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Tela magnética grava vídeos e faz selfies com a câmera traseira do celular

23 de Setembro de 2026, 15:30

A Vivo (Jovi) apresentou um acessório que pode facilitar a vida de quem grava vídeos e selfies com o celular. Trata-se de uma tela touchscreen magnética que funciona como monitor remoto da câmera, permitindo ao usuário visualizar e controlar a gravação enquanto utiliza as câmeras traseiras do smartphone.

O acessório foi apresentado junto à nova linha de celulares topo de linha Vivo X500 e faz parte do kit de fotografia do X500 Pro Max. A tela também pode ser adquirida separadamente.

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A ideia é especialmente interessante para criadores de conteúdo. Como a tela espelha o aplicativo de câmera do celular, o usuário consegue acompanhar o enquadramento mesmo estando diante da câmera traseira, além de controlar por toque algumas configurações.

Isso permite deixar de lado a câmera frontal, que normalmente oferece qualidade inferior à dos sensores traseiros. No X500 Pro Max, o conjunto inclui uma câmera principal de 50 MP e uma telefoto de 200 MP, segundo as informações apresentadas sobre o aparelho.

vivo x500 pro max monitor

Tela AMOLED tem apenas 68 gramas

O monitor da Vivo aposta em dimensões compactas para facilitar o transporte. A tela utiliza um painel AMOLED de 3,92 polegadas, tem apenas 5,65 milímetros de espessura e pesa 68 gramas.

A conexão com o smartphone é feita por Bluetooth, eliminando a necessidade de um cabo entre o celular e o monitor. O acessório pode ser fixado magneticamente ao telefone ou utilizado de forma remota dentro do alcance da conexão sem fio. Esse formato também diferencia a solução de alternativas como a tela de monitoramento da Insta360, que utiliza uma conexão por cabo.

Apesar do sistema magnético, existe uma limitação para quem pretende utilizar o monitor. Os celulares da Vivo não possuem suporte nativo ao padrão MagSafe, o que significa que é necessário utilizar uma capa específica compatível com o acessório para realizar a fixação magnética.

Na China, o monitor tem preço de 699 yuans, o equivalente a aproximadamente R$ 537 em conversão direta. Ainda não há informações sobre um eventual lançamento internacional, então a tela permanece como uma solução exclusiva do mercado chinês.

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Logitech lança mouse PRO X3 Superstrike e novos periféricos no Brasil; veja preços

23 de Setembro de 2026, 15:30

A Logitech anunciou o mouse gamer PRO X3 SUPERSTRIKE durante o evento Logitech G PLAY 2026, que aconteceu nesta quarta-feira (23). O novo modelo conta com um chassi 2 gramas mais leve que seu antecessor. Além do novo mouse, a marca revelou uma série de periféricos que chegarão ao Brasil nos próximos meses.

O Logitech G Pro X3 Superstrike estará disponível no mercado brasileiro a partir de outubro deste ano nas variantes preta e magenta pelo preço sugerido de R$ 1.299,90. O acessório foi desenvolvido ao longo de 9 meses em colaboração direta com atletas de eSports.

A marca retrabalhou a distribuição interna de peso do mouse, o que garantiu uma redução de 2 gramas em comparação com o modelo anterior. De acordo com a empresa, a mudança oferece maior equilíbrio, estabilidade e precisão. Outro destaque do Logitech G Pro X3 Superstrike é sua eficiência energética, que melhorou em 50%, passando de 90 horas no modelo anterior para 135 horas de autonomia de bateria.

A taxa de atualização também recebeu melhorias significativas. O modelo anterior possuía um polling rate de 1.000 Hz, podendo estender a taxa para 8.000 Hz com fio. Já o novo mouse consegue alcançar 8.000 Hz tanto no modo com fio quanto no modo sem fio.

Entre outros recursos embarcados no PRO X3 Superstrike estão o sistema HITS e o Rapid Trigger, que funcionam como switches magnéticos de teclados e permitem configurar a pressão necessária para acionamento do clique.

Logitech G Pro X3 Superstrike

A chegada do mouse e de outros produtos ao Brasil reforça a importância do mercado gamer brasileiro, conforme destaca o líder de games da Logitech na América Latina, Leandro Rocha, em entrevista exclusiva ao Canaltech:

"O Brasil, principalmente, tem sido um grande destaque hoje. É o maior país da América Latina em relevância financeira e tem sido gigante para nós, porque não estamos vendo apenas o tamanho da comunidade gamer. O Brasil é o terceiro maior país do mundo em base de jogadores de PC, mas com um público extremamente engajado e esforçado contando suas histórias. É o que a gente celebra aqui".

Logitech G atualiza todas as linhas de periféricos gamers

Além do Logitech G PRO X3 Superstrike, a marca revelou novidades em todas as suas linhas de dispositivos gamers, entre eles modelos G3, G5 e PRO, além de periféricos como volantes, headsets e a linha de microfones Yeti.

Novidades da linha PRO da Logitech

No topo de linha, a Logitech G anunciou que trará a nova edição SE para as versões ergonômica e compacta do mouse PRO X Superlight 2, periférico ultraleve com peso de 60 g. A revisão contará com embalagem simplificada, 88 horas de bateria (originalmente 95 horas) e polling rate reduzido de 8.000 Hz para 1.000 Hz.

O PRO X Superlight 2 SE também não contará com fitas de grip, pano de limpeza, puck extra com pé de PTFE e extensor USB. O mouse chegará por R$ 300 a menos que o modelo original, custando R$ 699,90. O lançamento no Brasil está marcado para outubro deste ano nas variações preta, branca e magenta.

Logitech PRO X SUPERLIGHT 2c

Outra novidade da linha profissional da Logitech G foi o teclado PRO X2 RAPID, equipado com switches magnéticos, tecnologia Rapid Trigger e apoio de pulso em silicone. O periférico também conta com um pequeno painel OLED que permite ajustar as configurações do teclado em tempo real. O dispositivo estará disponível em novembro pelo preço sugerido de R$ 1.699,90.

Nos headsets, a Logitech G confirmou a chegada do PRO X3 Lightspeed ao Brasil em novembro deste ano, pelo preço sugerido de R$ 1.699,90. A principal melhoria do modelo foi a adição de um microfone profissional de 48 kHz, que promete comunicação mais clara, bateria estendida e equalização avançada.

Fechando a linha PRO, a Logitech G anunciou a entrada no segmento de mousepads profissionais de alta performance com o PRO X Control, composto por tecido em malha de deslizamento omnidirecional, espuma Slimflex de 6 mm, bordas costuradas e base antiderrapante. O produto chega às prateleiras no fim do ano por R$ 499,90.

Linha Logitech G3 recebe teclado e novas cores

Já na linha G3, focada em custo-benefício e periféricos de entrada, a Logitech G anunciou o teclado G316 X 75. O modelo contará com design retrô, painel informativo de LED, barra de iluminação dinâmica e taxa de atualização de 8.000 Hz. O Logitech G316 X 75 também contará com switches personalizáveis e montagem no estilo gasket mount. Com o modelo, a marca pretende entregar um valor acessível, com lançamento previsto para outubro e preços sugeridos de R$ 584,90 e R$ 496,00 no Pix.

Logitech G316 X 75

A empresa também revelou as variações Dark Line (preto com roxo) e branca com turquesa do mouse G502 X PLUS. Donos da linha de periféricos receberão nesta quarta-feira (23) uma atualização gratuita no software Logitech G HUB, que permitirá aprimorar a precisão do sensor, otimizar o consumo de bateria e aplicar ajustes independentes para os eixos X e Y dos mouses.

Logitech acelera no PC e anuncia volantes exclusivos para computadores

Entre as novidades, a Logitech também revelou novas edições dos volantes G923 e RS50, que deixarão os consoles e serão direcionadas exclusivamente ao PC.

Os novos modelos serão mais baratos que o hardware original. Rocha explica que isso só foi possível porque a Logitech deixou de pagar taxas de licenciamento exigidas por Sony e Microsoft, além de simplificar a construção e a conectividade dos produtos.

O líder de games da Logitech LATAM revelou que tornar modelos topo de linha financeiramente mais acessíveis, como os volantes G923 e RS50 ou o PRO X Superlight 2 SE, é uma tendência do mercado de tecnologia. "O produto que tem menos funcionalidade vai se desvalorizando conforme chegam novas tecnologias, que vão chegando aí com um preço maior", contou Rocha.

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Edifier cria caixa de som retrô que dura até 30 horas longe da tomada

23 de Setembro de 2026, 15:22

A Edifier apresentou a M230 II, uma nova caixa de som para quem gosta de tecnologia com cara de antigamente. O modelo aposta em um visual retrô com acabamento que imita madeira, mas traz recursos atuais, como Bluetooth 6.0 e bateria capaz de entregar até 30 horas de reprodução.

O aparelho utiliza uma estrutura feita em MDF, material que, segundo a fabricante, ajuda a reduzir vibrações indesejadas que podem interferir no som. Na parte frontal, a caixa traz uma grade de tecido e botões no estilo das teclas de um piano, reforçando a aparência inspirada em equipamentos antigos.

Apesar do formato, a M230 II é relativamente compacta. São 170 x 86 x 106 mm, com peso de 820 gramas. A Edifier oferece o produto em três acabamentos, incluindo versões marrom com aspecto de madeira, branca com detalhes rosados e verde.

Edifier M230 II

Bateria pode chegar a 30 horas

Por dentro, a nova caixa de som conta com um tweeter de 22 mm, um driver de médios e graves de 45 x 80 mm e um radiador passivo dedicado às frequências mais baixas. O conjunto entrega 26 W RMS de potência e pico de 52 W, além de resposta de frequência entre 58 Hz e 20 kHz.

Outro destaque está na bateria de 5.200 mAh, que promete até 27 horas de reprodução contínua com o volume em 50%. Ao elevar o volume para 80%, a autonomia estimada cai para 14 horas.

Já o modo LoongSound amplia esses números para até 30 horas a 50% do volume ou 20 horas com o nível ajustado para 80%. A função pode ser ativada pelo aplicativo Edifier Connect.

