A Apple apresentou nesta quarta-feira (09) o iPhone Duo, seu primeiro smartphone dobrável. O modelo tem tela interna de 7,6 polegadas e tela externa de 5,4 polegadas. Além disso, a empresa oficializou sua nova linha de iPhones: o 18 Pro e o 18 Pro Max.
Mas o que esses novos lançamentos representam, na prática, para o futuro da Apple? Esse é o assunto da coluna Olhar do Amanhã, com o doutor Álvaro Machado Dias, professor da UNIFESP, neurocientista, futurista e colunista do Olhar Digital News. Confira!
Após anos de espera e especulações, a Apple finalmente apresentou o iPhone Duo, seu primeiro smartphone dobrável. Mas qual foi a primeira impressão sobre o produto? E será que o modelo realmente vale o hype? Arthur Igreja, especialista em tecnologia e inovação, analisa.
A Apple enviou, nesta quinta-feira (13), uma nova rodada de notificações para usuários de 110 países que podem ter sido alvo de ataques com spyware, segundo informações obtidas pelo TechCrunch. A empresa afirma que já notificou clientes em mais de 150 países desde que começou a emitir esse tipo de alerta.
As notificações são destinadas a pessoas que a Apple suspeita de terem sido alvo de softwares espiões capazes de comprometer iPhones, iPads e Macs. Esse tipo de spyware é normalmente associado a operações de vigilância direcionada, incluindo ferramentas utilizadas por governos.
A empresa passou a enviar os avisos diretamente para a tela bloqueada do iPhone, facilitando o acesso às informações sobre o possível ataque e às medidas recomendadas para proteger o dispositivo.
A mensagem exibida pelo sistema diz: “A Apple detectou um ataque de spyware mercenário direcionado ao seu iPhone. Há medidas que você pode tomar agora para proteger seus dados e seu dispositivo.”
Além da notificação na tela, a Apple também envia alertas por e-mail e os apresenta quando o usuário entra em sua conta.
Receber o alerta não significa que o celular foi invadido
Um ponto importante é que a notificação não significa necessariamente que o aparelho tenha sido comprometido com sucesso:
A Apple identifica sinais que indicam que determinado usuário pode ter sido alvo de uma campanha de spyware. Mesmo que a invasão não tenha sido concluída, a empresa recomenda que a pessoa trate o aviso com seriedade e tome medidas imediatas para proteger seus dados;
Entre as recomendações está a ativação do Modo de Bloqueio (Lockdown Mode), recurso de segurança da Apple criado especificamente para dificultar ataques sofisticados e direcionados;
Segundo a companhia, até o momento, ela não registrou um caso em que um dispositivo tenha sido invadido enquanto o Modo de Bloqueio estava ativado;
A notificação também direciona o usuário para orientações sobre como procurar ajuda e proteger seus dispositivos.
Mesmo que a invasão não tenha sido concluída, a Apple recomenda que a pessoa trate o aviso com seriedade e tome medidas imediatas para proteger seus dados – Imagem: Samuel Boivin/Shutterstock
Por que a Apple envia esses avisos?
Ataques com spyware são considerados relativamente raros, mas a tecnologia de vigilância se tornou mais disseminada nos últimos anos.
Ferramentas desse tipo podem ser utilizadas para monitorar pessoas específicas sem que elas percebam e já foram associadas a operações contra jornalistas, ativistas, integrantes da sociedade civil e críticos de governos.
O pesquisador sênior John Scott-Railton, do grupo de pesquisa digital Citizen Lab, foi um dos primeiros a destacar a nova rodada de notificações da Apple. Em entrevista ao TechCrunch, ele classificou a mudança como uma “grande melhoria” na maneira como a companhia alerta possíveis vítimas.
Segundo Scott-Railton, os novos avisos facilitam que pessoas potencialmente atacadas procurem ajuda e adotem medidas para proteger seus dispositivos.
Os alertas da Apple existem desde 2021, mas a empresa vem aprimorando a maneira de comunicar os possíveis alvos.
Apple amplia alcance dos alertas
A nova rodada de notificações mostra também a dimensão global dos ataques com spyware direcionado. A Apple afirma que já enviou alertas para usuários em mais de 150 países desde o início do programa. Somente nesta quinta-feira (13), foram notificadas pessoas em 110 países.
