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Galaxy Tab S12 Ultra vaza em imagens e revela design ultrafino

23 de Setembro de 2026, 09:43

O Galaxy Tab S12 Ultra apareceu em um novo vazamento que mostra com mais detalhes o possível design do próximo tablet premium da Samsung. Imagens compartilhadas pelo leaker Evan Blass exibem o aparelho de praticamente todos os ângulos e reforçam a aposta em um corpo ultrafino.

Os novos renders surgem após outros vazamentos anteciparem o visual da linha. Nas últimas semanas, tanto o Galaxy Tab S12+ quanto o Tab S12 Ultra já apareceram em imagens e tiveram parte das especificações reveladas.

Galaxy Tab S12 Ultra terá apenas 5,1 mm

Um dos principais destaques do Galaxy Tab S12 Ultra deve ser a espessura de apenas 5,1 mm. Apesar do corpo bastante fino e da tela grande, o tablet deve pesar 693 gramas.

As imagens mostram bordas discretas ao redor do display, além de um pequeno notch na parte superior. Na traseira, as câmeras ficam levemente projetadas em relação ao restante do corpo.

O modelo exibido por Blass aparece na cor cinza, mas a Samsung também deve oferecer uma versão prateada.

A S Pen também aparece ao lado do aparelho nos renders. O Galaxy Tab S12 Ultra terá suporte à caneta da Samsung, mas, segundo as informações vazadas, o acessório não será incluído na caixa.

Galaxy Tab S12 Ultra

Tela de 14,6 polegadas e bateria de 11.600 mAh

A ficha técnica vazada aponta para uma tela Dynamic AMOLED 2X de 14,6 polegadas, o que mantém a proposta de painel grande adotada pela Samsung em seus tablets Ultra.

O aparelho também deve contar com uma bateria de 11.600 mAh, com suporte a carregamento de 45 W pelo cabo.

No software, a expectativa é que o Galaxy Tab S12 Ultra saia de fábrica com o Android 17, acompanhado da interface One UI 9.

Outras informações sobre o Galaxy Tab S12+ e o próprio modelo Ultra, incluindo especificações e possíveis preços, também surgiram em vazamentos nos últimos dias.

Quando o Galaxy Tab S12 Ultra será lançado?

A expectativa é que a Samsung apresente o Galaxy Tab S12 Ultra em 7 de outubro. A data, porém, ainda deve ser tratada como rumor, já que a fabricante não confirmou oficialmente um evento para anunciar a nova geração de tablets.

Com isso, detalhes como preço, mercados em que o aparelho será vendido e configurações de memória e armazenamento ainda dependem do anúncio oficial.

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Novo Snapdragon para celulares top ganha versão ainda mais poderosa

22 de Setembro de 2026, 17:00

A Qualcomm apresentou nesta terça-feira (22) sua nova geração de chipsets para celulares premium. Desta vez, a fabricante aposta em dois modelos: Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6 e Snapdragon 8 Elite Gen 6, com novidades para inteligência artificial, jogos, câmeras e conectividade.

E pelo menos um celular já está confirmado com a nova plataforma. A Motorola revelou uma prévia do Motorola Signature 27, próximo top de linha da marca, que será equipado com o Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6.

Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6 é o mais poderoso

O Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6 ocupa o topo do novo portfólio, e é descrito pela Qualcomm como sua plataforma móvel mais poderosa. O foco está principalmente no avanço da IA executada diretamente no celular, com suporte para agentes mais personalizados e capazes de se adaptar ao uso ao longo do dia.

Nos jogos, uma das principais novidades é o Adreno Neural Fusion. A tecnologia aplica inteligência artificial ao processamento gráfico para aprimorar os visuais e, segundo a Qualcomm, também ajudar a estender o tempo de jogo.

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 As câmeras também recebem novos recursos. A plataforma oferece suporte ao Advanced Professional Video, APV, além do Intelligent Pixel Control, que amplia a compreensão da cena pelo processamento de imagem e promete resultados mais naturais em fotos e vídeos.

Snapdragon 8 Elite Gen 6 mantém boa parte das novidades

Já o Snapdragon 8 Elite Gen 6 fica um degrau abaixo da versão Extreme, mas compartilha boa parte de sua arquitetura. O chipset usa processo de fabricação de 2 nanômetros e traz CPU Qualcomm Oryon personalizada, GPU Adreno com arquitetura renovada e NPU Hexagon.

A estratégia permite que a Qualcomm distribua os principais recursos da nova geração entre mais celulares premium, em vez de concentrá-los apenas no modelo mais poderoso.

Segundo a empresa, o Snapdragon 8 Elite Gen 6 terá acesso a muitos dos mesmos avanços de IA, jogos, processamento de imagem e conectividade oferecidos pelo Extreme.

Motorola Signature 27 estreia geração Extreme

A Motorola aproveitou o Snapdragon Summit para revelar os primeiros detalhes do Motorola Signature 27. O celular será equipado com o Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6, a versão mais poderosa da nova geração.

Com a nova plataforma, a Motorola destaca recursos de IA executados no aparelho, melhorias para câmeras e jogos e avanços de conectividade 5G e Wi-Fi. O celular também terá um sistema com seis antenas, que, segundo a fabricante, pode dobrar as velocidades de download em determinadas condições.

O Signature 27 também estreia uma nova geração do sistema de refrigeração ArcticMesh, que combina gel térmico com diamante, metal líquido, malha de cobre e uma câmara de vapor 3D redesenhada.

Motorola Signature 27

Por enquanto, a Motorola apresentou apenas uma prévia do aparelho e deixou a revelação completa para outro momento.

Samsung, Xiaomi, OPPO e outras marcas também estão confirmadas

Além da Motorola, a Qualcomm confirmou que celulares com Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6 e Snapdragon 8 Elite Gen 6 chegarão ao mercado por diversas fabricantes.

A lista inclui Honor, iQOO, Nubia, OnePlus, OPPO, REDMI, RedMagic, Samsung, vivo, Xiaomi e ZTE, além da própria Motorola. A Qualcomm, porém, não detalhou quais modelos usarão cada uma das duas versões.

Assim, por enquanto, o Motorola Signature 27 é um dos poucos aparelhos oficialmente associados a uma variante específica da nova geração, com a confirmação do Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6.

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7 coisas que o iPhone Duo faz e que a Samsung não colocou no Galaxy Z Fold 8

9 de Setembro de 2026, 16:31

A Apple lançou nesta quarta-feira (9) o iPhone Duo, seu primeiro celular dobrável. O aparelho adota o formato de “passaporte”, com uma tela externa para o uso convencional e um painel maior que aparece quando o dispositivo é aberto. Com isso, a Apple entra diretamente na disputa com fabricantes que já estão há anos no segmento. Entre os principais concorrentes está o Galaxy Z Fold 8, atual dobrável no formato livro da Samsung.

Apesar da estreia tardia, o iPhone Duo chegou com algumas características que não estão disponíveis no rival sul-coreano. Curiosamente, a lista inclui até recursos que a própria Samsung já ofereceu em gerações anteriores, mas decidiu abandonar nos Fold mais recentes.

Há desde diferenças de resistência e câmeras até pequenos cuidados de software que aproveitam o formato dobrável. Confira 7 coisas que o iPhone Duo faz e o Galaxy Z Fold 8 não.

1 - Tela interna mais resistente a riscos

Um dos pontos que mais chamam atenção no iPhone Duo é a promessa de maior resistência a riscos na tela dobrável interna.

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A Apple não detalhou qual é o nível dessa proteção, então ainda será preciso esperar por testes práticos para entender o quanto o painel aguenta. Ainda assim, é um aspecto importante em dobráveis, já que telas flexíveis tradicionais são bem mais sensíveis e podem ficar marcadas apenas com a pressão da unha.

O Galaxy Z Fold 8 também recebeu melhorias de construção e durabilidade, mas não traz uma promessa equivalente de resistência a riscos no painel flexível.

2 - Suporte para Apple Pencil

O iPhone Duo também aproveita a tela interna maior para oferecer suporte para Apple Pencil, o que aproxima um pouco a experiência de um iPad mini.

Esse é justamente um recurso que a Samsung já ofereceu em seus dobráveis. O suporte para S Pen, porém, foi aposentado com o Galaxy Z Fold 6 e não voltou no Fold 8.

A ausência da caneta virou um dos pontos de reclamação entre usuários da linha. No iPhone Duo, a Apple estreia no segmento com uma função que a principal rival decidiu deixar para trás.

3 - Vira um relógio de cabeceira

Quando fica entreaberto sobre uma mesa, o iPhone Duo pode assumir a função de relógio de cabeceira, com as informações exibidas de uma forma adaptada à posição do aparelho.

