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“Nós somos Xbox”: o mito dos renegados que Asha Sharma quer resgatar

30 de Abril de 2026, 14:30

A CEO da Xbox, Asha Sharma, sabe a dor que os jogadores têm enfrentado nos últimos anos. Em seu último memorando, ela admitiu que entende a frustração e promete reposicionar toda a marca para uma nova direção. Para ela, chega de Microsoft Gaming. Agora, “nós somos Xbox”.

Em sua declaração, a executiva também assume que eles sempre “foram diferentes”. Porém, isso não significa que a companhia adotará um tom mais nostálgico para prosseguir, mas sim que vão investir em um retorno do peso que o X carrega, tanto como rebranding quanto como um resgate cultural.

O que ela prepara é mais do que um concorrente à altura para o PS5 ou para o futuro PlayStation 6. Sharma quer fazer dos “renegados” o novo motor para o futuro da indústria dos jogos. E não temos apenas o primeiro passo, mas sim as primeiras turbinas ligadas para levá-los diretamente adiante.

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O que “diferente” quer dizer e por que isso virou munição?

Quando Sharma clama que “o Xbox sempre foi diferente”, significa que nem sempre eles estiveram na vanguarda da indústria. Na verdade, eles não estavam nem entre as prioridades da própria Microsoft no começo de sua trajetória, antes de 2001.

Imagem de Asha Sharma e Matt Booty
Asha Sharma e Matt Booty querem fazer com que o Xbox volte aos trilhos (Imagem: Divulgçação/Microsoft)

No momento que a CEO da companhia assume que eles voltarão para essa mentalidade, significa mais do que “vamos retornar ao começo”. O movimento aponta para mudanças significativas em suas movimentações dentro do mercado.

Já vimos alguns resultados disso, como a redução no valor do Xbox Game Pass Ultimate e o fim da campanha “isso é um Xbox”, que fragmentava a marca. A situação era tão crítica que havia até um comercial que mostrava tudo, menos o console e seu serviço, que viram meros “detalhes” dentro de toda a peça publicitária.

Asha Sharma quer abrir uma narrativa de ousadia, com uma completa revisão do modelo de negócios que eles seguiam até então e sua estratégia na indústria. Nem mesmo os lançamentos multiplataforma estão a salvo, já que a promessa é que cada pequeno detalhe da antiga gestão seja revisto.

O plano é simples: “diferentes” para legitimar a mudança que desejam aplicar e o “nós somos Xbox” para unificar a sua identidade, processos e produtos. A intenção é que tudo seja apontado em uma direção só e volte a acertar — como foi no passado, diga-se de passagem.

Os renegados do Xbox

A Microsoft nunca quis trabalhar com videogames. Seus projetos sempre envolveram outras prioridades, que estavam muito acima de conceber Halo, Forza, Gears of War e outras franquias de sucesso. Para os executivos, isso era trabalho de companhias como a Nintendo, SEGA e Sony Interactive Entertainment.

Porém, uma equipe muito teimosa insistia na ideia. O objetivo era claro: levar todo o know-how e ecossistema da Microsoft para os jogos eletrônicos e criar um grande ambiente online, aproveitando-se justamente da ascensão da internet, entre o fim dos anos 1990 e início dos 2000. 

De um lado, funcionários que bateram nessa tecla exaustivamente. Do outro, corporativistas que não viam sentido em entrar neste universo. O projeto que “quase não aconteceu” foi movimentado para um início experimental e que ninguém tinha quaisquer pretensões. Um teste e só.

Por que se chama Xbox? Os primeiros passos do projeto

O projeto, que começou de forma tímida e levou alguns anos, tinha o codinome de “DirectX Box”. A ideia era clara: levar a lógica do PC e do DirectX diretamente para a sala dos consumidores. Uma das ordens era que o time deveria manter o DNA dos computadores e ser uma “ponte” entre os dois mundos.

Imagem do Xbox
O Xbox nasceu do nome "DirectX Box" (Imagem: Reprodução/Microsoft)

E, por muito tempo, o time trabalhou sob essa premissa. Porém, abandonaram a ideia ao longo do projeto e produziram um sistema “fechado” — do mesmo modo que era visto em outros videogames, como o PlayStation 2, Nintendo 64 e outros que lideravam o mercado na época.

Deste modo, não fazia mais sentido ter o DirectX Box como codinome do projeto. Sem abandonar suas origens, só cortaram o “Direct” e uniram o "X" ao "box", formando o "Xbox" como conhecemos hoje em dia. Ele seria outra coisa a partir dali, mas ainda existiam desafios a serem vencidos no caminho.

O massacre de Bill Gates

Imagine falar para o seu patrão que o software que ele criou e levou sua empresa toda para o sucesso será descartado? Pois é, foi exatamente o que o time que trabalhava no Xbox teve de fazer em uma reunião — que chamam “carinhosamente” de O Massacre do Dia dos Namorados.

Marcada para o dia 14 de fevereiro (quando se celebra a data nos Estados Unidos), a equipe se reuniu e aguardou pela chegada do poderoso Bill Gates. Porém, quando o executivo chegou, notaram que ele estava furioso com a ideia que tiveram e com todas as mudanças que realizaram no conceito original.

Ao IGN, o cocriador do console, Ed Fries, revelou como foi a reunião e o que tiveram de lidar por horas:

“Eram 16h do Dia dos Namorados. Bill entrou enquanto segurava a apresentação no Powerpoint e gritava ‘isto é um verdadeiro insulto para tudo o que fiz nessa companhia’ e esse foi apenas o começo. Olhamos para J. Allard (diretor e designer do Xbox), porque sabíamos que ele estava irado por causa do Windows, nos esquecemos de atualizá-lo ‘pré-desastre’. O J ficou chocado por um minuto, Bill gritava comigo e me interrompia, Robbie interferiu e foi interrompido também. Ballmer apareceu e disse que perderíamos muito dinheiro e nos deu uma bronca, o relógio já corria para 17h, 18h”, afirmou.

“Passamos anos trabalhando nisso e olhávamos um para o outro, enquanto tentávamos convencê-los que seria o melhor plano. Até que um dos participantes levantou as mãos e perguntou ‘e quanto à Sony?’. Ele continuou a informar ‘Sony está lentamente invadindo a sala de estar com processadores aqui, softwares ali e podem se tornar uma ameaça para a Microsoft’. Bill e Steve pararam e olharam um para o outro. Questionaram novamente, quando Bill se virou e disse ‘vou dar a vocês tudo o que precisarem’. Ballmer repetiu a mesma coisa. Me virei para Robbie e disse que aquela foi a reunião mais estranha na qual estive”, revelou Ed Fries.

O Xbox “quase” não nasceu. A Microsoft não aceitou bem a ideia, mas ela tinha um potencial para disputar espaço com a Sony — que não estava tão distante deles quanto Bill Gates imaginava. Se não fosse por isso, o projeto teria sido descartado e jogado para baixo do tapete.

O time era visto como “párias”, já que pediam bilhões de dólares e colocavam a marca em risco para disputar mercado com marcas consolidadas pela concorrência. No entanto, para não terem seu território invadido, eles toparam ainda assim. Ele não foi adiante por hobby, mas sim pela estratégia corporativa.  

O “diferente” que virou produto

Com toda a aposta da Microsoft e de um time “fora da curva” no Xbox, eles trouxeram pilares que se tornaram um grande padrão dentro da indústria de games. Para mencionar alguns, a identidade online, serviços e a construção de um ecossistema eram ideias do seu conceito original.

E como isso conversa com o movimento atual de Asha Sharma? Eles já têm um produto, que é o console de mesa. Estúdios que produzem títulos, para ele e outras plataformas. Serviços com Xbox Game Pass, Cloud Gaming e outros. Para qual direção ela vai correr agora?

Simples: ela afirma no memorando que a plataforma será “onde o mundo joga e cria”. A proposta é colocar tudo sob o mesmo patamar: serviços e experiências terão o mesmo peso de hardware e conteúdo, o que pode fazê-los ultrapassar as limitações atuais e entregar algo “além” da visão comum. 

Por que o mito dos “renegados” voltou em 2026?

Uma grande reestruturação, como a organizada pela executiva, exige uma narrativa. Eles não podem se dar ao direito que a Ubisoft teve, de falar que “vamos mudar porque queremos mudar”. Exige uma história, que funcione tanto para o público quanto para a Microsoft no geral.

Falar que eles são “diferentes” aciona um atalho emocional nos fãs. Porém, isso também significa um código cultural para os funcionários. Mostra que ela pode não seguir literalmente cada ordem, mas tomar caminhos que sejam os melhores para a plataforma — claro, com coesão e equilíbrio.

Imagem Xbox Helix
No centro de todo este debate estará o Xbox Helix (Imagem: Divulgação/Microsoft)

Isso também auxilia na tomada de decisões mais difíceis, como o reposicionamento da marca e a revisão da disponibilidade de seus jogos no formato multiplataforma. Ela não vai se recusar a seguir as ordens de Satya Nadella, atual presidente da Microsoft. Porém, terá mais “poder” de resposta para discutirem as ideias.

Ao menos inicialmente, eles conseguiram o que desejavam: o clamor da comunidade de um lado, a “liberdade” do caminho que a Microsoft os direcionava do outro. Mesmo que a companhia tenha poder sobre Asha Sharma e Xbox, eles conquistaram tempo para mostrar que podem recuperar prestígio e, principalmente, dinheiro.

O “errado” que deu certo

O Xbox nasceu como uma exceção, um projeto que não combinava em nada com a companhia a qual pertence. O próprio Bill Gates foi contra as decisões tomadas ao seu redor, assim como os executivos enxergavam a iniciativa com descrença.  E, de onde não se esperava nada, ele ganhou forças e ganhou o mundo.

A intenção de Asha Sharma é trazer essa sensação novamente, de que eles são “diferentes” para a Microsoft e para o mercado. Usar o passado como base para criarem um novo caminho, com um potencial até maior do que antigamente — já que, na época, eles sequer tinham o sucesso do produto como vemos hoje.

Porém, é possível ser tão diferente assim hoje em dia? Com escala, usuários ativos diariamente, “onipresença” no mercado de consoles, serviços e jogos e tudo mais o que já virou marca registrada do Xbox? É uma aposta alta e uma equação que eles precisam resolver para seguir adiante.

Leia a matéria no Canaltech.

007, LEGO Batman e Forza Horizon 6 são os lançamentos de jogos em maio de 2026

30 de Abril de 2026, 13:30

Após um início de ano estrondoso, a lista de lançamentos de jogos de maio consolida a força do setor em 2026. Com toda a reorganização do mercado para fugir de GTA 6, tivemos um período de grandes obras em pouquíssimo tempo.

A tendência vai se manter nas próximas semanas. Entre os destaques estão os esperadíssimos 007 First Light e Forza Horizon 6, assim como a chegada de Directive 8020, produzido pelo mesmo time que trabalhou em Until Dawn e The Quarry

Isso sem falar no novo game da linha LEGO, a volta de Yoshi no Nintendo Switch 2 e muito mais que nos espera. Veja os principais lançamentos de maio de 2026.

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6. Directive 8020

Após criarem experiências memoráveis inspiradas nos filmes de terror “slasher” clássicos, a Supermassive Games apresenta Directive 8020, título que transporta os arrepios e sustos para o espaço sideral.

Com um apelo cinematográfico, a trama acompanhará a história da astronauta Young — interpretada por Lashana Lynch (de Mulher-Rei e Bob Marley: One Love) — com a missão de salvar toda a humanidade de um ataque alienígena.

Presa na nave com essas figuras tenebrosas, a personagem terá de fazer escolhas difíceis que botam o nosso destino em xeque. Ainda que as opções continuem a ter importância, você também deve ter reflexos rápidos e agir furtivamente para sobreviver. 

Directive 8020 está previsto para ser lançado no dia 12 de maio de 2026 e chegará ao PS5, Xbox Series e PCs.

5. Paralives

Mais um competidor de The Sims, Paralives é o projeto que busca tirar a coroa do sucesso da Maxis e da Electronic Arts. Algo que foi tentado por inZOI e por Life by You, este último cancelado antes mesmo de ser lançado no mercado.

O plano prevê o lançamento inicial em Acesso Antecipado, com atualizações posteriores baseadas no feedback da comunidade — seja para melhorias gráficas, de desempenho, com recursos novos e até qualidade de vida. 

O foco está no alto nível de personalização. Dos personagens que cria à sua casa, você pode ter uma experiência muito próxima à vista no mundo real (claro, sem os boletos e coisas do tipo). Além disso, poderá fazer amizades, visitar os vizinhos e até caminhar pela cidade.

Paralives será lançado no dia 25 de maio de 2026 e chegará inicialmente nos PCs.

4. Yoshi and the Mysterious Book

Em Yoshi and the Mysterious Book, você encontrará um livro com amnésia e que pede a sua ajuda para se lembrar sobre as criaturas que vivem em suas páginas. No jogo 2D side-scroller, você vai explorar cada fase para reunir todos os dados que conseguir.

Porém, diferente dos demais games, não basta apenas pular em cima dos inimigos que estará tudo resolvido. Você terá de encontrar informações de formas criativas, com experimentos diferentes para cada tipo de oponente que encontrar no seu caminho.

O problema não é apenas a memória do Professor N. Igma, mas também a presença de Bowser Jr. dentro da obra. Caberá a você compreender qual a relação da presença do vilão com a amnésia — claro, do jeito mais fofo possível com os dinossauros.

Yoshi and the Mysterious Book será lançado com exclusividade no Nintendo Switch 2 no dia 21 de maio de 2026.

3. LEGO Batman: O Legado do Cavaleiro das Trevas

Mesmo com uma trilogia de sucesso, a Warner Bros. Games e a TT Games uniram forças novamente para trazer LEGO Batman de volta. Em O Legado do Cavaleiro das Trevas, será vista uma verdadeira homenagem à saga do super-herói, seja às HQs, filmes ou até outros títulos da franquia.

Para ter uma ideia, ele será o primeiro game da linha a adotar as mecânicas vistas na franquia Batman Arkham — com um combate intenso e cheio de nuances, mesmo no formato. Na prática, é bom que Coringa, Duas-Caras, Crocodilo e outros vilões se cuidem.

Outro detalhe importante é a recriação de toda cidade de Gotham, onde poderá explorar cada detalhes no amplo mundo aberto. Obviamente, pode fazer isso ao saltar entre os telhados ou com o seu potente batmóvel pelas ruas. 

LEGO Batman: O Legado do Cavaleiro das Trevas será lançado no dia 22 de maio de 2026, com versões para PS5, Xbox Series, Nintendo Switch 2 e PCs. 

2. 007 First Light

Após mais de uma década sem um jogo novo de James Bond, a IO Interactive (de Hitman) decidiu investir na franquia de espionagem com um capítulo especial: 007 First Light, dedicado a contar a origem do emblemático agente secreto. 

O personagem precisa mostrar a razão pela qual merece herdar o número, com uma das grandes aventuras que o guiaram para se tornar uma verdadeira lenda. Na falta de um filme da saga, por que não ficar de olho no game?

Além disso, o estúdio possui uma experiência considerável com a produção de jogos furtivos — visto o sucesso do Agente 47 ao longo dos anos. Com a promessa desta mecânica, somada a combates intensos, as expectativas são altíssimas.

007 First Light chega no dia 27 de maio de 2026 no PS5, Xbox Series e PCs. Uma edição está prevista para o Nintendo Switch 2, mas foi adiada para o segundo semestre do ano.

1. Forza Horizon 6

Uma das franquias de jogos mais queridas entre os fãs, Forza Horizon 6 promete levar o aclamado festival para o Japão com uma tonelada de novidades e, claro, carros asiáticos aos montes dentro da experiência.

Com a ambientação nipônica, os jogadores visitarão diversos locais emblemáticos — como o cruzamento de Shibuya, as ruas de Tóquio, áreas industriais e diversas outras que são vistas em filmes e animes. 

Vale notar o alto nível de personalização que a franquia atingiu, com a promessa de customizar diversos fatores: do carro, seu personagem e até mesmo construir sua casa e garagem. É bom se preparar para ter um lugar incrível para mostrar sua coleção de veículos.

Forza Horizon 6 será lançado no dia 17 de maio de 2026 no Xbox Series e PCs. Uma versão está prevista para o PlayStation 5, mas segue sem data agendada.

Todos os lançamentos de jogos em maio de 2026

Apesar destes grandes títulos, o mês de maio será badalado com diversos lançamentos como a chegada de Indiana Jones e o Grande Círculo e Tales of Arise no Switch 2. Confira o calendário completo abaixo:

1 de maio

  • Constance (PS5, Xbox Series, Switch, Switch 2)
  • Frozen Ship (PC)
  • SoulQuest (PC)
  • Mining Merchant (PC)
  • Birght Light of Svetlov (PC)

5 de maio

  • Motorslice (PS5, Xbox Series, PC)
  • Acesso Antecipado de Dead as Disco (PC)
  • Wax Heads (PS5, Xbox Series, Switch, PC)
  • Gangs of Asia (PC)

6 de maio

  • Farever (PC)
  • Hypnos (PC)
  • Amberspire (PC)

7 de maio

  • Mixtape (PS5, Xbox Series, Switch 2, PC)
  • Will: Follow the Light (PS5, Xbox Series, PC)
  • Acesso Antecipado de Alabaster Dawn (PC)
  • Duck Side of the Moon (Switch, PC)
  • Acesso Antecipado de Huntdown: Overtime (PC)
  • Evil Inside (Meta Quest 3, PSVR 2)
  • Froggy Hates Snow (PS5, Xbox Series, Switch, PC)
  • Dread Neighbor (PC)
  • Wardrum (PC)
  • Sunset Motel (PS5)
  • Alien Strike: Blasting the Intruders (Switch, PC)
  • Haneda Girl (PS5, Xbox Series, Switch)
  • Kill it With Fire 2 (Switch)
  • Pax Autocratica (PC)
  • Hydroneer: Journey to Volcalidus (PS5, Xbox Series)

11 de maio

  • Battlestar Galactica: Scattered Hopes (PC)
  • Greenheart Necromancer (PC)

12 de maio

  • Directive 8020 (PS5, Xbox Series, PC)
  • Call of the Elder Gods (PS5, Xbox Series, Switch 2, PC)
  • Indiana Jones e o Grande Círculo (Switch 2)
  • Clockwork Ambrosia (PC)
  • Nitro Gen Omega (PS5, Xbox Series, Switch)
  • Better Than Dead (PC)

13 de maio

  • Feline Forensics and the Meowseum Mystery (PC)

14 de maio

  • Outbound (PS5, Xbox Series, Switch 2, PC)
  • Acesso Antecipado de Dark Light: Survivor (PC)
  • RoadOut (PS5, Xbox Series, Switch, PC)
  • The Caribou Trail (PS5, PC)
  • Hotel Architect (PC)
  • Soldner-X Complete Collection (Switch)
  • Whirlight: No Time to Trip (PC)
  • Soldner-X 2: Final Prototype Final Prototype Definitive Edition (Switch)

15 de maio

  • Gold Gold Adventure Gold (PC)
  • Rugrats: Retro Rewind Collection (PS5, Switch)

18 de maio

  • Corsairs: Battle of the Caribbean (PC)
  • It Reaches (PS5, Xbox Series, PC)
  • Thrifty Business (PC)
  • Shikhonda: Blue Pieta (PC)

19 de maio

  • Forza Horizon 6 (Xbox Series, PC)
  • Darksiders: Warmastered Edition (PS5, Xbox Series)

20 de maio

  • Thick as Thieves (PS5, Xbox Series, PC)
  • Acesso Antecipado de Deep Rock Galactic: Rogue Core (PC)
  • Acesso Antecipado de SpaceCraft (PC)
  • Atomic Owl (PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series, Switch)

21 de maio

  • Yoshi and the Mysterious Book (Switch 2)
  • Table Flip Simulator (PS5, Xbox Series, Switch, PC)
  • Coffee Talk Tokyo (PS5, Xbox Series, Switch, Switch 2, PC)
  • FZ: Formation Z (PS5, Xbox Series, Switch 2, PC)
  • Gallipoli (PS5, Xbox Series, PC)
  • Acesso Antecipado de Ex Sanguis (PC)
  • King of Tokyo (PS5, Xbox Series, Switch, PC)
  • Luna Abyss (PS5, Xbox Series, PC)
  • Beastro (PS5, Xbox Series, PC)
  • Pysvariar 3 (PS5, Xbox Series, Switch, Switch 2, PC)
  • Q Collection (Switch)
  • Copa Byte (Xbox Series, PC)
  • Starbites (PS5, Xbox Series, Switch, Switch 2, PC)
  • Zero Parades: For Dead Spies (PC)

22 de maio

  • Bubsy 4D (PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series, Switch, Switch 2, PC)
  • LEGO Batman: O Legado do Cavaleiro das Trevas (PS5, Xbox Series, Switch 2, PC)
  • Tales of Arise: Beyond the Dawn Edition (Switch 2)

25 de maio

  • Acesso Antecipado de Paralives (PC)
  • World of Magic: Rise of Magic (PC)

26 de maio

  • Realm of Ink (PS4, PS5, Xbox Series, PC)
  • Birushana: Winds of Fate (Switch)
  • Acesso Antecipado de Romestead (PC)
  • Yerba Buena (PS5, Xbox Series, PC)
  • Life Below (PC)
  • LumenTale: Memories of Trey (Switch, PC)
  • Stonemachia (PC)

27 de maio 

  • 007 First Light (PS5, Xbox Series, PC)
  • Acesso Antecipado de Starminer (PC)
  • Echo Generation 2 (Xbox Series, PC)
  • Sydless (PC)

28 de maio

  • Bluey’s Quest for the Gold Pen (PS4, PS5, Xbox Series, Switch, Switch 2, PC)
  • Crashout Crew (Xbox Series, PC)
  • Monochrome Mobius: Rights and Wrongs Forgotten (Switch 2)
  • Schröndiger’s Call (Switch, PC)
  • Story of Seasons: Grand Bazaar (PS5, Xbox Series)
  • Stray (Switch 2)
  • Nickelodeon Extreme Tennis Next! (PS5, Xbox Series, Switch, PC)
  • Majogami (PS5)
  • Heroes of Magic and Steel (PC)
  • Save My Scrap (Xbox Series)
  • Kioku: Last Summer (PC)
  • Utawarerumono: Past and Present Rediscovered (PS5, Switch 2, PC)
  • Wandering Sword (PS5)
  • Necrophosis: Full Consciousness (PS5, Xbox Series, PC)
  • Blueberry (PS5, Xbox Series, Switch, PC)

29 de maio

  • Little Nightmares II: Enhanced Edition (Switch 2)

Leia a matéria no Canaltech.

Confusão: Sony esclarece que "nada mudou" para a licença dos jogos de PS5

30 de Abril de 2026, 11:20

A Sony se pronunciou oficialmente sobre a polêmica da “checagem de licença de 30 dias” para os jogos de PlayStation 5 e afirmou que nada mudou. Em um comunicado emitido no fim desta quarta-feira (29), a japonesa esclareceu a alteração feita no DRM e que isso não impactará os jogadores.

De acordo com a companhia, o que foi alterado é apenas uma diretriz para a ativação da licença para cada jogo. No entanto, após esta confirmação, todos continuarão a ter os mesmos recursos que já existem hoje.

“Os jogadores podem acessar e jogar os games que compraram, como atualmente. Uma checagem online que ocorre uma vez é exigida para confirmar a licença do título, depois nenhum outro check-in será pedido”, afirma o comunicado da Sony.

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O que isso tudo quer dizer na prática? Depois que você compra um jogo no PS5, o sistema precisa “confirmar” a licença dele online ao menos uma vez. A partir disso ele passa a ser “permanentemente” seu. Ou seja: não será necessário conectar o videogame à internet a cada 30 dias para acessá-los, então é um problema solucionado.

Imagem dos jogos de PS5
A polêmica mostrou que comprar jogos no PS5 tem se tornado complexo (Imagem: Divulgação/Sony)

A confusão da PlayStation

Todo o caos surgiu nos últimos dias, com relatos de que um contador passou a aparecer a cada título adquirido na PS Store. Ele mostrava um “tempo de validade” com começo e fim, junto a um “tempo restante”. 

Não deu outra: os fãs acreditaram que seus jogos entraram em “contagem regressiva” e que a licença expiraria se não se conectassem à internet ao menos uma vez durante um certo período. Houve um temor até de que a Sony faria o mesmo que a Microsoft, com o Xbox One, no seu lançamento em 2013. 

Os últimos dias foram cercados de rumores, teorias da conspiração e até mesmo temores de que mais uma ação anti-consumidor tinha se iniciado — na sequência dos preços dinâmicos e no aumento do preço no PS5 no Brasil e em todo o planeta.

Confira os riscos e ameaças da “Uberização” dos videogames e o fim do preço físico.

Leia a matéria no Canaltech.

Morte polêmica de The Last of Us Part 2 deu dor de cabeça na Naughty Dog

27 de Abril de 2026, 16:10

A fatídica morte em The Last of Us Part 2 foi controversa até mesmo dentro da Naughty Dog. A artista Heather Cerlan, que trabalhou no estúdio neste projeto, confirma que a equipe ficou dividida com a decisão de Neil Druckmann. Antes de prosseguir, atente-se: a partir deste ponto você verá spoilers do jogo e da série da HBO.

Ao Kiwi Talkz, Cerlan — que também colaborou em Uncharted no passado — revelou que nem todos do time de criação receberam bem a informação de que Joel seria brutalmente assassinado logo no início da história. 

“Sim, a maioria dos membros da equipe ficou em choque e perguntaram ‘você realmente vai fazer isso?’”, comentou a artista.

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Além disso, ela detalha que toda a produção de The Last of Us Part 2 foi cercada por este clima de funeral. “Eu acho que o estúdio ficou muito dividido sobre o que aconteceu. Era controverso internamente também”, confirma Heather Cerlan.

O futuro de The Last of Us

Vale notar que a franquia tem recebido bastante atenção, graças à adaptação televisiva da HBO. Com a presença de Pedro Pascal e de Bella Ramsay, o seriado despontou como uma das melhores obras baseadas em videogames nos últimos anos.

No entanto, justamente o ponto no qual Joel morreu, se tornou polêmico e afastou parte do público. A segunda temporada tem uma recepção mista e pode interferir em seu futuro — mesmo com uma terceira já confirmada e uma quarta em discussão.

Nos jogos, Neil Druckmann pode ter orquestrado uma das mortes mais tristes desta indústria, mas não significa que este será o fim do personagem. Troy Baker já afirmou que podemos ver mais do herói em um suposto The Last of Us Part 3

Se levar em consideração que o segundo faz parte dos 10 jogos que definiram o PlayStation 4, quem sabe?

Leia a matéria no Canaltech.

ZSNES ressuscita do nada e promete melhorias para jogos de Super Nintendo

27 de Abril de 2026, 12:50

Desenvolvedores que trabalharam no emulador ZSNES lançaram um novo software, que promete impulsionar ainda mais os jogos de Super Nintendo no PC e celulares. O Super ZSNES utiliza o poder de processamento da placa de vídeo e traz diversas melhorias — como os visuais do Mode 7 em alta resolução e variedade na personalização.

Com o uso da chamada Super Enhancement Engine, mapas e texturas passam por um “redesenho” para melhorar a qualidade da imagem e trazê-la para monitores e telas modernas. Além disso, oferece suporte à widescreen, áudio descompactado e até overclocking em determinados títulos.

Porém, como o Super ZSNES está em testes, apenas sete games aproveitam o motor gráfico: F-Zero, Gradius 3, Mega Man X, Super Castlevania 4, Super Ghouls & Ghosts, Super Mario World e Super Metroid. Com o lançamento de novas atualizações, outros devem receber compatibilidade.

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Além da preocupação com os jogos, os desenvolvedores também afirmam que adicionarão recursos como fast-forward e rewind, assim como os save states. A lista de novidades pode incluir os códigos de trapaça, save bookmarks e o toque de nostalgia do menu clássico do ZSNES — lembra da icônica neve que decorava a tela? 

Imagem do Super Nintendo
O Super Nintendo agora chega em alta qualidade nos PCs através do Super ZSNES (Imagem: Reprodução/Giant Bomb)

A equipe garante que trabalha na emulação de chips especiais, como o SuperFX e DSP1. É previsto que haja correção de bugs, netplay e mais aprimoramentos em breve, apesar de não divulgarem datas para as próximas melhorias. 

No Windows e Mac, o Super ZSNES é gratuito para download. Já nos dispositivos Android, o emulador é vendido pelo valor de R$ 14,99. 

Sucesso do ZSNES

Vale lembrar que o software original foi criado em 1997 e se tornou um dos favoritos de toda a comunidade. Porém, o sistema que reproduzia os títulos de Super Nintendo nasceu de uma estranha obsessão do dev “zsKnight” pela linguagem de programação assembly.

Sua intenção era manter o sistema otimizado ao máximo, o que lhe deu muito trabalho — ainda assim, concebeu o ZSNES e hoje apresenta a sua “evolução direta”. Com otimizações, a versão “Super” tem tudo para conquistar a comunidade que possui PCs e smartphones cada vez mais modernos.

Aproveite para conhecer os 5 melhores emuladores de Super Nintendo para os celulares, com opções tanto para os dispositivos Android quanto para os iOS.  

Leia a matéria no Canaltech.

Vazou tudo: plano mais barato do Xbox Game Pass existe e chega em breve

27 de Abril de 2026, 10:51

Na última semana, vazou o plano mais barato do Xbox Game Pass, batizado de “Starter Edition”. O pacote será oferecido junto à assinatura do Discord Nitro — em uma parceria entre os dois softwares —- e contará com 50 jogos da biblioteca do serviço.

De acordo com as informações que surgiram, ele também permitirá aos usuários o acesso a 10 horas de streaming dos seus títulos via Xbox Cloud Gaming. Além disso, a participação garante o acúmulo de pontos no programa Rewards durante a jogatina.

Enquanto muitos acreditavam que o plano mais barato traria apenas games first-party, o Xbox Game Pass Starter Edition contará com experiências da própria Microsoft e de estúdios third-party, exemplificado pela presença do sucesso independente Stardew Valley. Do mesmo modo, foram vistos Fallout 4 e Grounded

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Nenhuma das companhias confirmou a informação, mas o novo nível deve estrear em maio. Não foi revelado o preço do serviço ou quais são os títulos confirmados dentro da assinatura. 

Imagem do Xbox Game Pass
Em breve, será possível curtir o Discord com o Xbox Game Pass (Imagem: Divulgação/Microsoft)

Parcerias com o Xbox Game Pass

Esta não é a primeira vez que uma colaboração com outros serviços junto à plataforma circula. O co-CEO da Netflix, Greg Peters, já revelou há pouco tempo que Asha Sharma “compartilhou ideias” para pacotes combinados para os usuários.

Isso não significa que veremos o Starter Edition também através da gigante do streaming, apenas que isso foi discutido internamente. Até o momento, apenas o Discord, via Nitro, está confirmado para oferecer este plano específico.

Ao menos foram dias bem movimentados dentro dos escritórios da companhia, já que Asha Sharma matou a Microsoft Gaming e trouxe o logo clássico do Xbox de volta.  

Leia a matéria no Canaltech.

10 melhores jogos exclusivos do Nintendo Switch

25 de Abril de 2026, 10:30

A geração Nintendo Switch chegou ao fim ou ainda tem lenha para queimar? Bom, uma coisa é certa: de 2017 até os dias atuais, muitos jogos exclusivos tornaram esta Era como uma das mais emblemáticas de toda a história da Big N e dos videogames.

Para homenagear títulos que se tornaram os favoritos de muitos fãs ao redor do planeta, hoje o Canaltech lista os 10 melhores jogos exclusivos do Nintendo Switch. Inclusive, alguns deles merecem a sua atenção imediata, caso não tenha os jogado ainda.

Com a ascensão do Switch 2, vamos relembrar o que mais se destacou nestes últimos anos e o que há de melhor no primeiro console híbrido da Big N.

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10. Fire Emblem: Three Houses

O jogo Fire Emblem: Three Houses (2020) é um dos maiores RPGs táticos presentes no Nintendo Switch, com a mistura perfeita entre mecânicas e história. No papel de um professor da Officers Academy, você deve determinar o destino de vários jovens — entre plebeus e nobres.

Em meio a uma guerra, suas decisões vão mudar em definitivo a vida dos demais docentes e dos próprios alunos. Uma narrativa de amadurecimento, com um toque de combates estratégicos, é o que muitos precisam para conhecer e se apaixonar por um gênero que muitas vezes fica de escanteio.

9. Kirby and the Forgotten Land

A aventura de Kirby and the Forgotten Land (2022) é, de longe, um dos maiores exemplos de que é possível fazer muito mais com “menos”. Ele é um game simples de plataforma 3D, mas que pode trazer desafios intensos entre transformações e diversão dentro de suas fases.

Enquanto a história segue um caminho até comum para a categoria, elementos extras tornam a jornada da bolota rosa um tanto mais complexa — porém, com recompensas que permitem completar a sua missão mais facilmente. É o exemplo perfeito de como fazer um jogo do gênero, algo que não é “pouco” em mais de 40 anos que a indústria gaming progride. 

8. Mario Kart 8 Deluxe

Com diversos personagens da franquia Super Mario Bros. e convidados, Mario Kart 8 Deluxe (2017) é a prova viva de que a “sobrevida” fez muito bem ao game — que foi lançado, originalmente, no Wii U. A versão inédita traz pistas novas, mais heróis e muito mais diversão com modos inéditos e multiplayer online.

O resultado é um dos maiores games da última década, algo que muitos clamam que nem mesmo Mario Kart World conseguiu superar. Ele tem tudo o que se espera de um jogo da franquia na medida certa e brilha demais no Nintendo Switch. Não é à toa que se tornou o mais vendido da plataforma.

7. Animal Crossing: New Horizons

Se tem algo chamado timing, Animal Crossing: New Horizons (2020) o acertou em cheio e com louvor. O cozy game surgiu em meio à pandemia e mostrou como “desacelerar” o nosso ritmo, em uma ilha deserta e com a possibilidade de construir um novo lar do zero.

Mais do que um game, ele se tornou o “melhor amigo” de muitas pessoas — principalmente quando falamos de uma época na qual o isolamento era o principal debate na sociedade. Através do multiplayer, era possível continuar perto dos amigos, se divertir e criar momentos especiais. Quer mais que isso?

6. Super Smash Bros. Ultimate

Quando a Nintendo anunciou Super Smash Bros. Ultimate (2018), o principal slogan era de que “todos estão aqui”. E estavam. O jogo de luta trouxe mais de 100 lutadores, com variados ícones dos videogames de várias épocas diferentes.

Queria Mario? Era o personagem principal, afinal de contas. Porém, também podia-se ver Solid Snake, Cloud Strife, Sonic, Pac-Man, Steve, Ryu, Simon Belmont, Joker, Kazuya Mishima e outros grandes heróis e vilões para o crossover definitivo deste universo. 

5. Metroid Dread

Um dos maiores metroidvanias do Nintendo Switch, Metroid Dread (2021) nos fez mergulhar diretamente em uma aventura de Samus Aran em labirintos e com toda a seriedade que a franquia carregou por anos. E fizeram isso com maestria, diga-se de passagem.

O destaque era a presença dos E.M.M.I., robôs que literalmente a perseguiam por toda a instalação que ela investigava. Já que eles não podem ser encarados de igual para igual, os jogadores tinham de usar a criatividade para escapar deles enquanto resolviam os desafios.  

4. Astral Chain

Idealizado pela PlatinumGames, Astral Chain (2019) é, de longe, uma das melhores experiências já vistas no Nintendo Switch. Ele mistura mecânicas de inúmeros gêneros para contar uma história de vingança — com agentes que trazem forças sobrenaturais para combater uma verdadeira onda de crimes.

Seja pelo gráfico, história, elementos do gameplay e por toda a genialidade do estúdio — conhecido por trazer à vida Nier: Automata, Bayonetta, Vanquish e outros sucessos —, o título dominou com maestria tudo o que ele se propôs a fazer e conquistou uma legião de fãs. 

3. Xenoblade Chronicles 3

Um dos melhores RPGs de toda uma geração, Xenoblade Chronicles 3 (2022) é uma verdadeira “jornada de vida” em forma de game. Na sua trama, duas nações são separadas por um conflito que já dura centenas de anos, porém, dois times opostos descobrem que tudo fazia parte de um plano malígno de usar suas almas como “combustível” para forças maiores.

Contra tudo e todos, eles passam por uma verdadeira provação para reunir aliados e mostrar para todos o quanto um conflito de nível intercontinental é danoso. Ele trata temas como a própria vida e morte, motivações, sacrifício e pelo que estamos dispostos a arriscar para fazer o que é “certo”. 

2. Super Mario Odyssey

A última grande aventura 3D de Mario, Super Mario Odyssey (2017) é uma verdadeira aula de level design e trouxe mecânicas inovadoras para a franquia: a possibilidade de jogar seu chapéu e fazer o encanador “encarnar” dentro de inimigos, elementos das fases e ter em suas mãos um conjunto de novas habilidades. 

A caçada a Bowser para impedir o casamento dele com Peach (forçado), todo o universo que pode ser explorado e a emblemática fase de New Donk City — que conta com uma trilha-sonora única e um trecho que faz homenagem à toda franquia — trazem uma magia que, por incrível que pareça, renovou o carisma do personagem. 

1. The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom

O Nintendo Switch foi lançado em 2017 com o aclamado The Legend of Zelda: Breath of the Wild e, por anos, ninguém conseguiu atingir aquele mesmo nível de mundo aberto e narrativa. Aí a Big N, não cansada de acertar, trouxe The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom (2023) e provou que podia fazer ainda mais pela experiência.

Além do mapa e de todos os elementos vistos no antecessor, foram incluídos os mapas celestes e subterrâneos, mecânicas de construção que dão liberdade para solucionar enigmas com o limite da sua própria criatividade e batalhas épicas — seja no ar, na terra ou em outros locais que você explora. É a verdadeira definição de icônico.

Os melhores jogos do Nintendo Switch

É importante destacar que o Nintendo Switch definiu toda uma geração e trouxe dezenas de milhões de fãs, com vários títulos de renome. Apesar de selecionarmos apenas 10, vale notar que o console também contou com vários games Pokémon, Mario Party, Pikmin e outros que podem te cativar da mesma forma.

Porém, entre os melhores do videogame da Big N, temos:

  1. The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom
  2. Super Mario Odyssey
  3. Xenoblade Chronicles 3
  4. Astral Chain
  5. Metroid Dread
  6. Super Smash Bros. Ultimate
  7. Animal Crossing: New Horizons
  8. Mario Kart 8 Deluxe
  9. Kirby and the Forgotten Land
  10. Fire Emblem: Three Houses

Leia a matéria no Canaltech.

Logo clássico do Xbox está de volta e empolga a comunidade; entenda por quê

24 de Abril de 2026, 17:20

Para celebrar um novo marco para a divisão de games, a Xbox compartilhou na última quinta-feira (23) o retorno do icônico logo verde. A imagem surgiu nas redes sociais, ao lado de uma frase que promete resgatar os grandes momentos: “Nós somos Xbox”. 

A CEO da companhia, Asha Sharma, respondeu ao post com vários emojis de coração verde — o que foi seguido por fãs, outras empresas e criadores de conteúdo da comunidade que ansiavam por este momento. As expectativas estão altas para os próximos passos.

No passado, a Microsoft alterou o símbolo para aderir ao movimento de design minimalista. Durante anos, ele era apenas branco e a alteração de 2026 foi celebrada por muitos. Ela faz parte da estratégia que revitaliza a marca, somada ao fim da campanha “isso é um Xbox” e outras ações.

