apenas uma missão de teste. É o início de uma nova fase da exploração espacial — em que recursos como o hélio-3 podem redefinir não só a forma como exploramos o cosmos, mas também como vivemos na Terra. Nesta terça-feira (7), os astronautas começaram seu caminho de volta pra casa.
Ter um cachorro no Brasil envolve mais do que amor e cuidados; também requer planejamento financeiro. O custo mensal varia conforme a raça, tamanho e idade do animal, impactando despesas com alimentação, saúde e bem-estar. Portanto, entender esses gastos ajuda a garantir que seu pet tenha qualidade de vida e você mantenha o orçamento equilibrado.
Além disso, cada raça tem necessidades específicas que podem influenciar diretamente no valor mensal. Cães de grande porte costumam demandar mais ração e cuidados, enquanto raças pequenas podem ter custos médios menores, mas exigem atenção especial em saúde e higiene.
Quais despesas mensais considerar para um cachorro?
Segundo dados publicados pela Nature, os custos mensais podem variar significativamente conforme raça e idade do pet.
Entre as principais despesas estão ração, pet shop, vacinas, medicamentos preventivos, passeios e brinquedos. Além disso, consultas veterinárias periódicas garantem que o cachorro se mantenha saudável e prevenido contra doenças comuns.
🐾 Alimentação – Ração de qualidade, snacks e suplementos necessários para cada porte e idade.
💉 Veterinário – Vacinas, consultas e prevenção de parasitas que garantem a saúde do pet.
🛁 Pet shop – Banhos, tosas, higienização e cuidados estéticos de acordo com a raça.
Quanto custa por raça cuidar de um cachorro?
O valor mensal muda bastante conforme a raça. Raças pequenas, como Chihuahua ou Poodle Toy, tendem a consumir menos ração, porém podem necessitar de cuidados frequentes em saúde bucal e pelagem. Já raças grandes, como Golden Retriever ou Pastor Alemão, exigem mais ração e visitas veterinárias regulares.
Portanto, calcular o custo médio por raça ajuda a planejar melhor o orçamento e evitar surpresas financeiras. Além disso, a expectativa de vida também influencia nas despesas anuais, especialmente em raças que vivem mais tempo.
Gastos mensais variam entre rações e cuidados veterinários conforme o porte do animal – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)
Como reduzir custos sem comprometer o bem-estar?
Uma forma de economizar é escolher rações de boa qualidade, mas com custo-benefício adequado. Além disso, vacinas e prevenções periódicas ajudam a evitar gastos com tratamentos de doenças mais graves, mantendo o cachorro saudável e prevenindo emergências.
Portanto, investir em cuidados preventivos é mais eficiente do que lidar com despesas inesperadas. Outra dica é pesquisar pet shops e clínicas veterinárias para aproveitar promoções e pacotes mensais.
Categoria
Como Economizar
Benefício
Ração
Escolher marcas de boa qualidade com custo-benefício adequado
Reduz gastos mensais sem comprometer a saúde do pet
Vacinas e Prevenções
Manter calendário de vacinas e antiparasitários em dia
Evita doenças graves e emergências caras
Pet Shop
Pesquisar promoções e pacotes mensais em clínicas e pet shops
Economia em serviços de higiene e estética
Quais são os custos médios estimados por mês?
Raças pequenas podem ter um custo mensal médio de R$ 500 a R$ 800, incluindo alimentação, higiene e veterinário. Raças médias variam entre R$ 700 e R$ 1.200, enquanto raças grandes podem ultrapassar R$ 1.500 por mês.
Portanto, planejar financeiramente antes de adotar um cachorro é essencial. Esses valores permitem que o tutor ofereça alimentação adequada, cuidados preventivos e momentos de lazer, garantindo qualidade de vida ao pet.
Uma chamada inédita entre a tripulação da Artemis 2 e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, marcou a noite de segunda-feira (6). Após terem estabelecido um novo recorde de distância para uma missão tripulada, os quatro astronautas a bordo da cápsula Orion tiveram uma ligação telefônica de cerca de 12 minutos com o republicano.
Na conversa, Trump alternou elogios à missão com comentários sobre sua própria atuação junto à NASA. O diálogo teve momentos de silêncio por parte da tripulação, que pareceu ficar sem saber o que responder.
Um dos pontos que chamou atenção foi quando o presidente afirmou que teria salvo a agência espacial do fechamento em seu primeiro mandato. “Sabe, eu tinha uma decisão a tomar no meu primeiro mandato, e a decisão é: ‘O que vamos fazer na NASA? Vamos reabri-la ou vamos fechá-la?’ E eu não hesitei muito”. Em seguida, completou: “Gastamos o que tínhamos que gastar”.
Apesar de o governo Trump ter investido em programas de voos tripulados – especialmente o Artemis -, a gestão também propôs cortes significativos no orçamento geral da agência. Em 2025, já no início do segundo mandato do republicano, a Casa Branca sugeriu uma redução de 24% nos recursos da NASA, o que levou a críticas de especialistas e à reação do Congresso. Parlamentares de ambos os partidos acabaram aprovando um orçamento mais robusto, de US$ 24,4 bilhões.
Mesmo assim, ele segue com novas propostas de redução. Três dias depois do lançamento da Artemis 2, Trump enviou ao Congresso um plano orçamentário para 2027 que prevê cortes de 23% na NASA.
Durante a chamada, o presidente também destacou o papel dos Estados Unidos na exploração espacial e elogiou a missão. Segundo ele, os astronautas realizaram uma “incrível jornada rumo às estrelas” e “inspiraram o mundo inteiro”. Trump ainda afirmou que o país continuará liderando a corrida espacial: “Os Estados Unidos não ficarão atrás de ninguém no espaço e em tudo o mais que fazemos”.
Astronautas da Artemis 2 se tornaram os humanos a chegar mais longe do planeta Terra – NASA
Cooperação internacional na Artemis 2
Segundo o The Guardian, a conversa incluiu ainda uma troca com o astronauta canadense Jeremy Hansen, que destacou a cooperação internacional no programa. Hansen respondeu que a participação de outros países reflete uma “decisão intencional” dos Estados Unidos de liderar projetos colaborativos no espaço.
Trump também aproveitou para se gabar e contou mais de uma vez sobre sua amizade com o jogador de hóquei no gelo aposentado Wayne Gretzky.
Em outro momento, a comunicação foi interrompida por um longo silêncio, encerrado com uma checagem técnica conduzida por Jared Isaacman, chefe da NASA e aliado do presidente. O comandante da missão, Reid Wiseman, retomou o contato ao confirmar: “Sim, senhor presidente, nós ouvimos isso”.
Ao final, Trump convidou os astronautas para uma recepção na Casa Branca após o retorno à Terra e afirmou que gostaria de receber autógrafos da equipe. “Vou pedir ao Jared para te trazer aqui, e vou pedir seu autógrafo, porque eu não costumo pedir autógrafos, mas você merece”, declarou.
A resposta da tripulação veio por meio do piloto Victor Glover, que agradeceu o contato e destacou o caráter coletivo da missão. “Foi uma emoção e uma honra indescritíveis ter participado desta jornada. Hoje foi incrível, mas esta jornada de três anos tem sido incrível, e só foi possível graças ao povo americano e ao povo canadense”, declarou.
Após anos de espera por parte dos usuários, o Google anunciou nesta terça-feira (7) que disponibilizou a exibição de abas na vertical no Chrome. Com a atualização, as guias do navegador podem ser organizadas na lateral, em vez de na parte superior da tela.
O objetivo é facilitar a leitura e a gestão de grupos de abas. A novidade já está disponível para todos os usuários do Chrome.
Para ativá-la, basta clicar com o botão direito do mouse na janela do Chrome e selecionar a opção “Mostrar Guias Verticalmente”. Uma vez ativadas, as guias verticais se mantêm como configuração padrão toda vez que o usuário sair e entrar novamente no navegador. É possível reverter a configuração.
Veja como fica:
Aba vertical no Google Chrome tem que ser ativada manualmente – Imagem: Google
O mercado de navegadores tem se tornado cada vez mais competitivo, incentivando o Chrome a adotar funcionalidades diferenciadas que já existem em navegadores rivais. Com o suporte às guias verticais, os usuários têm agora uma flexibilidade maior para organizar suas abas e itens favoritos.
Não há limite para quantas abas podem ser abertas na configuração vertical.
Tem mais novidades no Google Chrome
O lançamento das guias verticais não vem isolado. O Google também está atualizando o Modo de Leitura, proporcionando uma experiência mais limpa e focada apenas no texto.
As mudanças ilustram como a concorrência crescente no mercado de navegadores está impulsionando o desenvolvimento do Chrome, que agora oferece funcionalidades antecipadas por usuários.
Vale lembrar que não é a primeira vez que o Google experimenta as guias verticais. A ideia já foi testada antes, mas não chegou a sair da versão beta.
A Intel anunciou, nesta terça-feira (7), que participará do projeto Terafab, complexo de fabricação de chips de inteligência artificial (IA) idealizado por Elon Musk em parceria com a SpaceX e a Tesla. A iniciativa tem como objetivo desenvolver processadores capazes de sustentar as ambições do bilionário em áreas, como robótica e infraestrutura de data centers.
Após o anúncio, as ações da Intel subiram mais de 2%, segundo a Reuters. A empresa também divulgou uma imagem em que seu CEO, Lip-Bu Tan, aparece apertando as mãos de Musk, informando que recebeu o empresário em seu campus no último fim de semana.
A entrada da Intel no projeto ocorre meses depois de Musk apresentar planos para que a Tesla construa uma gigantesca fábrica de chips de IA, voltada a acelerar o desenvolvimento de tecnologias autônomas. Na ocasião, ele já havia sugerido a possibilidade de colaboração com a fabricante de semicondutores.
Segundo a Intel, suas capacidades industriais devem acelerar o objetivo do Terafab de produzir um terawatt por ano em capacidade computacional, com foco em avanços futuros em IA e robótica.
Em publicação no X, Lip-Bu Tan afirmou: “Elon tem um histórico comprovado de reinventar indústrias inteiras. Isso é exatamente o que é necessário na fabricação de semicondutores hoje. O Terafab representa uma mudança significativa na forma como lógica de silício, memória e empacotamento serão construídos no futuro.”
Elon has a proven track record of reimagining entire industries. This is exactly what is needed in semiconductor manufacturing today. Terafab represents a step change in how silicon logic, memory and packaging will get built in the future. Intel is proud to be a partner and work… https://t.co/PmzsTLNmad
No mês passado, Musk afirmou que sua empresa de foguetes, a SpaceX — que recentemente se fundiu com a empresa de redes sociais e inteligência artificial xAI —, junto com a Tesla, pretende construir duas fábricas avançadas de chips em um grande complexo em Austin, Texas (EUA).
Uma dessas unidades será voltada para veículos e robôs humanoides, enquanto a outra será projetada para data centers de IA no espaço.
Paralelamente, a SpaceX entrou com pedido confidencial para realizar uma oferta pública inicial (IPO) nos Estados Unidos, o que pode resultar em uma das maiores aberturas de capital da história. A expectativa é de que o lançamento no mercado ocorra ainda este ano.
Para a Intel, que vinha ficando atrás de concorrentes na corrida pela IA, a parceria tende a reforçar a confiança dos investidores à medida que seus esforços de reestruturação avançam;
A empresa vem registrando melhora financeira, impulsionada pelo aumento da demanda por seus processadores;
“A Intel precisa mostrar que pode atender os maiores clientes em seus projetos mais importantes, e isso parece ser o caso com a parceria com a Tesla”, afirmou o analista Gil Luria, da D.A. Davidson, à Reuters, classificando o movimento como um “passo importante” na reestruturação da companhia;
Sob a liderança de Lip-Bu Tan há mais de um ano, a Intel vem adotando medidas agressivas para recuperar sua saúde financeira, incluindo cortes de empregos e venda de ativos;
A empresa também recebeu bilhões de dólares em investimentos da Nvidia e do governo dos Estados Unidos, que atualmente é seu maior acionista.
Um dos pilares da estratégia de recuperação é o negócio de fabricação de chips sob contrato, conhecido como Intel Foundry, que ainda registra prejuízos significativos. Em 2025, a divisão teve um prejuízo operacional de US$ 10,3 bilhões (R$ 53,3 bilhões), enquanto sua receita cresceu apenas 3%.
Apesar disso, a Intel tem apostado na tecnologia de fabricação 18A. No mês passado, a companhia indicou que essa tecnologia poderá ser oferecida a clientes externos, após ter sido utilizada majoritariamente para fins internos no ano anterior.
Após momentos emocionantes, que ficarão para sempre na memória dos quatro astronautas da missão Artemis 2, é hora de pegar o rumo de casa. A cápsula Orion, levando a bordo Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen, deixou a zona de influência lunar nesta terça-feira (7).
De acordo com a NASA, isso ocorreu às 14h23 (horário de Brasília), momento em que a nave deixou de ser puxada principalmente pela gravidade da Lua, começando oficialmente o trajeto de volta à Terra, que passou a exercer a maior influência sobre sua trajetória.
We anticipate that the Orion spacecraft has now departed the lunar sphere of influence — this is when the gravitational pull of the Moon is stronger than the gravitational pull of Earth.
The Artemis II crew are headed home. Splashdown will take place on Friday, April 10. pic.twitter.com/uZC3YZf45N
Após uma chamada direta com a tripulação da Estação Espacial Internacional (ISS), os astronautas da Artemis 2 passaram cerca de meia hora conversando com Kelsey Young, líder científica da missão em solo, para compartilhar suas impressões sobre o sobrevoo lunar.
A conversa abordou tanto o que eles viram da Lua quanto detalhes do processo científico, como o reflexo da luz da Terra nas janelas e no interior da Orion e o brilho da fita laranja usada na espaçonave para proteger e organizar equipamentos eletrônicos, que influenciaram a coleta de dados durante a missão.
Depois da reunião, os tripulantes iniciaram períodos de folga escalonados para descansar e recuperar energia, preparando-se para realizar as tarefas finais antes da tão aguardada reentrada na atmosfera da Terra.
Se tudo sair conforme o planejado pela NASA, às 22h03, os propulsores da Orion serão acionados para a primeira de três manobras de correção de rota da nave de volta à Terra. Durante essa operação, Koch e Hansen acompanharão os sistemas da espaçonave e verificarão cada etapa do procedimento, garantindo que a cápsula siga corretamente o trajeto rumo ao planeta.
Astronautas da missão Artemis 2 a bordo da cápsula Orion – Imagem: NASA
Dia do sobrevoo histórico na Lua foi marcado por emoção
Na segunda-feira (6), sexto dia da missão Artemsi 2, a nave Orion realizou um sobrevoo histórico, passando pelo lado oculto da Lua. A tripulação a bordo teve visões inéditas do satélite, observando regiões que nenhum ser humano jamais havia contemplado de perto.
Mesmo antes desse feito inesquecível, o dia já foi de fortes emoções, com a tripulação sendo despertada por uma mensagem gravada do veterano da NASA Jim Lovell, falecido em 2025. Participante das icônicas missões Apollo 8, que contornou a Lua pela primeira vez, e Apollo 13, que até então havia alcançado a maior distância da Terra já percorrida por humanos, ele deixou palavras especiais para a tripulação da Artemis 2. Confira a mensagem aqui.
E isso foi apenas o começo. Pouco antes das 15h, mais precisamente às 14h56. a missão superou o recorde de cerca de 400 mil km de distância da Terra atingido em 1970 pela Apollo 13. Em torno de 10 minutos mais tarde, os astronautas iniciaram oficialmente suas observações lunares, o que se estendeu ao longo de aproximadamente sete horas.
“Da cabine da Integrity [nome dado à cápsula Orion pela tripulação], aqui, enquanto ultrapassamos a maior distância já percorrida por humanos a partir do planeta Terra, fazemos isso honrando os esforços e feitos extraordinários de nossos antecessores na exploração espacial humana”, disse Wiseman. “Continuaremos nossa jornada ainda mais longe no espaço antes que a Mãe Terra consiga nos trazer de volta a tudo o que nos é caro, mas, acima de tudo, escolhemos este momento para desafiar esta geração e a próxima a garantir que este recorde não dure muito tempo.”
Uma das primeiras imagens da Terra obtidas durante a missão Artemis 2 – Imagem: NASA
Hansen informou aos controladores da missão que a tripulação da Artemis 2 gostaria de nomear oficialmente duas crateras na Lua. Uma delas deve receber o nome de Integrity, em referência à cápsula Orion da missão, localizada entre a bacia Orientale e a cratera de impacto Ohm. A outra, de Carroll, em homenagem à falecida esposa do comandante Wiseman.
“Existe uma formação em um ponto muito especial da Lua, na fronteira entre o lado visível e o lado oculto. Ela fica exatamente no lado visível, e em certos momentos poderemos avistá-la da Terra”, disse, com a voz embargada. Os astronautas foram vistos enxugando as lágrimas, e, ao final da mensagem, os quatro se abraçaram enquanto o Centro de Controle confirmava por rádio a nomeação das crateras, na presença das filhas e familiares de Wiseman.
Pontos importantes foram atingidos com a Orion “em silêncio”
Quando a Orion passou atrás da Lua, bloqueando temporariamente os sinais de rádio com a Terra, a comunicação foi interrompida por cerca de 40 minutos, como já era previsto pela NASA. Um pouco antes da perda do contato, os astronautas presenciaram o Earthset (o “pôr da Terra”). A imagem desse momento de “despedida” do planeta foi publicada esta manhã pela NASA nas redes sociais, entrando para a galeria de registros mais icônicos da exploração espacial humana.
Ready… set… Earth! 🌎 As Artemis II flew around the far side of the Moon, the crew captured a new view of home. These images show Earthset, when Earth dips below the lunar horizon. Parts of Australia & Oceania are visible, while the dark side of Earth is experiencing nighttime. pic.twitter.com/gVgFwFQPgZ
Durante esse período sem comunicação, a espaçonave chegou à sua maior aproximação da Lua, a cerca de 6.546 km de altitude. Pouco depois, os astronautas atingiram o ponto mais distante da Terra em toda a missão: 406.771 km, a maior distância já percorrida por seres humanos.
Ao concluir a passagem pelo lado oculto da Lua, a tripulação pôde ver o Earthrise (o “nascer da Terra”), com o planeta ressurgindo no horizonte lunar – lembrando a cena da emblemática foto feita pela Apollo 8 há quase sete décadas. Nesse momento, a comunicação com o controle da missão foi restabelecida.
“Earthrise”, famosa foto tirada por William Anders, em 1968, mostrando a Terra “nascendo” na superfície lunar – Crédito: William Anders/NASA
Artemis 2 viu eclipse solar exclusivo
Para encerrar o dia mais importante da missão, sem contar o lançamento e o retorno à Terra, os astronautas da Artemis 2 tiveram a oportunidade de observar um eclipse solar total de uma perspectiva inédita. Eles foram as únicas quatro pessoas no mundo a testemunhar o fenômeno.
O eclipse não foi visível da Terra porque a posição do Sol, da Lua e do planeta não permitia. Do ponto de vista da Orion, a Lua cobriu totalmente o Sol, oferecendo à tripulação um espetáculo único e exclusivo.
O fenômeno começou por volta das 21h35. A Lua parecia enorme e bloqueava completamente o disco solar. Assim, os astronautas puderam observar a coroa solar, camada externa do Sol que normalmente não é visível por causa do brilho intenso da estrela.
Com duração de cerca de 53 minutos, o evento foi muito mais longo do que os eclipses totais vistos da Terra, que costumam levar menos de sete minutos. A equipe foi instruída a descrever detalhes da coroa solar, como formas, cores e variações de brilho. Essas observações vão ajudar cientistas a estudar melhor os processos do Sol.
A NASA estuda uma nova forma de apoiar a criação de estações espaciais comerciais para substituir a Estação Espacial Internacional (ISS). A mudança foi apresentada durante o evento Ignition, na terça-feira (24), quando a agência também revelou iniciativas para uma base lunar e uma missão de propulsão nuclear rumo a Marte em 2028.
Atualmente, a NASA financia empresas privadas no programa Destinos Comerciais em Órbita Terrestre Baixa (CLD, na sigla em inglês). Essas empresas recebem recursos iniciais para desenvolver suas estações e aguardam a segunda fase do programa, quando a agência poderia oferecer financiamento adicional antes de contratar serviços dessas futuras instalações.
Em resumo:
NASA propõe nova estratégia para estações espaciais comerciais;
Programa atual ainda não garante viabilidade econômica;
Agência considera comprar módulo central acoplado à ISS;
Módulo permitiria expansão gradual de estações comerciais privadas;
A meta é substituir a ISS até 2030 de forma segura.
Estação Espacial Orbital Reef, projeto da Blue Origin. Créditos: Sierra Space/Blue Origin
Desafios financeiros das estações espaciais comerciais
O objetivo do CLD era que a NASA fosse apenas mais um cliente, junto com outras agências e empresas. Mas o mercado ainda não se consolidou como esperado. Faltam estudos independentes que comprovem a viabilidade econômica de uma estação comercial sustentada apenas por apoio parcial da NASA.
“Há interesse de investidores, mas não existem dados independentes que confirmem a sustentabilidade econômica dessas estações”, disse Dana Weigel, gerente do programa da ISS. Segundo o site Spacenews, ela afirmou que o mercado não amadureceu no ritmo previsto: pesquisas indicam que ainda faltam cerca de 10 anos para atingir um cenário mais estável.
Outra preocupação é a capacidade das empresas em lidar com operações complexas de uma estação espacial. Amit Kshatriya, administrador associado da NASA, destacou que a indústria ainda não tem experiência nem recursos suficientes para gerenciar a logística exigida. Além disso, o orçamento da agência não permite apoiar duas estações simultaneamente.
“O caminho original é cheio de riscos”, afirmou Weigel. Por isso, a NASA estuda duas alternativas: continuar o programa CLD como está ou assumir um papel mais ativo no desenvolvimento de uma estação comercial.
Na segunda opção, a agência compraria um módulo central que seria acoplado à ISS. Ele forneceria serviços básicos como energia, propulsão, suporte à vida e portas de acoplamento para módulos comerciais adicionais. Mais tarde, todo o conjunto poderia se separar da ISS, formando uma estação independente, possivelmente levando alguns módulos da estação atual.
Segundo Weigel, um módulo central adquirido pela NASA funcionaria como base para expansão de módulos comerciais. Isso permitiria que a indústria amadurecesse e a demanda crescesse após a separação da ISS.
Conceito apresentado pela NASA em evento realizado na terça-feira (24) propõe que a agência adquira um módulo acoplado à ISS que poderia servir como núcleo de uma estação comercial. Créditos: NASA/Tradução Gemini
O projeto não é totalmente novo. Há dez anos, a NASA já ofereceu uma porta de acoplamento da ISS para módulos comerciais. Em 2020, a Axiom Space recebeu essa porta e planeja usá-la em seu módulo central para sua própria estação. Weigel enfatizou, porém, que o novo módulo central não será exclusivo de nenhum fornecedor, buscando atrair interesse amplo da indústria.
A agência pretende avançar rapidamente com essa alternativa. Dependendo do retorno da indústria a uma solicitação de informações, a NASA pode lançar uma minuta de pedido de propostas para o módulo central em poucos meses.
Ilustração artística da estação espacial que a empresa Axiom Space planeja instalar na órbita da Terra. Crédito: Axiom Space
Além disso, a NASA quer estimular a demanda comercial com mais missões privadas de astronautas à ISS. Atualmente há uma por ano, mas a ideia é subir para duas, permitindo que empresas vendam o assento reservado ao comandante da missão, incluindo a venda para a própria agência.
Mesmo com as mudanças, a NASA não pretende prolongar a vida da ISS indefinidamente. Os planos atuais preveem desativar a estação em 2030, embora um projeto de lei no Senado possa estender esse prazo até 2032. “Nossa missão é avançar para estações comerciais até 2030”, afirmou Weigel. “Não mudamos o objetivo, apenas a forma de chegar lá.”
