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Seu próximo celular será bem mais rápido graças a nova invenção na Samsung

23 de Junho de 2026, 09:36

Se você costuma usar Samsung, seu próximo celular pode ser bem mais rápido. A fabricante acaba de anunciar o desenvolvimento do novo padrão de armazenamento UFS 5.0, uma evolução significativa em relação ao atual UFS 4.1. A novidade oferece velocidades muito maiores, menor consumo de energia e melhor desempenho para recursos de inteligência artificial executados diretamente no aparelho.

Com a crescente popularidade das ferramentas de IA embarcadas nos celulares, a velocidade de armazenamento se tornou um dos fatores mais importantes para garantir uma experiência fluida e responsiva.

Segundo a Samsung, o novo UFS 5.0 alcança velocidades de leitura sequencial de até 10,8 GB/s e gravação de até 9,5 GB/s. Isso representa mais que o dobro do desempenho oferecido pela atual geração UFS 4.1.

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Essa evolução deve permitir abrir aplicativos mais rapidamente, reduzir tempos de carregamento e acelerar tarefas que exigem grande processamento de dados, como edição de vídeos, jogos avançados e recursos de inteligência artificial.

A nova tecnologia foi desenvolvida com base na mais recente especificação da JEDEC, organização responsável pelos padrões globais de memória e armazenamento.

Inteligência artificial será uma das maiores beneficiadas

A Samsung destaca que o UFS 5.0 foi criado pensando especialmente na nova era da IA. Modelos de linguagem e sistemas de inteligência artificial executados diretamente no smartphone precisam acessar grandes volumes de dados em alta velocidade.

Seu próximo celular será bem mais rápido graças a nova invenção na Samsung (Imagem: Divulgação/Samsung)

Com menor latência e respostas mais rápidas, a ideia é que os usuários possam utilizar assistentes inteligentes, tradução em tempo real, geração de conteúdo e outras funções avançadas sem depender tanto da nuvem.

Outro destaque é a eficiência energética. De acordo com a própria Samsung, o UFS 5.0 consome mais de 40% menos energia em comparação com sua solução UFS 4.1, graças a tecnologias como clock gating e gerenciamento inteligente de voltagem.

O novo componente também é 16,7% menor, medindo apenas 7,5 mm x 13 mm x 0,9 mm. Isso libera espaço interno para baterias maiores ou outros componentes importantes em smartphones, dispositivos vestíveis e equipamentos de realidade estendida (XR).

A Samsung informou que a produção do UFS 5.0 começará no quarto trimestre deste ano. As unidades estarão disponíveis em capacidades de até 1 TB, o que indica que os primeiros smartphones equipados com a novidade podem chegar ao mercado já na próxima geração de aparelhos premium. Quer saber quanto armazenamento você realmente precisa em 2026? Analisamos hábitos.

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Samsung Galaxy M47 já tem data de lançamento e promete bateria duradoura

23 de Junho de 2026, 07:30

A Samsung confirmou oficialmente a chegada do novo Galaxy M47. O smartphone será apresentado no próximo dia 29 e chegará com foco em desempenho, resistência e longa vida útil. Além disso, o aparelho contará com tela Super AMOLED de 120 Hz, proteção Gorilla Glass Victus+ e até seis anos de suporte de software.

Um dos principais destaques do Galaxy M47 é a tela de 6,7 polegadas Super AMOLED com taxa de atualização de 120 Hz, o que envolve imagens mais fluidas para navegação, vídeos e jogos.

O painel conta com proteção Corning Gorilla Glass Victus+, que promete até quatro vezes mais resistência a riscos e suporta quedas de até 2 metros. A Samsung também confirmou que o aparelho possui certificação de resistência à água e poeira.

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Desempenho voltado para jogos e multitarefa

Embora a fabricante não tenha revelado oficialmente o processador, rumores indicam a presença do Snapdragon 6 Gen 3. O chip será acompanhado por memória RAM LPDDR5X e armazenamento UFS 3.1, combinação que promete maior velocidade na abertura de aplicativos, multitarefa eficiente e melhor desempenho em jogos.

Outro diferencial é o recurso Bypass Charging, que reduz o aquecimento durante partidas ao alimentar o sistema diretamente sem sobrecarregar a bateria.

Samsung Galaxy M47 já tem data de lançamento e promete bateria duradoura (Imagem: Divulgação/Samsung)

O Galaxy M47 ainda deve contar com um conjunto triplo de câmeras traseiras composto por um sensor principal de 50 MP com estabilização óptica (OIS), uma câmera ultrawide de 5 MP e um sensor macro de 2 MP. Na parte frontal, o smartphone terá uma câmera de 12 MP para selfies e videochamadas. A bateria de grande capacidade terá suporte para carregamento rápido de até 45 W.

O smartphone será lançado com One UI 8.5 baseada no Android 16 e receberá seis gerações de atualizações do sistema operacional, além de seis anos de atualizações de segurança. As opções de cores confirmadas são Rogue Red (vermelho intenso) e Blaze Blue (azul vibrante).

O Samsung Galaxy M47 chega como uma aposta forte para quem busca um smartphone equilibrado e preparado para durar muitos anos. Se estiver na dúvida entre Galaxy A x Galaxy M, veja qual você deve comprar.

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Novo vazamento revela todas as cores do Galaxy Z Flip 8, Fold 8 e Fold 8 Ultra

23 de Junho de 2026, 06:54

A Samsung ainda não confirmou oficialmente a data do próximo evento Unpacked, mas novos vazamentos já revelam detalhes importantes sobre sua futura linha de smartphones dobráveis. As informações mais recentes indicam todas as cores previstas para o Galaxy Z Flip 8, Galaxy Z Fold 8 e Galaxy Z Fold 8 Ultra.

Galaxy Z Flip 8 terá quatro opções de cores

O Galaxy Z Flip 8, identificado pelo código SM-F971, deve chegar ao mercado nas cores:

  • Cream (creme, um tom bege claro)
  • Graphite (grafite, cinza escuro)
  • Mint (verde menta, tonalidade suave)
  • Pink (rosa claro)

O modelo deve ser vendido com opções de armazenamento de 256 GB e 512 GB.

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Galaxy Z Fold 8 Ultra aposta em tons sofisticados

Apesar do nome "Ultra", este aparelho será o sucessor direto do Galaxy Z Fold 7. O modelo SM-F976 deve ser lançado nas seguintes cores:

  • Cream (creme, bege claro)
  • Graphite (grafite, cinza escuro)
  • Green Shadow (verde e scuro)
  • Violet Shadow (violeta sombra, roxo escuro e discreto)

As opções de armazenamento incluem 256 GB, 512 GB e 1 TB.

Design anteriormente vazado do Galaxy Z Fold 8 (Imagem: Android Headlines/Reprodução)

Galaxy Z Fold 8 terá design mais largo e novas cores

Já o Galaxy Z Fold 8, modelo SM-F978, deve apresentar um formato mais largo que as gerações anteriores. As cores vazadas incluem:

  • Cream (creme, bege claro)
  • Graphite (grafite, cinza escuro)
  • Lavender (lavanda, tom suave entre lilás e roxo claro)
  • Pistachio (pistache, verde claro inspirado na cor da noz pistache)

O dispositivo também deve ser comercializado nas versões de 256 GB, 512 GB e 1 TB.

Ainda não há informações oficiais sobre preços ou disponibilidade. No entanto, espera-se que a Samsung apresente toda a linha de dobráveis (Galaxy Z Flip 8, Galaxy Z Fold 8 e Galaxy Z Fold 8 Ultra) durante o próximo Galaxy Unpacked. Vale pontuar que o próximo dobrável da Samsung terá mais tela e menos câmeras.

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Fujifilm faz limpa no ranking de câmeras mais vendidas e derruba Sony do topo

17 de Junho de 2026, 09:05

A Fujifilm dominou o ranking das câmeras mais vendidas no Japão e derrubou a Sony da liderança. Segundo os números mais recentes divulgados pela varejista japonesa Map Camera, a Fujifilm conquistou quatro das cinco primeiras posições da lista de maio de 2026, com a Fujifilm X100VI retomando o primeiro lugar e encerrando a sequência de cinco meses da Sony A7 V no topo das vendas.

O levantamento mostra uma forte presença da fabricante japonesa entre os modelos mais procurados pelos consumidores.

O ranking completo ficou assim:

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  1. Fujifilm X100VI
  2. Sony A7 V
  3. Fujifilm X-T30 III
  4. Fujifilm X-E5
  5. Fujifilm X-M5
  6. Canon PowerShot G7 X Mark III
  7. Panasonic Lumix ZS300 / TZ300
  8. Sony A7C II
  9. Sony A6700
  10. Ricoh GR IV

O principal destaque da lista é a Fujifilm X100VI. Lançada em 2024, a câmera compacta com visual retrô continua extremamente popular graças à combinação de design clássico, sensor de 40 megapixels e lente fixa equivalente a 23 mm f/2. Mesmo após mais de dois anos de mercado, a demanda permanece tão alta que a disponibilidade do modelo ainda é limitada em diversas regiões.

Fujifilm X100VI liderou o ranking de câmeras mais vendidas no Japão (Imagem: Divulgação/Fujifilm)

O sucesso da X100VI também parece beneficiar outros modelos da marca. A Fujifilm X-T30 III, por exemplo, oferece uma alternativa mais acessível para quem busca uma câmera mirrorless compacta, enquanto a X-E5 atrai usuários que desejam a mesma estética retrô da X100VI, mas com a vantagem das lentes intercambiáveis.

Outro modelo em destaque é a Fujifilm X-M5, atualmente uma das mirrorless mais acessíveis da fabricante. Voltada para criadores de conteúdo e vloggers, ela mantém dimensões compactas e desempenho competitivo.

Sony segue forte, mas perde a liderança

Apesar de perder o primeiro lugar, a Sony continua sendo uma das marcas mais relevantes do mercado. A Sony A7 V ficou na segunda posição e segue atraindo fotógrafos avançados graças ao autofoco aprimorado e à capacidade de disparo contínuo de até 30 quadros por segundo.

Além dela, a Sony também apareceu no ranking com a A7C II e a A6700, que tem se destacado principalmente entre novos usuários do sistema Sony, especialmente nas versões vendidas com a lente 18-135 mm.

Sony A7 V ficou na segunda posição no ranking (Imagem: Divulgação/Sony)

Compactas vivem nova fase de popularidade

Outro fenômeno observado no ranking é o retorno das câmeras compactas. Modelos como a Canon PowerShot G7 X Mark III, impulsionada por tendências nas redes sociais, e a Ricoh GR IV continuam despertando interesse dos consumidores.

A Panasonic também entrou na disputa com a Lumix ZS300/TZ300, uma compacta equipada com sensor de 1 polegada e zoom equivalente a 24-360 mm, que rapidamente conquistou espaço entre os modelos mais vendidos.

Então os números de maio de 2026 mostram que a preferência dos consumidores japoneses atualmente está claramente voltada para as câmeras da Fujifilm, especialmente aquelas que combinam design retrô, portabilidade e alta qualidade de imagem. Desde o mês passado, Sony e Fuji dominam mercado de câmeras e deixam Canon para trás; veja o top 10.

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Sem inovação: Galaxy S27 pode chegar com a mesma tecnologia de tela do S26

17 de Junho de 2026, 07:07

Novos rumores indicam que a Samsung pode adotar uma estratégia mais conservadora no desenvolvimento do Galaxy S27 e reutilizar os mesmos materiais de tela empregados na linha Galaxy S26, reduzindo as chances de grandes avanços na qualidade do display.

Isso não significa necessariamente uma tela inferior. Os displays da Samsung já estão entre os melhores do mercado, oferecendo brilho, contraste e fidelidade de cores. Ainda assim, muitos consumidores esperavam melhorias perceptíveis a cada nova geração.

A empresa poderia compensar a falta de mudanças estruturais por meio de otimizações de software, eficiência energética e ajustes no gerenciamento de brilho.

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Chinesa pode se tornar fornecedora da tela

Outro detalhe que chama atenção é a possível participação da fabricante chinesa BOE na produção dos painéis OLED do Galaxy S27. A empresa seria capaz de fornecer componentes a um custo menor do que a Samsung Display.

Sem inovação: Galaxy S27 pode chegar com a mesma tecnologia de tela do S26 (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Analistas acreditam que a manutenção da tecnologia atual facilitaria a produção dos painéis pela BOE. Rumores também apontam que o chefe da divisão mobile da Samsung, TM Roh, deve visitar a China para discutir acordos relacionados ao fornecimento.

Câmeras também podem permanecer quase iguais

Além da tela, os rumores sugerem que o conjunto de câmeras do Galaxy S27 não receberá mudanças expressivas de hardware. Segundo os leakers, não foram identificados pedidos significativos de novos componentes para o setor fotográfico.

Mesmo assim, melhorias em inteligência artificial e processamento de imagem podem resultar em fotos melhores sem a necessidade de novos sensores.

Embora ainda seja cedo para tirar conclusões definitivas, os rumores indicam que o Galaxy S27 poderá apostar mais em refinamentos do que em mudanças radicais. Tudo isso por que a Samsung quer economizar R$ 25 usando tela inferior no Galaxy S27, diz site.

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Novo vazamento revela papel de parede oficial do Galaxy S26 FE

17 de Junho de 2026, 06:43

Na última segunda-feira (15), um novo vazamento compartilhado na rede social X revelou com mais detalhes o suposto papel de parede oficial do Galaxy S26 FE. A imagem, divulgada pelos perfis de Fahad Ali Javed e Gabriel2392, mostra um design inspirado na identidade visual da linha Galaxy S26 e sugere que o desenvolvimento do novo smartphone está avançando rapidamente.

O vazamento surge poucas semanas após os primeiros rumores sobre o aparelho e aumenta as expectativas para o lançamento do próximo modelo da linha Fan Edition, previsto para ocorrer em setembro de 2026.

A imagem vazada apresenta um visual minimalista, destacando a letra “S” com curvas suaves. O estilo segue a mesma linguagem visual utilizada nos modelos da família Galaxy S26, indicando que a Samsung pretende manter uma identidade visual consistente entre seus dispositivos premium e a versão Fan Edition.

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Além de revelar o possível papel de parede padrão do aparelho, o vazamento sugere que a fabricante sul-coreana já está em uma fase avançada de preparação para o lançamento do produto.

Suposto papel de parede do Galaxy S26 FE (Imagem: Reprodução/X/fahadalijaved)

Design do Galaxy S26 FE já apareceu em outros vazamentos

Nos últimos dias, outras informações também ajudaram a construir um retrato mais completo do Galaxy S26 FE. Imagens vazadas de capas protetoras mostraram que o aparelho deve manter o visual elegante e simétrico do Galaxy S25 FE.

A principal mudança observada está no conjunto traseiro de câmeras. Diferentemente da geração atual, o novo modelo deve adotar uma ilha para acomodar os sensores fotográficos, seguindo a tendência presente nos smartphones mais recentes da Samsung.

