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Qual é a distância ideal entre o sofá e uma Smart TV de 70 polegadas?

13 de Agosto de 2026, 17:17

Uma Smart TV de 70 polegadas pode transformar sua sala em um verdadeiro cinema, mas o tamanho da tela exige atenção ao posicionamento do sofá. Ficar perto demais pode causar desconforto visual, enquanto uma distância muito grande reduz a sensação de imersão e faz com que parte da qualidade da imagem seja desperdiçada.

Assim como acontece com televisores de outros tamanhos, a distância ideal depende principalmente da resolução da tela e do campo de visão ocupado pelo aparelho. Nos modelos 4K, hoje predominantes no mercado, é possível sentar mais próximo da TV sem perceber os pixels, desde que a instalação siga uma proporção adequada.

Como calcular a distância ideal

Uma das referências mais utilizadas por fabricantes consiste em multiplicar o tamanho da televisão, em polegadas, por 1,2. O resultado representa a distância mínima recomendada para obter uma experiência confortável e bastante imersiva. Aplicando essa fórmula:

70 × 1,2 = 84 polegadas

Convertendo esse valor para o sistema métrico, chega-se a aproximadamente 2,13 metros. Na prática, isso significa que o sofá deve ficar a cerca de 2,1 metros da tela para que a imagem ocupe uma área significativa do campo de visão sem exigir movimentos constantes da cabeça ou dos olhos. Essa distância costuma oferecer um bom equilíbrio entre conforto e imersão para filmes, esportes e jogos.

Também existe um limite máximo recomendado. Acima de aproximadamente 4,4 metros, a tela passa a ocupar uma parcela menor da visão do espectador, reduzindo a sensação de envolvimento proporcionada por uma TV desse porte. Esse valor é obtido mantendo a mesma proporção utilizada para outros tamanhos de tela.

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A resolução influencia na distância?

Sim. A resolução determina o quão perto é possível ficar da televisão antes que os pixels se tornem perceptíveis.

Em uma Smart TV 4K de 70 polegadas, esse limite costuma ficar significativamente abaixo da distância mínima recomendada para assistir com conforto. Isso significa que, na prática, a distância de aproximadamente 2,1 metros continua sendo a melhor referência para aproveitar a imagem sem perda de qualidade.

O mesmo vale para modelos 8K, cuja densidade de pixels permite uma aproximação ainda maior, embora isso normalmente não seja necessário em uma sala residencial. Já uma TV Full HD do mesmo tamanho exige um afastamento maior para preservar a nitidez da imagem, pois os pixels ficam perceptíveis a distâncias mais elevadas.

Por esse motivo, televisores grandes costumam oferecer melhor experiência quando possuem resolução 4K ou superior.

O tamanho da sala também faz diferença

Mesmo respeitando a distância mínima, é importante avaliar as dimensões do ambiente. Em salas pequenas, uma TV de 70 polegadas pode ocupar praticamente toda a parede, tornando a experiência cansativa durante longos períodos de uso. Já em ambientes mais amplos, ela consegue preencher melhor o campo de visão sem parecer desproporcional.

Outro cuidado importante é instalar o televisor na altura correta. O centro da tela deve ficar aproximadamente na linha dos olhos de quem está sentado no sofá, reduzindo a necessidade de inclinar constantemente o pescoço.

Também vale evitar reflexos provocados por janelas e fontes intensas de iluminação, que podem comprometer a qualidade da imagem independente da distância escolhida.

TV Samsung

Vale a pena comprar uma TV de 70 polegadas?

Para quem dispõe de uma sala com pelo menos 2,1 metros entre o sofá e a televisão, uma Smart TV de 70 polegadas oferece excelente nível de imersão para conteúdos em 4K. O tamanho é suficiente para criar uma experiência próxima à de um cinema sem exigir um ambiente muito grande.

Antes da compra, o ideal é medir a distância disponível e verificar se o móvel ou a parede acomodam o aparelho com folga. Alguns minutos com uma trena ajudam a garantir que o investimento seja aproveitado ao máximo, proporcionando conforto visual e toda a qualidade que uma tela grande pode oferecer.

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Mais de 400 operadoras clandestinas são fiscalizadas no Brasil, revela Anatel

13 de Agosto de 2026, 11:01

A Anatel mantém 418 fiscalizações em andamento contra prestadoras clandestinas de banda larga fixa no Brasil. As operações já identificaram mais de R$ 620 mil em equipamentos roubados e resultaram em oito prisões.

Os números foram apresentados durante o VI Simpósio TelComp, realizado em Brasília. As ações fazem parte do Plano de Ação para Combate à Concorrência Desleal e Regularização da Banda Larga Fixa.

