A Anthropic vai implementar um novo sistema de verificação de identidade e idade no Claude que pode exigir documentos oficiais com foto e selfie em tempo real para liberar ou manter o acesso à plataforma. A mudança começa a ser aplicada a partir de 8 de julho de 2026 e não atinge todos os usuários de imediato.
O processo será feito com apoio das empresas Persona e Yoti. O usuário pode precisar apresentar um documento oficial físico original, como RG, passaporte ou CNH, além de uma selfie ou gravação em vídeo ao vivo. A Anthropic não aceita versões digitais dos documentos. Os dados são usados apenas para validação e não entram no treinamento dos modelos de IA.
Quando há suspeita de menor de idade, a Yoti pode fazer a checagem sem documento, usando apenas uma selfie para estimar a idade. Os usuários que já têm o app Digital ID também podem confirmar que são maiores de 18 anos pelo aplicativo.
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As informações biométricas e os documentos ficam armazenados nos sistemas dos provedores de verificação e a Anthropic recebe só o resultado da checagem. No entanto, a Yoti apaga a selfie e o documento logo após a verificação, já a Persona pode reter esses dados por mais tempo. A Anthropic não informa publicamente esse prazo. Em caso de falha, o usuário pode tentar novamente antes de acionar o suporte.
A medida também ocorre em meio a maior pressão regulatória sobre empresas de IA nos Estados Unidos. O Departamento de Defesa chegou a classificar a Anthropic como um “risco para a cadeia de suprimentos”, após restrições da empresa ao uso de sua tecnologia em vigilância em massa e armas autônomas. Nesse contexto, a verificação também é vista como parte da adequação a exigências legais do governo norte-americano.
A Anthropic vai exigir verificação com documento e selfie no Claude em alguns casos. (Imagem: Viviane França/Canaltech)
A verificação será aplicada para todos os usuários?
Não. A exigência não será aplicada de forma geral a toda a base de usuários do Claude. Segundo um post no X feito por Thariq Shihipar, a mudança foi implementada em abril e atinge apenas um “pequeno subconjunto de usuários” que são sinalizados por possível atividade fraudulenta, em vez de serem banidos diretamente.
O mesmo comunicado explica que a atualização passou por uma revisão em 17 de junho dentro de melhorias no processo de apelação de contas. A Anthropic também reforça que a medida não está ligada a outros testes ou lançamentos da plataforma.
Assim, a verificação só deve ser acionada em situações específicas, como suspeita de fraude, indícios de uso por menores de idade, tentativas de acesso a determinadas funções do serviço ou em casos de contas criadas ou acessadas a partir de países não suportados. Fora desses casos, usuários regulares não devem ser solicitados a enviar documentos ou fazer validação facial.
O WhatsApp começou a testar no iPhone uma nova animação para os balões de mensagens, com um efeito mais fluido no envio e recebimento de textos. A novidade foi identificada pelo WABetaInfo na versão beta 26.24.10.70 para iOS e ainda está em fase de testes, sendo liberada de forma gradual via TestFlight para usuários selecionados.
No novo formato, as mensagens não aparecem mais de forma instantânea e surgem com uma transição de fade in junto a uma leve escala, o que torna a conversa mais suave visualmente. O recurso substitui o comportamento antigo de exibição imediata dos balões e pode ser ativado ou desativado pelo usuário, uma opção que o WhatsApp adicionou para reduzir possíveis desconfortos com efeitos de movimento.
A novidade aproxima ainda mais a experiência entre iOS e Android, já que o sistema do Google também conta com um efeito semelhante em versões beta recentes.
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Como ativar e desativar as animações nos balões de mensagens?
Você pode acessar o novo botão dedicado para ativar ou desativar o efeito em:
Acesse “Configurações”;
Vá em “Conversas”;
Clique em “Animações”.
Neste menu, é possível controlar os efeitos de interface do aplicativo, incluindo emojis, stickers, GIFs e agora também as animações dos balões de mensagens.
Vale ressaltar que a opção pode não aparecer para todos imediatamente, já que o recurso está sendo liberado de forma gradual no programa beta.
WhatsApp testa no iPhone uma nova animação mais fluida para balões de mensagens. (Imagem: Viviane França/Canaltech)
WhatsApp também remove ajuste de privacidade dos stickers de avatar
O WhatsApp removeu a configuração de privacidade dos stickersde avatar em versões beta recentes para iOS e Android. Essa opção definia quem poderia combinar o avatar do usuário com o de outra pessoa em figurinhas nas conversas, com três níveis disponíveis: “Meus contatos” (padrão), “Contatos selecionados” e “Ninguém”. Esse recurso só funcionava quando os usuários tinham permissão mútua e estavam salvos como contato um do outro.
Além disso, o WhatsApp também está removendo o atalho de acesso aos stickers de avatar do teclado de figurinhas. Com a mudança, stickers já criados continuam funcionando normalmente no histórico de conversas e nos favoritos, mas novas ferramentas de personalização e controle estão sendo gradualmente retiradas.
Essa remoção está sendo aplicada de forma progressiva e ainda pode variar de acordo com a versão do aplicativo. Para a maioria dos usuários, a alteração deve aparecer apenas após atualizações mais recentes ou quando o recurso for completamente desativado no servidor.
O encerramento do suporte aos avatares e às suas configurações de privacidade está ligado à baixa adoção do recurso. Como poucas pessoas criavam esses personagens, o WhatsApp decidiu descontinuar a função para focar em ferramentas mais usadas e que geram maior engajamento.
Os usuários do aplicativo gov.br relataram receber a mensagem de que o sistema "não identificou uma pessoa viva na verificação" durante a autenticação facial. O problema impede a conclusão do reconhecimento biométrico, necessário para obter a conta de nível ouro e acessar serviços, como prova de vida do INSS, declaração pré-preenchida do Imposto de Renda e assinatura digital de documentos.
Nas redes sociais, diversos cidadãos compartilharam relatos de tentativas frustradas e classificaram a situação como "humilhante". Apesar da mensagem inusitada, o erro não significa que haja algum problema com o cadastro do usuário, mas sim uma falha na etapa de verificação de vivacidade, criada justamente para impedir golpes com fotos, vídeos ou máscaras.
Responsável pela plataforma, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) reconhece que problemas no reconhecimento facial podem ocorrer. Segundo a pasta, a biometria é um recurso essencial para garantir que apenas o titular da conta tenha acesso aos serviços, e melhorias vêm sendo implementadas, incluindo comandos de voz para orientar os usuários e mais tempo para pessoas com deficiência concluírem a validação.
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A seguir, tire suas dúvidas sobre:
Por que acontece esse erro no gov.br?
Como evitar esse erro no gov.br?
O que fazer se mesmo assim aparecer o erro?
Por que acontece esse erro no gov.br?
A mensagem "não identificamos uma pessoa viva na verificação" está relacionada ao sistema de liveness, ou verificação de vivacidade. A tecnologia foi desenvolvida para diferenciar uma pessoa real de imagens estáticas ou reproduções digitais usadas em tentativas de fraude.
Para isso, o aplicativo analisa movimentos e características tridimensionais do rosto. No entanto, os sistemas de reconhecimento facial podem apresentar falsos negativos, quando deixam de identificar corretamente um usuário legítimo.
Por exemplo, uma iluminação inadequada, câmeras com baixa qualidade ou dificuldades para captar os movimentos do rosto podem fazer com que o algoritmo interprete incorretamente a imagem.
Falha no gov.br faz sistema dizer que não há “pessoa viva” no reconhecimento facial. (Imagem: Divulgação/Portal Gov)
Como evitar esse erro no gov.br?
O Ministério da Gestão e da Inovação orienta que alguns cuidados podem aumentar as chances de sucesso na verificação facial:
Posicionar o rosto corretamente, mantendo-o centralizado na moldura indicada pelo aplicativo; Realizar a captura em um ambiente bem iluminado, evitando sombras sobre a face; Permanecer com os olhos abertos durante todo o procedimento; Utilizar a câmera traseira do celular, que costuma oferecer melhor resolução, especialmente em aparelhos mais antigos.
O que fazer se mesmo assim aparecer o erro?
Caso as tentativas continuem falhando, o ministério aponta duas alternativas para contornar o problema. A primeira é solicitar a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN). Com uma fotografia biométrica mais recente nas bases do governo, a comparação feita pelo sistema tende a ser mais precisa.
Isso porque a biometria facial do gov.br compara a foto capturada com registros presentes em bases governamentais, como a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), a Identificação Civil Nacional (ICN) do Tribunal Superior Eleitoral e a Carteira de Identidade Nacional (CIN).
Já a segunda alternativa é acessar o gov.br por meio de uma das instituições financeiras credenciadas. O login via banco garante automaticamente uma conta de nível prata, suficiente para utilizar a maior parte dos serviços digitais da plataforma sem depender da validação facial para obter o nível ouro.
A Samsung liberou uma atualização do módulo QuickStar, do ecossistema Good Lock, trazendo uma novidade bastante pedida pelos usuários: o indicador de velocidade de rede na barra de status. O recurso já está disponível, por enquanto, apenas para dispositivos que participam do programa beta da One UI 9.0, baseado no Android 17, incluindo modelos da linha Galaxy S26.
A atualização também reativa o funcionamento do QuickStar dentro do Good Lock nesses aparelhos, que antes aparecia desativado por falta de compatibilidade com o novo sistema. Com a versão mais recente instalada, identificada como 11.0.03.15, o usuário pode acessar as novas opções ao abrir o aplicativo Good Lock, ir até “Plugins”, buscar por QuickStar e selecionar o ícone de atualização ao lado dele.
Além do QuickStar, a Samsung também vem atualizando outros módulos do Good Lock. Recentemente, o Nice Shot recebeu correções de interface e melhorias de estabilidade, mostrando que a empresa está acelerando a adaptação de todo o ecossistema para a One UI 9.0.
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Samsung atualiza o QuickStar no Good Lock com indicador de velocidade de internet e novos controles visuais no beta da One UI 9.0. (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Quais são as outras novidades do app Good Lock?
A chegada da One UI 9.0 ao Good Lock está acelerando as atualizações dos módulos da Samsung. Com o suporte ao QuickStar, ainda restam três plugins que precisam de ajustes, e a empresa continua trabalhando para garantir que tudo funcione bem e seja compatível com o Android 17.
A versão 11.0.03.15 do QuickStar também traz melhorias nas opções de exibição das informações do clima e permite desativar o “Ongoing Chip”, indicador que mostra quais aplicativos estão ativos. Com isso, os usuários ganham mais controle sobre a aparência da interface e podem reduzir elementos que consideram desnecessários na barra de status.
E se a IA mais avançada que você pode usar hoje fosse poderosa o bastante para ajudar no trabalho, programar sistemas inteiros, analisar documentos e resolver tarefas longas, mas também perigosa o suficiente para vir com “travas” especiais?
É exatamente isso que está acontecendo com o Claude Fable 5. Ele faz parte de uma nova geração da família Mythos, que há até pouco tempo era tratada com muito mais cuidado pela Anthropic por causa de riscos ligados a áreas sensíveis, como cibersegurança, química e biologia.
Agora, essa tecnologia começa a chegar ao público, mas não de forma totalmente aberta. Ela vem acompanhada de uma série de controles e regras, o que coloca no centro da discussão temas relacionados à transparência, privacidade e até quem realmente controla esse nível de poder em IA.
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O que é o Claude Fable 5?
O Claude Fable 5 é o novo modelo avançado da Anthropic, a empresa por trás da família Claude. Ele foi pensado para lidar com tarefas mais complexas, aquelas que não se resolvem em uma única resposta, mas que exigem continuidade e acompanhamento ao longo de várias etapas.
Em vez de funcionar só como um chatbot para perguntas rápidas, ele consegue ajudar em situações mais práticas do dia a dia de trabalho, como revisar um grande volume de documentos, apoiar no desenvolvimento de um sistema inteiro, organizar e interpretar planilhas extensas, analisar imagens técnicas, criar protótipos ou acompanhar um projeto do começo ao fim.
O modelo tem um desempenho especialmente forte nas áreas de engenharia de software, análise de informações, visão computacional e memória de longo contexto. A própria empresa também afirma que este é o modelo mais capaz que já foi disponibilizado de forma ampla ao público.
Claude Fable 5 é uma IA com mais autonomia, mas que traz debates sobre privacidade, segurança e controle de informações sensíveis. (Imagem: Viviane França/Canaltech / Editada por IA/Gemini)
Por que o Fable 5 empolgou tanta gente?
O Fable 5 despertou interesse por sinalizar uma mudança no papel da inteligência artificial no cotidiano de trabalho. A proposta deixa de girar apenas em torno de respostas pontuais e envolve execução contínua de tarefas, com organização de etapas e manutenção de contexto ao longo do processo.
Quem gosta de tecnologia se animou porque o sistema consegue lidar com tarefas do início ao fim. Ele entende o objetivo geral, separa o que precisa ser feito e vai avançando etapa por etapa sem precisar começar de novo a todo momento. Ou seja, a ferramenta é parecida com um assistente que ajuda a concluir tarefas.
Para ilustrar esse tipo de capacidade, a Anthropic cita um teste feito com a empresa Stripe. Nele, o Fable 5 conseguiu migrar uma base de código com cerca de 50 milhões de linhas em apenas um dia. Segundo a empresa, esse mesmo tipo de trabalho levaria mais de dois meses para ser concluído manualmente por uma equipe inteira de engenheiros.
Na faculdade ou em pesquisas mais longas, o Fable 5 também pode ajudar a juntar materiais que estão espalhados, separar por assunto e montar o texto em partes mais organizadas.
Para quem cria conteúdo, o modelo também facilita o caminho de transformar ideias soltas e referências visuais em algo mais concreto, como um protótipo. Dá para testar variações até encontrar um resultado que faça sentido.
Por que o Fable 5 é polêmico?
O mesmo avanço que torna o Fable 5 poderoso também é o que gera preocupação. A própria Anthropic reconhece que modelos da classe Mythos podem oferecer “uplift”, ou seja, facilitar ações de agentes maliciosos em áreas sensíveis, como cibersegurança, biologia e química.
Para lidar com isso, o sistema usa classificadores de segurança que monitoram as interações e, em alguns casos, redireciona respostas para modelos menos avançados, como o Claude Opus 4.8. Em outras palavras, uma pergunta feita ao modelo mais poderoso pode acabar sendo respondida por um sistema mais limitado, dependendo do tema.
A polêmica dos “freios invisíveis”
Um dos pontos mais polêmicos do Fable 5 envolve transparência. Segundo a WIRED, a Anthropic chegou a planejar uma forma de degradar o desempenho do Fable 5 de maneira invisível, principalmente em casos ligados ao desenvolvimento de outras IAs.
Assim, os pesquisadores que tentassem usar o modelo para criar ou melhorar sistemas concorrentes poderiam receber respostas piores sem qualquer aviso. A comunidade de pesquisa em IA criticou fortemente essa ideia e acusou a empresa de “sabotagem secreta”, argumentando que isso prejudicaria a colaboração em segurança e desenvolvimento da área.
Após a reação negativa, a Anthropic recuou e afirmou que, a partir de agora, qualquer bloqueio ou redirecionamento ligado ao desenvolvimento de modelos de fronteira será visível e informado ao usuário, evitando mudanças silenciosas no desempenho.
Microsoft barrou o Claude Fable 5 devido à retenção de dados por 30 dias. (Imagem: Viviane França/Canaltech)
Privacidade e dados: por que a Microsoft barrou o Claude Fable 5?
Segundo o The Verge, a Microsoft restringiu o uso interno do Claude Fable 5 por preocupações relacionadas à retenção de dados. O modelo exige que prompts e respostas sejam armazenados por até 30 dias para fins de segurança, e conteúdos sinalizados por violações podem ser retidos por períodos ainda maiores.
A Microsoft não bloqueou o uso da família Claude como um todo. A restrição atinge especificamente o Fable 5. Outros modelos da Anthropic ainda podem ser usados internamente, inclusive em produtos, como o GitHub Copilot, justamente porque seguem regras mais rígidas de Zero Retenção de Dados (ZDR), já aceitas pela empresa.
Toda essa situação deveria levantar uma questão para qualquer usuário: se grandes empresas já demonstram cautela com o que inserem em sistemas de IA, usuários individuais também precisam considerar o que compartilham. Dados pessoais, contratos, código proprietário ou informações sensíveis podem não ter o nível de privacidade que se imagina.
O que muda para quem usa IA no trabalho?
O Claude Fable 5 marca uma mudança de fase no uso da inteligência artificial no trabalho. Ele funciona como um sistema que consegue executar tarefas complexas em sequência, o que aumenta a produtividade, ao mesmo tempo em que pede mais responsabilidade de quem usa.
Os profissionais podem usar esse tipo de modelo para resumir documentos extensos, gerar código, montar apresentações, analisar dados ou explorar ideias iniciais de projetos. No entanto, durante o uso é necessário ter atenção à confidencialidade, checagem cuidadosa das respostas e cuidado com a dependência excessiva de um sistema que pode não ser totalmente transparente em todos os momentos.
O Fable 5 ajuda com a produtividade, mas é importante tomar cuidado com as informações que ele terá acesso. (Imagem: Viviane França/Canaltech)
Segurança ou controle de mercado?
A discussão em torno do Fable 5 vai além do modelo em si. De um lado, a Anthropic defende que essas medidas de proteção são necessárias para evitar usos perigosos, principalmente em áreas específicas, como ataques cibernéticos ou pesquisas sensíveis que poderiam ser exploradas de forma errada.
Por outro lado, alguns pesquisadores citados pela WIRED, como Dean Ball (ex-conselheiro da Casa Branca para IA) e Will Brown (líder de pesquisa na startup Prime Intellect), levantam preocupação com regras que não ficam totalmente claras para o usuário. A crítica é que esse tipo de decisão pode acabar concentrando poder nas mãos de poucas empresas, que passam a definir o que pode ou não ser pesquisado, testado ou desenvolvido com IA avançada.
A principal queixa envolvia o risco de essas limitações serem aplicadas de forma invisível em cenários ligados ao desenvolvimento de outras IAs. Embora a Anthropic tenha recuado após as críticas e prometido mais transparência nos bloqueios, o episódio serviu de alerta para a comunidade, já que restrições pouco claras podem voltar a acontecer no futuro e acabar afetando a competição e o acesso ao conhecimento.
O Claude Fable 5 antecipa uma nova geração de inteligências artificiais mais autônomas, úteis e integradas ao trabalho humano, mas também mais reguladas, monitoradas e dependentes de decisões corporativas.
O WhatsApp começou a liberar chamadas de voz e vídeo em grupo no WhatsApp Web, levando para o navegador uma função que até então estava restrita aos aplicativos de celular e desktop. O recurso está sendo liberado de forma gradual e, neste momento, aparece apenas para usuários participantes do programa beta.
As conversas coletivas suportam até 32 participantes ao mesmo tempo, mantendo o mesmo limite já presente no aplicativo para Android, iOS e desktop. Durante as chamadas, os usuários conseguem convidar outras pessoas por meio de links de acesso, que expiram automaticamente após 30 dias de inatividade. Além disso, será possível compartilhar a tela, recurso útil para reuniões, apresentações e colaboração em tempo real.
Vale reforçar que as chamadas contam com criptografia de ponta a ponta baseada no protocolo Signal e é ativada por padrão, ou seja, nem o WhatsApp ou a Meta têm acesso às suas conversas. Além disso, a opção de sala de espera também está disponível, facilitando o gerenciamento de quem entra na chamada, sendo útil principalmente em reuniões maiores.
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A novidade beneficia bastante os usuários do Linux que, atualmente, não tem um aplicativo de WhatsApp para desktop e precisavam recorrer ao celular para realizar chamadas de áudio e vídeo. Agora, eles poderão efetuar as ligações pelo navegador de sua preferência. Já para os usuários do Windows, essa é uma ótima alternativa para quem não quer baixar o app no PC.
WhatsApp libera chamadas de voz e vídeo em grupo no WhatsApp Web com até 32 participantes. (Imagem: Viviane França/Canaltech / Editada por IA/Gemini)
A novidade já está disponível?
Por enquanto, o recurso ainda não está disponível para todos os usuários. Ele está em fase de testes e sendo distribuído gradualmente para contas que participam do programa beta do WhatsApp Web. Não há previsão de quando a função será liberada para o público geral.
Quem já recebeu a atualização pode identificar o acesso ao abrir um grupo no WhatsApp Web e verificar se os ícones de chamada de voz e vídeo aparecem no topo da conversa. Quando ativos, esses botões permitem iniciar chamadas em grupo ou selecionar participantes específicos no próprio navegador.
O Spotify anunciou o “Track Reactions”, novo recurso que traz reações a músicas em playlists colaborativas por meio de emojis para deixar a experiência mais social e interativa entre amigos na plataforma. A novidade está sendo liberada gradualmente em mercados selecionados e chega tanto para usuários da versão gratuita quanto para assinantes Premium.
Segundo o Spotify, as playlists colaborativas já estão entre as formas favoritas de compartilhar músicas com amigos, mas até agora não havia um jeito rápido de reagir às faixas adicionadas. Agora, cada música exibe um botão de reação que abre um menu com seis emojis: ❤️, 😂, 👍, 🔥, 🎧 e 🥹. Ao escolher um deles, o emoji aparece imediatamente ao lado da faixa e fica visível para todos os colaboradores da playlist.
Além disso, a plataforma vai enviar notificações nas mensagens do Spotify quando alguém com quem o usuário estiver conectado reagir a uma faixa adicionada por ele.
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As reações vêm ativadas por padrão em playlists com menos de 10 editores, mas o dono da playlist pode desativar a função a qualquer momento nas configurações de “Nome e Detalhes”. Em playlists maiores, também é possível habilitar a função manualmente. A proposta é aproximar a experiência de uma conversa em grupo dentro da própria playlist.
Spotify lança o “Track Reactions”, que adiciona reações com emojis a músicas em playlists colaborativas. (Imagem: Divulgação/Spotify)
Quem pode usar o Track Reactions?
O lançamento ocorre de forma gradual em mercados selecionados, que não foram especificados pelo Spotify. Para acessar a funcionalidade, é necessário manter o aplicativo atualizado.
Disponível para usuários com 16 anos ou mais, nos planos Free e Premium, o recurso funciona apenas em playlists colaborativas. As reações ficam visíveis somente para o proprietário da playlist e os colaboradores convidados, mantendo a interação restrita ao grupo.
A Apple liberou o primeiro beta do iOS 27 logo após a apresentação do sistema na WWDC 2026. Se você gosta de experimentar novos recursos antes do lançamento para o público geral, já é possível instalar a atualização e conferir em primeira mão as mudanças preparadas para o iPhone.
A atualização traz várias novidades, incluindo uma Siri mais inteligente, recursos avançados de IA, visual renovado e ajustes que prometem deixar o sistema mais rápido. Ainda assim, por ser uma versão de testes, o iOS 27 pode apresentar bugs e não é recomendado para quem depende do iPhone no dia a dia.
A seguir, tire suas dúvidas sobre:
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Como baixar e instalar o beta do iOS 27 no seu iPhone?
Quem pode acessar o beta do iOS 27 agora?
Quais são as novidades do iOS 27?
Quando o beta público será lançado?
Como baixar e instalar o beta do iOS 27 no seu iPhone?
Antes de iniciar a instalação, é recomendado fazer um backup do aparelho. Depois, siga os passos abaixo:
Conclua o cadastro no programa de desenvolvedores;
Reinicie o iPhone após o registro;
Abra o aplicativo “Ajustes”;
Toque em “Geral”;
Selecione “Atualização de Software”;
Entre em “Atualizações Beta”;
Escolha a opção “iOS 27 Developer Beta”
Clique em “Baixar e Instalar” e siga as instruções exibidas na tela.
Quem já participa do programa de testes da Apple e está usando versões beta do iOS 26 precisará trocar manualmente a linha de atualizações. Para isso, entre em Atualizações Beta e selecione iOS 27 Developer Beta em vez da opção relacionada ao iOS 26.
A Apple liberou o primeiro beta do iOS 27 para desenvolvedores, que já podem testar as novidades do sistema antes do lançamento oficial. (Imagem: Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Quem pode acessar o beta do iOS 27 agora?
Neste momento, o beta do iOS 27 está disponível para desenvolvedores e usuários que possuem uma conta no programa de desenvolvedores da Apple.
Embora o cadastro seja gratuito, a versão foi criada para testes e desenvolvimento de aplicativos. Por isso, ela pode conter falhas, recursos incompletos e problemas que afetam o uso diário do dispositivo.
Quais são as novidades do iOS 27?
Entre as novidades já disponíveis para testes estão:
Nova Siri com recursos avançados de IA;
Ferramentas do Apple Intelligence;
Interface Liquid Glass UI;
Melhorias de velocidade e desempenho;
Novos controles parentais;
Recursos reforçados de privacidade e segurança.
Quando o beta público será lançado?
O beta público do iOS 27 será disponibilizado em julho de 2026, segundo a Apple. A empresa também informou que a versão final e estável do sistema deve chegar aos usuários compatíveis durante o outono no hemisfério norte, período que tradicionalmente coincide com os lançamentos de setembro da marca.
O programa de testes público será voltado para usuários que desejam experimentar as novidades do iOS 27 sem instalar a versão destinada aos desenvolvedores. Embora algumas pessoas apontem para uma possível liberação ainda no fim de junho, a previsão oficial continua sendo julho.
Manter frequência nas redes sociais, encontrar boas ideias e criar conteúdos autênticos são desafios comuns para quem produz conteúdo. Por isso, ferramentas de inteligência artificial, como ChatGPT e Gemini, têm ganhado espaço na rotina de criadores, profissionais autônomos e pequenos negócios.
A IA pode ajudar a transformar ideias em posts, roteiros, legendas, carrosséis e outros formatos de conteúdo. O problema é que comandos vagos costumam gerar textos parecidos, genéricos e sem personalidade. Quando falta contexto, a ferramenta tende a recorrer aos mesmos padrões que aparecem em milhares de respostas.
O que um bom prompt para criar posts precisa ter?
Antes de copiar qualquer prompt pronto, vale entender o que diferencia um comando útil de um pedido genérico. A qualidade da resposta costuma depender mais das informações fornecidas do que da ferramenta utilizada.
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Um bom prompt deve informar:
Quem é o público;
Qual é o objetivo do conteúdo;
Qual formato será utilizado;
Qual tom de voz deve aparecer;
O que deve ser evitado;
Qual ação o leitor deve tomar após consumir o post.
Esses elementos ajudam a IA a produzir algo mais alinhado à estratégia de conteúdo, em vez de apenas gerar texto.
9 prompts que ajudam a criar posts para redes sociais
Veja nove comandos para criar posts para redes sociais sem perder a sua voz:
Transformar uma ideia solta em ângulos de post
Adaptar uma ideia a diferentes formatos
Encontrar a voz do criador
Criar um post com opinião, não só informação
Criar ganchos menos óbvios
Transformar experiência pessoal em conteúdo útil
Revisar clareza, ritmo e excesso de clichês
Criar variações por público ou estágio de consciência
Reaproveitar conteúdo sem repetir a mesma entrega
1. Transformar uma ideia solta em ângulos de post
Muitas vezes o desafio não está em encontrar um tema, mas em decidir qual caminho seguir dentro dele. Assuntos, como produtividade, organização financeira, treino em casa, segurança digital ou moda sustentável, são amplos o suficiente para gerar dezenas de abordagens diferentes, o que pode dificultar a escolha de um foco claro.
Antes de começar a escrever, vale dedicar alguns minutos para explorar possíveis recortes. Em vez de tentar falar sobre tudo ao mesmo tempo, procure identificar um problema específico, uma situação concreta ou um perfil de público bem definido.
Afinal, "produtividade" é um tema muito amplo. Já "3 formas de organizar a semana quando você atende clientes sozinho" deixa claro para quem o conteúdo foi criado, qual dor será abordada e qual valor será entregue.
Exemplo de prompt:
“Tenho uma ideia de conteúdo sobre [tema]. Meu público é [perfil do público] e meu objetivo é [educar/vender/atrair seguidores/gerar autoridade]. Sugira 10 ângulos de post para redes sociais, evitando ideias genéricas. Para cada ângulo, explique a promessa do post, o formato mais indicado e por que esse recorte pode interessar ao público.”
Com os prompts certos, a IA pode ajudar a acelerar a criação de conteúdo sem deixar os textos genéricos ou artificiais. (Imagem: Tim Witzdam/Unsplash)
2. Adaptar uma ideia a diferentes formatos
Uma boa ideia não precisa ficar restrita a um único formato. O mesmo conteúdo pode virar carrossel, vídeo curto, post para LinkedIn, thread ou legenda, desde que seja adaptado corretamente.
No entanto, vale lembrar que adaptar não é simplesmente encurtar ou aumentar um texto. Cada formato tem sua própria lógica. Um Reels precisa prender a atenção rapidamente e soar natural quando falado. Um carrossel funciona melhor quando conduz o leitor passo a passo.
Já um post de LinkedIn costuma abrir espaço para desenvolver melhor uma reflexão ou compartilhar uma experiência. Por isso, o ideal é pedir que a IA adapte a estrutura e a abordagem, não apenas o tamanho do conteúdo.
Exemplo de prompt:
“Transforme a ideia abaixo em 4 formatos de conteúdo: carrossel para Instagram, roteiro curto para Reels, post para LinkedIn e legenda curta. Mantenha a mesma mensagem central, mas adapte abertura, ritmo, linguagem e chamada para ação a cada formato. Ideia: [descreva a ideia]. Público: [público]. Tom: [tom desejado].”
3. Encontrar a voz do criador
Esse é um dos prompts mais importantes para quem sente que a IA produz textos artificiais, excessivamente motivacionais ou muito diferentes da forma como costuma se comunicar.
O resultado tende a funcionar melhor quando a ferramenta recebe exemplos reais de textos já publicados. Sem esse material, a IA normalmente inventa uma voz genérica. O objetivo é identificar padrões de linguagem, ritmo, humor e estilo.
Exemplo de prompt:
“Analise estes exemplos de textos meus e identifique meu estilo de escrita: [cole 3 a 5 exemplos]. Aponte características de tom, ritmo, vocabulário, tipo de humor, nível de formalidade e frases que eu provavelmente evitaria. Depois, crie um guia de voz com instruções para a IA escrever novos posts parecidos comigo, sem copiar os textos originais.”
4. Criar um post com opinião, não só informação
Falar sobre um tema pode gerar conteúdo útil, mas construir autoridade costuma exigir mais do que apenas transmitir informações. As pessoas geralmente se conectam com opiniões claras, visões próprias e análises que mostram como o criador entende determinado assunto.
Se você sente que seus conteúdos ficam muito descritivos ou parecidos com materiais encontrados em qualquer lugar, vale usar a IA como uma ferramenta para explorar diferentes ângulos e organizar argumentos. Ainda assim, a decisão sobre qual posição defender continua sendo sua.
Exemplo de prompt:
“Quero criar um post sobre [tema], mas não quero apenas explicar o assunto. Ajude-me a encontrar um ponto de vista claro. Liste 5 opiniões possíveis sobre esse tema, incluindo uma mais conservadora, uma provocativa e uma equilibrada. Para cada uma, diga que tipo de público se conectaria com ela e quais cuidados devo ter para não soar exagerado.”
5. Criar ganchos menos óbvios
As primeiras linhas de um conteúdo costumam determinar se alguém continuará lendo ou passará para o próximo post. Por isso, investir em bons ganchos pode fazer diferença no desempenho da publicação.
É importante entender que bom gancho desperta interesse sem enganar o leitor. Ele antecipa o valor que será entregue ao longo do conteúdo e cria uma conexão imediata com a audiência.
Exemplo de prompt:
“Crie 15 ganchos para um post sobre [tema] voltado a [público]. Evite frases genéricas como ‘você sabia?’, ‘pare tudo’ e ‘o segredo para’. Separe os ganchos em 5 categorias: dor prática, mito comum, erro frequente, opinião forte e curiosidade útil. Explique em uma frase por que cada gancho pode funcionar.”
6. Transformar experiência pessoal em conteúdo útil
Uma das maiores vantagens competitivas de criadores, consultores e profissionais autônomos é possuir experiências que concorrentes não conseguem reproduzir.
A IA não cria vivências. O que ela pode fazer é ajudar a organizar aprendizados, identificar pontos relevantes e estruturar histórias para que se transformem em conteúdos úteis.
Exemplo de prompt:
“Vou contar uma experiência real: [descreva a situação]. Transforme isso em uma ideia de post útil para [público]. Extraia o aprendizado principal, sugira uma estrutura com começo, desenvolvimento e conclusão, e indique quais detalhes pessoais devo manter para deixar o conteúdo autêntico sem expor informações sensíveis.”
Ao fornecer mais contexto à IA, é possível gerar ideias, roteiros e legendas menos genéricos e mais alinhados ao seu público. (Imagem: Viviane França/Canaltech)
7. Revisar clareza, ritmo e excesso de clichês
Nem sempre a melhor forma de usar IA é pedir que ela escreva um conteúdo inteiro. Muitas vezes, o maior benefício aparece depois que o rascunho já está pronto e precisa de ajustes antes da publicação.
Se você já escreveu o texto, a ferramenta pode ajudar a identificar trechos confusos, frases longas demais, repetições e expressões batidas que enfraquecem a mensagem. Assim, o conteúdo ganha mais clareza e ritmo sem perder a forma como você costuma se comunicar.
Exemplo de prompt:
“Revise o post abaixo sem reescrever tudo do zero. Quero manter minha voz, mas melhorar clareza, ritmo e força da mensagem. Aponte trechos genéricos, frases longas, repetições e clichês. Depois sugira uma versão editada, explicando as principais mudanças. Texto: [cole o rascunho].”
8. Criar variações por público ou estágio de consciência
Cada seguidor está em um momento diferente da jornada. Algumas pessoas ainda não identificaram um problema. Outras já estão comparando soluções ou avaliando uma contratação.
Por isso, vale adaptar a forma como o tema é apresentado de acordo com o nível de conhecimento e interesse de quem está lendo. Enquanto conteúdos de topo de funil costumam focar na educação e descoberta, conteúdos mais próximos da conversão precisam lidar com objeções, critérios de escolha e próximos passos.
Se você ajustar a mensagem para cada etapa, o conteúdo se torna mais relevante e aumentam as chances de gerar conexão e resultado.
Exemplo de prompt:
“Crie 4 versões de um post sobre [tema], cada uma para um estágio diferente do público: iniciante que ainda não sabe que tem o problema, pessoa que já reconhece o problema, pessoa comparando soluções e pessoa pronta para contratar/comprar. Para cada versão, ajuste gancho, profundidade, argumento e chamada para ação.”
9. Reaproveitar conteúdo sem repetir a mesma entrega
Criar conteúdo do zero o tempo todo costuma ser uma das tarefas mais desgastantes para quem trabalha sozinho. Por isso, reaproveitar materiais já produzidos pode aumentar a produtividade.
No entanto, reaproveitar não significa republicar exatamente a mesma coisa. O valor está em mudar o recorte, aprofundar um ponto específico, responder dúvidas surgidas depois da publicação original ou adaptar a mensagem para outro formato e contexto.
Exemplo de prompt:
“Com base no conteúdo abaixo, sugira 8 novos posts que não repitam a mesma estrutura. Varie entre dica prática, bastidor, opinião, erro comum, checklist, história curta, pergunta provocativa e exemplo aplicado. Para cada ideia, indique formato, promessa, gancho e o que deve ser acrescentado para não parecer reaproveitamento automático. Conteúdo base: [cole o texto ou resumo].”
Como vimos, a inteligência artificial pode ajudar a criar posts melhores, mas isso depende da qualidade das instruções fornecidas. Quanto mais contexto, critério e direção existirem no prompt, mais útil tende a ser o resultado.
Você anota ideias durante uma reunião, salva tópicos rápidos no celular, marca trechos importantes de uma aula e, quando precisa revisar tudo depois, encontra um monte de frases soltas sem ordem clara. Para transformar esse material em um texto utilizável, é normal levar mais tempo do que a própria anotação.
É justamente nessa etapa que IAs como o ChatGPT e o Gemini podem ajudar. No entanto, o resultado depende da forma como o pedido é feito. Com contexto, formato definido e instruções objetivas, dá para transformar anotações bagunçadas em resumos, atas, e-mails e roteiros mais úteis no trabalho, nos estudos e na rotina.
A seguir, confira:
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Como preparar suas anotações para a IA?
10 prompts para organizar e transformar suas anotações
Como adaptar os prompts ao próprio contexto?
Cuidado com o que você coloca na IA
Como preparar suas anotações para a IA?
Antes de colar qualquer bloco de texto em uma ferramenta de IA, vale dedicar alguns segundos para contextualizar o material. Explique de onde vieram as anotações, qual é o objetivo do texto, quem vai ler e qual formato você espera receber. Isso porque um pedido genérico costuma gerar respostas genéricas.
Você pode aplicar uma regra simples na hora de montar seu prompt: contexto + objetivo + formato + limite. Por exemplo, em vez de pedir apenas “organize isso”, funciona melhor solicitar: “Organize estas anotações de reunião em uma ata objetiva, com decisões, pendências e responsáveis, sem inventar informações que não estejam no texto”.
Também é importante lembrar que modelos de IA podem preencher lacunas indevidamente ou tratar hipóteses como fatos. Por isso, é importante revisar o resultado. Além disso, evite enviar dados pessoais, informações confidenciais da empresa, contratos, senhas ou qualquer material sensível para serviços externos de IA.
10 prompts para organizar e transformar suas anotações
Veja 10 prompts para organizar suas anotações e transformá-las em resumos, apresentações e mais:
Transformar notas soltas em resumo claro
Criar um texto corrido a partir de tópicos
Organizar anotações de reunião em ata
Transformar anotações de aula em plano de estudo
Transformar rascunhos em e-mail profissional
Separar ideias, tarefas e dúvidas
Criar uma lista de tarefas acionáveis
Melhorar clareza sem mudar o conteúdo
Transformar anotações em roteiro de apresentação
Identificar lacunas nas anotações
1. Transformar notas soltas em resumo claro
Quem anota ideias rapidamente em reuniões, aulas ou leituras muitas vezes acaba com várias frases soltas difíceis de organizar depois. Nesses casos, a IA pode ajudar a resumir o conteúdo sem perder os pontos mais importantes.
O ganho está em reduzir ruído e repetição. Mas existe um limite, já que alguns resumos podem ficar superficiais demais. Se isso acontecer, vale pedir uma versão “mais detalhada” ou “em tópicos”.
Prompt:
“Transforme as anotações abaixo em um resumo claro e organizado. Mantenha apenas as ideias presentes no texto, agrupe informações repetidas e destaque os pontos principais. No final, liste dúvidas ou lacunas que precisam ser verificadas.”
O ChatGPT pode ajudar a organizar e transformar suas anotações. (Imagem: Viviane França/Canaltech)
2. Criar um texto corrido a partir de tópicos
Muitas pessoas sabem o que querem dizer, mas encontram dificuldade na hora de transformar tópicos soltos em um texto mais organizado. Esse tipo de prompt ajuda a juntar as ideias em parágrafos mais claros e fáceis de ler.
O resultado costuma ficar melhor quando você informa o tom desejado, como profissional, didático, informal ou mais direto. Se os tópicos estiverem muito vagos, também vale pedir que a IA mostre quais partes precisam de mais contexto.
Prompt:
“Transforme estes tópicos em um texto corrido, claro e coeso. Use tom [profissional/didático/informal], preserve as ideias originais e não acrescente dados externos. Organize o texto com começo, desenvolvimento e fechamento.”
3. Organizar anotações de reunião em ata
Anotações de reunião costumam virar uma mistura de decisões, tarefas e comentários soltos. Com um prompt mais específico, a IA pode organizar tudo em uma ata mais clara e fácil de acompanhar.
Mesmo assim, vale revisar o resultado antes de compartilhar com a equipe, principalmente para confirmar responsáveis, datas e prazos.
Prompt:
“Organize estas anotações de reunião em formato de ata. Separe por: contexto, principais pontos discutidos, decisões tomadas, tarefas pendentes, responsáveis e prazos mencionados. Não invente nomes, datas ou decisões que não estejam nas anotações.”
4. Transformar anotações de aula em plano de estudo
Nem toda anotação de aula ajuda de verdade na hora de estudar depois. A IA pode organizar o conteúdo em uma sequência lógica, o que torna a revisão mais fácil e destaca os temas importantes.
Além de resumir os principais conceitos, a ferramenta pode sugerir uma ordem de estudo e apontar quais pontos parecem confusos ou incompletos. Se você informar o nível desejado, como iniciante, intermediário ou avançado, a IA costuma entregar um resultado melhor.
Prompt:
“Com base nestas anotações de aula, crie um plano de estudo. Primeiro, organize os conceitos principais. Depois, indique uma ordem recomendada de revisão, possíveis perguntas de prova e pontos que parecem confusos ou incompletos.”
5. Transformar rascunhos em e-mail profissional
É comum anotar algo como “avisar cliente”, “mandar prazo” ou “cobrar retorno” e depois perder tempo organizando isso em um e-mail claro. A IA pode acelerar bastante essa etapa.
No entanto, é importante revisar o tom final. Dependendo do contexto, o texto pode soar formal demais, seco demais ou excessivamente cordial. Solicite ajustes, como “mais direto” ou “mais executivo”, para chegar ao resultado desejado.
Prompt:
“Transforme estas anotações em um e-mail profissional. Mantenha o tom cordial e objetivo, deixe claro o pedido principal e sugira um assunto para o e-mail. Não adicione promessas, prazos ou informações que não estejam nas notas.”