Além disso, certificações divulgadas pelo Wireless Power Consortium exibiram imagens do dispositivo, confirmando a presença de uma tela com furo central para a câmera frontal, três câmeras traseiras, moldura metálica e acabamento semelhante ao de seu antecessor.

Especificações esperadas

De acordo com os rumores mais recentes, o Galaxy S26 FE contará com processador Exynos 2500, 8 GB de RAM e sistema operacional One UI 9.0 baseado no Android 17. Outro destaque é a possível utilização de uma tela OLED fornecida pela BOE. Ou seja: o Galaxy S26 FE está chegando, mas sem chip Snapdragon

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Troque a rolagem infinita pelo Kindle: 6 formas de aproveitar melhor seu tempo

14 de Junho de 2026, 00:00

Quantas vezes você pegou o celular apenas para conferir uma mensagem e, quando percebeu, já havia passado meia hora alternando entre Instagram, TikTok, X ou Facebook? A chamada "rolagem infinita" foi criada justamente para prender a atenção dos usuários pelo maior tempo possível. O Kindle pode ser uma ferramenta ú til para quem deseja reduzir o tempo nas redes sociais e aproveitar melhor os momentos de pausa do dia.

O consumo constante de conteúdo curto e altamente estimulante afeta diretamente a atenção e a capacidade de foco. A rolagem infinita treina o cérebro a buscar recompensas rápidas o tempo todo, tornando tarefas mais longas e profundas menos atraentes.

Com o tempo, isso pode gerar sensação de ansiedade, perda de produtividade e dificuldade de concentração, já que o hábito de “só mais um vídeo” ou “só mais um post” acaba fragmentando completamente o uso do tempo livre.

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Por isso, encontrar alternativas mais intencionais para esses momentos de pausa é essencial para recuperar o controle da atenção. É aí que o Kindle entra como uma opção para transformar esses intervalos em leitura e aprendizado, sem a tentação constante de distrações digitais. Listamos as dicas para trocar a rolagem infinita pelo Kindle.

  1. Substituir o Instagram pelo Kindle em momentos de tédio;
  2. Use o Kindle para aprender novas habilidades;
  3. Crie uma barreira física entre você e o celular;
  4. Monte uma fila de leitura para substituir o hábito;
  5. Use o Kindle antes de dormir;
  6. Faça leituras que exigem concentração.

1. Substitua o Instagram pelo Kindle em momentos de tédio

Grande parte do tempo gasto nas redes sociais acontece durante pequenos intervalos, e o cérebro se acostuma a buscar estímulos rápidos sempre que surge um momento de ociosidade.

Uma estratégia é deixar o Kindle sempre por perto e usar como primeira opção nesses momentos. Em vez de abrir um aplicativo de rede social, você pode ler algumas páginas de um livro, um artigo longo ou um material de estudo.

2. Use o Kindle para aprender novas habilidades

Muitas pessoas associam o dispositivo apenas à leitura de romances, mas ele também pode servir para aprendizado contínuo. Existem milhares de livros sobre finanças pessoais, produtividade, programação, marketing, idiomas e desenvolvimento profissional disponíveis para leitura.

Trocar 20 minutos de redes sociais por 20 minutos de leitura sobre um tema relevante pode gerar um ganho significativo de conhecimento ao longo de meses.

3. Crie uma barreira física entre você e o celular

Uma das razões pelas quais o smartphone é tão viciante é a facilidade de acesso. Tudo está disponível a poucos toques de distância.

O Kindle ajuda justamente por oferecer uma experiência mais limitada. Como ele não possui notificações constantes, vídeos curtos ou feeds infinitos, o cérebro tende a permanecer focado em uma única atividade. 

4. Monte uma fila de leitura para substituir o hábito

Uma ideia é criar uma lista de livros que despertem curiosidade e mantê-la sempre pronta no dispositivo. Dessa forma, quando surgir a vontade de abrir uma rede social por impulso, você já terá uma alternativa disponível.

Biografias, livros de negócios, obras de ficção, história ou ciência podem preencher o mesmo espaço de entretenimento que normalmente seria ocupado por conteúdos rápidos das plataformas digitais.

Kindle oferece formas de aproveitar melhor seu tempo (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

5. Use o Kindle antes de dormir

O hábito de navegar pelas redes sociais à noite costuma prejudicar o relaxamento e prolongar o tempo necessário para pegar no sono.

Substituir os últimos minutos de uso do celular por uma sessão de leitura no Kindle pode ajudar a desacelerar a mente. Como a experiência é mais tranquila e menos estimulante, muitas pessoas conseguem encerrar o dia de forma mais relaxada.

6. Faça leituras que exigem concentração

Textos longos estão cada vez mais difíceis de consumir devido ao excesso de estímulos digitais, e o Kindle oferece um ambiente ideal para recuperar a capacidade de atenção profunda.

Livros mais densos, clássicos da literatura ou obras técnicas podem ser lidos sem a interrupção constante de mensagens, vídeos e notificações.

Embora também seja um dispositivo eletrônico, o Kindle foi projetado para uma única tarefa: ler. Essa simplicidade é justamente o que o torna tão eficiente para quem deseja reduzir distrações. E para te incentivar. veja 10 "hacks" para ler ainda mais usando seu Kindle.

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Qual foi o 1º celular Android no Brasil? Dica: não foi Samsung nem Motorola

13 de Junho de 2026, 14:30

Hoje, quando pensamos em smartphones Android, marcas como Samsung, Motorola e Xiaomi vêm imediatamente à mente. No entanto, o 1º celular Android no Brasil veio de uma fabricante que já foi uma das mais importantes do mercado: a HTC.

Lançado no país em setembro de 2009, o HTC Magic entrou para a história como o primeiro smartphone Android comercializado oficialmente em território brasileiro. Na época, o sistema operacional do Google ainda dava seus primeiros passos e estava longe da popularidade que possui atualmente.

O HTC Magic chegou às lojas brasileiras equipado com uma tela TFT LCD de 3,2 polegadas e resolução de 320 x 480 pixels. O hardware era bastante modesto para os padrões atuais, mas representava tecnologia de ponta em 2009.

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O aparelho contava com processador Qualcomm de 528 MHz, 288 MB de memória RAM e 512 MB de armazenamento interno, expansível por cartão microSD.

A câmera traseira tinha 3,15 megapixels e foco automático, enquanto a bateria de 1.340 mAh prometia até sete horas e meia de conversação.

Entre os recursos disponíveis estavam conexão 3G, Wi-Fi, GPS, Bluetooth 2.0, acelerômetro e bússola digital. O sistema operacional era o Android 1.6 Donut, embora algumas versões tenham recebido atualização para o Android 2.1 Eclair.

Naquele período, os smartphones ainda eram produtos de nicho e o conceito de aplicativos móveis estava apenas começando a ganhar força. Recursos que hoje são considerados básicos, como WhatsApp, streaming de vídeo e redes sociais avançadas, ainda estavam em fase inicial ou sequer existiam da forma como conhecemos.

HTC Magic deixou um legado

HTC Magic foi o primeiro celular Android no Brasil (Imagem: Divulgação/HTC)

Um dos elementos mais curiosos do HTC Magic era o trackball, uma pequena esfera localizada na parte frontal do aparelho que servia para navegar pelos menus e selecionar opções com mais precisão.

O smartphone também ajudou a popularizar a ideia de uma loja de aplicativos integrada ao sistema operacional, algo que se tornaria um dos principais diferenciais do Android nos anos seguintes.

E qual foi o primeiro Android do mundo?

Embora o HTC Magic tenha sido o primeiro Android vendido oficialmente no Brasil, ele não foi o pioneiro mundial. Esse título pertence ao HTC Dream, conhecido em alguns mercados como T-Mobile G1.

Lançado internacionalmente antes do Magic, o HTC Dream chegou com teclado físico QWERTY deslizante, tela de 3,2 polegadas e Android 1.6.

O aparelho foi o primeiro smartphone da história a utilizar o sistema operacional desenvolvido pelo Google, inaugurando uma nova era no mercado de dispositivos móveis. 

Agora que já sabe o 1º celular Android no Brasil, veja qual foi o 1º celular vendido no Brasil e quanto custaria hoje com a inflação

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Por que as fabricantes pararam de lançar celulares com tela pequena?

13 de Junho de 2026, 11:30

Antes, era comum encontrar celulares compactos que cabiam facilmente no bolso e podiam ser usados com apenas uma mão. Modelos com telas de 3,5 ou 4 polegadas eram considerados suficientes, mas o cenário mudou radicalmente na última década. Por que as fabricantes pararam de lançar celulares com tela pequena?

Os celulares com tela pequena já foram a preferência de milhões de consumidores e dominaram o mercado por muitos anos. Hoje, porém, encontrar um smartphone moderno com menos de 6 polegadas é uma tarefa cada vez mais difícil. 

A principal razão para o desaparecimento dos celulares compactos está na transformação do próprio smartphone. O aparelho deixou de ser um dispositivo voltado apenas para comunicação e passou a ser a principal plataforma de entretenimento, trabalho e consumo de conteúdo digital.

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Com o avanço das redes sociais, dos aplicativos de mensagens, dos jogos e dos serviços de streaming, as telas maiores passaram a oferecer uma experiência mais confortável para o usuário.

Ler textos, assistir a vídeos ou navegar por aplicativos tornou-se mais agradável em displays amplos e com melhor aproveitamento da área frontal.

Moto X, top de linha compacto da Motorola em 2013 (Imagem: GUSTAVO LINARES / CANALTECH)

Em entrevista ao Canaltech, Vitor Bertozzi, Head de Produtos da Motorola, diz que essa mudança ocorreu de forma gradual.

“A partir de meados dos anos 2010, o smartphone deixou de ser apenas um dispositivo de comunicação para se tornar a principal tela de consumo digital. Com isso, o que antes era aceitável passou a ser percebido como limitante”, afirma.

O impacto do vídeo na evolução dos smartphones

O crescimento do consumo de vídeo foi um dos fatores mais importantes nessa transformação. Plataformas como YouTube, TikTok, Instagram e serviços de streaming passaram a concentrar boa parte do tempo de uso dos smartphones.

Para Bertozzi, “o consumo de vídeo é o principal driver dessa transformação”.

Com cada vez mais pessoas assistindo a conteúdos diretamente pelo celular, as telas pequenas passaram a representar uma limitação para a experiência visual.

Ao mesmo tempo, os fabricantes reduziram as bordas dos aparelhos, aumentando a área útil de exibição sem ampliar tanto as dimensões físicas dos dispositivos.

Executivo da Motorola explica por que as fabricantes pararam de lançar celulares com tela pequena (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Baterias maiores e novos recursos também influenciaram

Outro fator importante foi a evolução do hardware. Processadores mais potentes, conexões 5G, câmeras avançadas e aplicativos cada vez mais exigentes aumentaram significativamente o consumo de energia.

Embora a tela continue sendo um dos componentes que mais consomem bateria, o executivo da Motorola destaca que tecnologias como o 5G e aplicações mais pesadas também contribuíram para a necessidade de baterias maiores. Isso ajudou a consolidar o uso de aparelhos com mais espaço interno e, consequentemente, telas maiores.

Ainda existe espaço para celulares pequenos?

Apesar de existir um grupo de consumidores que prefere smartphones compactos, a demanda atual é considerada limitada. Por isso, o segmento não consegue atingir a escala necessária para justificar investimentos significativos por parte das fabricantes.

Isso não significa, porém, o fim da busca por praticidade. Segundo Bertozzi, o conceito de dispositivo compacto pode evoluir por meio de novos formatos. Os celulares dobráveis, por exemplo, permitem combinar telas amplas com maior portabilidade quando fechados.

Celular smartphone Google Motorola Moto X
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Então, é seguro afirmar que a redução da oferta de celulares com tela pequena não foi resultado de uma única decisão da indústria, mas da combinação de mudanças no comportamento dos consumidores, avanços tecnológicos e novas exigências de uso.

No futuro, a tendência é que a ideia de praticidade seja atendida não por telas menores, mas por formatos inovadores, como os dobráveis. Por falar nisso, veja as principais razões para você comprar um celular dobrável.

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Starlink Mini no Brasil: vale a pena trocar sua internet fixa pela "anteninha"?

12 de Junho de 2026, 13:24

A Starlink Mini chegou ao Brasil como uma evolução do modelo tradicional de internet via satélite da Starlink, empresa da SpaceX. Em vez de depender de cabos de fibra óptica ou redes terrestres, a conexão é feita diretamente com satélites em órbita baixa em volta da Terra (LEO), o que permite acesso à internet em praticamente qualquer lugar com visibilidade do céu. Mas será que vale a pena trocar sua internet fixa por ela? Fizemos as contas.

Esse modelo de infraestrutura resolve um dos principais problemas da conectividade em países com grandes áreas rurais ou regiões de difícil acesso: a falta de cobertura de redes fixas. Em vez de esperar a instalação de fibra óptica ou depender de redes móveis instáveis, o usuário pode ter internet apenas com o kit da antena e energia elétrica.

No Brasil, esse tipo de solução é relevante principalmente em regiões onde a fibra óptica ainda não chegou ou onde o acesso é limitado a redes de cobre antigas ou sinal móvel instável.

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No entanto, em áreas urbanas, a comparação com as grandes operadoras de fibra continua sendo o principal ponto de análise. Por isso, vamos fazer uma comparação com a cidade de São Paulo para entender se vale a pena trocar sua internet fixa.

Starlink Mini x Fibra óptica

As principais operadoras de fibra óptica no Brasil são Vivo, Claro e TIM, que dominam o mercado em grandes cidades como São Paulo. Os preços variam conforme velocidade, promoções e disponibilidade regional.

Preço

Em geral, os planos de fibra incluem instalação gratuita em promoções e exigem fidelidade de 12 meses. O custo-benefício é um dos principais diferenciais da tecnologia, especialmente em comparação ao custo mensal da Starlink Mini.

Desempenho

O desempenho das operadoras varia conforme a tecnologia utilizada (FTTH ou redes híbridas), infraestrutura local e nível de congestionamento da rede. Em geral, a fibra óptica oferece maior estabilidade e menor latência em relação a outras formas de conexão.

Já a Starlink Mini utiliza satélites de órbita baixa, o que reduz a latência em comparação a satélites tradicionais, mas ainda não alcança o nível de desempenho da fibra óptica em ambientes urbanos.

A latência é um dos fatores mais importantes para aplicações em tempo real, como jogos online, chamadas de vídeo e serviços em nuvem. Nesse aspecto, a fibra óptica se destaca pela baixa variação e alta estabilidade. Confira:

Tecnologia Velocidade Latência média Estabilidade Preço mensal
Vivo Fibra 300 Mbps – 1 Gbps 5–15 ms Alta R$ 100 – R$ 150
Claro Fibra 300 Mbps – 1 Gbps 10–25 ms Média a alta R$ 99 – R$ 170
TIM Fibra 500 Mbps – 2 Gbps 8–20 ms Alta R$ 100 – R$ 150
Starlink Mini 50 – 250 Mbps 25–60 ms Média R$ 315 – R$ 576

A principal vantagem da Starlink está na capacidade de oferecer conexão em locais onde não existe infraestrutura terrestre adequada.