Os ataques costumam envolver ferramentas sofisticadas de espionagem capazes de explorar vulnerabilidades em dispositivos e sistemas operacionais. Em muitos casos, o objetivo é atingir indivíduos específicos, e não realizar uma campanha indiscriminada contra milhões de aparelhos.
Um dos casos que ajudaram a chamar atenção para esse tipo de ameaça envolveu o uso de spyware contra opositores políticos na Polônia, episódio que também foi acompanhado por pesquisadores do Citizen Lab.
Para usuários que recebem uma notificação da Apple, a principal recomendação é não ignorar o aviso. Mesmo que não seja possível confirmar que o aparelho foi efetivamente invadido, a identificação de uma possível tentativa de ataque indica que o usuário pode estar diante de uma ameaça mais sofisticada do que um golpe digital comum.
Além de ativar o Modo de Bloqueio, a Apple orienta os usuários a seguir as recomendações apresentadas na própria notificação e procurar assistência especializada quando necessário.
Pesquisadores da Apple apresentaram novo sistema de inteligência artificial (IA) chamado HeadsUp, capaz de gerar renderizações gaussianas 3D de cabeças humanas com alto nível de fidelidade a partir de fotografias capturadas simultaneamente por múltiplas câmeras.
O projeto foi detalhado em um artigo técnico assinado por 23 pesquisadores da companhia. Além de criar os modelos tridimensionais, o sistema também consegue animá-los por meio de blendshapes, técnica utilizada para deformar a malha de um modelo 3D e reproduzir expressões faciais.
Segundo o resumo do estudo, o método utiliza “uma arquitetura eficiente de codificador-decodificador que comprime as imagens de entrada em uma representação latente compacta”. Em seguida, essa representação “é então decodificada em um conjunto de gaussianas 3D parametrizadas em UV, ancoradas a um modelo neutro de cabeça”.
O artigo afirma ainda que a representação em UV “desacopla o número de gaussianas 3D do número e da resolução das imagens de entrada, permitindo o treinamento com muitas imagens de alta resolução”.
Método utiliza arquitetura eficiente de codificador-decodificador que comprime as imagens de entrada em uma representação latente compacta – Imagem: Divulgação/Apple
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Detalhes do projeto da Apple
De acordo com os pesquisadores, o HeadsUp foi treinado com dados de mais de 10 mil participantes, número descrito como sem precedentes nesse segmento;
O objetivo do projeto era solucionar um dos principais desafios das reconstruções 3D: equilibrar qualidade visual e escalabilidade;
Ferramentas desse tipo normalmente levam alguns minutos para mapear um rosto, mas o sistema da Apple consegue gerar um modelo 3D inédito em menos de um segundo;
Segundo o estudo, o HeadsUp é até 40 vezes mais eficiente que o Avat3r, solução utilizada como referência nos testes comparativos;
Os pesquisadores também destacaram ganhos de qualidade em relação às soluções concorrentes. Utilizando uma GPU Nvidia A100, GPU voltada para data centers e aplicações de alto desempenho, o sistema levou apenas 0,33 segundo para gerar o modelo 3D de uma cabeça humana. Em testes realizados com quatro câmeras, o resultado foi obtido em 0,14 segundo.
Segundo o artigo, o HeadsUp consegue captar detalhes finos historicamente considerados difíceis para sistemas de reconstrução 3D, incluindo fios de cabelo, cílios, joias e textura da pele. A tecnologia também é capaz de gerar identidades completamente novas a partir de descrições em texto, ampliando as possibilidades de criação de personagens e avatares digitais.
Após a divulgação do estudo, começaram especulações sobre uma possível relação entre a tecnologia e as Personas do Apple Vision Pro, headset de realidade mista da Maçã. A hipótese ganhou força após a descoberta da aquisição da empresa de avatares de IA Animato pela Apple.
Apple just dropped a research paper called HeadsUp days before WWDC.
Trained on 10,000+ real faces to reconstruct a fully animatable 3D Gaussian Splat that you can rotate and light.
Os próprios pesquisadores reconheceram os riscos associados à ferramenta. O estudo afirma que a tecnologia reduz barreiras para a criação de deepfakes convincentes, o que pode aumentar riscos de desinformação e fraude.
Como medida de mitigação, a Apple recomendou o uso de marcas d’água em materiais de demonstração produzidos com a tecnologia.
