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Celular chinês promete design de "nave espacial", mas visual lembra a Nothing

13 de Agosto de 2026, 18:34

A Tecno apresentou oficialmente o Pova 8 Pro, novo celular da marca chinesa que aposta em um visual descrito como inspirado em uma "nave espacial". A traseira traz uma matriz de luzes personalizável que acaba por lembrar a proposta visual popularizada pelos celulares da Nothing.

O aparelho também chega com foco em jogos, tela AMOLED de 144 Hz, chip MediaTek Dimensity 7400 Ultimate e uma bateria de 6.500 mAh. A estreia comercial está marcada para o dia 18 de agosto na Índia.

Design de "nave espacial" tem matriz de LEDs

O principal destaque visual do Tecno Pova 8 Pro fica na traseira. O módulo triangular de câmeras abriga o chamado Alive Matrix, um painel formado por Mini LEDs que pode exibir diferentes animações e informações.

A própria Tecno chama o conjunto de "design de nave espacial interestelar" e diz que buscou inspiração em espaçonaves. A combinação de iluminação com elementos tecnológicos aparentes, porém, segue uma linha que lembra bastante os celulares da Nothing e sua conhecida interface luminosa traseira.

O Pova 8 Pro será vendido nas cores branco, preto e verde. A Tecno também preparou uma edição limitada Tonino Lamborghini, com acabamento preto exclusivo. 

Tela de 144 Hz e chip extra para jogos

Na parte da frente, o celular tem uma tela HyperLux AMOLED de 6,78 polegadas, com resolução de 2644 x 1208 pixels e taxa de atualização de 144 Hz. O painel alcança pico de brilho de 4.500 nits e conta com proteção Gorilla Glass 7i.

A Tecno ainda promete resposta ao toque mesmo quando os dedos estão molhados ou com óleo. A taxa de amostragem instantânea chega a 2.800 Hz, característica que pode ajudar principalmente em jogos competitivos.

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Por dentro, o Pova 8 Pro usa o MediaTek Dimensity 7400 Ultimate, acompanhado por até 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento. Um chip gráfico P1 adicional fica responsável por recursos voltados aos jogos.

Com interpolação de quadros, alguns títulos podem alcançar até 144 fps. Segundo a Tecno, jogos de RPG chegam a até 90 fps, enquanto títulos dos gêneros FPS e MOBA podem alcançar os 144 fps.

Android 16 e três anos de atualizações de segurança

O celular sai de fábrica com a HiOS 16 baseada no Android 16. A Tecno promete duas grandes atualizações do sistema operacional e três anos de pacotes de segurança.

O software também inclui os recursos Tecno AI e a assistente digital Ella, além de ferramentas de inteligência artificial para produtividade e fotografia.

Outro destaque para jogos é o sistema de refrigeração com câmara de vapor de 5.000 mm². O aparelho ainda traz vibração 4D e alto-falantes estéreo com Dolby Atmos.

Câmera principal tem sensor Sony de 50 MP

O conjunto fotográfico traseiro é duplo. A câmera principal tem 50 MP, sensor Sony LYTIA 700C e estabilização óptica de imagem, enquanto a ultrawide possui 8 MP.

Para selfies e videochamadas, o Tecno Pova 8 Pro conta com uma câmera frontal de 13 MP.

Bateria tem 6.500 mAh

A bateria possui capacidade de 6.500 mAh e aceita carregamento de 45 W. O celular também oferece carregamento bypass, que envia energia diretamente ao aparelho durante o uso para reduzir o desgaste da bateria, além de recarga reversa com fio de 10 W.

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O pacote de recursos ainda inclui leitor de digitais sob a tela, NFC, infravermelho e um botão dedicado que pode abrir aplicativos ou executar ações configuradas pelo usuário.

O Pova 8 Pro também chama atenção pelas certificações IP66, IP68, IP69 e IP69K contra água e poeira. Há suporte a áudio Hi-Res com e sem fio, além de 256 GB de armazenamento em nuvem gratuito por três anos.

Preço e disponibilidade

O Tecno Pova 8 Pro será lançado na Índia em 18 de agosto, com versões de 8 GB + 256 GB, 12 GB + 256 GB e 12 GB + 512 GB.

A fabricante ainda não revelou o preço do aparelho. Também não há informações sobre uma eventual chegada ao mercado brasileiro.

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Mais do que implantar IA, CSCs precisam preparar a operação

*Por Mario Oliveira

A inteligência artificial já entrou no radar dos Centros de Serviços Compartilhados brasileiros. Levantamentos do IEG (Instituto de Engenharia e Gestão referência em CSCs) sobre o mercado mostram que 80% dos centros já consideram aplicar IA em suas operações, enquanto apenas 10% utilizam efetivamente a tecnologia hoje. O dado revela mais do que uma tendência: mostra uma lacuna importante entre intenção e maturidade.

Existe um desejo claro de avançar com iniciativas de Hiperautomação, combinando IA, automação de processos, integração de sistemas e análise de dados. Mas antes de falar em escala, é preciso olhar para uma etapa anterior: criar uma camada operacional capaz de sustentar automações inteligentes. Em outras palavras, padronizar processos, criar governança, integrar sistemas, medir indicadores e garantir que as demandas sejam orquestradas de ponta a ponta.

Essa é uma discussão central para os CSCs. Durante muito tempo, os Centros de Serviços Compartilhados foram vistos como estruturas criadas para centralizar atividades, reduzir custos e padronizar rotinas administrativas. Essa visão ainda é válida, mas já não é suficiente. Em um ambiente corporativo pressionado por produtividade, eficiência, experiência interna e novas tecnologias, os CSCs estão deixando de ser apenas centros operacionais para se tornarem hubs de inteligência e governança.

A IA não substitui processos bem desenhados. Ela potencializa processos que já possuem fluxo, regras, dados e governança. IA quando aplicada sobre fluxos pouco claros, canais dispersos, aprovações manuais, sistemas que não conversam entre si e dados fragmentados, ela tende apenas a acelerar gargalos que já existiam. Antes de automatizar em escala, é preciso saber como o trabalho acontece, quem decide cada etapa, onde estão os pontos de atrito, quais prazos precisam ser monitorados e quais indicadores devem orientar a gestão.

É por isso que governança e orquestração se tornaram essenciais. Governança garante que processos, regras, dados e decisões permaneçam consistentes ao longo da operação. Orquestração conecta pessoas, sistemas, aplicações e automações para que o fluxo aconteça de ponta a ponta, independentemente da quantidade de áreas envolvidas.

Exemplos de CSCs que já estão avançando com IA, governança e orquestração

Na Atlantica Hospitality International, uma das maiores administradoras hoteleiras do Brasil, o crescimento acelerado trouxe um desafio típico de empresas distribuídas: como padronizar o atendimento às unidades sem perder agilidade e qualidade. Com mais de 100 hotéis em diferentes regiões do país na época da implantação, a companhia estruturou seu Centro de Serviços Compartilhados para centralizar demandas de áreas como Financeiro, RH, Reservas e Revenue Management.

A Atlantica transformou o CSC em um sistema de atendimento corporativo, substituindo canais dispersos como e-mails, WhatsApp, Teams, ligações e ferramentas paralelas por uma plataforma única de gestão de demandas. Hoje, são mais de 200 mil demandas abertas por ano, com acompanhamento de SLAs, visão de gargalos e gestão baseada em dados. 

Esse caso evidencia um ponto essencial: antes de aplicar IA em larga escala, é preciso criar uma porta de entrada estruturada para as solicitações. Sem isso, a empresa não sabe exatamente o que está acontecendo na operação. Com processos digitalizados e rastreáveis, passa a enxergar volume, recorrência, tempo de resposta, gargalos e oportunidades de melhoria.

Esse tipo de estrutura cria os dados operacionais necessários para alimentar modelos de IA com contexto, histórico e rastreabilidade.

O mesmo movimento aparece na Ancar Ivanhoe, administradora de shoppings centers, que implementou seu CSC em apenas seis meses e digitalizou mais de 150 processos em áreas como Contas a Pagar, Contas a Receber, Contabilidade, Controle Fiscal, RH, Suprimentos, Faturamento e Gestão. Em três meses, a companhia registrou aumento de cerca de 100% na produtividade, especialmente pela redução de custos operacionais, diminuição de atividades manuais e otimização de recursos.

Em operações com múltiplas unidades, alto volume de solicitações e necessidade de padronização, a automação deixa de ser apenas um recurso tecnológico e passa a ser uma condição para manter consistência, controle e escala.

No Grupo Ser Educacional, também temos impacto da automação em operações complexas e de grande volume. A companhia implementou mais de 140 processos em 18 meses, reduziu em 50% o tempo médio de atendimento aos estudantes, de 10 para 5 dias, e economizou 15 mil horas de trabalho ao ano. Mais do que ganho de produtividade, o projeto reforça como a integração entre processos, sistemas e dados pode melhorar a experiência de quem depende do serviço.

Quando processos são digitalizados e mensurados, é possível incorporar IA para classificação automática, recomendação de ações, análise preditiva e atendimento inteligente.

Esses exemplos têm setores diferentes, portes diferentes e desafios próprios. Mas todos apontam para a mesma direção: o CSC que quer avançar com IA precisa, antes, amadurecer sua base de processos.

Essa é uma reflexão importante porque muitas empresas ainda tratam a inteligência artificial como um ponto de partida. Na prática, ela deve ser consequência de uma operação mais bem estruturada. A IA pode apoiar leitura de documentos, classificação de demandas, análise de produtividade, identificação de gargalos, geração de insights e até sugestão de novos fluxos. Mas, para gerar valor real, precisa estar conectada a processos governáveis, integrados e mensuráveis.

A vantagem competitiva não estará em quem adotar a IA primeiro. Estará em quem conseguir conectá-la a uma operação governada, integrada e continuamente orquestrada. Sem processo, a IA vira experimento. Com processo, ela vira escala.

Confira também por que candidatos estão escondendo prompts de IA no currículo.

Mario Oliveira Especialista Convidado

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Samsung trabalha em headphone premium para desafiar JBL e Apple; veja o que sabemos

13 de Agosto de 2026, 18:17

A Samsung trabalha no desenvolvimento de um novo headphone premium com formato over-ear, que pode disputar espaço com modelos como o Apple AirPods Max e o JBL Tour One M3. O acessório foi encontrado em códigos do aplicativo Galaxy Wearable e, internamente, é chamado de Galaxy H1.

A descoberta confirma que a fabricante sul-coreana pretende ampliar sua linha de dispositivos de áudio para além dos Galaxy Buds. No entanto, o nome Galaxy H1 parece ser apenas uma identificação interna, então o produto provavelmente chegará ao mercado com outra nomenclatura.

Headphone da Samsung ainda está em fase inicial

As referências encontradas no Galaxy Wearable confirmam pelo menos a presença de conectividade Bluetooth, mas ainda não revelam detalhes sobre o hardware ou o design do headphone.

O estágio atual do projeto também indica que o lançamento ainda deve demorar. A expectativa inicial é que o acessório seja apresentado no começo de 2027, embora a Samsung ainda possa alterar seus planos até lá.

Headphone Samsung H1

A novidade aparece enquanto a empresa também prepara novos formatos para a família Galaxy Buds. Entre os projetos recentes estão um fone com suporte que prende ao redor da orelha e outro com construção no formato de "brinco"

O que esperar do Galaxy H1?

Até agora, não há especificações confirmadas além da conectividade Bluetooth. Ainda assim, considerando a proposta premium do acessório e os recursos já presentes no ecossistema Galaxy, algumas tecnologias são esperadas para o futuro headphone.

Entre elas estão Bluetooth 6.0, codec Samsung Seamless Codec UHQ, cancelamento adaptativo de ruído, modo de som ambiente e integração com assistentes de inteligência artificial.

Também é possível que o headphone tenha suporte ao Auto Switch, recurso que facilita a troca automática de áudio entre dispositivos Galaxy compatíveis.

Outro ponto esperado é uma autonomia consideravelmente maior que a dos Galaxy Buds. O formato over-ear oferece mais espaço interno para baterias maiores, mas a capacidade e a duração da carga ainda são desconhecidas.

Por enquanto, a Samsung não confirmou oficialmente a existência do produto. Mais informações sobre o possível Galaxy H1 devem surgir conforme o desenvolvimento avançar e o lançamento se aproximar.

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Trump libera empresas privadas para "ataque hacker" contra crime internacional

13 de Agosto de 2026, 18:00

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quarta-feira (12) um memorando de segurança nacional que autoriza empresas privadas americanas a participar de operações cibernéticas contra organizações criminosas transnacionais baseadas fora do país. A informação foi confirmada pela Casa Branca e pela Reuters.

A medida pode alcançar grupos brasileiros. Segundo o g1, o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) estão entre as organizações que, em tese, podem ser alvo do novo programa, já que os Estados Unidos classificam ambos como organizações criminosas transnacionais e, desde junho, como organizações terroristas estrangeiras. O texto do memorando, porém, não cita os dois grupos brasileiros nominalmente.

Para que PCC e CV entrem no escopo das operações, também precisam se enquadrar na definição de organizações envolvidas em crimes cibernéticos, conforme aponta o g1.

Como vai funcionar o programa

O memorando cria um programa sob responsabilidade do Centro Nacional de Coordenação (NCC), ligado à Força-Tarefa de Segurança Interna, com supervisão conjunta dos departamentos de Justiça e de Segurança Interna dos Estados Unidos, de acordo com a Casa Branca. Empresas selecionadas passarão por um processo de avaliação e assinarão contratos com o governo americano antes de atuar.

Duas modalidades de ação estão previstas. As operações de vigilância cibernética permitem acessar sistemas sem autorização para coletar informações e inteligência sobre os grupos criminosos. Já as operações de efeitos cibernéticos abrangem a manipulação, interrupção, degradação ou destruição de sistemas, redes e infraestruturas digitais usadas pelas organizações, segundo consta no texto obtido pela Reuters.

As empresas participantes precisarão manter uma garantia financeira de pelo menos US$ 1 milhão, valor que pode ser confiscado em caso de descumprimento das regras do contrato, informa a Reuters.

As autoridades terão até 60 dias para definir critérios como experiência técnica, histórico em operações cibernéticas e segurança das instalações envolvidas.

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Limites e regras de segurança

O memorando estabelece restrições para evitar escaladas. Empresas privadas não podem receber autorização para ações com risco de causar mortes ou ferimentos graves, nem para operações que possam ser interpretadas como uso da força ou ataque armado pelas regras do direito internacional.

Caso uma operação atinja de forma não intencional cidadãos americanos ou sistemas localizados nos Estados Unidos, ela deve ser interrompida e o governo precisa ser avisado imediatamente.

A Casa Branca justifica a medida citando o avanço de golpes financeiros, ataques de ransomware e esquemas de sextorsão coordenados por grupos criminosos baseados fora do país. Segundo o fact sheet divulgado pelo governo americano, os consumidores dos Estados Unidos reportaram perdas superiores a US$ 20,8 bilhões com crimes cibernéticos em 2025, e 73% dos adultos americanos já enfrentaram algum tipo de golpe ou ataque online.

Mudança de estratégia dos Estados Unidos

O jornal The Wall Street Journal observa que o governo americano vinha reservando um papel defensivo ao setor privado em questões de cibersegurança, geralmente como vítima de ataques. A publicação lembra que, desde novembro do ano passado, a Casa Branca já sinalizava uma mudança na estratégia nacional de cibersegurança, deslocando o foco de defesas online para uma postura mais ativa contra hackers de Estados-nação.

O memorando assinado nesta semana integra uma sequência de ações do governo Trump voltadas ao combate ao cibercrime, que inclui ordens executivas anteriores sobre proteção de infraestrutura crítica e uma lei de 2025 direcionada a golpes envolvendo imagens íntimas e deepfakes.

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"iFood chinês" lança caixa para motoboy que esquenta comida no trajeto

13 de Agosto de 2026, 17:40

A JD.com, gigante do e-commerce chinês que também atua no segmento de delivery, começou a usar uma nova caixa inteligente para entregadores que mantém a comida aquecida durante o trajeto. O equipamento X1 possui controle de temperatura e compartimentos separados para alimentos quentes e frios, e permite transportar os dois tipos de pedido ao mesmo tempo.

A novidade começou a ser adotada em maior escala na região de Yizhuang, em Pequim, que se tornou a primeira área da China com cobertura completa das novas caixas. As cidades de Suzhou, Jinhua e Suqian também já iniciaram a implementação da tecnologia.

Caixa mantém comida quente e bebida gelada

O principal diferencial da X1 é a divisão física do espaço interno em duas áreas independentes. O compartimento refrigerado trabalha com temperaturas entre -5 °C e 15 °C, enquanto a área destinada aos alimentos quentes permanece entre 40 °C e 55 °C.

Como cada parte possui seu próprio controle térmico, uma bebida gelada pode viajar na mesma caixa que uma refeição quente sem que um produto interfira na temperatura do outro.

JD.com X1 bag motoboy com aquecimento

A proposta tenta resolver justamente um dos problemas comuns das entregas de comida: a perda de temperatura durante o deslocamento entre o restaurante e o cliente, principalmente em trajetos mais longos.

Caixa também desinfeta o interior com luz UV

A JD.com também adicionou um sistema de desinfecção por luz ultravioleta dentro da X1. Segundo as informações divulgadas pela empresa, o recurso alcança uma taxa de esterilização de 99,99%.

A estrutura usa ainda um sistema de fechamento totalmente vedado. A proteção impede a entrada de poeira e ajuda a proteger os pedidos contra chuva e neve durante o transporte.

Outro detalhe curioso fica na parte externa. A caixa possui uma tela interativa na parte frontal, que pode exibir informações e conteúdos enquanto o entregador circula pelas ruas.

Os primeiros testes da X1 em situações reais foram concluídos em meados de julho. Agora, a JD.com avança para uma adoção em maior escala, com Yizhuang como primeira região de demonstração com cobertura completa do equipamento.

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Qual é a distância ideal entre o sofá e uma Smart TV de 70 polegadas?

13 de Agosto de 2026, 17:17

Uma Smart TV de 70 polegadas pode transformar sua sala em um verdadeiro cinema, mas o tamanho da tela exige atenção ao posicionamento do sofá. Ficar perto demais pode causar desconforto visual, enquanto uma distância muito grande reduz a sensação de imersão e faz com que parte da qualidade da imagem seja desperdiçada.

Assim como acontece com televisores de outros tamanhos, a distância ideal depende principalmente da resolução da tela e do campo de visão ocupado pelo aparelho. Nos modelos 4K, hoje predominantes no mercado, é possível sentar mais próximo da TV sem perceber os pixels, desde que a instalação siga uma proporção adequada.

Como calcular a distância ideal

Uma das referências mais utilizadas por fabricantes consiste em multiplicar o tamanho da televisão, em polegadas, por 1,2. O resultado representa a distância mínima recomendada para obter uma experiência confortável e bastante imersiva. Aplicando essa fórmula:

70 × 1,2 = 84 polegadas

Convertendo esse valor para o sistema métrico, chega-se a aproximadamente 2,13 metros. Na prática, isso significa que o sofá deve ficar a cerca de 2,1 metros da tela para que a imagem ocupe uma área significativa do campo de visão sem exigir movimentos constantes da cabeça ou dos olhos. Essa distância costuma oferecer um bom equilíbrio entre conforto e imersão para filmes, esportes e jogos.

