A gigante dos eletrônicos Bic Camera, que tem lojas espalhadas por todo o Japão, está implementando medidas para impedir scalpers (“cambistas” de compras de itens colecionáveis) de encher os bolsos de Cartas de Pokémon: em uma filial de Tóquio, é necessário acertar um quiz sobre os monstrinhos de bolso para liberar a compra, especificamente da expansão Ninja Spinner.
Usuários nas redes sociais, como notado pelo veículo Dexerto, postaram imagens do aviso na filial Ikebukuro West, na capital japonesa. A restrição se aplica ao pacote Ninja Spinner de Pokémon TCG, que inclui algumas cartas com artes raras, principalmente de Greninja, e uma alta taxa de raros secretos, sendo bastante valioso aos fãs e aos cambistas, em especial.
Evitando os cambistas no Pokémon TCG
São 15 perguntas em japonês para garantir que o comprador conheça a franquia: é proibido tirar fotos do quiz ou usar o celular para buscar respostas. Mesmo se você passar, a compra é limitada a uma caixa por usuário, impedindo o acúmulo de itens para revenda.
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Pour lutter contre les scalpers, le Bic Camera Ikebukuro a mis en place un quiz Pokémon obligatoire. 15 questions basiques sur l’univers Pokémon à réussir pour pouvoir acheter des cartes. D’après les témoignages, les revendeurs n'ont pas réussi à passer le test #Japon#Pokemonpic.twitter.com/XoF2By6Q8h
— ⛩ Ryo Saeba | Japon XYZ ⛩ (@Ryo_Saeba_3) April 27, 2026
Na loja de Ikebukuro West, em especial, também é necessário ter uma conta do programa de fidelidade da Bic Camera, e os funcionários abrem a embalagem antes de dá-la ao comprador, evitando a revenda de produtos lacrados, o que aumenta o preço.
Relatos de quem passou no teste, no entanto, são positivos: um comprador afirmou que o quiz é fácil, e qualquer fã da franquia consegue responder. As perguntas incluem coisas simples como “qual é o Pokémon da caixa?”. A maioria dos usuários japoneses do X (antigo Twitter) aplaudiu a medida, pedindo que outras lojas do país façam o mesmo.
Outras lojas da Bic Camera implementaram medidas diferenciadas, como limites de compra: em Hokkaido, ilha do norte japonês, os compradores são obrigados a mostrar uma carteira de motorista nipônica ou cartão My Number (usado para identificar o cidadão como pagador de impostos), limitando a compra a apenas japoneses, basicamente.
Não é surpresa que medidas como essa sejam tomadas: crimes envolvendo as cartas de Pokémon têm crescido no Japão e no mundo, incluindo compras feitas com dinheiro falso, roubos à mão armada levando pacotes valendo centenas de milhares de reais e outros incidentes do tipo.
O Aeroporto Internacional de Brasília conquistou o título de melhor terminal aéreo do país no prêmio O Melhor do Turismo Brasileiro 2026, organizado pelo jornal Estadão. Realizada em Foz do Iguaçu (PR), a cerimônia de premiação reconheceu o aeroporto brasiliense na categoria Infra & Serviços, destacando sua excelência operacional e o impacto positivo no setor.
A escolha foi baseada na metodologia desenvolvida pela FIA Business School, que cruzou a análise técnica de especialistas com a percepção direta dos viajantes. Entre os critérios, estavam fatores como inovação tecnológica, compromisso com a sustentabilidade e a fluidez na jornada do passageiro.
Administrado pela Inframerica, o aeroporto tem colhido os frutos de investimentos contínuos em modernização. Aliás, esta não é a primeira vez que o destaque vai para o terminal, já que o Aeroporto de Brasília já havia sido apontado anteriormente como o mais pontual do Brasil pelo Ministério de Portos e Aeroportos.
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Impacto no turismo e economia
A premiação do Estadão levou em conta 25 categorias do setor, como aeroportos, companhias aéreas, hotéis e, claro, destinos turísticos. A analise veio em um momento marcado por forte aceleração do setor. Os dados revelados mostram que o turismo injetou R$ 41,5 bilhões na economia brasileira em 2025 e impulsionou a criação de mais de 106 mil novos postos de trabalho.
Segundo levantamento do veículo, o Brasil vem apresentando crescimento importante nas viagens domésticas, que renderam números positivos no ano passado e já sustentam um recorde de movimentação na aviação nacional em 2026. Ainda segundo o Estadão, houve um aumento de 6,17% nos voos nacionais entre janeiro e março deste ano em comparação com o período em 2025.
Agora que você conferiu a posição do Aeroporto Internacional de Brasília no ranking, que tal conhecer os aeroportos mais pontuais do mundo? Spoiler: um deles está no Brasil!
A BYD Shark não decolou nas vendas da forma que a marca chinesa esperava, mas o fraco desempenho da primeira picape lançada no país não alterou os planos em relação ao sonho de colocar no mercado um modelo capaz de desbancar a Fiat Toro no segmento das médias compactas mais vendidas do Brasil.
Segundo Jorge Moraes, colunista da CNN, a vindoura picape da BYD no Brasil já tem nome e data de estreia no país. Trata-se da BYD Mako, caminhonete que terá no powertrain híbrido flex (o mesmo do novo Song Pro), o grande diferencial para deixar não apenas a Toro, mas também a Ford Maverick e a RAM Rampage para trás.
Apresentada, ainda em forma de conceito, na edição 2026 da Agroshow, a BYD Mako será lançada em setembro de 2026 e terá sua produção iniciada em Camaçari, na Bahia, provavelmente nos mesmos moldes do Song Pro híbrido flex.
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Preço e origem do nome da BYD Mako
Uma curiosidade em cima da vindoura picape é que a BYD manteve a tradição de nomear o carro com base na vida marítima. Enquanto a caminhonete maior foi batizada como Shark (tubarão, em português), a média compacta ganhou o nome Mako, em alusão ao tubarão mais rápido do mundo.
Para derrubar a Toro e as demais rivais no ranking, porém, a BYD terá que acertar a mão no preço da Mako, algo que não fez com a Shark e, por isso, ajudou a “encalhar” a caminhonete nas lojas. E a marca chinesa parece saber disso.
Segundo as informações do colunista da CNN, a ideia é lançar a BYD Mako em versões 4x2 e 4x4, com preços a partir de R$ 220 mil. A Fiat Toro, principal alvo da caminhonete chinesa, tem versões entre R$ 165 mil e R$ 235 mil, mas nenhuma com eletrificação no conjunto mecânico até o momento.
E, se você gosta de picapes, talvez curta um conteúdo bastante curioso, que mostra três modelos que só é permitido dirigir com CNH de caminhão, todas à venda no mercado brasileiro, mas uma delas apenas por meio de empresas importadoras.
Um vídeo publicado pelo perfil "viajandocomoluiz" no Instagram ganhou destaque ao exibir uma concentração de antenas de internet via satélite Starlink. A “fazenda” está localizada no município de Tabatinga, que fica no Amazonas e faz fronteira com o Peru.
O conteúdo mostra que a finalidade da estrutura é captar o sinal de conectividade por satélite para redistribuí-lo aos moradores locais através de cabos de fibra óptica. Contudo, essa operação pode encontrar barreiras nas normas vigentes da Starlink e restrições de funcionamento.
Afinal, cada antena instalada demanda uma assinatura da Starlink, ainda que uma única conta suporte até duas unidades físicas.
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Além disso, os Termos de Serviço da Starlink proíbem a revenda do acesso à internet como um produto isolado ou com valor agregado sem que haja autorização prévia.
A exceção é aplicada à redistribuição do sinal como ponto de acesso comunitário ou Wi-Fi para terceiros, o que é uma prática mais comum em estabelecimentos como hotéis ou barcos.
As normas da companhia também restringem a aquisição de acessórios em volumes considerados excessivos, a critério da própria Starlink.
Em relação à montagem física, é recomendado que as antenas tenham um distanciamento mínimo entre si para evitar interferências de rádio — pelo menos um metro entre cada equipamento, preferencialmente mais, o que não é respeitado pela “fazenda” mostrada no vídeo.
Mesmo com o afastamento, os equipamentos ainda competem pela conexão com os mesmos satélites disponíveis.
Usar duas antenas Starlink melhora a conexão?
O uso de múltiplos terminais pode oferecer retornos positivos em relação ao aumento da capacidade total de conexão da rede. Entretanto, os ganhos práticos precisam ser avaliados com cautela, principalmente por conta do alto custo das mensalidades adicionais.
Cena inusitada foi registrada no Amazonas (Imagem: Reprodução/viajandocomoluiz)
Programas como o Speedify são utilizados para unir as conexões distintas, atuando como uma rede privada que faz a distribuição de pacotes entre os links. Na prática, a ferramenta permite que o sistema gerencie as múltiplas fontes de sinal de maneira integrada.
É possível pensar isso por meio de uma analogia com veículos: se você comprar um segundo carro, não andará duas vezes mais rápido, mas poderá carregar o dobro de carga.
Ou seja, o sistema possibilita realizar diversos downloads ao mesmo tempo sem que ocorra uma redução acentuada na taxa de cada um, ainda que o limite máximo de transferência permaneça dentro do “teto”. Essa velocidade final fica restrita ao limite físico imposto pelo terminal, pelos satélites e pela capacidade da célula geográfica.
A Naughty Dog pode ter apresentado os primeiros indícios de que Uncharted 5 está em desenvolvimento. O diretor criativo do estúdio, Shaun Escayg, compartilhou uma foto nas redes sociais e mostrou que o próximo projeto pode ter trechos em Trinidad e Tobago.
A imagem é de um canhão, em Fort George. Na legenda, o desenvolvedor escreveu “Pesquisa…” — o que aponta para algum projeto em produção. Como The Last of Us se passa nos Estados Unidos e Intergalactic: The Heretic Prophet será fora da Terra, o escopo fica ainda mais limitado.
Ainda que Uncharted 5 não tenha sido confirmado, vale lembrar que o último capítulo da série foi lançado em 2017. Antes disso, o maior intervalo que a franquia viu foi de cinco anos, entre o terceiro e o quarto capítulo da saga. Logo, não seria de se estranhar que algo pode estar a caminho.