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Recentemente, a executiva causou impacto ao colocar a companhia na rota que os fãs tanto queriam: foco no hardware com o Project Helix, redução no valor do Game Pass Ultimate e até mesmo um suposto retorno à exclusividade de seus jogos.

We Are Xbox pic.twitter.com/tJs10kGLwn

— Xbox (@Xbox) April 23, 2026

Além disso, ao lado de Matt Booty, ela declarou saber que os fãs estão frustrados e que já atuam para corrigir o rumo do selo. Publicamente emitiram uma declaração que promete uma série de alterações para fazer a marca voltar a ser competitiva no mercado. 

Vale lembrar que em junho será apresentado o Xbox Games Showcase 2026 com foco em Gears of War: E-Day e que a campanha de marketing do Project Helix já começou. Ou seja, não deve demorar muito para vermos novidades sobre o seu próximo hardware que vai misturar o console com PCs.

2026 será grande para o Xbox

Além de Gears, os estúdios preparam uma linha inteira de lançamentos para o resto do ano. Forza Horizon 6, o primeiro ambientado no Japão, é muito aguardado pelos fãs. Halo: Campaign Evolved é a promessa de um novo início para Master Chief e Cortana e marca a primeira participação do herói no PlayStation.

A comunidade também aguarda ansiosamente para que a Microsoft mostre alguns projetos que estão no forno, como é o caso de Fable e The Elder Scrolls 6 — dois dos grandes RPGs first-party que estão em suas mãos. Além disso, como já é tradição, existirá um novo Call of Duty no fim de 2026.

Veja como o Xbox evoluiu desde a sua primeira versão, com a trajetória completa da marca ao longo dos anos. 

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Super Mario Galaxy - O Filme pode influenciar próximos jogos da franquia

24 de Abril de 2026, 16:15

O criador da franquia Super Mario Bros., Shigeru Miyamoto, revelou nesta semana que a história de Super Mario Galaxy - O Filme terá impacto dentro do desenvolvimento dos próximos jogos. Vale o aviso: os parágrafos a seguir trazem spoilers e detalhes cruciais da trama.

Na produção, é revelado de forma inédita que Peach e Rosalina são irmãs que foram separadas no passado. O desenvolvedor afirma que se sentiu relutante em prender as personagens a este contexto, mas que vai preservar isso dentro dos novos games que chegarem aos consoles Nintendo. 

“Não sabemos que tipo de jogo faremos com estas figuras, pois ter muitas configurações narrativas pode se tornar uma corrente. Estarei bem se isso estiver relacionado de algum modo ao gameplay, mas não quero ficar restrito por termos criado uma história, a maior razão pela qual não fizemos filmes por muitos anos”, revela Miyamoto.

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Ele inclusive revela que, mesmo com diversas teorias que circulavam sobre esta conexão entre Peach e Rosalina, nada foi escrito em pedra até a animação: “Antes da produção, eu não tinha me decidido sobre o passado da personagem. Agora que fizemos o longa, foi divertido expandir essa questão de várias formas. De qualquer forma, gostaria de manter essa conexão criada na obra nos futuros games”, concluiu.

Imagem de Peach e Rosalina
Um jogo cooperativo com a Princesa Peach e Rosalina seria uma ideia ótima (Imagem: Divulgação/Nintendo)

O sucesso de Super Mario Galaxy - O Filme

Mesmo com críticas divisivas, nada foi capaz de impedir a ascensão da nova aventura de Mario, Luigi, Yoshi e de seus amigos nos cinemas. A animação, produzida pela Illumination Entertainment, Universal e Nintendo, bateu o recorde de bilheteria de 2026 com US$ 750 milhões arrecadados em menos de um mês.

Assim, Super Mario Galaxy - O Filme ultrapassou os números da obra chinesa Pegasus 3 e subiu ao topo do ranking. Por enquanto, obviamente, pois os meses seguintes trarão concorrentes de peso como Homem-Aranha: Um Novo Dia, Vingadores: Doutor Destino e Duna 3

Veja 13 curiosidades sobre a linha Super Mario, em celebração aos 40 anos que a franquia completou em 2025. 

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Marvel Cosmic Invasion, novo Bubsy e mais 5 jogos grátis deste fim de semana

24 de Abril de 2026, 16:00

O fim do mês e a gamescom latam 2026 estão cada vez mais perto, mas isso não significa que você não terá diversão neste fim de semana com os jogos grátis. Para começar com o pé direito, já é possível aproveitar o recém-lançado Marvel Cosmic Invasion, que finalmente se tornou mais acessível, com uma versão demo que libera o acesso gratuito ao beat 'em up. Disponível agora em todas as plataformas, a demonstração te coloca no papel dos maiores super-heróis contra a ameaça de Annihilus.

Na prévia, os jogadores podem explorar cenários como Nova York e o Porta-Aviões da S.H.I.E.L.D. com personagens como Homem-Aranha, Capitão América, Tempestade, Venom, Wolverine, Nova, Phyla-Vell e Rocket Raccoon e abertura para o multiplayer local.

Além disso, outro jogo grátis para você testar no fim de semana é a demo de Bubsy 4D, um título de plataforma 3D com o controverso mascote da Atari e Fabraz. Antes disponível apenas nos PCs, agora ela também foi liberada no PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series, Switch e Switch 2.

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Mesmo com games divisivos no passado, os estúdios apontam que o personagem terá uma movimentação moderna, mas com um charme “nostálgico”. Em relação ao conteúdo, você poderá explorar as três primeiras fases da nova experiência que está prevista para o dia 22 de maio de 2026.

Vale notar que não foi divulgado se o progresso de qualquer uma das demonstrações — tanto de Marvel Cosmic Invasion quanto de Bubsy 4D — poderá ser transferido para a versão completa do game. Logo, não tenha muitas expectativas sobre esta característica.

Enquanto as demos servem como aperitivo, confira outros 5 jogos para jogar de graça neste fim de semana:

5. DOOMBLADE

O metroidvania DOOMBLADE une ação desenfreada e uma jornada de vingança sem precedentes. Distribuído pela Epic Games Store, nele você conhece a Gloom Girl e uma espada senciente — que ficou presa por eras e deseja ir atrás de seus algozes. 

A jornada não é apenas para arrancar a cabeça dos Dread Lords, mas também servirá para recuperar os poderes perdidos pela poderosa arma. Claro, espere por verdadeiros labirintos, chefões incríveis e um sufoco aqui e ali na experiência deste jogo grátis. Porém, não é para qualquer PC: sem uma RTX 2060 e 16 GB de RAM, ele rodará abaixo do recomendado. 

4. Neo Cab

Porém, se está de olho em imersão narrativa, Neo Cab pode ser encontrado na assinatura do Luna Gaming. A visual novel acompanha Lina, a última taxista humana em um mundo completamente automatizado — que terá de lidar com o desaparecimento de seu amigo em meio ao seu “expediente”.

Para encontrar pistas sobre o seu paradeiro, terá de equilibrar empatia, controle emocional e uma boa lábia para arrancar informações de seus passageiros e de policiais. Será que vai conseguir desvendar esse mistério sem tirar a mão do volante? 

3. Age of Mithology: Retold

O ciclo se repete em Age of Mythology: Retold, jogo grátis do Xbox para este fim de semana. Em uma era de deuses, monstros e humanos, você precisará ter muita estratégia para avançar sem atrair a fúria divina ou a atenção de criaturas ancestrais.

Tudo da versão antiga está aqui, mas com visuais modernos e uma experiência que une veteranos e novatos. É importante notar que não é exigida a assinatura do Game Pass para aproveitar um dos maiores RTS da geração.

2. 8AM

Sem qualquer memória, você está diante de câmeras de vigilância para observar a noite de uma família. No entanto, coisas sobrenaturais acontecem e é necessário compreender se realmente existem almas penadas ou se tudo está na sua cabeça. Essa é a proposta de 8AM, jogo que está gratuito para ser resgatado no Steam, por tempo limitado.

Sabe o filme Atividade Paranormal? É essa a sensação que o título do desenvolvedor David Gallardo passa, com uma carga imensa de mistério e de questionamentos. Afinal de contas, será que tudo é a sua percepção ou há algo escondido nas sombras? Boa sorte em descobrir e, se aceita uma recomendação, jogue no escuro e com fone de ouvido.

1. MLB The Show 26

A franquia de beisebol mais famosa do mundo, MLB The Show 26 é o game da Sony que está grátis no Xbox pelo fim de semana — por mais controverso que isso pareça. Essa é a versão mais recente do campeonato oficial, com equipes atualizadas e mecânicas que buscam a renovação da aclamada série.

Grande parte das novidades do gameplay podem ser treinadas no Modo Carreira, que permite passar por um “tutorial” elaborado para não passar vergonha no multiplayer online. Vale ter em mente que ele estará disponível apenas para assinantes do Game Pass nos próximos dias.

Mais jogos grátis no fim de semana

Apesar da lista, existem alguns outros que vale a pena ficar de olho até domingo (26). A Microsoft traz também Anno 117: PAX ROMANA e The Survivalists, enquanto a Luna Gaming oferece The Pale Beyond no seu pacote. 

Se não tem nada que lhe interesse, não tem problema. Você pode conferir também quais são as datas de promoção no Steam — que, assim, traz ao menos alguma economia para o seu bolso. 

Leia a matéria no Canaltech.

O inevitável aconteceu: Asha Sharma mata a Microsoft Gaming

24 de Abril de 2026, 15:45

A CEO da Microsoft Gaming, Asha Sharma, declarou que a marca não existirá mais a partir de agora. Em mensagem para toda a comunidade na noite desta quinta-feira (23), coassinada por Matt Booty, ela afirmou que agora “Nós somos Xbox” e que esta será a identidade da divisão nos próximos passos.

Na iniciativa de trazer a glória da divisão de volta, as ações foram múltiplas desde que a executiva assumiu: desde o fim da campanha de que “isso é um Xbox” até mesmo à redução do preço do Game Pass Ultimate. Rumores apontam que eles também voltarão a investir em jogos exclusivos.

Para Sharma, toda a movimentação tem um motivo: ela aponta que o selo “sempre foi diferente” e que agora alcança “mais de 500 milhões de jogadores ao redor do mundo”, porém o caminho que tomaram deixou o “público frustrado”. Além disso, reforçou que a mentalidade será diferente com a sua estratégia.

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Ela reconhece que assumir de vez o nome Xbox torna seu posicionamento mais claro, já que a marca não compete apenas nos games — mas sim com redes sociais, TV, filmes, livros e muito mais que prende a atenção que os fãs dedicam ao cotidiano digital.

“A indústria se tornou global e competitiva. Mais da metade da receita do mercado, jogadores e crescimento acontecem fora dos seus núcleos. Porém, o resto do mundo não é apenas uma indústria maior. Desenvolvedores aumentam a competição com estúdios ocidentais estabelecidos, combinam escala, velocidade e força de vontade para reinventar gêneros que muitos consideravam maduros. O modelo que nos trouxe aqui não será aquele que nos levará adiante”, afirmou a executiva.  

Imagem do Xbox
Chega de Microsoft Gaming, agora a marca seguirá unificada sob o selo Xbox (Imagem: Divulgação/Xbox)

E, para alcançarem uma posição adequada neste meio, Asha Sharma viu que algumas coisas tinham de mudar. “Microsoft Gaming descreve a nossa estrutura, mas não nossas ambições. Então, voltaremos para onde começamos e vamos mudar o nome de nosso time. Nós somos Xbox”.

Um novo dia para o Xbox

Na declaração, ela comenta de forma tímida sobre o que farão daqui em diante: “reavaliaremos nossa abordagem com a exclusividade, janela de lançamentos e inteligência artificial, compartilharemos mais conforme estudarmos e tomarmos decisões”.

É importante notar que ela não confirma ou nega que os exclusivos retornarão. Além disso, bota em cheque a presença do Gaming Copilot e o MUSE AI — ferramenta que pode revitalizar jogos retrô através da tecnologia. Se tudo isso seguirá adiante, continua incerto.

“O Xbox estará onde o mundo possa jogar e criar. Construímos uma plataforma global que conecta jogadores e criadores de todos os lugares. Consoles são a base, entregam a experiência premium, e a nuvem leva isso para qualquer dispositivo. O Xbox foi construído para ser acessível, pessoal e aberto. Oferecemos preços flexíveis, para se tornar mais fácil jogar. A experiência se adapta a você, deixará personalizar a forma como se diverte e ajudará a encontrar o que ama e se conectar com as pessoas certas”, prometem Sharma e Booty.

Desde que assumiram a marca Xbox, eles têm realizado uma série de ações positivas que casam com as expectativas da comunidade. Não é certo de que as alterações sejam temporárias ou serão mantidas, mas atendem ao público e mostram que a sua divisão gaming pode estar prestes a retomar a sua força no mercado.

Imagem do Xcloud
Apenas no futuro saberemos se as ações são temporárias ou se é uma mudança positiva de rumo (Imagem: Divulgação/Xbox)

Eles prometem uma série de ações em relação aos seus produtos e serviços, confira abaixo:

Consoles

  • Estabilizar a 9ª Geração de forma saudável e com uma base de alta qualidade
  • Entregar o Project Helix para ser líder de desempenho e permita jogar os títulos do videogame e PC
  • Liderar em acessórios confortáveis, pessoais e de alta performance
  • Construir um ecossistema forma que expanda suas escolhas e buscas

Conteúdo

  • Crescer e estender o portfólio de franquias que os jogadores amam
  • Evoluir nossas parcerias third-party e fortalecer nosso catálogo para um período de 5 anos
  • Expandir para a China, mercados emergentes e audiências mobile
  • Manter e crescer os jogos como serviço e permanência a longo prazo
  • Elevar plataformas centradas em criadores, como Minecraft, The Elder Scrolls e Sea of Thieves

Experiência

  • Consertar o essencial para jogadores e parceiros
  • Fazer do Xbox o melhor lugar para desenvolvedores e criadores construírem base e crescerem
  • Otimizar a descoberta, personalização, fatores sociais e modificações para se conectar com a comunidade

Serviços

  • Fortalecer o Game Pass com diferenciações mais claras e com economia sustentável
  • Retornar ao negócio de crescimento durável e forte disciplina dos custos
  • Tornar o jogo na nuvem nativo, veloz e estável em TVs e dispositivos de baixo custo
  • Uso de fusões e aquisições para acelerar o crescimento onde os caminhos orgânicos estão lentos

Confira tudo o que sabemos sobre o Xbox Helix, o próximo console de mesa da companhia e o que esperar do futuro para os hardwares da Microsoft

Leia a matéria no Canaltech.

Velozes e Furiosos em GTA 6: fãs identificam mais de 50 carros novos no jogo

24 de Abril de 2026, 10:50

Fãs analisaram cada detalhe dos trailers de GTA 6 e já identificaram mais de 50 carros novos que estarão presentes na franquia. As informações, baseadas nos materiais promocionais divulgados pela Rockstar, foram reunidas em fóruns relacionados à comunidade.

Um dos que mais chamam a atenção do público é o Lamborghini Aventador, que aparece em ambas as prévias e tem grandes chances de ser aproveitado na versão final do título. Além disso, são vistos sedans, SUVs, vans e diversos veículos da polícia e de outros serviços públicos.

No entanto, o que mais se destacou foi um que não mostraram em nenhum trailer de GTA 6, apenas em capturas de tela: o Maxima 3-Wheel, da Pride Mobility. A scooter elétrica talvez não seja a inclusão mais aguardada, mas com certeza é uma das mais curiosas do novo catálogo.

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Vale notar que nem tudo que foi visto nas prévias pode chegar à versão completa do sexto Grand Theft Auto. Logo, é possível que estas adições sejam removidas antes do seu lançamento ou esta lista sequer estar perto de representar uma parcela do que estará disponível in-game.

Imagem de GTA 6
A scooter pode não ser o veículo mais pedido em GTA 6, mas é o mais curioso (Imagem: Reprodução/Rockstar)

Os carros de GTA 6

Diversos modelos de veículos, sejam mais recentes ou até retrôs, já foram vistos dentro dos vídeos oficiais de GTA 6. Confira abaixo tudo o que os fãs já reuniram de informações sobre eles:

Limousines

  • Buick Regal (6ª geração)
  • Buick Skylark (6ª geração)
  • Chevrolet Impala (10ª geração)
  • Honda Accord (10ª geração)
  • Mercedes-Benz E-Class (W211)
  • Mercedes-Benz C-Class (W205)
  • Vapid Stanier LE

Carros esportivos

  • Audi RS7 (2ª geração)
  • Bentley Azure (1ª geração)
  • Buick Reatta Convertible
  • Ford Mustang Convertible (1ª geração)
  • Mercedes-Benz CLE-Class (A236)
  • Ubermacht Sentinel Classic Convertible

SUVs

  • Audi Q7 (2ª geração)
  • Dodge Durango (3ª geração facelift)
  • Ford Explorer (2ª geração)
  • Ford Explorer (6ª geração)
  • Toyota RAV4 (5ª geração)

Vans

  • Chrysler Town & Country (5ª geração)
  • Dodge Grand Caravan Taxi (5ª geração)
  • Ford Econoline (4ª geração facelift)
  • Ford Transit (4ª geração)
  • Kia Carnival (4ª geração)
  • Mercedes-Benz Sprinter (2ª geração)
  • Ram ProMaster

Picapes

  • Dodge Dakota Convertible (1ª geração)
  • Dodge Ram (2ª geração)
  • Ford F-Series (3ª geração)
  • Ford F-Series (6ª geração)
  • Ford Ranger (4ª geração)
  • Ram 1500 (5ª geração)
  • Ram 3500 (5ª geração)
  • Jeep Scrambler (CJ-8)

Veículos domésticos

  • Bravado Bison Utility
  • Dodge Ram Utility (2ª geração)
  • Ford Explorer Sport Trac (2ª geração)
  • Vapid Riata Classic

Veículos de emergência

  • Ford Explorer Police (6ª geração)
  • Ford Explorer Police Unmarked (6ª geração)
  • Ram 1500 Police (5ª geração)
  • Vapid Stanier LE Police Cruiser Ghost

Veículos especiais

  • Ford F-Series Monster Truck (14ª geração)
  • Schyster PMP 700
  • Swamp Buggy

Clássicos

  • Cadillac (1959)
  • Ford Fairlane (1955)

Você já sabe com qual desses carros vai fugir da polícia? GTA 6 terá sistema de rastreamento aprimorado e as perseguições serão ainda mais intensas.

Leia a matéria no Canaltech.

Troy Baker entrega a pista que os fãs queriam sobre The Last of Us 3

24 de Abril de 2026, 10:35

O ator Troy Baker, que dublou Joel nos jogos da série The Last of Us, indicou que o ciclo do personagem pode não ter se encerrado — tanto nos videogames quanto na adaptação da HBO.

Em entrevista ao Eurogamer, o dublador revela acreditar que ainda existem histórias inéditas do herói e espera vê-las em breve.

“Eu definitivamente sei que não vimos tudo de Joel, seja pela Naughty Dog ou por qualquer outro lugar”, afirmou Troy Baker.

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Apesar do seu destino já ter sido definido no mundo de The Last of Us, ele acredita que existe muito a ser explorado em diversos formatos.

“Eu espero que Pedro não tenha sido a última pessoa a interpretá-lo. Quero ver este personagem proliferar e chegar a múltiplas mídias, seja na TV, filmes, mais jogos ou HQs. Vejo muitas pessoas que fazem cosplay dele, o tempo todo. Ele causou um impacto”, revelou o ator. 

Imagem de The Last of Us
O astro Pedro Pascal interpreta Joel na adaptação de The Last of Us (Imagem: Divulgação/HBO)

Na série da HBO, o protagonista é interpretado por Pedro Pascal (O Mandaloriano, Quarteto Fantástico) e teve o mesmo fim visto nos jogos da franquia. Porém, nada o impede de retornar na terceira temporada — ou em mais — como flashback ou de outros modos imagináveis. 

The Last of Us não chegou ao fim

Mesmo 6 anos depois da segunda parte da narrativa, a Naughty Dog nunca confirmou que já trabalhava em uma sequência da trama. No momento, seu foco está em Intergalactic: The Heretic Prophet — que é prometido para o PlayStation 5 de 2027 em diante.

Porém, o chefe do estúdio, Neil Druckmann, deixou claro que seus planos envolvem novos capítulos para a obra. Agora, se o terceiro capítulo da saga está em produção como um dos projetos sigilosos ou não, segue incógnito para o público geral.

A série da HBO ainda terá uma terceira temporada e já foi dito que sua trama pode ser melhor explorada com mais conteúdo futuro — com uma possível quarta temporada, spin-offs ou outros tipos de produção. No entanto, seu futuro segue incerto. 

Porém, os funcionários do estúdio já revelaram que a história de The Last of Us 3 pode mostrar que Ellie não é tão especial, já que não é a única imune aos cordíceps. 

Leia a matéria no Canaltech.

Uncharted 5 em Trinidad e Tobago é sugerido pela Naughty Dog

7 de Abril de 2026, 17:50

A Naughty Dog pode ter apresentado os primeiros indícios de que Uncharted 5 está em desenvolvimento. O diretor criativo do estúdio, Shaun Escayg, compartilhou uma foto nas redes sociais e mostrou que o próximo projeto pode ter trechos em Trinidad e Tobago

A imagem é de um canhão, em Fort George. Na legenda, o desenvolvedor escreveu “Pesquisa…” — o que aponta para algum projeto em produção. Como The Last of Us se passa nos Estados Unidos e Intergalactic: The Heretic Prophet será fora da Terra, o escopo fica ainda mais limitado.

Ainda que Uncharted 5 não tenha sido confirmado, vale lembrar que o último capítulo da série foi lançado em 2017. Antes disso, o maior intervalo que a franquia viu foi de cinco anos, entre o terceiro e o quarto capítulo da saga. Logo, não seria de se estranhar que algo pode estar a caminho.

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É importante notar que Trinidad e Tobago é um país localizado na América Central e é próximo à Venezuela. É o tipo de local “ideal” para as aventuras de Nathan Drake ou quaisquer que sejam os próximos protagonistas da trama (em Uncharted: Lost Legacy, as heroínas são Chloe Frazer e Nadine Ross). 

Os projetos da Naughty Dog

O único jogo confirmado pelo estúdio, até o momento, é Intergalactic: The Heretic Prophet. No entanto, já foi revelado que eles trabalham em alguns projetos single player. Neil Druckmann, inclusive, indicou que The Last of Us Part 3 é um dos games que estão em desenvolvimento

Apesar das pistas, Uncharted 5 ainda segue sem qualquer informação oficial. Não se sabe se o projeto mostrará uma sequência direta ou uma prequel, se é outro “spin-off” da franquia ou o início de um novo arco narrativo. Tudo relacionado ao suposto jogo é mantido em sigilo.

Ao considerar que Trinidad e Tobago fica próximo ao Caribe e era uma área muito explorada por piratas — o que significa pilhas de tesouros escondidos e navios submersos —- a atenção de Nathan Drake e de outros personagens poderia se voltar à região. 

Leia a matéria no Canaltech.

Série de Mass Effect esbarrou no desafio mais delicado de uma adaptação

7 de Abril de 2026, 17:05

O roteiro da série Mass Effect terá de ser reescrito, para ter um apelo maior para os “não-gamers”. A decisão partiu da própria Amazon, cujo objetivo é expandir o alcance da obra — seja entre os fãs da franquia, seja para quem nunca jogou antes.

De acordo com o The Ankler, o chefe da divisão de TV global, Peter Friedlander, pediu para ler todos os scripts dos projetos atuais antes de aprovar o início das filmagens. E foi justamente aí que a adaptação do jogo da Electronic Arts encontrou uma barreira.

Apesar de já ter sido anunciada oficialmente, a adaptação de Mass Effect entra em um campo delicado: as próximas versões do roteiro precisam convencer os executivos da Amazon, o que garantirá as gravações. Caso contrário, ela pode cair em um “limbo” ou até ser cancelada. 

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A preocupação maior é o quanto a obra será modificada para trazer um apelo aos que não conhecem a saga ou não jogam videogame. Porém, se considerar que ela é produzida por profissionais que também trouxeram Fallout à vida, o receio pode dar lugar a uma ponta de otimismo.

Imagem de Mass Effect
A série de Mass Effect precisa ter um script que convença gamers e o público-geral (Imagem: Divulgação/Electronic Arts)

Sequência de Mass Effect

De acordo com a própria Electronic Arts, a série de Mass Effect será uma sequência direta dos eventos vistos na trilogia original. Para eles, não há sentido em adaptar a história do Comandante Shepard por ser uma trama que cada jogador explorou de forma única.

Vazamentos apontam que eles buscam para o elenco um homem entre 30 e 39 anos, uma mulher entre 34 e 39 anos que usará próteses alienígenas, outra que fará parte do núcleo terrestre, um ator para ser o vilão e um “soldado” — com físico de lutador. 

A Amazon está focada em produzir obras baseadas em jogos de videogame, com diversos projetos que em breve sairão da gaveta: além de Fallout, que é um sucesso entre os fãs, estão previstos para chegar em breve Tomb Raider e God of War

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Sony ganhou muito dinheiro no PC, mas ainda assim decidiu que não valia a pena

7 de Abril de 2026, 16:10

A divisão de jogos PlayStation teria gerado um lucro estimado em US$ 300 milhões em sua estratégia de lançar suas obras exclusivas nos PCs. De acordo com um executivo, o valor foi arrecadado durante o período de 3 anos.

A informação foi compartilhada pelo ex-gerente de planejamento e insights para computadores da Sony Interactive Entertainment, Jerry Liu, em seu LinkedIn. Ele esteve à frente da iniciativa entre 2021 e 2023.

Apesar de destacar o montante, Liu não esteve presente até o ano de 2025 — ou seja, a quantia deve ser ainda maior do que os US$ 300 milhões revelados pelo profissional. A companhia não confirmou os valores e, normalmente, não costuma se pronunciar oficialmente sobre tais dados.

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Para chegar do zero a essa cifra, o executivo aponta ajustes nas estratégias promocionais, análise de catálogo e definição de preços mais agressivos — este último que, sozinho, representou um aumento de receita bruta em 25%, de acordo com o ex-gerente da PlayStation.

Imagem de Saros
Mesmo com lucros altos, a Sony desistiu de lançar Saros e outros games nos PCs (Imagem: Reprodução/Housemarque)

O fim da estratégia multiplataforma da PlayStation

Apesar de lucrar bastante com sua iniciativa, rumores sobre os bastidores apontam que a Sony Interactive Entertainment desistiu de manter o lançamento de seus jogos single-player de PS5 nos PCs.

A companhia se aproximou dos computadores e até do Xbox e Nintendo nos últimos anos, mas voltou atrás e a última especulação a circular é de que abriram mão de disponibilizar Saros e Ghost of Yotei no Steam.

No entanto, essa mudança não será absoluta. Títulos multiplayer online, como Helldivers 2 e Marathon, continuarão a ser lançados em múltiplas plataformas futuramente. 

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Pai da Marvel: um dos personagens favoritos de Stan Lee era da DC

7 de Abril de 2026, 08:20

O lendário quadrinista Stan Lee, responsável por criar heróis icônicos para a Marvel como Homem-Aranha e os X-Men, tinha como o personagem favorito de HQs um dos grandes vilões da DC Comics: Lobo.

A revelação foi feita em uma entrevista realizada em seu escritório e compartilhada em 2012, porém sem dar razões para a sua preferência. 

Vale notar que diversos heróis e super seres de uma editora, costumeiramente, eram copiados pela outra de algum modo. Porém, Lobo permaneceu intocado na DC Comics e a Marvel nunca “clonou” o conceito.

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O mercenário foi concebido em 1983 para a revista Omega Man, mas sua popularidade cresceu de forma exponencial durante os anos 1990. Suas HQs se destacavam pela violência e ferocidade do personagem.

Chama a atenção o fato de Stan Lee não ter seguido o caminho óbvio de preferir super-heróis como Superman, Batman, Flash e outros populares. Lobo faz parte do núcleo cósmico da DC Comics, visto geralmente na “Classe B”.

Essa preferência faz sentido ao notarmos que o quadrinista sempre focou em criar personagens “falhos”. Mesmo que o anti-herói tenha poderes acima do comum, sua natureza o encaixa perfeitamente no gosto do autor.

Nas HQs, o Czarciano foi o responsável pela aniquilação de toda a sua raça e tornou-se o último sobrevivente do seu planeta natal. Ele tem super força, resistência, olfato apurado e poderes regenerativos. 

Imagem do Lobo
Lobo era o personagem favorito de Stan Lee na DC (Imagem: Reprodução/DC Comics)

Lobo, o anti-herói

Ainda que seja apresentado como um inimigo digno de Superman e de toda a Liga da Justiça, no geral o personagem é mostrado como um anti-herói — que apenas busca combates contra seres mais poderosos, nada além disso.

Sua postura depende muito da produção que o retrata. Além das HQs, ele também levou seu sadismo e batalhas brutais para a TV em séries como Krypton (2018) e animações como Liga da Justiça e Justiça Jovem.

Nos cinemas, Lobo será representado por Jason Momoa na produção Supergirl — que estreia em 25 de junho de 2026. Apesar de ser um dos grandes destaques da obra, ele provavelmente ajudará Kara Zor-El contra Krem das Colinas Amarelas. 

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Trilogia original de Resident Evil chega ao Steam repleta de polêmicas

6 de Abril de 2026, 17:50

A Capcom disponibilizou Resident Evil, Resident Evil 2 e Resident Evil 3: Nemesis no Steam na última semana, porém causou um verdadeiro alvoroço pelas falhas técnicas que acompanham a trilogia clássica. Entre os problemas estão o sistema antipirataria Enigma e a falha de compatibilidade com o Steam Deck

O DRM Enigma sempre teve uma presença “infame” no mercado, por causar crashes e quedas de desempenho. Tanto que ele durou menos de um mês com o remake de RE4, com a remoção veloz para evitar desafios junto a jogadores que desejavam ter uma performance digna com a releitura do clássico.

Já a chegada dos três Resident Evil clássicos no console portátil da Valve tem se tornado um verdadeiro debate, pois eles não rodam tão bem assim no SteamOS. Entre as reclamações estão problemas com instruções aos comandos, inconsistências visuais, não há salvamento por nuvem ou outras facilidades.

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Além da trilogia, a Capcom também lançou Breath of Fire IV no Steam, que causa as mesmas dores de cabeça nos survival horror. Cada um dos títulos está em promoção até o dia 15 de abril, por R$ 28,50, porém é importante estar ciente dos desafios presentes nestas edições.

Imagem de Breath of Fire IV
Breath of Fire IV chegou ao lado dos demais Resident Evil com vários problemas (Imagem: Divulgação/Capcom)

É importante notar que as versões disponibilizadas na plataforma da Valve são quase idênticas às vistas no GOG. Apesar do sistema antipirataria, essas versões trazem melhorias como animações mais fluidas, suporte a teclado e mouse modernos e áudio aprimorado.

Assim como os demais títulos retrô, eles também estão adaptados para o uso de controle e há apoio para os diferentes tipos de monitor, o que garante uma melhor qualidade de imagem para as telas presentes no mercado.

A salvação de Resident Evil nos PCs

Vale lembrar que Resident Evil, Resident Evil 2 e Resident Evil 3: Nemesis, assim como Breath of Fire IV, estão disponíveis também no GOG. A plataforma é gerida por uma política anti-DRM, o que torna inexistentes os problemas vistos no sistema da Valve.

Além disso, tudo o que é adquirido no GOG é literalmente seu. Mesmo que a loja digital desapareça em algum momento, você terá acesso ao game diretamente no seu PC. No Steam, você paga apenas pela licença: se eles quiserem excluir, te banir ou qualquer coisa do tipo, você ficará sem a experiência.

Se levar em consideração que em ambos os casos você paga o mesmo preço, inclusive a promoção está presente nas duas, a recomendação é que priorize a aquisição pela que não tem o DRM e manterá o título sob sua posse. 

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Novo pôster de Super Mario Galaxy confirma crossover que os fãs queriam muito

26 de Março de 2026, 15:50

Um novo pôster de Super Mario Galaxy - O Filme confirma a participação de Fox McCloud, estrela de Star Fox, na produção. O material, divulgado nesta quinta-feira (26), revela o visual do herói no longa-metragem.

A Illumination Studio e a Nintendo não confirmaram quem será o dublador do piloto e se ele será o único personagem de sua franquia a aparecer na obra. Porém, se prepare para o momento de “Do a Barrel Roll”.

Rumores já circulavam desde fevereiro, com o trailer que mostrava uma figura misteriosa com traje similar a Fox McCloud ao lado de Mario — em apenas um quadro, o suficiente para levantar especulações e esperanças.

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Ao lado dos ícones do Reino dos Cogumelos, Super Mario Galaxy - O Filme também tem presença confirmada dos Pikmin e de R.O.B. No primeiro longa, a única participação especial foi de Donkey Kong, 

Let's rock and roll! Fox McCloud joins The Super Mario Galaxy Movie, only in theaters April 1. Get tickets now. pic.twitter.com/13pRQ2yEah

— The Super Mario Galaxy Movie (@supermariomovie) March 26, 2026

Super Smash Bros em Super Mario Galaxy - O Filme?

A esperança do público é ver a adaptação de Super Smash Bros nos cinemas e Super Mario Galaxy - O Filme se torna um indicativo deste caminho. No entanto, vamos com calma, já que a trajetória pode ser bem diferente no futuro.

Donkey Kong fez uma participação na produção de 2023 e integrou ativamente a história, o que também deve ser esperado de Fox McCloud. Entretanto, o crossover completo exigiria um verdadeiro “universo cinematográfico” — algo que estamos distantes de ver por enquanto.

The Legend of Zelda, por exemplo, será um filme live-action. Donkey Kong e Fox McCloud, até o momento, não têm produções próprias que justifiquem um crossover rico. Faltariam Kirby, Metroid e outros heróis para compor o elenco.

Quando se fala no cruzamento de franquias, existiriam dificuldades em incluir os Pokémon (que pertencem à The Pokémon Company), personagens externos como Sonic (que têm sua própria linha de filmes pela Paramount) e outros que seriam esperados em uma obra do gênero “Vingadores”.

A Illumination Entertainment não divulgou qualquer plano de trazer Super Smash Bros à vida nos cinemas. Considere a aparição de Donkey Kong e Fox McCloud como participações especiais, feitas para homenagear outras franquias emblemáticas da Nintendo dentro do sucesso de Mario nas telonas.

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Mesmo jogo, preços diferentes: preço dinâmico da PS Store chega ao PS5 no Brasil

26 de Março de 2026, 15:21

Após o vazamento do início da prática de preços dinâmicos na PS Store de todo o planeta, os fãs começaram a identificar o fenômeno dentro da loja digital no Brasil. 

Além de ser visto em títulos third-party (de produtoras parceiras), eles também aparecem em jogos que pertencem à própria Sony. Entre os vistos está um dos maiores lançamentos do PlayStation 5: Astro Bot.

De R$ 339,90, ele está em oferta por R$ 224,33 para uma grande parcela do público na PS Store. No entanto, alguns jogadores notaram que ele pode ser adquirido por R$ 152,95, a depender da conta. 

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Se R$ 224,33 é um desconto expressivo de 34%, a queda para R$ 152,95 é uma diferença de montante que chega a 55%. Enquanto uma parcela do público garante 1/3 de desconto, outros pagam menos da metade pelo título.

Insider Gaming: PlayStation Store brasileira está praticando preços dinâmicos em ofertas, incluindo em jogos first-party do PlayStation.

Isso significa que, o preço ofertado pode ser menor para pessoas que não compram há algum tempo na loja e/ou não possuem assinaturas PS+… pic.twitter.com/KzlAxkeA67

— Vitor | Notícias do PlayStation (@vitorpsarts) March 26, 2026

Estratégia global na PS Store

A reclamação sobre os preços dinâmicos já virou um intenso debate dentro da comunidade, que vê mudanças na PS Store no Brasil, Estados Unidos e diversos outros países ao longo das últimas semanas.

Até o momento, a Sony não divulgou nenhum comunicado oficial sobre o assunto ou se manifestou sobre a sua nova estratégia. Vazamentos apontam que a mudança está estabelecida em fases e deve englobar diferentes regiões gradualmente.

O movimento atual parece ser o braço prático da recente estratégia para o PlayStation 5, focada em extrair o máximo de valor da base já instalada e “expandir a receita em software e serviços de rede”. Ou seja, jogos, PlayStation Plus e outros produtos. 

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Pokémon Champions terá apenas formas finais, exceto por um; adivinha qual é?

26 de Março de 2026, 15:15

O produtor de Pokémon Champions, Masaaki Hoshino, revelou nesta quarta-feira (25) que a experiência não contará com todos os 1.025 monstros de bolso em seu lançamento. No dia 8 de abril, estarão disponíveis apenas as formas finais de evolução de cada criatura e aqueles que não têm evolução.

No entanto, há uma exceção óbvia nesta decisão. Pikachu, o mascote da franquia e que é presença obrigatória em todos os games da saga, será um dos personagens que os jogadores poderão escolher para compor sua equipe — mesmo com Raichu ao seu lado, com duas Mega Evoluções.

Hoshino afirma que mais monstrinhos podem ser adicionados a Pokémon Champions em futuras atualizações, mas não há qualquer previsão para este conteúdo chegar aos fãs. Ou seja, se você espera por Eevee, Charmander, Squirtle, Bulbasaur e outros conhecidos, puxe o banco para aguardar. 

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O Dexit é real

Não é a primeira vez que a The Pokémon Company aplica o famoso “Dexit” — quando não há a presença de todo o elenco em algum game da série. Isso se tornou um grande debate desde Pokémon Sword & Shield (2019) e permaneceu como “padrão” em diversos títulos.

Imagem de Pokémon Sword e Shield
Pokémon Sword e Shield foram os primeiros a excluir a presença do elenco completo em um game da franquia (Imagem: Divulgação/The Pokémon Company)

Scarlet & Violet, Legends Arceus e Z-A e até mesmo spin-offs, como Pokémon Pokopia e Unite não contam com um elenco amplo como o visto até a 7ª Geração. Após ultrapassar a marca de 800 criaturas, incluir todos se mostrou um desafio técnico que impediu a inclusão total.

No caso de Champions, a The Pokémon Company e o estúdio The Pokémon Works decidiram seguir pelo padrão competitivo: priorizar monstros totalmente evoluídos (ou que não têm evoluções), os mais utilizados em campeonatos entre os jogadores.

E quando é afirmado que mais virão no futuro, não significa que veremos as suas versões prévias. A declaração de Hoshino pode querer dizer que, conforme vermos novas criaturas — como em Pokémon Ventos & Ondas —, elas podem chegar também ao multiplayer futuramente.

O lançamento de Pokémon Champions

Pokémon Champions está agendado para chegar ao Nintendo Switch e Switch 2 no dia 8 de abril de 2026. A versão para o novo console híbrido poderá ser obtida como upgrade gratuito, através da eShop.

Ele também terá ports para os smartphones, com versões para os sistemas Android e iOS previstas para o lançamento ainda em 2026 — contudo, sem uma data confirmada oficialmente.

Sua intenção é substituir as competições que ocorrem dentro dos próprios títulos, com limitações às suas mecânicas. Em Pokémon Champions, os jogadores poderão encontrar diversas que já foram vistas no passado: Mega Evolução, Terastalização, Z-Moves e Dynamax/Gigantamax. 