Também existe um limite máximo recomendado. Acima de aproximadamente 4,4 metros, a tela passa a ocupar uma parcela menor da visão do espectador, reduzindo a sensação de envolvimento proporcionada por uma TV desse porte. Esse valor é obtido mantendo a mesma proporção utilizada para outros tamanhos de tela.

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A resolução influencia na distância?

Sim. A resolução determina o quão perto é possível ficar da televisão antes que os pixels se tornem perceptíveis.

Em uma Smart TV 4K de 70 polegadas, esse limite costuma ficar significativamente abaixo da distância mínima recomendada para assistir com conforto. Isso significa que, na prática, a distância de aproximadamente 2,1 metros continua sendo a melhor referência para aproveitar a imagem sem perda de qualidade.

O mesmo vale para modelos 8K, cuja densidade de pixels permite uma aproximação ainda maior, embora isso normalmente não seja necessário em uma sala residencial. Já uma TV Full HD do mesmo tamanho exige um afastamento maior para preservar a nitidez da imagem, pois os pixels ficam perceptíveis a distâncias mais elevadas.

Por esse motivo, televisores grandes costumam oferecer melhor experiência quando possuem resolução 4K ou superior.

O tamanho da sala também faz diferença

Mesmo respeitando a distância mínima, é importante avaliar as dimensões do ambiente. Em salas pequenas, uma TV de 70 polegadas pode ocupar praticamente toda a parede, tornando a experiência cansativa durante longos períodos de uso. Já em ambientes mais amplos, ela consegue preencher melhor o campo de visão sem parecer desproporcional.

Outro cuidado importante é instalar o televisor na altura correta. O centro da tela deve ficar aproximadamente na linha dos olhos de quem está sentado no sofá, reduzindo a necessidade de inclinar constantemente o pescoço.

Também vale evitar reflexos provocados por janelas e fontes intensas de iluminação, que podem comprometer a qualidade da imagem independente da distância escolhida.

TV Samsung

Vale a pena comprar uma TV de 70 polegadas?

Para quem dispõe de uma sala com pelo menos 2,1 metros entre o sofá e a televisão, uma Smart TV de 70 polegadas oferece excelente nível de imersão para conteúdos em 4K. O tamanho é suficiente para criar uma experiência próxima à de um cinema sem exigir um ambiente muito grande.

Antes da compra, o ideal é medir a distância disponível e verificar se o móvel ou a parede acomodam o aparelho com folga. Alguns minutos com uma trena ajudam a garantir que o investimento seja aproveitado ao máximo, proporcionando conforto visual e toda a qualidade que uma tela grande pode oferecer.

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TV Globinho volta à programação da Globo para reviver nostalgia

13 de Agosto de 2026, 17:08

Se você cresceu com os desenhos da TV Globinho e sente muita saudade daquela época, prepare o coração: a Globo confirmou o retorno do programa em uma edição especial como parte da campanha Criança Esperança 2026.

Grande sucesso da emissora nos anos 2000, a TV Globinho fez a alegria da criançada com a exibição de animações icônicas, como Três Espiãs Demais, Dragon Ball Z e Bob Esponja, apresentando ao público histórias que ficaram marcadas na infância de muita gente. 

Mas, como tudo que é bom dura pouco, o programa chegou ao fim em 2015 após ser exibido nas manhãs da TV Globo por mais de uma década, cedendo seu lugar definitivamente para o programa É de Casa após já ter sido substituído durante a semana pelo talk show Encontro

Quando a TV Globinho vai voltar?

De acordo com o g1, a TV Globinho vai voltar apenas no dia 10 de outubro em uma edição especial para comemorar o Criança Esperança, a tradicional campanha de mobilização social promovida pela Globo em parceria com a UNESCO.

Neste ano, o tema da campanha é “Protegendo o Futuro das Crianças”, com a nostalgia servindo como base para a programação. Nada mais justo, então, do que trazer a TV Globinho de volta para reencontrarmos personagens de desenhos que marcaram os anos 2000. 

Vale ressaltar que o retorno será pontual, servindo apenas como parte da Maratona da Esperança, que ocorre entre os dias 10 e 12 de outubro, período em que a emissora vai exibir conteúdos voltados ao tema da campanha deste ano.

Já o tradicional Show da Esperança será exibido na noite do dia 12 de outubro, segunda-feira, após a exibição da novela Quem Ama Cuida.

Aproveite para entrar no clima da nostalgia e relembrar Naruto e 7 desenhos clássicos da TV Globinho nos streamings antes de aproveitar o breve retorno de um dos programas infantis mais amados da televisão brasileira.

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Xiaomi revela primeiros celulares a receber HyperOS 4; o seu está na lista?

13 de Agosto de 2026, 17:00

A Xiaomi confirmou o início do programa beta do HyperOS 4, sua nova camada de personalização baseada no Android 17, e já divulgou a lista dos primeiros aparelhos que vão testar o sistema. A liberação começa em nesta sexta-feira (14), mas, por enquanto, fica restrita à China.

O lançamento será feito em três levas, com um total de 26 dispositivos contemplados até setembro. A primeira leva concentra os modelos mais recentes da marca, incluindo a linha Xiaomi 17 e os tablets Pad 8.

O que muda com o HyperOS 4

O novo sistema promete ganhos de desempenho em relação à versão anterior. Segundo a Xiaomi, o tempo de resposta pode melhorar em até 17,5%, enquanto a estabilidade dos aplicativos deve aumentar 28,9%. A empresa também menciona avanços no gerenciamento de memória, embora o resultado prático varie conforme o aparelho.

A inteligência artificial ocupa espaço central na atualização. O HyperOS 4 traz uma nova função de interação por IA e passa a integrar o modelo próprio da Xiaomi, o MiMo, que deve ajudar o sistema a lidar com tarefas mais complexas entre diferentes aplicativos. A interface também recebe mudanças visuais, com semelhanças ao design do iOS 26, e as animações aparecem mais fluidas do que as da versão anterior.

Xiaomi ainda não anunciou uma data para o beta global. A expectativa é que o teste internacional comece depois que o programa avançar na China, mas a empresa não deu prazos oficiais até o momento.

Quando cada aparelho recebe o beta

A primeira leva chega em 14 de agosto e reúne os smartphones mais recentes do catálogo. A segunda leva está marcada para 27 de agosto e amplia a lista para a linha Xiaomi 15 e outros modelos. A terceira e última etapa dessa fase inicial acontece em 17 de setembro, quando aparelhos das séries Redmi K80 e K100 entram no teste.

14 de agosto

  • Xiaomi 17
  • Xiaomi 17 Pro
  • Xiaomi 17 Pro Max
  • Xiaomi 17 Ultra
  • Redmi K90 Pro Max
  • Redmi K90
  • Xiaomi Pad 8
  • Xiaomi Pad 8 Pro

27 de agosto

  • Xiaomi 17T
  • Xiaomi 17T Pro
  • Xiaomi 17 Max
  • Xiaomi 15
  • Xiaomi 15 Pro
  • Xiaomi 15S Pro
  • Xiaomi 15 Ultra
  • Redmi K90 Max
  • Redmi K90 Ultra
  • Redmi K Pad 2

17 de setembro

  • Xiaomi Mix Flip 2
  • Redmi K80
  • Redmi K80 Pro
  • Redmi K80 Ultra
  • Redmi K100 Pro Max
  • Redmi K100 Pro
  • Xiaomi Pad 7S Pro 12.5
  • Xiaomi Pad 7 Ultra

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Jeep derruba preços do Renegade na cola da estreia do Avenger

13 de Agosto de 2026, 17:00

Procura um SUV para chamar de seu? Então vale a pena ficar de olho no Jeep Renegade, que já pode ser adquirido por R$ 124.990 — um desconto de R$ 5 mil em comparação com o preço de R$ 129.990, anunciado no lançamento do carro. Como de costume, a dica é ter atenção às condições da oferta.

Primeiro, o “precinho” vale só para as unidades na cor preta e se estende até o início de setembro, ou enquanto durarem os estoques. A versão Altitude segue como a porta de entrada para quem quer entrar no mundo Jeep, com motor 1.3 turbo de 176 cv com câmbio automático de seis marchas, sem auxílio elétrico híbrido. Para comparação, o carro sai mais em conta que o Nivus Comfortline, da Volkswagen, que costuma custar R$ 152.990.

Renegade Altitude 2027

O movimento de redução contraria a projeção inicial de aumento — quando a marca anunciou o Renegade Altitude, foi divulgado que o preço inicial iria valer somente para as 3 mil primeiras unidades, mas não foi o que aconteceu. De qualquer forma, a oferta chegou na esteira do lançamento do Jeep Avenger, o novo SUV de entrada da marca.

Como é o Jeep Renegade 2027

A linha 2027 do compacto renovou o design externo com para-choques destacados, grade frontal mais fechada e novas rodas de liga leve de 17” polegadas com acabamento diamantado. No interior, a cabine traz um painel reformulado que adota revestimentos em tecido nas faixas horizontais e nos painéis das portas, além do plástico rígido.

O modelo sai de fábrica equipado com central multimídia de 10,1” compatível com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, painel digital de 7” e ar-condicionado digital dual zone. A lista de segurança inclui seis airbags, faróis em LED, frenagem autônoma de emergência, detector de fadiga e alerta de mudança de faixa.

No fim, o Jeep Renegade Altitude 2027 por R$ 124.990 é uma compra bem interessante para quem quer um SUV que entrega desempenho imbatível na categoria graças ao motor e pacote caprichado na segurança e tecnologia. Apesar do acabamento interno mais simplificado na linha 2027 e da restrição à cor preta na oferta, a relação custo-benefício supera a de concorrentes.

Que tal aproveitar para conferir nossa matéria sobre a chegada do Jeep Avenger, que estreou “no precinho” para encarar as chinesas?

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Celular top da Sony mantém P2 e microSD — e está vendendo muito, diz marca

13 de Agosto de 2026, 16:56

A Sony revelou que o Xperia 1 VIII registra vendas fortes mesmo após um aumento de preço. O topo de linha também preserva dois recursos cada vez mais raros no segmento premium: entrada P2 para fones de ouvido e suporte para cartão microSD.

Executivos da companhia falaram sobre o desempenho do celular em uma entrevista à imprensa japonesa. Segundo a Sony, além das vendas fortes, o Xperia 1 VIII também alcançou um nível bastante alto de satisfação entre os compradores.

O bom desempenho não se limita ao Japão. A Sony afirma que as vendas do aparelho na Europa também cresceram de forma significativa, resultado associado à expansão dos canais de venda direta ao consumidor.

Sony mudou bastante a câmera telefoto

Uma das principais mudanças do Xperia 1 VIII está no conjunto fotográfico. Para instalar um sensor telefoto maior, a Sony precisou redesenhar o módulo de câmeras e abrir mão do sistema de distância focal variável usado na geração anterior.

O Xperia 1 VII tinha uma lente capaz de variar entre 85 mm e 170 mm. No novo modelo, a empresa adotou uma lente fixa de 70 mm para evitar que o corpo do celular ficasse consideravelmente mais espesso com o sensor maior.

Em compensação, a resolução do sensor telefoto saltou de 12 MP para 48 MP. Com isso, o Xperia 1 VIII consegue oferecer um enquadramento equivalente a 140 mm com zoom sem perda de qualidade, segundo a Sony.

P2 e microSD viraram parte da identidade do Xperia

Enquanto outras fabricantes eliminaram esses recursos de seus celulares mais caros, a Sony não parece disposta a abandonar o slot para microSD e a conexão P2 de 3,5 mm.

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 A própria empresa afirma que o suporte para cartão de memória aparece entre os principais motivos de compra citados pelos clientes em suas pesquisas. Para a Sony, os dois recursos já se tornaram parte inseparável da identidade da linha Xperia.

A estratégia diferencia o Xperia 1 VIII de boa parte dos celulares premium atuais, que normalmente oferecem apenas armazenamento interno fixo e dependem de fones Bluetooth ou adaptadores USB-C para áudio com fio.

Xperia 1 VIII tem Snapdragon 8 Elite Gen 5 e até 16 GB de RAM

O Xperia 1 VIII é equipado com o Snapdragon 8 Elite Gen 5, atual chipset topo de linha da Qualcomm. A Sony oferece duas configurações: 12 GB de RAM com 256 GB de armazenamento ou 16 GB de RAM com 1 TB. Nos dois casos, o espaço pode ser expandido com cartões microSDXC de até 2 TB.

A tela é OLED de 6,5 polegadas, com proporção 19,5:9 e resolução Full HD+ de 1080 x 2340 pixels. O painel oferece taxa de atualização de 120 Hz, HDR, cobertura de 100% do DCI-P3, gradação de cores em 10 bits e recursos de imagem derivados das TVs Bravia da Sony.

Na traseira, o celular tem três câmeras. A principal usa um sensor Exmor T de 48 MP efetivos, com tamanho de 1/1,35", lente equivalente a 24 mm e abertura f/1.9. Já a telefoto tem 48 MP efetivos, sensor Exmor RS de 1/1,56", lente de 70 mm e abertura f/2.8.

A ultrawide também tem 48 MP efetivos, com sensor Exmor RS de 1/1,56", distância focal equivalente a 16 mm, abertura f/2.0 e campo de visão de 104°. Na frente, há uma câmera de 12 MP, com lente de 24 mm e abertura f/2.0.

O conjunto traseiro usa lentes Zeiss e oferece recursos como rastreamento em tempo real, foco nos olhos de pessoas e animais, disparos de até 30 fps e zoom híbrido de até 17,5x. Para vídeos, o Xperia 1 VIII grava em 4K HDR a até 120 fps, com estabilização óptica SteadyShot, S-Cinetone, rastreamento de objetos e modos profissionais.

A bateria tem 5.000 mAh, com carregamento rápido via USB Power Delivery, recarga sem fio Qi e carregamento reverso. A Sony promete autonomia de até dois dias e afirma que o sistema de proteção da bateria foi desenvolvido para preservar sua saúde por até quatro anos.

O Xperia 1 VIII sai de fábrica com Android 16. A política oficial prevê até quatro atualizações de versão do Android e seis anos de atualizações de segurança.

Preço e disponibilidade

O Xperia 1 VIII já está à venda no Reino Unido. Na loja oficial da Sony, a versão com 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, na cor Graphite Black, custa £ 1.399, cerca de R$ 9.574 em conversão direta, sem considerar impostos ou outros custos de uma eventual importação.

Até o momento, não há informações sobre a chegada oficial do Xperia 1 VIII ao Brasil.

 

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Magalu dá R$ 500 de desconto em celular top da Samsung: S25 Edge de 512 GB

13 de Agosto de 2026, 16:50

Quem procura um celular premium da Samsung com bastante armazenamento pode aproveitar uma oferta do Magalu. O Galaxy S25 Edge de 512 GB está saindo por R$ 3.999 no PIX, após aplicação do cupom TEL500. O desconto de R$ 500 é aplicado sobre o valor de R$ 4.499, fazendo o aparelho ficar praticamente no mesmo preço do Galaxy S25 convencional de 256 GB. A oferta ainda inclui frete grátis para algumas regiões.

Vale a pena comprar o Galaxy S25 Edge?

O Galaxy S25 Edge é uma opção interessante principalmente para quem procura um celular top de linha, mas não quer carregar um aparelho grande e pesado no bolso. O modelo se destaca pelo corpo bastante fino, com apenas 5,8 mm de espessura, além de pesar cerca de 163 gramas.

Mesmo com o perfil fino, a Samsung mantém especificações de categoria premium. O aparelho traz uma tela AMOLED de 6,7 polegadas com resolução QHD+ e taxa de atualização de 120 Hz, oferecendo mais espaço que o Galaxy S25 convencional para vídeos, jogos e navegação.

Por dentro, o S25 Edge utiliza o Snapdragon 8 Elite for Galaxy, acompanhado por 12 GB de RAM. É uma configuração preparada para aplicativos pesados, jogos e recursos do Galaxy AI, além de colocar o aparelho no mesmo patamar de desempenho dos demais integrantes premium da família S25.

S25 edge

A versão desta promoção também chama atenção pelos 512 GB de armazenamento interno. É o dobro do espaço oferecido pelo Galaxy S25 de 256 GB usado como alternativa neste comparativo, algo relevante para quem guarda muitos vídeos, fotos, jogos e aplicativos no celular.

Nas câmeras, o Galaxy S25 Edge aposta em um sensor principal de 200 MP, acompanhado por uma câmera ultrawide de 12 MP. Ele não possui o conjunto de quatro câmeras do S25 Ultra, especialmente as opções dedicadas ao zoom, mas ainda entrega um conjunto avançado para fotos e vídeos.

O preço torna a oferta especialmente interessante. Por apenas cerca de R$ 1 a mais que o Galaxy S25 de 256 GB considerado neste comparativo, o comprador leva o dobro de armazenamento, tela maior e o design ultrafino característico do Edge. Já o S25 Ultra de 512 GB custa aproximadamente R$ 2.800 a mais.

Comparativo

Característica Galaxy S25 Edge Galaxy S25 Ultra Galaxy S25
Preço R$ 3.999 R$ 6.799 R$ 3.998
Armazenamento 512 GB 512 GB 256 GB
Memória RAM 12 GB 12 GB 12 GB
Tela AMOLED 6,7" AMOLED 6,9" AMOLED 6,2"
Taxa de atualização 120 Hz 120 Hz 120 Hz
Processador Snapdragon 8 Elite for Galaxy Snapdragon 8 Elite for Galaxy Snapdragon 8 Elite for Galaxy
Câmera principal 200 MP 200 MP 50 MP
Conjunto traseiro Duplo Quádruplo Triplo
Destaque Design ultrafino + 512 GB Câmeras e recursos Tamanho compacto

Qual vale mais a pena?

O Galaxy S25 Edge de 512 GB é a escolha mais atraente desta comparação pelo preço atual. Por R$ 3.999,10, ele custa praticamente o mesmo que o Galaxy S25 de 256 GB, mas oferece o dobro de armazenamento, tela maior e câmera principal de 200 MP, além do corpo ultrafino.

O Galaxy S25 Ultra continua sendo a alternativa para quem prioriza câmeras, especialmente recursos de zoom, tela maior e o conjunto mais completo da geração. Porém, os R$ 6.799 cobrados pela versão de 512 GB representam uma diferença considerável.

Já o Galaxy S25 faz mais sentido para quem prefere um smartphone compacto. Entretanto, pelo preço informado de R$ 3.998, fica difícil escolhê-lo diante da promoção do S25 Edge, especialmente considerando os 512 GB de armazenamento oferecidos pelo modelo em oferta.

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ASUS lança notebook com duas telas e melhor chip da Intel

13 de Agosto de 2026, 16:02

A ASUS lançou nesta quarta-feira (12) o Zenbook Duo no Brasil, notebook com duas telas OLED de 14 polegadas e teclado destacável. O modelo chega ao país com o processador Intel Core Ultra X9, primeira máquina brasileira com o chip.

O lançamento acontece pouco depois de a ASUS assumir a liderança de mercado de notebooks no Brasil, segundo dados da consultoria GfK citados pela empresa. O Zenbook Duo é o sucessor direto do ASUS Taichi, lançado em 2012 e apontado pela marca como o primeiro notebook de duas telas do mundo.

O Canaltech acompanhou o evento de lançamento em São Paulo (SP), onde executivos da ASUS detalharam as tecnologias por trás do produto e reforçaram o peso do design na proposta da linha.

Design em Ceraluminum

O chassi é feito em Ceraluminum, material que combina cerâmica e alumínio por um processo de fusão elétrica. Segundo Murilo Tunholi, Technical PR da ASUS, o revestimento deixa o notebook mais leve e mais resistente a arranhões do que o alumínio tradicional, além de manter a aparência com o uso.