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É importante notar que Trinidad e Tobago é um país localizado na América Central e é próximo à Venezuela. É o tipo de local “ideal” para as aventuras de Nathan Drake ou quaisquer que sejam os próximos protagonistas da trama (em Uncharted: Lost Legacy, as heroínas são Chloe Frazer e Nadine Ross).
O único jogo confirmado pelo estúdio, até o momento, é Intergalactic: The Heretic Prophet. No entanto, já foi revelado que eles trabalham em alguns projetos single player. Neil Druckmann, inclusive, indicou que The Last of Us Part 3 é um dos games que estão em desenvolvimento.
Apesar das pistas, Uncharted 5 ainda segue sem qualquer informação oficial. Não se sabe se o projeto mostrará uma sequência direta ou uma prequel, se é outro “spin-off” da franquia ou o início de um novo arco narrativo. Tudo relacionado ao suposto jogo é mantido em sigilo.
Ao considerar que Trinidad e Tobago fica próximo ao Caribe e era uma área muito explorada por piratas — o que significa pilhas de tesouros escondidos e navios submersos —- a atenção de Nathan Drake e de outros personagens poderia se voltar à região.
A Embraer e a sueca Saab apresentaram na quarta (25) o primeiro caça supersônicoproduzido integralmente em solo brasileiro. O novo avião foi apresentado em uma cerimônia conduzida no aeródromo da Embraer em Gavião Peixoto (SP) e contou com a presença de Francisco Gomes Neto, CEO da Embraer. Junto do presidente da república, Neto "batizou" oficialmente a aeronave de F-39E Gripen.
A linha de produção do Gripen, a única fora da Suécia, foi inaugurada em 2023 nas instalações da Embraer em Gavião Peixoto. O marco simboliza o resultado de um acordo celebrado há mais de uma década, que prevê a aquisição de 36 aeronaves pela Força Aérea Brasileira; 12 unidades, incluindo aquela apresentada no evento, já foram entregues.
Agora, o Brasil ingressa em um seleto grupo de nações capazes de fabricar este avião de combate de alta complexidade. O vice-presidente Geraldo Alckmin destacou, durante o evento, que a iniciativa é um pilar para a soberania nacional e para o desenvolvimento industrial de vanguarda no país.
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Conheça o F-39E Gripen
O F-39E Gripen é uma verdadeira máquina de guerra. Composto por mais de 22,5 mil itens, o avião mede 15,2 metros de comprimento e é capaz de atingir Mach 2 (aproximadamente 2.470 km/h), o que equivale a duas vezes a velocidade do som. O projeto envolveu o treinamento de 350 profissionais brasileiros por conta da Saab, bem como a colaboração de empresas nacionais como Akaer e Atech.
O potencial da unidade de Gavião Peixoto vai além das fronteiras brasileiras — tanto que o CEO da Embraer confirmou que a fábrica está preparada para exportar o modelo, citando a Colômbia como um cliente estratégico após um acordo recente para o fornecimento de 17 caças Gripen E/F.
Imagens de câmeras de segurança divulgadas nesta quarta-feira (25) mostraram um robô entregador de comida destruindo um ponto de ônibus na cidade de Chicago, nos EUA. Segundo a rede de TV ABC7 Chicago, o “caso de vandalismo” não foi isolado, e pelo menos mais um incidente com o mesmo tipo de robô aconteceu dias depois.
Em ambos os casos, os robôs operavam fazendo entregas para aplicativos semelhantes ao iFood nos Estados Unidos e eram ligados à empresa Serve Robotics.
No vídeo mais recente, registrado no último domingo (23), o robô aparece andando normalmente pela calçada até, de forma inesperada, colidir diretamente contra o vidro de um ponto de ônibus. O impacto foi suficiente para estilhaçar completamente a estrutura, enquanto o robô simplesmente permanece parado após a batida.
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O caso aconteceu na região de West Town, em um ponto da CTA (sistema de transporte público da cidade). E não foi um episódio isolado: outro robô, dessa vez da Coco Robotics, também colidiu com um ponto de ônibus em outro bairro poucos dias depois.
Apesar da cena parecer quase cômica — um “robô desgovernado” atacando mobiliário urbano —, as empresas tratam o assunto com cautela. Em nota, a Serve Robotics afirmou que está investigando o ocorrido e que não houve feridos.
“Estamos cientes do incidente envolvendo um de nossos robôs em Chicago. Nossa equipe respondeu rapidamente para limpar a área e estamos investigando o que aconteceu para implementar melhorias”, disse a empresa.
As companhias também confirmaram que vão arcar com os prejuízos. Segundo autoridades locais, a Serve Robotics está trabalhando com a empresa responsável pela manutenção dos pontos de ônibus da cidade para cobrir os custos de reparo.
O detalhe curioso é que esses robôs são movidos por inteligência artificial e foram projetados justamente para evitar obstáculos em ambientes urbanos.
A joint venture Sony Honda Mobility anunciou nesta quarta-feira (25) que a linha Afeela, formada pelo sedan elétrico Afeela 1, carinhosamente apelidado de “Playstation Car”, e pelo SUV Afeela 2, que sequer saiu do papel, chegou ao fim.
As marcas, que se juntaram para tentar conquistar o mercado de carros elétricos, não aguentaram os prejuízos acumulados desde o início do projeto e, após um rombo que beirou a casa dos 20 milhões de dólares, abandonaram os planos de colocar o Playstation Car e seus derivados nas ruas.
Em comunicado conjunto, Honda e Sony evitaram cravar que a desistência foi por conta dos preços elevados. As marcas informaram que seguirão avaliando o mercado de carros elétricos para, em um futuro próximo, tomar uma decisão a respeito do futuro da SHM, que pode até ser dissolvida.
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“A Sony, a Honda e a SHM continuarão a discutir e avaliar o futuro da SHM, levando em consideração o propósito inicial da criação da joint venture, bem como o cenário atual do mercado de veículos elétricos, e pretendem anunciar conjuntamente a direção futura da SHM, seu posicionamento a médio e longo prazo, bem como suas contribuições para o futuro da mobilidade, assim que possível”.
O Afeela 1 contava com Sistema ADAS Nível 2, equipado com 40 câmeras e sensores LiDAR, além da plataforma Qualcomm Snapdragon Digital Chassis, que executa até 800 trilhões de ações por segundo.
O sistema de entretenimento, claro, era da Sony (Ridevu), com acesso às produções da Sony Pictures Entertainment, e contava também com a Unreal Engine, da Epic Games, referência em experiência do usuário nas telas (gigantes) do veículo.
O Afeela 1 também mostrou outras características impressionantes durante sua exibição na CES 2025, e chegaria aos clientes com conectividade 5G, dados salvos em nuvem, mapas interativos em 3D, sistema de som projetado para som surround, Sony’s 360 Reality Audio e Dolby Atmos, e muito mais.
Em um mercado de smartphones já consolidado, a durabilidade dos modelos passa a ser ainda mais importante. Atualmente, é possível esperar que mesmo os aparelhos distantes do segmento top de linha durem por muitos anos antes de apresentar defeitos que comprometem a experiência.
Não é diferente no caso do segmento intermediário, que reúne alguns dos aparelhos mais vendidos do planeta, por terem as melhores relações de custo/benefício.
Pesquisas do portal SellCell indicam que 61% dos usuários de Android levam entre dois e três anos para trocar de aparelho, o que pode ser considerado como uma média razoável para smartphones intermediários. No entanto, esse prazo pode se estender dependendo do caso.
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A pesquisa não especifica que as pessoas estariam trocando de aparelho por causa de travamentos, mas é possível que esse seja o caso em grande parte dos registros. Por isso, o prazo pode basear as expectativas em relação a quanto o smartphone vai durar antes de começar a apresentar lentidão.
Entretanto, a longevidade de um smartphone depende não apenas de seus componentes internos, mas também de hábitos saudáveis ao longo dos meses.
Prova disso é que, segundo a mesma pesquisa, outros 29% dos consumidores alongam o período de uso para mais de três anos. Além disso, tendências históricas apontam que este tempo de permanência com o mesmo dispositivo está em crescimento.
Esse fenômeno pode ser explicado pela ausência de grandes inovações tecnológicas em novos lançamentos, que motiva a retenção dos aparelhos por mais tempo.
Além disso, mesmo os modelos intermediários atuais já apresentam suficiência de processamento para vários anos de uso tradicional (redes sociais, navegação na internet e afins).
De olho nas atualizações
O suporte para atualizações de sistema pode ser considerado um ótimo indicador da vida útil esperada de um celular. Afinal, o encerramento do envio de novas versões torna o dispositivo desatualizado e sujeito a ataques de segurança em aplicativos sensíveis.
Celulares intermediários estão prontos para durarem muito tempo (Imagem: Divulgação/Samsung)
A Samsung, por exemplo, oferece sete anos ou mais de atualizações para seus modelos topo de linha. Já os intermediários da marca têm um período de seis anos.
Outras fabricantes trabalham com políticas distintas, embora tenham aumentado o suporte nos últimos anos. Os iPhones costumam ter a maior longevidade do setor, com novas versões do sistema iOS mesmo para opções mais antigas.
No entanto, mesmo após o fim das atualizações, os aparelhos permanecem utilizáveis enquanto os componentes internos suportarem a demanda dos aplicativos atualizados.
Bateria pode ser gargalo
Além da questão das atualizações, a durabilidade da bateria é considerada um dos principais gargalos para o uso prolongado de smartphones. Afinal, o componente sofre estresse contínuo devido aos ciclos diários de carga.
De acordo com um estudo publicado em 2021 na National Library of Medicine, baterias usadas em smartphones lançados em 2019 suportam, em média, mais de 850 ciclos completos de carga/descarga antes que sua capacidade caísse abaixo de 80%.
Isso se traduz em uma vida útil de dois a três anos para a bateria sob intensidade média de uso. Sinais de desgaste incluem descarregamento rápido, desligamentos inesperados, superaquecimento e carregamento lento.
Em alguns casos, a degradação da bateria não representa o fim de um smartphone, já que a substituição é possível. Contudo, o custo do serviço pode se aproximar do preço de um aparelho novo, dependendo do modelo.
Outros fatores determinantes
O cuidado com o celular é essencial para que ele dure bastante tempo. Danos físicos causados por quedas e rachaduras podem gerar problemas internos progressivos em sensores e conexões essenciais.