A ideia não é inédita no mercado. Dobráveis de fabricantes como Honor, Motorola e Huawei também exploram esse tipo de uso quando ficam parcialmente fechados.

No Galaxy Z Fold 8, porém, não há uma experiência nativa equivalente. 

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4 - Câmera escondida embaixo da tela

O iPhone Duo também aposta em uma câmera escondida sob a tela interna, o que evita um recorte aparente no painel maior.

Neste caso, a situação é curiosa porque a Samsung foi uma das fabricantes que mais apostaram nessa tecnologia. Os Galaxy Z Fold usaram câmera sob o display até o Galaxy Z Fold 6.

A companhia abandonou a solução no Fold 7 e manteve essa decisão no Fold 8. Com isso, a Apple estreia seu dobrável com uma característica que já fez parte da identidade dos aparelhos da Samsung.

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 5 - Certificação IP68 contra poeira e água

Em resistência, o iPhone Duo também leva vantagem no papel graças à certificação IP68 contra poeira e água.

O principal diferencial está na proteção contra partículas sólidas. O Galaxy Z Fold 8 possui certificação IP48, portanto não alcança o mesmo nível de resistência contra poeira do aparelho da Apple.

Esse é um ponto especialmente importante em dobráveis, já que a dobradiça e outras partes móveis tornam a proteção contra pequenas partículas um desafio maior do que em celulares convencionais.

6 - Grava vídeos em 4K a 120 fps

Para quem usa o celular para vídeo, o iPhone Duo também oferece uma possibilidade que o Galaxy Z Fold 8 deixa de fora: gravação em 4K a 120 quadros por segundo.

A vantagem segue uma característica que já aparece em outros iPhones mais avançados. A Apple oferece uma taxa de quadros maior em 4K, o que dá mais liberdade para cenas em câmera lenta sem reduzir tanto a resolução.

No Galaxy Z Fold 8, a gravação chega a 4K a 60 fps ou 8K a 30 fps. Assim, o Samsung alcança uma resolução superior, mas não oferece a mesma combinação de 4K com 120 fps.

7 - Animação ao abrir e fechar a tela

A última diferença é bem mais estética, mas mostra o cuidado da Apple com a transição entre os dois formatos do iPhone Duo.

O iOS possui uma animação específica para a passagem entre a tela externa e a interna, baseada na identidade visual Liquid Glass. Ao abrir ou fechar o aparelho, o conteúdo recebe um efeito de transparência durante a troca entre os displays.

Isso não muda a funcionalidade do celular, mas deixa a transição mais natural e ajuda a dar continuidade ao que estava na tela. O Galaxy Z Fold 8 alterna normalmente entre os dois painéis, mas não possui um efeito visual semelhante.

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Touch ID está de volta: iPhone Duo ressuscita leitor de digitais da Apple

9 de Setembro de 2026, 15:44

A Apple lançou nesta quarta-feira (9) o iPhone Duo, seu primeiro celular dobrável, e aproveitou a estreia do novo formato para ressuscitar o Touch ID nos iPhones. O leitor de impressões digitais fica integrado ao botão lateral e pode autenticar o usuário tanto com o aparelho aberto quanto fechado.

O recurso não aparecia em um novo iPhone desde o iPhone SE de terceira geração, apresentado em março de 2022. Já na linha principal da marca, os últimos modelos com Touch ID foram o iPhone 8 e o iPhone 8 Plus, lançados em 2017.

Touch ID migra para o botão lateral

Nos iPhones antigos, o Touch ID ficava integrado ao botão de Início abaixo da tela. No iPhone Duo, a Apple adotou uma solução diferente e colocou o sensor biométrico diretamente no botão lateral.

Segundo a empresa, a posição permite uma autenticação fácil e consistente independentemente da forma de uso do dobrável. Além do Touch ID, proprietários de um Apple Watch também podem usar o relógio para desbloquear o iPhone Duo.

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A escolha faz sentido pelo formato do aparelho. Fechado, o iPhone Duo tem proporções semelhantes às de um passaporte, em uma proposta próxima de dobráveis como Galaxy Z Fold 8 e Huawei Pura X Max. A tela externa tem 5,4 polegadas, enquanto o painel interno chega a 7,6 polegadas.

Assim, o leitor lateral permanece acessível sem depender de qual tela está em uso. O botão convive ainda com o Camera Control, dedicado a atalhos da câmera.

O iPhone Duo terá pré-venda a partir de 16 de outubro, inclusive no Brasil, e chega às lojas em 23 de outubro. O aparelho será oferecido em versões de 256 GB, 512 GB, 1 TB e 2 TB. Os preços partem de R$ 21.999. 

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iPhone Duo: celular dobrável da Apple vai custar R$ 31 mil no Brasil

9 de Setembro de 2026, 15:37

A Apple apresentou nesta quarta-feira (9) sua nova geração de celulares e confirmou os preços para o mercado brasileiro. O destaque fica para o iPhone Duo, primeiro dobrável da marca, que será vendido por a partir de R$ 21.999 no país, com a versão 2TB de espaço chegando a R$ 30.999.

Além dele, a fabricante também revelou os novos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, que chegam como os modelos tradicionais mais avançados da linha. Os preços começam em R$ 11.999 e R$ 12.999, respectivamente.

iPhone Duo estreia formato dobrável na Apple

O iPhone Duo marca a entrada da Apple no mercado de celulares dobráveis com um formato de livro, semelhante ao adotado por aparelhos como o Galaxy Z Fold 8. O modelo possui uma tela externa para o uso convencional e um painel maior na parte interna, que amplia o espaço para aplicativos e multitarefa.

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Por dentro, o celular é equipado com o chipset A20 Pro e traz um sistema de câmeras com dois sensores traseiros de 48 MP. O formato dobrável ainda permite aproveitar a tela externa como visor ao usar as câmeras principais para selfies.

Outra mudança importante está na biometria. Em vez do Face ID, o iPhone Duo traz de volta o Touch ID, agora integrado ao botão lateral. O recurso não aparecia em um modelo principal da linha desde o iPhone 8.

A Apple também adaptou o iOS para aproveitar a tela interna maior, com recursos próprios para multitarefa e aplicativos que usam melhor o espaço adicional oferecido pelo painel dobrável.

iPhone 18 Pro e Pro Max recebem melhorias de câmera e desempenho

Os iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max mantêm o formato tradicional da linha, mas receberam atualizações importantes no hardware. Os dois também usam o A20 Pro, acompanhado por um novo sistema de resfriamento por câmara de vapor.

A câmera principal de 48 MP agora conta com abertura variável, recurso que dá mais controle sobre a entrada de luz e a profundidade de campo. A Apple também reduziu o tamanho da Ilha Dinâmica nesta geração.

O iPhone 18 Pro Max ainda ganhou atenção especial na autonomia. Segundo a fabricante, o modelo recebeu a maior evolução de bateria já feita em um iPhone, graças à combinação entre uma bateria maior e melhorias de eficiência do novo chipset.

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Preços dos novos iPhones no Brasil

Os três aparelhos começam em 256 GB e chegam a até 2 TB de armazenamento. Confira os preços oficiais:

Armazenamento iPhone 18 Pro iPhone 18 Pro Max iPhone Duo
256 GB R$ 11.999 R$ 12.999 R$ 21.999
512 GB R$ 13.499 R$ 14.499 R$ 23.499
1 TB R$ 16.499 R$ 17.499 R$ 26.499
2 TB R$ 20.999 R$ 21.999 R$ 30.999

A diferença entre as versões mais baratas do iPhone 18 Pro e do iPhone Duo chega a R$ 10 mil. Já o dobrável com 2 TB custa R$ 30.999, quase R$ 9 mil a mais que sua configuração de entrada.

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Novo Apple Watch Ultra promete mais de 2 dias longe da tomada

9 de Setembro de 2026, 15:08

A Apple apresentou o Apple Watch Ultra 4 com uma evolução importante na bateria. O novo relógio promete até 50 horas de autonomia no uso cotidiano, tempo suficiente para passar mais de dois dias longe da tomada. A duração pode ficar ainda maior com o Modo Pouca Energia, que amplia a estimativa para até 84 horas. A recarga também ficou mais rápida: segundo a Apple, 15 minutos na tomada acrescentam até 18 horas de uso.

Bateria foi pensada para treinos mais longos

A Apple também criou novos modos de treino para quem precisa registrar atividades por muitas horas sem abrir mão do GPS e do monitoramento cardíaco.

