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Gasolina sem etanol? Entenda o Projeto de Lei que quer mudar o combustível

23 de Setembro de 2026, 14:30

Parece que, em breve, o consumidor brasileiro vai poder escolher entre abastecer o carro com gasolina sem etanol ou com uma mistura bem menor do biocombustível. É que há duas propostas legislativas em trâmite no Congresso Nacional que buscam autorizar a venda de gasolina pura (E0) e com teor reduzido de biocombustível (E10) nos postos.

No Senado, a Sugestão Legislativa 30/2026 propõe liberar a comercialização opcional da gasolina pura e da versão E10 como alternativa ao combustível tradicional. Já na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei 4.783/2026 sugere tornar obrigatória a oferta de gasolina sem etanol para proteger motores não flex, mangueiras e carburadores do desgaste precoce provocado pela maior concentração de álcool.

Combustível gasolina

A movimentação vem em um momento em que a mistura obrigatória da gasolina comum saltou para 32% de etanol anidro na chamada E32; ainda, o governo considera testar a gasolina E35. Em resposta, grupos de colecionadores de carros antigos, proprietários de veículos importados e entidades do setor náutico se manifestaram, expressando insatisfação com os efeitos da mistura atual.

Gasolina com etanol

Para virar realidade nas bombas, a medida precisa passar por etapas importantes — entre elas, a regulamentação da ANP, que precisa redefinir padrões de qualidade, armazenamento e logística para a gasolina A, tipo que sai das refinarias sem álcool e que já integra a cadeia do setor.

Além disso, os postos de combustíveis teriam de adaptar sua infraestrutura de tanques e bombas para evitar a contaminação entre as formulações. Embora o combustível com menos etanol entregue maior autonomia por litro em razão do alto poder calorífico da gasolina, o produto final tende a ser mais caro para o consumidor.

Como a gasolina A possui custo de produção superior ao do etanol anidro, as versões E10 e E0 teriam custo mais elevado que o da gasolina tradicional; portanto, quanto maior for a remoção do etanol, maior será o preço na bomba.

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Entenda como o corte de um único cabo de fibra óptica parou aeroportos nos EUA

23 de Setembro de 2026, 11:00

Uma equipe de obras da New Jersey Transit causou um verdadeiro caos no transporte aéreo dos Estados Unidos na segunda (21). O motivo? Os funcionários cortaram sem querer um cabo de fibra óptica de reserva da operadora Verizon e, na sequência, uma falha de circuito foi identificada justamente na central de controle do tráfego aéreo da Filadélfia. No fim, mais de 150 voos foram desviados.

Segundo dados da plataforma Flightradar24, o apagão logístico afetou diretamente os aeroportos de Newark, LaGuardia, JFK e Filadélfia. O hub de Newark foi o mais impactado pelo incidente, com mais de uma centena de pousos redirecionados para cidades como Washington e Allentown.

aviões em aeroporto

Passadas aproximadamente cinco horas após o início do problema, Sean Duffy, secretário de Transportes, explicou em uma publicação no X que a comunicação havia sido restabelecida e que as operações do aeroporto seriam retomadas aos poucos.

Caos no transporte aéreo

O ocorrido não se limitou somente aos voos desviados, e também gerou "voos para lugar nenhum": cinco voos que decolaram da Europa tiveram que voltar para seus locais de origem. Já passageiros de um voo da Lufthansa que partiu de Munique com destino a Newark passaram oito horas no ar apenas para retornar ao ponto de partida.

Uma situação parecida foi enfrentada pelos passageiros que voavam com a TAP a partir do Porto, em Portugal, rumo a Newark. De acordo com dados do FlightAware, foram cancelados 361 voos e quase 800 sofreram atrasos somente na United Airlines. A instabilidade se estendeu até o dia seguinte, quando alguns cancelamentos ainda foram registrados.

Aproveite para conferir o que fazer quando um voo é cancelado!