Além disso, celulares com processadores antigos e RAM inferior a 4 ou 6 GB também estão sujeitos a um envelhecimento acelerado.
Já o uso intensivo para jogos pode reduzir a vida útil para um intervalo entre 1,5 e 2,5 anos devido ao estresse térmico. Também é necessário evitar a exposição a temperaturas extremas, como sol direto ou frio intenso, que degrada a química da bateria.
Estratégias para extensão da vida útil
A gestão de carga é recomendada para maximizar o investimento, mantendo a bateria entre 20% e 80%, e sem manter o celular em 100% por longos períodos ou zerar a carga totalmente.
É o que afirma Patrício Rodolfo Impinnisi, professor no Departamento de Engenharia Elétrica da UFPR:
“Estudos já mostraram há muito tempo, mais de uma década, que quando você não carrega totalmente e não descarrega totalmente, a bateria pode duplicar ou triplicar sua vida útil”.
Outras dicas incluem:
Usar capas resistentes e películas de tela para a proteção física contra impactos;
Reiniciar o aparelho semanalmente ajuda a limpar a memória do sistema. Diversos modelos já possuem função para fazer isso automaticamente durante a madrugada;
Excluir aplicativos não utilizados que operam em segundo plano: manter entre 10% e 15% de armazenamento livre evita episódios de lentidão no sistema operacional;
Limpar portas de carregamento com frequência, mas apenas com ar comprimido ou outras ferramentas adequadas.
Para celulares intermediários que eventualmente já estejam mais perto do fim do ciclo de vida, é preciso avaliar a decisão entre consertar ou trocar o aparelho.
Em geral, o reparo é indicado para casos de bateria apenas gasta (e não danificada), tela trincada em modelos potentes ou danos na porta de carga.
Porsche, Ford e outras marcas do segmento automotivo já lançaram no mercado bicicletas elétricas que têm no preço nada convidativo e na tecnologia seus principais atributos. O que a Bugatti, montadora de carros de luxo fez, porém, foi além: uma superbike que custa tanto quanto um Dolphin Mini… e ainda é proibida.
A montadora, famosa por carros esportivos caríssimos, como o Chiron, Tourbillon e La Voiture Noir, anunciou o lançamento da Factor One, superbike de corrida produzida em parceria com a Factor em uma série limitada a apenas 250 unidades. E com um detalhe: embora não seja elétrica, ela é “proibida” para uso em competições.
O “problema” da Factor One, na verdade, é que ela é perfeita demais. “Projetada sem concessões, esta bicicleta combina o DNA da Bugatti com a mais inovadora engenharia de bicicletas para criar um modelo que exemplifica desempenho e precisão absolutos”, explicou a marca.
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A proibição para uso em competições é justificável, já que a superbike da Bugatti conta com elementosnão permitidos pela União Ciclística Internacional (UCI), tais como: rodas com raios em fibra de carbono, que reduzem o peso, pedivela em carbono-titânio e garfo aerodinâmico com carenagem exclusiva, com design que lembra os dutos de ar dos supercarros.
Diante de tantas soluções avançadas de engenharia implementadas na superbike da Bugatti e da consequente proibição do uso da Factor One em competições oficiais, fica uma dúvida: qual o preço dela? A resposta é óbvia, mas, nem por isso, menos impactante.
A Factor One custa US$ 23.599,00, preço que, na conversão direta, sem a inclusão de impostos ou taxas, gira em torno de R$ 120.354,00, ou seja, compatível com o de um BYD Dolphin Mini, carro elétrico mais vendido do Brasil, hoje vendido a R$ 119.900,00.
A Xiaomi confirmou a chegada de um novo integrante para a linha Redmi Note 15 na Índia. O Redmi Note 15 Special Edition, conhecido como Note 15 SE, tem lançamento oficial marcado para o dia 2 de abril de 2026.
O dispositivo completa a família que já conta com os modelos Note 15 5G, Pro e Pro+. A marca afirma que o celular foi construído para entregar uma experiência mais veloz e aprimorada em todas as funções executadas pelo usuário.
Embora as especificações técnicas oficiais ainda sejam escassas, o mercado espera que o modelo utilize a base do Redmi Note 15 padrão. Caso isso se confirme, o aparelho terá uma tela de 6,77 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz.
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O desempenho deve ficar sob responsabilidade do processador Snapdragon 6 Gen 3 da Qualcomm. O conjunto de hardware ainda pode incluir uma bateria de 5.520 mAh, com suporte para o sistema de carregamento rápido de 45 W via cabo.
Na parte traseira, espera-se que a câmera principal seja de 108 MP. Para garantir um valor final mais acessível, a Xiaomi deve adotar a estratégia de remover o carregador da embalagem, além de oferecer cores exclusivas para a edição.
As vendas ocorrem apenas por meio da plataforma Flipkart em solo indiano. A expectativa é que o preço de lançamento fique entre ₹ 16 mil e ₹ 18 mil (algo entre R$ 890 e R$ 1.000 em conversão direta).
Você já postou um carrossel de fotos no Instagram, se arrependeu da ordem das imagens, mas se frustrou por não conseguir alterá-la? Então seus problemas acabaram! A rede social anunciou que agora será possível reordenar as mídias após a publicação no feed.
O novo recurso atende a uma demanda antiga dos usuários, que até então tinham apenas duas alternativas: manter a ordem original ou, em situações mais extremas, excluir a postagem.
“Vocês pediram, nós ouvimos. Agora, você pode reordenar fotos e vídeos em seus carrosséis após publicá-los. Seu conteúdo, na ordem que você desejar, sem perder o engajamento que você já construiu”, escreveu a plataforma da Meta no post de divulgação da nova funcionalidade.
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A nova alternativa se junta à opção de excluir uma determinada mídia de um carrossel. No entanto, o Instagram reforça que ainda não será possível adicionar imagens ou vídeos após a postagem.
Como reordenar mídias de um carrossel no Instagram?
Para reordenar fotos e vídeos em um carrossel que já foi publicado no Instagram, basta:
Abrir o Instagram no celular e acessar o post em questão;
Clicar nos “três pontos” no canto superior direito da tela;
Acessar “Editar”;
Tocar, segurar e arrastar a mídia para o local desejado.
O recurso já está sendo disponibilizado globalmente de forma gradativa, e por isso pode demorar alguns dias para aparecer para todos os usuários da plataforma.
O McDonald’s revelou uma edição especial do McLanche Feliz que trará brinquedos e um cardápio inspirados em Super Mario Galaxy: O Filme, a nova animação da franquia que chega em breve aos cinemas.
A parceria com o universo da Nintendo celebra o lançamento do filme com brindes colecionáveis que trazem o rosto dos icônicos personagens, além de sobremesas, bebidas e molhos temáticos para quem quiser ter a experiência completa de Super Mario Galaxy.
Os itens que serão comercializados como brindes do McLanche Feliz consistem em brinquedos de Mario, Luigi, Princesa Peach, Yoshi, Princesa Rosalina, Luma Amarela, Bowser, Toad e Bowser Jr. que podem ser transformados em chaveiros.
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McDonald's faz ação especial com brindes de Super Mario Galaxy: O Filme (Imagem: Divulgação/McDonald's).
Já o cardápio conta com quatro sobremesas inspiradas no universo do Mario: McColosso Blueberry, Sundae Blueberry, Top Sundae Blueberry e McShake Blueberry. Também há uma bebida chamada Star Splash, feita com Sprite, e molhos nos sabores cogumelo, jalapeño e molho misterioso.
A campanha estará disponível nos restaurantes da rede de fast food espalhados por todo o Brasil a partir desta semana.
Aventura espacial
Sequência de Super Mario Bros. O Filme (2023), o novo filme da saga vai colocar Mario e companhia para viver altas aventuras no espaço. O longa traz o encanador de bigode enfrentando Bowser Jr. (Benny Safdie), cujo pai havia sido aprisionado no longa anterior.
Entre os destaques da nova produção está a chegada de Rosalina (Brie Larson) e do querido dinossauro Yoshi (Donald Glover). A expectativa é que o filme repita o sucesso da primeira produção, que conquistou mais de US$ 1 bilhão em bilheteria mundial.
Super Mario Galaxy: O Filme estreia no dia 1 de abril nos cinemas.
Com o primeiro trailer de Homem-Aranha: Um Novo Dia, também começaram as especulações de quais HQs a produção adaptará nos cinemas. No entanto, assim como os demais longas, este deve misturar elementos de algumas tramas específicas para contar a história.
A prévia de A Brand New Day mostra diversos elementos clássicos, com vilões que se tornaram grandes ameaças e aliados que podem impulsionar a trama. Contudo, será que todos seguirão ao pé da letra os eventos dos quadrinhos ou montarão um roteiro inédito para o Peter Parker de Tom Holland?
Nós do Canaltech reunimos as principais HQs pelas quais a Sony Pictures pode seguir para Homem-Aranha: Um Novo Dia e como a teia as conecta com algumas cenas do próximo filme do Amigão da Vizinhança. Confira:
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6. Vingadores: A Queda
No grande crossover de Vingadores: A Queda (2004), vemos o mundo da Marvel em completo caos após a Feiticeira Escarlate descobrir o envolvimento dos Heróis Mais Poderosos da Terra na “morte” de seus filhos.
Com o time dissolvido e grande parte deles mortos, cabe aos demais heróis defenderem o dia com a ausência da equipe suprema. Isso te lembra algo no Universo Cinematográfico Marvel (MCU)? Pois é.
A parte que importa na trama é o encontro do Homem-Aranha com a vilã Rainha, uma mulher capaz de controlar insetos e aracnídeos. Ela o transforma em um “Aranha-Homem”, um ser monstruoso que assombrou Nova York.
Enquanto os demais super-heróis pensavam que ele estava morto, ele ressurgiu em sua forma humana novamente depois com novos poderes — o que inclui as teias orgânicas. Deste modo, ele passou a proteger a cidade sem a necessidade dos cartuchos — como veremos em “Um Novo Dia”.
Vingadores: A Queda traça alguns paralelos com o MCU atual (Imagem: Reprodução/Marvel Comics)
5. O Espetacular Homem-Aranha: Anual
Na clássica HQ O Espetacular Homem-Aranha: Anual #1 (1964), vemos em um dos apêndices da história principal um capítulo extra no qual Peter Parker se questiona se os poderes que possui são mutantes ou não.