Quando vale a pena usar a Starlink Mini

 Starlink Mini vala a pena em cenários específicos (Imagem: Reprodução/SpaceX)

A Starlink Mini vala a pena em cenários específicos, principalmente fora de grandes centros urbanos. Entre os principais casos estão as regiões rurais sem cobertura de fibra óptica, locais com internet via cobre ou rádio de baixa qualidade ou áreas com sinal móvel instável ou inexistente.

Nessas situações, a capacidade de acesso independente de infraestrutura fixa pode ser mais importante do que custo ou latência.

Quando não vale a pena trocar para Starlink Mini

Em áreas urbanas, especialmente em cidades como São Paulo, a fibra óptica das operadoras Vivo, Claro e TIM ainda apresenta vantagens claras, como o menor custo mensal, menor latência, maior estabilidade e maior velocidade por preço pago.

Então, nesses cenários, a Starlink não oferece ganho prático significativo que justifique a troca da conexão fixa.

É verdade que a Starlink Mini no Brasil representa um avanço importante na democratização do acesso à internet, principalmente em regiões onde a infraestrutura tradicional não chega ou é insuficiente.

No entanto, em ambientes urbanos com cobertura de fibra óptica, não vale a pena trocar sua internet fixa por ela. Vale lembrar que a Starlink quer virar operadora de celular, mas grandes do setor tentam impedir

Leia a matéria no Canaltech.

Vizinho gritou gol primeiro? Entenda como algumas TVs ficam "atrasadas"

9 de Junho de 2026, 14:39

Toda Copa, a mesma coisa: enquanto você ainda acompanha a jogada na área adversária, o vizinho ao lado já está berrando "gol!". Esse fenômeno desconfortável e que acaba com o elemento surpresa do futebol não é uma questão de sorte, mas sim de tecnologia. Algumas TVs ficam "atrasadas" por causa da latência, o atraso entre o momento em que o gol acontece no estádio e o segundo em que ele finalmente aparece na sua tela. 

O que é latência?

Marcelo Eduardo Pellenz, engenheiro eletricista e professor da PUCPR, define como latência "o intervalo de tempo entre o momento em que um evento realmente ocorre (por exemplo, no campo de futebol) e o momento em que o telespectador assiste a esse acontecimento na tela". 

Para destrinchar essa matemática do atraso, o professor e influenciador Luís Felipe Mrad publicou um vídeo explicativo em suas redes sociais.

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Ele demonstra de forma didática os cálculos por trás dos segundos que separam a TV aberta dos serviços de streaming modernos, revelando quem são os verdadeiros "vilões" do delay no futebol:

O caminho do sinal: TV aberta x satélite

Historicamente, a TV aberta terrestre é a campeã incontestável da velocidade, apresentando o menor atraso para o público geral.

Pellenz esclarece que isso ocorre porque o sinal é transmitido via ondas de rádio diretamente para as antenas dos telespectadores, passando por menos etapas de processamento.

No sinal digital tradicional, esse tempo de processamento costuma prender o atraso entre 6 e 8 segundos.

Por outro lado, quando a transmissão ao vivo é feita via satélite, a distância física começa a pesar um pouco mais. O sinal precisa subir até os satélites geoestacionários, localizados a cerca de 36 mil quilômetros de altitude, e depois descer para os receptores dos usuários.

Mesmo com as ondas eletromagnéticas viajando na velocidade da luz (a cerca de 300.000 km/s), esse longo percurso de ida e volta adiciona cerca de 0,24 segundos apenas de deslocamento puro.

No entanto, o professor Luís Felipe Mrad destaca que, na TV por antena, a distância não causa tanto impacto real se comparada à internet: "a onda viaja muito rápido e ela viaja sem pedágio, vamos dizer assim, sem intercorrências", resume o influenciador, em entrevista ao Canaltech

Processamento e Buffer

Mas se a distância física não é o principal problema, por que o streaming e o YouTube sofrem tanto para acompanhar o ritmo da TV digital? A resposta está na forma como os dados são fragmentados e processados.

Luís Felipe Mrad explica que o processamento do vídeo ao longo do caminho pesa muito mais do que o tempo de viagem do sinal. De acordo com o professor, "o grande vilão ali vai ser a segmentação dos dados e a parte do buffer".

Chunks

No streaming, o vídeo é fatiado em pequenos blocos conhecidos como chunks. Se o sistema adota blocos de 4 segundos, por exemplo, ele precisa necessariamente esperar esses 4 segundos de tempo real passarem para conseguir fechar e enviar o primeiro arquivo de dados.

Para evitar que a transmissão fique travando caso a conexão do usuário oscile, as plataformas utilizam o buffer, armazenando segundos de vídeo em cache antes de exibir as imagens.

"Ele acumula ali 2 ou 3 chunks para exibir a imagem, então isso gera um buffer de 8 a 12 segundos", pontua Mrad.

Somando os atrasos de codificação, os múltiplos "pedágios" por roteadores e servidores, e a decodificação final do aplicativo, a latência do streaming se eleva consideravelmente.

De forma geral, o atraso das transmissões ao vivo está principalmente no processamento do conteúdo. Na TV aberta, há menos etapas intermediárias. No streaming, cada segundo precisa ser convertido, enviado, armazenado e reconstruído antes de aparecer na tela.

E se nesta Copa do Mundo 2026 você ainda estiver em dúvida entre TV aberta, streaming e YouTube, veja onde os jogos da Copa terão menos atraso.

Leia a matéria no Canaltech.

Segredo escondido no iOS 27 confirma iPhone Ultra, o celular dobrável da Apple

9 de Junho de 2026, 10:06

O iOS 27 pode ter revelado antes da hora um dos maiores segredos da Apple. Trechos encontrados no código da versão beta do sistema indicam a existência do iPhone Ultra, o aguardado celular dobrável da empresa, que pode ser anunciado ainda este ano, possivelmente ao lado da linha iPhone 18.

Os desenvolvedores M1Astra e Sam Henri Gold identificaram referências curiosas dentro do framework do iOS 27. Entre elas estão termos como “foldState”, “angleDegrees”, “mechanicalAngleDegrees” e “isAngleValid”.

Essas expressões sugerem que o sistema operacional é capaz de reconhecer se o aparelho está dobrado ou aberto, além de medir o ângulo da dobradiça em tempo real.

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Segredo escondido no iOS 27 confirma iPhone Ultra, o celular dobrável da Apple (Imagem: Reprodução/X/Sam Henri Gold)

Esse tipo de funcionalidade é comum em smartphones dobráveis e pode indicar que a Apple já está preparando o software para o lançamento do novo dispositivo.

iPhone Ultra pode ter recurso semelhante ao Flex Mode

As referências encontradas também apontam para uma experiência parecida com o Flex Mode presente em aparelhos Android dobráveis.

Com isso, o usuário poderia posicionar o iPhone Ultra parcialmente aberto para assistir vídeos sem suporte ou utilizar uma metade da tela como teclado enquanto visualiza conteúdo na outra.

Além disso, novos recursos do iOS 27 parecem ter sido desenvolvidos pensando em telas maiores. Widgets em tela cheia poderiam ocupar apenas metade do display dobrável, enquanto o recurso de Espelhamento do iPhone ganharia uma visualização mais ampla.

Então a quantidade de referências ao formato dobrável dentro do iOS 27 aumenta as expectativas para o anúncio do iPhone Ultra.

Embora a Apple ainda não tenha confirmado oficialmente o produto, os indícios sugerem que o primeiro iPhone dobrável pode finalmente estrear em setembro. Atualmente, uma pesquisa indica que iPhone dobrável venderá mais que rivais da Samsung.

Leia a matéria no Canaltech.

Anker revela fone de ouvido no Brasil com bateria para 42 horas de música

9 de Junho de 2026, 08:36

A Anker anunciou a chegada ao mercado brasileiro do AeroFit 2, novo fone de ouvido da linha soundcore. O modelo adota o formato open-ear e já está disponível, com preço sugerido de R$ 799,90 e valor promocional de R$ 599. A bateria oferece autonomia de até 10 horas por carga, chegando a 42 horas com o estojo de carregamento.

O AeroFit 2 aposta em um design que mantém o canal auditivo livre, permitindo que o usuário acompanhe sons externos enquanto escuta músicas, podcasts ou participa de chamadas.

A proposta é atender principalmente pessoas que praticam corridas, caminhadas ou outras atividades em ambientes públicos, onde a percepção sonora do entorno pode ser importante.

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O modelo conta com ganchos ajustáveis em quatro níveis para adaptação a diferentes formatos de orelha. Segundo a fabricante, a estrutura foi projetada para proporcionar estabilidade durante o uso prolongado e em atividades físicas.

Resolução e recursos de personalização

Entre os recursos de áudio, o AeroFit 2 traz drivers de 20 x 11,5 mm, tecnologia BassTurbo e compatibilidade com certificação Hi-Res Audio. O equipamento também oferece suporte ao codec LDAC, utilizado para transmissão de áudio de alta resolução via Bluetooth.

Anker revela fone de ouvido no Brasil com bateria para 42 horas de música (Imagem: Divulgação/Anker)

Por meio do aplicativo da Anker, os usuários podem ajustar configurações de equalização e personalizar a experiência sonora de acordo com suas preferências.

O dispositivo possui certificação IP55, indicando proteção contra poeira e resistência a suor e respingos de água. O recurso busca atender usuários que utilizam o equipamento durante treinos ou em ambientes externos.

Tradução em tempo real e conectividade

Outro destaque é a integração com um sistema de tradução bidirecional em tempo real para mais de 100 idiomas, acessível pelo aplicativo da fabricante.

O AeroFit 2 também tem Bluetooth 5.4 e um conjunto de quatro microfones com inteligência artificial para aprimorar a captação de voz durante chamadas.

Vale lembrar que o novo fone da soundcore está disponível nas cores preto, azul, branco e verde. A comercialização ocorre por meio de marketplaces e lojas online parceiras no Brasil. Quer saber qual o melhor fone de ouvido para comprar hoje? Especialistas do Canaltech indicam.

Leia a matéria no Canaltech.

10 "hacks" para ler ainda mais usando seu Kindle

6 de Junho de 2026, 16:00

Se você tem um Kindle, provavelmente já descobriu como ele facilita o acesso a milhares de livros em um único lugar. Além de ser portátil e confortável para os olhos, o e-reader pode oferecer configurações que ajudam a reduzir distrações, melhorar a concentração e criar hábitos de leitura mais consistentes.

Para se ter uma noção, pequenos ajustes podem fazer uma grande diferença no número de páginas lidas ao longo do mês.

Com isso em mente, trazemos hacks para ler mais usando seu Kindle. São dicas simples, práticas e eficientes para transformar o dispositivo em uma poderosa ferramenta para desenvolver o hábito da leitura:

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  1. Use o modo escuro à noite;
  2. Aumente o tamanho da fonte para reduzir o cansaço visual;
  3. Configure metas diárias de leitura;
  4. Ative o modo avião para evitar distrações;
  5. Utilize o recurso Tempo Restante no Capítulo;
  6. Aproveite os destaques e anotações;
  7. Leve o Kindle para todos os lugares;
  8. Crie uma rotina de leitura diária;
  9. Experimente fontes diferentes;
  10. Mantenha sua biblioteca organizada.

1. Use o modo escuro à noite

O modo escuro reduz o brilho percebido da tela em ambientes pouco iluminados. Isso ajuda a tornar a leitura mais confortável antes de dormir e diminui o esforço visual durante sessões mais longas.

2. Aumente o tamanho da fonte para reduzir o cansaço visual

Muitas pessoas utilizam fontes pequenas sem necessidade. Ajustar o tamanho da letra para algo confortável permite ler por mais tempo sem fadiga, aumentando naturalmente a quantidade de páginas lidas.

3. Configure metas diárias de leitura

Estabelecer uma meta simples, como 20 ou 30 minutos por dia, ajuda a criar consistência. O segredo para ler mais não é fazer maratonas ocasionais, mas manter um ritmo constante.

4. Ative o modo avião para evitar distrações

Embora o Kindle não tenha tantas notificações quanto um smartphone, manter o aparelho em modo avião elimina qualquer interrupção relacionada à sincronização ou conexão. Isso favorece uma leitura mais focada.

5. Use o recurso "Tempo Restante no Capítulo"

O Kindle calcula quanto tempo falta para terminar um capítulo ou livro. Essa informação funciona como um incentivo psicológico para continuar lendo e concluir mais trechos em cada sessão.

Algumas dicas podem te ajudar a ler mais no Kindle (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

6. Aproveite os destaques e anotações

Marcar passagens importantes torna a leitura mais ativa e envolvente. Quando o leitor interage com o conteúdo, a tendência é manter a concentração por períodos maiores.

7. Leve o Kindle para todos os lugares

Um dos maiores benefícios do Kindle é a portabilidade. Ter centenas de livros disponíveis permite aproveitar pequenos intervalos do dia para ler algumas páginas, transformando minutos ociosos em tempo de leitura.

8. Crie uma rotina de leitura diária

Associar a leitura a um horário específico, como antes de dormir ou após o café da manhã, ajuda o cérebro a transformar o hábito em algo automático.

9. Experimente fontes diferentes

O Kindle oferece várias opções de fontes. Algumas pessoas conseguem ler mais rápido ou com maior conforto ao testar alternativas como Bookerly ou OpenDyslexic.

10. Mantenha sua biblioteca organizada

Organizar livros em coleções facilita encontrar rapidamente a próxima leitura. Quanto menos atrito existir entre terminar um livro e começar outro, maior será a chance de manter o ritmo.

Ler mais não depende só de força de vontade. Pequenas mudanças no ambiente e nas configurações do Kindle já podem aumentar significativamente a concentração e a frequência da leitura. E se estiver interessado no assunto, descubra qual é o melhor Kindle para comprar.

Leia a matéria no Canaltech.

Dia dos Namorados: 12 ideias de presente baratas que chegam antes do dia 12

5 de Junho de 2026, 14:02

O Dia dos Namorados é uma das datas comerciais mais fortes, e uma das que mais gera compras de última hora. A boa notícia é que ainda existem muitos presentes tech baratos, fáceis de encontrar em marketplaces e que podem chegar rápido, especialmente até a próxima sexta-feira (12), se você comprar agora.

Para facilitar a sua vida e ajudar em seu relacionamento, listamos alguns presentes baratos para o Dia dos Namorados (de até R$ 500) que chegam rápido. De nada!

  1. Fujifilm Instax Mini 12;
  2. Polaroid Go (Gen 2);
  3. Amazon Echo Pop;
  4. JBL Go 4;
  5. JBL Wave Buds;
  6. Samsung Galaxy Buds Core;
  7. Samsung Galaxy Fit3;
  8. Xiaomi Smart Band 9;
  9. Projetor portátil;
  10. Porta-retrato digital FRAMEO;
  11. Luminária inteligente Govee RGBIC;
  12. Razer Kishi V2.