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Boost Mode do Switch 2 melhora muito jogos antigos, mas cobra seu preço

26 de Março de 2026, 13:45

O canal Digital Foundry divulgou na última quarta-feira (25) a análise técnica do Boost Mode do Nintendo Switch 2. De acordo com os especialistas, o salto de desempenho é expressivo e revigora a experiência nos títulos retrocompatíveis.

Além dos jogos rodarem em resolução maior — como Mario Kart 8 Deluxe, que estava em 720p e, com o recurso, é mostrado em 1080p —, eles também estão com mais taxa de quadros. Resident Evil 5, por exemplo, de 27 FPS agora atinge 51 FPS

A análise do DF mostra que, mesmo no formato portátil, o Nintendo Switch 2 alcança cerca de o dobro da performance do seu antecessor no “modo dock”. Além disso, foram mostrados testes em Fast Fusion e Persona 5 Royal, que trazem resultados parecidos.

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Um dos títulos que surpreendeu foi DOOM Eternal, que não mostrava apenas visuais aprimorados, mas recebeu upgrade também em iluminação, sombras e textura. Confira o vídeo completo para ver todos os testes em ação:

Melhorias no Switch 2 a um alto custo

O Boost Mode do Switch 2 foi lançado na semana passada e chegou ao público através de uma atualização de firmware. Com ele, games do primeiro console híbrido rodam no portátil como se estivessem em “dock” — o que permite resoluções e desempenho aprimorados na plataforma como portátil.

Um dos grandes desafios que o público enfrenta é no tempo de uso da bateria, que é reduzido ainda mais para dar conta deste salto de performance. Ele possui um tempo de duração menor que o Switch, o que compromete quem gosta de sessões mais longas de gameplay.

Apesar disso, este modo só pode ser acionado, de forma opcional, em títulos da geração anterior. Ou seja, se você jogar as experiências próprias do novo videogame — como Mario Kart World, Donkey Kong Bananza e Pokémon Pokopia — não precisará se preocupar com um consumo maior.  

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Por essa você não esperava: Jogos do Switch 2 ficarão mais baratos no Brasil

25 de Março de 2026, 16:03

A Nintendo anunciou nesta quarta-feira (25) que o preço sugerido dos jogos digitais de Switch 2 sofrerá uma redução, tanto no Brasil quanto em todo o planeta. A partir de Yoshi and the Mysterious Book, que chega em maio, os novos valores já serão praticados na eShop.

No caso da aventura, que antes custava R$ 439,90, agora será vendida por R$ 329,90. Na ponta do lápis, é uma redução de R$ 110 e uma economia de 25% na versão vendida na loja oficial da Big N. Não há detalhes ainda sobre os reajustes nas mídias físicas.

“Essa mudança simplesmente reflete os diferentes custos associados à produção e distribuição de cada formato e oferece aos jogadores mais opções de como comprar e jogar os jogos da Nintendo”, revelou a companhia em seu pronunciamento oficial.

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A Nintendo revela que isso será visto sob o que eles podem ajustar por conta própria. Entretanto, no comércio no geral, isso talvez seja aplicado de outras formas:

“Como sempre, nossos parceiros do varejo definem seus próprios preços para jogos físicos e digitais, e os preços de cada título podem variar”.

Imagem de Yoshi and the Mysterious Book
A redução de preços valerá a partir do lançamento de Yoshi and the Mysterious Book (Imagem: Divulgação/Nintendo)

No Brasil, a Solutions 2 Go organiza oficialmente a distribuição de mídias físicas para as lojas. Já no formato digital, além da eShop, os títulos também estão disponíveis em plataformas como a Nuuvem. 

Um novo horizonte para o Nintendo Switch 2

No lançamento do novo console híbrido, muitas críticas circularam sobre o preço dos games. Enquanto fabricantes e produtoras vendiam seus principais títulos AAA entre R$ 349 e R$ 399, a Nintendo elevou os padrões no Switch 2, cobrando entre R$ 439,90 e R$ 499 por jogo.

A movimentação é grata e pode representar uma nova fase da companhia. Contudo, é importante não se exaltar tanto assim: com a crise dos chips de memória, é esperado um aumento significativo no valor dos videogames durante o ano de 2026. Ou seja, a festa não deve durar muito.

Recentemente a Big N anunciou também que vai reduzir a produção do Switch 2, que pode ser motivado por uma demanda abaixo do esperado ou o aumento dos custos, alinhado ao que vemos com o expressivo acréscimo nos componentes equipados no videogame. 

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Horizon Chase será removido das lojas; veja como garantir o seu antes do fim

25 de Março de 2026, 15:40

A Epic Games anunciou na última terça-feira (24) que o jogo Horizon Chase (iOS e Android) e a versão Turbo — disponível no PC e em todos os consoles atuais — serão removidos das lojas digitais no dia 1º de junho de 2026.

O título de corrida foi desenvolvido pela brasileira Aquiris Game Studio e se inspirou no clássico Top Gear de Super Nintendo. Ele possui uma sequência, que segue sem alterações nos computadores, smartphones da Apple e videogames.

De acordo com a produtora, todos que já possuem o jogo no formato digital poderão fazer o download dele quantas vezes quiserem a partir da retirada. O movimento impedirá apenas novas aquisições a partir do prazo limite.

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A dúvida sobre a opção de baixar novamente surgiu após o comunicado inicial da companhia, que deixou esse detalhe ambíguo. Apesar de apontar que a versão original “não estaria mais disponível para download”, eles reforçaram que quem comprou vai manter o acesso normalmente.

The original version of Horizon Chase and Horizon Chase Turbo will no longer be available to download, starting on June 1st. The race continues in Horizon Chase 2, which is available on iOS, PC through the Epic Games Store and consoles.https://t.co/5uYo5x7aHs

— Horizon Chase 2 is OUT on PlayStation and Xbox 🏁 (@HorizonChase) March 24, 2026

Confusão na Epic Games 

O encerramento das vendas foi anunciado pouco depois da demissão em massa movida pela Epic Games, que eliminou 1.000 vagas de emprego ocupadas dentro da produtora e de seus estúdios.

Eles afirmam que precisaram tomar este caminho pela queda no número de jogadores em Fortnite. Isso impactará diretamente em experiências como Rocket Racing, Ballistic e Festival Battle Stage, que serão descontinuadas.

A saída de Horizon Chase Turbo do catálogo pode refletir os recentes cortes de custos da companhia. Inclusive, há chances da Aquiris ter sofrido com demissões em conjunto — no entanto, nada foi divulgado oficialmente pelos responsáveis.

O estúdio foi comprado pela Epic Games em 2023 e, em parceria com a sua nova dona, lançou Horizon Chase Turbo 2. No entanto, apesar de manter o mesmo estilo de seu antecessor, não alcançou a mesma popularidade.

Tanto o game original quanto a expansão, que faz homenagem a Ayrton Senna, não estarão mais disponíveis a partir de junho. Seu preço varia de R$ 49,99 — no Steam — a R$ 73,90, em alguns dos consoles de mesa. 

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Soulslike de 2023 será o destaque da PS Plus de abril

25 de Março de 2026, 14:20

Um novo vazamento da PlayStation Plus foi divulgado nesta quarta-feira (25) e aponta que Lords of the Fallen será o principal jogo oferecido aos assinantes em abril, apesar de os demais não terem sido revelados.

De acordo com o insider billbil-kun, que possui uma taxa de acertos altíssima sobre as informações internas da Sony, o público poderá jogá-lo a partir do dia 7 de abril de 2026.

Lords of the Fallen será liberado dentro dos planos PS Plus Essential, Extra e Deluxe. Não foi revelado se o Brasil receberá o mesmo título ou se veremos alterações — o que é raro, mas acontece.

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A lista completa de games disponibilizados na assinatura do PlayStation 4 e PS5 deve ser divulgada pela companhia oficialmente na próxima semana, um pouco antes da chegada dos títulos.

🚨 EXCLUSIVE 🚨

Now a bit earlier,
We reveal the headliner title for April's PS Plus Monthly Games

🔸 Available for all PS Plus tiers (Essential, Extra & Premium/Deluxe)

⌛️ Apr 7th - May 5th, 2026 10AM UTC +2https://t.co/iRAYVbrNe8

— billbil-kun (@billbil_kun) March 25, 2026

O reboot de Lords of the Fallen

Lançado em 2023, o “novo” Lords of the Fallen é uma segunda tentativa da CI Games de emplacar o seu soulslike que chegou para o público no ano de 2014. 

Um verdadeiro reboot da saga, ele traz um mapa muito maior e mecânicas inéditas — criadas para uma nova geração de consoles. Porém, ele não joga o anterior fora: a sua trama se passa 1.000 anos após os eventos do original.

Para trazer um frescor de aventura inédita aos fãs, a desenvolvedora evitou o uso do número '2' no título. Porém, essa maldição vai acabar em breve, já que a sequência oficial está prevista para chegar em 2026.  

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Capcom não quer IA fazendo seus jogos, mas vai usar tecnologia no estúdio

24 de Março de 2026, 11:55

A Capcom revelou, durante uma reunião com investidores nesta segunda-feira (23), que é a favor do uso da inteligência artificial durante o desenvolvimento dos jogos

Apesar de enxergarem essa tecnologia como benéfica, eles impõem limites para que não seja o fio condutor que vai guiar os seus títulos e franquias aclamadas no futuro.

“Nossa companhia não implementará materiais gerados por IA em conteúdo de jogo. Porém, planejamos utilizá-la ativamente para aprimorar a eficiência e produtividade em todo o processo do desenvolvimento. No momento, exploramos caminhos para usá-la em várias áreas como gráficos, som e programação”, aponta a Capcom.

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Em 2025, a produtora já revelou que trabalhava em conjunto com a Google Cloud para utilizar a tecnologia no sistema criativo. Agora, eles apontam que vão explorar a inteligência artificial em outros núcleos para reduzir o tempo de produção — que se torna cada vez mais longo nesta indústria.

Imagem da Capcom
A produtora usará a inteligência artificial, mas com limites (Imagem: Divulgação/Capcom)

Polêmicas e inteligência artificial

Há uma grande resistência do público em aceitar o uso de IA nos games, com diversas polêmicas vistas apenas nos últimos meses. O estúdio Sandfall Interactive, responsável por Clair Obscur: Expedition 33, perdeu um prêmio por ter usado o recurso em determinada etapa do seu desenvolvimento.

A Pearl Abyss, que trouxe recentemente Crimson Desert, pediu desculpas publicamente por ter usado a ferramenta e mantido seus elementos na versão que chegou ao público. Eles apontam que a comunicação das companhias com os fãs sobre o assunto deve ser mais aberta daqui em diante. 

We would like to address questions regarding the use of AI in Crimson Desert.

During development, some 2D visual props were created as part of early-stage iteration using experimental AI generative tools. These assets helped us rapidly explore tone and atmosphere in the earlier…

— Crimson Desert (@CrimsonDesert_) March 22, 2026

A mais barulhenta, porém, envolve o DLSS 5 da NVIDIA. A nova ferramenta de upscaling promete revitalizar os jogos com um novo filtro criado por inteligência artificial e abriu um debate que preocupou uma grande parcela do público nas redes sociais.

Entre as discussões, foi revelado que a técnica poderá “atropelar” a visão artística de um estúdio sobre determinados títulos — o que pode levar alguns deles para o “Vale da Estranheza”, no apelo de trazer um ultra realismo a todo custo. 

A posição da Capcom

No entanto, vale notar que a Capcom teve o mesmo tipo de abordagem já vista em casos como o da Take-Two Interactive. O CEO da companhia, Strauss Zelnick, já revelou que “analisava instâncias nas quais as ferramentas de IA generativa reduziam os custos e aumentavam a eficiência”. 

Ambas têm um posicionamento claro de não usá-la para a criação de conteúdo em jogos. O temor do público é que a produtora cometa o mesmo erro visto pela Pearl Abyss e Sandfall Interactive — de incluir assets feitos por inteligência artificial e “se esquecerem” de trocá-los na versão final.

Se a situação gera debates em franquias como Crimson Desert e a novata Clair Obscur, imagine a polêmica que causaria se fosse vista em nomes de peso como Resident Evil, Mega Man, Street Fighter, Devil May Cry e Monster Hunter? Todavia, nada indica que esse será o caminho que tomarão. 

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Review My Hero Academia: All's Justice | Promete tudo, mas entrega pouco

21 de Março de 2026, 20:00

Para celebrar o arco final do anime homônimo, My Hero Academia: All’s Justice foi lançado como o jogo definitivo dos super-heróis japoneses. E, comparado aos títulos anteriores, este é, de fato, a experiência que mais oferece conteúdo aos fãs.

O título de luta 3D, também conhecido como “arena fighter”, tem como objetivo acompanhar os últimos passos de Deku, Dynamight, Shoto e dos demais alunos da sala 1-A da U.A. High School contra a ameaça da União dos Vilões — com All for One, Tomura Shigaraki e Dabi na linha de frente. 

Ainda que esteja em clima de encerramento, várias novidades são implementadas neste capítulo: um ambiente de mapa aberto, missões extras, desafios e um alto nível de personalização. No entanto, isso é o suficiente para se autoproclamar “Plus Ultra”? Na verdade, não.

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Prós

  • Como jogo de luta, é extremamente sólido
  • Sistema de combos é bem executado
  • Gráficos cel-shading e onomatopeias são o encaixe perfeito

Contras

  • As limitações fazem o jogo nunca atingir seu potencial
  • Encerra a presença de My Hero Academia nos games com gosto amargo

O jogo que promete tudo

A batalha final entre Shigaraki e Deku ganha forma dentro do jogo como um “grande espetáculo”. Com um elenco diverso, mapa aberto para exploração e diversos recursos, o título brilha aos olhos à primeira vista. 

Imagem de My Hero Academia: All's Justice
A batalha final preenche todo o último arco de My Hero Academia (Imagem: Captura de Tela/Diego Corumba)

Maior e melhor que os anteriores, da linha One’s Justice, ele quer fechar a linha com chave de ouro. E, por muitas vezes, você sentirá que é exatamente o que precisava — a “obra-prima” dessa narrativa que conquistou o mundo.

As lutas impressionam, para começar. My Hero Academia: All’s Justice tem um equilíbrio sólido como arena fighter e entrega uma qualidade de gameplay similar ao visto em outras adaptações — como os títulos de Demon Slayer e Naruto. 

Cada embate permite selecionar até 3 personagens, que podem executar combos que se interconectam e deixam as batalhas mais explosivas. Além disso, com todos do elenco em seu “poder máximo”, o quesito visual vira um show à parte.

Somado ao apelo visual, temos os gráficos em cel-shading que se adequam perfeitamente ao desenho animado e que não abusam do hardware. Isso abre espaço para elementos insanos na tela e sem queda de performance, o que, misturado às onomatopeias, traz uma fidelização ao clima das HQs.

“Em diversos momentos, você sente que está vendo o anime e não dentro de um jogo baseado nos episódios finais da obra” - Diego Corumba

A chegada do mapa aberto a My Hero Academia: All’s Justice também chama a atenção, com áreas exploráveis e que estão repletas de referências, missões e crimes para os jovens encararem. Uma homenagem digna ao mundo do anime, que merecia uma experiência do gênero.

Entre os momentos marcantes estão as individualidades de cada herói. É possível se pendurar pelos prédios, como o Homem-Aranha, com o Black Whip de Deku; assim como pular mais alto e longe com a Uravity. Quer velocidade? Tem o Ingenium, que chega em qualquer lugar em um instante.

Imagem de My Hero Academia: All's Justice
Explore a cidade, mas não reserve muito tempo para isso (Imagem: Captura de Tela/Diego Corumba)

Neste aspecto, a Bandai Namco traz ao título o pacote completo de diversão e entretenimento baseado no anime homônimo e seu universo. Com um modo versus e uma história que se divide em várias batalhas emblemáticas, é um prato cheio para qualquer fã.

My Hero Academia: All’s Justice não entrega muito

Porém, não adianta estar com o prato cheio e o alimento não ter substância, certo? Se a direção do game carrega grandes ideias e que abrilhantam o título, a sua execução torna a experiência extremamente frustrante. 

O modo história começa na batalha final entre os heróis e vilões, o que ocupa aproximadamente 20 episódios de toda a trama. Ou seja, é muito curto e você zera ele em uma tarde tranquilamente. 

“Qualquer jogo de luta é rápido assim” e é uma afirmação correta. No entanto, com uma narrativa tão rica, se segurar em apenas alguns poucos capítulos decepcionou. E por falar em tristeza, o vilão Spinner aparece apenas como um chefão NPC e não é possível selecioná-lo nas demais modalidades.

O mapa aberto de My Hero Academia: All’s Justice também vai te deixar para baixo, eventualmente. Ele é minúsculo e funciona mais como um “hub interativo” do que uma área explorável. As missões que ele oferece, ainda por cima, te levam para uma sequência de diálogos e batalhas “vazias”. 

Imagem de My Hero Academia: All's Justice
O mapa aberto é apenas um hub interativo entre as opções (Imagem: Captura de Tela/Diego Corumba)

O sentimento que fica é que o jogo te oferece muito e entrega pouquíssimo. Todas as novidades são boas e o próprio game de luta funciona extremamente bem. No entanto, o que realmente faz o público ir atrás dele é escanteado com opções limitadas e um incentivo baixíssimo.

A única coisa que realmente motiva a continuar a explorar todos seus modos e funções é desbloquear os itens personalizáveis e reunir toda a sala 1-A no mapa aberto — para ver como seus poderes ajudam a explorar o lugar. De resto, não dá para se dizer que a aventura compensa o valor e seu tempo.

Um desfecho que poderia ser melhor

No fim da história, My Hero Academia: All’s Justice faz bem mais que os jogos anteriores, mas os pontos nos quais se destaca são meros “aperitivos” que nunca convencem de seu verdadeiro potencial. 

Em termos comparativos, Naruto Shippuden Ultimate Ninja Storm 4 fez muito mais pelo público em 2016 do que MHA faz pelos fãs hoje — 10 anos depois. Os fãs de verdade vão se decepcionar e os jogadores comuns não têm nada que os atraía para a experiência, o que é triste.

“Exceto pelas lutas agradáveis, de resto não muito se salva para segurar as pontas de My Hero Academia: All’s Justice” - Diego Corumba

Com um fim “amargo”, ele mostra que a obra merecia uma homenagem melhor para o seu encerramento. Eles não celebram sequer o histórico da saga com seus estágios, são apenas 9 disponíveis e nem todos trazem cenários baseados nos conflitos finais.

My Hero Academia: All's Justice
Imagem do review de My Hero Academia: All's Justice (Captura de Tela/Diego Corumba)
My Hero Academia: All's Justice
Imagem do review de My Hero Academia: All's Justice (Captura de Tela/Diego Corumba)
My Hero Academia: All's Justice
Imagem do review de My Hero Academia: All's Justice (Captura de Tela/Diego Corumba)
My Hero Academia: All's Justice
Imagem do review de My Hero Academia: All's Justice (Captura de Tela/Diego Corumba)
My Hero Academia: All's Justice
Imagem do review de My Hero Academia: All's Justice (Captura de Tela/Diego Corumba)
My Hero Academia: All's Justice
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My Hero Academia: All's Justice
Imagem do review de My Hero Academia: All's Justice (Captura de Tela/Diego Corumba)
My Hero Academia: All's Justice
Imagem do review de My Hero Academia: All's Justice (Captura de Tela/Diego Corumba)
My Hero Academia: All's Justice
Imagem do review de My Hero Academia: All's Justice (Captura de Tela/Diego Corumba)
My Hero Academia: All's Justice
Imagem do review de My Hero Academia: All's Justice (Captura de Tela/Diego Corumba)
My Hero Academia: All's Justice
Imagem do review de My Hero Academia: All's Justice (Captura de Tela/Diego Corumba)
My Hero Academia: All's Justice
Imagem do review de My Hero Academia: All's Justice (Captura de Tela/Diego Corumba)

Recomendo adquirir apenas se você for muito fã da saga, mas espere por uma promoção para ter My Hero Academia: All’s Justice. Por entre R$ 250 e R$ 350, ele pode te frustrar bastante e causar uma impressão ruim se está com as emoções à flor da pele por causa do fim do anime e do mangá.  

Leia a matéria no Canaltech.

De Concord a Highguard: como a "TikTokficação" transformou a indústria de jogos

21 de Março de 2026, 14:00

A febre pela produção de jogos como serviço tornou a indústria cada vez mais refém de situações de risco. Concord, da Sony, foi um dos maiores flops de 2024 e provocou até o fechamento do estúdio. Em 2026, foi a vez de Highguard amargar o repentino fim, em poucas semanas de disponibilidade.

O que vemos é um verdadeiro efeito de “TikTokficação” do gênero. Na rede social, se um vídeo não viraliza nas primeiras 24 horas, ele é completamente descartado pelo algoritmo. O mesmo acontece com os títulos que vivem de popularidade: ou nasce como sucesso ou está fadado ao fracasso. 

Na verdade, games como Highguard e Concord passaram pelo mesmo processo: ambos tiveram um orçamento milionário e tinham metas de engajamento surreais logo para a primeira semana. Qualquer coisa que fugisse dessa métrica é descartada pelos investidores, sem redenção. 

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Apesar dos exemplos, não foram os únicos a sofrer desse mal. O mesmo foi visto em diversos outros como Foamstars, Rocket Arena, MultiVersus, Esquadrão Suicida: Mate a Liga da Justiça e centenas de jogos como serviço que tinham tudo para dar certo, mas erraram feio, erraram rude.

Imagem de Esquadrão Suicida
Jogos como Esquadrão Suicida: Mate a Liga da Justiça sobreviveram por pouquíssimo tempo (Imagem: Divulgação/Warner Bros. Games)

Há casos até que o título mal chega a ser lançado e já é descartado pelos estúdios, quando não o próprio time de desenvolvimento vai para o olho da rua. HYENAS, por exemplo, foi jogado fora antes mesmo de ver a luz do dia. Já o game multiplayer de God of War foi responsável pelo fim da Bluepoint.

Para jogar uma luz no caso, o Canaltech mostra como esse efeito de “TikTokficação” dos títulos do gênero tem causado mal para a indústria de jogos, tanto para as companhias envolvidas quanto para o público.

Saturação do "live service" e a bolha estourada 

Na década passada, existiam experiências multijogadores, mas nenhuma que saltasse aos olhos de forma significativa. O primeiro que virou uma “febre coletiva” foi Overwatch, da Blizzard, que em 2016 fez todos voltarem seus olhos para o gênero hero shooter e os lucros que poderia trazer.

Imagem de Overwatch
Overwatch começou uma corrida que até hoje, 10 anos depois, continua (Imagem: Divulgação/Activision Blizzard)

Já o battle royale PUBG Battlegrounds veio logo em seguida, no ano de 2017, e permaneceu por anos como recordista de maior número de jogadores simultâneos no PC, quantidade total de usuários, franquia mais vendida de todas e muitos outros. Era um fenômeno colossal, para dizer o mínimo.

Dali em diante, os estúdios passaram a perseguir esse sucesso. Alguns conseguiram, como é o caso da Epic Games com Fortnite e até de Genshin Impact, produzido pela sul-coreana HoyoVerse e que continua em alta até os dias atuais. 

Diante de toda essa montanha de dinheiro que eles arrecadavam, todos os desenvolvedores e acionistas queriam ter a galinha dos ovos de ouro mais perto de si. Companhias como Sony e Tencent foram as que mais injetaram dinheiro nisso e algumas contrariaram sua própria estratégia principal, em busca da “grana infinita”.

O jornalista e youtuber Pedro Henrique Lutti Lippe, conhecido pelos canais “tvPH” e “O X do Controle”, contou ao Canaltech que enxerga como essas decisões hoje visam apenas lucros exorbitantes:

“Basicamente, eles só investem em coisas que têm potencial de crescer violentamente, em um piscar de olhos. Há possibilidade de fundarem um estúdio e o jogo que gostariam de fazer ser single player, ou até um multiplayer, mas um pouco mais ‘contido’. Mas, do jeito que o mercado financeiro está agora, você só consegue bater na porta da Tencent e falar ‘me dá dinheiro para eu desenvolver o meu jogo aqui’ se você oferecer para esses caras a promessa de dinheiro infinito”.

Em termos comparativos, ele aponta para o êxito recente que a Capcom atingiu no mercado com Resident Evil Requiem e em como os parâmetros são diferentes para cada categoria:

Resident Evil Requiem vendeu 5 milhões de unidades em 5 dias, que é uma quantidade absurda. É o caso mais extremo de sucesso de jogo single player, AAA, nos anos recentes. Você não consegue esses números com um jogo do gênero normalmente. E aí você contrasta isso com Helldivers 2, que é um jogo que apareceu ali no consciente coletivo ‘do nada’ e vendeu 20 milhões de unidades em coisa de um mês. É isso que esses investidores querem”.

Imagem de Resident Evil Requiem
Resident Evil Requiem é um sucesso, mas ele segue uma métrica diferente da que os investidores buscam (Imagem: Divulgação/Capcom)

Inclusive, o jornalista afirma que isso faz dos estúdios “reféns” desse poder que os detentores do capital têm sobre a indústria gaming. Para ele, no fim, quem decide é quem injeta dinheiro nos projetos que estão em desenvolvimento.

“Eles não querem o maior sucesso da história recente dos jogos single player, isso não é o suficiente. No fim das contas, são eles que decidem que tipo de jogo será feito. Não é o desenvolvedor, o executivo do estúdio, que escolhe qual projeto vai adiante. É o cara que está pagando as contas, o investidor desse mercado financeiro”, explicou.

Imagem de Helldivers 2
Helldivers 2 foi um sucesso instantâneo e chegou também aos PCs e Xbox (Imagem: Divulgação/Sony)

Pedro acredita que esse caminho dos acionistas acabará de forma similar à vista em outras ondas do mercado de jogos: como um “movimento passageiro” que chegou, criou raízes e um dia chegará ao fim.

“Li em sites especializados em jogos de cripto sobre o fim dos títulos que usam blockchain. Os investidores viram que não dava todo o dinheiro que achavam. Acho que visualizaremos algo similar: quem está financiando esses jogos enxergará que não tem não tem mais essa utopia de lucro que pensavam existir em jogos como serviço. Em vez de investirem em outros tipos de games, que poderiam ser mais seguros, eles não investiriam mais em jogos. Não querem 10% de crescimento ao ano, ter estabilidade. Desejam crescimento de 120% ao ano. Eles querem um jogo maior do que Fortnite”, conclui o jornalista.

Você conhece aquele paradoxo sobre o que aconteceria se a “espada absoluta” encontrasse o “escudo inquebrável”? Vamos adaptá-lo para a questão: o que ocorre quando um estúdio que busca rios de dinheiro eterno encontra o jogador com tempo finito? Não dá um resultado bom, logicamente.

O problema é que as pessoas já consumiram centenas de horas e gastaram demais em jogos estabelecidos. Quem está em Fortnite ou Genshin Impact dificilmente os largará para trocar por outro jogo como serviço “genérico”. Ainda que promissor, se não provar em instantes que merece a atenção dos fãs, ele já está fadado ao fracasso completo.

O CEO da Go Gamers, Carlos Silva — responsável pela Pesquisa Game Brasil (PGB) e diversos outros projetos —-, aponta que muitos jogadores sequer dão chance para esses games terem seu espaço:

“As pessoas não estão propensas a largar o tempo dedicado que tiveram naqueles outros jogos. Inclusive, quando a gente olha para os dados da própria PGB, vemos que esse consumo de jogos como serviço, de grandes franquias, é muito expressivo. Elas estão abertas até a experimentar outros jogos, mas não é a maioria, sabe? Esse é um ponto importante. Quando olhamos esse território competitivo, a qualidade do conteúdo se torna fundamental”.

Já Pedro Henrique Lutti Lippe enxerga outro grande problema, que está em dois aspectos: o tempo prolongado de desenvolvimento e os estúdios seguirem as tendências sem levarem isso em consideração:

“Os flops de amanhã estão sendo desenvolvidos há 3 anos e ainda tem uns 2 pela frente. Na indústria, precisa de 5 a 7 anos para desenvolver um jogo. Se você seguir uma tendência, quando lançar o seu jogo, a tendência já está lá atrás, sendo vista pelo retrovisor”.

Imagem de Concord
Concord tentou, em 2024, surfar na onda dos hero shooters que era forte entre 2016 e 2019 (Imagem: Divulgação/Sony)

O ciclo de repetição de gêneros e conceitos pode ser um dos principais responsáveis pelo fim de muitos jogos como serviço. Pela falta de inovações, eles podem acabar em uma pilha similar aos que tiveram o mesmo fim.

“Ou você tenta criar uma tendência nova, antecipar as coisas, ou você vai estar sempre atrasado. E é mais acentuado ainda na indústria dos videogames. Em Hollywood, por exemplo, se você está seguindo um padrão, você consegue produzir um filme em um ano, dois anos no máximo. Na indústria dos jogos não dá para fazer isso, né?”, questiona Pedro.

Além disso, muitos jogadores não têm energia para recomeçar do zero, com games que ainda precisam vencer problemas que os demais já enfrentaram e triunfaram. É como um casamento: apesar de haver casos específicos, é senso comum que não se joga fora o que construiu por anos para viver uma “nova aventura”. 

Hype artificial vs. Qualidade real 

Alguns títulos nascem sem hype e constroem sua comunidade com o passar do tempo. Outros recebem tanta que basicamente são afogados por ela. A campanha de marketing pode levantar uma experiência, ao mesmo tempo que pode derrubá-la por completo.

Vamos usar como exemplo Highguard. Exposto em destaque no The Game Awards 2025, como o esperado último anúncio da “maior noite dos jogos”, ele levantou diversas questões. No entanto, ainda assim muitos afirmaram que ele traria algo espetacular — como Geoff Keighley, que apostou alto em seu sucesso.

Imagem de Highguard
Highguard não prometia muito, mas o marketing sim (Imagem: Divulgação/Wildlight Entertainment)

Lançado no fim de janeiro de 2026, mais de 100 mil jogadores simultâneos deram uma chance ao título por puro FOMO (medo de ficar de fora) e houve um grande alarde por toda a indústria. Todos os olhos estavam voltados para ele, para o bem e para o mal. E é no centro das atenções que o jogo encontrou a sua queda.

A máscara caiu de forma veloz e furiosa. Enquanto influenciadores e mídia elogiaram a empreitada, os jogadores encontraram servidores instáveis, artes sem inspiração e problemas de desempenho. A própria ideia conversava bem com equipes “conectadas”, mas entrar “solo” em outros grupos representava um abismo na diversão. 

O apresentador do canal de YouTube “tvPH” aponta que, ainda assim, havia elementos que salvassem a experiência. Para ele, afirmar que o jogo não tinha uma “alma” soa injusto com todo o material apresentado pelo time de desenvolvimento.

“Sinceramente, acho pesado dizer que Highguard não tem alma. Ele é um daqueles jogos que, quem vê as artes conceituais vazadas dos personagens, os que planejaram adicionar ao jogo, tem bastante coisa legal”, diz Pedro. 

Para ele, o maior problema do projeto foi tentar ser agradável para todos — algo que não é possível atingir, como um ideal quase “utópico”.

“Acho que o erro deles foi pensar ‘temos que agradar o mundo inteiro. Esse jogo aqui tem de vender para todo mundo’. Isso pode ter pesado no estilo gráfico que seguiram, que se tornou mais genérico por ser ‘mais seguro’. Que poderia irritar menos a galera. Isso vale também para jogos single player. O medo de desagradar faz com que o título tenha a mesma cara que todos os outros. Talvez seja falta de coragem. Uma questão mais estratégica, por assim dizer”, revela o jornalista. 

Aqui, existiam dois pesos e medidas: um marketing excelente para um gameplay mediano. Highguard não é uma falha completa, mas ser elevado a patamares altos demais o colocou em evidência, um lugar perigoso para se estar, principalmente quando se vê tantos jogos como serviço nascerem e morrerem abruptamente. 

Somada à quebra de expectativa com os problemas de gameplay, o título não durou sequer duas semanas. Nada que não fosse “extraordinário” traria um resultado diferente. Ou seja, os games dessa categoria já nascem fadados a serem moídos como carne pelo público se não tiverem algo incrível na manga. 

No entanto, Pedro Henrique aponta que nem todos possuem o fatídico final. Ainda há espaço para alguns brilharem, em condições distintas.

“Não podemos olhar para Marvel Rivals, para ARC Raiders e fingir que nada aconteceu. São jogos como serviço que deram certo. Inclusive, ARC Raiders teve, durante o período pré-lançamento, a mesma campanha de ódio online vista em Highguard. Era um estúdio que a galera esperou uma coisa, mas eles entregaram outra. A galera talvez nem se lembre, mas o ARC Raiders começou mais similar a um battle royale. No meio do desenvolvimento eles mudaram para um shooter de extração”, aponta o jornalista.

Ele acredita que existe uma diferença gritante entre os anúncios e a experiência de jogo, que isso é o fator determinante para manter as experiências vivas no mercado de forma saudável.

“Tinha um bafafá bem negativo em torno de ARC Raiders, mas no momento que as pessoas começaram a jogar, gostaram. Virou uma surpresa boa. Mesma coisa ocorreu com Marvel Rivals. Lembro que, quando anunciou Marvel Rivals, cobri ao vivo no meu canal. Me lembro da galera falar: "Pô, quem quer jogar isso aí, cara? Vamos ver um Overwatch de meia tigela aí". Aí sai o Marvel Rivals, todo mundo gostou e virou um sucesso”, afirma.

Imagem de ARC Raiders
ARC Raiders e Marvel Rivals provam que jogos como serviço ainda podem coexistir (Imagem: Divulgação/Embark Studios)

O relógio biológico dos jogos como serviço

Carlos Silva acredita que o “tempo” pode ser a principal questão para os jogos como serviço, que precisam de um pouco mais de paciência e teste de outros formatos para seguirem adiante.

“As franquias populares no mercado se moldaram com o feedback das comunidades ao longo de meses, de anos. Não foi uma coisa que ‘ó, lancei um produto, no próximo mês acabou porque não estava bom’. Se fosse assim, talvez nem tivéssemos Call of Duty, Battlefield ou jogos similares. Então, o que a gente percebe é que esse movimento, ele precisa ser repensado, na minha percepção”, detalha o executivo. 

Imagem de Call of Duty
O tempo que deu importância para franquias como Call of Duty (Imagem: Divulgação/Activision)

Carlos revela que toda experiência precisa passar por um determinado “teste de fogo” para obter retenção e, apenas assim, ser avaliada com propriedade dentro de sua categoria.

“O gênero de FPS não está em crise. De fato, ele talvez tenha chegado em um teto onde a gente já viu várias coisas. E o que que falta para inovar? O que falta para gerar mais retenção desse público quando eu tenho um título novo? Ele tem personagens interessantes, jogabilidade ou está faltando alguma coisa? O Highguard mesmo, ele tinha várias características, uma soma de várias coisas. E toda expectativa construída depois do final do ano com ele, ainda assim ele não conseguiu”, revela.

Para compreender exatamente o que “mata” jogos como serviço, ele acredita que todo o mercado precisaria refletir e analisar friamente todas estas questões para assim determinar melhorias no processo.

“Apenas através de um estudo que seria possível entender se é uma questão de necessidade de resultado ou de conteúdo mesmo que estamos falando. As duas coisas têm que andar em conjunto, sabemos disso hoje. Mas, na minha percepção, o tempo necessário para que esses projetos gerem resultado e coletem feedback é importante. E acho que a gente não está dando esse tempo necessário para esses produtos”, completa Carlos.

Morte do "Arco de Redenção" 

Enquanto muitos não tiveram sequer a oportunidade de mudar seu próprio destino, outros conquistaram a redenção através de ações de seus estúdios e produtoras. Como não se lembrar de No Man’s Sky, que teve um lançamento desastroso em 2015 e deu a volta por cima com o passar dos anos.

Imagem de No Man's Sky
Jogos como No Man's Sky foram lançados como fracassos, mas o tempo os redimiu (Imagem: Divulgação/Hello Games)

Eles conseguiram resolver os principais problemas do título, cumpriram a sua promessa com louvor e criaram uma verdadeira base de fãs que os acompanhará nos próximos projetos. Essa mesma estratégia foi vista em Cyberpunk 2077 e Tom Clancy’s Rainbow Six Siege, que também nasceram problemáticos, conseguiram se recuperar e representam um grande sucesso.

O que rendeu um patamar alto para eles foi justamente ter tempo e respiro financeiro para “arrumarem a casa”. Lançaram de forma errada, mas toda a equipe se voltava a consertar os erros, aparar as arestas e tornar a experiência mais agradável. No fim, fizeram história e conquistaram o mundo.

Porém, isso ocorreu até meados de 2020. Nesta nova “Era da TikTokficação”, a paciência corporativa já não existe mais. Se não for um triunfo absoluto em 24 horas, o jogo morre. Se não der lucros expressivos no primeiro semestre, o jogo morre. Se algo saiu errado, adivinha? 

O CEO da Go Gamers aponta que este é um problema que a indústria precisa repensar, para voltar aos eixos dentro das suas próprias estruturas.

“Essas empresas têm de entender que precisa dar um tempo necessário para o produto performado, no sentido de experiência mesmo. Ou talvez testar em outros modelos, como acesso antecipado, beta, alfa, enfim, é possível trabalhar alguns outros formatos para melhorar isso”, diz Carlos. 

Na sua visão, estes jogos como serviço lançarem e serem servidos como “produto final” pode ser justamente o erro comum que todos do mercado cometem atualmente.

“Vejo que esses produtos são desenvolvidos e lançados como ponta final. E o que é isso? Ele já tem de ser produto para para dar o resultado. Talvez a estratégia seja repensar um pouco, para esses produtos que estamos com o desafio de gerar resultado. O ideal seria entregar primeiro no modelo beta, trazer como teste, talvez trabalhar com outro modelo de negócios, para que, aí sim, a partir disso, seja lançado o produto final”, revela o executivo. 

Imagem de Fortnite
Fortnite foi lançado no passado após uma intensa bateria de testes e ajustes (Imagem: Divulgação/Epic Games)

Carlos aponta que as companhias que tentaram adotar essa estratégia já colheram sucessos, algo que não foi replicado por muitos estúdios nos últimos anos.

“Aquele título, Deadlock, está em beta até hoje. Ele tenta um formato diferente. Quem lembra de como Fortnite começou? Ele permaneceu em estágio beta durante muito tempo. Mesmo quando o produto já estava muito consolidado, redondo, funcionando bem e dando um baita resultado, ele estava com beta. É importante a gente pensar em outros modelos para que esses produtos não sejam penalizados. Eles podem, de uma forma, ter resultado, mas precisam de tempo”, diz o CEO. 

Máquina de moer talentos 

E não são apenas os estúdios, produtoras e jogadores que perdem com toda essa situação. Por trás de toda esta montagem, na base da pirâmide, estão os trabalhadores. Devs, equipe de localização, animadores e outros profissionais que investiram anos de sua vida aos projetos que nascem e são jogados no lixo.

Quando um jogo como serviço é cancelado, não é apenas o servidor que será desligado e vida que segue. São dezenas ou até centenas de membros da equipe que são demitidos, literalmente jogados para fora sem a menor chance de consertar o que deu errado. Além disso, muitas das decisões que provocaram isso nem foram causadas pelos próprios devs. 

Imagem de Highguard
Os desenvolvedores de Highguard, por exemplo, já foram demitidos do estúdio (Imagem: Divulgação/Wildlight Entertainment)

Na visão do youtuber, ainda que o fim dos jogos como serviço traga pontos positivos, a movimentação não agradará a todos os envolvidos na indústria gaming.