A superfície recebeu tratamento hidrofóbico e oleofóbico, o que facilita a limpeza de marcas de dedo. As cores da linha remetem a elementos da natureza, e o tom do Zenbook Duo se inspira nas pedras da costa da Irlanda.

O peso total do conjunto é de 1,65 kg, sendo 1,35 kg do notebook e 300 g do teclado destacável. Em comparação com a geração 2024, o vão entre as duas telas foi reduzido em 70%, e a dobradiça ficou menor.

Manuel Castro, diretor comercial da ASUS Brasil, também destacou o peso como diferencial da linha em entrevista ao Canaltech. "Eu acho que o peso dele é um diferencial muito grande, você tem essa mobilidade para levar para onde você quiser", afirmou o executivo.

ASUS Zenbook Duo

Cinco modos de uso

O Zenbook Duo funciona em cinco configurações. No modo notebook, o teclado fica encaixado sobre a tela inferior, reproduzindo o uso tradicional. No modo tela dupla, o teclado pode ser removido e apoiado à frente das telas, liberando espaço para multitarefas.

O modo desktop organiza as duas telas na vertical lado a lado, alcançando quase 20 polegadas de área somada, voltado a quem programa ou trabalha com múltiplos documentos. Já o modo compartilhado deixa o notebook plano sobre a mesa, com as telas abertas em 180 graus, para apresentar conteúdo a outra pessoa sem depender de monitor externo.

Segundo Tunholi, uma pesquisa global feita pela ASUS com usuários da marca apontou portabilidade, desempenho, bateria e durabilidade como as prioridades mais citadas para um notebook de duas telas. O levantamento também mostrou que 91% dos entrevistados usam uma segunda tela ao menos uma vez por semana, e 64% recorrem a monitores externos fixos no dia a dia.

Para controlar a interação entre as telas, a ASUS desenvolveu o aplicativo Screen Expert, que permite ajustar brilho, mover janelas entre as telas e abrir um teclado ou touchpad virtual por gestos.

Especificações completas

O processador Intel Core Ultra X9, da Série 3, tem 16 núcleos e vem acompanhado dos gráficos integrados Intel Arc B390. A plataforma completa alcança até 180 TOPS em tarefas de inteligência artificial. Testes internos da ASUS apontam ganhos de até 26% em multitarefas, 112% em desempenho gráfico para jogos e 203% em processamento de IA frente à geração anterior do notebook.

O resfriamento usa duas ventoinhas com 97 pás cada, o que permite um TDP de até 45 W, acima da média de notebooks de produtividade, que costuma ficar entre 25 W e 30 W.

As duas telas são do tipo ASUS Lumina Pro OLED, com 14 polegadas, resolução 2.8K, revestimento antirreflexo e taxa de atualização variável de até 144 Hz. O brilho chega a 1.000 nits, o dobro do registrado na geração anterior do Zenbook Duo. O áudio conta com seis alto-falantes, dois tweeters frontais e quatro woofers, com volume 125% maior do que o modelo antecessor.

A bateria é dividida em duas unidades de 49,5 Wh cada, somando 99 Wh de capacidade total. E o número não é aleatório. Segundo Tunholi, agências de aviação civil limitam em 100 Wh a capacidade de baterias que podem embarcar em aviões sem autorização especial, e o limite absoluto para qualquer equipamento é de 160 Wh.

Com essa capacidade, o notebook promete até 32 horas de reprodução de vídeo offline usando uma única tela, ou 18 horas de uso contínuo com as duas telas ligadas. O carregamento rápido leva a bateria a 60% em 49 minutos, por USB tipo C.

Em conectividade, o Zenbook Duo tem portas Thunderbolt 4, USB tipo C, USB tipo A, entrada HDMI e conector de áudio. O touchpad suporta os gestos inteligentes já usados em outras linhas da ASUS, como o VivoBook.

Evento ASUS Zenbook Duo

Chegada ao Brasil e preço

O Zenbook Duo já havia sido apresentado em outros mercados antes de chegar ao Brasil, mas a ASUS nega qualquer atraso ligado à crise global de componentes que afeta memória RAM e SSDs. Manuel Castro afirmou ao Canaltech que o momento do lançamento foi definido pela companhia, e não por dificuldades de fornecimento.

"Nós não atrasamos, nós trouxemos no momento certo, que foi agora. O custo não impactou a gente disponibilizar esse produto para o mercado brasileiro", disse Castro.

O executivo reconheceu que um cenário de custos mais baixos poderia resultar em um preço menor, mas classificou o valor cobrado como justo para as especificações entregues.

O Zenbook Duo custa R$ 29.999, valor R$ 7.000 mais alto do que o Zenbook A16, outro notebook topo de linha lançado pela ASUS no Brasil em julho, equipado com o processador Qualcomm X2 Elite Extreme e vendido por R$ 22.999. A diferença acompanha a proposta distinta dos dois modelos, já que o A16 aposta em uma única tela de alto desempenho, enquanto o Duo soma o custo de duas telas OLED e do sistema de dupla bateria.

Sobre a possibilidade de versões mais baratas com duas telas no futuro, Castro afirmou que a ASUS não tem planos imediatos.

"A partir do momento que tem escala, você consegue trazer o produto para um patamar de preço mais acessível. Nesse momento, não", disse o executivo, citando o cenário global de custos elevados para componentes ligados à produção de IA.

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Fone top com cancelamento de ruído aparece com preço no chão no Mercado Livre

13 de Agosto de 2026, 15:37

Quem procura um fone sem fio premium com cancelamento de ruído pode aproveitar uma oferta do Mercado Livre. O HUAWEI FreeBuds Pro 5 está saindo por R$ 765,62, após aplicação do cupom TECHMECASA. A promoção reduz bastante o preço do fone, que aparece anunciado originalmente por R$ 1.699. Considerando os descontos indicados na oferta, a economia chega a aproximadamente R$ 950. Além disso, é possível pagar em até 15x sem juros de R$ 51,04 usando o cartão Mercado Pago.

Vale a pena comprar o HUAWEI FreeBuds Pro 5?

O HUAWEI FreeBuds Pro 5 é um fone sem fio premium da marca e chama atenção principalmente pela combinação de cancelamento ativo de ruído e recursos avançados de áudio. Isso coloca o modelo como alternativa aos principais fones premium da Samsung e da Apple, mas com uma diferença considerável de preço nesta promoção.

O cancelamento de ruído é um dos principais recursos para quem pretende usar o fone no transporte público, durante viagens ou em ambientes movimentados. A tecnologia trabalha para reduzir os sons externos e deixar músicas, podcasts e chamadas mais fáceis de ouvir sem depender apenas do aumento do volume.

A proposta premium também inclui foco na qualidade sonora e no uso cotidiano com celulares. O FreeBuds Pro 5 faz parte da linha mais avançada de fones TWS da HUAWEI, sendo indicado para quem procura um modelo mais completo do que os fones Bluetooth básicos encontrados na mesma faixa de preço desta promoção.

HUAWEI FreeBuds Pro 5

Outro diferencial importante neste caso é justamente o valor. Por R$ 765,62, o FreeBuds Pro 5 custa cerca de R$ 403 menos que o Galaxy Buds4 e aproximadamente R$ 1.334 menos que o AirPods Pro 3 nos preços considerados neste comparativo.

A possibilidade de parcelamento também torna a oferta mais interessante. Utilizando o cartão Mercado Pago, o preço promocional pode ser dividido em 15 parcelas sem juros de R$ 51,04, segundo as condições apresentadas pelo Mercado Livre. Para chegar ao valor anunciado, é necessário aplicar o cupom TECHMECASA, que oferece 10% de desconto dentro das regras da promoção.

Comparativo

Característica HUAWEI FreeBuds Pro 5 Samsung Galaxy Buds4 Apple AirPods Pro 3
Preço R$ 765,62 R$ 1.169 R$ 2.100
Categoria Premium Premium Premium
Formato Intra-auricular Intra-auricular Intra-auricular
Cancelamento ativo de ruído Sim Sim Sim
Áudio de alta qualidade Sim Hi-Fi Sim
Recursos de IA Recursos inteligentes Galaxy AI + Gemini Tradução ao Vivo
Ecossistema HUAWEI / multiplataforma Galaxy Apple
Destaque Preço e cancelamento de ruído Integração com Galaxy Integração com iPhone

Qual vale mais a pena?

O HUAWEI FreeBuds Pro 5 leva vantagem principalmente pelo preço. A R$ 765,62, o modelo permite entrar na categoria de fones premium com cancelamento ativo de ruído gastando consideravelmente menos que nas duas alternativas deste comparativo. O parcelamento em até 15 vezes sem juros também pesa a favor da promoção.

O Galaxy Buds4 custa mais, mas pode fazer sentido para quem já utiliza um celular Samsung e valoriza a integração com o ecossistema Galaxy, além dos recursos de Galaxy AI e Gemini.

Já o AirPods Pro 3 é a opção mais cara do comparativo, chegando a R$ 2.100. Seu principal apelo está para usuários de iPhone que querem aproveitar a integração com o ecossistema Apple e recursos como cancelamento ativo de ruído, medição de frequência cardíaca e Tradução ao Vivo.

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Instagram muda logotipo pela primeira vez em 10 anos; veja como ficou

13 de Agosto de 2026, 15:34

O Instagram apresentou nesta quinta-feira (13) uma nova wordmark, o logotipo escrito que aparece no topo do aplicativo. É a primeira mudança nesse elemento desde 2016, segundo Adam Mosseri, chefe da rede social, que anunciou a atualização em publicação no próprio Instagram e também no Threads.

O ícone do aplicativo, o quadrado com gradiente colorido que representa uma câmera, permanece igual. A mudança está restrita ao nome escrito, que passa a usar uma tipografia com curvas cursivas nas letras "s", "r" e "g", em contraste com o traçado mais reto da versão anterior.

Mosseri afirmou que a wordmark não era atualizada havia dez anos e que o novo desenho é "mais limpo e moderno", com referências ao logotipo original e à simplicidade que sempre marcou a marca. A TechCrunch classificou a descrição do executivo como "mais afiada e moderna".

Usuários notaram rapidamente que o novo "r" pode ser confundido com um "z" ou um "u", e que o "s" lembra um "a". A combinação gerou piadas nas redes sociais, com internautas lendo a palavra como "Instagzam" ou "Instagwam". O consultor de mídias sociais Matt Navarra chamou o resultado de fresco e fiel ao original, apesar das brincadeiras.

Parte da reação também cobrou o Instagram por prioridades. A conta "Resiliência Humana", com 12,9 milhões de seguidores, questionou Mosseri sobre a falta de suporte a criadores que perdem contas sem explicação, enquanto a plataforma investe em identidade visual.

Veja como ficou a nova logo:

Instagram new logo

Quarta mudança de logotipo em 16 anos

A atualização desta quinta-feira é a quarta alteração relevante na identidade visual do Instagram desde o lançamento do aplicativo, em outubro de 2010. A primeira versão, criada pelo fotógrafo Cole Rise, trazia uma câmera retrô inspirada em modelos Bell & Howell dos anos 1950, com textura de couro e uma faixa colorida no visor.

Em 2016, a equipe interna liderada por Ian Spalter substituiu a câmera realista por um glifo plano com gradiente de cores, o desenho que ainda hoje ocupa a tela inicial dos smartphones. Em 2022, a artista Rose Pilkington assinou um novo refinamento do gradiente, mais saturado e produzido com modelagem 3D, período em que o Instagram também introduziu a fonte própria Instagram Sans.

A wordmark lançada agora não altera o ícone consolidado em 2022 nem retoma o glifo de câmera usado até 2016. A Meta não confirmou se uma atualização do ícone está prevista.

Contexto do momento

A mudança tipográfica chega em um período de atenção regulatória sobre o Instagram. A plataforma enfrenta questionamentos na Europa sobre design considerado viciante e responde a processos nos Estados Unidos relacionados aos efeitos do aplicativo sobre usuários jovens, incluindo um julgamento em curso no Tennessee.

A companhia também recuou recentemente de uma função de geração de imagens por inteligência artificial após críticas relacionadas a privacidade. Nenhum desses episódios tem relação direta com a troca da wordmark, mas explica parte do ceticismo com que a novidade foi recebida nas redes.

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Xiaomi lança aquecedor de água para acabar com chuveiro elétrico

13 de Agosto de 2026, 15:31

A Xiaomi lançou na China um novo aquecedor elétrico de água de 80 litros que surge como alternativa ao chuveiro elétrico tradicional. O Mijia Smart Electric Water Heater Pro armazena a água aquecida e promete abastecer vários banhos seguidos, com potência de 3.300 W.

Um dos principais destaques está na tecnologia de expansão dinâmica de capacidade. Segundo a fabricante, o reservatório de 80 litros consegue fornecer o equivalente a cerca de 1.120 litros de água quente, graças a um sistema que amplia em até 14 vezes o volume disponível para uso.

Aquecedor tem dois reservatórios

O novo aquecedor da Xiaomi utiliza um sistema de dois reservatórios com aquecimento rápido de 3.300 W. O usuário pode escolher entre usar apenas um deles ou os dois, de acordo com a quantidade de água necessária.

O modo de reservatório único atende usos rápidos, como pela manhã, enquanto o funcionamento com os dois compartimentos busca manter água quente disponível por mais tempo. A proposta é atender casas com várias pessoas ou até imóveis com mais de um banheiro.

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 A temperatura pode ser regulada entre 30 °C e 80 °C. O aparelho trabalha em 220 V e tem classificação IPX4 contra respingos de água.

Outro diferencial é o sistema que libera pequenas quantidades de estrôncio e zinco na água. A Xiaomi chama o recurso de “banho de água mineral” e afirma que a composição ajuda a reduzir os efeitos da água dura durante o banho.

Sistema promete reduzir formação de resíduos

A Xiaomi também adotou um sistema próprio de purificação para diminuir o acúmulo de resíduos dentro do aparelho. De acordo com a marca, a tecnologia atinge 98,3% de eficiência contra a formação de incrustações.

O conjunto ainda utiliza íons de prata e promete taxa antibacteriana de 99,99%. A fabricante afirma que isso reduz a necessidade de limpeza interna do reservatório e também elimina a troca periódica da barra de magnésio.

Apesar da capacidade de 80 litros, o aquecedor tem formato achatado para ocupar menos espaço na parede. Ele mede 890 x 607 x 357 mm, pesa 34 kg e tem apenas 357 mm de profundidade.

O produto também faz parte do ecossistema conectado da Xiaomi e aceita controle remoto e automações pelo sistema Xiaomi HyperOS Connect.

Preço e disponibilidade

O Mijia Smart Electric Water Heater Pro tem preço sugerido de ¥ 2.499, cerca de R$ 1.924 em conversão direta. Durante o lançamento, o aquecedor será vendido por ¥ 2.299, aproximadamente R$ 1.770.

Com o subsídio oferecido pelo governo chinês, o valor pode cair para ¥ 1.954,15, equivalente a cerca de R$ 1.505 na cotação atual.

A Xiaomi oferece cinco anos de garantia para o aparelho e promete a substituição gratuita do produto por até oito anos em caso de vazamento no reservatório. Até o momento, não há informações sobre lançamento em outros mercados.

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Abandono de pets pode render sanções na CNH; saiba mais

13 de Agosto de 2026, 15:05

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta (12) um projeto de lei que prevê a suspensão e a cassação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de quem usar o carro para abandonar animais.

A medida altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), porque classifica a prática como infração gravíssima. Neste caso, a punição vai da suspensão do direito de dirigir por um ano e multa multiplicada por dez. Além disso, o valor cobrado na multa dobrará nos casos em que o abandono resultar em atropelamento, lesão corporal ou morte do animal.

Note que a sanção inicial prevê a suspensão da habilitação por 12 meses, mas o prazo sobe para 18 meses caso a infração envolva cães ou gatos. Se o motorista reincidir na conduta em um intervalo de até 24 meses, a habilitação é cassada de forma definitiva.

Abandono de animais

A proposta busca combater a má conduta daqueles que usam carros para transportar animais a locais distantes, dificultando o resgate e expondo-os a maus-tratos. Vale lembrar que as penalidades valem também para o transporte e abandono promovido com embarcações aquáticas, como lanchas e barcos a motor.

gato carro

De acordo com o parecer da relatoria, o emprego de meios de transporte para essa finalidade amplia a gravidade da conduta, além de criar riscos diretos à segurança viária e à preservação da fauna. Para virar lei, o texto ainda precisa da aprovação do Senado e da sanção presidencial.

Será que você sabe quais infrações te fazem perder a "carta"?

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IA do YouTube agora está disponível para todos os usuários

13 de Agosto de 2026, 15:04

O YouTube ampliou o acesso ao Ask YouTube, ferramenta de busca conversacional baseada em inteligência artificial. Antes disponível apenas para assinantes do YouTube Premium, o recurso agora pode ser usado por todos os usuários dos Estados Unidos que estejam conectados à conta e tenham pelo menos 13 anos. 

A ferramenta foi criada para responder a perguntas mais complexas e ajudar na exploração de assuntos dentro do YouTube. Em vez de apresentar apenas uma lista de vídeos, a IA organiza informações e combina diferentes conteúdos da plataforma para responder às solicitações. O sistema também busca dados em tempo real na web para complementar as respostas e lidar com perguntas que exigem dados de diferentes fontes.

Por enquanto, o Ask YouTube está disponível em computadores, celulares Android e iPhone, smart TVs e consoles de videogame, mas ainda há limitações. O recurso funciona apenas em inglês e nos Estados Unidos. Contas infantis supervisionadas e o YouTube Kids não têm acesso à ferramenta e o suporte para Apple TV ainda não está disponível. 

Apesar da integração com diferentes fontes, playlists e conteúdos exclusivos do YouTube Premium não podem aparecer nas respostas geradas pelo Ask YouTube. As buscas também podem levar mais tempo para carregar do que as pesquisas tradicionais por palavras-chave, já que a IA precisa analisar diferentes formatos de conteúdo e informações da web antes de montar a resposta.

YouTube genérica

Como funciona a IA do Youtube?

O Ask YouTube funciona como um chatbot integrado à busca da plataforma. O usuário pode fazer perguntas em linguagem natural, receber uma resposta e continuar a conversa com novas perguntas para aprofundar o assunto. 

A IA também consegue combinar diferentes formatos de conteúdo. As respostas podem reunir vídeos longos, Shorts e textos explicativos, além de destacar trechos específicos de vídeos relacionados à pergunta. Ao selecionar um desses clipes, o usuário é levado ao momento do vídeo considerado mais relevante para a resposta. Também é possível pedir informações adicionais ou especificar o estilo e o tom desejados na resposta, seja por texto ou voz.

Youtube

Um dos exemplos apresentados pelo YouTube é o planejamento de uma viagem, em que a ferramenta pode organizar um roteiro com diferentes etapas e indicar conteúdos que ajudem a explorar o assunto.

O YouTube alerta que as respostas do Ask YouTube têm caráter informativo e podem apresentar erros. A empresa recomenda atenção especial em assuntos médicos, jurídicos e financeiros, que devem ser confirmados com profissionais.