Edifier M230 II

Em relação à conectividade, a M230 II tem suporte a Bluetooth 6.0 com conexão multiponto, permitindo manter dois dispositivos vinculados simultaneamente. Também é possível parear duas unidades da caixa por TWS para formar canais esquerdo e direito e criar um sistema estéreo.

A Edifier M230 II começou a ser vendida na China pelo site da varejista JD.com por 359 yuans (cerca de R$ 275 na cotação atual) em oferta de lançamento. Ainda não há informações sobre a disponibilidade do produto no Brasil e em outros mercados.

Em busca de uma nova caixa de som? Então vale conferir esse guia para saber qual aparelho você deve comprar!

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Samsung quer consertar limitações de apps que não conseguem barrar spam

23 de Setembro de 2026, 15:09

A Samsung registrou uma patente para um sistema de gerenciamento de chamadas de spam que busca bloquear números indesejados antes que a ligação seja efetivamente conectada ao smartphone. A proposta é impedir que o aparelho toque, acenda a tela ou gere alertas para chamadas identificadas como indesejadas.

Atualmente, sistemas de bloqueio podem identificar uma chamada como spam e impedir que ela toque normalmente, mas o aparelho ainda pode processar a ligação e exibir algum tipo de aviso. A tecnologia descrita pela Samsung tenta antecipar essa etapa, com uma verificação do número antes da conexão ser concluída.

A proposta também pode reduzir o processamento associado a chamadas que seriam bloqueadas de qualquer forma, o que pode resultar em menor consumo da bateria do celular. Como ainda se trata de uma patente, porém, não há garantia de que a tecnologia será lançada comercialmente ou integrada aos celulares Galaxy. 

Galaxy S24 home

Como pode funcionar o novo sistema da Samsung?

O funcionamento descrito na patente coloca a verificação do número em uma etapa anterior à conexão da chamada. O processo pode seguir esta lógica:

  1. Detecção da chamada: o sistema identifica uma chamada recebida no aparelho;

  2. Verificação do número: antes de concluir a conexão, o dispositivo consulta a lista de números bloqueados configurada pelo usuário;

  3. Rejeição da chamada: caso o número esteja na lista, o sistema envia uma resposta de rejeição para rede de telefonia celular, impedindo que a chamada seja estabelecida;

  4. Interrupção dos alertas: como a chamada é rejeitada antes de ser estabelecida, o aparelho não precisa iniciar os alertas normalmente associados a uma ligação recebida.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “4 formas de bloquear chamadas e SMS de golpes no Android de forma eficiente”.

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9 filmes para assistir antes de Vingadores Ultimato: Encore

23 de Setembro de 2026, 15:02

Chega aos cinemas nesta quinta-feira (24) Vingadores: Ultimato Encore, uma nova versão do filme que encerrou a Saga do Infinito no MCU. Mas será que você está preparado para assistir ao relançamento do longa-metragem?

Com cenas adicionais e visuais mais coloridos, Vingadores: Ultimato retorna aos cinemas repaginado para preparar o público para as emoções de Vingadores: Doutor Destino, o aguardado novo filme da equipe mais amada da Marvel nas telonas. 

Sem mudanças drásticas, a versão de relançamento não alterou a trama da produção, mas incluiu algumas sequências inéditas que podem antecipar o que os fãs verão no novo filme dos Vingadores. Diante desse cenário, chegar ao cinema preparado é fundamental para aproveitar ao máximo a experiência e, de quebra, já começar os trabalhos para Doutor Destino.

O que assistir antes de Vingadores Ultimato: Encore

Se você, assim como boa parte dos fãs do MCU, está ansioso para rever a emocionante luta contra Thanos nas telonas mais uma vez, aproveite para fazer a lição de casa com 9 filmes para assistir antes de Vingadores Ultimato: Encore. Para facilitar a maratona, a boa notícia é que todos estão disponíveis no Disney+, veja a seguir.

1. Homem de Ferro (2008)

Ponto de partida do MCU tal como o conhecemos hoje em dia, Homem de Ferro marcou a introdução de Robert Downey Jr. à franquia como Tony Stark, um bilionário e inventor que, após ser sequestrado por terroristas que o forçam a construir uma arma mortal, decide fazer uma armadura para enfrentar os criminosos, usando-a posteriormente para combater o crime nos Estados Unidos.

Considerando que Downey Jr. vai voltar ao MCU para interpretar o Doutor Destino, assistir ao primeiro filme do Homem de Ferro vai te ajudar a relembrar detalhes iniciais sobre Tony Stark para entender suas escolhas e decisões em Vingadores: Ultimato.

2. Capitão América: O Primeiro Vingador (2011)

Outro filme introdutório que merece estar na sua maratona é Capitão América: O Primeiro Vingador. O longa apresentou a história de origem de Steve Rogers (Chris Evans), um jovem que é transformado em uma arma humana, virando o Capitão América durante o período da Segunda Guerra Mundial. 

Com Chris Evans retornando ao MCU em Vingadores: Doutor Destino, assistir Capitão América: O Primeiro Vingador antes de Vingadores: Ultimato Encore vai te ajudar a entender referências sobre o passado do herói, assim como as escolhas feitas por ele no final do filme. 

3. Os Vingadores (2012)

Você também não pode deixar de assistir Os Vingadores, o primeiro filme do MCU focado na equipe. Além de apresentar a formação original do grupo, o longa-metragem também revela o Tesseract, a famosa caixa azul que mantém segura a Joia do Espaço, um dos elementos buscados por Thanos para dominar o universo. 

Além disso, Os Vingadores marca a primeira aparição do Thanos na franquia, que surge enigmaticamente na cena pós-créditos do filme. 

4. Guardiões da Galáxia (2014)

Apresentando o lado cósmico da franquia, Guardiões da Galáxia é outro filme fundamental para assistir antes de Vingadores: Ultimato Encore. Dirigido por James Gunn, o longa apresentou a equipe de desajustados liderada por Peter Quill (Chris Pratt), que entra em apuros depois de roubar a esfera do traiçoeiro Ronan (Lee Pace). 

Entre os elementos mais importantes do filme para a franquia no geral está a relação entre Gamora e Nebula, assim como o histórico familiar de ambas com Thanos. Logo, assistir ao filme vai te ajudar a se preparar para a nova versão, título bastante decisivo para Gamora.

5. Vingadores: A Era de Ultron (2015)

Dando continuidade ao universo dos Vingadores, outro filme que precisa entrar na sua maratona é Vingadores: A Era de Ultron (2015), segundo longa-metragem da equipe. Os grandes destaques da produção são a ameaça do androide mortal Ultron e a introdução da Joia da Mente por meio da estreia do Visão na franquia. 

Além de estabelecer alguns desentendimentos entre os heróis da formação original dos Vingadores, o filme mergulha nas inseguranças de Tony Stark e na responsabilidade do grupo diante dos efeitos colaterais de suas ações. 

6. Capitão América: Guerra Civil (2016)

Destrinchando as rusgas entre os heróis, apresentadas em Vingadores: A Era de Ultron, Capitão América: Guerra Civil também vai te ajudar a estar preparado para Vingadores Ultimato: Encore. O filme apresenta um cenário onde os políticos decidem controlar os Vingadores depois do ataque de Ultron, o que divide a equipe em dois times: um liderado pelo Capitão América e outro pelo Homem de Ferro. 

Um dos pontos mais importantes deste capítulo da franquia é que ele fragmenta o grupo, colocando os heróis uns contra os outros, além de deixar a Terra desprotegida. O conflito ainda abre espaço para repercussões em Ultimato, sendo importante para entender onde cada personagem está naquele momento. 

7. Thor: Ragnarok (2017)

Mais um filme que deve entrar na sua maratona é Thor: Ragnarok. Mudança de rota para o Deus do Trovão na franquia, o filme marca uma alteração no tom da jornada do herói, que passa a ser mais cômico à medida que ele enfrenta o apocalipse nórdico. 

Embora seja o terceiro filme solo do herói, Thor: Ragnarok entra na lista como um capítulo importante para entender o estado emocional do personagem interpretado por Chris Hemsworth e a situação do Hulk antes dos eventos de Ultimato.

8. Homem-Formiga e a Vespa (2018) 

Segundo filme solo de Scott Lang (Paul Rudd), Homem-Formiga e a Vespa acompanha o herói titular tentando equilibrar sua vida como pai e suas responsabilidades como Homem-Formiga. No meio disso tudo, ainda somos apresentados ao Reino Quântico, um conceito importante para entender Vingadores: Ultimato. 

Isso porque, além de ter relação com a situação de Scott naquele momento da franquia, o Reino Quântico exerce uma função relevante na estratégia desenvolvida pelos Vingadores para deter Thanos em Ultimato. 

9. Vingadores: Guerra Infinita (2018)

Se você tiver que escolher apenas um filme desta lista para assistir antes de Vingadores: Ultimato Encore, escolha Vingadores: Guerra Infinita. Afinal, Ultimato é a continuação dos eventos narrados em Guerra Infinita, a preparação direta para o que vemos no final da Saga do Infinito. 

Reunindo grandes estrelas da equipe do MCU, o filme mostra o grupo se unindo para lutar contra Thanos, que está coletando todas as seis Joias do Infinito para colocar seu plano destrutivo contra a humanidade em prática.  

Antecipação para Doutor Destino

Com Vingadores: Ultimato Encore chegando aos cinemas mundiais no dia 24 de setembro, os fãs da Marvel se preparam para retomar os trabalhos em uma intensa preparação para o aguardado lançamento de Vingadores: Doutor Destino, que acontece em 17 de dezembro. 

Caso você não consiga ver a versão repaginada de Ultimato nas telonas antes da estreia do novo filme do MCU, descubra se a nova versão de Vingadores: Ultimato lançada nos cinemas vai passar no Disney+?

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Celular da Xiaomi ganha design vermelho transparente que mostra até “entranhas”

23 de Setembro de 2026, 14:39

A Xiaomi apresentou uma versão bastante diferente de seus celulares top de linha. O Xiaomi 18 Pro e o Xiaomi 18 Pro Max, lançados nesta quarta-feira (23), ganharam uma edição especial vermelha transparente, com um acabamento que cria a impressão de que parte das “entranhas” dos aparelhos está à mostra.