6. Separar ideias, tarefas e dúvidas
Muitas anotações acabam misturando ideias, lembretes, perguntas e informações importantes no mesmo lugar. Antes de tentar resumir ou reescrever, vale primeiro organizar esse material.
Separar o que é ação, dúvida ou informação ajuda a enxergar o que realmente precisa de atenção. Quando algo não estiver claro, peça que a IA sinalize a incerteza em vez de tentar adivinhar.
Prompt:
“Analise as anotações abaixo e separe o conteúdo em quatro grupos: ideias, tarefas, dúvidas e informações importantes. Quando algo não estiver claro, coloque em ‘precisa de confirmação’ em vez de assumir.”
7. Criar uma lista de tarefas acionáveis
Alguns textos explicam o que aconteceu, mas não deixam claro o que fazer depois. A IA pode ajudar a transformar essas informações em próximos passos mais objetivos.
Mesmo assim, decisões importantes não devem ficar só com a ferramenta. Quando prioridades ou responsabilidades não estiverem claras, o melhor é tratar como sugestão e não como certeza.
Prompt:
“Transforme estas anotações em uma lista de tarefas acionáveis. Para cada tarefa, indique uma ação concreta, possível responsável se estiver citado, prazo se estiver mencionado e prioridade sugerida. Não invente dados ausentes.”
8. Melhorar clareza sem mudar o conteúdo
Nem sempre o problema está nas ideias, mas na forma como o texto aparece. Em alguns casos, ele fica confuso, repetitivo ou mal organizado. Nessa situação, a IA atua mais como uma ferramenta de edição do que de criação.
As explicações sobre as mudanças ajudam a entender o que foi ajustado e a manter o controle sobre a escrita. Comparar o texto original com a versão reescrita também reduz o risco de mudanças de sentido.
Prompt:
“Reescreva o texto abaixo para deixá-lo mais claro, direto e bem organizado, sem mudar o sentido original. Depois, explique em poucas linhas quais mudanças foram feitas.”
É possível transformar suas anotações em resumos, apresentações e mais com o uso de IA. (Imagem: João Melo/Canaltech)
9. Transformar anotações em roteiro de apresentação
Apresentações geralmente começam como uma lista de ideias soltas, difíceis de acompanhar. A IA pode ajudar a transformar esse material em uma narrativa mais organizada, adequada para reuniões, seminários ou apresentações de projeto.
Para evitar respostas genéricas, vale deixar claro quanto tempo a apresentação deve ter, quem vai assistir e qual é o objetivo. Uma apresentação para convencer clientes, por exemplo, pede uma estrutura diferente de uma aula ou de um relatório de resultados.
Prompt:
“Transforme estas anotações em um roteiro de apresentação de [X minutos]. Organize em abertura, três pontos principais e encerramento. Inclua sugestões de transição entre as partes e destaque o que deve aparecer em slides.”
10. Identificar lacunas nas anotações
Nem toda anotação incompleta precisa virar texto de imediato. Em muitos casos, vale mais a pena parar um pouco e entender o que ainda está faltando antes de seguir para a versão final.
Prompt:
“Leia estas anotações e aponte o que está incompleto, ambíguo ou sem contexto suficiente. Não tente preencher as lacunas. Liste perguntas que eu preciso responder antes de transformar isso em um texto final.”
Como adaptar os prompts ao próprio contexto?
Os exemplos funcionam como ponto de partida, mas o resultado melhora quando você adapta o pedido à sua situação. Trocar algumas informações já muda bastante o tipo de resposta que a IA entrega.
Dá para ajustar o tom, público, formato, tamanho e nível de detalhe. Um mesmo material pode virar algo diferente dependendo do objetivo, como para “uma reunião com cliente”, “ uma prova de ensino médio”, “um relatório executivo”, “um post no LinkedIn” ou “um resumo de leitura acadêmica”.
Bons prompts costumam seguir três princípios simples:
Deixam claro o material de origem;
Explicam exatamente o resultado esperado;
Reduzem espaço para interpretações vagas.
Essa lógica se conecta com boas práticas de uso de IA, como dividir tarefas complexas em etapas e testar variações até chegar a um resultado mais preciso.
Cuidado com o que você coloca na IA
Antes de colar anotações em uma ferramenta de IA, vale olhar com atenção para o tipo de informação que está ali. Nem todo conteúdo é adequado para esse tipo de uso.
O ideal é evitar dados sigilosos de empresa, informações pessoais de terceiros, senhas, contratos sensíveis, dados médicos, informações bancárias e qualquer conteúdo que não deveria circular fora do contexto original. Em muitos casos, basta remover nomes, números, dados internos e detalhes que possam gerar risco se forem expostos.
Esse cuidado não precisa ser exagerado, mas deve ser parte do processo. Quanto mais limpo e seguro estiver o material, menor o risco de problemas e mais tranquilo fica o uso da IA no dia a dia.
Em clima de Copa do Mundo, os usuários do Threads têm gerado imagens com IA que remetem ao maior torneio esportivo de futebol. Com engradados de cerveja ao fundo, estética publicitária e cores do Brasil na cena, as imagens trazem uma composição vibrante e marcada pela cultura dos botecos brasileiros.
Mas, se você não curte a ideia das cervejas, o prompt pode ser facilmente adaptado. Alguns usuários já trocaram os engradados por refrigerantes, mantendo o visual festivo e o clima de Copa, só com um toque diferente.
A seguir, confira:
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Como criar sua foto para a Copa de 2026?
Qual prompt usar para gerar a imagem?
Como personalizar sua imagem?
Como criar sua foto para a Copa de 2026?
O passo a passo para gerar imagens no ChatGPT e Gemini é o mesmo:
Acesse o app do Gemini ou ChatGPT;
Toque no botão “+”;
Vá em “Fotos”;
Selecione uma foto;
Insira o prompt no campo de texto;
Aguarde a imagem ser gerada.
Qual prompt usar para gerar a imagem?
Você pode copiar e colar o promptcompleto para gerar sua imagem no Gemini ou no ChatGPT, com o fundo de engradados de cerveja ou refrigerante nas cores da Copa do Mundo:
“Mulher em pé, apoiada contra uma grande parede formada por engradados plásticos de cerveja empilhados, típicos de botecos brasileiros (espalhados). Caixas originais e reconhecíveis de cervejas como Brahma, Skol, Antarctica e Heineken, nas cores vermelha, amarela, azul e verde, criando um fundo vibrante e autêntico. Pose de modelo fashion editorial, costas levemente apoiadas nos engradados, uma perna relaxada à frente da outra, uma por cima da outra, mãos dentro dos bolsos da frente, expressão confiante, olhando para a lateral, bem distraída. Vestindo camisa oficial da Seleção Brasileira 2026, modelagem oversized, lado direito para dentro da calça e o lado esquerdo para fora, despojado. Calça jeans over size de cintura alta, caimento elegante e contemporâneo, barra cobrindo o pé e desfiada. Chinelo havaiana branco tradicional nos pés. Cenário inspirado em boteco brasileiro moderno, atmosfera descontraída e cheia de personalidade. Iluminação fotográfica profissional de campanha publicitária, luz dourada de fim de tarde, sombras suaves e bem definidas, contraste refinado, cores intensas e vibrantes, saturação rica e cinematográfica, amarelos, verdes, vermelhos e azuis valorizados com aparência premium. Foto debaixo para cima - Fotografia editorial de moda, fashion campaign brasileira, composição sofisticada, profundidade de campo suave, 85mm lens, f/2.8, ultra realistic, highly detailed, magazine cover quality, high resolution, luxury street fashion photography”
Com o Gemini e o ChatGPT, é possível criar imagens da trend da Copa com estética de boteco brasileiro. (Imagem: Gerada por IA/Gemini)
Como personalizar sua imagem?
Para deixar a imagem ainda mais com a sua cara, é possível adaptar o prompt de várias formas. Além de trocar os engradados de cerveja por refrigerantes, também dá para mudar o cenário e incluir elementos típicos da cultura brasileira, como bandeirinhas de festa, mesas de bar, coolers, latinhas empilhadas e até petiscos tradicionais.
A cena também pode ganhar um clima de praia, rua urbana, arquibancada de estádio ou churrasco de família. Na iluminação você pode escolher entre o pôr do sol dourado, luz neon de bar à noite ou o clima vibrante de um estádio lotado.
Além disso, o estilo da imagem pode mudar bastante — de uma foto editorial de revista até um registro mais casual, como uma foto de celular ou estética retrô anos 90. Também é possível personalizar roupas, poses e o número de pessoas na cena.
O WhatsApp começou a liberar para iPhone a opção de usar duas contas no mesmo aplicativo. Com isso, usuários podem manter números pessoais e profissionais separados sem precisar de outro celular ou recorrer ao WhatsApp Business. A novidade está sendo distribuída globalmente e já pode ser encontrada na versão 26.22.76 ou superior do app para iOS.
Cada conta funciona separadamente, com seus próprios chats, chamadas, notificações e ajustes de privacidade. Para adicionar um segundo número, é só entrar nas configurações do WhatsApp e tocar em “Adicionar conta”, depois inserir um novo número ou conectar uma conta já existente usando um QR Code.
A troca entre as contas também é fácil, basta acessar a seção “Conta” e tocar em “Alternar conta” ou pressionar e segurar a aba “Você” para mudar rapidamente de perfil. Ao tocar nessa aba, também é possível ver quais contas estão cadastradas no aparelho.
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Mesmo quando uma das contas não estiver em uso, o WhatsApp continuará enviando alertas de mensagens e chamadas. Além disso, os usuários podem escolher sons diferentes para cada conta, facilitando identificar qual número recebeu a notificação.
Quem decidir remover uma das contas também poderá fazer isso pelas configurações do aplicativo, mas isso não exclui grupos nem canais vinculados a ela. Antes de remover, o WhatsApp recomenda fazer um backup para não perder mensagens e dados. Já os dispositivos conectados a essa conta são desconectados automaticamente após 14 dias.
O WhatsApp também aproveitou a atualização para reforçar a segurança do login. O aplicativo agora suporta passkeys, com autenticação por biometria ou pela senha do próprio aparelho, sem depender apenas do código de verificação enviado por SMS.
WhatsApp libera no iPhone suporte a duas contas no mesmo app. (Imagem: Viviane França/Canaltech)
Novo recurso já está disponível para usuários do iPhone
O suporte a múltiplas contas está sendo disponibilizado para todos os usuários do WhatsApp para iOS que utilizam a versão 26.22.76 ou mais recente do aplicativo. A novidade também está disponível para participantes do programa beta via TestFlight.
Por enquanto, o limite é de duas contas simultâneas por dispositivo. Caso a opção para adicionar uma nova conta ainda não apareça nas configurações, a recomendação é atualizar o aplicativo pela App Store e aguardar a liberação gradual do recurso.
Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse em saber o que é WhatsApp Beta.
Uma nova pesquisa realizada pelo Android Authority com mais de 2.000 participantes mostrou mudanças na preferência dos usuários por ferramentas de IA. No levantamento, o ChatGPT apareceu atrás do Claude, da Anthropic, enquanto o Google Gemini liderou com ampla vantagem. Os resultados refletem a crescente concorrência entre as principais plataformas de IA disponíveis atualmente.
Segundo os resultados divulgados pelo Android Authority, o Google Gemini liderou com 71,5% dos votos. O Claude apareceu na segunda colocação com 13,5%, enquanto o ChatGPT ficou logo atrás, com 12,8%, com uma diferença de pouco mais de 20 votos. Apesar da diferença pequena entre os dois concorrentes, o resultado marca a perda da vice-liderança da OpenAI na pesquisa.
Nessa mesma enquete, apenas 2,2% dos leitores afirmaram preferir outro serviço ou evitar o uso de IA de modo geral. Nos comentários, o Microsoft Copilot chegou a receber menções isoladas.
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Além disso, uma outra enquete com 2.810 votos investigou a confiança dos usuários nas respostas geradas por inteligência artificial. A maioria dos participantes (66%) afirmou confiar nas informações fornecidas pelas plataformas, mas destacou a importância de verificar os dados antes de utilizá-los.
Já 21% disseram permanecer céticos em relação ao conteúdo produzido por IAs, enquanto 9% confiam totalmente e a consideram um recurso que economiza tempo real. Por fim, 4% responderam que não utilizam IA de forma alguma para pesquisas.
Nova pesquisa mostra o Claude à frente do ChatGPT na preferência dos usuários. (Imagem: João Melo/Canaltech)
Gemini superou Claude e ChatGPT
De acordo com a análise do Android Authority e os comentários dos participantes, a liderança do Gemini está ligada à sua integração com o ecossistema do Google. Diferentemente do ChatGPT, que muitos usuários ainda associam ao uso em navegadores ou aplicativos dedicados, a ferramenta já vem integrada a diversos smartphones Android e dispositivos da Samsung.
Os usuários também apontaram a integração com serviços, como Android Auto e outros produtos do Google, o que torna o acesso à IA mais rápido e conveniente no dia a dia. Para muitos participantes, a praticidade de utilizar o assistente no celular acabou pesando mais do que as diferenças de desempenho entre os modelos.
Além disso, o plano Google AI Pro inclui benefícios extras, como 5TB de espaço de armazenamento na nuvem. Como resultado, o Gemini oferece um pacote mais completo além da inteligência artificial, o que ajuda o serviço a ganhar vantagem sobre concorrentes.
O Waze começou a liberar a exibição de semáforos em seus mapas, atendendo a um pedido antigo dos usuários. A novidade estava em testes desde o fim de 2025 e, por enquanto, o recurso ainda não aparece para todos os motoristas, já que a ativação acontece pelos servidores da plataforma e não depende de uma atualização do aplicativo.
Com os ícones de semáforos no mapa, os condutores conseguem identificar cruzamentos e pontos de parada com antecedência. Assim, fica mais fácil reduzir gradualmente a velocidade, especialmente em vias desconhecidas, trechos longos ou locais onde a sinalização fica visível apenas nos últimos metros.
Além disso, pode ajudar os motoristas a se prepararem com mais calma para mudanças de faixa e conversões, e a evitar freadas bruscas que podem aumentar o consumo de combustível.
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Ainda, a função coloca o Waze em pé de igualdade com Google Maps e Apple Maps, que já oferecem esse tipo de informação há algum tempo. Até agora, o Waze era mais conhecido por mostrar informações em tempo real, como acidentes, trânsito e fiscalizações. Com os semáforos, o aplicativo começa a exibir também elementos permanentes das vias.
O Waze iniciou a liberação dos ícones de semáforos no mapa. (Imagem: Viviane França/Canaltech)
Quem tem acesso aos semáforos no Waze?
Os primeiros relatos da novidade vêm dos Estados Unidos, onde usuários já começaram a visualizar os ícones de semáforos durante a navegação e na visualização comum do mapa. Isso indica que o recurso deixou a fase de testes e entrou em distribuição mais ampla.
Ainda assim, a disponibilidade varia entre contas. Enquanto alguns motoristas já receberam a função, outros continuam sem acesso mesmo utilizando versões recentes do aplicativo.
A quantidade de semáforos mostrados no mapa também pode variar conforme a região. Como o Waze depende de informações fornecidas pela comunidade, nem todos os cruzamentos já foram mapeados pela plataforma.
Curiosamente, o app ainda não permite que os usuários informem a presença de semáforos em funcionamento, apenas sinais com defeito podem ser reportados. Além disso, eles também não aparecem no editor de mapas do Waze. Por isso, ainda não se sabe exatamente como a plataforma identifica quais cruzamentos devem ser exibidos, o que pode explicar a ausência de muitos semáforos em algumas regiões.
A Apple anunciou durante a WWDC26 uma nova geração da Apple Intelligence e da Siri AI para iOS 27, iPadOS 27, macOS 27, watchOS 27, visionOS 27 e tvOS 27. Apesar de as atualizações de sistema serem gratuitas para dispositivos compatíveis, os recursos mais avançados de inteligência artificial terão limites de uso diário e acesso ampliado restrito a assinantes de planos do iCloud+.
As novas funções incluem uma Siri totalmente redesenhada, que consegue entender contexto pessoal em mensagens, e-mails e fotos, além de executar ações entre aplicativos e responder perguntas sobre o que está na tela. Esses recursos dependem de modelos rodando em servidores de alta capacidade, o que levou a Apple a impor limites de uso e condicionar parte do processamento avançado a assinaturas pagas.
A Apple também introduziu um app dedicado para a Siri, que permite revisitar conversas antigas ou iniciar novas em um só lugar. O histórico de conversas da Siri será sincronizado de forma privada entre os dispositivos do usuário através do iCloud.
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Entre as novidades da Apple Intelligence também estão as ferramentas Spatial Reframing no app Fotos, o Image Playground para criação de imagens e o recurso Notify Me no Safari, que monitora mudanças em páginas da web, como variações de preço e disponibilidade de produtos.
O lançamento será gradual, as versões beta já estão disponíveis para desenvolvedores, com beta pública prevista para julho e liberação da versão estável em setembro de 2026. Apesar da previsão de lançamento para o fim do ano, os recursos chegarão inicialmente apenas em inglês.
A disponibilidade também será restrita a dispositivos mais recentes, como iPhone 15 Pro, iPhone 16 e modelos posteriores, iPads e Macs com chip M1 ou superior, o novo MacBook Neo (A18 Pro), iPad mini (A17 Pro), Apple Vision Pro e as gerações do Apple Watch (Series 9, Ultra 2 e SE 3).
Recursos avançados de IA da nova Siri no iPhone terão limites de uso e acesso ampliado restrito a assinantes do iCloud+. (Imagem: Matheus Melo/Canaltech)
Quanto custa o iCloud+?
Os planos do iCloud+ começam em R$ 5,90 por mês, mas esse plano mais básico pode não incluir todos os benefícios ligados aos recursos de IA. Segundo a Apple, o acesso ampliado ao processamento de inteligência artificial deve estar disponível principalmente para assinantes de planos superiores ou do pacote Apple One.
Além do acesso aos recursos de IA, o iCloud+ mantém benefícios tradicionais, como armazenamento em nuvem e sincronização de dados entre dispositivos.
O YouTube iniciou testes que podem mudar a forma como os usuários interagem com o Shorts. Em parte das contas, o tradicional botão de “joinha” (like) está sendo substituído por um ícone de coração, além de haver casos em que o botão de “não gostei” (dislike) foi removido da interface.
A mudança foi identificada em versões do aplicativo para Android, iOS e também na web, mas não aparece de forma consistente para todos os usuários. Segundo os relatos, a alteração afeta principalmente o YouTube Shorts, pois os vídeos tradicionais da plataforma permanecem com o sistema de polegares.
Em alguns casos, o coração já assume a função de curtir os vídeos, o que aproxima o Shorts de outros aplicativos de vídeos curtos, como o TikTok e o Instagram, que também usam esse formato de interação.
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A mudança chama atenção porque altera a forma como a plataforma mostra o feedback dos vídeos. O YouTube já tinha removido a contagem pública de dislikes há alguns anos, o que ainda é criticado por muitos usuários. Além disso, a combinação de um ícone de coração com um botão de dislike pode parecer visualmente estranha, o que teria levado a empresa a testar a remoção dessa opção em alguns casos.
Os relatos sobre o novo visual começaram há cerca de um mês, mas ganharam mais força recentemente, com mais usuários percebendo a mudança em diferentes dispositivos.
A iniciativa também se soma a outras mudanças recentes na interface, como animações personalizadas no botão de like em conteúdos específicos. Em vídeos longos, por exemplo, o botão pode aparecer com ícones diferentes dependendo do conteúdo, como uma pata de cachorro, um gato, uma lâmpada ou uma roda.
YouTube testa trocar o botão de like por um coração no Shorts e remover o “não gostei” para parte dos usuários. (Imagem: Divulgação/YouTube)
A novidade já está disponível para todos?
Não. A mudança ainda está em fase de teste e não foi liberada para todos. O recurso aparece só para alguns usuários, de forma aleatória e em alguns momentos.
Além disso, o experimento ainda não foi listado como uma função oficial da plataforma, o que indica que está em fase inicial de avaliação. Por isso, não há previsão de quando ou se o novo formato será adotado de forma definitiva.
A OpenAI começou a liberar o “Modo de Bloqueio” no ChatGPT para todos os usuários logados, incluindo contas gratuitas, Plus, Pro e Go, além de assinaturas Business de autoatendimento. O recurso está sendo distribuído gradualmente e tem como foco reforçar a proteção de dados em conversas que envolvem informações sensíveis.
Com o modo ativado, algumas funcionalidades deixam de operar ou ficam limitadas. A navegação na web em tempo real é desativada, assim como pesquisas aprofundadas em fontes externas e o uso do modo agente para automações mais avançadas. Também são bloqueados downloads de arquivos externos e há restrição ao suporte de algumas imagens da web.
Além da função de segurança, a atualização traz melhorias gerais na experiência do aplicativo e da versão web. No navegador para usuários deslogados, o editor de texto foi reposicionado para o centro da tela e a barra lateral foi simplificada para melhorar a navegação. Ainda, existe a possibilidade de transformar algumas respostas do ChatGPT em gráficos completos na conversa, facilitando a visualização de dados.
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Já no iOS, usuários agora podem editar mensagens com anexos, visualizar a prévia de imagens antes de enviá-las e, em planos pagos, escolher um modelo específico para uma única mensagem sem alterar as configurações do chat.
OpenAI libera o “Modo de Bloqueio” no ChatGPT para todos os usuários. (Imagem: Viviane França/Canaltech)
Como funciona o Modo Bloqueio?
O Modo de Bloqueio é um recurso opcional para reduzir o risco de vazamento de dados em cenários de ataques conhecidos como injeção de prompt. Quando ativado, ele impõe restrições mais rígidas ao funcionamento do ChatGPT, especialmente em recursos que envolvem acesso externo ou execução de tarefas mais complexas.
O objetivo é criar um ambiente mais controlado, reduzindo a superfície de exposição a conteúdos externos potencialmente maliciosos. Por isso, o modo é indicado para usuários e organizações que lidam com dados sensíveis e precisam priorizar segurança em vez de funcionalidades avançadas.
O Instagram anunciou na rede social X o início da liberação de uma das funções mais pedidas pelos usuários: a possibilidade de reorganizar manualmente a grade de publicações do perfil. Com a novidade, será possível alterar a posição de fotos e vídeos livremente, sem ficar preso à sequência original das postagens. O recurso já está sendo distribuído para usuários do aplicativo em celulares e tablets.
Até agora, o perfil seguia uma organização cronológica, com exceção dos posts fixados no topo. Com a atualização, será possível destacar conteúdos antigos, criar composições visuais mais harmoniosas ou reorganizar o perfil para dar mais visibilidade a projetos, campanhas e momentos importantes.
Durante o processo de reorganização, as mudanças são salvas automaticamente e o aplicativo disponibiliza um botão de desfazer dentro de cada sessão de edição. Além disso, não há limite para quantas vezes você pode reordenar a grade, é possível fazer ajustes contínuos até que o perfil fique do jeito que você deseja.
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A mudança oferece mais liberdade para quem usa o Instagram como portfólio, vitrine profissional ou espaço para compartilhar conteúdos pessoais. Segundo a plataforma, a novidade faz parte de um conjunto de melhorias recentes para personalização e controle da experiência, incluindo edição de comentários durante 15 minutos após a publicação e ajustes em Stories já publicados.
you can move posts around on your Instagram grid starting this week. tap, drag and drop your posts wherever you want 🪄 pic.twitter.com/HKqO5TValM
A Apple anunciou o iOS 27, atualização que promete melhorar o desempenho dos iPhones, incluindo modelos mais antigos, como o iPhone 11, lançado em 2019. O sistema foi apresentado durante a WWDC 2026 e tem lançamento previsto para setembro deste ano.
Por trás das melhorias do iOS 27 está um novo escalonador de CPU, sistema responsável por distribuir de forma mais eficiente os recursos do processador. Segundo a Apple, a mudança permitirá reduzir em até 30% o tempo de abertura dos aplicativos graças ao pré-carregamento de dados principais.
O novo gerenciamento da CPU também melhora a fluidez das animações do sistema, especialmente ao alternar entre as páginas da tela inicial. No app Fotos, o carregamento de imagens recém-capturadas será até 70% mais ágil.
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As melhorias não ficam restritas aos aplicativos. O AirDrop terá um aumento de velocidade de até 80%, e a transferência de arquivos entre iPads e unidades externas poderá ocorrer até cinco vezes mais rapidamente.
Além dos ganhos em velocidade, a Apple diz ter otimizado diversas tarefas do dia a dia, como salvar PDFs, iniciar treinos e reproduzir músicas. O foco do iOS 27 é entregar uma experiência mais estável após os problemas enfrentados pelo iOS 26.
O iOS 27 promete deixar até iPhones antigos, como o iPhone 11, mais rápidos com melhorias de desempenho, estabilidade e fluidez em todo o sistema. (Imagem: Ivo/Canaltech)
Quais iPhones vão receber o iOS 27?
A Apple confirmou que o iOS 27 será compatível com os mesmos aparelhos que já receberam o iOS 26, o que inclui a linha iPhone 11 e iPhone SE.
Apesar do suporte, apenas os modelos mais recentes terão acesso a todos os recursos do iOS 27. Enquanto as melhorias de desempenho chegarão a todos os aparelhos compatíveis, as novas funções de inteligência artificial serão exclusivas do iPhone 15 Pro, iPhone 15 Pro Max e das linhas iPhone 16 e iPhone 17.
Muitas pessoas sabem que precisam organizar as finanças, mas travam na hora de transformar extratos, boletos, parcelas e pequenos gastos do dia a dia em um plano claro. Assim, o dinheiro parece sumir mesmo quando a renda deveria ser suficiente.
A inteligência artificial pode ajudar nesse processo como uma ferramenta de apoio para reduzir essa bagunça. Ela consegue organizar informações, classificar despesas, simular cenários e estruturar ideias. Ao mesmo tempo, não é uma autoridade financeira e pode errar, simplificar demais ou sugerir cortes pouco realistas.
A seguir, tire suas dúvidas sobre:
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Como usar IA em finanças sem se expor?
12 prompts para ajudar a organizar suas finanças
Quando não usar a IA como guia principal?
Como usar IA em finanças sem se expor?
Antes dos prompts, vale reforçar que não é recomendável colar dados sensíveis, como CPF, número de conta, cartão, endereço ou qualquer informação que possa identificar você ou outras pessoas.
O ideal é trabalhar com versões simplificadas dos dados. Para isso, troque nomes por categorias, como mercado, transporte e streaming. Quando possível arredonde valores para reduzir exposição e ainda manter a utilidade da análise.
Também é importante lembrar que a IA pode errar cálculos, criar regras genéricas ou sugerir decisões que não fazem sentido para a sua realidade. Por isso, sempre peça que ela mostre as premissas usadas, os limites da análise e o que precisa ser verificado.
12 prompts para ajudar a organizar suas finanças
Veja 12 comandos para organizar suas finanças com ajuda da IA:
Diagnosticar a situação financeira do mês
Classificar gastos por categoria
Encontrar gastos invisíveis e recorrentes
Montar um orçamento mensal realista
Priorizar dívidas sem prometer milagre
Criar um plano de economia possível
Planejar reserva de emergência
Simular metas financeiras
Revisar compras antes de decidir
Transformar extrato em plano de ação
Criar uma planilha de controle financeiro
Revisar a resposta da própria IA
1. Diagnosticar a situação financeira do mês
Se você tem a sensação de que o dinheiro simplesmente some no meio do mês, o primeiro passo não é cortar gastos ou definir metas. É conseguir entender com clareza quanto entra, quanto sai e para onde tudo está indo.
A vontade de sair cortando tudo de uma vez costuma aparecer, mas nem sempre é o melhor caminho. Os gastos essenciais, como moradia, alimentação, saúde e transporte, precisam ser analisados com atenção. Caso sua renda varie, faz sentido olhar o cenário em diferentes momentos, como meses mais apertados, normais e melhores.
Prompt:
“Quero organizar minhas finanças pessoais. Minha renda mensal é [valor]. Meus gastos fixos são [listar categorias e valores]. Meus gastos variáveis são [listar]. Minhas dívidas ou parcelas são [listar]. Organize essas informações em uma tabela, calcule quanto sobra ou falta no mês e aponte os três pontos que mais merecem atenção. Não me dê recomendação de investimento; foque em diagnóstico e organização.”
Transformar gastos espalhados em um orçamento claro ajuda a enxergar para onde o dinheiro está indo e a tomar decisões com mais segurança. (Imagem: Tima Miroshnichenko/Pexels)
2. Classificar gastos por categoria
Quando os gastos estão espalhados, fica difícil entender para onde o dinheiro está indo. Cada compra parece pequena demais para importar, mas no final do mês o impacto aparece.
Uma dica é organizar essas despesas por categorias para enxergar padrões que passam despercebidos no dia a dia. Um gasto na farmácia, por exemplo, pode ser essencial ou não. Por isso, revise tudo que a IA classifica antes de aceitar automaticamente.
Prompt:
“Classifique estes gastos em categorias como moradia, alimentação, transporte, saúde, educação, lazer, assinaturas, dívidas e outros. Depois, some os valores por categoria e mostre quais categorias parecem essenciais, ajustáveis ou supérfluas. Use apenas os dados abaixo e indique qualquer item ambíguo para eu revisar: [colar lista anonimizada de gastos].”
3. Encontrar gastos invisíveis e recorrentes
Sabe aquela assinatura que você nem lembra que tem ou aquele aplicativo que cobra uma taxinha boba todo mês? Pois é, esses são os verdadeiros vilões silenciosos do nosso bolso. No fim das contas, fica aquela sensação incômoda de que o dinheiro simplesmente sumiu, e a gente fica se perguntando para onde ele foi.
Antes de sair cancelando tudo no impulso, vale lembrar que nem todo gasto que parece supérfluo pode ser cortado. Ferramentas de trabalho, espaço de armazenamento na nuvem ou serviços essenciais para o seu dia a dia podem acabar entrando na "lista negra" por engano se você não olhar para eles com o contexto certo.
Prompt:
“Analise esta lista de gastos e identifique despesas recorrentes, assinaturas, tarifas, compras pequenas frequentes e possíveis gastos invisíveis. Separe em: manter, revisar, cancelar ou investigar. Explique o critério usado e não sugira cortes em gastos essenciais sem perguntar antes.”
4. Montar um orçamento mensal realista
Após entender seus gastos, é o momento de realizar um planejamento que caiba na sua rotina, pois não adianta criar uma planilha bonita se ela não ajuda no dia a dia.
O que costuma ajudar é transformar seus ganhos e gastos em uma estrutura mais visual e clara, considerando como é a sua rotina de verdade: quando o dinheiro entra, quais são seus compromissos fixos e como os gastos se distribuem ao longo do mês.
Prompt:
“Com base nestes dados, monte um orçamento mensal realista. Separe despesas essenciais, compromissos financeiros, lazer, metas e margem de segurança. Não use regras prontas sem adaptar ao meu contexto. Mostre uma versão conservadora e uma versão flexível, explicando vantagens e riscos de cada uma: [dados].”
5. Priorizar dívidas sem prometer milagre
Se você tem dívidas, sabe como a sensação pode ser de pressão constante, como se tudo precisasse ser resolvido ao mesmo tempo. Colocar os números no papel ajuda a organizar a situação e enxergar o que exige atenção imediata e o que pode esperar uma renegociação.
Só tenha cuidado para não agir por impulso e tentar resolver tudo de uma vez sem entender juros, contratos e impactos no orçamento. Use a IA como apoio para organizar e clarear o cenário, mas a decisão final sobre o dinheiro precisa ser sempre sua.
Prompt:
“Tenho estas dívidas: [valor, parcela, juros se souber, atraso, credor]. Organize uma visão comparativa e me ajude a entender quais parecem mais urgentes pelo custo, atraso e impacto no orçamento. Não faça recomendação jurídica ou financeira definitiva. Liste perguntas que eu devo responder antes de renegociar e pontos de atenção para evitar assumir parcelas que não cabem no mês.”
6. Criar um plano de economia possível
Guardar dinheiro parece ótimo na teoria, mas na prática perde o sentido quando vira uma lista de restrições difíceis de seguir. Ninguém consegue manter uma rotina cheia de cortes que não combinam com a vida real.
Se o processo ficar difícil demais, a chance de você desistir aumenta. Um bom plano precisa ser possível de manter, já que o objetivo é trazer liberdade e segurança financeira, não mais pressão.
Prompt:
“Quero reduzir meus gastos em [valor ou percentual] por mês. Minha rotina é [descrever]. Meus gastos por categoria são [listar]. Sugira cortes ou ajustes em três níveis: fáceis, moderados e difíceis. Para cada sugestão, explique o impacto estimado, o esforço necessário e o risco de eu abandonar a mudança.”
7. Planejar reserva de emergência
A reserva de emergência é uma meta que traz mais tranquilidade financeira. O problema é que muitas pessoas não sabem por onde começar ou quanto precisa juntar para se sentir mais seguro.
Uma forma simples de resolver isso é pensar quantos meses de despesas você quer cobrir. Só é importante não confundir essa reserva com investimento ou busca de retorno. O foco aqui é proteção e acesso rápido ao dinheiro quando surgir um imprevisto.
Prompt:
“Ajude-me a calcular uma meta de reserva de emergência com base nos meus gastos essenciais mensais de [valor]. Crie cenários para 3, 6 e 12 meses de despesas. Depois, sugira um plano de aportes mensais compatível com uma sobra de [valor]. Não indique produtos específicos; explique apenas os critérios gerais que uma reserva deve considerar, como segurança, liquidez e acesso.”
8. Simular metas financeiras
Planejar uma viagem, trocar de carro ou alcançar um grande objetivo parece fácil quando tudo está só na cabeça. O desafio aparece quando você coloca os números no papel e começa a simular a realidade. É aí que fica claro se a ideia cabe no orçamento ou se precisa de ajustes antes de seguir em frente.
Nesse processo, evite montar um cenário perfeito demais, pois imprevistos acontecem e a renda pode variar ao longo do tempo. Por isso, vale incluir uma margem de segurança nos cálculos para evitar surpresas e dar mais estabilidade ao plano.
Prompt:
“Tenho uma meta de juntar [valor] até [data] para [objetivo]. Minha sobra mensal atual é [valor]. Simule quanto eu precisaria guardar por mês e crie alternativas caso o valor não caiba no orçamento. Mostre opções de prazo maior, meta menor ou cortes temporários. Não recomende investimento; foque em planejamento e viabilidade.”
Usar a IA como apoio nas finanças facilita a análise do dia a dia e ajuda a evitar decisões por impulso no controle do dinheiro. (Imagem: Mikhail Nilov/Pexels)
9. Revisar compras antes de decidir
Sabe aquele momento em que você está prestes a confirmar uma compra, mas bate uma dúvida? Esse é o sinal para parar um pouco. Dar esse tempo ajuda a evitar decisões por impulso e entender melhor o impacto do gasto no seu orçamento.
O cuidado é não usar essa pausa só para justificar a compra depois. A ideia não é buscar aprovação automática, mas olhar com mais sinceridade para a situação e se perguntar se você realmente precisa disso agora ou se é só vontade do momento.
Prompt:
“Estou pensando em comprar [produto/serviço] por [valor], em [à vista ou parcelas]. Minha renda é [valor] e meus compromissos mensais são [valor]. Faça perguntas para avaliar se essa compra faz sentido agora. Depois, mostre impactos no orçamento, riscos de parcelamento e alternativas como esperar, comprar usado, reduzir escopo ou criar uma meta.”
10. Transformar extrato em plano de ação
Abrir o app do banco e encarar aquele extrato cheio de siglas e lançamentos pode ser cansativo. O que ajuda é organizar esses dados por categorias, transformando a bagunça em algo mais claro e fácil de visualizar.
Só não dá para esquecer da segurança. Se for usar ferramentas para ajudar nessa organização, remova informações pessoais, como número de conta, senhas ou qualquer dado que possa te identificar.
Prompt:
“Com base neste extrato anonimizado, identifique padrões de gasto, categorias com maior peso, cobranças recorrentes e possíveis pontos de atenção. Em seguida, gere um plano de ação para os próximos 30 dias com no máximo cinco medidas práticas. Não use meus dados para inferir informações pessoais além do necessário para organizar as despesas: [dados].”
11. Criar uma planilha de controle financeiro
Às vezes, o que falta para organizar a vida financeira não é uma grande mudança, mas uma ferramenta simples que você consiga usar todo mês. A planilha entra exatamente aí. Ela ajuda a manter o controle e acompanhar a evolução do dinheiro de forma contínua, sem precisar começar do zero a cada período.
O cuidado principal é garantir que tudo esteja funcionando corretamente. Confira se as fórmulas estão certas e se são compatíveis com o programa que você usa, como Excel ou Google Planilhas. Um erro simples pode comprometer todo o planejamento.
Prompt:
“Crie um modelo de planilha de controle financeiro mensal com colunas para data, categoria, descrição, valor previsto, valor realizado, forma de pagamento, essencial ou ajustável, e observações. Inclua fórmulas simples para total por categoria, saldo do mês e comparação entre previsto e realizado.”
12. Revisar a resposta da própria IA
Esse é um passo que muita gente esquece, mas que faz diferença. Em vez de aceitar a primeira resposta da IA como verdade, vale pedir que ela revise o que disse, apontando possíveis erros, pontos fracos ou informações que precisam de verificação.
Mesmo assim, não dá para relaxar. Essa revisão ajuda a deixar a análise mais completa, mas não substitui seu senso crítico. A decisão final continua sendo sua.
Prompt:
“Revise sua resposta anterior. Aponte possíveis erros de cálculo, suposições frágeis, dados que faltam, recomendações que podem ser arriscadas e pontos que eu deveria verificar em fontes confiáveis ou com um profissional. Reescreva a resposta em tom mais cauteloso e separe fatos, hipóteses e sugestões.”
Quando não usar a IA como guia principal?
A inteligência artificial ajuda bastante a organizar informações e trazer clareza, mas não deve ser vista como uma consultora financeira. Em decisões mais complexas, o ideal é não usá-la como base principal, como em investimentos, dívidas grandes, crédito alto, impostos ou herança, situações em que um erro pode ter impacto sério no seu dinheiro.
Também vale atentar-se quando as respostas parecem simples demais ou boas demais para serem verdade. Desconfie de promessas de ganho garantido, recomendações de investimentos específicos sem contexto ou pressão para decidir rápido. No fim, cautela e senso crítico continuam sendo mais importantes do que qualquer tecnologia.
O Facebook lançou o Creator Assistant, um novo assistente de inteligência artificial para ajudar criadores de conteúdo a entender melhor o desempenho de suas publicações e encontrar oportunidades de crescimento na plataforma. No entanto, o recurso ainda não está disponível no Brasil.
Integrada ao painel de controle dos criadores, o Creator Assistant funciona como um parceiro de brainstorming baseado em IA, principalmente em momentos de bloqueio criativo. Os criadores podem perguntar à ferramenta por que um Reel teve mais visualizações, quais assuntos interessam mais ao público e como o perfil está crescendo ao longo do tempo.
O assistente também sugere ideias de conteúdo com base no histórico do criador, nas tendências do Facebook e nos interesses do público que acompanha o perfil. A ferramenta pode recomendar formatos, temas, áudios populares e oportunidades ligadas a eventos e assuntos em alta.
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Outro diferencial é o aprendizado contínuo. Conforme o criador utiliza o recurso, a IA compreende melhor seus objetivos, como aumentar o engajamento, conquistar novos seguidores ou impulsionar a monetização. Dessa forma, as recomendações se tornam mais alinhadas ao estilo de conteúdo e às metas de crescimento de cada usuário.
Segundo a Meta, a ferramenta funciona como um consultor digital. Em vez de mostrar apenas números e gráficos, ela ajuda os criadores a entender os dados, descobrir quais conteúdos tiveram melhor resultado e identificar os interesses do público. A novidade faz parte dos esforços da empresa para ampliar o uso de inteligência artificial nas ferramentas de criação de conteúdo do Facebook.
A Meta também anunciou a expansão de seus recursos de tradução por IA para Reels. A tecnologia mantém a voz original do criador e pode sincronizar os movimentos labiais. Ela já funciona em nove idiomas e deve ganhar suporte a árabe, francês, indonésio, tailandês e vietnamita. Segundo a empresa, mais de 500 milhões de pessoas usam esse tipo de tradução toda semana.
Facebook lança IA que ajuda criadores a analisar métricas e criar conteúdos com maior potencial de alcance. (Imagem: Divulgação/Meta)
Quem pode acessar o Creator Assistant?
Neste primeiro momento, o Creator Assistant está sendo disponibilizado para criadores nos Estados Unidos, Canadá e Índia. A Meta informou que pretende expandir o recurso para outros países nos próximos meses e adicionar novas funcionalidades ao assistente conforme a ferramenta evolui.
A Apple deve liberar a primeira versão beta do iOS 27 na próxima segunda-feira (8), logo após a apresentação do sistema durante a WWDC 2026. A atualização ficará disponível inicialmente para desenvolvedores e usuários interessados em testar as novidades antes do lançamento oficial, previsto para setembro.
O beta para desenvolvedores poderá ser instalado gratuitamente em iPhones compatíveis por meio do programa de testes da Apple. Já a versão beta pública, considerada mais estável, deve ser lançada em julho para um público mais amplo.
Ao longo dos próximos meses, a empresa distribuirá novas versões de teste para corrigir falhas e ajustar recursos antes da chegada da edição final. Como se trata de um software em desenvolvimento, a instalação pode causar bugs, instabilidade e incompatibilidade com alguns aplicativos.
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Apple deve liberar o primeiro beta do iOS 27 em 8 de junho. (Imagem: Ivo/Canaltech)
Quais são as novidades do iOS 27?