“Mesmo que o fim dessa vertente soe como se fosse uma coisa boa, não é. Esse processo todo, mesmo que aconteça da melhor maneira que imaginamos, será muito dramático. Se cai o número de investimentos, eles vão ter que demitir gente. Se há jogos de porte menor e eles têm muitos funcionários, muitos serão cortados. Porque não precisa de 200, 400 pessoas para fazer um jogo AA. Não é um caminho que vai ser pavimentado apenas com sorrisos”, aponta Pedro Henrique.

E vira uma verdadeira avalanche tenebrosa, um ciclo sombrio. Desenvolvedores são pressionados a resultados imediatos, passam por ambiente de crunch, têm toda a sua criatividade esgotada para, no fim, se tornarem reféns de planilha de acionistas e pararem na rua. Não são tratados como “artistas”, mas sim como números. Se não agrada, tchau.

E ainda que muitos encontrem um caminho para produzir novos sucessos, muitos podem simplesmente trocar de área e simplesmente sumir deste mercado para sempre.

“Falamos de coisas, às vezes, de 1.000 pessoas demitidas de uma vez só dessas grandes produtoras. Tem muita gente que abre o projeto novo, como estúdios cujo primeiro projeto envolve ex-funcionários da Blizzard, de ex-devs da Ubisoft, como foi o caso de Clair Obscur: Expedition 33. Mas tem muitos que só saem da indústria mesmo. É uma encruzilhada na qual muito desenvolvedor, de forma individual, acaba pensando. Alguns têm força de vontade, mas tem quem veja que não é para todo mundo também”, afirma o jornalista.

Qual é a solução? 

Os jogos como serviço podem nunca sumir, mas muitos estúdios e grandes produtoras poderão voltar seus olhos novamente para os projetos mais focados no mercado single player. 

Imagem de Overwatch 2
Não se preocupe, com ou sem flop, a Blizzard ainda pode trabalhar em Overwatch 3 (Imagem: Divulgação/Blizzard Entertainment)

Pedro Henrique acredita que o mercado ainda se ajustará melhor para atender todos os gostos possíveis. No entanto, o ritmo pode ser bem menor em um breve futuro.

“Não acho que jogos como serviço vão deixar de existir. Sempre vai ter alguém tentando fazer alguma coisa, nessa escala ou formato. Porém, a partir do momento que o investimento sai, o dinheiro fica mais curto, precisarão de times menores para jogos que vão ser menores. E este tipo de game ‘menor’ não tem lógica”, aponta o apresentador do “tvPH”.

Ele acredita que companhias como a dona do PlayStation, Microsoft e outras sequer pensarão em seguir por este caminho — já que não compensará o valor e esforços investidos em projetos do gênero mais contidos.

“Não consigo pensar o que que seria um jogo que a Sony desenvolveria no nível de um Fall Guys, na época que ele lançou. Não dá para enxergar isso. Acho que, naturalmente, acaba voltando para o formato que é a natureza se curando, de certa forma. Talvez seja uma visão meio otimista, mas, nos anos 1990 e 2000, quando não existia essa coisa do mercado financeiro ali fungando no cangote da indústria dos games, esse era o tipo de jogo que essas empresas costumavam produzir”, conclui Pedro Henrique.

O CEO da Go Gamers complementa e aponta que eles podem seguir vários caminhos, mas é necessário que exista prioridades para cada estúdio e produtora. Para ele, não é possível atirar para todos os lados e acertar seus alvos.

“Se é especializado em fazer single player, em jogos de narrativa de história, ótimo, foca nisso. Essa que será a ‘ponta de lança’. Isso não quer dizer que precisa abandonar outros modelos de trabalho, um jogo como serviço, por exemplo. Pode trabalhar isso. Só que isso não pode ser o principal”, aponta Carlos Silva.

No ponto de vista do executivo, a questão é exatamente a importância que estes games “live service” receberam recentemente. Para ele, é necessário que cada companhia assuma uma posição mais específica no mercado.

“O que está acontecendo é que as empresas mudaram as suas prioridades, atacam aquilo que talvez enxerguem um resultado imediato, mas talvez não seja só isso. Porém, é importante voltar aos bastidores avaliar aquilo que, de fato, vai conseguir gerar um resultado que eu estou me propondo a produzir como conteúdo e, consequentemente, em negócios. A Capcom, por exemplo, acho que é um grande exemplo do mercado hoje. Ela não mudou as suas diretrizes como modelo de negócio. Ela pode um dia experimentar jogos como serviço? Pode, mas ela está muito bem estabelecida no que constrói”, aponta o CEO da Go Gamers. 

No fim, a indústria talvez aprenda uma lição antiga: nem todo ouro do mundo compra o tempo e a paciência de um jogador, que só quer uma boa experiência com jogos — seja ele como serviço, single player ou outros modelos. 

Leia a matéria no Canaltech.

5 melhores emuladores para jogar GameCube no celular

21 de Março de 2026, 09:30

Jogos clássicos do GameCube ainda podem estar presos no passado, mas isso pode ser ajustado com o uso de bons emuladores para celular, que trazem os melhores games para a palma de suas mãos.

Através deles, é possível revisitar games como Pokémon Colosseum, Super Mario Sunshine, Super Smash Bros. Melee e outros sucessos sem qualquer impedimento. Torna-se a melhor opção dos “dois mundos”, ao menos é a mais econômica em vez de comprar o console e os títulos de colecionadores.

No entanto, vale lembrar que o GameCube é um videogame um pouco mais “avançado” e exigirá que seu celular tenha desempenho acima da média — assim como videogames como o PS2, o primeiro Xbox e outros dessa geração. Em outras palavras, os meuladores de GameCube não funcionarão tão bem caso o seu telefone seja básico ou de entrada.

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5. DolphiniOS

O DolphiniOS é um port do emulador Dolphin para os dispositivos da Apple, que permite jogar os principais títulos da plataforma com um alto desempenho.

Essa versão pode ser baixada tanto nos iPhones modernos quanto nos iPad, o que permitirá entrar de cabeça em algumas das aventuras mais icônicas da Nintendo no seu celular.

O grande problema dela é que ela é uma aplicação Just-in-Time (JIT), algo que a Apple não permite nativamente dentro de sua App Store.

Ou seja, ela é feita para rodar no seu dispositivo através do sideloading, mas exige métodos de instalação alternativos como o AltStore

Imagem do emulador Dolphin
O DolphiniOS é apenas um port do clássico emulador para os sistemas iOS (Imagem: Reprodução/Emulador Dolphin)

4. Dolphin MMJR

Enquanto a versão iOS é um port, temos no Dolphin MMJR uma verdadeira modificação que permite rodar os jogos do GameCube em celulares intermediários.

Em outras palavras, com este software não é necessário que tenha um dispositivo de ponta, que costumam apresentar valores mais elevados e pesam no bolso.

No entanto, isso não ocorre sem sacrifícios. A versão MMJR perde uma parcela de sua precisão da emulação para entregar aos jogadores um pouco mais de quadros por segundo.

Por não ser oficial, é importante notar que existem diversas variantes disponíveis como o MMJR2 e Ishiiruka, que podem trazer peculiaridades para cada dispositivo.

Imagem do GameCube
O Dolphin MMJR leva o melhor do GameCube aos celulares intermediários (Imagem: Divulgação/Nintendo)

3. Lemuroid

Feito para aqueles que não querem perder tempo nas configurações, o Lemuroid é a opção ideal para quem pensa apenas em baixar, clicar e jogar qualquer título disponível do GameCube.

Ele tem como base o RetroArch, mas possui uma interface muito mais limpa e moderna — que conversa melhor com os jogadores atuais, que vêm das mais diversas plataformas.

Munido com diversas facilidades, ele permite que seus games sejam identificados automaticamente nos arquivos e pode também configurar os controles sem fio de forma inteligente.

É possível jogar os jogos de GameCube via Lemuroid ao baixar o conteúdo para Android na GitHub ou dentro da própria Google Play Store.

Imagem do Lemuroid
O Lemuroid usa a base do RetroArch, mas com interface moderna (Imagem: Divulgação/Filippo Scognamiglio)

2. RetroArch

Um dos mais queridos emuladores da atualidade, o RetroArch também permite rodar os jogos da plataforma da Big N em seus smartphones — através do núcleo de Dolphin.

Deste modo, é possível se divertir com diversas funções presentes na plataforma, como as conquistas via RetroAchievements, filtros de tela avançados e uma interface unificada com outros hardwares.

Ele é um dos únicos que permitirá ter, no mesmo app, GameCube, PlayStation 2, Game Boy e diversos outros prontos para o uso — o que transforma seu celular em uma verdadeira “central de emulação”.

O grande desafio do RetroArch é a exigência de noção para mexer nas configurações adequadamente para se divertir sem entraves. Ele pode ser baixado para Android e iOS pelo site oficial ou pelas lojas Google Play Store e App Store

Imagem do RetroArch
O RetroArch transforma seu celular em uma verdadeira central de emulação (Imagem: Divulgação/Libretro)

1. Dolphin

Assim como a sua contraparte nos PCs, a versão original do Dolphin para celulares é a melhor para jogar os títulos de GameCube — com ampla compatibilidade e uma tonelada de recursos.

Como ele é o software principal, não um port ou modificação, costuma receber atualizações constantes com correção de bugs e otimização de desempenho. 

Além disso, se você tiver um smartphone de ponta, como a CPU Snapdragon Série 8, é possível rodar quase toda sua biblioteca com upscale para resolução 4K.

Disponível apenas para Android, você pode obter o emulador através da Google Play Store ou do seu site oficial.

Imagem do emulador Dolphin
Dolphin é o rei absoluto nos consoles e no celular (Imagem: Reprodução/Emulador Dolphin)

Emuladores do GameCube para celular

Apesar de poder jogar seus títulos nos smartphones, a Big N permite que os assinantes do Nintendo Switch Online + Pacote de Expansão tenham os principais games da plataforma disponíveis no Nintendo Switch 2 — de forma oficial.

A plataforma é muito bem vista, mas um dos grandes problemas é a ausência de experiências de peso no seu catálogo. No momento em que este texto é escrito, apenas 10 estão disponíveis para o público.

Para não cair no campo da pirataria, que é um crime no Brasil, muitos deles exigem que o usuário tenha a BIOS, o sistema operacional do GameCube. Entre os principais emuladores para os celulares, você pode encontrar:

  1. Dolphin
  2. RetroArch
  3. Lemuroid
  4. Dolphin MMJR
  5. DolphiniOS

Leia a matéria no Canaltech.

Trailer de Homem-Aranha: Um Novo Dia supera recorde de GTA 6

20 de Março de 2026, 21:00

A Sony Pictures declarou nesta quinta-feira (19) que o trailer de Homem-Aranha: Um Novo Dia foi a “maior prévia de toda a história” ao bater o recorde de visualizações, antes detido por GTA 6

A companhia aponta que, segundo as métricas de dados do WaveMetrix, o vídeo do Amigão da Vizinhança atingiu 718,6 milhões de espectadores em apenas 24 horas. Em comparação, a segunda apresentação de Grand Theft Auto VI gerou apenas 455 milhões, quando foi divulgada em maio de 2025.

Para ter um grau comparativo, é uma diferença próxima aos 250 milhões — um número bem alto, diga-se de passagem. O teaser de Homem-Aranha: Um Novo Dia alcançou uma popularidade quase 58% maior, que mostra a sua grande força dentro do mercado de entretenimento. 

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GTA 6 é aguardado desde 2013, quando seu antecessor foi lançado. Foram 13 anos de espera; em contrapartida, o herói aracnídeo, que teve seu último longa em 2021, mantém-se como figura onipresente em animações e games.

A prévia de Homem-Aranha: Um Novo Dia foi divulgada na quarta-feira (18) e se destacou por apresentar participações especiais com Jon Bernthal no papel de Justiceiro e Mark Ruffalo como Bruce Banner e, teoricamente, Hulk. 

O vídeo também mostra algumas ameaças que o super-herói vai encarar na nova produção do Universo Cinematográfico Marvel (MCU). Entre elas, vemos o Escorpião, Lápide, o clã de ninjas do Tentáculo, Bumerangue e uma figura misteriosa que parece controlar as mentes das pessoas. 

As teias do Homem-Aranha no MCU

É importante mencionar que há uma grande expectativa para que Homem-Aranha: Um Novo Dia prepare o terreno para o próximo grande evento do MCU, Vingadores: Doutor Destino — que chega em dezembro aos cinemas. 

Tanto que os rumores batem forte na presença da atriz Sadie Sink, com especulações de que ela viverá o papel de Jean Grey na aventura e vai introduzir em definitivo os X-Men no universo compartilhado.

Com estreia agendada para o dia 30 de julho de 2026, a produção do Amigão da Vizinhança já mostra que veio para abalar as estruturas. Será que a Rockstar aceitará o desafio e divulgará um novo trailer para alimentar a competição? Tudo indica que este momento está próximo.

Leia a matéria no Canaltech.

Sea of Thieves e mais jogos grátis para você curtir no fim de semana

20 de Março de 2026, 17:23

A Microsoft divulgou quais são os jogos grátis disponíveis neste fim de semana no Xbox, com destaque para Sea of Thieves, seu MMO náutico que tem uma popularidade altíssima.

Desenvolvido pela lendária Rare (Banjo-Kazooie e Perfect Dark Zero), a experiência te leva para a vida de pirata. Com seu navio, você deve reunir um bando e fazer exatamente o que se espera da classe: guerrear, pilhar e encarar as ameaças que se escondem no fundo do oceano.

Já disponível para todos — não precisa ser assinante do Xbox Game Pass —, Sea of Thieves permanecerá gratuito até a próxima terça-feira (24). A experiência pode ser explorada por completo, assim como o crossplay com as demais plataformas.

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Além do título, também podem ser jogados de graça títulos como Trailmakers e Firefighting Simulator: Ignite. Os assinantes do Game Pass têm de forma adicional Hell Let Loose e Totally Reliable Delivery Service. Todos eles podem ser jogados até domingo (22) sem precisar gastar R$ 1 sequer, então é bom correr.

Imagem de Sea of Thieves
Sea of Thieves não é só sol e água fresca, sobreviver aos 7 mares exige habilidade (Imagem: Reprodução/Xbox)

No entanto, se você tem outros consoles de mesa ou até um PC, há outros jogos grátis neste fim de semana. Ou seja, a diversão será possível independentemente de sua plataforma. 

O Canaltech fez uma lista com mais 5 jogos grátis que merecem a sua atenção no fim de semana e que vão trazer aventuras sem precedentes nos próximos dias.

5. Rebel Galaxy

Um dos jogos grátis disponíveis na Amazon Luna, Rebel Galaxy (2015) permite explorar o espaço sideral enquanto batalha, negocia e busca recursos para sobreviver. No papel de um capitão de uma nave pirata, seu objetivo é claro: tirar o máximo de proveito de tudo que a galáxia tem a oferecer.

Aclamado pela mídia especializada e pelo público, vale notar que você não precisa de um computador potente para rodá-lo — qualquer um adquirido nos últimos dez anos já permite conhecer as maravilhas que as estrelas têm a oferecer. Ele está liberado apenas para PCs.

4. EA Sports Madden NFL 26

O futebol americano nunca sai de moda e EA Sports Madden NFL 26 (2025) brilha neste quesito, dentro do mundo dos games. Já acessível pela PS Plus Extra e Deluxe, ele traz a temporada atual do esporte, com os jogadores, equipes e estádios atualizados para seguir a tendência da linha.

Um dos principais destaques é a inteligência artificial da experiência, que se utiliza de machine learning para trazer um grau de desafio maior. Ou seja, se tentar uma mesma tática duas vezes, as chances de funcionar são ainda menores. Por fim, é importante ter em mente que os assinantes terão o jogo grátis disponível apenas para o PlayStation 5

3. Blasphemous 2

Conhecido também como a “versão metroidvania de Dark Souls”, Blasphemous 2 (2023) é um dos títulos mais desafiadores que encontrará neste fim de semana. Se busca dificuldade, mecânicas engenhosas e combates estratégicos ao extremo, encontrou a sua pepita de ouro.

Repleto de labirintos, inimigos aterrorizantes e quebra-cabeças, o mais recente jogo grátis disponibilizado na PS Plus Extra e Deluxe vai te manter preso em seu universo. Neste caso, está liberada tanto a versão para o PlayStation 4 quanto para o PS5, então aproveite!

2. Pokémon XD: Gale of Darkness

Direto do passado, Pokémon XD: Gale of Darkness (2005) foi lançado originalmente no GameCube e agora aterrissa na assinatura do Nintendo Switch Online + Pacote de Expansão. Como o emulador é compatível apenas com o Switch 2, não é possível acessá-lo no seu antecessor.

Neste RPG, seu objetivo é enfrentar uma organização criminosa que usa os famosos monstrinhos de bolso para cometer crimes. No entanto, as suas criaturas têm uma peculiaridade: estão em status “sombrio”, uma condição que precisará estudar e reverter para libertá-los. Ao lado de Eevee, seu trabalho será de salvar o mundo. Estão prontos?

1. Persona 5 Royal

Um dos maiores JRPGs de toda uma década, Persona 5 Royal (2019) é a versão aprimorada de um dos jogos mais aclamados de Atlus e da SEGA. Além das adições na história e inimigos que encontrará, agora os heróis podem se mover nos mapas com o apoio de um gancho — que permite alcançar locais antes inacessíveis no original.

Na trama, você encontrará um grupo de estudantes que vê o mundo distorcido e cheio de problemas. No papel dos Phantom Thieves, você vai roubar o coração dos vilões para reverter as maldades que rondam o nosso cotidiano. O jogo grátis está disponível para PS4 e PS5, através da PlayStation Plus Extra e Deluxe. 

Muita diversão no fim de semana

Apesar dos destaques, há muito o que jogar e ver nos próximos dias. Apenas para mencionar alguns exemplos, a Epic Games Store traz Electrician Simulator e o Pacote Tachibana para o título World of Warships

Na PS Plus também será possível encontrar experiências como Warhammer 40.000: Space Marine e The Lord of the Rings: Return to Moria. Ou seja, diversão é o que não vai faltar com os jogos grátis neste fim de semana. 

Para os jogos disponibilizados nos computadores, é importante sempre verificar as especificações de cada um na sua página oficial das lojas digitais. Isso vai determinar se a sua máquina roda ou não certos games. 

Leia a matéria no Canaltech.

6 HQs que podem inspirar Homem-Aranha: Um Novo Dia

20 de Março de 2026, 17:00

Com o primeiro trailer de Homem-Aranha: Um Novo Dia, também começaram as especulações de quais HQs a produção adaptará nos cinemas. No entanto, assim como os demais longas, este deve misturar elementos de algumas tramas específicas para contar a história. 

A prévia de A Brand New Day mostra diversos elementos clássicos, com vilões que se tornaram grandes ameaças e aliados que podem impulsionar a trama. Contudo, será que todos seguirão ao pé da letra os eventos dos quadrinhos ou montarão um roteiro inédito para o Peter Parker de Tom Holland?

Nós do Canaltech reunimos as principais HQs pelas quais a Sony Pictures pode seguir para Homem-Aranha: Um Novo Dia e como a teia as conecta com algumas cenas do próximo filme do Amigão da Vizinhança. Confira:

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6. Vingadores: A Queda

No grande crossover de Vingadores: A Queda (2004), vemos o mundo da Marvel em completo caos após a Feiticeira Escarlate descobrir o envolvimento dos Heróis Mais Poderosos da Terra na “morte” de seus filhos. 

Com o time dissolvido e grande parte deles mortos, cabe aos demais heróis defenderem o dia com a ausência da equipe suprema. Isso te lembra algo no Universo Cinematográfico Marvel (MCU)? Pois é.

A parte que importa na trama é o encontro do Homem-Aranha com a vilã Rainha, uma mulher capaz de controlar insetos e aracnídeos. Ela o transforma em um “Aranha-Homem”, um ser monstruoso que assombrou Nova York.

Enquanto os demais super-heróis pensavam que ele estava morto, ele ressurgiu em sua forma humana novamente depois com novos poderes — o que inclui as teias orgânicas. Deste modo, ele passou a proteger a cidade sem a necessidade dos cartuchos — como veremos em “Um Novo Dia”.

Imagem de Vingadores: A Queda
Vingadores: A Queda traça alguns paralelos com o MCU atual (Imagem: Reprodução/Marvel Comics)

5. O Espetacular Homem-Aranha: Anual

Na clássica HQ O Espetacular Homem-Aranha: Anual #1 (1964), vemos em um dos apêndices da história principal um capítulo extra no qual Peter Parker se questiona se os poderes que possui são mutantes ou não.

Com uma progressão em suas habilidades, o Homem-Aranha vai parar na Mansão X para perguntar a Charles Xavier se ele é um dos membros da espécie ou se ele pertence a outro grupo.

O Professor X nega que Peter Parker seja um mutante e afirma que seus poderes vêm de uma alteração genética provocada por fatores externos — no caso, a aranha radioativa.

De que forma isso se encaixa em Homem-Aranha: Um Novo Dia? Caso não descubra respostas sobre as teias orgânicas e a progressão de suas habilidades, ele só tem um caminho a seguir: se perguntar se é um mutante e introduzir os ricos personagens deste núcleo ao MCU em definitivo.

Imagem do Homem-Aranha
Das HQs clássicas às mais recentes, a relação do Homem-Aranha com os X-Men sempre foi próxima (Imagem: Reprodução/Marvel Comics)

4. Reinado do Demônio

Com implicações diretas em Demolidor: Renascido (2025) e outras produções com foco nos super-heróis urbanos, Reinado do Demônio (2022) é uma saga que já está em adaptação no MCU e alguns efeitos devem ecoar diretamente no novo filme do Homem-Aranha.

Assim como na série d’O Homem sem Medo, a HQ mostra Wilson Fisk como prefeito de Nova York. Como uma de suas ordens, ele proíbe o “vigilantismo” e atua firmemente contra qualquer herói mascarado. 

Como o Amigão da Vizinhança faz parte deste núcleo, é possível que ecos do seu desfecho – que deve ocorrer na segunda temporada de Demolidor: Renascido – sejam vistos dentro do longa-metragem.

Vale notar que uma das cenas divulgadas pela Sony na prévia mostra Peter Parker com a chave da cidade nas mãos. Por outro lado, o prefeito não é visto em lugar algum. Provavelmente a cruzada de Fisk será mencionada e terá impactos no que será visto dentro da trama. 

Imagem de Reinado do Demônio
Os impactos de Reinado do Demônio no MCU serão sentidos em Homem-Aranha: Um Novo Dia (Imagem: Divulgação/Marvel Comics)

3. O Espetacular Homem-Aranha

As HQs clássicas do Homem-Aranha sempre serviram como inspiração para os filmes, mas neste caso falamos de O Espetacular Homem-Aranha #19 (1964), que marcou a primeira aparição do Escorpião.

Nela, o dono do Clarim Diário, J.J. Jameson, contratou um criminoso para descobrir a identidade do super-herói. No entanto, por saber que o aracnídeo seria um adversário “complicado” de ser vencido, ele financiou o traje para MacDonald Gargan caçar o Amigão da Vizinhança “de igual para igual”.

Como sabemos, no MCU temos a presença de J.K. Simmons como o editor de um dos jornais mais polêmicos das histórias em quadrinhos. E ele atuou firmemente para incriminar Peter Parker durante os eventos do filme anterior — que levou a culpa pela “morte” do Mysterio.

Será que veremos o anti-Aranha se recordar que o alter ego do super-herói se tornou público em algum momento e correr atrás disso? Pode ser, inclusive, o começo de um bom relacionamento com o próprio Peter — que precisa de um emprego digno, diga-se de passagem.

Imagem de O Espetacular Homem-Aranha
Nos anos 1960, o Escorpião era uma ameaça enorme para o Homem-Aranha (Imagem: Reprodução/Marvel Comics)

2. Homem-Aranha: De Volta ao Lar

Não, caros leitores, vocês não leram errado. O arco da HQ Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2001) mostra Peter Parker em seu primeiro encontro com Ezekiel Sims — uma espécie de “mentor” para seus poderes e habilidades.

A figura explica para o herói o que são os “totens”, revela a ameaça Morlun (que deu início ao Aranhaverso nos quadrinhos, vale pontuar) e traz uma nova perspectiva para a sua vida. Para o misterioso personagem, o Homem-Aranha não nasceu por sorte, mas sim por destino.

O ator Keith David aparece no vídeo, fez parte da narração da prévia e ainda explicou como são os 3 ciclos de uma aranha. Supostamente, não há um personagem com tamanho conhecimento e tom “sombrio” quanto Ezekiel, o que já permite criar algumas teorias.

Se levar em consideração que o MCU está em clima de multiverso, que veremos o Homem-Aranha em Vingadores: Doutor Destino e em Vingadores: Guerras Secretas — ao lado, possivelmente, dos aranhas de Tobey Maguire e Andrew Garfield — a presença da figura pode mostrar um caminho diferente para a versão de Tom Holland. 

Imagem de Homem-Aranha: De Volta ao Lar
Ezekiel ensinou a Peter Parker a importância de ser o Homem-Aranha (Imagem: Reprodução/Marvel Comics)

1. Homem-Aranha: Um Novo Dia

A HQ que dá nome ao filme, Homem-Aranha: Um Novo Dia (2008) é uma das maiores inspirações da Sony para a produção do seu próximo longa-metragem. 

Sua trama ocorre justamente após os eventos de “Um Dia a Mais”, que deu fim ao relacionamento de Peter Parker e Mary Jane Watson e fez todos esquecerem a identidade secreta do super-herói — justamente o que vimos acontecer também no MCU, em Homem-Aranha: Sem Volta para Casa (2021). 

Um dos principais destaques do roteiro é a premissa de voltar o Amigão da Vizinhança ao “básico”, com foco nas batalhas contra os vilões simples e desafios do cotidiano de Nova York. 

No trailer do longa-metragem, podemos ver o Homem-Aranha lutar contra vários inimigos como o Lápide, Escorpião e o Tentáculo. Ele também cruza prédios e encontra casualmente com o Justiceiro em cenas que mostram que a ideia é justamente essa: voltar às patrulhas comuns e sem megalomania.

Imagem de Homem-Aranha: Um Novo Dia
"Um Novo Dia" é uma fase das HQs que volta às origens (Imagem: Reprodução/Marvel Comics)

Teorias sobre Homem-Aranha: Um Novo Dia

Vale lembrar que a sinopse oferecida pela Sony Pictures mantém o ar de curiosidade sobre Homem-Aranha: Um Novo Dia, o que impede de saber mais do que o Amigão da Vizinhança vai encarar e como.

No entanto, através das HQs podemos ter uma noção do caminho que o herói vai percorrer no MCU. Se puder recomendar, leia estas edições mencionadas para compreender melhor a profundidade que o aracnídeo receberá neste e nos próximos longas-metragens:

  1. Homem-Aranha: Um Novo Dia
  2. Homem-Aranha: De Volta ao Lar
  3. O Espetacular Homem-Aranha
  4. Reinado do Demônio
  5. O Espetacular Homem-Aranha: Anual
  6. Vingadores: A Queda

Leia a matéria no Canaltech.

Quanto você economiza trazendo um Switch 2 do Paraguai? Nós fizemos as contas

20 de Março de 2026, 15:00

A nova galinha dos ovos de ouro da Nintendo, o Switch 2 é um dos consoles híbridos mais completos do mercado. Portabilidade, presença de grandes jogos AAA e diversão são elementos garantidos que marcaram o dispositivo em menos de 1 ano de seu lançamento.

No entanto, o grande desafio é o seu valor. Em solo nacional, ele segue com o preço sugerido de R$ 4.499 para a versão base e R$ 4.999 o bundle com Mario Kart World. Mesmo com promoções constantes, ainda é alto para tirar do próprio bolso.

Com isso em mente, será que vale a pena comprar o Nintendo Switch 2 fora do Brasil? Com o Paraguai em evidência para trazer diversos eletrônicos, nós do Canaltech fizemos as contas e te contamos se vale a economia ou se a manobra na verdade é uma armadilha. Confira:

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Preço Brasil x Paraguai: cuidado com os “pormenores”

Os preços vistos no Paraguai podem encantar à primeira vista, mas as “vitrines virtuais” são apenas uma ilusão que pode te levar a um golpe completo à sua carteira. Independentemente dos números que veja, a precificação em nossos “hermanos” não funciona da forma como você vê.

Imagem do Nintendo Switch 2
Não se deixe enganar pela "promessa" do Switch 2 do Paraguai (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Há uma série de elementos invisíveis que devem ser levados em conta e que fazem diferença para o consumidor. O primeiro é a cota, o limite de valor em produtos que você poderá atravessar a Tríplice Fronteira. Existem regras distintas para viagens de carro, avião, navio e outros meios de transporte.

Se você viajar pessoalmente para comprar o Switch 2, esse fator pode ser decisivo no momento da compra. Para quem segue por vias expressas (a pé, carros, motos, ônibus etc.), o limite é de US$ 500 — R$ 2.628,53 na conversão direta.

Já para aqueles que optam pela viagem aérea ou marítima, a régua é mais alta: o máximo estipulado para trazer produtos do Paraguai ao Brasil é de US$ 1.000 — R$ 5.257,07, em conversão direta. 

Imagem de notas de reais
O quanto você vai pagar dependerá da cota, IOF e forma de pagamento (Imagem: Pixabay/Joel Santana)

Quem ultrapassa esses montantes têm de pagar imposto de 50% sobre o valor excedente. Em outras palavras, se foi a pé comprar coisas e somou US$ 600, os US$ 100 adicionais vão te custar mais US$ 50. Se considerar que o dólar está acima dos R$ 5, isso pode pesar bastante no bolso. 

O cartão de crédito é outro aspecto importante. Mesmo que o Paraguai esteja literalmente ao lado do Brasil, qualquer compra no país é considerada como internacional — o que é o suficiente para ser aplicado o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) no seu boleto.

O que será cobrado é uma porcentagem de 3,5% sobre o montante pago. Se tomarmos os US$ 600 como exemplo, além dos US$ 50 extras da cota, você terá de desembolsar até US$ 21. 

E se fosse “só” isso estava tudo bem. Contudo, passa longe de ser. Se a compra é feita no cartão de crédito, os lojistas pedem uma quantia maior para cobrir “o custo da maquininha”. E esse valor a mais varia entre 5% e 10% do preço do produto, a depender de cada varejista.

Caso pague em reais ou dólares, as lojas do Paraguai aceitam, mas também convertem com uma cobrança extra pelo câmbio. A fuga seria você mesmo fazer a troca para a moeda local — o guarani (PYG). No entanto, isso envolve uma porcentagem de 1,10%, então vai gastar mais de qualquer modo.

Quanto custa um Switch 2 no Paraguai?

Em lojas confiáveis, como é o caso da Atacado Connect, um Nintendo Switch 2 é vendido por R$ 3.061,22 no Paraguai. Em conversão direta para o dólar, isso representaria US$ 583,97. Direto em dólar, você paga um pouco mais barato: US$ 569.

Imagem do Switch 2
Veja o Switch 2 apenas em lojas confiáveis (Imagem: Divulgação/Nintendo)

De supetão, é perceptível que o valor já excede a cota da fronteira com o Brasil. Apenas com essa ideia em mente, você já sabe que sairia do país vizinho com mais US$ 41,98 em sua conta — ou R$ 220,06, na conversão. 

De forma extra, vamos levar em consideração a forma de pagamento. Se comprou o Switch 2 com cartão de crédito, cada loja aplica uma taxa que pode chegar a até 10% do montante do produto-base. Ou seja, se o valor dele original é de R$ 3.061,22, isto pode representar uma cobrança que vai de R$ 153,01 a até R$ 306,12. 

Vamos supor a pior hipótese possível, a que você pagará no máximo R$ 3.367,34. Com o IOF cobrado na sua fatura do cartão, este preço pode alcançar até R$ 117,85 a mais do que você imaginou que pagaria. 

Na somatória do cartão de crédito, temos até R$ 3.367,34 apenas do produto na loja com a “taxa” cobrada por eles. Com os R$ 220,06 da cota e R$ 117,85 do IOF, comprar um Switch 2 no Paraguai custa R$ 3.705,28. Sem parcelamento ou facilidades, esse seria o valor “cru” máximo neste formato.

No dinheiro, vamos voltar um pouco na contagem. Pagar em reais subirá o preço dos R$ 3.061,22 para uma quantia desconhecida — já que cada loja tem sua própria taxa de câmbio. Porém, os R$ 220,06 da cota continuariam presentes. Se considerarmos um “mínimo” de 5%, comprar o Switch 2 no Paraguai pagando em dinheiro custará R$ 3.434,29, no mínimo. Espere mais. 

Caso converta o dinheiro para o guarani, se quer ter o equivalente aos R$ 3.061,22 no orçamento terá de tirar do bolso mais 1,10% — que significaria o montante de R$ 3.094,89. Somado à cota, você pagaria R$ 3.314,95 por um Switch 2 comprado no Paraguai pagando em guarani. Esta é a estimativa mais “baixa” de todos, dentro da contagem completa.

Imagem do Switch 2
Haja moedas do Mario para comprar o Switch 2 no exterior (Imagem: Canaltech)

Vale refletir que toda a soma não abrange os valores da viagem de ida e volta. Se for de carro, gastará com a gasolina e a distância de cada um deve ser colocada na ponta do lápis para medir o custo disso. 

De ônibus, a situação se complica um pouco mais: a ida e volta estão em até R$ 900 e exige tempo, já que é muito longa. De avião, gastará mais de R$ 3.000 para chegar lá e retornar ao Brasil. 

Quando compensa comprar um Switch 2 no Paraguai?

Cada história é um caso diferente, mas algumas situações específicas podem compensar a compra do Nintendo Switch 2 no Paraguai e não no Brasil. Se já mora próximo à fronteira ou realizaria uma viagem ao país, na conversão para o guarani, a sua compra pode valer a pena sim.

Imagem do Switch 2
O valor da compra do Nintendo Switch 2 pode não ser para todos (Imagem: Divulgação/Nintendo)

Porém, se vai pagar em reais, cartão de crédito ou vai lá só para isso, é mais vantajoso ficar de olho nas lojas nacionais. Desde o lançamento, o menor preço registrado para o Switch 2 por aqui país foi R$ 3.511,14 — que supera de longe alguns valores calculados para comprar no Paraguai. 

No cartão de crédito são R$ 3.705,28. Notas de reais em espécie, R$ 3.434,29 no mínimo. Tudo isso mais o dinheiro da passagem, aquela parada para comer um lanche e outros gastos que toda viagem apresenta. No conforto da sua casa, as chances de ter vantagem são maiores.

Além disso, o Nintendo Switch 2 é vendido oficialmente no Brasil. Além do console comum, você pode encontrar bundles, acessórios e games com facilidade. Não vale a pena buscar tudo isso “lá fora” com a comodidade que temos hoje em dia e com alta chance de ser bem mais em conta. 

Garantia e assistência técnica

Por lei, todos os videogames vendidos no país de forma oficial possuem serial e numeração de modelo voltados para o nosso mercado. Adquirir um console importado — que está no Paraguai, mas pode ter vindo de qualquer outro país — complica questões como a garantia e assistência técnica.

No Brasil, por exemplo, é aceita garantia mediante apresentação de nota fiscal. Caso venha de outro país, se tiver ainda um documento comprobatório, nada te assegura de que ele terá validade também em nosso território.

Imagem do Joy-Con 2
Muita coisa pode dar errado com uma compra duvidosa de Switch 2 (Imagem: Reprodução/Nintendo)

Vamos supor que os astros se alinharam e você comprou um Switch 2 no território vizinho com economia — mesmo que não tão extensa, diga-se de passagem. A dor de cabeça que terá com o suporte e assistência técnica compensará para ti?

Não é com o intuito de te desmotivar, já que o console pode durar para “sempre” e nunca apresentar falhas. Porém, se acontecer, quem vai te dar o apoio? Além disso, no caso do Switch 2 em específico, são muitas coisas que podem dar errado: tela, hardware, cada um dos Joy-Con 2 e acessórios. 

Cuidados antes de comprar o Switch 2

Há diversos outros detalhes que precisa prestar atenção antes de comprar o seu console híbrido. Seguir para uma loja confiável é apenas um destes fatores, que deve ser levado à risca para evitar a alta possibilidade de ter problemas no futuro.

Por tudo que é mais sagrado, não entre na primeira varejista que aparecer e saia com a caixa embaixo do braço. Leia as opiniões online, procedência e as condições de cada dispositivo: tela, embalagem “diferente”, se está com todos os acessórios e se os vendedores te explicam seu uso corretamente.

Checar as avarias e condições são importantes, mas também note se o Switch 2 é o modelo original ou uma versão “refurbished” (construída de outros que deram problemas em outros componentes). Eles funcionam perfeitamente e são mais baratos, mas a garantia, por exemplo, tem um prazo menor. 

É primordial obter o comprovante de compra, seja a nota fiscal ou documento oficial que determinado país considera válido. Pois, se tiver qualquer defeito ou problema, é ele que vai ser o responsável por te tirar do sufoco.

Imagem do Switch 2
Seja na compra do console ou dos jogos, sempre exija comprovante oficial da aquisição (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Esteja com informações sobre como funciona a política de troca e, na melhor das hipóteses, tenha um montante guardado para voltar ao Paraguai se algo sair dos eixos. Como lá não tem um PROCON, como no Brasil, não espere por remessas à distância ou comodidade para resolver os problemas.

Porém, a melhor alternativa continua a ser acompanhar plataformas como o CT Ofertas, onde pode ver a flutuação e comparar os preços para ter as melhores oportunidades e condições no Brasil. Aguarde por uma boa promoção para ter o seu Switch 2 em segurança, sem dor de cabeça.

Leia a matéria no Canaltech.

Crystal Dynamics passa por nova demissão em massa, mas garante Tomb Raider

20 de Março de 2026, 12:05

A Crystal Dynamics, estúdio responsável por franquias como Tomb Raider e Legacy of Kain, anunciou na última quinta-feira (19) uma nova rodada de demissão em massa. É a quarta vez que ela toma este caminho durante o período de um ano.

Desta vez, foram 20 desenvolvedores desligados. Em março de 2025, já havia sido removido 17 membros da equipe. Em agosto, mais pessoas relataram o corte — que não teve números divulgados. Por fim, 30 devs deixaram a empresa em novembro de 2025.

Mesmo com aproximadamente 70 pessoas demitidas em 12 meses, a Crystal Dynamics não aponta crise e garante: os jogos Tomb Raider Legacy of Atlantis e Tomb Raider Catalyst continuam a todo vapor e não foram impactados pela ação. 

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Na página da companhia no LinkedIn, eles emitiram um comunicado que reforça que seus projetos não sofreram com a demissão em massa.

“Hoje, a Crystal Dynamics reduz seu quadro de funcionários em 20 membros talentosos de nosso time, divididos entre a equipe de desenvolvedores e alguns que atuavam na central operacional. Hoje é um dia difícil para o estúdio e nunca tomamos essas decisões levemente, particularmente depois de uma reestruturação como a que passamos no ano passado”, declarou.

Imagem de Tomb Raider
Além de Tomb Raider, o estúdio também toma conta da franquia Legacy of Kain (Imagem: Divulgação/Crystal Dynamics)

“Conforme nossos projetos atuais seguem para novas fases de desenvolvimento, continuamente analisamos a estrutura do nosso time para garantir o alinhamento com os objetivos a longo prazo do estúdio. Enquanto sempre buscamos mover nosso pessoal para novas posições sempre que possível, infelizmente chegamos a um ponto no qual as despedidas eram necessárias”, revelou a Crystal Dynamics.

Crystal Dynamics em ameaça?