Batizada de Transparent Special Edition, a versão utiliza um processo com película em escala micrométrica para criar um efeito tridimensional em relevo na parte traseira. Apesar do visual, os componentes internos reais não ficam expostos, já que o acabamento apenas reproduz elementos que lembram circuitos e outras peças do smartphone.

A Xiaomi levou essa proposta também para o software. Tanto a tela principal quanto o display secundário traseiro receberam papéis de parede personalizados que simulam digitalmente partes internas do aparelho.

Até mesmo o carregador e o cabo incluídos na caixa ganharam acabamento vermelho transparente para acompanhar o visual exclusivo dos novos dispositivos da fabricante chinesa.

Xiaomi 18 Pro Transparent Special Edition

Visual muda, mas hardware continua o mesmo

Por dentro, a edição especial mantém as especificações das versões convencionais do Xiaomi 18 Pro e 18 Pro Max. Os dois celulares utilizam painéis OLED com taxa variável entre 1 e 120 Hz, proteção de privacidade implementada no próprio hardware e uma pequena tela adicional posicionada na traseira.

O conjunto de câmeras desenvolvido em parceria com a Leica reúne três sensores. São uma câmera principal de 200 MP, uma teleobjetiva periscópica também de 200 MP com zoom óptico de 3,2 vezes e uma ultrawide de 50 MP.

Já o processamento fica por conta do Snapdragon 8 Elite Gen 6 no Xiaomi 18 Pro, enquanto o Pro Max utiliza o Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6. A edição transparente é vendida apenas com 16 GB de RAM e 1 TB de armazenamento.

Xiaomi 18 Pro Transparent Special Edition

Em relação à bateria, o modelo Pro é equipado com uma célula de 7.000 mAh, enquanto o Pro Max apresenta uma unidade de 8.500 mAh. Ambos os aparelhos oferecem carregamento rápido de 100 W por cabo e 50 W sem fio.

Os aparelhos Transparent Special Edition chegaram inicialmente ao mercado chinês. O Xiaomi 18 Pro custa 9.999 yuans (cerca de R$ 7.701 na cotação atual), enquanto o Pro Max sai por 10.999 yuans (aproximadamente R$ 8.472). Até o momento, não há informações sobre a chegada da edição especial a outros mercados.

Enquanto os novos dispositivos da Xiaomi não chegam ao Brasil, você pode conferir qual é o melhor celular topo de linha hoje.

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Samsung é investigada na Índia por pagamento de imposto em TVs OLED

23 de Setembro de 2026, 14:33

A Samsung está sendo investigada pelas autoridades da Índia por uma possível irregularidade no pagamento de tarifas de importação de peças usadas na fabricação de TVs OLED. Uma investigação semelhante também foi aberta contra a LG, que importa componentes para montar televisores no país.

O caso envolve a classificação dos componentes importados pelas empresas. Segundo as autoridades indianas, Samsung e LG podem ter aplicado uma tarifa reduzida de 5%, quando os produtos destinados à fabricação de TVs OLED deveriam estar sujeitos a uma alíquota de 15%.

As peças são utilizadas na fabricação e montagem dos televisores vendidos no mercado indiano, avaliado em aproximadamente US$ 4,7 bilhões. A tarifa menor, segundo o entendimento das autoridades, seria destinada a componentes utilizados em modelos mais antigos com tecnologias LCD e LED voltados ao mercado de massa.

Tanto a Samsung quanto a LG estariam contestando a interpretação das autoridades indianas. A argumentação das empresas é de que a tecnologia OLED seria, essencialmente, uma evolução da tecnologia LED e, por isso, os componentes utilizados nesses televisores também poderiam se beneficiar da tarifa reduzida.

TV Samsung

Multa pode chegar a 100% do imposto

A Samsung afirmou, em comunicado, que está analisando o assunto e reforçou seu compromisso com as regras locais. O caso ainda está em investigação e não há uma decisão definitiva sobre eventual irregularidade cometida pelas empresas.

Caso as autoridades concluam que houve pagamento incorreto das tarifas, as multas podem chegar a 100% do valor do imposto supostamente não recolhido, além da cobrança relacionada à diferença entre as alíquotas.

Até o momento, não foi informado o valor que cada empresa poderia ter de pagar caso a interpretação das autoridades indianas prevaleça.

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Gasolina sem etanol? Entenda o Projeto de Lei que quer mudar o combustível

23 de Setembro de 2026, 14:30

Parece que, em breve, o consumidor brasileiro vai poder escolher entre abastecer o carro com gasolina sem etanol ou com uma mistura bem menor do biocombustível. É que há duas propostas legislativas em trâmite no Congresso Nacional que buscam autorizar a venda de gasolina pura (E0) e com teor reduzido de biocombustível (E10) nos postos.

No Senado, a Sugestão Legislativa 30/2026 propõe liberar a comercialização opcional da gasolina pura e da versão E10 como alternativa ao combustível tradicional. Já na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei 4.783/2026 sugere tornar obrigatória a oferta de gasolina sem etanol para proteger motores não flex, mangueiras e carburadores do desgaste precoce provocado pela maior concentração de álcool.

Combustível gasolina

A movimentação vem em um momento em que a mistura obrigatória da gasolina comum saltou para 32% de etanol anidro na chamada E32; ainda, o governo considera testar a gasolina E35. Em resposta, grupos de colecionadores de carros antigos, proprietários de veículos importados e entidades do setor náutico se manifestaram, expressando insatisfação com os efeitos da mistura atual.

Gasolina com etanol

Para virar realidade nas bombas, a medida precisa passar por etapas importantes — entre elas, a regulamentação da ANP, que precisa redefinir padrões de qualidade, armazenamento e logística para a gasolina A, tipo que sai das refinarias sem álcool e que já integra a cadeia do setor.

Além disso, os postos de combustíveis teriam de adaptar sua infraestrutura de tanques e bombas para evitar a contaminação entre as formulações. Embora o combustível com menos etanol entregue maior autonomia por litro em razão do alto poder calorífico da gasolina, o produto final tende a ser mais caro para o consumidor.

Como a gasolina A possui custo de produção superior ao do etanol anidro, as versões E10 e E0 teriam custo mais elevado que o da gasolina tradicional; portanto, quanto maior for a remoção do etanol, maior será o preço na bomba.

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Play Store prepara espaço exclusivo para apps criados com IA; veja como será

23 de Setembro de 2026, 14:02

O Google está preparando uma nova área da Play Store para reunir aplicativos criados com ajuda de inteligência artificial. A seção, chamada provisoriamente de “Your creations”, apareceu em testes internos na versão 53.2.23-34 da loja e deve servir como um espaço para acessar projetos feitos no Google AI Studio.

A novidade ainda não foi anunciada oficialmente e pode mudar antes de chegar ao público. Por enquanto, o recurso foi identificado em uma desmontagem do APK da Play Store, método usado para encontrar funções em desenvolvimento dentro do código do aplicativo.

Como vai funcionar?

A nova seção aparece dentro da tela “Gerenciar apps e dispositivo” e parece reunir aplicativos pessoais criados com IA.

Hoje, o Google já permite desenvolver aplicativos no AI Studio a partir de comandos em linguagem natural, prática conhecida como vibe coding. Em vez de escrever todo o código manualmente, o usuário descreve o que deseja criar e a IA ajuda a montar a estrutura, interface e funções do app.

No protótipo encontrado pelo Android Authority, há um botão para começar a criar. Atualmente, ele abre a versão móvel do Google AI Studio pelo navegador, mas a expectativa é que futuramente essa integração aconteça diretamente pelo Gemini, já que o Google prepara a chegada das ferramentas do AI Studio ao aplicativo.

A ideia parece ser facilitar o gerenciamento dos apps criados pelo próprio usuário, sem exigir necessariamente que cada projeto seja publicado de forma tradicional na Play Store.

Google Play Store

Apps poderão ser compartilhados com outras pessoas?

Esse é o ponto que ainda não está claro.

Atualmente, publicar um aplicativo criado no AI Studio na Play Store exige cadastro de desenvolvedor, envio pelo Play Console e cumprimento das etapas de teste e revisão exigidas pelo Google. Outra possibilidade é instalar o app manualmente no aparelho, processo conhecido como sideload.

A nova área pode funcionar como um meio-termo entre essas duas opções. Trechos encontrados no código mencionam a possibilidade de “compartilhar com todos”, o que indica que os projetos talvez possam ficar disponíveis para outros usuários sem seguir exatamente o mesmo fluxo de uma publicação tradicional. O Google, porém, ainda não explicou como funcionariam requisitos de segurança, testes e distribuição nesse cenário.

O que é “vibe coding”?

O termo ganhou força com ferramentas capazes de transformar instruções escritas em código funcional.

Na prática, uma pessoa pode pedir algo como “crie um aplicativo para controlar meus gastos mensais” e ir refinando o projeto conversando com a IA, sem precisar dominar programação no mesmo nível de um desenvolvedor tradicional.

O Google vem investindo diretamente nesse modelo. O AI Studio já permite criar, testar e modificar aplicativos usando IA, enquanto uma versão móvel está sendo preparada para que todo esse processo também aconteça pelo celular.

A expansão também ocorre em um momento de forte aumento no número de novos aplicativos. Segundo dados citados pelo TechCrunch, lançamentos globais de apps cresceram cerca de 60% no primeiro trimestre de 2026 em relação ao ano anterior, movimento associado em parte à popularização das ferramentas de programação com IA.

Ainda não há previsão para a estreia da seção “Your creations”. Como o recurso está em desenvolvimento, o Google também pode alterar seu funcionamento ou até decidir não lançá-lo publicamente.

Veja também no Canaltech: 3 ferramentas para você criar apps e sites com IA

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Google libera cadernos de estudo com IA para todos os alunos

23 de Setembro de 2026, 13:05

O Google ampliou o acesso aos cadernos de estudo do Gemini, ferramenta que transforma materiais escolares em conteúdos personalizados para ajudar nos estudos. A novidade chegou a usuários com contas pessoais, escolares e de trabalho, além de assinantes do Workspace Individual, com disponibilidade condicionada à conta e à região. 