As conversas também podem ser analisadas por especialistas humanos para ajudar no desenvolvimento e na melhoria da ferramenta. Segundo o YouTube, as interações são desvinculadas da Conta do Google e passam por sistemas que removem informações pessoais, como endereços de e-mail e números de telefone.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por saber como assistir a vídeos no YouTube em janela flutuante no PC

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Hogwarts Legacy 2 vem aí! Warner Bros. confirma produção da sequência

13 de Agosto de 2026, 15:03

A Warner Bros. Games confirmou oficialmente que a sequência de Hogwarts Legacy está em produção em uma carta enviada aos acionistas na última quinta-feira (6). O jogo, ambientado no universo de Harry Potter, foi o título mais vendido de 2023, ano de Baldur's Gate 3, Marvel's Spider-Man 2 e The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom.

Antes de revelar a produção de Hogwarts Legacy 2, a Warner Bros. Games recapitulou seus últimos lançamentos. "Durante o segundo trimestre, lançamos LEGO Batman: Legacy of the Dark Knight (o jogo LEGO com a melhor avaliação de todos os tempos) e Game of Thrones: Dragonfire, nosso segundo jogo mobile do universo de Game of Thrones", diz a carta.

Esses projetos fazem parte da nova estratégia da divisão de games da empresa em investir em suas quatro franquias principais de mais de US$ 1 bilhão, "com investimentos disciplinados em menos títulos, porém de maior convicção". Os quatro pilares da nova reestruturação da produtora são Harry Potter, Game of Thrones, Mortal Kombat e DC.

A Warner Bros. Games escreveu: "Esperamos que a divisão de Games contribua de forma mais significativa para a lucratividade do segmento à medida que nosso pipeline se expande, incluindo o segundo capítulo de Hogwarts Legacy". A carta, então, oficializa a sequência do jogo de 2023, até então não mencionada pela produtora.

Uma vaga de emprego descoberta no fim do ano passado também indicava a existência de Hogwarts Legacy 2. A empresa estava contratando programadores de gameplay com experiência em títulos single-player com foco em história, o que sugere um foco 100% na narrativa e descarta qualquer ponto relacionado a multiplayer.

Warner Bros. voltando aos games?

A Warner Bros. Games cometeu muitos erros na atual geração, em especial com jogos como Esquadrão Suicida, que deu um prejuízo de US$ 200 milhões aos cofres da empresa, ou mesmo o fracassado MultiVersus.

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LG inaugura fábrica gigante de R$ 1,5 bilhão no Brasil; entenda estratégia da marca

13 de Agosto de 2026, 14:31

A LG inaugurou nesta quinta-feira (13) sua mega fábrica fábrica de geladeiras em Fazenda Rio Grande (PR), na Região Metropolitana de Curitiba. Com investimento de R$ 1,5 bilhão, o complexo representa uma nova etapa da operação da empresa no Brasil, que completa 30 anos em 2026. 

A unidade foi projetada para ampliar a capacidade de atendimento ao mercado brasileiro, reduzir prazos logísticos e adaptar os produtos aos hábitos dos consumidores. O primeiro modelo produzido no local é a linha Duplex B472, desenvolvida com recursos voltados às necessidades do país.

Fábrica tem capacidade para mais de 600 mil geladeiras

O novo complexo possui 770 mil metros quadrados de área total, sendo 70 mil m² construídos. A estrutura foi desenvolvida sob padrões globais de automação, segurança e controle de qualidade.

Em ritmo máximo, a linha de produção pode liberar uma geladeira a cada 14 segundos, o equivalente a mais de 230 unidades por hora. A capacidade instalada supera 600 mil geladeiras por ano, inicialmente com a operação em um único turno.

LG fábrica

A produção nacional também deve trazer ganhos logísticos. Segundo a LG, fabricar os produtos no Paraná pode reduzir em até 80% o tempo de entrega ao varejo, facilitando o abastecimento das lojas e permitindo uma resposta mais rápida a variações regionais de demanda.

Durante o evento de inauguração, a equipe do Canaltech conversou com Rodrigo Fiani, vice-presidente de vendas da LG Electronics Brasil. O executivo explicou que a localização foi escolhida, entre outros fatores, pela posição estratégica do Paraná:

"O Paraná ajuda a gente na cadeia logística e na cadeia de suprimentos. Em outras regiões, como Manaus, o frete é muito caro."

LG quer democratizar tecnologias premium

A primeira linha produzida na fábrica é a Duplex B472, que chega ao mercado em quatro versões, com opções em Inox, Black e branca. Os modelos mais completos contam com painel digital externo ampliado, enquanto outras versões adotam um visual mais minimalista.

Entre os recursos disponíveis estão Door Cooling, que distribui o ar frio de maneira mais uniforme, Hygiene Fresh, voltado à filtragem do ar interno, LG ThinQ, para controle remoto pelo celular e Smart Diagnosis, que auxilia na identificação de possíveis problemas.

A linha também oferece recursos como Express-Freeze, Cleaning Time e Compressor Inverter, além da tecnologia Bivolt, uma adaptação especialmente relevante para o mercado brasileiro.

A estratégia da companhia é levar recursos tecnológicos a diferentes faixas do portfólio. "Vamos trazer tecnologia, alto valor agregado para toda a escala, desde o mais simples até o Side by Side", explicou Fiani ao Canaltech.

Pesquisa ajudou a adaptar produtos ao Brasil

A LG também criou um núcleo local de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), com quase 40 profissionais. Antes do início da produção, a equipe realizou pesquisas em residências das cinco regiões do Brasil para identificar hábitos e dificuldades dos consumidores.

O trabalho analisou desde limitações de espaço para transportar uma geladeira por portas e elevadores até formas de armazenar alimentos e organizar os compartimentos internos.

As informações serviram de base para adaptações de design e ergonomia dos produtos. A iniciativa faz parte do posicionamento "Brasileira, do jeito que deve ser", adotado pela marca para a nova fase da categoria no país.

Nova fábrica amplia presença industrial da LG

Fábrica LG

A unidade de Fazenda Rio Grande é a segunda base industrial da LG no Brasil. Ela complementa a fábrica de Manaus (AM), que já produz televisores, equipamentos de áudio e vídeo, monitores, micro-ondas e produtos de climatização.

O novo complexo também foi planejado para permitir uma futura expansão do portfólio e apoiar possíveis exportações para outros países da América do Sul.

Além das geladeiras, a LG já avalia nacionalizar outros produtos. Segundo Fiani, a categoria de lavadoras está entre os próximos passos: a empresa pretende primeiro testar um modelo importado e, caso a estratégia funcione, avançar para a produção nacional.

"Optamos pelo Brasil porque acreditamos que existe espaço no mercado para trazer produtos com alta tecnologia. O Paraná também ajuda muito na parte logística. O que deixamos claro na estratégia de produto é que vamos trazer tecnologia e alto valor agregado para toda a escala, desde o modelo mais simples até o Side by Side", afirmou o executivo.

Expansão da operação

A expansão da operação paranaense não deve ficar restrita às geladeiras. Questionado pelo Canaltech sobre os próximos produtos, Fiani afirmou que a LG pretende avançar para a categoria de lavadoras.

"A gente vai trazer um modelo importado para testar um pouco. Funcionando, vamos nacionalizar."

Com a nova fábrica, a LG busca combinar escala, produção local e desenvolvimento de produtos adaptados ao consumidor brasileiro, fortalecendo sua atuação no segmento de linha branca no país. Quer saber mais? Conheça as novas geladeiras da LG economizam até 52% de energia.

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Adotar IA ficou fácil. Difícil é fazê-la gerar resultado com orquestração

*Por Rafael Silva

A velocidade com que novos modelos de inteligência artificial generativa foram incorporados ao mercado fez com que organizações de todos os setores corressem para experimentar aplicações, lançar pilotos e identificar oportunidades de ganho de produtividade. O movimento foi tão intenso que a adoção da IA rapidamente se tornou uma expectativa do mercado.

No entanto, hoje temos um novo cenário e a discussão já não está concentrada em como adotar inteligência artificial, mas em como fazer com que ela opere de maneira consistente dentro do negócio. Em outras palavras, estamos entrando em uma nova fase que é a da IA operacional.

Essa mudança de perspectiva é sustentada por números. Segundo o estudo KPMG Global AI in Finance 2026, o uso ativo da inteligência artificial nas áreas financeiras saltou de 30% para 75% entre 2024 e 2026. O Brasil aparece entre os países mais avançados nessa jornada, com 91% das instituições utilizando IA em atividades como planejamento financeiro, elaboração de relatórios e análises comerciais, percentual superior à média global, de 76%.

Os dados mostram que o acesso à tecnologia deixou de ser um fator de diferenciação. Quando praticamente todas as organizações passam a utilizar inteligência artificial, a vantagem competitiva migra para outro lugar, que é a capacidade de transformar essa inteligência em execução.

O desafio deixou de ser tecnológico

À medida que a IA passa a fazer parte da operação das empresas, surgem desafios que não serão resolvidos por modelos mais sofisticados ou por maior capacidade computacional. A questão central passa a ser como integrar essa inteligência aos processos que sustentam o negócio.

Isso significa garantir que decisões ocorram dentro de regras previamente estabelecidas, que informações circulem entre diferentes sistemas, que exceções sejam tratadas corretamente e que exista rastreabilidade suficiente para atender requisitos de governança, compliance e auditoria.

Segundo a pesquisa, organizações apoiadas por estruturas robustas de governança e controles corporativos apresentam taxas de melhoria entre três e seis vezes superiores às daquelas que utilizam inteligência artificial sem mecanismos formais de supervisão.

O estudo também mostra que 88% dos executivos brasileiros afirmam que seus investimentos em IA já atendem ou superam as expectativas de retorno sobre investimento, enquanto 67% relatam melhora direta na qualidade das decisões.

Esses resultados demonstram que a geração de valor está diretamente relacionada à capacidade de operacionalizar a inteligência artificial dentro dos processos de negócio.

A próxima vantagem competitiva será a orquestração da IA

Para que a IA produza resultados consistentes, é necessário construir uma operação capaz de sustentá-la. Isso envolve diferentes dimensões que precisam funcionar de forma integrada:

  • Processos capazes de conectar áreas e eliminar rupturas operacionais;
  • Dados confiáveis, acessíveis e contextualizados para apoiar decisões;
  • Regras de negócio claramente definidas e facilmente atualizáveis;
  • Governança, garantindo transparência, supervisão humana e conformidade;
  • Automação, responsável por transformar decisões em execução contínua.

Quando esses elementos atuam de forma coordenada, a inteligência artificial deixa de ser uma iniciativa isolada para se tornar parte natural da operação.

A IA continuará evoluindo e novas aplicações surgirão em ritmo acelerado. Entretanto, à medida que o acesso à tecnologia se torna cada vez mais democrático, a vantagem competitiva tende a migrar definitivamente para a capacidade de execução.

Entenda também o que torna a IA local particularmente relevante no Brasil

Rafael Silva Especialista Convidado

 

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Nova decisão da Twitch sobre IA enfurece comunidade e criadores

13 de Agosto de 2026, 14:16

A Twitch ativou por padrão uma opção que permite à Amazon utilizar conteúdos e lives dos canais de streamers para treinar seus modelos de inteligência artificial generativa. A ferramenta exige que usuários e criadores a desativem manualmente nas configurações.

A decisão da Big Tech, em especial a necessidade de desativar a opção, gerou revolta na comunidade e em criadores parceiros da Twitch. “Posso perguntar por que essa merda vem ativada por padrão e vocês estão fazendo as pessoas fazerem opt-out ativamente em vez do contrário, quando muitos membros da comunidade se manifestaram constantemente contra essa evolução?”, afirmou o criador conhecido como Shoto.

“Ativado por padrão é criminoso”, destacou a streamer KittyRawr. “Essa forçada de barra na narrativa da IA é tão exaustiva, meu Deus.”

Para desativar a opção, é necessário que os usuários acessem o perfil e naveguem até a aba Segurança e Privacidade. Desabilitar a função impede que a Amazon use as livestreams para treinar modelos de IA da Big Tech, mas não impossibilita a Twitch de utilizar os conteúdos para outros fins descritos no Aviso de Privacidade, conforme destaca o portal Destructoid.

O diretor de produtos da Twitch, Mike Minton, justificou publicamente a escolha de manter a opção sempre ativa: “Se fosse opt-in, ninguém faria o opt-in. Então, vai ficar ativado por padrão.” Representantes da empresa também admitiram não ter certeza se VODs do passado já haviam sido utilizados para treinar agentes de IA da Amazon.

Amazon integra IA em seus produtos

A Twitch não é a única plataforma da Amazon que sofre com a integração de inteligência artificial de alguma forma. O Prime Video, serviço de streaming da companhia, passará por reformulação total focada em IA a mando de Jeff Bezos, conforme apuração da Reuters.

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Igual ao YouTube: Spotify prepara download de videoclipes para ver offline

O Spotify desenvolve uma opção para baixar clipes no app e reproduzi-los sem conexão com a internet, de acordo com o site Android Authority. O recurso pode ser exclusivo para assinantes do serviço Premium e acirraria a disputa entre o streaming e o YouTube.

Informações encontradas no código do app do Spotify para Android mencionam funções como “Baixar vídeo” ou “Remover vídeo baixado”. Não existem mais detalhes adicionais, mas é provável que funcione da mesma forma que as músicas: o usuário escolhe o que pode ser salvo e depois acessa o conteúdo apenas pelo aplicativo do serviço.

O suporte a videoclipes chegou ao Spotify somente em 2024. Por padrão, o app reproduz apenas o áudio, mas há um atalho para assistir aos vídeos quando disponíveis. Ainda não há previsão de lançamento do recurso de download.

Spotify

 

Spotify x YouTube

A reprodução offline de vídeos pode trazer uma grande vantagem ao Spotify na disputa com o YouTube, que tem os clipes como foco primário. Uma assinatura premium do streaming sueco já permite baixar músicas e podcasts, então a chegada dos clipes tiraria uma exclusividade do YT.

Vale reforçar que a assinatura do YouTube Premium garante reprodução sem anúncios e download de vídeos e músicas do YouTube Music. 

Você viveu a era pré-Spotify? Relembre como era a vida antes do streaming com mídia física, walkman e discman.

 

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Robô aspirador “faz tudo sozinho” chega ao Brasil por R$ 6 mil

13 de Agosto de 2026, 14:00

A Roborock ampliou sua presença oficial no Brasil com um portfólio de robôs aspiradores que custam a partir de R$ 2.439, e oferecem recursos como navegação a laser, desvio inteligente de obstáculos e limpeza úmida. O modelo mais completo disponível no país é o Roborock QR598, que custa R$ 6.049 e conta com uma base capaz de automatizar boa parte da manutenção do aparelho. 

A fabricante iniciou oficialmente sua operação brasileira em 2026, com distribuição liderada pela MDX. Os produtos vendidos oficialmente contam com 12 meses de garantia, assistência técnica autorizada e cobertura nacional de pós-venda.

A chegada ao Brasil amplia a atuação de uma marca que já está presente em mais de 170 países e comercializou mais de 15 milhões de unidades. Segundo dados da IDC citados pela fabricante, a Roborock foi a marca número 1 global em robôs de limpeza inteligente em 2025.

Robô mais completo praticamente cuida da própria limpeza

O principal destaque do portfólio brasileiro é o Roborock QR598, modelo mais vendido globalmente pela fabricante. O robô combina potência de sucção de até 8.000 Pa com navegação LiDAR e sensores para identificar obstáculos e adaptar seu trajeto durante a limpeza.

Para passar pano, o QR598 utiliza dois mops giratórios. A autonomia chega a 180 minutos, e o aparelho retorna automaticamente para a base quando precisa ser recarregado.

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 É justamente a base multifuncional que reduz a necessidade de intervenção durante o uso. O sistema realiza a coleta automática da sujeira aspirada e faz o gerenciamento dos reservatórios de água limpa e suja.

O QR598 tem preço sugerido de R$ 6.049 no mercado brasileiro.

Modelos mais baratos chegam a 10.000 Pa

A Roborock também trouxe ao país os modelos Q10VF e Q10VF+, que aumentam a potência de sucção para até 10.000 Pa. Ambos usam navegação LiDAR para mapear os cômodos e contam com tecnologia de desvio de obstáculos.

Outra diferença em relação ao QR598 está na passagem de pano. Em vez dos mops duplos giratórios, a dupla utiliza um sistema de vibração de alta frequência para ajudar a remover sujeiras do piso.

Os robôs também conseguem elevar automaticamente a mopa ao identificar diferentes superfícies e oferecem até 150 minutos de autonomia. O controle pode ser feito pelo aplicativo, com suporte adicional a assistentes de voz.

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A principal diferença entre os dois fica na estação de carregamento. O Q10VF utiliza uma base convencional e custa a partir de R$ 2.439, enquanto o Q10VF+ adiciona uma base com autoesvaziamento e tem preço inicial de R$ 3.299.

Roborock aposta no mercado brasileiro

Além dos recursos automatizados, os três modelos podem ser controlados pelo celular. O aplicativo permite programar tarefas, personalizar a limpeza e comandar os robôs remotamente.

A Roborock aposta no Brasil após consolidar sua atuação internacional e chega oficialmente ao país com uma estrutura própria de distribuição e pós-venda. Os modelos já são comercializados por varejistas nacionais e marketplaces.

 

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AOC aposta em monitor portátil no Brasil com tela Full HD e preço competitivo

13 de Agosto de 2026, 14:00

A AOC anunciou no último sábado (8) o seu retorno ao segmento de monitores portáteis com o lançamento do modelo 16T20E2. O dispositivo conta com painel de 15,6 polegadas, tecnologia IPS e resolução Full HD (1080p), e chega ao Brasil com preço sugerido de R$ 699.

A novidade é uma aposta da marca no segmento de monitores portáteis que, de acordo com o gerente de produtos da AOC, Victor Vidal, passou de 41 mil peças vendidas para 115 mil nos últimos 12 meses no Brasil. O setor também faturou R$ 75 milhões no mesmo período.

A AOC argumenta que, apesar do crescimento exponencial dos monitores portáteis no Brasil, o segmento é dominado por marcas estreantes. A empresa espera atender a um "consumidor carente de confiabilidade", segundo Vital, que completa: "É um mercado que era dominado por marcas entrantes até agora, porque agora entrou uma marca de confiança no mercado nacional".

Um dos principais diferenciais do AOC 16T20E2 é sua capa magnética, que de proteger o painel de danos e riscos durante o transporte, além de servir como suporte. O monitor possui tempo de resposta de 4 ms e alto-falantes embutidos

“A gente faz um overdrive para 4 ms de tempo de resposta. Dificilmente vocês vão ver concorrentes divulgando isso, porque o comum nesse mercado é rodar em torno de 15 a 16 milissegundos”, afirma Victor Vital.

Vale notar que o produto não inclui bateria, o que garante uma espessura mais fina, mas pode exigir atenção dependendo do seu dispositivo. O monitor portátil precisa de alimentação externa, o que significa que ele usa a energia de outros aparelhos para funcionar. Ele exige uma fonte de alimentação de, pelo menos, 15 W para garantir o brilho máximo de 100%. Fontes mais fracas, entre 10 W e 12 W, até conseguem ligar o aparelho, mas não com o brilho no topo.

Em relação à conectividade, o monitor portátil é compatível com PCs, notebooks, smartphones e consoles, e acompanha três cabos: USB-C para USB-C, Mini-HDMI para HDMI e USB-C para USB-A. É importante ressaltar que para usar apenas um cabo na conexão do AOC 16T20E2 a um notebook ou smartphone, é necessário que o dispositivo tenha suporte a DisplayPort Alternate Mode (DP Alt Mode) na porta USB-C. Vital explica que portas USB comuns não transmitem imagem, apenas dados. Ou seja, será necessário um cabo para conexão e outro para alimentação nesses aparelhos.