Além das operações contra empresas sem autorização, a agência realiza atualmente 49 fiscalizações em prestadoras que possuem outorga. Nesse caso, o trabalho é mais amplo, pois envolve a verificação de diferentes obrigações regulatórias, tributárias e trabalhistas.

As operações da Anatel não se limitam a verificar se uma empresa possui autorização para oferecer internet. Os fiscais também analisam dados de acessos, estações, situação tributária e documentação trabalhista, além da utilização de postes e da origem dos equipamentos encontrados nas redes.

A agência também passou a utilizar ferramentas de inteligência para identificar possíveis alvos. A Superintendência de Fiscalização agora pode iniciar ações de ofício a partir da análise de dados, sem depender exclusivamente de solicitações encaminhadas por outras áreas da Anatel.

Um dos problemas identificados é a subnotificação de assinantes. Em 2025, quando o plano foi aprovado, o Brasil tinha cerca de 21 mil operadoras, mas somente 10 mil apresentavam dados de acesso à Anatel. Apenas cerca de 7 mil forneciam informações econômico-financeiras e 5,5 mil tinham algum dado relacionado a postes.

poste

Equipamentos roubados podem gerar investigação criminal

A origem dos equipamentos utilizados nas redes também passou a receber atenção especial. Durante algumas fiscalizações, a Anatel encontrou equipamentos furtados de uma empresa instalados na rede de outra prestadora. Quando há indícios de crime, as informações podem ser encaminhadas às autoridades policiais.

A agência também está coletando informações sobre furtos e outros episódios de violência contra empresas de telecomunicações. A ideia é criar um mapa de ocorrências que possa ser compartilhado com órgãos de segurança pública para auxiliar no combate à criminalidade contra as redes.

O plano de fiscalização também alcança empresas que fornecem capacidade de rede no atacado. A Anatel alerta que, caso um provedor atendido esteja operando clandestinamente, o atacadista deve interromper a cessão de capacidade.

A agência trabalha na criação de um selo de regularidade para ajudar consumidores a identificar prestadoras que cumprem suas obrigações regulatórias.

Desde a implementação do plano, em junho de 2025, a Anatel recebeu 461 denúncias sobre irregularidades, mas apenas cerca de 10% delas deram origem a fiscalizações. A agência afirma que muitas denúncias não apresentam informações suficientes para orientar as operações.

A Anatel afirma que o objetivo inicial é regularizar as empresas e não simplesmente aplicar punições. Sanções podem ocorrer quando uma prestadora continua descumprindo as regras, mesmo após ser notificada e receber oportunidade para se adequar.

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Wi-Fi perde espaço para celulares após decisão da Anatel; veja impacto em roteadores

13 de Agosto de 2026, 09:56

A Anatel aprovou uma mudança que limita a operação do Wi-Fi na faixa de 6 GHz no Brasil a partir de 2027. A decisão reserva a parte superior do espectro, entre 6.425 MHz e 7.125 MHz, para telefonia móvel, enquanto os equipamentos Wi-Fi ficarão restritos à faixa de 5.925 MHz a 6.425 MHz.

A medida foi aprovada por unanimidade pelo Conselho Diretor da agência em 11 de agosto e formalizada pelo Acórdão nº 203 e pelo Ato nº 10.400. Embora os novos requisitos já estejam em vigor, a aplicação obrigatória começa em 1º de março de 2027, criando um período de transição para equipamentos já certificados.

Na prática, a decisão reduz o espectro disponível para equipamentos classificados como sistemas de acesso sem fio em banda larga para redes locais. Isso inclui pontos de acesso internos, dispositivos de potência muito baixa e equipamentos que utilizam a faixa de 6 GHz.

Impacto em roteadores

A mudança pode ter impacto especialmente sobre roteadores mais recentes compatíveis com Wi-Fi 6E e Wi-Fi 7, tecnologias que passaram a utilizar a faixa de 6 GHz para ampliar a capacidade das redes sem fio. Com menos espectro disponível, fabricantes precisarão adequar os equipamentos às novas regras brasileiras.

Os produtos que já foram certificados e homologados para operar em toda a faixa de 6 GHz não serão simplesmente retirados do mercado. Segundo a Anatel, aqueles cujos certificados continuarem válidos depois de março de 2027 deverão ser adaptados durante a manutenção periódica da certificação.

A restrição não vale indistintamente para todo equipamento que utiliza frequências entre 6.425 MHz e 7.125 MHz. A regra é direcionada especificamente aos produtos classificados como sistemas de acesso sem fio para redes locais.