Nas contas educacionais e corporativas, a expansão também remove a restrição de idade, o que possibilita que usuários de todas as idades utilizem a ferramenta quando ela for liberada pelo administrador da organização. 

Os cadernos de estudo usam materiais fornecidos pelo próprio estudante, como anotações e cronogramas de aula, para criar planos de estudo personalizados. A partir desses conteúdos, o Gemini gera lições curtas, define objetivos de aprendizagem e cria questionários para testar o conhecimento. 

Durante o estudo, também é possível fazer perguntas para a inteligência artificial e tirar dúvidas sobre o conteúdo. A ferramenta ainda acompanha o desempenho do aluno para identificar quais assuntos já foram dominados e quais precisam de mais atenção. 

Google Gemini

Como funcionam os cadernos de estudo do Gemini? 

Para criar um caderno de estudo, o usuário deve abrir a barra lateral esquerda do Gemini, clicar em “Novo notebook” e selecionar a opção “Estudar e aprender”. Em seguida, pode enviar os materiais da disciplina que deseja estudar, como anotações e conteúdos de aula. A partir dessas informações, o Gemini cria lições adaptadas ao conteúdo. 

A ferramenta também conta com testes de progresso para mostrar quais assuntos ainda precisam de atenção. Os resultados aparecem no painel divididos entre “Pontos Fortes” e “Áreas de Foco”, com sugestões de quais lições estudar primeiro.

As respostas do Gemini usam como referência os materiais enviados pelo estudante ou pela instituição, o que ajuda a manter o conteúdo próximo do que é ensinado em sala de aula. Ainda assim, como ocorre com outras ferramentas de inteligência artificial, as respostas podem conter erros.

Google Gemini

Quem pode usar os cadernos de estudo do Gemini?

O Google iniciou a expansão dos cadernos de estudo em 17 de setembro de 2026, e a liberação completa pode levar até 15 dias. O acesso varia de acordo com o tipo de conta e a região. Os usuários com contas pessoais do Google e assinantes do Workspace Individual estão incluídos na expansão. 

Já quem usa contas escolares ou de trabalho precisa que o administrador da organização ative o aplicativo Gemini e o Gemini Notebook no console de administração. Nesses casos, a ferramenta fica disponível para usuários de todas as idades, exceto no Espaço Econômico Europeu (EEE), onde a expansão está prevista para as próximas semanas. 

Nas contas gerenciadas, o recurso também depende da configuração da unidade organizacional ou do grupo para manter os serviços do Gemini ativados.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “ChatGPT ou NotebookLM: qual é melhor IA para estudos?”.

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Playground Games e Turn 10 viram um só estúdio: como fusão impacta franquia Forza

23 de Setembro de 2026, 12:45

A XBOX anunciou nesta terça-feira (22) uma grande movimentação em seus estúdios, com uma união entre a Playground Games e Turn 10 Studios — que agora cuidarão juntas das franquias Fable, Forza e seus spin-offs, como a linha Horizon.

O diretor de criação da marca, Matt Booty, revelou em uma carta ao time de desenvolvedores que a integração já estava “escrita” há mais de 10 anos.

“Estes dois estúdios têm sido parceiros criativos e de franquias por mais de uma década e as mudanças de hoje formalmente movimentam seus trabalhos em uma equipe”, afirmou o executivo.

A fusão entre as duas impactará ainda mais a franquia Forza, que passou por alguns problemas em seus últimos lançamentos. Veja como reunir Playground Games e Turn 10 Studios deve criar uma nova visão para os próximos capítulos da série de corrida.

Confusão em Forza

A Turn 10 Studios foi fundada em 2001, com o objetivo de produzir jogos que disputassem espaço com Gran Turismo — da PlayStation. Dessa proposta surgiu Forza Motorsport no ano de 2005, que mostrou todo o potencial que o primeiro XBOX tinha nas mangas.

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Após várias entradas de sucesso, em 2012 chegou o seu primeiro spin-off. Em conjunto com a Playground Games, o público viu no XBOX 360 Forza Horizon com um conceito completamente distinto. Diferente do simulador, ele seguiria um caminho voltado ao arcade, com músicas, exploração e muita atitude.

Enquanto a série paralela teve altos e baixos, Forza Horizon 6 (2026) foi um grande sucesso e consolidou ainda mais o seu público. Em contrapartida, a linha principal tem experimentado cada vez mais quedas. Forza Motorsport 7 (2017) e o soft reboot Forza Motorsport (2023) não tiveram o mesmo desempenho.

O impacto foi sentido e, em 2025, o estúdio interrompeu as atualizações que chegariam ao game  e a franquia foi “engavetada” — além de presenciar a demissão de cerca de 50% do seu quadro de funcionários. No fim, eles foram realocados para dar suporte à Playground Games com os spin-offs.

O futuro da série

Agora que a Microsoft reuniu as duas em um estúdio só, é importante notar que há esperanças que Forza Motorsport retorne algum dia. Contudo, vai demorar bastante para o vermos novamente nos consoles XBOX.

Atualmente, a Playground Games está investida em duas frentes: atualizações e expansões de Forza Horizon 6 e na produção de Fable, o próximo grande RPG que será lançado em suas plataformas em 2027. 

Na prática, se existir algum projeto para reviver o clássico, isso será visto apenas de 2028 em diante. Isso se a XBOX não preferir que invistam em um Forza Horizon 7 ou na sequência direta de Fable — a depender do feedback dos fãs.

Enquanto os spin-offs seguem com um sucesso maior, ao menos por enquanto a linha principal permanecerá na geladeira da Microsoft. Depois das demissões, o que restou do XBOX Game Studios?

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Spotify está prestes a resolver um problema antigo: o quanto come seu armazenamento

23 de Setembro de 2026, 12:06

O Spotify está desenvolvendo uma função que pode acabar com o consumo excessivo de armazenamento pelo cache do aplicativo. Segundo uma análise do código realizada pelo Android Authority, a plataforma trabalha em um recurso chamado “Limite de Cache” para o Android. Com a função, será possível definir um teto para o espaço ocupado por arquivos temporários, algo que usuários reclamam há anos em fóruns, como Reddit e na comunidade oficial do Spotify.

Atualmente, o Spotify armazena trechos de músicas, podcasts e capas de álbuns em cache para agilizar a reprodução e reduzir o uso de dados móveis quando conteúdos são reproduzidos novamente. Como não há um limite definido pelo usuário, esse armazenamento pode crescer para vários gigabytes e ocupar uma parcela considerável da memória do aparelho.

O novo recurso deve adicionar um submenu específico para o gerenciamento do cache, com uma opção para definir o espaço máximo utilizado. O aplicativo também poderá indicar um “limite recomendado”, com o objetivo de equilibrar o desempenho da reprodução e o espaço disponível no celular.

Ao escolher um limite, o Spotify deverá alertar sobre possíveis efeitos da configuração. Um cache menor pode aumentar o uso de dados móveis e exigir que determinados conteúdos sejam carregados novamente, enquanto um limite maior tende a manter mais dados temporários armazenados. A configuração deve afetar somente o cache, sem remover músicas e podcasts baixados para reprodução offline. Segundo o código analisado, o aplicativo também poderá solicitar a definição do limite após uma limpeza manual do cache.

spotify capa

O recurso já está disponível no Spotify?

Não. A função ainda não foi liberada para o público geral nem anunciada oficialmente pelo Spotify. A descoberta ocorreu em uma análise de APK da versão v9.1.88.815 do aplicativo para Android.

O chamado APK teardown consiste na análise do código e dos recursos incluídos em um pacote de instalação para identificar funções que podem estar em desenvolvimento ou preparação. A presença das strings relacionadas ao limite de cache indica que o Spotify trabalha na funcionalidade, mas não confirma quando — ou se — ela será liberada para todos.

O recurso pode passar primeiro por testes com usuários da versão beta antes de chegar à versão estável. Como acontece com outras funções identificadas em análises de código, também existe a possibilidade de que o Spotify faça alterações na implementação ou abandone a novidade antes do lançamento.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “6 funções do Spotify que você precisa conhecer”.

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Habeas Corpus: Drama jurídico brasileiro inspirado em casos reais estreia na Netflix

23 de Setembro de 2026, 12:01

Ampliando as produções nacionais no catálogo da Netflix, a série Habeas Corpus chega nesta quarta-feira (23) ao streaming vermelho para marcar a primeira série jurídica brasileira do serviço. Ao longo de oito episódios, o programa aposta em reviravoltas e segredos chocantes para explorar as complexidades do sistema judicial do país.

Inspirado no trabalho do Innocence Project Brasil, uma organização voltada para revisões criminais de condenação de inocentes, Habeas Corpus conta com um elenco recheado de estrelas brasileiras para acompanhar a história de Inez (Marjorie Estiano), uma professora de Direito que lidera um grupo de estudantes para revisar a condenação de um jovem preso que se diz inocente. 

Entre esses alunos está Marina (Any Gabrielly), uma estudante brilhante que começa a se aproximar da professora para tentar reparar uma injustiça feita contra sua família no passado. Tudo isso enquanto todos mergulham nos dilemas jurídicos do caso revisado e nas consequências de falhas na Justiça. 

Elenco renomado em Habeas Corpus

Quem acompanha o cenário audiovisual brasileiro vai reconhecer alguns rostos famosos ao longo dos episódios de Habeas Corpus, como Marjorie Estiano, que interpreta a professora Inez na série. Estiano é um dos nomes mais conhecidos da indústria nacional, e alguns de seus trabalhos mais famosos são os programas Sob Pressão e Ângela Diniz: Assassinada e Condenada.

Outro destaque do elenco é Any Gabrielly, a intérprete de Marina. Conhecida por ter integrado o grupo musical Now United, a artista é a dubladora da Moana nas animações da Disney e estará no filme As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você.

Habeas Corpus ainda tem Danton Mello (Predestinado: Arigó e o Espírito do Dr. Fritz), Vladimir Brichta (Bingo: O Rei das Manhãs), Marisa Orth (Sai de Baixo), Naruna Costa (Irmandade) e Natália Lage (Mauricio de Sousa: O Filme) no elenco.