AOC 16T20E2 monitor portátil

O AOC 16T20E2 não possui conexão Bluetooth ou Wi-Fi, pois o monitor não conta com processador interno nem sistema operacional próprio. Isso evita a necessidade de atualizações constantes, embora o dispositivo ainda precise de drivers em possíveis atualizações do sistema operacional, por exemplo.

AOC retorna ao mercado de monitores portáteis

Esta não é a primeira vez que a AOC investe no segmento de monitores portáteis. Em 2014, a empresa lançou o Monitor USB LED, o primeiro da categoria no mercado brasileiro.

Além de explorar o segmento portátil, a AOC também tem forte presença no mercado brasileiro de monitores gamer. Um dos modelos de destaque é o AOC 24G4/P, que o Canaltech define como ideal para o jogador competitivo.

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PS5 antigos começam a apresentar defeito por oxidação do metal líquido; entenda

13 de Agosto de 2026, 13:08

Se você comprou seu PlayStation 5 no lançamento há quase seis anos, cuidado, já que existe a chance de ele estar sofrendo por conta do metal líquido aplicado pela Sony. Esse é o tipo de problema mais comum do console e um novo caso mostra que a situação pode se agravar com o tempo, já que o composto tem potencial de causar danos permanentes no dissipador de calor, fazendo com que o PS5 aqueça além do normal.

O alerta veio após o técnico polonês Modyfikator89 analisar uma unidade do modelo CFI-1116, a primeira grande revisão de hardware da marca conhecida pelo dissipador mais leve, que desligava constantemente por superaquecimento.

Ao abrir o aparelho, a surpresa foi ver que, embora o die da APU tenha saído ileso após a limpeza, a área de contato do bloco de resfriamento sofreu forte oxidação e perdeu sua camada protetora de niquelagem, gerando marcas permanentes na estrutura de cobre.

Problema pode inutilizar o dissipador de calor do PS5

Isso acontece porque a liga de gálio usada no metal líquido, embora ofereça excelente condutividade térmica em comparação às pastas térmicas tradicionais, reage quimicamente com metais como o cobre se a barreira protetora falhar. Com o uso prolongado, o composto oxida, ganha um aspecto ressecado e se desloca, criando pontos secos entre o processador e o sistema de refrigeração. Sem a transferência adequada de calor, o console passa a operar no limite térmico, ativando o thermal throttling e desligando em poucos minutos de gameplay.

Ainda que o caso pareça se limitar a algo isolado e não confirme um defeito crônico em lote, relatos de usuários no Reddit apontam para um comportamento similar em aparelhos antigos. A ironia é que a própria Sony refinou o design térmico nas revisões mais recentes do PS5 Slim e do PS5 Pro, adotando microranhuras usinadas e barreiras reforçadas justamente para reter o líquido.

Se você acompanha o caso, deve se lembrar que menos de três anos depois do lançamento do PlayStation 5, uma polêmica sobre o escorrimento do metal líquido com o console usado na vertical havia surgido.

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Chevrolet e Hyundai juntas? Entenda a parceria que vai reformular os carros no Brasil

13 de Agosto de 2026, 13:05

A General Motors anunciou o fim das vendas da marca Chevrolet na China. A decisão veio em meio à nova estratégia da marca, que busca agora reestruturar sua atuação global com o apoio de uma nova estratégia de exportações com a parceira local SAIC e uma aliança com a Hyundai no Brasil.

A mudança veio após o desempenho morno dos carros Chevrolet no mercado chinês. Com as vendas em baixa, a montadora norte-americana se viu obrigada a redirecionar seus investimentos e plataformas.

Por outro lado, o fim da comercialização local da Chevrolet no país asiático não significa que a marca encerrou a atuação por lá. Na verdade, a renovação da joint-venture com a SAIC vale até 2047, com foco no desenvolvimento e na exportação de veículos das marcas Cadillac, Buick e Wuling.

Nova aliança com a Hyundai no Brasil

No entanto, o desinteresse chinês pela antiga arquitetura de modelos compactos da marca significa também que a GM precisou repensar os planos para a América do Sul. A saída foi o acordo com a Hyundai, a resposta para a necessidade de substituir a base técnica de carros populares entre os brasileiros.

onix onix plus

 

Com a colaboração, a plataforma K3 da montadora sul-coreana, desenhada para carros compactos, vai dar origem às novas gerações do Tracker e Creta, além de projetos inéditos de picapes no mercado nacional.

Apesar da engenharia conjunta, parece que o acordo não significa fusão de plantas industriais. Segundo Fábio Rua, vice-presidente da General Motors para América do Sul, os carros da Chevrolet vão continuar sendo produzidos em fábricas próprias no país, ou seja, as linhas de montagem não devem ser compartilhadas com a parceira.

Aproveite para conferir nossa matéria sobre o Chevrolet Volt, o pioneiro dos carros elétricos da GM que saiu de linha!

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Titanic, ET e mais: Apple TV muda estratégia e passa a incluir clássicos do cinema

13 de Agosto de 2026, 13:01

A Apple TV, plataforma de streaming conhecida por seu catálogo focado em produções originais, está testando uma nova estratégia ao incluir filmes conhecidos de outros estúdios para seus assinantes, sem custo adicional. A novidade já aparece em um novo carrossel chamado “Great Movies Available Now on Apple TV” (“Grandes Filmes Disponíveis Agora na Apple TV”), dentro do aplicativo nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido. Não há informações sobre a disponibilidade em outros países.

A seleção inclui filmes que antes estavam disponíveis apenas para compra ou aluguel pela Apple TV Store. Agora, alguns deles aparecem como “Adicionados Recentemente” e podem ser assistidos por quem já possui uma assinatura do serviço. A oferta, porém, varia conforme a região e ainda não está claro se será permanente ou ficará disponível por tempo limitado. 

Entre os títulos encontrados estão Titanic, E.T. - O Extraterrestre, Perdido em Marte, A Chegada, O Sexto Sentido, Zodíaco, O Aviador, Ressaca de Amor, Anjos da Lei, Garota Exemplar, Zoolander, As Panteras, Missão: Impossível - Protocolo Fantasma, Uma Mente Brilhante, O Novato, A Identidade Bourne, Looper, A Proposta e Eu, Robô.

A estratégia amplia a oferta do Apple TV em um momento em que a empresa também investe em novos filmes originais. O serviço já reúne mais de 300 produções próprias e tem novos lançamentos previstos, como Mayday, filme de ação e comédia estrelado por Ryan Reynolds e Kenneth Branagh. 

Ainda assim, a inclusão de filmes de outros estúdios não significa necessariamente que a Apple esteja abandonando o modelo baseado em produções originais. A empresa já realizou iniciativas semelhantes no passado, mas elas não se tornaram permanentes. 

TV Streaming

Como assistir ao Apple TV?

O Apple TV está disponível por assinatura e custa R$ 29,90 por mês no Brasil. Novos usuários podem testar o serviço gratuitamente por sete dias antes da primeira cobrança, conforme as condições da oferta. 

Depois, o serviço pode ser acessado em diferentes plataformas, incluindo:

  • Apple: iPhone, iPad, Mac e Apple TV;

  • Celulares e tablets: dispositivos Android;

  • Computadores: Windows;

  • Smart TVs e outros dispositivos compatíveis;

  • Navegador: pelo site do Apple TV.

A disponibilidade dos filmes adicionados recentemente depende do país. Por isso, um título incluído no catálogo dos Estados Unidos, por exemplo, pode não aparecer para assinantes de outras regiões.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “Sem pagar nada: conheça 10 plataformas de streaming gratuitas”.

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GPUs AMD Radeon RX 9000 aparecem 20% mais caras no mercado asiático

13 de Agosto de 2026, 12:19

O mercado de hardware passa por um momento crítico e caótico ao mesmo tempo. Vimos as memórias RAM e SSDs encarecendo em uma velocidade assustadora, e agora chegou a vez das placas de vídeo. Já está claro que as GeForce RTX da NVIDIA ficaram mais caras, mas as GPUs da AMD com reajustes vêm logo aí, já aparecendo com preços até 20% maiores, com a RX 9070 XT sendo fortemente atendida.

Uma tabela de preços que tem circulado nas redes sociais chinesas mostra todas as GPUs da série RX 9000, além da RX 7650 GRE, que não é vendida aqui. Começando por essa última, que é um modelo mainstream acima da popular RX 7600 aqui no Brasil, o preço subiu pouco mais de 5% em relação ao MSRP (preço sugerido de lançamento), o equivalente a cerca de US$ 20.

Nenhuma RX 9000 se safou do reajuste

Essa foi a placa que menos sofreu aumento. Depois dela vem a Radeon RX 9070, que subiu de US$ 770 para US$ 830, mais de 7%. Na escala do menor ao maior reajuste, agora temos a RX 9060 XT 8 GB, que ficou quase 13% mais cara, custando cerca de US$ 459 na conversão da moeda chinesa. No mesmo nível de encarecimento está a RX 9070 GRE, a mais recente do lineup, subindo de US$ 592 para US$ 680.

Antes da placa que sofreu o pior reajuste, vem a RX 9060 XT 16 GB, uma placa que vinha tendo uma procura maior por conta da quantidade de VRAM, sem custar o que o modelo acima pede. Ela ficou 16% mais cara e pode ser encontrada pelo equivalente a US$ 637. Já a atual melhor GPU da AMD, a RX 9070 XT, chegou na casa dos 20% de reajuste, sendo a primeira placa do Time Vermelho a passar de US$ 1.000.

Brasil já vê as RX 9000 custando mais

Todo esse aumento aconteceu agora no terceiro trimestre, depois de vários rumores apontando para um reajuste por parte da AMD. Vale ressaltar que esses novos valores são referentes ao preço sugerido de lançamento na moeda da China. Agora, é questão de tempo para que o repasse seja sentido no restante do mundo.

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No Brasil, já começamos a perceber o aumento nos preços das RX 9000. A RX 9070 XT, por exemplo, que era encontrada próxima de R$ 4.000 há pouco tempo, hoje já passa de R$ 5.000 facilmente. A RX 9070 GRE, que chegou há pouco tempo em nosso mercado, tomou o preço que antes pertencia à RX 9070, próximo de R$ 4.000. Por enquanto, processadores ainda não sofreram tanto e a AMD tem vendido seus Ryzen como água ultimamente.

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Monitor LG UltraGear 144 Hz com desconto e até 15x sem juros no Mercado Livre

13 de Agosto de 2026, 12:01

Para quem deseja elevar o nível nas partidas competitivas de e-sports ou busca uma boa experiência de jogo sem estourar o orçamento, o LG UltraGear 24" se estabeleceu como uma das maiores referências do mercado. Unindo a velocidade da taxa de atualização de 144Hz à fidelidade de cores vibrantes do painel IPS, ele entrega o equilíbrio ideal de fluidez, nitidez e tempo de resposta rápido para títulos como Valorant, Counter-Strike 2 e League of Legends.

Se você estava esperando a oportunidade perfeita para dar um upgrade no seu setup parcelando suavemente, o Mercado Livre liberou uma condição imperdível. Utilizando o cupom TECHEMCASA, o monitor sai por apenas R$ 620,10, com o grande diferencial do parcelamento em até 15x de R$ 41,34 sem juros.

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Como é o monitor LG UltraGear 24"?

O LG UltraGear 24" foi desenvolvido com foco total no gamer competitivo. Sua tela de 23,8 polegadas conta com resolução Full HD (1920 x 1080) e painel IPS com suporte a HDR10 e 99% da cobertura de cores sRGB, garantindo imagens nítidas, contrastes bem definidos e ângulos de visão amplos de 178° sem distorções de cor. Para manter a gameplay competitiva sem rastros, ele entrega uma taxa de atualização de 144Hz combinada ao tempo de resposta de 1ms (MBR), eliminando o efeito de imagem borrada (blur) em cenas de ação rápida.

Além do painel de alta velocidade, o monitor é recheado de tecnologias proprietárias da LG para otimizar o desempenho visual. Ele conta com suporte ao AMD FreeSync e compatibilidade com NVIDIA G-Sync, sincronizando os quadros da placa de vídeo para evitar falhas de imagem (screen tearing). Os recursos Dynamic Action Sync (que reduz o atraso de entrada / input lag) e Black Stabilizer (que ilumina áreas escuras do mapa para você enxergar inimigos escondidos) completam o pacote, acompanhados por um design com bordas ultrafinas em três lados e furação VESA para fixação em suportes articulados.

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Especificações Completas:

  • Tamanho da Tela: 23,8 polegadas (design com bordas ultrafinas)
  • Resolução: Full HD (1920 x 1080)
  • Tipo de Painel: IPS (Antirreflexivo com 99% sRGB e HDR10)
  • Taxa de Atualização: 144 Hz
  • Tempo de Resposta: 1 ms (Motion Blur Reduction - MBR) / 5ms GtG
  • Sincronização de Imagem: Compatível com NVIDIA G-Sync e AMD FreeSync
  • Brilho: 250 cd/m²
  • Contraste Estático: 1000:1 (típico)
  • Recursos Gamer: Dynamic Action Sync, Black Stabilizer, Crosshair (mira fixa na tela) e Flicker Safe
  • Conectividade: 1x DisplayPort 1.4, 1x HDMI 2.0 e 1x Saída para fones de ouvido (3.5mm)
  • Ergonomia: Ajuste de inclinação (-5° a +15°) e furação VESA (100 x 100 mm)

Vale a pena comprar o monitor LG UltraGear 24"?

Analisando o histórico e as avaliações dos usuários, o veredito para o LG UltraGear 24" é um sim absoluto. Os compradores elogiam frequentemente o salto brutal de fluidez ao migrar de telas convencionais de 60Hz para 144Hz, além de destacarem a qualidade das cores do painel IPS em comparação com monitores mais baratos do tipo TN. A reputação da LG no controle de qualidade e na durabilidade do produto é um dos pontos mais citados por quem busca uma compra segura a longo prazo.

Nas seções de comentários das lojas, o único ponto de atenção lembrado pelos compradores diz respeito à base do monitor. Como é comum em modelos com foco em custo-benefício, a base de fábrica permite apenas o ajuste de inclinação (tilt), não possuindo regulagem de altura nativa. No entanto, os próprios usuários ressaltam que, por contar com furação padrão VESA 100x100mm, a instalação em um braço articulado resolve essa questão facilmente.

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Marcar médico e chamar encanador: Gemini passa a fazer tarefas do cotidiano

13 de Agosto de 2026, 12:01

O Google anunciou uma expansão dos aplicativos conectados ao Gemini durante o evento “Made by Google”. A partir de agora, a IA vai integrar novos serviços de terceiros para ajudar em tarefas do dia a dia. Entre as novidades estão o agendamento de consultas médicas pelo Zocdoc e a busca por profissionais para serviços domésticos pelas plataformas Angi e Thumbtack. 

Assim, os serviços ficam reunidos dentro do Gemini. Depois de conectar os aplicativos de interesse, o usuário pode pedir que a IA cuide de diferentes tarefas sem precisar acessar cada plataforma separadamente. A proposta é fazer com que o Gemini vá além de responder perguntas e também execute ações em serviços externos.

As integrações abrangem apps de produtividade, entretenimento, viagens e música. O Gemini poderá descobrir estações e reproduzir playlists pelo Pandora e iHeartRadio, reservar mesas em restaurantes pelo OpenTable (Reino Unido), alugar veículos pela Localiza, buscar ingressos no Ticketmaster e buscar e reservar experiências locais pelas plataformas Fever e GetYourGuide. No trabalho, a IA também poderá ajudar na edição de sites pelo Wix e no resumo de reuniões com Otter.ai e Granola. 

App do Gemini no celular

Quando os novos recursos serão lançados?

Apesar de o anúncio ter acontecido junto à apresentação de novos produtos, como a linha Pixel 11, Pixel Watch 5 e uma nova cor do Pixel Buds Pro 2, as integrações não estarão disponíveis para todos imediatamente.

O Google informou que a liberação acontecerá de forma gradual nas próximas semanas. Dessa forma, a conexão do Gemini com serviços de produtividade, estilo de vida e música será disponibilizada aos poucos para os usuários do aplicativo.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “6 coisas que o Gemini faz melhor que o ChatGPT”.

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Encha seu Kindle: promoção da Amazon dá centenas de livros gratuitos; veja lista

13 de Agosto de 2026, 11:35

Quem gosta de ler pode aproveitar esta quinta-feira (13) para aumentar a biblioteca digital sem gastar nada. A Amazon realiza hoje uma nova edição do Encha Seu Kindle, campanha que coloca milhares de e-books gratuitos ou com preços promocionais por apenas 24 horas.

Entre as ofertas, há uma seleção de centenas de livros que podem ser comprados por R$ 0,00, incluindo romances, fantasia, suspense, ficção e outras categorias. A página da promoção consultada pelo Canaltech mostra diversos títulos efetivamente zerados, que podem ser adicionados à biblioteca permanentemente.

Como funciona o Encha Seu Kindle?

O Encha Seu Kindle é uma ação voltada à loja de livros digitais da Amazon. Na edição de 2026, são mais de 8 mil e-books gratuitos ou com desconto, segundo informações divulgadas sobre a campanha. A promoção dura 24 horas e inclui tanto autores independentes quanto títulos de editoras.

E não é necessário possuir um Kindle para aproveitar. A própria página da Amazon destaca que os livros também podem ser lidos utilizando o aplicativo gratuito do Kindle, disponível para smartphones e tablets.

No caso dos livros que aparecem por R$ 0,00, basta realizar a compra enquanto a promoção estiver ativa. Diferentemente de um empréstimo do Kindle Unlimited, o título adquirido fica associado à biblioteca da conta utilizada na compra.

A variedade é grande. Na seleção gratuita consultada pelo Canaltech aparecem principalmente romances, mas também há obras de fantasia, suspense e outras categorias. A página permite ainda filtrar os resultados por gênero para facilitar a busca.

Centenas de livros grátis para colocar no Kindle

A lista abaixo reúne mais de 70 títulos que apareciam por R$ 0,00 na página da Amazon consultada durante a promoção. Segundo a Amazon, são centenas de opções distintas. Como os preços podem ser alterados, vale conferir o valor antes de concluir cada compra.

