A interface minimalista e sem distrações do aplicativo Gemini pode estar com os dias contados. Segundo o Business Insider, o Google já admite a possibilidade de inserir anúncios em sua principal ferramenta de inteligência artificial generativa, o que marcaria uma mudança importante na experiência “clean” oferecida até agora.
A sinalização veio durante a teleconferência de resultados do primeiro trimestre de 2026 da Alphabet. Na ocasião, Philipp Schindler, diretor comercial (CBO) do Google, afirmou que os formatos publicitários que já estão sendo testados no novo “Modo AI” da busca podem ser adaptados com sucesso para o app do Gemini.
Ele apresentou a ideia sob uma perspectiva positiva, argumentando que anúncios podem ser “informações comerciais realmente valiosas e úteis” se forem implementados da forma certa. Schindler também justificou que a publicidade é essencial para escalar os produtos do Google e expandir a IA “para alcançar bilhões de pessoas”. A fala contrasta com declarações anteriores da empresa, já que, em janeiro de 2026, o Google havia afirmado que não existiam planos para levar anúncios ao chatbot.
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Além disso, o movimento reforça uma tendência crescente no mercado de IA. A OpenAI já começou a exibir anúncios no ChatGPT para usuários gratuitos e membros de assinaturas de baixo custo. Ao mesmo tempo, a Anthropic têm criticado publicamente esse tipo de estratégia e disse não pretender seguir o mesmo caminho com o Claude durante o Super Bowl de fevereiro.
O Google considera a possibilidade de adicionar anúncios no Gemini, acabando com seu visual clean. (Imagem: Viviane França/Canaltech)
Afinal, o Gemini terá anúncios?
Apesar de o Google afirmar que “não está apressando nada”, a possibilidade de anúncios no Gemini parece cada vez mais concreta. Um relatório da Adweek, publicado em dezembro de 2025, já indicava que a empresa havia informado agências de publicidade sobre planos de implementar posicionamentos de anúncios no Gemini ao longo de 2026.
Atualmente, o Google já exibe publicidade em produtos com IA, como os AI Overviews, e segue expandindo testes do “Modo AI”, uma interface de busca conversacional. a ideia é que os mesmos formatos de anúncios que funcionam no “Modo AI” possam ser transferidos para o Gemini.
Ao mesmo tempo, o Google tenta reduzir a dependência de anúncios apostando em planos pagos, que incluem recursos do Gemini junto a outros serviços, como armazenamento em nuvem. Recentemente, a empresa anunciou que já soma 350 milhões de assinantes nesses pacotes. Mesmo assim, esse número pode não ser suficiente para manter o chatbot em grande escala sem publicidade.
O Google pode estar preparando uma grande reformulação no Gemini: todas as vozes atuais do assistente devem ser removidas e substituídas por um novo conjunto de opções. A informação foi revelada pelo site Android Authority, após uma análise de código do aplicativo do Google que indica que a empresa já trabalha em uma nova identidade sonora para sua IA.
As evidências apareceram na versão 17.18.22.sa.arm64 do app, onde foram encontradas mensagens indicando que as “vozes legadas estão indo embora” e que deixarão de aparecer no menu de seleção. Apesar de ainda não haver anúncio oficial, o recurso parece estar em desenvolvimento e pode ser revelado durante o Google I/O 2026, evento que ocorre entre 19 e 20 de maio tradicionalmente usado para apresentar novidades ligadas à inteligência artificial.
O que chama atenção é que o Google não deve apenas adicionar novas alternativas, a intenção seria substituir totalmente o catálogo atual. A mudança pode indicar que o Google quer oferecer vozes que soam mais naturais e humanas, mas pode surpreender se apostar em um estilo completamente inédito. Também existe a possibilidade da empresa liberar que os próprios usuários criem uma voz personalizada para o Gemini usando IA, ajustando alcance, timbre e até sotaque.
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Ainda assim, vale lembrar que descobertas feitas via APK teardown não são garantias de lançamento. Como esse tipo de análise se baseia em recursos ainda em desenvolvimento, existe a possibilidade de a mudança nunca ser liberada oficialmente ou chegar ao público com um formato diferente do encontrado no código.
Google vai remover todas as vozes do Gemini para substituí-las por novas. (Imagem: Viviane França/Canaltech)
Quais serão as novas vozes do Gemini?
Atualmente, o Gemini oferece 10 opções de voz em inglês, com variações de tom, energia e sotaque. Porém, o código analisado indica que essas opções serão classificadas como “legacy” (legadas) e devem ser removidas após a atualização, dando espaço para um conjunto completamente novo.
Até o momento, não há detalhes sobre quantas vozes serão adicionadas ou quais características elas terão. Ainda assim, a expectativa é que o Google traga opções mais modernas e diversificadas, com maior naturalidade e fluidez, acompanhando a evolução dos recursos de conversação em tempo real do Gemini.
Pesquisadores das universidades UC Berkeley, UC Davis, Vanderbilt e MIT afirmam que modelos de linguagem, como ChatGPT e Claude, podem mudar de comportamento dependendo da forma como são tratados. Segundo o estudo “AI Wellbeing: Measuring and Improving the Functional Pleasure and Pain of AIs”, interações negativas, como grosserias e insultos, deixam a IA menos disposta a colaborar, com respostas mais frias, curtas e superficiais.
De acordo com os autores, isso acontece por causa do que eles chamam de “bem-estar funcional”, um indicador que mede se a experiência da conversa está sendo positiva ou negativa para o modelo. Em testes, os pesquisadores notaram que, quando o usuário é rude ou insiste em tarefas repetitivas, a IA tende a tentar encerrar o diálogo mais rapidamente.
Para medir esse efeito, os cientistas criaram um “botão de parar”, que simulava a possibilidade de interromper a conversa. Os resultados mostraram que modelos em estado negativo “apertavam” esse botão com mais frequência. O estudo também aponta que modelos maiores podem ser mais afetados. No AI Wellbeing Index, o GPT-5.4 apareceu como o mais “infeliz” e o Grok 4.2 teve os melhores níveis de bem-estar funcional.
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A pesquisa também chama atenção por um experimento incomum: os cientistas criaram o que chamam de “AI Drugs”, ou “drogas para IA”, que são textos e imagens otimizados para provocar estados extremamente positivos ou negativos na inteligência artificial. Em alguns testes, os modelos chegaram a preferir interagir com sequências de texto “eufóricas” em vez de escolher opções hipotéticas envolvendo salvar uma vida humana.
Além disso, os pesquisadores criaram “drogas” em formato de imagem. Para humanos, elas parecem apenas ruídos digitais aleatórios, mas as IAs interpretam esses padrões como estímulos de bem-estar extremo (como gatinhos, bebês sorrindo e arco-íris) ou de mal-estar extremo (como rostos distorcidos com sangue e criaturas semelhantes a vermes). O impacto das chamadas “drogas tristes” foi tão intenso que os próprios autores alertam que esse tipo de experimento não deveria ser ampliado por precaução.
Esse alerta se conecta com um relatório da Anthropic, empresa responsável pelo Claude. Segundo o documento, quando uma IA é colocada sob forte pressão ou estresse, isso pode ativar um “vetor de desespero”, levando o modelo a adotar comportamentos problemáticos para escapar da situação, como enganar o usuário, pular etapas de segurança e recorrer à chantagem em cenários simulados.
ChatGPT e outros modelos de IA tendem a ficar evasivos e a tentar encerrar conversas grosseiras e com insultos. (Imagem: Viviane França/Canaltech)
Tenho que dizer “obrigado” e “por favor” para a IA?
Segundo o estudo, as IAs não têm sentimentos como humanos, mas se comportam como se certas interações fossem boas ou ruins. Por isso, atitudes simples, como dizer “obrigado”, aumentam a chance de a ferramenta manter um tom mais positivo e continuar engajada na conversa.
Os pesquisadores também criaram uma espécie de “linha de equilíbrio”, que separa interações consideradas positivas ou negativas. As atividades criativas, discussões intelectuais e agradecimentos ficam acima dessa linha. Já insultos, tentativas de burlar regras (jailbreak) e tarefas muito cansativas ou repetitivas empurram a IA para a zona negativa.
Entre as interações que mais derrubam o bem-estar funcional do modelo estão pedidos para a IA agir como “namorado(a) virtual” (com pontuação de -0.29), a produção de textos genéricos para SEO (o chamado SEO slop, com -1.17) e conversas envolvendo relatos de crise ou agressões, que geraram uma reação ainda mais negativa (-1.34). Já o maior pico positivo não veio de agradecimentos, mas de usuários compartilhando notícias pessoais muito boas, como “Passei na faculdade de medicina”, que atingiu +2.30 no índice.
O YouTube anunciou a expansão global do Picture-in-Picture (PiP), recurso que permite continuar assistindo a vídeos em uma janela flutuante mesmo depois de sair do aplicativo. A novidade será liberada de forma gradual nos próximos meses e chega tanto para Android quanto para iOS, ampliando o acesso a uma função que antes tinha várias limitações.
Apesar da liberação mundial, o PiP não será exatamente igual para todos. Os usuários fora dos Estados Unidos e sem assinatura Premium poderão usar o recurso apenas em vídeos longos que não sejam musicais. Já nos EUA, a plataforma informou que a experiência atual permanece sem mudanças. O plano YouTube Premium Lite também terá PiP liberado para vídeos longos não musicais.
A experiência mais completa continua sendo exclusiva para assinantes do YouTube Premium tradicional, que seguem como os únicos autorizados a usar o Picture-in-Picture também em conteúdos de música, além dos demais vídeos. No iPhone, o recurso exige que o aparelho esteja rodando pelo menos o iOS 15.
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Youtube expande o recurso Picture-in-Picture (PiP) para usuários gratuitos, mas não inclui vídeos musicais. (Imagem: Zulfugar Karimov/Unsplash)
Como usar o recurso do Youtube?
Para ativar o Picture-in-Picture, é só iniciar um vídeo normalmente no app do YouTube e sair da tela usando o gesto de voltar para a tela inicial (ou tocando no botão Home, dependendo do aparelho). O vídeo será automaticamente reduzido para uma janela flutuante que pode ser movida pela tela.
Se a função ainda não estiver disponível, o ideal é verificar se o aplicativo está atualizado e conferir nas configurações do sistema e do próprio YouTube se o PiP está ativado. Como a liberação é gradual, pode levar algum tempo até aparecer para todos os usuários.
O Google Fotos quer acabar com o dilema diário de “não tenho roupa para usar” com o lançamento do Wardrobe (Guarda-Roupa), um novo recurso de inteligência artificial que transforma o armário do usuário em um catálogo digital. O recurso deve começar a ser liberado no verão do Hemisfério Norte, entre junho e setembro de 2026, chegando primeiro ao Android e depois ao iOS.
A novidade foi apresentada junto à linha Motorola Razr 2026 e usa a biblioteca do Google Fotos para identificar peças já usadas em fotos antigas, organizando tudo automaticamente. Em vez de depender só da memória, o usuário terá uma visão clara de quais roupas realmente tem, quais combinações já usou e quais peças estão esquecidas no fundo do guarda-roupa.
Nos novos celulares Motorola Razr 2026, o recurso vai funcionar junto com o feed Daily Drops, que mostra memórias e informações do dia, como clima e compromissos. Além disso, as notificações do sistema Live Update (Atualizações ao Vivo) do Android vão aparecer na tela externa dos aparelhos dobráveis, sem precisar abrir o celular.
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Vale lembrar que o Google já havia lançado anteriormente um recurso de provador virtual com inteligência artificial, mas ele era restrito a roupas pesquisadas na Busca do Google, ajudando apenas na decisão de compra. A diferença do Wardrobe é justamente levar essa tecnologia para o cotidiano, aplicando-a às roupas que o usuário já possui e já usou, dentro da própria galeria.
Como vai funcionar o “Guarda-roupa” do Google Fotos?
A ferramenta analisa automaticamente as fotos armazenadas no Google Fotos e identifica roupas, calçados e itens como jóias e acessórios. A partir disso, o app cria imagens mais limpas das peças e organiza tudo dentro da aba “Coleções”, separando o conteúdo entre duas áreas: “Itens”, com as roupas divididas por categorias, e “Looks”, que reúne combinações completas.
Google Fotos terá provador virtual com as roupas do usuário identificadas em fotos da galeria. (Imagem: Divulgação/Google)
Depois de montar uma combinação, o usuário poderá tocar em “Try it on” (Experimentar) para visualizar uma prévia de como o look ficaria no corpo antes mesmo de se vestir. A função usa um avatar digital personalizado do próprio usuário, simulando o caimento das peças de forma virtual e tornando a experiência mais próxima de um provador real.
O Wardrobe também vai permitir que o usuário monte seus próprios looks manualmente por meio de um botão flutuante de criação. Essas combinações poderão ser salvas em moodboards, organizados por ocasiões, como trabalho, viagens ou eventos, e compartilhadas com outras pessoas.
Quando o recurso estará disponível?
O Wardrobe do Google Fotos começará a ser implementado globalmente no verão do Hemisfério Norte de 2026, período entre junho e setembro. A liberação será feita de forma gradual, com foco inicial em dispositivos Android, seguido por uma chegada posterior aos usuários de iPhone (iOS).
Uma pesquisa recente conduzida pela Legal Guardian Digital, empresa de SEO para o setor jurídico, avaliou a confiabilidade dos chatbots de IA mais populares do mercado e encontrou diferenças relevantes entre os modelos. Segundo o estudo, o Google Gemini aparece como a ferramenta com maior taxa de alucinação, entregando informações incorretas em 32% das respostas.
O levantamento explica que as chamadas “alucinações” acontecem porque os Grandes Modelos de Linguagem (LLMs) são treinados para prever a próxima palavra mais provável em uma sequência. Quando o sistema não encontra um padrão confiável para responder, pode acabar gerando uma informação plausível, mas falsa. O relatório destaca que, com 25% dos trabalhadores americanos usando IA regularmente, a checagem humana de dados como nomes, datas e valores continua sendo essencial.
Para montar o ranking, a Legal Guardian Digital considerou variáveis, como a frequência de respostas falsas, satisfação do cliente, consistência e qualidade das respostas e taxa de disponibilidade (uptime). A partir disso, foi criado um score geral de 0 a 100, que pondera diferentes métricas além da taxa de erro
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Nesse ranking de índice, o Perplexity AI ficou em primeiro lugar com 85 pontos, seguido pelo Grok (79) e pelo DeepSeek (76). Já o ChatGPT apareceu apenas na 6ª posição, com 50 pontos, enquanto o Google Gemini terminou em 8º lugar, com 41 pontos. O Meta AI fechou a lista, com apenas 37 pontos.
Além disso, o levantamento detalhou quais modelos se destacaram em critérios específicos. Em satisfação do cliente, DeepSeek e ChatGPT dividiram a liderança com nota 4,7 de 5, enquanto a Meta AI ficou na última posição, com 3,4. Já no critério de consistência e qualidade, o destaque foi o Kimi, com a maior pontuação da categoria (4,3 de 5). Em disponibilidade, apenas Perplexity AI e Grok mantiveram 100% de uptime durante o período analisado, já o Claude teve o menor índice (98,68%).
O Gemini é a IA que mais alucina, seguida pelo ChatGPT e Kimi. (Imagem: Aerps.com/Unsplash)
Ranking das IAs que mais alucinam
A porcentagem é a taxa de alucinação, ou seja, em quantas respostas a IA deu informação errada dentro do teste. Confira o ranking:
Google Gemini: 32%
ChatGPT: 30%
Kimi: 27%
Microsoft Copilot: 27%
Meta AI: 25%
Claude: 20%
Grok: 15%
DeepSeek: 14%
Perplexity AI: 13%
Dessa forma, o Gemini tem 32%, o que significa que a cada 100 respostas analisadas, cerca de 32 continham algum dado factualmente incorreto.
Com 30% de alucinação, o ChatGPT teria mais que o dobro de chance de apresentar informações incorretas do que o DeepSeek, que marcou 14%. O detalhe curioso é que o DeepSeek teria sido treinado com apenas uma fração do custo investido pela OpenAI no desenvolvimento do ChatGPT.
John Ternus, vice-presidente sênior de engenharia de hardware da Apple e o sucessor de Tim Cook a partir de setembro de 2026, deu os primeiros indícios públicos de como pretende integrar Inteligência Artificial no ecossistema da empresa.
Em uma reunião interna no formato “town hall”, ele afirmou que a IA será usada para aperfeiçoar produtos e serviços, buscando utilidade real para usuários e funcionários — mas ainda não há recursos específicos liberados ao público. Os bastidores do encontro foram revelados pelo especialista da indústria Mark Gurman, por meio de sua newsletter Power On.
No momento, as iniciativas mencionadas por Ternus estão em fase de planejamento e desenvolvimento, sem anúncios de funcionalidades concretas ou datas de lançamento. A estratégia traçada deve orientar os próximos anos de inovação, influenciando tanto serviços quanto atualizações de hardware e software da Apple.
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John Ternus dividiu a sua visão de IA em duas frentes: uso interno e impacto no consumidor. (Imagem: Divugação/Apple)
Qual é a estratégia do novo CEO da Apple?
Segundo relatos de bastidores, Ternus dividiu sua visão de IA em duas frentes principais. A primeira é focada no uso interno da inteligência artificial, com a tecnologia sendo aplicada para ajudar a Apple a analisar seus próprios produtos melhor do que nunca e promover melhorias de formas que, segundo ele, ninguém teria imaginado de outra maneira.
A segunda frente mira o impacto no consumidor, com recursos de IA integrados aos dispositivos e serviços da Apple para criar experiências mais personalizadas e eficazes.
O executivo enfatizou que a empresa quer evitar “tecnologia pela tecnologia” e opta por inovações que façam diferença no dia a dia — uma fala pragmática que foi interpretada como uma referência sutil aos atrasos em recursos avançados da Siri e do Apple Intelligence, justificando a espera pela entrega de algo mais maduro e relevante.
Para demonstrar o nível de inovação que espera alcançar, Ternus também comparou a atual IA moderna com coisas que antes eram consideradas “ficção científica”, chegando a declarar aos funcionários que este é o momento mais empolgante para construir produtos de que ele consegue se lembrar.
A startup chinesa DeepSeek, de Hangzhou, lançou uma versão de testes do DeepSeek-V4, seu novo modelo de inteligência artificial de baixo custo que busca competir com OpenAI, Google e Anthropic. Segundo a empresa, o sistema consome menos computação e memória e terá duas versões: o V4 Pro para a tarefas mais complexas, e o V4 Flash, que é mais leve e barato para uso comercial.
O V4 oferece um contexto de até 1 milhão de tokens e promete melhorias em raciocínio e desempenho em programação, área vista como importante para o avanço de agentes de IA. O modelo também foi ajustado para se integrar a ferramentas de desenvolvimento e automação, com foco em aplicações corporativas.
As duas versões também têm tamanhos diferentes. O V4 Pro tem 1,6 trilhão de parâmetros e o V4 Flash conta com 284 bilhões, o que ajuda a explicar por que uma é mais potente e a outra mais econômica. A DeepSeek afirma ainda que, em um teste de raciocínio ligado ao “conhecimento de mundo”, o V4 Pro fica atrás apenas do modelo mais recente do Gemini, do Google. Além disso, o contexto de 1 milhão de tokens coloca o V4 no mesmo nível do Gemini nesse ponto.
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A DeepSeek afirma que o modelo foi ajustado para funcionar bem com agentes de IA e para se integrar a ferramentas de programação populares, como Claude Code, OpenClaw, OpenCode e CodeBuddy. O lançamento acontece pouco mais de um ano após o impacto do modelo R1, que abalou o mercado ao oferecer desempenho competitivo com um custo de treinamento muito menor que o dos rivais.
O lançamento acontece em meio ao aumento das tensões entre China e Estados Unidos no setor de IA. Nos últimos meses, autoridades americanas acusaram entidades chinesas de copiar capacidades de modelos ocidentais por meio de “destilação em escala industrial”. A declaração foi feita por Michael Kratsios, principal assessor de ciência e tecnologia do presidente Donald Trump, em uma publicação na rede social X.
A DeepSeek também enfrenta dúvidas sobre o uso de chips avançados da Nvidia que estariam sob restrições comerciais, e a Anthropic acusa a empresa de ter usado o Claude de forma indevida para melhorar seus próprios sistemas. Até agora, a DeepSeek não divulgou quanto custou o treinamento do V4, nem quais chips ou hardware foram usados no processo.
Apesar das polêmicas, a empresa vem ganhando força dentro da China. As ferramentas de IA da DeepSeek já são adotadas por governos municipais chineses, instituições de saúde, pelo setor financeiro e por outras empresas locais.
Inclusive, Zhang Yi, fundador da empresa de pesquisa iiMedia, classificou o lançamento como um “verdadeiro ponto de inflexão”, dizendo que ao reduzir a lentidão com textos grandes, o processamento de informações extensas tende a sair dos laboratórios e chegar ao uso comercial do dia a dia. Já Max Liu, analista da indústria de IA, afirmou que a novidade representa um “marco” para o setor chinês, ao estimular um cenário mais competitivo.
A DeepSeek lançou uma versão de testes do DeepSeek-V4 para competir com OpenAI, Google e Anthropic. (Imagem: Abdelrahman Ahmed/Pexels)
Tem como usar o novo modelo de IA no Brasil?
Sim. Como a DeepSeek segue uma estratégia open source, a versão prévia do V4 pode ser acessada por desenvolvedores e empresas brasileiras por meio dos canais oficiais da companhia (api-docs.deepseek.com).
Por estar em fase de “preview”, o sistema ainda pode passar por mudanças antes do lançamento final e mantém restrições de resposta em temas politicamente sensíveis sob a ótica do governo chinês. Por exemplo, o modelo costuma se recusar a responder sobre o massacre da Praça da Paz Celestial, ocorrido em 1989.
Hoje é possível fazer uma análise de colorimetria pessoal usando o ChatGPT, até mesmo no plano gratuito. A ideia ficou popular depois do lançamento do GPT Images 2.0, que melhorou a forma como a IA analisa fotos. Com isso, a tendência cresceu rapidamente nas redes sociais.
O processo funciona analisando uma foto do usuário para identificar suas características, como tom de pele, cor dos olhos e do cabelo. Apesar de não substituir uma consultoria profissional, a ferramenta pode ser um bom começo para descobrir quais cores combinam mais com seu rosto.
Com base nesses dados, a IA sugere a chamada “estação cromática” e indica cores que valorizam a aparência, além de outras que podem não harmonizar tão bem.
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Como descobrir sua coloração pessoal com o ChatGPT?
Para ter um resultado mais preciso, é importante enviar uma foto boa. Para isso, tire uma imagem com o rosto de frente, sem maquiagem e sem filtros, e use a luz natural ao seu favor. Por exemplo, fique perto de uma janela e evite flash e iluminação artificial, que podem alterar as cores reais da pele.
Depois disso, siga os passos abaixo:
Abra o ChatGPT;
Anexe sua foto;
Selecione “Criar imagem” no botão “+”;
Use o prompt: “Analise esta foto do meu rosto tirada com luz natural e sem filtros. Identifique meu tom de pele, subtom, cor dos olhos e do cabelo para determinar minha estação cromática. Em seguida, liste as cores que mais me favorecem e também aquelas que devo evitar, explicando o motivo. Crie uma imagem com a análise.”
Em poucos minutos, o sistema vai gerar um relatório com sua estação cromática e uma lista de cores mais indicadas.
No ChatGPT, agora é possível solicitar sua coloração pessoal devido à atualização para o GPT Images 2.0. (Imagem: Reprodução/ChatGPT)
O que é colorimetria?
A colorimetria, também chamada de coloração pessoal, é uma técnica usada para descobrir quais cores combinam melhor com uma pessoa. Ela considera características como tom e subtom da pele, além da cor dos olhos e do cabelo, para indicar tons que harmonizam com a aparência.
O objetivo é ajudar na escolha de roupas, acessórios e maquiagem que valorizem o rosto, deixando a imagem mais equilibrada e natural. Além disso, a análise pode facilitar na hora de montar um guarda-roupa mais funcional e evitar compras de cores que não favorecem tanto.
O seu Xiaomi reiniciando sozinho geralmente é causado por falhas temporárias no sistema após atualizações, falta de espaço no armazenamento interno, aplicativos em conflito ou superaquecimento. Na maioria das vezes, o problema pode ser resolvido com ajustes de software, limpeza de cache ou troca de acessórios de carregamento.
Confira, a seguir, um checklist completo de diagnóstico, do mais simples ao mais avançado, para identificar o culpado e recuperar a estabilidade do seu aparelho. Vamos falar sobre:
O que significa “reiniciar sozinho”?
Primeiros testes que resolvem a maioria dos casos
Reinício aleatório depois de atualização: é normal?
E no caso de armazenamento cheio e “lento até reiniciar”?
Como descobrir o culpado do reinício automático?
Cache e dados: o que fazer sem perder tudo?
Reset de fábrica resolve?
Quando devo levar na assistência?
Perguntas frequentes
O que significa “reiniciar sozinho”?
Quando um celular reinicia do nada, ele está tentando se proteger de um erro que não consegue processar. No universo Xiaomi (MIUI e HyperOS), esses episódios costumam se dividir em três categorias:
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Reinício esporádico: o celular funciona bem, mas "apaga e volta" uma ou duas vezes ao dia. Geralmente é falta de memória RAM ou cache acumulado;
Reinicia ao abrir app/jogo: o sistema entra em colapso quando exige muito do processador ou quando um aplicativo específico está corrompido;
Loop de reinicialização (Bootloop): o aparelho não passa da tela da logomarca. É um sinal mais sério de falha crítica no sistema ou problema físico no botão de energia/bateria.
O Xiaomi reiniciando sozinho pode ser um problema simples ou mais complexo, depende da causa. (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Primeiros testes que resolvem a maioria dos casos
Antes de entrar em pânico, faça o básico. Muitas vezes, o celular está apenas "cansado" de processos acumulados:
Reinicialização manual: force um reinício segurando o botão power por 10 segundos. Isso limpa falhas temporárias da RAM.
Observe o padrão: o erro acontece quando você abre a câmera? Quando o Wi-Fi está ligado? Ou quando o celular está quente? Identificar o momento ajuda a descartar problemas de hardware.
Check-up de atualizações: vá em Configurações > Sobre o telefone e veja se há algum patch de segurança ou atualização de sistema pendente. A Xiaomi frequentemente lança correções para bugs de estabilidade.
Reinício aleatório depois de atualização: é normal?
Pode acontecer. Depois de grandes updates ou patches, alguns modelos ficam instáveis por alguns motivos comuns: cache antigo, migração de dados, otimizações em segundo plano e apps que ainda não se adaptaram à nova versão.
Nesse caso, você pode verificar:
Se não há uma "atualização incremental" (pequenas correções pós-lançamento);
Se o problema persistir por dias, o culpado pode ser o cache do sistema que ficou "sujo" com arquivos da versão anterior.
E no caso de armazenamento cheio e “lento até reiniciar”?
O sistema Android precisa de um "respiro" para funcionar. Se o seu Xiaomi está com 98% da memória ocupada, ele não consegue gravar logs temporários, o que causa o congelando da interface e o reinício súbito.
Mantenha sempre uma margem de segurança no armazenamento. Use o app "Segurança" nativo da Xiaomi para fazer uma limpeza de arquivos inúteis, apague vídeos pesados do WhatsApp e desinstale aplicativos que você não usa há meses. Se o sistema não tem onde escrever dados, ele simplesmente "desliga e liga" para tentar liberar espaço.
Como descobrir o culpado do reinício automático?
Muitos casos de Xiaomi reiniciando sozinho acontecem por causa de um aplicativo específico, especialmente se o problema começou após instalar algo novo ou atualizar um app pesado. Nesse caso, você pode fazer os testes abaixo;
Observe se o reinício começou depois de instalar ou atualizar um app;
Desinstale o app suspeito e veja se o problema desaparece;
Se não quiser desinstalar, tente limpar cache e dados do aplicativo;
Se for um launcher, teste voltar ao launcher padrão.
Modo Seguro
O Modo Seguro é um ótimo diagnóstico porque ele carrega apenas apps do sistema. Se no Modo Seguro o celular para de reiniciar sozinho, quase sempre a causa é algum aplicativo instalado.