Ainda que a companhia reforce que as demissões não impactam nos dois jogos da franquia Tomb Raider que estão em produção, o temor do público é justificável: afinal de contas, quantos games foram cancelados em movimentações do gênero? São incontáveis, diga-se de passagem.

A Crystal Dynamics diz que continua comprometida a lançar ambos os títulos prometidos na última The Game Awards, porém a que custo? Nas demissões que ocorreram no mês de agosto de 2025, eles disseram a mesma coisa. Em novembro, apontaram que o movimento “otimizaria” o desenvolvimento. 

Com aproximadamente 70 pessoas que tiveram seus contratos encerrados em um período de 12 meses, a “otimização” soa como trabalho dobrado para os que ficaram no estúdio. Isso sem mencionar os laços afetivos que se formam em um ambiente de trabalho, algo que “quem sobrou” pode levar consigo. 

No entanto, a Crystal Dynamics tenta a todo custo tranquilizar e afirmar que não há nenhum impedimento para lançar os seus jogos. 

“Sabemos que a notícia pode causar preocupação entre a nossa comunidade. A Crystal Dynamics continua totalmente comprometida no desenvolvimento dos futuros títulos anunciados da linha Tomb Raider. Hoje, no entanto, nossa prioridade é apoiar nossos colegas que seguiram adiante”, conclui.

A indústria de jogos mostrou que, em alguns casos, é possível demitir dezenas (ou centenas e, em casos mais extremos, milhares) de membros da equipe e manter o que prometeu ao público. No entanto, a turbulência e incertezas do mercado podem e vão impactar os desenvolvedores — que podem não entregar a melhor experiência em meio às adversidades. 

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PS5 Pro ganha nova versão do PSSR e melhora gráficos de 14 jogos de peso

16 de Março de 2026, 17:50

O PS5 Pro recebeu uma nova atualização nesta segunda-feira (16) com aprimoramentos visuais no PSSR, que é capaz de entregar uma melhor qualidade de imagem nos principais games da plataforma.

O suporte chega, majoritariamente, para os títulos third-party do PlayStation 5, como Cyberpunk 2077, Final Fantasy VII Rebirth, Monster Hunter Wilds, Silent Hill 2 e até mesmo Senua’s Saga: Hellblade 2, da Microsoft.

Apesar de os “maiores” títulos receberem o update no PS5 Pro, ainda está longe de ser todos. Como dependerá dos estúdios, é algo que levará um tempo para ser disponibilizado nos demais. Vale notar que este ainda não é o PSSR 2.0, prometido para chegar ainda em 2026.

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De acordo com a Sony, uma qualidade superior de imagem no hardware já pode ser vista nestes 14 jogos:

  1. Silent Hill 2
  2. Silent Hill f
  3. Dragon Age: The Veilguard
  4. Control
  5. Alan Wake 2
  6. Senua’s Saga: Hellblade 2
  7. Final Fantasy 7 Rebirth
  8. Nioh 3
  9. Rise of the Ronin
  10. Monster Hunter Wilds
  11. Dragon's Dogma 2
  12. Crimson Desert
  13. Assassin's Creed Shadows
  14. Cyberpunk 2077

O PSSR no PS5 Pro

A atualização se refere ao recurso PlayStation Spectral Super Resolution, o upscaling por inteligência artificial que estabiliza a taxa de quadros em imagens de alta resolução. A versão nova já foi testada em Resident Evil Requiem no seu lançamento e agora segue para os demais games.

O líder do estúdio Ninja Theory, Dom Matthews, revelou a decisão de entregar uma versão ainda mais bela — se é que isso era possível — de Senua’s Saga: Hellblade 2, considerado um dos títulos de melhor visual já produzidos por estúdios da Microsoft.

“Ficamos impressionados com a qualidade do efeito de partículas da nova atualização, que ajudou a trazer grandes momentos do gameplay à vida com visuais aprimorados”, afirmou o executivo.

A Digital Foundry mostrou uma comparação de quadros em Silent Hill f, um com o patch anterior e o outro com a versão mais nova — que comprova as melhorias visuais dentro do PS5 Pro. Confira:

Today we take a look at more PS5 Pro games running with the upgraded PSSR - and come away impressed. Silent Hill f, Dragon Age: The Veilguard, Final Fantasy 7 Rebirth and Monster Hunter Wilds are on the menu in this video: https://t.co/nAxiPMx6aO pic.twitter.com/14cEP6l5WN

— Digital Foundry (@digitalfoundry) March 16, 2026

A CD Projekt Red foi além e afirmou que Cyberpunk 2077 receberá melhorias também no PS5 base. O estúdio realizará ajustes nos visuais do game em “um futuro não tão distante” e mais informações serão reveladas nas próximas semanas.

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Como conseguir munição infinita em Resident Evil Requiem?

16 de Março de 2026, 15:45

Jogar Resident Evil Requiem é excelente, mas existe uma grande dificuldade na hora de administrar as munições, já que não é possível atirar em tudo que se move e sobreviver depois para encarar desafios maiores.

O recurso é bem limitado, principalmente do lado de Grace Ashcroft, o que eleva ainda mais a dificuldade para avançar dentro da nova aventura. Porém, e se existisse uma forma de remover esse obstáculo? 

É possível ter munição infinita em Resident Evil Requiem, o que permite sentar o dedo no gatilho e derrubar todos os experimentos biológicos — dos monstros aos clássicos zumbis. Nós do Canaltech te contamos como conquistar o direito de usar a facilidade abaixo:

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Munição infinita é uma “conquista”

Exceto pelo público que joga “REquiem” no computador e pode instalar um simples mod com a trapaça, para os demais a munição infinita é obtida de forma oficial apenas quando você já atravessou toda a jornada uma vez.

Ou seja, para usar a funcionalidade é obrigatório zerar Resident Evil Requiem? Exatamente, ele só aparecerá para você após acabar com os planos de Victor Gideon e Zeno em Raccoon City. Em outras palavras, terá de passar por sufoco para desbloquear a opção.

Ao concluir a campanha, o menu de Conteúdo Especial liberará a compra do item o recurso “Munição Infinita (Armas)”. Seu preço é de 50.000 Pontos de Conclusão (PCs) e, após a compra, precisará ser habilitado nas Opções dentro do próprio game.

Além desta função mais do que útil, é possível obter a durabilidade infinita do machado tático de Leon por 20.000 PCs e, separadamente, munição infinita para a arma RPG-7 por 35.000 PCs. O arsenal completo sem limites, somado, vai te fazer pagar 105 mil pontos. 

Imagem de Resident Evil Requiem
A munição infinita pode ser comprada em Resident Evil Requiem, mas a um alto custo (Imagem: Reprodução/Capcom)

Resident Evil Requiem no “modo fácil”

É importante levar em consideração que, deste modo, o jogo Resident Evil Requiem entrará em “modo fácil” — mesmo que tenha habilitado dificuldades maiores para a experiência. 

Um dos principais aspectos do survival horror é o gerenciamento de itens, o que envolve também as munições. Tirar isso do caminho reduz drasticamente a dificuldade.

Apesar disso, vale notar que isso não significa que não sofrerá danos e terá de organizar bem seus itens de cura. Ou seja, é bom que se garanta no gatilho para não passar sufoco com as hordas de inimigos. 

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Starfield no PS5? Bethesda faz mistério e promete novidades para esta semana

16 de Março de 2026, 12:10

A Bethesda revelou nas redes sociais que Starfield receberá novidades ainda nesta semana. Apesar de não ter revelado sobre o que se trata, muitos fãs já especulam que o anúncio trate da chegada do game ao PS5.

Lançado originalmente para o Xbox Series e PCs em 2023, diversos rumores apontavam que ele também estaria nos consoles da Sony. No entanto, o tempo “esfriou” e até mesmo títulos como Indiana Jones e o Grande Círculo — que veio depois — receberam versão para a plataforma rival.

Como a esperança nunca morre, agora resta aos fãs se agarrar ao “prenúncio” da Bethesda para ver Starfield em um videogame PlayStation. A data exata para a revelação não foi confirmada, mas a janela deve se fechar até sexta-feira (20).

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Em resposta à PC Gamer no X (antigo Twitter), a companhia foi bem clara que algo está por vir: “Mostramos isso a Todd (Howard) e ele disse que seu único poder visionário é enxergar as running lanes de EA Sports College Football 26. Ele agradece por todo o feedback acalorado sobre Starfield e teremos mais a divulgar na semana que vem”. 

We ran this by Todd and he said his only visionary power is seeing running lanes in EA College Football 26. He appreciates all the passionate feedback on Starfield and we’ll have more to share next week.

— Bethesda Game Studios (@BethesdaStudios) March 13, 2026

Os rumores sobre Starfield

Informações dos bastidores sugerem que a Bethesda e a Microsoft desejam seguir seu plano multiplataforma com Starfield, que deve chegar no PS5 no dia 7 de abril de 2026 — ao lado da expansão Shattered Space.

Os insiders clamam que as pré-vendas vão começar nesta quarta-feira (18), logo o anúncio deve ser aguardado para o mesmo período. Vale notar que o estúdio não confirmou a informação, por isso não leve tão a ferro e fogo.

Além disso, é muito difícil os desenvolvedores revelarem informações em respostas em redes sociais assim, então também leve em consideração que pode ser apenas uma brincadeira da Bethesda que inflama ainda mais os rumores.

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Adeus “compiling shaders”? Microsoft promete acabar com velha dor do PC gamer

16 de Março de 2026, 10:55

A Microsoft apresentou, durante a Game Developers Conference, o Advanced Shader Delivery, uma infraestrutura que promete organizar a coleta de estados/shaders para gerar um Precompiled Shader Database (PSDB) offline e distribuir esses shaders pré-compilados para o console, reduzindo o tempo excessivo de carregamento de alguns títulos.

Hoje em dia, o que acontece quando se inicia um novo game? Os jogadores são forçados a esperar alguns minutos enquanto toda essa etapa ocorre no computador. É um procedimento especialmente “chato” e que testa a paciência de muita gente.

No entanto, com o Advanced Shader Delivery, a companhia pretende entregar shaders pré-compilados através de “uma imensa matriz de drivers e GPUs por todo o ecossistema Windows”. A NVIDIA afirma trabalhar com a Microsoft para implementá-la ainda em 2026. 

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A Intel e a Qualcomm revelaram que também pretendem dar suporte à tecnologia com suas placas gráficas (sejam elas dedicadas ou integradas) em um “breve futuro”. 

Imagem do Advanced Shader Delivery
Apesar de mudar o jogo nos PCs, ainda vai demorar para ver o recurso (Imagem: Divulgação/NVIDIA)

Como funciona o Advanced Shader Delivery?

Os desenvolvedores de jogos podem utilizar a API Direct3D para criar um State Object Database (SODB) — responsável por representar os objetos e assets do jogo a nível de motor gráfico. 

Deste modo, este banco de dados é implementado em múltiplos compiladores de shaders e cria o Precompiled Shader Database (PSDB, que não é o partido político, diga-se de passagem). Esta otimização teria suporte a diversos modelos de vídeo das fabricantes de hardware. 

O plano da companhia é tornar o PSDB um arquivo que pode ser baixado junto ao jogo de PC, o que permitiria ao jogador ver um tempo de carregamento similar ao de consoles —- que já têm um processo parecido ao que desejam acrescentar aos computadores.

Atualmente, estúdios e produtoras deixam os códigos dos shaders descompilados. Ou seja, toda vez que inicia um título, eles são reunidos no cache e o tempo varia para cada hardware e driver instalado na sua máquina.

O PSDB do Advanced Shader Delivery também pode ser atualizado por companhias que produzem GPUs, através de drivers. Na prática, qualquer alteração você terá um update de modo fácil — em vez de ter de recompilar toda vez que um driver mudar algo. 

Não é uma novidade da Microsoft

O sistema foi mostrado em ação nos dispositivos ROG Xbox Ally, lançados no fim de 2025. De acordo com a Microsoft, experiências como Avowed tiveram uma redução de até 85% no tempo de carregamento. Isso é um divisor de águas para quem depende da autonomia da bateria dos portáteis.

Imagem do ROG Xbox Ally
O ROG Xbox Ally já possui um recurso similar ao Advanced Shader Delivery (Imagem: Divulgação/ASUS)

Nos PCs, apenas alguns jogos baixados no app Xbox têm acesso ao Advanced Shader Delivery. No entanto, a companhia afirma que não se limitará ao próprio ecossistema: “no futuro, qualquer loja poderá compilar os SODBs para PSDBs e distribuí-los”, anunciou.

O recurso estará disponível para desenvolvedoras de motores gráficos a partir de maio, através do programa Xbox Partner Center. Até lá, a Microsoft deseja atualizar a API e tornar seu uso ainda mais fácil para criar e testar PSDBs.

Ainda assim, é um processo que será lento. Enquanto fabricantes como NVIDIA, Intel e Qualcomm ainda buscam compreender como a tecnologia facilitará o uso de suas GPUs para games, motores gráficos como a Unreal Engine (da Epic Games) ainda passam por testes com a otimização. 

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5 dicas para driblar o preço dinâmico dos jogos no PS5

15 de Março de 2026, 11:00

Com a introdução dos preços dinâmicos nos jogos de PS5, muitos vão se deparar com uma situação bem delicada: imagina você e seu amigo comprarem um título, mas por alguma razão o dele ser R$ 50 mais barato?

A função implementada pela Sony na PS Store determina quem vai ter desconto ou não a partir de dados como sexo da pessoa, clima, horário, histórico de compra, biblioteca e diversos outros fatores do seu algoritmo.

Recém-descoberto por plataformas de pesquisa de valores e promoções, o preço dinâmico se tornou a grande polêmica dentro da comunidade PlayStation — que já amarga jogos em custo alto e serviços inflacionados.

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É importante levar em conta que não há fórmula mágica para contornar o problema por completo. Ou seja, não existe um botão que os elimina em definitivo. Com base nos algoritmos do mercado, contudo, é possível driblar o mecanismo com algumas ações que podem equilibrar melhor a situação. 

Imagem do PlayStation
Não existe forma de fugir dos preços dinâmicos, mas driblar é possível (Imagem: Divulgação/Sony)

O que o algoritmo da Sony está vigiando?

A Sony checa alguns aspectos próprios de cada usuário, através da sua conta e da localização do console, para determinar um padrão. É como se fosse uma “assinatura digital” sua, que estabelece quem é e como interage com os seus jogos.

E o que a companhia vê sobre nós? Os fatores que cercam nosso perfil como consumidor PlayStation são os seguintes:

  • Histórico de Compras
  • Localização
  • Sexo
  • Idade
  • Biblioteca
  • Demanda
  • Hora do dia
  • Clima 
  • Renda

Isso significa que se você ganha um salário mínimo e abre a loja digital do PS5 em uma manhã ensolarada de sábado, encontrará valores diferentes dos vistos por amigos de outra cidade, fuso horário e até de faixas etárias distintas.

A demanda também é importantíssima nisso. Se um game desejado está em alta, pode esquecer de ver um desconto —- talvez terá uma sorte maior em títulos “antigos”, esquecidos e que não pertencem a grandes franquias (que sempre voltam a bombar a cada novo lançamento). 

Estratégias para tentar driblar o preço dinâmico da PS Store

A Sony aplicou o preço dinâmico, agora como contraponto você terá de agir para driblar o algoritmo e garantir possíveis descontos. Não é o ideal, nós sabemos, mas algumas práticas podem te ajudar a achar games mais justos com o seu bolso. Confira:

5. Conta secundária "fantasma"

Crie uma nova conta na PSN, que naturalmente não terá o seu histórico de compras e seu cartão salvo. Ela servirá para ser uma conta de “pesquisa”. Você olhará na sua principal e nesta outra, com a ideia de adquirir na que oferecer o melhor preço.

“Com a localização eles sabem”, sim, de fato. Porém, não podemos te recomendar a ter duas casas e dois PS5, logo, isso já deve ajudar a ver o padrão e gerenciar melhor a compra. Além disso, através do compartilhamento de conta no console, será possível jogar no que preferir. 

Imagem da PlayStation Store
Ter duas contas é o ideal? Não, mas é o que dá para fazer (Imagem: Divulgação/Sony)

4. Limpando seus rastros

A Lista de Desejos, onde mantém alguns títulos parados por meses, mostra um sinal bem claro para a Sony: desespero. Que falta pouco para você surtar enquanto você aguarda um valor menor naquele jogo de PS5. 

A dica de ouro é: tire eles, imediatamente, de lá. Anote essa lista, grave mentalmente, faça como preferir: o importante é o console não saber que você está na hype colossal por aquilo. O jogo de “desinteresse” é real e quem performa melhor nele vai pagar menos.

Imagem de Final Fantasy VII Rebirth
Tire aquele jogo da sua Lista de Desejos, mesmo que seu preço nunca tenha chegado ao ponto que queria (Imagem: Divulgação/Square Enix)

3. O jogo do horário e do clima

Esta é a recomendação mais desconfortável que faremos, mas pode te ajudar a economizar uma boa nota. Um sábado de tarde, com chuva forte, a Sony sabe que você estará na sua residência e quer jogar. Isso, com certeza, pode inflacionar o valor, já que a tendência é ficar em casa.

Como encontrar dias e horários mais adequados para comprar jogos? Aqui você terá de apelar para as madrugadas de dias úteis ou aquele domingão de sol — onde o maior programa é a praia, mas você está na frente do seu PS5. Pode perder o sono, perder os rolês, mas seu bolso vai te agradecer.

Imagem de Astro Bot
Enquanto seus amigos curtem, você estará na frente do PS5. Porém, pagará mais barato (Imagem: Reprodução/Sony)

2. Greve de consumo

Os algoritmos são desesperados por atenção. Se você dá um “gelo” nele, sua principal diretriz será tentar te atrair de todas as formas possíveis: o que inclui a prática de preços agressivos na plataforma, justamente aqueles que vão te convencer a voltar a visualizá-la com frequência.

Comprou algum produto digital recentemente? Dá um tempo, fique o maior período possível no último ou em seu backlog e volte a olhar depois. É quase garantido que as ofertas estarão melhores do que se você continuasse a adquirir ao menos um ou dois por mês.

Imagem de Sonic the Hedgehog
Vá fundo no backlog sem medo de ser feliz. No fim, será recompensador (Imagem: Divulgação/SEGA)

1. Aguarde o momento certo

Quem é apaixonado por grandes franquias sempre acaba em uma encruzilhada com a Sony. Seja Resident Evil, Monster Hunter, Mortal Kombat e outros, toda vez que tem algum anúncio, todos os games da “família”, em conjunto, entram em evidência. E é ali que eles vão te convencer a comprar os antigos.

A recomendação é que não faça isso, de jeito nenhum. Revelaram um novo God of War? Vai sair expansão de Resident Evil Requiem? Faça um intervalo de toda a saga. Procure uma época em que os anúncios estão mais “gelados”, sem novidades ou trailers. A possibilidade de ter um desconto é ainda maior. 

Imagem de Resident Evil Requiem
No lançamento de Resident Evil Requiem, todos os games da franquia estavam em alta (Imagem: Divulgação/Capcom)

Outras formas de comprar jogos no PS5

Você se lembra das clássicas mídias físicas? Pois é, elas ainda existem e continuam imunes aos algoritmos da Sony. Se você tem um console com leitor de disco, é a melhor opção para obter games baratos e sem depender da estratégica de lucro da Sony. 

Se comprou a versão digital, recomenda-se que estude a possibilidade de adquirir o leitor separadamente. Depender por completo de uma loja só é igual jogar no Tigrinho ou botar uma ficha na máquina dos bichinhos de pelúcia — você sabe que vai perder, independentemente da vontade e da tática. 

A mídia física tem suas desvantagens, logicamente, como a ausência da conveniência e o atraso nas entregas das pré-vendas. No entanto, preço justo e passível de revenda você encontrará apenas através do formato. 

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5 melhores emuladores para jogar GameCube no PC

15 de Março de 2026, 10:00

O GameCube fez história entre os consoles Nintendo, com sucessos como The Legend of Zelda: Wind Waker, Metroid Prime e Super Smash Bros. Melee que elevaram ainda mais os padrões de suas franquias e da plataforma.

No entanto, centenas de games de sua biblioteca se perderam por completo com o avanço das gerações. Sem os miniDVD personalizados do hardware ou a disponibilidade do próprio, como jogar as aventuras em 2026?

Para te ajudar, nós do Canaltech trazemos os 5 melhores emuladores para rodar os títulos de GameCube no seu PC. Saiba como voltar a mergulhar nos principais títulos do console de 2001 abaixo, confira:

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5. WhineCube

Se você utiliza um PC da última década ou antigo, o WhineCube pode ser a melhor opção para você. Ele é feito para ser extremamente leve e simples.

Apesar de soar obsoleto em comparação aos demais, ele roda muito bem os arquivos .DOL e não exige componentes de ponta para isso. 

É o famoso “roda em tudo”, que permite aos usuários jogar os principais títulos do GameCube no emulador sem preocupações com desempenho ou dores de cabeça. 

O software, que funciona via homebrew, é o companheiro ideal para quem busca performance sem sobrecarregar o PC ou gastar mais do que devia em uma máquina mais parruda.

Imagem do WhineCube
O WhineCube é tão leve que funcionaria até mesmo no Windows XP e outros sistemas antigos (Imagem: Reprodução/YouTube)

4. Batocera 42

No caso de ter um PC ou notebook dedicado apenas para jogos retrô, o Batocera 42 pode ser a escolha assertiva para o seu cotidiano — justamente por não depender tanto de atualizações e serviços extras.

O que mais se destaca é sua acessibilidade. Ele deve ser inserido em um pendrive, pelo qual você deve dar boot no PC para ter o “console funcional” com os jogos.

Ou seja, zero necessidade de configurar algo ou ter uma versão própria do sistema operacional para que isso funcione. Ele inicia como se fosse o sistema do GameCube.

Um dos grandes diferenciais do Batocera é a configuração automática para grande parte dos controles USB, o que evita dores de cabeça na hora de adaptar os comandos para os modelos mais recentes.

3. RetroArch

O RetroArch é o “pau-para-toda-obra”, já que ele roda uma variedade impressionante de emuladores e é um dos softwares mais versáteis de toda a comunidade retro gamer.

Por ser uma interface que usa núcleos, o usuário pode fazer o download do utilizado pelo Dolphin para ter centralizado o sistema do GameCube ao lado de outros — como o Super Nintendo, PS1 e mais.

Ainda que o foco dele não seja necessariamente o console da Nintendo, ele permite que você tenha uma interface unificada para todos os emuladores, de forma organizada. 

Se você usa Front-ends como EmulationStation ou LaunchBox e busca integração com shaders globais ou conquistas, o RetroArch é uma das melhores opções para jogar o que e como quiser. 

Imagem do RetroArch
Seja nos PCs ou smartphones, o RetroArch é a principal opção para muitos (Imagem: Divulgação/Libretro)

2. Dolphin Nightly

A versão “Nightly” do emulador Dolphin surge como uma opção que busca o desempenho absoluto dos jogos no seu PC. Quer vê-los rodar ao máximo do seu potencial? É aqui que tem de ir atrás.

Ele conta com diversas otimizações de Vulkan, melhorias de frame pacing e várias outras que garantem a melhor experiência para os gamers atuais.

É a forma ideal de curtir as principais experiências do GameCube sem abrir mão de detalhes técnicos como os 60 FPS e até o uso aprimorado das novas CPUs Ryzen ou Core Ultra Series 3. 

Como seu foco é em tirar o proveito total de cada jogo, ele recebe atualizações e correções com frequência — o que elimina bugs, melhora games e torna ele na opção mais desejada para os PCs.

Imagem do Emulador Dolphin
A versão Nightly chegou como uma atualização opcional e é focada em performance (Imagem: Divulgação/Emulador Dolphin)

1. Dolphin

Quando se fala em emulador de GameCube, não tem nenhum que supere o Dolphin. É o padrão de ouro para a plataforma e herdou muito mais do que o “nome do projeto” que deu vida ao console.

Além de rodar quase 100% de toda a biblioteca da plataforma, ele também é conhecido por ser um dos melhores disponíveis para os jogos de Wii — o que torna esse em um download quase que obrigatório.

Tudo isso, combinado, soma-se à sua popularidade e aos diversos recursos que o software oferece ao público para aprimorar a experiência.

Você pode aumentar a resolução interna para 4K, adicionar texturas em HD, jogar online por NetPlay e ainda conectar os adaptadores para o controle original do GameCube. 

Imagem do emulador Dolphin
O emulador Dolphin roda jogos de GameCube e de Wii (Imagem: Divulgação/Emulador Dolphin)

Jogar GameCube nunca foi tão simples

Além das diversas opções com os emuladores para PC, os donos de um Nintendo Switch 2 podem, de forma oficial, rodar os principais games da plataforma através da assinatura do Nintendo Switch Online + Pacote de Expansão.

Apesar de ser extremamente funcional, ele peca pela falta de jogos. No momento, são menos de 10 títulos disponíveis — contra as centenas existentes nos computadores. 

Vale lembrar também que muitos deles exigem que o usuário tenha a BIOS, o sistema operacional do GameCube e que não se enquadram como pirataria se você os obtém diretamente do antigo console da Big N. Entre os principais emuladores para os PCs, você pode encontrar:

  • Dolphin
  • Dolphin Nightly
  • RetroArch
  • Batocera 42
  • WhineCube

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microSD barato é falso? Como identificar antes e depois de comprar

14 de Março de 2026, 10:30

Os cartões microSD “baratinhos” podem representar um verdadeiro golpe, não apenas ao seu bolso, mas também aos seus arquivos, que podem desaparecer do nada.

Atrativos, inseridos em posição de destaque e com preços no chão, eles surgem como uma oferta irrecusável. Não é como se não funcionassem, no início tudo segue normalmente e você tem um chip útil.

O problema começa no momento que isso se torna dor de cabeça: geralmente quando o seu dispositivo não reconhece mais o armazenamento, os arquivos que se tornam inacessíveis por estarem corrompidos ou até mesmo quando a capacidade de armaenamento diminui subitamente.

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Seja nos marketplaces ou nos comércios de rua, os microSD falsos estão por todo o Brasil e sites de compras internacionais. E é muito possível que você use um no seu smartphone, drone, Nintendo Switch, Steam Deck e outros dispositivos. Ninguém está ileso ou é isento deste produto pirata.

Mas como saber se você tem um cartão microSD ou está prestes a comprar um pirata?

Como identificar cartão microSD falso antes de comprar?

A venda de cartões microSD falsos se apoia em três grandes pilares: capacidade alta demais, marca reconhecida e preço abaixo do estabelecido no mercado. Tão baixo que muitos sequer pensam antes de comprar.

Neste aspecto, pesquisar pelos valores praticados é essencial para ter ciência da “média” do mercado. Não precisa ser especialista, mas é importante saber a diferença entre os modelos comuns, termos como “XC”, “EX” e saltos de custo entre as capacidades.

Imagem do microSD Samsung
É importante que saiba a diferença entre os modelos XC, EX e outros (Imagem: Divulgação/Samsung)

Dito isso, é possível entender o que é um produto topo de linha e identificar se ele é vendido em algum site ou app pelo preço de um modelo mais simples — justamente onde uma grande parte dos golpes se sustenta. 

Também dá para identificar sinais no anúncio e em detalhes do cartão microSD. Assim como diversos outros itens, é necessário ver o histórico do vendedor, avaliações recentes, imagens oficiais da fabricante em contraponto às fotos reais e ficar alerta se a imagem do verso e lote estão ausentes.

Os termos na descrição são essenciais para se certificar de que não levará gato por lebre. Se faz promessas impossíveis, se usa afirmações vagas ou se ele se vende como “compatível com tudo”, abra seus olhos. 

A garantia é outro aspecto importante: ela tem de existir, não ser apenas do vendedor ou que induza a um acordo feito fora da plataforma. Neste último caso, é possível que além do golpe que levou com o cartão microSD, você provavelmente cairá em outro.

Imagem do Mercado Livre
Detalhe importante: a garantia começa a valer a partir do momento da entrega (Imagem: Divulgação/Mercado Livre)

Tudo isso, somado a anúncios clássicos de cartões flash de 1 TB ou 2 TB com preços de unidades básicas, vai se traduzir em dor. Ele pode até funcionar, mas no máximo sua duração encontrará o limite quando o armazenamento encher. Depois, os arquivos serão corrompidos.

Comprou um microSD falsificado? Veja como ter certeza

Um conselho de vida, que serve não apenas para cartões microSD, mas para qualquer produto eletrônico que você comprar: registre a remoção dele da caixa de transporte, a embalagem, etiqueta e todos os detalhes possíveis. É muito importante verificar se está lacrado ou não.

Também é crucial fazer toda a inspeção inicial sem abrir a embalagem principal. Seja aquele cliente chato: veja qualidade de impressão, alinhamento do logo, das palavras e se as informações como modelo, capacidade, classe, origem e outras são coerentes com o que adquiriu. Acabamento ruim e impressão borrada não comprovam problema, mas ajudam a enxergar a falha.

A regra é clara: quando o anúncio promete algo, todos os dados apresentados em seu pacote têm de ser específicos para o que ele é voltado. Em outras palavras, o que você comprou e o que ele promete tem de bater. Os falsos costumam misturar nomenclaturas, padrões gráficos e outros dados para soar “real” aos leigos.

Se serve como ajuda, sempre desconfie de itens que “não deveriam existir” e que acompanham o cartão microSD. Se comprou um item supostamente premium e o adaptador é genérico, se vieram brindes que não fazem sentido ou coisas do tipo, acenda um alerta para a veracidade do hardware.

Imagem do cartão microSD SanDisk
Alguns cartões microSD acompanham acessórios extras, mas nem todos (Imagem: Divulgação/SanDisk)

Abri a embalagem do microSD falso, o que devo analisar?

Se abriu, não tem problema. É possível fazer testes com o produto na sua mão para identificar se ele é original ou não também. E é justamente nesta etapa que muitos percebem os problemas mais agravantes no armazenamento.

Observe bem se o cartão microSD está com as bordas mal aparadas, se o plástico tem uma certa rebarba e até se as informações impressas se apagam com a unha. A presença de uma fonte estranha, texto desalinhado ou a diferença de tonalidade são fatores perceptíveis à primeira vista.

Se o serial da unidade está ausente ou parece aleatório demais, são sinais para se preocupar. Mas lembre-se: falsificação boa vai te enganar da embalagem ao produto aberto — ou seja, não substitui de forma alguma os testes que devem ser realizados com o hardware.

Teste de cartão microSD em 10–20 minutos no PC/celular

Existem dois casos “agressivos” que já denunciam se o hardware que tem em mãos é uma cópia. O primeiro é a capacidade falsa, que mostra que o item tem 1 TB, por exemplo, mas fica lotado com muito menos do que isso. Isso significa que não só pode, como deve, ocupá-lo por completo para definir se ele entrega aquilo que prometeu.

Com ele cheio, também é essencial que transfira mais arquivos para se certificar de que ele não vai tomar ações como sobrescrever os demais ou corromper por completo. Assim, evitará aquela situação clássica de tudo aparentemente “funcionar” e te dar dor de cabeça lá na frente.

Agora, chegou a hora de testar a velocidade do microSD e existe uma forma para cada dispositivo. Vamos discutir aqui os mais comuns e que o público mais tem acesso no seu cotidiano: os PCs e celulares.

No computador, existem softwares próprios — muitos das fabricantes de cada hardware — que checam capacidade, integridade de escrita/leitura e outros testes velozes que podem identificar um comportamento do produto falso. 

E como isso aparecerá para você? Simples, com a velocidade muito abaixo do anunciado, quedas bruscas de desempenho, erros ao copiar lotes de arquivos, travamentos, documentos que aparecem com o tamanho correto, mas cujo conteúdo está corrompido são os maiores alertas para os consumidores.

Nos smartphones também existem apps que fazem a mesma verificação, no entanto é recomendável utilizar mais de um para se certificar dos resultados apresentados. Não existe um que seja “referência”, com uma comprovação definitiva, mas são populares sistemas como SD Card Test (pzolee), CPDT Benchmark e alguns outros que podem te ajudar nessa tarefa.

Imagem do Samsung Galaxy S26
Nos smartphones, rode o teste em mais de uma plataforma (Imagem: Divulgação/Samsung)

São opções que podem identificar se o microSD é falso em questão de 10 a 20 minutos. Assim, cobre as inconsistências gritantes sem a necessidade de ter conhecimento laboratorial de caso. 

Antes disso, de forma alguma guarde arquivos únicos em cartões logo de cara — principalmente se suspeitar que o produto não é original. Se o teste levantar dúvidas, mantenha ele no “ponto de origem” até ter algo mais confiável em suas mãos.

Meu cartão microSD é falso, e agora? Provas, reembolso, troca, denúncia

Gravou o unboxing, identificou que o periférico era falso e rodou os testes que comprovaram isso? Imediatamente tire prints do anúncio (capacidade prometida, fotos da unidade, descrição), prints dos testes e erros apresentados e também um vídeo com o relato sobre o problema

Nem precisa se filmar ou aparecer com seu rosto, mas ter o produto na mão ou em cima de alguma superfície para dizer “a cópia falhou, arquivos foram corrompidos, capacidade ou velocidade inconsistente” ou o que quer que seja. Cada um destes aspectos é crucial para comprovar que não pede ação por má fé, mas como defesa mesmo.

O importante é que este material comprove que o anúncio prometeu algo que o cartão microSD, na sua mão, não entregou. Fale claramente, se certifique de as imagens estarem em boas condições e legíveis e prepare todo o dossiê para te proteger na hora da “disputa”.

Se comprou em algum marketplace, abra um pedido de reembolso pela plataforma. A troca pode te fazer passar por mais dor de cabeça, afinal de contas você confiaria em outro item similar que o mesmo vendedor te enviará? Pois é, melhor não apostar no que já se mostrou errado.

Imagem de notas de reais
Entre a troca e o reembolso, priorize ter o seu dinheiro de volta (Imagem: Pixabay/Joel Santana)

Se comprou de alguma loja física ou até em “feirinhas”, é importante que entre em contato para a troca imediata. Se houver recusa, vale entrar em contato com o PROCON ou com o juizado de pequenas causas para abrir uma reclamação formal sobre a negativa. O ReclameAqui é muito legal na teoria, mas na prática apenas estes caminhos te garantem uma proteção.

É imprescindível que respeite os prazos de garantia e troca, assim como tenha em mãos a nota fiscal ou comprovante da compra para atuar. Sem isso, de nada adiantará esse esforço. Dica de ouro: sempre peça uma certificação, independentemente do hardware. É ela que mudará o jogo ao seu favor.

Não deixe para depois. Não jogue para escanteio. Um cartão microSD pirata pode se tornar arquivos que desaparecem, fotos que nunca mais vão voltar atrás e até perda de dados essenciais. Proteja as suas informações digitais, recupere o dinheiro e garanta para si que na próxima terá mais atenção a todos estes detalhes.

Como comprar cartão microSD original sem risco

É possível pagar barato em um armazenamento flash sem abrir mão da segurança. Para isso, sua principal exigência terá de ser em relação à loja de origem na qual obtém o produto: se for uma revenda conhecida, se vir da própria fabricante oficial ou se possui um selo de certificação do marketplace, já sabe que dificilmente terá dor de cabeça.

Dito isso, aguarde por promoções reais — as mensais com número igual, Black Friday, Dia do Consumidor etc. —-, cupons da própria plataforma, frete grátis para a sua residência e outros podem ser conquistados desta forma e fazer da sua compra um momento mais acolhedor do que tem sido. Grupos de apoio, como o Canaltech Ofertas, auxiliam nessa tarefa para muitas pessoas. 

E vamos ser honestos, nem sempre você precisará dos 2 TB ou similares para o que comprará. Mire em capacidade menor, mas com a certeza de que levará um cartão microSD de qualidade para casa. Vale até investir em uma linha intermediária do que o topo para economizar.

Imagem do microSD Nintendo
Aquele microSD com seu personagem favorito não será barato, acredite (Imagem: Divulgação/Nintendo)

A situação se atenua ainda mais quando a sua necessidade é de um periférico de qualidade. Se é fotógrafo/filmmaker, utilizará em drone, para a dashcam do seu veículo ou até mesmo para os consoles portáteis — como o Nintendo Switch 2 — não dá para apostar no mais barato.

Estes dispositivos, quando voltados para o trabalho, podem te mostrar que o “precinho” que pagou na verdade custou muito mais caro do que aquele que teria gasto se tivesse se precavido: afinal de contas, o tempo perdido, os arquivos que se foram e o estresse que passou não voltam mais.

Como não cair no golpe do microSD falso

Muitos caem no golpe do microSD falso por causa do preço. Não pise na mesma armadilha: para escapar dos itens piratas e sem certificação, desconfie dos valores oferecidos — se a oferta está muito boa para ser verdade, muitas vezes ela não é real de fato.

Olhos abertos na loja que vendeu o produto, documente todo o recebimento e veja se está tudo em ordem. Não se esqueça: execute os testes rápidos antes de depender dele para coisas importantes, para evitar perder seus dados. É um tempo de até 20 minutos, mas que serão melhores do que tentar recuperá-los posteriormente (muitas vezes, sem salvação).

Deste modo, não precisará se preocupar muito e poderá usar o seu microSD sem qualquer problema. Seja nos celulares ou nos PCs, para uso em equipamento profissional ou no seu cotidiano, o vital é comprar e usar com a tranquilidade de que não haverá dor de cabeça.

Leia a matéria no Canaltech.

The Witcher 4 e Control Resonant serão vitrine de novas tecnologias da NVIDIA

13 de Março de 2026, 18:10

A NVIDIA divulgou um novo vídeo na última quarta-feira (11), que detalhou o funcionamento do path tracing e o sistema Mega Geometry para mostrar o poder gráfico em elementos como as folhagens. A companhia confirmou que os recursos serão usados em The Witcher 4 e em Control Resonant.

A sequência do título da Remedy Entertainment será lançada ainda em 2026, com a proposta de exibir como será a próxima geração de jogos com este nível de tecnologia. Já o projeto da CD Projekt Red, que teve uma versão demo demonstrada no ano passado, segue sem data prevista.

Inicialmente, o recurso de path tracing da NVIDIA estará presente exclusivamente nos computadores. Apesar do Nintendo Switch 2 ser o único console a ter um chip da fabricante, possivelmente não terá suporte ao sistema avançado — talvez seja visto apenas em futuras gerações.

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Apesar de o vídeo de divulgação ser belíssimo, ele também ilustra alguns problemas que terão de contornar nos futuros jogos. A gigante das GPUs afirmou que já trabalha com a Epic Games, por exemplo, no aprimoramento da implementação da tecnologia no motor gráfico Unreal Engine, com Nanite.

A tecnologia NVIDIA em The Witcher 4 e Control “2”

Ainda que poucos jogos tenham recebido o tratamento de path tracing e Mega Geometry, a NVIDIA tem aprimorado seu trabalho para evoluir ainda mais o poder gráfico com uso de suas placas de vídeo.

O path tracing é uma “evolução natural” do ray tracing, com uma melhor iluminação global e luminosidade nos títulos para PC. O recurso exige muito dos componentes, o que não o torna adequado em ambientes como mapas de mundo aberto, florestas densas e outras áreas com vários assets.

E é neste aspecto que a Mega Geometry da NVIDIA entra para dar apoio. Ela reúne diversos dados geométricos em clusters, o que torna o processo de iluminação mais eficiente. Ao gastar menos da CPU e da memória, ele traz a mesma fidelidade visual com os detalhes e animações sem “peso”.

Leia a matéria no Canaltech.