No Extended Workout, o Apple Watch Ultra 4 consegue acompanhar exercícios ao ar livre por até 25 horas, com GPS e leitura de frequência cardíaca ativos. Segundo a fabricante, isso representa um aumento de 25% em relação ao modelo anterior.

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Para alcançar essa autonomia, o relógio ativa o Modo Pouca Energia durante o exercício. Com isso, algumas métricas avançadas de corrida deixam de ficar disponíveis.

Como funciona o modo para ultramaratonas?

Para atividades ainda mais longas, há o Max Extended Workout. O recurso permite registrar corridas, caminhadas e trilhas por até 45 horas, tempo que, segundo a Apple, costuma ser suficiente para completar uma prova de 100 milhas, cerca de 161 km.

Mesmo nesse modo de economia mais agressivo, o relógio continua com o GPS ativo e registra a localização a cada segundo, o que permite manter um acompanhamento detalhado do percurso.

Em troca da autonomia maior, o Max Extended Workout desativa alertas e parciais do treino, além de deixar algumas métricas indisponíveis. O objetivo é priorizar o registro contínuo da atividade e evitar que o relógio fique sem bateria no meio de provas muito longas.

O Apple Watch Ultra 4 foi apresentado nesta quarta-feira (9) ao lado do Apple Watch Series 12 com "sensor mais preciso do mundo". 

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iPhone 18 Pro fica 40% mais rápido e ganha bateria de Pro Max

9 de Setembro de 2026, 14:08

A Apple apresentou nesta quarta-feira (9) os novos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, celulares mais avançados no seu novo portfólio. A geração estreia o chipset A20 Pro de 2 nanômetros, traz câmera Fusion de 48 MP com abertura variável e adota uma Dynamic Island menor. Com o novo hardware, os iPhones deste ano ficaram 40% mais rápidos que o iPhone 17 Pro, segundo a Apple.

Os aparelhos também chegam com nova câmara de vapor, modem próprio C2 e iOS 27 com Apple Intelligence e Siri AI. O iPhone 18 Pro parte de US$ 1.199, cerca de R$ 6.102 em conversão direta, enquanto o Pro Max começa em US$ 1.299, aproximadamente R$ 6.611.

A pré-venda começa em 12 de setembro, inclusive no Brasil, e as primeiras unidades chegam às lojas no dia 18 de setembro.

Câmera de 48 MP ganha abertura variável

Um dos principais destaques da nova geração está na câmera principal Fusion de 48 MP, que agora possui abertura variável entre f/1.8 e f/4. É a primeira vez que a Apple oferece controle de abertura física em um iPhone.

O mecanismo usa seis lâminas cortadas a laser e pode alterar automaticamente a abertura de acordo com a iluminação e a profundidade de campo necessária. O usuário também pode escolher manualmente entre quatro configurações pelo aplicativo Câmera.

A Apple afirma que o novo sensor melhora as fotografias em baixa luminosidade e entrega mais detalhes. Fotos de grupos também devem preservar melhor a nitidez de pessoas ou elementos posicionados mais ao fundo da cena.

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Uma nova etapa de fotografia computacional busca gerar imagens mais nítidas, enquanto os Photographic Styles recebem controles de textura e granulação para ampliar as possibilidades de personalização.

A Apple também destacou melhorias para fotografias sob luz solar intensa e no foco de assuntos em movimento. O recurso Focus Tracking acompanha o objeto durante a captura para ajudar a mantê-lo em foco em gravações de vídeo.

Pro Controls oferece mais ajustes manuais

Os iPhone 18 Pro e 18 Pro Max ganham uma nova interface Pro Controls dentro do aplicativo Câmera. A ferramenta concentra configurações usadas com frequência e amplia os controles manuais disponíveis para fotos e vídeos.

É possível alterar parâmetros como abertura da lente, velocidade do obturador, ISO e balanço de branco, além de consultar um histograma para verificar os níveis de exposição da cena.

Apple A20 Pro

A Apple também disponibilizará uma API para que desenvolvedores aproveitem o controle da abertura variável em aplicativos de terceiros.

Para vídeo, efeitos Cinematic poderão ser aplicados após a gravação em conteúdos capturados a até 60 fps. O modo Time-lapse passa a filmar em 4K com Dolby Vision HDR.

O Audio Mix também recebeu novos algoritmos para melhorar a qualidade das vozes e agora consegue isolar músicas presentes no áudio da gravação.

Apple Reference Image ajuda a identificar fotos alteradas

A Apple também apresentou o Apple Reference Image, novo recurso voltado à autenticidade das fotografias capturadas pelos iPhone 18 Pro.

No modo Reference, o novo sensor registra dados assinados durante a captura. O Private Cloud Compute usa essas informações para criar uma imagem de referência que não pode ser alterada.

Essa versão aparece no aplicativo Fotos ao lado da imagem principal e funciona como uma espécie de negativo digital, que permite comparar os dois arquivos para identificar possíveis edições.

A Apple também usará metadados e prepara suporte ao padrão SynthID para ajudar a identificar conteúdos criados ou modificados com inteligência artificial.

A20 Pro estreia processo de 2 nm

Os dois modelos chegam com o Apple A20 Pro, fabricado em processo de 2 nm. O chipset possui 50% mais largura de banda de memória que o A19 Pro e traz uma CPU de seis núcleos.

São dois novos núcleos de desempenho e quatro novos núcleos de eficiência, com Neural Accelerators integrados. Segundo a Apple, a CPU é até 20% mais rápida, e a companhia a destaca como a mais veloz já usada em um smartphone.

A GPU possui sete núcleos e oferece desempenho gráfico até 40% superior ao A19 Pro, com foco tanto em jogos quanto em tarefas mais pesadas de criação.

Já o Neural Engine usa uma arquitetura Dual 16-core, com 32 núcleos no total. Segundo a Apple, isso dobra a capacidade de processamento de inteligência artificial em relação ao A19 Pro.

Nova câmara de vapor melhora desempenho contínuo

Para controlar as temperaturas, a Apple reformulou o sistema de refrigeração dos novos iPhones. O A20 Pro usa um encapsulamento inspirado nos chips da linha M, com memória e silício posicionados lado a lado.

A mudança remove a memória do caminho térmico e permite que o chipset tenha contato direto com uma câmara de vapor de nova geração.

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 Segundo a companhia, o componente tem três vezes mais área que o sistema usado no iPhone 17 Pro. A combinação permite um ganho de até 40% no desempenho sustentado, o maior já registrado pela Apple em um iPhone.

iPhone 18 Pro estreia modem C2 e chip N1

Outra novidade está na conectividade. Os dois celulares usam o N1, novo chip sem fio desenvolvido pela Apple com suporte a Wi-Fi 7, Bluetooth 6 e Thread.

Eles também estreiam o modem C2, segunda geração do sistema celular próprio da companhia. A Apple promete uploads significativamente mais rápidos que no C1X e 15% menos consumo de energia. O componente adiciona suporte a 5G mmWave nos Estados Unidos.

Os recursos de conectividade via satélite continuam disponíveis quando não há cobertura de rede celular ou Wi-Fi. A Apple também prorrogou por mais um ano o acesso gratuito às funções de satélite para usuários elegíveis das linhas iPhone 14, 15 e 16.

Dynamic Island fica menor e mostra mais informações

A Apple reduziu o tamanho da Dynamic Island nos novos modelos, mas manteve o sistema Face ID para desbloqueio, autenticação de compras e acesso a aplicativos.

O espaço também ficou mais funcional e agora consegue mostrar até três Atividades ao Vivo simultaneamente.

Siri AI estreia integrada ao Apple Intelligence

Os iPhone 18 Pro chegam com o iOS 27, que traz a nova geração do Apple Intelligence e apresenta a Siri AI, uma reformulação da assistente virtual da companhia.

Segundo a Apple, a Siri recebe atualmente mais de 2,5 bilhões de solicitações por dia. A nova versão passa a usar contexto pessoal para procurar informações em mensagens, e-mails, fotos e outros dados do usuário.

A Siri AI também consegue interpretar o conteúdo exibido na tela e executar ações relacionadas a ele. Um modo dentro do aplicativo Câmera permite ainda perguntar sobre o que está diante do celular e realizar ações a partir dessas informações.

A assistente passa a trabalhar melhor com aplicativos de terceiros. Entre os exemplos mostrados estão enviar mensagens pelo WhatsApp, reproduzir audiobooks no Audible, mandar e-mails e criar listas de compras.

Também é possível escrever pedidos para a Siri e personalizar sua voz e entonação.