O estudo completo do HeadsUp foi disponibilizado pela Apple em sua página oficial.
A Apple está transformando o iPhone em uma carteira universal definitiva com a chegada de novos recursos baseados em inteligência artificial. Com o uso da Apple Wallet Inteligência Artificial, usuários poderão digitalizar cartões físicos de academia ou bibliotecas apenas com a câmera. Essa funcionalidade promete eliminar de vez a necessidade de carregar plásticos extras no dia a dia.
Como a Apple Wallet Inteligência Artificial vai digitalizar cartões físicos?
De acordo com um vazamento de código reportado pelo MacObserver, a nova funcionalidade utilizará modelos avançados de visão computacional para identificar e extrair dados de cartões não-bancários. O sistema será capaz de reconhecer códigos de barras, números de identificação e logotipos para gerar um passe digital compatível com o ecossistema iOS.
O processo foi desenhado para ser intuitivo, removendo a fricção de ter que baixar aplicativos específicos para cada estabelecimento que o usuário frequenta. Ao capturar a imagem, o sistema organiza as informações de forma estruturada, permitindo que o cartão seja usado via NFC ou exibição de QR Code diretamente na tela do dispositivo.
📸 Captura Instantânea: O usuário tira uma foto do cartão físico usando o app Wallet.
🧠 Processamento Neural: A IA processa as informações e cria um layout digitalizado.
💳 Carteira Pronta: O novo cartão aparece na Apple Wallet pronto para uso imediato.
Quais são os benefícios dessa nova tecnologia para o usuário?
A principal vantagem reside na centralização de documentos e passes em um único ambiente seguro, reduzindo drasticamente o volume físico transportado pelo usuário. Além de facilitar a organização, a digitalização permite que cartões de fidelidade e de serviços locais, que antes não tinham suporte oficial, passem a fazer parte da rotina digital.
Outro ponto relevante é a acessibilidade aprimorada, já que os cartões digitais podem ser sincronizados com o Apple Watch e outros dispositivos do usuário através do iCloud. Isso garante que, mesmo sem a carteira física ou o cartão em mãos, o acesso a clubes, bibliotecas e academias permaneça garantido e ágil.
Redução do uso de plásticos descartáveis e cartões físicos.
Notificações baseadas em localização para sugerir o uso do cartão correto.
Segurança biométrica (FaceID ou TouchID) para acessar os dados.
Facilidade na organização de passes de eventos e clubes de pontos.
A centralização de passes digitais elimina a necessidade de carregar plásticos extras – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)
Como a Apple Wallet Inteligência Artificial se compara ao sistema antigo?
Anteriormente, para que um cartão pudesse ser adicionado à carteira do iPhone, o estabelecimento precisava desenvolver um arquivo específico ou ter integração direta via API da Apple. Isso limitava a tecnologia apenas a grandes redes de supermercados, companhias aéreas e bancos com alta capacidade tecnológica.
Com a introdução da Apple Wallet Inteligência Artificial, a barreira de entrada é eliminada, pois o controle da digitalização passa para as mãos do consumidor final. O usuário não depende mais da infraestrutura digital da empresa emissora do cartão, bastando que o objeto físico contenha informações visuais claras para a conversão.
Recurso
Sistema Anterior
Nova Apple Wallet
Adição de Cartão
Dependia da empresa emissora
Feita pelo usuário via câmera
Compatibilidade
Apenas parceiros oficiais
Universal (qualquer cartão)
Automação
Manual e burocrática
Processamento via IA
O que dizem os códigos vazados sobre a segurança dos dados?
A segurança é um pilar fundamental da Apple, e o processamento dessa inteligência artificial deve ocorrer integralmente dentro do dispositivo (on-device). Isso significa que as fotos tiradas e os dados extraídos não são enviados para os servidores da empresa, garantindo a privacidade total das informações contidas nos cartões digitalizados.
Adicionalmente, os cartões criados via IA serão protegidos pelas mesmas camadas de segurança dos cartões de crédito tradicionais no iOS. O acesso a eles exigirá autenticação via FaceID ou TouchID, impedindo que pessoas não autorizadas utilizem seus passes caso o celular seja perdido ou roubado.
Quando essa funcionalidade estará disponível para o público geral?
