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Apple Wallet cumpre finalmente promessa e lança a funcionalidade mais pedida pelos utilizadores

25 de Abril de 2026, 23:47

A Apple está transformando o iPhone em uma carteira universal definitiva com a chegada de novos recursos baseados em inteligência artificial. Com o uso da Apple Wallet Inteligência Artificial, usuários poderão digitalizar cartões físicos de academia ou bibliotecas apenas com a câmera. Essa funcionalidade promete eliminar de vez a necessidade de carregar plásticos extras no dia a dia.

Como a Apple Wallet Inteligência Artificial vai digitalizar cartões físicos?

De acordo com um vazamento de código reportado pelo MacObserver, a nova funcionalidade utilizará modelos avançados de visão computacional para identificar e extrair dados de cartões não-bancários. O sistema será capaz de reconhecer códigos de barras, números de identificação e logotipos para gerar um passe digital compatível com o ecossistema iOS.

O processo foi desenhado para ser intuitivo, removendo a fricção de ter que baixar aplicativos específicos para cada estabelecimento que o usuário frequenta. Ao capturar a imagem, o sistema organiza as informações de forma estruturada, permitindo que o cartão seja usado via NFC ou exibição de QR Code diretamente na tela do dispositivo.

📸 Captura Instantânea: O usuário tira uma foto do cartão físico usando o app Wallet.

🧠 Processamento Neural: A IA processa as informações e cria um layout digitalizado.

💳 Carteira Pronta: O novo cartão aparece na Apple Wallet pronto para uso imediato.

Quais são os benefícios dessa nova tecnologia para o usuário?

A principal vantagem reside na centralização de documentos e passes em um único ambiente seguro, reduzindo drasticamente o volume físico transportado pelo usuário. Além de facilitar a organização, a digitalização permite que cartões de fidelidade e de serviços locais, que antes não tinham suporte oficial, passem a fazer parte da rotina digital.

Outro ponto relevante é a acessibilidade aprimorada, já que os cartões digitais podem ser sincronizados com o Apple Watch e outros dispositivos do usuário através do iCloud. Isso garante que, mesmo sem a carteira física ou o cartão em mãos, o acesso a clubes, bibliotecas e academias permaneça garantido e ágil.

  • Redução do uso de plásticos descartáveis e cartões físicos.
  • Notificações baseadas em localização para sugerir o uso do cartão correto.
  • Segurança biométrica (FaceID ou TouchID) para acessar os dados.
  • Facilidade na organização de passes de eventos e clubes de pontos.
Apple Wallet cumpre finalmente promessa e lança a funcionalidade mais pedida pelos utilizadores
A centralização de passes digitais elimina a necessidade de carregar plásticos extras – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)

Como a Apple Wallet Inteligência Artificial se compara ao sistema antigo?

Anteriormente, para que um cartão pudesse ser adicionado à carteira do iPhone, o estabelecimento precisava desenvolver um arquivo específico ou ter integração direta via API da Apple. Isso limitava a tecnologia apenas a grandes redes de supermercados, companhias aéreas e bancos com alta capacidade tecnológica.

Com a introdução da Apple Wallet Inteligência Artificial, a barreira de entrada é eliminada, pois o controle da digitalização passa para as mãos do consumidor final. O usuário não depende mais da infraestrutura digital da empresa emissora do cartão, bastando que o objeto físico contenha informações visuais claras para a conversão.

Recurso Sistema Anterior Nova Apple Wallet
Adição de Cartão Dependia da empresa emissora Feita pelo usuário via câmera
Compatibilidade Apenas parceiros oficiais Universal (qualquer cartão)
Automação Manual e burocrática Processamento via IA

O que dizem os códigos vazados sobre a segurança dos dados?

A segurança é um pilar fundamental da Apple, e o processamento dessa inteligência artificial deve ocorrer integralmente dentro do dispositivo (on-device). Isso significa que as fotos tiradas e os dados extraídos não são enviados para os servidores da empresa, garantindo a privacidade total das informações contidas nos cartões digitalizados.