Diablo IV e Killing Floor 3 são os jogos grátis do fim de semana; veja lista

13 de Março de 2026, 15:30

A Microsoft e a Activision Blizzard revelaram nesta quinta-feira (12) que Diablo IV é o principal jogo grátis do fim de semana no Xbox. O ARPG pode ser explorado tanto de forma solo quanto multiplayer neste período.

A experiência não exige a assinatura do Xbox Game Pass e os usuários poderão jogar com a classe Paladino — inclusa na expansão Lord of Hatred — até o nível 25. Ele estará disponível até o próximo domingo (15).

No entanto, Diablo IV não é o único grande jogo grátis na plataforma. Caso seja assinante do Xbox Game Pass, há diversos outros títulos para se divertir nos próximos dias sem gastar R$ 1 sequer.

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Os grandes destaques são Tropico 6, Worms WMD e Killing Floor 3. Este último, inclusive, chega em um bom momento: logo na estreia da Temporada 3, chamada de Operação: Deep Freeze.

Veja a lista com todos os jogos grátis do fim de semana no Xbox:

  • Diablo IV: já disponível e permanecerá liberado até domingo (15). Não exige a assinatura do Xbox Game Pass
  • Killing Floor 3: já disponível e permanecerá liberado até domingo (15). Exige a assinatura do Xbox Game Pass
  • Bassmaster Fishing: já disponível e permanecerá liberado até domingo (15). Exige a assinatura do Xbox Game Pass
  • Worms WMD: já disponível e permanecerá liberado até domingo (15). Exige a assinatura do Xbox Game Pass
  • Tropico 6: já disponível e permanecerá liberado até domingo (15). Exige a assinatura do Xbox Game Pass

Guerra e paz na Epic Games Store

Se busca enfrentar uma verdadeira guerra ou ter um pouco mais de sossego, a Epic Games Store oferece dois jogos grátis neste fim de semana que têm esses temas. Os dois títulos disponibilizados são Isonzo e Cozy Grove.

Imagem de Isonzo
Isonzo te joga na Primeira Guerra Mundial, como soldado do exército italiano (Imagem: Divulgação/BlackMill Games)

Isonzo se passa no período da Primeira Guerra Mundial, ambientado no confronto nos Alpes — onde a frente italiana encarava a 6ª Batalha de Isonzo e avançava para a Batalha de Asiago, um dos momentos mais delicados do confronto global. 

O FPS, apesar de popular, é considerado “mediano” pela comunidade. Em plataformas como o Metacritic, ele tem nota 67 da mídia especializada e 6.6 dos fãs. No Steam, são mais de 300 análises com média de “Muito positivas”. No geral, ele não é muito exigente no PC e muitas máquinas poderão rodá-lo, veja os requisitos abaixo:

Requisitos para rodar Isonzo no PC
Requisitos mínimos Requisitos recomendados
Sistema operacional Windows 10 64-bit Windows 10 64-bit
Processador Intel Core i5-4670K ou AMD Ryzen 5 1400 Intel Core i7-6700K ou AMD Ryzen 5 3600
Memória RAM 8 GB 16 GB
Placa de vídeo NVIDIA GeForce GTX 970 ou AMD Radeon R9 290 NVIDIA GeForce GTX 1070 ou AMD Radeon RX 580
DirectX Ver.11 Ver.11
Armazenamento 30 GB 30 GB

Cozy Grove permite que você acampe em uma ilha mal-assombrada e faça amizade com os diversos fantasmas que vivem no local. Sua tarefa é simples: terá de levar paz aos espíritos vagantes.

Apesar da premissa, não se preocupe que na verdade ele tem um clima muito similar ao visto em Animal Crossing e até no recente Pokémon Pokopia. Basta abrir o jogo grátis e a tranquilidade encontrará você.

A experiência foi bem-recebida e em agregadores como o Metacritic reúne notas como 72, pela mídia especializada, e 6.8, pelos jogadores. No Steam, o título possui análises com média de “Extremamente positivas”. 

Imagem de Cozy Grove
Quer tranquilidade? Então siga para Cozy Grove (Imagem: Divulgação/Spry Fox)

Por ser um jogo independente, Cozy Grove não é muito exigente e rodará na maioria dos PCs que já tenham uma CPU e placa de vídeo prontas para tarefas pesadas. Confira os requisitos:

Requisitos para rodar Cozy Grove no PC
Requisitos mínimos Requisitos recomendados
Sistema operacional Windows 10 Windows 10
Processador Intel Core i5 com 2.5 GHz ou equivalente Intel Core i7 com 3.0 GHz ou equivalente
Memória RAM 4 GB 8 GB
Placa de vídeo Intel HD Graphics 4000 Linha NVIDIA Geforce 10 ou AMD Radeon RX 500
Armazenamento 3 GB 5 GB

Jogos grátis do Amazon Luna

Caso seja assinante do serviço Amazon Prime, é possível resgatar diversos jogos grátis na plataforma Luna. Neste fim de semana, eles trazem 4 novidades no catálogo: Total War Rome II - Emperor Edition, Mahokenshi - The Samurai Deckbuilder, Veil of Darkness e Turmoil. Veja a lista completa dos títulos disponíveis:

  • Tiny Tina’s Assault on Dragon Keep: A Wonderlands One-Shot
  • Tattoo Tycoon
  • Total War: Rome II - Emperor Edition
  • Mahokenshi - The Samurai Deckbuilder
  • Veil of Darkness
  • Turmoil
  • Siege of Avalon: Anthology
  • Rebel Galaxy Outlaw
  • Tavern Talk
  • Total War: ATTILA
  • Ambition: A Minuet in Power
  • Captain Blood
  • Meganoid
  • Hexguardian
  • Around the World: Travel to Brazil - Collector’s Edition
  • Tiny Tina’s Wonderlands
  • Harold Halibut
  • Gunslugs: Rogue Tactics
  • Sid Meier’s Civilization VI
  • Gunslugs 2
  • Ashworld

Entre os jogos grátis oferecidos na assinatura do Amazon Luna, o público encontrará títulos que podem ser resgatados na Epic Games Store, GOG e outras lojas — o que exige uma conta ativa nestas plataformas para adicioná-los e baixar todas essas experiências.

Leia a matéria no Canaltech.

Quanto você economiza trazendo um PS5 Slim do Paraguai? Nós fizemos as contas

13 de Março de 2026, 15:00

O PS5 Slim é o desejo de muitos gamers, que podem ter no console os principais jogos do mercado e exclusivos da Sony. No entanto, o preço do videogame pode levar muitos a buscarem alternativas de compra fora do Brasil, pagando “mais barato”.

Mas a pergunta que não quer calar de verdade é: será que compensa comprar o PlayStation 5 no exterior em vez de pegar a versão nacional?

Como todos sabem, o principal destino da viagem de quem quer comprar eletrônicos mais baratos no Brasil é o Paraguai. Nós do Canaltech te mostramos quanto você economiza ao trazer o PS5 Slim de lá e se, no fim, o trabalho vale a pena.

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Preço Brasil vs Paraguai: por que a diferença engana

É fácil se iludir ao ver as “vitrines virtuais”, com preços atrativos e que batem de longe o visto no mercado brasileiro. No entanto, é importante ressaltar que isso não funciona da forma como você enxerga: há vários fatores “invisíveis” que te farão gastar mais ao comprar um PlayStation 5 no Paraguai.

Imagem do PlayStation
Nem sempre o mais barato é saudável para seu bolso (Imagem: Divulgação/Sony)

Primeiro, você tem de pensar na cota. É como se fosse um limite financeiro que você tem para atravessar a fronteira — em caso de viagens de carro, avião e outras. Para quem vai pessoalmente buscar, isso pode se transformar em um grande impasse, diga-se de passagem.

Se o comprador está a pé, de carro ou de ônibus, ele pode levar consigo compras de até US$ 500 (R$ 2.602,65, na conversão direta para o real). No formato aéreo ou marítimo, o limite é de US$ 1.000 (R$ 5.205,30 na conversão direta para o real). 

Caso ultrapasse a quantia, terá de pagar 50% de imposto sobre o valor excedente. Imagine que comprou o console e mais um game, o que deu em média US$ 530. Nesse cenário, os US$ 30 adicionais vão te custar mais US$ 15 — que pode parecer “pouco”, mas são quase R$ 80 na cotação atual. 

Outra preocupação que deve ter é em relação ao cartão de crédito. No caso de passar em uma loja do Paraguai, esteja com o bolso preparado para o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) adicional. Ele é cobrado sobre qualquer compra internacional, mesmo com os nossos “hermanos”. 

A incidência de cobrança extra vai de 4,38% a 6,38% sobre o valor pago. Vamos supor que foram os mesmos US$ 530 do exemplo acima. Além dos US$ 15 de taxa adicional, você terá de pagar no boleto até US$ 560 por ter usado seu cartão em outro país.

E não para por aí. Os lojistas cobram uma taxa extra nas compras por cartão de crédito, para “pagar a maquininha”. Este costuma representar de 5% a 10% sobre o preço do produto. 

Dá para fugir disso com dinheiro vivo, mas em guarani (PYG). As lojas até aceitam reais e dólares, mas convertem com uma cobrança extra. Em outras palavras, a depender da forma que você decidir pagar, gastará ainda mais. 

Quanto custa um PS5 Slim no Paraguai?

Dito isso, em lojas confiáveis como a Atacado Connect, um PS5 Slim é vendido a partir de R$ 2.557,86 no Paraguai — o que, em conversão direta, já representaria US$ 490. Eles também vendem direto em dólar, por um preço um pouco menor: US$ 479.

Ou seja, faltariam apenas US$ 10 para ultrapassar a cota da fronteira Brasil-Paraguai. Neste caso, o ideal é deixar para comprar jogos e acessórios extras em lojas nacionais para não ter mais gastos no exterior.

Imagem do PS5
Pode comprar o PS5 Slim no Paraguai, mas priorize os extras aqui do Brasil (Imagem: Divulgação/Sony)

Agora vamos nas etapas “opcionais”. Se pagou em reais, cada loja aplica uma taxa extra para a conversão de moedas — o que varia muito entre elas e pode representar um salto significativo no custo. Para fugir disso, é recomendável trocar as notas em casas de câmbio, cuja taxa é cerca de 1,10%

Se você comprou no cartão de crédito, se segure na cadeira. Os R$ 2.557,86 podem virar uma fatura de até R$ 2.999,13 com a taxa da loja e o IOF inclusos . E é importante levar em consideração que não há parcelamento ou facilitadores no exterior — então não adianta chorar pelo horror da fatura na hora que ela for fechada.

Em resumo, se você comprou o PS5 Slim no crédito, pagará cerca de R$ 3.000 no console de mesa. Se for no dinheiro, na conversão direta gastará cerca de R$ 2.590 — que é quanto precisará desembolsar no câmbio para ter o equivalente aos R$ 2.557,86 cobrados. Se pagar em notas de reais, é bom estar ciente de que a taxa da loja fará este montante subir ainda mais. 

E toda essa conta não leva em consideração os valores de viagem de ida e volta. Se for de carro, gastará com a gasolina e a distância de cada um é essencial para ser colocada na ponta do lápis. De ônibus, a ida e volta estão em até R$ 900 (a viagem é longuíssima, para completar). De avião, gastará mais de R$ 3.000 para chegar lá e retornar ao Brasil. 

Quando compensa comprar um PS5 no Paraguai e quando não

Cada situação também pode revelar se o plano de comprar um PS5 Slim no Paraguai compensa ou não. Se você já mora próximo à fronteira ou tem viagem planejada para o país, é possível adquirir sem ter prejuízos no bolso. 

No entanto, se quer ir para lá apenas para garantir o seu console da Sony, a recomendação é que busque nas lojas nacionais. Nos últimos 12 meses, ele já foi encontrado pelo valor de R$ 2.499 — que supera não apenas o preço praticado no Paraguai, como também economiza os gastos da viagem.

Imagens dos jogos PlayStation
Em promoções pontuais, o PS5 Slim e seus jogos podem sair muito mais baratos do que o visto em vários países (Imagem: Divulgação/Sony)

Como o PS5 Slim é vendido oficialmente em nosso país, junto a bundles, acessórios, games e outros, não compensa viajar só com este objetivo. No fim, vai gastar muito mais por algo que, desde o começo, já era mais barato por aqui.

Outro aspecto que vale prestar atenção é na atual crise de chips. Se já não vale a pena atualmente atravessar a fronteira para comprá-lo, os possíveis reajustes que o videogame sofrerá vão elevar seu custo para acima dos US$ 500 — o que já sai do limite da cota brasileira de compra no Paraguai e te fará pagar o imposto extra.

Como ficam garantia e assistência?

Todos os videogames vendidos no Brasil oficialmente possuem serial e numeração de modelo voltados para o nosso mercado. Adquirir um console importado — que está no Paraguai, mas pode ter vindo de qualquer outro país —pode complicar questões como a garantia e assistência técnica.

Mesmo que consiga economizar ao comprar o PS5 Slim fora, pode ter uma dor de cabeça caso o dispositivo não tenha a cobertura do suporte da Sony no Brasil. Nosso objetivo não é te desmotivar neste aspecto, mas reflita bastante se isso vale a pena para você ou não.

Pode nunca dar problemas e você ter o seu console para “sempre”. Ou pode dar dor de cabeça, mas quem vai te ajudar nessa? Também é necessário se atentar a alguns detalhes, como cabos não compatíveis com tomadas brasileiras, se o hardware é uma versão recondicionada (“refurbished”) ou não e outros que podem te impactar, alguns mais, outros menos. 

Cuidados antes de comprar o PS5 Slim

Há diversos detalhes que precisa se certificar antes de cravar a compra de seu PS5 Slim. O primeiro de todos, obviamente, é comprar em uma loja confiável. Não é para entrar na primeira que aparecer e sair com a caixa na mão. Veja as opiniões online, procedência e se te explicam tudo o que precisa saber antes de adquirí-lo.

Imagem do DualSense
Confira o console e seus acessórios, para evitar problemas (Imagem: Divulgação/Sony)

Conferir se o produto está inteiro, se a caixa não tem avarias e se todos os acessórios comuns seguem com o console também é importantíssimo. Nunca se esqueça de obter o comprovante de compra, que é a nota fiscal. Qualquer defeito ou problema, é ela que vai te salvar no momento de aperto.

Questione claramente como funciona a política de troca. Além disso, esteja pronto para voltar ao país se algo der errado com o videogame — já que muitas vezes isso não ocorre por envio expresso ou através da comodidade que temos atualmente. E pior, não há proteção do PROCON, já que o Paraguai atende suas próprias normas em defesa ao consumidor.

Através de plataformas como o CT Ofertas, é possível acompanhar a flutuação e comparar os preços vistos no nosso vizinho com os vistos no Brasil. O ideal é aguardar por uma promoção boa para investir no seu PS5 Slim sem dores de cabeça.

Leia a matéria no Canaltech.

Quem é Emily, a personagem misteriosa de Resident Evil Requiem?

13 de Março de 2026, 14:00

Durante sua exploração em Resident Evil Requiem, os jogadores se deparam com uma jovem garota cega. Mais sinistro que a sua condição, porém, é o fato de ela estar em isolamento completo. 

Afinal de contas, por que uma criança era mantida em cativeiro dentro do centro clínico repleto de zumbis? Pois é, a personagem em questão é Emily e seu trabalho é libertá-la — sem saber nada sobre quem ela é e o que representa.

Para te ajudar a se preparar melhor para o que Resident Evil Requiem reserva, nós do Canaltech te contamos o dossiê completo de Emily e como a sua história é interconectada com todos os eventos em Raccoon City. Alerta: o texto contém diversos spoilers da história do jogo

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A vida de Emily

O primeiro fato sobre a personagem é que ela não nasceu e cresceu normalmente, como todas as demais. Ela é fruto de experimentos, um clone gerado por gravidez ectópica abdominal nos Laboratórios ARK — que é uma instalação ultrassecreta que opera nas ruínas de Raccoon City.

Imagem de Emily em Resident Evil Requiem
Emily não enxerga e isso gera diversas dores de cabeça para salvá-la em Resident Evil Requiem (Imagem: Reprodução/Capcom)

Chamada de “Amostra 171”, Emily foi levada ao Centro de Cuidados Rhodes Hill ao lado de sua “irmã”, Marie. As duas foram presas em isolamento e eram mantidas separadamente. As únicas pessoas que podiam entrar na seção eram os funcionários autorizados do local liderado por Victor Gideon.

Um dos testes executados pela equipe do vilão causou sérios problemas de saúde à pequena, que contraiu catarata e ficou cega. Sua única distração era ler livros, escritos em braille — linguagem que os médicos e profissionais ensinaram à criança para mantê-la entretida.

Muitos detalhes se perdem a partir deste ponto. Como acompanhamos parte da história por sua perspectiva, sabemos apenas que um humano desconhecido perguntou para ela sobre seu sangue e depois vimos que uma enfermeira sentiu incômodo pela falta de interações e emoções da jovem. 

Imagem de Emily em Resident Evil Requiem
Antes de Grace, Emily só interagia com cientistas e médicos (Imagem: Reprodução/Capcom)

Já Marie, sua irmã, está desaparecida. Enquanto a pequena acredita que a outra apenas saiu e nunca mais voltou, Grace observa um enorme buraco na parede e corpos mortos em volta. Ou seja, ela escapou, mas a que custo?

Ela é um clone?

Um dos pontos fortes da narrativa de Resident Evil Requiem é a forte presença de clones. Enquanto tudo indica que Zeno é uma cópia de Albert Wesker, Emily, Marie e Grace também são, mas de outro ser humano.

Ninguém comenta quem serviu como base genética para gerar as personagens, mas a cópia “mais antiga” é Chloe — uma criança que viveu no orfanato de Raccoon City nos anos 1990 e vivenciou situações de terror.

O objetivo da clonagem era criar Elpis, que as Conexões e Victor Gideon consideram ser o vírus supremo. O resultado foi alcançado apenas com Grace Ashcroft, mas como ela “sumiu” ainda bebê, muitos testes foram executados depois para replicá-lo em laboratório. 

As mutações de Emily e Marie

Enquanto Emily aparentemente tinha sofrido apenas com a cegueira, Marie se transformou em um monstro completo. A mutação na criança foi tão forte que ela é aquela criatura de tamanho colossal que persegue Grace com seus braços longos — presente em grande parte do material promocional do jogo.

Imagem de Resident Evil Requiem
Marie se transformou em uma criatura mortal, mas que não suporta a luz (Imagem: Captura de Tela/Diego Corumba)

Quando tentam fugir do Centro de Cuidados Rhodes Hill, em um helicóptero, outro incidente acontece e o veículo despenca. Com a jovem ferida, Grace tenta reanimá-la, o que se torna uma tarefa extremamente difícil com a grande perda de sangue sofrida.

Porém, ela conseguiu e o resultado se tornou catastrófico. A “morte” de Emily e sua ressurreição acionaram as mutações da pequena — que se tornou um outro monstro que estava completamente fora de controle. Restou a Leon S. Kennedy livrar sua nova colega do sufoco, mas a criatura ficou no chão.

Para a sorte de todos, o herói não atingiu nenhum ponto vital e ela sobreviveu para ser tratada com a Elpis. Além de reverter a mutação, a criança também teve a sua visão recuperada e foi adotada por Grace.

Final "feliz" em Resident Evil Requiem

Muitos acreditam que Emily era um clone da protagonista de RE Requiem, por uma das afirmações de Zeno sobre a existência da pequena. No entanto, ele sabe apenas aquilo que as Conexões o informam — em outras palavras, com informações limitadas, suas declarações perdem peso. 

Mesmo com o final feliz, tanto a personagem quanto Grace passam por diversos apuros e momentos traumatizantes. Porém, agora elas terão uma à outra para superar essas adversidades e lutar contra a organização maligna e seus objetivos sombrios.

Enquanto Emily sobreviveu e poderá finalmente ter a sua infância “comum”, o mesmo não pode ser dito sobre Marie. A cura não surtiu efeito na sua versão monstruosa, já que ela teve a sua morte em definitivo durante a narrativa do game.

Leia a matéria no Canaltech.

MacBook Neo cai como bomba no mercado de PCs e obriga reação

13 de Março de 2026, 11:50

O preço do novo MacBook Neo surpreendeu a todos, mas a indústria tech sofreu um impacto ainda maior. De acordo com o co-CEO da ASUS, S. Y. Hsu, “dado o histórico de precificação premium da Apple, um lançamento tão barato é certamente um choque para todo o mercado”.

Em reunião com investidores, ele afirma que “todos os fabricantes de PC, inclusive companhias como Microsoft, Intel e AMD, levam a discussão de como competir com este produto muito a sério dentro do ecossistema dos computadores Windows”. 

O executivo até tentou reduzir a importância do MacBook Neo e o chamou de dispositivo para “consumo de conteúdo”, como um iPad tradicional. Ele alega que o notebook não poderá lidar com demandas pesadas e que seus 8 GB de RAM não poderão ser atualizados posteriormente.

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No entanto, como o computador econômico é voltado para estudantes e tarefas comuns, muito se questiona se ter 16 GB ou mais faria diferença como a ASUS declarou aos investidores. Nesse sentido, ele acredita que “todos lançarão produtos correspondentes para competir com a Apple”. 

Imagem do MacBook Neo
MacBook Neo promete estremecer a indústria tech (Imagem: Divulgação/Apple)

ASUS e indústria tech vs. Apple

Como contexto, é importante lembrar que há falta de memória RAM no mercado e isso auxilia na inflação dos preços dos componentes. Com saltos de até 100% por trimestre, a ASUS e demais fabricantes da indústria tech já se preparam para aumentar o valor dos seus dispositivos. 

Enquanto um lado subirá seus custos de produção e venda, a Apple anunciou o MacBook Neo como um modelo mais barato — que chegará por US$ 599 — e isso cria um grande abismo entre ambos. E é neste aspecto que mora a preocupação de todo o mercado. 

Já que notebooks econômicos não terão o mesmo custo-benefício daqui a alguns meses, o lançamento de um produto pela rival que preencha esta lacuna pode fazer as estruturas do mercado estremecerem.

Leia a matéria no Canaltech.

Pokémon Pokopia é o spin-off mais bem-sucedido de toda a franquia

13 de Março de 2026, 10:15

A Nintendo e a The Pokémon Company revelaram nesta quinta-feira (12) que Pokémon Pokopia, lançado na última semana, teve 2,2 milhões de unidades vendidas em apenas quatro dias.

O desempenho comercial posiciona o título como o spin-off mais bem-sucedido de toda a franquia, já que foi o primeiro a atingir esta marca tão rapidamente. Com centenas de games, ele já ocupa a 12ª posição do ranking geral e logo deve subir mais.

Outra informação interessante é que, deste número, 1 milhão das cópias de Pokémon Pokopia vendidas foram apenas no Japão. Ou seja, a aventura de Ditto já é considerada um grande sucesso para a Big N e para os fãs.

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Sua popularidade é tamanha que muitos países já estão sem estoque físico do jogo para comercializar. Além disso, as ações da Nintendo receberam um salto após seu lançamento — após meses de queda. 

Here's the current known standings for Pokémon spin-off games that have sold over 1 million

Pokopia has already leapfrogged most of them and wil undoubtedly hit near the top pic.twitter.com/qMGO3dr8hK

— Joe Merrick (@JoeMerrick) March 12, 2026

Os números de Pokémon Pokopia

Vale notar que Pokémon Pokopia foi lançado com exclusividade para o Nintendo Switch 2, o primeiro de toda a linha a chegar apenas no novo console híbrido. 

Com mais de 17 milhões de vendas, é como se 12% dos donos do videogame já tivessem garantido seu passe para a aventura inédita. Em apenas um fim de semana, diga-se de passagem.

A expectativa é que este montante cresça ainda mais, seja pela passagem de tempo comum ou até pela chegada de conteúdo inédito no futuro — via atualizações. No momento, há um evento focado na linha evolutiva do monstrinho Hoppip. 

Leia a matéria no Canaltech.

Caso Epstein vira inspiração para jogo brasileiro e causa polêmica

12 de Março de 2026, 15:25

Um grupo de alunos do curso de engenharia da computação do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) apresentou, nesta quarta-feira (11), a proposta de um jogo brasileiro inspirado no Caso Epstein

A experiência se chama “A Fuga de Sid” e mostra uma personagem de 15 anos que é sequestrada e levada para uma ilha distante. No local, ela precisa fugir de seis homens. Cada um deles tem uma preferência, que deve ser usada para obter acesso ao barco e gasolina para escapar do lugar.

O projeto causou uma grande polêmica, já que todos os jovens envolvidos eram do sexo masculino e usaram diversas referências a Jeffrey Epstein em aula e em discussões em grupos no WhatsApp. O problema identificado foi “gamificar” traumas reais e sistêmicos, que provocam dor nas vítimas.

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O magnata é conhecido por comandar um esquema de exploração sexual de meninas menores de idade, que envolvia diversas personalidades — da política ao entretenimento. A investigação apontava que ele atraía as adolescentes, em sua maioria de 14 a 17 anos, para a sua ilha.

Imagem de controle do Xbox One
O jogo inspirado pelo Caso Epstein se tornou uma grande polêmica (Imagem: Pixabay/QuentinLeGohic)

Preso em 2019 por tráfico sexual de menores, ele faleceu no cárcere enquanto aguardava pelo julgamento. Com e-mails vazados em janeiro de 2026, agora as autoridades buscam entre os nomes dos envolvidos quem se beneficiou das atividades criminosas e cometeu abusos. 

Apesar da apresentação de “A Fuga de Sid”, o projeto é apenas um conceito e pode nunca virar um jogo de fato. O nome e idade dos estudantes do curso de engenharia da computação não foram divulgados.

Caso Epstein é uma discussão “delicada”

Após a polêmica apresentação e os diversos debates com alunas do sexo feminino em apps, o instituto de São José dos Campos, em São Paulo, se manifestou oficialmente sobre o ocorrido ao G1. 

Vinculado à Força Aérea Brasileira, o estabelecimento de ensino afirmou que a apresentação envolvia apenas propostas iniciais de temas para o desenvolvimento de jogos que ocorreriam ao longo do bimestre. No entanto, ela não seguirá adiante e foi classificada como inapropriada.

“Em relação ao tema específico mencionado na reportagem, a proposta foi imediatamente descartada por ter sido identificada como assunto inapropriado. O ITA destaca que o caso está sendo tratado de forma célere e responsável, dentro das normas vigentes da instituição. Ações de conscientização serão reforçadas junto à comunidade discente por meio do Grupo de Trabalho de Equidade de Gênero e demais órgãos da estrutura administrativa e acadêmica do Instituto”, reforça a instituição.

O Instituto Tecnológico de Aeronáutica também aponta que a prioridade é reforçar os valores que já trabalham, com aspectos que ajudarão no crescimento saudável de todos os jovens envolvidos — sejam os alunos que criaram o conceito ou os que estavam dentro do debate.

“O ITA reafirma seu compromisso com a formação técnica e ética de seus estudantes e com a promoção de um ambiente acadêmico seguro, pautado pelo respeito, pela responsabilidade e pela integridade”, conclui.

Em mensagens trocadas pelo WhatsApp, um dos jovens que participou do projeto tentou esclarecer aos demais como chegaram ao conceito apresentado.

“[...] não pensamos na conexão que isso tinha com a realidade”, revelou o estudante.

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Como saber se jogo vai rodar no Steam Machine? Valve revela exigências

12 de Março de 2026, 13:50

A Valve divulgou nesta quarta-feira (11) como funcionará o processo de verificação de jogos para o Steam Machine e seu óculos de realidade virtual, o Steam Frame. Assim como o Steam Deck, cada um terá suas próprias normas técnicas.

Na Game Developers Conference (GDC) 2026, a companhia revelou que todos os títulos que possuem o selo no console portátil já estarão com o benefício garantido no PC doméstico. No entanto, o caminho contrário ainda exigirá testes para garantir o desempenho. 

No mínimo, um game precisa rodar em 1080p, 30 FPS, ter suporte a controles e requisitos de entrada similares ao Steam Deck. Assim, receberão a certificação Steam Machine Verified. Os jogos que não funcionam com controles, como os que exigem teclado e mouse, serão verificados como Steam Machine Playable. 

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De acordo com a Valve, qualquer experiência não-certificada no console portátil por conta do SteamOS, também não receberá o selo no novo PC. Novos testes de desempenho serão realizados com os títulos que foram submetidos no passado, para reavaliação neste próximo dispositivo. 

Imagem da certificação do Steam Machine
O organograma do Steam Machine deixa bem claro como funcionará a certificação (Imagem: Divulgação/Valve)

Nível de qualidade para o Steam Frame

Já o programa de certificação para o Steam Frame leva em conta a compatibilidade com os controles do dispositivo, taxa de quadros de 90 FPS (para jogos VR) e 30 FPS em 720p (para games 2D). 

A companhia revelou que a interface do usuário também será considerada, com preocupações em relação à legibilidade. Qualquer game não-verificado para o Steam Deck por causa do SteamOS ou do desempenho, não terá o selo para os óculos de realidade virtual.

Por fim, a Valve afirmou que expandirá a compatibilidade do Proton para os chips Arm64. Eles almejam que o recurso venha a ter a mesma performance vista nativamente no Linux. 

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Capcom corta ray tracing de Resident Evil Requiem e fãs ficam furiosos

12 de Março de 2026, 09:15

A atualização 1.11 de Resident Evil Requiem provocou um “downgrade” visual no PS5 Pro. Após o patch, alguns trechos deixaram de apresentar a ferramenta de ray tracing para a iluminação aprimorada dos ambientes.

De acordo com os relatos, a falha ocorre especificamente na primeira zona de exploração em Raccoon City. Como resultado, o cenário perde realismo e quebra a imersão dos jogadores. 

O “sumiço” foi uma medida paliativa da Capcom para resolver outra questão em Resident Evil Requiem no PS5 Pro. Nesta mesma parte, antes os usuários viam artefatos frequentemente e “ghosting” — o que incomodou muitos.

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Em vez de resolver a falha, a companhia decidiu desativar a tecnologia nos segmentos mais problemáticos. Embora a medida tenha estabilizado a performance, a ausência da iluminação global gerou novas críticas da comunidade. 

A Capcom mexeu em Resident Evil Requiem, e agora?

Até o momento, a produtora não se pronunciou sobre as mudanças realizadas no PS5 Pro, mas provavelmente resolverá este dilema em breve. Mesmo que demore semanas, eles costumam consertar esses problemas.

Apesar de não ter o ray tracing em um dos principais trechos de Resident Evil Requiem, isso não interferiu em outros presentes — como o upscaling via PSSR e outras tecnologias exclusivas do hardware.

Além de melhorias, a Capcom também prometeu mais conteúdo para a nova aventura de Leon S. Kennedy. Recentemente o estúdio garantiu uma expansão, mini-jogos e até mesmo o modo foto nos próximos meses. 

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Expansão confirmada! Resident Evil Requiem terá modo foto grátis e DLC da trama

10 de Março de 2026, 16:20

O diretor de Resident Evil Requiem, Koshi Nakanishi, confirmou nesta terça-feira (10) que a Capcom agora trabalha em conteúdo extra para o jogo: minijogos, um modo foto — que chegará de forma gratuita — e até uma expansão.

Não foram fornecidos detalhes como o que será levado ao game e sua data de lançamento. Nas redes sociais, o desenvolvedor revelou apenas o conceito do que os fãs podem esperar para o futuro.

“Planejamos criar conteúdo extra sobre a história. Neste aspecto, vamos mergulhar fundo no mundo de Requiem. Trabalhamos duro nisso agora. Levará algum tempo, então pedimos por sua paciência”, diz Nakanishi.

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De acordo com o estúdio, novas atualizações serão disponibilizadas nos próximos meses e trarão novidades como o modo foto. Além disso, há uma “outra surpresa que chegará por volta de maio”. 

A message from Koshi Nakanishi, director of Resident Evil Requiem. pic.twitter.com/54aKw80h8K

— Resident Evil (@RE_Games) March 10, 2026

O próprio diretor de Resident Evil Requiem afirma que deseja adicionar minijogos ao título, porém não detalhou o que planeja neste sentido. Pode ser algo similar a RE4 ou até mesmo o clássico modo The Mercenaries. 

Em tom de brincadeira, ele mostrou algumas ideias da equipe sobre isso. Um deles, chamado de “Forbidden Requiem”, envolvia levar Leon para um programa de namoros como The Bachelor. Também pode ser visto um jogo de cartas, um similar a Candy Crush e alguns outros. 

Expansões de Resident Evil

Ao seguir o exemplo do sétimo e do oitavo jogo da franquia, além do remake de Resident Evil 4, o novo game da saga também receberá um DLC próprio para expandir a sua história. A ideia é aprofundar ainda mais a saga de Leon e Grace dentro da aventura que vivenciaram em Raccoon City.

No entanto, para muitos, a principal dúvida que a expansão precisa responder é sobre a aliança de casamento de Leon S. Kennedy. Considerado o maior mistério de Resident Evil Requiem, muita gente deseja saber quem é a pessoa escolhida para o “felizes para sempre” do herói.

A questão virou uma bagunça tão grande que até o diretor do jogo teve de anunciar a sua saída das redes sociais, devido ao volume de perguntas que recebe diariamente. 

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Modo tela cheia do Xbox chega ao Lenovo Legion Go; saiba como testar

10 de Março de 2026, 15:10

A Lenovo anunciou na última semana que o modo Tela Cheia do app Xbox chegará aos dispositivos Legion Go em breve. De acordo com a companhia, o recurso ainda está em testes e logo deve ser disponibilizado a todos.

A revelação foi feita pelo gerente sênior da divisão global de gaming, Ben Green, na rede social X (antigo Twitter). Não há uma data estipulada para o lançamento completo da função para todos os jogadores do hardware.

Para testar o Xbox Full Screen Experience, o usuário pode se registrar pelo Gleam tanto no Lenovo Legion Go quanto no Legion Go 2. É exigido que o console portátil esteja com a última atualização instalada.

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É importante levar em conta que o recurso é funcional apenas nos modelos com Windows 11. Caso utilize aqueles com SteamOS ou outros sistemas operacionais, não será possível habilitar o modo tela cheia do aplicativo Xbox. 

Xbox FSE is finally coming to Legion Go Devices!

Legion Gaming Community members can sign up to test the update ahead of full launch as a special thanks 👍

Register: https://t.co/qX3SWGVGVi

— Ben Green (@_BenjaminGreen) March 5, 2026

O Xbox Full Screen Experience

Presente nos dispositivos ROG Xbox Ally desde 2025, o Xbox Full Screen Experience permite que os jogadores utilizem seus consoles portáteis com uma interface similar a do videogame da Microsoft — com menus e identidade visual personalizados.

O recurso se expandiu para outros aparelhos com Windows e, agora, finalmente aterrissa no Lenovo Legion Go. O plano da companhia é disponibilizá-lo de forma oficial em ainda mais.

Seu principal objetivo é expandir o Windows 11 e o app Xbox como uma boa plataforma para jogos em portáteis. Com a ascensão do SteamOS neste sentido, eles querem aumentar sua presença no mercado e torná-la popular. 

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Segredo de uma década: novo Xbox Helix estava nos planos da Microsoft desde 2016

10 de Março de 2026, 12:35

O Xbox Helix, próxima geração de consoles da Microsoft, foi revelado oficialmente de forma recente, mas documentos revelam que seu conceito já completa uma década.

O editor sênior da The Verge, Tom Warren, revelou no último domingo (8) que a ideia sobreviveu à prova dos 10 anos. Antes de lançarem o Xbox One S e X, havia um projeto para unir o ecossistema dos videogames com o Windows

Curiosamente, este também era chamado de “Project Helix”. A Microsoft planejava a convergência total para sua plataforma, impulsionada por frentes como o Play Anywhere.

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Com isso em mente, jogos como Sea of Thieves e Halo Wars 2 foram lançados sob o selo. No entanto, o conceito demorou ao menos 10 anos para sair do papel e ganhar vida através do console da próxima geração do Xbox.

Microsoft has been working on converging Xbox and Windows for more than a decade. Here’s Jason Schreier and Keza MacDonald in a Kotaku article from 2016 discussing the original Project Helix pic.twitter.com/gwwi59edwM

— Tom Warren (@tomwarren) March 8, 2026

O “Project Helix” é um plano antigo

O plano da Microsoft, supostamente, sempre foi transformar seu Xbox em um PC. Em 2003, por exemplo, o jornalista Dean Takahashi vazou a informação de que a empresa desejava instalar o Windows no Xbox 360

Já antes da E3 2016, nas vésperas da chegada dos modelos S e X do Xbox One, Phil Spencer relatou que os consoles da companhia se tornariam cada vez mais similares aos PCs para jogos. 

De acordo com o executivo, eles queriam que engenheiros realizassem atualizações de hardware enquanto os usuários pudessem manter seus jogos compatíveis em múltiplos dispositivos

Sinais disso foram vistos por toda a internet, após o anúncio de Asha Sharma sobre o Xbox Helix. O ex-presidente da Blizzard Entertainment, Mike Ybarra comentou que o nome “soa muito familiar”

O futuro híbrido entre console e PC deve competir diretamente com o Steam Machine, previsto para chegar no início de 2026 e sem data de lançamento graças à crise de RAM. O problema do novo Xbox será o preço — com rumores que apontam que ele ultrapassará a faixa dos R$ 9.000. 

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One Piece: 5 coisas para lembrar antes de maratonar a temporada 2

10 de Março de 2026, 10:26

A 2ª temporada de One Piece estreou na Netflix. Após três anos de espera, é natural que alguns detalhes tenham sumido da memória antes de retornar ao universo de Eiichiro Oda. 

Com 8 novos episódios, muitos estão prontos para maratonar a série e por que não relembrar os eventos passados? Afinal de contas, vale a pena recordar certos aspectos para compreender o que está por vir.

Para te ajudar, nós do Canaltech listamos 5 coisas para você lembrar antes de ver tudo que a 2ª temporada de One Piece tem a oferecer. Será que todos os detalhes ainda estão frescos em sua memória ou algo passou batido?

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5. O lugar em que tudo começou

A chamada “Era dos Piratas” de One Piece teve seu início muito bem-definido dentro da narrativa e isso ocorreu em Loguetown. Capturado pela Marinha, o pirata Gol D. Roger foi levado à execução em praça pública nesta ilha e gerou a faísca que acendeu um verdadeiro incêndio no coração dos demais.

Antes de sua morte, ele disse: “Minhas riquezas e tesouros? Se vocês quiserem, eu os deixo pegar. Procurem por ele, deixei tudo naquele lugar!”. Neste momento, muitos navios deixaram o seu porto e passaram a buscar pelo tesouro que dá nome à obra. 

Imagem de One Piece
Gol D. Roger foi executado em Loguetown (Imagem: Reprodução/Netflix)

4. Divisão deste universo

O mundo de One Piece tem uma divisão bem clara que define os passos que a história é contada. Luffy, Zoro, Sanji, Nami e Usopp se conhecem no East Blue, um dos quatro mares principais deste cenário. E duas linhas dividem estes locais: a Grand Line e a Red Line.

A Grand Line é uma forte correnteza que serve como palco para ilhas perigosas e esconde diversos mistérios. Ao seu redor, existe o Calm Belt — uma área que não há vento e apenas navios a propulsão podem atravessar. Já a Red Line é o continente que corta tudo isso ao meio, um anel de rochas que dá a volta no globo.

Imagem de One Piece
A divisão do mundo de One Piece é bem clara e cada trecho tem suas particularidades (Imagem: Reprodução/Toei Animation)

3. O grupo está incompleto

Cada membro dos Chapéu-de-Palha serve para um propósito, o que significa que o grupo de Monkey D. Luffy ainda está longe de ser completo. Com um espadachim, navegadora, cozinheiro e um atirador, o herói precisa buscar novas formas de avançar sem temer pelo que está adiante.