O passo a passo muda conforme modelo e versão, então o mais prático é pesquisar por: “nome do seu Xiaomi + modo seguro”.
Como saber se é superaquecimento?
Celulares modernos têm sensores térmicos e sistemas de proteção. Se o processador (ou bateria) atinge uma temperatura crítica, o sistema pode reduzir desempenho e, em casos extremos, desligar ou reiniciar para evitar danos.
Fique atento se o reinício ocorre quando:
Você está jogando títulos pesados sob o sol;
O celular está carregando dentro de uma capinha muito grossa;
O uso do 5G está intenso em áreas de pouco sinal.
Tente remover a capa e deixar o aparelho esfriar. Se os reinícios pararem, o problema é puramente térmico.
Reinicia quando está carregando: é bateria?
Se o seu Xiaomi desliga e liga apenas quando está conectado à tomada, o problema pode ser:
Bateria degradada (principalmente se acontece em porcentagem específica).
O melhor teste é cruzado: use outro cabo e carregador (preferencialmente original ou certificado). Se o reinício desaparecer, o problema provavelmente era o acessório.
Se o reinício acontece sempre com bateria baixa ou em uma faixa específica (tipo 20% ou 40%), pode ser sinal de desgaste da bateria.
Se o celular entra em bootloop, o mais indicado é procurar a assistência técnica. (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Cache e dados: o que fazer sem perder tudo?
Se você chegou até aqui e o Xiaomi ainda reinicia sozinho, vale tentar soluções intermediárias antes de pensar em reset total. Veja o que testar sem apagar tudo:
Limpar cache de apps que travam antes do reinício;
Apagar dados de um app específico (isso pode deslogar contas, então atenção);
Redefinir configurações de rede (útil se travar em Wi-Fi/4G/5G).
Essas medidas resolvem quando há corrupção de cache ou conflito de configuração.
Reset de fábrica resolve?
Às vezes sim, mas deve ser o último recurso. O reset de fábrica costuma funcionar quando o problema é corrupção do sistema, configurações quebradas ou conflitos profundos após atualização. Porém, ele apaga tudo.
Nem sempre o Xiaomi reinicia sozinho por causa de app, atualização ou falta de espaço. Em alguns casos, o problema pode ser o hardware.
Desconfie disso se o celular:
Reinicia mesmo parado e frio;
Entra em bootloop (loop de reinicialização);
Começou a reiniciar depois de queda ou contato com água/umidade;
Esquenta demais sem motivo;
Reinicia ao tocar ou apertar uma parte específica;
Continua reiniciando mesmo com carregador e cabo bons.
Se você notar esses sinais, o ideal é buscar assistência técnica ou garantia, sem insistir em reset várias vezes.
Perguntas frequentes
Por que meu Xiaomi reinicia sozinho?
Na maioria dos casos, isso acontece por falhas de sistema, armazenamento cheio, apps com bug ou superaquecimento da bateria. O reinício é uma forma do aparelho se proteger ou se recuperar de travamentos.
Xiaomi reinicia ao abrir a câmera, o que fazer?
Isso costuma indicar bug no app da câmera, falta de espaço interno, aquecimento ou conflito com outros apps. Teste liberar armazenamento, limpar cache da câmera e verificar se há atualização do sistema ou do app.
O que é bootloop e como sair?
O bootloop é quando o celular fica reiniciando sem parar e não consegue iniciar o sistema. Ele pode ser causado por falha de atualização, corrupção do sistema ou defeito físico. Em casos leves, reiniciar e atualizar pode resolver, mas se persistir, geralmente exige suporte técnico.
Você sai de casa com a carga em 100%, troca algumas mensagens no caminho para o trabalho, ouve um podcast e, quando olha para o relógio no meio da tarde, o ícone da bateria já está laranja ou vermelho. A sensação é de que o celular está "derretendo" a energia sozinho, mesmo sem você ter passado horas jogando ou assistindo a vídeos.
No Android, dá para ver exatamente quais aplicativos estão drenando energia e usar ferramentas nativas para limitar o consumo de bateria por app. Neste guia, você vai aprender a identificar os “vilões”, entender por que eles gastam tanto e aplicar limites do jeito certo.
A seguir, tire suas dúvidas sobre:
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Por que alguns apps drenam bateria?
Como descobrir quais apps gastam mais bateria?
O que está pesando no consumo de bateria: tela, segundo plano, localização e dados?
Como limitar o consumo de um app específico?
Como cortar recursos que drenam bateria escondidos?
E quando o problema é um bug?
Dicas para aumentar duração da bateria do Android
Por que alguns apps drenam bateria?
O consumo de bateria não depende apenas do tempo que você passa com a tela ligada. Muitos aplicativos gastam energia porque:
Mantêm Bluetooth e conexões ativas (smartwatches, rastreadores);
Fazem sincronização e upload em segundo plano (fotos, nuvem, redes sociais);
Enviam notificações o tempo todo;
Rodam serviços invisíveis mesmo quando você “não abriu o app”;
Deixam a tela acordada em segundo plano (vídeo, chamadas e jogos).
Como descobrir quais apps gastam mais bateria?
O Android oferece um relatório detalhado escondido nas configurações. Embora o caminho mude entre um Samsung (One UI), Motorola (Hello UI) ou Xiaomi (HyperOS), a lógica é universal:
Abra as “Configurações” do seu Android;
Procure pela seção “Bateria”;
Toque em “Uso da bateria”;
Você verá um ranking dos apps que mais consumiram energia nas últimas 24 horas ou desde a última carga completa.
O Android lista os apps que mais consomem bateria no celular. (Imagem: Captura de tela/Viviane França/Canaltech)
Tenha atenção a apps que aparecem no topo da lista, mas que você mal abriu durante o dia. Se um app de compras que você não usou consumiu 10% da sua carga, ele certamente está com um comportamento anômalo em segundo plano.
O que está pesando no consumo de bateria: tela, segundo plano, localização e dados?
Quando você clicar em um aplicativo específico dentro do menu de bateria, o Android revela detalhes, como:
Tempo de tela: uso real com a tela acesa. Se for alto, o ajuste é no seu tempo de uso ou no brilho da tela;
Tempo em segundo plano: o app trabalhou enquanto você fazia outra coisa. Este é o alvo principal para limitar uso em segundo plano, mas tome cuidado para não restringir apps essenciais, como bancos;
Uso de dados/rede: download e upload constantes. Para resolver, desative o autoplay de vídeos e downloads automáticos nas configurações do próprio app.
Como limitar o consumo de um app específico?
Quando você identifica um app problemático, pode mudar a forma como o sistema lida com ele:
Vá em “Configurações”;
Toque em “Apps”
Clique em “Todos os apps”;
Selecione o aplicativo desejado;
Entre em “Uso da bateria pelo app”;
Acesse “Permitir o uso em segundo plano”;
Desative a opção “Permitir o uso em segundo plano”, se não for um app essencial;
Escolha a opção “Otimizado”.
Dá para retirar apps que funcionam em segundo plano. (Imagem: Captura de tela/Viviane França/Canaltech)
Como cortar recursos que drenam bateria escondidos?
Muitas vezes, a culpa está nas permissões dos apps, como acesso à localização, notificações e sincronização de contas. Veja como conferir cada um e resolver a situação:
Localização
Para alterar o acesso à localização do aparelho, siga os passos:
Vá em “Configurações”;
Toque em “Localização”;
Clique em “Permissões de acesso à localização”;
Verifique quais apps têm permissão para acessar o GPS “Sempre”. Mude para “Permitir apenas durante o uso”.
É possível retirar a permissão de acesso à localização de alguns apps. (Imagem: Captura de tela/Viviane França/Canaltech)
Notificações
Nas notificações, desative os alertas de apps que não agregam valor. Para isso, siga os passos:
Vá em “Configurações”;
Entre em “Notificações”;
Toque em “Notificações de apps”;
Liste todos os apps;
Desmarque a opção de notificações nos apps em que não é necessário.
Também é possível remover as notificações de alguns apps para economizar bateria. (Imagem: Captura de tela/Viviane França/Canaltech)
Sincronização de Contas
A sincronização de contas também consome muita energia. Veja como gerenciar:
Vá em “Configurações”;
Clique em “Senhas, chaves de acesso e contas”;
Desative a sincronização automática de dados que você não precisa ter em tempo real.
A sincronização de contas também consome bastante bateria. (Imagem: Captura de tela/Viviane França/Canaltech)
E quando o problema é um bug?
Se um app que costumava ser econômico de repente começou a devorar sua carga, ele pode estar com um bug. Antes de desinstalar, tente esta sequência:
Forçar parada: no menu de informações do app, toque em "Forçar Parada" para encerrar processos travados;
Limpar cache: isso apaga arquivos temporários que podem estar causando loops de processamento;
Atualizar o app: verifique na Play Store se há uma correção disponível. Desenvolvedores costumam lançar patches rápidos para problemas de drenagem.
Reiniciar o celular: o bom e velho "desliga e liga" limpa a memória RAM e encerra processos zumbis do sistema.
Dicas para aumentar duração da bateria do Android
Confira 6 dicas para aumentar a duração da sua bateria:
Brilho adaptativo: deixe o sensor trabalhar. Ele evita que a tela fique no brilho máximo em ambientes escuros, economizando muito;
Reduzir tempo de tela ligada: configure para 30 segundos ou 1 minuto. Manter a tela acesa inutilmente enquanto você já deixou o celular na mesa é puro desperdício;
Desativar vibração excessiva: a resposta tátil do teclado e as vibrações de notificações consomem mais do que parece. Se puder viver sem o "vrum" a cada letra digitada, desative;
Revisar apps que iniciam sozinhos: alguns apps se configuram para ligar junto com o sistema. Bloqueie o início automático daqueles que não são essenciais;
Modo Economia em momentos críticos: não espere chegar em 5%. Ative o modo de economia quando estiver em 20% e souber que vai demorar para ver uma tomada;
Evite widgets pesados: widgets de clima ou notícias que atualizam a cada 5 minutos na tela inicial são drenos constantes de dados e energia.
O Android 17 Beta 4 trouxe mudanças na interface que deixam o uso com mouse e trackpad mais fácil. As novidades foram descobertas por Mishaal Rahman ao testar o sistema e fazem parte do beta mais recente e último a ser lançado antes da versão estável. Por enquanto, os recursos estão disponíveis apenas para testadores, mas já mostram melhorias na multitarefa e no uso em telas maiores.
Uma das principais mudanças está no modo de tela dividida (split screen). Agora, quando o usuário tocar na alça entre dois aplicativos, vai aparecer setas para redimensionar automaticamente as janelas em proporções fixas, como 50:50, 70:30 e 90:10. A novidade elimina a necessidade de arrastar manualmente a divisão com o cursor, tornando o ajuste mais rápido e preciso, especialmente em dispositivos com mouse ou trackpad.
Além disso, o Android 17 Beta 4 vai adicionar um botão “X” nas janelas de autenticação biométrica. Antes, era preciso usar o gesto de voltar para fechar essas telas. Agora, é possível encerrar a solicitação com um clique, o que também facilita o uso com mouse ou trackpad. Ainda, o sistema ajustou a exibição do texto copiado no clipboard overlay, que agora aparece em branco para melhorar o contraste e a leitura.
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Android 17 Beta 4 melhorou o split screen com ajustes rápidos e adicionou botão “X” para fechar biometria. (Imagem: 018pzci07/Unsplash)
Quando o Android 17 será lançado?
O Google ainda não confirmou a data de lançamento, mas a previsão é que o Android 17 chegue na versão final por volta de junho de 2026. Esse cronograma segue o novo ritmo de atualizações da empresa, que tem antecipado os lançamentos.
A versão estável chegará primeiro aos celulares da linha Google Pixel (que não são vendidos oficialmente no Brasil) e ao código aberto do sistema (AOSP). Somente depois disso é que fabricantes como Samsung, Motorola e Xiaomi vão adaptar o sistema para suas próprias interfaces (como a One UI) e liberar para o público.
O WhatsApp está trabalhando em um recurso de bolhas de notificação no Android, que deve facilitar respostas rápidas sem precisar sair do aplicativo que você está usando. Segundo o WABetaInfo, a função ainda está em desenvolvimento e não foi liberada nem para testadores beta, mas pode chegar em futuras atualizações.
A ideia da novidade é manter uma experiência acessível e interativa, com notificações em tempo real. Assim, o recurso deve ser útil em situações práticas do dia a dia, como responder uma mensagem sem interromper a visualização de um vídeo ou enquanto o usuário navega em outros aplicativos, como o Instagram.
A novidade faz parte de outras mudanças que o WhatsApp prepara para os próximos meses. Uma delas é uma reforma na barra superior do app, em que o nome “WhatsApp” deve dar lugar ao logotipo, abrindo espaço para novos atalhos e funções, como acessar os status direto no topo. A ideia é tornar as conversas mais rápidas e reduzir interrupções durante o uso.
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Embora o Android tenha suporte para bolhas desde o Android 10, o recurso costuma funcionar com mais estabilidade e integração a partir do Android 11. Por isso, é provável que o WhatsApp priorize versões mais recentes do sistema na liberação inicial. Vale lembrar que o funcionamento também depende das configurações do próprio dispositivo, e o usuário poderá desativar as bolhas a qualquer momento caso considere o recurso invasivo.
WhatsApp está testando notificações em "bolhas" no Android. (Imagem: Viviane França/Canaltech)
Como vão funcionar as notificações “bolhas” no WhatsApp?
As bolhas de notificação do WhatsApp devem funcionar de forma semelhante ao que já existe em outros apps do Android. Quando uma mensagem chegar, um ícone flutuante aparecerá na tela, mesmo que o usuário esteja em outro aplicativo ou na tela inicial.
Veja como a interface deve operar:
Identificação visual: a bolha vai mostrar a foto do contato e um pequeno ícone do WhatsApp para indicar a origem da mensagem;
Janela compacta: ao tocar na bolha, será aberta uma versão reduzida do chat, em uma janela sobreposta;
Respostas mais rápidas: será possível ler e responder sem abrir o aplicativo completo;
Controle pelo sistema: como o recurso depende do Android, será necessário permitir bolhas nas configurações do celular.
A expectativa é que o WhatsApp libere a função gradualmente para alguns usuários beta assim que a fase de ajustes for concluída.
A Meta lançou o Instants, um novo aplicativo independente do Instagram para o compartilhamento de fotos temporárias, em uma tentativa de rivalizar com o Snapchat. A novidade foi publicada pelo especialista Matt Navarra no Threads. Por enquanto, o app já começou a ser liberado para Android e iOS, mas apenas em regiões selecionadas.
A proposta do Instants é apostar em uma experiência mais espontânea, o que lembra bastante o app Be Real. Assim que o usuário abre o aplicativo, ele já é levado para a câmera, eliminando feed e ferramentas avançadas de edição. O foco é incentivar o compartilhamento imediato de momentos do dia a dia, sem o uso de filtros ou produção.
As fotos enviadas no Instants ficam disponíveis temporariamente. Elas podem ser vistas apenas uma vez e desaparecem após 24 horas. O recurso é uma extensão da função conhecida como “Shots”, que antes estava restrita às mensagens diretas do Instagram.
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Mesmo sendo um aplicativo separado, o Instants continua totalmente integrado ao Instagram. O usuário faz login com a mesma conta e tudo o que é publicado no Instants também pode ser visualizado no app principal.
No post principal de Matt Navarra, também aparecem relatos de usuários que já estão testando o Instants e apontam frustração com a usabilidade. Algumas pessoas dizem que o app é confuso, principalmente em relação às notificações, como avisos de que alguém “comentou na sua foto” ou “visitou seu perfil”, já que nem sempre fica claro onde encontrar essas interações.
Além disso, há desconfiança entre os usuários sobre a exclusão real dos dados, com críticas sugerindo que, mesmo com as imagens sumindo do celular, elas ainda poderiam ficar armazenadas nos servidores da Meta e até serem usadas para treinar ferramentas de inteligência artificial.
Meta lança app Instants, que permite o compartilhamento de fotos temporárias, para competir com Snapchat. (Imagem: Solen Feyissa/Unsplash)
Tem como acessar o app Instants no Brasil?
Atualmente, o Instants não está disponível no Brasil. O lançamento foi feito de forma limitada, com prioridade para usuários nos Estados Unidos e outras regiões selecionadas, mas ainda não há previsão de quando o app será liberado para download em lojas de aplicativos brasileiras.
Apesar de não estar nas lojas de apps brasileiras, alguns usuários estão burlando a restrição baixando o arquivo APK em sites de terceiros ou criando contas registradas em outros países.
O Spotify anunciou uma integração com o Claude, chatbot de IA da Anthropic, que permite criar playlists e receber recomendações de músicas e podcasts sem sair da conversa. A novidade já está disponível globalmente para usuários do Claude nos planos gratuito, Pro e Max, tanto na versão web quanto nos apps para desktop, Android e iOS.
A integração usa o catálogo do Spotify e os recursos de personalização da plataforma para sugerir conteúdos de acordo com o gosto e o histórico de audição do usuário. Com comandos de texto, é possível pedir playlists para diferentes momentos, como treinos, corridas ou trabalho, além de recomendações de podcasts para o trajeto diário.
Além de gerar listas, o recurso oferece prévias das faixas, opção de salvar playlists na biblioteca e acesso rápido para abrir o conteúdo no aplicativo do Spotify. A integração ainda conta com suporte ao Spotify Connect, com controles de reprodução e troca de dispositivo de saída dentro do próprio Claude.
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Segundo as empresas, a conexão pode ser desfeita a qualquer momento, e o Spotify não compartilha conteúdos de áudio ou vídeo com a Anthropic para o treinamento de modelos de linguagem.
Vale ressaltar que o recurso também funciona para ouvintes do Spotify tanto na versão gratuita quanto no plano Premium. No caso dos assinantes Premium, há a possibilidade de ajustar as recomendações descrevendo a “vibe” ou o estado de espírito (mood) desejado nos comandos enviados ao Claude.
Como usar o Spotify no Claude?
Para usar o Spotify no Claude, siga os passos abaixo:
Acesse o Claude na versão web;
Clique em “+”;
Vá em “Conectores”;
Toque em “Adicionar conector”;
Pesquise o Spotify e clique no botão mais;
Abra “Conectores” novamente no botão “+”;
Selecione o Spotify;
Comece a usar o Spotify no Claude.
Spotify agora é integrado ao Claude e pode gerar playlists e recomendações de músicas dentro da IA. (Imagem: Captura de tela/Viviane França/Canaltech)
O YouTube Premium ficou mais caro nos Estados Unidos e o reajuste já está gerando reação entre os assinantes. Segundo uma pesquisa do site Android Authority, quase 40% dos usuários que já pagam pelo serviço pretendem cancelar a assinatura ou migrar para um plano mais barato, indicando que o aumento pode estar testando o limite de tolerância do público. A mudança, por enquanto, não foi aplicada no Brasil.
De acordo com o levantamento, o plano individual subiu de US$ 13,99 para US$ 15,99, enquanto o plano família passou de US$ 22,99 para US$ 26,99. Entre os assinantes consultados, 26,4% afirmaram que pretendem cancelar, 12,8% querem trocar de plano, e 60,7% disseram que vão manter a assinatura mesmo com o novo preço.
A enquete somou 2.072 votos, mas o próprio Android Authority ressalta que o questionário foi publicado dentro de matérias sobre o reajuste, o que pode ter atraído principalmente leitores já insatisfeitos e, por isso, não representar toda a base de assinantes do serviço.
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Para o Android Authority, depois que o usuário se acostuma com os benefícios do Premium, principalmente a ausência de anúncios, a ideia de voltar a assistir vídeos com propagandas obrigatórias pode ser difícil, o que sugere que parte dos assinantes que dizem que vão cancelar pode acabar mudando de ideia com o tempo.
Além disso, o aumento de US$ 2 no plano individual representa um crescimento de cerca de 14% na receita desse plano para o YouTube. Segundo a análise, a plataforma, avaliada em cerca de meio trilhão de dólares, não toma decisões desse tipo por impulso e provavelmente baseou o reajuste em pesquisas de mercado, calculando que a maioria dos usuários continuará pagando mesmo com o novo preço.
O reajuste acontece após um aumento anterior realizado em julho de 2023 e reforça um movimento observado em todo o setor de streaming. Com a fragmentação do conteúdo entre plataformas, como filmes, séries e músicas, muitos usuários acabam assinando mais de um streaming para acompanhar lançamentos e acessar catálogos específicos.
Com esse acúmulo, o valor pago mensalmente cresce e o streaming, antes visto como uma alternativa mais barata à TV por assinatura, pesa no orçamento. O resultado é um aumento na intenção de cancelamentos e na busca por meios alternativos de consumo.
Quase 40% dos assinantes pretendem cancelar ou migrar de plano do Youtube Premium após aumento nos EUA. (Imagem: Zulfugar Karimov/Unsplash)
O que é o Youtube Premium?
O YouTube Premium é o serviço de assinatura paga do YouTube que oferece uma experiência sem anúncios e recursos extras. Entre os principais benefícios estão:
Remoção de propagandas;
Reprodução de vídeos em segundo plano no celular;
Opção de download para assistir offline;
Acesso completo ao YouTube Music, serviço de streaming musical da plataforma.
O Google anunciou uma atualização no Gemini com novos recursos para situações de crise e saúde mental. A principal novidade é uma interface de “um toque”, que mostra botões para entrar em contato com linhas de apoio quando o chatbot identifica sinais de risco, como menções a suicídio ou automutilação. Segundo a empresa, a mudança reduz o tempo para que o usuário busque suporte humano profissional.
O recurso aparece dentro do módulo “Ajuda disponível” e traz opções para ligar, enviar SMS, iniciar um chat ou acessar o site de serviços especializados. Segundo o Google, as respostas foram desenvolvidas em parceria com especialistas clínicos para serem mais empáticas e, ao mesmo tempo, evitar validações perigosas ou incentivo a comportamentos nocivos.
O Gemini também foi treinado para não concordar ou reforçar crenças falsas, buscando separar de forma cuidadosa a experiência subjetiva do usuário de fatos objetivos. Após ativado, o painel de ajuda permanece visível durante o restante da conversa.
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A atualização traz novas proteções para menores de idade, com regras que impedem o Gemini de adotar um tom de “companheiro”, simular vínculos emocionais ou sugerir intimidade com o usuário, além de medidas para reduzir riscos de abuso, como evitar que a IA incentive bullying ou outros assédios. O objetivo é evitar que adolescentes desenvolvam dependência emocional do chatbot ou interpretem a IA como uma figura humana de apoio.
Além disso, o Google anunciou um investimento de US$ 30 milhões nos próximos três anos para apoiar linhas de atendimento a crises em vários países. A empresa ainda destinou US$ 4 milhões para a ReflexAI, que vai integrar o Gemini à plataforma de simulações “Prepare” para capacitar voluntários e profissionais. O Google.org também deve fornecer suporte técnico pro bono para evoluir a ferramenta, com foco inicial em parceiros da área educacional.
As mudanças chegam após investigações e processos judiciais que apontam falhas de chatbots com pessoas vulneráveis, incluindo uma ação que acusa uma IA de incentivar um homem a tirar a própria vida, além de casos em que assistentes teriam ajudado a esconder transtornos alimentares ou planejar ataques violentos. Diante disso, empresas, como OpenAI e Anthropic, também reforçaram a segurança em conversas sensíveis.
Gemini recebe atualização que facilita contato com linhas de apoio ao detectar riscos à saúde mental durante a conversa. (Imagem: Viviane França/Canaltech)
As atualizações de saúde mental já estão disponíveis no Gemini?
Sim. O redesenho do módulo de suporte e as novas diretrizes de resposta já fazem parte das capacidades atuais do Gemini para lidar com situações de crise. A empresa reforça, porém, que o chatbot não substitui atendimento clínico, terapia ou suporte profissional especializado.
A versão estável da One UI 8.5, interface baseada no Android 16 QPR2, tem previsão de lançamento para a linha Galaxy S25 no dia 30 de abril de 2026. Segundo o informante Tarun Vats, em publicação na rede social X, a atualização deve ser liberada primeiro na Coreia do Sul, com expansão para o mercado global poucos dias depois.
De acordo com o cronograma divulgado pelo leaker, a expectativa é que a distribuição mundial aconteça cerca de quatro dias após a estreia no país de origem da Samsung, o que coloca o lançamento global em 4 de maio de 2026. Até o momento, a fabricante não confirmou oficialmente a data.
A Samsung já disponibilizou oito versões beta da One UI 8.5 para o Galaxy S25, S25+ e S25 Ultra, indicando que o programa de testes está próximo da reta final. O processo costuma seguir um padrão, com a estreia da interface junto dos novos celulares — no caso, o Galaxy S26 que foi lançado em fevereiro — e, após um período inicial, a atualização é liberada para modelos já lançados.
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A atualização também chama atenção porque a Samsung planeja levar para a linha Galaxy S25 alguns dos recursos de IA do Galaxy S26, como o AI Call Screening (triagem de chamadas por IA), ferramentas Agentic AI, Creative Studio, Now Nudge e Notification Highlights, além de melhorias no Audio Eraser, no Enhanced Photo Assist e na Bixby com respostas mais contextuais.
One UI 8.5 deve chegar ao Galaxy S25 em 30 de abril de 2026 na Coreia do Sul, com expansão global em 4 de maio. (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
É possível testar o beta da One UI 8.5 no Brasil?
Não. O programa One UI 8.5 Beta não está disponível no Brasil, já que a Samsung restringe os testes a mercados selecionados. Assim, os usuários brasileiros da linha Galaxy S25 não conseguem se inscrever para receber a versão antecipada do sistema.
Atualmente, o beta está disponível apenas nos seguintes países:
Os celulares Samsung Galaxy têm um recurso pouco conhecido que transforma o sensor de impressão digital em um atalho para abrir aplicativos e executar funções específicas. Os usuários podem configurar a ferramenta pelo aplicativo Good Lock no módulo Routines+, disponível na Google Play Store e na Galaxy Store.
Apesar de não vir ativada por padrão, ela oferece um nível extra de automação na One UI. Para isso, o sistema integra a biometria do aparelho ao motor de automação da Samsung. Assim, o usuário pode definir, por exemplo, que o polegar esquerdo abra o Instagram e o indicador direito abra o Bloco de Notas, o que elimina a necessidade de procurar manualmente o aplicativo após desbloquear o celular.
O recurso também pode ser usado para acessar configurações internas e realizar ações em aplicativos nativos, como buscar um contato ou visualizar chamadas perdidas. Apesar de ser necessário um período de adaptação para memorizar qual dedo ativa cada comando, a função traz mais agilidade no dia a dia.
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Além de usos para entretenimento, como abrir rapidamente o Instagram, é possível usar a ferramenta para produtividade. Um exemplo é configurar uma digital para abrir o aplicativo de Lembretes, deixando suas tarefas visíveis logo após desbloquear a tela.
Recurso do Good Lock transforma o sensor de impressão digital em atalho para abrir apps. (Imagem: André Magalhães/Canaltech)
Como configurar uma rotina para sua digital no Good Lock?
Para configurar uma rotina para sua digital no Good Lock, primeiro você deve cadastrar suas digitais nas configurações do seu Samsung. Depois, siga os passos abaixo:
O Google anunciou o Gemma 4, nova geração da sua família de modelos de IA abertos, voltada para raciocínio avançado e uso em agentes de IA. A novidade já está disponível globalmente para desenvolvedores e pesquisadores, sob licença Apache 2.0, com uso comercial liberado e integração em produtos sem grandes restrições.
Segundo a empresa, o Gemma 4 oferece alto desempenho com menos custo, rodando tanto em hardware local quanto na nuvem. A família tem quatro versões: Effective 2B (E2B) e Effective 4B (E4B), para celulares e dispositivos edge, além dos modelos maiores 26B Mixture of Experts (MoE) e 31B Dense, para tarefas mais pesadas. No caso do 26B MoE, o foco é responder mais rápido, usando apenas 3,8 bilhões de parâmetros a cada resposta.
A nova linha é multimodal, com suporte a vídeos e imagens em toda a família, sendo útil para tarefas envolvendo OCR e leitura de gráficos. As versões menores E2B e E4B também aceitam áudio, com foco em reconhecimento e compreensão de fala. Já o limite de contexto chega a 128K nas variantes para edge e a 256K nos modelos maiores, ajudando a lidar com grandes volumes de texto, código ou documentos em um único prompt.