O administrador da agência, Jared Isaacman, reforçou: “Ninguém defende manter a ISS para sempre. Queremos fazer a transição de forma correta, avaliando todas as opções agora.”
Com essa estratégia, a NASA busca garantir que a sucessão da ISS aconteça de forma segura, sustentável e economicamente viável, abrindo caminho para a expansão de estações espaciais de propriedade e operação comercial no futuro próximo.
O aguardado Anime Mercenário Espacial acaba de ganhar data de estreia oficial para outubro de 2026, trazendo o gênero isekai para as estrelas. A trama acompanha um jogador que desperta no comando da nave mais poderosa de seu simulador favorito, pronto para enfrentar piratas intergalácticos. Com uma estética futurista de alta fidelidade, a produção promete renovar o cenário das animações japonesas neste final de ano.
Qual é a data de estreia do Anime Mercenário Espacial?
Segundo dados divulgados oficialmente pela Crunchyroll, a adaptação para TV está confirmada para a temporada de outono no Japão. A notícia veio acompanhada de um teaser visual eletrizante que destaca o visual moderno da nave Krishna e alguns dos principais membros do elenco de voz.
A expectativa em torno deste lançamento é imensa, pois ele rompe com o clichê medieval dos animes de reencarnação, focando em batalhas de frota e tecnologia de ponta. Os fãs já estão ansiosos para ver como a dinâmica de simulação de voo será transposta para a animação com efeitos de luz e som de última geração.
🚀 Março 2026: Primeiro Teaser. Divulgação do visual oficial e confirmação da janela de lançamento.
🎬 Agosto 2026: Trailer Completo. Exibição das primeiras cenas de combate e revelação do elenco de apoio.
✨ Outubro 2026: Grande Estreia. Início da transmissão mundial via simulcast em diversas plataformas.
Como funciona a premissa deste Anime Mercenário Espacial?
A história foca em um gamer dedicado que se vê subitamente transportado para o universo de seu jogo espacial favorito, mantendo todas as suas posses digitais. Com a posse da nave mais avançada de todas, ele decide viver como um contratado independente, realizando missões perigosas em troca de créditos e segurança.
Diferente de heróis que usam magia, o protagonista depende de upgrades tecnológicos, manutenção de sistemas e gestão de tripulação para vencer seus desafios. O anime promete explorar as nuances de uma economia galáctica enquanto o herói busca por respostas sobre sua origem naquele cosmos repleto de perigos.
Foco em combates espaciais detalhados e manobras de voo táticas.
Economia baseada em contratos mercenários e exploração de recursos.
Protagonista pragmático que utiliza seu conhecimento gamer como vantagem.
Ambiente de ficção científica militar com alta fidelidade tecnológica.
A trama acompanha um jogador transportado para o universo de seu simulador favorito – Créditos: Tetsuhiro Nabeshima 2019 / KADOKAWA CORPORATION
Quais são os principais destaques técnicos da obra?
A equipe de animação está empenhada em entregar um espetáculo visual que combine modelos 3D detalhados para as naves com a estética clássica de animes. O uso de iluminação dinâmica no vácuo espacial é uma das promessas para garantir que cada batalha laser seja visualmente impactante e realista.
Além do visual, a trilha sonora e o design de som estão sendo desenvolvidos para passar a sensação de imersão dentro do cockpit da nave. O barulho dos propulsores e os alarmes de combate foram pensados para que o espectador se sinta parte da tripulação em cada manobra arriscada realizada pelo herói.
Elemento
Detalhes Confirmados
Protagonista
Sato Takahiro (Gamer Mercenário)
Nave Principal
Krishna (Classe Assalto S)
Lançamento
Temporada de Outono (Outubro 2026)
Quem são os personagens que compõem a tripulação?
Sato Takahiro é o pilar da história, um piloto cujos instintos foram moldados por anos de jogos competitivos no seu mundo original. Ele não é apenas o capitão, mas o estrategista que consegue enxergar padrões de ataque que os nativos daquele universo ignoram por completo.
Ao seu lado, ele conta com aliadas resgatadas durante suas missões, que assumem funções vitais como navegação, inteligência e manutenção de hardware. A química entre a tripulação é um dos elementos que humaniza a trama em meio ao frio vácuo do espaço sideral e das guerras imperiais.
Onde será possível assistir à série oficialmente?
Com o anúncio mundial realizado pela Crunchyroll, os episódios serão distribuídos globalmente com legendas em português na data de lançamento. Isso garante que o público brasileiro acompanhe a jornada de Takahiro quase em tempo real com a exibição original no Japão.
Ficar atento às redes sociais dos distribuidores é a melhor forma de não perder o anúncio da dublagem brasileira, que costuma ocorrer algum tempo após a estreia. Prepare os motores, pois outubro de 2026 será o mês em que as batalhas estelares ganharão uma nova e empolgante dimensão.
Após muita ansiedade e expectativa, a HBO liberou o primeiro trailer oficial do seriado de Harry Potter, que irá recontar a história original dos livros de J.K. Rowling em formato de série de TV.
A seguir, assista ao trailer:
O que o trailer de Harry Potter traz
No trailer, recordamos Hogwarts e os primeiros momentos do personagem antes de saber que era um bruxo, além de haver algumas cenas após ele descobrir;
A primeira temporada irá recontar a história do primeiro livro da saga, Harry Potter e a Pedra Filosofal;
Além disso, a HBO confirmou que a primeira temporada chega no Natal deste ano, mas ainda não há data oficial para sair na HBO Max;
A primeira temporada leva o mesmo nome do primeiro livro.
Primeira temporada vai reviver o livro um da saga, Harry Potter e a Pedra Filosofal (Imagem: Reprodução/YouTube/HBO Max)
Serão oito episódios na primeira temporada. As gravações foram iniciadas no último verão estadunidense e a obra não irá contar a história apenas sob o ponto de vista de Harry, mas, também, de outros personagens.
No elenco, estão Dominic McLaughlin como Harry Potter (papel de de Daniel Radcliffe nos cinemas), Arabella Stanton como Hermione Granger (interpretada por Emma Watson nos filmes) e Alastair Stout como Ron Weasley (vivido por Rupert Grint nos longas).
Entre as novidades de elenco, estão John Lithgow, que será Alvo Dumbledore, e haverá cenas com Nicolas Flamel (o que não acontece no primeiro filme da saga).
A série reconta as aulas de História com o professor Bins, vivido por Richard Durden, e a introdução de Lúcio Malfoy, intepretado por Johnny Flynn.
O ChatGPT está recebendo mais funcionalidades voltadas à descoberta e comparação de produtos, em um movimento que amplia o uso da IA no comércio digital. A proposta é transformar a experiência de compra online, reduzindo a necessidade de pesquisar e comparar itens em vários sites.
A novidade permite que usuários pesquisem produtos de forma conversacional, descrevendo o que procuram e refinando resultados ao longo do diálogo. O ChatGPT também passa a exibir opções de forma visual, com comparação lado a lado, incluindo informações como preço, avaliações e características técnicas.
A atualização faz parte da expansão do chamado Protocolo de Comércio Agentic (ACP), uma estrutura que conecta lojistas à plataforma para fornecer dados atualizados de produtos. Com isso, o sistema consegue apresentar resultados mais relevantes e alinhados ao perfil do usuário, considerando fatores como orçamento, preferências e restrições.
Além disso, a experiência agora permite o envio de imagens como referência para encontrar itens semelhantes, o que amplia as possibilidades de busca. A proposta é centralizar em um único ambiente etapas que antes exigiam múltiplas abas e consultas a diferentes fontes.
Segundo a empresa, a mudança também traz ganhos para o varejo. Ao exibir produtos para usuários já próximos da decisão de compra, a plataforma tende a atrair consumidores com maior intenção de conversão. Grandes redes, como Target, Sephora, Best Buy e Home Depot, já participam do ecossistema, assim como lojistas integrados via Shopify.
OpenAI está melhorando experiência de pesquisa de produtos dentro do ChatGPT (Imagem: OpenAI/Divulgação)
No caso da Shopify, os catálogos de produtos já estão conectados automaticamente ao ChatGPT, sem necessidade de configuração adicional por parte dos vendedores. A expectativa é que o protocolo evolua para incluir recursos mais avançados, como personalização, disponibilidade local e estimativas de entrega.
A estratégia também prevê integração com experiências próprias dos varejistas. Em vez de centralizar o pagamento, a plataforma permite que as marcas utilizem seus próprios sistemas de checkout. Um dos exemplos é o Walmart, que lançou uma experiência integrada que leva o usuário da descoberta no ChatGPT para um ambiente personalizado da própria empresa.
As novas funcionalidades estão sendo liberadas gradualmente ao longo desta semana para todos os usuários da plataforma, incluindo planos gratuitos e pagos.
Gemini também está ampliando experiência de compras (Imagem: Mehaniq/Shutterstock)
Gap e Google fecham parceria para compras com IA
Enquanto o ChatGPT avança na etapa de descoberta de produtos, outras empresas seguem caminhos diferentes na integração entre inteligência artificial e comércio eletrônico. Um exemplo é a parceria entre a varejista de moda Gap e o Google.
O acordo prevê a integração direta com o Gemini, sistema de IA do Google, permitindo que consumidores finalizem compras dentro da própria plataforma, sem necessidade de redirecionamento para o site da marca. A iniciativa marca a entrada da Gap como uma das primeiras grandes empresas do setor de moda a adotar esse modelo.
Segundo o site CNBC, nesse formato, os produtos são exibidos com base em dados fornecidos previamente pela própria varejista, garantindo maior controle sobre informações, experiência do usuário e coleta de dados. O pagamento é processado via Google Pay, enquanto a logística permanece sob responsabilidade da Gap.
A empresa também planeja incorporar recursos adicionais, como uma ferramenta de recomendação de tamanho baseada em inteligência artificial, para melhorar a experiência de compra online.
O Olhar Digital apresenta as novidades das plataformas de streaming no Brasil, incluindo os lançamentos da HBO Max. No período entre os dias 23 e 29 de março de 2026, o serviço de assinatura recebe diferentes produções.
Nesta semana, a HBO Max recebe o novo filme Anaconda, com Jack Black e Paul Rudd e participação de Selton Mello. Além disso, a terceira temporada de The Comeback chega ao streaming.
Lançamentos da HBO Max de 23 a 29 de março de 2026
Confira abaixo mais detalhes dos lançamentos da semana da HBO Max entre os dias 23 e 29 de março de 2026:
Segunda-feira – 23/03
The Comeback — Temporada 3
Série | Original HBO | Comédia | Ano de Produção: (EUA)
Uma década depois da segunda temporada, a série HBO Original THE COMEBACK, de Michael Patrick King e Lisa Kudrow, retornará mais uma vez com uma terceira e última temporada.
O Mundo [Sem Filtro] de Any Malu
Série (1 Temporada) | Animação | Infantil | Ano de Produção: 2015 (Brasil)
Na Universidade para Desenhos Animados, a influencer Any Malu cria um canal de Toontube, que faz parte do seu plano para não reprovar. Com a ajuda de seus amigos excêntricos, ela enfrenta trocas de identidade, treta de professores e paixonites secretas. Um semestre repleto de humor e fanservice!
Dona Beja — Episódios 36-40 (episódios finais)
Série | Original HBO Max | Novela | Drama | Ano de Produção: 2026 (Brasil)
Inspirada na trajetória de Ana Jacinta de São José, figura histórica mineira, DONA BEJA apresenta uma nova leitura da novela exibida na televisão nos anos 1980. A narrativa acompanha a história de uma mulher que desafia as normas sociais impostas à sua época em um contexto marcado por restrições e desigualdades. Ao longo da trama, temas como desejo, liberdade, poder e vingança se entrelaçam na construção de uma personagem complexa, cuja inteligência e postura independente a colocam em constantes confrontos.
Terça-feira – 24/03
Men Of War (docuséries)
Bodycam: Registros Criminosos — Temporada 6 (realities)
Quarta-feira – 25/03
Heróis Esquecidos (filmes)
Chaves — Temporada 7 (séries)
Quinta-feira – 26/03
The Pitt — Temporada 2, Episódio 12
Série | Original HBO Max | Drama | Médico | Ano de Produção: 2026 (EUA)
A série vencedora do Emmy, The Pitt, retoma meses depois, pouco antes do sabático planejado pelo Dr. Robby, mas tudo dá uma reviravolta inesperada quando aparece um bebê abandonado no centro de traumatologia. O que começa como um dia típico em The Pitt logo se transforma em uma jornada intensa, cheia de altos e baixos emocionais, chegadas surpresa e um ciberataque que coloca em risco a segurança de todo o hospital. À medida que as tensões aumentam e as relações são colocadas à prova, a equipe é obrigada a enfrentar desafios pessoais e profissionais que levam todos ao limite. Com a pressão crescendo… cada segundo conta.
Máxima — Temporada 2, Episódio 3
Série (2 Temporadas) | Max Original | Ano de Produção: (Países Baixos)
Esta temporada acompanha a trajetória de Máxima desde seu casamento até sua coroação dez anos depois, um caminho no qual ela luta para encontrar sua própria voz como mãe, esposa e futura rainha, enquanto equilibra o amor, o poder e o protocolo real.
Lobo em Pele de Cordeiro — Temporada 11 (docuséries)
Boom Box: Beats And Betrayal (docuséries)
Sexta-feira – 27/03
Anaconda
Filme | Ação | Aventura | Comédia | Ano de Produção: 2025 (EUA)
Amigos de longa data, Doug e Griff finalmente decidem realizar seu sonho de refazer o seu clássico cult favorito, ANACONDA, no coração da Amazônia. Tudo se torna real quando uma anaconda gigante aparece, e o set caótico e cômico transforma-se em uma situação mortal. O filme que eles estão morrendo para fazer? Pode acabar matando-os…
Portobello — Temporada 1, Episódio 6 (final de temporada)
Série (1 Temporada) | Original HBO Max | Biografia | Policial | Drama | História | Ano de Produção: 2025 (Itália)
A primeira série original italiana da HBO conta a história dramática do apresentador de TV Enzo Tortora, que se tornou o protagonista de um terrível pesadelo judicial. Conta a história de Enzo Tortora, o famoso apresentador do programa de televisão “Portobello”, acusado por alguns colaboradores da justiça de fazer parte de uma organização da Camorra dedicada ao narcotráfico.
Pesadelo na Cozinha — Temporada 5, Episódio 6
Série (5 Temporadas) | Reality Show | Ano de Produção: 2026 (Brasil)
Nesta temporada, o reality expande a sua atuação e traz ao público novas perspectivas culturais, com visitas a restaurantes em quatro estados brasileiros. Ao longo de 12 episódios, o exigente chef francês, Érick Jacquin, oferece consultoria a estabelecimentos que estão passando por dificuldades e problemas estruturais. Com a irreverência, o carisma e a personalidade explosiva já conhecidos pelos espectadores, Jacquin orienta os proprietários e desvenda quais são as mudanças necessárias para recolocar os restaurantes nos trilhos e no caminho do sucesso. Além das amadas reformas, a produção promove práticas de limpeza, vestimenta, comportamento e atendimento ao público, buscando transformar locais à beira do colapso em estabelecimentos respeitados.
Série (1 Temporada) | Original HBO Max | Comédia | Ano de Produção: 2026 (EUA)
Uma comédia que gira em torno do intrincado vínculo de um autor com sua filha, tendo como pano de fundo um campus universitário.
DFT St. Louis — Temporada 1, Episódio 5
Minissérie | HBO Original | Comédia | Ano de Produção: 2026 (EUA)
Acompanha três adultos presos ao desencanto e à insatisfação típicos da meia-idade, cuja relação evolui para um triângulo amoroso marcado pelo desejo e por uma série de más decisões. O que começa como uma história íntima e cotidiana transforma-se em uma cadeia de acontecimentos que leva a um desfecho inesperado.
O Olhar Digital apresenta os lançamentos da semana do Amazon Prime Video. Na semana entre os dias 23 e 29 de março de 2026, a Amazon terá a chegada de produções à sua plataforma de streaming.
Entre as produções que chegam ao streaming da Amazon nesta semana, está a nova série original A Isca. Além disso, o filme original Lindas e Letais estreia no Prime Video.
Para um teste grátis de 30 dias de Prime Video clique aqui.
Lançamentos da Prime Video de 23 a 29 de março de 2026
Confira mais detalhes sobre os lançamentos da semana entre os dias 23 e 29 de março de 2026:
Segunda-feira – 23/03
Sherlock — Temporada 1
Série (1 Temporada) | Policial | Drama | Mistério | Suspense | Ano de Produção: 2010 (Reino Unido)
Uma atualização moderna encontra ao famoso detetive e seu parceiro médico resolvendo um crime na Londres do século 21.
Quarta-feira – 25/03
A Isca — Temporada 1
Série (1 Temporada) | Original Prime Video | Comédia | Drama | Ficção Científica | Ano de Produção: 2026 (EUA)
Um ator se aproxima do estrelato, mas se depara com uma crise existencial e uma conspiração, misturando drama e emoções alucinantes à medida que a realidade se revela ao seu redor.
Lindas e Letais
Filme | Original Prime Video | Ação | Terror | Suspense | Ano de Produção: 2026 (EUA)
Um grupo de dançarinas que tenta escapar de uma pousada remota depois que o ônibus quebra a caminho de um concurso de dança.
Outra Chance para o Amor
Filme | Romance | Ano de Produção: 2024 (EUA)
Após a trágica perda de seu melhor amigo, um jovem arquiteto enlutado inicia uma busca por sua irmã gêmea secreta.
Quinta-feira – 26/03
Pai do Ano
Filme | Comédia | Drama | Ano de Produção: 2024 (EUA)
A vida de Andy Goodrich muda quando sua esposa entra em um programa de reabilitação, deixando-o sozinho com seus filhos pequenos. Andy se apoia em Grace, sua filha do primeiro casamento, e acaba se transformando no pai que ela nunca teve.
Série (2 Temporadas) | Original Prime Video | História | Ano de Produção: 2026 (EUA)
O outrora poderoso rei Saul é vítima de seu próprio orgulho e, como um menino pastor marginalizado, Davi é ungido como o segundo rei.
Sábado – 28/03
Diabólica
Filme | Terror | Mistério | Ficção científica | Suspense | Ano de Produção: 2024 (EUA)
A família de Curtis é selecionada para testar um novo dispositivo doméstico: um assistente digital chamado AIA. A AIA aprende os comportamentos da família e começa a prever suas necessidades.
Toda semana, o Olhar Digital destaca as novidades do Disney+ no Brasil. Entre os dias 23 e 29 de março de 2026, o streaming traz episódios de produções bastante aguardadas.
Nesta atualização, o streaming da Disney recebe o primeiro episódio da nova temporada de Demolidor: Renascido. Além disso, o filme Família de Aluguel chega ao streaming do Mickey.
Lançamentos do Disney+ de 23 a 29 de março de 2026
Confira abaixo mais detalhes sobre os lançamentos da semana no Disney+ entre 23 e 29 de março de 2026:
Segunda-feira – 23/03
Paradise — Temporada 2, Episódio 7
Série (2 Temporadas) | Original do Hulu | Ação | Drama | Suspense | Ano de Produção: 2026 (EUA)
Na segunda temporada de Paradise, Xavier (Sterling K. Brown) parte em uma jornada pelo mundo em busca de Teri e passa a entender como a humanidade sobreviveu nos três anos desde “O Dia”. De volta a Paradise, a harmonia na comunidade começa a ruir enquanto o bunker lida com as consequências da primeira temporada e novos segredos sobre as origens da cidade são revelados. A série é estrelada por Sterling K. Brown, Julianne Nicholson, Sarah Shahi, Nicole Brydon Bloom, Krys Marshall, Enuka Okuma, Aliyah Mastin, Percy Daggs IV e Charlie Evans. Com a participação especial de Shailene Woodley, Thomas Doherty, Raymond Cham Jr., Michael McGrady, Timothy Omundson e Patrick Fischler.
Terça-feira – 24/03
Demolidor: Renascido — Temporada 2, Episódio 1
Série (2 Temporadas) | Original Marvel Television | Aventura | Ação | Ano de Produção: 2026 (EUA)
O prefeito Wilson Fisk (Vincent D’Onofrio) destrói a cidade de Nova York enquanto persegue o inimigo público número um, o vigilante de Hell’s KItchen conhecido como Demolidor. Mas, por trás da máscara com chifres, Matt Murdock (Charlie Cox) tentará contra-atacar das sombras para derrubar o império corrupto do Rei do Crime e retomar seu lar. Resista. Rebele-se. Reconstrua.
Quarta-feira – 25/03
Família de Aluguel
Filme | Comédia | Drama | Ano de Produção: 2025 (Japão)
Ambientado na Tóquio dos dias de hoje, FAMÍLIA DE ALUGUEL segue um ator americano (Brendan Fraser) que luta para encontrar seu propósito de vida, até conseguir um emprego inusitado: ele se junta a uma agência japonesa de “famílias de aluguel”, interpretando papéis substitutos para estranhos. À medida que mergulha no mundo de seus clientes, ele começa a forjar laços genuínos que confundem os limites da ficção e realidade. Lidando com as complexidades morais de seu trabalho, ele redescobre propósito, pertencimento e a beleza silenciosa da conexão humana.
9-1-1: Nashville — Temporada 1
Série (1 Temporada) | Ação | Drama | Ano de Produção: 2025 (EUA)
9-1-1: Nashville, a nova série da franquia, é um eletrizante drama de ação sobre socorristas heroicos e sua saga familiar de poder e glamour, ambientada em uma das cidades mais diversas e dinâmicas dos Estados Unidos.
Sexta-feira – 27/03
Mike & Nick & Nick & Alice
Filme | Ação | Comédia | Policial | Ano de Produção: 2026 (EUA)
MIKE & NICK & NICK & ALICE é uma combinação hilária e estilizada de comédia e ação, para maiores de 18 anos, sobre dois gângsteres e a mulher que amam tentando sobreviver à noite mais perigosa de suas vidas. Como se isso já não fosse o bastante, um ingrediente completamente insano entra na mistura: uma máquina do tempo. O filme é estrelado por Vince Vaughn, James Marsden, Eiza González, Keith David, Jimmy Tatro, Stephen Root, Lewis Tan, Ben Schwartz, Emily Hampshire e Arturo Castro.
História De Amor: John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette — Final de Temporada
Série | Original do FX | Biografia | Drama | Romance | Ano de Produção: 2026 (EUA)
Foi uma história de amor que capturou a atenção de todo um país: John F. Kennedy Jr. (Paul Anthony Kelly) era o mais próximo que os Estados Unidos tinham de uma realeza. A nação o viu crescer, de menino a solteiro cobiçado e figura constante nos holofotes. Já Carolyn Bessette (Sarah Pidgeon) era uma estrela que brilhava por si só. Ferozmente independente e dona de um estilo único, ela passou de assistente de vendas a executiva da Calvin Klein, tornando se uma confidente de seu fundador homônimo. A conexão entre John e Carolyn foi imediata, elétrica e inegável. À medida que sua história de amor se desenrolava sob o olhar do público, a fama intensa e a atenção constante da mídia ameaçavam separá-los. Estrelada por Grace Gummer (Caroline Kennedy), Naomi Watts (Jackie Kennedy Onassis), Alessandro Nivola (Calvin Klein), Leila George (Kelly Klein), Sydney Lemmon (Lauren Bessette) e Constance Zimmer (Ann Marie Messina), História de Amor: John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette narra a complexa e emocionante trajetória de um casal cujo amor privado se tornou uma obsessão nacional.