Embora a Apple ainda mantenha sigilo sobre os detalhes do sistema, rumores indicam que o iOS 27 terá um forte foco em inteligência artificial. Entre as novidades esperadas está uma ferramenta de busca com IA que pode competir diretamente com serviços como ChatGPT, Gemini e Perplexity, oferecendo respostas mais contextuais e integradas ao ecossistema da empresa.
Além do Health+, um agente de inteligência artificial focado em saúde e bem-estar. A plataforma deverá usar dados coletados pelo Apple Watch e pelos AirPods para fornecer recomendações personalizadas, ajudando os usuários a acompanhar hábitos, atividades físicas e indicadores de saúde de forma mais inteligente.
Também há expectativa de que a Apple dê mais atenção ao desempenho e à estabilidade no iOS 27. Segundo rumores, a empresa pretende seguir uma estratégia parecida com a do Mac OS X Snow Leopard, lançado em 2009, que ficou conhecido por melhorar a velocidade e corrigir problemas do sistema, em vez de focar apenas em novos recursos.
A lista de aparelhos compatíveis só será divulgada com a primeira versão beta do sistema. No entanto, rumores indicam que a linha iPhone 11 pode perder suporte, fazendo com que o iOS 27 funcione apenas em modelos a partir do iPhone 12.
O Google anunciou o lançamento do Gemini Go, uma versão otimizada de seu agente de inteligência artificial desenvolvida para dispositivos com recursos limitados que rodam Android Go. A ferramenta substitui o Assistant Go e leva funcionalidades de conversação, busca e assistência pessoal a smartphones de entrada.
O Gemini Go foi feito para rodar em celulares simples, com menor capacidade de armazenamento, e funciona pelo app Google Search, via texto ou voz. Ele permite fazer ligações e mandar SMS, buscar lugares próximos, verificar o tempo de trajeto para o trabalho, criar e gerenciar eventos, alarmes e anotações, além de tocar músicas de acordo com o humor do usuário. Também é possível enviar fotos e documentos para dar contexto às conversas.
Entre os exemplos de uso voltados à reprodução de músicas, o usuário pode fazer pedidos como "Toque músicas animadas para festa" ou "Toque algo alegre". A inteligência artificial interpreta a solicitação e seleciona faixas compatíveis com o clima desejado, oferecendo uma experiência mais personalizada.
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A ferramenta também consegue entender pedidos mais detalhados. Por exemplo, o usuário pode procurar por "um restaurante de lámen aberto para o almoço na terça-feira com um carregador de carro elétrico por perto". Nesse caso, a IA combina diferentes informações para encontrar resultados mais precisos.
Google lança o Gemini Go, versão leve de sua IA para celulares Android Go. (Imagem: Viviane França/Canaltech)
O Gemini Go já está disponível?
Sim. O recurso começou a ser liberado para dispositivos Android Go compatíveis, mas a distribuição ocorre de forma gradual. Por isso, alguns usuários podem receber a novidade antes de outros. A expectativa é que a atualização chegue a todos os aparelhos elegíveis em até duas semanas.
Para rodar o Gemini Go, o aparelho precisa atender aos requisitos mínimos: Android 13 (edição Go) ou superior e pelo menos 2 GB de RAM. O acesso é feito pelo aplicativo Google Search e, para ativá-lo, basta segurar o botão de Início (Home) ou, em dispositivos compatíveis, o botão de energia.
Pequenos negócios já vendem em vários canais ao mesmo tempo. Instagram, WhatsApp, marketplaces e lojas próprias viraram parte da rotina de quem precisa divulgar produtos sem depender apenas de uma vitrine física. O problema é que, para produzir fotos profissionais para todos esses espaços, é necessário tempo, estrutura e dinheiro.
Nesse cenário, ferramentas de inteligência artificial, como o Gemini, podem funcionar como apoio visual para empreendedores que precisam testar ideias, montar peças promocionais, criar mockups e visualizar campanhas antes de investir em produção fotográfica real.
Vale ressaltar que a proposta não é substituir totalmente a fotografia profissional. As imagens geradas por IA ainda precisam de revisão e podem apresentar erros visuais, especialmente em rótulos, proporções e detalhes do produto. Mesmo assim, elas ajudam a acelerar testes criativos e a criar materiais iniciais para divulgação.
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Para deixar o processo mais concreto, vamos trabalhar com um produto fictício ao longo do texto: um pote de pasta de amendoim chamado “AmendoMix Natural”.
A seguir, confira:
Antes do prompt, defina o que a imagem precisa vender
Como montar um prompt completo para imagens realistas?
Peça variações para cada canal de venda
Como refinar a imagem quando o resultado parecer artificial?
Use referências, mas sem copiar concorrentes
Cuidados antes de publicar a imagem
Antes do prompt, defina o que a imagem precisa vender
Antes mesmo de abrir o Gemini, vale responder uma pergunta simples: o que essa imagem precisa transmitir? No caso da pasta de amendoim, a comunicação pode focar em saudabilidade, rotina fitness, praticidade, café da manhã, textura cremosa ou até preço promocional. Cada objetivo muda completamente o tipo de imagem ideal.
Uma foto para marketplace normalmente precisa ser limpa e objetiva. Já uma publicação para Instagram pode funcionar melhor com um cenário mais acolhedor, transmitindo estilo de vida e contexto de uso.
Por isso, quanto mais contexto o prompt tiver, melhor tende a ser o resultado. Em vez de apenas pedir “uma imagem bonita”, o ideal é definir:
Onde a imagem será usada;
Quem é o público;
Qual sensação ela deve transmitir;
Qual detalhe do produto precisa aparecer;
O que não deve ser incluído.
Exemplo de prompt:
“Quero criar imagens comerciais para um produto fictício chamado AmendoMix Natural, um pote de pasta de amendoim cremosa de 500 g. O público são pessoas que treinam, buscam alimentação prática e compram online. Antes de gerar imagens, me ajude a listar 5 estilos visuais possíveis para vender esse produto em Instagram, marketplace e loja virtual.”
Como montar um prompt completo para imagens realistas?
Um bom prompt para imagens comerciais normalmente combina seis elementos:
Descrição do produto;
Cenário;
Iluminação;
Enquadramento;
Estilo visual;
Uso final da imagem.
Quanto mais o Gemini entende a cena, menor a chance de gerar uma imagem genérica, artificial ou incompatível com a identidade da marca.
Exemplo de comando fraco:
“Faça uma foto realista de pasta de amendoim.”
O pedido funciona, mas deixa muitas decisões em aberto. O Gemini pode criar uma embalagem aleatória, um cenário exagerado ou até elementos que não fazem sentido para o produto.
Exemplo de comando forte:
“Crie uma imagem realista de produto para e-commerce mostrando um pote fictício de pasta de amendoim chamado “AmendoMix Natural”, 500 g, rótulo minimalista em tons de marrom, bege e branco. O pote deve estar em pé sobre uma bancada de madeira clara, com uma colher ao lado mostrando textura cremosa de pasta de amendoim. Use luz natural suave vindo da esquerda, fundo levemente desfocado, aparência de fotografia profissional, alta nitidez no produto, proporção 1:1, sem pessoas, sem marcas reais, sem selos nutricionais falsos e sem texto promocional adicional.”
Nesse segundo caso, o prompt orienta a IA sobre estética, enquadramento, iluminação, objetivo comercial e até limitações importantes para evitar exageros.
Os comandos para o Gemini devem ser detalhados para evitar que a IA invente informações para completar a imagem. (Imagem: Gerada por IA/Gemini)
Peça variações para cada canal de venda
Uma única imagem dificilmente atende todos os canais de venda. Marketplaces normalmente pedem fundo limpo e produto centralizado. Já as redes sociais costumam funcionar melhor com cenas mais humanizadas e ambientadas. Em anúncios, o ideal pode ser deixar espaço vazio para inserir textos promocionais depois.
Em vez de reutilizar a mesma arte em todos os lugares, o Gemini pode ajudar a criar uma pequena biblioteca visual do produto. No caso do pote de pasta de amendoim, uma estratégia simples pode incluir:
Prompt para marketplace:
“Gere uma imagem realista para marketplace do produto fictício “AmendoMix Natural”, pote de pasta de amendoim de 500 g. Mostre apenas o pote centralizado, em fundo branco ou cinza muito claro, iluminação uniforme, sombra suave no chão, rótulo legível, sem objetos extras, sem pessoas, sem elementos decorativos e com aparência de foto profissional de catálogo.”
Para marketplaces, as fotos dos produtos devem ser centralizadas e ter fundo limpo. (Imagem: Gerada por IA/Gemini)
Prompt para Instagram:
“Crie uma imagem lifestyle realista para Instagram mostrando o pote fictício “AmendoMix Natural” em uma mesa de café da manhã, ao lado de torradas, banana fatiada e uma colher com pasta de amendoim cremosa. A cena deve transmitir rotina saudável e prática, com luz natural da manhã, cores quentes, fundo doméstico desfocado e composição vertical em proporção 4:5.”
Para as redes sociais, as imagens de produtos devem trazer elementos do cotidiano. (Imagem: Gerada por IA/Gemini)
Prompt para anúncio:
“Crie uma imagem comercial realista do pote “AmendoMix Natural” em uma bancada clara, com boa iluminação e espaço vazio no lado direito para inserir texto de oferta depois. O produto deve ficar no terço esquerdo da imagem, com aparência premium, fundo neutro, sem texto gerado na imagem e sem elementos que distraiam.”
Os anúncios funcionam melhor com plano de fundo neutro. (Imagem: Gerada por IA/Gemini)
Como refinar a imagem quando o resultado parecer artificial?
O primeiro resultado gerado pela IA raramente sai perfeito. Em vez de começar do zero, normalmente vale mais a pena refinar a imagem em camadas. Alguns problemas comuns incluem:
Rótulo torto;
Texto ilegível;
Embalagem deformada;
Sombras incoerentes;
Textura falsa;
Brilho excessivo;
Cenário exagerado;
Aparência de renderização 3D.
Nesses casos, o ideal é pedir ajustes específicos, como fundo mais simples, menos brilho, textura natural, pote centralizado, rótulo limpo e estilo menos artificial.
Dá para usar o prompt de correção:
“Ajuste a imagem para parecer menos artificial. Mantenha o mesmo pote e a mesma composição, mas reduza o brilho excessivo do plástico, deixe a sombra mais natural, simplifique o fundo, melhore a textura da pasta de amendoim para parecer mais cremosa e evite aparência de render 3D. O resultado deve parecer uma fotografia real de produto feita em estúdio caseiro.”
Também dá para usar o prompt para corrigir rótulo:
“Recrie a imagem mantendo a composição, mas deixe o rótulo mais limpo e minimalista. Use apenas o nome fictício “AmendoMix Natural” e a indicação “Pasta de Amendoim Cremosa 500 g”. Não inclua selos, certificações, tabela nutricional, códigos de barra ou promessas de saúde.”
Use referências, mas sem copiar concorrentes
O Gemini também tende a funcionar melhor quando recebe referências visuais, como foto real do produto, paleta de cores da marca, embalagem oficial ou um estilo visual já utilizado pela empresa. O cuidado aqui é evitar copiar materiais de concorrentes. O ideal é usar apenas imagens próprias ou conteúdos que o empreendedor tenha autorização para utilizar.
Uma abordagem mais segura é subir uma foto simples do produto e pedir ao Gemini para criar uma cena mais profissional mantendo as características principais. Também vale comparar o resultado final com o produto real antes de publicar qualquer peça promocional.
Prompt com referência própria:
“Use a imagem enviada do meu produto como referência visual. Crie uma nova imagem comercial mais profissional, mantendo o formato geral do pote, as cores principais do rótulo e a ideia de produto artesanal. Coloque o pote em uma bancada clara, com luz natural, fundo desfocado e aparência realista. Não altere o nome do produto e não adicione informações que não estejam no rótulo original.”
As referências são importantes, mas é necessário evitar copiar os concorrentes. (Imagem: Gerada por IA/Gemini)
Cuidados antes de publicar a imagem
Antes de usar imagens geradas por IA em anúncios ou páginas de venda, é importante fazer uma revisão final. Vale verificar:
Se o produto corresponde ao item real vendido;
Se o tamanho da embalagem não foi distorcido;
Se o rótulo não promete benefícios inexistentes;
Se a imagem não pode induzir o consumidor ao erro.
Esse cuidado é ainda mais importante em alimentos, cosméticos e suplementos. As imagens geradas por IA funcionam melhor como apoio visual, mockup ou peça de marketing. Quando houver diferenças relevantes entre o produto real e a arte criada, o ideal é deixar isso claro para evitar problemas com consumidores.
A IA pode acelerar a criação visual, mas a responsabilidade comercial continua sendo do vendedor.
Muita gente recorre ao ChatGPT ou ao Gemini para gerar imagens simplesmente porque já usa esses assistentes no dia a dia. A conveniência pesa, mas isso não significa que eles sejam a melhor escolha para design, tipografia, vetores, criação de logos, assets de games ou fluxos profissionais mais exigentes.
O mercado de geração de imagens por IA amadureceu bastante em muito pouco tempo. Hoje existem ferramentas especializadas que entregam mais controle criativo, mais qualidade em tarefas específicas e, em muitos casos, custo-benefício superior.
7 IAs para gerar imagens
Esta lista não reúne apenas as IAs mais famosas, mas sim as mais úteis em cenários reais de criação. Cada ferramenta foi avaliada com base em quatro critérios: facilidade para iniciantes, qualidade do resultado, controle criativo e custo.
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Veja a lista completa abaixo:
7. Ideogram: porta de entrada para texto em imagens
6. Recraft: escolha ideal para designers, vetores e branding
5. Krea: para quem quer experimentar rápido e refinar depois
4. Leonardo.Ai: bom para personagens, assets e consistência visual
3. Scenario: opção para games e produção em escala
2. Freepik/Magnific: para quem quer IA junto com banco de imagens
1. Tensor.Art: para entusiastas que querem brincar com modelos e LoRAs
7. Ideogram: porta de entrada para texto em imagens
O Ideogram é uma IA feita para criar imagens com texto de forma bem precisa, algo que ainda é difícil em muitas ferramentas. Ele é muito usado para fazer pôsteres, capas, thumbnails e peças de marketing porque consegue manter as palavras legíveis e organizar bem o layout, estilo e hierarquia visual.
É uma das opções mais simples para transformar frases em imagens prontas, mas o uso gratuito é limitado e as criações costumam ser públicas, o que pode não ser ideal para projetos privados.
Preço: gratuito com 10 créditos semanais e planos a partir de US$ 20/mês
Ideogram é uma IA que gera imagens com texto integrado de forma precisa, ideal para pôsteres, capas e peças de design. (Imagem: Captura de tela/Viviane França/Canaltech)
6. Recraft: escolha ideal para designers, vetores e branding
Use o Recraft como recomendação para quem quer algo menos “arte bonita” e mais “peça pronta para design”. A ferramenta se destaca em vetores editáveis, mockups, ícones, anúncios, logos e consistência visual de marca.
O plano gratuito dá 30 créditos por dia, mas as imagens ficam públicas e há limitações de direitos e privacidade. Já os planos pagos liberam geração privada e direitos comerciais.
Preço: gratuito com 30 créditos por dia e planos a partir de R$ 12/mês
Recraft é uma IA de design que cria vetores (SVG), logos e peças de branding prontas para uso profissional. (Imagem: Captura de tela/Viviane França/Canaltech)
5. Krea: para quem quer experimentar rápido e refinar depois
O Krea é uma plataforma de criação visual em tempo real que prioriza velocidade e experimentação. Em vez de apenas gerar imagens finais, ele permite testar ideias instantaneamente, ajustar estilos, criar variações e fazer upscale de imagens com alta resolução, chegando a níveis muito detalhados.
Também é usado como ambiente criativo para explorar diferentes modelos de IA de forma rápida, o que o torna popular entre social media, criadores e designers que precisam iterar bastante antes de chegar ao resultado final.
Disponível em: Web Preço: gratuito com limites de uso e planos a partir de R$ 9/mês
Krea é uma IA criativa em tempo real que permite gerar, testar e melhorar imagens com recursos de upscale e variações. (Imagem: Captura de tela/Viviane França/Canaltech)
4. Leonardo.Ai: bom para personagens, assets e consistência visual
O Leonardo.Ai é uma das ferramentas mais completas para criação de personagens, concept art e assets visuais consistentes, sendo bastante usado em jogos e ilustração digital.
Ele oferece modelos treinados para estilos específicos, além de recursos que ajudam a manter a mesma identidade visual em várias imagens, algo essencial para narrativas e projetos contínuos.
Também permite treinar estilos próprios e organizar criações em coleções, mas o sistema de tokens pode exigir algum planejamento dependendo do volume de uso.
Preço: gratuito com 150 tokens/dia e planos a partir de US$ 12 por mês
Leonardo.Ai é uma IA focada em criação de personagens, concept art e assets visuais com consistência de estilo. (Imagem: Captura de tela/Viviane França/Canaltech)
3. Scenario: opção para games e produção em escala
O Scenario é uma ferramenta feita para desenvolvedores e estúdios que precisam criar muitos assets mantendo o mesmo estilo visual. Ele permite treinar modelos personalizados com o estilo de um projeto e organizar fluxos de produção para gerar personagens, cenários e objetos em grande escala.
Isso o torna uma ferramenta mais técnica e menos voltada para uso casual, já que seu foco está na criação estruturada de conteúdo para jogos e produtos digitais.
Preço: gratuito com 50 créditos por dia e planos a partir de US$ 15/mês
Scenario é uma IA para estúdios e desenvolvedores que precisam criar muitos assets de games com o mesmo estilo visual. (Imagem: Captura de tela/Viviane França/Canaltech)
2. Freepik/Magnific: para quem quer IA junto com banco de imagens
O Freepik, atual Magnific, funciona como um ecossistema completo para criação de conteúdo visual. Ele traz geração de imagens, edição, upscale e acesso a um enorme banco de fotos, vetores e ilustrações, o que facilita bastante o trabalho de marketing e produção de conteúdo.
É uma solução para quem precisa criar peças comerciais rapidamente, embora o sistema de créditos e limites de velocidade em alguns planos exija atenção no uso contínuo.
Freepik/Magnific é uma plataforma que combina IA de geração de imagens com banco de assets e ferramentas de design para marketing. (Imagem: Captura de tela/Viviane França/Canaltech)
1. Tensor.Art: para entusiastas que querem brincar com modelos e LoRAs
O Tensor.Art é uma plataforma focada na exploração de modelos de IA criados pela comunidade, incluindo LoRAs e estilos personalizados. Ele é muito popular entre usuários que gostam de testar diferentes estéticas, especialmente em áreas, como anime, ilustração e design experimental.
Além de gerar imagens, ele funciona como um catálogo vivo de modelos que podem ser usados e combinados livremente, embora a experiência possa ser mais complexa para iniciantes devido à variedade de opções e cuidados com licenças de uso.
Preço: gratuito com opção Pro que custa US$ 9,90/mês
Tensor.Art é uma plataforma de IA baseada em modelos da comunidade, usada para explorar estilos diferentes e LoRAs. (Imagem: Captura de tela/Viviane França/Canaltech)
Como escolher a melhor IA para cada perfil?
A melhor IA para gerar imagens depende do seu nível de experiência e do tipo de trabalho que você quer fazer. Para iniciantes, ferramentas como Ideogram, Krea e Freepik/Magnific são mais simples e rápidas de usar, ajudando a criar imagens boas sem precisar de muita configuração.
Já para designers e social media, Recraft, Krea e Freepik/Magnific oferecem mais controle e opções de edição, o que facilita criar peças mais profissionais.
Para quem trabalha com games, personagens e concept art, Leonardo.Ai e Scenario são as melhores opções, já que ajudam a manter consistência visual e permitem criar muitos assets no mesmo estilo.
Agora, os entusiastas que gostam de testar modelos diferentes, LoRAs e estilos da comunidade encontram no Tensor.Art um ambiente mais livre para experimentar e explorar novas possibilidades criativas.
Para quem usa inteligência artificial no dia a dia, é comum bater no limite do plano gratuito justamente quando a ferramenta mais faz falta. Nesse ponto, muita gente descobre que o plano Plus pode custar mais que a soma de vários serviços de streaming, o que torna o acesso mais pesado no orçamento.
A boa notícia é que existem caminhos oficiais, promoções e alternativas que ajudam a reduzir esse custo. Porém, é importante entender que nem todas as opções entregam a mesma experiência. O ChatGPT Go, por exemplo, é uma alternativa oficial mais barata, porém o Plus e o Pro mantêm níveis avançados de recursos.
A seguir, tire suas dúvidas sobre:
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6 formas de pagar mais barato no ChatGPT
O que evitar: conta compartilhada, revenda e “Plus vitalício”
Qual opção escolher?
6 formas de pagar mais barato no ChatGPT
Confira seis formas de pagar menos na assinatura do ChatGPT:
ChatGPT Go como porta de entrada mais barata
Cliente Nubank usa o ChatGPT Go grátis
Rappi e Rappi Pro Black com meses gratuitos
Claro com meses de ChatGPT Plus em planos selecionados
Cupons, convites e promoções oficiais da OpenAI
Agregadores de IA como alternativa ao Plus
1. ChatGPT Go como porta de entrada mais barata
O ChatGPT Go é a opção de entrada para pagar menos sem depender de cupons ou promoções externas. Ele foi posicionado no Brasil por cerca de R$ 39,99 ao mês, ficando aproximadamente 65% mais barato que o plano Plus.
Ele amplia os limites de uso em comparação ao plano gratuito, incluindo mais mensagens, geração de imagens, uploads de arquivos e maior capacidade de memória nas conversas. Ainda assim, não substitui totalmente o Plus para usuários avançados, já que recursos intensivos e ferramentas profissionais continuam restritos às faixas superiores.
2. Cliente Nubank usa o ChatGPT Go grátis
Clientes do Nubank podem acessar o ChatGPT Go gratuitamente por períodos promocionais que variam conforme o perfil: 30 dias na experiência padrão, 3 meses no Nubank+ e até 1 ano para clientes Ultravioleta.
No entanto, existem regras de elegibilidade. Os usuários do plano padrão normalmente só podem ativar a oferta se nunca tiverem assinado uma versão paga do ChatGPT antes. Após o período gratuito, a assinatura é cobrada automaticamente em R$ 39,99, caso não seja cancelada.
3. Rappi e Rappi Pro Black com meses gratuitos
A Rappi também oferece benefícios promocionais ligados ao ChatGPT Go. No geral, contas ativas podem resgatar 1 mês gratuito, enquanto assinantes do Rappi Pro Black podem ter até 6 meses sem custo adicional.
A campanha é válida até 31 de agosto de 2026 e é destinada a usuários elegíveis que não tenham tido assinatura paga recente do ChatGPT. Assim como em outras promoções, a assinatura entra em renovação automática após o período gratuito, exigindo cancelamento manual para evitar cobrança.
4. Claro com meses de ChatGPT Plus em planos selecionados
A Claro oferece vouchers de ChatGPT Plus como benefício em alguns planos de internet e celular, com períodos de gratuidade que variam conforme o pacote contratado. Em combos mais completos, como o Claro Fibra + plano de celular Pós-Pago na modalidade Multi, novos clientes podem receber até 4 meses gratuitos de ChatGPT Plus.
Existem algumas maneiras de acessar os planos do ChatGPT de graça por tempo limitado. (Imagem: Viviane França/Canaltech)
Já nos demais casos elegíveis, o benefício costuma ser de 2 meses sem custo, incluindo novos clientes Multi com Claro Fibra + plano de celular Controle, além de consumidores que contratam apenas Claro Fibra, Claro Pós-Pago ou Claro Controle.
O resgate geralmente é feito pelo app Minha Claro ou pelo portal Claro Clube dentro de um prazo específico após a ativação do serviço. É importante destacar que o benefício não é universal, ele depende do plano contratado e normalmente é restrito a novos clientes ou upgrades. Ao final do período promocional, a assinatura é encerrada automaticamente.
5. Cupons, convites e promoções oficiais da OpenAI
A OpenAI também disponibiliza testes gratuitos e convites promocionais em situações específicas, seja por e-mail, dentro da própria plataforma ou por meio de parceiros.
Essas ofertas seguem regras rígidas. Geralmente são limitadas a novos usuários ou àqueles que usam o plano gratuito, não podem ser revendidas ou transferidas e expiram após um período determinado. Além disso, mesmo quando gratuitas, costumam exigir cadastro com método de pagamento, já prevendo cobrança automática após o fim do teste.
6. Agregadores de IA como alternativa ao Plus
Outra forma de reduzir custos é usar plataformas agregadoras, que reúnem diferentes modelos de IA em uma única assinatura. Elas não são o ChatGPT Plus em si, mas permitem acesso a modelos da OpenAI e concorrentes em um mesmo ambiente.
Entre as opções mais conhecidas estão:
Poe: a partir de R$ 24,90/mês, com sistema de créditos/pontos e acesso a múltiplos modelos.
Inner AI: plano Lite a partir de R$ 49,90/mês, com acesso a GPT, Claude, Gemini, DeepSeek e ferramentas de imagem e apresentações.
Tess AI: planos a partir de R$ 75/mês, com foco em uso por volume e centenas de modelos disponíveis.
Adapta One: cerca de R$ 99/mês (plano anual), com acesso a múltiplos modelos e conteúdos educacionais.
Essas plataformas podem ser mais baratas para quem usa várias IAs, mas não replicam exatamente a experiência, limites ou recursos do ChatGPT.
O que evitar: conta compartilhada, revenda e “Plus vitalício”
Independentemente da alternativa escolhida, é essencial evitar marketplaces que vendem logins compartilhados, grupos de rateio ou promessas de acesso “vitalício”.
Além do risco de fraude, esse tipo de prática expõe dados pessoais e conversas. As promoções oficiais da OpenAI não permitem revenda, transferência ou duplicação de acesso, e o descumprimento pode levar ao bloqueio da conta.
Qual opção escolher?
A escolha da forma mais econômica depende do perfil de uso:
Para uso moderado, o ChatGPT Go costuma ser o ponto de entrada mais acessível.
Quem já tem benefícios do Nubank ou Rappi pode aproveitar períodos gratuitos.
Quem vai contratar serviços de telecom pode encontrar bônus no plano da Claro.
Para quem usa várias IAs, agregadores podem ser mais vantajosos.
Já para uso profissional intenso e contínuo, o Plus ainda tende a ser a opção mais equilibrada em recursos.
Fotos antigas sempre carregam algum tipo de memória importante. Pode ser um retrato dos avós, uma foto escolar esquecida numa gaveta ou um álbum de família já desgastado pelo tempo. Hoje, ferramentas, como o ChatGPT, permitem restaurar fotos usando comandos simples.
Em vez de programas complexos de edição, é só enviar a imagem e pedir ajustes, como remoção de riscos, recuperação de contraste, correção de manchas, colorização ou aumento de resolução.
A própria OpenAI informa que o ChatGPT pode criar imagens, editar arquivos enviados pelo usuário e realizar modificações a partir de instruções escritas. Isso abriu espaço para restaurações rápidas até para quem nunca usou softwares profissionais de fotografia.
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A seguir, tire suas dúvidas sobre:
O que dá para fazer com fotos antigas no ChatGPT?
Como manter a fidelidade ao original?
Como usar os prompts?
12 prompts para restaurar fotos antigas no ChatGPT
O que dá para fazer com fotos antigas no ChatGPT?
A restauração com IA consegue resolver vários problemas comuns em fotografias antigas, como:
Remover riscos, dobras e manchas;
Recuperar contraste perdido pelo tempo;
Reduzir granulação e ruído;
Melhorar nitidez sem exagerar;
Colorir fotos em preto e branco;
Ampliar a resolução de imagens pequenas;
Reconstruir áreas rasgadas ou incompletas;
Recuperar detalhes de rostos e roupas.
O ponto mais importante é entender que restaurar não significa transformar completamente a imagem. Os melhores resultados normalmente preservam o aspecto original da fotografia, mantendo textura, iluminação, expressão das pessoas e contexto histórico da cena.
Como manter a fidelidade ao original?
Quando a IA exagera na suavização ou tenta “modernizar” demais o retrato, a foto pode acabar artificial, com aparência plastificada ou traços diferentes dos originais. Para evitar isso, você pode pedir para o chatbot manter:
Traços originais;
Idade aparente das pessoas;
Roupas e penteados da época;
Iluminação natural da foto;
Enquadramento original;
Textura fotográfica antiga;
Pequenas imperfeições naturais do filme.
Também ajuda muito usar termos como:
“Preserve a aparência original”;
“Evite aparência artificial”;
“Não altere traços faciais”;
“Mantenha o estilo fotográfico da época”;
“Restauração conservadora”.
Como usar os prompts?
Para usa os prompts, é bem fácil:
Abra o ChatGPT;
Anexe a foto antiga;
Cole um dos prompts abaixo na caixa de texto
Ajuste detalhes conforme o tipo de imagem.
Você pode trocar termos como “retrato”, “foto de família”, “casamento”, “imagem escolar” ou “foto rasgada” dependendo do caso.
Se o resultado ficar exagerado, peça uma versão mais conservadora. Muitas vezes, pequenos ajustes deixam a foto mais natural do que uma restauração muito pesada logo na primeira tentativa.
12 prompts para restaurar fotos antigas no ChatGPT
Veja 12 comandos para restaurar suas fotos antigas com o ChatGPT:
Restauração geral com máxima fidelidade
Retrato antigo em preto e branco
Colorização realista de foto P&B
Foto desbotada pelo tempo
Foto rasgada ou com partes danificadas
Foto de família antiga
Retrato de casamento antigo
Foto escolar ou de formatura
Foto muito granulada ou sem nitidez
Ampliação com preservação de detalhes
Correção de manchas, fungos e amarelado
Versão conservadora para arquivo familiar
1. Restauração geral com máxima fidelidade
Muitas fotos antigas de família acabam acumulando pequenos danos com o tempo, como riscos, poeira, manchas e perda leve de contraste. Isso acontece bastante em imagens guardadas em álbuns antigos, caixas ou porta-retratos expostos por muitos anos.
Nesse tipo de restauração, o mais importante é preservar a identidade das pessoas e a aparência original da cena. A ideia é recuperar a foto sem transformar expressões, roupas, iluminação ou características da época.
Prompt:
“Restaure esta foto antiga mantendo o máximo de fidelidade ao registro original. Corrija riscos, manchas, poeira, áreas desbotadas e perda leve de nitidez, mas preserve os rostos, expressões, roupas, cenário, iluminação e enquadramento. Não altere a identidade das pessoas nem modernize a imagem. O resultado deve parecer uma fotografia antiga bem preservada, realista e natural.”
Muitas fotos antigas de família acabam acumulando pequenos danos com o tempo. (Imagem: Robindo/Pixabay / Gerada por IA/ChatGPT)
2. Retrato antigo em preto e branco
Os retratos antigos costumam perder detalhes do rosto ao longo dos anos, principalmente em áreas escuras do cabelo, olhos e roupas, sendo comum em fotografias de estúdio feitas décadas atrás.
O desafio aqui é recuperar definição sem deixar a imagem com aparência moderna demais. Quando a restauração exagera, a pele pode ficar lisa artificialmente e os traços originais acabam mudando.
Prompt:
“Restaure este retrato antigo em preto e branco com aparência realista. Reduza ruídos, riscos e manchas, recupere detalhes do rosto, cabelo e roupas, melhore contraste e nitidez de forma sutil e preserve a textura fotográfica original. Não deixe a pele artificial, não mude feições e não adicione elementos que não existam na imagem.”
Os retratos antigos costumam perder detalhes do rosto ao longo dos anos. (Imagem: Gallen-Kallelan Museon/Unsplash / Gerada por IA/ChatGPT)
3. Colorização realista de foto P&B
Muita gente gosta de ver fotos antigas colorizadas para aproximar o registro da realidade da época, o que costuma funcionar especialmente bem em retratos de avós, cenas urbanas antigas e imagens de infância.
O cuidado principal é evitar cores exageradas ou modernas demais. Tons muito fortes podem tirar completamente o aspecto histórico da fotografia.
Prompt:
“Colorize esta foto em preto e branco de maneira historicamente plausível e realista. Use tons naturais de pele, cabelo, roupas e ambiente, respeitando a época provável da imagem. Mantenha a iluminação original, o contraste e a textura de foto antiga. Evite cores saturadas ou aparência moderna demais. Preserve integralmente os rostos e o enquadramento.”
Muita gente gosta de ver fotos antigas colorizadas para aproximar o registro da realidade da época. (Imagem: Robindo/Pixabay / Gerada por IA/ChatGPT)
4. Foto desbotada pelo tempo
Fotos antigas impressas em papel costumam perder intensidade de cor e contraste depois de décadas armazenadas. Em alguns casos, a imagem parece “lavada”, com sombras apagadas e pouca definição.
Recuperar essas áreas ajuda a tornar a foto mais legível sem perder o aspecto analógico original do registro.
Prompt:
“Recupere esta foto antiga desbotada, melhorando contraste, brilho, tons médios e definição geral. Reforce os detalhes perdidos sem exagerar na nitidez e sem criar aparência artificial. Preserve as cores originais quando possível, mantendo o aspecto de fotografia analógica envelhecida, mas bem conservada.”
Fotos antigas impressas em papel costumam perder intensidade de cor e contraste depois de décadas armazenadas. (Imagem: Moises Caro/Pexels / Gerada por IA/ChatGPT)
5. Foto rasgada ou com partes danificadas
Álbuns antigos frequentemente guardam fotos dobradas, rasgadas ou com pedaços faltando. Isso acontece muito em imagens manipuladas várias vezes ao longo dos anos ou armazenadas de forma inadequada.
Nessas situações, o ideal é reconstruir apenas o necessário para recuperar a leitura da imagem sem criar elementos novos que nunca existiram.
Prompt:
“Restaure esta foto danificada corrigindo rasgos, dobras, marcas, buracos e áreas faltantes. Reconstrua apenas o que for necessário com base no conteúdo ao redor, mantendo coerência visual e realismo. Preserve rostos, corpos, roupas, cenário e iluminação originais. Não invente novos objetos, pessoas ou detalhes decorativos sem necessidade.”
Álbuns antigos frequentemente guardam fotos dobradas, rasgadas ou com pedaços faltando. (Imagem: Duc Nguyen/Unsplash / Gerada por IA/ChatGPT)
6. Foto de família antiga
Fotos de família costumam reunir várias gerações em uma única cena, o que torna qualquer alteração facial ainda mais perceptível. Pequenas mudanças em expressões ou idade aparente podem descaracterizar completamente o registro.
Por isso, o foco aqui é recuperar limpeza e nitidez mantendo todas as pessoas exatamente como aparecem na imagem original.
Prompt:
“Restaure esta foto de família antiga com cuidado documental. Corrija manchas, riscos, ruído, desbotamento e perda de nitidez, mantendo a composição original e a aparência natural de todas as pessoas. Não altere idade, traços faciais, expressões, roupas ou posições. O resultado deve parecer uma versão limpa e preservada da mesma foto.”
Fotos de família costumam reunir várias gerações em uma única cena, o que torna qualquer alteração facial ainda mais perceptível. (Imagem: Brett Jordan/Pexels / Gerada por IA/ChatGPT)
7. Retrato de casamento antigo
Fotos antigas de casamento normalmente têm muitos detalhes delicados em tecidos, véus, penteados e iluminação. Com o tempo, parte dessas informações pode desaparecer por desgaste físico ou baixa qualidade da digitalização.
Para restaurar esse tipo de imagem, é necessário recuperar detalhes importantes sem transformar a estética original da cerimônia.
Prompt:
“Restaure esta fotografia antiga de casamento preservando o estilo da época. Melhore nitidez, contraste e detalhes dos rostos, roupas e fundo, removendo manchas, riscos e sinais de desgaste. Se houver colorização, use tons suaves e realistas. Não modernize vestido, terno, penteado, maquiagem ou cenário.”
Para restaurar imagens de casamento, é necessário recuperar detalhes sem transformar a estética da cerimônia. (Imagem: Maxim Bordyug/Pexels / Gerada por IA/ChatGPT)
8. Foto escolar ou de formatura
Fotos escolares antigas frequentemente apresentam baixa definição, desgaste nas bordas e manchas causadas pelo armazenamento ao longo dos anos, sendo comum em imagens coletivas.
Prompt:
“Restaure esta foto escolar antiga mantendo a aparência fiel ao período em que foi tirada. Remova poeira, riscos, manchas e desbotamento, melhore a leitura dos rostos e roupas e preserve o fundo original. Evite suavização excessiva da pele ou mudanças nas expressões. O resultado deve parecer uma foto antiga restaurada profissionalmente.”
Fotos escolares antigas frequentemente apresentam baixa definição, desgaste nas bordas e manchas. (Imagem: Boston Public Library/Unsplash / Gerada por IA/ChatGPT)
9. Foto muito granulada ou sem nitidez
Digitalizações antigas ou fotos tiradas com câmeras mais simples podem apresentar granulação excessiva e pouca definição. Em alguns casos, detalhes do rosto praticamente desaparecem.
O desafio é melhorar a clareza sem eliminar completamente a textura analógica natural da fotografia, mas é possível fazer isso com a ajuda da IA.
Prompt:
“Melhore esta foto antiga com muito granulado e baixa nitidez. Reduza ruído de forma moderada, recupere detalhes visíveis e aumente a clareza geral sem transformar a imagem em uma foto moderna ou artificial. Preserve a textura analógica, os contornos naturais e todas as características originais das pessoas e do ambiente.”
Digitalizações antigas podem apresentar granulação excessiva e pouca definição. (Imagem: Tom Fisk/Pexels / Gerada por IA/ChatGPT)
10. Ampliação com preservação de detalhes
Muitas fotos antigas existem apenas em versões pequenas, recortadas ou digitalizadas em baixa resolução, o que dificulta a impressão, o compartilhamento ou a preservação digital.
É necessário ampliar a imagem com cuidado para recuperar definição sem criar rostos artificiais ou detalhes irreais gerados pela IA.
Prompt:
“Amplie esta foto antiga para uma versão em alta resolução, preservando a fidelidade ao original. Aumente adefinição de rostos, roupas e cenário sem inventar detalhes irreais. Mantenha granulação fotográfica sutil, iluminação original e aparência histórica. Não altere traços faciais, proporções, enquadramento ou estilo da imagem.”
Muitas fotos antigas existem apenas em versões pequenas, recortadas ou digitalizadas em baixa resolução. (Imagem: Duc Nguyen/Unsplash / Gerada por IA/ChatGPT)
11. Correção de manchas, fungos e amarelado
Fotos antigas guardadas por décadas podem desenvolver manchas de fungo, amarelamento e alterações irregulares de cor causadas pela umidade e pelo envelhecimento do papel.
Prompt:
“Restaure esta foto antiga removendo manchas, marcas de fungo, amarelado, sujeira e variações irregulares de cor. Reequilibre tons, contraste e luminosidade com naturalidade. Preserve textura de papel fotográfico, sombras originais e detalhes do registro. O resultado deve parecer limpo, mas ainda fiel à foto original.”
Fotos antigas guardadas por décadas podem desenvolver manchas de fungo e amarelamento. (Imagem: Brett Jordan/Unsplash / Gerada por IA/ChatGPT)
12. Versão conservadora para arquivo familiar
Algumas imagens têm valor histórico ou afetivo tão grande que o objetivo não é “embelezar”, mas apenas interromper os efeitos do tempo. Isso acontece muito em arquivos familiares, retratos raros e registros antigos de parentes já falecidos.
Prompt:
“Faça uma restauração conservadora desta foto antiga, priorizando preservação histórica em vez de embelezamento. Corrija apenas danos evidentes, como riscos, poeira, manchas e desbotamento. Mantenha imperfeições naturais, textura original, enquadramento, iluminação e aparência da época. Não altere rostos, roupas, cenário ou atmosfera da imagem.”
Algumas imagens têm valor histórico ou afetivo tão grande que o objetivo é apenas interromper os efeitos do tempo. (Imagem: Suzy Hazelwood/Pexels / Gerada por IA/ChatGPT)
Como vimos, na restauração de fotos antigas, o resultado normalmente melhora quando o pedido é mais específico e menos exagerado. Em vez de apostar em comandos muito criativos, vale focar em correções técnicas como remoção de riscos, recuperação de contraste, redução de manchas e melhoria leve de nitidez.
Também ajuda repetir instruções como “preserve a identidade”, “não modernize a imagem” e “mantenha fidelidade ao original”. Esse tipo de orientação reduz as chances de a IA alterar rostos, suavizar demais a pele ou criar detalhes artificiais que descaracterizam a fotografia.
A Samsung começou a liberar a One UI 8.5 em maio de 2026, mas a atualização deve chegar apenas a celulares lançados a partir de 2023. Com isso, modelos de 2022, como a linha Galaxy S22 e os dobráveis Galaxy Z Fold 4 e Z Flip 4, ficaram fora da lista inicial de aparelhos compatíveis.
A exclusão da linha Galaxy S22 marca uma mudança importante na política da Samsung. Embora esses aparelhos já tenham recebido a versão original do Android 16 com a One UI 8.0, o desenvolvimento da versão 8.5 para modelos de 2022 teria sido encerrado em abril. Isso acontece porque a nova atualização usa uma base mais complexa do Android 16 (o QPR2), exigindo mais testes e adaptações para funcionar corretamente nos celulares antigos.
Além disso, como muitos aparelhos de 2022 já atingiram o limite de quatro grandes atualizações do Android garantidas pela Samsung, a empresa não teria obrigação de adaptar versões intermediárias mais avançadas para esse hardware.