Embora os códigos já tenham sido identificados em versões preliminares de desenvolvimento, a expectativa é que o recurso seja anunciado oficialmente durante a WWDC deste ano. A funcionalidade deve chegar aos usuários finais com o lançamento do iOS 18, previsto para o segundo semestre, acompanhando os novos modelos de iPhone.
Analistas do setor acreditam que a Apple liberará versões beta públicas logo após o anúncio, permitindo que entusiastas testem a digitalização de cartões antecipadamente. Até lá, a empresa deve refinar os algoritmos de reconhecimento para garantir que o sistema funcione com a maior variedade possível de cartões físicos ao redor do mundo.
A Apple anunciou os novos AirPods Max 2, a segunda geração dos seus fones de ouvido over-ear premium. O modelo chega equipado com o chip H2 — o mesmo presente nos AirPods Pro 2 — que serve de base para uma série de funcionalidades inéditas na linha, incluindo tradução ao vivo alimentada por inteligência artificial (IA), áudio adaptativo e recursos voltados a criadores de conteúdo.
As novidades vão desde um cancelamento de ruído até 1,5 vez mais eficaz do que na geração anterior até suporte a áudio lossless de 24 bits e 48 kHz via cabo USB-C. Os fones também estreiam recursos como Adaptive Audio, Conversation Awareness e Live Translation nos AirPods Max, além de trazer ferramentas inéditas para podcasters, músicos e criadores de conteúdo.
AirPods Max 2 tem cancelamento de ruído muito mais eficaz
Uma das principais melhorias dos AirPods Max 2 está no cancelamento ativo de ruído (ANC, na sigla em inglês). Graças ao H2 e a novos algoritmos de áudio computacional, o ANC é agora até 1,5 vez mais eficaz do que na geração anterior, reduzindo ainda mais ruídos como motores de avião e trens urbanos. O objetivo, segundo a Apple, é permitir que o usuário se concentre totalmente na música, no trabalho ou em chamadas telefônicas.
O modo de transparência — que permite ouvir o ambiente ao redor sem remover os fones — também foi aprimorado. A Apple descreve a experiência como “mais natural”, graças a um novo algoritmo de processamento de sinal digital otimizado para o H2 e para a matriz de microfones dos AirPods Max. Completando o pacote de controle ambiental, o novo recurso de redução de sons altos ajuda a proteger o usuário de ruídos intensos do ambiente, sem comprometer a assinatura sonora do que está sendo reproduzido.
Melhorias no cancelamento de ruído é destaque no AirPods Max 2 (Imagem: Divulgação / Apple)
Qualidade de som elevada
Em termos de fidelidade sonora, os AirPods Max 2 trazem um novo amplificador de alta faixa dinâmica, que garante um áudio ainda mais limpo mantendo a identidade sonora característica da linha. O Spatial Audio também foi aprimorado, com melhor localização de instrumentos, resposta de graves mais precisa e consistente, e médios e agudos mais naturais.
Para quem busca o máximo em qualidade, os fones suportam áudio lossless de 24 bits e 48 kHz quando conectados via cabo USB-C — recurso que, combinado com latência ultrabaixa, permite que músicos utilizem os AirPods Max 2 em todo o fluxo de trabalho profissional no Logic Pro e outros aplicativos de criação musical.
Segundo a Apple, os AirPods Max 2 são os únicos fones que permitem criar e mixar em Personalized Spatial Audio com rastreamento de cabeça usando o cabo USB-C. A latência de áudio sem fio reduzida também melhora a experiência de jogos: para usuários que utilizam o Game Mode no iOS, macOS e iPadOS, os jogos ficam ainda mais responsivos e imersivos. Os fones mantêm até 20 horas de reprodução contínua com uma única carga.
Funcionalidades inteligentes estreiam nos AirPods Max
Com o H2, uma série de recursos antes exclusivos de outros modelos da linha AirPods chega agora aos AirPods Max pela primeira vez. O Adaptive Audio ajusta automaticamente os níveis de ANC e transparência de acordo com o ambiente, otimizando a experiência de escuta sem necessidade de intervenção manual. Já o Conversation Awareness detecta quando o usuário começa a falar com alguém próximo e reduz automaticamente o volume do conteúdo, além de diminuir o ruído de fundo.