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O Gemma 4 também chega com suporte a ferramentas populares do ecossistema open source, facilitando a adoção em projetos comerciais. A proposta é possibilitar que mais pessoas e empresas usem IA avançada com mais controle sobre dados e infraestrutura, sem depender totalmente de serviços fechados.
A família foi treinada em mais de 140 idiomas e tem ótimo desempenho em benchmarks públicos. O modelo 31B aparece atualmente em 3º lugar no ranking global de modelos abertos da Arena AI, enquanto o 26B ocupa a 6ª posição, chegando a superar modelos até 20 vezes maiores.
Gemma 4 é a nova geração da família de modelos de IA abertos do Google. (Imagem: Divulgação/Google)
Como usar o Gemma 4?
O Gemma 4 pode ser testado pelo Google AI Studio e pela Google AI Edge Gallery. Para desenvolvedores Android, há suporte ao Agent Mode no Android Studio, além do AICore Developer Preview e da ML Kit GenAI Prompt API, que ajudam a criar apps de produção e já preparam o terreno para compatibilidade futura com o Gemini Nano 4.
Os modelos também podem ser baixados nas plataformas Hugging Face, Kaggle e Ollama, e tem compatibilidade com as ferramentas Transformers, vLLM, llama.cpp, LM Studio e Keras.
Já para quem precisa rodar em escala, o Gemma 4 também pode ser usado no Google Cloud, com suporte via Vertex AI, GKE e Cloud Run, incluindo recursos de segurança e conformidade para aplicações corporativas.
O Google Vids agora tem integração com o modelo Veo 3.1 para gerar vídeos com IA a partir de textos e fotos. A proposta é facilitar a criação de conteúdos com aparência profissional, desde posts para redes sociais até materiais promocionais. O recurso já está disponível e pode ser usado em todos os planos, incluindo a versão gratuita.
Para usuários de contas pessoais, o Google liberou 10 gerações gratuitas por mês. Já assinantes dos planos Google AI Ultra e Workspace AI Ultra contam com um limite de até 1.000 gerações mensais, com foco em criadores e empresas que precisam produzir conteúdo em escala.
O Google Vids também ganhou novidades importantes em áudio. Com os modelos Lyria 3 e Lyria 3 Pro, assinantes do Google AI Pro e Ultra podem criar trilhas sonoras personalizadas, com duração entre 30 segundos e três minutos, ajustadas ao estilo e ao clima do vídeo.
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Além disso, o Vids agora tem avatares de IA, mas o recurso é exclusivo para assinantes do Google AI Pro e Ultra. Além de manter uma identidade visual e de voz consistente, a ferramenta inclui um “controle de direção completo”, com opções para posicionar os avatares em cenas específicas, ajustar detalhes, como roupas e fundos, e criar interações com objetos e adereços enviados pelo usuário.
Para completar, o Vids ganhou uma extensão do Chrome que leva o estúdio de gravação para dentro do navegador e traz captura de tela e webcam a partir de qualquer aba, sem precisar abrir o editor antes. A ferramenta também começou a oferecer exportação para o YouTube, com envio padrão como “Privado”.
Google Vids agora tem integração com Veo 3.1 para gerar vídeos com IA. (Imagem: Divulgação/Google)
Como criar vídeos com o Veo 3.1 no Google Vids?
Para criar vídeos com o Veo 3.1 no Google Vids, siga os passos abaixo:
Acesse o Google Vids;
Clique em “Veo 3.1”;
Escolha se deseja criar do zero ou a partir de uma imagem;
A Microsoft lançou novos recursos de multiagentes no Copilot Studio, que coordenam diferentes IAs para entregar respostas mais precisas, automatizar tarefas complexas e melhorar a integração com fluxos de trabalho corporativos. As novidades estarão totalmente disponíveis a partir de abril de 2026 para clientes da plataforma Copilot Studio.
Os recursos tem integração com o Microsoft Fabric, orquestração via SDK de Agentes do Microsoft 365 e comunicação Agente-a-Agente (A2A) por protocolos abertos, o que possibilita que agentes especializados, como suporte ao cliente ou análise de dados, trabalhem de forma coordenada, usando informações reais da empresa.
O Copilot Studio ganhou o Prompt Builder Imersivo, localizado na aba Ferramentas (Tools) de cada agente. Ele centraliza criação, edição e teste de instruções, com a opção de alternar modelos sem sair do fluxo de trabalho, reduzindo o atrito de usar um editor separado. As integrações com Teams, ServiceNow e Azure DevOps foram ampliadas para que agentes acompanhem reuniões, compreendam tickets e atuem em sistemas externos.
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A plataforma também oferece novos ajustes de moderação de conteúdo, que regulam a sensibilidade para evitar bloqueios excessivos e desbloqueiam cenários legítimos em setores regulados, como saúde, seguros e aplicação da lei. Além de suporte aos modelos de IA Claude Opus 4.6 e Claude Sonnet 4.5 (disponíveis inicialmente nos EUA), Grok 4.1 Fast, GPT-5.3 Thinking e GPT-5.4 Instant, liberados de forma gradual em várias regiões.
Além disso, o Copilot Studio recebeu duas novas funcionalidades: APIs de automação de avaliação, disponíveis via conectores e Power Platform, que executam verificações de qualidade diretamente em fluxos de CI/CD; e suporte expandido a aplicativos MCP e Apps SDK, que deixa os agentes agir em sistemas externos, indo além de apenas fornecer informações.
Copilot Studio ganha multiagentes de IA, novas integrações e APIs. (Imagem: Divulgação/Microsoft)
Quem pode usar os novos recursos do Copilot Studio?
Os novos recursos de multiagentes do Copilot Studio estarão disponíveis a partir de abril de 2026 para assinantes do plano Copilot Studio. Algumas funções têm diferenças de disponibilidade dependendo da região ou do modelo de IA escolhido.
Todos os assinantes têm acesso à integração com Microsoft Fabric, ao SDK de Agentes do M365 e à comunicação A2A. Já os ajustes de sensibilidade funcionam apenas em regiões que oferecem suporte a modelos gerenciados pela Microsoft.
No caso do suporte a Anthropic Claude, Grok e GPT-5.4 Instant, os modelos estão disponíveis inicialmente em prévia paga. A liberação é faseada por região, ou seja, algumas localidades recebem acesso antes de outras, como é o caso dos Estados Unidos com a IA da Anthropic.
A versão em inglês da Wikipedia baniu o uso de modelos de linguagem (LLMs) para criar ou reescrever artigos. A medida começa a valer em março de 2026 e afeta toda a comunidade de editores da plataforma, sendo uma resposta ao aumento de conteúdos gerados por ferramentas de IA, como ChatGPT e Google Gemini.
O uso de IA será restrito a casos específicos, nos quais editores podem sugerir correções gramaticais e estilísticas em seus próprios textos e recorrer a LLMs para auxiliar na tradução de artigos, desde que tenham fluência nos idiomas e verifiquem a precisão do conteúdo. Todas as contribuições de IA devem passar por revisão humana. Além disso, a Wikipedia criou o WikiProject AI Cleanup, um grupo voluntário dedicado a identificar e remover artigos de baixa qualidade gerados por IA, conhecidos como "AI slop".
A nova diretriz lembra que algumas pessoas escrevem de forma parecida com textos gerados por IA. Por isso, os moderadores não devem punir apenas pelo estilo de escrita e precisam analisar se o editor segue as regras e seu histórico de edições. A Wikipedia reconhece que identificar conteúdo de IA não é exato, e alguns textos indesejados podem passar, principalmente em páginas menos moderadas.
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No entanto, a Wikipedia atualizou suas políticas e começou a autorizar a remoção imediata de artigos gerados por IA e publicados sem revisão humana. O administrador que sugeriu a nova regra, conhecido como Chaotic Enby, afirmou que a aprovação massiva do banimento deve servir como um movimento popular, encorajando outras comunidades na internet a definir por conta própria os limites do uso de IA.
As regras podem variar dependendo do idioma. Por exemplo, a plataforma em inglês manteve exceções, mas a versão em espanhol optou por um banimento total do uso de LLMs. Essa aversão à IA já existia na comunidade, inclusive a Wikimedia Foundation chegou a testar a ferramenta Simple Article Summaries, mas os voluntários classificaram a funcionalidade como uma “ideia horrível”, o que levou ao cancelamento do teste.
O Wikipedia em inglês baniu o uso de IA para criar e editar textos na plataforma. (Imagem: Oberon Copeland/Unsplash)
Por que a Wikipedia vai bloquear conteúdos gerados por IA?
A decisão foi tomada por causa de vários riscos apontados pelos editores, como:
As LLMs podem criar informações falsas, como artigos sobre lugares que nunca existiram, e inventar citações e referências acadêmicas, prejudicando a credibilidade;
Rascunhos de baixa qualidade aumentam o trabalho de revisão dos voluntários;
O uso excessivo de automação desestimula o desenvolvimento da expertise humana e o debate entre a comunidade.
A proibição busca manter a Wikipedia confiável e evitar a queda de qualidade em serviços online causada pelo uso exagerado de IA, processo conhecido como “enshittification”.
A Samsung liberou, nesta quinta-feira (26), o programa beta da One UI 8.5 para a linha Galaxy S24, que inclui os modelos S24, S24+ e S24 Ultra. A atualização, baseada no Android 16 QPR2, já está disponível para que usuários na Índia, Coreia do Sul e Reino Unido testem a nova interface e enviem feedbacks para melhorar a versão estável antes do lançamento.
Essa primeira versão beta da One UI 8.5 tem o firmware S92xBXXU5ZZCD, ocupa 4,1 GB e faz parte parte do movimento da Samsung de expandir a nova interface para outros dispositivos.
A One UI 8.5 traz uma interface renovada, melhorias estéticas e recursos aprimorados da Galaxy AI. Os apps nativos, como Relógio, Telefone e Galeria, ganharam um menu inferior com barra de pesquisa e ícones em estilo Liquid Glass, inspirado no iOS. O Painel Rápido pode ser redimensionado ou ter atalhos removidos, e a tela de bloqueio traz três estilos de relógio, animações no Always On Display e dados do Google Maps na "Now Bar".
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A Bixby também virou um chatbot de IA, com o Perplexity integrado, e o navegador da Samsung ganhou a função Ask AI, que resume conteúdos de várias abas. Na edição de imagens é possível usar comandos de texto, e o recurso Now Nudge agora sugere ações rápidas com base no que aparece na tela, como adicionar eventos à agenda.
A Galeria terá um álbum privado que impede capturas de tela, e o sistema identifica e bloqueia notificações de apps abusivos. Será possível gravar apenas uma parte da tela, e novos recursos ajudam a economizar bateria ao desligar funções não essenciais e ajustar limites de uso.
Samsung expande One UI 8.5 para a linha Galaxy S24. (Imagem: Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
O beta do One UI 8.5 está disponível no Brasil?
Não, o beta da One UI 8.5 ainda não está disponível no Brasil. A fabricante está liberando o programa de testes apenas em mercados selecionados, como Índia, Coreia do Sul e Reino Unido.
No Brasil, a única forma de testar o novo sistema operacional da Samsung é comprando o Galaxy S26, que já vem com a One UI 8.5 instalada de fábrica.
O Google anunciou que o Android 17 vai receber suporte à Criptografia Pós-Quântica (PQC), tecnologia criada para resistir a ataques de futuros computadores quânticos. A novidade começa a ser testada já na próxima versão beta do Android 17, com expectativa de chegar ao público geral quando o sistema for lançado oficialmente.
Apesar de parecer uma resposta recente a uma ameaça distante, o Google vem se preparando para esse cenário há anos, com experimentos e testes desde 2016, e a implementação marca uma mudança importante no Android, com a adoção de novos padrões de segurança aprovados pelo NIST.
A atualização reforça a segurança do Android desde o momento em que o celular é ligado. Para isso, o Android Verified Boot (AVB), sistema que verifica se o software do aparelho não foi adulterado, vai usar o algoritmo ML-DSA, um novo padrão de assinatura digital para impedir alterações no sistema na inicialização.
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O Android 17 também vai iniciar a modernização do Atestado Remoto, sistema que comprova se o dispositivo está seguro, e adaptar os certificados do KeyMint, usados para verificar a integridade do sistema para apps e serviços.
No Google Play, a proteção virá pelo Play App Signing, com suporte a assinaturas híbridas, que juntam a criptografia tradicional com a pós-quântica, para manter compatibilidade com dispositivos atuais. As chaves, que deverão ser renovadas a cada dois anos, serão gerenciadas com ajuda do Google Cloud KMS, e a geração será automática tanto para novos apps quanto para aplicativos que optarem por ativar o recurso.
Essa é apenas a primeira fase do plano. O Google também quer ampliar a criptografia pós-quântica para outras áreas do Android, incluindo o KeyMint, que protege chaves digitais no aparelho, e o Provisionamento Remoto de Chaves, recurso usado para gerar e distribuir credenciais de forma segura à distância.
Android 17 vai receber suporte à Criptografia Pós-Quântica (PQC) para proteger o dispositivo contra ataques quânticos no futuro. (Imagem: Reprodução/United States Cybersecurity Institute)
O que são computadores quânticos?
Os computadores quânticos seguem as regras da física quântica para processar informações. Por exemplo, um PC comum consegue trabalhar com 0 ou 1, já o quântico tem a capacidade de lidar com os dois ao mesmo tempo, o que os torna mais rápidos em cálculos complexos.
No entanto, isso também levanta preocupações sobre a possibilidade de conseguirem quebrar a criptografia que usamos para proteger bancos, mensagens e assinaturas digitais. Por isso, empresas já estão desenvolvendo métodos mais seguros, chamados Criptografia Pós-Quântica, para se antecipar a essa ameaça.
Uma startup de tecnologia está chamando atenção por oferecer US$ 800 (cerca de R$ 4,6 mil) para quem topar passar um dia inteiro “gritando” e pressionando chatbots de IA. A vaga, que parece brincadeira, foi anunciada pela Memvid e recebeu o nome de “Professional AI Bully” (algo como “agressor profissional de IA”), com a proposta de expor falhas de memória e perda de contexto em modelos populares.
Apesar do tom curioso, a função tem um objetivo de testar os limites dos sistemas de IA em conversas longas para tentar forçá-los a lembrar informações passadas e registrar quando eles se contradizem, inventam respostas ou esquecem o que foi dito antes. Segundo o CEO e cofundador da Memvid, Mohamed Omar, esse tipo de falha é um problema recorrente em LLMs e acaba obrigando os usuários a repetirem comandos e explicações diversas vezes.
O candidato selecionado deverá interagir com várias ferramentas de IA ao longo de um dia e documentar os erros e o “caos” causado pela perda de contexto. A empresa também pretende gravar a tela e a câmera durante o processo para registrar reações e falhas e, depois, transformar o material em um relatório público.
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Ao mesmo tempo, a ação serve para divulgar a tecnologia da Memvid, que promete dar aos chatbots uma memória persistente usando um único arquivo. A empresa diz que isso melhora o contexto, a velocidade e a precisão das respostas. Além do assistente Kora, a solução também é oferecida como ferramenta para desenvolvedores.
Empresa vai pagar para que alguém grite e pressione sistemas de IA. (Imagem: Growtika/Unsplash)
Tem como se candidatar no Brasil?
Sim. Segundo as informações divulgadas, a vaga é remota, o que abre espaço para candidatos de outros países, incluindo o Brasil. Não é necessário ter experiência em tecnologia ou IA. Para se candidatar, basta acessar o site da Memvid (memvid.com/ai-bully-job).
No entanto, a empresa busca um perfil específico: pessoas com histórico de frustrações com ferramentas digitais, opiniões fortes sobre as limitações da IA e, de preferência, que “realmente deteste” esse tipo de tecnologia.
A seleção deve ser encerrada em meados de abril de 2026, e o pagamento prometido é de US$ 800 pelo dia de trabalho, desde que o candidato cumpra o formato proposto e entregue o registro detalhado dos testes.
A Samsung anunciou, nesta quinta-feira (26), o lançamento da versão estável do Samsung Browser para Windows, encerrando cerca de cinco meses em fase beta. O navegador já está disponível globalmente e pode ser instalado em computadores com Windows 10 (versão 1809 ou superior) e Windows 11, marcando a estreia oficial da experiência de navegação da marca fora dos celulares e tablets.
A proposta do Samsung Browser no PC é oferecer uma navegação mais integrada entre dispositivos. Ao fazer login com uma conta Samsung, o usuário consegue sincronizar automaticamente favoritos, histórico e abas abertas, o que facilita a continuidade do uso entre smartphone e computador.
No entanto, o recurso mais avançado de continuidade, que permite alternar de um dispositivo para outro e continuar exatamente na mesma página, depende do Samsung Continuity Service ou do app Galaxy Connect. Por enquanto, essa função está disponível apenas em notebooks da própria Samsung, como as linhas Galaxy Book3, Book4, Book5 e Book6, com promessa de expansão para outros dispositivos no futuro.
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Além disso, o navegador tem suporte ao Samsung Pass, recurso que ajuda no preenchimento automático de logins e dados de pagamento. A Samsung também manteve ferramentas de privacidade, como proteção contra rastreadores e painel de monitoramento em tempo real.
Novo Samsung Browser chega ao Windows com recursos de IA e navegação integrada. (Imagem: Divulgação/Samsung)
Já os recursos de IA agêntica, desenvolvidos em parceria com a Perplexity, ficam restritos inicialmente aos Estados Unidos e à Coreia do Sul. Eles permitem buscar páginas antigas usando comandos simples, resumir e comparar várias abas abertas, traduzir sites e localizar trechos em vídeos para pular para o momento mais relevante. A IA também pode criar conteúdos e se integra ao Samsung Notes para gerar anotações.
O lançamento marca também uma mudança de identidade. O navegador, conhecido por anos como Samsung Internet, agora é oficialmente chamado Samsung Browser, tanto no Windows quanto nos dispositivos móveis.
Como baixar o navegador da Samsung para Windows?
Para baixar o novo navegador da Samsung para Windows, é necessário acessar o site oficial da empresa (browser.samsung.com) e clicar em “Download” para iniciar.
A Opera anunciou uma grande atualização para o Opera One que integra o Gemini e o Google Tradutor na barra lateral do navegador. A novidade foi lançada em 25 de março de 2026 e já está sendo liberada globalmente para usuários da versão desktop, com foco em transformar o browser em um centro de produtividade mais completo.
Com a mudança, os usuários podem acessar ferramentas de IA e tradução sem abrir novas abas ou alternar constantemente entre sites e serviços externos. Além do Gemini, o Opera One também mantém acesso rápido ao ChatGPT e à IA nativa do próprio navegador, o que possibilita comparar respostas e escolher o modelo mais adequado para cada tarefa enquanto navega na web.
Um diferencial destacado pela empresa é que a inteligência artificial do Opera consegue entender o contexto da aba aberta, lendo o conteúdo da página em que o usuário está navegando para responder comandos e realizar tarefas com mais precisão, sem exigir que a pessoa explique tudo em detalhes.
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Dentre as novidades, também está a inclusão do Google Tradutor na barra lateral. Apesar de o Opera já oferecer uma opção de traduzir sites inteiros automaticamente, agora o destaque é a facilidade para traduzir textos próprios e produzir conteúdo em outros idiomas, como escrever um e-mail para um cliente internacional, preparar mensagens para uma viagem ou conversar com alguém em outra língua durante a navegação.
A atualização também expandiu o recurso “Tela Dividida”, que agora divide a tela em até quatro abas ao mesmo tempo e conta com diferentes layouts de organização, como horizontal, vertical ou em grade. Isso facilita atividades simultâneas, como pesquisa, leitura, comunicação e consumo de conteúdo.
Além disso, o Opera One ganhou dois novos temas para personalização do navegador. O Cybervroom traz uma estética cyberpunk em modo escuro, com visual futurista e efeitos inspirados em máquinas, enquanto o Mizumi tem um estilo mais calmo e relaxante, disponível em modo claro e escuro. Ambos incluem animações, efeitos sonoros para o navegador e teclado, e música de fundo para tornar a experiência mais imersiva.
Agora é possível usar o Gemini e o Google Tradutor na barra lateral do Opera, além de dividir a tela em quatro abas. (Imagem: Divulgação/Opera)
Como adicionar o Gemini e Google Tradutor no Opera?
Confira o passo a passo para adicionar o Gemini e o Google Tradutor na barra lateral do navegador Opera:
Clique nos três pontos na parte inferior da barra lateral do navegador;
Acesse o menu de configurações da barra lateral;
Procure por “Serviços do Google” para localizar o Google Tradutor;
Busque por “Serviços de IA” para localizar o Gemini;
Ative cada ferramenta no botão seletor ao lado do nome.
Como ativar as novas opções da Tela Dividida?
Existem duas formas de dividir a tela em quatro abas no Opera. Na primeira opção:
Abra as abas que você quer usar na Tela Dividida;
Arraste e solte uma aba sobre a outra. Ao arrastar, o Opera vai exibir indicações visuais de posicionamento para criar o layout (horizontal, vertical ou em grade).
Ou, se preferir usar o menu:
Segure Ctrl (Windows) ou Cmd (Mac);
Toque nas abas que deseja agrupar na Tela Dividida;
Clique com o botão direito do mouse em uma das abas selecionadas;
A OpenAI anunciou uma nova experiência de compras para o ChatGPT, com navegação mais visual e recursos para ajudar o usuário a descobrir e comparar produtos na própria conversa. A atualização começou a ser liberada gradualmente nesta semana e chega para usuários dos planos gratuito, Go, Plus e Pro na versão web, Android e iOS.
A novidade é baseada na expansão do Agentic Commerce Protocol (ACP), uma camada que conecta o ChatGPT aos catálogos de lojistas e plataformas de e-commerce. Assim, o usuário pode descrever o que procura, ajustar a busca com novas perguntas e visualizar produtos lado a lado, com informações de preços, avaliações e especificações técnicas atualizadas. Na busca por imagem, também é possível enviar uma foto como inspiração para encontrar itens semelhantes.
O recurso tem integração automática com lojistas da Shopify e experiências nativas com Walmart — que deve chegar ao Android e iOS em breve —, além de descoberta de produtos na Target, Sephora, Nordstrom, Lowe’s, Best Buy, The Home Depot e Wayfair. No caso da Shopify, a finalização da compra acontece na loja online do próprio lojista, por meio de um navegador integrado ao app.
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A OpenAi também abandonou a versão inicial do “Instant Checkout”, que não oferecia a flexibilidade desejada, e começou a focar na etapa de descoberta de produtos. Com isso, os lojistas podem utilizar seus próprios sistemas de pagamento e checkout, com suporte a provedores, como Salesforce e Stripe.
Além disso, a empresa pretende expandir o ACP futuramente com recursos de verificação de disponibilidade local e estimativas de prazo de entrega (ETAs).
ChatGPT anuncia navegação visual e novos recursos para facilitar a descoberta de produtos no chat. (Imagem: Zulfugar Karimov/Unsplash)
Quem pode usar o assistente de compras do ChatGPT?
As novas funcionalidades de compras estão sendo disponibilizadas de forma gradual para todos os usuários do ChatGPT, incluindo a versão gratuita e também assinantes dos planos Go, Plus e Pro.
Como usar o assistente de compras do ChatGPT?
Para usar os novos recursos de compras, é só dizer no chat o que você está procurando, incluindo orçamento, preferências e até restrições. A partir disso, o assistente ajuda você a explorar opções, comparar produtos e chegar à melhor escolha de forma interativa.
A Apple prepara o lançamento de um app próprio da Siri para iPhone, iPad e Mac, com interface de chat semelhante ao ChatGPT e ao Google Gemini e interações mais completas e conversacionais, segundo a Bloomberg. Por enquanto, a novidade segue em testes internos e ainda não está disponível para o público.
A nova experiência deve funcionar como um app independente, com interface em formato de chat, que terá interações por texto ou voz, histórico de conversas e até envio de arquivos, como fotos e documentos. A proposta é transformar a Siri em um agente de IA mais útil no dia a dia, que consiga resumir conteúdos, responder com mais contexto e sugerir ações com base no uso do usuário.
Além disso, a Apple testa integrações mais profundas com o sistema, como o “Ask Siri”, que vai permitir enviar conteúdos de outros apps para a assistente, e o “Write with Siri”, um atalho no teclado para geração e edição de textos.
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O sistema de busca atual, o Spotlight, será unificado na Siri, que usará o recurso “Personal Context” para acessar dados pessoais com mais profundidade. Com a expansão do App Intents, a assistente poderá executar tarefas específicas em apps da Apple e de terceiros, incluindo navegar por interfaces apenas com comandos de voz.
A empresa também deve abandonar o efeito de bordas brilhantes introduzido no iOS 18. Na nova versão, a Siri aparecerá no topo da tela, integrada à Dynamic Island, exibindo um indicador em formato de pílula com “Searching” antes de se expandir para um painel maior e translúcido com o design Liquid Glass.
Essa nova fase da IA vai unir os modelos da Apple, conhecidos como Apple Foundation Models, com tecnologias desenvolvidas em parceria com o Google, incluindo o Gemini, em um acordo estimado em cerca de US$ 1 bilhão. A reformulação, testada internamente sob o codinome “Campo”, dá continuidade a recursos apresentados na WWDC 2024, que foram adiados e agora fazem parte do ciclo de desenvolvimento do iOS 27.
A Siri terá formato conversacional com chat semelhante ao Gemini e ChatGPT. (Imagem: Miguel Tomás/Unsplash)
Quando o app da Siri será lançado?
A expectativa é que a Apple apresente a nova Siri durante a WWDC 2026, marcada para junho de 2026. No entanto, o lançamento para o público deve acontecer apenas no final do ano, possivelmente com os novos sistemas operacionais e a próxima geração de iPhones.
A OpenAI vai descontinuar o Sora, sua plataforma de geração de vídeos por inteligência artificial, incluindo o aplicativo para consumidores, a versão para desenvolvedores e a funcionalidade de vídeos no ChatGPT, segundo o Wall Street Journal.
A big tech decidiu encerrar o Sora para focar em projetos mais importantes no momento, como ferramentas de produtividade, funções empresariais e codificação. Segundo o CEO Sam Altman e a chefe de aplicações Fidji Simo, o objetivo é desenvolver agentes de IA, capazes de realizar tarefas de forma autônoma.
Para isso, a equipe e a infraestrutura foram direcionadas para pesquisas em robótica e simulação de mundo. Essa mudança também faz parte de uma preparação para uma possível oferta pública inicial (IPO) na Bolsa de Valores, que pode acontecer já no quarto trimestre deste ano, além de ser uma tentativa de competir com a rival Anthropic.
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Além disso, a IA Sora precisa de muito poder de processamento, pois a criação de vídeos realistas com inteligência artificial consome energia e computadores potentes, e a OpenAI optou por usar esses recursos em projetos que considera mais estratégicos. Internamente, também havia dúvidas sobre a demanda pelo produto, o que aumentava a percepção de que o investimento na IA era alto demais para o retorno esperado.
A decisão pegou muita gente de surpresa. A equipe da Disney havia se reunido com a OpenAI um dia antes para discutir a parceria, que previa o uso de mais de 200 personagens de franquias, como Star Wars e Toy Story. Dentro da própria empresa, funcionários também foram surpreendidos, já que a OpenAI havia publicado, na véspera, um texto em seu blog sobre a segurança do Sora.
O fim da ferramenta é visto como uma correção de rota na estratégia da OpenAI, que vinha lançando vários produtos ao mesmo tempo, gerando prioridades concorrentes. O Sora também enfrentou desafios com direitos autorais desde o início, o que obrigou a empresa a implementar restrições para evitar o uso indevido de conteúdos protegidos.
IA Sora será descontinuada pela OpenAI, que deve focar em agentes de IA agora. (Imagem: André Magalhães/Canaltech)
Até quando o Sora estará disponível no ChatGPT?
A OpenAI ainda não definiu uma data exata para o desligamento das funções de vídeo no ChatGPT. No entanto, o processo já começou, e a empresa está consolidando seus serviços em um “superapp” que integra desktop, navegador e o Codex, sinalizando que a remoção dos vídeos ocorrerá à medida que essa unificação avançar.