Com uma progressão em suas habilidades, o Homem-Aranha vai parar na Mansão X para perguntar a Charles Xavier se ele é um dos membros da espécie ou se ele pertence a outro grupo.
O Professor X nega que Peter Parker seja um mutante e afirma que seus poderes vêm de uma alteração genética provocada por fatores externos — no caso, a aranha radioativa.
De que forma isso se encaixa em Homem-Aranha: Um Novo Dia? Caso não descubra respostas sobre as teias orgânicas e a progressão de suas habilidades, ele só tem um caminho a seguir: se perguntar se é um mutante e introduzir os ricos personagens deste núcleo ao MCU em definitivo.
Das HQs clássicas às mais recentes, a relação do Homem-Aranha com os X-Men sempre foi próxima (Imagem: Reprodução/Marvel Comics)
4. Reinado do Demônio
Com implicações diretas em Demolidor: Renascido (2025) e outras produções com foco nos super-heróis urbanos, Reinado do Demônio (2022) é uma saga que já está em adaptação no MCU e alguns efeitos devem ecoar diretamente no novo filme do Homem-Aranha.
Assim como na série d’O Homem sem Medo, a HQ mostra Wilson Fisk como prefeito de Nova York. Como uma de suas ordens, ele proíbe o “vigilantismo” e atua firmemente contra qualquer herói mascarado.
Como o Amigão da Vizinhança faz parte deste núcleo, é possível que ecos do seu desfecho – que deve ocorrer na segunda temporada de Demolidor: Renascido – sejam vistos dentro do longa-metragem.
Vale notar que uma das cenas divulgadas pela Sony na prévia mostra Peter Parker com a chave da cidade nas mãos. Por outro lado, o prefeito não é visto em lugar algum. Provavelmente a cruzada de Fisk será mencionada e terá impactos no que será visto dentro da trama.
Os impactos de Reinado do Demônio no MCU serão sentidos em Homem-Aranha: Um Novo Dia (Imagem: Divulgação/Marvel Comics)
3. O Espetacular Homem-Aranha
As HQs clássicas do Homem-Aranha sempre serviram como inspiração para os filmes, mas neste caso falamos de O Espetacular Homem-Aranha #19 (1964), que marcou a primeira aparição do Escorpião.
Nela, o dono do Clarim Diário, J.J. Jameson, contratou um criminoso para descobrir a identidade do super-herói. No entanto, por saber que o aracnídeo seria um adversário “complicado” de ser vencido, ele financiou o traje para MacDonald Gargan caçar o Amigão da Vizinhança “de igual para igual”.
Como sabemos, no MCU temos a presença de J.K. Simmons como o editor de um dos jornais mais polêmicos das histórias em quadrinhos. E ele atuou firmemente para incriminar Peter Parker durante os eventos do filme anterior — que levou a culpa pela “morte” do Mysterio.
Será que veremos o anti-Aranha se recordar que o alter ego do super-herói se tornou público em algum momento e correr atrás disso? Pode ser, inclusive, o começo de um bom relacionamento com o próprio Peter — que precisa de um emprego digno, diga-se de passagem.
Nos anos 1960, o Escorpião era uma ameaça enorme para o Homem-Aranha (Imagem: Reprodução/Marvel Comics)
2. Homem-Aranha: De Volta ao Lar
Não, caros leitores, vocês não leram errado. O arco da HQ Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2001) mostra Peter Parker em seu primeiro encontro com Ezekiel Sims — uma espécie de “mentor” para seus poderes e habilidades.
A figura explica para o herói o que são os “totens”, revela a ameaça Morlun (que deu início ao Aranhaverso nos quadrinhos, vale pontuar) e traz uma nova perspectiva para a sua vida. Para o misterioso personagem, o Homem-Aranha não nasceu por sorte, mas sim por destino.
O ator Keith David aparece no vídeo, fez parte da narração da prévia e ainda explicou como são os 3 ciclos de uma aranha. Supostamente, não há um personagem com tamanho conhecimento e tom “sombrio” quanto Ezekiel, o que já permite criar algumas teorias.
Se levar em consideração que o MCU está em clima de multiverso, que veremos o Homem-Aranha em Vingadores: Doutor Destino e em Vingadores: Guerras Secretas — ao lado, possivelmente, dos aranhas de Tobey Maguire e Andrew Garfield — a presença da figura pode mostrar um caminho diferente para a versão de Tom Holland.
Ezekiel ensinou a Peter Parker a importância de ser o Homem-Aranha (Imagem: Reprodução/Marvel Comics)
1. Homem-Aranha: Um Novo Dia
A HQ que dá nome ao filme, Homem-Aranha: Um Novo Dia (2008) é uma das maiores inspirações da Sony para a produção do seu próximo longa-metragem.
Sua trama ocorre justamente após os eventos de “Um Dia a Mais”, que deu fim ao relacionamento de Peter Parker e Mary Jane Watson e fez todos esquecerem a identidade secreta do super-herói — justamente o que vimos acontecer também no MCU, em Homem-Aranha: Sem Volta para Casa (2021).
Um dos principais destaques do roteiro é a premissa de voltar o Amigão da Vizinhança ao “básico”, com foco nas batalhas contra os vilões simples e desafios do cotidiano de Nova York.
No trailer do longa-metragem, podemos ver o Homem-Aranha lutar contra vários inimigos como o Lápide, Escorpião e o Tentáculo. Ele também cruza prédios e encontra casualmente com o Justiceiro em cenas que mostram que a ideia é justamente essa: voltar às patrulhas comuns e sem megalomania.
"Um Novo Dia" é uma fase das HQs que volta às origens (Imagem: Reprodução/Marvel Comics)
Teorias sobre Homem-Aranha: Um Novo Dia
Vale lembrar que a sinopse oferecida pela Sony Pictures mantém o ar de curiosidade sobre Homem-Aranha: Um Novo Dia, o que impede de saber mais do que o Amigão da Vizinhança vai encarar e como.
No entanto, através das HQs podemos ter uma noção do caminho que o herói vai percorrer no MCU. Se puder recomendar, leia estas edições mencionadas para compreender melhor a profundidade que o aracnídeo receberá neste e nos próximos longas-metragens:
OiPhone 17 Pro assumiu o papel de câmera oficial da arbitragem brasileira com a implementação do novo sistema de impedimento semiautomático. A solução utiliza dezenas de smartphones da Apple espalhados pelos estádios para garantir decisões milimétricas e acabar com as longas esperas pela traçagem manual das linhas do VAR.
A tecnologia funciona por meio de um mapeamento digital dos jogadores e da bola em tempo real. O sistema cria uma réplica tridimensional do lance e envia um alerta automático aos árbitros de vídeo sempre que detecta uma posição irregular. Com isso, o árbitro precisa apenas validar a jogada com base na animação 3D gerada pelo software.
A escolha pelo iPhone 17 Pro é fruto de uma parceria com a Genius Sports. Cada estádio recebe aproximadamente 28 aparelhos espalhados sob a cobertura para cobrir todos os ângulos do campo. O smartphone da Apple foi selecionado por causa do seu alto poder de processamento e da capacidade de gravação em 4K a 120 quadros por segundo.
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Essa característica garante a precisão necessária para o mapeamento 3D. Para suportar o funcionamento contínuo em alta resolução, cada suporte no teto dos estádios conta com pequenos ventiladores acoplados para evitar o superaquecimento dos celulares.
O cronograma de instalações avançou de forma acelerada ao longo desta semana, e deve chegar a todos os estádios do Brasileirão 2026 ao longo dos próximos meses. Além da Arena da Baixada, do Athletico Paranaense, a Neo Química Arena, em São Paulo, e o estádio Couto Pereira, em Curitiba, também já receberam ao longo dessa semana.
Os próximos passos incluem a implementação no Mineirão e Arena MRV, em Minas Gerais, mas ainda sem uma data exata. O primeiro estádio a receber a tecnologia foi o Maracanã, no Rio de Janeiro, e os recursos estão sendo testados desde o começo do ano.
A BYD deu a largada na fase final de testes da sua nova picape híbrida e de porte médio, que já foi flagrada rodando em rodovias nacionais. O modelo deve ser produzido na fábrica da chinesa em Camaçari, na Bahia, e vem com tudo para enfrentar rivais consolidados, como Fiat Toro e Ram Rampage.
A nova picape foi vista coberta por camuflagem, que ocultou detalhes aguardados como os faróis horizontalizados e lanternas na vertical. Por outro lado, já se sabe que a picape vai ser baseada na plataforma do aclamado Song Plus, combinando robustez para o segmento com a eficiência da tecnologia híbrida plug-in flex.
O lançamento da BYD aposta em um conjunto que combina o motor 1.5 litro (aspirado ou turbo) a um sistema elétrico sofisticado. Para garantir a tração nas quatro rodas, o modelo vai ter um segundo motor instalado no eixo traseiro, com suspensão do tipo multilink. Além da economia, o veículo herdará a famosa bateria Blade e funções avançadas, como o sistema que permite carregar outros carros elétricos.
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Design e posicionamento de mercado
Com aproximadamente 5 metros de comprimento, o porte da picape é focado no uso urbano e de lazer, com uma caçamba de capacidade volumétrica similar à da Renault Niagara. No interior, a promessa é de um padrão de acabamento equivalente ao dos SUVs, como softwares atualizáveis via nuvem (OTA) e espaço confortável para cinco passageiros.
O novo modelo deve integrar o mercado chinês, bem como aquele de países que são conhecidos por adotarem veículos do tipo, como Argentina e Austrália. Enquanto não estreia no Brasil, a picape já foi registrada no Instituto Nacional de Propriedade Industrial, o INPI.
O Aeroporto Campo de Marte, em São Paulo, finalizou as mudanças necessárias para voltar a atender os requisitos de segurança operacional e qualificação de estrutura para a aviação geral. O trabalho é resultado de um investimento de quase R$ 120 milhões, soma destinada a intervenções conduzidas pela PAX Aeroportos, concessionária que administra a gestão do terminal.
Entre as melhorias, destaca-se a construção de uma nova taxiway, que foi posicionada estrategicamente mais longe da pista de pouso e decolagem como uma forma de ampliar as margens de segurança durante os deslocamentos das aeronaves.