Apple Intelligence edita fotos e monitora páginas

O Apple Intelligence também recebe novas ferramentas. O Spatial Reframing permite alterar a composição de uma foto depois da captura, enquanto o Extend consegue expandir a imagem.

O Clean Up foi atualizado e o Image Playground passa a gerar imagens com aparência fotorrealista.

No Safari, o novo Notify Me consegue acompanhar mudanças em páginas e avisar sobre eventos como reposição de produtos em estoque ou quedas de preço.

Para preservar a privacidade, a Apple afirma que parte das tarefas de IA ocorre diretamente no aparelho. Recursos que precisam de mais processamento podem usar o Private Cloud Compute.

Siri AI chega em português em outubro

O Apple Intelligence estará disponível em 16 idiomas, incluindo português, com a chegada do iOS 27.

A nova versão do sistema será disponibilizada gratuitamente em 14 de setembro. A Siri AI estreia na mesma data em versão beta para aparelhos configurados em inglês.

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 O suporte a mais idiomas, como português, francês, japonês, coreano e espanhol chega em outubro.

O iOS 27 também amplia as opções de personalização do visual Liquid Glass e adiciona novos recursos de proteção infantil e controle parental.

Outra novidade é o iPhone Handoff, que permite alternar entre dois iPhones com o mesmo número em operadoras compatíveis.

Pro Max tem maior salto de bateria já feito pela Apple

A Apple afirma que o iPhone 18 Pro Max registra o maior aumento de autonomia já feito entre gerações de iPhone, graças às melhorias do A20 Pro e à adoção de uma bateria maior.

Nas versões vendidas exclusivamente com eSIM, o iPhone 18 Pro alcança até 36 horas de reprodução de vídeo, enquanto o iPhone 18 Pro Max chega a 45 horas.

Esses aparelhos usam o espaço antes reservado ao cartão SIM físico para colocar uma bateria maior e oferecem duas horas adicionais de reprodução de vídeo.

As versões exclusivas com eSIM serão vendidas em mercados como Estados Unidos, Canadá, Japão e México. O Brasil não está na lista divulgada pela Apple.

No carregamento, o iPhone 18 Pro recupera até 50% da bateria em cerca de 15 minutos pelo cabo ou em aproximadamente 30 minutos sem fio.

No Pro Max, cinco minutos de carga com fio oferecem cerca de sete horas de reprodução de vídeo. A Apple também estima até 30 horas de uso com uma carga completa em seu novo modelo de medição baseado em dados de utilização real.

Construção usa 40% de materiais reciclados

Segundo a Apple, os iPhone 18 Pro e Pro Max são produzidos com 40% de conteúdo reciclado no total.

A bateria usa 100% de cobalto reciclado, enquanto a estrutura possui 85% de alumínio reciclado. A companhia também afirma que 50% da energia usada na cadeia de fabricação vem de fontes renováveis, como solar e eólica.

As embalagens são produzidas integralmente com fibras e podem ser recicladas.

Quatro cores e até 2 TB de armazenamento

Os iPhone 18 Pro e Pro Max serão vendidos nas cores Burgundy (roxo), Glacier (branco), Silver (cinza) e Black (preto). O tom Burgundy é a nova opção introduzida nesta geração.

Os dois modelos também terão as mesmas opções de armazenamento: 256 GB, 512 GB, 1 TB e 2 TB.

A Apple anunciou ainda novas capas Silicone, TechWoven e transparentes, além de carteiras FineWoven e alças Wrist Strap e Crossbody Strap.

Preço e disponibilidade

O iPhone 18 Pro parte de R$ 11.999 para a versão com 256 GB. Já o iPhone 18 Pro Max começa em R$ 12.999 também com 256 GB.

Veja os preços oficiais no Brasil:

Armazenamento iPhone 18 Pro iPhone 18 Pro Max
256 GB R$ 11.999 R$ 12.999
512 GB R$ 13.499 R$ 14.499
1 TB R$ 16.499 R$ 17.499
2 TB R$ 20.999 R$ 21.999

A pré-venda começa no sábado, 12 de setembro, em mais de 65 países e regiões, incluindo o Brasil. As primeiras unidades chegam às lojas na sexta-feira, 18 de setembro.

Outros 20 países e regiões recebem os aparelhos a partir de 25 de setembro.

Ficha técnica do iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max

Característica iPhone 18 Pro iPhone 18 Pro Max
Chipset Apple A20 Pro Apple A20 Pro
Processo 2 nm 2 nm
CPU 6 núcleos 6 núcleos
GPU 7 núcleos 7 núcleos
Neural Engine 32 núcleos 32 núcleos
Conectividade Wi-Fi 7, Bluetooth 6, Thread e 5G Wi-Fi 7, Bluetooth 6, Thread e 5G
Modem Apple C2 Apple C2
Armazenamento 256 GB, 512 GB, 1 TB ou 2 TB 256 GB, 512 GB, 1 TB ou 2 TB
Câmera principal Fusion de 48 MP, abertura variável de f/1.8 a f/4 Fusion de 48 MP, abertura variável de f/1.8 a f/4
Sistema iOS 27 iOS 27
IA Apple Intelligence e Siri AI Apple Intelligence e Siri AI
Autonomia em vídeo com eSIM-only Até 36 horas Até 45 horas
Cores Burgundy (roxo), Glacier (branco), Silver (cinza) e Black (preto) Burgundy (roxo), Glacier (branco), Silver (cinza) e Black (preto)
Preço inicial US$ 1.199, cerca de R$ 6.102 US$ 1.299, cerca de R$ 6.611
Pré-venda 12 de setembro 12 de setembro
Disponibilidade 18 de setembro 18 de setembro

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5 alternativas ao Galaxy S26 FE que você pode comprar agora

27 de Agosto de 2026, 18:30

O Galaxy S26 FE chega com a proposta já conhecida da linha: entregar parte da experiência dos Galaxy S mais avançados por um preço menor. O modelo traz Exynos 2500 de 3 nm, 8 GB de RAM e versões com 128 GB, 256 GB ou 512 GB de armazenamento, além da tela Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas e 120 Hz.

Mas quem busca um celular nessa categoria não precisa necessariamente esperar pelo novo Samsung. Já existem no Brasil opções com bastante desempenho, boas câmeras e fichas técnicas competitivas, algumas delas com preços menores graças ao tempo de mercado.

A lista reúne dois grupos diferentes. Galaxy S25 e iPhone 16 são topos de linha e ficam acima da proposta do S26 FE em desempenho. Já Motorola Edge 70 Pro, Xiaomi 17T e POCO X8 Pro estão mais próximos do conceito de intermediário premium de alta performance.

1. Galaxy S25

O Galaxy S25 é provavelmente a alternativa mais lógica para quem pensa no S26 FE, mas prefere continuar dentro do ecossistema da Samsung. Apesar de ser um topo de linha de 2025, o tempo de mercado já ajudou a derrubar bastante seu preço, e a versão de 256 GB pode ser encontrada na faixa dos R$ 4 mil.

Galaxy S25

A principal vantagem está no desempenho. O S25 utiliza o Snapdragon 8 Elite for Galaxy e conta com 12 GB de RAM, enquanto o novo FE traz o Exynos 2500 com 8 GB. Na prática, há mais fôlego para jogos pesados, multitarefa e para manter uma boa performance por vários anos.

Ele também é uma opção interessante para quem prefere celulares compactos. Sua tela Dynamic AMOLED 2X tem 6,2 polegadas e 120 Hz, contra 6,7 polegadas no S26 FE. O aparelho ainda oferece câmera principal de 50 MP, ultrawide de 12 MP e teleobjetiva de 10 MP com zoom óptico de 3x.

Se os dois aparecerem em uma faixa de preço parecida, o Galaxy S25 tende a ser a escolha mais interessante. Ele pertence a uma categoria superior e entrega hardware de flagship sem abrir mão dos principais recursos do ecossistema Galaxy.

2. Motorola Edge 70 Pro

O Motorola Edge 70 Pro entra na disputa como um dos modelos mais próximos da proposta tradicional da linha FE. Trata-se de um intermediário premium de alto desempenho que já tem venda oficial no Brasil e pode ser encontrado por cerca de R$ 3,3 mil em promoções.

Seu chipset é o MediaTek Dimensity 8500 Extreme, acompanhado por 12 GB de RAM física e opções com 256 GB ou 512 GB de armazenamento. A Motorola também oferece RAM Boost, mas a memória virtual não deve ser somada à quantidade de RAM física na comparação.

Motorola Edge 70 Pro

 O restante da ficha técnica ajuda bastante a justificar sua presença nesta lista. O Edge 70 Pro tem uma tela Extreme AMOLED de 6,8 polegadas, resolução 1,5K e 144 Hz, além de bateria de 6.500 mAh com carregamento de 90 W.