O YouTube Premium começou a liberar um novo recurso para pular automaticamente trechos de anúncios inseridos dentro dos próprios vídeos. Chamado de “Jump Ahead” (Pular à frente), o recurso já está disponível para assinantes da plataforma em celulares, computadores e smart TVs, embora ainda não apareça em todos os conteúdos.
A novidade resolve um problema antigo do serviço. Mesmo sem anúncios tradicionais, o plano Premium não remove as publicidades feitas pelos criadores do vídeo. Agora, com base no comportamento do público, o YouTube identifica as partes mais ignoradas, geralmente esses trechos, e permite pular direto para o conteúdo principal.
O funcionamento depende do chamado “mapa de calor” de visualizações, que mostra os pontos mais e menos assistidos de um vídeo. A partir dessas informações, o sistema detecta padrões de abandono e sugere automaticamente o salto o trecho mais repetido do conteúdo, que costuma aparecer um ou dois segundos antes do fim da publicidade.
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Por isso, a função pode demorar algumas horas para aparecer em vídeos novos e tende a não funcionar em transmissões ao vivo ou conteúdos com poucas visualizações.
Atualmente, os patrocínios dentro dos vídeos são uma das principais fontes de renda dos criadores. Mesmo com vantagens, como downloads offline, reprodução em segundo plano e ausência de anúncios tradicionais, o novo recurso deixa a experiência Premium verdadeiramente livre de qualquer tipo de propaganda.
Youtube Premium ganha recurso para pular anúncios inseridos dentro dos vídeos. (Imagem: Ricardo Syozi/Canaltech)
Como usar o recurso “Pular à frente” no YouTube?
O uso do “Jump Ahead” varia de acordo com o dispositivo. No celular, toque duas vezes no lado direito da tela. Se o recurso estiver disponível, o botão de pular vai aparecer por alguns segundos, sendo necessário clicar nele antes que desapareça.
Já no computador, pressione a seta para a direita, a tecla “L” ou arraste a barra de progresso e clique no botão de pular antes que desapareça. Na Smart TV ou Google TV, use a seta para a direita no controle remoto. Vai aparecer um marcador indicando o ponto de salto, é só confirmar para avançar.
A OpenAI começou a liberar a “Biblioteca” no ChatGPT, recurso que possibilita armazenar arquivos na plataforma. A novidade já está disponível globalmente para assinantes dos planos Plus, Pro e Business na versão web, exceto na Europa, Suíça e Reino Unido.
Sempre que um arquivo é enviado durante uma conversa, como PDFs, apresentações ou planilhas, ele é salvo automaticamente na Biblioteca e fica disponível na barra lateral. Depois, dá para reutilizar esse conteúdo, sem precisar fazer upload de novo. Para isso, é possível usar uma barra de pesquisa e filtrar os arquivos por tipo de arquivo ou por status, e todos os documentos podem ser baixados pelo usuário.
Os conteúdos podem ter até 512 MB e as imagens até 20 MB, porém as geradas pela IA continuam separadas em uma aba específica. Em relação aos documentos de texto, eles têm até 2 milhões de tokens por item, enquanto planilhas e CSVs ficam em torno de 50 MB, dependendo da quantidade de dados.
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Mesmo que o chat seja apagado, os documentos continuam disponíveis na Biblioteca e precisam ser excluídos manualmente. Quando isso acontece, a OpenAI remove os dados dos sistemas em até 30 dias, a menos que o chat já tenha sido anonimizado ou que a retenção seja exigida por obrigações legais e de segurança. Já os arquivos enviados em conversas temporárias ou no ChatGPT Health não são salvos na Biblioteca.
A função “Memória”, quando ativada, pode utilizar esses arquivos para ajudar o sistema a lembrar de informações úteis entre conversas. Os conteúdos também podem ser usados para melhorar os modelos de IA, porém isso pode ser desativado nas configurações de controle de dados.
ChatGPT ganha recurso de Biblioteca para armazenar arquivos e imagens enviados nas conversas. (Imagem: Reprodução/Freepik)
Quem pode usar a biblioteca do ChatGPT?
A Biblioteca do ChatGPT está disponível para assinantes dos planos Plus, Pro e Business da OpenAI, com liberação gradual em nível global e acesso exclusivo pela versão web da plataforma.
O Reddit se prepara para implementar sistemas de verificação de identidade como resposta ao aumento de bots de inteligência artificial na plataforma, usados para spam e manipulação de conteúdo. Segundo o CEO Steve Huffman, a empresa avalia tecnologias, como passkeys, Face ID ou Touch ID, para garantir que há uma pessoa real por trás de cada conta.
O problema se intensificou após o Google dar mais destaque ao Reddit nos resultados de busca a partir de 2024, o que atraiu uma onda de conteúdos automatizados para SEO. Com isso, a plataforma tenta proteger seu ecossistema para limitar abusos e melhorar a qualidade das discussões.
Ao mesmo tempo, a empresa também precisa lidar com pressões legais. No Brasil, o ECA Digital exige o fim da autodeclaração de idade e a adoção de métodos mais seguros e verificáveis, como biometria ou checagem de documentos. A lei prevê multas que podem chegar a R$ 50 milhões por infração, ou até 10% do faturamento do grupo econômico no país. Antes disso, as plataformas ainda recebem uma advertência e têm prazo de 30 dias para corrigir falhas.
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O cofundador Alexis Ohanian apoia o combate aos bots, mas questiona como implementar verificação facial em uma rede conhecida pelo anonimato. O Reddit, porém, não pretende banir todas as IAs, o CEO Steve Huffman citou exemplos de usos úteis, como bots de tradução automática, e reforçou que a exigência é apenas garantir que exista um humano responsável por trás dessas contas, sem necessariamente identificar quem é o usuário.
Reddit vai verificar a identidade dos usuários para combater a onda de bots de IA na plataforma. (Imagem: Reprodução/Unsplash)
Quais foram as medidas do Reddit para se adequar ao ECA Digital?
Para atender às exigências do ECA Digital e evitar sanções da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), o Reddit adotou várias mudanças no Brasil:
Bloqueio temporário: contas de usuários com menos de 16 anos foram suspensas até que ferramentas de supervisão parental estejam disponíveis;
Verificação para conteúdo adulto: usuários entre 16 e 18 anos precisam comprovar a idade com biometria ou documentos;
Integração com sistemas familiares: desenvolvimento de suporte ao Google Family Link e ao Compartilhamento Familiar da Apple para que os pais aprovem a criação de novas contas e monitorem os perfis existentes;
Proibição para menores de 13 anos: regra segue ativa e será reforçada com novos métodos de verificação;
Fim da autodeclaração: substituição por sistemas mais seguros e auditáveis.
A Xiaomi surpreendeu os usuários ao acelerar o ciclo de desenvolvimento do HyperOS 3.1. Embora a versão estável tenha começado a ser distribuída oficialmente na China em 23 de março de 2026, registros internos e logs dos servidores globais indicam que a empresa pode liberar a atualização para o mercado internacional, sem passar pelo tradicional beta público.
O HyperOS 3.1 é construído exclusivamente sobre o Android 16, o que significa que apenas dispositivos da marca compatíveis com essa versão do sistema operacional devem receber a atualização.
A atualização traz todas as otimizações de desempenho e segurança do Android 16 junto de outras novidades, como o menu de aplicativos com navegação multitarefa mais fluida e gestos inspirados no iOS, integração com dispositivos Apple por meio do framework Xiaomi HyperConnect, e o Hyper Island com animações aprimoradas e notificações interativas, além de suporte expandido para aplicativos de terceiros.
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Em testes internos realizados pela XiaomiTime mostram que os modelosXiaomi 17, 15T Pro e 17 Ultra, incluindo variantes em parceria com Leica e o Leitz Phone, estão entre os primeiros preparados para receber a atualização global.
Logs internos da Xiaomi indicam que o lançamento do HyperOS 3.1 deve ser global, sem passar pelos testes beta. (Imagem: Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Quando o HyperOS 3.1 será lançado?
Apesar de a Xiaomi não ter divulgado uma data, os logs internos indicam que o lançamento global pode ocorrer a qualquer momento, já que as compilações finais estão disponíveis nos servidores OTA (Over-the-Air).
É possível acompanhar o avanço em tempo real por meio da plataforma HyperOS Updates (hyperosupdates.com), que monitora o ciclo de desenvolvimento e os registros internos. Quando a atualização é liberada publicamente, ela fica destacada em verde escuro no rastreador.
O Google prepara uma grande reformulação visual para o app Contatos no Android, que promete tornar os perfis mais organizados e acessíveis. Segundo informações do site Android Authority, a atualização reorganiza as páginas de perfil para destacar informações importantes e facilitar consultas rápidas, mas ainda não está disponível para o público.
A novidade foi identificada na versão 4.75.27.882333999 do app, mas permanece oculta no código e só pode ser analisada por meio de técnicas de “APK teardown”. A sessão “Marcadores”, que antes ficava “escondida”, agora será movida para o topo da página, e a previsão do tempo da região do contato vai aparecer junto ao endereço.
Além disso, a seção Sobre será reorganizada e talvez descartada como categoria. No novo layout, o campo de aniversário será movido para o bloco principal de informações e as notas personalizadas terão uma visualização dedicada logo abaixo. O objetivo do Google é manter os perfis ricos em detalhes, mas com navegação mais prática para que o usuário não precise rolar a tela excessivamente.
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A principal razão para essa reformulação é que o aplicativo atualmente acumula muitos dados nos perfis, o que torna a interface desorganizada. A atualização visa justamente “domar” essa sobrecarga de informações, tornando a navegação mais prática e intuitiva.
Essa mudança faz parte de um esforço da empresa para dar mais atenção ao Google Contatos, um aplicativo frequentemente subestimado. Nos últimos meses, o app também recebeu novos recursos, como os Cartões de Chamada, que estão sendo aprimorados com frequência.
O Google vai reformular a interface do app Contatos no Android. (Imagem: Igor Almenara/Canaltech)
Quando o recurso será liberado no app de Contatos do Android?
Até o momento, não há uma data para o lançamento dessa nova interface. Como as funcionalidades ainda são experimentais, o Google pode implementá-las em futuras atualizações ou até descartar algumas mudanças antes de disponibilizá-las publicamente.
Muita gente ainda usa IA para gerar imagens como se fosse “pedir e torcer”. Só que, na verdade, os melhores resultados vêm de um processo mais cuidadoso de criação e ajustes.
Com o Nano Banana 2, o Gemini consegue atender de forma mais fiel à solicitação do usuário, então os comandos precisam ser detalhados para obter o conteúdo desejado mais rápido.
Pensando nisso, o Canaltech elencou algumas dicas para te ajudar a editar imagens no Gemini como um profissional.
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6 dicas para editar imagens no Gemini
Confira seis dicas para melhorar a edição de imagens no Gemini com o Nano Banana 2:
Comece com um prompt claro
Mude uma coisa de cada vez
Seja específico sobre onde a imagem deve mudar
Use linguagem visual, não só descritiva
Preserve o que já está bom
Saiba a hora de parar
1. Comece com um prompt claro
Evite começar com comandos genéricos, pois o Nano Banana 2 segue instruções com mais precisão. Assim, quanto mais clara for a imagem mental que você transmite, menor será a necessidade de correções depois.
No seu prompt inicial, descreva o que você quer, incluindo sujeito, enquadramento, iluminação, estilo, textura e intenção da cena.
2. Mude uma coisa de cada vez
A IA ainda tem dificuldade de processar mais de um pedido de uma única vez. Se você ainda quiser tentar, vai perceber que a imagem será entregue sem os ajustes ou com edições não solicitadas.
Por isso, o indicado é solicitar uma mudança por vez. Por exemplo, primeiro peça ajuste de cores, depois para alterar o fundo e, por fim, algum detalhe que você não gostou.
Quanto mais detalhes você trouxer no comando, maiores são as chances da IA entregar o resultado desejado. (Imagem: Viviane França/Canaltech)
3. Seja específico sobre onde a imagem deve mudar
Ainda dentro do prompt claro, seja específico. A IA costuma ser bastante literal e nem um pouco criativa, então você precisa detalhar o que e como deseja mudar.
Você pode pedir para alterar apenas o fundo, manter o rosto intacto, trocar só a cor da jaqueta ou até adicionar uma luz lateral na direita.
4. Use linguagem visual, não só descritiva
Com linguagem visual, não digo apenas imagens anexadas como referência, mas descrever em detalhes o estilo que você deseja visualizar na imagem. Por exemplo, você pode pedir um contraste mais alto, para adicionar profundidade de campo ou lente grande-angular que lembre retrato
5. Preserve o que já está bom
Além dos comandos do que deve ser alterado, você pode adicionar instruções do que a IA não deve mexer, como solicitar para não alterar o enquadramento ou a paleta de cores. Assim, você evita retrabalhos e protege as partes da imagem que já estão boas.
6. Saiba a hora de parar
Nem toda imagem precisa de infinitos ajustes. Muitas iterações podem reduzir a qualidade, gerar inconsistências ou deixar o visual artificial. O processo de edição também envolve reconhecer quando o resultado já está bom o suficiente para o seu objetivo.
Se você já pediu algo para um chatbot e recebeu uma resposta confusa ou genérica, o problema pode estar no seu prompt, ou seja, as solicitações digitadas na IA.
Mas calma, você não precisa ser um especialista para melhorar seus resultados, é só seguir algumas dicas para aproveitar melhor os recursos da inteligência artificial.
Como escrever prompts melhores?
Veja cinco dias para melhorar seus comandos para a IA:
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Seja específico
Informe o formato desejado
Envie exemplos para a IA
Atribua uma persona ou papel à IA
Solicite ajustes
1. Seja específico
Quanto mais claro você for, maiores as chances da IA entregar o esperado. Por exemplo, em vez de perguntar apenas “me dê dicas de viagem”, diga que quer sugestões para um fim de semana com amigos, ou um roteiro para conhecer museus em uma cidade nova. Assim, a resposta será mais alinhada à sua necessidade.
O mesmo vale para qualquer situação do dia a dia. Quando pedir ajuda para organizar tarefas, planejar refeições ou escolher presentes, os detalhes ajudam a IA a entregar exatamente o que você procura.
2. Informe o formato desejado
Nem todo mundo gosta de ler textos longos ou complicados, e a IA também pode organizar melhor as respostas se você der pistas sobre o formato. É possível pedir uma explicação mais detalhada, uma lista de passos ou um resumo de um assunto, mas também dá para ir além e solicitar relatórios, infográficos e fluxogramas.
Se as respostas da IA estão ruins ou muito genérias, o problema pode ser o prompt usado. (Imagem: Aerps.com/Unsplash)
3. Envie exemplos para a IA
Um pouco de contexto ou referências ajuda a IA a entregar respostas mais alinhadas ao que você precisa. Por exemplo, quando for buscar dicas de receitas, indique os ingredientes disponíveis na sua casa para evitar sugestões que não podem ser feitas.
Para ideias de presentes, mencione as características da pessoa que vai receber para que a IA possa procurar algo relacionado aos seus hobbies e gostos pessoais.
4. Atribua uma persona ou papel à IA
Quando você pede que a IA aja como um especialista, o estilo, tom e linguagem da resposta mudam completamente. O chatbot incorpora aquela persona e te entrega resultados melhores.
Por exemplo, dá para pedir que o chatbot aja como se fosse um planejador financeiro para te ajudar com as finanças pessoais ou como um especialista em turismo quando precisar de dicas de viagem.
5. Solicite ajustes
Em vez de abrir uma nova conversa toda vez que a resposta não estiver perfeita, é recomendado continuar a mesma interação e solicitar ajustes. Você pode pedir para a IA simplificar, detalhar melhor ou reorganizar as informações até que o resultado fique como você espera.
Acha que 24 horas não são suficientes? A rotina pesa quando tudo se acumula e os dias parecem curtos demais. Com ajuda da IA, é possível entender como o seu tempo está sendo gasto, visualizar o que realmente merece atenção e planejar uma semana mais tranquila, sem a sensação constante de correria ou de que o dia simplesmente passou voando.
Não sabe exatamente como fazer isso? O Canaltech preparou este guia com dicas para te ajudar a organizar a sua rotina e deixar o seu dia a dia mais tranquilo com o auxílio da inteligência artificial.
5 dicas para melhorar a rotina com IA
Confira cinco dicas para ter uma rotina mais tranquila com ajuda da inteligência artificial:
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Comece colocando tudo no papel, sem organizar
Deixe a IA questionar suas escolhas
Veja se sua rotina bate com o que você valoriza
Observe o que se repete ao longo da semana
Monte um plano que funcione na prática
1. Comece colocando tudo no papel, sem organizar
Anote tudo o que aconteceu na sua semana, incluindo tarefas, distrações, decisões, até sentimentos. Vai ficar bagunçado mesmo, e esse é o ponto. A maioria das pessoas tenta “limpar” a semana antes de analisá-la, mas isso só mascara o que realmente aconteceu.
Quando a IA analisar esse material, ela vai organizar os pontos principais e quase sempre aparece algo que você nem lembrava mais, justamente aquelas horas que escaparam sem perceber.
2. Deixe a IA questionar suas escolhas
Após reunir tudo, solicite que a IA aponte contradições na sua rotina, como uma tarefa que você marcou como importante, mas não tratou como tal.
Quando a IA começar a pedir explicações sobre partes vagas da sua semana, você percebe o quanto estava ignorando ou justificando certas decisões.
A IA pode ajudar a organizar a rotina e tornar a semana mais tranquila. (Imagem: Solen Feyissa/Unsplash)
3. Veja se sua rotina bate com o que você valoriza
Todo mundo tem aquela lista mental do que é importante. Pode ser cuidar da saúde, passar mais tempo com a família ou avançar em um projeto pessoal. O problema é que, quando você olha para a semana de verdade, isso nem sempre aparece.
Um exemplo bem comum é dizer que quer se exercitar, mas perceber que todos os dias terminaram com mais tempo no celular ou em streaming. Com ajuda da IA, é possível identificar o que você diz e o que realmente fez de forma mais rápida.
4. Observe o que se repete ao longo da semana
Quando você junta tudo o que fez na semana, alguns comportamentos começam a aparecer mais de uma vez e aí fica difícil fingir que é coincidência.
Pode ser aquele hábito de começar várias tarefas e deixar todas pela metade. Ou abrir o e-mail para resolver algo importante e, meia hora depois, ainda estar preso em mensagens que nem eram prioridade.
No dia a dia, isso passa despercebido porque cada situação parece isolada. Mas, quando você vê a semana inteira organizada, o padrão fica bem mais evidente, o que ajuda a evitar que ele se repita.
5. Monte um plano que funcione na prática
Na hora de planejar a próxima semana, é comum montar uma agenda perfeita no papel e impossível de seguir na vida real. Se você já sabe que costuma se distrair à tarde, por exemplo, não faz muito sentido colocar ali sua tarefa mais importante. Ou, se reuniões sempre se estendem, ignorar isso no planejamento só cria frustração depois.
Faça um plano mais realista com ajuda da IA, com uma ou duas prioridades que realmente precisam avançar e reserve um tempo para o que costuma ser interrompido com facilidade.
O Android tem diversos recursos para facilitar tarefas do dia a dia e eliminar processos repetitivos. Ainda assim, muitas dessas ferramentas ficam escondidas em menus ou acabam ignoradas por grande parte dos usuários. Com isso, digitar senhas, transferir arquivos ou gerenciar espaço continuam sendo feitas manualmente — sem necessidade.
Pensando nisso e em facilitar sua rotina, hoje o Canaltech lista 6 recursos esquecidos do Android que ficam escondidos para você usá-los e salvar o seu dia a dia.
6 recursos esquecidos do Android
Confira seis funções discretas no Android que podem facilitar seu dia a dia:
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Wi-Fi Sync
Quick Share
Circle to Search
Live Caption
Proteção antirroubo
Arquivamento de apps
1. Wi-Fi Sync
O Android resolveu uma velha dor de cabeça no gerenciamento de múltiplos dispositivos. Com o Wi-Fi Sync, você sincroniza redes Wi-Ficonhecidas e confiáveis entre todos os aparelhos ligados à mesma conta Google, como celulares, tablets e outros dispositivos do ecossistema.
Quando você salva uma rede em um dispositivo, ela fica disponível automaticamente nos outros. O recurso acaba com a necessidade de digitar senhas várias vezes e facilita a configuração ao trocar ou comprar um novo aparelho.
2. Quick Share
O Quick Share evoluiu e hoje funciona diferentes tipos de dispositivos, como celulares Android, Chromebooks e alguns PCs com Windows compatíveis, facilitando o envio de fotos, vídeos, documentos e links.
Muita gente ainda envia arquivos para si mesma via WhatsApp ou e-mail, quando poderia resolver isso em segundos com uma transferência direta, que não comprime a imagem e não depende de internet.
O Android tem vários recursos que facilitam o dia a dia, mas são esquecidos pelos usuários. (Imagem: Thalles de Souza Ribeiro/Canaltech)
3. Circle to Search
O Circule para Pesquisar pode parecer dispensável à primeira vista, mas evita que você perca tempo ou interrompa a navegação — é só circular, tocar ou destacar para pesquisar qualquer coisa na tela.
A ferramenta ajuda a identificar produtos, entender termos ou buscar referências durante a navegação. No entanto, a disponibilidade do recurso depende de aparelhos compatíveis e há restrições em aplicativos sensíveis, como os bancários.
4. Live Caption
O Live Caption é um recurso de acessibilidade que gera legendas automáticas em tempo real para áudios reproduzidos no dispositivo, incluindo vídeos, chamadas, podcasts e mensagens de voz.
A ferramenta ajuda em ambientes com muito ruído, em situações em que o som não pode ser ativado ou quando há preferência pela leitura. Todo o processamento ocorre no próprio aparelho, sem envio de áudio para servidores externos
5. Proteção antirroubo
O Android conta com ferramentas para a proteção de dados em casos de perda ou roubo. Entre elas estão o bloqueio do dispositivo de forma remota, offline ou após falhas de autenticação.
Muitas pessoas deixam para ativar esses recursos quando o celular é roubado ou perdido, porém é importante configurar antes que isso aconteça para reduzir o risco de acesso indevido às suas informações pessoais e aplicativos sensíveis.
6. Arquivamento de apps
Quando você precisar liberar espaço no celular, mas não quiser excluir aplicativos instalados, existe a possibilidade de arquivá-los. O sistema remove parte dos arquivos, mas mantém dados, permissões e o ícone na tela inicial.
Para voltar a usar o aplicativo, é clicar para abri-lo. Ele será restaurado automaticamente e voltará a funcionar como antes de ser arquivado.
O HarmonyOS é o sistema operacional dos dispositivos da Huawei. Ele conecta todos os aparelhos da marca, incluindo TVs, carros, relógios e fones. Sua principal proposta é diminuir a dependência de plataformas externas e competir com o Android e o iOS.
Muito competente naquilo que propõe, o sistema da Huawei tem feito muito sucesso na China e cada vez mais demonstra estar pronto para ganhar o mundo. O problema é que pouquíssima gente fora do país asiático conhece o HarmonyOS.
Pensando nisso, o Canaltech resolveu tirar as principais dúvidas sobre o sistema móvel da fabricante chinesa. São elas:
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O que é o HarmonyOS?
Como funciona o sistema operacional da Huawei?
Por que a Huawei criou o HarmonyOS?
Como o HarmonyOS quer superar o Android e iOS?
O que mudou com o HarmonyOS Next?
1. O que é o HarmonyOS?
O Harmony OS é o sistema operacional dos dispositivos da Huawei. Ele foi desenvolvido para se adaptar a diferentes categorias de hardware sem comprometer a experiência do usuário.
2. Como funciona o sistema operacional da Huawei?
O HarmonyOS distribui tarefas entre aparelhos conectados e faz com que trabalhem em conjunto. Por exemplo, é possível usar o celular para rodar um app enquanto a imagem aparece na TV ou o som sai por outro dispositivo, sem precisar interromper o uso.
Esse funcionamento é apoiado por ferramentas próprias, como o ArkUI, que define as interfaces, e o ArkCompiler, que melhora o desempenho dos aplicativos.
O sistema também permite usar o mesmo código em diferentes dispositivos, o que reduz o trabalho de adaptação e facilita a criação de apps mais integrados ao ecossistema.
O HarmonyOS Next encerrou a compatibilidade do sistema operacional da Huawei com o Android. (Imagem: Divulgação/Huawei)
3. Por que a Huawei criou o HarmonyOS?
A história do HarmonyOS começa em 2019, quando os Estados Unidos impuseram sanções à Huawei alegando riscos à segurança nacional. Com isso, a empresa precisou de autorizações especiais para continuar usando serviços americanos, como o Android do Google.
Foi nesse contexto que a Huawei decidiu investir em um ecossistema próprio, para depender menos de tecnologias estrangeiras e tentar recuperar seu espaço no mercado.
Assim, a empresa quer ampliar a quantidade de dispositivos com seu sistema operacional instalado, além de atrair desenvolvedores para criar apps nativos e aumentar o seu catálogo, com opções de serviços financeiros, transporte, compras e entretenimento.
5. O que mudou com o HarmonyOS Next?
Com o lançamento do HarmonyOS Next, a Huawei encerrou a compatibilidade do seu sistema operacional com os aplicativos do Android. Agora, todos os apps precisam ser nativos para rodarem na sua plataforma.
A mudança dá mais controle à Huawei sobre o sistema, com espaço para melhorar o desempenho e a integração com o hardware. Ao mesmo tempo, aumenta o desafio de atrair desenvolvedores e ampliar o catálogo de aplicativos.
O WhatsApp começou a testar o Guest Chats, um recurso disponível via links de convite. Com ele, pessoas convidadas conseguem entrar na conversa pelo navegador, escolher se querem baixar o app ou continuar como convidado, e interagir com o usuário do mensageiro sem precisar criar uma conta no aplicativo.
O Guest Chats funciona com links de convite criados pelo usuário, que podem ser enviados por SMS, e-mail ou qualquer outro app para pessoas sem conta no WhatsApp.
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Quando o convidado abrir o link, ele pode baixar o app ou continuar como convidado. Na última opção, vai abrir uma aba do WhatsApp Web no navegador, em que será necessário informar um nome para ser identificado. Na barra superior do chat, aparece o rótulo “Guest” para indicar que aquele usuário não tem conta no mensageiro.
O convidado tem acesso a quais recursos?
O convidado tem acesso à uma interface semelhante ao WhatsApp Web, consegue visualizar o número de telefone de quem gerou e enviou o convite, pode mandar mensagens de texto e tem suas conversas protegidas por criptografia de ponta a ponta.
No entanto, ele não pode usar alguns recursos do mensageiro, como:
Conversas em grupo;
Chamadas de voz ou vídeo;
Envio de áudios, figurinhas, fotos, vídeos e documentos;
Notificações de novas mensagens.
WhatsApp testa recurso para que usuários do mensageiro conversem com pessoas que não tem conta no app. (Imagem: Brett Jordan/Pexels)
O que é o Guest Chats?
O Guest Chats é um recurso do WhatsApp, que está em desenvolvimento, para os usuários possam conversar com pessoas que não têm conta no aplicativo.
Os chats com convidados são seguros?
Sim. Nas conversas no Guest Chats:
Há proteção por criptografia de ponta a ponta;
Os chats expiram automaticamente após 10 dias sem atividade;
O anfitrião pode bloquear o convidado a qualquer momento;
Somente quem recebeu o link consegue entrar na conversa.
Contudo, como o convidado não é verificado, não há garantia de que quem abriu o chat seja realmente o destinatário do link. Se ele for compartilhado ou interceptado por e-mail ou mensagem de outra pessoa, alguém não autorizado pode entrar na conversa.
Por isso, é recomendado enviar o link apenas a contatos de confiança e gerar outro caso haja suspeita de acesso indevido.
Quando o recurso chega ao WhatsApp?
O Guest Chats está em fase de testes nas versões beta do WhatsApp para Android (2.25.22.13 ou superior) e iOS, disponível apenas para um grupo restrito de testadores. A Meta ainda não anunciou uma data para liberar o recurso para todos os usuários.