1. Fujifilm Instax Mini 12

Fujifilm Instax Mini 12 é um dos presentes para dar de Dia dos Namorados (Imagem: Divulgação/Fujifilm)

Que tel registrar fotos juntinhos? A Fujifilm Instax Mini 12 é uma câmera instantânea que imprime fotos na hora, perfeita para criar memórias físicas do casal. O preço médio fica a R$ 500. É um presente muito forte para quem quer algo mais emocional e interativo, já que cada clique vira uma lembrança imediata.

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2. Polaroid Go (Gen 2)

Nessa mesma pegada, tem a Polaroid Go (Gen 2), a versão compacta da clássica Polaroid, trazendo um estilo mais vintage e romântico. Custa entre R$ 450 e R$ 500 e é ideal para quem gosta de estética retrô nas fotos.

3. Amazon Echo Pop

A Amazon Echo Pop é uma caixa de som inteligente com Alexa, custando entre R$ 220 e R$ 350. Além de tocar músicas, ela ajuda no dia a dia com comandos de voz e automação simples. Para agradar ainda mais, crie uma rotina na Alexa com playlist romântica e luzes suaves para “modo casal”.

4. JBL Go 4

Outra ideia para ouvir músicas juntos é a JBL Go 4, uma caixa de som Bluetooth compacta, resistente à água e com som potente para o tamanho. O preço fica entre R$ 220 e R$ 350. É perfeita para levar em viagens, praia ou até um piquenique romântico. Quer uma dica? Monte uma playlist no Spotify com músicas do casal e use a JBL como trilha sonora do encontro.

5. JBL Wave Buds

Os JBL Wave Buds são fones TWS com boa autonomia e som equilibrado, custando entre R$ 180 e R$ 300. São ideais para quem quer liberdade sem fio e qualidade de áudio no dia a dia. Aqui, também dá para enviar junto uma playlist personalizada para o parceiro ouvir usando os fones e lembrar de você.

6. Samsung Galaxy Buds Core

 Samsung Galaxy Buds Core podem te salvar neste Dia dos Namorados (Imagem: Ivo Meneghel Jr/Canaltech)

Se quiser outra opção de fone, temos: Samsung Galaxy Buds Core são fones Bluetooth mais acessíveis da Samsung, com preço médio de R$ 280 a R$ 350. Eles focam em praticidade, boa integração com Android e conforto para uso prolongado.

7. Samsung Galaxy Fit3

Se o seu mozão é fitness, a Samsung Galaxy Fit3 pode ser uma boa ideia de presente. É uma smartband com tela AMOLED, monitoramento de saúde e bateria duradoura. O preço varia entre R$ 280 e R$ 450.

8. Xiaomi Smart Band 9

Xiaomi Smart Band 9 é um presente de Dia dos Namorados que vai chegar rápido na sua casa (Imagem: Thalles de Souza Ribeiro/Canaltech)

A Xiaomi Smart Band 9 também é uma pulseira inteligente leve e funcional, com preço entre R$ 230 e R$ 320. É uma das opções mais baratas da categoria e entrega custo-benefício. Você pode até usar como incentivo para caminhadas ou treinos em dupla.

9. Projetor portátil

O projetor portátil é um dos presentes mais românticos da lista, com preço entre R$ 280 e R$ 450. Ele transforma qualquer parede em uma tela de cinema, ideal para sessões a dois. Já aproveita para preparar um “cinema em casa” no Dia dos Namorados com pipoca e um filme romântico escolhido antecipadamente.

Para assistir filmes juntinhos em qualquer lugar (Imagem: Divulgação/IDALI LIFE)

10. Porta-retrato digital FRAMEO

O porta-retrato digital FRAMEO exibe fotos enviadas pelo celular em tempo real, e custa R$ 500. É um presente perfeito para casais à distância, por exemplo. Deixe já configurado com fotos do casal antes de entregar.

11. Luminária inteligente Govee RGBIC

A luminária inteligente Govee RGBIC permite criar ambientes com cores personalizadas via app, custando entre R$ 250 e R$ 450. É ideal para transformar o quarto em um ambiente mais aconchegante.

12. Razer Kishi V2

Mas se o seu parceiro é gamer, o Razer Kishi V2 pode te salvar nessa: é um controle que transforma o celular em console portátil, com preço entre R$ 350 e R$ 500. Ideal para casais gamers ou quem joga no celular.

No Dia dos Namorados, a tecnologia pode dar a praticidade e a agilidade que você precisa. Com menos de R$ 500, já é possível montar experiências completas. O mais importante é escolher algo que combine com o estilo da pessoa que você ama. Quer mais? Veja presentes tech que parecem caros, mas não são.

Leia a matéria no Canaltech.

5 celulares super luxuosos que você pode comprar agora (se tiver dinheiro)

31 de Maio de 2026, 15:30

Enquanto algumas pessoas parcelam o celular em várias vezes, outras pagam milhões em celulares super luxuosos difíceis de acreditar. Alguns modelos se transformaram em verdadeiras joias tecnológicas e misturam ouro, diamantes e materiais raríssimos em designs exclusivos para milionários e colecionadores. 

Enquanto muita gente considera caro pagar cerca de R$ 8 mil ou R$ 10 mil em um celular premium, existem aparelhos que ultrapassam facilmente a marca de milhões de reais. 

Separamos celulares super luxuosos que impressionam pelo visual extravagante e pelos preços absurdos:

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  1. Samsung Galaxy S26 Ultra Totem Fire Horse;
  2. iPhone 17 Pro Max Goldgenie;
  3. Samsung Galaxy S26 Ultra Caviar Ouroboros;
  4. Vertu Ironflip;
  5. Goldvish Eclipse.

1. Samsung Galaxy S26 Ultra Totem Fire Horse

S26 Ultra Totem Fire Horse é uma personalização da Caviar que pode custar mais de R$ 60 mil (Imagem: Divulgação/Caviar)

Criado pela Caviar, o Samsung Galaxy S26 Ultra Totem Fire Horse é inspirado no símbolo do cavalo de fogo do horóscopo oriental de 2026. O aparelho traz um relevo dourado de um cavalo em ouro 24 quilates, detalhes em esmalte vermelho artesanal e estrutura em titânio preto com revestimento premium usado na relojoaria suíça.

O smartphone custa cerca de US$ 12.130 (R$ 61,38 mil) e faz parte de uma edição extremamente limitada com apenas 19 unidades produzidas no mundo.

2. iPhone 17 Pro Max Goldgenie

A Goldgenie transformou o iPhone 17 Pro Max em um revestimento completo em ouro 24 quilates, acabamento espelhado e detalhes decorados com diamantes na moldura e no logotipo da Apple.

Os modelos são produzidos manualmente em Dubai e os preços impressionam. A edição em ouro custa cerca de US$ 16 mil, aproximadamente R$ 80,96 mil, enquanto a versão com diamantes chega a US$ 18,5 mil, ultrapassando os R$ 93,61 mil.

3. Samsung Galaxy S26 Ultra Caviar Ouroboros

Modelos da Caviar são luxuosos e caros (Imagem: Divulgação/Caviar)

Outro modelo extravagante da Caviar é o Samsung Galaxy S26 Ultra Ouroboros. Inspirado na serpente mitológica que simboliza eternidade e poder, o aparelho combina ouro, acabamento artesanal e design exclusivo voltado para colecionadores de tecnologia de luxo.

O preço do smartphone é de US$ 14.560 (R$ 73,67 mil). Assim como outros modelos da marca, a produção é limitada e voltada para clientes de altíssimo padrão.

4. Vertu Ironflip

 Vertu Ironflip é uma versão luxuosa (Imagem: Divulgação/Vertu)

O Vertu Ironflip mistura luxo clássico com tecnologia moderna em um smartphone dobrável premium. O aparelho utiliza couro exótico, detalhes em safira e um pequeno visor externo inspirado em relógios analógicos de luxo.

Além do design sofisticado, o modelo conta com processador Snapdragon 8 Gen 2, 12 GB de RAM e sistemas operacionais separados para segurança máxima. Dependendo da configuração e dos materiais escolhidos, o Vertu Ironflip pode ultrapassar US$ 10 mil, cerca de R$ 50,6 mil.

5. Goldvish Eclipse

A personalização Goldvish Eclipse tem couro e pedras preciosas (Imagem: Goldvish Eclipse)

A marca suíça Goldvish ficou famosa pelos celulares luxuosos feitos em ouro e diamantes, e o Goldvish Eclipse mantém essa tradição. O aparelho possui acabamento em couro, metais preciosos e opções personalizadas com ouro 18 quilates e superfícies cravejadas de diamantes.

O modelo parte de aproximadamente € 6.800 (R$ 39 mil). Clientes ainda podem personalizar praticamente todos os detalhes do aparelho, incluindo gravações especiais e materiais exclusivos.

Embora muitos desses celulares super luxuosos tenham especificações inferiores às dos modernos topo de linha, o valor está justamente na raridade, no design artesanal e na quantidade limitada de unidades produzidas. Gostou? Então confira 3 iPhones de ouro que custam mais que um carro

Leia a matéria no Canaltech.

5 melhores TVs de 65 polegadas para assistir à Copa de 2026

31 de Maio de 2026, 14:00

A Copa do Mundo de 2026 promete ser um dos eventos esportivos mais assistidos da década, e a escolha da TV certa faz toda a diferença para acompanhar cada lance. Com o avanço das tecnologias Mini LED e QLED, os modelos atuais conseguem entregar  contraste e desempenho ideal para jogos. Para ajudar em sua compra, separamos as melhores TVs de 65 polegadas para assistir à Copa de 2026.

Hoje, as TVs mais recomendadas para esse tipo de uso combinam painéis de alta taxa de atualização (120Hz ou mais), processadores com inteligência artificial para otimização de movimento e recursos específicos para esportes.

Veja as melhores TVs de 65 polegadas para a Copa de 2026:

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  1. Samsung QN90F Neo QLED 65";
  2. Samsung QN85F Neo QLED 65";
  3. Samsung QN80F Neo QLED 65";
  4. Xiaomi TV S Mini LED 65 2025;
  5. LG 65QNED85ASG QNED evo AI 65".

1. Samsung QN90F Neo QLED 65"

Gigante com frequências de 165 Hz, a Samsung QN90F Neo QLED 65 é uma das opções mais completas para esportes, com brilho extremamente alto e excelente controle de reflexos.

Seu destaque é o Modo Estádio com IA, que ajusta cores, som e nitidez para simular a experiência de assistir em um estádio. O painel Mini LED garante ótima precisão em cenas rápidas, reduzindo borrões em jogadas de alta velocidade.

2. Samsung QN85F Neo QLED 65"

A Samsung QN85F Neo QLED 65 oferece uma experiência muito próxima da QN90F, mas com um custo mais equilibrado.

Também conta com Modo Estádio AI Pro, ideal para futebol, além de excelente taxa de atualização e boa performance em ambientes claros. É uma das melhores escolhas custo-benefício premium da Samsung para esportes.

3. Samsung QN80F Neo QLED 65"

Samsung QN80F Neo QLED 65 é uma opção para assistir os jogos da Copa do Mundo 2026 (Imagem: Divulgação/Samsung)

A Samsung QN80F Neo QLED 65 é a opção mais acessível da linha Neo QLED com recursos esportivos completos.

Apesar de perder um pouco em brilho e controle de contraste em relação aos modelos superiores, mantém o Modo Estádio AI e fluidez para transmissões de futebol. É voltada para quem quer a experiência Samsung sem pagar o topo da linha.

4. Xiaomi TV S Mini LED 65 2025

Já a  Xiaomi TV S Mini LED 65 2025 aposta no equilíbrio entre preço e tecnologia. Com painel Mini LED e suporte a 120Hz ou mais, promete fluidez para esportes.

Seu modo esportivo melhora cores e movimento, mas não chega ao nível de processamento de imagem das Samsung. Ainda assim, é uma opção muito forte para quem busca qualidade 4K com bom custo.

5. LG 65QNED85ASG QNED evo AI 65"

Enquanto isso, a LG 65QNED85ASG QNED85 usa tecnologia QNED Mini LED, promete nitidez e cores equilibradas.

O Modo Esportes com IA ajusta brilho e suaviza movimentos, melhorando a experiência em jogos rápidos. Embora não tenha um “modo estádio” dedicado, entrega excelente consistência de imagem e ótima performance geral.

Para a Copa de 2026, a escolha ideal depende do equilíbrio entre desempenho e orçamento. As TVs Samsung Neo QLED lideram em recursos específicos para futebol, especialmente pelo Modo Estádio com IA, que realmente diferencia a experiência de assistir jogos ao vivo.

Já Xiaomi e LG oferecem alternativas competitivas com custo-benefício. Mas falando sobre TV para a Copa do Mundo: vale a pena comprar uma nova ou ficar com a sua?

Leia a matéria no Canaltech.

Pagar nuvem ou comprar celular de 1 TB? Veja qual sai mais barato no longo prazo

31 de Maio de 2026, 06:00

O armazenamento virou um dos fatores mais importantes na hora de comprar um smartphone premium. Fotos em alta resolução, vídeos em 4K e aplicativos cada vez maiores fazem muita gente considerar modelos de 1 TB. Mas será que vale mais a pena pagar nuvem ou comprar celular de 1 TB? Veja qual sai mais barato no longo prazo. 

A resposta depende do perfil de uso. Em muitos casos, comprar um celular com menos memória e complementar com Google One ou iCloud+ pode gerar economia significativa no longo prazo.

Quanto custa subir de 256 GB para 1 TB?

Os preços dos smartphones topo de linha mostram que o salto de armazenamento pode custar milhares de reais extras. Confira a comparação:

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Modelo 256 GB 512 GB 1 TB Diferença
iPhone 16 Pro R$ 9.220,00 R$ 11.689,00 R$ 12.679,00 R$ 3.459,00
iPhone 17 Pro R$ 8.798,99 R$ 10.438,99 R$ 11.744,99 R$ 2.946,00
iPhone 17 Pro Max R$ 8.949,00 R$ 11.698,90 R$ 12.947,10 R$ 3.998,10
Galaxy S26 Ultra R$ 10.349,10 R$ 11.789,10 R$ 13.949,10 R$ 3.600,00

Escolher a versão de 1 TB pode aumentar o preço do aparelho entre R$ 3 mil e R$ 4 mil. Esse valor é justamente o que levanta a dúvida: quanto tempo de armazenamento em nuvem daria para pagar com essa diferença?

S26 Ultra de 1TB custa cerca de R$ 13.949,10 (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Quanto custa assinar armazenamento em nuvem?