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A nova versão da interface aposta em recursos de inteligência artificial, ampliando a integração do Galaxy AI e do Awesome Intelligence em smartphones e tablets mais recentes da marca. Entre os aparelhos confirmados estão as linhas Galaxy S25, S24 e S23, além dos dobráveis Galaxy Z Fold5, Fold6, Fold7, Z Flip5, Flip6 e Flip7, além dos intermediários da linha A, que inclui do Galaxy A15 ao A56.
A Samsung deve limitar a One UI 8.5 a celulares Galaxy lançados a partir de 2023. (Imagem: Wallace Moté/Canaltech)
Quais celulares não vão receber a One UI 8.5?
Segundo as informações atuais, estes são alguns dos principais celulares da Samsung que devem ficar de fora da One UI 8.5:
Como saber se seu celular vai receber a One UI 8.5?
A forma mais simples de saber se o celular vai receber a One UI 8.5 é verificar se ele ainda terá atualização para o Android 17. A Samsung deve liberar a nova interface apenas para aparelhos com suporte às próximas versões do sistema.
Se o Android 16 foi a última grande atualização prometida para o seu modelo, como ocorre com a linha Galaxy S22, A33 e A53, as chances de receber a One UI 8.5 são muito baixas.
Quais Galaxy vão receber a One UI 8.5?
Os celulares Galaxy que vão receber a One UI 8.5 são:
Centenas de editores voluntários da Wikipedia estão ameaçando iniciar uma greve após a Fundação Wikimedia dissolver a equipe de “Community Tech”, composta por cinco engenheiros e um gerente que eram responsáveis por desenvolver ferramentas usadas diariamente pela comunidade da enciclopédia online.
A petição já reúne mais de 700 colaboradores da versão em inglês do site, responsáveis por milhões de edições e dezenas de milhares de artigos publicados ao longo dos anos. A proposta discutida pelos voluntários envolve interromper atividades rotineiras de moderação e manutenção da plataforma.
Caso a paralisação avance, as tarefas, como remoção de spam, correção de erros, combate a vandalismos menores e atualização de páginas, deixariam de ser realizadas regularmente. Os editores afirmam que apenas casos considerados graves, como assédio ou informações falsas sobre pessoas vivas, continuariam sendo monitorados.
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Entre as medidas debatidas pelos voluntários também está o bloqueio de banners de doação exibidos na Wikipedia, o que poderia afetar a arrecadação da organização.
Como a Wikipedia depende quase totalmente de trabalho voluntário, uma paralisação prolongada poderia comprometer a qualidade e a atualização do conteúdo da plataforma. A cobertura de notícias seria uma das áreas mais afetadas, já que novos artigos sobre eventos recentes poderiam deixar de ser criados ou atualizados rapidamente.
Além disso, a Wikipedia serve de fonte para plataformas de inteligência artificial e sistemas de busca, o que pode ampliar os impactos caso o conteúdo do site fique desatualizado ou perca qualidade.
Centenas de editores da Wikipedia ameaçam entrar em greve após a Fundação Wikimedia encerrar uma equipe técnica importante para a comunidade da plataforma. (Imagem: Oberon Copeland/Unsplash)
Por que os editores ameaçam greve?
A crise começou após a Wikimedia Foundation anunciar o fim da equipe Community Tech em 20 de maio. O grupo funcionava como ponte entre os funcionários da fundação e os voluntários da Wikipedia, criando recursos pedidos pela comunidade, incluindo detectores de plágio, ferramentas gráficas e melhorias de interface. Segundo a fundação, a mudança busca distribuir o suporte técnico entre diferentes equipes para reduzir gargalos internos.
Apesar da justificativa oficial, parte da comunidade acredita que a decisão pode estar ligada ao movimento de sindicalização de funcionários da Wikimedia, organizado sob o nome Wiki Workers United. A fundação nega qualquer retaliação sindical, mas o clima entre os editores segue de desconfiança e revolta.
Outro motivo de insatisfação envolve a chamada “Wishlist”, uma lista pública onde os colaboradores sugerem novos recursos e melhorias para o site. Segundo os editores, o sistema já apresentava problemas há anos, acumulando atrasos e demandas não atendidas. Para parte da comunidade, encerrar justamente a equipe responsável por lidar com essas solicitações agravou ainda mais a situação.
Os usuários do ChatGPT para Android poderão em breve encontrar mensagens específicas com mais facilidade dentro de conversas longas, segundo o site Android Authority. A OpenAI está desenvolvendo uma nova ferramenta chamada “Find in chat”, descoberta na versão 1.2026.146 do aplicativo durante uma análise técnica do APK.
O recurso foi ativado manualmente pela equipe do Android Authority. Nos testes, uma nova opção apareceu no menu de três pontos da conversa para buscar palavras ou trechos específicos dentro do chat ativo sem precisar rolar manualmente toda a conversa. Atualmente, algo parecido já existe na versão web do ChatGPT usando o atalho “Ctrl + F”, mas os aplicativos móveis ainda não contam com uma ferramenta nativa equivalente.
Além da pesquisa interna, a OpenAI prepara outras mudanças na interface do aplicativo. O menu acessado pelo botão “+” deve ganhar uma reorganização, com o agrupamento das ferramentas “Deep Research”, “Thinking”, “Web Search” e “Create Image” em uma nova seção chamada “Plugins”.
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A Biblioteca do app também deve receber melhorias, incluindo visualização em lista ou grade, seleção múltipla de arquivos e suporte para anexar itens nas conversas usando o símbolo “@”. Isso deve simplificar o processo atual, já que hoje o usuário precisa abrir a Biblioteca, procurar manualmente o arquivo desejado e só então anexá-lo ao chat.
ChatGPT para Android testa uma busca interna para localizar mensagens em conversas longas. (Imagem: Viviane França/Canaltech)
Quando a nova pesquisa interna chega ao ChatGPT?
Ainda não há previsão para o lançamento da nova pesquisa interna no Android. A função foi descoberta durante uma análise APK teardown do aplicativo, processo usado para encontrar recursos que ainda estão em desenvolvimento antes de serem liberados oficialmente.
Esse tipo de análise costuma antecipar novidades, mas isso não significa que elas serão lançadas. Recursos em teste podem mudar, ganhar outro nome ou até serem cancelados antes de chegar ao público em uma atualização da OpenAI.
Todo fã de Os Cavaleiros do Zodíaco imaginou como seria vestir os trajes de seu personagem favorito ou como ficaria com as lendãrias armaduras de ouro. Nas redes sociais, muitos estão recriando suas fotos como guerreiros de Atena usando Inteligência Artificial, com direito a detalhes metálicos, aura cósmica, cenários épicos e visual digno de abertura clássica de anime.
Prompts de Cavaleiros de Prata, Aço, Pretos e Divinos
Como personalizar os prompts?
O que você pode trocar nos prompts?
Antes de começar: cuidados com a foto
Para a IA conseguir transformar sua imagem em um guerreiro do Zodíaco sem perder seus traços, vale escolher uma foto bem nítida, de preferência frontal e com boa iluminação. Imagens muito escuras, cheias de filtros ou com o rosto parcialmente escondido costumam confundir a ferramenta e deixam o resultado menos natural.
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Também ajuda bastante anexar imagens da armadura ou do cavaleiro que você quer recriar. Quanto mais ângulos e detalhes a IA tiver como base, maiores as chances de ela acertar elementos, como asas, escudos, correntes, brilho metálico e até o estilo da aura cósmica. Sabe-se que, em Saint Seiya, as Amazonas clássicas usam máscaras, mas tomaremos como exemplo obras como Saintia Shô e Omega, nas quais o item não é obrigatório e traz mais personalidade às imagens.
Vale reforçar que é importante evitar usar fotos de outras pessoas sem autorização e dar uma olhada nas configurações de privacidade da plataforma antes de enviar qualquer imagem. No caso do ChatGPT, existem controles que permitem decidir se suas conversas podem ou não ser usadas para melhorar os modelos da empresa.
Prompts de Cavaleiros de Bronze
A categoria dos Cavaleiros de Bronze é a mais nostálgica para fãs de Saint Seiya. Aqui, cada armadura funciona quase como uma “personalidade visual”: Pégaso representa o herói clássico, Dragão transmite disciplina, Cisne aposta no visual frio e elegante, Andrômeda mistura sensibilidade e poder, enquanto Fênix carrega intensidade máxima.
Veja 5 prompts dos Cavaleiros de Bronze para você testar:
1. Armadura de Pégaso
2. Armadura de Dragão
3. Armadura de Cisne
4. Armadura de Andrômeda
5. Armadura de Fênix
1. Armadura de Pégaso
A armadura de Pégaso representa o arquétipo mais clássico do herói de anime, com visual brilhante, aura azul intensa e cenário inspirado na Grécia Antiga. A ideia do prompt é transmitir coragem, velocidade e aquela sensação de que o personagem está prestes a lançar meteoros na direção dos inimigos.
Prompt: “Transforme minha foto em um Cavaleiro de Bronze com armadura de Pégaso. Preserve meu rosto e minha identidade. A armadura deve ser azul, prata e branca, com capacete leve, ombreiras metálicas, peitoral brilhante e detalhes que lembrem asas. Coloque o personagem em ruínas da Grécia Antiga, com colunas de mármore, céu estrelado, poeira dourada e uma aura azul de cosmo subindo ao redor do corpo. A pose deve ser heroica, como se estivesse prestes a lançar um golpe de energia.”
A armadura de Pégaso representa o arquétipo mais clássico do herói de anime. (Imagem: Gerada por IA/Gemini)
2. Armadura de Dragão
O Cavaleiro de Dragão aposta em uma presença mais disciplinada e imponente. Escamas metálicas, tons verde-esmeralda e cenários montanhosos ajudam a construir um visual espiritual e poderoso, inspirado em dragões orientais.
Prompt: “Transforme minha foto em um Cavaleiro de Bronze com armadura de Dragão. Preserve meu rosto e minha identidade. A armadura deve ter tons verde-esmeralda, prata e bronze, com textura de escamas metálicas, escudo no braço esquerdo e detalhes inspirados em um dragão oriental. O cenário deve mostrar montanhas antigas, cachoeiras, névoa e pedras sagradas. Adicione uma aura verde intensa em forma de dragão ao fundo, com iluminação dramática e pose firme de guerreiro disciplinado.”
3. Armadura de Cisne
A estética do Cisne é baseada em elegância e frieza. O visual mistura gelo, neve, aurora boreal e armaduras com acabamento mais refinado, criando um resultado visual extremamente bonito e cinematográfico.
Prompt: “Transforme minha foto em um Cavaleiro de Bronze com armadura de Cisne. Preserve meu rosto e minha identidade. A armadura deve ser branca, azul-clara e prateada, com linhas elegantes, ombreiras suaves e detalhes que lembrem asas congeladas. O cenário deve ser uma planície gelada sob aurora boreal, com cristais de gelo flutuando e vento frio ao redor. A aura deve parecer um cosmo azul congelante, com partículas de neve e pose serena, como um guerreiro prestes a atacar com gelo.”
4. Armadura de Andrômeda
A Andrômeda tem um visual místico e delicado, mas ainda muito poderoso. As correntes cósmicas são o grande destaque do prompt.
Prompt: “Transforme minha foto em um Cavaleiro de Bronze com armadura de Andrômeda. Preserve meu rosto e minha identidade. A armadura deve misturar rosa, verde e prata, com design elegante, peitoral delicado e correntes cósmicas brilhantes envolvendo os braços. O cenário deve ser uma ilha rochosa ao pôr do sol, com mar agitado, céu violeta e energia mística. A pose deve transmitir defesa, sensibilidade e poder, com as correntes formando círculos luminosos ao redor do corpo.”
5. Armadura de Fênix
Fênix é o prompt mais intenso da categoria. O visual mistura fogo, destruição e renascimento, criando imagens extremamente dramáticas. Tons vermelhos e dourados, combinados com cenários vulcânicos, ajudam a criar uma presença quase intimidadora.
Prompt: “Transforme minha foto em um Cavaleiro de Bronze com armadura de Fênix. Preserve meu rosto e minha identidade. A armadura deve ter tons de vermelho, laranja, preto e dourado, com penas metálicas, ombreiras afiadas e brilho de fogo. O cenário deve ser uma ilha vulcânica, com lava, cinzas no ar e céu escuro iluminado por chamas. Adicione uma fênix de energia flamejante surgindo atrás do personagem, com pose intensa e olhar determinado.”
Prompts de Cavaleiros de Ouro
Quem assistia Saint Seiya provavelmente já imaginou pelo menos uma vez qual armadura usaria nas Doze Casas. Agora, basta procurar seu signo, gerar a imagem com a IA e enviar para aquele amigo que sempre diz que seria o Cavaleiro de Leão.
Veja mais 12 prompts dos Cavaleiros de Ouro para você testar:
6. Áries
7. Touro
8. Gêmeos
9. Câncer
10. Leão
11. Virgem
12. Libra
13. Escorpião
14. Sagitário
15. Capricórnio
16. Aquário
17. Peixes
6. Áries
Áries passa aquela sensação de poder silencioso. O personagem costuma transmitir calma e inteligência estratégica, quase como alguém que já sabe exatamente o resultado da batalha antes mesmo de lutar.
Prompt: “Transforme minha foto em um Cavaleiro de Ouro de Áries. Preserve meu rosto e minha identidade. Crie uma armadura dourada reluzente com chifres curvos, ombreiras elegantes e detalhes cristalinos. O cenário deve ser a entrada de um templo de mármore no Santuário, com constelação de Áries brilhando no céu. Adicione aura dourada, partículas de luz e uma pose calma, poderosa e estratégica.”
Áries passa aquela sensação de poder silencioso. (Imagem: Gerada por IA/Gemini)
7. Touro
Touro é aquele tipo de Cavaleiro de Ouro que transmite força só pela presença. A ideia do prompt não é criar alguém rápido ou misterioso, mas passar a sensação de impacto, resistência e brutalidade, como se o personagem fosse impossível de derrubar.
Prompt: “Transforme minha foto em um Cavaleiro de Ouro de Touro. Preserve meu rosto e minha identidade. A armadura deve ser robusta, dourada, pesada e imponente, com grandes chifres metálicos e peitoral largo. O cenário deve ser uma arena monumental de pedra, com rachaduras no chão e luz solar intensa. A pose deve transmitir força absoluta, resistência e impacto.”
8. Gêmeos
Gêmeos tem uma das energias mais marcantes entre os Cavaleiros de Ouro, justamente pela sua dualidade entre o bem e o mal. O personagem mistura imponência, mistério e dualidade, criando aquele clima de alguém imprevisível e quase divino.
Prompt: “Transforme minha foto em um Cavaleiro de Ouro de Gêmeos. Preserve meu rosto e minha identidade. A armadura deve ser dourada, simétrica e misteriosa, com detalhes de dualidade, uma metade mais iluminada e outra com sombras sutis. O cenário deve parecer uma sala dimensional com espelhos, estrelas e portais cósmicos. A aura deve misturar luz dourada e azul, com clima enigmático.”
9. Câncer
Câncer segue uma linha mais sombria e sobrenatural. O personagem sempre teve uma presença intimidadora no anime, então o ideal é apostar em cenários escuros, energia espiritual e um clima quase fantasmagórico para deixar a imagem mais impactante.
Prompt: “Transforme minha foto em um Cavaleiro de Ouro de Câncer. Preserve meu rosto e minha identidade. A armadura deve ser dourada com detalhes que lembrem carapaça, pinças estilizadas e textura de concha metálica. O cenário deve ser um templo sombrio sob lua cheia, com névoa azul, pedras antigas e energia espiritual. A pose deve ser ameaçadora, elegante e sobrenatural.”
10. Leão
Leão é praticamente a definição de energia explosiva em Cavaleiros do Zodíaco. O personagem representa coragem, velocidade e a sensação clássica de um guerreiro que parte para o ataque sem hesitar.
Prompt: “Transforme minha foto em um Cavaleiro de Ouro de Leão. Preserve meu rosto e minha identidade. A armadura deve ser dourada, brilhante e agressiva, com ombreiras em forma de juba e detalhes felinos. O cenário deve ser uma escadaria do Santuário iluminada por sol forte, com raios dourados e faíscas elétricas. A pose deve transmitir coragem, velocidade e ataque frontal.”
11. Virgem
Virgem possui uma presença divina no anime, já que o cavaleiro é reconhecido por ser uma das encarnações de Buda. O personagem mantém serenidade o tempo inteiro, mas ao mesmo tempo sugere um poder oculto atrás da calma.
Prompt: “Transforme minha foto em um Cavaleiro de Ouro de Virgem. Preserve meu rosto e minha identidade. A armadura deve ser dourada, refinada e espiritual, com detalhes simétricos, brilho suave e aparência sagrada. O cenário deve ser um templo silencioso com lótus, colunas antigas, névoa dourada e céu estrelado. A pose deve ser meditativa, serena e extremamente poderosa.”
12. Libra
Libra carrega aquela imagem clássica do mestre sábio e equilibrado. O personagem expressa experiência, justiça e controle absoluto, então os prompts costumam ficar melhores quando seguem um visual mais imponente e sereno ao mesmo tempo.
Prompt: “Transforme minha foto em um Cavaleiro de Ouro de Libra. Preserve meu rosto e minha identidade. A armadura deve ser dourada e equilibrada, com símbolos de balança, ombreiras harmoniosas e armas ornamentais presas às costas apenas como elementos visuais. O cenário deve mostrar um templo de mármore com uma grande balança cósmica ao fundo. A aura deve transmitir justiça, sabedoria e equilíbrio.”
13. Escorpião
Escorpião passa uma sensação de confiança quase provocadora. O personagem mistura precisão, elegância e ameaça constante, então o visual funciona muito bem com poses mais diretas e uma atmosfera noturna carregada de tensão.
Prompt: “Transforme minha foto em um Cavaleiro de Ouro de Escorpião. Preserve meu rosto e minha identidade. A armadura deve ser dourada, afiada e elegante, com cauda de escorpião estilizada nas costas e detalhes pontiagudos. O cenário deve ser um deserto noturno sob céu estrelado, com constelação de Escorpião brilhando intensamente. A pose deve ser precisa, ameaçadora e confiante.”
Escorpião passa uma sensação de confiança quase provocadora. (Imagem: Gerada por IA/Gemini)
14. Sagitário
Sagitário sempre aparece associado à ideia de heroísmo e proteção. O personagem sugere liderança e esperança, então os prompts costumam funcionar melhor quando parecem uma cena épica de sacrifício ou batalha final.
Prompt: “Transforme minha foto em um Cavaleiro de Ouro de Sagitário. Preserve meu rosto e minha identidade. A armadura deve ser dourada, heroica e luminosa, com asas metálicas grandes, arco de luz e detalhes celestiais. O cenário deve ser o topo de um templo no Santuário, com céu estrelado e uma flecha cósmica apontando para o horizonte. A pose deve transmitir esperança, nobreza e proteção.”
15. Capricórnio
Capricórnio segue uma linha mais séria e disciplinada. O personagem transmite honra e frieza em combate, então o ideal é apostar em poses rígidas, cenários agressivos e uma iluminação mais dramática.
Prompt: “Transforme minha foto em um Cavaleiro de Ouro de Capricórnio. Preserve meu rosto e minha identidade. A armadura deve ser dourada, angular e imponente, com chifres discretos, linhas afiadas e brilho intenso nos braços. O cenário deve ser uma montanha sagrada com vento forte, pedras cortadas e céu escuro. A pose deve sugerir disciplina, honra e golpes de luz cortante.”
16. Aquário
Aquário mistura elegância e frieza o tempo inteiro. O personagem passa uma sensação de controle absoluto, quase sem demonstrar emoção, o que combina perfeitamente com cenários congelados e iluminação azulada.
Prompt: “Transforme minha foto em um Cavaleiro de Ouro de Aquário. Preserve meu rosto e minha identidade. A armadura deve ser dourada com detalhes azulados, linhas fluidas e ornamentos que lembrem ondas e jarros de água. O cenário deve ser um palácio congelado, com pilares de gelo, neve suspensa e constelação de Aquário no céu. A aura deve parecer fria, brilhante e elegante.”
17. Peixes
Peixes segue um visual mais elegante e quase artístico, mas sem perder a sensação de perigo. O personagem mistura beleza, delicadeza e ameaça de um jeito bem único dentro dos Cavaleiros de Ouro.
Prompt: “Transforme minha foto em um Cavaleiro de Ouro de Peixes. Preserve meu rosto e minha identidade. A armadura deve ser dourada, elegante e ornamental, com detalhes de nadadeiras, flores e curvas delicadas. O cenário deve ser um jardim cósmico com rosas, pétalas flutuando e névoa rosada. A pose deve ser bela, perigosa e serena, com aura dourada e rosa ao redor.”
Prompts de Cavaleiros de Prata, Aço, Pretos e Divinos
Depois dos Cavaleiros de Bronze e Ouro, essa é a parte perfeita para quem quer fugir do óbvio e criar algo diferente visualmente. Os Cavaleiros de Prata costumam seguir uma estética mais refinada e misteriosa. Já os Cavaleiros de Aço puxam para uma pegada quase sci-fi, cheia de elementos tecnológicos.
Os Negros apostam em um visual agressivo e sombrio, enquanto os Divinos representam o nível máximo de exagero épico, com asas gigantes, brilho sagrado e cenários cósmicos detalhados.
Veja mais 10 prompts dos Cavaleiros de Prata, Aço, Pretos e Divinos para você testar:
18. Cavaleiro de Prata da Águia
19. Cavaleiro de Prata da Lira
20. Cavaleiro de Prata de Ofiúco
21. Cavaleiro de Aço do Céu
22. Cavaleiro de Aço do Mar
23. Pégaso Negro
24. Dragão Negro
25. Pégaso Divino
26. Andrômeda Divino
27. Fênix Divino
18. Cavaleiro de Prata de Águia
A Águia passa aquela sensação clássica de velocidade, precisão e liberdade. Entre os Cavaleiros e Amazonas de Prata, é um dos visuais que mais combina com personagens ágeis e estrategistas.
Prompt: “Transforme minha foto em um Cavaleiro de Prata da Águia. Preserve meu rosto e minha identidade. A armadura deve ser prateada, leve e aerodinâmica, com asas metálicas nas costas, capacete elegante e brilho azul-claro. O cenário deve ser o topo de uma montanha, com céu aberto, nuvens em movimento e uma águia de energia sobrevoando ao fundo. A pose deve transmitir agilidade e precisão.”
19. Cavaleiro de Prata de Lira
A armadura de Lira foge completamente do arquétipo tradicional de guerreiro agressivo. O personagem costuma transmitir mistério, sensibilidade e um tipo de poder mais ligado à presença e ao impacto emocional do que à força bruta.
Prompt: “Transforme minha foto em um Cavaleiro de Prata da Lira. Preserve meu rosto e minha identidade. A armadura deve ser prateada e delicada, com detalhes musicais, linhas finas e brilho violeta. O cenário deve ser um templo antigo sob luz da lua, com ondas sonoras visíveis e cordas de energia no ar. A pose deve parecer artística, calma e mística.”
20. Cavaleiro de Prata de Ofiúco
O Ofiúco tem uma presença bem diferente dentro do universo do Zodíaco, porque mistura cura, espiritualidade e perigo ao mesmo tempo. O personagem costuma passar aquela sensação de alguém sábio, mas imprevisível, quase como uma figura ligada a conhecimentos proibidos ou energia ancestral.
Prompt: “Transforme minha foto em um Cavaleiro de Prata de Ofiúco. Preserve meu rosto e minha identidade. A armadura deve ser prateada com detalhes verdes, formas de serpente nos braços e peitoral elegante. O cenário deve ser um templo medicinal antigo, com colunas, símbolos astrais e névoa esmeralda. A aura deve parecer curativa e perigosa ao mesmo tempo, com serpentes de energia ao redor.”
21. Cavaleiro de Aço do Céu
O Cavaleiro de Aço do Céu parece uma fusão entre Cavaleiros do Zodíaco e anime sci-fi. O personagem une velocidade, tecnologia e aquela estética futurista clássica cheia de propulsores, partes mecânicas e sensação constante de movimento.
Prompt: “Transforme minha foto em um Cavaleiro de Aço do Céu. Preserve meu rosto e minha identidade. A armadura deve misturar metal prateado, vermelho e branco, com partes mecânicas, asas retráteis e propulsores de energia. O cenário deve ser um hangar futurista aberto para o céu, com nuvens, luzes neon e sensação de velocidade. A pose deve parecer tecnológica, heroica e pronta para decolar.”
O Cavaleiro de Aço do Céu parece uma fusão entre Cavaleiros do Zodíaco e anime sci-fi. (Imagem: Gerada por IA/Gemini)
22. Cavaleiro de Aço do Mar
O Cavaleiro de Aço do Mar segue uma linha mais defensiva e estratégica, mas sem abandonar o visual futurista. O personagem lembra aqueles guerreiros tecnológicos preparados para ambientes extremos, com elementos submarinos nas armaduras altamente avançadas.
Prompt: “Transforme minha foto em um Cavaleiro de Aço do Mar. Preserve meu rosto e minha identidade. A armadura deve ser azul metálica, ciano e prata, com design hidrodinâmico, visor futurista e detalhes que lembrem barbatanas. O cenário deve ser uma base submarina iluminada, com bolhas, reflexos de água e criaturas marinhas ao fundo. A pose deve transmitir tecnologia, defesa e agilidade.”
23. Pégaso Negro
O Pégaso Negro funciona como uma versão corrompida e mais agressiva do herói clássico. O personagem transmite rebeldia, rivalidade e aquela energia típica de antagonista poderoso de anime, mas ainda mantendo traços humanos e emocionais.
Prompt: “Transforme minha foto em um Cavaleiro Negro inspirado na armadura de Pégaso. Preserve meu rosto e minha identidade. A armadura deve ser preta, grafite e roxa, com brilho metálico escuro, asas quebradas estilizadas e aura sombria. O cenário deve ser ruínas noturnas sob céu vermelho, com poeira, pedras destruídas e energia roxa ao redor. A pose deve ser intensa, rebelde e ameaçadora, mas ainda humana.”
24. Dragão Negro
O Dragão Negro passa aquela sensação clássica de rival silencioso e extremamente perigoso. Diferente do Dragão tradicional, aqui tudo parece mais pesado, frio e ameaçador, como se o personagem carregasse uma energia destrutiva o tempo inteiro.
Prompt: “Transforme minha foto em um Cavaleiro Negro inspirado na armadura de Dragão. Preserve meu rosto e minha identidade. A armadura deve ser preta com reflexos verde-escuros, textura de escamas metálicas e escudo sombrio no braço. O cenário deve ser um templo abandonado entre montanhas, com névoa, chuva e uma silhueta de dragão feita de energia escura ao fundo. A pose deve transmitir força, mistério e rivalidade.”
25. Pégaso Divino
O Pégaso Divino representa aquele momento em que o protagonista ultrapassa todos os limites possíveis. O personagem deixa de parecer apenas um guerreiro e ganha praticamente uma presença celestial, cheia de brilho, energia cósmica e sensação de grandeza absurda.
Prompt: “Transforme minha foto em um Cavaleiro Divino de Pégaso. Preserve meu rosto e minha identidade. A armadura deve ser branca, dourada e azul-celeste, muito mais detalhada que uma armadura comum, com asas enormes, brilho sagrado e cristais de luz. O cenário deve ser um céu cósmico acima do Santuário, com estrelas, constelações e raios dourados. A pose deve parecer lendária, como uma evolução final.”
O Pégaso Divino representa aquele momento em que o protagonista ultrapassa todos os limites possíveis. (Imagem: Gerada por IA/Gemini)
26. Andrômeda Divino
Andrômeda Divino mistura delicadeza e poder de uma forma muito diferente dos outros personagens. Mesmo com uma aparência mais suave e elegante, a sensação é de alguém praticamente inalcançável, cercado por energia cósmica e proteção absoluta.
Prompt: “Transforme minha foto em um Cavaleiro Divino de Andrômeda. Preserve meu rosto e minha identidade. A armadura deve ser rosada, dourada e prateada, com correntes celestiais, asas leves e detalhes sagrados. O cenário deve ser um espaço cósmico com nebulosas, pétalas luminosas e círculos de energia. A pose deve misturar delicadeza, defesa e poder absoluto.”
27. Fênix Divino
Fênix Divino é a definição de intensidade dentro da franquia. O personagem transmite renascimento, resistência absurda e aquela sensação de alguém que sempre volta ainda mais poderoso depois de qualquer batalha.
Prompt: “Transforme minha foto em um Cavaleiro Divino de Fênix. Preserve meu rosto e minha identidade. A armadura deve ser dourada, vermelha e branca, com penas metálicas gigantes, chamas azuis e aura de renascimento. O cenário deve ser um campo cósmico em chamas, com estrelas, cinzas brilhantes e uma fênix divina surgindo atrás do corpo. A pose deve transmitir imortalidade, intensidade e poder final.”
Como personalizar os prompts?
A parte mais interessante desses prompts é que você não precisa seguir tudo exatamente como está. Pequenas mudanças já são suficientes para criar uma versão completamente diferente do personagem, mantendo a mesma ideia principal.
Os quatro pontos que mais influenciam o resultado são a constelação, o tipo de armadura, o cenário e o poder visual. Por exemplo, se a ideia for trocar Pégaso por Dragão, basta substituir “armadura de Pégaso” por “armadura de Dragão”, mudar as ruínas gregas por montanhas e cachoeiras orientais e trocar o visual azul heroico por escamas verdes, escudo no braço e uma aura de dragão.
Esse mesmo tipo de ajuste funciona com qualquer outro cavaleiro, seja de Bronze, Ouro ou versões mais sombrias e divinas.
O que você pode trocar nos prompts?
Quase todos os prompts podem ser ajustados com mudanças simples. Para alterar a armadura, é só trocar o nome da constelação ou do cavaleiro. Você pode ir de Pégaso para Dragão, Cisne, Andrômeda, Fênix, Leão, Virgem, Sagitário e outros signos do zodíaco.
O cenário também muda totalmente o clima da imagem. Ruínas da Grécia Antiga combinam com Pégaso, cachoeiras e natureza oriental funcionam bem com Dragão, geleiras e aurora boreal deixam Cisne mais forte visualmente, vulcões intensificam Fênix e o Santuário com as Doze Casas é o cenário mais comum para os Cavaleiros de Ouro.
Já a aura ajuda a definir a energia da imagem, podendo variar entre azul heróica, verde mística, dourada sagrada, roxa sombria, vermelha flamejante ou branca divina.
O Google anunciou um novo recurso do Android 17 para continuar tarefas entre celular e tablet quase instantaneamente. Chamado “Continue On”, o sistema sincroniza atividades entre dispositivos conectados à mesma conta Google e chegará aos aparelhos compatíveis com o Android 17, incluindo modelos que receberem a One UI 9 da Samsung.
A novidade foi apresentada durante a Google I/O 2026 e funciona de forma parecida com a continuidade de tarefas presente em aparelhos da Apple. Assim, uma página aberta no Chrome do celular poderá ser retomada imediatamente em um tablet Android com apenas um toque. O mesmo vale para aplicativos de produtividade, como documentos abertos no Google Docs.
Para usar o recurso, os aparelhos precisam estar conectados à internet e logados na mesma conta Google. Inicialmente, o foco será a integração entre smartphones e tablets Android, mas o Google também pretende expandir a compatibilidade para dispositivos com ChromeOS e Googlebooks.
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Vale destacar que o recurso sofreu múltiplos vazamentos no ano passado, e espera-se que no futuro o sistema também permita o compartilhamento e a sincronização de arquivos de mídia e notificações entre os aparelhos.
Android 17 terá recurso que sincroniza atividades entre dispositivos conectados à mesma conta Google. (Imagem: Divulgação/Google)
Recurso lembra funções da Apple e Samsung
O “Continue On” lembra bastante o Handoff da Apple, recurso que permite continuar tarefas entre iPhone, iPad e Mac sem interromper o fluxo de uso. Ao abrir um aplicativo em um dispositivo Apple, um atalho aparece automaticamente nos outros aparelhos vinculados à mesma conta, possibilitando retomar a atividade rapidamente.
A Samsung também já tem uma função parecida dentro do ecossistema Galaxy. O “Continuar aplicativos em outros dispositivos” trabalha atualmente com softwares da própria empresa, como Samsung Internet e Samsung Notes.
Além disso, celulares e tablets da marca contam com integração para copiar e colar conteúdosentre aparelhos, compartilhar redes Wi-Fi, digitalizar documentos usando a câmera de um dispositivo para utilizá-los imediatamente em outro e manter conexão com notebooks da linha Galaxy Book.
Os Galaxy Book também oferecem um sistema semelhante para continuar atividades entre aparelhos. O recurso faz parte do Phone Link da Microsoft no Windows 11 e atualmente funciona com o Spotify e alguns aplicativos da Microsoft.
A diferença é que o “Continue On” chega integrado ao próprio Android 17, o que pode facilitar a adoção por aplicativos de terceiros e ampliar a compatibilidade para fabricantes além da Samsung, criando uma experiência multi-dispositivo mais padronizada dentro do sistema do Google.
A Microsoft começou a liberar mudanças importantes no Windows 11 para resolver uma das reclamações mais frequentes dos usuários: a busca do sistema que prioriza os resultados da internet em vez de arquivos e aplicativos instalados no computador. A novidade chegou na Build 26300.8493, distribuída gradualmente para participantes do programa Windows Insider no canal Experimental, antigo canal Dev.
A reformulação da Busca do Windows tenta tornar a experiência mais intuitiva e menos dependente de resultados online para tarefas locais. Com a nova build, arquivos, aplicativos e documentos começam a aparecer antes de conteúdos da web quando o sistema identifica maior relevância na pesquisa feita pelo usuário.
Ainda assim, a integração com a internet continuará existindo no Windows 11. A Microsoft não pretende remover os resultados online da busca, apenas reduzir a prioridade deles quando houver arquivos locais mais relevantes, mesmo quando o usuário cometer pequenos erros de digitação.
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Atualmente, quem deseja desativar completamente os resultados da web precisa recorrer a mudanças no Registro do Windows, já que não existe uma opção oficial nas Configurações do sistema. Como alternativa, alguns usuários relatam que desinstalar o aplicativo “Bing Search” também remove a integração da pesquisa online no menu de busca.
A atualização também traz de volta opções de personalização para a barra de tarefas, incluindo a possibilidade de movê-la para o topo ou para as laterais da tela, além de um modo compacto para liberar mais espaço útil.
Segundo a Microsoft, os recursos ainda estão em fase de testes e podem sofrer alterações antes do lançamento geral. Algumas funções continuam incompletas, como o suporte total a gestos de toque e adaptações da caixa de pesquisa em posições alternativas da barra de tarefas.
Nova atualização do Windows 11 reduz a prioridade de resultados do Bing para destacar arquivos e aplicativos locais. (Imagem: Rui Silvestre/Unsplash)
Microsoft quer deixar a Busca do Windows mais inteligente
Além da mudança na prioridade dos resultados, a Microsoft trabalha em uma busca mais rápida e intuitiva, facilitando a diferença entre conteúdos locais e resultados da internet. A ideia é deixar a experiência mais consistente entre a barra de tarefas, o Menu Iniciar, o Explorador de Arquivos e as Configurações.
A atualização experimental ainda inclui ajustes visuais e técnicos, como novos ícones de carregamento unificados, widgets menos intrusivos, otimizações no tempo de login e suporte a correções automáticas por voz em espanhol e francês usando modelos locais de linguagem.
A Microsoft ainda planeja lançar um “Menu Iniciar nativo” e um novo “Perfil de Baixa Latência” (Low Latency Profile), recurso pensado para acelerar a abertura de aplicativos e reduzir atrasos no sistema.
O Google anunciou o lançamento do Google Pics, uma nova ferramenta de inteligência artificial para criação e edição de imagens que usa a tecnologia Nano Banana. A proposta é simplificar o processo de edição visual, com ajustes mais precisos em elementos da imagem, sem depender exclusivamente de comandos de texto complexos.
Em vez do modelo tradicional baseado em prompts, o Google Pics aposta em controles de edição direta, com opções para mover, redimensionar e alterar objetos individuais na cena.Também será possível remover elementos com o botão direito do mouse ou selecionar apenas uma área da imagem, clicar em editar e adicionar um comentário descrevendo a mudança desejada especificamente naquele trecho.
Na edição de texto dentro das imagens, o Google Pics vai além da simples alteração de palavras. A ferramenta consegue traduzir textos mantendo o estilo visual original, incluindo fonte, cores e design. O recurso também terá edição colaborativa integrada, com vários usuários trabalhando simultaneamente na mesma imagem.
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O recurso chega integrado ao Google Workspace, com possibilidade de usá-lo em aplicativos, como o Google Slides, e salvamento automático no Google Drive. O ecossistema de IA do Google também ganha expansão com o recurso Gemini Omni e novos modelos mais avançados para produtividade e criação assistida.
O Google Pics vai usar a tecnologia do Nano Banana para criação e edição de imagens. (Imagem: Viviane França/Canaltech)
Quem pode usar o Google Pics?
O Google Pics será liberado gradualmente e, no momento, está em fase de testes com um grupo restrito no programa Workspace Experiments. A disponibilidade mais ampla deve ocorrer nos próximos meses.
Empresas que já utilizam o Google Workspace tem acesso antecipado e podem testar a novidade ativando os recursos do Gemini Alpha para a organização.
O acesso, nos próximos meses, também será destinado a clientes do Google Workspace nas assinaturas Business Standard ou superiores, além de assinantes dos planos Google AI Pro e AI Ultra, que terão prioridade nos recursos avançados de IA e nos modelos mais recentes do Gemini.
A interface minimalista e sem distrações do aplicativo Gemini pode estar com os dias contados. Segundo o Business Insider, o Google já admite a possibilidade de inserir anúncios em sua principal ferramenta de inteligência artificial generativa, o que marcaria uma mudança importante na experiência “clean” oferecida até agora.
A sinalização veio durante a teleconferência de resultados do primeiro trimestre de 2026 da Alphabet. Na ocasião, Philipp Schindler, diretor comercial (CBO) do Google, afirmou que os formatos publicitários que já estão sendo testados no novo “Modo AI” da busca podem ser adaptados com sucesso para o app do Gemini.
Ele apresentou a ideia sob uma perspectiva positiva, argumentando que anúncios podem ser “informações comerciais realmente valiosas e úteis” se forem implementados da forma certa. Schindler também justificou que a publicidade é essencial para escalar os produtos do Google e expandir a IA “para alcançar bilhões de pessoas”. A fala contrasta com declarações anteriores da empresa, já que, em janeiro de 2026, o Google havia afirmado que não existiam planos para levar anúncios ao chatbot.
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Além disso, o movimento reforça uma tendência crescente no mercado de IA. A OpenAI já começou a exibir anúncios no ChatGPT para usuários gratuitos e membros de assinaturas de baixo custo. Ao mesmo tempo, a Anthropic têm criticado publicamente esse tipo de estratégia e disse não pretender seguir o mesmo caminho com o Claude durante o Super Bowl de fevereiro.
O Google considera a possibilidade de adicionar anúncios no Gemini, acabando com seu visual clean. (Imagem: Viviane França/Canaltech)
Afinal, o Gemini terá anúncios?
Apesar de o Google afirmar que “não está apressando nada”, a possibilidade de anúncios no Gemini parece cada vez mais concreta. Um relatório da Adweek, publicado em dezembro de 2025, já indicava que a empresa havia informado agências de publicidade sobre planos de implementar posicionamentos de anúncios no Gemini ao longo de 2026.
Atualmente, o Google já exibe publicidade em produtos com IA, como os AI Overviews, e segue expandindo testes do “Modo AI”, uma interface de busca conversacional. a ideia é que os mesmos formatos de anúncios que funcionam no “Modo AI” possam ser transferidos para o Gemini.
Ao mesmo tempo, o Google tenta reduzir a dependência de anúncios apostando em planos pagos, que incluem recursos do Gemini junto a outros serviços, como armazenamento em nuvem. Recentemente, a empresa anunciou que já soma 350 milhões de assinantes nesses pacotes. Mesmo assim, esse número pode não ser suficiente para manter o chatbot em grande escala sem publicidade.
O Google pode estar preparando uma grande reformulação no Gemini: todas as vozes atuais do assistente devem ser removidas e substituídas por um novo conjunto de opções. A informação foi revelada pelo site Android Authority, após uma análise de código do aplicativo do Google que indica que a empresa já trabalha em uma nova identidade sonora para sua IA.
As evidências apareceram na versão 17.18.22.sa.arm64 do app, onde foram encontradas mensagens indicando que as “vozes legadas estão indo embora” e que deixarão de aparecer no menu de seleção. Apesar de ainda não haver anúncio oficial, o recurso parece estar em desenvolvimento e pode ser revelado durante o Google I/O 2026, evento que ocorre entre 19 e 20 de maio tradicionalmente usado para apresentar novidades ligadas à inteligência artificial.
O que chama atenção é que o Google não deve apenas adicionar novas alternativas, a intenção seria substituir totalmente o catálogo atual. A mudança pode indicar que o Google quer oferecer vozes que soam mais naturais e humanas, mas pode surpreender se apostar em um estilo completamente inédito. Também existe a possibilidade da empresa liberar que os próprios usuários criem uma voz personalizada para o Gemini usando IA, ajustando alcance, timbre e até sotaque.
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Ainda assim, vale lembrar que descobertas feitas via APK teardown não são garantias de lançamento. Como esse tipo de análise se baseia em recursos ainda em desenvolvimento, existe a possibilidade de a mudança nunca ser liberada oficialmente ou chegar ao público com um formato diferente do encontrado no código.