O Claude é ótimo em tarefas de escrita, análise de textos e programação, sendo uma alternativa ao ChatGPT. A IA da Anthropic tem vários recursos para personalizar as respostas e melhorar as interações com o modelo, como os estilos, habilidades, artefatos e o modo de pensamento estendido.
Confira dez prompts para aproveitar melhor os recursos do Claude:
Solicite gráficos e diagramas interativos
Use os estilos para mudar o tom da resposta
Peça para adaptar o conteúdo ao seu público-alvo
Programe no estilo vibe coding
Utilize os artefatos editáveis
Mostre exemplos para a IA
Use o “Pensamento estendido” para tarefas complexas
Atribua uma habilidade ao Claude
Utilize restrições no seu comando
Peça ajustes em vez de iniciar do zero
1. Solicite gráficos e diagramas interativos
Quando um assunto começa a ficar abstrato demais, pedir apenas uma explicação em texto pode não ser suficiente. Uma boa estratégia é solicitar gráficos, fluxogramas ou diagramas para visualizar melhor a ideia.
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Por exemplo, além de perguntar como funcionam os juros compostos, você pode pedir um gráfico que mostre o aumento do juros sobre R$ 2 mil ao longo de 20 anos.
Exemplo de prompt: ‘Crie um [tipo de gráfico/diagrama] que explique de forma visual como funciona [conceito ou processo].”
2. Use os estilos para mudar o tom da resposta
Nem toda resposta precisa ter o mesmo tom. Às vezes, a solicitação pode ser respondida de forma direta. Já em outras situações, é melhor uma explicação mais formal. Para isso, o Claude tem vários estilos que podem ser selecionados na caixa de comando.
Exemplo de prompt: “Escreva um [tipo de texto] sobre [assunto principal].”
3. Peça para adaptar o conteúdo ao seu público-alvo
Uma das formas mais simples de melhorar a resposta da IA é dizer para quem o conteúdo será destinado, pois isso vai mudar completamente a explicação gerada.
Imagine que você precisa entender o que é uma API. Se pedir uma explicação técnica, o texto pode vir cheio de termos de programação. Mas se disser que é um gerente de marketing tentando entender como as ferramentas se conectam, a explicação tende a vir com analogias mais simples e exemplos do dia a dia.
Exemplo de prompt: “Explique o conceito de [tema] como se você estivesse falando com um [seu público-alvo]. Evite jargões da área e use analogias do dia a dia relacionadas a [área de interesse do público] para facilitar a compreensão.”
4. Programe no estilo vibe coding
Com o método de “vibe coding”, você pode programar enquanto conversa com o modelo de IA. É só dizer o que você precisa que o Claude vai gerar o código pronto para ser revisado.
Você também pode colar um trecho de código e pedir sugestões de melhoria. A IA pode apontar gargalos de desempenho, sugerir bibliotecas ou reorganizar funções para deixar o código mais limpo.
Exemplo de prompt: “Analise o trecho de código abaixo. Encontre possíveis gargalos de desempenho e reescreva o código sugerindo as melhores práticas e bibliotecas atuais para deixá-lo mais eficiente: [cole o código aqui].”
O Claude tem vários recursos para personalizar as respostas e melhorar a interação com a IA. (Imagem: Viviane França/Canaltech)
5. Utilize os artefatos editáveis
Uma das funções interessantes do Claude é a possibilidade de gerar conteúdos em áreas separadas da conversa, chamadas de artefatos. Nelas, o material aparece organizado e pode ser editado com mais facilidade.
Isso faz diferença quando você está trabalhando em algo maior, como uma página HTML, um documento em Markdown ou um script de programação. Em vez de perder o código no meio da conversa, ele aparece em um espaço dedicado, mais fácil de revisar.
Exemplo de prompt: “Gere um [tipo de documento] contendo [descrição do conteúdo]. Entregue o resultado final em um único bloco de código, para que eu possa copiar e visualizar o material inteiro de forma limpa, sem interrupções de texto no meio.”
6. Mostre exemplos para a IA
Se você quer um resultado específico, mostrar um exemplo costuma funcionar melhor do que tentar explicar apenas com palavras.
Por exemplo, caso você precise escrever descrições de produtos para uma loja online, é mais eficaz colar um modelo de descrição usado no seu e-commerce e pedir para a IA seguir o mesmo tom e estrutura para outros produtos.
Exemplo de prompt: “Vou te passar um exemplo de como eu costumo escrever [tipo de conteúdo] para que você replique o tom de voz e linguagem nas próximas solicitações: [cole o exemplo aqui]”
7. Use o “Pensamento estendido” para tarefas complexas
O Claude tem o modo “pensamento estendido”, que pode ser selecionado manualmente na aba de seleção de modelos, e permite que a IA dedique mais tempo ao raciocínio antes de responder. Isso pode ajudar em tarefas complexas, como analisar um documento longo, revisar um contrato ou montar um plano financeiro.
Exemplo de prompt: “Preciso que você resolva o seguinte problema: [descreva o problema ou cole o documento]. Antes de me dar a resposta, pense passo a passo. Primeiro, analise [variável 1], depois cruze esses dados com [variável 2] e levante os prós e contras. Apenas após detalhar esse raciocínio lógico, apresente a sua conclusão.”
8. Atribua uma habilidade ao Claude
O Claude também conta com as chamadas skills, que funcionam como instruções prontas para realizar tarefas específicas. Elas mostram como a IA deve agir em determinadas situações, sem que você precise repetir o mesmo comando toda vez.
Isso pode ajudar em atividades repetitivas do dia a dia, como gerar relatórios sempre no mesmo formato, revisar textos seguindo um padrão ou analisar dados com critérios definidos.
Exemplo de prompt: “A partir de agora, atue como um [profissão/especialista] altamente qualificado. Sua principal habilidade é [tarefa principal]. Usando essa expertise, analise e resolva a seguinte demanda: [sua solicitação].”
9. Utilize restrições no seu comando
As restrições são comandos para que o modelo evite determinados termos, formatos ou respostas. Também é possível especificar regras que o Claude deve seguir em toda a interação, assim você não precisa passar minutos ou horas editando algo gerado pela IA.
Exemplo de prompt: "Escreva um texto sobre [assunto] seguindo as restrições: não use a palavra [palavra proibida] ou seus sinônimos, certifique-se de que o texto não ultrapasse o limite de [número] palavras, não inicie a resposta com saudações genéricas e entregue o conteúdo final no formato de [formato]."
10. Peça ajustes em vez de iniciar do zero
Muita gente comete o erro de abrir um novo chat sempre que quer mudar algo na resposta. Mas uma das maiores vantagens das IAs é justamente a possibilidade de ajustar o resultado aos poucos.
Se o texto ficou longo demais, você pode pedir para reduzir 30%. Se o tom ficou muito formal, é só pedir uma versão mais casual. Esse processo de iteração costuma gerar resultados melhores do que tentar acertar tudo em um único prompt.
Exemplo de prompt: “Precisamos fazer alguns ajustes na resposta anterior. Mantenha a ideia central, mas [ação desejada, ex: reduza o tamanho em 30%].”
O TikTok iniciou testes de um novo feed dedicado a minidramas na plataforma. Chamado “TikTok Short Drama”, o recurso traz séries curtas em formato vertical e chama atenção pela forte presença de conteúdos gerados por inteligência artificial. Por enquanto, a novidade está disponível apenas para um grupo restrito de usuários maiores de 18 anos nos Estados Unidos e em algumas outras regiões selecionadas.
A nova aba tem episódios de um a cinco minutos, que são organizados por categorias, como “Lorde do Crime”, “CEO” e “Crianças Fofas”, além de produções inusitadas criadas por IA, como histórias com zumbis, animais dançantes e sereias. Um dos programas mais populares é uma paródia de Tarzan gerada por IA chamada "Untamed", que já ultrapassou 500 milhões de visualizações.
Apesar do forte uso de inteligência artificial, o formato também abre espaço para atores reais, incluindo profissionais em ascensão que têm recorrido a esses vídeos verticais como fonte de renda, muitas vezes conciliando com projetos fora de Hollywood.
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Todo o conteúdo exibido nesses feeds passa por uma triagem do TikTok antes de ser disponibilizado. Diferente de apps, como DramaBox e ReelShort, que adotam modelo freemium, o TikTok libera todos os episódios gratuitamente. Ainda assim, a plataforma testa um programa de “minis” com cerca de 20 feeds parceiros no app, como ShortMax, FlareFlow e YuzuDrama, com episódios pagos após o início gratuito.
O recurso também serve para incentivar o download do PineDrama, aplicativo de dramas da própria ByteDance, empresa por trás do TikTok. A aposta da rede social segue uma tendência já consolidada na China, em que os microdramas movimentam bilhões e vêm ganhando espaço no Ocidente que, apenas no último ano, faturaram cerca de US$ 1,4 bilhão nos Estados Unidos, de acordo com a consultoria de streaming Owl & Co.
TikTok testa feed de minidramas nos Estados Unidos e outros países selecionados. (Imagem: Collabstr/Unsplash)
O novo feed está disponível no Brasil?
Ainda não. O “TikTok Short Drama” segue em fase de testes e, até o momento, não foi liberado para usuários no Brasil. A distribuição inicial é limitada a adultos em mercados selecionados, sem previsão oficial de expansão.
A Microsoft começou a exigir que projetos criados no Clipchamp sejam salvos no OneDrive para continuarem editáveis. A mudança afeta todos os usuários do Windows 11, incluindo quem utiliza a versão gratuita e assinantes de planos pagos, eliminando a possibilidade de edição totalmente local.
O projeto agora precisa ficar salvo na nuvem da Microsoft para ser editado, porém os vídeos e imagens ainda podem ficar no computador. Se o usuário optar por salvar apenas localmente, aparecerá uma opção para arquivar ou excluir, e documentos arquivados não podem ser editados sem envio para a nuvem. Além disso, o Clipchamp não vai mais mostrar pastas na interface, a organização dos vídeos deverá ser feita no OneDrive.
A mudança tem gerado críticas, principalmente por limitar o controle do usuário e impor restrições de espaço. As contas gratuitas têm apenas 5 GB no OneDrive, o que pode ser insuficiente para projetos maiores. Além disso, a empresa tem incentivado a migração para os planos Microsoft 365 Personal e o Family, que incluem mais espaço em nuvem com 1 TB de armazenamento.
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As críticas também envolvem questões de privacidade. Ao tentar arquivar projetos antigos no disco local, o Clipchamp pode solicitar permissões para “visualizar e copiar arquivos”, o que tem gerado preocupações. Diante das mudanças, alguns usuários estão migrando para outros editores gratuitos no Windows 11.
Projetos editados no Clipchamp agora precisam ser salvos no OneDrive. (Imagem: Divulgação/Microsoft)
Desde quando é obrigatório salvar as produções no OneDrive?
A obrigatoriedade foi implementada de forma gradual, conforme o tipo de conta. Para usuários do plano gratuito, a exigência teve início no fim de agosto de 2025. Já para assinantes do Clipchamp Premium, a mudança começou a valer a partir de 20 de janeiro de 2025.
No caso de contas corporativas ou educacionais, o uso do OneDrive já fazia parte da estrutura e não houve alteração. Atualmente, a transição está concluída, e o aplicativo bloqueia a edição de projetos antigos caso o usuário não autorize a integração com a nuvem.
Os usuários do Android 16 estão enfrentando um bug que pode quebrar conexões VPN sem qualquer aviso. A falha afeta serviços populares, como Proton VPN, Mullvad VPN, WireGuard, TunnelBear e Psiphon, e soluções corporativas, como a Ivanti Secure Access. O problema foi observado nos aparelhos Google Pixel 6A, Google Pixel 7 e Google Pixel 10 Pro.
O bug acontece quando o app de VPN é atualizado pela Google Play enquanto ainda está em uso. Isso pode causar uma falha no sistema que impede o aplicativo de acessar a internet, mesmo com a VPN aparentemente conectada. Em testes no Wireshark, ferramenta para analisar tráfego de rede, os dados até chegam aos servidores e recebem resposta, mas não voltam para o app.
A falha é silenciosa e difícil de identificar, e costuma aparecer com mais frequência quando a opção de VPN “Sempre ativa” (ou bloqueio de conexões sem VPN) está ativada nas configurações do Android. Não há mensagens de erro claras, e soluções comuns, como limpar cache ou forçar parada não funcionam.
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Até agora, os únicos métodos para recuperar a conexão são reiniciar o celular, reinstalar o aplicativo ou até se conectar a outra VPN, o que pode destravar o app afetado. Como o erro ocorre no sistema, muitos usuários acabam atribuindo a culpa aos próprios serviços de VPN. Mesmo após atualizações posteriores do Android 16, como QPR2 e QPR3, o problema continua sem uma correção.
Bug no Android 16 quebra quebrar conexões VPN sem aviso de erro. (Imagem: Privecstasy/Unsplash)
Qual foi o posicionamento do Google?
Até o momento, o Google não apresentou uma solução para o problema ou indicou quando uma correção será liberada. A falha foi reportada em agosto de 2025 pela Mullvad VPN e novamente em setembro pela Proton VPN, mas segue sem avanços relevantes no rastreador da empresa.
A única manifestação oficial foi uma resposta genérica publicada em setembro de 2025, informando que o caso havia sido “compartilhado com as equipes de produto e engenharia”. Desde então, não houve atualizações técnicas, correções ou previsão de solução, e o status permanece como “Atribuído”.
Mesmo com o aumento das reclamações e a confirmação por parte de provedores em publicação nas redes sociais, o problema não é resolvido. Um dos possíveis motivos é que o erro é inconsistente e difícil de reproduzir, pois a própria Mullvad afirma que conseguiu provocar a falha em apenas 5% a 10% das tentativas. Ainda assim, a demora tem gerado críticas, já que o bug impacta a privacidade e a segurança dos usuários.
A Samsung apresentou a One UI 8.5 com um novo recurso de IA para evitar o excesso de notificações longas e desorganizadas. A função, chamada Destaques de Notificação, usa o Galaxy AI para resumir mensagens e priorizar alertas automaticamente. A novidade estreou com a linha Galaxy S26 baseada no Android 16.
O sistema identifica notificações extensas, como conversas em grupo no WhatsApp ou sequências de mensagens no Instagram, e gera resumos para facilitar a leitura — tudo de forma automática e discreta. O resumo aparece apenas quando a notificação está recolhida e o conteúdo completo é exibido ao expandir o alerta.
A inteligência artificial também reorganiza as notificações por ordem de importância com base nos hábitos de uso e nas informações do perfil do usuário, que podem incluir até o nome do seu animal de estimação para ajudar a identificar o que é mais relevante.
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Apesar da proposta automatizada, o recurso precisa ser ativado na primeira vez em que for utilizado. Para isso, basta acessar as configurações do Galaxy AI e ativar a opção de resumir notificações. A novidade faz parte da estratégia da Samsung de priorizar recursos de inteligência artificial que funcionam em segundo plano. O suporte já inclui português e outros idiomas e a tendência é que a ferramenta evolua com o tempo.
Além das mudanças nas notificações, a One UI 8.5 também traz um pacote mais amplo de novidades. A atualização baseada no Android 16 inclui avanços na assistente Bixby com IA generativa, um painel rápido mais personalizável, novos recursos de proteção de dados, melhorias na autonomia de bateria e a chegada de novos widgets ao sistema.
Galaxy AI vai resumir e reorganizar as notificações na nova One UI 8.5. (Imagem: Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
A One UI 8.5 já está disponível no Brasil?
Sim, mas com restrições. Por enquanto, a One UI 8.5 vem de fábrica apenas na linha Galaxy S26, que pode ser comprada no Brasil. Os demais modelos ainda não receberam a atualização, que deve ser liberada gradualmente nos próximos meses.
O Spotify está testando um novo recurso para acabar com o “vácuo” nas recomendações entre amigos. A novidade, identificada por meio de uma análise de código do aplicativo (APK teardown) feita pelo site Android Authority, mostra se uma música, podcast ou audiolivro enviado por mensagem foi ouvido ou salvo. Por enquanto, a função não está disponível ao público e segue em fase interna de testes.
A ferramenta terá dois recursos chamados “recibos de reprodução” e “recibos de salvamento”, que funcionam de forma semelhante aos avisos de leitura de aplicativos de mensagens. Integrada ao sistema de chat do Spotify, conhecido internamente como “campfire”, a função vai mostrar ao remetente se o destinatário deu play no conteúdo ou o adicionou à biblioteca — o que pode incentivar mais engajamento nas recomendações.
Apesar da proposta mais social, o recurso também levanta questões de privacidade. Para contornar isso, o Spotify deve permitir desativar os recibos nas configurações. No entanto, a lógica será recíproca: quem esconder suas interações também deixa de ver o status das recomendações enviadas para outras pessoas, seguindo um modelo já adotado por outros apps de mensagem.
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Além disso, a novidade faz parte de um pacote maior de melhorias na aba de mensagens, que já recebeu várias funções, como atividade de audição em tempo real e convites para sessões compartilhadas (“Jam”). A empresa também trabalha em reações com emojis e organização de playlists em pastas no celular.
Spotify vai avisar se o seu amigo escutou ou salvou a música enviada pelas mensagens do app. (Imagem: Viviane França/Canaltech)
Quando a novidade chega no Spotify?
Ainda não há uma data para o lançamento dos recibos de reprodução e salvamento. O recurso foi identificado na versão 9.1.34.1586 do aplicativo para Android, mas, por estar em estágio de desenvolvimento, pode sofrer mudanças, ou até ser descartado, antes de chegar aos usuários.
O YouTube está testando o retorno das mensagens diretas (DMs) no aplicativo, recurso descontinuado há mais de cinco anos. Segundo informações divulgadas pela vidIQ na rede social X, os usuários conseguem enviar vídeos e iniciar conversas privadas na plataforma de vídeo. Atualmente, os testes estão ativos em 31 países europeus, e não há previsão de lançamento no Brasil ou em outras regiões.
Além da divulgação feita pela vidIQ, vários usuários da Europa também já relataram ter acesso a novidade na rede social Reddit. A ferramenta opera de forma nativa, e os usuários conseguem enviar vídeos a amigos, familiares ou grupos, além de comentar e discutir os conteúdos em tempo real dentro do próprio Youtube, sem a necessidade de abrir apps externos.
A novidade indica a intenção do YouTube de se tornar uma rede social completa e se aproxima de outras plataformas, como TikTok e Instagram. No TikTok, as DMs permitem que os usuários enviem vídeos, links e textos a seguidores ou a quem seguem de volta, com filtros de segurança e limites para menores de idade. Já no Instagram, é possível compartilhar posts, Stories e participar de chats em grupo.
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A plataforma já havia disponibilizado conversas privadas entre 2017 e 2019, mas encerrou o serviço para priorizar interações públicas nos comentários. A nova versão das DMs parece focar no suporte a criadores e na interação com seus seguidores com a intenção de que as recomendações pessoais aumentem o engajamento, segundo o portal TugaTech.
Youtube testa mensagens diretas no aplicativo para aumentar o engajamento. (Imagem: Zulfugar Karimov/Unsplash)
Quando o recurso chega ao Youtube?
O YouTube realiza testes das mensagens diretas em 31 países europeus para avaliar o desempenho e a receptividade da função. Os resultados dessa fase experimental vão determinar se o recurso será expandido para outras regiões, incluindo o Brasil.
Richard Yu, presidente da divisão de negócios de consumo e do Comitê de Revisão de Investimentos em Produtos da Huawei, afirmou que o ecossistema de aplicativos do HarmonyOS deve alcançar o mesmo nível de maturidade e funcionalidade do Android, do Google, e do iOS, da Apple, até abril de 2026.
Segundo o executivo, o sistema operacional da Huawei recebe melhorias constantes para oferecer uma experiência semelhante à dos principais rivais, com foco em desempenho, facilidade de uso e integração entre dispositivos.
Parte dessa estratégia envolve o HarmonyOS Next, versão que abandona a compatibilidade com aplicativos Android e incentiva os desenvolvedores a criarem apps nativos no ecossistema da empresa. Inclusive, o crescimento da plataforma também é impulsionado pelo framework próprio da Huawei, cada vez mais adotado para lançar versões dedicadas de aplicativos.
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Atualmente, o ecossistema do HarmonyOS já conta com milhares de aplicativos, desde bancos e transporte até compras e entretenimento. A Huawei também implementou ferramentas inteligentes de detecção de fraudes e golpes para aumentar a segurança na plataforma e tornar menos provável que pessoas idosas sejam enganadas.
Huawei afirma que HarmonyOS deve atingir mesmo nível de maturidade e funcionalidade que o Android e iOS em abril de 2026. (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Huawei planeja ampliar dispositivos que rodam o HarmonyOS
A Huawei pretende conquistar um terço do mercado global de sistemas móveis, equiparando-se ao Android e iOS. Para isso, a empresa pretende enviar 53 milhões de aparelhos novos e modelos antigos compatíveis com o HarmonyOS para os canais de venda este ano.
A taxa de adoção das novas versões do software está acelerando e a empresa espera que mais de 100 milhões de dispositivos usem o sistema operacional HarmonyOS 5 ou 6 até o fim de 2026, incluindo smartphones, tablets, smartwatches e outros produtos conectados. Se a Huawei atingir esse número com um sistema operacional totalmente independente será um marco gigantesco para a big tech.
A Anthropic anunciou uma promoção que dobra os limites de uso da sua principal IA como um “pequeno agradecimento a todos que usam o Claude”, segundo a empresa. A oferta está disponível para os planos gratuito, Pro, Max e Team. Apesar de o anúncio ter sido feito no dia 14, a promoção começou em 13 de março e segue até 28 de março de 2026.
A ampliação funciona apenas fora dos horários de pico, que costumam ser entre 9h às 15h nos dias de semana, para evitar sobrecarga nos servidores. Fora desse período, o limite de uso aumenta de cinco para dez horas. Já no sábado e no domingo, o limite dobrado pode ser aproveitado durante todo o dia, dando mais espaço para conversas longas, geração de conteúdo e análise de dados com a IA.
Segundo a empresa, a promoção também serve para incentivar os usuários a testarem novos recursos da plataforma, como a versão beta de visuais imersivos. Com ela, o Claude pode gerar gráficos, diagramas e outras visualizações interativas dentro da própria conversa, que podem ser ajustadas ou modificadas em tempo real para facilitar a compreensão das respostas.
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O limite ampliado é aplicado automaticamente aos usuários elegíveis, que podem enviar mais mensagens ou realizar tarefas maiores na janela padrão do Claude. O benefício vale para a IA na web, desktop e apps para Android e iOS, além do Cowork, Claude Code e das extensões para Excel e PowerPoint. A empresa também informou que a capacidade extra durante o período promocional não será descontada dos limites semanais de cada plano.
Claude dobra o limite de uso da IA para os planos gratuito, Pro, Max e Team. (Imagem: Viviane França/Canaltech)
A promoção é válida para o Brasil?
Sim. A promoção é global e vale para todos os usuários que têm acesso aos planos do Claude, exceto o Enterprise. Assim, os usuários brasileiros também podem aproveitar o limite dobrado, desde que utilizem a plataforma fora do período de pico definido pela empresa.
A Samsung iniciou os testes internos da One UI 9, próxima versão da interface da marca baseada no Android 17. A novidade apareceu nos servidores da própria fabricante e foi identificada pelo informante Tarun Vats na rede social X, que encontrou um novo firmware associado ao Samsung Galaxy S26 Ultra.
Segundo análises publicadas pelo site SamMobile, a versão atual ainda está em estágio inicial e não apresenta mudanças visuais perceptíveis na interface. O firmware interno identificado, que termina em BZC5, foi desenvolvido sobre o código do Android 17 Beta 2, o que indica que a Samsung está trabalhando primeiro na integração das bases do sistema antes de implementar alterações visuais.
Mesmo assim, a One UI 9 deve incorporar as principais novidades do Android 17, como o suporte ao codec de vídeo Versatile Video Coding (VVC), transições de interface mais fluidas e controles de volume padronizados para aplicativos de mídia e câmera de terceiros.
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O sistema também deve trazer melhorias de segurança contra apps que abusam de permissões de acessibilidade, ampliar recursos ligados à conectividade via satélite e introduzir uma grande atualização para o navegador da marca, o Samsung Internet.
Samsung começa a testar nova One UI 9, baseada no Android 17. (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Quando a One UI 9 chega ao Galaxy?
A chegada da One UI 9 aos dispositivos Galaxy depende do cronograma de lançamento do novo Android 17, que está previsto para o final de junho de 2026. Seguindo o calendário adotado pela Samsung nos últimos anos, a versão estável da One UI 9 deve chegar primeiro à linha S26 entre setembro e outubro de 2026.
Antes do lançamento oficial, a Samsung deve abrir um programa público de testes beta em países selecionados. Além disso, a fabricante ainda vai expandir a versão estável da One UI 8.5, que já vem de fábrica no S26 e começou a ser testada em dezembro de 2025, para os aparelhos Galaxy mais antigos.
O WhatsApp começou a experimentar um recurso que libera conversas com pessoas sem conta no aplicativo. Chamada “Guest Chats” (Conversas de Convidados), a função foi identificada pelo site WABetaInfo em versões beta do mensageiro para Android e iOS e, neste momento, aparece apenas para alguns testadores.
Com o recurso, o usuário pode compartilhar links de convite para iniciar conversas em um navegador. Quando o usuário entrar no link, pode escolher entre baixar o aplicativo ou continuar como convidado, o que abre uma interface semelhante ao WhatsApp Web no celular ou no computador. Nesse caso, é só informar um nome ou apelido para participar.
Como os convidados não são verificados pelo WhatsApp, existe um risco de o link de convite cair em mãos erradas (como um e-mail hackeado) ou se o destinatário tiver trocado de número, outra pessoa pode entrar no chat no lugar do convidado pretendido. Para aumentar a segurança, é possível bloquear um convidado pelos mesmos passos de uma conta normal.
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Mesmo para convidados, as mensagens continuam com criptografia de ponta a ponta, porém não é compatível com a extensão de segurança Code Verify, que garante que o WhatsApp usado no navegador é original.
Apesar disso, o recurso chega com limitações: não há chamadas de voz ou vídeo, envio de áudios, figurinhas ou arquivos como fotos, vídeos e documentos, e não é possível criar chats em grupo e os convidados não recebem notificações de novas mensagens. As conversas também são encerradas após 10 dias de inatividade e ficam marcadas com o rótulo “Guest”.
WhatsApp testa função para conversar com pessoas que não têm conta no app. (Imagem: Asterfolio/Unsplash)
WhatsApp também testa integração com outros mensageiros
O WhatsApp também testa uma integração do WhatsApp com aplicativos de mensagens de terceiros, como Telegram e Signal. Caso seja disponibilizada, a função vai permitir que o usuário escolha se deseja ativar as conversas com outros apps de comunicação e até manter esses chats em uma seção separada no WhatsApp.
No entanto, a novidade provavelmente será liberada apenas na Europa para atender às exigências da Digital Markets Act (DMA), legislação que busca aumentar a concorrência entre grandes plataformas digitais.
A Dola AI é um aplicativo de assistente virtual com inteligência artificial que funciona de forma semelhante a outros chatbots. O app usa modelos de IA para conversar com o usuário, gerar conteúdos e responder perguntas a partir de comandos de texto ou voz, podendo ajudar em tarefas do dia a dia, estudos e trabalho.
Confira oito recursos para você testar no app Dola AI:
Bots de IA
Criar imagem
Gerar vídeos
Ajudar com dever de casa
Responder a dúvidas
Atuar como assistente de escrita
Traduzir textos com detecção automática de idiomas
Acessar documentos e páginas da web
1. Bots de IA
A Dola tem um espaço para que os usuários escolher entre vários bots de IA temáticos, que são especializados em tarefas específicas, como tradutores de idiomas, detectores de texto gerados por IA, assistentes para criação de conteúdo e organizadores de casamentos e eventos.
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2. Criar imagem
A ferramenta tem um gerador de imagens com inteligência artificial que funciona a partir de comandos de texto. O usuário descreve a cena ou o estilo desejado, e a IA cria a imagem com base nessas instruções.
É possível anexar imagens de referência ou utilizar modelos disponibilizados pela plataforma, definir proporção e alterar dimensões. Também dá para melhorar a qualidade da foto ou ajustar detalhes, como adicionar profundidade de campo, tornar imagem panorâmica, aplicar lente macro etc.