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Faixa de 6 GHz será usada por redes móveis

O motivo da mudança é preparar a porção superior da faixa de 6 GHz para o Serviço Móvel Pessoal (SMP), categoria que engloba redes celulares. A destinação dessa faixa para serviços de interesse coletivo já havia sido definida na atualização do plano brasileiro de frequências, aprovada em janeiro de 2025.

A Anatel afirma que a decisão foi baseada em testes de laboratório, avaliações de campo e simulações sobre a convivência entre Wi-Fi e sistemas móveis. Os estudos apontaram problemas de interferência quando as duas tecnologias utilizavam o mesmo canal ou frequências parcialmente sobrepostas.

Em um dos cenários avaliados, a taxa de transmissão do Wi-Fi apresentou perda superior a 90%, enquanto o sistema móvel teve degradação de até 25%. Em outra configuração, a perda chegou a 100% para o Wi-Fi e a 30% para o sistema móvel.

Por isso, o entendimento da agência foi de que a separação entre as tecnologias é, neste momento, a alternativa mais segura para evitar interferências e permitir a expansão das redes móveis.

Apesar da restrição, a decisão não fecha completamente a porta para que o Wi-Fi volte a utilizar a faixa superior de 6 GHz no futuro. A Anatel prevê a criação de um ambiente regulatório experimental, conhecido como sandbox, para testar novas formas de convivência entre Wi-Fi e redes móveis.

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"Matador de Galaxy" nunca lançado pela Microsoft vaza 12 anos depois; veja fotos

13 de Agosto de 2026, 09:18

Um protótipo de smartphone da Microsoft que poderia ter chegado ao mercado em 2014 surgiu na internet 12 anos depois. Conhecido pelo codinome “Raven”, o aparelho seria um Windows Phone da linha Surface e chama atenção pelo visual que, para a época, poderia colocá-lo como concorrente de modelos como Galaxy S5. Na época, era acreditava-se que a Microsoft poderia competir de igual para igual com a Samsung no topo do mercado de tops de linha com seu "matador de Galaxy".

A imagem do protótipo foi compartilhada pelo Windows Central e mostra um aparelho com formato tradicional, sem as telas duplas que marcariam os futuros celulares Surface. O dispositivo teria sido desenvolvido entre 2013 e 2014, mas nunca chegou a ser lançado comercialmente.

O suposto Surface “Raven” teria rodado o Windows Phone 8.1 e utilizado um processador Qualcomm. O modelo exato do chip não foi revelado, mas o aparelho estaria equipado com uma tela de resolução 720p e teclas físicas de navegação na parte frontal.

Na traseira, o protótipo apresenta o logotipo da Microsoft, além de uma única câmera acompanhada por flash LED. A estrutura também conta com uma moldura metálica prateada, semelhante à utilizada pela empresa em outros produtos Surface lançados na mesma época.

O visual chama atenção principalmente quando comparado aos smartphones que estavam disponíveis em 2014. O aparelho apresenta linhas relativamente discretas e um acabamento que seguia a identidade visual adotada pela Microsoft em seus produtos.

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Microsoft mudou os planos após comprar a Nokia

A história do projeto está ligada à tentativa da Microsoft de entrar no mercado de smartphones. A empresa já trabalhava em um Windows Phone próprio desde pelo menos 2012, mas adquiriu a divisão de Dispositivos e Serviços da Nokia em 2013.

Depois da aquisição, a estratégia mudou. Em vez de apostar imediatamente em um smartphone Surface próprio, a Microsoft passou a trabalhar com a Nokia, dando origem à linha de celulares Lumia sob sua marca.

Anos depois, a companhia finalmente apresentou um smartphone próprio da família Surface: o Surface Duo, lançado em 2020. Ele adotou um conceito completamente diferente do protótipo Raven, contando com duas telas conectadas por uma dobradiça.

A Microsoft também lançou o Surface Duo 2, mas os dispositivos enfrentaram problemas relacionados à experiência de software. Somados às vendas abaixo do esperado, tudo isso contribuiu para o fim da linha Surface.

O protótipo Raven, por outro lado, seguiria uma abordagem mais convencional. Por isso, a possibilidade de um smartphone Surface em formato tradicional poderia ter permitido à Microsoft competir de maneira diferente no mercado de celulares daquela época.

Não há indicação de que a Microsoft planeja voltar ao mercado de smartphones atualmente. O protótipo mostra como a empresa chegou a considerar uma estratégia bem diferente antes de apostar nos aparelhos de duas telas.

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