O Voice Isolation usa áudio computacional avançado para priorizar a voz do usuário durante chamadas, bloqueando ruídos ambientes. O Personalized Volume ajusta automaticamente a experiência de escuta ao longo do tempo, com base nas preferências individuais do usuário. Também é possível agora responder ao Siri apenas acenando ou balançando a cabeça, de forma conveniente e discreta — sem precisar falar ou tocar nos fones.
Tradução ao vivo em tempo real
Um dos destaques do lançamento é o recurso de Live Translation, alimentado pelo Apple Intelligence. Com ele, os AirPods Max 2 conseguem traduzir conversas presenciais em tempo real, facilitando a comunicação entre pessoas que falam idiomas diferentes. O recurso requer um iPhone compatível com Apple Intelligence rodando iOS 26 ou superior, e suporta idiomas como inglês, francês, alemão, espanhol, japonês, coreano, português (Brasil), chinês e outros. A disponibilidade pode variar por região.
Recursos para criadores de conteúdo
Os AirPods Max 2 também trazem novidades relevantes para podcasters, músicos, cineastas e criadores em geral. O recurso de gravação de áudio em qualidade de estúdio permite capturar conteúdo com áudio de alta qualidade e textura vocal mais natural — ideal para entrevistas, podcasts e gravações de voz. Já o controle remoto de câmera permite usar a coroa digital dos fones para tirar fotos ou iniciar e encerrar gravações de vídeo no aplicativo Câmera do iPhone ou iPad, bem como em apps de câmera de terceiros compatíveis.
Sustentabilidade
A Apple reforça seu compromisso ambiental com os AirPods Max 2. O produto utiliza 100% de elementos de terras raras recicladas em todos os ímãs, 100% de poliéster reciclado nas almofadas auriculares, e 100% de ouro reciclado no revestimento e solda de estanho nas placas de circuito impresso desenvolvidas pela Apple. A embalagem é 100% baseada em fibras e pode ser reciclada integralmente.
Os AirPods Max 2 estarão disponíveis para pré-venda nos Estados Unidos a partir de 25 de março no site da Apple e no aplicativo Apple Store, nas cores meia-noite (preto), estelar (bege), laranja, roxo e azul. A disponibilidade nos pontos de venda começa no início do mês seguinte. Não há confirmação de data para disponibilidade no Brasil.
Novos AirPods Max chegam em cinco cores (Imagem: Divulgação / Apple)
O preço inicial é de US$ 549 nos Estados Unidos e R$ 6.590,00 no Brasil. Novos assinantes podem ainda obter três meses gratuitos de Apple Music com a compra dos AirPods Max 2, sujeito a condições promocionais.
A Apple apresentou dispositivos mais em conta nesses últimos dias, incluindo a linha MacBook Neo e o iPhone 17e. Mas, para o fuuiro, a empresa prepara uma mudança em sua estratégia de produtos. Segundo o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, a empresa planeja lançar este ano ao menos três dispositivos de uma nova categoria “Ultra”, voltada ao mercado de luxo.
Embora a marca “Ultra” já seja utilizada em chips da série M, no Apple Watch Ultra e no CarPlay Ultra, a empresa pode não adotar essa nomenclatura específica para todos os novos aparelhos.
MacBook Neo chega em quatro cores (Imagem: Divulgação / Apple)
iPhone Ultra: Este será o primeiro modelo dobrável da marca. O aparelho deve contar com uma tela interna grande e sensores sob o display. A estimativa de preço é de cerca de 2 mil dólares.
AirPods Ultra: Posicionados acima dos atuais AirPods Pro, estes fones incluirão câmeras de visão computacional. A tecnologia tem o objetivo de fornecer dados de inteligência visual para a assistente Siri.
MacBook Ultra: O novo computador contará com uma tela OLED sensível ao toque. A expectativa é que o preço final seja até 20% maior que o dos atuais modelos. Este dispositivo será posicionado acima da linha MacBook Pro M5 Pro e M5 Max, sem substituí-los.
Expansão futura
A previsão é que essa categoria “superpremium” seja expandida para outras linhas da marca ao longo do tempo. Gurman aponta que, no futuro, a Apple pode lançar iPads com tela dobrável OLED e modelos de iMac com telas maiores e maior poder de processamento.
Apesar da expectativa em torno desses lançamentos, a Apple não utiliza nomes de forma uniforme em todas as suas linhas, como ocorreu anteriormente com o lançamento do Studio Display XDR, que não recebeu a marca “Ultra”.