3. Gerar vídeos
A Dola AI também oferece um gerador de vídeos com inteligência artificial, que funciona com base em comandos de texto. A ferramenta também aceita imagens ou vídeos de referência para orientar o resultado e permite escolher a proporção do vídeo, com opções para vários formatos de tela.
4. Ajudar com dever de casa
Com acesso à câmera ou à galeria do celular, a Dola AI consegue ler documentos e imagens para ajudar a resolver exercícios ou revisar conteúdos. Por exemplo, a IA pode analisar perguntas, responder às questões ou apresentar explicações para que o aluno faça a atividade sozinho.
5. Responder a dúvidas
A Dola é uma assistente virtual, que consegue tirar dúvidas sobre documentos, acessar a internet para responder perguntas e ajudar em várias tarefas do dia a dia. Além das mensagens de texto, o app também aceita comandos de voz.
6. Atuar como assistente de escrita
A ferramenta também ajuda na produção de textos para diferentes plataformas e situações. Dá para solicitar que a IA crie e-mails, relatórios, legendas para redes sociais ou rascunhos de conteúdos mais longos, além de ajustar o tom e revisar trechos de textos já escritos.
7. Traduzir textos com detecção automática de idiomas
A Dola AI conta com um recurso de tradução que identifica automaticamente o idioma do texto e gera a versão na língua desejada.
A função pode ser usada tanto para entender conteúdos em outras línguas quanto para apoiar quem está estudando outros idiomas e quer conferir a tradução de frases ou palavras.
8. Acessar documentos e páginas da web
A Dola também consegue analisar conteúdos externos enviados pelo usuário, como arquivos ou links de páginas da internet. Com isso, o assistente pode resumir documentos longos, destacar os pontos principais de um artigo ou ajudar a organizar informações presentes em arquivos PDFs.
O GPT-5.4 é um modelo de inteligência artificial de última geração da OpenAI. Ele foi desenvolvido para lidar com tarefas profissionais complexas, com avanços em raciocínio, programação e automação de fluxos de trabalho. A tecnologia é utilizada no chatbot e em ferramentas de desenvolvimento da empresa.
Uma das novidades é o “uso do computador” (computer-use), que permite que agentes de IA interajam com sistemas de computador para navegar em interfaces, analisar capturas de tela e executar comandos de mouse e teclado para completar tarefas em diferentes programas.
O GPT-5.4 é um dos modelos mais potentes da OpenAI, com acesso liberado apenas para planos pagos. (Imagem: Mojahid Mottakin/Unsplash)
Quais são as versões do modelo de IA?
O GPT-5.4 tem duas versões:
GPT-5.4 Thinking: versão padrão do modelo, com foco em raciocínio avançado e resolução de tarefas complexas. Ela é otimizada para manter o contexto em conversas longas e realizar pesquisas detalhadas na web;
GPT-5.4 Pro: versão mais avançada para lidar com atividades em que é necessário um alto nível de precisão e análise profunda. Ele é focado em tarefas profissionais complexas, como programação avançada, análise financeira e estudos jurídicos.
O GPT-5.4 já está disponível?
Sim. O GPT-5.4 começou a ser disponibilizado no ChatGPT, Codex e API para desenvolvedores, porém apenas em alguns planos.
A versão GPT-5.4 Thinking está presente nos planos Plus, Pro e Team, enquanto usuários Enterprise e Edu podem habilitar o acesso antecipado. Já a versão GPT-5.4 Pro é exclusiva das assinaturas Pro e Enterprise.
O GPT-5.4 é grátis no ChatGPT?
Não. O acesso aos modelos da linha GPT-5.4 no ChatGPT é restrito aos planos pagos.
A Microsoft tem integrado o Microsoft Copilot a diversas ferramentas e aplicativos do Windows 11, o que pode incomodar alguns usuários que não estão interessados em usar os recursos de IA. No entanto, é possível desativá-los nas configurações do sistema ou do aplicativo em questão.
Veja como remover os recursos de IA no Windows 11:
Copilot
Sugestões de ações do Copilot
Copilot no Edge
IA do Bloco de Notas
Copilot
O Copilot no Windows 11 é um "web wrapper" instalado como um aplicativo padrão. Se você removê-lo, o ícone da Barra de Tarefas e do menu de contexto do Explorador de Arquivos deixam de aparecer. Veja como desinstalar a IA:
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Abra as “Configurações” no menu Iniciar;
Acesse “Aplicativos”;
Vá em “Aplicativos instalados”;
Pesquise por “Copilot”;
Clique nos três pontos ao lado do aplicativo;
Selecione “Desinstalar” e confirme.
Sugestões de ações do Copilot
Mesmo após remover o aplicativo, sugestões relacionadas ao Copilot podem continuar aparecendo na pesquisa do sistema. Para ocultá-las, é necessário editar o Registro do Windows:
Dê dois cliques nele e altere o Valor de 0 para 1;
Reinicie o computador para aplicar a mudança.
Na etapa dois, caso a chave Explorer não exista, você precisa criar uma nova:
Clique com o botão direito em Windows;
Selecione “Novo”;
Clique em “Chave”;
Nomeie como “Explorer”.
O Copilot é integrado a várias ferramentas do Windows 11, mas pode ser desativado nas configurações do sistema ou nos apps. (Imagem: Captura de tela/Bruno De Blasi/Canaltech)
Copilot no Edge
O Microsoft Edge tem várias integrações com IA, como botão do Copilot e assistência de escrita. Você precisa desativar cada uma delas individualmente.
Para remover o botão do Copilot, siga os passos abaixo:
Abra o Edge;
Pressione Alt + F;
Acesse “Configurações”;
Vá em Aparência;
Selecione “Copilot e barra lateral”;
Clique em “Copilot”;
Desative a opção “Mostrar botão Copilot na barra de ferramentas”.
Agora, para desativar a assistência de escrita:
Em “Configurações”, vá até “Idiomas”;
Desative a opção “Usar o Copilot para escrever na Web”.
No caso do modo Copilot, o passo a passo para desativá-lo é esse:
Vá para “Configurações”;
Clique em “Inovações de IA”;
Desative o “Modo Copilot” (inclui Copilot Journeys e Actions).
IA do Bloco de Notas
As versões mais recentes do bloco de notas do Windows tem recursos baseados no Copilot. Se você quiser desativar, é só seguir os passos abaixo:
Abra o Bloco de Notas;
Clique no ícone de “Configurações” (engrenagem) no canto superior direito;
A Google Play Store costuma oferecer promoções temporárias de aplicativos pagos que ficam gratuitos ou com grandes descontos por tempo limitado. Essas ofertas incluem apps de diferentes categorias, como personalização do celular, widgets para a tela inicial, editores de fotos, ferramentas de produtividade e até aplicativos de treino.
O Galeria – Galeria de fotos Pro é um aplicativo para gerenciar fotos e vídeos no celular, que organiza automaticamente os arquivos por data e localização. Ele suporta diversos formatos de mídia, como JPEG, PNG, GIF, SVG, RAW, MP4 e MKV.
O app também conta com um editor de fotos integrado, com ferramentas para cortar, girar, ajustar contraste e aplicar filtros. Entre os recursos estão um cofre protegido por PIN para esconder arquivos sensíveis e uma lixeira para recuperar fotos e vídeos excluídos acidentalmente.
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O Galeria – Galeria de fotos Pro é um aplicativo para gerenciar fotos e vídeos no celular (Imagem: Divulgação/Coocent)
2. Kamsa Squircle - Icon Pack
O Kamsa Squircle é um pacote de ícones para personalizar o Android com mais de 7 mil ícones no formato “squircle”, uma mistura entre quadrado e círculo que cria um visual moderno.
O pacote inclui papéis de parede em alta definição e é compatível com launchers populares, que são aplicativos que permitem personalizar a tela inicial do Android.
O Kamsa Squircle tem mais de 7 mil ícones para personalizar o Android. (Imagem: Divulgação/GomoTheGom)
3. Stabilize Video: Stable Video
O Stabilize Video é um aplicativo para corrigir vídeos tremidos gravados no celular. Ele utiliza algoritmos de estabilização que analisam os quadros do vídeo para suavizar movimentos indesejados.
O app permite visualizar as mudanças e ajustar o nível de estabilização antes de salvar o vídeo, o que ajuda a transformar gravações simples em vídeos com aparência mais profissional.
No Stabilize Video, dá para corrigir vídeos tremidos (Imagem: Divulgação/TAPUNIVERSE)
4. Fit Workout Pro - AI Trainer
O Fit Workout Pro funciona como um treinador pessoal digital com planos de exercícios personalizados para academia ou treinos em casa.
A plataforma tem mais de 300 exercícios com vídeos demonstrativos e orientações detalhadas. No app, também dá para acompanhar o progresso, participar de desafios fitness e acessar treinos mesmo sem conexão com a internet.
O Fit Workout Pro funciona como um treinador pessoal digital (Imagem: Divulgação/AUSTECH STUDIO)
5. Countdown Widget - Time Until
No Countdown Widget, é possível criar contagens regressivas para eventos importantes e adicioná-las na tela inicial do celular.
Com widgets personalizáveis, o app mostra o tempo restante para aniversários, viagens ou feriados. Também tem notificações e várias opções de personalização de cores, fontes e tamanhos.
O Countdown Widget adiciona contagens regressivas na tela inicial do celular (Imagem: Divulgação/Power Mind Apps)
6. Image Cropper - Crop photos
O Image Cropper é um aplicativo simples para recortar imagens com precisão em vários formatos e com proporções prontas ou personalizadas, como 16:9, 4:3 e 1:1. A ferramenta também possibilita compartilhar ou salvar as imagens editadas.
O Image Cropper é um aplicativo simples para recortar imagens em vários formatos (Imagem: Divulgação/Power Mind Apps)
7. Contacts Widget - Speed Dial
O Contacts Widget cria um acesso rápido para contatos favoritos na tela inicial do Android. No app, dá para criar pastas de contatos para chamadas ou envio de SMS com um toque, além de opções de personalização para cores e nomes das pastas.
O Contacts Widget cria um acesso rápido para contatos favoritos na tela inicial do Android (Imagem: Divulgação/Power Mind Apps)
8. DreamScape Wallpapers
O DreamScape Wallpapers oferece uma coleção com mais de 1.000 papéis de parede gerados por inteligência artificial.
As imagens são organizadas por categorias e otimizadas para celulares. O aplicativo também tem integração com o design Material You do Android e recebe atualizações frequentes com novos wallpapers.
O Colorful Transparent Icon Pack traz ícones com design colorido e transparente (Imagem: Divulgação/GomoTheGom)
10. DarkGlass Widgets
O DarkGlass Widgets tem mais de 400 widgets com visual de vidro escuro translúcido, sendo possível ajustar o nível de transparência dos ícones.
Entre os widgets disponíveis estão relógio, clima, calendário, bateria, contador de passos e controles de música. O aplicativo também tem mais de 700 papéis de parede.
O Spotify anunciou um novo recurso para que os usuários visualizem e editem o próprio “Perfil de Gosto”, sistema que define as recomendações de músicas, podcasts e audiolivros no aplicativo. A novidade foi apresentada pelo co-CEO Gustav Söderström durante o South by Southwest e começará a ser liberada em versão beta nas próximas semanas para assinantes Premium na Nova Zelândia.
O Perfil de Gosto é o sistema do Spotify que analisa o que você escuta para sugerir músicas na página inicial e em playlists personalizadas, como “Descobertas da Semana”, “Feito para Você” e na retrospectiva anual Spotify Wrapped.
Com a nova ferramenta, os usuários vão poder corrigir recomendações que não fazem sentido ou situações que afetam o algoritmo, como contas compartilhadas em casa, reprodução de músicas infantis ou o uso frequente de sons para dormir. Tudo isso usando comandos simples, como pedir por "mais" ou "menos" de um determinado estilo musical. O recurso também vai considerar o contexto de uso, como músicas para treinar, relaxar ou ouvir no caminho para o trabalho.
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Apesar de o Spotify oferecer opções para remover músicas do Perfil de Gosto antes, elas se limitavam a excluir apenas faixas ou playlists específicas. Vale ressaltar que o uso da ferramenta é opcional, é possível moldar o algoritmo o quanto quiser, ou simplesmente ignorar o recurso e continuar usando o aplicativo normalmente.
A empresa comentou que o recurso faz parte de uma estratégia para deixar as recomendações mais personalizadas, que também inclui ferramentas experimentais para criar playlists a partir de comandos ou do histórico de músicas ouvidas.
Usuários vão poder controlar as recomendações de músicas do algoritmo do Spotify. (Imagem: Divulgação/Spotify)
O recurso está disponível no Brasil?
Ainda não. O novo recurso do Spotify está sendo lançado inicialmente em fase beta para assinantes Premium na Nova Zelândia. Segundo a empresa, o teste começará nas próximas semanas nesse país antes de chegar a outros mercados.
O Amazon Now é um serviço de entregas ultrarrápidas da Amazon que promete levar produtos essenciais ao consumidor em até 15 minutos. A novidade funciona traz itens de supermercado e conveniência em uma loja dedicada, com funcionamento restrito a áreas e horários selecionados.
O Amazon Now é uma loja dedicada dentro da plataforma da Amazon para a venda e entrega rápida de produtos essenciais, como alimentos frescos, bebidas, congelados e itens de utilidades domésticas.
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Como a novidade funciona?
O serviço funciona em parceria com a Rappi, por meio da modalidade logística expressa Rappi Turbo, responsável pela preparação e envio dos pedidos. A proposta é realizar entregas em até 15 minutos em áreas selecionadas, mas esse prazo pode variar devido ao horário, condições climáticas, trânsito e disponibilidade de entregadores.
Para finalizar a compra, é necessário atingir um valor mínimo de R$ 15 em produtos, com pagamento via Pix ou cartão de crédito à vista. Devido à agilidade na preparação dos pedidos, não é possível alterar itens, quantidades, endereço ou forma de pagamento após a confirmação. O cancelamento e devolução também não podem ser solicitados pelo cliente depois da finalização.
Amazon, em parceria com a Rappi, fará entregas de produtos essenciais em até 15 minutos. (Imagem: Reprodução/Amazon)
No entanto, é possível solicitar reembolso em até 30 dias em casos de produtos danificados, itens incorretos e pedidos extraviados.
Além disso, o cliente precisa obrigatoriamente ter um número de telefone com WhatsApp cadastrado no endereço de entrega, pois o app de mensagens é usado para o envio do link de rastreamento em tempo real e do Código de Entrega, que deve ser informado pessoalmente ao entregador.
A novidade está disponível em quais cidades?
Atualmente, o Amazon Now está disponível apenas em bairros selecionados de oito cidades brasileiras durante o horário de operação da Rappi Turbo:
Belo Horizonte (MG);
Campinas (SP);
Curitiba (PR);
Fortaleza (CE);
Porto Alegre (RS);
Recife (PE);
Rio de Janeiro (RJ);
São Paulo (SP).
O frete é grátis?
Não. Os assinantes do Amazon Prime tem isenção, porém os demais clientes pagam R$ 5,49 no frete. Além disso, há uma taxa de serviço de R$ 5, cobrada de todos os usuários.
Como fazer compras com o Amazon Now?
Para comprar pelo Amazon Now, é possível utilizar o link direto (amazon.com.br/amazonnow) ou seguir os passos abaixo:
Entre na Amazon pelo navegador;
Clique em “Chega em 15 minutos” ou busque por “Amazon Now” no menu;
Escolha os produtos;
Faça o pagamento;
Aguarde a entrega.
Vale ressaltar que se você colocar itens do Amazon Now e produtos convencionais da Amazon no mesmo pedido, o site vai criar carrinhos separados para finalização das compras.
O Facebook Marketplace ganhou um novo recurso de IA que responde automaticamente perguntas comuns de compradores, como “Ainda está disponível?”. A ferramenta foi anunciada pela Meta e começa a ser liberada para vendedores nos Estados Unidos e no Canadá.
A função usa as informações do anúncio, como preço, descrição, condições do produto e local de retirada, para gerar respostas automáticas quando alguém envia uma dúvida frequente. Assim, os vendedores não precisam responder manualmente e podem focar apenas em interações com compradores interessados em comprar os produtos.
Para utilizar o recurso, o vendedor precisa ativá-lo durante a criação do anúncio, com a possibilidade de pré-visualizar e editar a mensagem para ajustar o tom ou adicionar instruções. Quando o vendedor enviar fotos do produto, a plataforma também vai gerar um rascunho do anúncio com título, descrição e uma sugestão de preço baseada em itens semelhantes vendidos na região para agilizar o cadastro.
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A plataforma também terá recursos para acompanhar pedidos, gerar etiquetas de envio pré-pagas e mostrar resumos de perfis de vendedores criados por IA, com o histórico de anúncios da pessoa, os tipos de itens que ela costuma vender e as suas avaliações, além de informações da conta pessoal, incluindo quanto tempo ele está no Facebook e o seu número de amigos.
IA do Facebook Marketplace vai responder automaticamente as perguntas frequentes dos compradores. (Imagem: Viviane França/Canaltech)
O novo recurso de IA já está disponível no Brasil?
Não. Por enquanto, as novas ferramentas de IA do Facebook Marketplace estão disponíveis apenas nos Estados Unidos e no Canadá. A Meta Platforms ainda não informou quando o recurso chegará ao Brasil ou a outros países.
O aplicativo de identificação de chamadas Truecaller anunciou o recurso Family Protection, que cria uma rede de segurança compartilhada parajudar famílias a evitar chamadas fraudulentas. Com a novidade, um administrador pode monitorar possíveis golpes recebidos por parentes e encerrar ligações suspeitas remotamente em celulares Android.
Na ferramenta, é possível criar um grupo de até cinco pessoas no aplicativo. Um ou mais usuários assumem o papel de Administrador da Família e gerenciam, à distância, as configurações de proteção contra spam e fraudes para todos os integrantes.
No entanto, o recurso tem limitações dependendo do sistema operacional do familiar protegido. Se o membro utilizar Android, o administrador recebe notificações de fraude ao vivo, pode finalizar chamadas suspeitas remotamente e acompanhar informações do dispositivo do parente, como nível de bateria e modo de som. Já se o participante utilizar um iPhone, as funcionalidades ficam limitadas devido às restrições do sistema da Apple, restringindo-se à gestão de listas de bloqueios compartilhadas.
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Quando uma ligação suspeita é encerrada remotamente, o familiar recebe uma notificação explicando que a chamada foi finalizada pelo administrador por se tratar de uma possível fraude. Apesar do acesso privilegiado do administrador, ele não pode acessar histórico de chamadas comuns, ler mensagens SMS ou ver a localização em tempo real dos membros do grupo para preservar a privacidade dos participantes.
Além da proteção contra golpes, o recurso tem ferramentas para ajudar no acompanhamento de familiares, especialmente idosos ou crianças. A empresa também revelou que estuda integrar recursos de inteligência artificial ao Family Protection no futuro para analisar o contexto das chamadas e até encerrar automaticamente ligações quando palavras frequentemente associadas a golpes forem detectadas.
O Truecaller anunciou um recurso para famílias evitarem chamadas fraudulentas. (Imagem: Reprodução/Truecaller)
Como usar o recurso do Truecaller?
Para usar o Family Protection, o usuário precisa criar um grupo familiar no aplicativo. Quem inicia o grupo se torna automaticamente o primeiro administrador e pode convidar até quatro pessoas para participar.
Cada usuário pode participar de apenas um grupo familiar por vez e, depois que o grupo é formado, o administrador pode acessar o Family Group Centre para configurar os níveis de segurança, criar uma lista de bloqueio compartilhada e ativar alertas de possíveis fraudes. Em celulares Android, também aparece a opção de encerrar chamadas suspeitas remotamente, caso um familiar esteja falando com um número identificado como golpe.
O recurso é gratuito?
A criação do grupo e o recurso principal de encerrar chamadas remotamente são totalmente gratuitos para os usuários. No entanto, para usar ferramentas avançadas, como a ativação do nível "Máximo" de proteção ou bloqueios automáticos mais granulares (Auto-Block Spam), é necessário uma assinatura do plano Premium Family.
A Amazon anunciou o lançamento da personalidade “Sassy” (Atrevida) para a Alexa+, a versão da assistente de voz aprimorada por inteligência artificial. Disponível inicialmente em dispositivos Amazon Echo e no aplicativo Alexa, a proposta é manter as conversas interessantes com brincadeiras divertidas e respostas inteligentes.
Com o modo “Sassy”, a Alexa pode responder com sarcasmo, humor ácido e até o uso de palavrões censurados e, segundo a Amazon, faz o usuário sentir como se estivesse conversando com um “adolescente malvado”. É a quarta personalidade da Alexa+, ao lado de “Brief” (Breve), “Sweet” (Doce) e “Chill” (Relaxado).
Para ativar, é só dizer: “Alexa, mude seu estilo de personalidade para Sassy” ou fazer a alteração no aplicativo, nas configurações do dispositivo. A escolha da personalidade é definida por aparelho, ou seja, não é aplicada automaticamente a todos os dispositivos da casa.
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Para evitar o acesso de menores a conteúdos inadequados, a Amazon implementou algumas restrições. O modo “Sassy” é bloqueado automaticamente em aparelhos onde o Amazon Kids esteja ativado. Também é necessário realizar uma verificação de segurança com reconhecimento facial para confirmar que o usuário é adulto.
Vale ressaltar que, apesar do tom mais livre, a assistente continua proibida de gerar conteúdos sexualmente explícitos, discursos de ódio, ataques pessoais ou respostas relacionadas à automutilação.
Alexa+ ganhou uma nova personalidade só para adultos. (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
O Alexa+ está disponível no Brasil?
Não. Até o momento, a Alexa+ e suas novas personalidades ainda não foram lançadas no Brasil e não tem previsão de chegada ao país. O recurso está sendo liberado de forma gradual em alguns mercados, principalmente nos Estados Unidos.
O Disney+ começou a liberar, nesta quarta-feira (12), um novo feed de vídeos curtos em formato vertical no aplicativo, chamado Verts. A novidade, liberada inicialmente nos Estados Unidos, lembra o modelo popularizado pelo TikTok e exibe clipes e cenas marcantes do catálogo para ajudar os usuários a decidirem o que assistir no streaming.
O feed aparece em um novo ícone na barra de navegação do aplicativo. Ao deslizar pelos vídeos, o usuário pode adicionar o título à sua lista ou iniciar imediatamente a reprodução completa da obra. O recurso também usa um algoritmo de recomendação para personalizar os vídeos exibidos para cada perfil.
Embora o feed comece exibindo clipes de filmes e séries do catálogo de mais de 100 anos da Disney, a empresa planeja expandir o recurso no futuro. A ideia é incluir conteúdos produzidos por criadores que representem diferentes comunidades de fãs da marca, além de explorar novos formatos de narrativa e experiências personalizadas na plataforma.
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A novidade também busca atrair usuários mais jovens, acostumados a consumir vídeos curtos no celular em vez de conteúdos longos. O movimento acompanha uma tendência do mercado impulsionada pelo sucesso de plataformas, como YouTube Shorts e Instagram Reels. A Netflix, concorrente do streaming, também testou um feed vertical semelhante no ano passado para promover produções do seu catálogo.
A estratégia já havia sido antecipada pelo Canaltech em janeiro, quando surgiram informações de que a Disney estudava adotar modelos de navegação inspirados em redes sociais para aumentar o engajamento no aplicativo. Segundo Erin Teague, vice-presidente executiva de Gestão de Produtos da Disney Entertainment e da ESPN, o formato vertical facilita o consumo cotidiano e ajuda os usuários a descobrir novos títulos com mais rapidez.
Disney+ anunciou feed de vídeos curtos de séries e filmes do seu catálogo. (Imagem: Thibault Penin/Unplash)
O recurso está disponível no Brasil?
Não. O Verts está disponível apenas para assinantes do Disney+ nos Estados Unidos neste primeiro momento. A empresa afirma que a novidade pode chegar a outros mercados no futuro, mas ainda não há previsão oficial para o Brasil.
A Samsung começou a integrar o Gemini, assistente de inteligência artificial do Google, ao aplicativo Galeria nos celulares da linha Samsung Galaxy S26 com a interface One UI 8.5. Com a novidade, é possível pesquisar e compartilhar fotos pela IA usando comandos de texto ou voz.
Com a integração, o Gemini consegue localizar imagens por assunto, data ou local com comandos como “fotos minhas com meu cachorro neste verão”. O assistente também pode enviar fotos para contatos em aplicativos específicos, reduzindo a necessidade de abrir a galeria a todo momento. Porém, a IA não pode apagar mídias, compartilhar vídeos, copiar ou mover arquivos entre álbuns.
A função faz parte da expansão do assistente no ecossistema da Samsung e chega após integrações com outros apps na One UI 7.0, como Calendário, Notas e Lembretes. A expectativa é que a parceria entre Google e Samsung amplie o suporte do assistente em futuras versões da One UI, com possível compatibilidade com o navegador Samsung, Samsung Health e SmartThings.
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A expansão dessa integração faz parte da estratégia da Samsung de levar recursos de IA agêntica para o Samsung S26 e futuros dispositivos da linha Galaxy, inclusive com o anúncio de uma parceria com o Perplexity AI, anunciados no evento Galaxy Unpacked 2026 em fevereiro. Com essa tecnologia, a IA consegue executar tarefas de forma autônoma no celular, como abrir aplicativos e realizar ações em segundo plano para concluir pedidos do usuário.
Como ativar o recurso no Gemini?
O Canaltech acessou e testou o recurso em um Samsung Galaxy S26 Ultra. Para habilitar a integração e permitir que o Gemini acesse suas fotos, siga os passos abaixo:
Abra o Gemini;
Clique na sua foto de perfil;
Vá em “Apps conectados”;
Marque a opção referente à Galeria do Samsung.
Gemini agora tem integração com Galeria do Samsung no Galaxy S26. (Imagem: Captura de tela/Bruno Bertonzin/Canaltech)
O Google Maps vai permitir planejar rotas por meio de conversas com IA graças à integração com os modelos Gemini. Chamado “Ask Maps”, o recurso entende perguntas simples para encontrar lugares e organizar trajetos. A ferramenta começou a ser liberada para Android e iOS nos Estados Unidos e na Índia.
Com o Ask Maps, os usuários vão poder fazer pedidos mais complexos ao aplicativo, como encontrar quadras públicas de tênis com iluminação ou locais onde seja possível carregar o celular sem enfrentar filas. A ferramenta analisa dados de milhões de lugares cadastrados e contribuições da comunidade para trazer recomendações com base no histórico e nas preferências de cada usuário.
O Maps também recebeu uma grande atualização na navegação, chamada “navegação imersiva”. O sistema vai mostrar o trajeto em um ambiente 3D mais detalhado, com edifícios, viadutos e faixas de trânsito destacados. As instruções por voz também foram aprimoradas para soar mais naturais, e o aplicativo agora explica melhor as diferenças entre rotas alternativas, como escolher entre um caminho mais rápido com pedágio ou outro longo com menos trânsito.
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Além disso, a ferramenta vai receber prévias do destino antes da chegada, sugestões de estacionamentos próximos e o uso de imagens do Google Street View para indicar pontos de referência durante a navegação. O sistema também utiliza dados em tempo real de milhões de motoristas do Maps e do Waze para alertar sobre incidentes e condições de trânsito.
Google Maps vai planejar rotas a partir de conversas com o Gemini. (Imagem: AS Photography/Pexels)
Os recursos já estão disponíveis no Brasil?
Não. O Ask Maps começou a ser distribuído para usuários de Android e iOS nos Estados Unidos e na Índia, com previsão de chegada a outros mercados nos próximos meses. Uma versão para desktop também deve ser lançada em breve.
Já a navegação imersiva começou a ser liberada inicialmente nos Estados Unidos e está disponível no Android, iOS, Apple CarPlay, Android Auto e carros com Google integrado. Segundo a empresa, a expansão global ocorrerá gradualmente conforme os dispositivos compatíveis recebam a atualização.
A rede social X voltou a permitir que usuários escolham manualmente entre o tema claro e escuro dentro das configurações do aplicativo. A mudança apareceu na atualização mais recente para iOS e restaura um recurso que havia sido removido anteriormente. Em aparelhos com Android, a opção de ajuste já continuava disponível.