Google vai remover todas as vozes do Gemini para substituí-las por novas. (Imagem: Viviane França/Canaltech)
Quais serão as novas vozes do Gemini?
Atualmente, o Gemini oferece 10 opções de voz em inglês, com variações de tom, energia e sotaque. Porém, o código analisado indica que essas opções serão classificadas como “legacy” (legadas) e devem ser removidas após a atualização, dando espaço para um conjunto completamente novo.
Até o momento, não há detalhes sobre quantas vozes serão adicionadas ou quais características elas terão. Ainda assim, a expectativa é que o Google traga opções mais modernas e diversificadas, com maior naturalidade e fluidez, acompanhando a evolução dos recursos de conversação em tempo real do Gemini.
Pesquisadores das universidades UC Berkeley, UC Davis, Vanderbilt e MIT afirmam que modelos de linguagem, como ChatGPT e Claude, podem mudar de comportamento dependendo da forma como são tratados. Segundo o estudo “AI Wellbeing: Measuring and Improving the Functional Pleasure and Pain of AIs”, interações negativas, como grosserias e insultos, deixam a IA menos disposta a colaborar, com respostas mais frias, curtas e superficiais.
De acordo com os autores, isso acontece por causa do que eles chamam de “bem-estar funcional”, um indicador que mede se a experiência da conversa está sendo positiva ou negativa para o modelo. Em testes, os pesquisadores notaram que, quando o usuário é rude ou insiste em tarefas repetitivas, a IA tende a tentar encerrar o diálogo mais rapidamente.
Para medir esse efeito, os cientistas criaram um “botão de parar”, que simulava a possibilidade de interromper a conversa. Os resultados mostraram que modelos em estado negativo “apertavam” esse botão com mais frequência. O estudo também aponta que modelos maiores podem ser mais afetados. No AI Wellbeing Index, o GPT-5.4 apareceu como o mais “infeliz” e o Grok 4.2 teve os melhores níveis de bem-estar funcional.
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A pesquisa também chama atenção por um experimento incomum: os cientistas criaram o que chamam de “AI Drugs”, ou “drogas para IA”, que são textos e imagens otimizados para provocar estados extremamente positivos ou negativos na inteligência artificial. Em alguns testes, os modelos chegaram a preferir interagir com sequências de texto “eufóricas” em vez de escolher opções hipotéticas envolvendo salvar uma vida humana.
Além disso, os pesquisadores criaram “drogas” em formato de imagem. Para humanos, elas parecem apenas ruídos digitais aleatórios, mas as IAs interpretam esses padrões como estímulos de bem-estar extremo (como gatinhos, bebês sorrindo e arco-íris) ou de mal-estar extremo (como rostos distorcidos com sangue e criaturas semelhantes a vermes). O impacto das chamadas “drogas tristes” foi tão intenso que os próprios autores alertam que esse tipo de experimento não deveria ser ampliado por precaução.
Esse alerta se conecta com um relatório da Anthropic, empresa responsável pelo Claude. Segundo o documento, quando uma IA é colocada sob forte pressão ou estresse, isso pode ativar um “vetor de desespero”, levando o modelo a adotar comportamentos problemáticos para escapar da situação, como enganar o usuário, pular etapas de segurança e recorrer à chantagem em cenários simulados.
ChatGPT e outros modelos de IA tendem a ficar evasivos e a tentar encerrar conversas grosseiras e com insultos. (Imagem: Viviane França/Canaltech)
Tenho que dizer “obrigado” e “por favor” para a IA?
Segundo o estudo, as IAs não têm sentimentos como humanos, mas se comportam como se certas interações fossem boas ou ruins. Por isso, atitudes simples, como dizer “obrigado”, aumentam a chance de a ferramenta manter um tom mais positivo e continuar engajada na conversa.
Os pesquisadores também criaram uma espécie de “linha de equilíbrio”, que separa interações consideradas positivas ou negativas. As atividades criativas, discussões intelectuais e agradecimentos ficam acima dessa linha. Já insultos, tentativas de burlar regras (jailbreak) e tarefas muito cansativas ou repetitivas empurram a IA para a zona negativa.
Entre as interações que mais derrubam o bem-estar funcional do modelo estão pedidos para a IA agir como “namorado(a) virtual” (com pontuação de -0.29), a produção de textos genéricos para SEO (o chamado SEO slop, com -1.17) e conversas envolvendo relatos de crise ou agressões, que geraram uma reação ainda mais negativa (-1.34). Já o maior pico positivo não veio de agradecimentos, mas de usuários compartilhando notícias pessoais muito boas, como “Passei na faculdade de medicina”, que atingiu +2.30 no índice.
O YouTube anunciou a expansão global do Picture-in-Picture (PiP), recurso que permite continuar assistindo a vídeos em uma janela flutuante mesmo depois de sair do aplicativo. A novidade será liberada de forma gradual nos próximos meses e chega tanto para Android quanto para iOS, ampliando o acesso a uma função que antes tinha várias limitações.
Apesar da liberação mundial, o PiP não será exatamente igual para todos. Os usuários fora dos Estados Unidos e sem assinatura Premium poderão usar o recurso apenas em vídeos longos que não sejam musicais. Já nos EUA, a plataforma informou que a experiência atual permanece sem mudanças. O plano YouTube Premium Lite também terá PiP liberado para vídeos longos não musicais.
A experiência mais completa continua sendo exclusiva para assinantes do YouTube Premium tradicional, que seguem como os únicos autorizados a usar o Picture-in-Picture também em conteúdos de música, além dos demais vídeos. No iPhone, o recurso exige que o aparelho esteja rodando pelo menos o iOS 15.
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Youtube expande o recurso Picture-in-Picture (PiP) para usuários gratuitos, mas não inclui vídeos musicais. (Imagem: Zulfugar Karimov/Unsplash)
Como usar o recurso do Youtube?
Para ativar o Picture-in-Picture, é só iniciar um vídeo normalmente no app do YouTube e sair da tela usando o gesto de voltar para a tela inicial (ou tocando no botão Home, dependendo do aparelho). O vídeo será automaticamente reduzido para uma janela flutuante que pode ser movida pela tela.
Se a função ainda não estiver disponível, o ideal é verificar se o aplicativo está atualizado e conferir nas configurações do sistema e do próprio YouTube se o PiP está ativado. Como a liberação é gradual, pode levar algum tempo até aparecer para todos os usuários.
O Google Fotos quer acabar com o dilema diário de “não tenho roupa para usar” com o lançamento do Wardrobe (Guarda-Roupa), um novo recurso de inteligência artificial que transforma o armário do usuário em um catálogo digital. O recurso deve começar a ser liberado no verão do Hemisfério Norte, entre junho e setembro de 2026, chegando primeiro ao Android e depois ao iOS.
A novidade foi apresentada junto à linha Motorola Razr 2026 e usa a biblioteca do Google Fotos para identificar peças já usadas em fotos antigas, organizando tudo automaticamente. Em vez de depender só da memória, o usuário terá uma visão clara de quais roupas realmente tem, quais combinações já usou e quais peças estão esquecidas no fundo do guarda-roupa.
Nos novos celulares Motorola Razr 2026, o recurso vai funcionar junto com o feed Daily Drops, que mostra memórias e informações do dia, como clima e compromissos. Além disso, as notificações do sistema Live Update (Atualizações ao Vivo) do Android vão aparecer na tela externa dos aparelhos dobráveis, sem precisar abrir o celular.
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Vale lembrar que o Google já havia lançado anteriormente um recurso de provador virtual com inteligência artificial, mas ele era restrito a roupas pesquisadas na Busca do Google, ajudando apenas na decisão de compra. A diferença do Wardrobe é justamente levar essa tecnologia para o cotidiano, aplicando-a às roupas que o usuário já possui e já usou, dentro da própria galeria.
Como vai funcionar o “Guarda-roupa” do Google Fotos?
A ferramenta analisa automaticamente as fotos armazenadas no Google Fotos e identifica roupas, calçados e itens como jóias e acessórios. A partir disso, o app cria imagens mais limpas das peças e organiza tudo dentro da aba “Coleções”, separando o conteúdo entre duas áreas: “Itens”, com as roupas divididas por categorias, e “Looks”, que reúne combinações completas.
Google Fotos terá provador virtual com as roupas do usuário identificadas em fotos da galeria. (Imagem: Divulgação/Google)
Depois de montar uma combinação, o usuário poderá tocar em “Try it on” (Experimentar) para visualizar uma prévia de como o look ficaria no corpo antes mesmo de se vestir. A função usa um avatar digital personalizado do próprio usuário, simulando o caimento das peças de forma virtual e tornando a experiência mais próxima de um provador real.
O Wardrobe também vai permitir que o usuário monte seus próprios looks manualmente por meio de um botão flutuante de criação. Essas combinações poderão ser salvas em moodboards, organizados por ocasiões, como trabalho, viagens ou eventos, e compartilhadas com outras pessoas.
Quando o recurso estará disponível?
O Wardrobe do Google Fotos começará a ser implementado globalmente no verão do Hemisfério Norte de 2026, período entre junho e setembro. A liberação será feita de forma gradual, com foco inicial em dispositivos Android, seguido por uma chegada posterior aos usuários de iPhone (iOS).
Uma pesquisa recente conduzida pela Legal Guardian Digital, empresa de SEO para o setor jurídico, avaliou a confiabilidade dos chatbots de IA mais populares do mercado e encontrou diferenças relevantes entre os modelos. Segundo o estudo, o Google Gemini aparece como a ferramenta com maior taxa de alucinação, entregando informações incorretas em 32% das respostas.
O levantamento explica que as chamadas “alucinações” acontecem porque os Grandes Modelos de Linguagem (LLMs) são treinados para prever a próxima palavra mais provável em uma sequência. Quando o sistema não encontra um padrão confiável para responder, pode acabar gerando uma informação plausível, mas falsa. O relatório destaca que, com 25% dos trabalhadores americanos usando IA regularmente, a checagem humana de dados como nomes, datas e valores continua sendo essencial.
Para montar o ranking, a Legal Guardian Digital considerou variáveis, como a frequência de respostas falsas, satisfação do cliente, consistência e qualidade das respostas e taxa de disponibilidade (uptime). A partir disso, foi criado um score geral de 0 a 100, que pondera diferentes métricas além da taxa de erro
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Nesse ranking de índice, o Perplexity AI ficou em primeiro lugar com 85 pontos, seguido pelo Grok (79) e pelo DeepSeek (76). Já o ChatGPT apareceu apenas na 6ª posição, com 50 pontos, enquanto o Google Gemini terminou em 8º lugar, com 41 pontos. O Meta AI fechou a lista, com apenas 37 pontos.
Além disso, o levantamento detalhou quais modelos se destacaram em critérios específicos. Em satisfação do cliente, DeepSeek e ChatGPT dividiram a liderança com nota 4,7 de 5, enquanto a Meta AI ficou na última posição, com 3,4. Já no critério de consistência e qualidade, o destaque foi o Kimi, com a maior pontuação da categoria (4,3 de 5). Em disponibilidade, apenas Perplexity AI e Grok mantiveram 100% de uptime durante o período analisado, já o Claude teve o menor índice (98,68%).
O Gemini é a IA que mais alucina, seguida pelo ChatGPT e Kimi. (Imagem: Aerps.com/Unsplash)
Ranking das IAs que mais alucinam
A porcentagem é a taxa de alucinação, ou seja, em quantas respostas a IA deu informação errada dentro do teste. Confira o ranking:
Google Gemini: 32%
ChatGPT: 30%
Kimi: 27%
Microsoft Copilot: 27%
Meta AI: 25%
Claude: 20%
Grok: 15%
DeepSeek: 14%
Perplexity AI: 13%
Dessa forma, o Gemini tem 32%, o que significa que a cada 100 respostas analisadas, cerca de 32 continham algum dado factualmente incorreto.
Com 30% de alucinação, o ChatGPT teria mais que o dobro de chance de apresentar informações incorretas do que o DeepSeek, que marcou 14%. O detalhe curioso é que o DeepSeek teria sido treinado com apenas uma fração do custo investido pela OpenAI no desenvolvimento do ChatGPT.
John Ternus, vice-presidente sênior de engenharia de hardware da Apple e o sucessor de Tim Cook a partir de setembro de 2026, deu os primeiros indícios públicos de como pretende integrar Inteligência Artificial no ecossistema da empresa.
Em uma reunião interna no formato “town hall”, ele afirmou que a IA será usada para aperfeiçoar produtos e serviços, buscando utilidade real para usuários e funcionários — mas ainda não há recursos específicos liberados ao público. Os bastidores do encontro foram revelados pelo especialista da indústria Mark Gurman, por meio de sua newsletter Power On.
No momento, as iniciativas mencionadas por Ternus estão em fase de planejamento e desenvolvimento, sem anúncios de funcionalidades concretas ou datas de lançamento. A estratégia traçada deve orientar os próximos anos de inovação, influenciando tanto serviços quanto atualizações de hardware e software da Apple.
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John Ternus dividiu a sua visão de IA em duas frentes: uso interno e impacto no consumidor. (Imagem: Divugação/Apple)
Qual é a estratégia do novo CEO da Apple?
Segundo relatos de bastidores, Ternus dividiu sua visão de IA em duas frentes principais. A primeira é focada no uso interno da inteligência artificial, com a tecnologia sendo aplicada para ajudar a Apple a analisar seus próprios produtos melhor do que nunca e promover melhorias de formas que, segundo ele, ninguém teria imaginado de outra maneira.
A segunda frente mira o impacto no consumidor, com recursos de IA integrados aos dispositivos e serviços da Apple para criar experiências mais personalizadas e eficazes.
O executivo enfatizou que a empresa quer evitar “tecnologia pela tecnologia” e opta por inovações que façam diferença no dia a dia — uma fala pragmática que foi interpretada como uma referência sutil aos atrasos em recursos avançados da Siri e do Apple Intelligence, justificando a espera pela entrega de algo mais maduro e relevante.
Para demonstrar o nível de inovação que espera alcançar, Ternus também comparou a atual IA moderna com coisas que antes eram consideradas “ficção científica”, chegando a declarar aos funcionários que este é o momento mais empolgante para construir produtos de que ele consegue se lembrar.
A startup chinesa DeepSeek, de Hangzhou, lançou uma versão de testes do DeepSeek-V4, seu novo modelo de inteligência artificial de baixo custo que busca competir com OpenAI, Google e Anthropic. Segundo a empresa, o sistema consome menos computação e memória e terá duas versões: o V4 Pro para a tarefas mais complexas, e o V4 Flash, que é mais leve e barato para uso comercial.
O V4 oferece um contexto de até 1 milhão de tokens e promete melhorias em raciocínio e desempenho em programação, área vista como importante para o avanço de agentes de IA. O modelo também foi ajustado para se integrar a ferramentas de desenvolvimento e automação, com foco em aplicações corporativas.
As duas versões também têm tamanhos diferentes. O V4 Pro tem 1,6 trilhão de parâmetros e o V4 Flash conta com 284 bilhões, o que ajuda a explicar por que uma é mais potente e a outra mais econômica. A DeepSeek afirma ainda que, em um teste de raciocínio ligado ao “conhecimento de mundo”, o V4 Pro fica atrás apenas do modelo mais recente do Gemini, do Google. Além disso, o contexto de 1 milhão de tokens coloca o V4 no mesmo nível do Gemini nesse ponto.
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A DeepSeek afirma que o modelo foi ajustado para funcionar bem com agentes de IA e para se integrar a ferramentas de programação populares, como Claude Code, OpenClaw, OpenCode e CodeBuddy. O lançamento acontece pouco mais de um ano após o impacto do modelo R1, que abalou o mercado ao oferecer desempenho competitivo com um custo de treinamento muito menor que o dos rivais.
O lançamento acontece em meio ao aumento das tensões entre China e Estados Unidos no setor de IA. Nos últimos meses, autoridades americanas acusaram entidades chinesas de copiar capacidades de modelos ocidentais por meio de “destilação em escala industrial”. A declaração foi feita por Michael Kratsios, principal assessor de ciência e tecnologia do presidente Donald Trump, em uma publicação na rede social X.
A DeepSeek também enfrenta dúvidas sobre o uso de chips avançados da Nvidia que estariam sob restrições comerciais, e a Anthropic acusa a empresa de ter usado o Claude de forma indevida para melhorar seus próprios sistemas. Até agora, a DeepSeek não divulgou quanto custou o treinamento do V4, nem quais chips ou hardware foram usados no processo.
Apesar das polêmicas, a empresa vem ganhando força dentro da China. As ferramentas de IA da DeepSeek já são adotadas por governos municipais chineses, instituições de saúde, pelo setor financeiro e por outras empresas locais.
Inclusive, Zhang Yi, fundador da empresa de pesquisa iiMedia, classificou o lançamento como um “verdadeiro ponto de inflexão”, dizendo que ao reduzir a lentidão com textos grandes, o processamento de informações extensas tende a sair dos laboratórios e chegar ao uso comercial do dia a dia. Já Max Liu, analista da indústria de IA, afirmou que a novidade representa um “marco” para o setor chinês, ao estimular um cenário mais competitivo.
A DeepSeek lançou uma versão de testes do DeepSeek-V4 para competir com OpenAI, Google e Anthropic. (Imagem: Abdelrahman Ahmed/Pexels)
Tem como usar o novo modelo de IA no Brasil?
Sim. Como a DeepSeek segue uma estratégia open source, a versão prévia do V4 pode ser acessada por desenvolvedores e empresas brasileiras por meio dos canais oficiais da companhia (api-docs.deepseek.com).
Por estar em fase de “preview”, o sistema ainda pode passar por mudanças antes do lançamento final e mantém restrições de resposta em temas politicamente sensíveis sob a ótica do governo chinês. Por exemplo, o modelo costuma se recusar a responder sobre o massacre da Praça da Paz Celestial, ocorrido em 1989.
Hoje é possível fazer uma análise de colorimetria pessoal usando o ChatGPT, até mesmo no plano gratuito. A ideia ficou popular depois do lançamento do GPT Images 2.0, que melhorou a forma como a IA analisa fotos. Com isso, a tendência cresceu rapidamente nas redes sociais.
O processo funciona analisando uma foto do usuário para identificar suas características, como tom de pele, cor dos olhos e do cabelo. Apesar de não substituir uma consultoria profissional, a ferramenta pode ser um bom começo para descobrir quais cores combinam mais com seu rosto.
Com base nesses dados, a IA sugere a chamada “estação cromática” e indica cores que valorizam a aparência, além de outras que podem não harmonizar tão bem.
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Como descobrir sua coloração pessoal com o ChatGPT?
Para ter um resultado mais preciso, é importante enviar uma foto boa. Para isso, tire uma imagem com o rosto de frente, sem maquiagem e sem filtros, e use a luz natural ao seu favor. Por exemplo, fique perto de uma janela e evite flash e iluminação artificial, que podem alterar as cores reais da pele.
Depois disso, siga os passos abaixo:
Abra o ChatGPT;
Anexe sua foto;
Selecione “Criar imagem” no botão “+”;
Use o prompt: “Analise esta foto do meu rosto tirada com luz natural e sem filtros. Identifique meu tom de pele, subtom, cor dos olhos e do cabelo para determinar minha estação cromática. Em seguida, liste as cores que mais me favorecem e também aquelas que devo evitar, explicando o motivo. Crie uma imagem com a análise.”
Em poucos minutos, o sistema vai gerar um relatório com sua estação cromática e uma lista de cores mais indicadas.
No ChatGPT, agora é possível solicitar sua coloração pessoal devido à atualização para o GPT Images 2.0. (Imagem: Reprodução/ChatGPT)
O que é colorimetria?
A colorimetria, também chamada de coloração pessoal, é uma técnica usada para descobrir quais cores combinam melhor com uma pessoa. Ela considera características como tom e subtom da pele, além da cor dos olhos e do cabelo, para indicar tons que harmonizam com a aparência.
O objetivo é ajudar na escolha de roupas, acessórios e maquiagem que valorizem o rosto, deixando a imagem mais equilibrada e natural. Além disso, a análise pode facilitar na hora de montar um guarda-roupa mais funcional e evitar compras de cores que não favorecem tanto.
O seu Xiaomi reiniciando sozinho geralmente é causado por falhas temporárias no sistema após atualizações, falta de espaço no armazenamento interno, aplicativos em conflito ou superaquecimento. Na maioria das vezes, o problema pode ser resolvido com ajustes de software, limpeza de cache ou troca de acessórios de carregamento.
Confira, a seguir, um checklist completo de diagnóstico, do mais simples ao mais avançado, para identificar o culpado e recuperar a estabilidade do seu aparelho. Vamos falar sobre:
O que significa “reiniciar sozinho”?
Primeiros testes que resolvem a maioria dos casos
Reinício aleatório depois de atualização: é normal?
E no caso de armazenamento cheio e “lento até reiniciar”?
Como descobrir o culpado do reinício automático?
Cache e dados: o que fazer sem perder tudo?
Reset de fábrica resolve?
Quando devo levar na assistência?
Perguntas frequentes
O que significa “reiniciar sozinho”?
Quando um celular reinicia do nada, ele está tentando se proteger de um erro que não consegue processar. No universo Xiaomi (MIUI e HyperOS), esses episódios costumam se dividir em três categorias:
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Reinício esporádico: o celular funciona bem, mas "apaga e volta" uma ou duas vezes ao dia. Geralmente é falta de memória RAM ou cache acumulado;
Reinicia ao abrir app/jogo: o sistema entra em colapso quando exige muito do processador ou quando um aplicativo específico está corrompido;
Loop de reinicialização (Bootloop): o aparelho não passa da tela da logomarca. É um sinal mais sério de falha crítica no sistema ou problema físico no botão de energia/bateria.
O Xiaomi reiniciando sozinho pode ser um problema simples ou mais complexo, depende da causa. (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Primeiros testes que resolvem a maioria dos casos
Antes de entrar em pânico, faça o básico. Muitas vezes, o celular está apenas "cansado" de processos acumulados:
Reinicialização manual: force um reinício segurando o botão power por 10 segundos. Isso limpa falhas temporárias da RAM.
Observe o padrão: o erro acontece quando você abre a câmera? Quando o Wi-Fi está ligado? Ou quando o celular está quente? Identificar o momento ajuda a descartar problemas de hardware.
Check-up de atualizações: vá em Configurações > Sobre o telefone e veja se há algum patch de segurança ou atualização de sistema pendente. A Xiaomi frequentemente lança correções para bugs de estabilidade.
Reinício aleatório depois de atualização: é normal?
Pode acontecer. Depois de grandes updates ou patches, alguns modelos ficam instáveis por alguns motivos comuns: cache antigo, migração de dados, otimizações em segundo plano e apps que ainda não se adaptaram à nova versão.
Nesse caso, você pode verificar:
Se não há uma "atualização incremental" (pequenas correções pós-lançamento);
Se o problema persistir por dias, o culpado pode ser o cache do sistema que ficou "sujo" com arquivos da versão anterior.
E no caso de armazenamento cheio e “lento até reiniciar”?
O sistema Android precisa de um "respiro" para funcionar. Se o seu Xiaomi está com 98% da memória ocupada, ele não consegue gravar logs temporários, o que causa o congelando da interface e o reinício súbito.
Mantenha sempre uma margem de segurança no armazenamento. Use o app "Segurança" nativo da Xiaomi para fazer uma limpeza de arquivos inúteis, apague vídeos pesados do WhatsApp e desinstale aplicativos que você não usa há meses. Se o sistema não tem onde escrever dados, ele simplesmente "desliga e liga" para tentar liberar espaço.
Como descobrir o culpado do reinício automático?
Muitos casos de Xiaomi reiniciando sozinho acontecem por causa de um aplicativo específico, especialmente se o problema começou após instalar algo novo ou atualizar um app pesado. Nesse caso, você pode fazer os testes abaixo;
Observe se o reinício começou depois de instalar ou atualizar um app;
Desinstale o app suspeito e veja se o problema desaparece;
Se não quiser desinstalar, tente limpar cache e dados do aplicativo;
Se for um launcher, teste voltar ao launcher padrão.
Modo Seguro
O Modo Seguro é um ótimo diagnóstico porque ele carrega apenas apps do sistema. Se no Modo Seguro o celular para de reiniciar sozinho, quase sempre a causa é algum aplicativo instalado.
O passo a passo muda conforme modelo e versão, então o mais prático é pesquisar por: “nome do seu Xiaomi + modo seguro”.
Como saber se é superaquecimento?
Celulares modernos têm sensores térmicos e sistemas de proteção. Se o processador (ou bateria) atinge uma temperatura crítica, o sistema pode reduzir desempenho e, em casos extremos, desligar ou reiniciar para evitar danos.
Fique atento se o reinício ocorre quando:
Você está jogando títulos pesados sob o sol;
O celular está carregando dentro de uma capinha muito grossa;
O uso do 5G está intenso em áreas de pouco sinal.
Tente remover a capa e deixar o aparelho esfriar. Se os reinícios pararem, o problema é puramente térmico.
Reinicia quando está carregando: é bateria?
Se o seu Xiaomi desliga e liga apenas quando está conectado à tomada, o problema pode ser:
Bateria degradada (principalmente se acontece em porcentagem específica).
O melhor teste é cruzado: use outro cabo e carregador (preferencialmente original ou certificado). Se o reinício desaparecer, o problema provavelmente era o acessório.
Se o reinício acontece sempre com bateria baixa ou em uma faixa específica (tipo 20% ou 40%), pode ser sinal de desgaste da bateria.
Se o celular entra em bootloop, o mais indicado é procurar a assistência técnica. (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Cache e dados: o que fazer sem perder tudo?
Se você chegou até aqui e o Xiaomi ainda reinicia sozinho, vale tentar soluções intermediárias antes de pensar em reset total. Veja o que testar sem apagar tudo:
Limpar cache de apps que travam antes do reinício;
Apagar dados de um app específico (isso pode deslogar contas, então atenção);
Redefinir configurações de rede (útil se travar em Wi-Fi/4G/5G).
Essas medidas resolvem quando há corrupção de cache ou conflito de configuração.
Reset de fábrica resolve?
Às vezes sim, mas deve ser o último recurso. O reset de fábrica costuma funcionar quando o problema é corrupção do sistema, configurações quebradas ou conflitos profundos após atualização. Porém, ele apaga tudo.
Nem sempre o Xiaomi reinicia sozinho por causa de app, atualização ou falta de espaço. Em alguns casos, o problema pode ser o hardware.
Desconfie disso se o celular:
Reinicia mesmo parado e frio;
Entra em bootloop (loop de reinicialização);
Começou a reiniciar depois de queda ou contato com água/umidade;
Esquenta demais sem motivo;
Reinicia ao tocar ou apertar uma parte específica;
Continua reiniciando mesmo com carregador e cabo bons.
Se você notar esses sinais, o ideal é buscar assistência técnica ou garantia, sem insistir em reset várias vezes.
Perguntas frequentes
Por que meu Xiaomi reinicia sozinho?
Na maioria dos casos, isso acontece por falhas de sistema, armazenamento cheio, apps com bug ou superaquecimento da bateria. O reinício é uma forma do aparelho se proteger ou se recuperar de travamentos.
Xiaomi reinicia ao abrir a câmera, o que fazer?
Isso costuma indicar bug no app da câmera, falta de espaço interno, aquecimento ou conflito com outros apps. Teste liberar armazenamento, limpar cache da câmera e verificar se há atualização do sistema ou do app.
O que é bootloop e como sair?
O bootloop é quando o celular fica reiniciando sem parar e não consegue iniciar o sistema. Ele pode ser causado por falha de atualização, corrupção do sistema ou defeito físico. Em casos leves, reiniciar e atualizar pode resolver, mas se persistir, geralmente exige suporte técnico.
Você sai de casa com a carga em 100%, troca algumas mensagens no caminho para o trabalho, ouve um podcast e, quando olha para o relógio no meio da tarde, o ícone da bateria já está laranja ou vermelho. A sensação é de que o celular está "derretendo" a energia sozinho, mesmo sem você ter passado horas jogando ou assistindo a vídeos.
No Android, dá para ver exatamente quais aplicativos estão drenando energia e usar ferramentas nativas para limitar o consumo de bateria por app. Neste guia, você vai aprender a identificar os “vilões”, entender por que eles gastam tanto e aplicar limites do jeito certo.
A seguir, tire suas dúvidas sobre:
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Por que alguns apps drenam bateria?
Como descobrir quais apps gastam mais bateria?
O que está pesando no consumo de bateria: tela, segundo plano, localização e dados?
Como limitar o consumo de um app específico?
Como cortar recursos que drenam bateria escondidos?
E quando o problema é um bug?
Dicas para aumentar duração da bateria do Android
Por que alguns apps drenam bateria?
O consumo de bateria não depende apenas do tempo que você passa com a tela ligada. Muitos aplicativos gastam energia porque:
Mantêm Bluetooth e conexões ativas (smartwatches, rastreadores);
Fazem sincronização e upload em segundo plano (fotos, nuvem, redes sociais);
Enviam notificações o tempo todo;
Rodam serviços invisíveis mesmo quando você “não abriu o app”;
Deixam a tela acordada em segundo plano (vídeo, chamadas e jogos).
Como descobrir quais apps gastam mais bateria?
O Android oferece um relatório detalhado escondido nas configurações. Embora o caminho mude entre um Samsung (One UI), Motorola (Hello UI) ou Xiaomi (HyperOS), a lógica é universal:
Abra as “Configurações” do seu Android;
Procure pela seção “Bateria”;
Toque em “Uso da bateria”;
Você verá um ranking dos apps que mais consumiram energia nas últimas 24 horas ou desde a última carga completa.
O Android lista os apps que mais consomem bateria no celular. (Imagem: Captura de tela/Viviane França/Canaltech)
Tenha atenção a apps que aparecem no topo da lista, mas que você mal abriu durante o dia. Se um app de compras que você não usou consumiu 10% da sua carga, ele certamente está com um comportamento anômalo em segundo plano.
O que está pesando no consumo de bateria: tela, segundo plano, localização e dados?
Quando você clicar em um aplicativo específico dentro do menu de bateria, o Android revela detalhes, como:
Tempo de tela: uso real com a tela acesa. Se for alto, o ajuste é no seu tempo de uso ou no brilho da tela;
Tempo em segundo plano: o app trabalhou enquanto você fazia outra coisa. Este é o alvo principal para limitar uso em segundo plano, mas tome cuidado para não restringir apps essenciais, como bancos;
Uso de dados/rede: download e upload constantes. Para resolver, desative o autoplay de vídeos e downloads automáticos nas configurações do próprio app.
Como limitar o consumo de um app específico?
Quando você identifica um app problemático, pode mudar a forma como o sistema lida com ele:
Vá em “Configurações”;
Toque em “Apps”
Clique em “Todos os apps”;
Selecione o aplicativo desejado;
Entre em “Uso da bateria pelo app”;
Acesse “Permitir o uso em segundo plano”;
Desative a opção “Permitir o uso em segundo plano”, se não for um app essencial;
Escolha a opção “Otimizado”.
Dá para retirar apps que funcionam em segundo plano. (Imagem: Captura de tela/Viviane França/Canaltech)
Como cortar recursos que drenam bateria escondidos?
Muitas vezes, a culpa está nas permissões dos apps, como acesso à localização, notificações e sincronização de contas. Veja como conferir cada um e resolver a situação:
Localização
Para alterar o acesso à localização do aparelho, siga os passos:
Vá em “Configurações”;
Toque em “Localização”;
Clique em “Permissões de acesso à localização”;
Verifique quais apps têm permissão para acessar o GPS “Sempre”. Mude para “Permitir apenas durante o uso”.
É possível retirar a permissão de acesso à localização de alguns apps. (Imagem: Captura de tela/Viviane França/Canaltech)
Notificações
Nas notificações, desative os alertas de apps que não agregam valor. Para isso, siga os passos:
Vá em “Configurações”;
Entre em “Notificações”;
Toque em “Notificações de apps”;
Liste todos os apps;
Desmarque a opção de notificações nos apps em que não é necessário.
Também é possível remover as notificações de alguns apps para economizar bateria. (Imagem: Captura de tela/Viviane França/Canaltech)
Sincronização de Contas
A sincronização de contas também consome muita energia. Veja como gerenciar:
Vá em “Configurações”;
Clique em “Senhas, chaves de acesso e contas”;
Desative a sincronização automática de dados que você não precisa ter em tempo real.
A sincronização de contas também consome bastante bateria. (Imagem: Captura de tela/Viviane França/Canaltech)
E quando o problema é um bug?
Se um app que costumava ser econômico de repente começou a devorar sua carga, ele pode estar com um bug. Antes de desinstalar, tente esta sequência:
Forçar parada: no menu de informações do app, toque em "Forçar Parada" para encerrar processos travados;
Limpar cache: isso apaga arquivos temporários que podem estar causando loops de processamento;
Atualizar o app: verifique na Play Store se há uma correção disponível. Desenvolvedores costumam lançar patches rápidos para problemas de drenagem.
Reiniciar o celular: o bom e velho "desliga e liga" limpa a memória RAM e encerra processos zumbis do sistema.
Dicas para aumentar duração da bateria do Android
Confira 6 dicas para aumentar a duração da sua bateria:
Brilho adaptativo: deixe o sensor trabalhar. Ele evita que a tela fique no brilho máximo em ambientes escuros, economizando muito;
Reduzir tempo de tela ligada: configure para 30 segundos ou 1 minuto. Manter a tela acesa inutilmente enquanto você já deixou o celular na mesa é puro desperdício;
Desativar vibração excessiva: a resposta tátil do teclado e as vibrações de notificações consomem mais do que parece. Se puder viver sem o "vrum" a cada letra digitada, desative;
Revisar apps que iniciam sozinhos: alguns apps se configuram para ligar junto com o sistema. Bloqueie o início automático daqueles que não são essenciais;
Modo Economia em momentos críticos: não espere chegar em 5%. Ative o modo de economia quando estiver em 20% e souber que vai demorar para ver uma tomada;
Evite widgets pesados: widgets de clima ou notícias que atualizam a cada 5 minutos na tela inicial são drenos constantes de dados e energia.
O Android 17 Beta 4 trouxe mudanças na interface que deixam o uso com mouse e trackpad mais fácil. As novidades foram descobertas por Mishaal Rahman ao testar o sistema e fazem parte do beta mais recente e último a ser lançado antes da versão estável. Por enquanto, os recursos estão disponíveis apenas para testadores, mas já mostram melhorias na multitarefa e no uso em telas maiores.
Uma das principais mudanças está no modo de tela dividida (split screen). Agora, quando o usuário tocar na alça entre dois aplicativos, vai aparecer setas para redimensionar automaticamente as janelas em proporções fixas, como 50:50, 70:30 e 90:10. A novidade elimina a necessidade de arrastar manualmente a divisão com o cursor, tornando o ajuste mais rápido e preciso, especialmente em dispositivos com mouse ou trackpad.
Além disso, o Android 17 Beta 4 vai adicionar um botão “X” nas janelas de autenticação biométrica. Antes, era preciso usar o gesto de voltar para fechar essas telas. Agora, é possível encerrar a solicitação com um clique, o que também facilita o uso com mouse ou trackpad. Ainda, o sistema ajustou a exibição do texto copiado no clipboard overlay, que agora aparece em branco para melhorar o contraste e a leitura.
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Android 17 Beta 4 melhorou o split screen com ajustes rápidos e adicionou botão “X” para fechar biometria. (Imagem: 018pzci07/Unsplash)
Quando o Android 17 será lançado?
O Google ainda não confirmou a data de lançamento, mas a previsão é que o Android 17 chegue na versão final por volta de junho de 2026. Esse cronograma segue o novo ritmo de atualizações da empresa, que tem antecipado os lançamentos.
A versão estável chegará primeiro aos celulares da linha Google Pixel (que não são vendidos oficialmente no Brasil) e ao código aberto do sistema (AOSP). Somente depois disso é que fabricantes como Samsung, Motorola e Xiaomi vão adaptar o sistema para suas próprias interfaces (como a One UI) e liberar para o público.
O WhatsApp está trabalhando em um recurso de bolhas de notificação no Android, que deve facilitar respostas rápidas sem precisar sair do aplicativo que você está usando. Segundo o WABetaInfo, a função ainda está em desenvolvimento e não foi liberada nem para testadores beta, mas pode chegar em futuras atualizações.
A ideia da novidade é manter uma experiência acessível e interativa, com notificações em tempo real. Assim, o recurso deve ser útil em situações práticas do dia a dia, como responder uma mensagem sem interromper a visualização de um vídeo ou enquanto o usuário navega em outros aplicativos, como o Instagram.
A novidade faz parte de outras mudanças que o WhatsApp prepara para os próximos meses. Uma delas é uma reforma na barra superior do app, em que o nome “WhatsApp” deve dar lugar ao logotipo, abrindo espaço para novos atalhos e funções, como acessar os status direto no topo. A ideia é tornar as conversas mais rápidas e reduzir interrupções durante o uso.
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Embora o Android tenha suporte para bolhas desde o Android 10, o recurso costuma funcionar com mais estabilidade e integração a partir do Android 11. Por isso, é provável que o WhatsApp priorize versões mais recentes do sistema na liberação inicial. Vale lembrar que o funcionamento também depende das configurações do próprio dispositivo, e o usuário poderá desativar as bolhas a qualquer momento caso considere o recurso invasivo.
WhatsApp está testando notificações em "bolhas" no Android. (Imagem: Viviane França/Canaltech)
Como vão funcionar as notificações “bolhas” no WhatsApp?
As bolhas de notificação do WhatsApp devem funcionar de forma semelhante ao que já existe em outros apps do Android. Quando uma mensagem chegar, um ícone flutuante aparecerá na tela, mesmo que o usuário esteja em outro aplicativo ou na tela inicial.
Veja como a interface deve operar:
Identificação visual: a bolha vai mostrar a foto do contato e um pequeno ícone do WhatsApp para indicar a origem da mensagem;
Janela compacta: ao tocar na bolha, será aberta uma versão reduzida do chat, em uma janela sobreposta;
Respostas mais rápidas: será possível ler e responder sem abrir o aplicativo completo;
Controle pelo sistema: como o recurso depende do Android, será necessário permitir bolhas nas configurações do celular.
A expectativa é que o WhatsApp libere a função gradualmente para alguns usuários beta assim que a fase de ajustes for concluída.
A Meta lançou o Instants, um novo aplicativo independente do Instagram para o compartilhamento de fotos temporárias, em uma tentativa de rivalizar com o Snapchat. A novidade foi publicada pelo especialista Matt Navarra no Threads. Por enquanto, o app já começou a ser liberado para Android e iOS, mas apenas em regiões selecionadas.
A proposta do Instants é apostar em uma experiência mais espontânea, o que lembra bastante o app Be Real. Assim que o usuário abre o aplicativo, ele já é levado para a câmera, eliminando feed e ferramentas avançadas de edição. O foco é incentivar o compartilhamento imediato de momentos do dia a dia, sem o uso de filtros ou produção.
As fotos enviadas no Instants ficam disponíveis temporariamente. Elas podem ser vistas apenas uma vez e desaparecem após 24 horas. O recurso é uma extensão da função conhecida como “Shots”, que antes estava restrita às mensagens diretas do Instagram.
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Mesmo sendo um aplicativo separado, o Instants continua totalmente integrado ao Instagram. O usuário faz login com a mesma conta e tudo o que é publicado no Instants também pode ser visualizado no app principal.
No post principal de Matt Navarra, também aparecem relatos de usuários que já estão testando o Instants e apontam frustração com a usabilidade. Algumas pessoas dizem que o app é confuso, principalmente em relação às notificações, como avisos de que alguém “comentou na sua foto” ou “visitou seu perfil”, já que nem sempre fica claro onde encontrar essas interações.
Além disso, há desconfiança entre os usuários sobre a exclusão real dos dados, com críticas sugerindo que, mesmo com as imagens sumindo do celular, elas ainda poderiam ficar armazenadas nos servidores da Meta e até serem usadas para treinar ferramentas de inteligência artificial.
Meta lança app Instants, que permite o compartilhamento de fotos temporárias, para competir com Snapchat. (Imagem: Solen Feyissa/Unsplash)
Tem como acessar o app Instants no Brasil?
Atualmente, o Instants não está disponível no Brasil. O lançamento foi feito de forma limitada, com prioridade para usuários nos Estados Unidos e outras regiões selecionadas, mas ainda não há previsão de quando o app será liberado para download em lojas de aplicativos brasileiras.
Apesar de não estar nas lojas de apps brasileiras, alguns usuários estão burlando a restrição baixando o arquivo APK em sites de terceiros ou criando contas registradas em outros países.
O Spotify anunciou uma integração com o Claude, chatbot de IA da Anthropic, que permite criar playlists e receber recomendações de músicas e podcasts sem sair da conversa. A novidade já está disponível globalmente para usuários do Claude nos planos gratuito, Pro e Max, tanto na versão web quanto nos apps para desktop, Android e iOS.
A integração usa o catálogo do Spotify e os recursos de personalização da plataforma para sugerir conteúdos de acordo com o gosto e o histórico de audição do usuário. Com comandos de texto, é possível pedir playlists para diferentes momentos, como treinos, corridas ou trabalho, além de recomendações de podcasts para o trajeto diário.
Além de gerar listas, o recurso oferece prévias das faixas, opção de salvar playlists na biblioteca e acesso rápido para abrir o conteúdo no aplicativo do Spotify. A integração ainda conta com suporte ao Spotify Connect, com controles de reprodução e troca de dispositivo de saída dentro do próprio Claude.
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Segundo as empresas, a conexão pode ser desfeita a qualquer momento, e o Spotify não compartilha conteúdos de áudio ou vídeo com a Anthropic para o treinamento de modelos de linguagem.