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Adeus às multas injustas? Semáforos com radar podem ser obrigados a ter contagem regressiva

23 de Setembro de 2026, 09:35

E se todos os faróis equipados com fiscalização eletrônica tivessem temporizadores? Pois é esta a proposta do Projeto de Lei 2975/26, que tramita na Câmara dos Deputados. A ideia do texto é que a mudança seja aplicada aos semáforos instalados em cruzamentos monitorados por radares, bem como detectores de avanço do sinal vermelho e sensores de parada sobre a faixa de pedestres.

A proposta busca aumentar a segurança no trânsito ao evitar frenagens bruscas ou acelerações antes da mudança de fase do farol: para isso, os condutores conseguiriam saber exatamente quanto tempo resta para a alteração das luzes verde e vermelha.

farol semáforo

 

Na prática, os motoristas ganham mais previsibilidade para rodar nas vias urbanas, já que não teriam que se preocupar com a mudança abrupta para a luz amarela — a qual, aliás, costuma estar por trás de decisões perigosas para “aproveitar” a janela para a travessia.

Farol com tempo

O texto, ainda em tramitação, determina que a ausência do display, qualquer defeito técnico, a falta de sincronização ou a má visibilidade do temporizador vão invalidar os autos de infração aplicados no local. Isso significa que o equipamento de fiscalização perde a validade legal para aplicar sanções aos motoristas se o timer falhar.

Esta tecnologia tem custo considerado baixo, mas a sua implementação como lei deve enfrentar entraves operacionais nas cidades. Primeiro, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) precisa determinar os requisitos técnicos dos equipamentos; além disso, o projeto estabelece um prazo de apenas 60 dias a partir da aprovação para que os órgãos de trânsito realizem as adequações em todo o Brasil.

A janela é curta, mas teria que ser cumprida em milhares de municípios do país. De qualquer forma, o PL 2975/26 segue agora para análise conclusiva nas comissões de Viação e Transportes e de Constituição e Justiça da Câmara.

Aproveite para conhecer como funcionam os semáforos inteligentes que usam algoritmos e IA para acabar com o trânsito!

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Testes com radares de velocidade média no Brasil são suspensos; veja como fica fiscalização

23 de Setembro de 2026, 07:50

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) anunciou na segunda-feira (21) a suspensão temporária dos testes de radares de velocidade média em rodovias federais. A interrupção dos projetos-piloto foi formalizada pela Superintendência de Infraestrutura Rodoviária (Surod) no Diário Oficial da União a fim de permitir reavaliações operacionais, de sinalização e de comunicação.

A pausa servirá para o alinhamento de procedimentos técnicos, garantindo que as orientações sejam compreendidas com clareza pelos motoristas antes de qualquer retomada. A ANTT ressaltou que a medida não gerou multas, já que a etapa tinha caráter exclusivamente experimental.

radar de velocidade média

Os testes seriam realizados em rodovias do Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, entre outros estados. Vale destacar que os radares fixos tradicionais e as fiscalizações de velocidade em pontos isolados continuam operando normalmente em todo o país.

Radares de velocidade média

Diferentemente do radar tradicional, o sistema de velocidade média calcula o tempo que um veículo leva para percorrer a distância entre dois pontos de monitoramento. Se o trajeto for concluído em tempo inferior ao limite estabelecido, conclui-se que o motorista trafegou acima da velocidade permitida.

A revisão promovida pela ANTT busca detalhar a sinalização de início e fim desses trechos supervisionados, permitindo que os condutores identifiquem com precisão o segmento monitorado e o limite regulamentado.

Apesar da paralisação dos testes em oito estados, a tecnologia já apresenta resultados positivos no país. Na BR-050, onde a EcoRodovias utiliza o monitoramento desde 2022, o sistema contribuiu para uma queda de 35% nos acidentes com vítimas e zerou as fatalidades no primeiro semestre de 2026. Segundo a concessionária, os índices refletem a combinação entre o controle de velocidade, campanhas educativas e operações com a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Aproveite para conferir por que os radares de velocidade média ainda não multam no Brasil!