No início de março de 2026, o aplicativo foi configurado para seguir apenas o tema definido no sistema do celular, sem permitir alterações independentes dentro do próprio app. A decisão gerou críticas de usuários, que reclamaram de precisar alterar a aparência de todo o smartphone apenas para usar o X em modo escuro.
Nikita Bier, chefe de produtos da plataforma, havia defendido que a troca de tema “não fazia sentido e causava problemas em todo o aplicativo” e que seguir o padrão do sistema era uma prática comum entre grandes plataformas. No entanto, usuários contestaram a afirmação, apontando que aplicativos, como YouTube e TikTok, também seguem o tema do sistema, mas continuam oferecendo opções de mudança manual em seus próprios menus.
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Diante da repercussão negativa, Nikita Bier reconheceu o erro publicamente dias depois com a frase “todos cometemos erros” (“we all make mistakes”) e confirmou o retorno da opção. Na postagem, alguns perfis brincaram com a situação e até elogiaram a “responsividade” da plataforma ao escutar os usuários e trazer de volta o recurso.
Enquanto a função voltou no iOS, em aparelhos Android a opção nunca foi removida. No sistema do Google, os usuários continuaram podendo alternar entre os modos “um pouco escuro” (azul-escuro) e “totalmente escuro” (preto).
Como mudar o tema no app do X para iOS?
Veja o passo a passo para alterar o tema do app X no iPhone:
Abra o X;
Vá em “Configurações e privacidade”;
Toque em “Acessibilidade, exibição e idiomas”;
Clique em “Exibição”;
Selecione o tema desejado.
X voltou atrás e retornou com a opção para definir modo escuro dentro do app X no iOS. (Imagem: Captura de tela/André Magalhães/Canaltech)
O WhatsApp anunciou, nesta quarta-feira (11), as contas gerenciadas pelos pais, um recurso para que pré-adolescentes menores de 13 anos utilizem o app sob supervisão. A novidade, que estava em fase de testes, será liberada para todos os usuários do mensageiro nos próximos meses.
Com a nova ferramenta, a conta da criança é vinculada à de um adulto, que tem controle sobre diversos ajustes de privacidade, como decidir quem pode enviar mensagens ao adolescente, aprovar a participação em grupos e gerenciar contatos. Para alterar essas configurações, é necessário inserir um PIN parental, configurado no celular do pré-adolescente.
As contas supervisionadas também têm limitações em relação aos perfis padrões. As interações enviadas por contatos desconhecidos não chegam ao chat da criança, elas vão para uma pasta de solicitações para serem aprovadas, o Meta AI, Canais e Status não podem ser acessados, e as mensagens temporárias são desativadas em conversas individuais.
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Os responsáveis também recebem notificações sempre que a criança adiciona, bloqueia ou denuncia um usuário, o que possibilita o acompanhamento sem comprometer a criptografia de ponta a ponta das mensagens. Além disso, quando forem analisar um convite de grupo, os pais recebem "sinais de confiança" com informações sobre quem é o administrador e quem são os membros e, caso o espaço ganhe novos participantes ou ativem as mensagens temporárias, o app também envia um aviso.
Além disso, a Meta se prepara para se adequar ao ECA Digital (Lei nº 15.211/2025), legislação brasileira que entra em vigor em 17 de março de 2026. O WhatsApp vai adotar restrições automáticas de privacidade para usuários menores de 18 anos, como limitar a visibilidade do “visto por último” e do recado apenas a contatos salvos, restringir quem pode acessar links do perfil que direcionam para Facebook e Instagram e adotar regras mais rígidas para proteção de dados desse público.
O WhatsApp terá contas gerenciadas para que menores de 13 anos possam usar o aplicativo sob supervisão dos pais. (Imagem: Asterfolio/Unsplash)
Como configurar uma conta gerenciada?
Caso os pais queiram criar uma conta gerenciada no WhatsApp para os filhos menores de 13 anos, o recurso estará disponível em breve no aplicativo. No cadastro, é preciso estar com os dois celulares, do pré-adolescente e do adulto, lado a lado para vincular o perfil, além de informar a data de nascimento da criança e confirmar que é um adulto fazendo a solicitação por meio do compartilhamento de uma selfie.
Vale reforçar que quando o pré-adolescente atingir a idade adequada para evoluir para uma conta padrão do WhatsApp, os responsáveis vão receber um aviso com a opção de adiar essa transição por até 12 meses.
O Gemini recebeu novas funções nas ferramentas do Google Workspace, ampliando sua presença no Documentos, Planilhas e Apresentações. As atualizações integram mais a IA ao fluxo de trabalho, com recursos que ajudam a escrever textos, analisar arquivos, organizar dados e montar apresentações.
5 novidades do Gemini nas ferramentas do Google Drive
Confira cinco novidades do Gemini para testar no Documentos, Planilhas e Apresentações:
Copiar formato de documento
Pesquisar nos arquivos
Criar dashboards
Preencher com o Gemini
Editar vários slides ao mesmo tempo
1. Copiar formato de documento
O Gemini no Google Documentos agora traz o recurso “Match doc format”, que identifica a estrutura de modelos usados com frequência, como roteiros de viagem ou relatórios, e aplica o mesmo padrão de formatação ao novo arquivo.
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Com o recurso “Match writing style”, a IA também pode revisar trechos ou o documento inteiro manter o mesmo tom e estilo no texto.
2. Pesquisar nos arquivos
O Google Drive ganhou o recurso “Ask Gemini”, que adiciona respostas geradas por IA na busca por arquivos. Assim, ao fazer uma pesquisa, a ferramenta mostra um resumo das informações mais relevantes encontradas nos documentos, incluindo trechos citados dos arquivos.
A ferramenta também cruza informações de diferentes documentos, e-mails e eventos de calendário para responder a perguntas mais complexas.
As ferramentas do Google Workspace ganharam novos recursos de IA com o Gemini. (Imagem: Anaísa Catucci/Canaltech)
3. Criar dashboards
No Google Planilhas, o Gemini consegue criar tabelas, listas e dashboards para acompanhar tarefas, projetos ou metas pessoais. O recurso também organiza informações de forma visual, com gráficos e seções que facilitam a análise dos dados.
4. Preencher com o Gemini
O recurso “Fill with Gemini” automatiza o preenchimento de tabelas no Planilhas. A função gera textos, categoriza dados e cria resumos nas células, com base no conteúdo da planilha e em informações atualizadas da Busca do Google.
5. Editar vários slides ao mesmo tempo
No Google Apresentações, o Gemini recebeu novos recursos de criação e edição de slides. A IA agora pode gerar layouts, diagramas e elementos visuais que seguem o mesmo estilo do restante da apresentação.
Também é possível fazer ajustes rápidos no design, como alterar cores, reorganizar elementos ou simplificar o visual de vários slides.
Os recursos já estão disponíveis?
Sim. As novas funções começaram a ser liberadas em beta para assinantes dos planos Google AI Pro e AI Ultra.
Os recursos estão disponíveis em inglês nos Documentos, Planilhas e Apresentações, enquanto no Drive o lançamento ocorre apenas nos Estados Unidos, porém o Google pretende ampliar as novidades para mais idiomas no futuro.
O Gboard tem vários recursos para facilitar a digitação e evitar que o usuário precise mudar de aplicativo a todo momento. Entre as funções disponíveis estão atalhos para frases usadas com frequência, tradução instantânea e a possibilidade de extrair texto de documentos usando a câmera sem sair do teclado.
Confira oito recursos do Gboard que ajudam no dia a dia:
Atalhos para frases digitadas com frequência
Teclado flutuante
Área de transferência integrada para reutilizar o texto
Digitação por voz
Digitação por gestos
Modo de digitação com uma só mão
Tradução instantânea no teclado
Extrair texto de documentos com a câmera direto para o teclado
1. Atalhos para frases digitadas com frequência
O Gboard tem um sistema de atalhos que expande automaticamente frases usadas com frequência. Quando você digitar uma abreviação previamente configurada, o teclado completa o texto, o que agiliza o envio de mensagens repetitivas, como endereços, e-mails ou respostas padrão.
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Um exemplo seria configurar a palavra “CT” para o termo “Canaltech”. Toda vez que você digitar a abreviação no teclado, ele vai expandir o texto para "Canaltech".
2. Teclado flutuante
O modo flutuante destaca o Gboard da parte inferior da tela e transforma o teclado em uma janela móvel. Assim, ele pode ser posicionado livremente, sem ficar preso ao rodapé do display.
A função é útil em celulares com telas grandes ou ao usar aplicativos que exigem mais espaço de visualização. Também é possível ajustar o tamanho do teclado para deixá-lo mais compacto.
3. Área de transferência integrada para reutilizar o texto
O Gboard tem uma área de transferência que guarda temporariamente os textos copiados. Sempre que algo é copiado, o conteúdo fica disponível no teclado para ser reutilizado em outras mensagens.
Mesmo que você copie outros trechos depois, ainda é possível abrir essa área para acessar e copiar novamente textos anteriores. Além disso, o teclado tem a opção de fixar itens importantes, garantindo que eles permaneçam salvos por mais tempo.
O Gboard tem vários recursos que complementam as funções do teclado. (Imagem: Igor Almenara/Canaltech)
4. Digitação por voz
A digitação por voz transforma a fala em texto. É só tocar no ícone de microfone do teclado e falar normalmente para que o conteúdo seja transcrito automaticamente.
Essa alternativa ajuda quando não é prático digitar manualmente, como ao caminhar ou realizar outra tarefa ao mesmo tempo.
5. Digitação por gestos
Na digitação por gestos, o usuário desliza o dedo pelas letras do teclado para formar palavras, em vez de tocar em cada tecla individualmente. O Gboard interpreta o movimento e sugere o termo correspondente. Depois de algum tempo de uso, esse método costuma acelerar bastante a escrita no celular.
6. Modo de digitação com uma só mão
Para facilitar o uso em celulares maiores, o Gboard traz um modo de digitação com uma mão. Quando ativado, o teclado fica menor e deslocado para um dos lados da tela.
Dessa forma, todas as teclas ficam mais próximas do polegar, o que torna a digitação mais confortável ao segurar o aparelho com apenas uma mão.
7. Tradução instantânea no teclado
O teclado também tem uma ferramenta de tradução integrada. Enquanto o usuário digita, o texto pode ser convertido para outro idioma no próprio Gboard.
A função utiliza o serviço do Google Tradutor e evita a necessidade de alternar entre aplicativos para enviar mensagens em outro idioma.
8. Extrair texto de documentos com a câmera direto para o teclado
O Gboard também consegue extrair texto por meio da câmera do celular utilizando a tecnologia OCR. O teclado reconhece palavras presentes em documentos, imagens ou papéis e insere o conteúdo automaticamente no campo de digitação.
O ChatGPT agora vai gerar explicações interativas para dúvidas sobre matemática e ciências. Com a novidade, anunciada pela OpenAI na terça-feira (10), os usuários podem visualizar e fazer simulações em tempo real para entender melhor o conceito. O recurso já está disponível em todos os planos da IA.
O recurso, chamado “Aprendizado Interativo”, funciona em mais de 70 conceitos de matemática, física, química e finanças, entre eles Teorema de Pitágoras, equações lineares, lei de Coulomb, lei dos gases ideais e juros compostos. Dessa forma, quando o ChatGPT receber uma solicitação para explicar esses temas, ele vai exibir automaticamente um módulo visual para que o usuário aprenda enquanto explora e interage com o conteúdo.
Segundo a OpenAI, a proposta é facilitar a compreensão de ideias abstratas comuns em matemática e ciências. Para se ter uma ideia, atualmente 140 milhões de pessoas já utilizam o ChatGPT todas as semanas para tentar entender conceitos relacionados a esses temas.
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A novidade complementa outros recursos do ChatGPT focados no aprendizado, como o “modo de estudo”, lançado no ano passado para guiar a resolução passo a passo de problemas, e os questionários, que reforçam a memória e preparam os alunos para provas.
Novo recurso de aprendizado interativo no ChatGPT facilita o aprendizado de matemática e ciências. (Imagem: Reprodução/Freepik)
O recurso é gratuito?
Sim. As explicações visuais interativas estão disponíveis para todos os usuários do ChatGPT, independentemente do plano contratado.
Como usar a ferramenta de aprendizado interativo?
Para utilizar o recurso, é só pedir ao ChatGPT uma explicação sobre algum conceito de matemática ou ciência com comandos simples, como “Explique o Teorema de Pitágoras” ou “Como funciona a lei de Ohm?”. A ferramenta, então, vai exibir automaticamente um módulo visual interativo junto à resposta.
Nesse espaço, o usuário consegue ajustar variáveis, modificar valores de equações e observar em tempo real como essas mudanças afetam gráficos e resultados.
O Luizalabs, área de tecnologia e inovação do Magalu, abriu 5 mil bolsas de estudo gratuitas para o Bootcamp Luizalabs Back-end com Python, realizado em parceria com a DIO, maior plataforma de educação em tecnologia do Brasil. As inscrições estão abertas até 18 de abril de 2026 no site da oficial da DIO.
O curso pode ser feito por estudantes, iniciantes em programação e profissionais que desejam mudar de área e aprender tecnologias de back-end. São 38 horas de conteúdo, com aulas 100% online e certificado de conclusão ao final da trilha.
A formação terá quatro módulos que vão abordar os fundamentos de Python e lógica de programação, Programação Orientada a Objetos (POO), construção e publicação de APIs RESTful assíncronas com FastAPI, com autenticação, testes e deploy. A última fase trará a IA aplicada ao fluxo de trabalho de desenvolvimento, com copilotos, LLMs e uso prático do NotebookLM.
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Além das aulas, os participantes vão desenvolver três projetos para portfólio e terão acesso a três mentorias ao vivo com especialistas do Luizalabs, com temas relacionados à cultura de tecnologia, carreira e processos seletivos.
A iniciativa marca o retorno do bootcamp após uma primeira edição que distribuiu mais de 14 mil bolsas para interessados em iniciar carreira na área de tecnologia. “O sucesso da edição anterior nos motivou a expandir o projeto em 2026. A forte adesão ao bootcamp reforça o nosso compromisso de desenvolver talentos, democratizar a tecnologia e levar a muitos o que ainda é privilégio de poucos”, afirma Fábio Hilário, diretor de tecnologia do Luizalabs.
Luiza Labs e DIO abrem 5 mil vagas gratuitas para cursos de back-end com Python. (Imagem: Reprodução/Freepik)
Como se inscrever para o curso de back-end com Python?
As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pela página oficial do bootcamp no site da DIO (dio.me).
Após concluir o curso e obter o certificado, os participantes podem ter seus perfis disponibilizados na Talent Match, plataforma da DIO que conecta desenvolvedores a oportunidades em empresas parceiras.
A OpenAI anunciou uma parceria com o Shazam, serviço de reconhecimento musical da Apple, que agora será integrado ao ChatGPT. Com a novidade, usuários conseguem descobrir o nome de músicas dentro da conversa com o chatbot, sem precisar abrir outro aplicativo.
A funcionalidade leva para o chat a mesma tecnologia de identificação de áudio que tornou o Shazam popular em celulares e computadores. Após reconhecer a faixa, o sistema também pode exibir informações sobre a música e reproduzir uma prévia da canção na conversa.
A seguir, tire suas dúvidas sobre:
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Como usar o Shazam no ChatGPT?
Como o app funciona?
A integração é gratuita?
Como usar o Shazam no ChatGPT?
Para utilizar o reconhecimento musical dentro do ChatGPT, é necessário ativar a integração nas configurações da plataforma. Depois disso, o recurso pode ser acionado no chat usando usar @ com o nome do app:
Abra o ChatGPT;
Clique sobre seu nome ou foto de perfil;
Acesse “Configurações”;
Vá em “Aplicativos”;
Clique em “Adicionar mais” (Web) ou “Navegar por aplicativos” (Celular);
Procure por “Shazam” e clique sobre o nome do app;
Toque em “Conectar”;
Confirme em “Conectar” novamente;
Selecione “Iniciar chat” e comece a interagir com o Shazam no ChatGPT.
Para usar o Shazam no ChatGPT, é necessário ativar o recurso na lista de apps integrados à IA. (Imagem: Captura de tela/Viviane França/Canaltech)
Como o app funciona?
A integração utiliza a mesma tecnologia de reconhecimento de áudio do Shazam, que consegue comparar pequenos trechos da música com um enorme banco de dados de faixas.
Quando o recurso é ativado, o sistema escuta o som ambiente por alguns segundos e gera uma “impressão digital” da música. Esse padrão é comparado com milhões de registros armazenados nos servidores da Apple. Se houver correspondência, o ChatGPT mostra na conversa:
Nome da música;
Artista ou banda;
Capa do álbum;
Prévia de reprodução da faixa.
A integração é gratuita?
Sim. A integração com o Shazam é totalmente gratuita e pode ser ativada por qualquer usuário do ChatGPT, independentemente do plano contratado.
O X agora tem um recurso para que os usuários bloqueiem a inteligência artificial Grok de editar ou criar variações de fotos publicadas. A mudança responde a pressões regulatórias e preocupações com deepfakes e uso indevido da ferramenta, porém ela foi disponibilizada apenas para iOS.
No momento, o recurso está disponível apenas no iPhone. Veja como bloquear a edição das suas fotos pelo Grok:
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Abra o X no iOS;
Inicie uma nova postagem;
Faça upload da foto que deseja publicar;
Toque no ícone de pincel na miniatura da imagem;
Selecione o ícone de bandeira na barra de tarefas de edição;
Ative a opção “Bloquear modificações pelo Grok”.
O recurso para impedir que o Grok edite as fotos publicadas no X foi liberado apenas para iOS. (Imagem: Captura de tela/André Magalhães/Canaltech)
Como o bloqueio funciona?
O bloqueio impede que outros usuários marquem a conta @Grok para editar ou criar variações da imagem. Ele funciona como uma trava nas configurações de upload, afetando todos os perfis, incluindo assinantes Premium, que normalmente teriam permissão para solicitar edições ao chatbot.
A proteção vale apenas para novas postagens. As fotos publicadas anteriormente permanecem vulneráveis às edições da IA.
No entanto, a ferramenta tem brechas: no iOS, é possível pressionar e segurar a imagem para acessar a opção “Editar imagem com Grok”, e usuários podem salvar e republicar a foto sem a trava. Além disso, o recurso ainda não está disponível na versão web nem no Android, limitando a proteção a poucas pessoas.
O recurso é gratuito?
Sim. A opção de bloquear modificações pelo Grok está disponível para todos os usuários do aplicativo do X no iOS, independentemente se a conta é gratuita ou Premium.
O NotebookLM é uma ferramenta de anotações com inteligência artificial do Google que transforma materiais de estudo e pesquisa em conteúdos organizados e fáceis de entender, inclusive com a geração de resumos em vídeo. A plataforma pode ser acessada no navegador ou nos apps para Android e iOS de forma gratuita.
Selecione o formato, idioma, estilo visual e insira um comando com o que deve conter no vídeo;
Toque em “Gerar” e aguarde a geração do vídeo narrado.
NotebookLM tem um recurso para gerar resumos em vídeo com narração de IA. (Imagem: Captura de tela/Viviane França/Canaltech)
7 dicas para criar vídeos no NotebookLM
Confira sete dicas para criar resumos em vídeo no NotebookLM:
Use fontes confiáveis: adicione documentos, PDFs ou links de qualidade para que a IA gere um vídeo com informações mais precisas;
Escreva prompts claros: descreva exatamente o que o vídeo deve explicar, como público-alvo, duração ou abordagem;
Defina o objetivo do vídeo: indique se o conteúdo deve ser educativo, resumido, explicativo ou uma apresentação;
Peça divisão em tópicos: no prompt, você pode solicitar que o vídeo seja estruturado em blocos para facilitar a compreensão;
Indique o público-alvo: informe se o vídeo é para iniciantes, estudantes ou profissionais;
Revise o resultado gerado: a IA pode cometer erros, então vale conferir informações, ordem das ideias e clareza da explicação.
Ajuste e gere novamente se necessário: pequenos ajustes no prompt podem melhorar bastante o resultado.
O que é NotebookLM?
O NotebookLM é um bloco de notas inteligente do Google que usa inteligência artificial para organizar, entender e resumir informações. Na ferramenta, é possível adicionar vários tipos de fontes, como documentos, PDFs, links da web e textos próprios. Com base nesse material, a IA consegue gerar resumos, responder perguntas e criar conteúdos multimídia.
O ChatGPT Plus é o plano pago da OpenAI que libera acesso a modelos mais avançados, respostas mais rápidas e prioridade mesmo em horários de pico. A assinatura mensal inclui a família GPT-5.2 e outros recursos para produtividade, automação e criação de assistentes personalizados.
Confira cinco recursos que você tem acesso ao assinar o ChatGPT Plus:
Seletor de modelos
Limite de uso maior
Modo agente
Criador de GPTs
ChatGPT Codex
1. Seletor de modelos
O Plus permite escolher manualmente o modelo que o ChatGPT deve usar em cada tarefa. Entre as opções estão o GPT-5.3 Instant para respostas rápidas e tarefas do dia a dia, e o GPT-5.2 Thinking, indicado para problemas complexos, programação e análises mais profundas.
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Também há o modo GPT-5.2 Auto, que seleciona automaticamente o modelo mais adequado com base no comando.
2. Limite de uso maior
O plano Plus oferece limites de uso mais altos que a versão gratuita e Go. Isso significa mais mensagens com modelos avançados antes de atingir restrições temporárias.
Além disso, os assinantes têm prioridade durante períodos de alta demanda. Em relação aos recursos específicos, o ChatGPT Agent e o Codex tem limites superiores em relação aos planos básicos.
O ChatGPT Plus é um plano intermediário com recursos avançados de IA. (Imagem: Zulfugar Karimov/Unsplash)
3. Modo agente
O ChatGPT Agent consegue executar tarefas em múltiplas etapas de forma automatizada. Ele pode pesquisar informações, comparar dados, organizar resultados e gerar arquivos sem que o usuário precise dividir tudo em vários comandos.
O recurso pode ser usado para montar apresentações, planejar viagens, analisar relatórios ou estruturar reuniões. Durante o processo, o agente pode solicitar confirmações antes de concluir algumas ações.
4. Criador de GPTs
Os assinantes dos planos pagos podem criar e editar versões personalizadas do ChatGPT para funções específicas. É possível definir instruções próprias, adicionar arquivos como base de conhecimento e configurar comportamentos. Já os usuários gratuitos podem usar GPTs criados por outras pessoas.
5. ChatGPT Codex
O ChatGPT Codex é um ambiente de programação com IA, que permite automatizar tarefas repetitivas, revisar alterações de código e organizar documentação técnica.
A ferramenta funciona com agentes que executam processos em segundo plano, ajudando a acelerar fluxos de desenvolvimento. No plano Plus, os limites de uso são ampliados em comparação aos planos básicos.
O sucessor do sistema operacional MIUI, o HyperOS representa uma mudança estratégica na trajetória da Xiaomi. A atualização foi pensada para entregar mais performance, maior fluidez e integração entre smartphones e o ecossistema de Inteligência Artificial das Coisas (AIoT).
O HyperOS é o sistema operacional da Xiaomi. Ele usa como base o Android Open Source Project (AOSP), que é a versão de código aberto do Android, junto com o Xiaomi Vela, plataforma proprietária da fabricante chinesa criada para dispositivos conectados.
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O que aconteceu com a MIUI?
A MIUI foi a interface da Xiaomi por mais de 10 anos. Apesar de a MIUI 15 ter sido anunciada em 2023, a empresa mudou os planos e trocou a interface pelo HyperOS – movimento similar à mudança da TouchWiz para a One UI em dispositivos da Samsung no passado.
Antes, o MIUI tinha como foco celulares. Agora, a ideia é conectar todos os dispositivos da marca em um único sistema operacional.
Visualmente, a primeira versão do HyperOS ainda lembra a antiga interface, mas traz melhorias em desempenho, conexão entre aparelhos e integração com outros produtos do ecossistema.
O HyperOS é o sistema operacional da Xiaomi, que substituiu o MIUI. (Imagem: Erick Teixeira/Canaltech)
Quais são os recursos do HyperOS?
Os principais recursos do HyperOS incluem:
Xiaomi HyperIsland: centraliza notificações e atividades em um espaço interativo na tela;
AI Cinematic Lock Screen: transforma fotos da galeria em papéis de parede com efeito cinematográfico para personalizar a tela de bloqueio;
Tela inicial redesenhada: novos ícones, widgets mais flexíveis e layout personalizável para organizar apps e informações;
Janelas flutuantes: permite abrir aplicativos em modo flutuante com gestos;
AI Writing: geração de textos em diferentes estilos e reconhecimento inteligente do conteúdo exibido na tela;
AI Speech Recognition: transcrição de áudio em tempo real, redução de ruído e criação automática de resumos.
AI Search: busca aprimorada no aparelho e na web, com respostas resumidas por inteligência artificial.
AI Translate: tradução em tempo real para chamadas, reuniões e legendas automáticas na tela;
Integração com Gemini: suporte ao Gemini Live, com compartilhamento de tela e câmera e interação com apps da Xiaomi e do Google;
Touch to Share: compartilhamento de arquivos e senhas de Wi-Fi por aproximação, inclusive com iPhones da Apple compatíveis;
Execução de apps em outros dispositivos: permite usar aplicativos do celular em tablets ou computadores compatíveis com janelas redimensionáveis;
Integração com wearables: relógios inteligentes podem transmitir dados, como estatísticas de treino, para a tela do smartphone.
Em quais dispositivos o sistema está disponível?
O HyperOS está presente em diferentes categorias de produtos da Xiaomi, como os celulares das linhas Xiaomi, Redmi e POCO, tablets, relógios inteligentes e pulseiras (wearables), e dispositivos de casa inteligente (Smart Home).
O HyperOS está disponível no Brasil?
Sim. O HyperOS já está disponível no Brasil para aparelhos elegíveis.
Criado pela Anthropic, o Claude vem ganhando espaço entre usuários que buscam uma alternativa ao ChatGPT, ao Gemini e ao Copilot. Além da qualidade nas respostas, a plataforma aposta em ferramentas que vão além do chat tradicional, como o Cowork, Artefatos e Projetos.
Confira, a seguir, cinco recursos do Claude para aproveitar a ferramenta de IA ao máximo:
Claude Cowork
Artefatos
Conectores
Projetos
Importação de memória
1. Claude Cowork
O Claude Cowork funciona como um colaborador digital que consegue planejar e executar tarefas complexas de forma autônoma. Ele pode organizar pastas, gerar planilhas a partir de imagens e estruturar relatórios com base em anotações dispersas.
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Ao receber uma tarefa, a IA cria um plano de ação e executa as etapas de forma contínua. Não é necessário supervisionar o andamento constantemente, pois a IA traz atualizações importantes de progresso.
Para utilizar o recurso, é preciso conceder acesso a uma pasta no computador. Atualmente, o Cowork está disponível apenas no aplicativo para macOS, como prévia de pesquisa para assinantes do plano Claude Max. No entanto, os usuários de outros planos podem entrar na lista de espera.
2. Artefatos
Os Artefatos permitem criar e interagir com conteúdos complexos em uma janela separada da conversa principal. Disponível a partir do plano gratuito, o recurso é ativado automaticamente quando o Claude gera códigos, páginas HTML, documentos em Markdown, diagramas Mermaid, imagens SVG ou componentes React.
A principal vantagem está na possibilidade de iteração: o usuário pode solicitar ajustes, gerar novas versões e acompanhar o histórico de modificações. Também é possível compartilhar o resultado e permitir que outras pessoas criem versões derivadas.
O Claude é uma alternativa ao ChatGPT, Gemini e Copilot. (Imagem: Viviane França/Canaltech)
3. Conectores
Os conectores utilizam o Model Context Protocol (MCP), padrão aberto que possibilita a integração do Claude a serviços externos, como Notion, Google Drive, Slack e GitHub.
Com a autorização do usuário, a IA pode acessar arquivos, documentos e informações atualizadas dessas plataformas. Dessa forma, o Claude utiliza dados reais do fluxo de trabalho para responder perguntas, resumir conteúdos, localizar informações específicas e executar ações entre diferentes serviços conectados.