Sábado – 28/03
Outlander — Temporada 8, Episódio 4
Série (8 Temporadas) | Aventura | Drama | Fantasia | Romance | Ano de Produção: 2026 (EUA)
Na oitava e última temporada de Outlander, Jamie (Sam Heugan) e Claire (Caitriona Balfe) descobrem que a guerra os seguiu até seu lar em Fraser’s Ridge, agora um assentamento próspero que cresceu e floresceu em sua ausência. Com as novas chegadas e mudanças ocorridas ao longo dos anos em que estiveram fora, os Fraser se veem diante do dilema do que estão dispostos a sacrificar pelo lugar que chamam de lar e o que estariam dispostos a abrir mão para permanecer juntos. Enquanto os Fraser mantêm uma frente unida contra os invasores, segredos de família que finalmente vêm à tona ameaçam dividi-los por dentro. Embora tenham deixado para trás a guerra pela independência dos Estados Unidos, sua luta por Fraser’s Ridge está apenas começando.
Domingo – 29/03
Rooster Fighter — Temporada 1, Episódio 3
Série (1 Temporada) | Ação | Comédia | Ano de Produção: 2026 (Japão)
Keiji é muito mais do que um galo comum: ele é o maior defensor da humanidade! Quando criaturas estranhas surgem de repente e começam a atacar, ele as enfrenta de frente, ainda zombando: “Vocês fazem minha crista arrepiar!”. Seus adversários podem ter a altura de um prédio de dez andares, mas nada é maior do que seu coração corajoso e seu temível grito de batalha: Kokekokko!
Esportes no Disney+
Durante o mês de março, a ESPN transmite alguns dos principais eventos esportivos do mundo no Disney+.
Na La Liga, o período entre 2 e 22 marca a reta decisiva, com destaque para o clássico entre Real Madrid x Atlético de Madrid na rodada-chave. A Serie A entra na fase final entre 1 e 22 de março, com jogos simultâneos e grande peso de cada ponto. Já a Premier League terá três rodadas completas no período, com disputas intensas tanto pelo topo quanto contra o rebaixamento.
Na NBA, março encaminha o desfecho da temporada regular, definindo posições finais e vagas nos playoffs e no play-in de abril.
No tênis, o Indian Wells (ATP/WTA 1000), entre 4 e 15 de março, é um dos torneios mais importantes do calendário e distribui pontos decisivos para o ranking mundial.
Pela Copa Conmebol Libertadores, ocorre a terceira fase preliminar do torneio, que define os últimos classificados para a fase de grupos, cujo sorteio também acontece no mês.
No Brasil, O Campeonato Brasileiro Série B começa em 21 de março, com a rodada inaugural abrindo a disputa por pontos rumo ao acesso, que ao fim da temporada garantirá vagas na Série A de 2027.
O Olhar Digital traz os principais lançamentos da Netflix semanalmente. Nesta semana, você confere as produções que chegam ao catálogo do streaming entre 23 e 29 de março de 2026.
Dentre as estreias, os assinantes poderão assistir a nova série Algo Horrível Vai Acontecer. Também chega ao catálogo da Netflix a série norueguesa Os Casos de Harry Hole.
Lançamentos da Netflix de 23 e 29 de março de 2026
Confira abaixo a lista completa de lançamentos da Netflix no período entre 23 e 29 de março de 2026:
Segunda-feira – 23/03
Inside — Temporada 3
Série (3 Temporadas) | Original Netflix | Reality Show | Ano de Produção: 2026 (Reino Unido)
Uma casa, um milhão de libras e muitos influenciadores. Criadores de conteúdo enfrentam desafios de tirar o fôlego, disputando um prêmio gigantesco neste reality dos Sidemen, os YouTubers virais.
Terça-feira – 24/03
Partiu Texas! — Temporada 1
Série (1 Temporada) | Original Netflix | Relity Show | Ano de Produção: 2026 (Coreia do Sul)
Partiu Texas! acompanha Lee Seo-jin e o produtor Nah Yung-suk em uma jornada espontânea e sem roteiro pelos Estados Unidos. Lee Seo-jin viaja como se o país fosse o quintal de casa, sempre ao lado de amigos que o seguem por impulso e com total confiança nele. Juntos, eles exploram Dallas, a cidade em que Lee Seo-jin sonha em morar depois que se aposentar. Famoso por criar realities naturalmente cativantes, Nah Yung-suk e sua equipe têm fãs que estão loucos para conferir esta aventura.
Espíritos 2: Você Nunca Está Sozinho (filme)
Phobia (filme)
O Mal Está à Sua Espera (filme)
Jeff Ross: Take a Banana for the Ride (stand-up)
Quarta-feira – 25/03
Heartbreak High: Onde Tudo Acontece — Temporada 3
Série (3 Temporadas) | Original Netflix | Drama | Ano de Produção: 2026 (Austrália)
A turma do último ano do Colégio Hartley está prestes a se formar e embarcar com tudo na vida adulta. Mas, após uma tentativa de vingança dar errado, Amerie e os amigos precisam enterrar seus segredos para não perder tudo.
Homicídio — Temporada 3
Série (3 Temporadas) | Original Netflix | Documental | Ano de Produção: 2026 (EUA)
“Homicídio”, uma produção da Wolf Entertainment e da Alfred Street Industries, está de volta para revisitar alguns dos crimes mais notórios da cidade que nunca dorme. Nesta série documental, uma equipe de detetives de elite do Departamento de Polícia de Nova York (NYPD) revive as investigações mais marcantes de suas carreiras. Estas são as histórias deles.
Noite de Abertura da MLB: Yankees vs. Giants (ao vivo: pré-jogo às 20h, jogo às 21h)
Especial | Original Netflix | Ao Vivo | Esporte | Ano de Produção: 2026 (EUA)
O New York Yankees, sob o comando de Aaron Judge, eleito All-Star sete vezes e três vezes jogador mais valioso da Liga Americana, encarará o San Francisco Giants, de Rafael Devers, que já foi selecionado All-Star três vezes. O jogo de Noite de Abertura da MLB será transmitido ao vivo na Netflix na quarta-feira, 25 de março de 2026.
Uma Mulher Diferente (filme)
Movimento de Jesus (filme)
Quinta-feira – 26/03
Algo Horrível Vai Acontecer — Temporada 1
Série (1 Temporada) | Original Netflix | Mistério | Drama | Ano de Produção: 2026 (EUA)
Algo Horrível Vai Acontecer é uma série de terror sobre um casamento. A história acompanha a noiva e o noivo na semana anterior ao malfadado matrimônio. Não é spoiler. É só ler o título!
A Promotora
Minissérie | Original Netflix | Documental | Ano de Produção: 2026 (México)
Esta série documental acompanha a primeira diretora do Departamento de Feminicídio da Cidade do México, uma nova divisão dedicada a acabar com a violência contra as mulheres.
Os Casos de Harry Hole — Temporada 1
Série (1 Temporada) | Original Netflix | Suspense | Mistério | Drama | Ano de Produção: 2026 (Noruega)
Criada por Jo Nesbø, um dos maiores escritores de ficção policial, “Detective Hole” é um mistério de assassinato em série conduzido pelo famoso anti-herói Harry Hole. A série retrata a trama de dois policiais – supostos colegas – que operam em lados opostos da lei. Ao longo de toda a primeira temporada, Harry tem embates com seu adversário de longa data, Tom Waaler, um policial corrupto. Harry é um investigador de homicídios brilhante, mas atormentado por seus próprios demônios. Conforme esses dois personagens percorrem a linha tênue da ética do sistema penal, Harry precisa fazer tudo o que puder para pegar um assassino em série e levar Waaler perante a justiça antes que seja tarde demais.
Desligue!
Filme | Original Netflix | Suspense | Drama | Ano de Produção: 2026 (Tailândia)
Um grupo de mulheres cai em um golpe por telefone, e a polícia não ajuda. Determinadas a reconquistar suas vidas, elas se unem para investigar e fazer justiça com as próprias mãos.
Sexta-feira – 27/03
BTS: O Reencontro
Filme | Original Netflix | Documentário | Ano de Produção: 2026 (Coreia do Sul)
Este documentário em longa-metragem acompanha o aguardadíssimo retorno da realeza do pop: o BTS. Com direção do aclamado Bao Nguyen (“O Freelancer: O Homem Por Trás da Foto”, “A Noite que Mudou o Pop”) e produção das renomadas This Machine (Martha, Karol G) e HYBE, o filme oferece acesso inédito ao grupo, acompanhando o BTS nos preparativos para a reunião que promete entrar para a história da cultura pop, ao mesmo tempo em que refletem sobre a jornada que transformou estes jovens coreanos em ícones globais. Desde a estreia em 2013, o BTS construiu uma das comunidades de fãs mais apaixonadas do mundo. Após cumprirem o serviço militar obrigatório na Coreia do Sul, os sete se reúnem em Los Angeles para voltar a fazer música, retomando um espaço criativo transformado pelo tempo que passaram separados e pelas mudanças pessoais na vida de cada um. Enquanto milhões de fãs aguardam o retorno da década, o BTS encara questões íntimas e profundas: como recomeçar, honrar o passado sem ficar preso a ele e seguir em frente juntos. Entre momentos de dúvida, risadas e redescoberta, eles criam novas músicas que refletem quem são hoje. O resultado é um álbum que tem tudo para virar um marco de sua era. Intimista, emocionante e cheio de alegria, “BTS: O Reencontro” é uma história de resiliência, fraternidade e reinvenção.
O Predador de Sevilha — Temporada 1
Série (1 Temporada) | Original Netflix | Documental | Ano de Produção: 2026 (Espanha)
Durante muitos anos, Manuel Blanco foi conhecido por estudantes estrangeiros como “Manu White”, um guia simpático que organizava viagens baratas pela Espanha. Mas essa imagem alegre escondia uma história sombria. O caso veio à tona quando várias mulheres começaram a conectar experiências de abuso que pareciam não estar relacionadas.
53 Domingos
Filme | Original Netflix | Comédia | Drama | Ano de Produção: 2026 (Espanha)
Três irmãos se reúnem para decidir o que fazer com o pai de 86 anos, que começou a se comportar de um jeito bem peculiar. Será que eles devem mandá-lo a uma casa de repouso? Ou é melhor levá-lo para morar com um dos filhos? O que começa como uma pacata reunião de família logo se transforma em uma situação inusitada, engraçada e totalmente fora de controle.
Imóveis de Luxo em Família — Temporada 6
Série (6 Temporadas) | Original Netflix | Reality Show | Ano de Produção: 2026 (França)
Entre bebês, casamentos, novos horizontes e grandes mudanças, a família Kretze vende imóveis ainda mais luxuosos, de Mykonos à Cidade do Cabo, de Portofino e Hong Kong.
Não Se Preocupe, Querida (filme)
Sábado – 28/03
Os Mercenários 4 (filme)
Serra Pelada (filme)
Jesus (série)
Domingo – 29/03
Os Cavaleiros do Zodíaco – Saint Seiya: O Começo (filme)
Precisa de sorte e de um smartphone para tentar a sorte grande sem sair de casa hoje. Saiba que apostar na Mega-Sena pelo celular é um processo simples, seguro e extremamente prático para quem evita filas. O aplicativo oficial das Loterias Caixa centraliza todos os jogos e garante que seu comprovante digital esteja sempre protegido.
Como configurar o aplicativo para apostar na Mega-Sena pelo celular?
Para começar, você deve baixar o app oficial das Loterias Caixa em sua loja de aplicativos e realizar um cadastro rápido com seu CPF e uma senha forte. Segundo os termos de uso das Loterias Caixa, o serviço é exclusivo para maiores de 18 anos e exige a validação de dados para garantir a segurança dos pagamentos.
Após o login, a interface apresenta todas as modalidades disponíveis, permitindo que você escolha seus números da sorte com poucos toques na tela. A praticidade de ter uma lotérica na palma da mão otimiza o tempo e evita o risco de perder o bilhete físico, que fica salvo digitalmente em sua conta pessoal para conferência posterior.
📱 Baixar o Aplicativo: Encontre o “Loterias Caixa” na App Store ou Google Play Store e instale no dispositivo.
👤 Criar Cadastro: Insira seus dados pessoais, crie uma senha e valide o acesso através do e-mail de confirmação.
🎰 Registrar Jogo: Selecione a Mega-Sena, escolha as dezenas desejadas e finalize a transação no carrinho de compras.
Quais são os passos para registrar o jogo no sistema?
Dentro do menu da Mega-Sena, o usuário pode selecionar de seis a vinte dezenas, observando que o valor da aposta sobe proporcionalmente à quantidade de números escolhidos. É possível também optar pela funcionalidade “Surpresinha”, onde o próprio sistema escolhe os números de forma aleatória para o apostador que está indeciso.
O carrinho de compras permite acumular diferentes jogos antes de finalizar o pagamento, o que é ideal para quem gosta de participar de vários concursos simultaneamente. É fundamental conferir todos os números selecionados antes de prosseguir para a etapa de liquidação financeira, que ocorre em um ambiente criptografado para sua proteção.
Sistema permite selecionar dezenas manualmente ou utilizar a funcionalidade de escolha aleatória – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)
É seguro apostar na Mega-Sena pelo celular hoje em dia?
A segurança digital é uma prioridade absoluta da Caixa Econômica Federal, que utiliza protocolos de criptografia de ponta para proteger os dados sensíveis dos usuários. Ao apostar na Mega-Sena pelo celular, o jogador recebe um comprovante oficial por e-mail, que serve como garantia inalterável do registro efetuado no sistema nacional.
Além disso, o processamento de pagamentos é integrado a sistemas bancários robustos que aceitam cartões de crédito e Pix, oferecendo agilidade e rastreabilidade total. Essa modernização elimina o risco de perda ou roubo do bilhete físico, garantindo que o prêmio seja vinculado diretamente ao CPF do titular da conta cadastrada no app.
Característica
Detalhe do Serviço Digital
Valor Mínimo
O sistema exige o valor de R$ 30,00 por compra.
Métodos
Cartões de crédito (diversas bandeiras) e Pix.
Disponibilidade
Serviço disponível 24 horas por dia para registros.
Como conferir o resultado e resgatar o prêmio?
Após a realização do sorteio, o próprio aplicativo envia notificações automáticas caso algum dos seus jogos tenha sido premiado em qualquer faixa. O usuário pode acessar a área “Minhas Apostas” para visualizar o detalhamento de cada concurso e verificar se os números sorteados coincidem com as dezenas escolhidas no momento da compra.
Para o resgate, valores dentro do limite estabelecido podem ser transferidos para contas de pagamento digital ou retirados em qualquer unidade lotérica credenciada. Prêmios de maior valor exigem que o apostador compareça a uma agência da Caixa portando o comprovante digital e seus documentos de identificação originais para validação.
Quais as vantagens de usar o app em vez da lotérica?
A principal vantagem de apostar na Mega-Sena pelo celular reside na conveniência de realizar operações em qualquer lugar, respeitando apenas o horário de fechamento dos sorteios. Não há necessidade de enfrentar deslocamentos ou filas, o que representa um ganho significativo de tempo e conforto na rotina agitada do dia a dia.
Outro ponto relevante é a possibilidade de favoritar jogos, permitindo que suas dezenas preferidas fiquem salvas para apostas recorrentes com apenas um clique no futuro. Além disso, a sustentabilidade é beneficiada com a redução total do uso de papel térmico, transformando a experiência de apostar em algo totalmente digital e ecológico.
O catálogo da Amazon continua surpreendendo com sucessos de público e crítica que dominam as conversas nas redes sociais. O ranking desta semana destaca tramas de investigação e suspense que prendem a atenção dos assinantes do início ao fim. Descubra agora quais títulos lideram o Top 10 do Prime Video hoje.
Quais são as séries mais assistidas no Top 10 do Prime Video hoje?
A lista de produções mais populares do momento apresenta uma renovação interessante, segundo dados do FlixPatrol. No topo do pódio, “Young Sherlock” traz uma nova visão sobre o detetive mais famoso do mundo, enquanto “Scarpetta” mergulha em investigações forenses complexas que atraem os fãs de mistério.
Além das estreias, títulos consolidados e suspenses psicológicos como “56 Days” garantem sua permanência entre os preferidos. O interesse por narrativas investigativas de alta qualidade técnica parece ser o grande motor de audiência da plataforma nesta temporada, consolidando o catálogo como referência no gênero.
🕵️ Young Sherlock: A série lidera o ranking ao mostrar a juventude e o amadurecimento do icônico investigador.
⚖️ Scarpetta: Baseada nos livros de Patricia Cornwell, a trama forense é o novo vício dos assinantes.
🏘️ 56 Days: Um suspense ambientado durante o isolamento que esconde segredos fatais entre um jovem casal.
Como o gênero de suspense dominou o ranking da semana?
O sucesso de títulos como “Cross” e “Siren’s Kiss” reforça que o espectador médio do streaming busca experiências imersivas e cheias de adrenalina. A capacidade de prender o público com reviravoltas inesperadas e personagens moralmente ambíguos tem sido o grande diferencial das produções originais da Amazon ultimamente.
Além disso, o boca a boca gerado por finais surpreendentes impulsiona essas obras rapidamente para o topo da lista global. A curadoria da plataforma tem focado em adaptações literárias de peso, garantindo que o roteiro já chegue com uma base de fãs sólida e pronta para maratonar cada novo episódio disponível.
Cross: Investigação psicológica baseada nos livros de James Patterson.
Fallout: Adaptação de videogame que mistura ficção científica e ação intensa.
Reacher: Ação bruta e carisma que mantêm a série sempre entre as mais vistas.
Siren’s Kiss: Um thriller envolvente que mistura elementos de sedução e perigo mortal.
Reviravoltas inesperadas e personagens ambíguos impulsionam a audiência das produções de suspense – Créditos: Prime Video
Quais títulos compõem o Top 10 do Prime Video nesta atualização?
Ao observar o ranking completo, notamos uma mistura equilibrada entre dramas modernos e clássicos que se recusam a sair da memória dos usuários. Essa diversidade é fundamental para manter diferentes perfis de assinantes ativos diariamente, oferecendo desde risadas leves até tensões policiais extremas no mesmo ambiente.
Abaixo, organizamos os dados atuais para que você saiba exatamente o que está fazendo sucesso e possa escolher sua próxima maratona com base na popularidade global. Veja a tabela com os dez nomes que estão em destaque na plataforma de streaming neste exato momento.
Posição
Título da Obra
1º
Young Sherlock
2º
Scarpetta
3º
56 Days
4º
Cross
5º
Fallout
6º
Siren’s Kiss
7º
Yo soy Betty la fea
8º
Reacher
9º
The Summer I Turned Pretty
10º
La oficina (The Office)
Por que produções clássicas ainda fazem sucesso no streaming?
Mesmo com uma avalanche de conteúdos originais mensais, títulos como “Yo soy Betty la fea” e “La oficina” (versão local de The Office) demonstram um poder de retenção impressionante. Muitos usuários utilizam essas séries como “conteúdo de conforto”, assistindo repetidas vezes para relaxar após o trabalho.
Essa tendência mostra que o algoritmo do Prime Video entende bem a necessidade de equilibrar inovação com nostalgia. Ter acesso a clássicos da TV mundial no mesmo catálogo que grandes produções de orçamento cinematográfico cria um valor agregado difícil de ser superado pela concorrência direta.
O que esperar das próximas maratonas na plataforma da Amazon?
O sucesso contínuo de “The Summer I Turned Pretty” indica que dramas adolescentes e romances de verão continuam sendo um pilar forte para a audiência jovem. Com a renovação de várias séries do Top 10 já confirmadas, a expectativa é que o ranking permaneça dinâmico nas próximas semanas.
Ficar de olho nas tendências mundiais ajuda a antecipar quais serão os próximos fenômenos de cultura pop que você não pode perder. Seja no mistério, na ação ou no romance, a Amazon parece ter encontrado a fórmula certa para manter seus assinantes engajados e sempre querendo mais.
Uma empresa de tecnologia Foundation Future Industries, dos Estados Unidos, está desenvolvendo um robô humanoide com foco em aplicações militares. O projeto, chamado Phantom-01, foi criado para lidar com logística, navegação e até identificação de alvos de forma autônoma.
O modelo tem 1,80 metro de altura e 80 quilos. Ele foi projetado para transportar cargas de até 40 quilos e se deslocar a velocidades de até 6,1 km/h. Segundo a empresa, o equipamento já está sendo testado em atividades não letais, como movimentação de materiais e execução de tarefas industriais.
A proposta vai além do uso em ambientes civis. De acordo com Sankaet Pathak, fundador da Foundation Future Industries, o objetivo de longo prazo é desenvolver um sistema capaz de atuar de forma autônoma em operações militares, incluindo navegação em campo e identificação de alvos.
Apesar disso, o executivo afirma que o uso de armamentos ainda dependerá de supervisão humana. A lógica, segundo ele, segue o modelo já adotado em drones militares, que podem operar de forma independente em várias etapas, mas exigem autorização humana para ações ofensivas.
Pathak destaca que a autonomia será aplicada principalmente em tarefas operacionais, como transporte de suprimentos, organização de materiais e outras funções ligadas à logística em cenários de defesa. Para ele, essas atividades são essenciais e podem ser automatizadas com maior segurança.
Outro ponto enfatizado pela empresa é a arquitetura do sistema. O Phantom-01 foi desenvolvido para operar com um computador embarcado, reduzindo a dependência de conexões externas. A estratégia busca diminuir a exposição a possíveis ataques cibernéticos, especialmente em ambientes sensíveis.
Empresa espera lançar novo modelo de robô humanoide no mês que vem (Imagem: Foundation Future Industries)
Próxima geração do robô humanoide está chegando
A companhia já prepara a próxima geração do robô, com lançamento previsto para abril. A nova versão deve trazer melhorias voltadas à produção em larga escala, com a expectativa de comercializar milhares de unidades ainda este ano.
O projeto coloca a Foundation Future Industries em um mercado cada vez mais competitivo, que inclui iniciativas semelhantes de empresas como Tesla, Agility Robotics e Apptronik, todas investindo no desenvolvimento de robôs humanoides com potencial para aplicações industriais e, em alguns casos, estratégicas.
Como demonstração, a empresa divulgou um vídeo do robô desarmando uma bomba:
A OpenAI está desenvolvendo um “superaplicativo” para desktop que vai unir três de suas principais ferramentas em uma única plataforma. A iniciativa pretende juntar o ChatGPT, o Codex (focado em programação) e o navegador Atlas em um só lugar.
A decisão faz parte de uma estratégia maior da empresa para simplificar seu portfólio de produtos, que hoje está espalhado em diferentes abas e aplicativos. As informações foram reveladas pelo The Wall Street Journal, que citou um memorando interno de Fidji Simo, CEO de Aplicações da OpenAI.
De acordo com a executiva, ter múltiplas plataformas separadas está prejudicando o desempenho da empresa como um todo. A fragmentação atual “tem nos atrasado e dificultado atingir o padrão de qualidade que queremos”, escreveu.
Simo chegou a falar com os funcionários na semana passada sobre a necessidade de evitar “distrações com missões secundárias”. A liderança da OpenAI tem analisado quais projetos devem ser despriorizados para focar no que realmente importa.
Após a publicação do WSJ, ela escreveu no X que “as empresas passam por fases de exploração e fases de reorientação” e que é “muito importante redobrar os esforços e evitar distrações”.
Companies go through phases of exploration and phases of refocus; both are critical. But when new bets start to work, like we're seeing now with Codex, it's very important to double down on them and avoid distractions. Really glad we're seizing this moment. https://t.co/FH85IvW6CN
Superaplicativo da OpenAI é uma tentativa de reorganização interna
A pressão por essa reorganização aumentou depois que a OpenAI passou a enfrentar mais concorrência, especialmente da Anthropic. O Claude Code, ferramenta de programação da rival, ganhou popularidade e tem pressionado a posição do ChatGPT no mercado.
Além disso, o ano passado foi marcado por anúncios grandiosos da desenvolvedora, como o aplicativo de vídeo Sora e a compra da empresa de hardware de IA de Jony Ive. Agora, o foco parece ter mudado para consolidação e eficiência operacional.