As câmeras também chamam atenção. Além da principal e da ultrawide, o celular traz uma teleobjetiva periscópica de 50 MP com zoom óptico de 3,5x. Isso faz dele uma opção equilibrada para quem não quer priorizar apenas desempenho, mas também bateria e fotografia.

3. iPhone 16

O iPhone 16 é a alternativa para quem vê o lançamento do S26 FE como uma oportunidade para considerar também uma mudança de plataforma. O celular da Apple é um topo de linha de 2024 e atualmente pode ser encontrado entre R$ 4 mil e R$ 5 mil na versão de 128 GB.

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 Seu principal argumento é o desempenho. O Apple A18 conta com CPU de seis núcleos, GPU de cinco núcleos e Neural Engine de 16 núcleos. Mesmo com uma geração a mais no mercado, o conjunto permanece bastante potente e coloca o iPhone 16 acima da proposta de um intermediário premium.

A maior concessão está na tela. O painel OLED tem apenas 6,1 polegadas e 60 Hz, uma diferença relevante diante dos 120 Hz oferecidos pelo Galaxy S26 FE. Em compensação, o iPhone traz câmera principal Fusion de 48 MP, ultrawide de 12 MP e um conjunto bastante competente para gravação de vídeos.

Há versões com 128 GB, 256 GB e 512 GB. Assim, ele passa a fazer bastante sentido principalmente quando seu preço fica próximo ao do novo FE. Nesse cenário, o consumidor troca algumas vantagens de tela e do Android pelo desempenho e pelo ecossistema da Apple.

4. Xiaomi 17T

O Xiaomi 17T é uma das opções mais recentes desta seleção e tem venda oficial no Brasil. A configuração nacional oferece 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento, com preço oficial de R$ 8.699,99 e valor à vista de R$ 8.003,99 na loja da fabricante. No varejo, porém, já existem ofertas inferiores, por volta de R$ 4.000, para quem não se incomoda em importar.

O aparelho utiliza o MediaTek Dimensity 8500-Ultra, fabricado em 4 nm e com frequência de até 3,4 GHz. Ele trabalha com RAM LPDDR5X e armazenamento UFS 4.1, uma combinação voltada a quem exige bastante do celular em jogos, multitarefa ou aplicativos mais pesados.

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 A tela AMOLED de 6,59 polegadas tem resolução 1,5K e taxa de 120 Hz. Já a bateria de silício-carbono oferece 6.500 mAh e carregamento de 67 W, uma vantagem importante para quem prioriza autonomia.

Outro destaque está nas câmeras desenvolvidas em parceria com a Leica. O conjunto inclui uma teleobjetiva com zoom óptico de 5x, algo pouco comum nesta categoria. Por isso, o Xiaomi 17T pode ser uma alternativa especialmente interessante para quem procura bastante armazenamento e maior versatilidade fotográfica.

5. POCO X8 Pro

O POCO X8 Pro é a opção mais indicada para quem quer colocar desempenho e preço no topo da lista de prioridades. O celular tem venda oficial no Brasil, mas também aparece no varejo por valores entre R$ 2,5 mil e R$ 3 mil, dependendo da configuração e da promoção.

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 Assim como o Xiaomi 17T, ele utiliza o Dimensity 8500-Ultra, com processo de fabricação de 4 nm e frequência máxima de 3,4 GHz. Há versões com 8 GB + 256 GB, 8 GB + 512 GB e 12 GB + 512 GB, com RAM LPDDR5X e armazenamento UFS 4.1.

A ficha ainda inclui tela AMOLED de 6,59 polegadas, resolução 1,5K e 120 Hz, além de uma bateria de 6.500 mAh com carregamento de 100 W. Isso deixa o POCO especialmente bem servido para jogos e para quem passa bastante tempo longe da tomada.

O conjunto fotográfico é mais simples que o dos outros modelos desta lista. Ele traz uma câmera principal Sony IMX882 de 50 MP com estabilização óptica e uma ultrawide de 8 MP, sem uma teleobjetiva dedicada. A compensação vem justamente do preço, da bateria e do alto desempenho pelo valor cobrado.

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7 alternativas ao Redmi Note 17 Pro Max para quem quer bateria de 2 dias

27 de Agosto de 2026, 17:11

O Redmi Note 17 Pro Max chamou atenção por apostar em uma bateria muito maior do que o padrão atual dos celulares. O modelo tem 9.210 mAh ou 10.000 mAh, de acordo com o mercado, e a Xiaomi fala em autonomia suficiente para até dois dias de uso.

O problema é que o aparelho ainda não tem lançamento confirmado no Brasil. Para quem precisa trocar de celular agora, porém, já existem alternativas vendidas oficialmente no país com baterias que partem de 6.000 mAh e chegam a impressionantes 10.001 mAh.

Infelizmente, não há modelos mais "tradicionais", como  Motorola e Samsung, mas ainda há boas opções para quem quer passar mais tempo longe das tomadas. Confira:

1. JOVI V70

O JOVI V70 é uma alternativa interessante para quem quer bastante bateria, mas também faz questão de câmeras mais avançadas. O intermediário premium com 8 GB de RAM e 256 GB já é encontrado por R$ 2.699 no Mercado Livre, bem abaixo do preço de lançamento.

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 Sua bateria BlueVolt possui 7.000 mAh e suporta carregamento rápido de 90 W. A JOVI não fala em dois dias completos de uso, mas divulga números expressivos: são até 43,8 horas de YouTube, 13 horas de Mobile Legends e 14% de carga restante após 16 horas de uso intenso no teste da marca.

O V70 ainda traz o MediaTek Dimensity 7360-Turbo, de 4 nm, com memória de 8 GB e armazenamento de 256 GB. A tela AMOLED de 6,83 polegadas tem taxa de 120 Hz, enquanto a câmera principal de 200 MP com estabilização óptica reforça sua proposta mais premium. A proteção IP68 e IP69 completa o conjunto.

2. OPPO Reno16 5G

O OPPO Reno16 5G tem uma bateria menor que a de boa parte dos celulares desta lista, mas é o que traz a promessa mais direta para quem busca dois dias longe da tomada. Na loja oficial da marca, a versão com 256 GB custa por volta de R$ 4.499 à vista, e pode ser parcelado, com total de R$ 5.999 no prazo.

A capacidade é de 6.000 mAh, com suporte ao carregamento SUPERVOOC de 80 W. Segundo a OPPO, o Reno16 alcança 2,34 dias de uso nos testes da empresa e pode chegar a 60,24 horas de chamadas. Uma recarga completa leva aproximadamente uma hora com o carregador compatível.

OPPO Reno16

 O celular é um intermediário premium equipado com o Snapdragon 7 Gen 4, 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento na configuração brasileira. Ele ainda oferece tela AMOLED de 6,32 polegadas e 120 Hz, câmera principal de 50 MP com OIS, telefoto de 50 MP, câmera frontal de 50 MP e proteção IP69K.

3. OPPO A6 Pro 5G

Para gastar menos dentro da linha da OPPO, o A6 Pro 5G aposta em autonomia e resistência. O intermediário era encontrado no Magalu por R$ 2.699 no Pix na versão com 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento.

Oppo A6 Pro

Aqui, a bateria sobe para 7.000 mAh e mantém o carregamento SUPERVOOC de 80 W. A OPPO não divulga uma estimativa de dois dias de uso ativo, mas informa até 31 dias em standby. A carga vai de 1% a 50% em 26 minutos e chega a 100% em aproximadamente uma hora.

O desempenho fica por conta do MediaTek Dimensity 6300, um chipset intermediário com conectividade 5G. O A6 Pro também tem tela AMOLED de 6,57 polegadas e 120 Hz, câmera principal de 50 MP e certificações IP66, IP68 e IP69 contra poeira e água.

4. JOVI T1 5G

O JOVI T1 5G chama atenção por oferecer bateria grande e desempenho intermediário por um preço consideravelmente menor que o V70. A versão com 8 GB de RAM e 256 GB aparecia por cerca de R$ 1.733 no Pix na loja da JOVI no Mercado Livre.

Sua bateria BlueVolt possui 6.500 mAh e aceita carregamento de 90 W. Nos testes da fabricante, o celular alcança 27,5 horas de YouTube, 12 horas de PUBG, 14 horas de navegação ou 23,5 horas de WhatsApp. Em outra simulação de 16 horas com jogos, vídeos e redes sociais, ainda sobra carga ao fim do período.