Por exemplo, se alguém da sua equipe fica doente, em alto mar, como eles resolverão esta situação? E se encontrarem ruínas antigas, com linguagem ancestral, quem irá ajudá-los a compreender mais do seu próprio mundo? Algumas dessas perguntas precisam e serão respondidas na temporada 2.

Imagem de One Piece
Apesar de ser um grupo forte, os Chapéu-de-Palha estão incompletos (Imagem: Divulgação/Netflix)

2. A busca por poder

Na primeira temporada de One Piece, vimos que muitos dos heróis entenderam que não são fortes o bastante para avançar contra piratas mais perigosos. E é exatamente o que eles vão buscar agora: poder.

Claro, isso será traduzido pela narrativa de Zoro em busca de novas espadas. As que ele usava foram quebradas por Mihawk e, sem elas, o guerreiro é apenas mais um homem ao mar. Ele busca armas que sejam capazes de aumentar o nível e defender Luffy e os demais. 

Imagem de One Piece
Zoro teve suas espadas destruídas por Mihawk na última temporada (Imagem: Reprodução/Netflix)

1. Objetivos dos Chapéu-de-Palha

Ainda que o grupo seja “fechado” para encontrar o One Piece, muitos deles têm sonhos individuais que devem ser levados em consideração. Luffy quer ser o Rei dos Piratas, enquanto Nami sonha em todos os tesouros que isso pode fazê-la encontrar durante o seu trajeto.

Sanji deseja encontrar o All Blue — um lugar lendário, repleto de peixes e fauna marinha que pode dar a ele os ingredientes necessários para se tornar o melhor cozinheiro de todos. Usopp quer se tornar um valente guerreiro do mar, enquanto Zoro só tem um objetivo: derrotar Mihawk. 

Imagem de One Piece
Cada um dos heróis tem seu próprio objetivo e plano (Imagem: Reprodução/Netflix)

A temporada 2 de One Piece

A série da Netflix tem como proposta adaptar todos os eventos vistos no mangá de Eiichiro Oda e no anime. Ou seja, One Piece pretende mostrar os eventos que apresentarão a Baroque Works — um grupo de vilões que levará a jornada por um caminho inesperado — e até o mascote Tony Tony Chopper. 

Ao mesmo tempo, as obras nas quais ele é baseado permanecem por décadas, mas podem terminar em breve. Com os vilões principais revelados, cabe a Luffy encontrar o tesouro que dá nome à saga antes que uma nova tragédia seja provocada. 

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Fãs enlouquecem diretor de Resident Evil por causa do casamento de Leon

9 de Março de 2026, 19:25

A aliança de casamento de Leon S. Kennedy em Resident Evil Requiem causou muita confusão e o próprio diretor do jogo, Koshi Nakanishi, foi forçado a tomar uma medida drástica. Com o excesso de mensagens e questões, ele relata que se ausentará da internet por algum tempo antes que sua vida vire ao avesso.

Em sua conta no Instagram, ele publicou alguns stories de agradecimento aos fãs e destaca ser difícil responder a todos. Mesmo com o “coração aquecido”, a situação afeta sua vida pessoal.

O desenvolvedor aponta que já viu “capturas de tela de mensagens editadas”, com afirmações que nunca fez sobre Resident Evil Requiem e a suposta esposa de Leon S. Kennedy. Ou seja, parte do que tem circulado pela internet pode ser falso ou manipulado.

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Nakanishi explicou que espera ansioso pelo momento no qual poderá compartilhar novas informações oficialmente, mas por enquanto vai apenas entrar no “modo eremita” — na prática, estará ausente das redes sociais por tempo indeterminado.

I saw so many people messaging Nakanishi about Leon’s marriage. I know it might not be the right thing to do,but I can’t hide how happy this makes me.After all these years,all the waiting, all the debates we can finally say it. Congratulations,Mrs Ada Wong Kennedy pic.twitter.com/FYpGvh20Bj

— Ada Wong (@urfavadawong) March 4, 2026

O misterioso casamento de Resident Evil Requiem

Se Raccoon City representa um grande mistério para toda a comunidade, o jogo Resident Evil Requiem forneceu outro ainda maior: quem fisgou Leon para toda a eternidade? Essa é a pergunta que todos anseiam pela resposta.

O grande problema é que a Capcom não confirmou quem será a esposa (ou marido) do grande herói. Ele só ostenta a sua aliança, sem quaisquer informações oficiais sobre a sua vida amorosa e quem o espera em casa ao fim de cada missão.

Alvo dos “shippers” por anos, há muitas opções que podem preencher o seu coração: Ada Wong, Claire Redfield, Ashley Graham e até mesmo Chris Redfield seguem entre as principais teorias — que prometem perdurar por muito tempo.

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Cilada no Android? Emulador pago de Xbox usa código de app grátis

9 de Março de 2026, 17:50

Um novo emulador de Xbox foi disponibilizado em smartphones com sistema Android, mas com uma grande controvérsia. O X1 BOX seria o app ideal, se ele não fosse um port do xemu — outro software, mas para PCs

Além de reproduzir todas as suas ferramentas nos celulares, sem consultar ou pedir apoio ao time de desenvolvimento do original, há outra questão que gerou controvérsia: o aplicativo é pago na Google Play Store.

Ou seja, para jogar os games clássicos do primeiro Xbox, como Halo: Combat Evolved, Max Payne e Project Gotham, os jogadores terão de pagar o valor de R$ 41,99 — enquanto a versão base é grátis e se manteve deste modo.

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De acordo com a equipe que trabalhou na xemu, eles têm conhecimento do port e afirmaram que uma versão gratuita está em desenvolvimento para o Android. Não há qualquer previsão para o seu lançamento.

Imagem do emulador X1 BOX
O X1 BOX é uma cópia do xemu (Imagem: Divulgação/izzy2lost)

Além do X1 BOX, outros devs trabalharam em uma versão do emulador para smartphones — contudo, como um projeto grátis via APK no GitHub. Apesar das duas usarem a mesma base, nenhuma foi aprovada pela equipe oficial.

Ou seja, deste modo você pode pagar para jogar o Xbox original no seu celular ou buscar o modelo grátis no GitHub. No entanto, vale levar em conta que os dois não terão a mesma qualidade vista na emulação para os PCs.

Xbox exige um bom desempenho

Como o X1 BOX usa o xemu como base, é necessário que os usuários tenham o MCPX boot ROM, BIOS, imagem do armazenamento e os arquivos de jogo para rodá-lo adequadamente.

Imagem de Halo Combat Evolved
O X1 BOX é completo e exigirá que você e o hardware deem conta do processo (Imagem: Divulgação/Microsoft)

Além disso, o “disco” precisa estar em formato XISO para que isso tudo funcione. Devido à alta exigência de processamento da emulação, é recomendado que o usuário use um celular com ao menos 8 GB de RAM.

Enquanto uma parcela dos games inicia e tem uma jogabilidade comum, alguns deles contêm atraso, texturas quebradas e podem até causar o fechamento inesperado do app. 

O suporte é incerto: já que o desempenho varia do jogo ao hardware. Ou seja, mesmo que seu smartphone seja capaz de rodar determinadas experiências e você pague R$ 41,99, não há garantia de que rodará tudo.

Um salto para o futuro

Com opções como o X1 BOX e um futuro port oficial do xemu para os smartphones, resta ao público decidir se “paga” para jogar agora ou se aguarda pela versão da equipe original — que não se sabe quando chegará.

A esperança dos fãs é que, no seu lançamento, a versão paga se torne obsoleta e seja “esquecida”, seja pelo montante cobrado e também por ser uma cópia não-oficial do que foi desenvolvido por terceiros.

No entanto, o público tem fé de que apps pagos controversos sempre precedem alternativas melhores e gratuitas. Muitos se recordam do DamonPS2, de PlayStation 2, que antecedeu o AetherSX2. 

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5 RPGs clássicos que foram "salvos" pelo botão de acelerar

8 de Março de 2026, 11:00

Sem comprometer a idade de nenhum de vocês, mas quem foi criança ou jovem nos anos 1990 ou início dos anos 2000 lembra muito bem como era a experiência de jogar naquela época. Jogos com mais de 100 horas, “farmar” XP e se aprofundar nos RPGs era o prazer de milhares de fãs.

No entanto, a vida nos empurra boletos, trabalho, faculdade, família, projetos pessoais e esse tipo de jogo se torna um luxo quase inatingível. Qual foi a última vez que explorou um mapa mundial de um game, de cabo a rabo? Pois é, faz algum tempo, não? 

E finalmente a indústria percebeu que aquelas crianças e jovens viraram adultos e não têm mais uma tarde inteira de sábado ou domingo para mergulhar nessas aventuras. O “botão de acelerar” chegou para ficar e salvou muitos de revisitar as suas obras favoritas sem ter de consumir seu ritmo. 

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Seja pela nova versão de Final Fantasy VII nos PCs ou em outros, o “fast forward” não veio para estragar a sua experiência com os RPGs, mas sim ajudá-lo a manter a sua chama acesa — mesmo em meio a diversas tarefas do cotidiano e o acúmulo de boletos.

Imagem de Final Fantasy VII
Final Fantasy VII ganhou o botão de acelerar e permite mais imersão no JRPG (Imagem: Divulgação/Square Enix)

A tendência é espetacular e mostra como estes games clássicos podem se beneficiar das melhorias de qualidade de vida sem perder sua essência. Assim, combina seu (pouco) tempo livre com a mesma paixão por histórias, mundos e pelas trilhas sonoras que marcaram época.

Para mostrar para você como isso pode ajudar a resgatar muitos jogos e evitar que grandes obras caiam no esquecimento, nós do Canaltech reunimos 5 títulos que foram salvos pelo botão de acelerar. Confira:

5. Final Fantasy IX

O jogo Final Fantasy IX (1999) é um dos maiores clássicos da Square Enix e é aclamado por muitos, mas tem um defeito grave: a demora para o carregamento de batalhas e animações extremamente lentas. Até o criador da franquia, Hironobu Sakaguchi, admitiu isso publicamente.

Nas versões HD, a produtora trouxe o botão de acelerar sua velocidade e disponibilizou a função de remover os encontros aleatórios. Desta forma, explorar Gaia se tornou mais agradável e removeu toda a frustração de uma batalha a cada dois passos — o que tem ajudado muitos a voltarem ao game.

Imagem de Final Fantasy IX
Agora é possível explorar Final Fantasy IX sem chorar pelo tempo que ele toma (Imagem: Reprodução/Square Enix)

4. Chrono Cross: The Radical Dreamers Edition

Chrono Cross (1999) era um jogo maravilhoso no PS1, mas é inegável que revisitá-lo provocaria críticas negativas por conta da taxa de quadros tenebrosa que existia na plataforma e pelo sistema de combate complexo. Ele definitivamente exige uma paciência que muitas vezes não temos.

A Radical Dreamers Edition caiu como uma mão na luva, não apenas pela experiência interativa inédita que a versão recebeu. Acelerar batalhas e travessia, desligar encontros de inimigos e poder ver tudo o que o mundo da franquia tem a oferecer tornou o título ainda melhor.

3. Final Fantasy XII: The Zodiac Age

Os mapas colossais de Final Fantasy XII (2006) marcaram época e apresentaram uma Ivalice que se tornou inesquecível para os fãs. No entanto, atravessar todo o território hoje em dia — que mais parece um MMO offline — exige horas de caminhada que muitos de nós sequer temos.

O botão de acelerar em 2 ou 4 vezes da versão Zodiac Age aprimorou este game e permite atravessar grandes distâncias e destruir inimigos em questão de segundos. Como cereja do bolo, temos os Gambits que permitem uma estratégia mais adequada e economizam ainda mais seu tempo. 

2. Persona 3 Portable

Os games da franquia Persona sempre foram longos e Persona 3 (2006) não fugia disso. Além da narrativa extensa, os jogadores tinham de escalar andares infinitos da torre do Tártaro — o que se transformava em um verdadeiro teste de resistência física e mental pela sua demora.

A versão Portable, lançada no PSP, resolveu isso e permitia que os jogadores avançassem rapidamente os diálogos e pudessem acelerar o fluxo dos combates repetitivos. Isso ajudava a focar em outras questões, como a trama sombria e o gerenciamento do calendário.

Imagem de Persona 3 Portable
Persona 3 Portable aprimora o jogo original de todas as formas possíveis (Imagem: Divulgação/Atlus)

1. Dragon Quest XI S: Echoes of an Elusive Age

A franquia Dragon Quest sempre foi uma das principais guardiãs do JRPG tradicional e Dragon Quest XI: Echoes of an Elusive Age (2017) reforçava isso. Ainda que tenha uma história bela e seja uma aventura marcante, seu ritmo lento e metódico pode espantar jogadores mais dinâmicos.

A versão S, lançada pouco depois, ajudou o público ao incluir o botão de acelerar — o que permite confrontos velozes contra grupos de inimigos, grinding e viajar pelo grandioso mapa. Sem tirar a essência estratégica, ele se tornou mais “amigável” e criou laços ainda mais profundos com os fãs.

Qualidade de vida não é “noobice”

É importante levar em consideração que estes recursos permitem que experiências mais antigas, focadas em centenas de horas, farmar itens, XP e outros, tinham um ritmo apto a uma comunidade que evoluiu. Não eram ruins, porém também não se encaixam mais no nosso dia a dia.

Através do botão de acelerar, novos fãs podem se unir a este grupo e os antigos têm um ritmo melhor para se aventurar por jornadas que os encantaram nos “bons e velhos tempos”. A qualidade de vida serve para aproximar mais o público, não servir como um modo Easy. Entre os principais que se beneficiaram disso, estão:

  • Dragon Quest XI S: Echoes of an Elusive Age
  • Persona 3 Portable
  • Final Fantasy XII: The Zodiac Age
  • Chrono Cross: The Radical Dreamers Edition
  • Final Fantasy IX

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PS6 com GDDR7: o que pode mudar de verdade e o que é marketing

7 de Março de 2026, 20:00

O PS6, console da próxima geração da Sony, já começa a ganhar corpo nos bastidores e o protagonista da vez é a memória GDDR7. De acordo com rumores, isso pode representar um salto significativo de desempenho e promete destravar os gargalos gráficos e Ray Tracing.

No entanto, essa novidade também significa que o preço do próximo console da Sony poderá ser assustador — justamente em um momento em que os módulos valem ouro

Mesmo como especulação, os passos que a companhia tomará para o PS6 já preocupam e empolgam de forma simultânea. Porém, o que mudará na prática e o que serve apenas para vender novas tecnologias?

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PlayStation 5
A memória GDDR7 pode trazer grandes melhorias em relação ao PS5? Depende (Imagem: Divulgação/Sony)

GDDR7: o que é e por que a velocidade não conta sozinha

A memória GDDR7, em termos simples, é “a pista” por onde o processador e a placa gráfica buscam dados como texturas, sombras e geometria. Quanto maior o padrão, mais Gbps — que pode ser lido como a “velocidade máxima permitida” — serão vistos.

Contudo, esses aspectos não farão tanta diferença quanto a largura de banda. Ela multiplica a velocidade com o espaço percorrido — quanto maior e mais veloz, mais informações poderão ser processadas simultaneamente.

Imagine que é como percorrer uma avenida mais larga com um carro veloz. Quanto mais extensa, menos trânsito pegará e poderá correr livremente em direção ao horizonte. Desta forma, mesmo um chip mais veloz, sem uma grande bandwidth, pode ter um desempenho diferente do outro. 

O PlayStation 5, por exemplo, usa memórias GDDR6 com 448 GB/s. Com o padrão GDDR7, esse número alcançaria a faixa de 1,5 TB/s, quase 4x mais e com uma eficiência energética até 50% maior. 

Isso não quer dizer que o PS6 terá justamente essa velocidade de largura de banda, mas há potencial para que ele tenha o dobro do desempenho da VRAM vista no seu antecessor — o que seria um grande diferencial.

O que muda de verdade no gameplay?

Neste caso, como você teria impactos nos jogos? O seu console faria o streaming de texturas de forma mais agressiva — com menos pop-in —, teria mais fôlego para processar Ray Tracing e técnicas de iluminação sem comprometer o frametime e mais folga para resoluções altas com upscaling.

Imagem do PS5 Pro
O PS5 Pro possui upscaling via PSSR e possivelmente o PS6 também terá o recurso (Imagem: Divulgação/Sony)

Em termos mais simples, isso não significa uma taxa de quadros maior. É apenas uma consistência maior e sem forçar a sua memória. Em jogos de mundo aberto ou com Ray Tracing mais pesado, isso seria responsável por uma performance extremamente superior à vista nos dias atuais.

O que é exagero e marketing?

Com módulos de memória GDDR7 você pode ter todos os seus games em 4K nativo, RT full e 120 FPS? Não é bem assim. É neste ponto que muita gente será enganada, diga-se de passagem. O componente é apenas a “estrada”, mas tudo tem a sua origem e seu destino.

Existem limitações da CPU, placa de vídeo, do motor gráfico no qual cada game é produzido e até mesmo decisões do estúdio — que pode priorizar gráficos ou desempenho, a depender de cada caso. Ou seja, ela não fará milagres, apenas vai facilitar o caminho.

Anúncios focados apenas em Gbps tratam apenas da “velocidade”. No entanto, o ponto importante está na largura de banda, eficiência e no projeto térmico. Qualquer coisa diferente disso é apenas um “número de vitrine”.

Para escapar disso, será necessário pesquisar cada um desses aspectos assim que as especificações do PS6 forem oficialmente divulgadas. Assim, conseguiremos alinhar nossas expectativas para saber exatamente o que esperar do futuro console de mesa ou da meta que ele busca alcançar.

Imagem de Death Stranding 2
Muitos jogos podem se favorecer de uma maior largura de banda (Imagem: Reprodução/Kojima Productions)

Por que GDDR7 pode encarecer o PS6?

Com uma demanda cada vez maior de memória para os data centers de inteligência artificial, aumentou também os preços das RAM — o que trará impactos ao menos até o ano de 2028, com riscos de se prolongar.

Na prática, isso encarece os videogames atuais. E eles usam modelos mais “mainstream”. Os próximos terão de usar memórias de ponta como a GDDR7 para se destacarem. Logo, imagine o preço que elas vão estar no ápice da crise.

Para fugir disso, a Sony talvez siga três caminhos: tornar o PS6 mais caro para manter o salto técnico; segurar o investimento ao reduzir algum dos pontos como capacidade, interface e outros ou ajustar seu cronograma e estoque.

Imagem do GDDR7
A demanda por IA tornou a memória extremamente cara (Imagem: Divulgação/Micron)

Este último, inclusive, é a maior aposta do mercado. Muitos já cravaram que o PS6 deve ser lançado em 2029 ou 2030 para evitar a crise atual e ter um apelo mais popular. A VRAM não é apenas um detalhe, então a decisão tem de ser sábia para não pesar no custo da companhia e dos fãs.

Fique atento a isto quando as specs aparecerem

Quando a Sony revelar os detalhes do PS6, seja com uma memória GDDR7 ou não, você deve procurar alguns aspectos para ter uma noção maior do que ele entregará e o que estará fora de seu escopo.

Você tem de bater o olho nos seguintes itens:

  • Capacidade total (quanto de memória terá?)
  • Largura de banda
  • Foco em eficiência e temperatura
  • Exemplos em jogos com modo desempenho e qualidade, com Ray Tracing etc.

Através destas informações você poderá reunir pistas de como será a experiência real de ter um PS6, ao menos muito mais do que ter um número isolado de Gbps e acreditar que isso vai definir como será jogar na próxima geração.

Imagem de Indiana Jones
Analise também o Ray Tracing dos jogos (Imagem: Divulgação/Bethesda)

O salto para GDDR7 será custoso

Ainda que esteja no campo das especulações, é importante que a Sony escolha a GDDR7 para o PlayStation 6, por representar um salto técnico alto para os seus futuros jogos e para a própria performance do console. 

Por outro lado, é preciso ter atenção em detalhes como a largura de banda, arquitetura e em sua otimização. Se não estiver munido de uma boa base, o uso da memória representará apenas “números bonitos”, mas ineficazes.

Além disso, os preços altos de RAM podem ser mais determinantes que a própria tecnologia. Se produzido em 2026, isso representaria mais do que um videogame “de luxo”, mas sim um console tão caro que se tornaria inviável a sua comercialização. Quem sabe isso mude até 2029 e 2030, não é?

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Por que a Inteligência Artificial está "roubando" até os antigos HDDs

7 de Março de 2026, 15:00

Após a crise de memórias RAM, o preço dos SSDs também disparou. Desta forma, se tornou inviável montar PCs de entrada ou atualizar seus componentes sem ter de vender um órgão.

Sem poder comprar um SSD custo-benefício, muitos buscam solução na compra dos HDDs tradicionais para armazenar jogos pesados ou bibliotecas de títulos clássicos — seja via emulação ou plataformas como o GOG. 

No entanto, infelizmente esta é uma porta que também está se fechando. Companhias como Western Digital e Seagate estão com seus estoques de HDD esgotados para o consumidor final, já que toda a produção foi prometida para os servidores de inteligência artificial.

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Ou seja, além da falta de DRAM e SSDs, os discos rígidos também estão sendo absorvidos pelos data centers de IA. Porém, como as tecnologias mais atuais podem tirar vantagem de um componente “velho”? Nós do Canaltech te explicaremos esta discussão e o que pode acontecer daqui em diante.

Imagem do HDD
Os HDDs podem ser lentos e obsoletos, mas os data centers de IA estão de olho neles (Imagem: MH Rhee/Pixabay)

Paradoxo do componente "obsoleto"

Tudo começou com uma movimentação do mercado para que o público atualizasse seu armazenamento, sob a desculpa que os HDDs estavam “mortos” e eram lentos demais. A solução seria migrar para os SSDs.

Com o usuário comum convencido disso, muitos partiram para o novo formato e abandonaram o antecessor. Afinal de contas, quem usaria um componente arcaico em seu PC em plena década de 2020?

O problema é que, com o aumento de preço do armazenamento mais veloz, muita gente levou em consideração retornar para os discos rígidos. Poderiam ser lentos, mas são confiáveis e não seriam vendidos a um alto custo.

Imagem do SSD SanDisk
Por muitos anos convenceram o público que SSD era melhor, agora não existem mais eles ou os antigos HDDs para venda (Imagem: Divulgação/SanDisk)

No entanto, na mesma rasteira que os data centers nos tiraram os SSDs do caminho, os HDDs também foram nesta maré. Agora, o mercado não tem nenhum dos dois e os poucos à venda estão começando a ficar com valores absurdos.

E por que isso aconteceu? Para treinar e manter as inteligências artificiais, as big techs precisam armazenar petabytes de dados com texto, imagens e vídeos — que exigem um “armazenamento frio” e não a velocidade instantânea dos NVMe, já que são acessados com menor frequência. E quem melhor do que os HDDs para resolver isso?

Com baixo custo por terabyte e alta densidade, o formato se tornou um dos queridinhos dos servidores para dar vazão a esta quantidade massiva de informações. E, nesta brincadeira, o “dinossauro” virou o motor invisível neste mercado de IA.

O consumidor final não importa mais

Afinal de contas, onde você fica no meio disso? De acordo com os executivos, com suas mãos longe dos componentes. O CEO da Western Digital já revelou em entrevistas que 89% da receita da companhia vem dos serviços de nuvem e data center. Sabe a porcentagem que você representa? Meros 5%.

A parcela é “insignificante” para os negócios das fabricantes e eles preferem nutrir os servidores de IA — que é de onde vêm seus lucros. Executivos querem o dinheiro e não se importam de onde ele chega. É até óbvio que eles vão priorizar quem injeta mais grana em seus negócios.

Isso mostra uma movimentação de mercado que deixa claro: ele não é mais moldado para quem monta seu PC para jogar ou trabalhar em casa. As linhas de produção são voltadas para contratos bilionários de longo prazo, justamente os que apenas as big techs podem oferecer.

Imagem de dinheiro
No fim das contas, é quem dá mais dinheiro que será visado pelo mercado (Imagem: Viacheslav Bublyk/Unsplash)

Além disso, esta confusão toda vai durar um longo período ainda. Não veremos uma melhora ainda em 2027, já que acordos já foram fechados para o próximo ano e 2028. Ou seja, até lá, se surgir algum HDD e SSD disponível, será pelo maior valor que poderiam cobrar e “você que lute”. 

Efeito dominó no seu bolso

Diferente da crise vista nas placas de vídeo durante a época de mineração de criptomoedas, essa nova onda de IA e nuvem não parece ser passageira. Está intrínseca em várias estruturas e promete moldar como o público vai interagir com essa tecnologia no futuro.

E para alimentá-la, é necessário tomar os SSDs e HDDs que são voltados para eles e também os nossos — os consumidores finais. Sem estoque, a pouca oferta vai gerar uma alta demanda e a lei que rege o setor vai cobrar bem caro de quem precisar atualizar seu PC ou notebook.

Com os PCs de entrada e os custo-benefício já ameaçados, só resta encarar a “guerra” antes de ver a situação piorar. Se precisa de espaço para armazenamento, seja pelos HDDs ou SSDs, a hora de comprar é agora. Para o bem ou mal, esperar trará um peso maior para o seu bolso. 

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Tirem as crianças da sala: Leon sem camisa em Resident Evil Requiem é real

6 de Março de 2026, 17:50

A Capcom se esforçou para deixar Leon Kennedy o mais sensual possível em Resident Evil Requiem. Mesmo ao fim dos seus 40 anos, ele exibe um físico invejável para alguns e extremamente atrativo para outros. 

Para isso, a equipe de desenvolvimento contou até com o apoio de funcionárias para deixá-lo ao máximo com a aparência de um “tio gostoso” — o que agradou muita gente na comunidade (sem julgamentos).

No entanto, existe um “limite” que a Capcom pode chegar. Afinal de contas, Resident Evil Requiem é um jogo de terror, não um Dead or Alive-like. Esse mesmo impedimento, porém, é inexistente no universo dos modders.

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Dito isso, senhoras e senhores, nós do Canaltech apresentamos a modificação “Leon Shirtless RPD”. Ela faz exatamente o que promete: deixa o herói sem camisa, com seus músculos à mostra. Atenção, imagem forte a seguir:

Imagem de Leon em Resident Evil Requiem
Com o mod, Leon permanecerá assim por toda a nova aventura (Imagem: Reprodução/Sergishols)

Obviamente, ela é compatível apenas com Resident Evil Requiem para PCs — perdão aos jogadores com um PlayStation 5, Xbox Series ou Nintendo Switch 2. O design foi produzido pelo criador Sergishols e já pode ser baixado no Nexus Mods.

A skin substitui o traje de policial de Raccoon City de Leon S. Kennedy e oferece uma experiência totalmente exibicionista. Quer maneira melhor de encarar os mortos-vivos e o retorno à emblemática delegacia?

Mods de Resident Evil Requiem

Apesar de Leon sem camisa ser um banho de água fria em quem esperava um design mais ousado para Grace, o modder apenas entregou o material que teria uma demanda maior.

Além da versão, existem outras modificações de Resident Evil Requiem disponíveis no Nexus Mods e em outras plataformas. A “Dad mustache Leon”, por exemplo, adiciona um bigodão estiloso ao policial para complementar seu visual.

Até o momento, “Leon Shirtless RPD” já tem cerca de 2.500 downloads — o que é um início tímido para os quase 350 mil jogadores simultâneos que estiveram no pico de popularidade do game no Steam.

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Pikachu MAGA? Pokémon compra briga com Trump após uso indevido de imagem

6 de Março de 2026, 17:35

Em sua estratégia de “gamificar” a posição política, o Governo dos Estados Unidos compartilhou diversas imagens baseadas em jogos nos últimos dias. O escolhido da última quinta-feira (5) foi Pokémon Pokopia, mas a companhia responsável pelos monstros de bolso se pronunciou contra o uso da sua identidade visual para fins partidários.

Ao The New York Times, a The Pokémon Company afirma que não cedeu permissão para a administração de Donald Trump reforçar campanhas como o “Make America Great Again” (também conhecida como “MAGA”) e outras que podem comprometer a divisão da comunidade e ideais com os quais não compartilha.

“Estamos cientes de conteúdos recentes nas redes sociais que incluem imagens associadas à nossa marca. Não estivemos envolvidos na sua criação ou distribuição, e não concedemos nenhuma permissão para o uso da nossa propriedade intelectual. Nossa missão é unir o mundo, e ela não está ligada a nenhum ponto de vista ou agenda política”

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Na publicação do perfil da Casa Branca no X (antigo Twitter), ainda pode ser vista a frase com o fundo e tipografia de Pokémon Pokopia — que chegou ao Nintendo Switch 2 também na quinta-feira. A imagem já ultrapassou a marca de 21 mil visualizações. 

MAGA 🇺🇸⚡️ pic.twitter.com/8QRVP23zGu

— The White House (@WhiteHouse) March 5, 2026

Trump avança sobre Pokémon, Call of Duty e vários outros

O Governo dos Estados Unidos, liderado pelo presidente Donald Trump, tem usado com frequência a imagem e identidade visual de jogos para chamar a atenção para as suas ações — sejam elas locais ou ao redor do planeta.

Os recentes conflitos com o Irã, por exemplo, renderam um vídeo compartilhado pela administração estadunidense que mostra trechos de Call of Duty: Modern Warfare 3

Além disso, em 2025, foi vista uma campanha do ICE — grupo anti-imigração dos EUA — nas redes sociais que se utilizava da música principal da trilha sonora do anime Pokémon. 

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Por que os jogos de PS5 continuam sendo os mais caros do mercado brasileiro?

6 de Março de 2026, 16:00

Comprar um jogo no PS5 pode ser um grande desafio aos jogadores em 2026, já que a PlayStation Store continua a aplicar os preços mais altos dentro de sua plataforma.

Hollow Knight: Silksong, por exemplo, foi lançado de R$ 60 a R$ 83 em várias lojas digitais. Porém, nos consoles da Sony, seu valor estava R$ 115. Afinal de contas, por que isso acontece?

O arquivo de download é o mesmo em todos os consoles e nos PCs, no entanto a matemática por trás das quantias cobradas no PS5 é completamente diferente.

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Isso não ocorre porque a Sony persegue os fãs brasileiros ou por causa das tecnologias existentes no PS5, mas envolvem uma mistura de políticas corporativas globais, impostos nacionais e a ausência de processamento local. Nós do Canaltech te explicamos tudo o que precisa saber abaixo:

Imagem do PlayStation 5
Comprar jogos no PS5 sermpre dóem mais no bolso (Imagem: Divulgação/Sony)

Como as lojas decidem o valor?

Antes de mais nada, é necessário compreender como os valores são gerados. Os R$ 399 dos grandes lançamentos não vão direto para o bolso dos desenvolvedores e eles recebem apenas uma quantia disso a cada venda.

A PS Store, Loja Xbox, Nintendo eShop e o Steam cobram uma tarifa de 30% em cima de cada transação feita em suas plataformas. Ou seja, se um título custa R$ 100, R$ 30 vão para o bolso das lojas digitais.

Os estúdios sequer recebem este valor de R$ 70 que sobraram “cheios”. A distribuidora também tem uma parcela disso, o que pode significar muitas vezes que eles sequer ficaram com “metade” do dinheiro arrecadado com o seu produto.

Imagem de Hollow Knight: Silksong
Muitos estúdios sequer ficam com metade do valor de venda dos seus jogos (Imagem: Divulgação/Team Cherry)

Em outras palavras, os estúdios têm de visar um retorno financeiro apto e que leve em consideração quanto deve ser cobrado para alcançar isso. Eles que decidem o preço que cada um será vendido e não as plataformas.

No caso de Hollow Knight: Silksong, por exemplo, é a Team Cherry a grande culpada pelo valor alto no PS5? Parcialmente, sim. Todos os estúdios estão livres para precificar seus jogos da forma como bem preferirem.

O mesmo ocorre com Electronic Arts, Capcom, Ubisoft e outros que determinam o valor base. Claro que eles buscam lucros, mas a situação se complica um pouco mais quando há um console PlayStation envolvido.

São diversos os fatores impostos pela Sony para prejudicar ainda mais este cenário. A conversão do valor de US$ 70 para os R$ 399 é apenas um aspecto da diferença que existe na precificação dos jogos no nosso país.

O que isso quer dizer? Se a Team Cherry quiser reduzir o valor de Hollow Knight: Silksong para R$ 83 no PS5, ela poderia. No entanto, perderia dinheiro — algo que não ocorre na Loja Xbox, Nintendo eShop e Steam.

O diferencial da PS Store

Como assim eles perderiam dinheiro em uma, mas na outra não? Acontece que a PlayStation Store não é uma loja 100% nacionalizada financeiramente. As operações aparecem para nós em Reais (BRL), mas a transação faz o repasse internacional.

Imagem da PS Store
Toda compra no PS5 é uma aquisição internacional (Imagem: Divulgação/Sony)

Se o dólar sobe, por exemplo, todos os estúdios e distribuidoras reajustam os preços — muitas vezes de forma automática — para garantir a margem de lucro em cima do que é visto na moeda americana. Eles estabelecem o valor “lá fora” e adaptam para o nosso mercado, de forma que garanta o lucro.

Na prática, EA, Ubisoft, Activision e a própria Team Cherry não são as “vilãs”. Elas determinam por quanto cada jogo é vendido nos Estados Unidos e, a partir disso, convertem para o Real de forma padronizada. 

Isso é diferente do que é visto nas demais plataformas, que possuem uma loja nacional. Assim, conseguem estabelecer quantias que não dependam da flutuação do dólar e podem se aproximar melhor do público brasileiro. 

Para completar o “combo”, existe um fator oculto chamado de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), cobrado a cada transação internacional. A PS Store “BR” não é nacional. Ela é uma “gambiarra” da versão estadunidense.

Isso significa que, toda vez que você compra algo nela, é identificada como uma aquisição no exterior. Nisso, o Governo e a Receita Federal aplicam a tarifa de 4,38% sobre o preço pago por cada produto.

Somado ao IOF, existe o spread bancário — uma taxa extra cobrada pelos bancos para a conversão do dólar no dia. Ou seja, o jogo pode custar R$ 399 na PS Store. Porém, no seu cartão de crédito será cobrado um valor maior.

Imagem dos dólares
Além de pagar em dólar, o IOF deixa a fatura ainda mais salgada (Imagem: Viacheslav Bublyk/Unsplash)

O milagre do Steam

Ao contrário da Sony, a Valve compreende como funciona a Paridade do Poder de Compra e aplica o conceito para dominar o mercado de PC. Ao invés de recomendar às distribuidoras que façam a conversão direta de Dólar para Reais, eles tomam um caminho distinto e mais “humanizado”.

No Steam, estúdios e produtoras possuem uma tabela que auxilia a adaptar os preços à realidade econômica de cada país. Através dela, um estúdio pode ver que os US$ 70 lá podem se tornar R$ 250 aqui — com sua margem de lucro garantida, mesmo com a taxa de 30% que a plataforma cobra. 

Além disso, a Valve processa todos os pagamentos através de parceiros nacionais como o BoaCompra e o PagSeguro. Desta forma, você compra os jogos no Steam por PIX ou boleto bancário sem a necessidade de cobrança de IOF ou taxas internacionais. 

A grande batalha dos marketplaces

Para compreender como funciona cada plataforma e as principais diferenças entre elas na precificação, é necessário analisar caso a caso para ver qual a melhor forma de injetar dinheiro em seus jogos com o melhor custo-benefício.

Confira como cada uma funciona e o que realmente é cobrado ou não na PS Store e nas demais lojas digitais:

Diferenças entre as lojas digitais no Brasil
Plataforma Política de Preços Processamento Financeiro Tem Cobrança Extra de IOF? Aceita PIX?
Steam Tabela Regional (sugerida) 100% Local Não Sim
Loja Xbox Preço Regional Localizado 100% Local Não Sim (via parceiros/gift cards)
Nintendo eShop Preço Regional Localizado (parcial) 100% Local Não Sim (via navegadores)
PS Store Conversão Direta do Dólar Internacional Sim Sim (via gift cards)

Guia de sobrevivência

Ainda que esteja muito longe do ideal, a Sony não demonstra sinal algum de que vai mudar a sua política de valores no Brasil. Basicamente, tudo o que lhe resta é adotar algumas práticas para a situação ser “menos” pior. 

A principal é comprar Gift Cards ao invés dos jogos diretamente da loja digital. Por ter parceiras nacionais como a Nuuvem e o PicPay, por exemplo, você pode pagar via PIX, boleto, cartão e fugir do IOF facilmente.

Apesar de ser menor do que representava há alguns anos, o mercado de mídias físicas no Brasil continua firme e todos os grandes lançamentos vêm ao país oficialmente.

Neste aspecto, contará com a competitividade entre os varejistas brasileiros, aplicação de descontos, cupons e outros que facilitam a sua compra. No entanto, é importante lembrar que o PlayStation 5 Edição Digital não possui leitor de disco — logo, é importante que adquira um para seguir esta dica.

Além disso, a própria Sony implementou uma ferramenta que permite visualizar o histórico de preços na PS Store e os usuários podem analisar se a promoção realmente é boa ou se o valor não está atrativo o suficiente. 

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COD: Black Ops 7 e mais 5 jogos grátis que valem seu tempo neste fim de semana

6 de Março de 2026, 15:30

A Microsoft e a Activision decidiram abrir o cofre e liberaram Call of Duty: Black Ops 7 totalmente de graça, ao menos por um fim de semana. Desta forma, se você ainda não recebeu seu suado dinheirinho, poderá curtir toda a experiência sem custos e conferir o que mudaram desde o seu lançamento.

No entanto, este não é o único jogo grátis que vale a pena conferir entre esta sexta-feira (6) e o próximo domingo (8). Há diversos títulos de peso, em várias plataformas diferentes e para todos os gostos.

Seja para correr contra os maiores mascotes da SEGA, vivenciar uma verdadeira jornada dentro de um MMORPG ou enfrentar seus amigos em Call of Duty: Black Ops 7, sua diversão já está garantida sem custos adicionais.

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6. FBC: Firebreak

Apesar de FBC: Firebreak ter sido um fracasso comercial e causado até a demissão do presidente do estúdio, não se engane: a experiência não é ruim. Ela apenas chegou em um momento ruim da indústria, justamente o qual os jogos como serviço estão “fadados ao fracasso”.

Com homenagem a várias das franquias da Remedy Entertainment, você é um agente que tem de invadir um misterioso órgão federal para encarar uma ameaça que não é de nosso mundo. Toda a experiência é um FPS multiplayer cooperativo e traz muita ação (e mistérios).

  • Onde está disponível: Xbox
  • Exige assinaturas: não exige o Xbox Game Pass

5. OTXO

A Epic Games Store trouxe OTXO com um dos seus jogos grátis para este fim de semana, com uma intensa aventura com mecânicas de ação e roguelike — com tudo visto pela câmera superior. 

Em busca de um amor perdido, os jogadores entrarão em uma mansão misteriosa e desvendarão segredos ocultos em cada corredor.

Com uma história intrigante, diversas armas e centenas de habilidades, o game é um prato cheio para usuários de PC. É importante notar que o game alcançou uma nota 81 no Metacritic.

Requisitos mínimos para rodar OTXO no seu PC

  • Sistema Operacional: Windows 7 ao 10
  • Processador: Intel Core i5 2500 ou AMD FX-4350
  • Memória: 4 GB de RAM
  • Placa de Vídeo: NVIDIA GTX 660ti ou AMD R9 270 com 2+ GB de VRAM
  • DirectX: Versão 11
  • Armazenamento: 600 MB de espaço disponível
  • Placa de som: integrada

4. Black Desert

O MMORPG Black Desert inicia um período de testes gratuito, que permite que veteranos e novatos explorem as novidades que a atualização Olivia Academy traz.