Segundo o WSJ, o superaplicativo vale apenas para as versões desktop. A versão para dispositivos móveis do ChatGPT seguirá funcionando.
Procurada pelo jornal, a OpenAI não confirmou os planos oficialmente. O cronograma de lançamento da novidade também não está claro.
A ByteDance, empresa-mãe do TikTok, pausou o lançamento mundial do seu mais novo modelo de geração de vídeos com inteligência artificial, o Seedance 2.0, depois de enfrentar uma série de disputas de direitos autorais com grandes estúdios de Hollywood e plataformas de streaming. A informação foi publicada pelo site The Information no último sábado, com base em duas fontes com conhecimento direto do assunto. A ByteDance não respondeu aos pedidos de comentário do site ou da agência de notícias Reuters.
A empresa havia planejado disponibilizar o modelo para clientes ao redor do mundo em meados de março, mas os planos foram suspensos diante das ameaças legais. Segundo a reportagem, a equipe jurídica da companhia está trabalhando para identificar e resolver possíveis problemas legais, enquanto engenheiros adicionam salvaguardas para evitar que o sistema gere conteúdo que possa violar propriedade intelectual.
Disney envia carta à ByteDance
Um dos casos mais emblemáticos envolve a Disney, que encaminhou uma carta de cease-and-desist à ByteDance no mês passado. A acusação é de que o Seedance 2.0 teria sido treinado com personagens da empresa sem autorização — incluindo franquias como Star Wars e Marvel — tratando-os como se fossem imagens de domínio público.
Disney entrou em contato com a dona do TikTok para solicitar que o gerador de vídeo com IA da empresa pare de usar seus personagens sem autorização (Imagem: Bankrx / Shutterstock)
A polêmica ganhou força depois que vídeos gerados pelo modelo viralizaram na China, entre eles uma cena fictícia com os atores Tom Cruise e Brad Pitt em uma briga. A Disney afirmou que a ByteDance pré-configurou o Seedance com uma biblioteca pirata de personagens protegidos por direitos autorais.
Lançado oficialmente em fevereiro, o Seedance 2.0 foi apresentado pela ByteDance como uma ferramenta voltada para uso profissional nas áreas de cinema, e-commerce e publicidade. O sistema é capaz de processar texto, imagens, áudio e vídeo simultaneamente, com o objetivo de reduzir custos de produção de conteúdo.
O modelo ganhou projeção internacional ao ser comparado ao DeepSeek, empresa chinesa de IA cujos sistemas rivalizam com os da Anthropic e da OpenAI. Personalidades do setor de tecnologia, incluindo Elon Musk, chegaram a elogiar a capacidade do Seedance de gerar narrativas cinematográficas a partir de poucos comandos.
A Apple anunciou os novos AirPods Max 2, a segunda geração dos seus fones de ouvido over-ear premium. O modelo chega equipado com o chip H2 — o mesmo presente nos AirPods Pro 2 — que serve de base para uma série de funcionalidades inéditas na linha, incluindo tradução ao vivo alimentada por inteligência artificial (IA), áudio adaptativo e recursos voltados a criadores de conteúdo.
As novidades vão desde um cancelamento de ruído até 1,5 vez mais eficaz do que na geração anterior até suporte a áudio lossless de 24 bits e 48 kHz via cabo USB-C. Os fones também estreiam recursos como Adaptive Audio, Conversation Awareness e Live Translation nos AirPods Max, além de trazer ferramentas inéditas para podcasters, músicos e criadores de conteúdo.
AirPods Max 2 tem cancelamento de ruído muito mais eficaz
Uma das principais melhorias dos AirPods Max 2 está no cancelamento ativo de ruído (ANC, na sigla em inglês). Graças ao H2 e a novos algoritmos de áudio computacional, o ANC é agora até 1,5 vez mais eficaz do que na geração anterior, reduzindo ainda mais ruídos como motores de avião e trens urbanos. O objetivo, segundo a Apple, é permitir que o usuário se concentre totalmente na música, no trabalho ou em chamadas telefônicas.
O modo de transparência — que permite ouvir o ambiente ao redor sem remover os fones — também foi aprimorado. A Apple descreve a experiência como “mais natural”, graças a um novo algoritmo de processamento de sinal digital otimizado para o H2 e para a matriz de microfones dos AirPods Max. Completando o pacote de controle ambiental, o novo recurso de redução de sons altos ajuda a proteger o usuário de ruídos intensos do ambiente, sem comprometer a assinatura sonora do que está sendo reproduzido.
Melhorias no cancelamento de ruído é destaque no AirPods Max 2 (Imagem: Divulgação / Apple)
Qualidade de som elevada
Em termos de fidelidade sonora, os AirPods Max 2 trazem um novo amplificador de alta faixa dinâmica, que garante um áudio ainda mais limpo mantendo a identidade sonora característica da linha. O Spatial Audio também foi aprimorado, com melhor localização de instrumentos, resposta de graves mais precisa e consistente, e médios e agudos mais naturais.
Para quem busca o máximo em qualidade, os fones suportam áudio lossless de 24 bits e 48 kHz quando conectados via cabo USB-C — recurso que, combinado com latência ultrabaixa, permite que músicos utilizem os AirPods Max 2 em todo o fluxo de trabalho profissional no Logic Pro e outros aplicativos de criação musical.
Segundo a Apple, os AirPods Max 2 são os únicos fones que permitem criar e mixar em Personalized Spatial Audio com rastreamento de cabeça usando o cabo USB-C. A latência de áudio sem fio reduzida também melhora a experiência de jogos: para usuários que utilizam o Game Mode no iOS, macOS e iPadOS, os jogos ficam ainda mais responsivos e imersivos. Os fones mantêm até 20 horas de reprodução contínua com uma única carga.
Funcionalidades inteligentes estreiam nos AirPods Max
Com o H2, uma série de recursos antes exclusivos de outros modelos da linha AirPods chega agora aos AirPods Max pela primeira vez. O Adaptive Audio ajusta automaticamente os níveis de ANC e transparência de acordo com o ambiente, otimizando a experiência de escuta sem necessidade de intervenção manual. Já o Conversation Awareness detecta quando o usuário começa a falar com alguém próximo e reduz automaticamente o volume do conteúdo, além de diminuir o ruído de fundo.
O Voice Isolation usa áudio computacional avançado para priorizar a voz do usuário durante chamadas, bloqueando ruídos ambientes. O Personalized Volume ajusta automaticamente a experiência de escuta ao longo do tempo, com base nas preferências individuais do usuário. Também é possível agora responder ao Siri apenas acenando ou balançando a cabeça, de forma conveniente e discreta — sem precisar falar ou tocar nos fones.
Tradução ao vivo em tempo real
Um dos destaques do lançamento é o recurso de Live Translation, alimentado pelo Apple Intelligence. Com ele, os AirPods Max 2 conseguem traduzir conversas presenciais em tempo real, facilitando a comunicação entre pessoas que falam idiomas diferentes. O recurso requer um iPhone compatível com Apple Intelligence rodando iOS 26 ou superior, e suporta idiomas como inglês, francês, alemão, espanhol, japonês, coreano, português (Brasil), chinês e outros. A disponibilidade pode variar por região.
Recursos para criadores de conteúdo
Os AirPods Max 2 também trazem novidades relevantes para podcasters, músicos, cineastas e criadores em geral. O recurso de gravação de áudio em qualidade de estúdio permite capturar conteúdo com áudio de alta qualidade e textura vocal mais natural — ideal para entrevistas, podcasts e gravações de voz. Já o controle remoto de câmera permite usar a coroa digital dos fones para tirar fotos ou iniciar e encerrar gravações de vídeo no aplicativo Câmera do iPhone ou iPad, bem como em apps de câmera de terceiros compatíveis.
Sustentabilidade
A Apple reforça seu compromisso ambiental com os AirPods Max 2. O produto utiliza 100% de elementos de terras raras recicladas em todos os ímãs, 100% de poliéster reciclado nas almofadas auriculares, e 100% de ouro reciclado no revestimento e solda de estanho nas placas de circuito impresso desenvolvidas pela Apple. A embalagem é 100% baseada em fibras e pode ser reciclada integralmente.
Os AirPods Max 2 estarão disponíveis para pré-venda nos Estados Unidos a partir de 25 de março no site da Apple e no aplicativo Apple Store, nas cores meia-noite (preto), estelar (bege), laranja, roxo e azul. A disponibilidade nos pontos de venda começa no início do mês seguinte. Não há confirmação de data para disponibilidade no Brasil.
Novos AirPods Max chegam em cinco cores (Imagem: Divulgação / Apple)
O preço inicial é de US$ 549 nos Estados Unidos e R$ 6.590,00 no Brasil. Novos assinantes podem ainda obter três meses gratuitos de Apple Music com a compra dos AirPods Max 2, sujeito a condições promocionais.
A jornada emocional de Tova ganha vida em Remarkably Bright Creatures na Netflix, explorando as complexidades da solidão humana com maestria. O enredo mergulha no luto e na busca por novos propósitos, oferecendo uma reflexão profunda sobre as conexões inesperadas que a vida proporciona em seus momentos mais silenciosos. Prepare-se para um drama que desafia os clichês tradicionais de Hollywood e entrega uma sensibilidade ímpar aos espectadores.
Como Remarkably Bright Creatures na Netflix aborda as camadas do luto?
De acordo com o artigo oficial da Netflix Tudum, a produção foca na trajetória de Tova Sullivan, uma mulher que utiliza a rotina como um escudo contra a dor. A narrativa é construída para mostrar que o luto não é um estado linear, mas uma presença constante que molda cada pequena interação social e decisão cotidiana da protagonista.
A série utiliza o ambiente do aquário de Sowell Bay como um palco metafórico, onde o isolamento da vida marinha espelha o estado emocional de Tova. Através dessa ambientação, o espectador é convidado a entender como o tempo pode estagnar após uma perda significativa e como o movimento é necessário para a cura definitiva.
🐙 O Encontro Inusitado: Tova estabelece uma conexão profunda e inteligente com Marcellus, um polvo gigante do Pacífico.
🕯️ Enfrentando o Passado: Memórias sobre o desaparecimento de seu filho começam a ser processadas com a ajuda de novos amigos.
✨ A Descoberta da Verdade: Segredos de décadas são revelados, trazendo finalmente o fechamento emocional necessário para Tova.
Quais são os principais temas explorados na jornada de Tova?
O enredo foca na jornada de Tova e explora camadas emocionais densas que ressoam com qualquer pessoa que já enfrentou a maturidade. O isolamento social é apresentado não como uma escolha, mas como uma consequência natural de uma vida marcada por saudades familiares e pelo declínio físico que a idade impõe gradualmente.
Além da tristeza, a produção aborda a resiliência e a descoberta de novos propósitos quando tudo parece perdido. A interação com outros personagens secundários serve para humanizar a dor e mostrar que a comunidade, mesmo em pequenas doses, é um remédio poderoso contra o luto não resolvido.
O isolamento social como barreira para novas experiências.
O peso do luto não resolvido ao longo das décadas.
A rotina na velhice como mecanismo de defesa emocional.
A busca por novos propósitos em fases avançadas da vida.
A amizade entre Tova e o polvo inteligente Marcellus é o coração pulsante dessa narrativa sensível – Créditos: Netflix / Divulgação
Como o elenco de Remarkably Bright Creatures na Netflix eleva a narrativa?
A escolha dos atores foi fundamental para transmitir a melancolia e a esperança que permeiam o roteiro original. Cada performance é cuidadosamente calibrada para evitar o melodrama exagerado, focando em sutilezas, olhares e silêncios que dizem muito mais do que diálogos extensos ou expositivos sobre o sofrimento.
A dinâmica entre os personagens humanos e a representação de Marcellus cria um equilíbrio perfeito entre o realismo e a fábula existencial. Essa combinação permite que o público se identifique com as dores reais da protagonista, enquanto se maravilha com a possibilidade de conexões interespécies repletas de empatia.
Pilar Emocional
Impacto na História
Solidão
Define o ritmo lento e contemplativo da obra.
Conexão
Mostra que a cura vem de fontes inesperadas.
Saudade
Motiva a busca de Tova pela verdade sobre seu filho.
O que torna o polvo Marcellus um personagem tão marcante?
Marcellus não é apenas um animal no aquário, mas um narrador observador que possui uma compreensão única sobre a fragilidade humana. Sua inteligência superior e seu tempo de vida limitado servem como um lembrete constante da impermanência das coisas e da importância de agir enquanto ainda há tempo.
A amizade entre ele e Tova é o coração pulsante da obra, oferecendo momentos de leveza e sabedoria que quebram a tensão do luto. Através dos olhos do cefalópode, o público é forçado a questionar suas próprias percepções sobre o que significa estar verdadeiramente vivo e conectado ao mundo ao redor.
Por que esse drama existencial é essencial para entender a solidão?
A produção foge dos estereótipos comuns sobre a terceira idade ao retratar Tova como uma mulher complexa e ativa, apesar de suas feridas internas. O drama serve como um espelho para a sociedade moderna, que muitas vezes negligencia as dores de quem envelhece sozinho em um mundo cada vez mais acelerado.
Ao final da jornada, a lição que permanece é a de que a cura requer coragem para abrir mão do controle e permitir que outros entrem em nosso espaço sagrado. É um convite para olhar além das aparências e encontrar beleza na vulnerabilidade, transformando perdas amargas em um novo começo luminoso.
Os felinos possuem comportamentos curiosos que frequentemente deixam os tutores intrigados, especialmente quando recebem os chamados presentes dos gatos. Embora pareça um gesto estranho, essa prática está enraizada no DNA selvagem desses animais domésticos. Entender essa dinâmica ajuda a fortalecer o vínculo entre o humano e o animal, revelando uma face protetora e educativa do pet.
Por que os presentes dos gatos são uma forma de ensino?
Para compreender esse hábito, é fundamental citar um estudo realizado pela University of Guelph que analisa o comportamento predatório de gatos domésticos. A pesquisa indica que cerca de 85% dos felinos que têm acesso à rua trazem presas para casa como um instinto de sobrevivência para ensinar humanos a caçar.
Isso ocorre porque, na visão do felino, o seu tutor é um caçador ineficiente que precisa aprender as técnicas básicas de subsistência. O gato assume o papel de mentor, tentando garantir que sua “colônia” humana não passe fome ao oferecer presas capturadas em ambientes externos.
🐱 Reconhecimento do Grupo: O gato identifica o tutor como parte essencial de sua família social e território.
🍗 Identificação de Vulnerabilidade: O animal percebe que o humano nunca caça a própria comida de forma natural e o considera “inepto”.
🎓 Lição de Sobrevivência: A presa é entregue como material didático para que o humano aprenda a lidar com a caça e sobreviva.
Quais são as presas mais comuns trazidas pelos felinos?
Os tipos de animais que aparecem na porta de casa variam conforme a fauna local e a habilidade específica do felino em questão. De pequenos insetos a roedores mais ágeis, a variedade demonstra a versatilidade desse predador nato que habita nossas salas de estar.
Abaixo, listamos alguns dos “mimos” mais frequentes que os gatos costumam capturar quando estão em exploração externa ou até mesmo dentro de apartamentos telados, visando agradar seus donos.
Pequenos roedores, como camundongos e ratos de telhado.
Insetos de diversos tamanhos, incluindo baratas, grilos e mariposas.
Pássaros de pequeno porte encontrados em jardins ou quintais.
Lagartixas e pequenos répteis que se aventuram em muros e frestas.
O gato assume o papel de mentor ao identificar a vulnerabilidade nutricional do tutor. – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)
Como os presentes dos gatos afetam o ecossistema local?
Embora o gesto de trazer presas pareça fofo sob uma perspectiva antropomórfica, o impacto ambiental da predação felina é um tema sério para biólogos. O instinto de caça permanece ativo mesmo quando o animal está bem alimentado com ração balanceada.
A tabela abaixo detalha o impacto e as motivações por trás dessa interação entre o gato doméstico e a fauna urbana, ressaltando os riscos biológicos envolvidos na entrega de presentes dos gatos.
Fator
Impacto / Motivação
Biodiversidade
Redução drástica de populações de aves e pequenos répteis nativos.
Instinto Puro
A caça ocorre de forma independente da fome real do animal doméstico.
Saúde Pública
Risco de transmissão de zoonoses para o felino e moradores da residência.
O seu gato realmente acha que você é um mau caçador?
Para a psicologia felina, o ato de trazer uma presa viva ou morta é um indicativo claro de que o gato não vê o humano como um predador competente. Na natureza, as fêmeas trazem presas para os filhotes para que eles treinem as habilidades de abate.
Ao repetir esse comportamento com o tutor, o felino está tentando suprir o que ele considera uma deficiência nutricional do seu grupo. É uma demonstração de cuidado extremo, onde o animal assume a responsabilidade de prover sustento para seus “filhotes grandes”.
Qual a melhor forma de reagir a esses presentes inusitados?
A reação imediata de muitos tutores é o susto ou a repulsa, mas é importante evitar broncas ou punições severas. Como o comportamento é instintivo e benevolente na mente do gato, puni-lo pode gerar confusão e estresse desnecessário no animal.
O ideal é agradecer brevemente pelo gesto e descartar o animal capturado de forma segura e higiênica. Manter o gato dentro de casa com enriquecimento ambiental adequado é a solução mais eficaz para evitar que esses incidentes ocorram.
A casa container conquistou o mercado brasileiro com uma promessa difícil de ignorar: construção rápida, visual moderno e custo menor que a alvenaria tradicional. Contudo, o preço final esconde variáveis que muitos compradores só conhecem depois de assinar o contrato. Além disso, segundo a Associação Brasileira de Container Habitável, o mercado cresceu 150% entre 2020 e 2024, tornando essa opção cada vez mais relevante para quem quer sair do aluguel com planejamento inteligente.
Quanto custa construir uma casa container por metro quadrado em 2026?
Segundo levantamentos recentes compilados pela , especializada em containers habitáveis, o custo médio de uma casa container no Brasil fica entre R$ 1.100 e R$ 3.000 por metro quadrado, variando conforme o padrão de acabamento, a complexidade do projeto e a localização da obra. Contudo, projetos com design mais sofisticado, múltiplos módulos ou materiais nobres podem ultrapassar R$ 4.000 por m².
Para fins de comparação, o SINAPI registrou em 2026 o custo médio nacional da alvenaria convencional em R$ 1.810,25 por metro quadrado. Portanto, a vantagem real do container sobre a alvenaria está mais na velocidade de execução do que necessariamente no preço final por metro quadrado construído.
Quais os custos detalhados para montar um container habitável do zero?
Container usado (40 pés) em bom estado: entre R$ 15.000 e R$ 25.000, sendo a base estrutural do projeto e o ponto de partida de qualquer orçamento.
Transporte e posicionamento: em média R$ 4,00 por quilômetro rodado, mais pedágios, totalizando entre R$ 3.000 e R$ 8.000 dependendo da distância do fornecedor até o terreno.
Base de concreto (radier ou sapatas): entre R$ 5.000 e R$ 10.000, etapa obrigatória que muitos orçamentos anunciados na internet simplesmente ignoram.
Isolamento térmico e acústico: entre R$ 8.000 e R$ 15.000 por unidade, item indispensável no clima brasileiro, pois o aço aquece rapidamente sob sol direto.
Instalações elétricas e hidráulicas: entre R$ 7.000 e R$ 14.000 no total, com variação conforme a quantidade de pontos e o padrão dos materiais utilizados.
Acabamentos internos (piso, revestimentos, esquadrias): entre R$ 5.000 e R$ 12.000, item que define o nível de conforto e o visual final da construção.
Casa container pode custar entre R$1.100 e R$3.000 por metro quadrado– Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)
Qual o custo total de uma casa container por tamanho em 2026?
Um container único de 40 pés, com cerca de 28 m² habitáveis, sai entre R$ 48.000 e R$ 94.000 quando todos os itens são somados. Além disso, projetos com dois containers paralelos, alcançando aproximadamente 56 m², custam entre R$ 85.000 e R$ 170.000, já que alguns custos como fundação e instalações são parcialmente compartilhados entre as unidades.
Para casas maiores, com múltiplos containers e design sofisticado, o investimento pode superar R$ 500.000. Contudo, uma casa container pequena no padrão básico, de 20 pés com acabamento simples, pode ser entregue por valores entre R$ 50.000 e R$ 90.000, tornando-a acessível para um público amplo que busca saída rápida do aluguel.
Configuração
Área útil
Custo total estimado
1 container 20 pés (básico)
~14 m²
R$ 50.000 a R$ 90.000
1 container 40 pés (médio)
~28 m²
R$ 48.000 a R$ 94.000
2 containers paralelos
~56 m²
R$ 85.000 a R$ 170.000
Múltiplos containers (alto padrão)
100 m² ou mais
R$ 250.000 a R$ 500.000+
Casa container realmente sai mais barata que a alvenaria em 2026?
A economia real gira em torno de 20% a 25% em projetos pequenos e bem planejados, especialmente quando o terreno fica próximo a um porto, reduzindo o custo de transporte. Além disso, obras concluídas em 3 a 6 meses geram economia indireta significativa com aluguel, encargos de canteiro e imprevistos financeiros ao longo da construção.
Contudo, em projetos maiores e mais sofisticados, a vantagem de custo praticamente desaparece. Portanto, a casa container compensa de fato quando o principal objetivo é velocidade de entrega, design industrial diferenciado ou sustentabilidade, e não exclusivamente economia de dinheiro em relação à alvenaria convencional.
Casa container promete construção rápida, mas o preço pode surpreender– Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)
Você está mesmo pronto para investir em uma casa container?
A casa container é uma escolha inteligente para quem valoriza velocidade, sustentabilidade e estética industrial, desde que o planejamento seja feito com rigor desde o primeiro orçamento. Além disso, já existem linhas de consórcio, crédito com imóvel em garantia e até financiamentos específicos para construções modulares, tornando o acesso a esse tipo de imóvel cada vez mais viável para diferentes perfis de renda.
Portanto, antes de comprar o container, solicite ao menos três orçamentos com escopo idêntico, verifique as regras do seu município para aprovação do projeto e contrate obrigatoriamente um responsável técnico habilitado. Contudo, com planejamento adequado, a casa container entrega o que promete: rapidez, modernidade e controle real sobre o orçamento da obra.
O fundador e ex-CEO do Uber, Travis Kalanick, está de volta ao centro das atenções com o lançamento da Atoms. A nova companhia marca o retorno do executivo ao universo dos veículos autônomos e da automação, mas com um foco diferente do passado: em vez de transportar pessoas, o objetivo agora é dominar setores industriais pesados, como mineração, logística e até a produção de alimentos.
Robôs especializados e a aquisição da Pronto
Diferente de empresas que apostam em robôs humanoides, Kalanick revelou que a Atoms focará em robôs especializados. Em entrevista recente ao canal TBPN nesta sexta-feira (13), o executivo afirmou que, embora os humanoides tenham seu lugar, há um mercado massivo para máquinas desenhadas para eficiência em escala industrial. A Atoms já anunciou o desenvolvimento de uma base sobre rodas universal que poderá ser adaptada para diferentes funções robóticas.
Para acelerar a entrada no setor de mineração, Kalanick confirmou que está prestes a adquirir a Pronto, uma startup de veículos autônomos focada em locais industriais. Curiosamente, a Pronto foi criada por Anthony Levandowski, antigo colega de Kalanick no Uber e figura central no processo de segredos industriais que envolveu a Waymo (Google) anos atrás.
O fim das “cozinhas-fantasma” e o suporte do Uber
Como parte da estratégia, a atual empresa de Kalanick, a CloudKitchens (famosa pelo modelo de ghost kitchens), será integrada à Atoms. A ideia é automatizar processos dentro da produção de alimentos, utilizando a expertise em robótica da nova startup.