Vale ressaltar que o recurso também funciona para ouvintes do Spotify tanto na versão gratuita quanto no plano Premium. No caso dos assinantes Premium, há a possibilidade de ajustar as recomendações descrevendo a “vibe” ou o estado de espírito (mood) desejado nos comandos enviados ao Claude.
Como usar o Spotify no Claude?
Para usar o Spotify no Claude, siga os passos abaixo:
Acesse o Claude na versão web;
Clique em “+”;
Vá em “Conectores”;
Toque em “Adicionar conector”;
Pesquise o Spotify e clique no botão mais;
Abra “Conectores” novamente no botão “+”;
Selecione o Spotify;
Comece a usar o Spotify no Claude.
Spotify agora é integrado ao Claude e pode gerar playlists e recomendações de músicas dentro da IA. (Imagem: Captura de tela/Viviane França/Canaltech)
O YouTube Premium ficou mais caro nos Estados Unidos e o reajuste já está gerando reação entre os assinantes. Segundo uma pesquisa do site Android Authority, quase 40% dos usuários que já pagam pelo serviço pretendem cancelar a assinatura ou migrar para um plano mais barato, indicando que o aumento pode estar testando o limite de tolerância do público. A mudança, por enquanto, não foi aplicada no Brasil.
De acordo com o levantamento, o plano individual subiu de US$ 13,99 para US$ 15,99, enquanto o plano família passou de US$ 22,99 para US$ 26,99. Entre os assinantes consultados, 26,4% afirmaram que pretendem cancelar, 12,8% querem trocar de plano, e 60,7% disseram que vão manter a assinatura mesmo com o novo preço.
A enquete somou 2.072 votos, mas o próprio Android Authority ressalta que o questionário foi publicado dentro de matérias sobre o reajuste, o que pode ter atraído principalmente leitores já insatisfeitos e, por isso, não representar toda a base de assinantes do serviço.
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Para o Android Authority, depois que o usuário se acostuma com os benefícios do Premium, principalmente a ausência de anúncios, a ideia de voltar a assistir vídeos com propagandas obrigatórias pode ser difícil, o que sugere que parte dos assinantes que dizem que vão cancelar pode acabar mudando de ideia com o tempo.
Além disso, o aumento de US$ 2 no plano individual representa um crescimento de cerca de 14% na receita desse plano para o YouTube. Segundo a análise, a plataforma, avaliada em cerca de meio trilhão de dólares, não toma decisões desse tipo por impulso e provavelmente baseou o reajuste em pesquisas de mercado, calculando que a maioria dos usuários continuará pagando mesmo com o novo preço.
O reajuste acontece após um aumento anterior realizado em julho de 2023 e reforça um movimento observado em todo o setor de streaming. Com a fragmentação do conteúdo entre plataformas, como filmes, séries e músicas, muitos usuários acabam assinando mais de um streaming para acompanhar lançamentos e acessar catálogos específicos.
Com esse acúmulo, o valor pago mensalmente cresce e o streaming, antes visto como uma alternativa mais barata à TV por assinatura, pesa no orçamento. O resultado é um aumento na intenção de cancelamentos e na busca por meios alternativos de consumo.
Quase 40% dos assinantes pretendem cancelar ou migrar de plano do Youtube Premium após aumento nos EUA. (Imagem: Zulfugar Karimov/Unsplash)
O que é o Youtube Premium?
O YouTube Premium é o serviço de assinatura paga do YouTube que oferece uma experiência sem anúncios e recursos extras. Entre os principais benefícios estão:
Remoção de propagandas;
Reprodução de vídeos em segundo plano no celular;
Opção de download para assistir offline;
Acesso completo ao YouTube Music, serviço de streaming musical da plataforma.
O Google anunciou uma atualização no Gemini com novos recursos para situações de crise e saúde mental. A principal novidade é uma interface de “um toque”, que mostra botões para entrar em contato com linhas de apoio quando o chatbot identifica sinais de risco, como menções a suicídio ou automutilação. Segundo a empresa, a mudança reduz o tempo para que o usuário busque suporte humano profissional.
O recurso aparece dentro do módulo “Ajuda disponível” e traz opções para ligar, enviar SMS, iniciar um chat ou acessar o site de serviços especializados. Segundo o Google, as respostas foram desenvolvidas em parceria com especialistas clínicos para serem mais empáticas e, ao mesmo tempo, evitar validações perigosas ou incentivo a comportamentos nocivos.
O Gemini também foi treinado para não concordar ou reforçar crenças falsas, buscando separar de forma cuidadosa a experiência subjetiva do usuário de fatos objetivos. Após ativado, o painel de ajuda permanece visível durante o restante da conversa.
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A atualização traz novas proteções para menores de idade, com regras que impedem o Gemini de adotar um tom de “companheiro”, simular vínculos emocionais ou sugerir intimidade com o usuário, além de medidas para reduzir riscos de abuso, como evitar que a IA incentive bullying ou outros assédios. O objetivo é evitar que adolescentes desenvolvam dependência emocional do chatbot ou interpretem a IA como uma figura humana de apoio.
Além disso, o Google anunciou um investimento de US$ 30 milhões nos próximos três anos para apoiar linhas de atendimento a crises em vários países. A empresa ainda destinou US$ 4 milhões para a ReflexAI, que vai integrar o Gemini à plataforma de simulações “Prepare” para capacitar voluntários e profissionais. O Google.org também deve fornecer suporte técnico pro bono para evoluir a ferramenta, com foco inicial em parceiros da área educacional.
As mudanças chegam após investigações e processos judiciais que apontam falhas de chatbots com pessoas vulneráveis, incluindo uma ação que acusa uma IA de incentivar um homem a tirar a própria vida, além de casos em que assistentes teriam ajudado a esconder transtornos alimentares ou planejar ataques violentos. Diante disso, empresas, como OpenAI e Anthropic, também reforçaram a segurança em conversas sensíveis.
Gemini recebe atualização que facilita contato com linhas de apoio ao detectar riscos à saúde mental durante a conversa. (Imagem: Viviane França/Canaltech)
As atualizações de saúde mental já estão disponíveis no Gemini?
Sim. O redesenho do módulo de suporte e as novas diretrizes de resposta já fazem parte das capacidades atuais do Gemini para lidar com situações de crise. A empresa reforça, porém, que o chatbot não substitui atendimento clínico, terapia ou suporte profissional especializado.
A versão estável da One UI 8.5, interface baseada no Android 16 QPR2, tem previsão de lançamento para a linha Galaxy S25 no dia 30 de abril de 2026. Segundo o informante Tarun Vats, em publicação na rede social X, a atualização deve ser liberada primeiro na Coreia do Sul, com expansão para o mercado global poucos dias depois.
De acordo com o cronograma divulgado pelo leaker, a expectativa é que a distribuição mundial aconteça cerca de quatro dias após a estreia no país de origem da Samsung, o que coloca o lançamento global em 4 de maio de 2026. Até o momento, a fabricante não confirmou oficialmente a data.
A Samsung já disponibilizou oito versões beta da One UI 8.5 para o Galaxy S25, S25+ e S25 Ultra, indicando que o programa de testes está próximo da reta final. O processo costuma seguir um padrão, com a estreia da interface junto dos novos celulares — no caso, o Galaxy S26 que foi lançado em fevereiro — e, após um período inicial, a atualização é liberada para modelos já lançados.
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A atualização também chama atenção porque a Samsung planeja levar para a linha Galaxy S25 alguns dos recursos de IA do Galaxy S26, como o AI Call Screening (triagem de chamadas por IA), ferramentas Agentic AI, Creative Studio, Now Nudge e Notification Highlights, além de melhorias no Audio Eraser, no Enhanced Photo Assist e na Bixby com respostas mais contextuais.
One UI 8.5 deve chegar ao Galaxy S25 em 30 de abril de 2026 na Coreia do Sul, com expansão global em 4 de maio. (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
É possível testar o beta da One UI 8.5 no Brasil?
Não. O programa One UI 8.5 Beta não está disponível no Brasil, já que a Samsung restringe os testes a mercados selecionados. Assim, os usuários brasileiros da linha Galaxy S25 não conseguem se inscrever para receber a versão antecipada do sistema.
Atualmente, o beta está disponível apenas nos seguintes países:
Os celulares Samsung Galaxy têm um recurso pouco conhecido que transforma o sensor de impressão digital em um atalho para abrir aplicativos e executar funções específicas. Os usuários podem configurar a ferramenta pelo aplicativo Good Lock no módulo Routines+, disponível na Google Play Store e na Galaxy Store.
Apesar de não vir ativada por padrão, ela oferece um nível extra de automação na One UI. Para isso, o sistema integra a biometria do aparelho ao motor de automação da Samsung. Assim, o usuário pode definir, por exemplo, que o polegar esquerdo abra o Instagram e o indicador direito abra o Bloco de Notas, o que elimina a necessidade de procurar manualmente o aplicativo após desbloquear o celular.
O recurso também pode ser usado para acessar configurações internas e realizar ações em aplicativos nativos, como buscar um contato ou visualizar chamadas perdidas. Apesar de ser necessário um período de adaptação para memorizar qual dedo ativa cada comando, a função traz mais agilidade no dia a dia.
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Além de usos para entretenimento, como abrir rapidamente o Instagram, é possível usar a ferramenta para produtividade. Um exemplo é configurar uma digital para abrir o aplicativo de Lembretes, deixando suas tarefas visíveis logo após desbloquear a tela.
Recurso do Good Lock transforma o sensor de impressão digital em atalho para abrir apps. (Imagem: André Magalhães/Canaltech)
Como configurar uma rotina para sua digital no Good Lock?
Para configurar uma rotina para sua digital no Good Lock, primeiro você deve cadastrar suas digitais nas configurações do seu Samsung. Depois, siga os passos abaixo:
O Google anunciou o Gemma 4, nova geração da sua família de modelos de IA abertos, voltada para raciocínio avançado e uso em agentes de IA. A novidade já está disponível globalmente para desenvolvedores e pesquisadores, sob licença Apache 2.0, com uso comercial liberado e integração em produtos sem grandes restrições.
Segundo a empresa, o Gemma 4 oferece alto desempenho com menos custo, rodando tanto em hardware local quanto na nuvem. A família tem quatro versões: Effective 2B (E2B) e Effective 4B (E4B), para celulares e dispositivos edge, além dos modelos maiores 26B Mixture of Experts (MoE) e 31B Dense, para tarefas mais pesadas. No caso do 26B MoE, o foco é responder mais rápido, usando apenas 3,8 bilhões de parâmetros a cada resposta.
A nova linha é multimodal, com suporte a vídeos e imagens em toda a família, sendo útil para tarefas envolvendo OCR e leitura de gráficos. As versões menores E2B e E4B também aceitam áudio, com foco em reconhecimento e compreensão de fala. Já o limite de contexto chega a 128K nas variantes para edge e a 256K nos modelos maiores, ajudando a lidar com grandes volumes de texto, código ou documentos em um único prompt.
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O Gemma 4 também chega com suporte a ferramentas populares do ecossistema open source, facilitando a adoção em projetos comerciais. A proposta é possibilitar que mais pessoas e empresas usem IA avançada com mais controle sobre dados e infraestrutura, sem depender totalmente de serviços fechados.
A família foi treinada em mais de 140 idiomas e tem ótimo desempenho em benchmarks públicos. O modelo 31B aparece atualmente em 3º lugar no ranking global de modelos abertos da Arena AI, enquanto o 26B ocupa a 6ª posição, chegando a superar modelos até 20 vezes maiores.
Gemma 4 é a nova geração da família de modelos de IA abertos do Google. (Imagem: Divulgação/Google)
Como usar o Gemma 4?
O Gemma 4 pode ser testado pelo Google AI Studio e pela Google AI Edge Gallery. Para desenvolvedores Android, há suporte ao Agent Mode no Android Studio, além do AICore Developer Preview e da ML Kit GenAI Prompt API, que ajudam a criar apps de produção e já preparam o terreno para compatibilidade futura com o Gemini Nano 4.
Os modelos também podem ser baixados nas plataformas Hugging Face, Kaggle e Ollama, e tem compatibilidade com as ferramentas Transformers, vLLM, llama.cpp, LM Studio e Keras.
Já para quem precisa rodar em escala, o Gemma 4 também pode ser usado no Google Cloud, com suporte via Vertex AI, GKE e Cloud Run, incluindo recursos de segurança e conformidade para aplicações corporativas.
O Google Vids agora tem integração com o modelo Veo 3.1 para gerar vídeos com IA a partir de textos e fotos. A proposta é facilitar a criação de conteúdos com aparência profissional, desde posts para redes sociais até materiais promocionais. O recurso já está disponível e pode ser usado em todos os planos, incluindo a versão gratuita.
Para usuários de contas pessoais, o Google liberou 10 gerações gratuitas por mês. Já assinantes dos planos Google AI Ultra e Workspace AI Ultra contam com um limite de até 1.000 gerações mensais, com foco em criadores e empresas que precisam produzir conteúdo em escala.
O Google Vids também ganhou novidades importantes em áudio. Com os modelos Lyria 3 e Lyria 3 Pro, assinantes do Google AI Pro e Ultra podem criar trilhas sonoras personalizadas, com duração entre 30 segundos e três minutos, ajustadas ao estilo e ao clima do vídeo.
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Além disso, o Vids agora tem avatares de IA, mas o recurso é exclusivo para assinantes do Google AI Pro e Ultra. Além de manter uma identidade visual e de voz consistente, a ferramenta inclui um “controle de direção completo”, com opções para posicionar os avatares em cenas específicas, ajustar detalhes, como roupas e fundos, e criar interações com objetos e adereços enviados pelo usuário.
Para completar, o Vids ganhou uma extensão do Chrome que leva o estúdio de gravação para dentro do navegador e traz captura de tela e webcam a partir de qualquer aba, sem precisar abrir o editor antes. A ferramenta também começou a oferecer exportação para o YouTube, com envio padrão como “Privado”.
Google Vids agora tem integração com Veo 3.1 para gerar vídeos com IA. (Imagem: Divulgação/Google)
Como criar vídeos com o Veo 3.1 no Google Vids?
Para criar vídeos com o Veo 3.1 no Google Vids, siga os passos abaixo:
Acesse o Google Vids;
Clique em “Veo 3.1”;
Escolha se deseja criar do zero ou a partir de uma imagem;
A Microsoft lançou novos recursos de multiagentes no Copilot Studio, que coordenam diferentes IAs para entregar respostas mais precisas, automatizar tarefas complexas e melhorar a integração com fluxos de trabalho corporativos. As novidades estarão totalmente disponíveis a partir de abril de 2026 para clientes da plataforma Copilot Studio.
Os recursos tem integração com o Microsoft Fabric, orquestração via SDK de Agentes do Microsoft 365 e comunicação Agente-a-Agente (A2A) por protocolos abertos, o que possibilita que agentes especializados, como suporte ao cliente ou análise de dados, trabalhem de forma coordenada, usando informações reais da empresa.
O Copilot Studio ganhou o Prompt Builder Imersivo, localizado na aba Ferramentas (Tools) de cada agente. Ele centraliza criação, edição e teste de instruções, com a opção de alternar modelos sem sair do fluxo de trabalho, reduzindo o atrito de usar um editor separado. As integrações com Teams, ServiceNow e Azure DevOps foram ampliadas para que agentes acompanhem reuniões, compreendam tickets e atuem em sistemas externos.
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A plataforma também oferece novos ajustes de moderação de conteúdo, que regulam a sensibilidade para evitar bloqueios excessivos e desbloqueiam cenários legítimos em setores regulados, como saúde, seguros e aplicação da lei. Além de suporte aos modelos de IA Claude Opus 4.6 e Claude Sonnet 4.5 (disponíveis inicialmente nos EUA), Grok 4.1 Fast, GPT-5.3 Thinking e GPT-5.4 Instant, liberados de forma gradual em várias regiões.
Além disso, o Copilot Studio recebeu duas novas funcionalidades: APIs de automação de avaliação, disponíveis via conectores e Power Platform, que executam verificações de qualidade diretamente em fluxos de CI/CD; e suporte expandido a aplicativos MCP e Apps SDK, que deixa os agentes agir em sistemas externos, indo além de apenas fornecer informações.
Copilot Studio ganha multiagentes de IA, novas integrações e APIs. (Imagem: Divulgação/Microsoft)
Quem pode usar os novos recursos do Copilot Studio?
Os novos recursos de multiagentes do Copilot Studio estarão disponíveis a partir de abril de 2026 para assinantes do plano Copilot Studio. Algumas funções têm diferenças de disponibilidade dependendo da região ou do modelo de IA escolhido.
Todos os assinantes têm acesso à integração com Microsoft Fabric, ao SDK de Agentes do M365 e à comunicação A2A. Já os ajustes de sensibilidade funcionam apenas em regiões que oferecem suporte a modelos gerenciados pela Microsoft.
No caso do suporte a Anthropic Claude, Grok e GPT-5.4 Instant, os modelos estão disponíveis inicialmente em prévia paga. A liberação é faseada por região, ou seja, algumas localidades recebem acesso antes de outras, como é o caso dos Estados Unidos com a IA da Anthropic.
A versão em inglês da Wikipedia baniu o uso de modelos de linguagem (LLMs) para criar ou reescrever artigos. A medida começa a valer em março de 2026 e afeta toda a comunidade de editores da plataforma, sendo uma resposta ao aumento de conteúdos gerados por ferramentas de IA, como ChatGPT e Google Gemini.
O uso de IA será restrito a casos específicos, nos quais editores podem sugerir correções gramaticais e estilísticas em seus próprios textos e recorrer a LLMs para auxiliar na tradução de artigos, desde que tenham fluência nos idiomas e verifiquem a precisão do conteúdo. Todas as contribuições de IA devem passar por revisão humana. Além disso, a Wikipedia criou o WikiProject AI Cleanup, um grupo voluntário dedicado a identificar e remover artigos de baixa qualidade gerados por IA, conhecidos como "AI slop".
A nova diretriz lembra que algumas pessoas escrevem de forma parecida com textos gerados por IA. Por isso, os moderadores não devem punir apenas pelo estilo de escrita e precisam analisar se o editor segue as regras e seu histórico de edições. A Wikipedia reconhece que identificar conteúdo de IA não é exato, e alguns textos indesejados podem passar, principalmente em páginas menos moderadas.
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No entanto, a Wikipedia atualizou suas políticas e começou a autorizar a remoção imediata de artigos gerados por IA e publicados sem revisão humana. O administrador que sugeriu a nova regra, conhecido como Chaotic Enby, afirmou que a aprovação massiva do banimento deve servir como um movimento popular, encorajando outras comunidades na internet a definir por conta própria os limites do uso de IA.
As regras podem variar dependendo do idioma. Por exemplo, a plataforma em inglês manteve exceções, mas a versão em espanhol optou por um banimento total do uso de LLMs. Essa aversão à IA já existia na comunidade, inclusive a Wikimedia Foundation chegou a testar a ferramenta Simple Article Summaries, mas os voluntários classificaram a funcionalidade como uma “ideia horrível”, o que levou ao cancelamento do teste.
O Wikipedia em inglês baniu o uso de IA para criar e editar textos na plataforma. (Imagem: Oberon Copeland/Unsplash)
Por que a Wikipedia vai bloquear conteúdos gerados por IA?
A decisão foi tomada por causa de vários riscos apontados pelos editores, como:
As LLMs podem criar informações falsas, como artigos sobre lugares que nunca existiram, e inventar citações e referências acadêmicas, prejudicando a credibilidade;
Rascunhos de baixa qualidade aumentam o trabalho de revisão dos voluntários;
O uso excessivo de automação desestimula o desenvolvimento da expertise humana e o debate entre a comunidade.
A proibição busca manter a Wikipedia confiável e evitar a queda de qualidade em serviços online causada pelo uso exagerado de IA, processo conhecido como “enshittification”.
A Samsung liberou, nesta quinta-feira (26), o programa beta da One UI 8.5 para a linha Galaxy S24, que inclui os modelos S24, S24+ e S24 Ultra. A atualização, baseada no Android 16 QPR2, já está disponível para que usuários na Índia, Coreia do Sul e Reino Unido testem a nova interface e enviem feedbacks para melhorar a versão estável antes do lançamento.
Essa primeira versão beta da One UI 8.5 tem o firmware S92xBXXU5ZZCD, ocupa 4,1 GB e faz parte parte do movimento da Samsung de expandir a nova interface para outros dispositivos.
A One UI 8.5 traz uma interface renovada, melhorias estéticas e recursos aprimorados da Galaxy AI. Os apps nativos, como Relógio, Telefone e Galeria, ganharam um menu inferior com barra de pesquisa e ícones em estilo Liquid Glass, inspirado no iOS. O Painel Rápido pode ser redimensionado ou ter atalhos removidos, e a tela de bloqueio traz três estilos de relógio, animações no Always On Display e dados do Google Maps na "Now Bar".
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A Bixby também virou um chatbot de IA, com o Perplexity integrado, e o navegador da Samsung ganhou a função Ask AI, que resume conteúdos de várias abas. Na edição de imagens é possível usar comandos de texto, e o recurso Now Nudge agora sugere ações rápidas com base no que aparece na tela, como adicionar eventos à agenda.
A Galeria terá um álbum privado que impede capturas de tela, e o sistema identifica e bloqueia notificações de apps abusivos. Será possível gravar apenas uma parte da tela, e novos recursos ajudam a economizar bateria ao desligar funções não essenciais e ajustar limites de uso.
Samsung expande One UI 8.5 para a linha Galaxy S24. (Imagem: Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
O beta do One UI 8.5 está disponível no Brasil?
Não, o beta da One UI 8.5 ainda não está disponível no Brasil. A fabricante está liberando o programa de testes apenas em mercados selecionados, como Índia, Coreia do Sul e Reino Unido.
No Brasil, a única forma de testar o novo sistema operacional da Samsung é comprando o Galaxy S26, que já vem com a One UI 8.5 instalada de fábrica.
O Google anunciou que o Android 17 vai receber suporte à Criptografia Pós-Quântica (PQC), tecnologia criada para resistir a ataques de futuros computadores quânticos. A novidade começa a ser testada já na próxima versão beta do Android 17, com expectativa de chegar ao público geral quando o sistema for lançado oficialmente.
Apesar de parecer uma resposta recente a uma ameaça distante, o Google vem se preparando para esse cenário há anos, com experimentos e testes desde 2016, e a implementação marca uma mudança importante no Android, com a adoção de novos padrões de segurança aprovados pelo NIST.
A atualização reforça a segurança do Android desde o momento em que o celular é ligado. Para isso, o Android Verified Boot (AVB), sistema que verifica se o software do aparelho não foi adulterado, vai usar o algoritmo ML-DSA, um novo padrão de assinatura digital para impedir alterações no sistema na inicialização.
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O Android 17 também vai iniciar a modernização do Atestado Remoto, sistema que comprova se o dispositivo está seguro, e adaptar os certificados do KeyMint, usados para verificar a integridade do sistema para apps e serviços.
No Google Play, a proteção virá pelo Play App Signing, com suporte a assinaturas híbridas, que juntam a criptografia tradicional com a pós-quântica, para manter compatibilidade com dispositivos atuais. As chaves, que deverão ser renovadas a cada dois anos, serão gerenciadas com ajuda do Google Cloud KMS, e a geração será automática tanto para novos apps quanto para aplicativos que optarem por ativar o recurso.
Essa é apenas a primeira fase do plano. O Google também quer ampliar a criptografia pós-quântica para outras áreas do Android, incluindo o KeyMint, que protege chaves digitais no aparelho, e o Provisionamento Remoto de Chaves, recurso usado para gerar e distribuir credenciais de forma segura à distância.
Android 17 vai receber suporte à Criptografia Pós-Quântica (PQC) para proteger o dispositivo contra ataques quânticos no futuro. (Imagem: Reprodução/United States Cybersecurity Institute)
O que são computadores quânticos?
Os computadores quânticos seguem as regras da física quântica para processar informações. Por exemplo, um PC comum consegue trabalhar com 0 ou 1, já o quântico tem a capacidade de lidar com os dois ao mesmo tempo, o que os torna mais rápidos em cálculos complexos.
No entanto, isso também levanta preocupações sobre a possibilidade de conseguirem quebrar a criptografia que usamos para proteger bancos, mensagens e assinaturas digitais. Por isso, empresas já estão desenvolvendo métodos mais seguros, chamados Criptografia Pós-Quântica, para se antecipar a essa ameaça.
Uma startup de tecnologia está chamando atenção por oferecer US$ 800 (cerca de R$ 4,6 mil) para quem topar passar um dia inteiro “gritando” e pressionando chatbots de IA. A vaga, que parece brincadeira, foi anunciada pela Memvid e recebeu o nome de “Professional AI Bully” (algo como “agressor profissional de IA”), com a proposta de expor falhas de memória e perda de contexto em modelos populares.
Apesar do tom curioso, a função tem um objetivo de testar os limites dos sistemas de IA em conversas longas para tentar forçá-los a lembrar informações passadas e registrar quando eles se contradizem, inventam respostas ou esquecem o que foi dito antes. Segundo o CEO e cofundador da Memvid, Mohamed Omar, esse tipo de falha é um problema recorrente em LLMs e acaba obrigando os usuários a repetirem comandos e explicações diversas vezes.
O candidato selecionado deverá interagir com várias ferramentas de IA ao longo de um dia e documentar os erros e o “caos” causado pela perda de contexto. A empresa também pretende gravar a tela e a câmera durante o processo para registrar reações e falhas e, depois, transformar o material em um relatório público.
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Ao mesmo tempo, a ação serve para divulgar a tecnologia da Memvid, que promete dar aos chatbots uma memória persistente usando um único arquivo. A empresa diz que isso melhora o contexto, a velocidade e a precisão das respostas. Além do assistente Kora, a solução também é oferecida como ferramenta para desenvolvedores.
Empresa vai pagar para que alguém grite e pressione sistemas de IA. (Imagem: Growtika/Unsplash)
Tem como se candidatar no Brasil?
Sim. Segundo as informações divulgadas, a vaga é remota, o que abre espaço para candidatos de outros países, incluindo o Brasil. Não é necessário ter experiência em tecnologia ou IA. Para se candidatar, basta acessar o site da Memvid (memvid.com/ai-bully-job).
No entanto, a empresa busca um perfil específico: pessoas com histórico de frustrações com ferramentas digitais, opiniões fortes sobre as limitações da IA e, de preferência, que “realmente deteste” esse tipo de tecnologia.
A seleção deve ser encerrada em meados de abril de 2026, e o pagamento prometido é de US$ 800 pelo dia de trabalho, desde que o candidato cumpra o formato proposto e entregue o registro detalhado dos testes.
A Samsung anunciou, nesta quinta-feira (26), o lançamento da versão estável do Samsung Browser para Windows, encerrando cerca de cinco meses em fase beta. O navegador já está disponível globalmente e pode ser instalado em computadores com Windows 10 (versão 1809 ou superior) e Windows 11, marcando a estreia oficial da experiência de navegação da marca fora dos celulares e tablets.
A proposta do Samsung Browser no PC é oferecer uma navegação mais integrada entre dispositivos. Ao fazer login com uma conta Samsung, o usuário consegue sincronizar automaticamente favoritos, histórico e abas abertas, o que facilita a continuidade do uso entre smartphone e computador.
No entanto, o recurso mais avançado de continuidade, que permite alternar de um dispositivo para outro e continuar exatamente na mesma página, depende do Samsung Continuity Service ou do app Galaxy Connect. Por enquanto, essa função está disponível apenas em notebooks da própria Samsung, como as linhas Galaxy Book3, Book4, Book5 e Book6, com promessa de expansão para outros dispositivos no futuro.
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Além disso, o navegador tem suporte ao Samsung Pass, recurso que ajuda no preenchimento automático de logins e dados de pagamento. A Samsung também manteve ferramentas de privacidade, como proteção contra rastreadores e painel de monitoramento em tempo real.
Novo Samsung Browser chega ao Windows com recursos de IA e navegação integrada. (Imagem: Divulgação/Samsung)
Já os recursos de IA agêntica, desenvolvidos em parceria com a Perplexity, ficam restritos inicialmente aos Estados Unidos e à Coreia do Sul. Eles permitem buscar páginas antigas usando comandos simples, resumir e comparar várias abas abertas, traduzir sites e localizar trechos em vídeos para pular para o momento mais relevante. A IA também pode criar conteúdos e se integra ao Samsung Notes para gerar anotações.
O lançamento marca também uma mudança de identidade. O navegador, conhecido por anos como Samsung Internet, agora é oficialmente chamado Samsung Browser, tanto no Windows quanto nos dispositivos móveis.
Como baixar o navegador da Samsung para Windows?
Para baixar o novo navegador da Samsung para Windows, é necessário acessar o site oficial da empresa (browser.samsung.com) e clicar em “Download” para iniciar.
A Opera anunciou uma grande atualização para o Opera One que integra o Gemini e o Google Tradutor na barra lateral do navegador. A novidade foi lançada em 25 de março de 2026 e já está sendo liberada globalmente para usuários da versão desktop, com foco em transformar o browser em um centro de produtividade mais completo.
Com a mudança, os usuários podem acessar ferramentas de IA e tradução sem abrir novas abas ou alternar constantemente entre sites e serviços externos. Além do Gemini, o Opera One também mantém acesso rápido ao ChatGPT e à IA nativa do próprio navegador, o que possibilita comparar respostas e escolher o modelo mais adequado para cada tarefa enquanto navega na web.
Um diferencial destacado pela empresa é que a inteligência artificial do Opera consegue entender o contexto da aba aberta, lendo o conteúdo da página em que o usuário está navegando para responder comandos e realizar tarefas com mais precisão, sem exigir que a pessoa explique tudo em detalhes.
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Dentre as novidades, também está a inclusão do Google Tradutor na barra lateral. Apesar de o Opera já oferecer uma opção de traduzir sites inteiros automaticamente, agora o destaque é a facilidade para traduzir textos próprios e produzir conteúdo em outros idiomas, como escrever um e-mail para um cliente internacional, preparar mensagens para uma viagem ou conversar com alguém em outra língua durante a navegação.
A atualização também expandiu o recurso “Tela Dividida”, que agora divide a tela em até quatro abas ao mesmo tempo e conta com diferentes layouts de organização, como horizontal, vertical ou em grade. Isso facilita atividades simultâneas, como pesquisa, leitura, comunicação e consumo de conteúdo.
Além disso, o Opera One ganhou dois novos temas para personalização do navegador. O Cybervroom traz uma estética cyberpunk em modo escuro, com visual futurista e efeitos inspirados em máquinas, enquanto o Mizumi tem um estilo mais calmo e relaxante, disponível em modo claro e escuro. Ambos incluem animações, efeitos sonoros para o navegador e teclado, e música de fundo para tornar a experiência mais imersiva.
Agora é possível usar o Gemini e o Google Tradutor na barra lateral do Opera, além de dividir a tela em quatro abas. (Imagem: Divulgação/Opera)
Como adicionar o Gemini e Google Tradutor no Opera?
Confira o passo a passo para adicionar o Gemini e o Google Tradutor na barra lateral do navegador Opera:
Clique nos três pontos na parte inferior da barra lateral do navegador;
Acesse o menu de configurações da barra lateral;
Procure por “Serviços do Google” para localizar o Google Tradutor;
Busque por “Serviços de IA” para localizar o Gemini;
Ative cada ferramenta no botão seletor ao lado do nome.
Como ativar as novas opções da Tela Dividida?
Existem duas formas de dividir a tela em quatro abas no Opera. Na primeira opção:
Abra as abas que você quer usar na Tela Dividida;
Arraste e solte uma aba sobre a outra. Ao arrastar, o Opera vai exibir indicações visuais de posicionamento para criar o layout (horizontal, vertical ou em grade).
Ou, se preferir usar o menu:
Segure Ctrl (Windows) ou Cmd (Mac);
Toque nas abas que deseja agrupar na Tela Dividida;
Clique com o botão direito do mouse em uma das abas selecionadas;
A OpenAI anunciou uma nova experiência de compras para o ChatGPT, com navegação mais visual e recursos para ajudar o usuário a descobrir e comparar produtos na própria conversa. A atualização começou a ser liberada gradualmente nesta semana e chega para usuários dos planos gratuito, Go, Plus e Pro na versão web, Android e iOS.
A novidade é baseada na expansão do Agentic Commerce Protocol (ACP), uma camada que conecta o ChatGPT aos catálogos de lojistas e plataformas de e-commerce. Assim, o usuário pode descrever o que procura, ajustar a busca com novas perguntas e visualizar produtos lado a lado, com informações de preços, avaliações e especificações técnicas atualizadas. Na busca por imagem, também é possível enviar uma foto como inspiração para encontrar itens semelhantes.
O recurso tem integração automática com lojistas da Shopify e experiências nativas com Walmart — que deve chegar ao Android e iOS em breve —, além de descoberta de produtos na Target, Sephora, Nordstrom, Lowe’s, Best Buy, The Home Depot e Wayfair. No caso da Shopify, a finalização da compra acontece na loja online do próprio lojista, por meio de um navegador integrado ao app.
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A OpenAi também abandonou a versão inicial do “Instant Checkout”, que não oferecia a flexibilidade desejada, e começou a focar na etapa de descoberta de produtos. Com isso, os lojistas podem utilizar seus próprios sistemas de pagamento e checkout, com suporte a provedores, como Salesforce e Stripe.
Além disso, a empresa pretende expandir o ACP futuramente com recursos de verificação de disponibilidade local e estimativas de prazo de entrega (ETAs).
ChatGPT anuncia navegação visual e novos recursos para facilitar a descoberta de produtos no chat. (Imagem: Zulfugar Karimov/Unsplash)
Quem pode usar o assistente de compras do ChatGPT?
As novas funcionalidades de compras estão sendo disponibilizadas de forma gradual para todos os usuários do ChatGPT, incluindo a versão gratuita e também assinantes dos planos Go, Plus e Pro.
Como usar o assistente de compras do ChatGPT?
Para usar os novos recursos de compras, é só dizer no chat o que você está procurando, incluindo orçamento, preferências e até restrições. A partir disso, o assistente ajuda você a explorar opções, comparar produtos e chegar à melhor escolha de forma interativa.
A Apple prepara o lançamento de um app próprio da Siri para iPhone, iPad e Mac, com interface de chat semelhante ao ChatGPT e ao Google Gemini e interações mais completas e conversacionais, segundo a Bloomberg. Por enquanto, a novidade segue em testes internos e ainda não está disponível para o público.
A nova experiência deve funcionar como um app independente, com interface em formato de chat, que terá interações por texto ou voz, histórico de conversas e até envio de arquivos, como fotos e documentos. A proposta é transformar a Siri em um agente de IA mais útil no dia a dia, que consiga resumir conteúdos, responder com mais contexto e sugerir ações com base no uso do usuário.
Além disso, a Apple testa integrações mais profundas com o sistema, como o “Ask Siri”, que vai permitir enviar conteúdos de outros apps para a assistente, e o “Write with Siri”, um atalho no teclado para geração e edição de textos.
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O sistema de busca atual, o Spotlight, será unificado na Siri, que usará o recurso “Personal Context” para acessar dados pessoais com mais profundidade. Com a expansão do App Intents, a assistente poderá executar tarefas específicas em apps da Apple e de terceiros, incluindo navegar por interfaces apenas com comandos de voz.
A empresa também deve abandonar o efeito de bordas brilhantes introduzido no iOS 18. Na nova versão, a Siri aparecerá no topo da tela, integrada à Dynamic Island, exibindo um indicador em formato de pílula com “Searching” antes de se expandir para um painel maior e translúcido com o design Liquid Glass.
Essa nova fase da IA vai unir os modelos da Apple, conhecidos como Apple Foundation Models, com tecnologias desenvolvidas em parceria com o Google, incluindo o Gemini, em um acordo estimado em cerca de US$ 1 bilhão. A reformulação, testada internamente sob o codinome “Campo”, dá continuidade a recursos apresentados na WWDC 2024, que foram adiados e agora fazem parte do ciclo de desenvolvimento do iOS 27.
A Siri terá formato conversacional com chat semelhante ao Gemini e ChatGPT. (Imagem: Miguel Tomás/Unsplash)
Quando o app da Siri será lançado?
A expectativa é que a Apple apresente a nova Siri durante a WWDC 2026, marcada para junho de 2026. No entanto, o lançamento para o público deve acontecer apenas no final do ano, possivelmente com os novos sistemas operacionais e a próxima geração de iPhones.
A OpenAI vai descontinuar o Sora, sua plataforma de geração de vídeos por inteligência artificial, incluindo o aplicativo para consumidores, a versão para desenvolvedores e a funcionalidade de vídeos no ChatGPT, segundo o Wall Street Journal.
A big tech decidiu encerrar o Sora para focar em projetos mais importantes no momento, como ferramentas de produtividade, funções empresariais e codificação. Segundo o CEO Sam Altman e a chefe de aplicações Fidji Simo, o objetivo é desenvolver agentes de IA, capazes de realizar tarefas de forma autônoma.
Para isso, a equipe e a infraestrutura foram direcionadas para pesquisas em robótica e simulação de mundo. Essa mudança também faz parte de uma preparação para uma possível oferta pública inicial (IPO) na Bolsa de Valores, que pode acontecer já no quarto trimestre deste ano, além de ser uma tentativa de competir com a rival Anthropic.
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Além disso, a IA Sora precisa de muito poder de processamento, pois a criação de vídeos realistas com inteligência artificial consome energia e computadores potentes, e a OpenAI optou por usar esses recursos em projetos que considera mais estratégicos. Internamente, também havia dúvidas sobre a demanda pelo produto, o que aumentava a percepção de que o investimento na IA era alto demais para o retorno esperado.
A decisão pegou muita gente de surpresa. A equipe da Disney havia se reunido com a OpenAI um dia antes para discutir a parceria, que previa o uso de mais de 200 personagens de franquias, como Star Wars e Toy Story. Dentro da própria empresa, funcionários também foram surpreendidos, já que a OpenAI havia publicado, na véspera, um texto em seu blog sobre a segurança do Sora.
O fim da ferramenta é visto como uma correção de rota na estratégia da OpenAI, que vinha lançando vários produtos ao mesmo tempo, gerando prioridades concorrentes. O Sora também enfrentou desafios com direitos autorais desde o início, o que obrigou a empresa a implementar restrições para evitar o uso indevido de conteúdos protegidos.
IA Sora será descontinuada pela OpenAI, que deve focar em agentes de IA agora. (Imagem: André Magalhães/Canaltech)
Até quando o Sora estará disponível no ChatGPT?
A OpenAI ainda não definiu uma data exata para o desligamento das funções de vídeo no ChatGPT. No entanto, o processo já começou, e a empresa está consolidando seus serviços em um “superapp” que integra desktop, navegador e o Codex, sinalizando que a remoção dos vídeos ocorrerá à medida que essa unificação avançar.
O YouTube Premium começou a liberar um novo recurso para pular automaticamente trechos de anúncios inseridos dentro dos próprios vídeos. Chamado de “Jump Ahead” (Pular à frente), o recurso já está disponível para assinantes da plataforma em celulares, computadores e smart TVs, embora ainda não apareça em todos os conteúdos.
A novidade resolve um problema antigo do serviço. Mesmo sem anúncios tradicionais, o plano Premium não remove as publicidades feitas pelos criadores do vídeo. Agora, com base no comportamento do público, o YouTube identifica as partes mais ignoradas, geralmente esses trechos, e permite pular direto para o conteúdo principal.
O funcionamento depende do chamado “mapa de calor” de visualizações, que mostra os pontos mais e menos assistidos de um vídeo. A partir dessas informações, o sistema detecta padrões de abandono e sugere automaticamente o salto o trecho mais repetido do conteúdo, que costuma aparecer um ou dois segundos antes do fim da publicidade.
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Por isso, a função pode demorar algumas horas para aparecer em vídeos novos e tende a não funcionar em transmissões ao vivo ou conteúdos com poucas visualizações.
Atualmente, os patrocínios dentro dos vídeos são uma das principais fontes de renda dos criadores. Mesmo com vantagens, como downloads offline, reprodução em segundo plano e ausência de anúncios tradicionais, o novo recurso deixa a experiência Premium verdadeiramente livre de qualquer tipo de propaganda.
Youtube Premium ganha recurso para pular anúncios inseridos dentro dos vídeos. (Imagem: Ricardo Syozi/Canaltech)
Como usar o recurso “Pular à frente” no YouTube?
O uso do “Jump Ahead” varia de acordo com o dispositivo. No celular, toque duas vezes no lado direito da tela. Se o recurso estiver disponível, o botão de pular vai aparecer por alguns segundos, sendo necessário clicar nele antes que desapareça.
Já no computador, pressione a seta para a direita, a tecla “L” ou arraste a barra de progresso e clique no botão de pular antes que desapareça. Na Smart TV ou Google TV, use a seta para a direita no controle remoto. Vai aparecer um marcador indicando o ponto de salto, é só confirmar para avançar.
A OpenAI começou a liberar a “Biblioteca” no ChatGPT, recurso que possibilita armazenar arquivos na plataforma. A novidade já está disponível globalmente para assinantes dos planos Plus, Pro e Business na versão web, exceto na Europa, Suíça e Reino Unido.
Sempre que um arquivo é enviado durante uma conversa, como PDFs, apresentações ou planilhas, ele é salvo automaticamente na Biblioteca e fica disponível na barra lateral. Depois, dá para reutilizar esse conteúdo, sem precisar fazer upload de novo. Para isso, é possível usar uma barra de pesquisa e filtrar os arquivos por tipo de arquivo ou por status, e todos os documentos podem ser baixados pelo usuário.