Além disso, a pista recebeu pavimentação totalmente nova eáreas de escape (RESA) em suas extremidades. O sistema de sinalização e iluminação também foi modernizado e agora conta com novos aparelhos PAPI, essenciais para auxiliar os pilotos na rampa de aproximação.
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Fluxo aéreo em São Paulo
Rogério Prado, CEO da concessionária, comentou que a entrega das obras vai ajudar o terminal a deixar de tão dependente de condições meteorológicas favoráveis para as manobras, caminhando para a implementação de operações por instrumentos do tipo não-precisão.
A modernização não se limitou à área de manobras, abrangendo também a requalificação do sistema de drenagem e a criação de novas vias de serviço para o suporte terrestre. Estas e outras atualizações devem dar fôlego ao Campo de Marte para absorver parte da demanda hoje centralizada no Aeroporto de Congonhas, otimizando a distribuição do tráfego aéreo de São Paulo.
A loja do Magalu no Aliexpress derrubou o preço do Galaxy S24 Ultra para R$ 4.399, marcando o menor preço do ano para o modelo com S Pen integrada e câmera de 200 MP. Com processador Snapdragon 8 Gen 3 for Galaxy e tela Dynamic AMOLED 2X de 6,8 polegadas, o S24 Ultra é uma excelente compra pela tecnologia premium e ainda ter muitos anos de atualizações pela frente.
Esse preço democratiza acesso ao flagship completo da Samsung com recursos profissionais que ainda não tinha caído de preço neste ano.
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S Pen integrada e câmera de 200 MP
Apesar de não ser a geração mais recente, o Galaxy S24 Ultra traz a caneta S Pen integrada no corpo que permite anotações precisas e edição criativa sem acessórios externos, como escrever no papel.
A câmera principal de 200 MP captura fotos com detalhamento excepcional mantendo nitidez mesmo em ampliações extremas. Em fotos noturnas, o sensor grande registra mais luz permitindo com qualidade profissional em baixa luz.
Sobre as câmeras, um diferencial da linha Ultra é o zoom óptico de até 10x através de teleobjetiva periscópica, que traz objetos distantes sem perda de qualidade. Sistema Space Zoom alcança 100x combinando zoom óptico com processamento de IA para resultados impressionantes.
Tela de 6,8 polegadas e design em titânio
Os recursos de display trazem tela Dynamic AMOLED 2X de 6,8 polegadas com resolução QHD+ e taxa de atualização de 120 Hz. Com brilho de 2.600 nits, é possível ver a tela mesmo sob o sol forte.
Design premium em titânio oferece resistência superior mantendo peso contido. Material aeroespacial confere durabilidade excepcional protegendo contra quedas e arranhões do uso diário.
Também vale mencionar as funções de IA do Galaxy AI, que adiciona funções como Tradução Ao Vivo, Circule Para Pesquisar e edição inteligente que removem objetos indesejados de fotos.
Câmeras do Galaxy S24 Ultra são o grande destaque do aparelho (Imagem: Brenno Barreira)
À longo prazo, as atualizações garantidas até 2030 mantêm smartphone relevante por anos.
Veja tudo que o Galaxy S24 Ultra 256 GB oferece:
Processador Snapdragon 8 Gen 3 for Galaxy;
12 GB de RAM;
256 GB de armazenamento;
S Pen integrada no corpo;
Câmera principal de 200 MP;
Teleobjetiva periscópica 10x;
Space Zoom até 100x;
Ultrawide de 12 MP;
Tela Dynamic AMOLED 2X de 6,8" com 120 Hz;
Brilho de 2.600 nits;
Design premium em titânio;
Galaxy AI completo;
Certificação IP68;
Bateria de 5.000 mAh;
Carregamento de 45W;
Atualizações até 2030;
Android 15 com One UI 7.
Frente ao Galaxy S25 Ultra por R$ 6.495, você economiza R$ 2.096 escolhendo S24 Ultra. O S25 traz processador Snapdragon 8 Elite mais eficiente mas cobra 48% a mais por diferenças que maioria não perceberá no uso diário.
Comparado ao iPhone 16 por R$ 4.545, preços praticamente empatam mas S24 Ultra oferece S Pen integrada, câmera de 200 MP e armazenamento duplo (256 GB vs 128 GB). Samsung entrega mais recursos profissionais por valor equivalente.
Vídeos publicados no TikTok pelo perfil may_3110 mostraram pela primeira vez o manuseio real dos novos Galaxy A57 e A37. Os celulares devem ser lançados em breve pela Samsung para preencher a categoria dos intermediários focados em custo-benefício.
Ambos os modelos seguirão a nova linguagem visual da marca, com construção em vidro e metal. Os dispositivos apresentam um conjunto de câmera tripla na parte traseira, revestido por um módulo em formato de pílula.
O Galaxy A57 será o mais avançado da dupla, com processador Exynos 1680 feito “em casa”. O aparelho ainda é esperado com versões de 8 ou 12 GB de RAM e Bluetooth 6.0, além de ser o primeiro intermediário da empresa a contar com Wi-Fi 6E.
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Galaxy A37 e A57 apareceram no mundo real (Imagem: Reprodução/may_3110)
A ficha técnica ainda deve ter:
Tela AMOLED de 6,7 polegadas;
Construção em vidro e metal;
Câmera Principal de 50 MP, ultrawide de 12 MP e macro de 5 MP;
Bateria de 5.000 mAh com carregamento de 45 W;
Opções de cores em verde, Awesome Charcoal (cinza), Awesome Lavender (lilás) e Awesome White (branco).
Os dois smartphones sairão de fábrica com a interface One UI 8.5, baseada no Android 16. A Samsung deve estabelecer a promessa de seis anos de atualizações de sistema operacional e pacotes de segurança para ambos os modelos.
A expectativa é que o lançamento aconteça ainda no mês de março, embora a data oficial não tenha sido confirmada. Os modelos devem ter preços mais altos em relação aos modelos anteriores, devido ao encarecimento global de componentes como sensores, processadores e chips de memória.
Na Tailândia, os preços sugeridos para o Galaxy A57 iniciam em 17.999 baht (ou R$ 2.924 em conversão direta) para a versão de 256 GB e 20.999 baht (~R$ 3.412) para a de 512 GB.
Por sua vez, o Galaxy A37 tem preço sugerido de 13.999 baht (~R$ 2.274) na configuração com 256 GB de armazenamento.
Os aparelhos devem ser comercializados no Brasil, mas os preços oficiais variam de acordo com a região de vendas.
Um vídeo publicado no TikTok pela designer gráfica Gabriella Nunes acumula mais de 212 mil visualizações e 25 mil curtidas na rede social. O motivo? Seu desabafo sobre como o uso excessivo da inteligência artificial (IA) estava afetando sua capacidade de raciocinar.
O conteúdo aparece com a chamada “estou em processo de desmame do ChatGPT porque percebi que não sei mais pensar sozinha” e, ao longo do vídeo, ela destaca que precisou se afastar da IA por um determinado período.
“Para eu voltar a conseguir escrever, a formular um raciocínio minimamente crítico e lógico, como eu quero, precisei largar mão do ChatGPT, porque ele estava literalmente sendo o meu cérebro, ele estava pensando por mim”, afirmou Nunes.
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Já em uma postagem no LinkedIn, o estrategista de IA Vin Vashishta revelou que seguiu um caminho semelhante. Ele afirma que passou um fim de semana se “desintoxicando” da tecnologia e pontua como ela pode afetar o pensamento original e crítico.
“Recomendo fazer o detox de IA. Volte para o conteúdo pré-IA ou até mesmo para o conteúdo pré-redes sociais por alguns dias. Você vai voltar com uma perspectiva completamente reconfigurada e padrões mais altos. Depois do meu detox de IA, vou usar IA menos em muitas áreas. Também estou trabalhando em maneiras de reduzir minha exposição à droga de IA”, afirmou.
Como o próprio Vashishta indicou, o movimento feito por ele e por Gabriella vem sendo chamado de “detox de IA”. Essa iniciativa se refere à tentativa de pessoas de diferentes idades e áreas de se afastarem, temporariamente, das ferramentas generativas.
Um momento de conscientização
Em entrevista concedida ao Canaltech, João Victor Archegas, coordenador de Direito e Tecnologia no Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS-Rio), define essa tendência de “desintoxicação” como positiva.
“O ‘detox’ nesse caso pode ser um momento de qualificação. Buscar entender o que a tecnologia realmente é e como ela funciona pode ajudar na busca por um melhor equilíbrio. Se eu sei com mais clareza o que a IA pode fazer bem e o que ela ainda não consegue alcançar, minha relação com a tecnologia muda drasticamente”, destaca o especialista.
Archegas acrescenta que essa mudança pode ser importante para que as pessoas enxerguem e usem essa tecnologia não como substituta de suas capacidades de raciocínio, mas como um instrumento de potencialização de habilidades.
“Isso poderia ser evitado se todos compreendessem melhor como usar a tecnologia como um amplificador (e não substituto) das competências humanas”, destaca João.
Combate à “terceirização do pensamento”
A redução dessa dependência das ferramentas de IA em atividades no trabalho, na vida acadêmica e em outras tarefas do dia a dia visa também mitigar os riscos de um “deslocamento cognitivo”. Ou seja, delegar à tecnologia a tarefa de produzir reflexões no nosso lugar.
“A inteligência artificial pode aumentar muito a eficiência, mas a produtividade não pode ser confundida com uma terceirização do pensamento. Na minha visão, existe um risco de confundirmos o ganho de eficiência com a delegação completa do raciocínio”, ressalta Danilo Torini, professor e gerente de Tecnologias de Ensino e Aprendizagem da ESPM.
O docente pontua que, diante desse cenário, o detox pode ser visto como uma forma saudável de equilibrar o uso da IA no cotidiano. Uma forma de chegar a isso seria usar a tecnologia em atividades como organização de informações e exploração de hipóteses em determinado contexto.
Já tarefas relacionadas à interpretação, síntese, formulação de perguntas e tomada de decisões ainda devem ficar sob responsabilidade humana. Ou seja, deixar a cargo das pessoas atividades que ajudam a manter ativa a capacidade de raciocínio e que estimulem o esforço intelectual.