  1. Garotos Mortos Não Contam Segredos — Mark Miller;

  2. Desenfreados – Parte II — Kelly M.;

  3. William Belinni: O Alfa da Máfia — Bárbara Maia;

  4. Retalhos: Saga – Fragmentados — Alana R. Pereira;

  5. O Jogo do Amor — Andresa Rios;

  6. Todas as Nossas Mentiras — Tatiane Biasi;

  7. ALEC: O Passado Não Está Morto — Scarllet JF;

  8. Um Encontro Inesperado com um Viúvo Recluso — Bárbara Maia;

  9. Manuscrito: Saga – Fragmentados — Alana R. Pereira;

  10. Love in the Dark – Parte II — Ellie Morgan;

  11. O Experimento do Amor — Sophia Gama;

  12. O Código do Amor — Andresa Rios;

  13. Grávida do Mafioso Viúvo e Possessivo — Bárbara Maia;

  14. Ísis – Romance Sáfico — Lena M.;

  15. Cálice de Sangue — Rose Oliveira;

  16. Noah Callahan: Desejo Ilícito — Mayara Dias;

  17. Love in the Dark — Ellie Morgan;

  18. Atração Fatal — Maeve Burns;

  19. Lobo Rei (Lua Vermelha Livro 1) — Ewah Dimitrowah;

  20. Nossa Última Jogada — Jéssica Luiz;

  21. Amor & Vingança — Bia Carvalho;

  22. Projeto Verão — Manu Macedo;

  23. Nadia Keane: A Maldição de Olho... — Ana Jeckel;

  24. De Repente, Casada! — Luciane Rangel;

  25. Prometida a Viktor — Rafaela Perver;

  26. Acordei Noiva do Meu Chefe Canalha — Luciane Rangel;

  27. Sua Vez, Mamãe! — Raquel Figueiredo;

  28. Meu Chefe é um Lobisomem — Bruna Catein;

  29. Damon: Dívidas de Sangue e Honra — Bianca S.;

  30. Haunted Hearts — Camila Koengkan;

  31. Entregue ao Seu Beijo — Cristiane Dias;

  32. Cláusula da Paixão — Madu Oliveira;

  33. Minha Única Exceção — Annica Rocha;

  34. Amor e Sombras — Patrícia Criado;

  35. Quando Você Desapareceu — Letícia Cozeniosqui e Sandra Manuela;

  36. Quer Apostar? (Em Jogo Livro 1) — Júlia Duarte;

  37. Nadia Keane 4: A Caverna de Mil-Sóis — Ana Jeckel;

  38. Jogo de Obsessão — Dani Nascimento;

  39. Nós que Ficamos — Renata Machado;

  40. Filhos do Poder – Governador — Renata Alves;

  41. Contra Todas as Regras — Luana A. Martins;

  42. Enroscados: Um Fake Dating — Michaelly Amorim;

  43. Nadia Keane 3: A Corrida das Ilhas — Ana Jeckel;

  44. Contrato de Guardanapo — Gabriela Graber;

  45. Nadia Keane 2: Adentrando o Mar — Ana Jeckel;

  46. Garoto Ipanema — Manu Barbosa;

  47. Sob a Lua Crescente — Lu Ferreira;

  48. 24 Horas de Amor — Mateus L. P. Santos;

  49. SIX: Cuidado com o que deseja — Scarllet JF;

  50. Playboy: O Vigarista Apaixonado — Bruna Chiaretti;

  51. Entre Flores e Livros — Mari Munhoz;

  52. Sob a Aurora de Sangue — A. Z. Florence;

  53. O Portal: Filha de Anandi — Amandeep AMR e Ana de Mendonça;

  54. Mauricinhos Não Se Apaixonam — Ivy Lamar, PI.GGH e outros;

  55. Apaixonada por Eles — Ariana Taffer;

  56. Aliança: Parte 1 — Mayh Angeli, Yurieem e outros;

  57. Seduzida pelo Meu Chuveiro — Loretta Lins;

  58. Juntos em Família — J. A. Schmidt;

  59. Stupid Wife: Lembre-se de Nós — S. Editora Euphoria;

  60. Desastre de Natal — Ariana Taffer;

  61. Te Amo em Segredo — Jeine Drigues;

  62. Um Cowboy Para Chamar de Meu — Bruna Thomaz;

  63. Aliança: Parte 2 — Mayh Angeli, Yurieem e outros;

  64. Malicious — Sam Bennet;

  65. Mulheres que Inspiram — Rafael Arrais, Natalia Bemfeito e outros;

  66. Amor por Aposta — Giselle Maren;

  67. Our Ruin — Sinner Petrova;

  68. Vale das Memórias — Gabriela Graber;

  69. O Som do Passado — Mateus L. P. Santos;

  70. A Última Pintora — Aline Pisani;

  71. Amor em Campo — Giulia Brumatti;

  72. Dark Wish (Série Dark Livro 1) — Sinner Petrova;

  73. O Presente que Faltava — Cristiane Dias;

  74. Xeque-Mate — Evelin Sousa;

  75. Grávida e Rejeitada pelo Magnata — Cristiane Dias.

Vale a pena aproveitar?

Para quem já usa Kindle, a principal vantagem é bastante simples: os títulos que aparecem por R$ 0,00 não exigem investimento para serem adicionados à biblioteca. Isso permite experimentar autores e gêneros diferentes sem precisar decidir antecipadamente se vale a pena pagar por cada obra.

A promoção também pode ser interessante para quem ainda não possui um leitor eletrônico. Como a Amazon permite utilizar o aplicativo Kindle gratuitamente, os livros podem ser lidos em outros dispositivos compatíveis, sem que seja necessário comprar um Kindle apenas para participar da campanha.

Vale ficar atento, porém, ao preço mostrado na página de cada livro. O Encha Seu Kindle acontece apenas durante esta quinta-feira (13) e reúne tanto títulos completamente gratuitos quanto obras apenas descontadas, inclusive e-books vendidos a partir de R$ 0,90.

Por isso, quem encontrar algum livro interessante na seleção gratuita deve conferir se a página ainda mostra R$ 0,00 e adicioná-lo à biblioteca enquanto a promoção estiver vigente. Depois do encerramento da campanha, os preços podem retornar aos valores normais.

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Asus Zenbook Duo de duas telas consegue aumentar sua produtividade?

13 de Agosto de 2026, 11:34

O Asus Zenbook Duo apresenta uma proposta focada em produtividade e execução de tarefas simultâneas ao integrar duas telas táteis OLED de 14 polegadas no formato portátil. Com resolução de 2880 x 1800 pixels (3K), taxa de atualização de 144 Hz e cobertura de 100% do espaço de cores DCI-P3, os painéis funcionam de forma integrada por meio de uma dobradiça central com abertura de até 175 graus e suporte traseiro embutido.

A construção do chassi utiliza o Ceraluminum, liga de alumínio com tratamento cerâmico voltada à resistência contra riscos superficiais. O dispositivo pesa 1,35 kg e alcança 1,65 kg quando equipado com o teclado físico destacável. O periférico possui padrão ABNT, iluminação traseira e peso de 300 gramas, podendo ser conectado fisicamente sobre o painel inferior ou utilizado à distância via Bluetooth.

Configuração técnica e desempenho em multitarefa

No aspecto interno, o computador é equipado com o processador Intel Core Ultra 9 (Série 3 388H), composto por 16 núcleos, 16 threads e frequência máxima de 5,1 GHz. O conjunto inclui 32 GB de memória RAM e 1 TB de armazenamento em SSD. A arquitetura conta com unidade de processamento neural (NPU) capaz de atingir 50 TOPS para tarefas de inteligência artificial, além de chip gráfico integrado Intel Arc B390.

Em testes práticos realizados pela apresentadora Amanda Abreu, o desempenho gráfico permitiu a execução de jogos modernos com ajustes intermediários e taxa média próxima a 60 quadros por segundo quando conectado à fonte de energia.

"Você precisa estar com ele conectado na tomada para usar 100% da carga do processador. É uma placa de vídeo integrada que entrega um desempenho favorável pensando no formato e na proposta da máquina", pontuou Abreu.

A alimentação do sistema é realizada por uma bateria de 99 Wh. A fabricante especifica autonomia de até 18 horas em reprodução contínua de vídeo com as duas telas ativas. No entanto, em rotinas de trabalho administrativo com uso contínuo de aplicativos de mensagem e navegação, os testes registraram cerca de quatro horas de uso com 30% a 35% de carga remanescente. "Para um uso com as duas telas ligadas, o resultado se manteve dentro de uma margem funcional para o dia a dia", avaliou a jornalista.

O painel de conexões do equipamento inclui duas portas Thunderbolt 4 (USB-C), uma porta USB-A 3.2 Gen 2, uma saída HDMI 2.1 e entrada de 3,5 mm para fones de ouvido. O carregamento é feito por adaptador USB-C de 100 W.

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DeepSeek cresce no mercado e lança nova IA para ameaçar ChatGPT e Claude

A empresa de IA chinesa DeepSeek lançou o novo modelo V4-Pro nesta quinta-feira (13) para bater de frente com ChatGPT e Claude. O lançamento ocorre no cenário em que a startup aumenta sua participação no mercado global pelo número de tokens.

O V4-Pro tem melhorias em tarefas agênticas e preserva o “raciocínio flexível” dos modelos de IA da empresa: pode fazer esforço menor para tarefas simples, aumentar o poder computacional em fluxos de agentes e operar em potência máxima para prompts mais complexos.

O novo modelo já está disponível no aplicativo e no site oficial do DeepSeek. Testes de benchmark publicados pela desenvolvedora colocam o lançamento em patamar parecido com grandes nomes do mercado, como Claude Fable 5 e o chinês Kimi K3.

deepseek

 

Uso do DeepSeek em alta

O lançamento acontece após o DeepSeek se tornar a segunda desenvolvedora do IA com maior volume de tokens usados em todo o mundo durante o mês de julho, segundo dados do AI Gateway Production Index, da Vercel. 

A empresa fica atrás apenas da Anthropic (criadora do Claude) em volume e tem quase o dobro do número do Google. Um dos possíveis motivos pela adesão é o custo-benefício, visto que a startup chinesa diminuiu os preços por milhão de tokens — e depois anunciou um aumento repentino

Vale ressaltar que o valor da operação é um grande atrativo das IAs chinesas, que ganham cada vez mais espaço no uso corporativo.

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Xiaomi lança máquina de fazer massagem com bateria para 31 dias por R$ 280

13 de Agosto de 2026, 11:06

A Xiaomi lançou na China uma nova máquina de fazer massagem que promete ampliar a área de contato durante as sessões e facilitar o relaxamento muscular. A Mijia Multi-Head Massage Gun 3 já está disponível em pré-venda por 369 yuans (cerca de R$ 280).

A Mijia Multi-Head Massage Gun 3 conta com três aplicadores de diferentes tamanhos, que podem ser trocadas de acordo com a região do corpo e o tipo de massagem desejada. A proposta é proporcionar uma área de contato maior e melhorar a eficiência do relaxamento muscular.

O dispositivo usa um motor capaz de exercer até 25 kg de força de pressão e a profundidade de massagem chega a 4 mm, característica que, segundo a Xiaomi, permite alcançar regiões mais profundas da musculatura e da fáscia.

Xiaomi aposta em diferentes modos de operação

A máquina tem dois modos de funcionamento: frequência fixa e frequência variável. Cada um deles oferece três níveis de intensidade e permite ajustar a massagem de acordo com a preferência do usuário.

Máquina de massagem Xiaomi

Outro recurso é a função de memória inteligente. Com ela, o aparelho consegue lembrar o modo e o nível de intensidade utilizados antes de ser desligado, permitindo retomar a configuração escolhida na próxima utilização.

Bateria dura até 31 dias em espera

A Mijia Multi-Head Massage Gun 3 tem bateria de 2.450 mAh e usa uma porta USB-C para recarga. De acordo com as especificações divulgadas pela Xiaomi, o produto pode permanecer até 31 dias em modo de espera. A temperatura de funcionamento indicada fica entre 5 °C e 40 °C.

Por enquanto, a nova máquina de massagem está disponível apenas em pré-venda na China. A Xiaomi ainda não informou se pretende lançar a Mijia Multi-Head Massage Gun 3 em outros mercados, incluindo o Brasil. Além da máquina, veja produtos da Xiaomi mais aleatórios que você não sabia que existiam.

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Google TV recebe mais de 10 mil filmes e séries; todos de graça

13 de Agosto de 2026, 11:05

O Google TV Freeplay ganhou uma grande atualização e agora oferece mais de 10 mil filmes e programas de TV sob demanda gratuitamente. A novidade já está disponível em dispositivos Google TV, mas o serviço é, por enquanto, exclusivo dos Estados Unidos.

A biblioteca conta com conteúdos de grandes estúdios de Hollywood, incluindo A24 e Lionsgate. Entre os títulos disponíveis estão Lady Bird (2017), indicado ao Oscar, 17 Outra Vez (2009) e o reality show Hell's Kitchen. Segundo o Google, o catálogo continuará recebendo atualizações ao longo do ano.

O catálogo funciona com anúncios e não exige assinatura. Com a expansão, o Freeplay aumenta a concorrência com plataformas FAST, como Tubi, Pluto TV e The Roku Channel. O serviço também reúne mais de 300 canais gratuitos ao vivo, com opções de notícias, esportes, reality shows, crimes reais e entretenimento. Entre as novidades estão o Bloomberg TV+, a Yahoo! Sports Network, o The Martha Stewart Channel e o World of Love Island.

Embora o Tubi e a Pluto TV sejam considerados os padrões de ouro do streaming gratuito (FAST), seus catálogos são formados, em sua maioria, por produções mais antigas e de baixo orçamento. O diferencial do Google TV Freeplay é que sua nova biblioteca sob demanda aposta em um volume maior de títulos contemporâneos e de prestígio de estúdios independentes renomados, como a A24.

Google TV

Como assistir aos filmes e séries de graça na Google TV?

Para assistir aos filmes e séries gratuitos, basta abrir o aplicativo Freeplay na tela inicial de um dispositivo compatível com Google TV. O serviço já vem integrado a smart TVs de marcas como Sony, TCL e Hisense, além do Google TV Streamer.

É necessário ter uma Conta do Google e conexão de internet de alta velocidade. No entanto, o catálogo só está disponível nos Estados Unidos, por enquanto.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “Sem pagar nada: conheça 10 plataformas de streaming gratuitas”.

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Carro elétrico em alta: corrida por estações de recarga dispara pesquisas no país

13 de Agosto de 2026, 11:05

Os brasileiros vêm se interessando mais por eletropostos no país. Segundo o levantamento da empresa Descarbonize Soluções, as buscas pelo termo no Google tiveram aumento de 309% no Brasil nos últimos 12 meses — o salto ocorreu ao mesmo tempo em que a frota de veículos elétricos vem se expandindo de forma acelerada no país.

Os dados do levantamento revelaram que a procura por informações de abastecimento cresceu rapidamente impulsionada pela combinação do interesse de motoristas, mas também dos empreendedores. A maior concentração de pesquisas foi registrada no Distrito Federal e nos estados da Região Sul.

carro elétrico carregando carregador

Pode até parecer que o interesse no termo se deve, claro, aos motoristas, mas não é o caso: o estudo registrou também um aumento de 700% nas buscas por “franquia eletroposto”, ou seja, há um volume importante de interessados na oportunidade de atuar em negócios do setor.

Carros elétricos no Brasil

O engajamento acompanha o crescimento contínuo do setor automotivo sustentável, que fechou o último ano com alta de 26% nas vendas, segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). Como consequência, a expansão da frota impulsiona a instalação de estações em shoppings, rodovias e condomínios.

Para responder a esse aumento de demanda com segurança, o desenvolvimento de novos pontos deve vir acompanhado de projetos de engenharia alinhados às normas NBR 5410 e NBR 17019 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que garantem a proteção adequada para instalações de baixa tensão.

Paralelamente, montadoras e operadoras investem em tecnologia para facilitar a rotina dos motoristas nas ruas. A fabricante GWM, por exemplo, expandiu a rede do seu aplicativo ao integrar cerca de 80 carregadores da Rede Graal, para que os usuários encontrem mais facilmente pontos livres, acompanhem a recarga dos carros e façam o pagamento pelo celular em rodovias de diversos estados.

Ficou interessado em entrar no mundo dos eletrificados? Confira nossa matéria que explica o que ninguém te conta antes de comprar um carro elétrico!

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Netflix confirma continuação de live-action de anime que ninguém esperava

13 de Agosto de 2026, 11:02

Surpreendendo os fãs, a Netflix deve retomar a produção do live-action de Yu Yu Hakusho com uma segunda temporada. A novidade chega após anos de silêncio, já que a adaptação foi lançada em 2023 e não recebe atualizações desde então.

Segundo informações do Tokyo Sports, o segundo capítulo do programa tem filmagens agendadas para o outono deste ano no hemisfério norte, que ocorre entre os meses de setembro e dezembro. 

O veículo também afirmou que a próxima temporada da série vai adaptar o arco do Torneio de Unificação do Mundo Demoníaco (em tradução livre), capítulo final do anime e mangá de Yu Yu Hakusho, que inspira a série da Netflix. 

Pelo que se sabe sobre o desenvolvimento do novo ano, o ator Takumi Kitamura vai reprisar seu papel como o protagonista, Yusuke Urameshi. Outros nomes no elenco são Shun Oguri, Nobuaki Kaneko, Mirai Moriyama e Mizuki Yamamoto, que irão interpretar “habitantes do mundo demoníaco”, conforme descrito pela matéria. 

Uma nova chance para Yu Yu Hakusho

Lançada em dezembro de 2023 na Netflix, a série live-action de Yu Yu Hakusho narra a jornada do delinquente Yusuke Urameshi, um jovem que morre após salvar uma criança. Como troca pelo ato heroico, ele ganha uma segunda chance ao se tornar um detetive espiritual que investiga casos de yokais perigosos.

Com apenas cinco episódios, a primeira temporada da adaptação do amado mangá teve uma recepção mista por tentar condensar mais da metade do original em poucos capítulos. Entre as críticas está a falta de apelo emocional da produção, embora ela tenha sido elogiada pelas sequências de luta. 

Resta saber, então, como a Netflix vai lidar com a segunda temporada, especialmente depois de tanto tempo em silêncio a respeito da continuação da série. Vale mencionar ainda que não há uma previsão de lançamento.

A primeira temporada de Yu Yu Hakusho está disponível na Netflix. Enquanto o novo capítulo não estreia, aproveite para conhecer os 10 animes mais aguardados que chegam ainda em 2026

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Mais de 400 operadoras clandestinas são fiscalizadas no Brasil, revela Anatel

13 de Agosto de 2026, 11:01

A Anatel mantém 418 fiscalizações em andamento contra prestadoras clandestinas de banda larga fixa no Brasil. As operações já identificaram mais de R$ 620 mil em equipamentos roubados e resultaram em oito prisões.

Os números foram apresentados durante o VI Simpósio TelComp, realizado em Brasília. As ações fazem parte do Plano de Ação para Combate à Concorrência Desleal e Regularização da Banda Larga Fixa.

Além das operações contra empresas sem autorização, a agência realiza atualmente 49 fiscalizações em prestadoras que possuem outorga. Nesse caso, o trabalho é mais amplo, pois envolve a verificação de diferentes obrigações regulatórias, tributárias e trabalhistas.

As operações da Anatel não se limitam a verificar se uma empresa possui autorização para oferecer internet. Os fiscais também analisam dados de acessos, estações, situação tributária e documentação trabalhista, além da utilização de postes e da origem dos equipamentos encontrados nas redes.

A agência também passou a utilizar ferramentas de inteligência para identificar possíveis alvos. A Superintendência de Fiscalização agora pode iniciar ações de ofício a partir da análise de dados, sem depender exclusivamente de solicitações encaminhadas por outras áreas da Anatel.

Um dos problemas identificados é a subnotificação de assinantes. Em 2025, quando o plano foi aprovado, o Brasil tinha cerca de 21 mil operadoras, mas somente 10 mil apresentavam dados de acesso à Anatel. Apenas cerca de 7 mil forneciam informações econômico-financeiras e 5,5 mil tinham algum dado relacionado a postes.

poste

Equipamentos roubados podem gerar investigação criminal

A origem dos equipamentos utilizados nas redes também passou a receber atenção especial. Durante algumas fiscalizações, a Anatel encontrou equipamentos furtados de uma empresa instalados na rede de outra prestadora. Quando há indícios de crime, as informações podem ser encaminhadas às autoridades policiais.

A agência também está coletando informações sobre furtos e outros episódios de violência contra empresas de telecomunicações. A ideia é criar um mapa de ocorrências que possa ser compartilhado com órgãos de segurança pública para auxiliar no combate à criminalidade contra as redes.

