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Hogwarts Legacy 2 vem aí! Warner Bros. confirma produção da sequência

13 de Agosto de 2026, 15:03

A Warner Bros. Games confirmou oficialmente que a sequência de Hogwarts Legacy está em produção em uma carta enviada aos acionistas na última quinta-feira (6). O jogo, ambientado no universo de Harry Potter, foi o título mais vendido de 2023, ano de Baldur's Gate 3, Marvel's Spider-Man 2 e The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom.

Antes de revelar a produção de Hogwarts Legacy 2, a Warner Bros. Games recapitulou seus últimos lançamentos. "Durante o segundo trimestre, lançamos LEGO Batman: Legacy of the Dark Knight (o jogo LEGO com a melhor avaliação de todos os tempos) e Game of Thrones: Dragonfire, nosso segundo jogo mobile do universo de Game of Thrones", diz a carta.

Esses projetos fazem parte da nova estratégia da divisão de games da empresa em investir em suas quatro franquias principais de mais de US$ 1 bilhão, "com investimentos disciplinados em menos títulos, porém de maior convicção". Os quatro pilares da nova reestruturação da produtora são Harry Potter, Game of Thrones, Mortal Kombat e DC.

A Warner Bros. Games escreveu: "Esperamos que a divisão de Games contribua de forma mais significativa para a lucratividade do segmento à medida que nosso pipeline se expande, incluindo o segundo capítulo de Hogwarts Legacy". A carta, então, oficializa a sequência do jogo de 2023, até então não mencionada pela produtora.

Uma vaga de emprego descoberta no fim do ano passado também indicava a existência de Hogwarts Legacy 2. A empresa estava contratando programadores de gameplay com experiência em títulos single-player com foco em história, o que sugere um foco 100% na narrativa e descarta qualquer ponto relacionado a multiplayer.

Warner Bros. voltando aos games?

A Warner Bros. Games cometeu muitos erros na atual geração, em especial com jogos como Esquadrão Suicida, que deu um prejuízo de US$ 200 milhões aos cofres da empresa, ou mesmo o fracassado MultiVersus.

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Nova decisão da Twitch sobre IA enfurece comunidade e criadores

13 de Agosto de 2026, 14:16

A Twitch ativou por padrão uma opção que permite à Amazon utilizar conteúdos e lives dos canais de streamers para treinar seus modelos de inteligência artificial generativa. A ferramenta exige que usuários e criadores a desativem manualmente nas configurações.

A decisão da Big Tech, em especial a necessidade de desativar a opção, gerou revolta na comunidade e em criadores parceiros da Twitch. “Posso perguntar por que essa merda vem ativada por padrão e vocês estão fazendo as pessoas fazerem opt-out ativamente em vez do contrário, quando muitos membros da comunidade se manifestaram constantemente contra essa evolução?”, afirmou o criador conhecido como Shoto.

“Ativado por padrão é criminoso”, destacou a streamer KittyRawr. “Essa forçada de barra na narrativa da IA é tão exaustiva, meu Deus.”

Para desativar a opção, é necessário que os usuários acessem o perfil e naveguem até a aba Segurança e Privacidade. Desabilitar a função impede que a Amazon use as livestreams para treinar modelos de IA da Big Tech, mas não impossibilita a Twitch de utilizar os conteúdos para outros fins descritos no Aviso de Privacidade, conforme destaca o portal Destructoid.

O diretor de produtos da Twitch, Mike Minton, justificou publicamente a escolha de manter a opção sempre ativa: “Se fosse opt-in, ninguém faria o opt-in. Então, vai ficar ativado por padrão.” Representantes da empresa também admitiram não ter certeza se VODs do passado já haviam sido utilizados para treinar agentes de IA da Amazon.

Amazon integra IA em seus produtos

A Twitch não é a única plataforma da Amazon que sofre com a integração de inteligência artificial de alguma forma. O Prime Video, serviço de streaming da companhia, passará por reformulação total focada em IA a mando de Jeff Bezos, conforme apuração da Reuters.

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AOC aposta em monitor portátil no Brasil com tela Full HD e preço competitivo

13 de Agosto de 2026, 14:00

A AOC anunciou no último sábado (8) o seu retorno ao segmento de monitores portáteis com o lançamento do modelo 16T20E2. O dispositivo conta com painel de 15,6 polegadas, tecnologia IPS e resolução Full HD (1080p), e chega ao Brasil com preço sugerido de R$ 699.

A novidade é uma aposta da marca no segmento de monitores portáteis que, de acordo com o gerente de produtos da AOC, Victor Vidal, passou de 41 mil peças vendidas para 115 mil nos últimos 12 meses no Brasil. O setor também faturou R$ 75 milhões no mesmo período.

A AOC argumenta que, apesar do crescimento exponencial dos monitores portáteis no Brasil, o segmento é dominado por marcas estreantes. A empresa espera atender a um "consumidor carente de confiabilidade", segundo Vital, que completa: "É um mercado que era dominado por marcas entrantes até agora, porque agora entrou uma marca de confiança no mercado nacional".

Um dos principais diferenciais do AOC 16T20E2 é sua capa magnética, que de proteger o painel de danos e riscos durante o transporte, além de servir como suporte. O monitor possui tempo de resposta de 4 ms e alto-falantes embutidos

“A gente faz um overdrive para 4 ms de tempo de resposta. Dificilmente vocês vão ver concorrentes divulgando isso, porque o comum nesse mercado é rodar em torno de 15 a 16 milissegundos”, afirma Victor Vital.

Vale notar que o produto não inclui bateria, o que garante uma espessura mais fina, mas pode exigir atenção dependendo do seu dispositivo. O monitor portátil precisa de alimentação externa, o que significa que ele usa a energia de outros aparelhos para funcionar. Ele exige uma fonte de alimentação de, pelo menos, 15 W para garantir o brilho máximo de 100%. Fontes mais fracas, entre 10 W e 12 W, até conseguem ligar o aparelho, mas não com o brilho no topo.

Em relação à conectividade, o monitor portátil é compatível com PCs, notebooks, smartphones e consoles, e acompanha três cabos: USB-C para USB-C, Mini-HDMI para HDMI e USB-C para USB-A. É importante ressaltar que para usar apenas um cabo na conexão do AOC 16T20E2 a um notebook ou smartphone, é necessário que o dispositivo tenha suporte a DisplayPort Alternate Mode (DP Alt Mode) na porta USB-C. Vital explica que portas USB comuns não transmitem imagem, apenas dados. Ou seja, será necessário um cabo para conexão e outro para alimentação nesses aparelhos.

AOC 16T20E2 monitor portátil

O AOC 16T20E2 não possui conexão Bluetooth ou Wi-Fi, pois o monitor não conta com processador interno nem sistema operacional próprio. Isso evita a necessidade de atualizações constantes, embora o dispositivo ainda precise de drivers em possíveis atualizações do sistema operacional, por exemplo.

AOC retorna ao mercado de monitores portáteis

Esta não é a primeira vez que a AOC investe no segmento de monitores portáteis. Em 2014, a empresa lançou o Monitor USB LED, o primeiro da categoria no mercado brasileiro.

Além de explorar o segmento portátil, a AOC também tem forte presença no mercado brasileiro de monitores gamer. Um dos modelos de destaque é o AOC 24G4/P, que o Canaltech define como ideal para o jogador competitivo.

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