Detox de IA pode ajudar a manter ativa a capacidade de raciocínio (Imagem: Freepik/DC Studio)
Busca pela resposta perfeita e risco de dependência
Mas a busca por mecanismos que possam aumentar a produtividade no trabalho ou nos estudos não é o único fator que contribui para o uso excessivo da IA. Uma pressão social pela excelência pode ter como consequência o medo de errar, o que faz com que algumas pessoas prefiram a resposta “perfeita” da máquina em vez de suas próprias ideias.
“Os jovens e muitos adultos estão tendo a sensação de incapacidade de pensar sozinhos porque, às vezes, têm insegurança, baixa autoestima ou necessidade de aprovação alheia. Então, tendo uma IA que pensa por eles e dá o material pronto, muito mais elaborado, aquilo ali para eles é muito melhor do que pensar por conta própria, onde vão ter defeitos e pensamentos, às vezes, pouco elaborados”, destaca Anna Lucia Spear King, psicóloga e fundadora do Instituto Delete.
Como líder do laboratório que foca na pesquisa e em alertas relacionados ao uso consciente da tecnologia, Spear compara o “conforto” de ter por perto ferramentas generativas às atitudes de pais superprotetores que resolvem tudo para os filhos.
Enquanto fica a cargo dos responsáveis tarefas como falar com professores, fazer comida, limpar a casa e tomar decisões em qualquer contexto, o uso indiscriminado da inteligência artificial pode significar receber o pensamento pronto, sem oportunidade de errar, amadurecer e aprender.
“Então, isso limita o desenvolvimento das próprias capacidades de construir coisas, de pensar e de imaginar. Tudo isso é muito facilitado e já vem pronto, e tira da pessoa a possibilidade de se desenvolver nesse sentido”, reforça a psicóloga.
O caminho para combater essa dependência da IA passa principalmente por orientações focadas em educação digital. Um uso moderado dessas ferramentas, voltado à potencialização de seus benefícios e à redução dos prejuízos associados ao uso excessivo, é uma das alternativas possíveis.
Psicóloga Anna Sperar afirma que uso excessivo da IA está associado à insegurança e medo de errar (Imagem: Pexels/Airam Dato-on)
Dicas para o “detox de IA”
Os especialistas ouvidos pelo Canaltech afirmam que, devido à ampla integração de recursos de inteligência artificial no ambiente digital, realizar um detox completo dessa tecnologia já é muito difícil. O que os estudiosos aconselham, na verdade, é estabelecer um uso mais consciente no cotidiano.
Algumas dicas dadas por Anna, Danilo e João são:
Exercitar a “musculatura cognitiva”: reservar momentos para ler textos longos com atenção plena, escrever rascunhos ou resolver problemas complexos sem qualquer mediação tecnológica;
Adotar o método das três etapas: organizar o trabalho em fases como formulação humana (definindo o problema e as perguntas iniciais), etapa intermediária de reunião de referências (aqui, usando IA) e fase final com avaliação crítica também feita pela pessoa;
Trocar substituição pela qualificação: buscar entender como a tecnologia funciona e quais são seus limites reais, a fim de mudar a relação com a IA de dependência para uma parceria complementar;
Fugir da armadilha do “copia e cola”: usar a IA para acrescentar ideias ou estruturar informações, mas nunca para produzir o trabalho final que será entregue ou publicado;
Manter espaços de silêncio tecnológico: criar momentos para refletir e pensar sobre situações sem a pressão por respostas imediatas ou perfeitas, o que ajuda a desenvolver pensamentos mais elaborados e a recuperar a “autoestima intelectual”.
O novo filme live-action de Street Fighter promete abraçar a galhofa até mesmo no visual dos personagens: um vídeo de bastidores mostrou um pouco mais do icônico corte de cabelo de Guile, surpreendendo pela semelhança com o original nos games.
O vídeo mostra o lutador profissional de WWE Cody Rhodes, intérprete do personagem, ao lado de Takayuki Nakayama, diretor de Street Fighter 6, que estava fazendo uma visita ao set de filmagens. A dupla aproveita o momento para jogar uma partida, e é neste instante que dá para notar a grandiosidade da peruca usada por Rhodes no longa-metragem.
Honor. Respect. Legacy.
Street Fighter Game Director Nakayama-san joined the set to ensure every punch, every costume, and every moment honored the legacy.#StreetFighterMovie hits theaters everywhere October 16, 2026.
A escolha por um visual mais exagerado condiz com as prévias liberadas do filme de Street Fighter até agora, que parecem abraçar a galhofa com vontade.
Cody Rhodes aparece com cabelo exagerado de Guile em set de filmagens de Street Fighter (Imagem: Captura de tela/X/@StreetFighter).
O corte chama ainda mais atenção se compararmos com a caracterização de Jean-Claude Van Damme (O Grande Dragão Branco) no filme de 1994, que trouxe um corte mais curto e mais realista.
Mais uma chance para Street Fighter
Chegando em uma época em que as adaptações de videogame estão em alta, o novo live-action de Street Fighter aposta na popularidade dos games de luta para dar uma nova cara para a franquia nas telonas.
Sob comando do diretor Kitao Sakurai (Twisted Metal), o longa parece estar seguindo à risca o clima exagero dos jogos. Situada em 1993, mesmo período em que se passa Street Fighter 2, a trama assinada por Dalan Musson (Capitão América: Admirável Mundo Novo) vai acompanhar os lutadores em um torneio mundial que esconde uma terrível conspiração.
O elenco do filme está recheado de estrelas, incluindo Jason Momoa (Aquaman) como Blanka; Noah Centineo (Recruta) como Ken Masters; Andrew Koji (Trem-Bala) como Ryu; Callina Liang (Presença) como Chun-Li; David Dastmalchian (Entrevista com o Demônio) como M. Bison e 50 Cent como Balrog.
Street Fighter estreia no dia 15 de outubro nos cinemas brasileiros.
Quem acompanhou a primeira prova da temporada 2026 da Fòrmula 1, disputada no Circuito de Albert Park, em Melbourne, na Austrália, na madrugada de domingo (8), provavelmente notou que uma das mudanças para o Campeonato Mundial deste ano está nas novas luzes de sinalização dos carros.
A carroceria ganhou LEDs adicionais aos que já faziam parte do bólido. E elas não são apenas um recurso estético, pois fazem parte de um sistema de comunicação visual criado pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo) para aumentar a segurança e melhorar a troca de informações entre carros, direção de prova e pilotos durante as corridas.
Na prática, as luzes ajudam os pilotos a entender rapidamente o que está acontecendo com o carro à frente e, assim, ter um tempo de reação mais eficaz na hora de tomar uma decisão em milésimos de segundo.
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As novas luzes dos carros de Fórmula 1 podem indicar uma série de coisas diferentes; desde o nível de energia da bateria até situações de risco, como rodadas ou desacelerações bruscas, algo que pode evitar acidentes em pistas com pouca visibilidade.
Como funcionam as novas luzes dos carros de Fórmula 1
Uma das mudanças mais importantes está no sistema de iluminação traseira. O tradicional LED vermelho continua presente, mas agora pode piscar em padrões diferentes para indicar informações específicas sobre o funcionamento do carro, como o uso ou a recuperação de energia do sistema híbrido.
Outra novidade é a sincronização de luzes nas extremidades da asa traseira, que repetem os sinais emitidos pelo LED principal. Isso aumenta a visibilidade para o piloto que vem atrás e facilita a identificação das mensagens, especialmente em disputas próximas ou sob chuva intensa.
Os carros de 2026 também passaram a ter luzes adicionais nas laterais e nos retrovisores. Esses LEDs podem acender quando um carro roda na pista, sofre um acidente ou reduz muito a velocidade, alertando os rivais sobre o perigo à frente. A solução foi criada para melhorar a segurança em situações em que a visibilidade é reduzida por spray de água ou tráfego intenso.
📝 | Explicando as funções das luzes dos carros de F1 em 2026.
Com a introdução dos novos regulamentos da Fórmula 1 para 2026, os carros passaram a utilizar um sistema de luzes traseiras mais complexo para indicar como a energia elétrica (MGU-K) está a ser gerida. pic.twitter.com/rGPIyCHhiw
Outro papel importante dessas luzes está ligado ao sistema elétrico do carro. Em alguns casos, elas podem indicar o estado do ERS (Energy Recovery System) ou sinalizar se o veículo está em condição potencialmente perigosa para os fiscais de pista após uma batida, ajudando a evitar contato com componentes energizados.
A paixão por motos não é novidade para quem acompanha a carreira de Juliette Freire, vencedora do BBB 21. A influencer costuma compartilhar com seus quase 30 milhões de seguidores nas redes sociais toda sua habilidade sobre duas rodas.
Recentemente, Juliette viralizou ao fazer manobras radicais pilotando uma moto superesportiva. O vídeo postado em sua conta no Instagram conta com milhares de curtidas e aguçou a curiosidade dos fãs para descobrir o modelo da moto utilizada.
O CT Auto foi atrás e descobriu, em postagens anteriores, que a moto em questão é uma BMW S 1000 RR, uma das mais tecnológicas vendidas no Brasil, avaliada em cerca de R$ 140 mil.
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A BMW S 1000 RR que Juliette ostenta em suas redes sociais foi um presente de aniversário que a influencer ganhou do noivo, Kaique Cerveny, em dezembro de 2025. Confira mais sobre a moto esportiva a seguir.
O modelo BMW S 1000 RR é conhecido por entregar desempenho próximo ao de motos de competição, além de reunir uma série de tecnologias que auxiliam na pilotagem.
A moto da Juliette conta com diversos modos de pilotagem, controle de tração sensível à inclinação, freios de alta performance e sistemas eletrônicos que ajudam a manter estabilidade mesmo em acelerações fortes.
Além de extremamente tecnológica, a superbike alemã é extremamente potente, graças ao motor de quatro cilindros com 999 cm³, capaz de gerar mais de 200 cv de potência. Com esse conjunto, a moto acelera de 0 a 100 km/h em cerca de 3 segundos e atinge velocidades que passam dos 300 km/h, números comparáveis aos de muitos carros esportivos.
BMW S 1000 RR é a moto mais "nervosa" já pilotada pela influencer Juliette (Imagem: Divulgação/BMW)
Antes da BMW S 1000 RR, Juliette foi flagrada com outras motos menos impactantes. A vencedora do BBB 21 também já fez postagens pilotando modelos como a Yamaha MT‑03, avaliada em cerca de R$ 30 mil e a Ducati Panigale 959, essa uma espécie de rival da BMW, mas com preço mais em conta, em torno de R$ 70 mil.