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VW derruba preços do T-Cross e SUV sai mais em conta que Nissan Kicks

22 de Setembro de 2026, 17:05

Quer um SUV para chamar de seu? Se sim, vale a pena apostar no T-Cross, que já pode ser encontrado “no precinho” em concessionárias da Volkswagen em São Paulo e no Rio de Janeiro — dependendo da loja, as reduções são de mais de R$ 40 mil, em preparação para a nova geração do utilitário.

A versão topo de linha Extreme no ano-modelo 2025/2026 destaca-se como a principal oportunidade, e sai no Rio de Janeiro por R$ 149.900 — uma redução bem interessante frente ao valor de tabela de R$ 193.490. Na capital paulista, unidades do T-Cross Highline 2027 saem de R$ 186.290 por R$ 159.900, uma economia de R$ 26.390. Para comparação, o Nissan Kicks Exclusive costuma sair por R$ 179.990,00.

Volkswagen T-Cross

Mesmo com a liderança isolada no segmento de SUVs compactos, que já somou mais de 61 mil emplacamentos no acumulado do ano, a rede autorizada busca queimar o estoque enquanto a alemã já desenvolve a nova geração do SUV na fábrica de São Bernardo do Campo (SP), com lançamento previsto para 2027.

Como é o VW T-Cross

Ambas as configurações contempladas pela campanha trazem o motor 1.4 TSI turboflex, que entrega 150 cv de potência e 25,5 kgfm de torque com qualquer combustível, e câmbio automático de seis marchas. As versões de topo do SUV destacam-se pelo recheado pacote tecnológico e de segurança, com itens de série que justificam o posicionamento no mercado.

O conjunto garante aceleração de 0 a 100 km/h em 8,6 segundos com etanol e velocidade máxima de 202 km/h. Quanto ao consumo, dados do Inmetro apontam médias de 8,2 km/l na cidade e 9,9 km/l na estrada com etanol, o que rende marcas mais eficientes de 11,8 km/l no ciclo urbano e 14,2 km/l no rodoviário com gasolina.

As duas configurações contam com o painel digital configurável de 10,25” integrado à central multimídia VW Play Connect de 10,1” com espelhamento sem fio. Já em relação à segurança, os carros vêm com seis airbags, controle adaptativo de velocidade (ACC) e frenagem autônoma de emergência. A variante Extreme, por sua vez, entrega teto, retrovisores e rack na cor Preto Ninja, rodas diamantadas escurecidas de 17”, bancos em couro e pneus com tecnologia Seal Inside.

Antes de fechar negócio, que tal conferir se vale a pena pagar mais pela versão topo de linha do Volkswagen T-Cross?

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Chevrolet joga no chão preços do Sonic e compacto sai mais em conta que Fiat Audace

9 de Setembro de 2026, 17:00

Quem quer levar o Chevrolet Sonic para a garagem não pode ficar de fora dos descontos oferecidos pela marca, que reduzem o preço do compacto em mais de R$ 15 mil — mas só para compradores com CNPJ ativo. Quem atende aos requisitos pode optar pelas versões Premier e RS, com reduções de até 11,1% na tabela pública. Com a oferta, o modelo sai mais em conta que o Fiat Audace Hybrid, que normalmente custa R$ 132.990.

Dito isso, vamos aos preços. A opção Premier normalmente custa R$ 135.940, mas sai por R$ 120.851 no faturamento para pessoa jurídica, com economia de R$ 15.089. Já a configuração topo de linha RS, cujo valor de tabela é de R$ 141.940, passa a custar R$ 126.327 na modalidade, o que representa desconto de R$ 15.613 sobre o preço do varejo.

Chevrolet Sonic

A estratégia veio para fortalecer a presença da fabricante no mercado corporativo ao facilitar a renovação de frotas e a aquisição por empresas de diferentes portes. Como de costume, a recomendação do CT Auto é que os interessados entrem em contato com as lojas da região para conferir os modelos disponíveis, bem como eventuais outros requisitos.

Como é o Chevrolet Sonic

O Chevrolet Sonic veio como a maior aposta da GM para conseguir espaço próprio no segmento dos SUVs compactos. Para isso, o carro entrega design moderno, acabamento interno caprichado, ótimo isolamento acústico, suspensão com o equilíbrio ideal entre conforto e estabilidade e consumo mais eficiente que o do Chevrolet Tracker.