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O T1 usa o mesmo Dimensity 7360-Turbo de 4 nm do V70, acompanhado por 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. A tela AMOLED de 6,77 polegadas tem resolução Full HD+ e 120 Hz. A recarga também é rápida: segundo a marca, os 90 W levam a bateria de 1% a 100% em cerca de 52 minutos.

5. Realme P4 Power 5G

Entre todos os modelos desta lista, o Realme P4 Power 5G é o que mais chama atenção pela capacidade da bateria. O intermediário chega a superar até a versão de 10.000 mAh do Redmi Note 17 Pro Max, com 10.001 mAh. No Magalu, a versão de 8 GB e 256 GB é vendida por cerca de R$ 2.420 no Pix.

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A Realme promete até 32,5 horas de YouTube, 11,7 horas de PUBG e nada menos que 185,7 horas de reprodução no Spotify. Mesmo com 5% de carga, o modo de economia pode oferecer até 218 minutos de chamadas ou 46,8 horas em standby. O carregamento chega a 80 W.

O P4 Power usa o MediaTek Dimensity 7400 Ultra 5G e tem opções com até 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento UFS 3.1. A tela AMOLED de 6,8 polegadas chega a 144 Hz e a câmera principal Sony de 50 MP possui OIS. Mesmo com a bateria enorme, o aparelho pesa cerca de 219 gramas e tem 9,08 mm de espessura.

6. Realme C85 Pro

O Realme C85 Pro é a opção mais simples da seleção e faz sentido principalmente para quem quer gastar pouco e colocar a autonomia acima do desempenho. O intermediário de entrada com 8 GB de RAM e 256 GB é encontrado no Magalu por cerca de R$ 1.575 no Pix.

Apesar do preço baixo, sua bateria possui 7.000 mAh. A Realme afirma que o celular mantém 50% da carga após 12 horas de uso intenso em seu teste. A marca também cita até 59 horas de chamadas, 16 horas de chat e 19 horas de vídeo online. O carregamento chega a 45 W.

Realme C85 Pro

Realme C85 Pro

O Snapdragon 685 deixa claro que o C85 Pro não busca competir com os aparelhos mais potentes desta lista e também limita o celular às redes 4G. Em compensação, ele oferece tela AMOLED de 6,8 polegadas e 120 Hz, câmera principal de 50 MP, NFC e proteção elevada contra poeira e água.

7. POCO X8 Pro

Quem quer bateria de longa duração sem abrir mão de desempenho pode olhar para o POCO X8 Pro. O intermediário premium é um dos aparelhos mais potentes da lista, e a versão global com 8 GB de RAM e 256 GB aparece no KaBuM por cerca de R$ 2.389 no Pix. 

POCO X8 Pro

A bateria de silício-carbono tem 6.500 mAh, com carregamento HyperCharge de 100 W. A POCO divulga mais de nove horas de jogos, mais de 12 horas de chamadas de vídeo e mais de 20 horas em redes sociais. Uma recarga completa leva cerca de 48 minutos nos testes da fabricante.

Seu maior diferencial está no Dimensity 8500-Ultra, acompanhado por memória LPDDR5X e armazenamento UFS 4.1. O celular ainda traz tela AMOLED 1,5K de 6,59 polegadas e 120 Hz, câmera principal Sony IMX882 de 50 MP com OIS, conectividade 5G e proteção IP68.

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Da TV paga ao celular: Sky vai virar operadora com cobertura nacional

27 de Agosto de 2026, 14:59

Conhecida principalmente pela TV por assinatura, a Sky agora quer ganhar espaço também no mercado de telefonia celular. A empresa ampliou a comercialização da Sky Móvel para todo o Brasil, com planos disponíveis tanto pela internet quanto em lojas físicas.

A expansão faz parte de uma estratégia mais ampla da Waiken ILW, dona da Sky e da Zaaz Telecom, para concentrar diferentes serviços de telecomunicações em seu portfólio. Além da TV paga, o grupo já atua com streaming, banda larga e, desde abril, telefonia móvel.

Segundo André Ribeiro, head da Sky Móvel, a adesão ao novo serviço já acompanha boa parte das contratações da empresa. Atualmente, seis em cada dez vendas da Sky também incluem um plano de celular.

Sky Móvel terá planos de até 50 GB

O catálogo da operadora é dividido em quatro opções, que começam em 6 GB de internet e chegam a 50 GB. Dependendo da franquia escolhida, a mensalidade fica entre R$ 29,90 e R$ 89,90.

Nos pacotes a partir de 15 GB, a Sky adiciona ligações e mensagens de texto sem limite. WhatsApp e Waze também podem ser usados sem consumir os dados contratados, enquanto a internet que sobrar em um mês fica disponível para o período seguinte.

Sky operadora

Também é possível migrar um número já existente para a Sky Móvel por meio da portabilidade. Quem já assina a TV pós-paga da empresa pode encontrar condições específicas ao reunir os serviços no mesmo pacote.

Para ampliar o alcance da operação, os chips estão distribuídos em mais de 1,2 mil lojas e pontos de atendimento ligados à Sky e à Zaaz Telecom. A empresa também mantém a venda pelos canais online.

Rede terá 4G e 5G, mas parceira não foi revelada

Embora a Sky Móvel passe a ser comercializada nacionalmente, isso não significa que a companhia tenha construído uma rede própria de antenas pelo país. A empresa informa que seus clientes terão conexão 4G e 5G, mas não revelou qual operadora fornece a infraestrutura por trás do serviço.

Também não foram apresentados detalhes sobre a abrangência efetiva do sinal em cada estado ou município. O anúncio, portanto, confirma a venda nacional dos planos, mas não permite comparar a cobertura da Sky Móvel com a das grandes operadoras brasileiras.

A telefonia da Sky estreou no fim de abril, inicialmente restrita aos mercados de São Paulo e Rio de Janeiro. A empresa não informou quantos clientes conquistou desde então.

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Celular chinês promete design de "nave espacial", mas visual lembra a Nothing

13 de Agosto de 2026, 18:34

A Tecno apresentou oficialmente o Pova 8 Pro, novo celular da marca chinesa que aposta em um visual descrito como inspirado em uma "nave espacial". A traseira traz uma matriz de luzes personalizável que acaba por lembrar a proposta visual popularizada pelos celulares da Nothing.

O aparelho também chega com foco em jogos, tela AMOLED de 144 Hz, chip MediaTek Dimensity 7400 Ultimate e uma bateria de 6.500 mAh. A estreia comercial está marcada para o dia 18 de agosto na Índia.

Design de "nave espacial" tem matriz de LEDs

O principal destaque visual do Tecno Pova 8 Pro fica na traseira. O módulo triangular de câmeras abriga o chamado Alive Matrix, um painel formado por Mini LEDs que pode exibir diferentes animações e informações.

A própria Tecno chama o conjunto de "design de nave espacial interestelar" e diz que buscou inspiração em espaçonaves. A combinação de iluminação com elementos tecnológicos aparentes, porém, segue uma linha que lembra bastante os celulares da Nothing e sua conhecida interface luminosa traseira.

O Pova 8 Pro será vendido nas cores branco, preto e verde. A Tecno também preparou uma edição limitada Tonino Lamborghini, com acabamento preto exclusivo. 

Tela de 144 Hz e chip extra para jogos

Na parte da frente, o celular tem uma tela HyperLux AMOLED de 6,78 polegadas, com resolução de 2644 x 1208 pixels e taxa de atualização de 144 Hz. O painel alcança pico de brilho de 4.500 nits e conta com proteção Gorilla Glass 7i.

A Tecno ainda promete resposta ao toque mesmo quando os dedos estão molhados ou com óleo. A taxa de amostragem instantânea chega a 2.800 Hz, característica que pode ajudar principalmente em jogos competitivos.

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Por dentro, o Pova 8 Pro usa o MediaTek Dimensity 7400 Ultimate, acompanhado por até 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento. Um chip gráfico P1 adicional fica responsável por recursos voltados aos jogos.

Com interpolação de quadros, alguns títulos podem alcançar até 144 fps. Segundo a Tecno, jogos de RPG chegam a até 90 fps, enquanto títulos dos gêneros FPS e MOBA podem alcançar os 144 fps.

Android 16 e três anos de atualizações de segurança

O celular sai de fábrica com a HiOS 16 baseada no Android 16. A Tecno promete duas grandes atualizações do sistema operacional e três anos de pacotes de segurança.

O software também inclui os recursos Tecno AI e a assistente digital Ella, além de ferramentas de inteligência artificial para produtividade e fotografia.