Novas informações sobre o Xiaomi 18 Pro Max foram vazadas em postagem do perfil Digital Chat Station na rede social Weibo. A publicação detalha as especificações de tela e o conjunto de câmeras dos dispositivos da linha.
No entanto, para o Pro Max em específico, a teleobjetiva é esperada com um sensor de 200 MP e lente periscópica. O componente estaria atualmente em fase de testes em protótipos de engenharia, com zoom óptico de 3x e macro com distância mínima de foco de 15 centímetros.
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O objetivo seria sincronizar o nome do aparelho com o ano de lançamento, além de igualar ao próximo sistema operacional esperado como HyperOS 26.
Xiaomi 18 Pro Max pode ter tela melhorada
Também foi dito que o Xiaomi 18 Pro Max deve ter uma tela OLED plana de 6,9 polegadas, com tecnologia LIPO para viabilizar bordas mais estreitas em comparação com o antecessor.
O painel ainda é esperado com suporte ao padrão de cores BT.2020, e o desempenho em baixa luminosidade teria sido aprimorado, para chegar ao brilho mínimo de apenas 1 nit.
Xiaomi 18 é deve chegar no segundo semestre deste ano (Imagem: Reprodução/Gizmochina)
Para além dos aspectos de câmeras e tela, os modelos Xiaomi 18, 18 Pro e 18 Pro Max são esperados com o processador Snapdragon 8 Elite Gen 6 feito em arquitetura de 2nm.
O lançamento dos modelos Xiaomi 18, 18 Pro e 18 Pro Max está previsto para setembro na China. A versão global deve chegar em um momento posterior, assim como o Xiaomi 18 Ultra.
O perfil oficial da Microsoft Game Dev no X publicou nesta terça-feira (10) uma espiadinha do que parece ser o kit de desenvolvimento do Xbox Helix. Usuários perceberam rapidamente que as imagens se referem a kits de desenvolvimento do Xbox One, conhecido originalmente como Project Scorpio.
Embora não mostre o hardware para os desenvolvedores de fato, a Microsoft sugere que veremos o XDK (Xbox Development Kit) do Project Helix em breve. Os consoles estão expostos na GDC - Gaming Festival, evento voltado para desenvolvedores e publishers que começou no dia 9 de março com término previsto para esta sexta-feira (13).
Muitos estão em dúvida se a companhia irá reutilizar as carcaças de antigos kits de desenvolvimento para o novo console, apenas trocando os componentes, ou até mesmo se as imagens não passam de fotos ilustrativas. Além de realizar apresentações, o Xbox também está fazendo uma exposição de seu hardware na GDC. Entre os consoles à mostra está o protótipo do Xbox original no formato de X, projetado nos anos 2000.
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A CEO da divisão de games da Microsoft, Asha Sharma, revelou o codinome da próxima geração do Xbox, o Project Helix, na última semana e prometeu novidades durante a GDC. O vice-presidente da nova geração do Xbox, Jason Ronald, irá apresentar na tarde desta quarta-feira (11) um pouco do futuro da marca no mercado de hardware. É possível que o kit de desenvolvimento também seja apresentado na ocasião.
Sharma já confirmou que o console será uma espécie de híbrido que roda tanto jogos de PC quanto de Xbox. Além disso, a executiva promete que o hardware será líder em performance, o que despertou a preocupação dos jogadores quanto ao preço do Xbox Helix. Um analista chegou a estimar que o console chegaria ao mercado por mais de US$ 900.
Xbox Helix existe há uma década
Foi descoberto que o Project Helix e a unificação entre Xbox e PC são discutidos há pelo menos uma década. Para quem acredita que o futuro híbrido do Xbox começou com Phil Spencer e Sarah Bond, há relatos de 2003 indicando uma possível junção com o Windows.
A empresa norte-americana Ocean Infinity encerrou a primeira fase de uma nova tentativa de localizar os destroços do voo MH370, da Malaysia Airlines. As buscas foram contratadas pela Malásia com foco em uma área de quase 15 mil km² no fundo do Oceano Índico, mas não renderam evidências conclusivas da aeronave. Não há informações sobre quando as buscas vão ser retomadas.
O mistério se arrasta desde o desaparecimento do avião, em março de 2014, e ganhou um novo capítulo com o uso do navio de pesquisa Armada 78 06. Segundo o Air Accident Investigation Bureau, a nova leva de buscas rendeu a investigação de cerca de 7,5 mil km² do fundo do mar, mas não revelou o local do acidente e nem fragmentos confirmados.
As atividades começaram em dezembro, mas segundo o Ministério dos Transportes da Malásia, “não renderam nenhuma descoberta que confirme a localização dos destroços da aeronave”. Para tentar encontrar a aeronave, a Ocean Infinity trabalhou também com drones submarinos autônomos, capazes de mergulhar a até 6 km de profundidade, sem sucesso.
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Mistério do voo da Malaysia Airlines
O trabalho ocorreu doze anos após o Boeing 777 desaparecer com 239 pessoas a bordo durante o trajeto entre Kuala Lumpur e Pequim. O incidente com o voo identificado MH370 permanece como o maior enigma da aviação moderna, já que radares militares até detectaram o desvio da rota original em direção ao sul, mas a localização final da fuselagem continua desconhecida.
#UPDATE Malaysia announced on Friday it has agreed to launch a new search for Malaysia Airlines flight MH370, which disappeared 10 years ago in one of aviation's greatest enduring mysteries ➡️ https://t.co/ZX82lCOinypic.twitter.com/DsB5JLFtjN
As famílias dos passageiros chineses que estavam no avião publicaram uma carta aberta ao primeiro-ministro malaio no domingo (8), quando completaram-se 12 anos do desaparecimento, agradecendo os esforços, mas criticando a falta de informações desde a última busca. “Entendemos as dificuldades, mas desde 15 de janeiro, as famílias nunca mais receberam informações sobre as buscas”, declararam.
Você provavelmente já pediu um carro por aplicativo e, ao notar a aproximação do veículo, se certificou de que era o correto ao ver o luminoso indicando se tratar de um motorista a serviço da Uber ou da 99, certo? Pois saiba que essa prática, embora contribua para identificação e segurança, pode gerar problemas aos motoristas das plataformas.
Segundo especialistas em legislação, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) proíbe modificações que alterem a originalidade do veículo sem homologação prévia. Assim, os luminosos, por serem equipamentos adicionais e não regulamentados, podem resultar em multa e pontos na carteira de habilitação do motorista. Além disso, há o risco de apreensão do veículo em fiscalizações mais rigorosas.
A polêmica se intensificou nos últimos dias porque muitos motoristas alegam que o acessório, vendido livremente em e-commerces, traz mais segurança, já que facilita a identificação por parte dos passageiros e reduz a chance de confusões em locais de grande fluxo. Por outro lado, autoridades de trânsito e a própria Uber destacam que o uso do luminoso não é autorizado e pode gerar consequências sérias para quem insistir em utilizá-lo.
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O que diz a Uber sobre os luminosos?
Em nota oficial enviada para o Uol, a Uber reforçou que “não fornece nem recomenda o uso de luminosos com sua marca”. A empresa afirmou ainda que a identificação oficial dos motoristas “deve ser feita exclusivamente pelo aplicativo”, pois a plataforma exibe informações como placa, modelo do carro e nome do condutor.
Para os passageiros, a situação também tem gerado dúvidas. Muitos acreditam que o luminoso é um sinal de maior confiabilidade, mas na prática, ele não garante qualquer segurança adicional. A recomendação é sempre conferir os dados do veículo no aplicativo antes de embarcar, evitando riscos de fraude ou transporte irregular.
O Luizalabs, área de tecnologia e inovação do Magalu, abriu 5 mil bolsas de estudo gratuitas para o Bootcamp Luizalabs Back-end com Python, realizado em parceria com a DIO, maior plataforma de educação em tecnologia do Brasil. As inscrições estão abertas até 18 de abril de 2026 no site da oficial da DIO.
O curso pode ser feito por estudantes, iniciantes em programação e profissionais que desejam mudar de área e aprender tecnologias de back-end. São 38 horas de conteúdo, com aulas 100% online e certificado de conclusão ao final da trilha.
A formação terá quatro módulos que vão abordar os fundamentos de Python e lógica de programação, Programação Orientada a Objetos (POO), construção e publicação de APIs RESTful assíncronas com FastAPI, com autenticação, testes e deploy. A última fase trará a IA aplicada ao fluxo de trabalho de desenvolvimento, com copilotos, LLMs e uso prático do NotebookLM.
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Além das aulas, os participantes vão desenvolver três projetos para portfólio e terão acesso a três mentorias ao vivo com especialistas do Luizalabs, com temas relacionados à cultura de tecnologia, carreira e processos seletivos.
A iniciativa marca o retorno do bootcamp após uma primeira edição que distribuiu mais de 14 mil bolsas para interessados em iniciar carreira na área de tecnologia. “O sucesso da edição anterior nos motivou a expandir o projeto em 2026. A forte adesão ao bootcamp reforça o nosso compromisso de desenvolver talentos, democratizar a tecnologia e levar a muitos o que ainda é privilégio de poucos”, afirma Fábio Hilário, diretor de tecnologia do Luizalabs.
Luiza Labs e DIO abrem 5 mil vagas gratuitas para cursos de back-end com Python. (Imagem: Reprodução/Freepik)
Como se inscrever para o curso de back-end com Python?
As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pela página oficial do bootcamp no site da DIO (dio.me).
Após concluir o curso e obter o certificado, os participantes podem ter seus perfis disponibilizados na Talent Match, plataforma da DIO que conecta desenvolvedores a oportunidades em empresas parceiras.
O Paulistão 2026 já terminou e o Palmeiras levou o troféu para casa, mas uma cena ocorrida na final do último domingo (8), em Novo Horizonte, segue repercutindo e gerando perguntas nas redes sociais: como um avião da Latam conseguiu levar a bola do jogo para o centro do campo?
O “avião”, na verdade, nada mais é do que um drone construído sobre a plataforma de um Airbus A321neo em miniatura, devidamente identificado com as cores da LATAM, responsável pela ação publicitária realizada no estádio Doutor Jorge Ismael de Biasi, casa do Novorizontino, a pedido da Federação Paulista de Futebol.