Na parte mecânica, ambas as configurações compartilham o mesmo conjunto motorizado. Assim, o Sonic vem equipado com motor 1.0 turboflex com sistema de injeção direta, que rende até 115 cv de potência e 18,9 kgfm de torque, atuando em conjunto com a transmissão automática de seis marchas.

Além disso, o Sonic usa “truque” para minimizar a polêmica da correia banhada a óleo, já observado nos carros da família Onix.

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Carro elétrico desvaloriza muito? Estudo revela surpresa nos seminovos

9 de Setembro de 2026, 15:00

Será que os carros elétricos sofrem desvalorização assim como os modelos a combustão? Segundo um levantamento do Banco BV em conjunto com a Fenauto (Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores), a resposta é: depende, e os principais fatores são a combinação entre a idade do carro e a tecnologia.

O movimento ocorre porque os seminovos eletrificados com até dois anos mantêm alta valorização devido à forte demanda e baixa oferta. Por outro lado, os modelos com mais de três anos sofrem quedas acentuadas provocadas pela rápida evolução tecnológica do setor.

carro elétrico carregando carregador

A transformação recente do mercado explica esse descompasso. Se considerarmos o período dos primeiros anos da expansão elétrica no país, a chegada contínua de novas marcas e versões reduziu os custos do segmento e acelerou o avanço na capacidade das baterias e na velocidade de recarga.

Depreciação de carro elétrico

O resultado? A pressão começou a crescer nas cotações de revenda dos elétricos mais antigos. Segundo a Fenauto, a perda de valor nos eletrificados usados não decorre apenas da rodagem e do desgaste físico — na verdade, o principal fator parece ser a rápida defasagem de seus recursos frente às novidades da indústria.

O que acontece é que, enquanto as unidades com até 12 meses de uso se beneficiam da procura aquecida por modelos recentes, os carros com cerca de três anos ou mais seguem enfrentando a concorrência direta de zero-quilômetros modernos e mais acessíveis.

Na prática, a oferta de carros novos com maior autonomia e preços reduzidos foi um fator de peso na precificação do mercado. Os modelos de entrada mais recentes já entregam alcance superior por valores mais em conta que aqueles cobrados por carros elétricos há quatro anos, ou seja, os seminovos veteranos tiveram que encarar reajustes para continuarem competitivos.

E, afinal, será que os carro elétricos gastam menos que o a combustão? Fizemos as contas!

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Bateria dos carros da Tesla não dura tanto quanto a dos rivais, mostra estudo

9 de Setembro de 2026, 13:00

Parece que os carros elétricos da Tesla deixaram a desejar quando o assunto é a capacidade das baterias. De acordo com um levantamento da empresa austríaca de diagnósticos Aviloo, um estudo global baseado em 500 mil testes mostrou que, embora as baterias dos carros modernos consigam preservar boa parte da autonomia, os carros da marca de Elon Musk foram superados por rivais.

A constatação veio após a análise de 20 modelos populares desde 2022, que somaram até 160 mil quilômetros rodados. Depois, os pesquisadores exploraram o nível de degradação da capacidade útil da bateria.

Tesla Model 3

Como mencionamos, o levantamento mostrou que muito da autonomia das baterias foi mantida. O problema, no entanto, foram os populares Tesla Model 3 e Model Y, que tiveram queda significativa em comparação com modelos como o Hyundai Ioniq 5 e Ford Mustang Mach-E, que tiveram índices mais elevados de integridade mesmo com uso prolongado.

Bateria de carros da Tesla

Ao atingir a marca de 150 mil quilômetros, o Hyundai Ioniq 5 conseguiu manter média de 93,79% da capacidade original da bateria, enquanto o Mustang Mach-E registrou 92,53%. Por outro lado, o Tesla Model Y ficou na casa dos 90,32% e o Model 3 ficou com 88,94%.