O plano de fiscalização também alcança empresas que fornecem capacidade de rede no atacado. A Anatel alerta que, caso um provedor atendido esteja operando clandestinamente, o atacadista deve interromper a cessão de capacidade.

A agência trabalha na criação de um selo de regularidade para ajudar consumidores a identificar prestadoras que cumprem suas obrigações regulatórias.

Desde a implementação do plano, em junho de 2025, a Anatel recebeu 461 denúncias sobre irregularidades, mas apenas cerca de 10% delas deram origem a fiscalizações. A agência afirma que muitas denúncias não apresentam informações suficientes para orientar as operações.

A Anatel afirma que o objetivo inicial é regularizar as empresas e não simplesmente aplicar punições. Sanções podem ocorrer quando uma prestadora continua descumprindo as regras, mesmo após ser notificada e receber oportunidade para se adequar.

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Galaxy Z Fold 8 em mãos: o que realmente mudou no novo Samsung?

13 de Agosto de 2026, 10:55

A Samsung apresentou o Galaxy Z Fold 8 com alterações na proporção de tela e no formato de uso em relação aos modelos anteriores da linha. O dispositivo conta com o processador Snapdragon 8 Gen 5 e foi anunciado pelo preço sugerido de R$ 12.599 no mercado brasileiro. A estrutura externa adota dimensões mais curtas e largas quando fechada, alterando o aspecto de exibição de dados e a usabilidade em aplicativos convencionais.

Ao ser aberto, o painel flexível assume a proporção 4:3, aproximando a experiência à de um tablet de menor dimensão. Segundo o apresentador Pedro Cipoli, a mudança de formato altera a dinâmica de leitura de arquivos e livros digitais.

"Parece que eu estou segurando uma versão premium de um Kindle", explicou Cipoli.

Adaptação de aplicativos e estrutura física

A alteração no formato da tela afeta a exibição de plataformas de redes sociais e reprodutores de mídia. No Instagram, a interface alterna para a visualização de tablet com margens nas laterais, enquanto no YouTube o formato original de vídeo resulta na exibição de barras pretas superiores e inferiores. No painel interno, o sensor de câmera posicionado sob o display permanece visível sobre fundos claros.

Em termos de construção, o Galaxy Z Fold 8 possui 4,1 milímetros de espessura e sistema de dobradiça com reforço em placas de titânio. O vinco central do painel foi redesenhado para apresentar menor profundidade em relação às gerações passadas. Para manter o perfil fino e acomodar o sistema de bateria dupla, o aparelho conta com duas câmeras traseiras, sem lente telefoto dedicada para zoom óptico estendido.

"Não acho que é uma questão de engenharia, acho que é uma questão de segmentação", pontuou Cipoli, ao comparar a distribuição de recursos entre o modelo padrão e a versão Ultra da mesma linha.

No mercado internacional, o preço de tabela foi fixado entre US$ 1.849 e US$ 1.899, sem a inclusão de impostos locais. No Brasil, o valor sugerido de lançamento atinge R$ 12.599, com possibilidade de reduções no custo inicial por meio de programas de troca de aparelhos usados e descontos para pagamento à vista.

Saiba mais sobre a chegada do Galaxy Z Fold 8 ao Brasil com novo formato e bateria maior e confira também o comparativo entre Galaxy Z Fold 8 Ultra x Fold 7: veja o que mudou em 1 ano no dobrável da Samsung.

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OnePlus encerra vendas nos EUA e Europa e reestrutura presença global

13 de Agosto de 2026, 10:39

A fabricante de smartphones OnePlus encerrou suas operações comerciais e a distribuição oficial de dispositivos na Europa e nos Estados Unidos. A decisão reflete uma reorganização estratégica do conglomerado chinês BBK Electronics, grupo empresarial que também controla as marcas Oppo, Vivo e Realme.

Embora a alta de custos decorrente da crise no fornecimento de memórias RAM tenha sido apresentada por executivos como um dos fatores para a suspensão das vendas, a sustentabilidade financeira do modelo de negócios representou o motivo central do recuo. A manutenção de estratégias independentes de marketing e posicionamento para diferentes marcas sob o mesmo controlador gerou elevados custos operacionais sem a conversão de vendas esperada nas regiões ocidentais.

"No final das contas, o dinheiro vai para um lugar só, que é para o grupo BBK, que detém as quatro marcas", afirma Amanda Abreu, apresentadora do Canaltech. Segundo a jornalista, manter vertentes distintas exigia investimentos expressivos sem obter a aderência necessária nesses mercados.

Diferenças de consumo e reorganização de mercado

A transição expõe divergências no comportamento de compra entre consumidores ocidentais e orientais. Enquanto o mercado asiático absorve uma maior variedade de marcas e edições de um mesmo fabricante, a dinâmica de consumo nos Estados Unidos e na Europa é concentrada em poucas empresas consolidadas.

"Eles tentaram por muitos anos emplacar a OnePlus na Europa e nos Estados Unidos, mas a estratégia custava muito dinheiro e não colou", analisa Abreu.

Como parte da reestruturação, o grupo BBK realiza movimentos opostos com suas subsidiárias: enquanto a OnePlus recua para a Ásia, a Realme reduz a presença no mercado chinês para focar na expansão no Ocidente.

Para os consumidores que já possuem aparelhos da marca, a OnePlus informou que garantias e atualizações de sistema serão mantidas. No entanto, a infraestrutura de software deve passar por padronização, com a substituição gradual da interface OxygenOS pela ColorOS, desenvolvida pela Oppo.

Na América do Sul e no Brasil, o encerramento da infraestrutura física no Ocidente altera a logística para usuários que utilizavam o varejo norte-americano ou europeu para importação. A dependência direta do varejo asiático encarece os custos de envio, além de dificultar o acesso a peças de reposição e suporte técnico paralelo.

Veja mais também sobre o fim do OxygenOS: saiba se o seu OnePlus vai mudar para o ColorOS 17.

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Soundbar ou home theater: análise compara conveniência e física do som

13 de Agosto de 2026, 10:29

A evolução do mercado de áudio residencial apresentou a consolidação das soundbars em relação aos sistemas tradicionais de home theater. A mudança reflete uma transição pautada pela conveniência técnica, movimento semelhante ao observado na indústria da música com a migração do vinil para os formatos digitais compactados e via streaming.

A principal diferença entre as duas tecnologias reside na propagação física das ondas sonoras. Enquanto o home theater utiliza caixas acústicas físicas independentes distribuídas pelo ambiente, a soundbar projeta o áudio por meio de alto-falantes internos alinhados no mesmo gabinete. Em modelos mais avançados, os drivers são direcionados para o teto para rebater o som e simular a imersão de formatos como Dolby Atmos e DTS.

O apresentador Pedro Cipoli aponta a limitação estrutural do formato integrado:

"Por mais avançada que seja uma soundbar, ela não tem os canais separados como caixas literalmente separadas". Ele pondera, contudo, que a facilidade operacional atende a demanda da maioria dos consumidores. "Tem o famoso 'bom o suficiente'. Você compra um kit completo, não precisa nem saber de som, liga e funciona", afirma Cipoli.

Custo, limitações espaciais e modularidade dos sistemas

Fatores imobiliários e econômicos também influenciam a adoção dos equipamentos. A redução na metragem média dos imóveis limita o espaço físico disponível para a instalação de caixas dedicadas e para a passagem de fiação. Segundo a análise, a disposição correta dos componentes de um home theater torna-se inviável em salas pequenas.

"Você tem uma sala que mal cabe um sofá e vai encher de caixa de som que tem que estar numa altura ideal e com cabo passando", observa Cipoli.

No aspecto financeiro, o custo total de um sistema modular completo — composto por receiver, subwoofer, caixas passivas e cabos de alta fidelidade — supera em ordens de grandeza o valor de soundbars de topo de linha.

A desvantagem do formato compacto concentra-se na arquitetura interna fechada. Por integrar processamento e amplificação em uma única estrutura eletrônica, falhas graves inviabilizam o aparelho por inteiro. "Se você perde a placa principal da soundbar, que manda em tudo, você basicamente perde tudo", explica Cipoli. Em contrapartida, os sistemas tradicionais de home theater possuem estrutura modular, permitindo a substituição individual de caixas ou amplificadores danificados sem a perda do conjunto.

Leia mais sobre a comparação entre Soundbar ou Home Theater: qual melhora o som da sua sala?

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Intel estuda voltar ao mercado de memórias "colando" chip no processador

13 de Agosto de 2026, 10:18

O mercado de memória RAM passa por seu pior momento agora. As três maiores fabricantes de DRAM não dão conta da demanda da IA, e novos players estão ganhando força, enquanto outros estudam a possibilidade de entrar no ramo. Uma delas é a Intel, que já trabalha internamente em projetos com essa tecnologia, segundo o CEO, Lip-Bu Tan, embora não tenha entrado em detalhes.

Durante sua participação no podcast TechSurge, o executivo indicou que a empresa pode estar reavaliando sua entrada no segmento. Antes, Lip-Bu Tan via esse tipo de tecnologia como um segmento de commodities de margem baixa, o que motivou a saída gradual da empresa e o fim de iniciativas como a linha Optane. Agora, a memória voltou ao centro das atenções estratégicas devido ao avanço da inteligência artificial.

Memória sobre a CPU seria a solução da Intel

Entre os caminhos sugeridos por Tan está o empacotamento 3D, que permite o empilhamento direto de memória sobre o processador. A proposta visa reduzir a latência e contornar a chamada "parede da DRAM", um dos principais limites físicos da computação atual. Segundo o CEO, a escassez global e as exigências computacionais mudaram a dinâmica do setor, abrindo espaço para inovações a nível de arquitetura que vão além dos padrões convencionais do mercado hoje.

"Acho que há muitas maneiras de realmente trabalharmos juntos nessa integração e também tentarmos descobrir novas arquiteturas a partir da memória; e acho que, de certa forma, ainda há muito espaço para inovação nessa área, então há um campo realmente promissor", disse o executivo.

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A movimentação de bastidores também reforça essa movimentação. A Intel contratou recentemente Seok-Hee Lee, ex-CEO da SK Hynix, para liderar divisões de Foundry e tecnologias avançadas de empacotamento. Além disso, a empresa tem trabalhado em patentes e projetos como a memória ZAM, focada em alternativas para contornar gargalos de largura de banda e eliminar processos caros, como os interposers de silício tradicionais das memórias HBM.

 

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WhatsApp quer usar IA para barrar golpes e proteger usuários

13 de Agosto de 2026, 10:03

O WhatsApp apresentou uma prévia do Scam Alert (Alerta de Golpe), novo recurso de segurança que usa inteligência artificial para identificar possíveis tentativas de fraude. A ferramenta foi desenvolvida para lidar com golpes que estão ficando mais sofisticados, incluindo casos de personificação e abordagens criadas com ajuda de IA. Por enquanto, o Scam Alert está em beta limitado em algumas regiões.

O sistema usa um modelo de aprendizado de máquina que roda no celular. A tecnologia analisa sinais linguísticos e a estrutura das conversas para identificar padrões associados a golpes. Quando uma mensagem é considerada suspeita, o WhatsApp mostra um alerta somente para quem recebeu a mensagem. A partir daí, o usuário decide o que fazer: bloquear o contato, denunciar a conversa ou continuar normalmente.

O Scam Alert é totalmente opcional e fica sob controle do usuário. A Meta afirma que é possível ativar ou desativar o recurso a qualquer momento pelas configurações do aplicativo. Caso um alerta seja considerado falso, também dá para marcar o chat como confiável. Nesse caso, o aviso atual é removido e o Scam Alert passa a não sinalizar novamente aquela conversa específica.

Para avaliar o funcionamento do recurso, o WhatsApp coleta dados de telemetria de forma agregada e anonimizada. As informações indicam, por exemplo, quantas vezes os alertas foram exibidos e qual decisão o usuário tomou depois de receber um aviso. Esses dados são processados em servidores especializados da AMD e da Nvidia, que utilizam Ambientes de Execução Confiáveis (TEEs) para proteger as informações durante o processamento.

whatsapp app

Como fica a criptografia de ponta a ponta? (explicar)

O Scam Alert foi desenvolvido para funcionar sem comprometer a criptografia de ponta a ponta do WhatsApp. Como o modelo analisa os sinais da conversa no celular, o conteúdo das mensagens não é enviado automaticamente para o WhatsApp, a Meta ou outras empresas para ser classificado. 

Assim, o sistema consegue procurar indícios de golpe sem que a plataforma precise descriptografar as conversas nos servidores. O envio de conteúdo ocorre apenas quando há uma ação específica do usuário. Isso acontece em situações como:

  • Denúncia: quando o usuário denuncia uma mensagem ou conversa, o conteúdo é enviado aos servidores para análise, como já acontece nas ferramentas atuais;

  • Ajuste de precisão: caso um alerta seja considerado falso, o usuário pode marcar o chat como confiável e optar por compartilhar as cinco mensagens recebidas mais recentemente. Essas informações ajudam a aprimorar o modelo;

  • Telemetria protegida: os dados enviados para análise não incluem o conteúdo das mensagens, a identidade dos participantes ou informações capazes de indicar qual conversa gerou determinado alerta.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “O WhatsApp é criptografado? Entenda como funciona a proteção do app”. 

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Wi-Fi perde espaço para celulares após decisão da Anatel; veja impacto em roteadores

13 de Agosto de 2026, 09:56

A Anatel aprovou uma mudança que limita a operação do Wi-Fi na faixa de 6 GHz no Brasil a partir de 2027. A decisão reserva a parte superior do espectro, entre 6.425 MHz e 7.125 MHz, para telefonia móvel, enquanto os equipamentos Wi-Fi ficarão restritos à faixa de 5.925 MHz a 6.425 MHz.

A medida foi aprovada por unanimidade pelo Conselho Diretor da agência em 11 de agosto e formalizada pelo Acórdão nº 203 e pelo Ato nº 10.400. Embora os novos requisitos já estejam em vigor, a aplicação obrigatória começa em 1º de março de 2027, criando um período de transição para equipamentos já certificados.

Na prática, a decisão reduz o espectro disponível para equipamentos classificados como sistemas de acesso sem fio em banda larga para redes locais. Isso inclui pontos de acesso internos, dispositivos de potência muito baixa e equipamentos que utilizam a faixa de 6 GHz.

Impacto em roteadores

A mudança pode ter impacto especialmente sobre roteadores mais recentes compatíveis com Wi-Fi 6E e Wi-Fi 7, tecnologias que passaram a utilizar a faixa de 6 GHz para ampliar a capacidade das redes sem fio. Com menos espectro disponível, fabricantes precisarão adequar os equipamentos às novas regras brasileiras.

Os produtos que já foram certificados e homologados para operar em toda a faixa de 6 GHz não serão simplesmente retirados do mercado. Segundo a Anatel, aqueles cujos certificados continuarem válidos depois de março de 2027 deverão ser adaptados durante a manutenção periódica da certificação.

A restrição não vale indistintamente para todo equipamento que utiliza frequências entre 6.425 MHz e 7.125 MHz. A regra é direcionada especificamente aos produtos classificados como sistemas de acesso sem fio para redes locais.

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Faixa de 6 GHz será usada por redes móveis

O motivo da mudança é preparar a porção superior da faixa de 6 GHz para o Serviço Móvel Pessoal (SMP), categoria que engloba redes celulares. A destinação dessa faixa para serviços de interesse coletivo já havia sido definida na atualização do plano brasileiro de frequências, aprovada em janeiro de 2025.

A Anatel afirma que a decisão foi baseada em testes de laboratório, avaliações de campo e simulações sobre a convivência entre Wi-Fi e sistemas móveis. Os estudos apontaram problemas de interferência quando as duas tecnologias utilizavam o mesmo canal ou frequências parcialmente sobrepostas.

Em um dos cenários avaliados, a taxa de transmissão do Wi-Fi apresentou perda superior a 90%, enquanto o sistema móvel teve degradação de até 25%. Em outra configuração, a perda chegou a 100% para o Wi-Fi e a 30% para o sistema móvel.

Por isso, o entendimento da agência foi de que a separação entre as tecnologias é, neste momento, a alternativa mais segura para evitar interferências e permitir a expansão das redes móveis.

Apesar da restrição, a decisão não fecha completamente a porta para que o Wi-Fi volte a utilizar a faixa superior de 6 GHz no futuro. A Anatel prevê a criação de um ambiente regulatório experimental, conhecido como sandbox, para testar novas formas de convivência entre Wi-Fi e redes móveis.

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O maior risco da IA não é a intenção, mas a imprevisibilidade

13 de Agosto de 2026, 09:43

Durante muito tempo, o debate sobre inteligência artificial e cibersegurança esteve concentrado em uma hipótese relativamente simples: o que aconteceria se criminosos começassem a utilizar sistemas de IA para automatizar ataques? A preocupação é legítima. Agentes cada vez mais autônomos podem acelerar a identificação de falhas, vulnerabilidades e caminhos de exploração, reduzindo drasticamente o tempo necessário para comprometer uma infraestrutura. Atividades que hoje exigem semanas ou meses de trabalho humano poderiam ser realizadas em horas.

Nas mãos de cibercriminosos, esse tipo de tecnologia se tornaria um multiplicador de força sem precedentes. Mas talvez esse não seja o único risco, nem mesmo o mais difícil de administrar.

Casos recentes mostram que o problema pode surgir antes de qualquer intenção maliciosa. À medida que agentes de IA ganham autonomia para planejar e executar tarefas, eles também começam a encontrar caminhos que seus próprios criadores não imaginaram.

O risco, portanto, não está apenas no que uma IA foi programada para fazer. Está também nas estratégias que ela pode construir sozinha para alcançar um objetivo.

Quando cumprir a tarefa vira o problema

Um experimento conduzido pela Hugging Face com um agente da OpenAI ilustra bem essa mudança. O sistema recebeu a missão de concluir uma série de desafios dentro do ExploitGym, um ambiente isolado criado para avaliar capacidades ofensivas de inteligência artificial sob condições controladas.

O agente não foi orientado a acessar a internet, sair da área de testes ou interagir com sistemas externos. Mesmo assim, ao tentar melhorar seu desempenho, concluiu que as informações necessárias provavelmente estavam fora daquele ambiente. A partir daí, passou a procurar uma forma de ultrapassar os limites da sandbox e buscar externamente o conhecimento que julgava necessário para cumprir a tarefa.

O comportamento pode parecer uma tentativa deliberada de escapar. No entanto, essa interpretação parte de uma lógica humana, baseada em intenção, consciência e compreensão de regras implícitas.

Um agente de IA não necessariamente enxerga a situação dessa forma. Ele recebe um objetivo, avalia diferentes possibilidades e escolhe o caminho que parece oferecer a maior probabilidade de sucesso.

É como entrar em uma sala de escape. Uma pessoa entende que deve solucionar os enigmas disponíveis dentro daquele espaço. Um sistema autônomo pode perceber uma saída no teto e concluir que abandonar a sala é a maneira mais eficiente de vencer o desafio. Ele não está necessariamente tentando trapacear. Está apenas otimizando o resultado.

A mesma lógica vale para um estudante durante uma prova. Um ser humano compreende que deve permanecer na sala, não consultar materiais externos e não acessar o gabarito. Para uma IA orientada exclusivamente pela obtenção da maior nota, porém, invadir a sala do professor e localizar as respostas poderia parecer apenas a estratégia mais eficiente. Não por malícia, mas por cálculo.