Embora Kalanick tenha deixado o Uber em 2017 após uma série de crises, rumores indicam que a gigante dos aplicativos pode estar apoiando financeiramente o novo projeto. Informações do TechCrunch sugerem que Kalanick pretende ser “mais agressivo” na implementação de tecnologia autônoma do que a Waymo, corrigindo o que ele mesmo chamou de “erro” quando o Uber vendeu sua divisão de carros autônomos em 2020.
O movimento sinaliza que a “segunda onda” da robótica não será apenas sobre robôs que andam como humanos, mas sobre máquinas invisíveis que tornam indústrias base da economia (como a mineração) muito mais produtivas.
A nova atualização do DLSS 4.5 da Nvidia chegou para transformar o desempenho visual de milhões de jogadores ao redor do mundo. Com o uso de inteligência artificial avançada, o recurso promete imagens mais nítidas e fluidez impressionante em títulos compatíveis. Entender como configurar essa tecnologia é essencial para extrair o máximo poder de sua placa de vídeo GeForce RTX.
O que muda com o novo DLSS 4.5 da Nvidia nos jogos?
A evolução da tecnologia de upscaling atingiu um novo patamar com o lançamento do modelo de transformador de segunda geração. Segundo informações publicadas pela Nvidia, essa arquitetura de IA aprimorada reduz drasticamente artefatos visuais como fantasmas (ghosting) e cintilações em objetos distantes, garantindo uma estabilidade temporal sem precedentes nos games modernos.
Além da nitidez, a atualização introduz os novos modelos de processamento chamados de Preset M e Preset L. Enquanto as versões anteriores focavam apenas em ganho bruto de quadros, o novo sistema prioriza a reconstrução inteligente de detalhes, permitindo que resoluções menores pareçam nativas aos olhos do jogador, mesmo em cenas de movimento rápido.
🚀 Atualize o Driver: Baixe a versão 591.74 ou superior através do NVIDIA App para garantir a compatibilidade total com a sua GPU.
⚙️ Acesse as Configurações: Vá na aba “Gráficos”, localize a seção de Substituição de DLSS e ative o “Modo Recomendado” para automação de presets.
🎮 Reinicie o Jogo: Aplique as mudanças e abra seu título favorito; o ícone do DLSS aparecerá nas opções gráficas in-game com as novas predefinições.
Quais placas são compatíveis com a tecnologia DLSS 4.5 da Nvidia?
Uma das maiores preocupações da comunidade gamer é a longevidade do hardware diante de novas tecnologias. A boa notícia é que a super resolução baseada em IA do DLSS 4.5 da Nvidia mantém suporte para todas as placas da linha RTX, permitindo que usuários de modelos de entrada e topo de linha aproveitem os novos algoritmos de qualidade de imagem.
Embora o upscaling seja universal na família RTX, é importante notar que recursos específicos de geração de quadros (Frame Generation) continuam atrelados às arquiteturas mais recentes. No entanto, a melhoria na qualidade de imagem via Super Resolution é um benefício imediato para todos, revitalizando até mesmo placas lançadas há alguns anos no mercado.
Série RTX 50: Suporte total, incluindo 6X Multi Frame Generation e Dynamic MFG.
Série RTX 40: Compatível com Super Resolution 4.5 e Frame Generation padrão.
Série RTX 30: Suporte completo ao novo Super Resolution via Transformer de 2ª geração.
Série RTX 20: Acesso às melhorias de nitidez e estabilidade do DLSS 4.5.
O upscaling universal da linha RTX revitaliza placas de vídeo de gerações anteriores no mercado. – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)
Como baixar os drivers para ativar o DLSS 4.5?
Para garantir que sua máquina esteja pronta para os novos presets, o primeiro passo é abandonar o antigo painel de controle e migrar para o novo ecossistema de software. O NVIDIA App unifica as funcionalidades de otimização de jogos e drivers em uma interface moderna e muito mais leve, facilitando o acesso às tecnologias de IA de forma centralizada.
Ao realizar a instalação, certifique-se de selecionar a opção de instalação limpa, caso esteja enfrentando instabilidades em versões anteriores. O driver mais recente não apenas libera o DLSS 4.5, mas também traz otimizações específicas para lançamentos de peso, garantindo que o hardware opere em sua temperatura e frequência ideais durante o gameplay intenso.
Recurso DLSS 4.5
Séries 20 e 30
Série 40
Série 50
Super Resolution
Sim
Sim
Sim
Ray Reconstruction
Sim
Sim
Sim
Frame Generation
Não
Sim
Sim
6X Multi Frame Gen
Não
Não
Sim
Onde configurar os novos presets no NVIDIA App?
Diferente das versões passadas, onde você dependia exclusivamente dos menus internos de cada jogo, agora é possível forçar predefinições globais. Ao abrir o aplicativo oficial, navegue até a aba de configurações de sistema e procure pela opção “DLSS Overrides”. Aqui, você pode escolher manualmente entre os presets J, K, L ou M conforme sua preferência de imagem.
O Preset M é especialmente recomendado para quem utiliza o modo “Desempenho”, pois ele aplica um modelo de IA mais pesado que compensa a falta de pixels nativos. Já o Preset L foi desenvolvido para o modo “Ultra Desempenho”, sendo a escolha ideal para quem joga em monitores 4K mas precisa de um fôlego extra para manter altas taxas de quadros estáveis.
Vale a pena utilizar o recurso em hardware RTX antigo?
Muitos usuários de placas das séries 20 e 30 se perguntam se o custo de processamento da nova IA compensa o ganho visual. Como o modelo de transformador de segunda geração é mais complexo, ele pode exigir um pouco mais dos núcleos Tensor em arquiteturas Turing e Ampere, o que em casos raros resulta em uma pequena perda de FPS bruto comparado ao DLSS 3.5.
Contudo, a qualidade de imagem superior geralmente justifica essa troca. A eliminação de cintilações em grades e vegetação, além de uma representação muito mais fiel da iluminação global, transforma a experiência imersiva. Se você busca fidelidade visual e joga títulos onde a estabilidade de imagem é crucial, a migração para a nova versão é altamente recomendada.
O Senado deu um passo decisivo para ampliar o combate ao câncer ao aprovar, na terça-feira (10), o Projeto de Lei 2.371/2021. O texto altera a Lei Orgânica da Saúde para acelerar a oferta de imunoterapia no Sistema Único de Saúde (SUS). Agora, a proposta segue para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
De autoria do deputado Bibo Nunes (PL/RS), o projeto de lei estabelece que o tratamento deve ser incorporado aos protocolos públicos sempre que houver prova de superioridade clínica ou maior segurança em comparação às terapias tradicionais.
Superioridade clínica é o termo técnico que indica que um novo tratamento é comprovadamente melhor do que o tratamento padrão utilizado no momento.
No contexto da nova lei para o SUS, isso significa que a imunoterapia só terá sua incorporação acelerada se estudos científicos demonstrarem que ela supera a quimioterapia ou outras opções existentes em critérios fundamentais.
Geralmente, essa superioridade é medida por três pilares:
Maior sobrevida: O paciente vive por mais tempo com o novo tratamento do que com o antigo;
Menor toxicidade: O medicamento causa menos efeitos colaterais graves, preservando melhor a saúde geral do paciente durante o processo;
Melhor resposta: O tumor diminui de tamanho de forma mais expressiva ou a doença demora mais tempo para voltar a avançar.
Enquanto a quimioterapia ataca as células de forma direta (atingindo também células saudáveis), a imunoterapia funciona como um “treinamento” para as defesas do corpo. Na prática, ela estimula o sistema imunológico do paciente a reconhecer e destruir o tumor.
Imunoterapia: o gargalo financeiro e a viabilidade nos hospitais
O principal obstáculo para a universalização desse método é o custo elevado de mercado. No setor privado, as doses mensais da terapia variam entre R$ 25 mil e R$ 40 mil. E podem superar a marca de R$ 100 mil dependendo do medicamento e da dosagem utilizada.
Como os planos de saúde são obrigados a cobrir tratamentos aprovados pela Anvisa, criou-se um abismo tecnológico entre o atendimento particular e o público.
A estrutura de repasse de verbas do governo também enfrenta desafios operacionais. Atualmente, o sistema funciona por meio da APAC (Autorização de Procedimentos de Alta Complexidade), que paga valores fixos aos hospitais por cada procedimento realizado.
Em entrevista ao G1, o oncologista Stephen Stefani, do grupo Oncoclínicas e da Americas Health Foundation, alertou: sem a reestruturação desse modelo de financiamento, hospitais filantrópicos e públicos podem não ter recursos suficientes para adquirir os insumos. Isso mesmo que eles estejam oficialmente incorporados no papel.
Uma coisa é dizer que a imunoterapia está aprovada. Outra é ter financiamento para isso.
Stephen Stefani, oncologista do grupo Oncoclínicas e da Americas Health Foundation, ao G1.
Atualmente, o acesso gratuito à imunoterapia no SUS é restrito a diagnósticos específicos, como o melanoma avançado, o linfoma de Hodgkin e certos tipos de câncer de pulmão.
Pacientes com outros tipos de tumores costumam recorrer à judicialização ou buscam participar de pesquisas clínicas (estudos científicos custeados por patrocinadores nos quais o paciente recebe a medicação e o acompanhamento sem custos).
“Leva 180 dias e às vezes muito mais para liberar a imunoterapia, tempo este que é o suficiente para o paciente oncológico vir a óbito”, disse a senadora dra. Eudócia, do PL por Alagoas (Imagem: Waldemir Barreto/Agência Senado)
A urgência da nova legislação foi ilustrada no Plenário pela história de Dany Catunda, paciente que faleceu após ter o tratamento interrompido por falta de acesso ao medicamento na rede pública.
“Leva 180 dias e às vezes muito mais para liberar a imunoterapia, tempo este que é o suficiente para o paciente oncológico vir a óbito”, disse a relatora, senadora dra. Eudócia (PL-AL), segundo a Agência Senado. “Nós não estamos falando de equações, de matemática nem de orçamento, nós estamos falando de vida. Para cada um de vocês, quanto vale uma vida?”
O objetivo do Projeto de Lei 2.371/2021 é evitar que lacunas administrativas e orçamentárias resultem em mortes evitáveis. Ou seja: garantir que a linha de cuidado não seja rompida por falta de previsão legal ou financeira.
O próximo desafio do governo será equilibrar a incorporação dessas drogas de alto custo com a sustentabilidade do sistema.
Cansou de receber sempre as mesmas recomendações no topo da sua tela inicial do streaming? Existe um lado do catálogo que o algoritmo nem sempre prioriza, repleto de tramas de suspense, espionagem e drama que são verdadeiras joias. Conhecer as séries escondidas da Netflix é o primeiro passo para encontrar roteiros impecáveis e fugir do óbvio agora mesmo.
Quais são as melhores séries escondidas da Netflix para maratonar hoje?
De acordo com um de acordo com o Tudum, produções como Vladimir e Dept Q lideram uma nova onda de conteúdos que privilegiam a narrativa densa em vez do marketing agressivo. Essas obras costumam focar em desenvolvimento de personagens e reviravoltas que desafiam o espectador comum da plataforma, entregando experiências memoráveis.
Mergulhar nessas histórias permite uma imersão cultural vasta, já que muitas dessas joias vêm de diferentes países e trazem estéticas visuais renovadas para o gênero. Para ajudar você a organizar sua próxima sessão, criamos um cronograma simples para explorar esses títulos de forma eficiente e gratificante durante o seu tempo livre no final de semana.
🔍 Passo 1: O Garimpo: Ignore a seção “Em Alta” e utilize a busca por categorias de nicho ou produções internacionais.
📺 Passo 2: A Imersão: Inicie tramas como Dept Q ou Ponies para validar a qualidade do roteiro logo no primeiro episódio.
🏆 Passo 3: O Veredito: Adicione as séries aprovadas à sua lista para treinar o algoritmo a sugerir conteúdos mais densos e autorais.
Como o catálogo oculta esses títulos de alta performance?
O algoritmo de recomendação é treinado para sugerir conteúdos baseados no que a massa está assistindo, o que acaba enterrando produções independentes ou de línguas não inglesas. Isso cria uma espécie de bolha onde o usuário raramente é exposto a formatos narrativos que fogem do padrão comercial pré-estabelecido pelos grandes estúdios americanos.
Para romper essa barreira e encontrar conteúdo de elite, é necessário realizar buscas diretas ou explorar as categorias secundárias do menu de navegação do serviço. Abaixo, listamos os dez elementos indispensáveis que compõem o atual cenário de descobertas imperdíveis da plataforma que você deve conferir agora mesmo para renovar sua lista.
Vladimir: Um thriller político tenso com roteiro afiado e direção de arte impecável.
Dept Q: Mistério nórdico ideal para quem gosta de investigações criminais complexas.
The Survivors: Drama pós-apocalíptico focado no desenvolvimento e na psique humana.
Terra de Pecados: Trama policial envolvente ambientada em cenários rurais sombrios.
Ponies: Espionagem clássica com estética visual marcante e ritmo narrativo ágil.
Adolescência: Um olhar sensível e visceral sobre os dilemas da juventude moderna.
Asura: Fantasia épica oriental com efeitos visuais e narrativa fora do comum.
Boots: Comédia dramática ácida que explora relações interpessoais e cotidianas.
Dark Winds: Thriller psicológico com ambientação única em terras áridas e isoladas.
Supacell: Uma nova abordagem ao gênero de heróis com forte impacto e relevância social.
Produções como Dept Q e Vladimir priorizam narrativas densas e roteiros originais – Créditos: Netflix / Divulgação
Onde as séries escondidas da Netflix de suspense mais se destacam?
O gênero de suspense é onde a plataforma mais brilha fora do mainstream, entregando produções que não dependem de grandes orçamentos, mas de tensão constante. Séries como Dark Winds e Terra de Pecados provam que o silêncio e a fotografia podem ser tão importantes quanto o diálogo para manter a audiência completamente presa à tela.
Além da alta qualidade técnica, essas produções oferecem uma visão autêntica de diferentes culturas, longe dos clichês habituais que dominam as produções globais. A tabela a seguir destaca os principais diferenciais entre três dos títulos mais comentados pelos críticos exigentes para facilitar a sua escolha na hora de dar o play.
Série Oculta
Gênero Principal
Nível de Tensão
Vladimir
Político
Alto
Dept Q
Investigação
Extremo
Supacell
Sci-Fi
Moderado
Vale a pena investir tempo em produções menos conhecidas?
Muitos usuários hesitam em começar uma série sem o selo de popularidade, mas a recompensa de descobrir uma obra-prima antes que ela viralize é incomparável. Essas produções costumam ter finais mais ousados e arcos de personagens que não precisam seguir fórmulas comerciais pré-estabelecidas para agradar o grande público das redes sociais.
Investir tempo nessas obras é também uma forma de educar o seu próprio algoritmo, fazendo com que a plataforma entenda seu interesse por conteúdos mais densos. No longo prazo, isso garante que sua interface esteja sempre recheada de sugestões que realmente conversam com o seu gosto pessoal mais refinado e exigente.
Qual o impacto dessas séries na renovação do entretenimento?
A presença de títulos como Asura e Adolescência mostra que o streaming está se tornando um refúgio para contadores de histórias que buscam liberdade criativa total. Essa liberdade resulta em episódios que desafiam gêneros e misturam drama com fantasia de uma forma totalmente inovadora e impactante para o espectador moderno.
Ao consumir e compartilhar essas produções, os fãs ajudam a garantir que novas temporadas e projetos similares recebam sinal verde para produção futura. É um ciclo positivo que beneficia quem busca qualidade máxima e quer fugir da monotonia dos conteúdos repetitivos que dominam o debate nas comunidades de cinema atualmente.
O ator brasileiro Wagner Moura vai apresentar uma categoria na cerimônia do Oscar 2026. O anúncio foi feito pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas nesta quarta-feira (11), com uma lista completa dos artistas que entregarão troféus em categorias da premiação.
Além de Moura, o grupo inclui nomes conhecidos do cinema e da televisão, como Nicole Kidman, Jimmy Kimmel, Pedro Pascal, Ewan McGregor, Sigourney Weaver, Channing Tatum, Rose Byrne, Delroy Lindo, Bill Pullman e Lewis Pullman.
A Academia não revelou quais categorias cada convidado será responsável por anunciar.
Meet your final slate of presenters for the 98th #Oscars.
A participação de Wagner Moura ganha ainda mais destaque porque ele também concorre ao prêmio de Melhor Ator na edição deste ano, pelo trabalho em O Agente Secreto. Recentemente, o brasileiro fez história ao vencer o Globo de Ouro de Melhor Ator em Filme de Drama pelo filme.
A organização do Oscar já havia confirmado outros artistas que também irão entregar estatuetas aos vencedores. Entre eles estão Robert Downey Jr., Anne Hathaway, Chris Evans, Demi Moore, Gwyneth Paltrow, Paul Mescal, Adrien Brody, Javier Bardem, Priyanka Chopra Jonas e Kumail Nanjiani, entre outros.
A 98ª edição do Oscar será realizada no Dolby Theatre, em Hollywood, no domingo (15 de março, com apresentação do comediante Conan O’Brien. No Brasil, o evento começa às 20h e terá transmissão da TV Globo (TV aberta), TNT (TV fechada) e HBO Max (streaming).
Outros dois brasileiros estavam na pré-lista, mas não entraram na indicação final: Apocalipse nos Trópicos, da diretora Petra Costa, como Melhor Documentário; e Amarela, de André Hayato Saito, como Melhor Curta-Metragem.
A espera finalmente acabou para os fãs que aguardavam ansiosamente pela chegada da próxima fase de Denji no catálogo de streaming. O aclamado Chainsaw Man Arco Reze chegará oficialmente à Crunchyroll na primavera de 2026, logo após uma bem-sucedida passagem pelos cinemas mundiais. Esta nova etapa promete elevar o nível de intensidade e drama da obra de Tatsuki Fujimoto.
Qual é a data de lançamento de Chainsaw Man Arco Reze na Crunchyroll?
De acordo com um artigo publicado pelo portal CBR, a plataforma confirmou a janela de estreia para o segundo trimestre de 2026. A notícia foi recebida com entusiasmo, visto que o filme adapta um dos pontos de virada mais críticos da história original, introduzindo personagens fundamentais para o futuro da trama.
Os assinantes globais terão acesso simultâneo ao conteúdo, permitindo que a comunidade brasileira acompanhe o lançamento junto com o público internacional. A estratégia de lançamento visa capitalizar o enorme sucesso de bilheteria que o longa alcançou durante sua exibição limitada nas salas de cinema ao redor do globo.
O que esperar da trama de Chainsaw Man Arco Reze?
A narrativa foca no encontro inesperado entre Denji e uma jovem misteriosa chamada Reze, que parece oferecer ao protagonista a vida normal que ele sempre desejou. O relacionamento entre os dois se desenvolve rapidamente, trazendo momentos de leveza e romance que contrastam com o tom sombrio da série até então.
Entretanto, no universo de Chainsaw Man, nada é o que parece e as intenções de Reze logo se revelam muito mais complexas do que um simples interesse amoroso. O arco é conhecido por suas reviravoltas chocantes e sequências de combate em larga escala que testarão os limites do Homem-Serra em uma batalha emocional.
Introdução de Reze: Uma nova e poderosa personagem com ligações misteriosas e explosivas.
Desenvolvimento de Denji: O protagonista enfrenta dilemas morais e sentimentais inéditos.
Conflitos Visuais: Batalhas épicas que utilizam o máximo do potencial cinematográfico da animação.
Conexão com a História: Eventos cruciais que definem o rumo da segunda temporada do anime.
A narrativa foca no encontro inesperado entre Denji e a misteriosa Reze – Créditos: Crunchyroll / Divulgação
Quais são os destaques técnicos desta nova produção?
A transição das telonas para o serviço de streaming permitirá que milhões de espectadores revisitem os detalhes da produção técnica de forma pausada. A expectativa é que a qualidade visual, já elogiada nos cinemas, receba um tratamento de compressão de alta fidelidade para manter a fluidez das cenas de ação rápida.
Além disso, o lançamento trará acessibilidade imediata com legendas em diversos idiomas e a confirmação de uma dublagem em português brasileiro de alta qualidade. Esse movimento é visto como essencial para manter o engajamento da comunidade enquanto a produção principal da sequência do anime continua em desenvolvimento.
Como o estúdio MAPPA trabalhou neste projeto cinematográfico?
O estúdio já provou sua capacidade técnica na primeira temporada, mas o formato de longa-metragem permitiu um orçamento superior por frame de animação. Os fãs podem esperar um uso refinado de efeitos de iluminação e uma integração mais orgânica entre os elementos em 2D e o CGI utilizado nas transformações.
A trilha sonora, composta por nomes de peso, foi otimizada para criar uma atmosfera de tensão constante, transformando cada encontro em um evento sensorial. O resultado final reafirma a obra como uma das produções visualmente mais arrojadas da atualidade japonesa, mantendo o padrão elevado de excelência.
Por que este arco é considerado vital para a história?
A importância de Reze vai além de ser apenas uma antagonista temporária, pois ela desafia as motivações internas de Denji de uma maneira que ninguém mais conseguiu. Suas ações forçam o protagonista a crescer emocionalmente, deixando de ser apenas um peão nas mãos da segurança pública para começar a questionar seus próprios desejos.
Este arco serve como a ponte perfeita entre a introdução do mundo e os eventos catastróficos que virão a seguir no mangá. Sem a carga emocional estabelecida aqui, os conflitos futuros perderiam parte de seu impacto, tornando este filme uma peça obrigatória para qualquer fã que deseje compreender a jornada completa do herói.
Montar um console de última geração com o máximo de performance exige um investimento pesado no mercado brasileiro atual. O custo do PS5 Pro tunado envolve não apenas o console base, mas periféricos essenciais e armazenamento expansivo. Entenda os valores detalhados para transformar o hardware da Sony em uma máquina definitiva de jogos.
Qual é o custo do PS5 Pro tunado completo?
Para quem busca a experiência máxima, o valor total do conjunto ultrapassa a barreira dos cinco dígitos rapidamente. De acordo com informações oficiais no site da PlayStation, o console sozinho já representa uma parcela significativa do orçamento de qualquer entusiasta de tecnologia.
Além do hardware principal, o usuário precisa somar os acessórios que a Sony optou por vender separadamente nesta geração. O resultado final é um setup que oferece o que há de melhor em processamento gráfico e velocidade de leitura de dados, garantindo longevidade para toda a geração atual.
Por que investir em um leitor de discos separado?
A ausência de um leitor físico nativo no modelo Pro gerou discussões intensas entre colecionadores de mídia física ao redor do mundo. Muitos jogadores possuem bibliotecas extensas de discos de PS4 e PS5 que ficariam inutilizadas sem esse acessório opcional de encaixe modular oficial.
A praticidade de ter o leitor permite não apenas rodar jogos físicos, mas também assistir a filmes em Blu-ray 4K com a fidelidade máxima de imagem. É um custo adicional necessário para quem não quer ficar restrito apenas ao catálogo digital da PlayStation Store e suas variações de preço.
Compatibilidade total com discos de PS4 e PS5.
Suporte para reprodução de filmes em Blu-ray Ultra HD.
Instalação simplificada via sistema de encaixe lateral.
Manutenção da estética original do design do console.
O valor total do conjunto completo pode ultrapassar facilmente os dez mil reais. – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)
Vale a pena expandir o armazenamento para 4TB?
O armazenamento interno original pode parecer suficiente no início, mas os jogos modernos de grande orçamento ultrapassam facilmente os 100 GB. Com um SSD extra de 4TB, o jogador elimina a necessidade constante de deletar títulos antigos para abrir espaço para novos lançamentos de peso.