Os conteúdos podem ter até 512 MB e as imagens até 20 MB, porém as geradas pela IA continuam separadas em uma aba específica. Em relação aos documentos de texto, eles têm até 2 milhões de tokens por item, enquanto planilhas e CSVs ficam em torno de 50 MB, dependendo da quantidade de dados.
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Mesmo que o chat seja apagado, os documentos continuam disponíveis na Biblioteca e precisam ser excluídos manualmente. Quando isso acontece, a OpenAI remove os dados dos sistemas em até 30 dias, a menos que o chat já tenha sido anonimizado ou que a retenção seja exigida por obrigações legais e de segurança. Já os arquivos enviados em conversas temporárias ou no ChatGPT Health não são salvos na Biblioteca.
A função “Memória”, quando ativada, pode utilizar esses arquivos para ajudar o sistema a lembrar de informações úteis entre conversas. Os conteúdos também podem ser usados para melhorar os modelos de IA, porém isso pode ser desativado nas configurações de controle de dados.
ChatGPT ganha recurso de Biblioteca para armazenar arquivos e imagens enviados nas conversas. (Imagem: Reprodução/Freepik)
Quem pode usar a biblioteca do ChatGPT?
A Biblioteca do ChatGPT está disponível para assinantes dos planos Plus, Pro e Business da OpenAI, com liberação gradual em nível global e acesso exclusivo pela versão web da plataforma.
O Reddit se prepara para implementar sistemas de verificação de identidade como resposta ao aumento de bots de inteligência artificial na plataforma, usados para spam e manipulação de conteúdo. Segundo o CEO Steve Huffman, a empresa avalia tecnologias, como passkeys, Face ID ou Touch ID, para garantir que há uma pessoa real por trás de cada conta.
O problema se intensificou após o Google dar mais destaque ao Reddit nos resultados de busca a partir de 2024, o que atraiu uma onda de conteúdos automatizados para SEO. Com isso, a plataforma tenta proteger seu ecossistema para limitar abusos e melhorar a qualidade das discussões.
Ao mesmo tempo, a empresa também precisa lidar com pressões legais. No Brasil, o ECA Digital exige o fim da autodeclaração de idade e a adoção de métodos mais seguros e verificáveis, como biometria ou checagem de documentos. A lei prevê multas que podem chegar a R$ 50 milhões por infração, ou até 10% do faturamento do grupo econômico no país. Antes disso, as plataformas ainda recebem uma advertência e têm prazo de 30 dias para corrigir falhas.
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O cofundador Alexis Ohanian apoia o combate aos bots, mas questiona como implementar verificação facial em uma rede conhecida pelo anonimato. O Reddit, porém, não pretende banir todas as IAs, o CEO Steve Huffman citou exemplos de usos úteis, como bots de tradução automática, e reforçou que a exigência é apenas garantir que exista um humano responsável por trás dessas contas, sem necessariamente identificar quem é o usuário.
Reddit vai verificar a identidade dos usuários para combater a onda de bots de IA na plataforma. (Imagem: Reprodução/Unsplash)
Quais foram as medidas do Reddit para se adequar ao ECA Digital?
Para atender às exigências do ECA Digital e evitar sanções da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), o Reddit adotou várias mudanças no Brasil:
Bloqueio temporário: contas de usuários com menos de 16 anos foram suspensas até que ferramentas de supervisão parental estejam disponíveis;
Verificação para conteúdo adulto: usuários entre 16 e 18 anos precisam comprovar a idade com biometria ou documentos;
Integração com sistemas familiares: desenvolvimento de suporte ao Google Family Link e ao Compartilhamento Familiar da Apple para que os pais aprovem a criação de novas contas e monitorem os perfis existentes;
Proibição para menores de 13 anos: regra segue ativa e será reforçada com novos métodos de verificação;
Fim da autodeclaração: substituição por sistemas mais seguros e auditáveis.
A Xiaomi surpreendeu os usuários ao acelerar o ciclo de desenvolvimento do HyperOS 3.1. Embora a versão estável tenha começado a ser distribuída oficialmente na China em 23 de março de 2026, registros internos e logs dos servidores globais indicam que a empresa pode liberar a atualização para o mercado internacional, sem passar pelo tradicional beta público.
O HyperOS 3.1 é construído exclusivamente sobre o Android 16, o que significa que apenas dispositivos da marca compatíveis com essa versão do sistema operacional devem receber a atualização.
A atualização traz todas as otimizações de desempenho e segurança do Android 16 junto de outras novidades, como o menu de aplicativos com navegação multitarefa mais fluida e gestos inspirados no iOS, integração com dispositivos Apple por meio do framework Xiaomi HyperConnect, e o Hyper Island com animações aprimoradas e notificações interativas, além de suporte expandido para aplicativos de terceiros.
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Em testes internos realizados pela XiaomiTime mostram que os modelosXiaomi 17, 15T Pro e 17 Ultra, incluindo variantes em parceria com Leica e o Leitz Phone, estão entre os primeiros preparados para receber a atualização global.
Logs internos da Xiaomi indicam que o lançamento do HyperOS 3.1 deve ser global, sem passar pelos testes beta. (Imagem: Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Quando o HyperOS 3.1 será lançado?
Apesar de a Xiaomi não ter divulgado uma data, os logs internos indicam que o lançamento global pode ocorrer a qualquer momento, já que as compilações finais estão disponíveis nos servidores OTA (Over-the-Air).
É possível acompanhar o avanço em tempo real por meio da plataforma HyperOS Updates (hyperosupdates.com), que monitora o ciclo de desenvolvimento e os registros internos. Quando a atualização é liberada publicamente, ela fica destacada em verde escuro no rastreador.
O Google prepara uma grande reformulação visual para o app Contatos no Android, que promete tornar os perfis mais organizados e acessíveis. Segundo informações do site Android Authority, a atualização reorganiza as páginas de perfil para destacar informações importantes e facilitar consultas rápidas, mas ainda não está disponível para o público.
A novidade foi identificada na versão 4.75.27.882333999 do app, mas permanece oculta no código e só pode ser analisada por meio de técnicas de “APK teardown”. A sessão “Marcadores”, que antes ficava “escondida”, agora será movida para o topo da página, e a previsão do tempo da região do contato vai aparecer junto ao endereço.
Além disso, a seção Sobre será reorganizada e talvez descartada como categoria. No novo layout, o campo de aniversário será movido para o bloco principal de informações e as notas personalizadas terão uma visualização dedicada logo abaixo. O objetivo do Google é manter os perfis ricos em detalhes, mas com navegação mais prática para que o usuário não precise rolar a tela excessivamente.
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A principal razão para essa reformulação é que o aplicativo atualmente acumula muitos dados nos perfis, o que torna a interface desorganizada. A atualização visa justamente “domar” essa sobrecarga de informações, tornando a navegação mais prática e intuitiva.
Essa mudança faz parte de um esforço da empresa para dar mais atenção ao Google Contatos, um aplicativo frequentemente subestimado. Nos últimos meses, o app também recebeu novos recursos, como os Cartões de Chamada, que estão sendo aprimorados com frequência.
O Google vai reformular a interface do app Contatos no Android. (Imagem: Igor Almenara/Canaltech)
Quando o recurso será liberado no app de Contatos do Android?
Até o momento, não há uma data para o lançamento dessa nova interface. Como as funcionalidades ainda são experimentais, o Google pode implementá-las em futuras atualizações ou até descartar algumas mudanças antes de disponibilizá-las publicamente.
Muita gente ainda usa IA para gerar imagens como se fosse “pedir e torcer”. Só que, na verdade, os melhores resultados vêm de um processo mais cuidadoso de criação e ajustes.
Com o Nano Banana 2, o Gemini consegue atender de forma mais fiel à solicitação do usuário, então os comandos precisam ser detalhados para obter o conteúdo desejado mais rápido.
Pensando nisso, o Canaltech elencou algumas dicas para te ajudar a editar imagens no Gemini como um profissional.
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6 dicas para editar imagens no Gemini
Confira seis dicas para melhorar a edição de imagens no Gemini com o Nano Banana 2:
Comece com um prompt claro
Mude uma coisa de cada vez
Seja específico sobre onde a imagem deve mudar
Use linguagem visual, não só descritiva
Preserve o que já está bom
Saiba a hora de parar
1. Comece com um prompt claro
Evite começar com comandos genéricos, pois o Nano Banana 2 segue instruções com mais precisão. Assim, quanto mais clara for a imagem mental que você transmite, menor será a necessidade de correções depois.
No seu prompt inicial, descreva o que você quer, incluindo sujeito, enquadramento, iluminação, estilo, textura e intenção da cena.
2. Mude uma coisa de cada vez
A IA ainda tem dificuldade de processar mais de um pedido de uma única vez. Se você ainda quiser tentar, vai perceber que a imagem será entregue sem os ajustes ou com edições não solicitadas.
Por isso, o indicado é solicitar uma mudança por vez. Por exemplo, primeiro peça ajuste de cores, depois para alterar o fundo e, por fim, algum detalhe que você não gostou.
Quanto mais detalhes você trouxer no comando, maiores são as chances da IA entregar o resultado desejado. (Imagem: Viviane França/Canaltech)
3. Seja específico sobre onde a imagem deve mudar
Ainda dentro do prompt claro, seja específico. A IA costuma ser bastante literal e nem um pouco criativa, então você precisa detalhar o que e como deseja mudar.
Você pode pedir para alterar apenas o fundo, manter o rosto intacto, trocar só a cor da jaqueta ou até adicionar uma luz lateral na direita.
4. Use linguagem visual, não só descritiva
Com linguagem visual, não digo apenas imagens anexadas como referência, mas descrever em detalhes o estilo que você deseja visualizar na imagem. Por exemplo, você pode pedir um contraste mais alto, para adicionar profundidade de campo ou lente grande-angular que lembre retrato
5. Preserve o que já está bom
Além dos comandos do que deve ser alterado, você pode adicionar instruções do que a IA não deve mexer, como solicitar para não alterar o enquadramento ou a paleta de cores. Assim, você evita retrabalhos e protege as partes da imagem que já estão boas.
6. Saiba a hora de parar
Nem toda imagem precisa de infinitos ajustes. Muitas iterações podem reduzir a qualidade, gerar inconsistências ou deixar o visual artificial. O processo de edição também envolve reconhecer quando o resultado já está bom o suficiente para o seu objetivo.
Se você já pediu algo para um chatbot e recebeu uma resposta confusa ou genérica, o problema pode estar no seu prompt, ou seja, as solicitações digitadas na IA.
Mas calma, você não precisa ser um especialista para melhorar seus resultados, é só seguir algumas dicas para aproveitar melhor os recursos da inteligência artificial.
Como escrever prompts melhores?
Veja cinco dias para melhorar seus comandos para a IA:
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Seja específico
Informe o formato desejado
Envie exemplos para a IA
Atribua uma persona ou papel à IA
Solicite ajustes
1. Seja específico
Quanto mais claro você for, maiores as chances da IA entregar o esperado. Por exemplo, em vez de perguntar apenas “me dê dicas de viagem”, diga que quer sugestões para um fim de semana com amigos, ou um roteiro para conhecer museus em uma cidade nova. Assim, a resposta será mais alinhada à sua necessidade.
O mesmo vale para qualquer situação do dia a dia. Quando pedir ajuda para organizar tarefas, planejar refeições ou escolher presentes, os detalhes ajudam a IA a entregar exatamente o que você procura.
2. Informe o formato desejado
Nem todo mundo gosta de ler textos longos ou complicados, e a IA também pode organizar melhor as respostas se você der pistas sobre o formato. É possível pedir uma explicação mais detalhada, uma lista de passos ou um resumo de um assunto, mas também dá para ir além e solicitar relatórios, infográficos e fluxogramas.
Se as respostas da IA estão ruins ou muito genérias, o problema pode ser o prompt usado. (Imagem: Aerps.com/Unsplash)
3. Envie exemplos para a IA
Um pouco de contexto ou referências ajuda a IA a entregar respostas mais alinhadas ao que você precisa. Por exemplo, quando for buscar dicas de receitas, indique os ingredientes disponíveis na sua casa para evitar sugestões que não podem ser feitas.
Para ideias de presentes, mencione as características da pessoa que vai receber para que a IA possa procurar algo relacionado aos seus hobbies e gostos pessoais.
4. Atribua uma persona ou papel à IA
Quando você pede que a IA aja como um especialista, o estilo, tom e linguagem da resposta mudam completamente. O chatbot incorpora aquela persona e te entrega resultados melhores.
Por exemplo, dá para pedir que o chatbot aja como se fosse um planejador financeiro para te ajudar com as finanças pessoais ou como um especialista em turismo quando precisar de dicas de viagem.
5. Solicite ajustes
Em vez de abrir uma nova conversa toda vez que a resposta não estiver perfeita, é recomendado continuar a mesma interação e solicitar ajustes. Você pode pedir para a IA simplificar, detalhar melhor ou reorganizar as informações até que o resultado fique como você espera.
Acha que 24 horas não são suficientes? A rotina pesa quando tudo se acumula e os dias parecem curtos demais. Com ajuda da IA, é possível entender como o seu tempo está sendo gasto, visualizar o que realmente merece atenção e planejar uma semana mais tranquila, sem a sensação constante de correria ou de que o dia simplesmente passou voando.
Não sabe exatamente como fazer isso? O Canaltech preparou este guia com dicas para te ajudar a organizar a sua rotina e deixar o seu dia a dia mais tranquilo com o auxílio da inteligência artificial.
5 dicas para melhorar a rotina com IA
Confira cinco dicas para ter uma rotina mais tranquila com ajuda da inteligência artificial:
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Comece colocando tudo no papel, sem organizar
Deixe a IA questionar suas escolhas
Veja se sua rotina bate com o que você valoriza
Observe o que se repete ao longo da semana
Monte um plano que funcione na prática
1. Comece colocando tudo no papel, sem organizar
Anote tudo o que aconteceu na sua semana, incluindo tarefas, distrações, decisões, até sentimentos. Vai ficar bagunçado mesmo, e esse é o ponto. A maioria das pessoas tenta “limpar” a semana antes de analisá-la, mas isso só mascara o que realmente aconteceu.
Quando a IA analisar esse material, ela vai organizar os pontos principais e quase sempre aparece algo que você nem lembrava mais, justamente aquelas horas que escaparam sem perceber.
2. Deixe a IA questionar suas escolhas
Após reunir tudo, solicite que a IA aponte contradições na sua rotina, como uma tarefa que você marcou como importante, mas não tratou como tal.
Quando a IA começar a pedir explicações sobre partes vagas da sua semana, você percebe o quanto estava ignorando ou justificando certas decisões.
A IA pode ajudar a organizar a rotina e tornar a semana mais tranquila. (Imagem: Solen Feyissa/Unsplash)
3. Veja se sua rotina bate com o que você valoriza
Todo mundo tem aquela lista mental do que é importante. Pode ser cuidar da saúde, passar mais tempo com a família ou avançar em um projeto pessoal. O problema é que, quando você olha para a semana de verdade, isso nem sempre aparece.
Um exemplo bem comum é dizer que quer se exercitar, mas perceber que todos os dias terminaram com mais tempo no celular ou em streaming. Com ajuda da IA, é possível identificar o que você diz e o que realmente fez de forma mais rápida.
4. Observe o que se repete ao longo da semana
Quando você junta tudo o que fez na semana, alguns comportamentos começam a aparecer mais de uma vez e aí fica difícil fingir que é coincidência.
Pode ser aquele hábito de começar várias tarefas e deixar todas pela metade. Ou abrir o e-mail para resolver algo importante e, meia hora depois, ainda estar preso em mensagens que nem eram prioridade.
No dia a dia, isso passa despercebido porque cada situação parece isolada. Mas, quando você vê a semana inteira organizada, o padrão fica bem mais evidente, o que ajuda a evitar que ele se repita.
5. Monte um plano que funcione na prática
Na hora de planejar a próxima semana, é comum montar uma agenda perfeita no papel e impossível de seguir na vida real. Se você já sabe que costuma se distrair à tarde, por exemplo, não faz muito sentido colocar ali sua tarefa mais importante. Ou, se reuniões sempre se estendem, ignorar isso no planejamento só cria frustração depois.
Faça um plano mais realista com ajuda da IA, com uma ou duas prioridades que realmente precisam avançar e reserve um tempo para o que costuma ser interrompido com facilidade.
O Android tem diversos recursos para facilitar tarefas do dia a dia e eliminar processos repetitivos. Ainda assim, muitas dessas ferramentas ficam escondidas em menus ou acabam ignoradas por grande parte dos usuários. Com isso, digitar senhas, transferir arquivos ou gerenciar espaço continuam sendo feitas manualmente — sem necessidade.
Pensando nisso e em facilitar sua rotina, hoje o Canaltech lista 6 recursos esquecidos do Android que ficam escondidos para você usá-los e salvar o seu dia a dia.
6 recursos esquecidos do Android
Confira seis funções discretas no Android que podem facilitar seu dia a dia:
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Wi-Fi Sync
Quick Share
Circle to Search
Live Caption
Proteção antirroubo
Arquivamento de apps
1. Wi-Fi Sync
O Android resolveu uma velha dor de cabeça no gerenciamento de múltiplos dispositivos. Com o Wi-Fi Sync, você sincroniza redes Wi-Ficonhecidas e confiáveis entre todos os aparelhos ligados à mesma conta Google, como celulares, tablets e outros dispositivos do ecossistema.
Quando você salva uma rede em um dispositivo, ela fica disponível automaticamente nos outros. O recurso acaba com a necessidade de digitar senhas várias vezes e facilita a configuração ao trocar ou comprar um novo aparelho.
2. Quick Share
O Quick Share evoluiu e hoje funciona diferentes tipos de dispositivos, como celulares Android, Chromebooks e alguns PCs com Windows compatíveis, facilitando o envio de fotos, vídeos, documentos e links.
Muita gente ainda envia arquivos para si mesma via WhatsApp ou e-mail, quando poderia resolver isso em segundos com uma transferência direta, que não comprime a imagem e não depende de internet.
O Android tem vários recursos que facilitam o dia a dia, mas são esquecidos pelos usuários. (Imagem: Thalles de Souza Ribeiro/Canaltech)
3. Circle to Search
O Circule para Pesquisar pode parecer dispensável à primeira vista, mas evita que você perca tempo ou interrompa a navegação — é só circular, tocar ou destacar para pesquisar qualquer coisa na tela.
A ferramenta ajuda a identificar produtos, entender termos ou buscar referências durante a navegação. No entanto, a disponibilidade do recurso depende de aparelhos compatíveis e há restrições em aplicativos sensíveis, como os bancários.
4. Live Caption
O Live Caption é um recurso de acessibilidade que gera legendas automáticas em tempo real para áudios reproduzidos no dispositivo, incluindo vídeos, chamadas, podcasts e mensagens de voz.
A ferramenta ajuda em ambientes com muito ruído, em situações em que o som não pode ser ativado ou quando há preferência pela leitura. Todo o processamento ocorre no próprio aparelho, sem envio de áudio para servidores externos
5. Proteção antirroubo
O Android conta com ferramentas para a proteção de dados em casos de perda ou roubo. Entre elas estão o bloqueio do dispositivo de forma remota, offline ou após falhas de autenticação.
Muitas pessoas deixam para ativar esses recursos quando o celular é roubado ou perdido, porém é importante configurar antes que isso aconteça para reduzir o risco de acesso indevido às suas informações pessoais e aplicativos sensíveis.
6. Arquivamento de apps
Quando você precisar liberar espaço no celular, mas não quiser excluir aplicativos instalados, existe a possibilidade de arquivá-los. O sistema remove parte dos arquivos, mas mantém dados, permissões e o ícone na tela inicial.
Para voltar a usar o aplicativo, é clicar para abri-lo. Ele será restaurado automaticamente e voltará a funcionar como antes de ser arquivado.
O HarmonyOS é o sistema operacional dos dispositivos da Huawei. Ele conecta todos os aparelhos da marca, incluindo TVs, carros, relógios e fones. Sua principal proposta é diminuir a dependência de plataformas externas e competir com o Android e o iOS.
Muito competente naquilo que propõe, o sistema da Huawei tem feito muito sucesso na China e cada vez mais demonstra estar pronto para ganhar o mundo. O problema é que pouquíssima gente fora do país asiático conhece o HarmonyOS.
Pensando nisso, o Canaltech resolveu tirar as principais dúvidas sobre o sistema móvel da fabricante chinesa. São elas:
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O que é o HarmonyOS?
Como funciona o sistema operacional da Huawei?
Por que a Huawei criou o HarmonyOS?
Como o HarmonyOS quer superar o Android e iOS?
O que mudou com o HarmonyOS Next?
1. O que é o HarmonyOS?
O Harmony OS é o sistema operacional dos dispositivos da Huawei. Ele foi desenvolvido para se adaptar a diferentes categorias de hardware sem comprometer a experiência do usuário.
2. Como funciona o sistema operacional da Huawei?
O HarmonyOS distribui tarefas entre aparelhos conectados e faz com que trabalhem em conjunto. Por exemplo, é possível usar o celular para rodar um app enquanto a imagem aparece na TV ou o som sai por outro dispositivo, sem precisar interromper o uso.
Esse funcionamento é apoiado por ferramentas próprias, como o ArkUI, que define as interfaces, e o ArkCompiler, que melhora o desempenho dos aplicativos.
O sistema também permite usar o mesmo código em diferentes dispositivos, o que reduz o trabalho de adaptação e facilita a criação de apps mais integrados ao ecossistema.
O HarmonyOS Next encerrou a compatibilidade do sistema operacional da Huawei com o Android. (Imagem: Divulgação/Huawei)
3. Por que a Huawei criou o HarmonyOS?
A história do HarmonyOS começa em 2019, quando os Estados Unidos impuseram sanções à Huawei alegando riscos à segurança nacional. Com isso, a empresa precisou de autorizações especiais para continuar usando serviços americanos, como o Android do Google.
Foi nesse contexto que a Huawei decidiu investir em um ecossistema próprio, para depender menos de tecnologias estrangeiras e tentar recuperar seu espaço no mercado.
Assim, a empresa quer ampliar a quantidade de dispositivos com seu sistema operacional instalado, além de atrair desenvolvedores para criar apps nativos e aumentar o seu catálogo, com opções de serviços financeiros, transporte, compras e entretenimento.
5. O que mudou com o HarmonyOS Next?
Com o lançamento do HarmonyOS Next, a Huawei encerrou a compatibilidade do seu sistema operacional com os aplicativos do Android. Agora, todos os apps precisam ser nativos para rodarem na sua plataforma.
A mudança dá mais controle à Huawei sobre o sistema, com espaço para melhorar o desempenho e a integração com o hardware. Ao mesmo tempo, aumenta o desafio de atrair desenvolvedores e ampliar o catálogo de aplicativos.
O WhatsApp começou a testar o Guest Chats, um recurso disponível via links de convite. Com ele, pessoas convidadas conseguem entrar na conversa pelo navegador, escolher se querem baixar o app ou continuar como convidado, e interagir com o usuário do mensageiro sem precisar criar uma conta no aplicativo.
O Guest Chats funciona com links de convite criados pelo usuário, que podem ser enviados por SMS, e-mail ou qualquer outro app para pessoas sem conta no WhatsApp.
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Quando o convidado abrir o link, ele pode baixar o app ou continuar como convidado. Na última opção, vai abrir uma aba do WhatsApp Web no navegador, em que será necessário informar um nome para ser identificado. Na barra superior do chat, aparece o rótulo “Guest” para indicar que aquele usuário não tem conta no mensageiro.
O convidado tem acesso a quais recursos?
O convidado tem acesso à uma interface semelhante ao WhatsApp Web, consegue visualizar o número de telefone de quem gerou e enviou o convite, pode mandar mensagens de texto e tem suas conversas protegidas por criptografia de ponta a ponta.
No entanto, ele não pode usar alguns recursos do mensageiro, como:
Conversas em grupo;
Chamadas de voz ou vídeo;
Envio de áudios, figurinhas, fotos, vídeos e documentos;
Notificações de novas mensagens.
WhatsApp testa recurso para que usuários do mensageiro conversem com pessoas que não tem conta no app. (Imagem: Brett Jordan/Pexels)
O que é o Guest Chats?
O Guest Chats é um recurso do WhatsApp, que está em desenvolvimento, para os usuários possam conversar com pessoas que não têm conta no aplicativo.
Os chats com convidados são seguros?
Sim. Nas conversas no Guest Chats:
Há proteção por criptografia de ponta a ponta;
Os chats expiram automaticamente após 10 dias sem atividade;
O anfitrião pode bloquear o convidado a qualquer momento;
Somente quem recebeu o link consegue entrar na conversa.
Contudo, como o convidado não é verificado, não há garantia de que quem abriu o chat seja realmente o destinatário do link. Se ele for compartilhado ou interceptado por e-mail ou mensagem de outra pessoa, alguém não autorizado pode entrar na conversa.
Por isso, é recomendado enviar o link apenas a contatos de confiança e gerar outro caso haja suspeita de acesso indevido.
Quando o recurso chega ao WhatsApp?
O Guest Chats está em fase de testes nas versões beta do WhatsApp para Android (2.25.22.13 ou superior) e iOS, disponível apenas para um grupo restrito de testadores. A Meta ainda não anunciou uma data para liberar o recurso para todos os usuários.
O Claude é ótimo em tarefas de escrita, análise de textos e programação, sendo uma alternativa ao ChatGPT. A IA da Anthropic tem vários recursos para personalizar as respostas e melhorar as interações com o modelo, como os estilos, habilidades, artefatos e o modo de pensamento estendido.
Confira dez prompts para aproveitar melhor os recursos do Claude:
Solicite gráficos e diagramas interativos
Use os estilos para mudar o tom da resposta
Peça para adaptar o conteúdo ao seu público-alvo
Programe no estilo vibe coding
Utilize os artefatos editáveis
Mostre exemplos para a IA
Use o “Pensamento estendido” para tarefas complexas
Atribua uma habilidade ao Claude
Utilize restrições no seu comando
Peça ajustes em vez de iniciar do zero
1. Solicite gráficos e diagramas interativos
Quando um assunto começa a ficar abstrato demais, pedir apenas uma explicação em texto pode não ser suficiente. Uma boa estratégia é solicitar gráficos, fluxogramas ou diagramas para visualizar melhor a ideia.
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Por exemplo, além de perguntar como funcionam os juros compostos, você pode pedir um gráfico que mostre o aumento do juros sobre R$ 2 mil ao longo de 20 anos.
Exemplo de prompt: ‘Crie um [tipo de gráfico/diagrama] que explique de forma visual como funciona [conceito ou processo].”
2. Use os estilos para mudar o tom da resposta
Nem toda resposta precisa ter o mesmo tom. Às vezes, a solicitação pode ser respondida de forma direta. Já em outras situações, é melhor uma explicação mais formal. Para isso, o Claude tem vários estilos que podem ser selecionados na caixa de comando.
Exemplo de prompt: “Escreva um [tipo de texto] sobre [assunto principal].”
3. Peça para adaptar o conteúdo ao seu público-alvo
Uma das formas mais simples de melhorar a resposta da IA é dizer para quem o conteúdo será destinado, pois isso vai mudar completamente a explicação gerada.
Imagine que você precisa entender o que é uma API. Se pedir uma explicação técnica, o texto pode vir cheio de termos de programação. Mas se disser que é um gerente de marketing tentando entender como as ferramentas se conectam, a explicação tende a vir com analogias mais simples e exemplos do dia a dia.
Exemplo de prompt: “Explique o conceito de [tema] como se você estivesse falando com um [seu público-alvo]. Evite jargões da área e use analogias do dia a dia relacionadas a [área de interesse do público] para facilitar a compreensão.”
4. Programe no estilo vibe coding
Com o método de “vibe coding”, você pode programar enquanto conversa com o modelo de IA. É só dizer o que você precisa que o Claude vai gerar o código pronto para ser revisado.
Você também pode colar um trecho de código e pedir sugestões de melhoria. A IA pode apontar gargalos de desempenho, sugerir bibliotecas ou reorganizar funções para deixar o código mais limpo.
Exemplo de prompt: “Analise o trecho de código abaixo. Encontre possíveis gargalos de desempenho e reescreva o código sugerindo as melhores práticas e bibliotecas atuais para deixá-lo mais eficiente: [cole o código aqui].”
O Claude tem vários recursos para personalizar as respostas e melhorar a interação com a IA. (Imagem: Viviane França/Canaltech)
5. Utilize os artefatos editáveis
Uma das funções interessantes do Claude é a possibilidade de gerar conteúdos em áreas separadas da conversa, chamadas de artefatos. Nelas, o material aparece organizado e pode ser editado com mais facilidade.
Isso faz diferença quando você está trabalhando em algo maior, como uma página HTML, um documento em Markdown ou um script de programação. Em vez de perder o código no meio da conversa, ele aparece em um espaço dedicado, mais fácil de revisar.
Exemplo de prompt: “Gere um [tipo de documento] contendo [descrição do conteúdo]. Entregue o resultado final em um único bloco de código, para que eu possa copiar e visualizar o material inteiro de forma limpa, sem interrupções de texto no meio.”
6. Mostre exemplos para a IA
Se você quer um resultado específico, mostrar um exemplo costuma funcionar melhor do que tentar explicar apenas com palavras.
Por exemplo, caso você precise escrever descrições de produtos para uma loja online, é mais eficaz colar um modelo de descrição usado no seu e-commerce e pedir para a IA seguir o mesmo tom e estrutura para outros produtos.
Exemplo de prompt: “Vou te passar um exemplo de como eu costumo escrever [tipo de conteúdo] para que você replique o tom de voz e linguagem nas próximas solicitações: [cole o exemplo aqui]”
7. Use o “Pensamento estendido” para tarefas complexas
O Claude tem o modo “pensamento estendido”, que pode ser selecionado manualmente na aba de seleção de modelos, e permite que a IA dedique mais tempo ao raciocínio antes de responder. Isso pode ajudar em tarefas complexas, como analisar um documento longo, revisar um contrato ou montar um plano financeiro.
Exemplo de prompt: “Preciso que você resolva o seguinte problema: [descreva o problema ou cole o documento]. Antes de me dar a resposta, pense passo a passo. Primeiro, analise [variável 1], depois cruze esses dados com [variável 2] e levante os prós e contras. Apenas após detalhar esse raciocínio lógico, apresente a sua conclusão.”
8. Atribua uma habilidade ao Claude
O Claude também conta com as chamadas skills, que funcionam como instruções prontas para realizar tarefas específicas. Elas mostram como a IA deve agir em determinadas situações, sem que você precise repetir o mesmo comando toda vez.
Isso pode ajudar em atividades repetitivas do dia a dia, como gerar relatórios sempre no mesmo formato, revisar textos seguindo um padrão ou analisar dados com critérios definidos.
Exemplo de prompt: “A partir de agora, atue como um [profissão/especialista] altamente qualificado. Sua principal habilidade é [tarefa principal]. Usando essa expertise, analise e resolva a seguinte demanda: [sua solicitação].”
9. Utilize restrições no seu comando
As restrições são comandos para que o modelo evite determinados termos, formatos ou respostas. Também é possível especificar regras que o Claude deve seguir em toda a interação, assim você não precisa passar minutos ou horas editando algo gerado pela IA.
Exemplo de prompt: "Escreva um texto sobre [assunto] seguindo as restrições: não use a palavra [palavra proibida] ou seus sinônimos, certifique-se de que o texto não ultrapasse o limite de [número] palavras, não inicie a resposta com saudações genéricas e entregue o conteúdo final no formato de [formato]."
10. Peça ajustes em vez de iniciar do zero
Muita gente comete o erro de abrir um novo chat sempre que quer mudar algo na resposta. Mas uma das maiores vantagens das IAs é justamente a possibilidade de ajustar o resultado aos poucos.
Se o texto ficou longo demais, você pode pedir para reduzir 30%. Se o tom ficou muito formal, é só pedir uma versão mais casual. Esse processo de iteração costuma gerar resultados melhores do que tentar acertar tudo em um único prompt.
Exemplo de prompt: “Precisamos fazer alguns ajustes na resposta anterior. Mantenha a ideia central, mas [ação desejada, ex: reduza o tamanho em 30%].”
O TikTok iniciou testes de um novo feed dedicado a minidramas na plataforma. Chamado “TikTok Short Drama”, o recurso traz séries curtas em formato vertical e chama atenção pela forte presença de conteúdos gerados por inteligência artificial. Por enquanto, a novidade está disponível apenas para um grupo restrito de usuários maiores de 18 anos nos Estados Unidos e em algumas outras regiões selecionadas.
A nova aba tem episódios de um a cinco minutos, que são organizados por categorias, como “Lorde do Crime”, “CEO” e “Crianças Fofas”, além de produções inusitadas criadas por IA, como histórias com zumbis, animais dançantes e sereias. Um dos programas mais populares é uma paródia de Tarzan gerada por IA chamada "Untamed", que já ultrapassou 500 milhões de visualizações.
Apesar do forte uso de inteligência artificial, o formato também abre espaço para atores reais, incluindo profissionais em ascensão que têm recorrido a esses vídeos verticais como fonte de renda, muitas vezes conciliando com projetos fora de Hollywood.
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Todo o conteúdo exibido nesses feeds passa por uma triagem do TikTok antes de ser disponibilizado. Diferente de apps, como DramaBox e ReelShort, que adotam modelo freemium, o TikTok libera todos os episódios gratuitamente. Ainda assim, a plataforma testa um programa de “minis” com cerca de 20 feeds parceiros no app, como ShortMax, FlareFlow e YuzuDrama, com episódios pagos após o início gratuito.
O recurso também serve para incentivar o download do PineDrama, aplicativo de dramas da própria ByteDance, empresa por trás do TikTok. A aposta da rede social segue uma tendência já consolidada na China, em que os microdramas movimentam bilhões e vêm ganhando espaço no Ocidente que, apenas no último ano, faturaram cerca de US$ 1,4 bilhão nos Estados Unidos, de acordo com a consultoria de streaming Owl & Co.
TikTok testa feed de minidramas nos Estados Unidos e outros países selecionados. (Imagem: Collabstr/Unsplash)
O novo feed está disponível no Brasil?
Ainda não. O “TikTok Short Drama” segue em fase de testes e, até o momento, não foi liberado para usuários no Brasil. A distribuição inicial é limitada a adultos em mercados selecionados, sem previsão oficial de expansão.
A Microsoft começou a exigir que projetos criados no Clipchamp sejam salvos no OneDrive para continuarem editáveis. A mudança afeta todos os usuários do Windows 11, incluindo quem utiliza a versão gratuita e assinantes de planos pagos, eliminando a possibilidade de edição totalmente local.
O projeto agora precisa ficar salvo na nuvem da Microsoft para ser editado, porém os vídeos e imagens ainda podem ficar no computador. Se o usuário optar por salvar apenas localmente, aparecerá uma opção para arquivar ou excluir, e documentos arquivados não podem ser editados sem envio para a nuvem. Além disso, o Clipchamp não vai mais mostrar pastas na interface, a organização dos vídeos deverá ser feita no OneDrive.
A mudança tem gerado críticas, principalmente por limitar o controle do usuário e impor restrições de espaço. As contas gratuitas têm apenas 5 GB no OneDrive, o que pode ser insuficiente para projetos maiores. Além disso, a empresa tem incentivado a migração para os planos Microsoft 365 Personal e o Family, que incluem mais espaço em nuvem com 1 TB de armazenamento.
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As críticas também envolvem questões de privacidade. Ao tentar arquivar projetos antigos no disco local, o Clipchamp pode solicitar permissões para “visualizar e copiar arquivos”, o que tem gerado preocupações. Diante das mudanças, alguns usuários estão migrando para outros editores gratuitos no Windows 11.
Projetos editados no Clipchamp agora precisam ser salvos no OneDrive. (Imagem: Divulgação/Microsoft)
Desde quando é obrigatório salvar as produções no OneDrive?
A obrigatoriedade foi implementada de forma gradual, conforme o tipo de conta. Para usuários do plano gratuito, a exigência teve início no fim de agosto de 2025. Já para assinantes do Clipchamp Premium, a mudança começou a valer a partir de 20 de janeiro de 2025.
No caso de contas corporativas ou educacionais, o uso do OneDrive já fazia parte da estrutura e não houve alteração. Atualmente, a transição está concluída, e o aplicativo bloqueia a edição de projetos antigos caso o usuário não autorize a integração com a nuvem.
Os usuários do Android 16 estão enfrentando um bug que pode quebrar conexões VPN sem qualquer aviso. A falha afeta serviços populares, como Proton VPN, Mullvad VPN, WireGuard, TunnelBear e Psiphon, e soluções corporativas, como a Ivanti Secure Access. O problema foi observado nos aparelhos Google Pixel 6A, Google Pixel 7 e Google Pixel 10 Pro.
O bug acontece quando o app de VPN é atualizado pela Google Play enquanto ainda está em uso. Isso pode causar uma falha no sistema que impede o aplicativo de acessar a internet, mesmo com a VPN aparentemente conectada. Em testes no Wireshark, ferramenta para analisar tráfego de rede, os dados até chegam aos servidores e recebem resposta, mas não voltam para o app.
A falha é silenciosa e difícil de identificar, e costuma aparecer com mais frequência quando a opção de VPN “Sempre ativa” (ou bloqueio de conexões sem VPN) está ativada nas configurações do Android. Não há mensagens de erro claras, e soluções comuns, como limpar cache ou forçar parada não funcionam.
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Até agora, os únicos métodos para recuperar a conexão são reiniciar o celular, reinstalar o aplicativo ou até se conectar a outra VPN, o que pode destravar o app afetado. Como o erro ocorre no sistema, muitos usuários acabam atribuindo a culpa aos próprios serviços de VPN. Mesmo após atualizações posteriores do Android 16, como QPR2 e QPR3, o problema continua sem uma correção.
Bug no Android 16 quebra quebrar conexões VPN sem aviso de erro. (Imagem: Privecstasy/Unsplash)
Qual foi o posicionamento do Google?
Até o momento, o Google não apresentou uma solução para o problema ou indicou quando uma correção será liberada. A falha foi reportada em agosto de 2025 pela Mullvad VPN e novamente em setembro pela Proton VPN, mas segue sem avanços relevantes no rastreador da empresa.
A única manifestação oficial foi uma resposta genérica publicada em setembro de 2025, informando que o caso havia sido “compartilhado com as equipes de produto e engenharia”. Desde então, não houve atualizações técnicas, correções ou previsão de solução, e o status permanece como “Atribuído”.
Mesmo com o aumento das reclamações e a confirmação por parte de provedores em publicação nas redes sociais, o problema não é resolvido. Um dos possíveis motivos é que o erro é inconsistente e difícil de reproduzir, pois a própria Mullvad afirma que conseguiu provocar a falha em apenas 5% a 10% das tentativas. Ainda assim, a demora tem gerado críticas, já que o bug impacta a privacidade e a segurança dos usuários.
A Samsung apresentou a One UI 8.5 com um novo recurso de IA para evitar o excesso de notificações longas e desorganizadas. A função, chamada Destaques de Notificação, usa o Galaxy AI para resumir mensagens e priorizar alertas automaticamente. A novidade estreou com a linha Galaxy S26 baseada no Android 16.
O sistema identifica notificações extensas, como conversas em grupo no WhatsApp ou sequências de mensagens no Instagram, e gera resumos para facilitar a leitura — tudo de forma automática e discreta. O resumo aparece apenas quando a notificação está recolhida e o conteúdo completo é exibido ao expandir o alerta.
A inteligência artificial também reorganiza as notificações por ordem de importância com base nos hábitos de uso e nas informações do perfil do usuário, que podem incluir até o nome do seu animal de estimação para ajudar a identificar o que é mais relevante.
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Apesar da proposta automatizada, o recurso precisa ser ativado na primeira vez em que for utilizado. Para isso, basta acessar as configurações do Galaxy AI e ativar a opção de resumir notificações. A novidade faz parte da estratégia da Samsung de priorizar recursos de inteligência artificial que funcionam em segundo plano. O suporte já inclui português e outros idiomas e a tendência é que a ferramenta evolua com o tempo.
Além das mudanças nas notificações, a One UI 8.5 também traz um pacote mais amplo de novidades. A atualização baseada no Android 16 inclui avanços na assistente Bixby com IA generativa, um painel rápido mais personalizável, novos recursos de proteção de dados, melhorias na autonomia de bateria e a chegada de novos widgets ao sistema.
Galaxy AI vai resumir e reorganizar as notificações na nova One UI 8.5. (Imagem: Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
A One UI 8.5 já está disponível no Brasil?
Sim, mas com restrições. Por enquanto, a One UI 8.5 vem de fábrica apenas na linha Galaxy S26, que pode ser comprada no Brasil. Os demais modelos ainda não receberam a atualização, que deve ser liberada gradualmente nos próximos meses.
O Spotify está testando um novo recurso para acabar com o “vácuo” nas recomendações entre amigos. A novidade, identificada por meio de uma análise de código do aplicativo (APK teardown) feita pelo site Android Authority, mostra se uma música, podcast ou audiolivro enviado por mensagem foi ouvido ou salvo. Por enquanto, a função não está disponível ao público e segue em fase interna de testes.
A ferramenta terá dois recursos chamados “recibos de reprodução” e “recibos de salvamento”, que funcionam de forma semelhante aos avisos de leitura de aplicativos de mensagens. Integrada ao sistema de chat do Spotify, conhecido internamente como “campfire”, a função vai mostrar ao remetente se o destinatário deu play no conteúdo ou o adicionou à biblioteca — o que pode incentivar mais engajamento nas recomendações.