No entanto, o estudo destaca que a maior perda de capacidade nos modelos da Tesla ocorre de forma mais acentuada nos primeiros 50 mil quilômetros rodados, e depois se estabiliza em ritmos mais lentos nas etapas posteriores. Além disso, os resultados variam conforme os hábitos do proprietário.

Isso significa que fatores como recargas constantes até 100%, trajetos diários intensos e exposição contínua a temperaturas elevadas podem acelerar a perda de autonomia da bateria — nos casos mais extremos, a integridade do componente pode cair para cerca de 80%.

Se você quiser saber mais sobre o assunto, vale a pena conferir nossa matéria que explica como carro elétrico perde autonomia com o passar do tempo.

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"Powerbank gigante" da BYD? Nova tecnologia recarrega carros em tempo recorde

28 de Agosto de 2026, 09:00

A chinesa BYD apresentou o Flash Charging, seu novo carregador ultrarrápido com potência de 1.500 kW. A novidade chegou no Festival Interlagos, evento realizado em São Paulo, e o sistema promete revolucionar a mobilidade elétrica ao recarregar a bateria de veículos compatíveis de 10% a 97% em apenas nove minutos.

O segredo está na estação com armazenamento próprio, ou seja, o equipamento funciona como se fosse um “powerbank gigante” em vez de ser mais uma estação de recarga tradicional, conectada diretamente à rede de distribuição elétrica.

Denza Z9 GT

Assim, a infraestrutura acumula energia previamente para transferi-la ao automóvel em altíssima velocidade, contornando gargalos da rede elétrica convencional e devolvendo boa parte da carga ao carro em questão de minutos. Mas há um porém.

Carregador BYD

Curtiu a novidade? Se sim, vale ter em mente que essa tecnologia é compatível só com modelos equipados com a segunda geração da bateria Blade. No caso do mercado brasileiro, o sedan esportivo Denza Z9 GT, modelo da divisão de luxo do grupo chinês, é atualmente o único veículo apto a utilizar a potência máxima do equipamento no momento.

Mesmo assim, a marca prevê lançamentos de outros veículos com essa capacidade para o mercado brasileiro. Para sustentar a tecnologia, a empresa planeja instalar mil unidades do Flash Charging em território nacional até o fim de 2027, contemplando também a rede de concessionárias da marca Denza. A primeira estação ultrarrápida de alta potência do Brasil será inaugurada em breve em Brasília (DF).

Quer saber mais sobre o assunto? Confira nossa matéria sobre como a BYD e nova rede aceleram a recarga de elétricos no Brasil!

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Novos radares com inteligência artificial chegam a mais uma rodovia de SP

28 de Agosto de 2026, 07:00

Mais uma rodovia paulista vai contar com radares com inteligência artificial (IA). A concessionária Ecovias Raposo Castello vai implementar em breve novos equipamentos com IA na Rodovia Castello Branco, em São Paulo, para reforçar a fiscalização do tráfego em tempo real.

De acordo com a concessionária, o sistema vai funcionar 24 horas por dia por meio de câmeras de alta definição, capazes de flagrar desde motoristas e passageiros sem cinto de segurança até o uso de celular ao volante.

multa radar infração

No entanto, isso não significa que as autuações serão automáticas: na verdade, os equipamentos vão registrar os carros e enviar as imagens para análise da Polícia Militar Rodoviária, responsável por validar as infrações e emitir as multas — até porque a aplicação de penalidades não cabe à concessionária.

Radares com IA na estrada

A medida expande o monitoramento inteligente já testado em outras rodovias do estado, como a Raposo Tavares. Por lá, os dados da fase de testes mostraram a eficácia da tecnologia: foram mais de mil irregularidades captadas em apenas três dias, lideradas pela falta do uso do cinto de segurança por passageiros e motorista e pelo uso do celular ao volante. Todas essas práticas representam alto risco ao trânsito e geram penalidades severas.

Já o Rodoanel Mário Covas também conta com radares equipados com IA nos trechos sul e leste. Até agora, os equipamentos registraram quase 5 mil infrações, também lideradas pela falta do cinto de segurança e uso do celular ao volante. Além disso, o projeto do Rodoanel mostrou que o equipamento pode ajudar na identificação de acidentes e situações de risco.