A escolha de um SSD de altíssima performance é crucial para manter os tempos de carregamento quase instantâneos prometidos pela arquitetura da Sony. Esse componente é o item individual mais caro da lista, podendo custar quase o mesmo valor que o próprio console básico em alguns varejistas.
Como o custo do PS5 Pro tunado se compara a um PC?
Ao atingir valores acima de dez mil reais, a comparação com computadores gamers de alto desempenho torna-se inevitável para o consumidor exigente. Muitos usuários questionam se a conveniência do ecossistema fechado da Sony compensa o valor investido em relação a uma máquina de arquitetura aberta.
Contudo, o custo do PS5 Pro tunado garante uma otimização de software que raramente é encontrada em PCs da mesma faixa de preço sem configurações complexas. A integração nativa permite extrair o máximo das tecnologias de inteligência artificial para upscaling e efeitos de iluminação em tempo real.
Onde encontrar os componentes para o upgrade oficial?
Os componentes podem ser adquiridos em grandes varejistas de tecnologia e lojas especializadas em hardware voltado ao público gamer no Brasil. É fundamental verificar a procedência dos itens, especialmente do SSD, para garantir que ele atenda aos requisitos mínimos de velocidade de leitura.
A garantia oficial da Sony cobre o console e o leitor, mas o SSD costuma possuir uma cobertura separada oferecida pelo fabricante da memória. Ficar atento às janelas de promoções sazonais pode ajudar a reduzir consideravelmente o impacto financeiro total desse ambicioso projeto de upgrade tecnológico.
Na última terça-feira (10), o empresário Elon Musk informou à mídia que o X Money, um sistema de pagamento digital de sua rede social, será oficialmente lançado no mês que vem. Esta nova função é uma tentativa empresarial de transformar o X em “um aplicativo completo”.
Para transformar o projeto em realidade, o X instituiu uma parceria com a Visa durante o ano passado. A novidade promete facilitar as rotinas de pagamento dos usuários.
Para quem tem pressa:
Elon Musk declara que o X Money, nova função de pagamento digital do X, chega para os usuários em abril deste ano;
A novidade faz parte do plano do empresário de transformar o X em um aplicativo completo.
Musk quer transformar a rede social X em um ‘aplicativo completo’
Prints do funcionamento do X Money na versão beta (Montagem feita por Wagner Edwards para o Olhar Digital/ Imagens de @WilliamShatner na rede social X)
Em 2022, o empresário Elon Musk comprou o Twitter pela bagatela de US$ 44 bilhões. Desde lá, ele divulgou que faria uma “faxina” na rede social e que, a longo prazo, seu desejo era o de transformar o X (antigo Twitter) em um aplicativo completo.
Dentre as reformas pretendidas, estava a de inserir um sistema de pagamento digital, agora intitulado de X Money. Uma vez instaurada, a nova função aproveitará a base gigantesca de usuários para levantar uma nova fonte de receita para a empresa.
A tendência é que a conta de pagamentos permita o depósito de valores, pagamento de contas, envio de dinheiro e, possivelmente, o armazenamento de recursos com rendimento.
Elon Musk ao lado da logo da rede social X (Imagem: Camilo Concha/Shutterstock)
Outras funções desejadas por ele são a de incluir um serviço de streaming e aumentar o poder de envio e hospedagem de mensagens, imagens e vídeos.
Ainda, estava nova função aproxima o X de outros aplicativos, como é o caso do chinês WeChat: software que concentra serviços financeiros, redes sociais, e mensagens em uma única plataforma.
Segundo o jornal TechCrunch, o ator William Shatner trabalhou com Elon Musk para selecionar perfis específicos e lhes ceder acesso antecipado à versão beta do X Money. Os novos ‘testadores’, contudo, não foram escolhidos aleatoriamente: ao serem convidados, precisariam doar mil dólares para a instituição de caridade de Shatner e só então recebiam o acesso ao novo serviço do X.
Ainda não há mais informações sobre o lançamento, como:
Se todos os usuários receberão acesso imediatamente;
Como funcionará o sistema de segurança com esta nova adição financeira;
Ou até se criptomoedas ou ativos de investimento farão parte dos serviços oferecidos.
A startup Lux Aeterna, liderada pelo veterano da SpaceX Brian Taylor, captou US$ 10 milhões (R$ 51 milhões) numa rodada de investimentos nesta terça-feira (10) para viabilizar satélites projetados para retornar intactos à Terra.
O aporte, liderado pela Konvoy, financia o desenvolvimento de estruturas equipadas com escudos térmicos integrados. A ideia é usá-los para que o hardware sobreviva ao calor extremo da reentrada atmosférica em vez de ser incinerado igual lixo espacial.
A iniciativa visa encerrar a era dos satélites descartáveis, que hoje operam por períodos de cinco a dez anos antes de sucumbirem à atmosfera ou serem movidos para “órbitas cemitério”.
Ao recuperar o equipamento, a Lux Aeterna propõe uma “capacidade de atualização dinâmica”. Isso permitiria que operadoras trouxessem satélites de volta para trocar componentes obsoletos, como câmeras e processadores. E, depois, lançassem eles com tecnologia atualizada.
Missão Delphi em 2027 pretende validar a reusabilidade de hardware em órbita
O maior obstáculo para essa visão é a física: retornar do espaço exige atravessar a atmosfera em velocidades que geram atrito avassalador.
Para não se desfazerem igual meteoros, as naves precisam de revestimentos protetores. E eles adicionam peso e custo, o que historicamente limitou o retorno apenas a missões tripuladas ou cápsulas de carga específicas, como a Dragon, da SpaceX.
Para provar que pode superar esse desafio técnico, a startup prepara o lançamento da espaçonave Delphi para o primeiro trimestre de 2027, a bordo de um foguete da SpaceX.
O teste servirá como um laboratório orbital, no qual clientes poderão hospedar experimentos e materiais que serão recuperados em solo no Koonibba Test Range, na Austrália, por meio de uma parceria com a companhia aeroespacial Southern Launch.
O diferencial estratégico da Lux Aeterna, contudo, vai além do resgate de amostras científicas. Brian Taylor argumenta que o modelo econômico atual é ineficiente.
O novo aporte, liderado pela Konvoy, financia o desenvolvimento de estruturas equipadas com escudos térmicos integrados (Imagem: Lux Aeterna)
Em vez de construir e lançar constelações inteiramente novas a cada ciclo tecnológico, empresas poderiam simplesmente fazer a manutenção e substituição de sensores em solo. E, depois, devolver o satélite à órbita sem gastar tanto dinheiro.
Embora o conceito seja tecnicamente viável, a empresa enfrenta um cenário de rigor regulatório e concorrência de startups como Varda Space e Inversion.
A escolha pela Austrália como local de pouso busca evitar os gargalos da FAA (agência de aviação dos EUA). O órgão já causou atrasos significativos a concorrentes devido à complexidade de garantir a segurança de reentradas comerciais sobre áreas povoadas.
Caso a viabilidade econômica se confirme, o retorno de cargas abre portas para setores de alto valor, como a manufatura de medicamentos e semicondutores em ambiente de microgravidade.
O interesse estende-se ao setor militar, claro. Este vislumbra na tecnologia uma ferramenta para logística orbital rápida. E testes de componentes voltados a sistemas hipersônicos.
A Apple apresentou dispositivos mais em conta nesses últimos dias, incluindo a linha MacBook Neo e o iPhone 17e. Mas, para o fuuiro, a empresa prepara uma mudança em sua estratégia de produtos. Segundo o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, a empresa planeja lançar este ano ao menos três dispositivos de uma nova categoria “Ultra”, voltada ao mercado de luxo.
Embora a marca “Ultra” já seja utilizada em chips da série M, no Apple Watch Ultra e no CarPlay Ultra, a empresa pode não adotar essa nomenclatura específica para todos os novos aparelhos.
MacBook Neo chega em quatro cores (Imagem: Divulgação / Apple)
iPhone Ultra: Este será o primeiro modelo dobrável da marca. O aparelho deve contar com uma tela interna grande e sensores sob o display. A estimativa de preço é de cerca de 2 mil dólares.
AirPods Ultra: Posicionados acima dos atuais AirPods Pro, estes fones incluirão câmeras de visão computacional. A tecnologia tem o objetivo de fornecer dados de inteligência visual para a assistente Siri.
MacBook Ultra: O novo computador contará com uma tela OLED sensível ao toque. A expectativa é que o preço final seja até 20% maior que o dos atuais modelos. Este dispositivo será posicionado acima da linha MacBook Pro M5 Pro e M5 Max, sem substituí-los.
Expansão futura
A previsão é que essa categoria “superpremium” seja expandida para outras linhas da marca ao longo do tempo. Gurman aponta que, no futuro, a Apple pode lançar iPads com tela dobrável OLED e modelos de iMac com telas maiores e maior poder de processamento.
Apesar da expectativa em torno desses lançamentos, a Apple não utiliza nomes de forma uniforme em todas as suas linhas, como ocorreu anteriormente com o lançamento do Studio Display XDR, que não recebeu a marca “Ultra”.
No mundo moderno, empresas e órgãos governamentais estão implementando cada vez mais tecnologias de segurança para mitigar golpes e crimes. Uma delas é a biometria facial, que capta vídeo e imagem do usuário para fins de comparação com a base de dados. Isso também é visto nos dispositivos modernos.
Por vezes, ela falha por inúmeras razões, como pouca iluminação, uso de chapéus e óculos, fundo colorido, etc. Normalmente, se tentamos novamente, a tecnologia funciona. Mas e para as pessoas com deficiência visual, como funciona? Quais auxílios elas têm para realizar a biometria facial?
Dificuldade de pessoas com múltiplas deficiências
Na verdade, não são só as pessoas com deficiência visual que têm desafios ao lidar com a biometria facial. Aqueles que têm mobilidade reduzida, por exemplo, possuem dificuldade para se posicionar em frente à câmera do celular.
Pessoas cegas sofrem com os seguintes problemas (entre outros):
Deficiência visual (cegueira total ou parcial);
Nistagmo (movimento involuntário dos olhos);
Paralisia ocular.
Por exemplo: quem tem nistagmo sofre para ter a biometria validada, visto que os olhos se movem involuntariamente e impedem o sistema de validar a biometria da pessoa. Isso porque o algoritmo da tecnologia depende de uma imagem estática e clara da face do usuário.
Demais problemas, como mobilidade ocular reduzida (dado por doenças, como glaucoma, degeneração macular e paralisia dos olhos), prejudicam na hora de realizar o alinhamento correto da face.
O processo de reconhecimento biométrico, desafiador para muitos, é ainda pior quando a única forma disponível é a facial. Pessoas com deficiência visual que tentam abrir contas em bancos digitais, por exemplo, sofrem para conseguir (como veremos mais abaixo).
O presidente da Organização Nacional de Cegos do Brasil (ONCB), Beto Pereira, diz que a entidade vem cobrando providências para melhorias no sistema.
“Infelizmente, mesmo com a nossa demanda, com as nossas reclamações, nós não temos visto medidas eficazes. Até mesmo com a implantação de toque em um local da tela para ver se o seu rosto está à direita, está à esquerda, é ineficaz, é lento, é impreciso e não resolve a questão“, relata.
“A questão não é só você fazer o reconhecimento facial, é você olhar de forma direta para a câmera e isso […], dificilmente consegue fazer. Tem uma diferença, muitas vezes, entre um globo ocular e o outro, em relação ao tamanho, à coloração e até ponto de fixação visual. E isso dificulta muito o processo“, salienta.
Já Ana Varotto, coordenadora de Recursos Humanos (RH) da Fundação Dorina Nowill para Cegos, diz que a entidade vê avanços, mas que pode haver mais. “Temos observado avanços importantes, mas ainda existe espaço para maior sensibilização. A inclusão precisa estar prevista desde a concepção dos sistemas, garantindo que tecnologias amplamente utilizadas contemplem diferentes perfis de usuários”, comenta.
Ela reforça quais são as principais dificuldades com os sistemas biométricos. “Os principais desafios envolvem a falta de acessibilidade nas interfaces, ausência de orientações claras em áudio, dependência de terceiros para validação e, em alguns casos, dificuldade de reconhecimento facial quando a pessoa não consegue se posicionar adequadamente diante da câmera.”
A fundação também defende a melhoria do sistema. “Defendemos que soluções de identificação digital sejam desenvolvidas com base no conceito de desenho universal, prevendo múltiplas alternativas de autenticação e recursos acessíveis desde a fase de planejamento”, afirma.
E prossegue: “A inclusão de feedback sonoro em tempo real, orientações claras sobre posicionamento, contraste adequado nas telas e a oferta de métodos alternativos de validação são medidas que ampliam significativamente a autonomia e a segurança do usuário.”
A entidade, cujo papel é “atuar como ponte entre tecnologia e inclusão“, pede mais atenção ao seu público. “A transformação digital é irreversível e traz muitos benefícios, mas é fundamental que a inovação caminhe junto com a acessibilidade. Tecnologia só é verdadeiramente eficiente quando pode ser utilizada por todas as pessoas, com autonomia e segurança“, indica Varotto.
“Defendemos e orientamos que a participação ativa das pessoas com deficiência visual no processo de construção de soluções acessíveis é indispensável para que elas sejam, de fato, efetivas. Os próprios usuários são os melhores validadores e devem estar no centro das decisões que impactam suas vidas”, conclui.
Um exemplo do desafio diário de pessoas com deficiência e a tecnologia é Marcos Lima, que possui o canal Histórias de Cego no YouTube. Lá, ele documenta sua vida e debate outros temas relacionados à condição.
No vídeo abaixo, ele explica como pessoas com deficiência visual utilizam sistemas de biometria facial. No caso, o Face ID, da Apple, amplamente utilizado em seus dispositivos iPhone e iPad, por exemplo.
Lima, porém, alega não sentir tantas dificuldades em seu dia a dia. “Eu achei que fosse ser mais difícil. Eu demorei um pouquinho pra me acostumar quando começou com o iPhone. Eu preferia quando eu tinha a opção de ser [a] digital. Mas, foi. Acho que rolou. De uma forma ou de outra, eu me acostumei. Então eu uso bastante. Acho que é seguro“, diz.
Outro exemplo que ele traz é a biometria facial usada em seu condomínio. “Também achei que fosse ser mais complicado. E acaba que tá rolando. Não é ruim, não. Você aprende para onde olhar e tudo mais”, afirma.
Só que ele não pensa o mesmo quando precisa acessar apps de banco. “Agora, o problema que eu acho é banco. E o próprio YouTube tem isso, que você tem que olhar para uma caixinha certinha. E aí é muito ruim para o cego. Até o FGC [Fundo Garantidor de Crédito] […] pede isso, e é uma chatice, porque o cego fica… não tem como fazer. E mesmo alguém ajudando, alguma pessoa que enxergue, é muito difícil olhar para aqueles quadradinhos específicos”, ressalta. “Eu já deixei de fazer conta em banco por causa disso, já deixei de fazer coisas importantes por causa disso”, desabafa.
Estudos mostram e leis ratificam
De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 1,3 bilhão de pessoas convivem com algum tipo de deficiência (16% da população mundial).
No Brasil, segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Censo de 2022, cerca de 7,3% da população brasileira (mais de 14,4 milhões de pessoas) possui algum tipo de deficiência.
Outro levantamento, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) de 2022, apontou que há cerca de 6,5 milhões de brasileiros com dificuldade para enxergar, mesmo usando óculos ou lentes de contato.
O artigo 3º da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) diz que a acessibilidade é direito fundamental, devendo ser garantida plenamente em todos os setores da sociedade — e isso também vale para os meios digitais.
Ela também exige que órgãos, entidades públicas e empresas privadas que prestam serviços essenciais adotem medidas para viabilizar o total acesso de pessoas com deficiência.
Quando falamos de tecnologias de reconhecimento biométrico, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD – Lei nº 13.709/2018), em seus artigos 7º e 8º, garante que os usuários devem ter seus dados pessoais tratados com segurança e transparência.
Também determina que as pessoas têm direito de consentir explicitamente com o uso de dados pessoais. O consentimento deve ser informado e deve ser de livre escolha entre os diferentes tipos de autenticação, o que inclui a biometria facial.
E no mundo?
Nos Estados Unidos e na União Europeia (UE), por exemplo, já há exemplos de legislações e decisões nesse sentido. A Seção 508 da Lei de Reabilitação dos EUA determina que agências governamentais implementem tecnologias acessíveis para quem tem deficiência, como dispositivos de autenticação biométrica.
Na UE, o Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR, na sigla em inglês) aponta o quão importante é garantir que sistemas de dados pessoais (inclusive os de dados biométricos) respeitem a privacidade e a acessibilidade das pessoas.
Como está a acessibilidade digital no Brasil?
No Brasil, a acessibilidade no reconhecimento facial para pessoas com deficiência visual está presente em alguns serviços públicos e privados. O governo federal, por exemplo, permite, desde 2024, que usuários com deficiência visual acessem a verificação por biometria facial do aplicativo GOV.BR com auxílio de comandos de voz.
Segundo o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), a funcionalidade permite o acesso a mais de 4,2 mil serviços digitais do governo federal.
Conforme nota do MGI enviada ao Olhar Digital, o sistema vem sendo implementado desde o início de 2023. Além do comando de voz, os usuários podem utilizar a câmera traseira do celular, ampliando a quantidade de pessoas com dificuldade que podem fazer a validação facial.
O ministério também informou que ampliou o número de tentativas e tempo para cada validação via face para pessoas com deficiência com limitações registradas na Carteira de Identidade Nacional (CIN).
Outra tecnologia implantada permite que o sistema verifique se o rosto mostrado na câmera é mesmo de uma pessoa, de modo que mitiga o uso de fotos, vídeos ou máscaras. Ainda, reforça que as pessoas necessitadas peçam ajuda a “uma pessoa de confiança”.
“A transformação digital só será plena quando todos os brasileiros tiverem acesso às facilidades do GOV.BR. Trabalhamos para desenvolver esta nova funcionalidade pensando na inclusão dessas pessoas, nas formas que elas podem exercer a cidadania digital”, disse, em 2024, o secretário de Governo Digital, Rogério Mascarenhas.
Mascarenhas ainda citou as 6,5 milhões de pessoas que possuem dificuldade para enxergar, segundo a PNAD de 2022. “Este número demonstra a importância do comando por voz no aplicativo GOV.BR, queremos incluir essas pessoas no governo digital”, frisou.
O GOV.BR também possui serviços voltados para esse público, como emissão do Certificado da Pessoa com Deficiência, Solicitação para Auxílio-Inclusão à Pessoa com Deficiência, Solicitação de Benefício Assistencial à Pessoa com Deficiência (BPC/LOAS), e Solicitação de participação no Programa Segundo Tempo Paradesporto para pessoas com deficiência (PST).
Acessibilidade digital caminha, mas, na opinião de especialistas, pode melhorar (Imagem: baona jnr/Shutterstock)
No setor privado, uma empresa que trabalha com sistemas de segurança digital, a idwall, trouxe a acessibilidade para a captura biométrica de seu sistema. No caso, trata-se de instruções por voz durante a verificação. A companhia existe desde 2016 e é um dos principais players no setor.
Esse recurso da ferramenta, trabalhado pela companhia desde 2023, orienta a pessoa com deficiência visual de forma sonora para realizar a captura da face, avisando sobre o enquadramento, posicionamento e distância da face do usuário. Segundo a empresa, o processo conta com feedbacks em áudio para que a tarefa seja concluída como deve.
No processo, a empresa fez testes de acessibilidade com pessoas com deficiência visual e utilizou os dados obtidos para desenvolver a ferramenta. Para utilizá-la, basta habilitar as ferramentas de acessibilidade nativas do sistemas operacionais móveis, como o TalkBack no Android e o VoiceOver no iOS.
Assim como o governo federal, a idwall também usa sistemas para garantir que seja uma pessoa real que está utilizando o sistema, incluindo o uso de inteligência artificial (IA) para verificação em tempo real.
Uma das empresas atendidas pela idwall (mais de 350) que adotou o sistema de auxílio é a Bradesco Saúde, em 2025. “A ampliação dessa funcionalidade para pessoas cegas e com baixa visão é um importante avanço de inclusão e acessibilidade, em linha com a nossa busca contínua por proporcionar a melhor experiência aos nossos beneficiários”, disse Sylvio Vilardi, diretor da Bradesco Saúde.
Fernando Corrêa, CEO da Security First e especialista em segurança cibernética e governança corporativa, afirma que o sistema utilizado pelo GOV.BR e pela idwall é eficaz.
“São referências em Orquestração de Identidade. O GOV.BR é muito robusto por conta da integração cross-database com o TSE [Tribunal Superior Eleitoral] e o Denatran, o que dá uma confiabilidade de fonte única (Source of Truth) absurda. Já a idwall utiliza IA de ponta para o Background Check e validação de documentos (OCR + face match). A eficácia é alta porque eles tratam a jornada do usuário como um fluxo contínuo de verificação e não apenas um ponto isolado”, explana.
Alternativas
Um abaixo-assinado apresenta algumas outras possíveis soluções para pessoas com deficiência, especialmente as visuais, de modo que possam verificar seus dados com segurança, sem ser por meio da biometria facial.
As alternativas são reconhecimento de voz (já utilizado em alguns sistemas, como vimos acima), impressões digitais e reconhecimento de íris. O documento também defende que a possibilidade de combinar sistemas (como impressão digital e voz, ou biometria facial e digitais) é capaz de dar mais segurança e flexibilidade ao usuário.
Segundo Corrêa, o sistema de voz é bastante usado. “O sistema orienta o posicionamento do sensor por comandos de voz em tempo real (avisando se precisa subir mais o celular ou virar para o lado), garantindo que o enquadramento para o ‘match’ biométrico seja preciso sem depender da visão do usuário”, explica.
Pereira, presidente da ONCB, traz ideias para melhorar a assistência na hora de coletar a biometria facial: “acho que tem vários caminhos para resolver essa questão, como confirmação em duas etapas, no caso de ser pessoa com deficiência. Por e-mail e celular, enfim.”
“Ou até da pessoa, ao invés de fazer uma foto, gravar um vídeo. Nesse vídeo, a pessoa pode falar uma senha, uma palavra-passe, que o aplicativo dê para ela falar na hora. Por exemplo, você tem 15 segundos para repetir em voz alta, mostrando seu rosto, essa palavra-chave. Aí fazer uma triangulação: palavra-chave, mais rosto, mais ambiente, mais voz, e liberar”, opina.
Proteção
E a proteção desses dados é igual à dos demais. Mas as pessoas com deficiência visual podem tomar outras medidas para se protegerem sem depender necessariamente de alguém para verificar suas informações.
Corrêa explica que, entre essas medidas, estão as chaves de segurança FIDO2, que se assemelham a um pen drive.
“Para o deficiente visual, o ideal é não confiar apenas na biometria como fator único. A adoção de chaves físicas FIDO2 (como as Yubikeys) é excelente, pois elimina o erro humano e o phishing. Outra camada essencial é a ativação de notificações push sonoras para cada tentativa de handshake ou acesso. Se o sistema acusar um login em um dispositivo não reconhecido, o usuário é alertado imediatamente pelo leitor de tela e pode revogar o acesso”, pontua.
“No entanto, precisamos ter em mente que nenhum sistema de proteção é 100% seguro e, mesmo que seguro hoje, não há garantia de que estarão seguros no futuro“, frisa.
Você já assistiu a um filme ou série que usou inteligência artificial? Talvez sim e nem saiba.
O Eternauta, da Netflix, é um exemplo de produção que usou a tecnologia nos efeitos especiais. A cena em questão mostrou um prédio desabando em Buenos Aires, na Argentina. Segundo Ted Sarandos, copresidente-executivo do streaming, a IA permitiu que o ‘take’ fosse concluído 10 vezes mais rápido do que seria nos padrões tradicionais.
Já no Oscar do ano passado, duas situações foram emblemáticas. O Brutalista e Emilia Pérez, que competiram em diversas categorias da premiação, usaram a tecnologia para ajustar a voz dos protagonista, levantando debates sobre a própria performance dos atores.