Por que assistir à nova série jurídica da Netflix

Se você gosta de How to Get Away with Murder ou Suits, Habeas Corpus estreia na Netflix como uma opção cheia de identidade nacional para quem curte dramas de tribunal e histórias com investigações criminais. 

Além de gerar uma proximidade maior com o público brasileiro, justamente por tratar de um cenário conhecido no país, a série também explora as complexidades do sistema judicial do Brasil, com suas falhas e peculiaridades. 

habeas corpus

A partir de casos reais, especialmente aqueles associados ao trabalho do Innocence Project Brasil, os episódios tratam das consequências de erros judiciais na vida de todos os envolvidos e seus impactos em uma sociedade que respira desigualdade. 

Caso você queira mais informações sobre o programa antes de assistir, veja mais sobre Habeas Corpus: quem é quem na nova série jurídica brasileira da Netflix.

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Governo quer investigar IAs de "companhia" para crianças por risco de dependência

23 de Setembro de 2026, 11:32

O Ministério da Justiça e Segurança Pública pediu que a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) investigue 13 aplicativos de inteligência artificial que simulam amizade, companheirismo ou vínculo afetivo com os usuários. O governo aponta riscos de dependência emocional, uso compulsivo, exposição a conteúdo inadequado e coleta excessiva de dados, especialmente quando essas ferramentas são usadas por crianças e adolescentes.

A lista analisada inclui Character.AI, Replika, Nomi, Candy.ai, Kindroid, Chai, Paradot, Talkie, CrushOn.AI, EVA AI, Swipey, Anima e SpicyChat.AI. O levantamento é preliminar e, segundo o próprio Ministério da Justiça, não significa que essas plataformas já tenham cometido infrações.

O que são IAs de "companhia"?

Esses aplicativos são diferentes de chatbots de uso geral, como ChatGPT e Gemini. Eles são desenvolvidos para manter conversas contínuas e personalizadas, lembrar interações anteriores e simular uma personalidade ou relação emocional com o usuário.

Em alguns casos, a proposta é funcionar como amigo virtual, parceiro romântico ou confidente. É justamente esse tipo de interação prolongada que preocupa o governo, principalmente quando envolve menores de idade.

Segundo a Secretaria Nacional de Direitos Digitais (Sedigi), os possíveis impactos incluem apego excessivo, substituição de relações presenciais, privação de sono, queda no desempenho escolar e abandono de outras atividades. Também foram identificados riscos de exposição a conteúdo sexualizado ou inadequado.

O uso desse tipo de serviço cresceu rapidamente. Dados citados pelo Ministério da Justiça, com base em relatório do Unicef, indicam que o número de aplicativos de companhia por IA passou de 16 em 2022 para 128 em julho de 2025. Somente no primeiro semestre de 2025, essas plataformas somaram cerca de 60 milhões de downloads.

criança no celular

Verificação de idade é um dos problemas

Outro ponto levantado pelo governo é a facilidade para menores acessarem esses aplicativos.

A análise concluiu que a maioria dos serviços avaliados utiliza apenas a autodeclaração de idade, em que o próprio usuário informa quantos anos tem. Esse mecanismo pode ser facilmente contornado e, segundo a Sedigi, é insuficiente para serviços que oferecem conteúdos inadequados para menores de 18 anos.

O documento também menciona a criação de perfis emocionais e comportamentais a partir das conversas. Essas informações podem ser usadas para personalizar respostas, publicidade ou ofertas de recursos pagos, o que levanta dúvidas sobre possível exploração comercial da vulnerabilidade de adolescentes.

A investigação deverá considerar as regras do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital), que estabelece obrigações específicas para serviços usados por menores. A nota foi enviada tanto à ANPD quanto à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon).

Preocupação também cresce fora do Brasil

O debate não está restrito ao país. A União Europeia apresentou recentemente uma proposta para restringir chatbots capazes de simular relações emocionais com menores, incluindo medidas para reduzir o risco de dependência e limitar o armazenamento de informações entre conversas.

No Brasil, o pedido de investigação faz parte de uma série de ações recentes do governo voltadas à segurança de crianças e adolescentes no ambiente digital, que também inclui novas regras para comunicação de crimes à Polícia Federal e medidas contra plataformas como o Discord.

Veja mais de IA no Canaltech: Como usar ChatGPT e Gemini sem entregar seus maiores segredos

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Bancos alertam para perigos de deixar IA fazer compras por você; veja os riscos

23 de Setembro de 2026, 11:02

Usar inteligência artificial para escolher produtos e concluir compras online pode aumentar o risco de golpes, fraudes e vazamento de dados, segundo um grupo de grandes bancos que inclui Bank of America, NatWest, ING, Capital One, Commonwealth Bank of Australia e ASB Bank. O alerta mira o avanço dos agentes de IA, sistemas capazes de navegar em lojas, comparar produtos e até pagar em nome do usuário.

O problema, segundo as instituições, é que essa tecnologia está avançando mais rápido do que as regras de segurança e proteção ao consumidor. A preocupação cresce enquanto empresas como OpenAI, Anthropic, Google e Meta passam a oferecer agentes capazes de executar tarefas de compra de forma cada vez mais autônoma.

Como uma IA pode fazer compras por você?

Agentes de IA vão além de chatbots tradicionais. Em vez de apenas indicar um produto, eles podem receber uma tarefa como “encontre um notebook por até R$ 4 mil e compre a melhor opção” e executar várias etapas sozinhos.

Dependendo do serviço, isso pode incluir pesquisar lojas, comparar preços, preencher formulários e usar um meio de pagamento autorizado pelo usuário. É o chamado comércio agêntico, que já começa a ser adotado por empresas de tecnologia e pagamentos.

O interesse por esse tipo de compra está aumentando. A varejista britânica John Lewis afirmou que a fatia de buscas originadas por agentes de IA em seu site passou de 0,3% para 2,5% em um ano.

Quais são os riscos?

Os bancos destacam que uma IA pode acabar lidando diretamente com informações financeiras sensíveis. Um agente pode, por exemplo, solicitar dados do cartão e inseri-los em um site ou direcionar o usuário para uma forma de pagamento com menos mecanismos de proteção.

Outro risco é a própria tomada de decisão do agente. O sistema pode interpretar uma instrução de maneira errada, comprar um produto diferente, gastar mais do que o esperado ou escolher um vendedor pouco confiável.

Também existe uma dúvida jurídica: quem responde quando uma compra feita por IA dá errado?

Os bancos afirmam que consumidores ainda não sabem se devem procurar o agente, a loja, o banco ou a empresa responsável pelo modelo em casos de fraude ou transação indevida.

A privacidade é outro ponto sensível. Quanto mais autonomia o agente recebe, maior pode ser o volume de informações pessoais, financeiras e comportamentais necessário para concluir uma compra.

Compra online com cartão de crédito

Bancos querem novas regras para compras com IA

O grupo propôs que agentes deixem claro quando estão participando de uma transação e expliquem melhor como chegaram a determinadas decisões.

As instituições também defendem medidas específicas para proteger dados financeiros e preservar a escolha do consumidor sobre quais serviços de IA podem agir em seu nome.

A indústria de pagamentos já tenta criar mecanismos para reduzir esses riscos. Mastercard e Visa, por exemplo, trabalham com sistemas de autorização específicos para agentes, incluindo cartões virtuais, limites de gasto e registros que comprovem o que o usuário autorizou antes da compra.

Enquanto essas proteções ainda estão sendo desenvolvidas, o caminho mais seguro é manter o usuário na etapa final da transação: conferir produto, loja, preço e meio de pagamento antes de autorizar a compra.

Veja também no Canaltech: Mais de 50% dos brasileiros têm medo da IA, acima da média mundial

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Toy Story 5 chega ao Disney+ com disputa entre brinquedos e tecnologia

23 de Setembro de 2026, 11:02

Após uma trajetória bem-sucedida nas salas de cinema ao redor do mundo, Toy Story 5 finalmente chegou ao streaming. O quinto capítulo de uma das franquias mais amadas da Pixar estreia nesta quarta-feira (23) no Disney+ com uma disputa entre os brinquedos e a tecnologia. 

Com US$ 1,1 bilhão arrecadado em bilheteria mundial, Toy Story 5 retomou a saga de Woody, Buzz, Jessie e companhia depois de alguns anos fora das telonas. O filme foi bastante elogiado pela crítica especializada e pelo público, trazendo um suspiro de alívio para a Pixar em meio a anos conturbados nos bastidores. 

Ainda disponível em algumas redes de cinema no Brasil, o longa mais recente de Toy Story segue como a animação mais lucrativa do ano, trazendo uma história emocionante e repleta de questões pertinentes ao falar sobre a relação de humanos com a tecnologia e os impactos do excesso de tela na vida de crianças. 

A era das telas em Toy Story

Dando continuidade à jornada dos brinquedos mais famosos do cinema, Toy Story 5 coloca Woody e seus amigos diante da ameaça mais perigosa de suas vidas: a tecnologia. 

Tudo começa quando Bonnie ganha de presente a Lilypad, um tablet inteligente que capta totalmente a atenção da menina. Deslumbrada pelo dispositivo, a garota acaba se afastando dos brinquedos, que novamente temem a possibilidade de serem esquecidos. 

Para evitar que isso aconteça, Jessie assume a liderança do grupo para combater a Lilypad e, dessa forma, fazer com que Bonnie deixe o mundo virtual de lado e retome sua alegria no mundo real. 

Por que assistir Toy Story 5 no Disney+?

Caso você ainda não tenha assistido à nova animação de Toy Story, pode ser que esteja se perguntando se o filme realmente vale o play no Disney+. A boa notícia para quem gosta da Pixar é que Toy Story 5 veio como um abraço quentinho naqueles que sempre gostaram da franquia. 

Mergulhando na nostalgia de uma das sagas mais icônicas do estúdio, o quinto capítulo da história de Woody e companhia marcou um retorno à era de ouro da Pixar, com um equilíbrio entre diversão e temas profundos, nesse caso mais voltados à importância da amizade e da lealdade com aqueles que amamos.