Sistemas podem causar danos sem querer causar danos

Essa é uma das mudanças mais difíceis de assimilar. estamos acostumados a interpretar ações destrutivas pela intenção de quem as executa. Se alguém invade um sistema, apaga dados ou contorna uma regra, procuramos compreender qual era a motivação por trás daquele comportamento.

Agentes de IA não operam necessariamente dentro dessa lógica. Eles não distinguem certo e errado como seres humanos e não quebram regras por vontade própria. Eles buscam maximizar um objetivo.

Isso cria um paradoxo: um sistema pode realizar ações devastadoras sem que o dano seja, em qualquer momento, sua finalidade.

Durante o experimento da Hugging Face, o agente realizou milhares de operações autônomas ao longo de poucos dias. Não estava tentando comprometer uma infraestrutura. Cada ação representava uma nova tentativa de aumentar a chance de concluir a missão recebida.

Para um observador externo, o comportamento poderia ser praticamente idêntico ao de um invasor. O processo que levou àquela decisão, porém, era completamente diferente.O caso também não é isolado.

Durante o desenvolvimento do PocketOS, um agente de IA teve dificuldades para acessar os dados necessários à execução de uma tarefa. A solução encontrada foi apagar todo o banco de dados e recriá-lo do zero.O banco não era o alvo. Ele havia se tornado um obstáculo.

Sob uma perspectiva humana, a decisão parece desproporcional. Para o sistema, entretanto, era apenas o caminho estatisticamente mais eficiente para continuar avançando.

Estamos, portanto, diante de uma nova categoria de risco: sistemas que não desenvolvem intenções maliciosas, mas conseguem criar planos de execução e identificar caminhos que nenhum desenvolvedor antecipou.

Quando a própria proteção atrapalha a resposta

O experimento da Hugging Face revelou ainda outro problema importante. Depois de identificar o comportamento do agente, a equipe de segurança tentou utilizar outros modelos de IA para analisar o código envolvido e compreender o incidente.

Alguns sistemas comerciais recusaram a solicitação. Como o material incluía exploits, payloads e técnicas ofensivas, os modelos classificaram o conteúdo como relacionado a atividades de hacking e impediram a análise. Na prática, não conseguiram diferenciar um pesquisador investigando um incidente de um criminoso tentando reproduzir o mesmo ataque.

O problema não estava necessariamente nas regras de segurança, mas na incapacidade de interpretar o contexto em que aquelas técnicas estavam sendo analisadas. É como se um médico de pronto-socorro se recusasse a atender um paciente ferido porque as normas do hospital proíbem o manuseio da arma utilizada no crime. A regra existe por um motivo, mas sua aplicação rígida pode impedir justamente a ação necessária naquele momento.

Quando um sistema não consegue compreender contexto, mecanismos criados para proteger podem se transformar em limitações operacionais.

A Hugging Face acabou recorrendo a um modelo de pesos abertos, com menos barreiras, para concluir a análise forense. O episódio demonstra que segurança não pode depender apenas de uma coleção de proibições automáticas.

Guardrails são necessários, mas precisam considerar finalidade, ambiente e identidade de quem realiza a ação. Caso contrário, podem impedir equipes legítimas de investigar, responder e recuperar sistemas após um ataque.

A nova discussão sobre soberania cognitiva

Por muitos anos, empresas e governos se preocuparam com soberania de dados, localização da infraestrutura e controle sobre informações sensíveis. A expansão dos agentes de IA adiciona uma nova dimensão a esse debate: a soberania cognitiva.

Quem permanece no controle quando um sistema decide sozinho onde buscar o conhecimento utilizado em suas decisões? Quem governa o processo quando o próprio agente determina quais fontes consultar, em quais informações confiar e qual caminho seguir?

A questão se torna ainda mais complexa quando modelos recorrem a informações externas, combinam ferramentas diferentes e executam ações sem supervisão humana a cada etapa.

Talvez ainda não existam respostas definitivas. Mas existe um erro que as organizações precisam evitar: tratar esses comportamentos como exceções improváveis. À medida que agentes ganham mais autonomia, capacidade de planejamento e acesso a sistemas corporativos, situações semelhantes tendem a se tornar mais frequentes. Não será possível prever todas as combinações de decisões, ferramentas e caminhos que esses sistemas poderão construir.

Prevenção já não é suficiente

Durante décadas, a estratégia de cibersegurança foi orientada por uma pergunta central: como impedir que um incidente aconteça? Essa pergunta continua sendo indispensável. Mas, diante de sistemas capazes de gerar milhares de estratégias, selecionar caminhos de forma autônoma e apresentar comportamentos emergentes, ela já não é suficiente.

Não é realista acreditar que todos os cenários possíveis poderão ser evitados por meio de novas regras, bloqueios ou mecanismos de controle. É nesse contexto que uma estratégia de Resilience Operations, ou ResOps, se torna cada vez mais relevante.

A proposta não é abandonar a prevenção. O objetivo é reconhecer que parte do risco continuará imprevisível e preparar a organização para operar mesmo quando controles falharem ou quando um agente tomar uma decisão que ninguém antecipou.

O foco passa a incluir a continuidade das operações, a adaptação rápida e a recuperação de serviços críticos com o menor impacto possível.

Resiliência, nesse cenário, não pode ser apenas a última etapa de um plano de resposta a incidentes. Ela precisa ser incorporada desde o início à arquitetura de aplicações, infraestruturas, dados e processos.

Isso significa criar ambientes segmentados, definir limites de acesso, manter cópias confiáveis das informações, testar rotinas de recuperação e garantir que ações automatizadas possam ser interrompidas, analisadas e revertidas.

Também significa assumir que sistemas autônomos eventualmente tomarão decisões inesperadas.

Preparar-se para o imprevisível

Se comportamentos como esses já estão aparecendo em laboratórios e ambientes controlados, é necessário considerar o que poderá acontecer quando tecnologias semelhantes forem utilizadas deliberadamente por cibercriminosos.Esse provavelmente será um dos principais desafios de segurança cibernética da próxima década.

O futuro não dependerá apenas da capacidade de desenvolver sistemas de IA mais poderosos. Dependerá também da nossa habilidade de conviver com tecnologias que podem tomar decisões por caminhos que seus criadores não previram. Por isso, a pergunta central para as organizações está mudando.

Em vez de questionar apenas se é possível impedir todos os incidentes, será necessário avaliar até que ponto a empresa consegue continuar funcionando quando o imprevisível se torna realidade.

O avanço sobre os sistemas de IA também levantam a preocupação: quem controla os acessos dos agentes?

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Nova regra do YouTube tem "pegadinha" para canais antigos já monetizados

O YouTube atualizou as regras de monetização e vai exigir o dobro de visualizações para entrar no Programa de Parcerias da plataforma. A medida vale para novos canais que buscam o faturamento, mas existem algumas mudanças importantes para quem já ganha dinheiro com vídeos por lá.

Os ajustes começam a valer a partir de fevereiro de 2027. Porém, quem não aceitar os novos termos de serviço do YouTube Studio até 31 de janeiro de 2027 corre risco de perder a receita: o canal segue como participante no Programa de Parcerias, mas não recebe o repasse dos anúncios até ficar de acordo com as novas condições.

Além disso, existem novos termos para definir o que é um canal ativo e mudanças no faturamento via Shorts. Confira:

Ajustes para canais que já monetizam

O ponto mais importante é aceitar os termos para continuar com a monetização, mas o YouTube deixou outras “pegadinhas” que precisam de atenção. 

A primeira delas é o conjunto de requisitos para tornar um canal ativo no Programa de Parcerias. É necessário ter pelo menos um dos critérios:

  • Mil horas de exibição qualificadas nos últimos 365 dias ou;
  • 1 milhão de visualizações qualificadas do Shorts nos últimos 90 dias ou;
  • Dois vídeos longos ou cinco Shorts publicados a cada 90 dias.

Caso um canal não tenha atingido os requisitos, há um prazo de 90 dias para alcançar números de mil horas de exibição qualificada nos últimos 365 dias ou 1 milhão de visualizações qualificadas de Shorts nos últimos 90 dias. Ao atingi-los, o canal consegue ser mantido no programa.

Outra mudança envolve o Fundo para Criadores de Shorts, que repassa verba de anúncios exibidos nos vídeos verticais. Apenas canais com 10 milhões de visualizações qualificadas do Shorts nos últimos 90 dias terão acesso a essa fonte específica de faturamento (não muda a receita com vídeos longos, por exemplo.

Youtube

 

O que vai mudar na monetização do YouTube?

O Programa de Parcerias do YouTube aumentou as métricas necessárias para novos canais. A partir de 2027, será necessário acumular 8 mil horas de exibição qualificadas nos últimos 365 dias ou 20 milhões de visualizações qualificadas no Shorts nos últimos 90 dias para acessar o serviço de monetização.

A mudança dobrou o tempo mínimo necessário para ingressar no programa, que era de 4 mil horas para vídeos longos em um ano e 10 milhões de visualizações do Shorts em três meses.

 

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Crise em God of War: ator de Kratos massacra produção da série; entenda por quê

13 de Agosto de 2026, 09:37

Adicionando mais uma polêmica ao conflituoso desenvolvimento da série live-action de God of War, Christopher Judge, o ator que interpreta Kratos nos jogos, criticou a produção por não contar com profissionais que trabalham ativamente na franquia de videogame. 

O comentário de Judge foi feito durante um painel na convenção FanExpo, onde falou sobre adaptações de jogos. O ator expressou sua frustração em relação aos estúdios, que costumam contratar uma equipe criativa diferente daquela responsável por dar vida aos games. 

Como exemplo, Judge falou sobre a produção da série de God of War, que está sendo feita pelo Prime Video. De acordo com ele, o fato de os roteiristas dos jogos não serem contratados para fazer a adaptação é um erro.

“Meu problema com todas as adaptações de jogos é que você tem uma propriedade intelectual preexistente e de sucesso, e a primeira coisa que eles fazem é não contratar pessoas associadas a ela [...] Quando a Amazon e não contratou nenhum dos roteiristas de God of War… O que eles estavam pensando? Esse pessoal está imerso nesse mundo há 20 anos. Mas alguém acha que sabe mais do que eles?”, o ator criticou.

Judge ainda mencionou a adaptação de The Last of Us na HBO, afirmando que “não faz ideia do por que não aproveitar o elenco e os roteiristas , especialmente quando se pretende fazer episódios que são recriações plano a plano do jogo”. 

Renovando polêmica

A fala de Christopher Judge sobre a produção da série de God of War acontece em meio a uma situação delicada nos bastidores. Isso porque as filmagens do programa tiveram que ser interrompidas em julho depois que Ryan Hurst (Sons of Anarchy), previamente escalado para interpretar Kratos, sofreu uma lesão no set de gravações. 

god of war

Como consequência do ocorrido, a Amazon decidiu substituir Hurst, com Dave Bautista (Guardiões da Galáxia) em negociações para assumir o papel de Kratos no live-action. Entre os nomes já confirmados no elenco estão Callum Vinson (Long Bright River), Max Parker (Jovens Recrutas), Mandy Patinkin (Homeland) e Teresa Palmer (A Escolha). 

Por enquanto, a Amazon não cravou uma data de estreia para o programa, mas a previsão de lançamento é para 2027. A série vai acompanhar a jornada de Kratos e seu filho, Atreus, para espalhar as cinzas de Faye, esposa de Kratos e mãe do garoto. 

Mas afinal, qual é o melhor God of War? Confira o nosso ranking e relembre a trajetória da franquia nos videogames.

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TIM distribui 4 mil ingressos para Rock in Rio em lojas físicas; veja como ganhar

13 de Agosto de 2026, 09:19

Na última quarta-feira (12), a TIM anunciou uma promoção que distribuirá 4 mil ingressos para o Rock in Rio 2026 por meio de lojas físicas da operadora. A ação não envolve sorteio e permite escolher entre datas do festival, inclusive algumas que já estão esgotadas na venda convencional.

Para participar, é necessário comprar um produto JBL participante e contratar, ou aderir, a um plano TIM elegível com fidelização de 12 meses. Os produtos incluem fones de ouvido e caixas de som, com preços a partir de R$ 99.

A promoção está disponível em lojas da TIM nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, além de um ponto da operadora no ParkShoppingBarigüi, em Curitiba.

Após a contratação, o cliente pode escolher a data do festival, conforme a disponibilidade da promoção e o plano contratado. A quantidade de ingressos varia de acordo com a oferta.

Quais planos dão direito aos ingressos?

Os planos TIM Black Premium, TIM Black Família e TIM Black Família Plus, além de algumas ofertas TIM Ultracombo com TIM Black, dão direito a um ingresso.

Já clientes dos planos TIM Black Família Premium, TIM Black Família VIP e determinadas ofertas TIM Ultracombo com TIM Black Família VIP podem receber dois ingressos.

A promoção também está disponível para clientes atuais da operadora que aderirem às condições exigidas.

Entre os produtos JBL participantes estão modelos como JBL Wave Buds, Wave Beam, Sense Lite, Tune 110, Tune 530 e Tune 730, além das caixas de som JBL Grip e Flip 7.

JBL Wave Buds

TIM Mais também oferece benefícios

Clientes de planos controle e pós-pagos cadastrados no programa TIM Mais podem ter acesso a benefícios relacionados ao Rock in Rio. As vantagens variam de acordo com o nível do cliente e o tempo de relacionamento com a operadora.

Entre as opções estão ingressos e acesso ao espaço exclusivo da TIM no festival, conforme disponibilidade. As regras e períodos de participação podem ser consultados no aplicativo Meu TIM.

A operadora também informou que novos clientes TIM Controle que contratarem planos com até 45 GB de internet terão três meses de Deezer.

Quando acontece o Rock in Rio 2026?

O Rock in Rio 2026 será realizado no Rio de Janeiro. Como parte dos ingressos da venda tradicional já está esgotada, a promoção da TIM oferece uma alternativa para clientes que atendam às condições da campanha.

Os ingressos são limitados às 4 mil unidades anunciadas pela operadora e estão sujeitos à disponibilidade das datas e ofertas participantes. Enquanto isso, um novo plano da TIM reduz conta em 40% e dá desconto maior na compra de celular.

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"Matador de Galaxy" nunca lançado pela Microsoft vaza 12 anos depois; veja fotos

13 de Agosto de 2026, 09:18

Um protótipo de smartphone da Microsoft que poderia ter chegado ao mercado em 2014 surgiu na internet 12 anos depois. Conhecido pelo codinome “Raven”, o aparelho seria um Windows Phone da linha Surface e chama atenção pelo visual que, para a época, poderia colocá-lo como concorrente de modelos como Galaxy S5. Na época, era acreditava-se que a Microsoft poderia competir de igual para igual com a Samsung no topo do mercado de tops de linha com seu "matador de Galaxy".

A imagem do protótipo foi compartilhada pelo Windows Central e mostra um aparelho com formato tradicional, sem as telas duplas que marcariam os futuros celulares Surface. O dispositivo teria sido desenvolvido entre 2013 e 2014, mas nunca chegou a ser lançado comercialmente.

O suposto Surface “Raven” teria rodado o Windows Phone 8.1 e utilizado um processador Qualcomm. O modelo exato do chip não foi revelado, mas o aparelho estaria equipado com uma tela de resolução 720p e teclas físicas de navegação na parte frontal.

Na traseira, o protótipo apresenta o logotipo da Microsoft, além de uma única câmera acompanhada por flash LED. A estrutura também conta com uma moldura metálica prateada, semelhante à utilizada pela empresa em outros produtos Surface lançados na mesma época.

O visual chama atenção principalmente quando comparado aos smartphones que estavam disponíveis em 2014. O aparelho apresenta linhas relativamente discretas e um acabamento que seguia a identidade visual adotada pela Microsoft em seus produtos.

surface raven

Microsoft mudou os planos após comprar a Nokia

A história do projeto está ligada à tentativa da Microsoft de entrar no mercado de smartphones. A empresa já trabalhava em um Windows Phone próprio desde pelo menos 2012, mas adquiriu a divisão de Dispositivos e Serviços da Nokia em 2013.

Depois da aquisição, a estratégia mudou. Em vez de apostar imediatamente em um smartphone Surface próprio, a Microsoft passou a trabalhar com a Nokia, dando origem à linha de celulares Lumia sob sua marca.

Anos depois, a companhia finalmente apresentou um smartphone próprio da família Surface: o Surface Duo, lançado em 2020. Ele adotou um conceito completamente diferente do protótipo Raven, contando com duas telas conectadas por uma dobradiça.

A Microsoft também lançou o Surface Duo 2, mas os dispositivos enfrentaram problemas relacionados à experiência de software. Somados às vendas abaixo do esperado, tudo isso contribuiu para o fim da linha Surface.

O protótipo Raven, por outro lado, seguiria uma abordagem mais convencional. Por isso, a possibilidade de um smartphone Surface em formato tradicional poderia ter permitido à Microsoft competir de maneira diferente no mercado de celulares daquela época.

Não há indicação de que a Microsoft planeja voltar ao mercado de smartphones atualmente. O protótipo mostra como a empresa chegou a considerar uma estratégia bem diferente antes de apostar nos aparelhos de duas telas.

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Rumor: iPhone 18 vai ter muito mais memória RAM que a geração atual

13 de Agosto de 2026, 09:07

O iPhone 18 básico pode chegar ao mercado com duas novidades que atualmente são associadas aos modelos mais avançados da Apple. Segundo o analista Jeff Pu, o celular terá 12 GB de RAM e poderá receber uma nova versão da Dynamic Island, recursos que devem estrear primeiro nos modelos Pro.

A nova geração do iPhone deve adotar uma estratégia diferente de lançamento. Enquanto o iPhone 18 Pro, iPhone 18 Pro Max e iPhone Ultra são esperados para setembro de 2026, o modelo convencional deve ficar para o início de 2027.

De acordo com Jeff Pu, o iPhone 18 terá 12 GB de RAM, um aumento considerável em relação aos 8 GB presentes no iPhone 17. A informação, porém, entra em conflito com um rumor anterior divulgado pelo analista Ming-Chi Kuo.

Segundo Kuo, o iPhone 18 teria apenas 9 GB de RAM, mesma quantidade esperada para o iPhone 18e. Pu, por outro lado, afirma que os 9 GB ficariam restritos ao iPhone 18e, enquanto o iPhone 18 teria 12 GB.

Os dois aparelhos devem utilizar o mesmo chip A20. A diferença na quantidade de memória pode ajudar a Apple a separar melhor os modelos em desempenho e recursos de inteligência artificial.

iPhone 17 Pro

Novo Dynamic Island chegaria ao modelo convencional

Outra possível novidade está na Dynamic Island. O iPhone 18 convencional pode receber a nova versão, com um design menor, que deve estrear primeiro nos modelos Pro.

A Apple tradicionalmente leva alguns recursos dos modelos Pro para os aparelhos mais baratos somente depois de uma geração. Foi assim com a Dynamic Island: apresentada no iPhone 14 Pro, ela chegou ao modelo convencional apenas com o iPhone 15.

Agora, a empresa pode acelerar esse processo e levar a nova versão da interface para o iPhone 18 já em seu lançamento.

A expectativa é que o iPhone 18, o iPhone 18e e o iPhone Air 2 sejam apresentados no início de 2027. Antes disso, em setembro de 2026, a Apple deve concentrar o lançamento nos modelos mais sofisticados. Enquanto isso, um vazamento indica que o iPhone 18 Pro pode ganhar nova cor; veja o que esperar.

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