Os serviços de nuvem evoluíram bastante e hoje oferecem planos suficientes para a maioria dos usuários. Fizemos uma estimativa dos preços atuais:

Plano Preço Custo em 4 anos
iCloud+ 50 GB R$ 5,90 (mensal) R$ 283,20
iCloud+ 200 GB R$ 19,90 (mensal) R$ 955,20
iCloud+ 2 TB R$ 66,90 (mensal) R$ 3.211,20
Google One Lite (30 GB) R$ 44,99 (anual) R$ 179,96
Básico (100 GB) R$ 99,99 (anual) R$ 399,96
Padrão (200 GB) R$ 149,90 (anual) R$ 599,60
Premium (2 TB) R$ 499,90 (anual) R$ 1.999,60

O valor adicional pago para comprar um celular de 1 TB equivale a vários anos de assinatura de nuvem, inclusive nos planos mais robustos.

Apesar da diferença de preço, existem situações em que o armazenamento interno maior faz sentido. Profissionais que gravam vídeos em 4K ou ProRes, criadores de conteúdo e usuários que viajam frequentemente podem preferir guardar tudo offline.

Outro ponto importante é a velocidade. O armazenamento interno costuma ser mais rápido e funciona sem depender de internet. Além disso, quem não gosta de mensalidades pode enxergar o investimento único como uma vantagem.

Ainda assim, a maioria dos consumidores dificilmente ocupa 1 TB inteiro no uso cotidiano.

Nuvem costuma ser mais econômica

Para usuários comuns, a conta tende a favorecer a nuvem. Um iPhone 17 Pro Max de 256 GB combinado com iCloud+ de 200 GB por quatro anos ainda sai mais barato do que comprar a versão de 1 TB.

O mesmo vale para Androids premium. Um Galaxy S26 Ultra de 256 GB com Google One Premium durante quatro anos custa menos do que migrar para a versão de 1 TB em muitos cenários.

Além da economia, a nuvem oferece vantagens como backup automático, sincronização entre dispositivos e compartilhamento familiar.

Então, financeiramente, pagar por armazenamento em nuvem costuma ser mais vantajoso no longo prazo para a maioria dos usuários. A diferença de preço entre celulares de 256 GB e 1 TB pode bancar anos de Google One ou iCloud+, mantendo espaço suficiente para fotos, vídeos e arquivos. Quer saber quanto armazenamento você realmente precisa em 2026? Analisamos hábitos.

Leia a matéria no Canaltech.

Samsung quer derrotar Xiaomi e Motorola em novo tipo de fones de ouvido

21 de Maio de 2026, 12:37

A Samsung parece finalmente pronta para entrar na disputa dos fones de ouvido com formato de brinco. Segundo a imprensa coreana, a empresa trabalha no Galaxy Buds Able, novo modelo aberto e com design clip-on, pensado para quem quer ouvir música sem bloquear totalmente os sons ao redor. A movimentação acontece em um momento em que esse segmento cresce rapidamente e já conta com nomes fortes como Xiaomi, Huawei e Motorola.

A proposta do Galaxy Buds Able é um formato clip-on, preso à orelha sem entrar completamente no canal auditivo, assim o usuário consegue continuar ouvindo o ambiente ao redor enquanto escuta música ou atende chamadas.

Esse fone vem ganhando espaço principalmente entre pessoas que praticam corrida, ciclismo ou caminham em áreas urbanas movimentadas.

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Como o ouvido não fica totalmente vedado, há mais percepção sonora do ambiente, algo considerado importante para segurança em atividades ao ar livre.

O formato aberto costuma causar menos desconforto em longos períodos de uso, reduzindo a sensação de pressão dentro do ouvido.

Xiaomi já virou referência nesse segmento

Fone com formato de brinco da Xiaomi (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

Embora a Samsung esteja chegando agora, a Xiaomi já é uma das marcas mais conhecidas nesse nicho, com fones de ouvido em forma de brinco com acabamento que imita ouro.

No Brasil, quem já vende um produto nessa categoria é a Motorola, com o Moto Buds Loop. Ainda assim, a Xiaomi vem atraindo mais atenção internacional nesse mercado graças à combinação entre preço competitivo e forte presença no segmento de acessórios.

Mercado de fones abertos cresce rapidamente

Modelos como Huawei FreeClip, Bose Ultra Open Earbuds, Soundcore AeroClip e Sony LinkBuds ajudaram a popularizar o formato.

A principal mudança em relação aos fones tradicionais está justamente na proposta de uso. Em vez de priorizar isolamento acústico total, os modelos abertos focam em conforto, praticidade e consciência ambiental.

Segundo empresas de pesquisa de mercado citadas pela imprensa coreana, o mercado global de fones abertos deve crescer de cerca de US$ 3,8 bilhões (aproximadamente R$ 19,2 bilhões) em 2024 para cerca de US$ 4,2 bilhões (R$ 21,3 bilhões) em 2025.

Samsung pode usar ecossistema como diferencial

A Samsung possui um ecossistema forte de integração com smartphones, tablets, relógios inteligentes e notebooks Galaxy, então esse pode ser o diferencial importante frente às rivais. Resta saber se o Galaxy Buds Able consegue competir com marcas que já ganharam experiência nesse novo formato de fone “em forma de brinco”. Para se ter uma noção, uma chinesa vai vender "fone brinco" luxuoso no Brasil.

Leia a matéria no Canaltech.

Claro e Vivo são multadas por terem sinal muito ruim em região do DF

21 de Maio de 2026, 11:15

As operadoras Claro e Vivo foram multadas pelo Procon do Distrito Federal após uma série de reclamações relacionadas à má qualidade do sinal de telefonia móvel na região. As penalidades, que somam cerca de R$ 60 mil para cada empresa, foram aplicadas devido a falhas recorrentes como instabilidade, ausência de cobertura e impossibilidade de uso básico dos serviços contratados.

Segundo o órgão de defesa do consumidor, os problemas afetam principalmente áreas de expansão urbana e comunidades em situação de vulnerabilidade social, onde moradores relatam dificuldades constantes para realizar chamadas, acessar internet móvel ou utilizar serviços essenciais de comunicação.

Dano coletivo e responsabilidade das operadoras

O Procon-DF classificou a situação como dano coletivo, destacando que a venda de planos em regiões sem infraestrutura adequada configura falha na prestação de serviço.

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De acordo com o entendimento do órgão, as operadoras têm obrigação legal de garantir continuidade, eficiência e transparência, conforme previsto no Código de Defesa do Consumidor.

Claro e Vivo são multadas por terem sinal muito ruim em região do DF (Imagem: Freepik)

Outro ponto destacado na decisão foi a reincidência das empresas. Mesmo após tentativas de mediação e notificações anteriores, os problemas persistiram, o que reforçou a necessidade de aplicação de sanções administrativas.

Para o Procon, comercializar serviços sem condições adequadas de entrega compromete diretamente os direitos dos consumidores.

Como os consumidores podem agir

Diante das falhas de sinal, os usuários afetados podem registrar reclamações formais junto ao Procon-DF, seja presencialmente ou por canais digitais. Nesse caso, é necessário reunir provas das interrupções, como registros de chamadas falhadas ou ausência de rede. 

Enquanto a Claro e a Vivo são multadas, há a vista uma nova operadora brasileira que começa a operar 5G com 1 Giga de velocidade.

Leia a matéria no Canaltech.

Realme lança nova linha de celulares no Brasil; veja tudo que ela tem

21 de Maio de 2026, 09:38

Na última quarta-feira (20), data em que começaram as vendas da nova linha de smartphones da Realme no Brasil, a marca realizou um evento em São Paulo para apresentar os modelos Realme 16 Pro+ e Realme 16 5G. O Canaltech esteve presente para acompanhar as novidades de perto.

A linha Realme 16 chega ao país com foco em recursos de câmera, inteligência artificial, desempenho e bateria.

Celular intermediário com características premium 

Durante entrevista ao Canaltech, o gerente de Comunicação e Relações Públicas da Realme no Brasil, Bruno Lestuchi, comentou a estratégia da empresa: “A expectativa é trazer um celular intermediário com várias especificidades de um celular premium. Um celular o mais completo possível para agradar todos os públicos”.

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Sobre a durabilidade da bateria, o executivo afirmou: “A gente garante que a saúde da bateria dura 6 anos. Depois de 5 anos ele ainda mantém 80% da saúde da bateria intacta.”

Ele também comentou o impacto da produção local. “Agora com nossa fábrica aqui no Brasil, com o tempo queremos trazer celulares ainda mais acessíveis do que a gente já está trazendo", afirmou.

Realme realiza evento para promover lançamento do Realme 16 e 16+ no Brasil (Imagem: Pedro Cipoli/Canaltech)

Câmeras e recursos de imagem

O Realme 16 Pro+ possui câmera principal de 200 MP com lente teleobjetiva periscópica de 3,5x. O modelo também oferece zoom digital de até 120x e recursos de IA para processamento de imagem.

Entre as funções de software está o AI Edit Genie 2.0, que aplica ajustes automáticos em fotos. O dispositivo também grava vídeos em 4K HDR e permite uso de múltiplas distâncias focais para retratos.

Enquanto isso, o Realme 16 5G conta com câmera traseira principal de 50 MP e câmera frontal de 50 MP. O modelo inclui um espelho integrado ao módulo traseiro de câmeras para uso em selfies com o sensor principal.

Tela, desempenho e bateria

O Realme 16 5G possui tela AMOLED de 6,57 polegadas, resolução Full HD+ e taxa de atualização de 120 Hz. O brilho máximo informado é de até 4.200 nits.

O aparelho utiliza o processador MediaTek Dimensity 6400 Turbo, com opções de 8 GB ou 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento interno. A bateria é de 6.500 mAh, com carregamento rápido de 45 W.

Realme investe em recursos de IA em nova linha (Imagem: Pedro Cipoli/Canaltech)

O Realme 16 Pro+ possui bateria de 7.000 mAh e carregamento de 80 W. Ambos os modelos contam com certificações IP68 e IP69K.

Preço e disponibilidade

Os aparelhos estão disponíveis no Brasil por meio da loja oficial da marca no Mercado Livre. O Realme 16 Pro+ é vendido por R$ 3.999 durante o período promocional até 31 de maio. O Realme 16 5G tem preço promocional de R$ 2.499 no mesmo período. Quer saber qual celular é o melhor custo-benefício de 2026? Especialistas respondem.

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Quando a crise dos chips vai acabar? Ex-chefe da Samsung lança palpite

21 de Maio de 2026, 07:06

A crise dos chips pode estar mais perto do fim do que o mercado imaginava. Segundo Kye-hyun Kyung, ex-chefe da divisão de semicondutores da Samsung, o cenário pode começar a mudar já no segundo semestre de 2027, graças ao aumento agressivo da produção chinesa de chips de memória.

A declaração surge em um momento delicado para a indústria. Nas últimas semanas, a Samsung entrou em conflito com milhares de trabalhadores na Coreia do Sul, enfrentando risco de greve em suas fábricas justamente durante uma das maiores crises de oferta de memória RAM dos últimos anos.

Durante uma palestra na Academia Nacional de Engenharia da Coreia, Kyung afirmou que fabricantes chinesas estão expandindo rapidamente sua capacidade de produção de memória DRAM e NAND. Segundo ele, essa movimentação pode provocar um excesso de oferta a partir do fim de 2027 ou início de 2028.

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Nos últimos anos, a demanda explosiva por inteligência artificial elevou drasticamente o consumo de memórias avançadas usadas em servidores, placas de vídeo e data centers. Isso pressionou os estoques globais e contribuiu para o aumento nos preços de componentes como SSDs e módulos DDR5.

Agora, a expectativa é que a entrada mais forte da China no mercado ajude a equilibrar oferta e demanda mais rapidamente do que o previsto anteriormente.

Greve da Samsung aumenta tensão no setor

Com crise dos chips e greves na Samsung em vista, cenário parece caótico (Imagem: Bobby Raj Sirimani/Unsplash)

As previsões otimistas aparecem justamente quando a Samsung enfrenta uma grave crise trabalhista. Cerca de 48 mil funcionários da empresa ameaçam iniciar uma paralisação em meio a disputas sobre bônus e participação nos lucros.

A fabricante sul-coreana já reduziu em até 50% a força de trabalho em algumas linhas de produção antes mesmo do início oficial da greve. Analistas acreditam que isso pode impactar temporariamente o fornecimento global de chips DRAM e NAND.

Empresas como SK Hynix e Micron Technology também alertaram recentemente que a crise pode continuar até 2028 ou até 2030, em cenários mais pessimistas.

Apesar do discurso mais otimista do ex-executivo da Samsung, parte do mercado ainda acredita que a demanda por inteligência artificial continuará extremamente forte pelos próximos anos. Agora, resta ficar de olho nos próximos capítulos, uma vez que a Samsung terá greve de 18 dias.

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Xiaomi 17T Pro aparece em novo vazamento com foco total em fotografia

21 de Maio de 2026, 06:39

Na madrugada desta quinta-feira (21), o famoso leaker Digital Chat Station revelou novos detalhes do Xiaomi 17T Pro, modelo que promete chegar ao mercado com foco pesado em fotografia premium. Segundo os rumores, o aparelho deve apostar em sensores avançados, lentes Leica e uma câmera principal de grande dimensão para competir diretamente com smartphones voltados para fotografia profissional. A Xiaomi pode lançar a linha 17T oficialmente na China pela primeira vez.

As informações vazadas mostram que a Xiaomi quer transformar o 17T Pro em um dos celulares mais avançados da marca quando o assunto é fotografia móvel, mesmo utilizando um processador MediaTek.

O destaque principal seria o sensor Light Hunter 950 de 50MP que promete melhor captura de luz, fotos noturnas mais detalhadas e maior alcance dinâmico.

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O aparelho ainda deve contar com uma lente periscópio Leica de 50MP com zoom óptico de 5x, o que reflete o foco em fotografia de longa distância e retratos com qualidade profissional.

Possíveis especificações do Xiaomi 17T Pro

Novo vazamento indica possíveis certificações do Xiaomi 17T Pro (Imagem: Reprodução/WinFuture)
  • Tela OLED plana de 6,83 polegadas
  • Resolução 1.5K e taxa de atualização de 144Hz
  • Processador MediaTek Dimensity 9500
  • Câmera frontal de 32MP
  • Sensor principal Light Hunter 950 de 50MP
  • Câmera ultrawide de 12MP
  • Teleobjetiva periscópio Leica 5X de 50MP
  • Bateria de 7.000mAh
  • Carregamento rápido de 100W
  • Carregamento sem fio de 50W

Xiaomi 17T também teve detalhes revelados

Além do modelo Pro, o vazamento também trouxe informações sobre o Xiaomi 17T. A proposta do aparelho deve ser oferecer um equilíbrio entre desempenho, bateria e câmeras avançadas em uma faixa mais acessível.

Segundo os rumores, o dispositivo continuará utilizando o design inspirado nas câmeras Leica e pode chegar como uma opção premium intermediária dentro do catálogo da Xiaomi.