O filme ainda chega em um bom momento para falar sobre os impactos da tecnologia na vida de seres humanos, principalmente durante a infância e a adolescência. Com um mundo onde crianças já nascem com celulares nas mãos, o filme fala sobre o isolamento e a ansiedade provocados pelas telas e o papel dos pais diante desse cenário.

toy story 5

Apesar de trazer esse olhar mais pessimista em relação aos dispositivos virtuais, Toy Story 5 não mantém uma posição anti-tecnologia, mas equilibra esses efeitos negativos com a importância de estar presente no mundo real, um espaço em que a criatividade e as conexões humanas são mais duradouras. 

Para saber como os brinquedos vão lidar com esse novo desafio, basta dar play em Toy Story 5 no Disney+. Se você é fã da Pixar, aproveite também para relembrar 6 filmes infantis da Pixar que fazem adulto chorar. 

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Entenda como o corte de um único cabo de fibra óptica parou aeroportos nos EUA

23 de Setembro de 2026, 11:00

Uma equipe de obras da New Jersey Transit causou um verdadeiro caos no transporte aéreo dos Estados Unidos na segunda (21). O motivo? Os funcionários cortaram sem querer um cabo de fibra óptica de reserva da operadora Verizon e, na sequência, uma falha de circuito foi identificada justamente na central de controle do tráfego aéreo da Filadélfia. No fim, mais de 150 voos foram desviados.

Segundo dados da plataforma Flightradar24, o apagão logístico afetou diretamente os aeroportos de Newark, LaGuardia, JFK e Filadélfia. O hub de Newark foi o mais impactado pelo incidente, com mais de uma centena de pousos redirecionados para cidades como Washington e Allentown.

aviões em aeroporto

Passadas aproximadamente cinco horas após o início do problema, Sean Duffy, secretário de Transportes, explicou em uma publicação no X que a comunicação havia sido restabelecida e que as operações do aeroporto seriam retomadas aos poucos.

Caos no transporte aéreo

O ocorrido não se limitou somente aos voos desviados, e também gerou "voos para lugar nenhum": cinco voos que decolaram da Europa tiveram que voltar para seus locais de origem. Já passageiros de um voo da Lufthansa que partiu de Munique com destino a Newark passaram oito horas no ar apenas para retornar ao ponto de partida.

Uma situação parecida foi enfrentada pelos passageiros que voavam com a TAP a partir do Porto, em Portugal, rumo a Newark. De acordo com dados do FlightAware, foram cancelados 361 voos e quase 800 sofreram atrasos somente na United Airlines. A instabilidade se estendeu até o dia seguinte, quando alguns cancelamentos ainda foram registrados.

Aproveite para conferir o que fazer quando um voo é cancelado!

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Depois das demissões, o que restou do Xbox Game Studios?

23 de Setembro de 2026, 10:30

Reestruturação tem sido uma palavra frequentemente utilizada por executivos do XBOX, em especial após a aquisição da Activision Blizzard em outubro de 2023. Desde a compra da dona de Call of Duty, Diablo e inúmeras outras franquias, a Microsoft tem realizado cortes profundos em sua divisão de games e até fechado diversos estúdios ao longo do caminho.

Com essas mudanças, o ecossistema de desenvolvedoras do XBOX mudou radicalmente. Em setembro de 2026, a divisão anunciou uma nova reestruturação que não só envolve demissões e fechamentos, mas também mexe na estrutura dos estúdios.

Por exemplo, Halo agora faz parte do guarda-chuva da Activision Blizzard, assim como a Rare e a World's Edge, desenvolvedora de Age of Empires.

Com tantas mudanças, a pergunta que fica é: depois das demissões, o que restou do XBOX Game Studios? Apesar de milhares de desenvolvedores perderem seus empregos no XBOX, ainda há uma quantidade massiva de estúdios.

O que sobrou do XBOX após as demissões?

Quem vai nos ajudar a responder a essa pergunta é Klobrille, membro expressivo e relevante da comunidade do XBOX no exterior, conhecido por produzir artes e infográficos detalhadíssimos sobre a divisão. Hoje, o XBOX está dividido em cinco frentes: XBOX Game Studios, ZeniMax Media, Activision, Blizzard e King.

XBOX Game Studios

O XBOX Game Studios foi a divisão mais afetada entre 2023 e 2026. Há três anos, a frente contava com 15 estúdios sob o seu guarda-chuva e hoje abriga apenas cinco. Ou seja, dez desenvolvedoras se tornaram independentes, fecharam ou foram movidas dentro da estrutura de games da Microsoft.

A The Initiative foi fechada no ano passado, acompanhada do cancelamento do aguardado reboot de Perfect Dark. Na mesma época, a Microsoft anunciou o cancelamento de projetos como Everwild e Contraband.

Em julho deste ano, com a primeira reestruturação sob o comando de Asha Sharma, a Double Fine Productions, a Compulsion Games e a Undead Labs se tornaram independentes. Em setembro, a Halo Studios, a Rare e a World's Edge foram movidas para a divisão da Activision Blizzard, enquanto a Obsidian foi transferida para a ZeniMax.

As exceções são a Ninja Theory, que está em uma corda bamba pendendo para o fechamento, e a Turn 10 Studios, que se tornou um estúdio de suporte após o aparente fracasso do último Forza Motorsport e foi fundida à Playground Games, responsável agora pelas franquias Forza e Fable.

Hoje, o XBOX Game Studios abriga a inXile Entertainment, a Mojang, a Playground Games, a The Coalition e o braço de publicação XBOX Game Publishing (não incluímos a plataforma de suporte XBOX ATG na equação).

Como está a ZeniMax na estrutura do XBOX?

A ZeniMax também foi outra divisão que sofreu reduções expressivas. Em 2023, a subsidiária contava com nove estúdios "e meio", visto que a Arkane possuía filiais em Lyon, na França, e em Austin, no Texas.

XBOX Bethesda

Em 2024, no entanto, a ZeniMax Media sofreu um grande corte em massa. A Tango Gameworks, que havia lançado Hi-Fi RUSH um ano antes (jogo classificado por executivos do XBOX como um sucesso em todas as métricas), foi fechada em abril daquele ano.

Além dela, a Arkane Austin (de Redfall) e a Alpha Dog (Mighty DOOM) também fecharam as portas. A Roundhouse foi totalmente absorvida pela ZeniMax Online, desenvolvedora responsável por The Elder Scrolls Online. Já a Arkane Lyon está com o destindo indefenido enquanto o XBOX avalia a situação da produtora até o fim de 2026.

Hoje, a ZeniMax conta com cinco dos nove estúdios que possuía em 2023: Bethesda Softworks, Bethesda Game Studios, id Software, MachineGames e ZeniMax Online. Além das desenvolvedoras originais, a divisão agora inclui a Obsidian, que seguirá focada em Grounded, mas também está envolvida em Fallout.

Activision Blizzard King se mantém de pé

A Activision Blizzard King conseguiu a proeza de se manter com o mesmo número de estúdios, embora tenha sofrido com alterações e demissões em massa nesses quase três anos sob o comando do XBOX.

Na Activision, a Toys for Bob se tornou independente, embora esteja envolvida em Spyro: A Realm Beyond, IP pertencente à Microsoft. Outro estúdio que sumiu do mapa foi a Solid State Studios, responsável por Call of Duty: Warzone Mobile. Contudo, o jogo para celular foi encerrado e o paradeiro da desenvolvedora segue desconhecido.

XBOX Activision Blizzard King

Agora, a Halo Studios, a Rare e a World's Edge se juntam ao vasto catálogo de estúdios da editora, incluindo Treyarch, Infinity Ward e Sledgehammer, principais responsáveis pela franquia de Call of Duty. Nesse meio-tempo, a editora também criou a Elsewhere, desenvolvedora responsável por uma nova IP AAA ainda não anunciada.

A Blizzard segue na mesma linha, enquanto a King absorveu a Microsoft Casual Games na última reestruturação.

Como será o XBOX daqui para frente?

Após tantas reestruturações e demissões em massa, não está claro se o XBOX seguirá um bom caminho com a nova gestão ou se essa mudança de estratégia será ineficaz como as anteriores, resultando em ainda mais cortes. O diretor de conteúdo e vice-presidente executivo do XBOX, Matt Booty, afirmou que a mais recente reestruturação é o terceiro de quatro passos para o reset da divisão, o que significa que ainda há mais por vir.

O que não deixa mais dúvidas é que a estrutura superinflada da divisão de games da Microsoft foi o calcanhar de Aquiles da marca. Para poder agregar mais valor ao XBOX Game Pass e potencializar o catálogo first-party, Phil Spencer realizou uma verdadeira cruzada de aquisições desde 2018.

O executivo prometia liberdade criativa para as desenvolvedoras, o que virou uma verdadeira armadilha para os estúdios do XBOX.

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Claude lança Opus 5.5 e derruba conta em 31%; veja dicas para economizar tokens

23 de Setembro de 2026, 10:05

A Anthropic anunciou o Claude Opus 5.5, nova versão do modelo que reduz os preços de tokens de entrada e saída em 20% e corta em 60% o custo de leitura de dados armazenados em cache. Em um exemplo apresentado pela empresa, uma sessão que custava US$ 3,50 no Opus 5 passa a custar US$ 2,40 no Opus 5.5, uma redução de cerca de 31%. 

O Opus 5.5 já está disponível pela API e no Claude Code. Para assinantes dos planos Pro, Max e Team, a redução de custos aparece na forma de limites de uso maiores. Segundo a Anthropic, o mesmo orçamento pode render cerca de 25% mais uso do modelo.

A nova versão também muda a forma como o Claude trabalha. O Opus 5.5 usa o recurso de thinking antes das respostas para analisar a tarefa e chegar ao resultado. A empresa também afirma que o modelo ficou mais eficiente no uso de tokens, o que ajuda a reduzir o custo de tarefas longas.

Claude

Quanto custa o Claude Opus 5.5?

O preço de entrada caiu de US$ 5 para US$ 4 por milhão de tokens, enquanto o custo dos tokens de saída passou de US$ 25 para US$ 20. A maior redução aparece nas leituras de cache, que baixaram de US$ 0,50 para US$ 0,20 por milhão de tokens, uma queda de 60%.