E como é esse drone especial? Trata-se de um projeto adaptado e operado pela empresa Flyworks, especializada nesse tipo de evento, especialmente por conta das condições diferenciadas que são necessárias para uma operação segura em locais com tanto público quanto uma decisão de Campeonato Paulista.
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O Airbus em miniatura fez o procedimento padrão de uma aeronave de verdade ao se aproximar de um aeroporto e, para delírio dos presentes ao estádio no interior de São Paulo, soltou a bola praticamente no grande círculo, local em que é iniciado o jogo de futebol.
Embora tenha chamado a atenção e viralizado nas redes sociais de forma instantânea, provando que a ação da LATAM em entregar a bola da final do Paulistão 2026 “de avião” foi acertada, ela não foi inédita.
Há exatamente uma década, também antes de a bola rolar para a partida decisiva de um Campeonato Paulista, a Federação apresentou, como grande inovação, a chegada de um enorme drone ao centro do campo para entregar o objeto ao trio de arbitragem. Em 2026, a cena se repetiu, mas com um “avião” em miniatura.
O Ford Territory 2026 chegou ao Brasil em julho de 2025 com algumas boas novidades em relação à linha anterior, mas ainda sem a que muitos estavam aguardando: a inserção de uma versão híbrida no portfólio da marca.
Depois de passar um tempo de posse do SUV médio produzido na China, o CT Auto produziu um review completo e detalhado sobre os principais pontos positivos e, também, sobre o que ainda falta ser ajustado no utilitário.
Agora, vamos elencar, em uma pequena lista, 3 bons motivos para comprar o Ford Territory 2026 e outros 2 pontos que, na visão de alguns consumidores, podem ser suficientes para deixar o SUV na loja. Confira.
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1º motivo para comprar o Ford Territory: mudanças no design
Abrindo a lista de 3 motivos para comprar o Ford Territory 2026 está aquele que é, sem dúvida, o primeiro a ser notado por quem vai procurar pelo carro: as mudanças no design do SUV.
As principais mudanças em relação à linha anterior estão na parte dianteira, que ganhou nova grade em formato de colmeia com acabamento preto brilhante. O Territory 2026 também tem faróis redesenhados e um novo desenho, com cinco raios, nas rodas de 19 polegadas.
2º motivo para comprar o Territory 2026: espaço interno
Quem busca um SUV espaçoso, confortável e luxuoso, tem motivos de sobra para escolher o Ford Territory 2026 como seu próximo carro. O SUV cresceu 55 mm no comprimento em relação ao anterior e, hoje, ostenta 4,68 metros, além de um entre-eixos de 2,72 m.
Entre-eixos de 2,72 metros garante conforto e ótimo espaço interno aos ocupantes (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)
Esses números garantem que ao menos 5 ocupantes sentem-se confortavelmente no Territory 2026. O motorista e o passageiro que o acompanhar na parte frontal terão ainda ajuste elétrico para os bancos, aquecimento e ventilação nos assentos.
3º motivo para comprar o Ford Territory: pacote tecnológico
Fechando a lista com bons motivos para comprar o Ford Territory 2026 está o pacote tecnológico embarcado no SUV médio. A marca norte-americana caprichou nas especificações e equipou o modelo com itens bastante interessantes.
Pacote tecnológico do Ford Territory 2026 é bastante interessante (Imagens: Paulo Amaral/Canaltech)
Entre os muitos que podem ser destacados estão recursos como piloto automático adaptativo (ACC), alerta de tráfego cruzado, aviso de colisão frontal com frenagem de emergência, assistência de permanência em faixa e câmera 360º.
Motivo 1 para deixar o Ford Territory na loja: ZERO eletrificação
Abrindo as razões que podem levar o consumidor a deixar o Ford Territory 2026 na loja e optar por um rival está algo que, em breve, será corrigido pela marca: a ausência de eletrificação no powertrain.
Territory 2026 não conta com qualquer nível de eletrificação em seu motor (Imagens: Paulo Amaral/Canaltech)
Atualmente movido apenas pelo bom Ecoboost 1.5 Turbo a gasolina, o SUV médio deve receber, ainda em 2026, uma variante híbrida. A ideia com a inserção dessa versão inédita é, enfim, fazer frente a concorrentes como Toyota Corolla Cross, Haval H6 HEV2 e BYD Song Pro.
Motivo 2 para deixar o Territory na loja: preço
O segundo motivo que pode fazer o consumidor deixar o Ford Territory na loja é o preço. Afinal, por R$ 219.990,00, valor cobrado pela versão Titanium, a única à venda no Brasil, já é possível investir em SUVs com algum nível de eletrificação.
Preço pode jogar contra o Ford Territory 2026 (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)
Embora tenha preço similar ao Toyota Corolla Cross Hybrid, se a briga for direcionada aos híbridos chineses, o Territory é R$ 3,1 mil mais barato que o GWM Haval H6 HEV2, mas supera, em muito, o valor do BYD Song Pro, que em março de 2026 custa a partir de R$ 199.990,00.
O Denza Z9 GT já chegou ao mercado. A marca, que é pertencente à divisão premium da BYD, apresentou o Z9 GT como seu primeiro modelo de produção em série do grupo a romper a barreira dos 1.000 km de autonomia com apenas uma carga.
O segredo por trás da autonomia de 1.036 km no ciclo chinês CLTC está no conjunto de baterias de 122,5 kWh, que representam capacidade 64% maior que as versões de entrada da própria marca.
Além da variante puramente elétrica, a Denza oferece uma opção híbrida plug-in com 400 km de autonomia no modo elétrico e uma configuração intermediária de 102,3 kWh, capaz de rodar até 820 km.
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Autonomia recorde e engenharia de ponta
Por dentro, o Z9 GT impressiona pelo porte que traz 3,12 m de entre-eixos, espaço interno que rivaliza com sedans de luxo alemães. O cockpit é dominado por três telas, incluindo uma central de 17,3”, e estreia a plataforma God’s Eye 5.0. O sistema de condução semiautônoma realiza correções ativas no volante para evitar colisões e gerencia o esterçamento das rodas traseiras, permitindo manobras ágeis.
O modelo chega ao mercado em um momento de expansão global da Denza, que nasceu de uma joint venture com a BYD e Mercedes-Benz. Agora comandada integralmente pela BYD, a Denza entregou simbolicamente a primeira unidade do Z9 GT no Brasil a Felipe Massa, piloto e embaixador da marca. O lançamento comercial está previsto para o primeiro semestre de 2026 e tem preço estimado em R$ 650 mil.
A Alura abriu 90 mil vagas gratuitas para a nova edição da Imersão Front-End Moderno, curso online para interessados em começar na área de desenvolvimento web utilizando ferramentas de Inteligência Artificial (IA). As inscrições ficam abertas até 23 de março e podem participar iniciantes, estudantes ou profissionais que estão em transição de carreira e querem desenvolver seu primeiro projeto na área de tecnologia.
Durante a imersão, os participantes vão aprender a criar uma plataforma de streaming inspirada em serviços conhecidos, como Netflix, Disney+ e Amazon Prime Video, utilizando HTML, CSS e JavaScript com apoio de ferramentas de IA para agilizar o desenvolvimento.
O curso terá quatro aulas entre os dias 24 e 27 de março e uma masterclass introdutória liberada após a inscrição. Cada encontro terá legendas para pessoas com deficiência auditiva, mas não contarão com tradução para LIBRAS.
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Além das aulas, os inscritos também terão acesso à uma comunidade no Discord, mentorias e conteúdos extras sobre o mercado de tecnologia. Ao final de cada encontro, será disponibilizada uma palavra-chave, os alunos que reunirem as quatro podem emitir seu certificado de participação, disponível a partir de 6 de abril.
A formação será conduzida por Guilherme Lima, Tech Educator da Alura e professor na Universidade de São Paulo, Fernanda Degolin, desenvolvedora front-end no Grupo Globo, e Thamiris Adriano, desenvolvedora front-end sênior no Santander e coordenadora de pós-graduação na FIAP.
Imersão da Alura terá quatro aulas entre os dias 24 e 27 de março. (Imagem: pch.vector/Freepik)
Como se inscrever no curso da Alura?
Para participar, é necessário acessar o site da Alura (alura.com.br/imersao-front-end-iii) e preencher o formulário de inscrição até 23 de março. Durante o cadastro, o interessado deve informar nome completo, e-mail, número de WhatsApp e o momento atual da carreira. Os links das aulas serão enviados todos os dias às 8 horas da manhã por e-mail.
Os participantes que se inscreverem até o dia 8 de março vão receber um e-mail com uma votação para escolher qual dos três streamings — Netflix, Disney+ e Amazon Prime Video — será o tema oficial do projeto.
Para celebrar o início da produção de Sonic 4: O Filme, o diretor Jeff Fowler compartilhou nas redes sociais a primeira imagem oficial dos bastidores da nova e aguardada animação da franquia.
O registro foi divulgado pelo próprio cineasta em seu perfil no X (antigo Twitter), onde ele aparece de costas segurando o icônico martelo de Amy Rose.
A personagem, cuja voz será de Kristen Bell (Frozen), fará sua estreia na saga cinematográfica com o quarto filme, prometendo receber um grande destaque depois de aparecer brevemente na cena pós-créditos de Sonic 3: O Filme (2024).
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“Preparado para a ação. Sonic 4: O Filme já está sendo filmado. Nos cinemas do mundo todo em março de 2027”, escreveu Fowler na legenda da imagem.
A confirmação do início das filmagens de Sonic 4: O Filme ocorre pouco tempo depois do anúncio de Kristen Bell como a voz por trás de Amy Rose. A atriz se junta ao elenco já conhecido da franquia, com Ben Schwartz (Parks and Recreation) retornando como a voz do ouriço azul.
Jim Carrey (O Máskara) também volta ao universo do Sonic como Dr. Robotnik, Idris Elba (Luther) como Knuckles, Keanu Reeves (John Wick) como Shadow e James Marsden (Jury Duty) como Tom.
A Paramount, estúdio por trás da saga, ainda não revelou qual será a trama da nova aventura de Sonic e companhia, mas com o avanço das filmagens é possível que isso aconteça após o lançamento de um trailer oficial.
Sonic 4: O Filme estreia no dia 18 de março de 2027 nos cinemas.