Outro destaque para jogos é o sistema de refrigeração com câmara de vapor de 5.000 mm². O aparelho ainda traz vibração 4D e alto-falantes estéreo com Dolby Atmos.

Câmera principal tem sensor Sony de 50 MP

O conjunto fotográfico traseiro é duplo. A câmera principal tem 50 MP, sensor Sony LYTIA 700C e estabilização óptica de imagem, enquanto a ultrawide possui 8 MP.

Para selfies e videochamadas, o Tecno Pova 8 Pro conta com uma câmera frontal de 13 MP.

Bateria tem 6.500 mAh

A bateria possui capacidade de 6.500 mAh e aceita carregamento de 45 W. O celular também oferece carregamento bypass, que envia energia diretamente ao aparelho durante o uso para reduzir o desgaste da bateria, além de recarga reversa com fio de 10 W.

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O pacote de recursos ainda inclui leitor de digitais sob a tela, NFC, infravermelho e um botão dedicado que pode abrir aplicativos ou executar ações configuradas pelo usuário.

O Pova 8 Pro também chama atenção pelas certificações IP66, IP68, IP69 e IP69K contra água e poeira. Há suporte a áudio Hi-Res com e sem fio, além de 256 GB de armazenamento em nuvem gratuito por três anos.

Preço e disponibilidade

O Tecno Pova 8 Pro será lançado na Índia em 18 de agosto, com versões de 8 GB + 256 GB, 12 GB + 256 GB e 12 GB + 512 GB.

A fabricante ainda não revelou o preço do aparelho. Também não há informações sobre uma eventual chegada ao mercado brasileiro.

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Samsung trabalha em headphone premium para desafiar JBL e Apple; veja o que sabemos

13 de Agosto de 2026, 18:17

A Samsung trabalha no desenvolvimento de um novo headphone premium com formato over-ear, que pode disputar espaço com modelos como o Apple AirPods Max e o JBL Tour One M3. O acessório foi encontrado em códigos do aplicativo Galaxy Wearable e, internamente, é chamado de Galaxy H1.

A descoberta confirma que a fabricante sul-coreana pretende ampliar sua linha de dispositivos de áudio para além dos Galaxy Buds. No entanto, o nome Galaxy H1 parece ser apenas uma identificação interna, então o produto provavelmente chegará ao mercado com outra nomenclatura.

Headphone da Samsung ainda está em fase inicial

As referências encontradas no Galaxy Wearable confirmam pelo menos a presença de conectividade Bluetooth, mas ainda não revelam detalhes sobre o hardware ou o design do headphone.

O estágio atual do projeto também indica que o lançamento ainda deve demorar. A expectativa inicial é que o acessório seja apresentado no começo de 2027, embora a Samsung ainda possa alterar seus planos até lá.

Headphone Samsung H1

A novidade aparece enquanto a empresa também prepara novos formatos para a família Galaxy Buds. Entre os projetos recentes estão um fone com suporte que prende ao redor da orelha e outro com construção no formato de "brinco"

O que esperar do Galaxy H1?

Até agora, não há especificações confirmadas além da conectividade Bluetooth. Ainda assim, considerando a proposta premium do acessório e os recursos já presentes no ecossistema Galaxy, algumas tecnologias são esperadas para o futuro headphone.

Entre elas estão Bluetooth 6.0, codec Samsung Seamless Codec UHQ, cancelamento adaptativo de ruído, modo de som ambiente e integração com assistentes de inteligência artificial.

Também é possível que o headphone tenha suporte ao Auto Switch, recurso que facilita a troca automática de áudio entre dispositivos Galaxy compatíveis.

Outro ponto esperado é uma autonomia consideravelmente maior que a dos Galaxy Buds. O formato over-ear oferece mais espaço interno para baterias maiores, mas a capacidade e a duração da carga ainda são desconhecidas.

Por enquanto, a Samsung não confirmou oficialmente a existência do produto. Mais informações sobre o possível Galaxy H1 devem surgir conforme o desenvolvimento avançar e o lançamento se aproximar.

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"iFood chinês" lança caixa para motoboy que esquenta comida no trajeto

13 de Agosto de 2026, 17:40

A JD.com, gigante do e-commerce chinês que também atua no segmento de delivery, começou a usar uma nova caixa inteligente para entregadores que mantém a comida aquecida durante o trajeto. O equipamento X1 possui controle de temperatura e compartimentos separados para alimentos quentes e frios, e permite transportar os dois tipos de pedido ao mesmo tempo.

A novidade começou a ser adotada em maior escala na região de Yizhuang, em Pequim, que se tornou a primeira área da China com cobertura completa das novas caixas. As cidades de Suzhou, Jinhua e Suqian também já iniciaram a implementação da tecnologia.

Caixa mantém comida quente e bebida gelada

O principal diferencial da X1 é a divisão física do espaço interno em duas áreas independentes. O compartimento refrigerado trabalha com temperaturas entre -5 °C e 15 °C, enquanto a área destinada aos alimentos quentes permanece entre 40 °C e 55 °C.

Como cada parte possui seu próprio controle térmico, uma bebida gelada pode viajar na mesma caixa que uma refeição quente sem que um produto interfira na temperatura do outro.

JD.com X1 bag motoboy com aquecimento

A proposta tenta resolver justamente um dos problemas comuns das entregas de comida: a perda de temperatura durante o deslocamento entre o restaurante e o cliente, principalmente em trajetos mais longos.

Caixa também desinfeta o interior com luz UV

A JD.com também adicionou um sistema de desinfecção por luz ultravioleta dentro da X1. Segundo as informações divulgadas pela empresa, o recurso alcança uma taxa de esterilização de 99,99%.

A estrutura usa ainda um sistema de fechamento totalmente vedado. A proteção impede a entrada de poeira e ajuda a proteger os pedidos contra chuva e neve durante o transporte.

Outro detalhe curioso fica na parte externa. A caixa possui uma tela interativa na parte frontal, que pode exibir informações e conteúdos enquanto o entregador circula pelas ruas.

Os primeiros testes da X1 em situações reais foram concluídos em meados de julho. Agora, a JD.com avança para uma adoção em maior escala, com Yizhuang como primeira região de demonstração com cobertura completa do equipamento.

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Celular top da Sony mantém P2 e microSD — e está vendendo muito, diz marca

13 de Agosto de 2026, 16:56

A Sony revelou que o Xperia 1 VIII registra vendas fortes mesmo após um aumento de preço. O topo de linha também preserva dois recursos cada vez mais raros no segmento premium: entrada P2 para fones de ouvido e suporte para cartão microSD.

Executivos da companhia falaram sobre o desempenho do celular em uma entrevista à imprensa japonesa. Segundo a Sony, além das vendas fortes, o Xperia 1 VIII também alcançou um nível bastante alto de satisfação entre os compradores.

O bom desempenho não se limita ao Japão. A Sony afirma que as vendas do aparelho na Europa também cresceram de forma significativa, resultado associado à expansão dos canais de venda direta ao consumidor.

Sony mudou bastante a câmera telefoto

Uma das principais mudanças do Xperia 1 VIII está no conjunto fotográfico. Para instalar um sensor telefoto maior, a Sony precisou redesenhar o módulo de câmeras e abrir mão do sistema de distância focal variável usado na geração anterior.

O Xperia 1 VII tinha uma lente capaz de variar entre 85 mm e 170 mm. No novo modelo, a empresa adotou uma lente fixa de 70 mm para evitar que o corpo do celular ficasse consideravelmente mais espesso com o sensor maior.

Em compensação, a resolução do sensor telefoto saltou de 12 MP para 48 MP. Com isso, o Xperia 1 VIII consegue oferecer um enquadramento equivalente a 140 mm com zoom sem perda de qualidade, segundo a Sony.

P2 e microSD viraram parte da identidade do Xperia

Enquanto outras fabricantes eliminaram esses recursos de seus celulares mais caros, a Sony não parece disposta a abandonar o slot para microSD e a conexão P2 de 3,5 mm.

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 A própria empresa afirma que o suporte para cartão de memória aparece entre os principais motivos de compra citados pelos clientes em suas pesquisas. Para a Sony, os dois recursos já se tornaram parte inseparável da identidade da linha Xperia.

A estratégia diferencia o Xperia 1 VIII de boa parte dos celulares premium atuais, que normalmente oferecem apenas armazenamento interno fixo e dependem de fones Bluetooth ou adaptadores USB-C para áudio com fio.