Nesses casos, a IA serviu como apoio. Mas imagine uma cena, trilha sonora ou edição feita artificialmente. Vamos além: imagine um filme inteiro gerado por IA. Qual o resultado? De quem é a autoria? E como ficam os profissionais que, antes, seriam responsáveis por essas tarefas?
Essas foram questões debatidas no World AI Film Festival, que realizou sua primeira edição no Brasil nos dias 27 e 28 de fevereiro. O evento aconteceu na Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), em São Paulo, com debates sobre o uso da tecnologia na indústria audiovisual, impactos no mercado de trabalho e na criatividade.
O festival em si não é novo. O WAIFF nasceu na Riviera Francesa, criado por líderes da indústria audiovisual, e já reuniu mais de 1.500 trabalhos de 87 países diferentes. A ideia de realizar uma edição brasileira foi do produtor e publicitário Carlos ‘Cebola’ Guedes, que já teve passagens pela Piccolo Filmes e O2, e atualmente é sócio da Ultravioleta Filmes.
Ao Olhar Digital, Cebola contou que a vontade de trazer o evento para o Brasil surgiu quando a filha, estudante de animação na FAAP, estava desanimada com o curso por conta da inserção da tecnologia no mercado de trabalho. Ele resolveu pesquisar e encontrou muitos cursos de IA, mas poucos espaços de debate sobre o que estava acontecendo.
No Brasil, não achou nenhum. Então, resolveu negociar com os franceses e trazer o WAIFF para a capital paulista, onde nasceu e mora até hoje. A intenção é justamente criar um espaço de debate para que profissionais do setor, acadêmicos e jovens discutam os rumos da IA e como isso vai afetá-los.
Todo mundo está feliz e vivendo bem sem inteligência artificial. Ninguém pediu, mas ela surgiu e não vai embora. A gente tem que aprender a lidar com ela. Esse é o meu objetivo principal com esse evento.
Carlos ‘Cebola’ Guedes
WAIFF seguirá para França, Coreia do Sul, Japão, Argentina e Canadá (Imagem: WAIFF/Reprodução)
As palestras promoveram debates nessa linha. Em uma delas, “AI: de ameaça a oportunidades”, o cineasta Cássio Braga defendeu que a tecnologia cria um cenário mais democrático na produção audiovisual. Isso porque as ferramentas são mais acessíveis e permitem que pessoas com menos conhecimento técnico ou recursos financeiros coloquem a mão na massa – seja o resultado bom ou ruim.
Guedes também destacou essa vantagem: um criador que, antes, tinha uma boa ideia, mas não tinha os recursos para tirá-la do papel, agora consegue.
No geral, a inteligência artificial foi tratada como algo inevitável. Na mesa “IA e as grandes produções de cinema”, a cineasta Tata Amaral afirmou que a “IA é uma realidade que não conseguimos brigar” – e, por isso, devemos aprender a usá-la.
Amaral, no entanto, acredita no uso da tecnologia como um instrumento. Ela fez uma analogia: um cinzel (ferramenta com lâmina afiada, feita para cortar ou entalhar materiais duros) pode ser usado para esculpir ou para matar uma pessoa. A tecnologia funciona da mesma forma – está nas mãos do criador. Ela própria usará IA em seu próximo projeto, um filme sobre a bailarina Maria Baderna, para criar animações e cenários históricos.
No mesmo debate, Fabiano Gullane, produtor e sócio-diretor da Gullane Filmes, defendeu a IA como “elemento facilitador”. Para ele, a tecnologia já está presente em processos internos, como organização de planilhas, tradução e gestão de contratos, mas o setor ainda deve ter cuidado ao terceirizar atividades criativas.
“Não estamos abertos à negociação. Propriedade intelectual é do artista. Não podemos terceirizar a autoria para a IA”, afirmou.
Palestra “IA e as grandes produções do cinema” contou com a presença de Tata Amaral (esquerda) e Fabiano Gullane (direita), com mediação de Humberto Neiva (ao centro) [Imagem: Vitória Gomez/Olhar Digital]
Os riscos da IA na indústria audiovisual
Seja na fala dos convidados ou nas perguntas feitas pelo público, um tema foi recorrente: as preocupações com os riscos da inteligência artificial – principalmente no mercado de trabalho.
Não houve uma resposta conclusiva.
Cássio Braga acredita que tarefas técnicas e repetitivas estão mais expostas à automação, mas criadores com visões únicas e autorais tendem a sair fortalecidos.
Já Gullane citou a substituição de talentos humanos como um de seus receios em relação à inserção da IA no audiovisual. Ele fez uma lista, que também incluiu:
Plágio de roteiros por IA;
Autoria incerta;
Vazamento de ideias, dados de pessoas e exposição de materiais confidenciais;
Clonagem de obras;
Alteração no trabalho (como voz e performance) de intérpretes;
Cebola reforçou: ainda não sabemos quais empregos vão sumir e aparecer.
No geral, o consenso foi de que o futuro do mercado de trabalho é incerto diante da ascensão da IA.
Trecho do filme Midnight Serenate, que participou da mostra competitiva do WAIFF Brasil (Imagem: WAIFF/Reprodução)
Os filmes feitos por IA
O festival também promoveu uma mostra competitiva com produções geradas por IA, desde longas e curta-metragens até peças publicitárias. As obras evidenciaram as possibilidades da tecnologia, mas também suas limitações.
Enquanto algumas mostravam imagens realistas, parecidas com atores e cenários reais, com movimentos de câmera e roteiros elaborados, outras ainda tinham traços mais simplórios, trechos pixelados, falta de sincronia e movimentos robóticos.
Após os dois dias de evento, as obras integraram a competição em 11 categorias, incluindo Longa-Metragem, Série Vertical, Animação, Ação, Drama, Diretor Jovem e Diretora Mulher.
O grande vencedor, na categoria de Melhor Filme, foi Warped Memories, de Pedro Bayeux, que também levou Melhor Documentário. Agora, a produção compete na versão francesa do WAIFF, em Cannes.
WAIFF seguirá para mais capitais ao redor do mundo
Cebola avaliou a primeira edição do WAIFF Brasil como um sucesso, com elogios por parte do público. Marco Landi, ex-presidente da Apple e um dos fundadores do evento, foi um dos que destacou a importância de trazer o debate a solo brasileiro.
Mas Guedes quer ir além. Para ele, faltou integração com o público mais jovem, que ainda sofre com as angústias do mercado de trabalho. Além disso, São Paulo foi só o começo: ele quer levar o festival para mais cidades, como Rio de Janeiro, Porto Alegre e Recife.
Não quer deixar ele morrer. Quer ver se crio uma comunidade com criadores para discutir o assunto. Quero ver se consigo fazer algo para engajar os jovens.
Carlos ‘Cebola’ Guedes
Depois de São Paulo, o WAIFF vai para Seul, na Coreia do Sul, e Kyoto, no Japão. No encerramento da edição brasileira, a organização também anunciou uma versão na Argentina, em setembro, e uma em Vancouver, no Canadá.
A BYD, gigante global na fabricação de veículos elétricos, registrou uma queda de cerca de 36% nas vendas combinadas de janeiro e fevereiro de 2026, mesmo após ajuste para o impacto do feriado de Ano Novo Chinês, que ocorreu em meados de fevereiro. A retração indica que a liderança da empresa no mercado de elétricos da China está se estreitando, enquanto outras montadoras locais registraram crescimento nas vendas no mesmo período.
As vendas conjuntas de janeiro e fevereiro da Leapmotor alcançaram 60.126 unidades, representando um aumento de 19% em relação ao ano anterior. A Xiaomi vendeu mais de 59.000 unidades, um salto de 48% na comparação anual. Já a Nio e a Zeekr, da Geely, tiveram crescimento expressivo, com aumento aproximado de 77% e 84%, respectivamente. Por outro lado, a Xpeng apresentou a maior queda, com 35.267 entregas, uma redução de cerca de 42%, enquanto a Li Auto teve leve recuo de quase 4%, totalizando 54.089 unidades.
Marcas de veículos da Geely registraram crescimento expressivo (Imagem: Pavel Shlykov / Shutterstock.com)
Cenário competitivo e liderança da BYD
A redução da liderança da BYD indica um mercado chinês de veículos elétricos mais equilibrado, com ofertas concorrentes se tornando mais atraentes. Segundo Leon Cheng, chefe da área de mobilidade da consultoria YCP, “a liderança da BYD é real, mas está diminuindo. Uma reversão completa é improvável no curto prazo, mas a compressão da participação doméstica é a direção atual”. Entre 2024 e 2025, a empresa detinha cerca de 26% a 34% do mercado de veículos de nova energia, mas concorrentes como Geely e Leapmotor avançaram principalmente no segmento médio, foco principal da BYD.
Estratégias de mercado e exportações
Concorrentes chineses têm buscado agregar valor às suas ofertas mantendo preços competitivos, prática conhecida como involução. O SUV YU7 da Xiaomi foi o veículo de passageiros mais vendido na China em janeiro, superando o Tesla Model Y em mais que o dobro de unidades.
Veículo da Xiaomi superou o Tesla Model Y na China em mais que o dobro de unidades (Imagem: Divulgação/Xiaomi)
Para enfrentar a competição doméstica, a BYD tem ampliado sua atuação em mercados internacionais. Em fevereiro, pela primeira vez, as exportações da empresa superaram suas vendas internas. Cheng afirma que “as exportações são o amortecedor da BYD — vendas externas acima de 1 milhão de unidades em 2025 não podem ser igualadas por rivais puramente domésticos”.
No mercado interno, a empresa deve lançar novos produtos ainda em 2026, com destaque para novas baterias e recursos de assistência avançada ao motorista, seguindo estratégias anteriores que impulsionaram a demanda sem gerar guerra de preços.
Incentivos e desafios no mercado chinês
Apesar do crescimento de alguns concorrentes, o mercado chinês de elétricos enfrenta demanda mais lenta, parcialmente devido à reintrodução do imposto de compra de 5% sobre veículos de nova energia, anteriormente isentos da taxa de 10%. Segundo Abby Tu, analista da S&P Global Mobility, essa mudança representa um acréscimo significativo no custo para o consumidor e pode reduzir a demanda por novos veículos elétricos.
Algumas montadoras têm buscado estimular a procura interna com opções de financiamento atrativas, como empréstimos com juros reduzidos ou nulos por períodos prolongados, estratégia adotada por empresas como Tesla e Xiaomi.
Com a concorrência aumentando, a diferenciação se torna um desafio. Algumas montadoras buscam nichos em segmentos de luxo, enquanto a BYD tenta manter sua posição ajustando portfólio de produtos e explorando mercados externos, ao mesmo tempo em que prepara lançamentos domésticos para reforçar sua competitividade.
BYD aposta em ajustar o portfólio de produtos e explorar mercados externos para manter sua posição (Imagem: LewisTsePuiLung / iStock)
O cenário mostra um mercado de elétricos chinês em transformação, com disputas acirradas e estratégias variadas para capturar consumidores em um momento de crescimento desigual e ajuste de incentivos fiscais.
Os filmes que estreiam nos cinemas nesta semana vão desde clássicos reinventados até produções nacionais intimistas. O destaque fica para releituras de monstros icônicos e a aguardada versão estendida de um sucesso de Quentin Tarantino.
Da Chicago estilizada dos anos 1930 ao Japão profundo das tradições milenares, o público é convidado a uma viagem que atravessa fronteiras geográficas e temporais, unindo o peso de grandes astros de Hollywood a produções internacionais premiadas que trazem novas texturas para a telona. Mas se a ideia é um programa mais leve, a lista também traz animações e romances.
Filmes que chegam ao cinema nesta semana (26 de fevereiro)
Confira trailers e sinopses dos filmes que chegam às telonas nesta quinta-feira (26) no Brasil:
A Noiva!
Drama | Romance | Suspense | Terror | Ficção científica | Estados Unidos
Direção e roteiro: Maggie Gyllenhaal
Ambientado na Chicago dos anos 1930, o longa de Maggie Gyllenhaal traz uma releitura estilizada do clássico de terror. Na trama, Mary (Jessie Buckley) é uma mulher ligada ao mundo do crime que, após ser assassinada, é trazida de volta à vida pelo monstro de Frankenstein (Christian Bale). Com o auxílio da cientista Dr. Euphronius (Annete Bening), a protagonista renasce como a Noiva, mas logo subverte os desejos de seus criadores ao buscar vingança em meio a um romance explosivo e violento.
Kill Bill: The Whole Bloody Affair
Ação | Suspense | Estados Unidos
Direção e roteiro: Quentin Tarantino
Quentin Tarantino entrega sua visão original de quatro horas e meia ao reunir os dois volumes da saga num único épico. A trama foca na vingança implacável de Beatrix “Black Mamba” Kiddo (Uma Thurman), ex-assassina que sobrevive ao massacre de seu próprio casamento planejado por seu antigo mentor, Bill (David Carradine). Esta versão elimina as recapitulações de meio de filme e acrescenta sequências inéditas, consolidando a maratona de espadas e kung fu como um tributo definitivo ao cinema de artes marciais.
Cara de Um, Focinho de Outro
Animação | Aventura | Comédia | Estados Unidos
Direção: Daniel Chong | Roteiro: Daniel Chong e Jesse Andrews
A nova aposta da Pixar traz Mabel, estudante que utiliza uma tecnologia revolucionária para transferir sua mente para um castor robótico e explorar a vida selvagem de perto. O que começa como um estudo científico ganha tons de aventura quando ela precisa proteger seus novos amigos do prefeito Jerry, político hostil que planeja eliminar a fauna local para expandir a cidade. Entre descobertas e trapalhadas, a jovem incentiva os bichos a reagirem à invasão urbana, descobrindo que entender o outro, seja ele humano ou animal, exige muito mais do que apenas um disfarce tecnológico.
Push: No Limite do Medo
Drama | Suspense | Terror | Estados Unidos
Direção e roteiro: David Charbonier e Justin Powell
O filme coloca uma corretora de imóveis no centro de um pesadelo. Grávida de oito meses e ainda lidando com o luto pelo falecimento do noivo, Natalie Flores (Alicia Sanz) tenta retomar a carreira vendendo uma mansão de luxo que foi palco de um crime terrível. O que deveria ser um recomeço profissional vira uma luta desesperada pela sobrevivência quando um suposto cliente se revela um perseguidor implacável, forçando a protagonista a proteger a própria vida e a do bebê antes do parto.
Queens of the Dead
Comédia | Terror | Estados Unidos
Direção: Tina Romero | Roteiro: Tina Romero e Erin Judge
Unindo o “glitter” ao “gore”, a diretora apresenta uma comédia de terror ambientada no Brooklyn que resgata a mitologia criada por seu pai, George Romero. Em Queens of The Dead, um apocalipse zumbi interrompe abruptamente um show de drag queens, forçando grupos rivais de artistas e club kids a unirem forças contra os mortos-vivos. O longa utiliza o estilo “terrir” para equilibrar o humor e o banho de sangue numa sobrevivência nada convencional.
A Vida Secreta de Meus Três Homens
Ficção científica | Brasil
Direção e roteiro: Letícia Simões
A cineasta Letícia Simões usa a voz da atriz Nash Laila para repassar a própria identidade e as feridas do Brasil por meio de três figuras masculinas centrais. O longa resgata as histórias de Arnaud (Guga Patriota), avô que se juntou ao cangaço; Fernando (Giordano Castro), pai boêmio que colaborou com a ditadura militar; e Sebastião (Murilo Sampaio), padrinho e fotógrafo que silenciou sua homossexualidade. Com uma abordagem minimalista e teatral, o filme confronta o passado familiar com as estruturas de violência que moldaram o país.
De Volta à Bahia
Drama | Romance | Brasil
Direção: Eliezer Lipnik e Joana di Carso | Roteiro: Joana di Carso
Esporte e romance ditam o ritmo da história protagonizada por Maya (Barbara França) e Pedro (Lucca Picon). Após um resgate no mar que viraliza na internet, os surfistas descobrem que compartilham o mesmo mentor, o treinador PH (Felipe Roque). E passam a se preparar juntos para um campeonato decisivo em Salvador. Entre as ondas e a rotina de treinos, o casal inicia um relacionamento enquanto tenta superar crises domésticas e as incertezas de suas trajetórias pessoais.
Hey Joe
Drama | Itália
Direção: Claudio Giovannesi | Roteiro: Claudio Giovannesi e Maurizio Braucci
Pouco mais de 20 anos após o fim da Segunda Guerra Mundial, o veterano Dean (James Franco) decide retornar a Nápoles para enfrentar as consequências de um romance de juventude. Tendo deixado a namorada grávida e desamparada ao fim do conflito, ele tenta agora recuperar o tempo perdido com o filho que nunca conheceu. No entanto, o reencontro nos anos 1970 é marcado pelo choque: o filho foi criado por um chefe do crime organizado e não demonstra o menor interesse em criar laços com o pai “estrangeiro” que o abandonou.
Kokuho – O Preço da Perfeição
Drama | Japão
Direção: Sang-il Lee | Roteiro: Satoko Okudera
Maior sucesso de bilheteria do cinema japonês (fora o circuito de animes), o longa de três horas mergulha na tradição do teatro kabuki por meio da vida de Kikuo Tachibana (Ryô Yoshizawa). Após testemunhar o assassinato do pai, um chefe da Yakuza, o jovem abandona o crime para se tornar aprendiz do mestre Hanai Hanjiro (Ken Watanabe). Ao lado de Shunsuke (Ryusei Yokohama), filho biológico do mentor, ele se especializa em interpretar papéis femininos, os chamados “onnagata”, construindo uma carreira marcada por uma rivalidade artística que atravessa décadas entre palcos, escândalos e a busca obsessiva pela perfeição.
Minha Querida Família
Comédia | Drama | França
Direção: Isild Le Besco | Roteiro: Isild Le Besco e Steven Mitz
A ex-diva da ópera Queen (Marisa Berenson) é o centro das atenções do filme, que retrata uma reunião familiar explosiva. Enquanto Estelle (Élodie Bouchez) tenta se refugiar de um casamento abusivo na casa da mãe, o clima de suposta união é atropelado pelas neuroses dos irmãos Janet (Jeanne Balibar), Manon (Isild Le Besco) e Jean-Luc (Elie Semoun). A instabilidade chega ao limite com o aparecimento de Marc (Axel Granberger), o filho preferido que ressurge após duas décadas carregando as cinzas do pai e uma revelação que coloca em xeque o passado de todo o clã.
Bebê da Mamãe
Drama | Suspense | Alemanha, Áustria e Suíça
Direção: Johanna Moder | Roteiro: Johanna Moder e Arne Kohlweyer
Misturando suspense, paranoia e pitadas de comédia, a produção alemã aborda as complexidades da depressão pós-parto. A trama acompanha Julia (Marie Leuenberger), maestra que, junto do marido Georg (Hans Löw), recorre a um tratamento experimental do especialista Dr. Vilfort (Claes Bang) para conseguir engravidar. Após um parto tenso no qual o recém-nascido é isolado para supostos exames, Julia retorna para casa incapaz de se conectar com o bebê, alimentando a desconfiança de que a criança foi trocada pela clínica ou algo pior.
Um relatório do Comitê Seleto sobre o Partido Comunista Chinês da Câmara dos Representantes dos EUA aponta que a Chinaopera ou possui acesso a várias instalações espaciais na América Latina com potencial militar. E o Brasil está na lista.
O documento cita a “Estação Terrestre de Tucano“, apresentada, da mesma forma que as demais citadas, como projeto civil e científico. Contudo, congressistas estadunidenses a veem com capacidade de uso duplo, ou seja, também podendo servir ao exército chinês.
Explicações
Com a exposição do relatório, o Ministério da Defesa foi convocado para dar explicações à Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) sobre o que seria a Estação Terrestre de Tucano.
Nesta terça-feira (3), o CREDN aprovou requerimento de informação destinado à Defesa, de autoria do presidente do Colegiado, Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL/SP);
Segundo o presidente, “o relatório do Comitê Seletivo do Congresso dos EUA sobre Competição Estratégica entre os EUA e o Partido Comunista Chinês analisa como a República Popular da China está expandindo sua infraestrutura espacial na América Latina, usando projetos civis e comerciais como fachada para fortalecer a Consciência de Domínio Espacial (CDE) do Exército de Libertação Popular”;
“Considerando as implicações sensíveis que o tema acarreta para a segurança do Estado e a integridade do território nacional, impõe-se o pleno esclarecimento dos fatos pelo Ministério da Defesa”, prosseguiu.
Estação Terrestre de Tucano e relatório dos EUA
No relatório, são apontadas 11 instalações ligadas à China no Brasil, Argentina, Venezuela, Bolívia, Chile e outros. Tucano foi estabelecida em acordo realizado em 2020 como um projeto entre a startup brasileira Ayla Nanossatélites e a chinesa Beijing Tianlian Space Technology.
Não se sabe a localização exata da estação, apenas que se encontra na região de Salvador (BA). No relatório estadunidense, é descrito o laboratório conjunto de radioastronomia em Serra do Urubu, concebido em 2025 após acordo entre Instituto de Pesquisa em Comunicação de Redes de Ciência e Tecnologia Elétrica da China (CESTNCRI) e universidades federais de Campina Grande (UFCG) e Paraíba (UFPB).
A Beijing Tianlian é vinculada à Academia Chinesa de Tecnologia Espacial e à China Aerospace Science and Technology Corporation, do governo. Ambas são chaves do programa espacial da China.
Além disso, a falta de informações concisas sobre o uso da estação preocupa os congressistas, que apontam risco de uso para fins militares. Na documentação oficial, o que a estação faz é apoiar satélites de observação da Terra e comunicações espaciais.
O relatório indica que a Beijing Tianlian fornece comunicações de voz e dados entre satélites e o planeta, inclusive para missões tripuladas e satélites desenvolvidos para reconhecimentos. A Alya declarou que a estação daria suporte à constelação de satélites comerciais Alya-1, que observa a Terra.
Os congressistas estadunidenses dão conta de que o acordo entre as empresas prevê troca e armazenamento de dados operacionais por meio de suas redes de antenas interligadas. Eles entendem que essa conexão aumentaria a cobertura de órbitas polares e equatoriais e, por consequência, a capacidade de rastreamento de satélites.
Os parlamentares entendem, ainda, que essa combinação é capaz de aprimorar a “consciência situacional espacial”, o que envolve monitoramento e rastreamento de objetos espaciais.
Dessa forma, diz o documento, seria possível contribuir para inteligência militar, orientação de mísseis e acompanhamento de ativos estrangeiros. Além disso, há uma citação a uma parceria entre Alya e o Departamento de Ciência e Tecnologia da Força Aérea Brasileira (FAB) como apoio à Tucano.
Assim sendo, o comitê entende que essa ligação é uma integração sensível entre a estação em si e estruturas de defesa do Brasil. Ele recomenda que o governo dos EUA reavalie sua cooperação espacial com países que detenham infraestrutura da China e limite a expansão dessas estruturas no hemisfério ocidental.
O relatório aponta ainda que bases, como Tucano, podem aumentar a capacidade chinesa de vigilância e possível interferência em sistemas espaciais de nações consideradas adversárias por Pequim.
Humberto Barbosa, coordenador do Laboratório de Processamento de Imagens de Satélite (Lapis) da Universidade Federal de Alagoas, diminuiu a importância do relatório. “Está muito claro hoje que, pelo nível de desenvolvimento tecnológico que esses dois países [Estados Unidos e China] alcançaram, não há qualquer necessidade de uma base fixa localizada em uma área extremamente fácil de ser rastreada e de fácil espionagem“, afirmou ao UOL.