Adicionalmente, os cartões criados via IA serão protegidos pelas mesmas camadas de segurança dos cartões de crédito tradicionais no iOS. O acesso a eles exigirá autenticação via FaceID ou TouchID, impedindo que pessoas não autorizadas utilizem seus passes caso o celular seja perdido ou roubado.

Quando essa funcionalidade estará disponível para o público geral?

Embora os códigos já tenham sido identificados em versões preliminares de desenvolvimento, a expectativa é que o recurso seja anunciado oficialmente durante a WWDC deste ano. A funcionalidade deve chegar aos usuários finais com o lançamento do iOS 18, previsto para o segundo semestre, acompanhando os novos modelos de iPhone.

Analistas do setor acreditam que a Apple liberará versões beta públicas logo após o anúncio, permitindo que entusiastas testem a digitalização de cartões antecipadamente. Até lá, a empresa deve refinar os algoritmos de reconhecimento para garantir que o sistema funcione com a maior variedade possível de cartões físicos ao redor do mundo.

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Microsoft: 90% dos adolescentes no Brasil já tomaram “ações defensivas” na internet

10 de Fevereiro de 2026, 18:16

A Microsoft divulgou, nesta terça-feira (10), a décima edição de sua Pesquisa Global de Segurança Online, que analisa como pessoas de diferentes idades utilizam e veem a tecnologia online. A nova edição foi realizada com quase 15 mil adolescentes, com idades entre 13 e 17 anos, e adultos, distribuídos em 15 países (incluindo o Brasil).

Uma das principais descobertas foi que a exposição dos adolescentes ao risco aumentou novamente: com discurso de ódio (35%), golpes (29%) e cyberbullying (23%) entre os danos mais comumente sofridos.

Contudo, esses jovens demonstraram ser bastante resilientes: 72% conversaram com alguém após enfrentarem um risco e o comportamento de comunicação aumentou pelo segundo ano consecutivo.

Além disso, é destaque que 91% das pessoas entrevistadas pela Microsoft dizem se preocupar com os danos causados pela inteligência artificial (IA).

Quais dados a Microsoft colheu dos adolescentes no Brasil?

Confira os principais números colhidos no Brasil:

  • 63% dos entrevistados vivenciaram pelo menos um risco online significativo no último ano;
  • As três principais categorias de risco vivenciadas no Brasil são discurso de ódio (36%), violência gráfica e sangrenta do mundo real (28%) e golpes e fraudes online (27%);
  • Adolescentes estão mais preocupados com cyberbullying (36%), enquanto a maioria das demais gerações se preocupa mais com fraudes e golpes online;
  • 81% dos adolescentes que vivenciaram um risco conversaram com alguém ou o denunciaram;
  • 90% dos adolescentes no Brasil tomaram ações defensivas, como bloquear a ameaça, fechar a conta, etc.

“Ano após ano, a pesquisa contou uma história sobre a evolução dos riscos de segurança online e o impacto real delas. Em 2026, o chamado à ação é mais urgente do que nunca – a menos que a indústria possa oferecer experiências seguras e adequadas a cada faixa etária, os jovens correm o risco de perder o acesso à tecnologia”, diz Courtney Gregoire, vice-presidente e diretora de Segurança Digital da Microsoft.

Criança deitada usando um smartphone
Foram ouvidos jovens de vários países (inclusive do Brasil) (Imagem: Arsenii Palivoda/Shutterstock)

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Outras frentes

A Microsoft também fez parceria com a Cyberlite para entender como adolescentes de 13 a 17 anos estão interagindo com companheiros de IA.

“Por meio de oficinas de co-design com estudantes na Índia e em Singapura, estamos capturando as próprias perspectivas dos jovens sobre os benefícios, riscos e dimensões emocionais do uso da IA — insights que irão informar diretamente recursos educacionais para adolescentes, pais e educadores”, prossegue Gregoire.

“As primeiras descobertas do primeiro workshop em dezembro de 2025 mostram que os jovens valorizam a IA como um espaço sem julgamentos, ao mesmo tempo em que reconhecem as desvantagens: riscos para privacidade, excesso de dependência e erosão do pensamento crítico são maiores para eles do que conselhos ruins”, afirma.

Para ter acesso à pesquisa completa, clique aqui. Já neste link, você vê os dados específicos do Brasil (em inglês).

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