Apesar da proposta mais social, o recurso também levanta questões de privacidade. Para contornar isso, o Spotify deve permitir desativar os recibos nas configurações. No entanto, a lógica será recíproca: quem esconder suas interações também deixa de ver o status das recomendações enviadas para outras pessoas, seguindo um modelo já adotado por outros apps de mensagem.
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Além disso, a novidade faz parte de um pacote maior de melhorias na aba de mensagens, que já recebeu várias funções, como atividade de audição em tempo real e convites para sessões compartilhadas (“Jam”). A empresa também trabalha em reações com emojis e organização de playlists em pastas no celular.
Spotify vai avisar se o seu amigo escutou ou salvou a música enviada pelas mensagens do app. (Imagem: Viviane França/Canaltech)
Quando a novidade chega no Spotify?
Ainda não há uma data para o lançamento dos recibos de reprodução e salvamento. O recurso foi identificado na versão 9.1.34.1586 do aplicativo para Android, mas, por estar em estágio de desenvolvimento, pode sofrer mudanças, ou até ser descartado, antes de chegar aos usuários.
O YouTube está testando o retorno das mensagens diretas (DMs) no aplicativo, recurso descontinuado há mais de cinco anos. Segundo informações divulgadas pela vidIQ na rede social X, os usuários conseguem enviar vídeos e iniciar conversas privadas na plataforma de vídeo. Atualmente, os testes estão ativos em 31 países europeus, e não há previsão de lançamento no Brasil ou em outras regiões.
Além da divulgação feita pela vidIQ, vários usuários da Europa também já relataram ter acesso a novidade na rede social Reddit. A ferramenta opera de forma nativa, e os usuários conseguem enviar vídeos a amigos, familiares ou grupos, além de comentar e discutir os conteúdos em tempo real dentro do próprio Youtube, sem a necessidade de abrir apps externos.
A novidade indica a intenção do YouTube de se tornar uma rede social completa e se aproxima de outras plataformas, como TikTok e Instagram. No TikTok, as DMs permitem que os usuários enviem vídeos, links e textos a seguidores ou a quem seguem de volta, com filtros de segurança e limites para menores de idade. Já no Instagram, é possível compartilhar posts, Stories e participar de chats em grupo.
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A plataforma já havia disponibilizado conversas privadas entre 2017 e 2019, mas encerrou o serviço para priorizar interações públicas nos comentários. A nova versão das DMs parece focar no suporte a criadores e na interação com seus seguidores com a intenção de que as recomendações pessoais aumentem o engajamento, segundo o portal TugaTech.
Youtube testa mensagens diretas no aplicativo para aumentar o engajamento. (Imagem: Zulfugar Karimov/Unsplash)
Quando o recurso chega ao Youtube?
O YouTube realiza testes das mensagens diretas em 31 países europeus para avaliar o desempenho e a receptividade da função. Os resultados dessa fase experimental vão determinar se o recurso será expandido para outras regiões, incluindo o Brasil.
Richard Yu, presidente da divisão de negócios de consumo e do Comitê de Revisão de Investimentos em Produtos da Huawei, afirmou que o ecossistema de aplicativos do HarmonyOS deve alcançar o mesmo nível de maturidade e funcionalidade do Android, do Google, e do iOS, da Apple, até abril de 2026.
Segundo o executivo, o sistema operacional da Huawei recebe melhorias constantes para oferecer uma experiência semelhante à dos principais rivais, com foco em desempenho, facilidade de uso e integração entre dispositivos.
Parte dessa estratégia envolve o HarmonyOS Next, versão que abandona a compatibilidade com aplicativos Android e incentiva os desenvolvedores a criarem apps nativos no ecossistema da empresa. Inclusive, o crescimento da plataforma também é impulsionado pelo framework próprio da Huawei, cada vez mais adotado para lançar versões dedicadas de aplicativos.
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Atualmente, o ecossistema do HarmonyOS já conta com milhares de aplicativos, desde bancos e transporte até compras e entretenimento. A Huawei também implementou ferramentas inteligentes de detecção de fraudes e golpes para aumentar a segurança na plataforma e tornar menos provável que pessoas idosas sejam enganadas.
Huawei afirma que HarmonyOS deve atingir mesmo nível de maturidade e funcionalidade que o Android e iOS em abril de 2026. (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Huawei planeja ampliar dispositivos que rodam o HarmonyOS
A Huawei pretende conquistar um terço do mercado global de sistemas móveis, equiparando-se ao Android e iOS. Para isso, a empresa pretende enviar 53 milhões de aparelhos novos e modelos antigos compatíveis com o HarmonyOS para os canais de venda este ano.
A taxa de adoção das novas versões do software está acelerando e a empresa espera que mais de 100 milhões de dispositivos usem o sistema operacional HarmonyOS 5 ou 6 até o fim de 2026, incluindo smartphones, tablets, smartwatches e outros produtos conectados. Se a Huawei atingir esse número com um sistema operacional totalmente independente será um marco gigantesco para a big tech.
A Anthropic anunciou uma promoção que dobra os limites de uso da sua principal IA como um “pequeno agradecimento a todos que usam o Claude”, segundo a empresa. A oferta está disponível para os planos gratuito, Pro, Max e Team. Apesar de o anúncio ter sido feito no dia 14, a promoção começou em 13 de março e segue até 28 de março de 2026.
A ampliação funciona apenas fora dos horários de pico, que costumam ser entre 9h às 15h nos dias de semana, para evitar sobrecarga nos servidores. Fora desse período, o limite de uso aumenta de cinco para dez horas. Já no sábado e no domingo, o limite dobrado pode ser aproveitado durante todo o dia, dando mais espaço para conversas longas, geração de conteúdo e análise de dados com a IA.
Segundo a empresa, a promoção também serve para incentivar os usuários a testarem novos recursos da plataforma, como a versão beta de visuais imersivos. Com ela, o Claude pode gerar gráficos, diagramas e outras visualizações interativas dentro da própria conversa, que podem ser ajustadas ou modificadas em tempo real para facilitar a compreensão das respostas.
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O limite ampliado é aplicado automaticamente aos usuários elegíveis, que podem enviar mais mensagens ou realizar tarefas maiores na janela padrão do Claude. O benefício vale para a IA na web, desktop e apps para Android e iOS, além do Cowork, Claude Code e das extensões para Excel e PowerPoint. A empresa também informou que a capacidade extra durante o período promocional não será descontada dos limites semanais de cada plano.
Claude dobra o limite de uso da IA para os planos gratuito, Pro, Max e Team. (Imagem: Viviane França/Canaltech)
A promoção é válida para o Brasil?
Sim. A promoção é global e vale para todos os usuários que têm acesso aos planos do Claude, exceto o Enterprise. Assim, os usuários brasileiros também podem aproveitar o limite dobrado, desde que utilizem a plataforma fora do período de pico definido pela empresa.
A Samsung iniciou os testes internos da One UI 9, próxima versão da interface da marca baseada no Android 17. A novidade apareceu nos servidores da própria fabricante e foi identificada pelo informante Tarun Vats na rede social X, que encontrou um novo firmware associado ao Samsung Galaxy S26 Ultra.
Segundo análises publicadas pelo site SamMobile, a versão atual ainda está em estágio inicial e não apresenta mudanças visuais perceptíveis na interface. O firmware interno identificado, que termina em BZC5, foi desenvolvido sobre o código do Android 17 Beta 2, o que indica que a Samsung está trabalhando primeiro na integração das bases do sistema antes de implementar alterações visuais.
Mesmo assim, a One UI 9 deve incorporar as principais novidades do Android 17, como o suporte ao codec de vídeo Versatile Video Coding (VVC), transições de interface mais fluidas e controles de volume padronizados para aplicativos de mídia e câmera de terceiros.
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O sistema também deve trazer melhorias de segurança contra apps que abusam de permissões de acessibilidade, ampliar recursos ligados à conectividade via satélite e introduzir uma grande atualização para o navegador da marca, o Samsung Internet.
Samsung começa a testar nova One UI 9, baseada no Android 17. (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Quando a One UI 9 chega ao Galaxy?
A chegada da One UI 9 aos dispositivos Galaxy depende do cronograma de lançamento do novo Android 17, que está previsto para o final de junho de 2026. Seguindo o calendário adotado pela Samsung nos últimos anos, a versão estável da One UI 9 deve chegar primeiro à linha S26 entre setembro e outubro de 2026.
Antes do lançamento oficial, a Samsung deve abrir um programa público de testes beta em países selecionados. Além disso, a fabricante ainda vai expandir a versão estável da One UI 8.5, que já vem de fábrica no S26 e começou a ser testada em dezembro de 2025, para os aparelhos Galaxy mais antigos.
O WhatsApp começou a experimentar um recurso que libera conversas com pessoas sem conta no aplicativo. Chamada “Guest Chats” (Conversas de Convidados), a função foi identificada pelo site WABetaInfo em versões beta do mensageiro para Android e iOS e, neste momento, aparece apenas para alguns testadores.
Com o recurso, o usuário pode compartilhar links de convite para iniciar conversas em um navegador. Quando o usuário entrar no link, pode escolher entre baixar o aplicativo ou continuar como convidado, o que abre uma interface semelhante ao WhatsApp Web no celular ou no computador. Nesse caso, é só informar um nome ou apelido para participar.
Como os convidados não são verificados pelo WhatsApp, existe um risco de o link de convite cair em mãos erradas (como um e-mail hackeado) ou se o destinatário tiver trocado de número, outra pessoa pode entrar no chat no lugar do convidado pretendido. Para aumentar a segurança, é possível bloquear um convidado pelos mesmos passos de uma conta normal.
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Mesmo para convidados, as mensagens continuam com criptografia de ponta a ponta, porém não é compatível com a extensão de segurança Code Verify, que garante que o WhatsApp usado no navegador é original.
Apesar disso, o recurso chega com limitações: não há chamadas de voz ou vídeo, envio de áudios, figurinhas ou arquivos como fotos, vídeos e documentos, e não é possível criar chats em grupo e os convidados não recebem notificações de novas mensagens. As conversas também são encerradas após 10 dias de inatividade e ficam marcadas com o rótulo “Guest”.
WhatsApp testa função para conversar com pessoas que não têm conta no app. (Imagem: Asterfolio/Unsplash)
WhatsApp também testa integração com outros mensageiros
O WhatsApp também testa uma integração do WhatsApp com aplicativos de mensagens de terceiros, como Telegram e Signal. Caso seja disponibilizada, a função vai permitir que o usuário escolha se deseja ativar as conversas com outros apps de comunicação e até manter esses chats em uma seção separada no WhatsApp.
No entanto, a novidade provavelmente será liberada apenas na Europa para atender às exigências da Digital Markets Act (DMA), legislação que busca aumentar a concorrência entre grandes plataformas digitais.
A Dola AI é um aplicativo de assistente virtual com inteligência artificial que funciona de forma semelhante a outros chatbots. O app usa modelos de IA para conversar com o usuário, gerar conteúdos e responder perguntas a partir de comandos de texto ou voz, podendo ajudar em tarefas do dia a dia, estudos e trabalho.
Confira oito recursos para você testar no app Dola AI:
Bots de IA
Criar imagem
Gerar vídeos
Ajudar com dever de casa
Responder a dúvidas
Atuar como assistente de escrita
Traduzir textos com detecção automática de idiomas
Acessar documentos e páginas da web
1. Bots de IA
A Dola tem um espaço para que os usuários escolher entre vários bots de IA temáticos, que são especializados em tarefas específicas, como tradutores de idiomas, detectores de texto gerados por IA, assistentes para criação de conteúdo e organizadores de casamentos e eventos.
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2. Criar imagem
A ferramenta tem um gerador de imagens com inteligência artificial que funciona a partir de comandos de texto. O usuário descreve a cena ou o estilo desejado, e a IA cria a imagem com base nessas instruções.
É possível anexar imagens de referência ou utilizar modelos disponibilizados pela plataforma, definir proporção e alterar dimensões. Também dá para melhorar a qualidade da foto ou ajustar detalhes, como adicionar profundidade de campo, tornar imagem panorâmica, aplicar lente macro etc.
3. Gerar vídeos
A Dola AI também oferece um gerador de vídeos com inteligência artificial, que funciona com base em comandos de texto. A ferramenta também aceita imagens ou vídeos de referência para orientar o resultado e permite escolher a proporção do vídeo, com opções para vários formatos de tela.
4. Ajudar com dever de casa
Com acesso à câmera ou à galeria do celular, a Dola AI consegue ler documentos e imagens para ajudar a resolver exercícios ou revisar conteúdos. Por exemplo, a IA pode analisar perguntas, responder às questões ou apresentar explicações para que o aluno faça a atividade sozinho.
5. Responder a dúvidas
A Dola é uma assistente virtual, que consegue tirar dúvidas sobre documentos, acessar a internet para responder perguntas e ajudar em várias tarefas do dia a dia. Além das mensagens de texto, o app também aceita comandos de voz.
6. Atuar como assistente de escrita
A ferramenta também ajuda na produção de textos para diferentes plataformas e situações. Dá para solicitar que a IA crie e-mails, relatórios, legendas para redes sociais ou rascunhos de conteúdos mais longos, além de ajustar o tom e revisar trechos de textos já escritos.
7. Traduzir textos com detecção automática de idiomas
A Dola AI conta com um recurso de tradução que identifica automaticamente o idioma do texto e gera a versão na língua desejada.
A função pode ser usada tanto para entender conteúdos em outras línguas quanto para apoiar quem está estudando outros idiomas e quer conferir a tradução de frases ou palavras.
8. Acessar documentos e páginas da web
A Dola também consegue analisar conteúdos externos enviados pelo usuário, como arquivos ou links de páginas da internet. Com isso, o assistente pode resumir documentos longos, destacar os pontos principais de um artigo ou ajudar a organizar informações presentes em arquivos PDFs.
O GPT-5.4 é um modelo de inteligência artificial de última geração da OpenAI. Ele foi desenvolvido para lidar com tarefas profissionais complexas, com avanços em raciocínio, programação e automação de fluxos de trabalho. A tecnologia é utilizada no chatbot e em ferramentas de desenvolvimento da empresa.
Uma das novidades é o “uso do computador” (computer-use), que permite que agentes de IA interajam com sistemas de computador para navegar em interfaces, analisar capturas de tela e executar comandos de mouse e teclado para completar tarefas em diferentes programas.
O GPT-5.4 é um dos modelos mais potentes da OpenAI, com acesso liberado apenas para planos pagos. (Imagem: Mojahid Mottakin/Unsplash)
Quais são as versões do modelo de IA?
O GPT-5.4 tem duas versões:
GPT-5.4 Thinking: versão padrão do modelo, com foco em raciocínio avançado e resolução de tarefas complexas. Ela é otimizada para manter o contexto em conversas longas e realizar pesquisas detalhadas na web;
GPT-5.4 Pro: versão mais avançada para lidar com atividades em que é necessário um alto nível de precisão e análise profunda. Ele é focado em tarefas profissionais complexas, como programação avançada, análise financeira e estudos jurídicos.
O GPT-5.4 já está disponível?
Sim. O GPT-5.4 começou a ser disponibilizado no ChatGPT, Codex e API para desenvolvedores, porém apenas em alguns planos.
A versão GPT-5.4 Thinking está presente nos planos Plus, Pro e Team, enquanto usuários Enterprise e Edu podem habilitar o acesso antecipado. Já a versão GPT-5.4 Pro é exclusiva das assinaturas Pro e Enterprise.
O GPT-5.4 é grátis no ChatGPT?
Não. O acesso aos modelos da linha GPT-5.4 no ChatGPT é restrito aos planos pagos.
A Microsoft tem integrado o Microsoft Copilot a diversas ferramentas e aplicativos do Windows 11, o que pode incomodar alguns usuários que não estão interessados em usar os recursos de IA. No entanto, é possível desativá-los nas configurações do sistema ou do aplicativo em questão.
Veja como remover os recursos de IA no Windows 11:
Copilot
Sugestões de ações do Copilot
Copilot no Edge
IA do Bloco de Notas
Copilot
O Copilot no Windows 11 é um "web wrapper" instalado como um aplicativo padrão. Se você removê-lo, o ícone da Barra de Tarefas e do menu de contexto do Explorador de Arquivos deixam de aparecer. Veja como desinstalar a IA:
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Abra as “Configurações” no menu Iniciar;
Acesse “Aplicativos”;
Vá em “Aplicativos instalados”;
Pesquise por “Copilot”;
Clique nos três pontos ao lado do aplicativo;
Selecione “Desinstalar” e confirme.
Sugestões de ações do Copilot
Mesmo após remover o aplicativo, sugestões relacionadas ao Copilot podem continuar aparecendo na pesquisa do sistema. Para ocultá-las, é necessário editar o Registro do Windows:
Dê dois cliques nele e altere o Valor de 0 para 1;
Reinicie o computador para aplicar a mudança.
Na etapa dois, caso a chave Explorer não exista, você precisa criar uma nova:
Clique com o botão direito em Windows;
Selecione “Novo”;
Clique em “Chave”;
Nomeie como “Explorer”.
O Copilot é integrado a várias ferramentas do Windows 11, mas pode ser desativado nas configurações do sistema ou nos apps. (Imagem: Captura de tela/Bruno De Blasi/Canaltech)
Copilot no Edge
O Microsoft Edge tem várias integrações com IA, como botão do Copilot e assistência de escrita. Você precisa desativar cada uma delas individualmente.
Para remover o botão do Copilot, siga os passos abaixo:
Abra o Edge;
Pressione Alt + F;
Acesse “Configurações”;
Vá em Aparência;
Selecione “Copilot e barra lateral”;
Clique em “Copilot”;
Desative a opção “Mostrar botão Copilot na barra de ferramentas”.
Agora, para desativar a assistência de escrita:
Em “Configurações”, vá até “Idiomas”;
Desative a opção “Usar o Copilot para escrever na Web”.
No caso do modo Copilot, o passo a passo para desativá-lo é esse:
Vá para “Configurações”;
Clique em “Inovações de IA”;
Desative o “Modo Copilot” (inclui Copilot Journeys e Actions).
IA do Bloco de Notas
As versões mais recentes do bloco de notas do Windows tem recursos baseados no Copilot. Se você quiser desativar, é só seguir os passos abaixo:
Abra o Bloco de Notas;
Clique no ícone de “Configurações” (engrenagem) no canto superior direito;
A Google Play Store costuma oferecer promoções temporárias de aplicativos pagos que ficam gratuitos ou com grandes descontos por tempo limitado. Essas ofertas incluem apps de diferentes categorias, como personalização do celular, widgets para a tela inicial, editores de fotos, ferramentas de produtividade e até aplicativos de treino.
O Galeria – Galeria de fotos Pro é um aplicativo para gerenciar fotos e vídeos no celular, que organiza automaticamente os arquivos por data e localização. Ele suporta diversos formatos de mídia, como JPEG, PNG, GIF, SVG, RAW, MP4 e MKV.
O app também conta com um editor de fotos integrado, com ferramentas para cortar, girar, ajustar contraste e aplicar filtros. Entre os recursos estão um cofre protegido por PIN para esconder arquivos sensíveis e uma lixeira para recuperar fotos e vídeos excluídos acidentalmente.
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O Galeria – Galeria de fotos Pro é um aplicativo para gerenciar fotos e vídeos no celular (Imagem: Divulgação/Coocent)
2. Kamsa Squircle - Icon Pack
O Kamsa Squircle é um pacote de ícones para personalizar o Android com mais de 7 mil ícones no formato “squircle”, uma mistura entre quadrado e círculo que cria um visual moderno.
O pacote inclui papéis de parede em alta definição e é compatível com launchers populares, que são aplicativos que permitem personalizar a tela inicial do Android.
O Kamsa Squircle tem mais de 7 mil ícones para personalizar o Android. (Imagem: Divulgação/GomoTheGom)
3. Stabilize Video: Stable Video
O Stabilize Video é um aplicativo para corrigir vídeos tremidos gravados no celular. Ele utiliza algoritmos de estabilização que analisam os quadros do vídeo para suavizar movimentos indesejados.
O app permite visualizar as mudanças e ajustar o nível de estabilização antes de salvar o vídeo, o que ajuda a transformar gravações simples em vídeos com aparência mais profissional.
No Stabilize Video, dá para corrigir vídeos tremidos (Imagem: Divulgação/TAPUNIVERSE)
4. Fit Workout Pro - AI Trainer
O Fit Workout Pro funciona como um treinador pessoal digital com planos de exercícios personalizados para academia ou treinos em casa.
A plataforma tem mais de 300 exercícios com vídeos demonstrativos e orientações detalhadas. No app, também dá para acompanhar o progresso, participar de desafios fitness e acessar treinos mesmo sem conexão com a internet.
O Fit Workout Pro funciona como um treinador pessoal digital (Imagem: Divulgação/AUSTECH STUDIO)
5. Countdown Widget - Time Until
No Countdown Widget, é possível criar contagens regressivas para eventos importantes e adicioná-las na tela inicial do celular.
Com widgets personalizáveis, o app mostra o tempo restante para aniversários, viagens ou feriados. Também tem notificações e várias opções de personalização de cores, fontes e tamanhos.
O Countdown Widget adiciona contagens regressivas na tela inicial do celular (Imagem: Divulgação/Power Mind Apps)
6. Image Cropper - Crop photos
O Image Cropper é um aplicativo simples para recortar imagens com precisão em vários formatos e com proporções prontas ou personalizadas, como 16:9, 4:3 e 1:1. A ferramenta também possibilita compartilhar ou salvar as imagens editadas.
O Image Cropper é um aplicativo simples para recortar imagens em vários formatos (Imagem: Divulgação/Power Mind Apps)
7. Contacts Widget - Speed Dial
O Contacts Widget cria um acesso rápido para contatos favoritos na tela inicial do Android. No app, dá para criar pastas de contatos para chamadas ou envio de SMS com um toque, além de opções de personalização para cores e nomes das pastas.
O Contacts Widget cria um acesso rápido para contatos favoritos na tela inicial do Android (Imagem: Divulgação/Power Mind Apps)
8. DreamScape Wallpapers
O DreamScape Wallpapers oferece uma coleção com mais de 1.000 papéis de parede gerados por inteligência artificial.
As imagens são organizadas por categorias e otimizadas para celulares. O aplicativo também tem integração com o design Material You do Android e recebe atualizações frequentes com novos wallpapers.
O Colorful Transparent Icon Pack traz ícones com design colorido e transparente (Imagem: Divulgação/GomoTheGom)
10. DarkGlass Widgets
O DarkGlass Widgets tem mais de 400 widgets com visual de vidro escuro translúcido, sendo possível ajustar o nível de transparência dos ícones.
Entre os widgets disponíveis estão relógio, clima, calendário, bateria, contador de passos e controles de música. O aplicativo também tem mais de 700 papéis de parede.
O Spotify anunciou um novo recurso para que os usuários visualizem e editem o próprio “Perfil de Gosto”, sistema que define as recomendações de músicas, podcasts e audiolivros no aplicativo. A novidade foi apresentada pelo co-CEO Gustav Söderström durante o South by Southwest e começará a ser liberada em versão beta nas próximas semanas para assinantes Premium na Nova Zelândia.
O Perfil de Gosto é o sistema do Spotify que analisa o que você escuta para sugerir músicas na página inicial e em playlists personalizadas, como “Descobertas da Semana”, “Feito para Você” e na retrospectiva anual Spotify Wrapped.
Com a nova ferramenta, os usuários vão poder corrigir recomendações que não fazem sentido ou situações que afetam o algoritmo, como contas compartilhadas em casa, reprodução de músicas infantis ou o uso frequente de sons para dormir. Tudo isso usando comandos simples, como pedir por "mais" ou "menos" de um determinado estilo musical. O recurso também vai considerar o contexto de uso, como músicas para treinar, relaxar ou ouvir no caminho para o trabalho.
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Apesar de o Spotify oferecer opções para remover músicas do Perfil de Gosto antes, elas se limitavam a excluir apenas faixas ou playlists específicas. Vale ressaltar que o uso da ferramenta é opcional, é possível moldar o algoritmo o quanto quiser, ou simplesmente ignorar o recurso e continuar usando o aplicativo normalmente.
A empresa comentou que o recurso faz parte de uma estratégia para deixar as recomendações mais personalizadas, que também inclui ferramentas experimentais para criar playlists a partir de comandos ou do histórico de músicas ouvidas.
Usuários vão poder controlar as recomendações de músicas do algoritmo do Spotify. (Imagem: Divulgação/Spotify)
O recurso está disponível no Brasil?
Ainda não. O novo recurso do Spotify está sendo lançado inicialmente em fase beta para assinantes Premium na Nova Zelândia. Segundo a empresa, o teste começará nas próximas semanas nesse país antes de chegar a outros mercados.
O Amazon Now é um serviço de entregas ultrarrápidas da Amazon que promete levar produtos essenciais ao consumidor em até 15 minutos. A novidade funciona traz itens de supermercado e conveniência em uma loja dedicada, com funcionamento restrito a áreas e horários selecionados.
O Amazon Now é uma loja dedicada dentro da plataforma da Amazon para a venda e entrega rápida de produtos essenciais, como alimentos frescos, bebidas, congelados e itens de utilidades domésticas.
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Como a novidade funciona?
O serviço funciona em parceria com a Rappi, por meio da modalidade logística expressa Rappi Turbo, responsável pela preparação e envio dos pedidos. A proposta é realizar entregas em até 15 minutos em áreas selecionadas, mas esse prazo pode variar devido ao horário, condições climáticas, trânsito e disponibilidade de entregadores.
Para finalizar a compra, é necessário atingir um valor mínimo de R$ 15 em produtos, com pagamento via Pix ou cartão de crédito à vista. Devido à agilidade na preparação dos pedidos, não é possível alterar itens, quantidades, endereço ou forma de pagamento após a confirmação. O cancelamento e devolução também não podem ser solicitados pelo cliente depois da finalização.
Amazon, em parceria com a Rappi, fará entregas de produtos essenciais em até 15 minutos. (Imagem: Reprodução/Amazon)
No entanto, é possível solicitar reembolso em até 30 dias em casos de produtos danificados, itens incorretos e pedidos extraviados.
Além disso, o cliente precisa obrigatoriamente ter um número de telefone com WhatsApp cadastrado no endereço de entrega, pois o app de mensagens é usado para o envio do link de rastreamento em tempo real e do Código de Entrega, que deve ser informado pessoalmente ao entregador.
A novidade está disponível em quais cidades?
Atualmente, o Amazon Now está disponível apenas em bairros selecionados de oito cidades brasileiras durante o horário de operação da Rappi Turbo:
Belo Horizonte (MG);
Campinas (SP);
Curitiba (PR);
Fortaleza (CE);
Porto Alegre (RS);
Recife (PE);
Rio de Janeiro (RJ);
São Paulo (SP).
O frete é grátis?
Não. Os assinantes do Amazon Prime tem isenção, porém os demais clientes pagam R$ 5,49 no frete. Além disso, há uma taxa de serviço de R$ 5, cobrada de todos os usuários.
Como fazer compras com o Amazon Now?
Para comprar pelo Amazon Now, é possível utilizar o link direto (amazon.com.br/amazonnow) ou seguir os passos abaixo:
Entre na Amazon pelo navegador;
Clique em “Chega em 15 minutos” ou busque por “Amazon Now” no menu;
Escolha os produtos;
Faça o pagamento;
Aguarde a entrega.
Vale ressaltar que se você colocar itens do Amazon Now e produtos convencionais da Amazon no mesmo pedido, o site vai criar carrinhos separados para finalização das compras.
O Facebook Marketplace ganhou um novo recurso de IA que responde automaticamente perguntas comuns de compradores, como “Ainda está disponível?”. A ferramenta foi anunciada pela Meta e começa a ser liberada para vendedores nos Estados Unidos e no Canadá.
A função usa as informações do anúncio, como preço, descrição, condições do produto e local de retirada, para gerar respostas automáticas quando alguém envia uma dúvida frequente. Assim, os vendedores não precisam responder manualmente e podem focar apenas em interações com compradores interessados em comprar os produtos.
Para utilizar o recurso, o vendedor precisa ativá-lo durante a criação do anúncio, com a possibilidade de pré-visualizar e editar a mensagem para ajustar o tom ou adicionar instruções. Quando o vendedor enviar fotos do produto, a plataforma também vai gerar um rascunho do anúncio com título, descrição e uma sugestão de preço baseada em itens semelhantes vendidos na região para agilizar o cadastro.
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A plataforma também terá recursos para acompanhar pedidos, gerar etiquetas de envio pré-pagas e mostrar resumos de perfis de vendedores criados por IA, com o histórico de anúncios da pessoa, os tipos de itens que ela costuma vender e as suas avaliações, além de informações da conta pessoal, incluindo quanto tempo ele está no Facebook e o seu número de amigos.
IA do Facebook Marketplace vai responder automaticamente as perguntas frequentes dos compradores. (Imagem: Viviane França/Canaltech)
O novo recurso de IA já está disponível no Brasil?
Não. Por enquanto, as novas ferramentas de IA do Facebook Marketplace estão disponíveis apenas nos Estados Unidos e no Canadá. A Meta Platforms ainda não informou quando o recurso chegará ao Brasil ou a outros países.
O aplicativo de identificação de chamadas Truecaller anunciou o recurso Family Protection, que cria uma rede de segurança compartilhada parajudar famílias a evitar chamadas fraudulentas. Com a novidade, um administrador pode monitorar possíveis golpes recebidos por parentes e encerrar ligações suspeitas remotamente em celulares Android.
Na ferramenta, é possível criar um grupo de até cinco pessoas no aplicativo. Um ou mais usuários assumem o papel de Administrador da Família e gerenciam, à distância, as configurações de proteção contra spam e fraudes para todos os integrantes.
No entanto, o recurso tem limitações dependendo do sistema operacional do familiar protegido. Se o membro utilizar Android, o administrador recebe notificações de fraude ao vivo, pode finalizar chamadas suspeitas remotamente e acompanhar informações do dispositivo do parente, como nível de bateria e modo de som. Já se o participante utilizar um iPhone, as funcionalidades ficam limitadas devido às restrições do sistema da Apple, restringindo-se à gestão de listas de bloqueios compartilhadas.
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Quando uma ligação suspeita é encerrada remotamente, o familiar recebe uma notificação explicando que a chamada foi finalizada pelo administrador por se tratar de uma possível fraude. Apesar do acesso privilegiado do administrador, ele não pode acessar histórico de chamadas comuns, ler mensagens SMS ou ver a localização em tempo real dos membros do grupo para preservar a privacidade dos participantes.
Além da proteção contra golpes, o recurso tem ferramentas para ajudar no acompanhamento de familiares, especialmente idosos ou crianças. A empresa também revelou que estuda integrar recursos de inteligência artificial ao Family Protection no futuro para analisar o contexto das chamadas e até encerrar automaticamente ligações quando palavras frequentemente associadas a golpes forem detectadas.
O Truecaller anunciou um recurso para famílias evitarem chamadas fraudulentas. (Imagem: Reprodução/Truecaller)
Como usar o recurso do Truecaller?
Para usar o Family Protection, o usuário precisa criar um grupo familiar no aplicativo. Quem inicia o grupo se torna automaticamente o primeiro administrador e pode convidar até quatro pessoas para participar.
Cada usuário pode participar de apenas um grupo familiar por vez e, depois que o grupo é formado, o administrador pode acessar o Family Group Centre para configurar os níveis de segurança, criar uma lista de bloqueio compartilhada e ativar alertas de possíveis fraudes. Em celulares Android, também aparece a opção de encerrar chamadas suspeitas remotamente, caso um familiar esteja falando com um número identificado como golpe.
O recurso é gratuito?
A criação do grupo e o recurso principal de encerrar chamadas remotamente são totalmente gratuitos para os usuários. No entanto, para usar ferramentas avançadas, como a ativação do nível "Máximo" de proteção ou bloqueios automáticos mais granulares (Auto-Block Spam), é necessário uma assinatura do plano Premium Family.
A Amazon anunciou o lançamento da personalidade “Sassy” (Atrevida) para a Alexa+, a versão da assistente de voz aprimorada por inteligência artificial. Disponível inicialmente em dispositivos Amazon Echo e no aplicativo Alexa, a proposta é manter as conversas interessantes com brincadeiras divertidas e respostas inteligentes.
Com o modo “Sassy”, a Alexa pode responder com sarcasmo, humor ácido e até o uso de palavrões censurados e, segundo a Amazon, faz o usuário sentir como se estivesse conversando com um “adolescente malvado”. É a quarta personalidade da Alexa+, ao lado de “Brief” (Breve), “Sweet” (Doce) e “Chill” (Relaxado).
Para ativar, é só dizer: “Alexa, mude seu estilo de personalidade para Sassy” ou fazer a alteração no aplicativo, nas configurações do dispositivo. A escolha da personalidade é definida por aparelho, ou seja, não é aplicada automaticamente a todos os dispositivos da casa.
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Para evitar o acesso de menores a conteúdos inadequados, a Amazon implementou algumas restrições. O modo “Sassy” é bloqueado automaticamente em aparelhos onde o Amazon Kids esteja ativado. Também é necessário realizar uma verificação de segurança com reconhecimento facial para confirmar que o usuário é adulto.
Vale ressaltar que, apesar do tom mais livre, a assistente continua proibida de gerar conteúdos sexualmente explícitos, discursos de ódio, ataques pessoais ou respostas relacionadas à automutilação.
Alexa+ ganhou uma nova personalidade só para adultos. (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
O Alexa+ está disponível no Brasil?
Não. Até o momento, a Alexa+ e suas novas personalidades ainda não foram lançadas no Brasil e não tem previsão de chegada ao país. O recurso está sendo liberado de forma gradual em alguns mercados, principalmente nos Estados Unidos.
O Disney+ começou a liberar, nesta quarta-feira (12), um novo feed de vídeos curtos em formato vertical no aplicativo, chamado Verts. A novidade, liberada inicialmente nos Estados Unidos, lembra o modelo popularizado pelo TikTok e exibe clipes e cenas marcantes do catálogo para ajudar os usuários a decidirem o que assistir no streaming.
O feed aparece em um novo ícone na barra de navegação do aplicativo. Ao deslizar pelos vídeos, o usuário pode adicionar o título à sua lista ou iniciar imediatamente a reprodução completa da obra. O recurso também usa um algoritmo de recomendação para personalizar os vídeos exibidos para cada perfil.
Embora o feed comece exibindo clipes de filmes e séries do catálogo de mais de 100 anos da Disney, a empresa planeja expandir o recurso no futuro. A ideia é incluir conteúdos produzidos por criadores que representem diferentes comunidades de fãs da marca, além de explorar novos formatos de narrativa e experiências personalizadas na plataforma.
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A novidade também busca atrair usuários mais jovens, acostumados a consumir vídeos curtos no celular em vez de conteúdos longos. O movimento acompanha uma tendência do mercado impulsionada pelo sucesso de plataformas, como YouTube Shorts e Instagram Reels. A Netflix, concorrente do streaming, também testou um feed vertical semelhante no ano passado para promover produções do seu catálogo.
A estratégia já havia sido antecipada pelo Canaltech em janeiro, quando surgiram informações de que a Disney estudava adotar modelos de navegação inspirados em redes sociais para aumentar o engajamento no aplicativo. Segundo Erin Teague, vice-presidente executiva de Gestão de Produtos da Disney Entertainment e da ESPN, o formato vertical facilita o consumo cotidiano e ajuda os usuários a descobrir novos títulos com mais rapidez.
Disney+ anunciou feed de vídeos curtos de séries e filmes do seu catálogo. (Imagem: Thibault Penin/Unplash)
O recurso está disponível no Brasil?
Não. O Verts está disponível apenas para assinantes do Disney+ nos Estados Unidos neste primeiro momento. A empresa afirma que a novidade pode chegar a outros mercados no futuro, mas ainda não há previsão oficial para o Brasil.
A Samsung começou a integrar o Gemini, assistente de inteligência artificial do Google, ao aplicativo Galeria nos celulares da linha Samsung Galaxy S26 com a interface One UI 8.5. Com a novidade, é possível pesquisar e compartilhar fotos pela IA usando comandos de texto ou voz.
Com a integração, o Gemini consegue localizar imagens por assunto, data ou local com comandos como “fotos minhas com meu cachorro neste verão”. O assistente também pode enviar fotos para contatos em aplicativos específicos, reduzindo a necessidade de abrir a galeria a todo momento. Porém, a IA não pode apagar mídias, compartilhar vídeos, copiar ou mover arquivos entre álbuns.
A função faz parte da expansão do assistente no ecossistema da Samsung e chega após integrações com outros apps na One UI 7.0, como Calendário, Notas e Lembretes. A expectativa é que a parceria entre Google e Samsung amplie o suporte do assistente em futuras versões da One UI, com possível compatibilidade com o navegador Samsung, Samsung Health e SmartThings.
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A expansão dessa integração faz parte da estratégia da Samsung de levar recursos de IA agêntica para o Samsung S26 e futuros dispositivos da linha Galaxy, inclusive com o anúncio de uma parceria com o Perplexity AI, anunciados no evento Galaxy Unpacked 2026 em fevereiro. Com essa tecnologia, a IA consegue executar tarefas de forma autônoma no celular, como abrir aplicativos e realizar ações em segundo plano para concluir pedidos do usuário.
Como ativar o recurso no Gemini?
O Canaltech acessou e testou o recurso em um Samsung Galaxy S26 Ultra. Para habilitar a integração e permitir que o Gemini acesse suas fotos, siga os passos abaixo:
Abra o Gemini;
Clique na sua foto de perfil;
Vá em “Apps conectados”;
Marque a opção referente à Galeria do Samsung.
Gemini agora tem integração com Galeria do Samsung no Galaxy S26. (Imagem: Captura de tela/Bruno Bertonzin/Canaltech)
O Google Maps vai permitir planejar rotas por meio de conversas com IA graças à integração com os modelos Gemini. Chamado “Ask Maps”, o recurso entende perguntas simples para encontrar lugares e organizar trajetos. A ferramenta começou a ser liberada para Android e iOS nos Estados Unidos e na Índia.
Com o Ask Maps, os usuários vão poder fazer pedidos mais complexos ao aplicativo, como encontrar quadras públicas de tênis com iluminação ou locais onde seja possível carregar o celular sem enfrentar filas. A ferramenta analisa dados de milhões de lugares cadastrados e contribuições da comunidade para trazer recomendações com base no histórico e nas preferências de cada usuário.
O Maps também recebeu uma grande atualização na navegação, chamada “navegação imersiva”. O sistema vai mostrar o trajeto em um ambiente 3D mais detalhado, com edifícios, viadutos e faixas de trânsito destacados. As instruções por voz também foram aprimoradas para soar mais naturais, e o aplicativo agora explica melhor as diferenças entre rotas alternativas, como escolher entre um caminho mais rápido com pedágio ou outro longo com menos trânsito.
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Além disso, a ferramenta vai receber prévias do destino antes da chegada, sugestões de estacionamentos próximos e o uso de imagens do Google Street View para indicar pontos de referência durante a navegação. O sistema também utiliza dados em tempo real de milhões de motoristas do Maps e do Waze para alertar sobre incidentes e condições de trânsito.
Google Maps vai planejar rotas a partir de conversas com o Gemini. (Imagem: AS Photography/Pexels)
Os recursos já estão disponíveis no Brasil?
Não. O Ask Maps começou a ser distribuído para usuários de Android e iOS nos Estados Unidos e na Índia, com previsão de chegada a outros mercados nos próximos meses. Uma versão para desktop também deve ser lançada em breve.
Já a navegação imersiva começou a ser liberada inicialmente nos Estados Unidos e está disponível no Android, iOS, Apple CarPlay, Android Auto e carros com Google integrado. Segundo a empresa, a expansão global ocorrerá gradualmente conforme os dispositivos compatíveis recebam a atualização.
A rede social X voltou a permitir que usuários escolham manualmente entre o tema claro e escuro dentro das configurações do aplicativo. A mudança apareceu na atualização mais recente para iOS e restaura um recurso que havia sido removido anteriormente. Em aparelhos com Android, a opção de ajuste já continuava disponível.
No início de março de 2026, o aplicativo foi configurado para seguir apenas o tema definido no sistema do celular, sem permitir alterações independentes dentro do próprio app. A decisão gerou críticas de usuários, que reclamaram de precisar alterar a aparência de todo o smartphone apenas para usar o X em modo escuro.
Nikita Bier, chefe de produtos da plataforma, havia defendido que a troca de tema “não fazia sentido e causava problemas em todo o aplicativo” e que seguir o padrão do sistema era uma prática comum entre grandes plataformas. No entanto, usuários contestaram a afirmação, apontando que aplicativos, como YouTube e TikTok, também seguem o tema do sistema, mas continuam oferecendo opções de mudança manual em seus próprios menus.
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Diante da repercussão negativa, Nikita Bier reconheceu o erro publicamente dias depois com a frase “todos cometemos erros” (“we all make mistakes”) e confirmou o retorno da opção. Na postagem, alguns perfis brincaram com a situação e até elogiaram a “responsividade” da plataforma ao escutar os usuários e trazer de volta o recurso.
Enquanto a função voltou no iOS, em aparelhos Android a opção nunca foi removida. No sistema do Google, os usuários continuaram podendo alternar entre os modos “um pouco escuro” (azul-escuro) e “totalmente escuro” (preto).
Como mudar o tema no app do X para iOS?
Veja o passo a passo para alterar o tema do app X no iPhone:
Abra o X;
Vá em “Configurações e privacidade”;
Toque em “Acessibilidade, exibição e idiomas”;
Clique em “Exibição”;
Selecione o tema desejado.
X voltou atrás e retornou com a opção para definir modo escuro dentro do app X no iOS. (Imagem: Captura de tela/André Magalhães/Canaltech)