A concessionária responsável pela Castello, bem como as autoridades estaduais, ainda vão definir o cronograma oficial e os pontos específicos da rodovia que vão receber os primeiros radares inteligentes.

Confira como funciona o radar com IA contra celular e falta de cinto!

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Jeep derruba preços do Renegade na cola da estreia do Avenger

13 de Agosto de 2026, 17:00

Procura um SUV para chamar de seu? Então vale a pena ficar de olho no Jeep Renegade, que já pode ser adquirido por R$ 124.990 — um desconto de R$ 5 mil em comparação com o preço de R$ 129.990, anunciado no lançamento do carro. Como de costume, a dica é ter atenção às condições da oferta.

Primeiro, o “precinho” vale só para as unidades na cor preta e se estende até o início de setembro, ou enquanto durarem os estoques. A versão Altitude segue como a porta de entrada para quem quer entrar no mundo Jeep, com motor 1.3 turbo de 176 cv com câmbio automático de seis marchas, sem auxílio elétrico híbrido. Para comparação, o carro sai mais em conta que o Nivus Comfortline, da Volkswagen, que costuma custar R$ 152.990.

Renegade Altitude 2027

O movimento de redução contraria a projeção inicial de aumento — quando a marca anunciou o Renegade Altitude, foi divulgado que o preço inicial iria valer somente para as 3 mil primeiras unidades, mas não foi o que aconteceu. De qualquer forma, a oferta chegou na esteira do lançamento do Jeep Avenger, o novo SUV de entrada da marca.

Como é o Jeep Renegade 2027

A linha 2027 do compacto renovou o design externo com para-choques destacados, grade frontal mais fechada e novas rodas de liga leve de 17” polegadas com acabamento diamantado. No interior, a cabine traz um painel reformulado que adota revestimentos em tecido nas faixas horizontais e nos painéis das portas, além do plástico rígido.

O modelo sai de fábrica equipado com central multimídia de 10,1” compatível com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, painel digital de 7” e ar-condicionado digital dual zone. A lista de segurança inclui seis airbags, faróis em LED, frenagem autônoma de emergência, detector de fadiga e alerta de mudança de faixa.

No fim, o Jeep Renegade Altitude 2027 por R$ 124.990 é uma compra bem interessante para quem quer um SUV que entrega desempenho imbatível na categoria graças ao motor e pacote caprichado na segurança e tecnologia. Apesar do acabamento interno mais simplificado na linha 2027 e da restrição à cor preta na oferta, a relação custo-benefício supera a de concorrentes.

Que tal aproveitar para conferir nossa matéria sobre a chegada do Jeep Avenger, que estreou “no precinho” para encarar as chinesas?

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Abandono de pets pode render sanções na CNH; saiba mais

13 de Agosto de 2026, 15:05

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta (12) um projeto de lei que prevê a suspensão e a cassação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de quem usar o carro para abandonar animais.

A medida altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), porque classifica a prática como infração gravíssima. Neste caso, a punição vai da suspensão do direito de dirigir por um ano e multa multiplicada por dez. Além disso, o valor cobrado na multa dobrará nos casos em que o abandono resultar em atropelamento, lesão corporal ou morte do animal.

Note que a sanção inicial prevê a suspensão da habilitação por 12 meses, mas o prazo sobe para 18 meses caso a infração envolva cães ou gatos. Se o motorista reincidir na conduta em um intervalo de até 24 meses, a habilitação é cassada de forma definitiva.

Abandono de animais

A proposta busca combater a má conduta daqueles que usam carros para transportar animais a locais distantes, dificultando o resgate e expondo-os a maus-tratos. Vale lembrar que as penalidades valem também para o transporte e abandono promovido com embarcações aquáticas, como lanchas e barcos a motor.

gato carro

De acordo com o parecer da relatoria, o emprego de meios de transporte para essa finalidade amplia a gravidade da conduta, além de criar riscos diretos à segurança viária e à preservação da fauna. Para virar lei, o texto ainda precisa da aprovação do Senado e da sanção presidencial.