A mudança favorece principalmente sessões longas, nas quais o Claude reaproveita grandes volumes de informações armazenadas em cache. Como a leitura desses dados ficou mais barata, tarefas com muito contexto podem ter uma redução significativa no custo, mesmo quando trabalham com milhões de tokens.

Já tarefas concentradas na geração de respostas tendem a se beneficiar principalmente da redução de 20% no preço dos tokens de saída.

Claude

Como economizar tokens no Claude? 

Além dos preços menores do Opus 5.5, algumas configurações do Claude Code ajudam a controlar o consumo de tokens, como:

  • Escolha o nível de esforço adequado

  • Use cada modelo para uma tarefa

  • Aproveite o cache

  • Faça auditoria dos prompts

  • Acompanhe o uso de tokens

Escolha o nível de esforço adequado

O nível de esforço determina quanto o modelo deve investir no processo de pensamento, na geração de texto e no uso de ferramentas. Para tarefas simples, níveis menores podem evitar gastos desnecessários.

O nível Low pode ser usado em trabalhos mecânicos, como renomear variáveis ou aplicar padrões conhecidos em vários arquivos. O Medium atende tarefas cotidianas com escopo bem definido, enquanto o High faz mais sentido em problemas que exigem uma análise maior do código.

Níveis mais altos devem ficar para tarefas complexas, nas quais o modelo precisa analisar várias partes do projeto antes de tomar uma decisão.

Claude site

Use cada modelo para uma tarefa

Outra forma de controlar o consumo é escolher o modelo de acordo com a dificuldade do trabalho. O Opus 5.5 pode ficar responsável pelas tarefas principais, como desenvolvimento de funcionalidades, revisão de código e trabalhos que exigem mais raciocínio, enquanto modelos, como Sonnet e Haiku, assumem atividades secundárias.

Para pesquisas, leitura de logs e execução de testes, a recomendação é configurar subagentes no Sonnet ou Haiku, deixando a edição principal do código a cargo do Opus 5.5. A divisão reduz a necessidade de usar o modelo mais caro em tarefas que não precisam do mesmo nível de capacidade.

Também é indicado manter o Opus 5.5 como modelo principal no dia a dia, mas alternar para o Fable 5.1 caso ele trave duas vezes no mesmo problema usando esforço High. O Fable 5.1 tem custo maior, de US$ 10 por milhão de tokens de entrada e US$ 50 por milhão de tokens de saída, mas pode evitar ciclos repetidos de tentativa e erro em códigos complexos.

claude app

Aproveite o cache

O cache é especialmente importante em sessões longas. No Opus 5.5, a leitura de informações armazenadas custa US$ 0,20 por milhão de tokens, o equivalente a apenas 5% do preço de uma entrada nova. A duração do cache varia conforme a forma de acesso ao modelo: nos planos Pro, Max e Team, ele dura uma hora e na API o período padrão é de cinco minutos. 

Para aproveitar melhor esse mecanismo, vale evitar mudanças constantes nas definições de ferramentas e no prompt do sistema durante uma tarefa, já que alterações podem invalidar partes do cache. Alterar o nível de esforço no meio da sessão por comando também invalida o cache da conversa, fazendo com que a próxima operação tenha de regravar o contexto. 

Quando o cache expira ou é invalidado por uma mudança de configuração, a regravação custa entre 1,25 e 2 vezes o preço de um token de entrada comum. Em contextos grandes, uma única regravação pode custar o equivalente a até 25 leituras de cache.

App Claude

No Claude Code, o comando /compact ajuda a reduzir o histórico usado pela conversa e o /clear inicia uma tarefa sem carregar o contexto anterior. O tamanho do arquivo CLAUDE.md também merece atenção. A recomendação é mantê-lo abaixo de 200 linhas para evitar o carregamento de informações desnecessárias a cada requisição.

Os servidores MCP que não estão em uso também podem aumentar o volume de dados enviado ao modelo. Desativá-los com o comando /mcp reduz esse carregamento automático. No entanto, conectar ou desconectar servidores MCP durante uma sessão e alternar entre modelos são outras ações que podem reiniciar o cache da conversa.

Faça auditoria dos prompts

Prompts muito longos ou com instruções repetidas também podem aumentar o consumo. O comando /claude-api prompt-audit identifica problemas que podem fazer o modelo gastar tokens sem melhorar o resultado.

Entre os pontos analisados estão instruções contraditórias e regras de verificação que aumentam o número de etapas de uma tarefa. Em testes de migração, a Anthropic registrou redução adicional de até 9% nos custos após a limpeza dos prompts.

Acompanhe o uso de tokens

O acompanhamento do consumo ajuda a encontrar tarefas que gastam mais do que o esperado. O comando /usage mostra informações sobre o uso da sessão, incluindo o consumo de tokens e a participação do cache.

Sessões que fogem muito do padrão podem indicar loops de repetição, uso excessivo de ferramentas ou um nível de esforço maior do que o necessário para aquela tarefa. A análise desses casos ajuda a ajustar as configurações e evitar desperdícios nas próximas execuções.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “O custo invisível dos tokens: por que a conta da IA não para de subir?”.

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O terror que voa na noite voltou: Darkwing Duck ganha reboot no Disney+

23 de Setembro de 2026, 09:54

A Disney anunciou nesta terça-feira (22) o soft reboot de Darkwing Duck, animação clássica dos anos 1990. Apesar de trazer um apelo para uma nova base de fãs, a narrativa funcionará como uma continuação direta dos eventos do desenho original. 

Produzida por Seth Rogen, a versão inédita trará Drake Mallard (interpretado por Mark Hamill, de Star Wars) preso em uma realidade alternativa — na qual ele nunca se tornou um super-herói. 

Na missão, o protagonista terá ao seu lado Duckie (vivida por Lilimar, de Divertida Mente 2), Capitão Bóing (na pele do próprio Rogen) e Gosalyn (interpretada por Lizzy Caplan, de Truque de Mestre: O 2º Ato) — além de sua paixão, Morgana.

A série animada será exibida exclusivamente na Disney+, mas ainda não tem uma data prevista para a sua estreia. Figuras clássicas como Megavolt e Negaduck já estão confirmadas como vilões de Darkwing Duck. 

De acordo com o anúncio, a produção está em desenvolvimento há alguns anos e recebeu o sinal verde para a plataforma de streaming apenas recentemente. Ainda não há trailers e detalhes, como número de episódios ou quantidade de temporadas.

O passado de Darkwing Duck

Embora a animação tenha surgido em 1991, no Brasil ela só deu as caras no ano de 1994 — na TV Globo. Posteriormente, ela também chegou ao SBT em programas como Disney CRUJ e outros dedicados às obras do estúdio. 

Uma paródia de heróis como o Batman, Darkwing Duck mostrava a vida de Drake Mallard, que vivia como um cidadão comum de St. Canard durante o dia e trabalhava como vigilante à noite. 

Sem poderes, ele lutava contra o crime com a ajuda de veículos e gadgets, assim como contava com o apoio de Capitão Bóing e da ajudante Gosalyn para vencer os desafios e salvar a cidade.

O dublador original do super-herói, Jim Cummings, não retornará para o desenho animado. No Brasil, Nelson Machado (de Chaves e Chucky) dublou o herói, mas a Disney ainda não confirmou se o estúdio manterá a voz clássica ou se fará uma nova escalação. 

Se você quer se relembrar desta época, confira Thundercats, Tutubarão e 10 desenhos do Bom Dia & Cia para ver no streaming.

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Galaxy Tab S12 Ultra vaza em imagens e revela design ultrafino

23 de Setembro de 2026, 09:43

O Galaxy Tab S12 Ultra apareceu em um novo vazamento que mostra com mais detalhes o possível design do próximo tablet premium da Samsung. Imagens compartilhadas pelo leaker Evan Blass exibem o aparelho de praticamente todos os ângulos e reforçam a aposta em um corpo ultrafino.

Os novos renders surgem após outros vazamentos anteciparem o visual da linha. Nas últimas semanas, tanto o Galaxy Tab S12+ quanto o Tab S12 Ultra já apareceram em imagens e tiveram parte das especificações reveladas.

Galaxy Tab S12 Ultra terá apenas 5,1 mm

Um dos principais destaques do Galaxy Tab S12 Ultra deve ser a espessura de apenas 5,1 mm. Apesar do corpo bastante fino e da tela grande, o tablet deve pesar 693 gramas.

As imagens mostram bordas discretas ao redor do display, além de um pequeno notch na parte superior. Na traseira, as câmeras ficam levemente projetadas em relação ao restante do corpo.

O modelo exibido por Blass aparece na cor cinza, mas a Samsung também deve oferecer uma versão prateada.

A S Pen também aparece ao lado do aparelho nos renders. O Galaxy Tab S12 Ultra terá suporte à caneta da Samsung, mas, segundo as informações vazadas, o acessório não será incluído na caixa.

Galaxy Tab S12 Ultra

Tela de 14,6 polegadas e bateria de 11.600 mAh

A ficha técnica vazada aponta para uma tela Dynamic AMOLED 2X de 14,6 polegadas, o que mantém a proposta de painel grande adotada pela Samsung em seus tablets Ultra.

O aparelho também deve contar com uma bateria de 11.600 mAh, com suporte a carregamento de 45 W pelo cabo.

No software, a expectativa é que o Galaxy Tab S12 Ultra saia de fábrica com o Android 17, acompanhado da interface One UI 9.

Outras informações sobre o Galaxy Tab S12+ e o próprio modelo Ultra, incluindo especificações e possíveis preços, também surgiram em vazamentos nos últimos dias.

Quando o Galaxy Tab S12 Ultra será lançado?

A expectativa é que a Samsung apresente o Galaxy Tab S12 Ultra em 7 de outubro. A data, porém, ainda deve ser tratada como rumor, já que a fabricante não confirmou oficialmente um evento para anunciar a nova geração de tablets.

Com isso, detalhes como preço, mercados em que o aparelho será vendido e configurações de memória e armazenamento ainda dependem do anúncio oficial.