Possíveis especificações do Xiaomi 17T

  • Tela OLED plana de 6,59 polegadas
  • Resolução 1.5K com taxa de atualização de 120Hz
  • Processador MediaTek Dimensity 8500 Ultra
  • Câmera frontal de 32MP
  • Sensor principal Light Hunter 800 de 50MP
  • Câmera ultrawide de 12MP
  • Teleobjetiva periscópio Leica 5X de 50MP
  • Bateria de 6.500mAh
  • Carregamento rápido de 67W

Xiaomi pode mudar estratégia da linha T

Outro detalhe que chamou atenção nos vazamentos é a possível chegada oficial da linha Xiaomi 17T ao mercado chinês. Historicamente, os aparelhos da série T sempre foram voltados para mercados globais, principalmente Europa e América Latina.

Agora, novas certificações encontradas na China sugerem que a Xiaomi pretende expandir a presença da linha também no mercado doméstico.

Rumores apontam ainda que as versões chinesas podem receber pequenas mudanças em relação aos modelos globais, principalmente em software e otimizações do HyperOS. A possível estreia da linha 17T na China mostra que a Xiaomi pretende reorganizar seu catálogo premium em 2026. A Xiaomi confirma data de lançamento de novo celular top mais acessível ao divulgar teasers na Índia: 28 de maio.

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Motorola revela nova linha Moto G47 e Moto G37; bateria gigante e preço baixo

30 de Abril de 2026, 12:23

A Motorola chegou com trazendo novidades para a sua linha intermediária. Além dos dobráveis, a marca também apresentou novos modelos da família Moto G, com destaque para o Moto G47 e o Moto G37 Power, que vêm com melhorias em desempenho, tela e bateria.

Moto G47 traz imagens mais nítidas

O Moto G47 conta com uma tela de 6,67 polegadas Full HD+ e taxa de atualização de 120 Hz, prometendo imagens mais fluidas e nítidas. A proteção fica por conta do Gorilla Glass 7i, que busca aumentar a durabilidade no uso diário.

Por dentro, o aparelho roda com o processador Dimensity 6300, acompanhado de 8 GB de RAM e até 256 GB de armazenamento. Ainda dá para expandir com cartão microSD de até 1 TB.

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Moto G47 tem bateria de 5.200 mAh (Imagem: Divulgação/Motorola)

No conjunto de câmeras, o destaque vai para o sensor principal de 108 MP, que promete fotos detalhadas e até zoom sem perda de qualidade. Já a bateria tem 5.200 mAh, com carregamento de 20W e suporte a carregamento reverso.

Moto G37 Power tem bateria de 7.000 mAh

Já o Moto G37 Power rouba a cena no que diz respeito a autonomia. Ele vem com uma bateria gigantesca de 7.000 mAh, ideal para quem passa muito tempo longe da tomada. Além disso, ainda permite carregar outros dispositivos com até 6W.

A tela tem 6,67 polegadas com resolução Full HD+ e taxa de 120 Hz. O desempenho fica por conta do mesmo Dimensity 6300, com até 8 GB de RAM.

Nas câmeras, o modelo aposta em um sensor principal de 50 MP e uma frontal de 8 MP, um conjunto que visa ser mais simples, mas suficiente para o dia a dia.

Os novos modelos da Motorola chegam primeiro à Europa e outros mercados globais nas próximas semanas. O Moto G47 parte de €319 (R$ 2.224), enquanto o Moto G37 Power começa em €279 (R$ 1.637). Vale lembrar que neste ano a Motorola aumenta preços do Moto G. Entenda o que está acontecendo.

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4G/5G vai chegar a 6.500 km de rodovias após leilão; 8 operadoras interessadas

30 de Abril de 2026, 10:24

Nesta manhã de quinta-feira (30) acontece a abertura do leilão da faixa de 700 MHz, que promete levar sinal 4G e até 5G para cerca de 6.500 km de rodovias federais. Oito operadoras entraram na disputa pelo projeto conduzido pelo Ministério das Comunicações e pela Anatel. 

*Atualização- 30/04 às 13h15: após fazer o anúncio da abertura do leilão na tarde da última quarta-feira (29), a própria agência anunciou a suspensão temporária do leilão. Confira os detalhes no fim desta matéria.

A ideia é melhorar o sinal onde ele ainda é ruim ou praticamente não existe. Isso inclui áreas rurais, regiões mais afastadas e estradas onde hoje muita gente fica completamente sem conexão. No total, mais de 800 localidades devem ser beneficiadas.

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Entre as empresas interessadas estão nomes conhecidos:

  • Amazônia Serviços Digitais;
  • Brisanet;
  • Claro;
  • IEZ!;
  • Telecom;
  • MHNet;
  • Telefônica;
  • Tim;
  • Unifique.

Segundo a nota publicada pela Anatel, o investimento estimado em R$ 2 bilhões:

A licitação deve resultar em benefício para mais de 864 localidades, com foco em áreas rurais e remotas, além de levar conectividade a cerca de 6,5 mil quilômetros de rodovias federais em 16 estados — trechos que ainda sofrem com a falta de sinal. A licitação prevê a possibilidade de outorga do Serviço Móvel Pessoal (SMP) e tem como um de seus objetivos o incremento da competição e da oferta de serviços de qualidade no setor de telecomunicações.

Como funciona o leilão

O leilão dá prioridade justamente para empresas menores, como forma de aumentar a concorrência e acelerar a expansão da cobertura.

4G/5G vai chegar a 6.500 km de rodovias após leilão (Imagem: James Yarema/Unsplash)

Em vez de focar só no dinheiro arrecadado, o governo anunciou que quer garantir que as empresas realmente invistam na infraestrutura. Ou seja, quem ganhar vai precisar ampliar a rede e melhorar o serviço na prática.

A faixa de 700 MHz consegue cobrir distâncias maiores e funciona melhor em lugares mais difíceis, como áreas afastadas ou com muitos obstáculos, o que significa mais alcance com menos antenas.

Suspensão do leilão

A Anatel suspendeu o leilão temporariamente, por causa de uma liminar do Juízo da 10ª Vara Cível Federal de São Paulo. Veja o pronunciamento:

Agência Nacional de Telecomunicações informa que, em razão de decisão liminar proferida pelo Juízo da 10ª Vara Cível Federal de São Paulo, nos autos nº 5011584-79.2026.4.03.6100, classe Mandado de Segurança Coletivo, o leilão da faixa de 700 MHz encontra-se temporariamente suspenso. A Agência foi informada da decisão na noite de ontem (29/4).

A agência anunciou, ainda, que "está adotando todas as medidas cabíveis para a reversão da decisão, com base na legalidade do modelo adotado, na segurança jurídica do processo e no interesse público envolvido" e que "a retomada do certame dependerá de nova decisão judicial", então assim que houver definição, a Anatel "divulgará prontamente novas informações por meio de seus canais oficiais e à imprensa".

Ter sinal nas rodovias pode ajudar na segurança, facilitar o contato em emergências e até melhorar o monitoramento de veículos nas estradas. Anteriormente, a Anatel já tinha anunciado que a BR 101 terá 5G em todo percurso, tal como outras rodovias. 

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Realme se junta com OnePlus para virar uma só empresa, diz leaker

30 de Abril de 2026, 08:32

Na última quarta-feira (29), o leaker Digital Chat Station revelou, através da rede social Weibo, que a Realme e OnePlus estariam se unindo como uma única empresa. De acordo com a publicação, as duas marcas passariam a compartilhar estrutura, estratégia e desenvolvimento de produtos, mas ainda devem manter identidades separadas no mercado.

Segundo o vazamento, a nova organização ficará sob a liderança de Li Jie, presidente da OnePlus na China, que responderá diretamente a Pete Lau, figura central do grupo. Já Wang Wei, ex-vice-presidente da Realme, assumiria um cargo de destaque como gerente geral adjunto. A fusão envolveria tanto operações domésticas quanto globais, incluindo marketing, serviços e planejamento de lançamentos.

"A OnePlus e a Realme se fundiram oficialmente: um centro de produtos foi criado, incluindo departamentos de produtos nacionais e internacionais. Uma unidade de negócios também foi criada", diz a publicação.

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Nenuma das marcas se manisfestou confirmando ou negando a situação até o momento.

De qualquer forma, a mudança pode significar que Realme e OnePlus dividirão recursos de engenharia, software e até cronogramas de produtos. Para o consumidor, isso pode resultar em dispositivos mais alinhados entre si, algo que já vinha acontecendo de forma sutil nos últimos anos, principalmente por conta da relação com a Oppo, empresa-mãe de ambas.

O ponto mais curioso dessa suposta união é o timing, já que recentemente, surgiram rumores de que a OnePlus estaria "morrendo", após quedas de vendas e cancelamento de projetos.

Em mercados importantes como Índia e China, a marca teria perdido força significativa, levantando dúvidas sobre seu futuro.

OnePlus negou rumores

OnePlus enfrentou rumores de que fecharia as portas, mas nega (Imagem: Divulgação/OnePlus)

No entanto, a própria OnePlus nega rumor de que estaria fechando as portas, afirmando que suas operações seguem normais e que os rumores são infundados.

Nesse contexto, a suposta fusão da OnePlus com a Realme pode ajudar a explicar esses rumores recentes: em vez de um encerramento, pode estar ocorrendo uma reorganização estratégica mais ampla dentro do grupo.

Se confirmada, a união pode fortalecer as duas marcas ao combinar expertise, reduzir custos e aumentar competitividade, mas como nenhuma das empresas comentou oficialmente o caso, tudo deve ser tratado como rumor até novas confirmações.

Para o mercado, resta acompanhar os próximos passos da OnePlus e da Realme, que podem redefinir o posicionamento das duas marcas nos próximos anos. Se quiser saber mais, entenda a situação da marca que desafiou gigantes.

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Oppo lança celular com "câmera que dobra luz" e tem lentes intercambiáveis; veja

30 de Abril de 2026, 07:33

Na última quarta (29), a Oppo apresentou o Find X9 Ultra, um smartphone topo de linha com foco em fotografia. O modelo aposta em um conjunto de câmeras mais complexo do que o padrão do mercado, incluindo sensores de alta resolução, zoom óptico de longo alcance e acessórios externos inspirados em câmeras profissionais da Hasselblad.

A proposta é aproximar a experiência de fotografia mobile de um sistema dedicado, o que aparece em um módulo traseiro com múltiplas lentes e em um ecossistema que permite expandir as capacidades do aparelho com acessórios, como teleconversores acopláveis.

O conjunto principal inclui uma câmera teleobjetiva de 50 MP com zoom óptico de 10x, duas câmeras de 200 MP (uma principal e outra com zoom intermediário), além de uma ultrawide de 50 MP e um sensor voltado para calibração de cores. Essa combinação permite cobrir diferentes distâncias focais sem depender exclusivamente de zoom digital.

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Como funciona a “câmera que dobra a luz”

Find X9 Ultra tem “câmera que dobra a luz” (Imagem: Divulgação/Oppo)

O destaque do Find X9 Ultra está na chamada lente periscópica com múltiplas reflexões internas, o que a empresa descreve como uma forma de “dobrar a luz”.

Em câmeras convencionais de smartphone, a luz entra diretamente pela lente e atinge o sensor em linha reta. O problema é que isso limita o espaço físico disponível para lentes de longo alcance, como as de zoom óptico elevado.

No Find X9 Ultra, a solução utiliza um sistema com prismas internos que refletem a luz várias vezes antes de ela chegar ao sensor. Em vez de seguir em linha reta, o caminho da luz é “dobrado” dentro do módulo da câmera, como se fosse comprimido em camadas, um efeito visual semelhante a um acordeão.

Essa estrutura periscópica com múltiplas reflexões permite aumentar a distância focal sem exigir um módulo mais espesso. Segundo a fabricante, o sistema usa cinco etapas de reflexão, reduzindo o tamanho físico da lente enquanto mantém o zoom óptico real.

Além disso, o caminho óptico foi projetado para reduzir interferências, como luz difusa, o que ajuda a preservar nitidez em fotos com zoom alto. A estabilização também é feita diretamente no sensor (sensor-shift), o que contribui para imagens menos tremidas em longas distâncias.

Find X9 Ultra da Oppo é focado em fotografia (Imagem: Divulgação/Oppo)

Sensores de alta resolução e cores calibradas

Outro ponto central é o uso de sensores de 200 MP em duas câmeras. Um deles atua como câmera principal, com abertura ampla para capturar mais luz, enquanto o outro é dedicado a zoom intermediário.

Há ainda um sensor multiespectral que mede informações de cor e balanço de branco. A ideia é reduzir discrepâncias entre lentes diferentes e manter consistência visual em fotos e vídeos.

Na prática, o sistema combina dados de múltiplos sensores para gerar imagens finais com mais detalhes e menos dependência de processamento agressivo.

Lentes intercambiáveis e acessórios

A Oppo também apresentou um teleconversor que pode ser acoplado ao aparelho, ampliando ainda mais o alcance da câmera.

Esse tipo de acessório funciona como uma lente adicional, semelhante ao que já existe em câmeras tradicionais. Ao ser conectado, ele altera a distância focal efetiva, permitindo capturas ainda mais distantes sem recorrer ao zoom digital.

Teleconversor da Oppo permite fazer zoom óptico de alta qualidade (Imagem: divulgação/Oppo)

Também há uma capa com controles físicos, incluindo botão de disparo em dois estágios e ajuste de zoom, tentando reproduzir a ergonomia de câmeras dedicadas.

O aparelho também investe em vídeo, com gravação em 4K a 60 fps com HDR e suporte a 8K a 30 fps. Recursos como perfis de cor avançados e compatibilidade com LUTs indicam foco em criadores de conteúdo.

No restante das especificações, o Find X9 Ultra da Oppo traz tela AMOLED de alta taxa de atualização, processador da linha Snapdragon mais recente e bateria que promete carregamento rápido com e sem fio. Mas se você busca um celular com bateria generosa, Oppo A6t chega ao Brasil por menos de R$ 1.000

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Operadora devolve dinheiro de quem usa pouca internet no celular

27 de Abril de 2026, 12:00

A operadora Noble Mobile tem chamado atenção ao adotar a prática de  devolver dinheiro para clientes que utilizam menos dados móveis ao longo do mês. Nesse modelo, o usuário contrata um plano com dados ilimitados, mas, ao final do ciclo, recebe créditos proporcionais à quantidade de internet que deixou de usar.

Esses valores podem ser utilizados para abater a próxima fatura, transferidos em dinheiro ou mantidos na conta do cliente, onde passam a render juros.

A ideia é oferecer flexibilidade ao consumidor que nem sempre precisa de grandes volumes de dados. Em meses de maior uso, o cliente aproveita a franquia ilimitada. Já em períodos de menor consumo, é recompensado financeiramente.

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Como funciona

A Noble Mobile funciona como uma operadora de rede móvel virtual, ou seja, não possui rede própria. Em vez disso, utiliza a infraestrutura de grandes operadoras, por meio de acordos comerciais.

Esse tipo de empresa aluga capacidade de rede e paga pelo uso efetivo, o que permite maior flexibilidade na criação de planos e preços diferenciados.