Além disso, o jogo grátis destes próximos dias também celebra o 6º aniversário da chegada do crossplay à experiência. São várias as recompensas e benefícios que servirão para impulsionar a sua aventura. 

  • Onde está disponível: Xbox
  • Exige assinaturas: exige o Xbox Game Pass

3. Hell Let Loose

Uma das grandes febres online desta década, o ultrarrealista Hell Let Loose é a segunda opção oferecida pela Epic Games Store para os usuários nos PCs. Apesar do jogo grátis nunca ser demais, esta é a 2ª vez, em pouco mais de um ano, que a loja digital oferece o game ao público para o seu fim de semana

Isso pode ser visto de duas maneiras: enquanto alguns celebram a oportunidade de resgatar mais uma vez, outros podem criticar a repetição e até levantar questões sobre uma suposta “queda de qualidade” nas ofertas. 

Requisitos mínimos para rodar Hell Let Loose nos PCs

  • Sistema Operacional: Windows 10 64-bit
  • Processador: Intel Core i5-6600 ou AMD Ryzen 3 1300X
  • Memória: 12 GB de RAM
  • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 960 4 GB ou AMD Radeon R9 380 4 GB
  • DirectX: Versão 11
  • Rede: Conexão de internet banda larga
  • Armazenamento: 60 GB de espaço disponível

Requisitos recomendados para rodar Hell Let Loose nos PCs

  • Sistema Operacional: Windows 10 64-bit
  • Processador: Intel Core i5-8400 ou AMD Ryzen 5 2600X
  • Memória: 16 GB de RAM
  • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 1060 6 GB ou AMD Radeon RX 590 8 GB
  • DirectX: Versão 11
  • Rede: Conexão de internet banda larga
  • Armazenamento: 60 GB de espaço disponível

2. Sonic Racing: CrossWorlds

Um dos jogos de corrida mais divertidos de 2025, Sonic Racing: CrossWorlds é liberado pela Microsoft para o público disputar grátis contra diversos mascotes da SEGA e da própria franquia do ouriço azul.

Quando vários portais se abrem, o multiverso permite que ainda mais heróis adentrem em sua realidade — como Hatsune Miku, Joker de Persona 5 e até Ichiban de Yakuza: Like a Dragon. Ou seja, independentemente do que curta, as partidas serão extremamente acirradas.

  • Onde está disponível: Xbox
  • Exige assinaturas: exige o Xbox Game Pass

1. Call of Duty: Black Ops 7

Também conhecido como um dos “piores jogos de 2025”, Call of Duty: Black Ops 7 tem feito de tudo para se redimir com a sua comunidade e permite mais um fim de semana grátis para ganhar uma oportunidade de te reconquistar.

Tanto que, desde seu lançamento em novembro do ano passado, ele tem aparecido com frequência em ações como esta. Além disso, ele terá um período mais prolongado de testes e você vai poder checar a experiência até segunda-feira (9) até às 15h no horário de Brasília.

De acordo com a Activision, serão liberados mais de 25 mapas — inclusive os presentes na Temporada 02: Torment, Sake, Nexus e o clássico Slums —, todo o modo Multiplayer e dois dos mapas presentes no Modo Zumbis.

O FPS foi extremamente criticado em seu lançamento, seja pelas decisões feitas para a sua campanha, pelo uso de inteligência artificial para as artes oficiais in-game e por problemas de desempenho que desgastaram a comunidade.

  • Onde está disponível: Xbox
  • Exige assinaturas: não exige o Xbox Game Pass

Menção honrosa: Demo de Fatal Frame II Crimson Butterfly

Se a ansiedade para revisitar uma das obras mais aclamadas de terror dos anos 2000 já bateu, a Team Ninja liberou a demonstração de Fatal Frame II: Crimson Butterfly, nova releitura do clássico lançado em 2003.

Disponível no PS5, Xbox Series e PCs, o conteúdo permite dar os primeiros passos na experiência e é possível transferir os dados para a versão final — o que evita ter de repetir todo o trecho e continuar exatamente de onde parou.

Jogos grátis do Amazon Luna

Nos computadores, a Amazon Luna também traz alguns títulos para os assinantes do plano Prime. Neste fim de semana, os fãs poderão conferir novidades como Tiny Tina’s Assault on Dragon Keep: A Wonderlands One-Shot, Tattoo Tyccoon e Siege of Avalon: Anthology.

E é importante ter atenção, já que games como Ashworld, Sid Meier’s Civilization VI e até Tiny Tina’s Wonderlands serão removidos em breve. Se aceita a dica, resgate-os enquanto seguem disponíveis.

Oportunidade de ouro

Alguns dos games liberados gratuitamente são uma oportunidade de ouro para aproveitar uma grande experiência no fim de semana. Principalmente se não sobrou dinheiro do 5º dia útil para aproveitar sucessos como Resident Evil Requiem e Pokémon Pokopia.

Entre os jogos grátis que valem a pena estar de olho nestes próximos dias, estão:

  1. Call of Duty: Black Ops 7
  2. Sonic Racing: CrossWorlds
  3. Hell Let Loose
  4. Black Desert
  5. OTXO
  6. FBC: Firebreak

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Por que os jogos do PlayStation fracassaram no PC?

6 de Março de 2026, 14:00

A Sony trouxe inúmeros jogos de sucesso na geração PlayStation 4 e PS5. Para listar apenas alguns deles, vimos God of War, Marvel’s Spider-Man, Horizon Zero Dawn, Until Dawn e outros que fizeram com que diversas franquias atingissem o ápice. Todas elas têm seus méritos e conquistaram uma legião de fãs.

Somado a sagas consolidadas como The Last of Us e novas como Days Gone, essa fase mais recente da japonesa foi decisiva para seu triunfo e a posicionou como líder de mercado. No entanto, o mesmo clamor que os alavanca nos consoles de mesa não é visto nos PCs.

Se por um lado os jogos no PlayStation a levaram ao topo, no PC a recepção seguiu por um caminho tortuoso. Não que os games tenham uma performance ruim, mas ela passou longe de ser tão acalorada quanto a vista nas demais plataformas. Estava mais para “morna”, com risco de cair para a gelada.

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Com baixas vendas e número de jogadores simultâneos no PC — de acordo com a plataforma SteamDB, God of War teve no máximo 79 mil pessoas e Marvel’s Spider-Man Remastered alcançou 66 mil no seu pico histórico —, a dúvida surge: como “obras-primas” premiadas passam batidas pelo público? 

Imagem de Marvel's Spider-Man
Um dos super-heróis mais aclamados da Marvel, um dos maiores games no PlayStation, flop nos PCs (Imagem: Divulgação/Sony)

Apesar de ver uma certa expectativa em relação ao lançamento dos games para os computadores, isso nunca resultou em bons números ou métricas. E não tem relação com a qualidade dos jogos, já que muitos deles receberam port de peso e são mais bem-vistos do que suas versões originais.

Nós do Canaltech mostraremos como o modelo de negócio da Sony e sua precificação afastou os fãs dos jogos PlayStation nos PCs. Isso significa que ela se sabota? E quem não? Confira como.

Data de validade do hype

Pense comigo a sequência de eventos: God of War lança em 2018, vídeos são compartilhados à exaustão em todas as redes sociais possíveis e se forma toda uma hype ao redor de Kratos e seu filho. Se em 24 horas após sua chegada já havia spoilers, imagine depois de alguns anos?

Imagem de God of War
God of War já não tinha mais o fator "novidade" 4 anos depois de sua chegada ao PS4 (Imagem: Divulgação/Sony)

Demoraram 4 voltas da Terra ao Sol, mas quando o espartano redimido chegou nos PCs, a novidade já tinha passado há eras. Vivíamos em um mundo antes da pandemia, inclusive. Não havia qualquer senso de urgência para integrar a comunidade — afinal de contas, foram mantidos à distância por gerações. O que custaria esperar mais um pouco?

Esta demora remove por completo a empolgação do público em relação às experiências. É como chegar em uma festa depois das vergonhas causadas pela bebida e outras substâncias. Qual a graça? É exatamente o que muitos gamers se questionam, não há um “impulso” para aproveitar o momento. 

O sucesso de Helldivers 2 fala por conta própria. Lançamento simultâneo no PS5 e PCs, existiam tantos jogadores que quebraram os servidores e causaram um baita confusão pelo excesso. Foram 458 mil jogadores simultâneos, apenas nos computadores, pouco depois de sua chegada.

Entende a diferença? Atraso significa recepção fria, paridade causou impacto — tão grande quanto o visto nos próprios consoles de mesa. Todos tiveram a mesma experiência, ao mesmo tempo, criaram uma verdadeira comunidade em diferentes plataformas e virou o assunto do momento. 

E é isto que move o público. Já sentiu vontade de ver aquela série ou filme que todo mundo viu, menos você? Com os jogos é a mesma coisa. Se o port para PC chega depois, a “febre” já passou e muito possivelmente quem se interessaria tomou todos os spoilers possíveis. 

Economia do Steam

O dilema da Sony com preços já é um velho conhecido dos jogadores. Vale lembrar que as compras feitas na PlayStation Store continuam a ser as que menos representam a opção custo-benefício — mesmo quando os valores não são tão altos assim.

Aí quando eles chegam ao computador, onde jogos AAA lançados custam uma média de R$ 199, o que acontece? Eles começam a querer cobrar R$ 299, que hoje já são R$ 399 graças a Death Stranding 2. Logo para cima do público forjado nas Steam Sales, emulação e que está acostumado a esperar uma eternidade para pagar o menor preço possível em determinados títulos.

“Não tem o menor cabimento”, você deve ter pensado. E nós concordamos. Ninguém em sã consciência pagaria R$ 199,50 em Days Gone, que até antes de chegar no PC era vendido por R$ 80 ou até menos no PS4 e PlayStation 5. Em um “jogo de 2019”. 

Que fique claro, Days Gone é uma excelente experiência e é uma aventura inesquecível — principalmente para quem é fã dos mortos-vivos. No entanto, qualquer usuário de computadores se sentiria roubado por uma situação dessas. Imagina Horizon Zero Dawn por R$ 249,50 e Until Dawn por R$ 299. 

Imagem de Days Gone
Days Gone era encontrado por R$ 80 ou menos, mas nos PCs chegou por R$ 199,50 (Imagem: Divulgação/Sony)

A Sony tenta convencer o público com um filtro para chamar de “remasterizado” aqui, um modo novo para chamar a atenção dali, mas estamos em 2026. O jogador não é mais cego para estas questões e precisa de um esforço maior caso eles queiram ver a cor verde das suadas notas de dinheiro dos trabalhadores.

O público literalmente se recusa a pagar preço cheio de lançamento por um produto que está há meses ou anos na aba de descontos — ou até na PS Plus — da PlayStation Store. No máximo, o usuário coloca o jogo na sua Lista de Desejos, espera a próxima promoção sazonal e torce para ele estar com 50% de desconto ou mais. 

Atrito técnico: o peso dos reviews

Além de todas estas barreiras, existe outra que assombra os donos de um PC Gamer: desempenho e qualidade dos ports. O jogo pode ser uma obra-prima no PS5, mas se chegar ao computador de forma desleixada, essa postura não servirá de nada: inclusive, pode comprometer a sua intocada reputação.

Imagem de The Last of Us Part I
The Last of Us Part I teve uma recepção péssima nos computadores (Imagem: Reprodução/Sony)

Um exemplo disso é a versão de The Last of Us Part I lançada no Steam. O game passava horas na compilação de shaders, crashes eram comuns e diversos outros problemas ocorriam dentro da experiência. O público vocal da plataforma não perdoou e logo ele foi reconhecido como uma “bomba”.

O sistema de análises do serviço da Valve é extremamente dinâmico e funciona como um “farol” em casos extremos. Se há milhares de críticas e elas seguem de Neutras a Negativas, todos sabem que deve ser acionado o freio para ver o que aconteceu e se deve evitar a experiência. 

É natural para o jogador de PC checar a otimização e performance de um game antes de comprar. Se houver um aspecto negativo assim logo no “Day One”, as vendas se estagnam nas primeiras 24 horas e nem mesmo Kratos levanta essa barreira novamente. O game cai e fica no chão.

Visão de mercado equivocada

A Sony olhou para os números e concluiu: “PC não dá dinheiro”. No entanto, o problema maior não está na plataforma, mas sim na estratégia que a japonesa utiliza para lançar seus jogos em outro ecossistema. 

Nesta briga, os próprios se cercaram e foram responsáveis por parar em um beco sem saída. Lançar os games no PC “Day One” pode enfraquecer as vendas nos consoles de mesa. Porém, lançar 3 ou mais anos depois, garante um fracasso dentro da plataforma.

Isso sem excluir o fator mesquinharia da PlayStation. Com a confirmação de que o próximo Xbox será um híbrido entre console e PC — de forma similar ao Steam Machine — eles nunca vão querer ver as suas grandes marcas estamparem a concorrência. Ainda está "tudo bem" com God of War e Marvel's Spider-Man em portáteis como o ROG Xbox Ally, mas em um videogame de fato? É o que eles menos querem. 

O modelo híbrido falhou, mas em sua essência. É diferente do que foi visto pela Microsoft — que publica seus jogos simultaneamente em ambas as plataformas, quando não em consoles rivais também, como no caso de DOOM: The Dark Ages e Ninja Gaiden 4. 

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Capcom surpreende, antecipa Pragmata e lança trailer épico; veja nova data

6 de Março de 2026, 12:09

A Capcom decidiu virar o jogo e antecipou o lançamento de Pragmata. O título, antes previsto para 24 de abril, agora chega ao PS5, Xbox Series, PC e Switch 2 em 17 de abril.

O anúncio foi realizado na última quinta-feira (5), durante a Capcom Spotlight — evento da produtora que mostrou todas as novidades que ela trará ainda neste ano de 2026 e nos próximos.

Inicialmente o game foi prometido para 2022, mas diversos problemas surgiram em seu caminho e o adiamento foi anunciado várias vezes. Porém, desta vez, quem esperava por Pragmata venceu.

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Também foi divulgado um novo trailer do título, que mostra mais da relação entre Hugh e Diana, além da grande ameaça da aventura: a inteligência artificial da nave, IDUS. Confira o vídeo:

O caminho tortuoso em Pragmata

Entre os trechos de Pragmata, é perceptível a presença de novos inimigos robóticos que vão dar dor de cabeça aos jogadores. Inclusive, é possível ver alguns dos chefões e um deles é um escorpião mecânico gigante.

O gameplay mistura ação e estratégia. Enquanto Diana hackeia os oponentes para expor suas fraquezas, Hugh é responsável por explorá-las ao máximo para a sobrevivência de ambos.

A demo de Pragmata continua disponível, caso queira testar o novo jogo em seu PlayStation 5, Xbox Series, Switch 2 ou PCs. Apesar da facilidade, o progresso no conteúdo não poderá ser transferido para a versão completa. 

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Driver da NVIDIA reduz desempenho de placas RTX; usuários relatam falhas

4 de Março de 2026, 20:20

O novo driver 595.71 da NVIDIA gerou dor de cabeça para donos de placas RTX 40 e 50. De acordo com inúmeros relatos online, o problema mais sério é a limitação imposta ao overclock das GPUs.

Em comparação ao desempenho visto nas últimas atualizações, a atualização mais recente trouxe uma queda de cerca de 200 MHz. A estimativa é que o update tenha mexido nas limitações artificiais de tensão, seja proposital ou de forma acidental.

A NVIDIA não reconheceu a falha oficialmente, mas tudo indica que isso pode ter sido provocado por um bug em vez de uma mudança — já que as alterações têm sido inconsistentes entre os consumidores no geral.

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O youtuber Bang4BuckPCgamer, por exemplo, mostrou como o novo driver impactou a sua ASUS TUF Gaming RTX 5090. Ele revela que perdeu 65 mV da margem de tensão do overclocking e bloqueou a GPU em menos de 1 V

Da frequência de 3.165 MHz, ela ficou um pouco abaixo dos 3.000 MHz. Entretanto, usuários notaram que essa restrição só aparece quando o núcleo da GPU ultrapassa os 150 MHz.

Em configuração de 150 MHz ou menor, a placa de vídeo não tem sua tensão restrita e pode alcançar até 1.060 V. 

Confusão nos drivers da NVIDIA

Esta é a segunda semana seguida que a NVIDIA causa problemas com um driver. A versão anterior, de número 595.59, deu tanta dor de cabeça que levou a companhia a removê-la para os ajustes devidos.

Imagem de notebooks com GPU NVIDIA
Os drivers da NVIDIA têm causado muitos problemas há algum tempo (Imagem: Divulgação/NVIDIA)

No caso da mais recente, muitos usuários relatam instabilidades nas mais diversas GPUs disponíveis. Um deles reclamou ao ver que sua RTX 5080, que atingia até 3.200 MHz de frequência, agora chega a 2.995 MHz. 

No canal do YouTube do Bang4BuckPCgamer, alguns declaram que há certa inconsistência nos problemas. Pessoas com Gigabyte AORUS Master RTX 5090 e PNY RTX 5090 Epic OC relatam que não passaram pelo erro, por exemplo.

O mesmo é visto com outros consumidores com GPUs como a variante da ASUS e da MSI Gaming Trio OC da RTX 5070. Não foi revelado pela NVIDIA se o possível bug será corrigido no próximo driver ou se vão disponibilizar uma atualização logo para evitar mais dores de cabeça. 

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Leon está casado em Resident Evil Requiem? Veja quem pode ser a sortuda

4 de Março de 2026, 17:50

Aconteceu o que muitos dos fãs mais temiam: Leon Kennedy está casado em Resident Evil Requiem. Ao fim da aventura, um dos protagonistas da jornada ostenta uma aliança em sua mão esquerda, o que significa que ele escolheu alguém especial para viver "feliz para sempre".

Enquanto a internet enlouquece perante as teorias se ele forma um casal com Ada Wong, Claire Redfield ou até mesmo com Chris Redfield, há sinais que apontam para uma direção que pode causar polêmica e mostrar que nem sempre o “final feliz” é aquele que nós esperamos ou queremos ver.

Afinal de contas, quem espera por Leon após os eventos caóticos de Resident Evil Requiem? Entre especulações e brincadeiras, há um fundo de realidade que muitos podem querer evitar, mas que traz uma luz à questão.

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E aí, casado?

Após diversas aventuras em Raccoon City e em países como a Espanha, Leon Kennedy se aquietou com uma pessoa ao seu lado. A aliança que aparece em sua mão no 9º game da franquia não deixa mentir: ele se envolveu romanticamente com outro ser vivo que, para sua tristeza, não é você. 

Imagem de Resident Evil Requiem
Até nas artes conceituais de Resident Evil Requiem Leon ostenta uma aliança (Imagem: Divulgação/Capcom)

E quais sinais a franquia nos deixou até aqui? Bom, seu primeiro contato no apocalipse zumbi causado pela Umbrella Corporation foi com Claire Redfield. Os dois, juntos, venceram uma grande ameaça e sobreviveram a eventos traumáticos. 

No entanto, enquanto salvavam Sherry Birkin de um lado e fugiam dos mortos-vivos do outro, o policial conheceu Ada Wong. A espiã e o herói formaram uma relação “Batman & Mulher-Gato” e “Homem-Aranha & Gata Negra”, na qual protagonista e vilã criam um laço.

Ainda que tentasse fazer o que era o correto, Ada aparecia e bagunçava tudo — e o herói pouco se importava em consertar a zona, contanto que estivesse perto da querida figura. Essa conexão se tornou mais forte a cada game e filme que contava com os dois, seja RE4, RE6 e outros conteúdos.

Por falar em Resident Evil 4, Leon passa uma aventura completa com Ashley a tiracolo. A jovem é filha do então presidente dos Estados Unidos na época, além disso um certo flerte era perceptível pela parte feminina. E se o crush dela deu certo? 

Enquanto isso, o herói e Claire Redfield continuaram a se ver em diversas ocasiões. Seja em filmes animados, spin-offs e outras obras, era inegável que ambos estavam destinados a se encontrarem aqui e ali. Sabe o que isso significa? Que o herói enfrentaria um dilema difícil, diga-se de passagem.

Debate sobre os sinais

Muitos alegam que Resident Evil Requiem respondeu ao mistério, de forma tímida e sem alardes. Entre os chaveiros que são pendurados nas armas, existe um de Claire definido como “Trusted Companion” na versão americana. No entanto, na versão japonesa, este mesmo item é descrito como “aibou”.

Imagem de Resident Evil Requiem
Claire surge como referência em RE Requiem, mas muitos juram que é um sinal do matrimônio (Imagem: Reprodução/Capcom)

Segundo os debates, há um abismo gigantesco no significado das duas expressões. Uma “companheira confiável” é distinto de uma conexão de “vida ou morte”, uma parceira que Leon contaria mesmo em meio ao fim do mundo ou alguém a quem ele confiaria sua vida sem pensar duas vezes.

No entanto, a cultura japonesa trata o termo “aibou” de outra maneira. Ele indica uma conexão profunda, geralmente relacionada a duplas como policiais, amigos próximos que dividem um laço ou duas pessoas que se unem para atingir determinado objetivo.

Na cultura pop, podemos ver muito disso em alianças como Gon e Killua (Hunter x Hunter), Ash e Pikachu (Pokémon), Finn e Jake (Hora da Aventura), Salsicha e Scooby-Doo, James Kirk e Spock (Star Trek), Woody e Buzz (Toy Story) e diversos outros. "Aibou" define justamente esse laço.

Ou seja, Leon e Claire têm uma conexão extremamente forte e confiariam um ao outro em situações extremas, de forma quase cega. Porém, isso não indica necessariamente que os dois tenham um relacionamento amoroso. Pode existir, mas não é o que os move.

Não excluímos a possibilidade do romance entre os clássicos protagonistas de Resident Evil 2, principalmente por existirem alguns indícios em várias mídias diferentes. Leon até comenta para Sherry que verá Chris Redfield facilmente — o que ocorreria com frequência por ambos terem sobrevivido a Raccoon City ou talvez por serem cunhados. 

O caso Ada Wong

Apesar de um relacionamento com Claire ser crível, todos sabem que o coração do herói sempre pertenceu a Ada Wong. A espiã apareceu em seu caminho também em RE2 e os dois se encontravam com uma frequência até “forçada”. Exceto por Requiem, quando víamos um em um jogo, a outra figura aparecia também.

Imagem de Resident Evil 2
Sempre rolou uma tensão romântica entre Leon e Ada nos jogos (Imagem: Reprodução/Capcom)

No remake lançado em 2019, inclusive, eles se beijam (ou ela beija Leon para silenciá-lo, entenda como quiser). Os dois constantemente se protegem em cada situação de risco e estão em constante contato — mesmo que eles estejam em lados opostos dentro da grande trama.

A situação “esquenta” quando o roteirista do filme Resident Evil Damnation, Shotaro Suga, sugeriu que Leon e Ada tiveram um encontro romântico durante os eventos de RE5. Ele apontou um jantar e até um motel, o que não acabou no material final, mas esteve nos planos iniciais da produção. 

Neste mesmo longa, a personagem sugere que ambos foram para os “finalmentes” e que pretendiam continuar. No entanto, a linha entre os longas animados e os jogos é tênue e para a Capcom afirmar que alguns eventos não são canônicos é um pequeno salto. Ou seja, não conte cegamente com isso.

Imagem de Resident Evil Damnation
É fácil para a Capcom recusar alguns fatos vistos nos longa-metragens (Imagem: Reprodução/Sony Pictures)

Toda essa situação pode ter escalado para um casamento? É muito possível, já que a oficialização do relacionamento dos dois é esperada por grande parte da base de fãs. No entanto, por terem valores opostos, talvez este seja o caso de apenas uma grande paixão e não de aliança eterna. 

Teorias em Resident Evil Requiem

Outros fãs circulam no debate que pode formar um casal com o herói personagens como Sherry e diversas outras. Inclusive, é possível que a aclamada esposa (ou marido) seja uma figura desconhecida e inédita na franquia. Quem sabe se Leon não quis fugir um pouco dos traumas que o marcaram?

É importante levar em consideração que Resident Evil Requiem e a Capcom não confirmaram se o protagonista é casado ou não — sequer com quem ele se relaciona. A única verdade é que ele possui uma aliança em seu dedo e curiosamente a cena é prolongada neste detalhe. É esperado que isso seja explorado em uma futura expansão, contudo nenhum DLC para Requiem foi revelado até agora.

Vamos ser honestos? As aventuras de Leon começaram em 1998 e já se passaram quase 30 anos. Ele não iria permanecer solteiro para sempre, principalmente pelas suas qualidades físicas. O que é um fato: alguém conseguiu colocar uma aliança no homem. Agora, quem será? O mistério ainda precisa ser revelado. 

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ASUS e Kojima lançam tablet gamer com 128 GB de RAM e preço inacreditável

4 de Março de 2026, 17:00

O notebook gamer 2-em-1 ASUS ROG Flow Z13-KJP chegou oficialmente ao Brasil, fruto da parceria entre a companhia e a Kojima Productions. O seu design faz referência a elementos do estúdio de Death Stranding.

Ele é equipado com um processador AMD Ryzen AI Max+ 395, que conta com gráficos integrados Radeon 8060S e NPU com 50 TOPS para inteligência artificial, além de impressionantes 128 GB de memória RAM unificada.

Apesar de seu desempenho superior em jogos e componentes de qualidade, sua chegada em solo brasileiro assusta pelo preço de venda: o ROG Flow Z13-KJP é vendido por R$ 36.999 e pode ser adquirido diretamente da Loja ASUS

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O notebook gamer pode ser utilizado tanto no modo convencional quanto no formato de tablet, com um display ROG Nebula Display de 13,4 polegadas com resolução 2.5K (2.560 x 1.440) e taxa de atualização de 180 Hz. A tela touch possui proteção Corning Gorilla Glass DXC. 

O modelo é uma variante do ROG Flow Z13 comum, com artes de Yoji Shinkawa — responsável por criar as identidades visuais de franquias como Metal Gear e Death Stranding. 

Além dos acessórios básicos como o carregador, o fruto da colaboração entre ASUS e Kojima Productions é acompanhado de uma maleta de transporte exclusiva. 

Recursos do ROG Flow Z13-KJP

Mesmo no formato 2-em-1, o ROG Flow Z13-KJP traz diversas inovações para rodar seus principais games sem comprometer a temperatura. Ele usa o sistema ROG Intelligent Cooling — responsável por combinar a câmara de vapor em aço inoxidável, metal líquido e as fans Arc Flow de 2ª Geração.

Toda a sua operação funciona com nível de ruído de 49 dBA, sem comprometer o áudio do gameplay ou distrair o jogador em partidas competitivas.

O modelo possui conectividade de duas portas USB-C de alta velocidade com suporte a DisplayPort e carregamento. Ele também traz uma porta USB-A, HDMI 2.1 e leitor de cartão MicroSD. Sem fio, ele é compatível com as tecnologias Wi-Fi 7 e Bluetooth 5.4.

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Adeus, Myrient: site de preservação de jogos fechará as portas

4 de Março de 2026, 14:50

O serviço de preservação de videogames Myrient, que possui mais de 390 TB em ROMs de jogos, anunciou que encerrará suas operações. De acordo com o responsável pela plataforma, há três razões que definiram o seu fim: doações insuficientes, o avanço dos paywalls em gerenciadores de download e a crise de RAM.

O operador revelou que “o tráfego aumentou em 2025, mas a quantia de arrecadação das doações se manteve. Pago mais de US$ 6.000 mensalmente do próprio bolso para cobrir a diferença, o que não se tornou sustentável”. 

O encerramento do Myrient também foi impactado pelos valores cada vez mais altos nos componentes. “Desde setembro, o preço das RAM, SSDs e HDDs encareceu drasticamente e segue em alta devido à demanda extrema dos data centers de IA”.

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Ele apontou que isso tornou as operações cada vez mais custosas e gerou problemas financeiros que não conseguirá administrar.

“Isto elevou os gastos para manter a hospedagem do Myrient, que também cresceu. Atualizações necessárias para o armazenamento e infraestrutura de caching só exacerbaram o problema. Com o aumento do número de servidores e o déficit mensal de US$ 6.000 que saía do meu bolso, não há como arcar com uma hospedagem mais robusta e a elevação nos custos de hardware”

Imagem do Myrient
O Myrient chegará ao fim ainda em março (Imagem: Reprodução/Myrient)

Em relação aos paywalls, o operador afirma que os gerenciamentos de download se renderam ao formato, o que obrigava os usuários a pagarem o serviço para baixar os arquivos, algo que era contra a sua política. De acordo com as diretrizes, o “uso comercial do Myrient e para propósitos lucrativos sempre foi proibido”. 

Fim de um dos maiores acervos de jogos

No anúncio realizado via Telegram, a plataforma será encerrada no dia 31 de março de 2026. Apesar dos rumores de que poderia ter sofrido com processos sobre direitos autorais, o responsável não atribuiu isso como uma das razões que o motivaram a fechar as portas do serviço.

Conhecido globalmente como uma verdadeira preservação da história dos videogames, o Myrient possui uma das maiores bibliotecas disponíveis de toda a internet.

Além dos consoles e portáteis, o site reúne games de diversos estilos e categorias — como o No-Intro (cartucho e conjuntos de ROM digitais), Redump (conjunto de discos ópticos), fliperamas como MAME e FinalBurn Neo, TOSEC/TOSEC-ISO, a Total DOS Collection e até títulos lançados exclusivamente para browsers. 

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Em votação apertada, ARC Raiders e Clair Obscur levam como melhores jogos do ano

4 de Março de 2026, 13:30

O 9º Prêmio Canaltech elegeu os melhores jogos do ano na última quinta-feira (26) nas categorias consoles, PC e smartphones. Na visão do júri técnico, ARC Raiders, Clair Obscur: Expedition 33 e Umamusume: Pretty Derby foram os nomes que ditaram o ritmo de 2025.

Nos videogames, a vitória foi absoluta para um dos RPGs de turno mais badalados desta década. Clair Obscur: Expedition 33 é um game francês que discute temas como o luto, traumas e o comportamento da sociedade frente a tragédias.

Nesta categoria, o título da Sandfall Interactive concorreu com pesos pesados como Death Stranding 2: On the Beach, Silent Hill f, Dispatch, Hollow Knight: Silksong, Battlefield 6 e Hades II. Mesmo com todos estes nomes, o vencedor abocanhou 54,2% dos votos.

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Ao Canaltech, a representante do estúdio e da Kepler Interactive, Jacqueline Wittmann, afirma que os desenvolvedores e envolvidos no lançamento estão muito felizes pela experiência ter ressoado com diversas pessoas e culturas diferentes.

"A Sandfall e a Kepler são muito gratos por esse sucesso tão grande do jogo e eles enxergam como uma grande conquista que um jogo, algo tão complexo, emocionante e vibrante, conseguiu ressoar com tantas pessoas ao redor do mundo. E isso os motiva cada vez mais a construir jogos que também abracem tantos públicos assim", afirmou Jacqueline.

Já o título ARC Raiders venceu como o melhor jogo do PC. O multiplayer online de tiro se tornou uma verdadeira febre no fim de 2025 e destronou franquias conhecidas como Call of Duty e Battlefield. Pela sua dinamicidade e uso da inteligência artificial, o título da Embark Studios consolidou-se como um dos grandes destaques do ano.

Imagem de ARC Raiders
ARC Raiders se tornou uma febre instantânea entre os jogadores (Imagem: Divulgação/Embark Studios)

Concorreu contra ele os jogos DOOM: The Dark Ages, Battlefield 6, Hades II, Dying Light: The Beast e Cronos: The New Dawn. Em decisão apertada, ele conquistou 37,5% dos votos do júri técnico e se consagrou como a melhor experiência vista nos computadores.

Por último, mas não menos importante, o melhor game mobile escolhido no 9º Prêmio Canaltech foi Umamusume: Pretty Derby. Talvez você o conheça como o jogo das “meninas-cavalo”, que se tornou uma franquia multimídia com animes, figuras de ação e diversos outros produtos.

E as mascotes de corrida ultrapassaram diversos adversários nesse sprint: Destiny Rising, Persona 5: The Phantom X, Sonic Rumble e Wuthering Waves ficaram para trás na corrida, mas o título vencedor levou o prêmio de melhor mobile por pouco: ele recebeu 26,1% dos votos

Grandes lançamentos de 2025

É importante levar em consideração que alguns dos títulos que venceram em uma categoria, também estão disponíveis em outras. Clair Obscur: Expedition 33, por exemplo, venceu o 9º Prêmio Canaltech como melhor jogo para consoles — contudo, também está disponível nos PCs.

Já ARC Raiders foi lançado em videogames como o PlayStation 5 e Xbox Series, com crossplay entre todas as plataformas. Umamusume: Pretty Derby, apesar de ter sua origem no mercado mobile, também chegou aos computadores e tem uma versão diferente para os consoles de mesa. 

Ou seja, independentemente do dispositivo que você tenha e o seu gosto, uma grande parte deles está acessível a todos nos mais diversos ecossistemas — o que permite a diversão completa de todos. 

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Mega Man 12 e Pragmata: Capcom confirma evento com novidades para 2026

4 de Março de 2026, 10:30

A Capcom anunciou nesta semana que realizará uma nova apresentação na quinta-feira (5), com destaque para os próximos lançamentos e para Mega Man Dual Override, o 12º capítulo da clássica franquia.

Além da nova aventura, o Capcom Spotlight vai destacar Pragmata, Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection, Mega Man Star Force Legacy Collection e os passes de batalha de Street Fighter 6

De acordo com a produtora, o evento começará às 19h no horário de Brasília e terá cerca de 30 minutos de duração. Quem quiser assistir ao evento ao vivo, ele será transmitido no canal oficial da Capcom no YouTube. São esperadas surpresas durante a exibição, principalmente após o sucesso de Resident Evil Requiem.

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Mega Man Dual Override em ação

Anunciado pela companhia durante o The Game Awards 2025, Mega Man Dual Override promete reviver a franquia que está em um longo hiato. Após os títulos de 2010 e 2018, o retorno do herói de aço é aguardado com grandes expectativas e já despertou a curiosidade da comunidade.

Imagem de Mega Man Dual Override
Após longos hiatos, Mega Man finalmente retornará em Dual Override (Imagem: Divulgação/Capcom)

Uma ação promocional foi realizada pela produtora, através de um concurso para definir o visual dos chefões que o herói enfrentará. Inclusive, os vencedores serão revelados já na sexta-feira (6)

Capcom em 2026

Ainda que o público clame por um DLC para Resident Evil Requiem, a Capcom ainda tem muitos lançamentos para o ano de 2026. Pragmata é o principal deles, que chega no mês de abril.

Previsto inicialmente para estrear em 2022, o projeto foi adiado por um longo período e os detalhes da jogabilidade da nova IP eram um mistério. No entanto, ela correu atrás do tempo perdido e quis reforçar seu compromisso para a chegada do título. 

Já o spin-off Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection está ainda mais próximo dos fãs, com sua chegada agendada para o dia 13 de março. 

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É Wesker ou não é? Quem é Zeno em Resident Evil Requiem?

3 de Março de 2026, 17:45

A franquia Resident Evil sempre tocou em assuntos complexos como infecções globais, mutação e até mesmo clonagem. O novo capítulo da saga, Resident Evil Requiem, expande cada aspecto disso e nos apresenta Zeno.

O misterioso personagem fala como o vilão Albert Wesker, possui as mesmas habilidades que ele e até sofre com a “Síndrome de Raccoon City”. Porém, dissecamos a origem desse antagonista e sua conexão com o legado da Umbrella.

Se ele é o antagonista disfarçado ou apenas uma figura muito similar a Wesker, nós do Canaltech vamos esclarecer para você e discutir qual é a importância de Zeno dentro da trama contra Grace Ashcroft e Leon S. Kennedy.

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O texto a seguir contém spoilers.

Umbrella e as Conexões

O vilão Albert Wesker ficou conhecido por não ter sua lealdade a lado algum, seja a Umbrella, o Governo dos Estados Unidos e outros órgãos pelos quais se envolveu durante a franquia Resident Evil. Ele tinha os seus próprios planos e interesses.

Imagem de Albert Wesker
Albert Wesker está "morto" desde Resident Evil 5 (Imagem: Reprodução/Capcom)

No entanto, a suposta morte da figura em 2009 — durante os eventos de RE5, na tentativa de liberar o Uroboros e disseminar o vírus. para todo o planeta — colocou um ponto final em sua trama. Ou será que aquele vulcão não foi o seu fim?

Em determinado trecho de Resident Evil Requiem, descobre-se que Victor Gideon não é o único adversário na história. Zeno aparece, toma Grace Ashcroft e promete que vai revelar para a mocinha toda a verdade que está sob Raccoon City e seu passado.

O problema é que ele possui a mesma aparência do emblemático vilão, voz, poderes e até mesmo a alteração nas cores do seu globo ocular. O membro da “Conexões” desejava a pesquisa de Oswell E. Spencer — fundador da Umbrella — sobre a Elpis e ter o controle da consciência humana.

Afinal, Zeno é mesmo Wesker?

A resposta é complexa, no mínimo. Resident Evil Requiem em momento algum explica sobre a origem de Zeno. No entanto, Victor Gideon afirma que ele “não é nada além de uma imitação”. 

Na própria trama, vemos clones de Grace Ashcroft — o que indica que esta tecnologia já existe e é usada amplamente dentro do universo da franquia. Com Wesker morto, quem garante que não tentaram replicá-lo?

Imagem de Zeno em Resident Evil Requiem
A origem de Zeno nunca é esclarecida conforme o jogo avança (Imagem: Reprodução/Capcom)

Inclusive, o novo antagonista possui a Síndrome de Raccoon City: doença degenerativa que também aflige Leon S. Kennedy e os demais heróis da saga. Se ele foi clonado de Wesker, é possível que tenha herdado a evolução do T-Vírus que estava em seu organismo.

Isso já entra em campo especulativo, mas é possível que a Capcom explore esta questão em expansões ou até spin-offs. Ao menos nos longa-metragens de Paul W. S. Anderson, clones do vilão eram uma realidade que Alice (Milla Jovovich) encarava. E se a ideia surgiu dos próprios devs dos jogos? 

Fim sem explicações

Nos dois finais de Resident Evil Requiem, Zeno morre sem ter os detalhes sobre a sua vida e origem revelados. Enquanto em um ele é levado pelo desabamento da torre que supostamente liberaria Elpis, no outro o vilão é assassinado por Victor Gideon.

Imagem de Zeno em Resident Evil Requiem
Zeno aparece e morre sem qualquer aprofundamento na trama principal (Imagem: Reprodução/Capcom)

Nem mesmo são vistas sequências de ação ou um confronto direto com os personagens: ele apenas entra, dispara algumas frases instigantes e reaparece em outro lugar para seguir as etapas de seu plano. Por integrar a Conexões, ele sabia que Grace era importante para a pesquisa com Elpis e a leva para Raccoon City.

Mesmo após a sua morte, diversas questões ficam no ar e possivelmente a Capcom revelará novas informações em expansões, spin-offs ou no já esperado Resident Evil 10 — que sequer foi confirmado pela produtora, mas que ninguém duvida que deve ser divulgado daqui a alguns anos.

E se Zeno era um clone de Albert Wesker, será que era o único ou existem outros que trabalham para a Conexões? Não seria impossível terem recuperado uma “parte” do emblemático antagonista carbonizado na lava vulcânica para criar um exército e seguir o objetivo de controle global. 

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