4. Projetos
Os Projetos são espaços de trabalho independentes na plataforma, que podem reunir chats, arquivos e instruções personalizadas, como tom de voz ou diretrizes específicas. Isso permite manter contextos separados, como marketing, estudos ou finanças, e preservar a consistência das respostas dentro de cada tema.
Os usuários gratuitos podem criar até cinco projetos. Já os planos pagos ampliam a capacidade de processamento por meio da técnica Geração Aumentada por Recuperação (RAG), além de oferecer recursos colaborativos em ambientes corporativos.
O processo é feito nas configurações, na seção “Capacidades”. O usuário copia um prompt fornecido pelo Claude, envia ao chatbot de origem (ChatGPT, Gemini ou outra IA) e depois cola a resposta de volta na plataforma da Anthropic para incorporar as informações à memória.
O Perplexity é uma IA multimodal que dá acesso a vários modelos avançados para criação de imagens, incluindo a versão mais recente do Google, o Nano Banana 2. Com ele, é possível gerar conteúdos visuais a partir de comandos de texto. No entanto, o recurso para selecionar o modelo desejado está disponível apenas nos planos pagos da plataforma.
Para usar o Nano Banana 2 no Perplexity, é necessário selecionar o modelo nas configurações da conta. Veja o passo a passo:
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Na barra lateral, clique em “Conta”;
Toque em “Preferências”;
Em “Modelo de geração de imagem”, selecione “Nano Banana 2”.
Com ele selecionado, basta enviar um comando de texto no chat do Perplexity para criar imagens para apresentações, ilustrar respostas geradas pela IA ou produzir conteúdos para redes sociais.
A IA Perplexity dá acesso a vários modelos avançados de geração de imagens com IA. (Imagem: André Magalhães/Canaltech)
Dá para alterar a opção no plano gratuito?
Não. No plano gratuito do Perplexity, o usuário pode gerar imagens, mas não consegue escolher qual modelo de IA será utilizado no processo.
A seleção manual do modelo, como definir o Nano Banana 2 como padrão, está disponível apenas nos planos Pro e Max.
O que é Nano Banana 2?
O Nano Banana 2 é o modelo de inteligência artificial mais recente do Google para geração e edição de imagens a partir de comandos de texto. Ele é capaz de criar conteúdos visuais do zero ou modificar fotos existentes com base nas instruções fornecidas pelo usuário.
O modelo se destaca pela rapidez no processamento e pela fidelidade aos detalhes descritos no prompt, além de produzir imagens com boa definição, iluminação e textos mais legíveis quando necessário.
O GPT-5.4 é a mais recente geração de modelos de inteligência artificial desenvolvida pela OpenAI para o ChatGPT. A atualização traz avanços em precisão, raciocínio e integração com ferramentas digitais, com foco em programação, análise de documentos e produtividade. A nova linha foi lançada com duas variantes: GPT-5.4 Thinking e GPT-5.4 Pro.
O GPT-5.4 ampliou o uso de ferramentas e da função "computer-use" que possibilita queagentes de IA interajam com apps e sistemas. O modelo vai usar capturas de tela para entender o que está acontecendo no ambiente e, a partir disso, decidir quais ações executar, como mover o mouse, clicar em botões e digitar comandos.
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Outra novidade é a função “Tool Search”. Antes, quando um sistema tinha várias ferramentas disponíveis, as instruções de cada uma precisavam ser enviadas logo no início da conversa, o que consumia muitos tokens e deixava as respostas mais lentas. Agora, o modelo vai receber apenas uma lista com as opções disponíveis e vai buscar a descrição completa só quando precisar usar o recurso.
A linha GPT-5.4 também foi dividida em duas variantes: GPT-5.4 Thinking, focado em raciocínio e planejamento de respostas, e GPT-5.4 Pro, versão mais avançada para análises complexas e uso corporativo.
ChatGPT lançou o GPT-5.4 com melhorias precisão, raciocínio e integração com ferramentas digitais. (Imagem: Zulfugar Karimov/Unsplash)
GPT-5.4 Thinking
O GPT-5.4 Thinking é a versão do modelo para raciocínio mais aprofundado dentro do ChatGPT. Um dos diferenciais é a apresentação de um plano de raciocínio logo no início da resposta para que o usuário visualize qual estratégia a IA pretende seguir antes de chegar à conclusão.
O modelo também consegue acompanhar e ajustar a direção da análise enquanto ela ainda está sendo construída. Com isso, a nova versão lida melhor com tarefas longas, mantém o contexto por mais tempo e responde de forma consistente a perguntas complexas ou projetos com várias etapas. Para os desenvolvedores que utilizam a API ou o Codex, o sistema conta com uma janela de contexto de até 1 milhão de tokens.
Além disso, o GPT-5.4 Thinking recebeu melhorias na pesquisa na web e na programação com agentes, com incorporação das capacidades avançadas do GPT-5.3-Codex. Ele consegue insistir mais na busca por informações difíceis de encontrar e integrar ferramentas de desenvolvimento para depuração e execução de tarefas de código.
GPT-5.4 Pro
O GPT-5.4 Pro é a versão mais poderosa da nova geração de modelos da OpenAI. Ele foi projetado para tarefas em que a precisão e a profundidade da análise são prioridades, mesmo que o processamento leve mais tempo.
Esse modelo se destaca em atividades de programação avançada, análise de contratos jurídicos e modelagem financeira complexa. No benchmark BrowseComp, GPT-5.4 Pro alcançou 89,3% de precisão em testes internos de navegação na web e busca por informações raras.
Os novos modelos estão disponíveis no ChatGPT?
Sim. O GPT-5.4 Thinking está disponível para usuários dos planos pagos do ChatGPT e substitui o antigo GPT-5.2 Thinking como modelo padrão de raciocínio avançado.
Já a versão Pro foi liberada para os planos Pro e Enterprise, além da API para desenvolvedores.
O GPT-5.3 continua disponível no ChatGPT?
Sim. O GPT-5.3 continua disponível na plataforma, especialmente por meio da versão GPT-5.3 Instant. Esse modelo foi atualizado recentemente para priorizar respostas rápidas, linguagem mais natural e maior fluidez em conversas.
O que vai acontecer com o GPT-5.2 Thinking?
Com a chegada das novas versões, o GPT-5.2 Thinking será gradualmente descontinuado até 5 de junho de 2026. Os assinantes dos planos pagos podem acessá-lo na sessão de modelos legados pelos próximos três meses.
A OpenAI anunciou, na quarta-feira (4), o lançamento do aplicativo Codex para Windows. Após estrear no macOS em fevereiro, a ferramenta agora chega ao sistema da Microsoft para que desenvolvedores utilizem o agente de IA em seus ambientes de trabalho.
O aplicativo centraliza os principais recursos do Codex, como automação de tarefas, execução de comandos e revisão de alterações de código. A ideia é tornar o fluxo de trabalho mais prático para que o desenvolvedor não precise alternar constantemente entre terminais, IDEs e outras ferramentas.
No entanto, os desenvolvedores podem continuar trabalhando na IDE de sua preferência. A ferramenta tem extensões compatíveis com ambientes populares de programação, como Visual Studio Code, Cursor e Windsurf.
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Na versão para Windows, o app tem uma skill dedicada ao desenvolvimento em WinUI e conta com uma sandbox nativa e open source com controles de segurança de nível de sistema, além de integração com ferramentas comuns da plataforma, como o PowerShell e o Windows Subsystem for Linux (WSL). Assim, os desenvolvedores podem executar tarefas em paralelo, revisar mudanças no código e delegar atividades repetitivas ao agente de IA.
A seguir, tire suas dúvidas sobre:
Como instalar o Codex no Windows?
O Codex é gratuito?
O que é Codex?
Como instalar o Codex no Windows?
O download do aplicativo Codex pode ser feito na Microsoft Store:
Toque em “Adquirir” e siga as instruções para a instalação do app.
Após lançar o Codex para macOS, a OpenAI anuncia o app para Windows. (Imagem: Divulgação/OpenAI)
O Codex é gratuito?
Não, o acesso ao Codex depende do plano utilizado no ChatGPT. Atualmente, o agente e o app estão disponíveis nos planos pagos Plus, Pro, Business, Enterprise e Edu.
No entanto, a OpenAI também liberou uma promoção temporária para que usuários dos planos Free (gratuito) e Go experimentem o Codex com limites de uso.
Caso o usuário ultrapasse os limites de tarefas ou mensagens incluídos em seu plano, ainda é possível adquirir créditos adicionais para continuar utilizando o serviço ou acessar o Codex por meio de uma chave de API com cobrança baseada no consumo.
O que é Codex?
O Codex é um agente de inteligência artificial desenvolvido pela OpenAI para auxiliar no desenvolvimento de software. Ele utiliza o modelo GPT-5.3-Codex, uma variante do GPT-5 otimizada para tarefas de programação, como escrever código, revisar alterações, depurar erros e automatizar etapas do fluxo de trabalho.
As mensagens enviadas como visualização única no WhatsApp desaparecem após serem visualizadas. Mesmo assim, ainda é possível registrar o material com outro dispositivo. Por isso, é indicado usar o recurso apenas com pessoas confiáveis e, mesmo assim, evitar o compartilhamento de conteúdos sensíveis ou íntimos.
As mensagens de visualização única do WhatsApp são um recurso que permite enviar fotos, vídeos ou áudios que só podem ser acessados uma vez pelo destinatário. Depois que a pessoa abre ou reproduz o conteúdo, ele desaparece automaticamente da conversa.
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Como o recurso funciona?
Quando o modo de visualização única é ativado, o destinatário só pode reproduzir o vídeo, áudio ou foto uma vez. Após isso, o conteúdo se autodestrói. Se a mensagem não for aberta em 14 dias, ela também fica indisponível na conversa.
Além disso, o conteúdo não pode ser salvo, encaminhado, favoritado, compartilhado ou copiado, e o app bloqueia tentativas de capturas de tela durante a visualização da mensagem.
O recurso de visualização única do WhatsApp possibilita o envio de áudios, fotos e vídeos que só podem ser abertos uma vez. (Imagem: Ravi Sharma/Unsplash)
A função promete sigilo total?
Não totalmente. As mensagens de visualização única do WhatsApp aumentam a privacidade, mas não garantem sigilo total.
Embora o recurso impeça que o conteúdo seja salvo na galeria e bloqueie capturas de tela, ainda existem outras formas de registrar o que foi enviado. Por exemplo, o destinatário pode usar outro dispositivo para tirar uma foto da tela enquanto visualiza a mensagem ou gravar o áudio.
Ainda, se o destinatário decidir denunciar a mensagem de visualização única recebida, o arquivo será enviado ao WhatsApp para análise.
Como enviar mensagens de visualização única?
No WhatsApp, as mensagens de visualização única, sejam fotos, vídeos ou áudios, podem ser enviadas tanto em conversas privadas quanto em grupos. Para ativar o recurso, é só selecionar a mídia ou gravar o áudio e tocar no ícone com o número “1” antes de enviar.
A Alura abriu 90 mil vagas gratuitas para a nova edição da Imersão Front-End Moderno, curso online para interessados em começar na área de desenvolvimento web utilizando ferramentas de Inteligência Artificial (IA). As inscrições ficam abertas até 23 de março e podem participar iniciantes, estudantes ou profissionais que estão em transição de carreira e querem desenvolver seu primeiro projeto na área de tecnologia.
Durante a imersão, os participantes vão aprender a criar uma plataforma de streaming inspirada em serviços conhecidos, como Netflix, Disney+ e Amazon Prime Video, utilizando HTML, CSS e JavaScript com apoio de ferramentas de IA para agilizar o desenvolvimento.
O curso terá quatro aulas entre os dias 24 e 27 de março e uma masterclass introdutória liberada após a inscrição. Cada encontro terá legendas para pessoas com deficiência auditiva, mas não contarão com tradução para LIBRAS.
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Além das aulas, os inscritos também terão acesso à uma comunidade no Discord, mentorias e conteúdos extras sobre o mercado de tecnologia. Ao final de cada encontro, será disponibilizada uma palavra-chave, os alunos que reunirem as quatro podem emitir seu certificado de participação, disponível a partir de 6 de abril.
A formação será conduzida por Guilherme Lima, Tech Educator da Alura e professor na Universidade de São Paulo, Fernanda Degolin, desenvolvedora front-end no Grupo Globo, e Thamiris Adriano, desenvolvedora front-end sênior no Santander e coordenadora de pós-graduação na FIAP.
Imersão da Alura terá quatro aulas entre os dias 24 e 27 de março. (Imagem: pch.vector/Freepik)
Como se inscrever no curso da Alura?
Para participar, é necessário acessar o site da Alura (alura.com.br/imersao-front-end-iii) e preencher o formulário de inscrição até 23 de março. Durante o cadastro, o interessado deve informar nome completo, e-mail, número de WhatsApp e o momento atual da carreira. Os links das aulas serão enviados todos os dias às 8 horas da manhã por e-mail.
Os participantes que se inscreverem até o dia 8 de março vão receber um e-mail com uma votação para escolher qual dos três streamings — Netflix, Disney+ e Amazon Prime Video — será o tema oficial do projeto.
A Apple está preparando um sistema de transparência no Apple Music para indicar quando uma música teve uso de inteligência artificial na criação, edição ou produção visual. As informações foram reveladas pelo portal Music Business Worldwide.
A novidade foi confirmada pela empresa por meio de um comunicado enviado aos parceiros da indústria, e vai depender da autodeclaração de artistas, gravadoras e distribuidores para funcionar.
Com a atualização, a Apple pretende aumentar a transparência sobre músicas produzidas com ajuda de IA. O sistema terá quatro tipos de tags — Arte, Faixa, Composição e Videoclipe —, que vão permitir que produtores informem o uso da tecnologia na gravação de áudio, composição de letras, criação de artes e produção de videoclipes.
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Inicialmente, as tags serão opcionais, com pretensão de se tornarem obrigatórias no futuro. Elas foram apresentadas como uma forma de melhorar as práticas da indústria, porém a empresa ainda não explicou como fará a verificação das informações ou quais serão as punições para dados omitidos.
Apple Music terá tags para mostrar quando uma música for feita com IA. (Imagem: Giorgio Trovato/Unsplash)
Outras plataformas já sinalizam músicas criadas com IA
O Spotify também tem adotado medidas de transparência, participando da criação de padrões do setor junto ao consórcio DDEX. A plataforma pretende mostrar avisos sobre o uso de IA, mesmo quando a tecnologia for aplicada apenas em partes menores da produção, como na edição de áudio. O serviço também vai reforçar ações para combater spam, clonagem de voz e imitações de artistas.
Hoje, várias operadoras oferecem plataformas que transmitem canais ao vivo pela internet, sem precisar de cabos ou antena parabólica. Esses serviços trazem a programação tradicional da TV com catálogos de streaming, para assistir quando quiser.
Confira três opções de assinatura com canais ao vivo e catálogo de streamings:
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Claro tv+
SKY+
Vivo TV
1. Claro tv+
Com mais de 120 canais de TV ao vivo, o Claro tv+ também conecta o usuário a plataformas de streaming, como Netflix, Globoplay, Max, Disney+ e Apple TV+. O app ainda oferece aluguel de filmes recém-lançados.
Qualquer pessoa pode assinar a plataforma, mesmo sem ser cliente da operadora. Os valores variam de R$ 65,40 a R$ 148,90 por mês, conforme o pacote e os streamings incluídos.
2. SKY+
O SKY+ é uma alternativa digital à TV por satélite, com maior liberdade de horários e dispositivos. A plataforma disponibiliza uma grade que pode ultrapassar 90 canais ao vivo com emissoras abertas e pagas, como TV Globo, SBT, Record, Warner Channel e ESPN.
Os pacotes custam entre R$ 99,90 e R$ 219,90 e podem ser personalizados com serviços adicionais, como Premiere, Paramount+ e Disney+. Além disso, os clientes pós-pago da SKY Brasil podem utilizar suas credenciais da operadora para assistir aos conteúdos de graça.
A Vivo, Claro e Sky oferecem assinatura de canais ao vivo com streamings de filmes e séries. (Imagem: Nicolas J Leclercq/Unsplash)
3. Vivo TV
A Vivo TV Online é a versão digital do serviço de televisão da operadora. O serviço é dividido em dois pacotes principais: o "Inicial" (R$ 45/mês), com mais de 40 canais, e o "Estendido" (R$ 65/mês), que ultrapassa 80 canais.
A assinatura é restrita a quem já possui algum serviço ativo da Vivo, como a Fibra ou planos móveis Pós e Controle. A plataforma suporta o cadastro de até 10 dispositivos e a transmissão em até três telas simultâneas.
Como os apps funcionam?
Os apps de TV ao vivo funcionam por meio de assinatura, que pode ser mensal ou anual. A transmissão dos canais acontece pela internet, sem necessidade de antena, cabos ou aparelhos instalados na casa.
No app, geralmente há duas seções principais: a de canais ao vivo, com programação em tempo real, e a de conteúdos sob demanda, para ver filmes e séries a qualquer momento. Conforme o plano, é possível usar mais de uma tela ao mesmo tempo, criar perfis, ativar controle parental e pausar a transmissão ao vivo.
Onde os apps estão disponíveis?
Os apps de TV ao vivo podem ser acessados em celulares e tablets Android, iPhone e iPad, Smart TVs da Samsung, LG e modelos com Android TV, Chromecast, Fire TV Stick, Apple TV e Roku. No computador, o acesso costuma ser feito pelo navegador.
O MacBook Neo estreia como o laptop mais acessível da Apple e aposta pesado em inteligência artificial. Equipado com o chip A18 Pro e o sistema macOS Tahoe, o modelo coloca o Apple Intelligence no centro da experiência, com resumos inteligentes, tradução ao vivo e Siri integrada ao ChatGPT.
Confira dez recursos de IA para testar no novo MacBook Neo:
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Ferramentas de Escrita
Tradução ao Vivo
Genmoji
Image Playground
Resposta Inteligente
Siri com integração ao ChatGPT
Resumo de textos e notas
Atalhos Inteligentes
1. Ferramentas de Escrita
As Ferramentas de Escrita ajudam a revisar, reescrever e resumir textos em qualquer aplicativo. O sistema sugere ajustes de tom, corrige erros e cria versões alternativas de um mesmo parágrafo.
O recurso funciona integrado ao sistema, o que facilita a produção de e-mails, documentos e anotações sem precisar recorrer a serviços externos.
2. Tradução ao Vivo
O recurso traduz automaticamente as conversas no app Mensagens e mostra legendas em tempo real no FaceTime. Em chamadas de voz pelo Telefone, também é possível ouvir traduções instantâneas, mantendo a naturalidade do diálogo.
3. Genmoji
Com o Genmoji, é possível criar emojis personalizados a partir de descrições de texto ou combinar ícones existentes para gerar novas variações.
O app também pode usar fotos da biblioteca para criar versões inspiradas em amigos e familiares, com ajustes de detalhes, como cabelo, expressão facial e acessórios, para deixar o ícone mais próximo da pessoa retratada.
4. Image Playground
O Image Playgroundgera imagens em vários estilos, como Animação, Ilustração e Esboço, no seu app próprio ou no Mensagens e Freeform. É possível criar imagens a partir de descrições em texto ou usar fotos da biblioteca como referência.
A ferramenta também conta com integração ao ChatGPT para ampliar as possibilidades criativas e gerar imagens com base em descrições mais elaboradas.
MacBook One coloca a Inteligência Artificial no centro da experiência com o Apple Intelligence. (Imagem: Reprodução/Apple)
5. Resposta Inteligente
No app Mail, a Resposta Inteligente sugere rascunhos com base no conteúdo recebido. O sistema analisa o contexto da mensagem para identificar perguntas ou solicitações pendentes e destacar os principais pontos que precisam ser abordados na resposta.
Além de propor textos prontos, o recurso também ajusta o tom da resposta para deixá-la mais formal, concisa ou cordial, por exemplo.
6. Siri com integração ao ChatGPT
A Siri ganhou integração com o ChatGPT da OpenAI para responder perguntas mais complexas. Esse compartilhamento só acontece com autorização do usuário.
Após a resposta, a Siri pode usar o resultado para executar ações no sistema, como organizar informações, preencher dados ou interagir com outros aplicativos de forma mais contextualizada.
7. Resumo de textos e notas
No app Mail, é possível visualizar versões mais curtas de e-mails longos. Já no Notas, o sistema gera transcrições e resumos de gravações de áudio.
O recurso também organiza as notificações por relevância e mostra um resumo das mais importantes no topo da lista para que o usuário entenda o que precisa de atenção sem abrir cada item.
8. Atalhos Inteligentes
O app Atalhos ganhou integração com a Apple Intelligence para automatizar tarefas, como resumir textos, gerar imagens e organizar informações. O usuário pode criar fluxos de trabalho ativados por horário ou por ações específicas, como salvar um arquivo em determinada pasta.
O MacBook Neo vem com o macOS Tahoe?
Sim. O MacBook Neo sai de fábrica com o macOS Tahoe, a versão mais recente do sistema operacional da Apple para computadores. O sistema traz um visual renovado com o design Liquid Glass, melhorias de produtividade e integração com recursos de IA da Apple Intelligence.
A S Pen é uma caneta inteligente desenvolvida para os tablets Galaxy. O acessório funciona por meio de tecnologia eletromagnética, que reconhece pressão, inclinação e movimentos na tela. Dessa forma, dá para escrever, desenhar, marcar documentos e controlar funções do tablet com maior precisão.
O Samsung Notes é o app nativo da marca, com integração total à S Pen. Ele reúne ferramentas para escrita, desenho, marcação em PDF e organização por tags pesquisáveis. Um dos diferenciais é a função de anotação com a tela desligada, é só retirar a caneta para começar a escrever, sem desbloquear o tablet.
O aplicativo também grava áudio junto às anotações, converte escrita manual em texto digitado e ajusta a transparência das janelas para uso sobre outros apps. Tudo é sincronizado na Samsung Cloud e pode ser acessado em celulares, tablets e PCs Galaxy.
O Samsung Notes é o app nativo de anotações do Galaxy. (Imagem: Divulgação/Samsung)
2. Goodnotes
O Goodnotes é um aplicativo de anotações e produtividade digital focado em escrever, desenhar e organizar ideias, que tem suporte à escrita manual com canetas digitais, como a S Pen, texto digitado e ferramentas inteligentes. Para quem estuda, há busca em texto manuscrito e criação de flashcards a partir das anotações.
O Goodnotes é um app de anotações digitais, com suporte à escrita manual. (Imagem: Divulgação/Goodnotes)
3. Microsoft Whiteboard
O Microsoft Whiteboard funciona como um quadro digital infinito com foco em colaboração. Ele é integrado ao ecossistema Microsoft 365, se conecta ao Microsoft Teams e traz dezenas de modelos prontos para planejamento, design e organização de ideias.
Com a S Pen, a escrita e o desenho ficam naturais, com variações de cor e espessura. O conteúdo é salvo automaticamente na nuvem da Microsoft.
O Microsoft Whiteboard é um quadro digital infinito com foco em colaboração. (Imagem: Divulgação/Microsoft)
4. Microsoft OneNote
O OneNote organiza anotações em blocos, seções e páginas pesquisáveis. A tinta digital responde bem à S Pen, com suporte a esboços, destaques e escrita livre. O app também integra recursos de IA, como geração de ideias e organização automática de conteúdo.
Há suporte a transcrição de voz, útil em aulas e reuniões. A sincronização garante acesso às notas em diferentes dispositivos conectados à conta Microsoft.
O OneNote é o app de anotações da Microsoft com recursos de IA. (Imagem: Divulgação/Microsoft)
5. Clip Studio Paint
O Clip Studio Paint é um app de arte digital profissional usado para ilustração, quadrinhos, webtoons e animação. Ele responde bem à S Pen, com traços naturais e detalhados, e traz uma biblioteca de pincéis e materiais, além de recursos avançados, como camadas, vetores e ferramentas de preenchimento inteligente.
O Clip Studio Paint é um app de arte digital profissional. (Imagem: Divulgação/Celsys)
Como funciona a S Pen?
A S Pen utiliza tecnologia eletromagnética que interage com o digitalizador da tela do Galaxy Tab. Ela reconhece níveis variados de pressão, o que resulta em traços mais finos ou espessos conforme a força aplicada. Em modelos compatíveis com Bluetooth, há suporte a comandos remotos.
Entre os recursos estão as Air Actions, que executam funções por meio de gestos e do botão lateral, como controle de câmera e navegação em apresentações. A caneta também conta com pontas substituíveis para manter a precisão ao longo do tempo.
A S Pen acompanha o Galaxy Tab?
Depende do modelo. Na série Galaxy Tab S, a caneta costuma vir na caixa. Já tablets de entrada podem não oferecer suporte ao acessório.
Mesmo quando inclusa, a S Pen também é vendida separadamente para reposição ou uso em dispositivos compatíveis. Antes da compra, vale conferir as especificações do modelo para confirmar suporte e inclusão na embalagem.
O Nano Banana 2 é o modelo padrão do Gemini para geração e edição de imagens com inteligência artificial. Ele permite criar visuais a partir de comandos de texto e também fazer ajustes em fotos já existentes. A tecnologia já está integrada às ferramentas do Google e pode ser utilizada no plano gratuito.
O Nano Banana 2 agora é o modelo padrão de geração de imagens no Gemini. Veja como usar:
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Abra o Gemini;
Em “Ferramentas”, selecione “Criar imagem”;
Insira um comando de texto;
Anexe uma imagem de referência, se desejar;
Aguarde a IA gerar a imagem.
O que é Nano Banana 2?
O Nano Banana 2 é o modelo mais recente de IA generativa de imagens desenvolvido pelo Google, integrado ao ecossistema Gemini. Ele funciona tanto para criar imagens do zero quanto para editar fotos existentes com velocidade e qualidade visual.
O modelo recebeu melhorias para gerar imagens com mais nitidez, iluminação e fidelidade às instruções, além de criar textos legíveis dentro das imagens.
Nano Banana 2 é o novo modelo padrão para geração de imagens do Google. (Imagem: Divulgação/Google)
Onde o Nano Banana 2 está disponível?
O Nano Banana 2 está disponível em vários produtos e serviços do Google. O modelo pode ser usado no app Gemini, na busca do Google e no Google Lens. Também está acessível para desenvolvedores por meio do Google AI Studio, da API do Gemini e da plataforma Vertex AI, além de estar integrado ao Google Flow e ao Google Ads para criação de conteúdos visuais.
O modelo de IA é grátis?
Sim, o Nano Banana 2 está disponível no plano gratuito do app Gemini, porém com limites de uso diário.
O Photoroom utiliza inteligência artificial para transformar fotos estáticas em vídeos e tornar o conteúdo mais atrativo para o público nas redes sociais, marketplaces e anúncios. As animações podem ser geradas a partir do plano Max com o uso de créditos de IA, que são renovados mensalmente.
Escolha a animação do vídeo, como deslizar ou 360º.
Insira um comando especificando como deve ser o vídeo, se desejar.
No Photoroom, dá para criar vídeos a partir de imagens estáticas. (Imagem: Captura de tela/Viviane França/Canaltech)
Como a geração de vídeos funciona?
Para usar a ferramenta de geração de vídeos com IA do Photorrom, é necessário anexar uma imagem do produto, que será usada como base para criar um conteúdo realista de divulgação, com iluminação, textura e proporções adequadas.
Junto ao upload da imagem do produto, você pode inserir um comando de texto, se desejar, e escolher o tipo de animação que quer aplicar ao vídeo, como iluminação, foco, deslize lateral ou vertical, e visualização 360º do objeto. Depois, é possível exportar o material para usar em campanhas, redes sociais ou páginas de produto.
Um dos principais benefícios é que não é necessário refazer sessões de fotografia ou ter habilidades de gravação, pois a IA aproveita as fotos estáticas já existentes para aplicar movimentos naturais, respeitando o estilo visual da marca.
Vale ressaltar que as características do produto não são alteradas, como material, brilho, textura e silhueta, porém é possível adicionar elementos que não estão na imagem original a partir de uma descrição da cena no campo de texto da ferramenta.
O recurso é grátis?
Não, o recurso de geração de vídeos com IA no Photoroom está disponível nos planos Max e Ultra, que custam a partir de R$ 51,99 por mês.