A Noble oferece um único plano, conhecido como “No-Bull Plan”, com mensalidade de cerca de US$ 50 (R$ 249). O diferencial está no sistema de “cashback”: clientes que consomem menos dados, especialmente abaixo de cerca de 20 GB mensais, podem receber até US$ 20 (R$ 99) de volta por mês.

Operadora Noble Mobile devolve dinheiro de quem usa pouca internet no celular (Imagem: Divulgação/Noble Mobile)

A lógica por trás do modelo é relativamente simples. Como o custo da operadora está mais ligado ao volume real de dados consumidos do que à capacidade total da rede, usuários que usam menos ajudam a reduzir despesas operacionais. Parte dessa economia pode então ser devolvida aos clientes, criando um incentivo para consumo mais moderado.

A operadora aposta em um sistema de recompensas acumuladas, que podem ser sacadas ou mantidas na conta, com rendimento anual. A proposta também inclui um posicionamento voltado à privacidade, com a promessa de não vender dados de navegação dos usuários.

Apesar da proposta inovadora, ainda é cedo para avaliar a sustentabilidade do modelo no longo prazo. O desempenho depende da adesão dos consumidores e do equilíbrio entre usuários intensivos e moderados.

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Nova máquina de lavar de 12 kg da Xiaomi tem design embutido e funciona com app

27 de Abril de 2026, 10:30

A Xiaomi anunciou o lançamento de sua nova máquina de lavar roupa, Mijia 12Kg Ultra-Slim, que aposta em alta capacidade, tecnologia de limpeza profunda e conectividade inteligente. Um dos principais destaques do lançamento é o seu design moderno e totalmente integrado. A máquina foi projetada para instalação embutida com encaixe quase sem frestas, o que reduz o acúmulo de poeira e proporciona um visual mais limpo e sofisticado na lavanderia.

O controle da máquina de lavar de 12 kg da Xiaomi é simplificado por meio de um botão giratório frontal, pensado para facilitar a seleção dos ciclos de lavagem. A proposta é unir estética minimalista com usabilidade intuitiva.

O modelo promete atender bem famílias maiores ou quem precisa lavar peças volumosas, como edredons e cobertores. O tambor possui diâmetro ampliado, o que contribui para uma lavagem mais eficiente e menos desgaste dos tecidos.

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Outro ponto de atenção é o sistema de fluxo de água em 3D, que melhora a remoção de sujeira. A máquina também conta com pré-mistura de detergente, garantindo uma distribuição mais uniforme e evitando resíduos nas roupas.

Ao todo, são 27 programas de lavagem, incluindo opções específicas para diferentes tipos de tecido. Há ainda um modo de esterilização a vapor que elimina praticamente todos os germes, reforçando o apelo de higiene do produto.

Conectividade e recursos inteligentes

Nova máquina de lavar de 12 kg da Xiaomi tem design embutido e funciona com app (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

A Xiaomi também investiu forte na conectividade. A máquina é compatível com o sistema HyperOS e pode ser controlada remotamente pelo aplicativo Mi Home.

Isso permite iniciar lavagens, monitorar o status e até receber atualizações do sistema diretamente pelo celular. Além disso, o modelo suporta comandos de voz via assistentes compatíveis, trazendo ainda mais conveniência para o usuário.

Outro diferencial destacado no anúncio da nova máquina de lavar de 12 kg da Xiaomi é o baixo nível de ruído. A máquina conta com um sistema de redução de vibração com múltiplos amortecedores e suspensão dupla, o que garante estabilidade durante o uso. E já aproveitando, saiba como fazer a máquina de lavar durar muitos anos.

Leia a matéria no Canaltech.

Quanto você economiza trazendo um Kindle do Paraguai? Nós fizemos as contas

25 de Abril de 2026, 12:30

Comprar um Kindle (ou outros e-readers) no Paraguai é uma forma inteligente de economizar? Para responder essa pergunta, é essencial considerar fatores como câmbio, taxas, impostos e custos de viagem antes de tomar uma decisão. Nós fizemos a conta e todas as comparações para te ajudar nessa decisão.

No Paraguai, os preços geralmente são anunciados em dólar americano. O pagamento em dinheiro costuma ser mais vantajoso, já que evita taxas adicionais. Já compras com cartão podem ter acréscimos entre 5% e 10%, além do IOF de 3,5% para transações internacionais.

Outro ponto importante é a conversão cambial. Com o dólar a R$ 4,99, a diferença de preço pode diminuir dependendo do produto. Além disso, há fatores como garantia (que pode não ser válida no Brasil) e a necessidade de comprar em lojas confiáveis.

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Comparativo de preços: Paraguai vs EUA vs Brasil

Para essa análise, consideramos modelos populares de e-readers, incluindo dispositivos da Amazon e concorrentes como Kobo, com base em preços reais de mercado.

Modelo Preço no Paraguai Preço com taxas Conversão Preço nos EUA Preço no Brasil
Kindle 11ª geração US$ 99 US$ 110 R$ 548 US$ 99 R$ 554
Kindle 12ª geração US$ 139 US$ 155 R$ 773 US$ 139 R$ 838
Kindle Paperwhite Signature US$ 189 US$ 210 R$ 1.047 US$ 189 R$ 1.079
Kindle Oasis 10ª geração US$ 249 US$ 275 R$ 1.372 US$ 249 R$ 2.302
Kobo Clara 2E / BW US$ 129 US$ 145 R$ 723 US$ 129 R$ 783

Viagem para o Paraguai

O custo da viagem é um dos principais fatores na decisão de compra. Considerando passagens aéreas para setembro, os valores médios de ida e volta são:

  • Curitiba: R$ 1.300
  • São Paulo: R$ 783
  • Brasília: R$ 1.187
  • Rio de Janeiro: R$ 2.099
  • Fortaleza: R$ 1.998
  • Manaus: R$ 2.630

Esses valores não incluem hospedagem, alimentação e transporte local.

Vale a pena trazer Kindle do Paraguai?

Calculamos para ver se vale a pena comprar Kindle 11ª geração e outros modelos no Paraguai (Imagem: Thalles de Souza Ribeiro/Canaltech)

Diferente de drones e outros eletrônicos mais caros, os e-readers apresentam uma diferença de preço bem menor entre Paraguai e Brasil.

Nos modelos de entrada, como o Kindle 11ª geração, os preços no Brasil frequentemente ficam iguais ou até mais baixos do que no Paraguai, especialmente em promoções. Já nos modelos intermediários, como o Paperwhite, a economia é pequena e geralmente não passa de R$ 100 a R$ 200.

Mesmo nos modelos mais caros, como o Kindle Oasis, a diferença de preço não costuma ser suficiente para justificar uma viagem internacional por si só.

Quando colocamos o custo da passagem na conta, fica claro que a economia obtida com a compra não compensa o deslocamento, independentemente da cidade de origem.

O veredicto

Comprar Kindle no Paraguai raramente vale a pena para quem pretende viajar exclusivamente com esse objetivo.

A diferença de preço é pequena, e o mercado brasileiro costuma oferecer promoções frequentes que tornam os valores bastante competitivos. Além disso, a garantia e a facilidade de troca no Brasil são vantagens importantes.

A compra pode fazer sentido apenas para quem já está em Foz do Iguaçu ou pretende viajar por outros motivos. Nesse cenário, o Paraguai pode ser aproveitado como um complemento para economizar em alguns produtos.

Os e-readers mostram um cenário diferente de outros eletrônicos: a vantagem de comprar no Paraguai é limitada.

Com preços cada vez mais competitivos no Brasil, especialmente em datas promocionais, a economia tende a ser pequena e insuficiente para justificar uma viagem.

Na prática, o Paraguai continua sendo interessante para compras, mas não para produtos de menor valor como o Kindle. E para ampliar suas possibilidades, vale conferir quanto você economiza trazendo um Kindle dos EUA.

Leia a matéria no Canaltech.

Notificações fazem você pegar o celular sem perceber? Entenda o gatilho

25 de Abril de 2026, 08:30

As notificações do celular se tornaram uma presença constante na vida moderna. Sons, vibrações e alertas visuais interrompem tarefas, conversas e até momentos de descanso, muitas vezes sem que a gente perceba o quanto isso afeta nosso comportamento. Esse impulso aparentemente inofensivo levanta uma questão importante: por que é tão difícil ignorar uma notificação? 

Mais do que um simples hábito, esse comportamento está ligado a mecanismos profundos do cérebro, que influenciam atenção, expectativa e tomada de decisão no dia a dia.

Segundo Paulo Cesar Porto Martins, doutor em Psicologia Clínica e professor da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), esse impulso de checar o celular envolve um reflexo profundamente enraizado no funcionamento do nosso cérebro.

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Por que as notificações são tão difíceis de ignorar?

Quando o celular vibra ou emite um som, o cérebro ativa uma resposta automática chamada orienting reflex. Esse mecanismo, originalmente ligado à sobrevivência, faz com que qualquer estímulo novo seja imediatamente avaliado.

Como o professor explica, “o cérebro dispara uma resposta automática de orientação programada para detectar qualquer mudança no ambiente e avaliá-la como ameaça ou oportunidade”. Ou seja, não é apenas curiosidade: é biologia.

Ele destaca que aplicativos são projetados justamente para explorar esse sistema, para aumentar o engajamento e manter o usuário conectado o máximo possível.

Notificações despertam áreas do cérebro

O comportamento de checar o celular envolve diferentes regiões cerebrais trabalhando juntas. O doutor descreve esse processo como uma verdadeira “orquestra neural”. Entre os principais protagonistas estão:

  • O núcleo accumbens, ligado à expectativa de recompensa
  • A área tegmentar ventral, responsável pela produção de dopamina
  • A amígdala, que identifica urgência e emoção
  • O córtex pré-frontal, responsável pelo controle racional

Segundo ele, “o comportamento já aconteceu antes de qualquer escolha consciente”, porque o sistema emocional e de recompensa age mais rápido do que a parte racional do cérebro.

Notificações fazem você pegar o celular sem perceber (Imagem: Brian J. Tromp/Unsplash)

Um dos pontos mais importantes levantados na entrevista é o papel da dopamina. Ao contrário do que muitos pensam, ela não está ligada diretamente ao prazer, mas à expectativa dele.

Como explica o especialista, “ela não é liberada quando você recebe o prazer, mas quando você espera recebê-lo”. Isso torna as notificações especialmente poderosas.

Ele também menciona o conceito de reforço intermitente variável: às vezes há recompensa (curtidas, mensagens), às vezes não. Essa imprevisibilidade aumenta ainda mais o desejo de checar o celular, criando um ciclo contínuo de antecipação e recompensa.

Hábito ou vício?

Segundo o dr. Martins, o comportamento geralmente começa como um hábito condicionado, mas pode evoluir para algo mais sério.

Ele explica que o processo segue um padrão de condicionamento: estímulo, resposta e recompensa. Com repetição, isso se torna automático.

No entanto, quando surgem sinais como perda de controle, ansiedade ao ficar sem o celular e impacto em áreas como sono e trabalho, o quadro pode indicar dependência. Em termos simples, se a pessoa quer parar e não consegue, já ultrapassou o limite do hábito.

Como retomar o controle

A boa notícia é que existem formas eficazes de lidar com esse comportamento. O especialista destaca abordagens da Terapia Cognitivo-Comportamental como aliadas importantes.

As principais estratégias envolvem desativar notificações não essenciais, criar momentos e espaços sem celular e usar aplicativos que limitem o tempo de uso. São ações que ajudam a reduzir o estímulo e fortalecem o controle consciente.

Ao sentir o impulso, espere 30 segundos antes de agir. Essa pausa ativa o córtex pré-frontal e enfraquece o automatismo.

Então podemos entender que as notificações não são inofensivas, já que ativam mecanismos cerebrais profundos que influenciam diretamente o comportamento. Esse processo envolve recompensa, emoção e automatismo, e entender esse funcionamento é o primeiro passo para recuperar o controle.

E se você busca uma solução, existem configurações da Samsung que ajudam a reduzir o uso. O iPhone também conta com ajustes para usar menos no dia a dia.

Leia a matéria no Canaltech.

Baratinho da Realme chega com bateria que dura 20 horas de vídeo por R$ 1.107

7 de Abril de 2026, 15:40

Nesta terça (7), a Realme lançou um celular focado em autonomia: o Realme C100 5G. O modelo chega ao mercado com um preço acessível (cerca de R$ 1.107 na conversão direta) e chama atenção principalmente pela sua bateria gigante, capaz de entregar até 20 horas de reprodução contínua de vídeos, segundo testes da própria marca.

O principal diferencial do Realme C100 é sua bateria de 7.000 mAh, muito acima da média da categoria. A promessa é de até dois dias de uso moderado sem precisar recarregar. O aparelho suporta carregamento rápido de 45W, reduzindo o tempo na tomada.

Outro recurso interessante é o carregamento reverso com fio, permitindo que o celular funcione como um power bank para outros dispositivos. Também há suporte ao bypass charging, tecnologia que alimenta o aparelho diretamente sem sobrecarregar a bateria durante o uso.

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Recursos do Realme C100

Baratinho da Realme chega com bateria que dura 20 horas de vídeo (Imagem: Divulgação/Realme)

O dispositivo traz uma tela de 6,8 polegadas com resolução HD+ e taxa de atualização de 144Hz. Isso garante uma navegação mais fluida, especialmente em redes sociais e jogos leves.

Por dentro, o modelo vem equipado com o processador MediaTek Dimensity 6300, acompanhado de 4 GB ou 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento. É um conjunto voltado para tarefas do dia a dia, como navegação, streaming e aplicativos comuns.

Na parte de fotografia, o Realme C100 conta com uma câmera principal de 50 MP e uma lente auxiliar não especificada. Para selfies, há um sensor frontal de 5 MP.

O aparelho ainda oferece proteção IP64 contra poeira e respingos, leitor de digitais na lateral e sistema operacional baseado no Android 16, com interface própria da marca.

O Realme C100 chega como uma opção para quem busca um celular barato com foco em bateria de longa duração e aposta em recursos como tela de alta taxa de atualização e carregamento rápido, voltados a quem prioriza autonomia e custo-benefício.

Leia a matéria no Canaltech.

Smartwatch NASA Artemis 2 pode ser reprogramado até por crianças e custa R$ 664

7 de Abril de 2026, 12:59

O novo smartwatch inspirado na missão Artemis II já chegou ao mercado, com a proposta de ensinar programação. O dispositivo, chamado Artemis Watch 2.0, custa cerca de US$ 129 (aproximadamente R$ 664, em conversão direta) e foi pensado para que até crianças possam personalizar e criar seus próprios aplicativos diretamente no pulso.

A missão NASA voltou aos holofotes com o lançamento da Artemis II, que leva astronautas novamente ao entorno da Lua após mais de 50 anos. Aproveitando esse momento, a empresa CircuitMess lançou o Artemis Watch 2.0, conectando tecnologia vestível ao aprendizado prático.