Será que você sabe quais infrações te fazem perder a "carta"?

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Chevrolet e Hyundai juntas? Entenda a parceria que vai reformular os carros no Brasil

13 de Agosto de 2026, 13:05

A General Motors anunciou o fim das vendas da marca Chevrolet na China. A decisão veio em meio à nova estratégia da marca, que busca agora reestruturar sua atuação global com o apoio de uma nova estratégia de exportações com a parceira local SAIC e uma aliança com a Hyundai no Brasil.

A mudança veio após o desempenho morno dos carros Chevrolet no mercado chinês. Com as vendas em baixa, a montadora norte-americana se viu obrigada a redirecionar seus investimentos e plataformas.

Por outro lado, o fim da comercialização local da Chevrolet no país asiático não significa que a marca encerrou a atuação por lá. Na verdade, a renovação da joint-venture com a SAIC vale até 2047, com foco no desenvolvimento e na exportação de veículos das marcas Cadillac, Buick e Wuling.

Nova aliança com a Hyundai no Brasil

No entanto, o desinteresse chinês pela antiga arquitetura de modelos compactos da marca significa também que a GM precisou repensar os planos para a América do Sul. A saída foi o acordo com a Hyundai, a resposta para a necessidade de substituir a base técnica de carros populares entre os brasileiros.

onix onix plus

 

Com a colaboração, a plataforma K3 da montadora sul-coreana, desenhada para carros compactos, vai dar origem às novas gerações do Tracker e Creta, além de projetos inéditos de picapes no mercado nacional.

Apesar da engenharia conjunta, parece que o acordo não significa fusão de plantas industriais. Segundo Fábio Rua, vice-presidente da General Motors para América do Sul, os carros da Chevrolet vão continuar sendo produzidos em fábricas próprias no país, ou seja, as linhas de montagem não devem ser compartilhadas com a parceira.

Aproveite para conferir nossa matéria sobre o Chevrolet Volt, o pioneiro dos carros elétricos da GM que saiu de linha!

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Carro elétrico em alta: corrida por estações de recarga dispara pesquisas no país

13 de Agosto de 2026, 11:05

Os brasileiros vêm se interessando mais por eletropostos no país. Segundo o levantamento da empresa Descarbonize Soluções, as buscas pelo termo no Google tiveram aumento de 309% no Brasil nos últimos 12 meses — o salto ocorreu ao mesmo tempo em que a frota de veículos elétricos vem se expandindo de forma acelerada no país.

Os dados do levantamento revelaram que a procura por informações de abastecimento cresceu rapidamente impulsionada pela combinação do interesse de motoristas, mas também dos empreendedores. A maior concentração de pesquisas foi registrada no Distrito Federal e nos estados da Região Sul.

carro elétrico carregando carregador

Pode até parecer que o interesse no termo se deve, claro, aos motoristas, mas não é o caso: o estudo registrou também um aumento de 700% nas buscas por “franquia eletroposto”, ou seja, há um volume importante de interessados na oportunidade de atuar em negócios do setor.

Carros elétricos no Brasil

O engajamento acompanha o crescimento contínuo do setor automotivo sustentável, que fechou o último ano com alta de 26% nas vendas, segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). Como consequência, a expansão da frota impulsiona a instalação de estações em shoppings, rodovias e condomínios.

Para responder a esse aumento de demanda com segurança, o desenvolvimento de novos pontos deve vir acompanhado de projetos de engenharia alinhados às normas NBR 5410 e NBR 17019 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que garantem a proteção adequada para instalações de baixa tensão.

Paralelamente, montadoras e operadoras investem em tecnologia para facilitar a rotina dos motoristas nas ruas. A fabricante GWM, por exemplo, expandiu a rede do seu aplicativo ao integrar cerca de 80 carregadores da Rede Graal, para que os usuários encontrem mais facilmente pontos livres, acompanhem a recarga dos carros e façam o pagamento pelo celular em rodovias de diversos estados.

Ficou interessado em entrar no mundo dos eletrificados? Confira nossa matéria que explica o que ninguém te conta antes de comprar um carro elétrico!

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