Xperia 1 VIII tem Snapdragon 8 Elite Gen 5 e até 16 GB de RAM

O Xperia 1 VIII é equipado com o Snapdragon 8 Elite Gen 5, atual chipset topo de linha da Qualcomm. A Sony oferece duas configurações: 12 GB de RAM com 256 GB de armazenamento ou 16 GB de RAM com 1 TB. Nos dois casos, o espaço pode ser expandido com cartões microSDXC de até 2 TB.

A tela é OLED de 6,5 polegadas, com proporção 19,5:9 e resolução Full HD+ de 1080 x 2340 pixels. O painel oferece taxa de atualização de 120 Hz, HDR, cobertura de 100% do DCI-P3, gradação de cores em 10 bits e recursos de imagem derivados das TVs Bravia da Sony.

Na traseira, o celular tem três câmeras. A principal usa um sensor Exmor T de 48 MP efetivos, com tamanho de 1/1,35", lente equivalente a 24 mm e abertura f/1.9. Já a telefoto tem 48 MP efetivos, sensor Exmor RS de 1/1,56", lente de 70 mm e abertura f/2.8.

A ultrawide também tem 48 MP efetivos, com sensor Exmor RS de 1/1,56", distância focal equivalente a 16 mm, abertura f/2.0 e campo de visão de 104°. Na frente, há uma câmera de 12 MP, com lente de 24 mm e abertura f/2.0.

O conjunto traseiro usa lentes Zeiss e oferece recursos como rastreamento em tempo real, foco nos olhos de pessoas e animais, disparos de até 30 fps e zoom híbrido de até 17,5x. Para vídeos, o Xperia 1 VIII grava em 4K HDR a até 120 fps, com estabilização óptica SteadyShot, S-Cinetone, rastreamento de objetos e modos profissionais.

A bateria tem 5.000 mAh, com carregamento rápido via USB Power Delivery, recarga sem fio Qi e carregamento reverso. A Sony promete autonomia de até dois dias e afirma que o sistema de proteção da bateria foi desenvolvido para preservar sua saúde por até quatro anos.

O Xperia 1 VIII sai de fábrica com Android 16. A política oficial prevê até quatro atualizações de versão do Android e seis anos de atualizações de segurança.

Preço e disponibilidade

O Xperia 1 VIII já está à venda no Reino Unido. Na loja oficial da Sony, a versão com 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, na cor Graphite Black, custa £ 1.399, cerca de R$ 9.574 em conversão direta, sem considerar impostos ou outros custos de uma eventual importação.

Até o momento, não há informações sobre a chegada oficial do Xperia 1 VIII ao Brasil.

 

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Xiaomi lança aquecedor de água para acabar com chuveiro elétrico

13 de Agosto de 2026, 15:31

A Xiaomi lançou na China um novo aquecedor elétrico de água de 80 litros que surge como alternativa ao chuveiro elétrico tradicional. O Mijia Smart Electric Water Heater Pro armazena a água aquecida e promete abastecer vários banhos seguidos, com potência de 3.300 W.

Um dos principais destaques está na tecnologia de expansão dinâmica de capacidade. Segundo a fabricante, o reservatório de 80 litros consegue fornecer o equivalente a cerca de 1.120 litros de água quente, graças a um sistema que amplia em até 14 vezes o volume disponível para uso.

Aquecedor tem dois reservatórios

O novo aquecedor da Xiaomi utiliza um sistema de dois reservatórios com aquecimento rápido de 3.300 W. O usuário pode escolher entre usar apenas um deles ou os dois, de acordo com a quantidade de água necessária.

O modo de reservatório único atende usos rápidos, como pela manhã, enquanto o funcionamento com os dois compartimentos busca manter água quente disponível por mais tempo. A proposta é atender casas com várias pessoas ou até imóveis com mais de um banheiro.

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 A temperatura pode ser regulada entre 30 °C e 80 °C. O aparelho trabalha em 220 V e tem classificação IPX4 contra respingos de água.

Outro diferencial é o sistema que libera pequenas quantidades de estrôncio e zinco na água. A Xiaomi chama o recurso de “banho de água mineral” e afirma que a composição ajuda a reduzir os efeitos da água dura durante o banho.

Sistema promete reduzir formação de resíduos

A Xiaomi também adotou um sistema próprio de purificação para diminuir o acúmulo de resíduos dentro do aparelho. De acordo com a marca, a tecnologia atinge 98,3% de eficiência contra a formação de incrustações.

O conjunto ainda utiliza íons de prata e promete taxa antibacteriana de 99,99%. A fabricante afirma que isso reduz a necessidade de limpeza interna do reservatório e também elimina a troca periódica da barra de magnésio.

Apesar da capacidade de 80 litros, o aquecedor tem formato achatado para ocupar menos espaço na parede. Ele mede 890 x 607 x 357 mm, pesa 34 kg e tem apenas 357 mm de profundidade.

O produto também faz parte do ecossistema conectado da Xiaomi e aceita controle remoto e automações pelo sistema Xiaomi HyperOS Connect.

Preço e disponibilidade

O Mijia Smart Electric Water Heater Pro tem preço sugerido de ¥ 2.499, cerca de R$ 1.924 em conversão direta. Durante o lançamento, o aquecedor será vendido por ¥ 2.299, aproximadamente R$ 1.770.

Com o subsídio oferecido pelo governo chinês, o valor pode cair para ¥ 1.954,15, equivalente a cerca de R$ 1.505 na cotação atual.

A Xiaomi oferece cinco anos de garantia para o aparelho e promete a substituição gratuita do produto por até oito anos em caso de vazamento no reservatório. Até o momento, não há informações sobre lançamento em outros mercados.

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Robô aspirador “faz tudo sozinho” chega ao Brasil por R$ 6 mil

13 de Agosto de 2026, 14:00

A Roborock ampliou sua presença oficial no Brasil com um portfólio de robôs aspiradores que custam a partir de R$ 2.439, e oferecem recursos como navegação a laser, desvio inteligente de obstáculos e limpeza úmida. O modelo mais completo disponível no país é o Roborock QR598, que custa R$ 6.049 e conta com uma base capaz de automatizar boa parte da manutenção do aparelho. 

A fabricante iniciou oficialmente sua operação brasileira em 2026, com distribuição liderada pela MDX. Os produtos vendidos oficialmente contam com 12 meses de garantia, assistência técnica autorizada e cobertura nacional de pós-venda.

A chegada ao Brasil amplia a atuação de uma marca que já está presente em mais de 170 países e comercializou mais de 15 milhões de unidades. Segundo dados da IDC citados pela fabricante, a Roborock foi a marca número 1 global em robôs de limpeza inteligente em 2025.

Robô mais completo praticamente cuida da própria limpeza

O principal destaque do portfólio brasileiro é o Roborock QR598, modelo mais vendido globalmente pela fabricante. O robô combina potência de sucção de até 8.000 Pa com navegação LiDAR e sensores para identificar obstáculos e adaptar seu trajeto durante a limpeza.

Para passar pano, o QR598 utiliza dois mops giratórios. A autonomia chega a 180 minutos, e o aparelho retorna automaticamente para a base quando precisa ser recarregado.

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 É justamente a base multifuncional que reduz a necessidade de intervenção durante o uso. O sistema realiza a coleta automática da sujeira aspirada e faz o gerenciamento dos reservatórios de água limpa e suja.

O QR598 tem preço sugerido de R$ 6.049 no mercado brasileiro.

Modelos mais baratos chegam a 10.000 Pa

A Roborock também trouxe ao país os modelos Q10VF e Q10VF+, que aumentam a potência de sucção para até 10.000 Pa. Ambos usam navegação LiDAR para mapear os cômodos e contam com tecnologia de desvio de obstáculos.

Outra diferença em relação ao QR598 está na passagem de pano. Em vez dos mops duplos giratórios, a dupla utiliza um sistema de vibração de alta frequência para ajudar a remover sujeiras do piso.

Os robôs também conseguem elevar automaticamente a mopa ao identificar diferentes superfícies e oferecem até 150 minutos de autonomia. O controle pode ser feito pelo aplicativo, com suporte adicional a assistentes de voz.

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A principal diferença entre os dois fica na estação de carregamento. O Q10VF utiliza uma base convencional e custa a partir de R$ 2.439, enquanto o Q10VF+ adiciona uma base com autoesvaziamento e tem preço inicial de R$ 3.299.

Roborock aposta no mercado brasileiro

Além dos recursos automatizados, os três modelos podem ser controlados pelo celular. O aplicativo permite programar tarefas, personalizar a limpeza e comandar os robôs remotamente.

A Roborock aposta no Brasil após consolidar sua atuação internacional e chega oficialmente ao país com uma estrutura própria de distribuição e pós-venda. Os modelos já são comercializados por varejistas nacionais e marketplaces.

 

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