O relógio vem totalmente montado, pronto para uso, sem necessidade de solda ou montagem. A proposta é clara: tornar a programação acessível desde cedo, com recomendação para usuários a partir de 9 anos.

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Hardware poderoso e aberto à programação

Apesar do foco educacional, o smartwatch possui especificações robustas. Ele conta com um microcontrolador ESP32 dual-core, tela LCD colorida, acelerômetro, giroscópio, bússola e sensor de temperatura.

Smartwatch NASA Artemis 2 pode ser reprogramado até por crianças (Imagem: Divulgação/Circuit Mess)

Outro diferencial importante é o firmware open-source. Isso significa que o usuário pode modificar completamente o funcionamento do dispositivo, criando desde mostradores personalizados até aplicativos interativos. A programação pode ser feita em Python, Arduino ou em um ambiente visual baseado em blocos, ideal para iniciantes.

Diferente de outros smartwatches infantis, que oferecem funções limitadas e sistemas fechados, o Artemis Watch 2.0 permite explorar profundamente como o software funciona. Crianças e iniciantes podem começar com programação simples e evoluir para projetos mais avançados.

Entre as possibilidades do Artemis Watch 2.0 estão monitoramento de temperatura ao longo do dia, criação de contadores de passos com base no acelerômetro e até aplicativos que reagem à direção da bússola.

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Xiaomi: celular gamer com ventoinha vai ganhar versão "Max" ainda mais poderosa

7 de Abril de 2026, 12:01

Depois do sucesso da linha K90, a Xiaomi anunciou que vai lançar o novo Redmi K90 Max ainda este mês na China, e o grande destaque fica por conta de uma ventoinha interna para resfriamento. Para quem tem o costume de jogar no celular e sofre com superaquecimento, esse modelo promete ser uma solução.

O Redmi K90 Max chega com um sistema de refrigeração ativo que inclui uma ventoinha de 18,1 mm. Pode parecer detalhe, mas isso muda bastante o jogo. Segundo a Xiaomi, o fluxo de ar é até 1,3x maior que em soluções convencionais, ajudando a manter o desempenho estável por mais tempo.

Além disso, o sistema conta com dutos de ar otimizados e aletas metálicas que direcionam melhor o fluxo, reduzindo turbulência e melhorando a eficiência térmica. Na prática, o aparelho pode reduzir até 10°C em apenas 100 segundos, indicado para quem joga títulos pesados por longos períodos.

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Outro ponto importante do anúncio é que não precisa se preocupar com barulho: o nível de ruído é de cerca de 32 dB, algo próximo de um ambiente silencioso.

Foco total em desempenho gamer

Celular gamer da Xiaomi vai ganhar versão "Max" ainda mais poderosa (Imagem: Xiaomi/Weibo)

Não é só a ventoinha que chama atenção. O Redmi K90 Max foi todo pensado para jogos. O aparelho deve vir equipado com o processador Dimensity 9500, prometendo alto desempenho e eficiência.

Outro ponto forte é a tela com taxa de atualização de 165Hz, garantindo imagens super fluidas, algo essencial para jogos competitivos. A Xiaomi também promete melhorias no toque, estabilidade de rede e qualidade de áudio.

E tem mais: o modelo deve contar com certificações IP66, IP68 e IP69, oferecendo alta resistência contra água e poeira, algo raro em celulares gamers.

O novo modelo vai ficar entre o K90 e o K90 Pro Max, oferecendo um equilíbrio entre preço e desempenho. Rumores indicam versões com 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, mas ainda faltam confirmações oficiais.

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Carro "transbordando iPhones" é apreendido em SC; carga valia R$ 2,1 milhões

7 de Abril de 2026, 07:16

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu um veículo carregado com centenas de "eletrônicos de luxo" importados ilegalmente na BR-101, em Araquari, no Norte de Santa Catarina. A carga, escondida em mochilas dentro do carro, incluía principalmente iPhones e foi avaliada em cerca de R$ 2,1 milhões.

A abordagem aconteceu durante uma fiscalização de rotina, quando os agentes desconfiaram do automóvel e decidiram realizar uma vistoria mais detalhada. No interior do veículo, os policiais encontraram diversos itens de alto valor ocultos no compartimento de passageiros.

Após a contagem, foram identificados 475 smartphones, além de 11 smartwatches, 5 tablets e 38 relógios de pulso de diferentes marcas. Todos os produtos eram de origem estrangeira e estavam sendo transportados sem o pagamento dos impostos obrigatórios.

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A forma improvisada de armazenamento chamou a atenção dos agentes, já que os equipamentos estavam distribuídos em mochilas, ocupando praticamente todo o espaço interno do carro.

(Imagem: Daniel Romero/Unsplash)

O motorista, um homem de 40 anos, afirmou que havia sido contratado apenas para conduzir o veículo. Segundo ele, o carro já estava carregado quando foi retirado em Curitiba e deveria ser entregue em Balneário Camboriú-SC.

Ele declarou que não tinha conhecimento detalhado sobre a origem ou o destino final da mercadoria, alegando atuar somente como transportador mediante pagamento.

Após a apreensão, o condutor foi encaminhado à Delegacia da Polícia Federal em Joinville. Ele deve responder pelo crime de descaminho, caracterizado pela entrada de produtos no país sem o recolhimento dos tributos devidos.

A legislação brasileira prevê pena de até quatro anos de reclusão para esse tipo de infração. As investigações seguem para identificar outros envolvidos e esclarecer a cadeia de distribuição dos produtos apreendidos.

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5 celulares mais estranhos que as grandes marcas já lançaram

15 de Março de 2026, 17:00

Celular curvado, em formato de T ou até com projetor acoplado! A indústria de smartphones sempre foi marcada por inovação, mas nem todas as ideias dão certo. As grandes fabricantes já apostaram em designs inusitados, formatos experimentais e tecnologias curiosas que desafiaram o conceito tradicional de celular. Dito isso, separamos os celulares mais estranhos.

Alguns desses aparelhos trouxeram recursos revolucionários antes do tempo. Outros foram apenas experiências ousadas que chamaram atenção pela estranheza:

  1. LG Wing
  2. LG G Flex
  3. Nokia 7600
  4. Samsung Galaxy Beam
  5. Nokia 7700
  6. BlackBerry Passport

1. LG Wing

O LG Wing é um dos smartphones mais ousados já lançados comercialmente. O aparelho possui um painel principal que ocupa praticamente toda a parte frontal e pode ser girado em 90 graus, revelando uma segunda tela menor abaixo e formando um design em formato de “T”.

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Essa configuração permitia usar dois aplicativos simultaneamente, acessar controles de jogos ou utilizar funções secundárias enquanto o conteúdo principal permanecia na tela maior.

2. LG G Flex

LG G Flex (Imagem: Maurizio Pesce/Wikimedia Commons)

Já o LG G Flex tinha um design curvo e corpo flexível, pensado para se adaptar melhor ao formato do rosto durante chamadas e melhorar a ergonomia ao segurar o aparelho. Um dos recursos mais curiosos era a traseira com tecnologia “autocurativa”, capaz de reduzir pequenos riscos automaticamente ao longo do tempo. 

3. Nokia 7600

Nokia 7600 (Imagem: Andrew Currie/Wikimedia Commons)

O Nokia 7600 chamou atenção pelo design extremamente incomum em formato de “gota”. Em vez de um teclado tradicional, os botões foram distribuídos ao redor da tela, criando uma experiência pouco ergonômica e confusa para digitação.

4. Samsung Galaxy Beam

Samsung Galaxy Beam (Imagem: Beamish4/Wikimedia Commons)

O Samsung Galaxy Beam tinha um projetor embutido capaz de exibir vídeos, fotos e apresentações diretamente em paredes ou superfícies próximas. A proposta era transformar o smartphone em um mini projetor portátil para entretenimento ou uso profissional, permitindo compartilhar conteúdo sem precisar de telas externas. 

5. BlackBerry Passport

BlackBerry Passport (Imagem: Maurizio Pesce/Wikimedia Commons)

O BlackBerry Passport ficou famoso pelo formato quadrado incomum inspirado no tamanho de um passaporte real. A tela ampla em proporção diferente dos padrões tradicionais foi projetada para produtividade e leitura de documentos.

Embora alguns desses modelos tenham fracassado comercialmente, eles ajudaram a testar ideias que influenciaram o desenvolvimento dos aparelhos atuais. No fim das contas, até os celulares mais estranhos tiveram um papel importante na evolução dos smartphones que usamos hoje.

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6 dicas para cuidar da visão ao passar horas no celular

14 de Março de 2026, 15:00

O uso prolongado de celulares, computadores e outros dispositivos digitais já faz parte da nossa rotina, e embora esses aparelhos não causem danos permanentes à visão quando usados corretamente, o esforço visual constante pode gerar desconforto, olhos secos e sensação de cansaço.

Segundo o médico oftalmologista Kenzo Hokazono, membro do Conselho Brasileiro de Oftalmologia e professor da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), “o cansaço visual vem da contração constante do músculo responsável pela visão de perto”.

A boa notícia é que alguns hábitos simples podem reduzir esse desconforto e melhorar a saúde ocular no dia a dia:

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1. Ajuste o tamanho da fonte

Letras pequenas exigem maior esforço dos olhos para focar, o que aumenta o cansaço visual. Telas maiores não necessariamente causam mais desconforto. Na verdade, o problema geralmente está no tamanho do conteúdo exibido.

Aumentar o tamanho da fonte facilita a leitura e reduz a necessidade de esforço constante. Ajustar zoom, brilho e contraste também contribui para uma experiência mais confortável.

2. Evite usar o celular em ambientes escuros

Embora usar o celular no escuro não prejudique diretamente os olhos, pode exigir mais esforço visual. Isso acontece porque a baixa luminosidade aumenta a necessidade de adaptação da visão.

Como explica Kenzo Hokazono, “boa iluminação é fundamental para uma leitura adequada”. O ideal é manter uma iluminação suave no ambiente, evitando tanto o excesso de luz quanto a escuridão total.

3. Mantenha a distância adequada da tela

A distância entre os olhos e o celular influencia diretamente o conforto visual. O recomendado é manter o aparelho a cerca de 30 a 40 centímetros do rosto.

Oftalmologista recomenda manter mais distância da tela (Imagem: Matheus Melo/Canaltech)

Essa distância reduz a sobrecarga do músculo ciliar, responsável pelo foco para perto, diminuindo a sensação de fadiga ao longo do dia.

4. Pisque com mais frequência

Ao usar telas, a tendência é piscar menos, o que pode ressecar a superfície ocular e causar visão borrada ou irritação.

Segundo o especialista, atividades que exigem atenção intensa reduzem a frequência do pestanejar. Por isso, piscar conscientemente ajuda a manter a lubrificação natural dos olhos. Em ambientes com ar-condicionado ou em casos de olhos secos, colírios lubrificantes podem ser indicados por um profissional.

5. Faça pausas regulares com a regra 20-20-20

Pausas periódicas são essenciais para relaxar os músculos oculares. Existe uma recomendação bastante conhecida entre oftalmologistas chamada regra 20-20-20.

“Essa regra diz que a cada 20 minutos, a pessoa deve olhar algo a seis metros [20 pés, por isso o nome da técnica] de distância por 20 segundos”, explica Hokazono.

Essa prática ajuda a relaxar o foco e reduz significativamente o cansaço visual.

6. Consulte regularmente um oftalmologista

Manter a saúde ocular vai além de aliviar o cansaço diário. Consultas regulares com um oftalmologista permitem corrigir problemas de grau e detectar doenças oculares ou até sistêmicas.

Como destaca o especialista, a avaliação médica pode identificar condições silenciosas antes que se tornem graves, garantindo melhor qualidade de vida e desempenho visual.

Passar muitas horas no celular não precisa ser prejudicial à visão, desde que alguns cuidados sejam adotados.

Ajustar o tamanho da fonte, manter boa iluminação, respeitar a distância da tela, piscar com frequência, fazer pausas regulares e realizar consultas oftalmológicas são medidas simples que fazem grande diferença no conforto e na saúde ocular.

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3 celulares Samsung de ouro que você provavelmente não consegue pagar

7 de Março de 2026, 21:00

Os smartphones premium já atingiram preços altos há anos, mas algumas versões elevam o luxo a outro nível. A empresa Caviar ficou conhecida por transformar celulares tradicionais em verdadeiras peças de coleção, com acabamentos em ouro, diamantes e designs exclusivos. Entre os modelos mais chamativos estão versões personalizadas de aparelhos da Samsung, com preços que podem chegar ao preço de um carro zero.

Além da estética extravagante, esses dispositivos mantêm o hardware original dos modelos topo de linha, oferecendo o mesmo desempenho avançado com um visual extremamente exclusivo. 

1. Galaxy S25 Ultra Ouroboros (Ano Lunar)

Galaxy S25 Ultra Ouroboros Ano Lunar (Imagem: Divulgação/Caviar)

O Galaxy S25 Ultra ganhou uma versão luxuosa inspirada no conceito do Ouroboros, símbolo da serpente que morde a própria cauda e representa renovação e eternidade.

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O modelo traz uma cobra em ouro 999 (99,9% de pureza) em alto-relevo na traseira do aparelho, funcionando inclusive como uma ampulheta com partículas móveis. A tampa traseira combina titânio com revestimento PVD preto e detalhes dourados gravados.

A versão dourada custa entre cerca de R$ 62 mil e R$ 66 mil, dependendo do armazenamento. Já a variante Dark Ouroboros, com titânio aeroespacial e visual inspirado no céu noturno, teve produção limitada a apenas 99 unidades, podendo ultrapassar R$ 86 mil.

2. Galaxy S25 Ultra edição John Wick

Galaxy S25 Ultra edição John Wick (Imagem: Divulgação/Caviar)

Inspirado na franquia de ação John Wick, o Galaxy S25 Ultra também recebeu uma edição extremamente exclusiva com elementos em ouro 24 quilates. O destaque da personalização é a representação em relevo de uma pistola Viper na parte traseira, além de uma ampulheta decorativa e acabamento em titânio.

Apenas uma unidade foi produzida sob encomenda personalizada. O valor pago pelo dispositivo foi de aproximadamente US$ 13 mil, equivalente a cerca de R$ 75 mil. 

3. Galaxy S24 Ultra com dragão de ouro e diamantes

Galaxy S24 Ultra com dragão de ouro e diamantes (Imagem: Divulgação/Caviar)

O Galaxy S24 Ultra também recebeu uma versão altamente sofisticada. A personalização inclui um relógio analógico funcional na traseira revestido com ouro 24 quilates, moldado no formato de um dragão para celebrar o Ano do Dragão. A tampa posterior traz diamantes que simulam estrelas no céu noturno.

O design ainda inclui representações dos signos do zodíaco em esmalte sobre titânio e elementos que fazem referência ao significado do nome da marca Samsung. Apenas 24 unidades foram produzidas, tornando o aparelho extremamente exclusivo. O preço oficial foi de cerca de US$ 15 mil, equivalente a aproximadamente R$ 75 mil.

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