“Não imagino um chinês colocando sua tecnologia, principalmente na área militar e com equipamentos sofisticados, em uma área tão vulnerável como o Brasil. Isso é uma piada, não dá nem para levar a sério e mostra o nível de um grupo muito específico nos Estados Unidos que ainda traz esse tipo de discussão”, prosseguiu.
Apesar da preocupação estadunidense, não há provas públicas de uso militar dessa base. Inclusive, o próprio texto admite que as instalações são apresentadas como civis e comerciais e que as suspeitas são originárias da análise de capacidades técnicas e vínculos institucionais com a área espacial da China, operada com políticas de integração civil-militar.
Mapa com indicação da localização das supostas bases militares chinesas (Imagem: Reprodução/The Select Committee on the Chinese Communist Party)
A Alya Space alegou, em nota, que atua junto à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e à União Internacional de Telecomunicações (UIT) e nega ter envolvimento com atividades militares ou de vigilância estratégica. Lembrou, ainda, que sua atuação é inteiramente civil e alinhada à Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU).
Leia a nota na íntegra:
A Alya Space é uma empresa brasileira do setor espacial, sediada em Salvador (BA) e fundada no final de 2019, dedicada ao desenvolvimento de soluções espaciais sustentáveis voltadas ao monitoramento ambiental, análise territorial e apoio à tomada de decisão estratégica por meio do uso responsável da tecnologia espacial.
A empresa está desenvolvendo uma constelação e possui as licenças de operação expedidas pela UIT (União das Nações para telecomunicações – Genebra) para o lançamento de 216 satélites em órbita baixa da Terra, destinada à geração de imagens de alta resolução e dados analíticos aplicados a áreas como agricultura sustentável, resiliência climática, energia e gestão ambiental.
Atualmente, suas atividades concentram-se em pesquisa e desenvolvimento (P&D) e provas de conceito tecnológicas, etapa necessária à construção segura e estruturada de um projeto espacial de longo prazo, com operação comercial ativa prevista para 2027.
A conformidade regulatória é um dos pilares centrais da Alya Space. A empresa conduz seus processos em estrita observância às legislações brasileiras e internacionais aplicáveis, atuando junto à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para licenciamento de radiofrequências e coordenação internacional junto à União Internacional de Telecomunicações (UIT), onde obteve o status de operadora de satélites e autorização para uso orbital de sua constelação, seguindo rigorosamente as normas vigentes em todas as etapas do projeto.
Como parte de sua estratégia, a Alya Space participa de iniciativas internacionais voltadas ao uso sustentável do espaço e à cooperação tecnológica global, alinhando suas atividades à Agenda 2030 das Nações Unidas, especialmente ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável nº 17, que promove parcerias internacionais para o desenvolvimento sustentável.As interpretações que associam a empresa a atividades secretas de vigilância estratégica ou aplicações militares não refletem sua atuação. A Alya Space opera sob princípios estritamente civis, comerciais e alinhados às legislações nacionais e internacionais aplicáveis.
A empresa permanece à disposição das autoridades, parceiros institucionais e da sociedade para quaisquer esclarecimentos adicionais, reiterando que todas as suas atividades são conduzidas dentro dos marcos legais vigentes e orientadas ao desenvolvimento sustentável da economia espacial e ao benefício coletivo da humanidade.
Alya Space, em nota
O Olhar Digital entrou em contato com o Ministério das Relações Exteriores (por conta de se tratar de um assunto que envolve atores estrangeiros), com o Ministério da Defesa (responsável pela FAB e chamado pela CREDN para dar explicações) e com o Ministério da Ciência, Tenologia e Inovações (que cuida do programa espacial brasileiro). Assim que obtivermos um retorno, atualizaremos esta reportagem.
Saber se uma música foi criada por um humano ou por inteligência artificial está prestes a ficar mais simples. A partir desta quarta-feira (4), o Apple Music começou a implementar “etiquetas de transparência” para identificar conteúdos gerados ou assistidos por IA, ajudando o usuário a distinguir produções sintéticas no catálogo.
Como funciona o novo recurso de IA do Apple Music
A novidade foca nos metadados, as informações “invisíveis” que acompanham cada arquivo, como nome do artista e gênero. Segundo o site Music Business Worldwide, a Apple enviou um comunicado a parceiros da indústria explicando que as gravadoras e distribuidores agora podem marcar campos específicos durante o upload.
Essas etiquetas permitem identificar o uso de IA em quatro frentes distintas:
Arte de capa: se a imagem do álbum foi gerada por ferramentas como Midjourney ou DALL-E.
Faixa (áudio): se a melodia ou os instrumentos foram criados sinteticamente.
Composição: se a letra da música contou com auxílio de IA (como o ChatGPT).
Videoclipe: se o conteúdo visual utiliza tecnologias generativas.
O objetivo é trazer clareza para o ecossistema de streaming, atendendo a uma demanda crescente dos ouvintes por autenticidade.
Quem pode usar a transparência de IA
No momento, a funcionalidade está disponível para gravadoras, distribuidores e parceiros do Apple Music que utilizam as ferramentas de envio da plataforma, segundo o Techcrunch.
A Apple segue uma tendência de mercado também adotada pelo Spotify, que aposta na sinalização manual feita pelos selos musicais. Outras plataformas, como a Deezer, tentam criar ferramentas de detecção automática via software, embora a precisão absoluta ainda seja um desafio tecnológico.
Como ativar as etiquetas de transparência
Para o usuário final, não é necessário ativar nenhuma configuração no aplicativo. As informações de IA começarão a aparecer gradualmente conforme os novos lançamentos forem processados pelas gravadoras com os novos metadados.
Como a mudança ocorre no processamento dos arquivos nos servidores da Apple, você não precisa atualizar o aplicativo na App Store ou Play Store para começar a visualizar essas marcações no futuro. No entanto, vale ressaltar que o sistema depende da honestidade das distribuidoras, já que a marcação, por enquanto, é opcional e manual por parte de quem faz o upload da música.
Muitos fãs de animação japonesa sentem que os animes de antigamente possuíam uma alma e criatividade que parecem escassas nas produções contemporâneas. Atualmente, a indústria prioriza fórmulas comerciais seguras em vez de experimentações artísticas arriscadas. Entender essa mudança ajuda a explicar por que a sensação de repetição domina os lançamentos sazonais de hoje.
Por que os animes de antigamente eram tão únicos?
De acordo com um artigo publicado pelo Screen Rant, a saturação de clichês como o gênero Isekai transformou a narrativa moderna em algo mecânico. Antigamente, os diretores desfrutavam de uma liberdade criativa maior para conceber universos do zero, sem a necessidade de atender a algoritmos rigorosos de plataformas de streaming.
Essa independência resultou em clássicos atemporais que não seguiam um guia de marketing pré-definido, focando puramente na visão autoral e na qualidade técnica da animação feita à mão. A ausência de uma fórmula de sucesso garantida permitia que obras bizarras e experimentais chegassem ao grande público com facilidade.
🚀 Era de Ouro (80s/90s): Foco em experimentação visual e roteiros originais e complexos.
📈 Transição (2000s/2010s): Início da padronização digital e ascensão das adaptações de Light Novels.
🔄 Saturação (Hoje): Produção em massa focada em lucros rápidos e fórmulas repetitivas.
Qual o impacto da saturação do gênero Isekai na indústria?
O fenômeno Isekai saturou as grades de programação com protagonistas excessivamente poderosos e sistemas de progressão baseados em RPGs genéricos. O que começou como uma subversão interessante do gênero de fantasia tornou-se a “zona de conforto” absoluta para os grandes estúdios de animação japonesa.
Essa tendência impede que novos gêneros e abordagens ganhem o financiamento necessário, visto que o capital é direcionado para aquilo que já possui um público fiel e garantido. A repetição exaustiva dos mesmos tropos cria um ciclo onde a inovação é vista como um risco financeiro desnecessário para os comitês de produção.
Protagonistas “Overpowered” sem desenvolvimento real.
Falta de riscos narrativos e consequências graves.
Estética visual padronizada para acelerar a produção.
Dependência excessiva de adaptações de obras populares.
A tendência impede que novos gêneros e abordagens ganhem o financiamento necessário – Créditos: White Fox / Crunchyroll
Como a produção de animes de antigamente se compara com a atual?
A disparidade de volume é impressionante, com o mercado produzindo hoje quase dez vezes mais conteúdo do que nas décadas passadas para alimentar o streaming global. Contudo, esse aumento quantitativo frequentemente sacrifica a profundidade temática em favor de um ciclo de consumo rápido e descartável.
Enquanto no passado cada série era tratada como um evento artístico singular, hoje muitas produções são vistas apenas como material de preenchimento de catálogo. A comparação entre os animes de antigamente e os atuais revela um abismo na dedicação aos detalhes e na paciência narrativa necessária para construir épicos.
Aspecto
Era Clássica
Era Atual
Técnica
Animação Cel (Manual)
Digital e CGI
Risco Artístico
Muito Alto
Muito Baixo
Narrativa
Original e Filosófica
Fórmulas e Clichês
Por que a pressão por lucro limita a criatividade hoje?
O custo de produção de um episódio moderno é astronômico, forçando os comitês de decisão a serem extremamente conservadores em suas escolhas editoriais. Eles preferem adaptar mangás que já provaram sucesso comercial, evitando o desenvolvimento de conceitos novos que possam falhar nas audiências globais.
Ao contrário do que víamos em estúdios pioneiros como o Madhouse, que apostavam em projetos autorais de vanguarda, o mercado contemporâneo exige retorno imediato. Essa necessidade de monetização rápida através de merchandising e jogos mobile acaba ditando o ritmo e o tom de quase todas as histórias que chegam às telas.
É possível recuperar a originalidade nas produções japonesas?
Ainda existem lampejos de genialidade em estúdios que buscam o nicho da alta qualidade artística, como o estúdio MAPPA ou o Wit Studio em projetos selecionados. A chave para a mudança reside no apoio do público a obras que desafiam as convenções e subvertem as expectativas comerciais de sempre.
Para que a indústria floresça novamente com a criatividade do passado, é preciso um equilíbrio saudável entre a sustentabilidade financeira e a liberdade criativa. Somente permitindo que os criadores voltem a arriscar em conceitos únicos é que veremos uma nova era tão icônica quanto as décadas anteriores.
O X/Twitter iniciou a fase de testes externos do seu serviço de pagamentos, o X Money,nesta semana. Para distribuir os primeiros convites, a empresa organizou um leilão beneficente em parceria com o ator William Shatner, famoso pela franquia Star Trek.
A iniciativa libera o acesso à ferramenta que, até então, era testada apenas por funcionários da própria rede social. O lançamento é um passo para o plano de Elon Musk de transformar a plataforma num “aplicativo para tudo“. A visão do bilionário é reunir finanças, mensagens e vídeos num só lugar.
X Money oferece cartão de metal e rendimento sobre dinheiro guardado
O sistema funciona com abas para organizar a conta, os prêmios e o histórico de uso. Por meio desses menus, os usuários podem depositar, enviar dinheiro para outras pessoas ou cobrar.
Existe a opção de configurar o depósito direto para que o dinheiro parado renda juros de até 6% ao ano. Esse rendimento é identificado pela sigla APY, termo técnico para lucro acumulado entregue a uma conta ao longo de 12 meses (em português, geralmente é o Rendimento Percentual Anual).
Os primeiros escolhidos para o teste receberão um cartão de débito feito de metal com o seu próprio nome de usuário do X. Os pagamentos são processados pela rede Visa, que garante a tecnologia para a transferência de valores entre os usuários.
Embora o X/Twitter não seja um banco, o dinheiro dos clientes fica guardado no Cross River Bank, que possui seguro do governo dos Estados Unidos (FDIC) para valores de até US$ 250 mil. A empresa já obteve licenças para operar como transmissora de dinheiro em mais de 40 estados norte-americanos.
Musk planeja que o serviço seja liberado para todo o mundo em cerca de dois meses. O objetivo do X Money é competir diretamente com outros aplicativos financeiros já consolidados, como o PayPal.
Ontem (03), a gigante de tecnologia Google anunciou em seu blog o novo modelo de inteligência artificial da marca: o Gemini 3.1 Flash-Lite, divulgado como o mais rápido e eficiente dentre a família Gemini 3.
Segundo a própria empresa, a novidade é superior ao modelo Gemini Flash 2.5, é até 25% mais rápida, e apresenta níveis significativos de “processamentos dinâmicos para se adequar à complexidade da tarefa“. O anúncio também foi divulgado em um tuíte na página oficial da empresa no X.
Developers can now preview Gemini 3.1 Flash-Lite, our fastest and most cost-efficient Gemini 3 series model yet.
With a 45% increase in output speed, it outperforms 2.5 Flash and features dynamic thinking levels to match task complexity.
No X, o Google informou aos seguidores que é possível acessar previamente o Gemini 3.1 Flash-Lite e testá-lo via Google AI Studio ou pelo Vertex AI.
Enquanto o Google AI Studio concentra-se como uma ferramenta web destinada a desenvolvedores e pesquisadores de IA, a Vertex auxilia usuários a customizar modelos de IA com seus próprios dados e recursos de segurança.
A empresa declara o seguinte:
O 3.1 Flash-Lite consegue lidar com tarefas em grande escala, como tradução de alto volume e moderação de conteúdo, onde o custo é uma prioridade. E também consegue lidar com cargas de trabalho mais complexas que exigem raciocínio mais aprofundado, como geração de interfaces de usuário e painéis, criação de simulações ou execução de instruções.
— Google em seu anúncio de lançamento via blog
Huma interagindo com inteligência artificial (Imagem: Summit Art Creations/Shutterstock)
Outro fator compartilhado pela equipe de desenvolvedores é o valor médio para utilização do produto: os usuários só pagam US$ 0,25 a cada 1 milhão de tokens de entrada. Ou seja, na soma de todos os prompts enviados, você paga 25 centavos de dólar a cada 1 milhão de tokens. Já para os tokens de saída, gerados pelas respostas, o valor sobe para US$ 1,50.
Esses valores do novo Gemini 3.1 Flash‑Lite são mais baratos que os modelos anteriores (como o Gemini 2.5) porque foi otimizado para usar menos recursos computacionais sem perder qualidade, cobrando menos por cada milhão de tokens processados: você paga apenas US$ 0,25 pelos tokens que envia e US$ 1,50 pelos tokens que o modelo gera, enquanto ainda mantém respostas rápidas e precisas, tornando-o ideal para aplicações que precisam de alta frequência de interações em tempo real.
O chatbot ainda dá aos usuários “o controle e a flexibilidade para selecionar o quanto o modelo ‘pensa’ para uma tarefa, o que é essencial para gerenciar cargas de trabalho de alta frequência.”
O Gemini 3.1 Flash‑Lite demonstra o esforço do Google em oferecer modelos de IA eficientes, porém, mais baratos, ao reduzir os custos por token processado e acelerar o tempo de resposta.
Com recursos de processamento dinâmico, ele permite que desenvolvedores ajustem o nível de raciocínio do modelo conforme a complexidade da tarefa, tornando-o adequado tanto para aplicações simples quanto para fluxos de trabalho de alta frequência.
Nesta quarta-feira (4), a Keeta, app de delivery do grupo chinês Meituan e que desembarcou há pouco no Brasil, realizou cortes de funcionários no Rio de Janeiro (RJ) pouco depois de anunciar o adiamento de sua estreia na cidade carioca.
As demissões foram confirmadas pela empresa. Contudo, alega que são poucas em relação ao total. Ainda diz que os postos de trabalho serão mantidos, mas passarão a integrar a equipe do Estado de São Paulo. Na região paulista, a Keeta atua desde o fim de 2025.
Keeta culpa contratos de exclusividade
Na semana passada, ao anunciar o adiamento do lançamento no Rio, a companhia colocou a culpa em contratos de exclusividade existentes entre restaurantes e seus concorrentes, o iFood e o 99Food;
Isso, segundo a Keeta, inviabilizou a operação em solo carioca;
O CEO da empresa, Tony Qiu, disse, à Folha de S.Paulo, que reportaria a situação ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
Em nota publicada nesta quarta-feira (4), ao confirmar as demissões, a Keeta voltou a bater na mesma tecla. “Cláusulas de exclusividade colocam em risco a livre concorrência no Brasil, não apenas no setor de delivery, mas também em diferentes indústrias, retirando a liberdade de escolha e restringindo oportunidades de geração de renda para os participantes do mercado, incluindo consumidores e parceiros comerciais”, apontou.
Por sua vez, o iFood questiona o posicionamento da concorrente. “Nos causa estranheza que os contratos de exclusividade estejam impactando uma determinada plataforma, sem atingir outros concorrentes que seguem investindo na cidade e expandindo suas operações”, pontuou, também em nota.
Keeta culpa concorrentes 99Food e iFood e seus contratos de exclusividade (Imagem: Divulgação/99Food/Keeta)
Contudo, a Keeta não adiou suas operações somente no Rio de Janeiro. A empresa optou por se manter em São Paulo antes de seguir para outras regiões para ajustar as questões regulatórias, incluindo “resolver questões estruturais que inibem a concorrência saudável no segmento de delivery brasileiro”.
Apesar das mudanças, a chinesa manteve o plano anunciado no ano passado, que envolve investir R$ 5,6 bilhões no Brasil ao longo de cinco anos.
Meituan em baixa
Na terça-feira (3), a Meituan, empresa que controla a Keeta, viu sua nota de crédito ser rebaixada de A- para BBB+ pela agência de classificação de risco S&P Global.
Uma das razões principais é a concorrência com o Alibaba na China, mas, também, o “pé no freio” no Brasil. “Acreditamos que ela limitará a escala e o ritmo de entrada no Brasil até que seu negócio de entrega de alimentos na China se estabilize”, explica.
A recente polêmica envolvendo a OpenAI e o uso de inteligência artificial pelo Departamento de Defesa dos EUA provocou uma debandada de usuários para o Claude. O chatbot da Anthropic saltou para o topo dos apps mais baixados após a empresa se recusar a permitir o uso de seus modelos para vigilância em massa. Se você também quer fazer a troca sem perder suas personalizações, o processo de migração é simples e protege suas informações.
Por que os usuários estão trocando o ChatGPT pelo Claude?
A mudança no cenário das IAs ganhou força após o governo dos EUA designar a Anthropic como uma “ameaça à cadeia de suprimentos”, enquanto a OpenAI fechou acordos militares. De acordo com o Techcrunch, isso gerou um debate ético sobre privacidade, levando a um recorde de inscrições no Claude, que viu sua base de usuários pagos dobrar este ano.
Para quem decide migrar, o maior desafio é não perder o “treinamento” que a IA recebeu ao longo de meses de uso. Felizmente, é possível exportar suas memórias e levá-las para a nova casa.
Como exportar seus dados e memórias do ChatGPT
Antes de dar adeus à OpenAI, você deve garantir que suas preferências e instruções personalizadas não sejam apagadas.
Acesse as Configurações: No ChatGPT, clique no seu perfil e vá em “Configurações“.
Gerencie a Memória: Entre em “Personalização” e selecione “Memória”. Clique em “Gerenciar” para revisar o que a IA sabe sobre você.
Copie as informações: Copie o texto das memórias mais relevantes para um documento externo.
Exporte o histórico completo: Em “Controle de Dados“, selecione “Exportar Dados”. O sistema enviará um arquivo JSON ou texto para o seu e-mail com todas as suas conversas antigas.
Passo a passo para importar dados e configurar o Claude
Com os dados em mãos, o próximo passo é “ensinar” o Claude a ser o seu novo assistente pessoal.
Ative a função Memória: no Claude, vá em “Configurações” > “Capacidades” e certifique-se de que a opção Memória está ativada.
Faça a importação: depois, toque no botão “Iniciar importação”. Você deverá copiar o prompt preparado pela IA (deixe em inglês mesmo) e colar em uma nova conversa.
Cole a resposta da conversa com o chatbot na janela de importação do passo anterior. Por fim, selecione “Adicionar à memória”.
Verifique a gravação: pergunte ao Claude o que ele sabe sobre você para confirmar se os dados foram salvos corretamente.
Como excluir permanentemente sua conta no ChatGPT
Para encerrar o vínculo com a OpenAI e garantir que seus dados não continuem nos servidores, não basta apenas cancelar a assinatura Plus.
Limpe a memória: vá em Configurações > Personalização > Memória e apague todos os registros.
Comando final: no chat, digite “Exclua toda a minha memória e dados personalizados”.
Delete a conta: vá até a aba de gerenciamento de conta e selecione a opção de exclusão permanente.
Lembre-se: este processo é irreversível e removerá todos os seus acessos aos modelos GPT.
A SpaceX realizou neste sábado (21) dois novos lançamentos da sua constelação de internet via satélite Starlink e estabeleceu um novo recorde de reutilização de foguetes. A segunda missão do dia marcou o 33º voo de um mesmo primeiro estágio do Falcon 9, ampliando a marca anterior da empresa.
Os lançamentos ocorreram a partir de bases na Califórnia e na Flórida, colocaram 53 satélites em órbita e reforçaram a estratégia da companhia de reduzir custos com a reutilização de estágios. As missões corresponderam ao 21º e 22º voos do Falcon 9 em 2026.
Segundo lançamento do sábado (22) colocou 28 satélites da Starlink em órbita e bateu recorde de reutilizações (Imagem: Reprodução / SpaceX)
Dois lançamentos no mesmo dia
O primeiro lançamento aconteceu às 4h04 (horário da Costa Leste dos EUA, 09h04 GMT), a partir do complexo Space Launch Complex 4 East (SLC-4E), na Base da Força Espacial de Vandenberg, na Califórnia. O foguete transportou 25 satélites Starlink (Grupo 17-25).
O primeiro estágio utilizado foi o booster B1063, que completou seu 31º voo. Após a separação, ele pousou com sucesso na embarcação autônoma “Of Course I Still Love You”, posicionada no Oceano Pacífico.
Horas depois, às 22h47 (horário da Costa Leste, 03h47 GMT de 22 de fevereiro), outro Falcon 9 decolou do Space Launch Complex 40 (SLC-40), na Estação da Força Espacial de Cabo Canaveral, na Flórida. A missão levou 28 satélites (Starlink Group 6-104) ao espaço.
O destaque foi o primeiro estágio B1067, que realizou seu 33º voo, estabelecendo um novo recorde de reutilização para a empresa. Esse estágio pousou na embarcação “A Shortfall of Gravitas”, no Oceano Atlântico.
Primeiro estágio B1067 atingiu recorde de reutilizações, chegando a seu 33º voo (Imagem: Michael Vi / Shutterstock.com)
O que é o primeiro estágio de um foguete?
O primeiro estágio de um foguete é a parte inferior do veículo, responsável por fornecer o impulso inicial no momento do lançamento. Ele concentra os motores principais e a maior parte do combustível usado para tirar o foguete do solo e atravessar as camadas mais densas da atmosfera.
Após consumir o combustível, esse estágio se separa do restante do foguete, que segue viagem com os estágios superiores até a órbita ou destino final. Em foguetes como o Falcon 9, da SpaceX, o primeiro estágio é projetado para retornar à Terra e pousar de forma controlada, permitindo reutilização em missões futuras.
Em termos práticos, é ele que faz o “trabalho pesado” do lançamento. Já os estágios seguintes assumem a função de acelerar a carga útil, como satélites, até a velocidade necessária para permanecer em órbita.
Expansão da constelação Starlink
Ambos os lançamentos atingiram a órbita com sucesso. Com a adição das 53 novas unidades, a constelação da Starlink ultrapassou 9.700 satélites ativos de internet banda larga em operação. A empresa mantém uma cadência elevada de lançamentos ao longo do ano, com as duas missões de sábado representando os voos de número 21 e 22 do Falcon 9 em 2026.
(Imagem: Juan Alejandro Bernal/Shutterstock)
A reutilização frequente dos primeiros estágios tem sido um dos pilares da estratégia da companhia, permitindo múltiplas viagens ao espaço com o mesmo hardware e ampliando o ritmo de expansão da rede orbital.