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Que horas Control Resonant será lançado no Brasil?

23 de Setembro de 2026, 09:40

A Remedy Entertainment se prepara para o lançamento de Control Resonant, que estará disponível para o PS5, XBOX Series e PCs a partir desta quinta-feira (24). No Brasil não será diferente, com a sua chegada prevista para a mesma data.

A aventura de Dylan promete mostrar a ilha de Manhattan distorcida pelo Ruído, com uma missão muito importante para o irmão de Jesse: deter a ameaça e salvar o mundo, para se redimir pelas suas ações vistas em Control (2019).

O hack and slash é uma das maiores promessas do estúdio, já que será sequência direta do game anterior e tem como patamar uma verdadeira obra-prima: Alan Wake II (2023), que chegou a concorrer ao The Game Awards do mesmo ano. 

Veja que horas Control Resonant será lançado no Brasil e quando poderá dar seus primeiros passos na jornada que vai explorar ainda mais este universo compartilhado do estúdio.

Disponibilidade pública

De acordo com a própria Remedy, os jogadores poderão começar a sua campanha no dia 24 de setembro de 2026, a partir das 11h no horário de Brasília. Ali, poderá encontrá-lo e fazer o download na PS Store, Loja XBOX e em plataformas como o Steam e Epic Games Store.

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É importante ter em mente que, na data, poderá ver apenas a versão digital do título. Control Resonant só estará liberado em discos em outubro de 2026, já que teve sua chegada adiada globalmente. Caso não tenha o Fear of Missing Out (FOMO) ou esteja ansioso, é menos de um mês para aguardá-los. 

Chegada antecipada de Control Resonant

Em parceria com a Sony Interactive Entertainment, o estúdio lançou o game de forma antecipada na PS Store. Quem adquiriu a Edição Digital Deluxe da experiência, já pode achá-la disponível desde terça-feira (22) no PlayStation 5.

Na prática, se é o seu caso, já pode começar a jornada de Dylan imediatamente. Por ser um acordo entre a desenvolvedora e a dona do PlayStation, não encontrará as mesmas condições no XBOX e nos computadores. 

Além do acesso antecipado, o pacote também inclui o livro de arte e trilha sonora nos formatos digitais, um Artefato Imaculado (Carteira), Artefato Ferramenta do Punguista, um Pacote de Recursos Iniciais, o Traje de Corrupção do Ruído, Traje Oculto e o Traje de Missão EMA. 

Preciso ter jogado Control?

Se, no seu caso, não tiver jogado a aventura original, não há problema algum. Ainda que possa perder referências e compreender o papel de determinados personagens, não é vital explorar o antecessor.

Em Control Resonant, logo no menu inicial, poderá visualizar uma recapitulação completa para dar os seus primeiros passos em Manhattan. Deste modo, terá informações suficientes para avançar sem se perder dentro de sua trama.

Há quem faça questão, logo a jornada de 2019 está disponível no PS5 e XBOX Series sem impedimentos. No Steam, também notará Control: The Siblings Collection — que traz a Edição Ultimate do original e a Edição Digital Deluxe da experiência mais recente.

Em nosso review de Control Resonant, apontamos que a obra é “outro combo magnífico da Remedy” e um dos melhores jogos que encontrará em 2026. Você vai jogar? Compartilhe e nos conte o que espera do título.

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Adeus às multas injustas? Semáforos com radar podem ser obrigados a ter contagem regressiva

23 de Setembro de 2026, 09:35

E se todos os faróis equipados com fiscalização eletrônica tivessem temporizadores? Pois é esta a proposta do Projeto de Lei 2975/26, que tramita na Câmara dos Deputados. A ideia do texto é que a mudança seja aplicada aos semáforos instalados em cruzamentos monitorados por radares, bem como detectores de avanço do sinal vermelho e sensores de parada sobre a faixa de pedestres.

A proposta busca aumentar a segurança no trânsito ao evitar frenagens bruscas ou acelerações antes da mudança de fase do farol: para isso, os condutores conseguiriam saber exatamente quanto tempo resta para a alteração das luzes verde e vermelha.

farol semáforo

 

Na prática, os motoristas ganham mais previsibilidade para rodar nas vias urbanas, já que não teriam que se preocupar com a mudança abrupta para a luz amarela — a qual, aliás, costuma estar por trás de decisões perigosas para “aproveitar” a janela para a travessia.

Farol com tempo

O texto, ainda em tramitação, determina que a ausência do display, qualquer defeito técnico, a falta de sincronização ou a má visibilidade do temporizador vão invalidar os autos de infração aplicados no local. Isso significa que o equipamento de fiscalização perde a validade legal para aplicar sanções aos motoristas se o timer falhar.

Esta tecnologia tem custo considerado baixo, mas a sua implementação como lei deve enfrentar entraves operacionais nas cidades. Primeiro, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) precisa determinar os requisitos técnicos dos equipamentos; além disso, o projeto estabelece um prazo de apenas 60 dias a partir da aprovação para que os órgãos de trânsito realizem as adequações em todo o Brasil.

A janela é curta, mas teria que ser cumprida em milhares de municípios do país. De qualquer forma, o PL 2975/26 segue agora para análise conclusiva nas comissões de Viação e Transportes e de Constituição e Justiça da Câmara.

Aproveite para conhecer como funcionam os semáforos inteligentes que usam algoritmos e IA para acabar com o trânsito!

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Quando Coyote vs Acme estreia nos serviços de streaming?

23 de Setembro de 2026, 09:04

Após ser descartado pela Warner Bros. em 2023, Coyote vs. Acme deu a volta por cima graças ao estúdio Ketchup Entertainment, que adquiriu os direitos de distribuição em 2025 e colocou o filme no mundo em agosto deste ano. Mas quando será possível assisti-lo nos sofá de casa?

Com John Cena no elenco, Coyote vs. Acme é um híbrido entre animação e live-action situado no universo dos Looney Tunes. Sob comando do diretor David Green, o filme acompanha a jornada do Coyote, que, cansado de suas armadilhas para pegar o Papa-Léguas falharem, decide contratar um advogado para processar a Acme, a corporação por trás dos produtos usados por ele. 

Misturando um clima aventuresco com comédia, o filme vem fazendo sucesso entre o público e a crítica especializada desde que chegou aos cinemas, ultrapassando o marco de US$ 100 milhões arrecadados em bilheteria mundial. O longa foi adquirido pela Ketchup Entertainment por US$ 50 milhões. 

Quando Coyote vs Acme chega ao streaming?

Atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros, Coyote vs. Acme já tem data para chegar às plataformas digitais nos Estados Unidos: dia 29 de setembro.

Inicialmente, o longa estará disponível apenas para compra ou aluguel no Prime Video e na Apple TV, mas ainda não há informações sobre a disponibilidade do título no Brasil por enquanto.

Também não foi revelado quando a produção será disponibilizada no streaming, mas isso deve acontecer até o mês de dezembro, considerando que muitos estúdios esperam cerca de três meses para lançar suas produções em serviços de assinatura. 

Sucesso após incertezas

No limbo da Warner por anos, Coyote vs. Acme quase não viu a luz do dia depois que o estúdio optou por cancelar o lançamento do filme por causa de questões fiscais. O descarte gerou uma baita polêmica na época, porque a produção já estava com suas filmagens prontas. 

O motivo por trás do cancelamento teve relação com uma fase de mudanças na Warner, que havia sofrido uma fusão com a Discovery em 2022 e enfrentava um forte movimento de corte de gastos. Foi assim que os executivos decidiram que seria financeiramente mais vantajoso não lançar o título nos cinemas, abatendo o prejuízo no imposto de renda para não arcar com os custos de divulgação e esperar por lucros que, na época, pareciam incertos. 

coyote-vs-acme

A repercussão dessa polêmica na mídia, no entanto, mudou o futuro de Coyote vs. Acme, que passou de um engavetamento para as mãos da Ketchup Entertainment. Agora, o estúdio colhe os frutos de uma boa recepção do longa-metragem, um sucesso que deve se repetir quando o filme chegar ao streaming.

Se você gostou da produção, aproveite para conhecer Coyote vs. Acme e 7 filmes bons que misturam desenho animado com live-action.

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Apple vai lançar pulseira fitness sem tela para monitorar saúde e exercícios

23 de Setembro de 2026, 08:28

A Apple pode estar por trás de uma pulseira fitness sem tela para acompanhar dados de saúde e exercícios. Segundo informações de Mark Gurman, da Bloomberg, a empresa já testa protótipos com uma faixa fina de tecido e um módulo com sensores, mas ainda não decidiu se vai lançar o produto. 

O projeto estaria em desenvolvimento há alguns meses e teria envolvido a equipe responsável pelo Vision Pro. O interesse pelo dispositivo também partiria de nomes importantes da Apple, como Tim Cook e Eddy Cue.

A ideia segue uma tendência que ganhou força em 2026. Dispositivos como Fitbit Air, Garmin Cirq Smart Band e Amazfit Helio Strap Pro apostam em acompanhar atividades e indicadores de saúde sem uma tela própria.

Então funciona assim: em vez de mostrar informações no pulso, a pulseira enviaria os dados para o aplicativo de saúde do celular. Pode ser uma proposta para agradar quem prefere acompanhar exercícios e sono sem ter mais uma tela para consultar durante o dia.

São funções que seguem uma ideia parecida com recursos encontrados em dispositivos da Whoop e da Oura. A proposta é transformar os dados coletados pelos sensores em informações mais fáceis de entender.

pulseira Whoop

A inteligência artificial também pode ter papel importante. O Apple Intelligence já é usado para analisar métricas de saúde e apresentar resumos e sugestões. Em uma pulseira sem tela, a Siri poderia assumir parte da interação, permitindo registrar informações e fazer perguntas por voz.

Pulseira pode chegar só em 2028

Uma das vantagens desse formato seria a bateria. Sem uma tela para manter ligada, o dispositivo poderia gastar menos energia e ser mais discreto no pulso, e o formato também pode ser mais confortável para dormir, algo importante para quem acompanha o sono.

Apesar dos testes, a Apple ainda não teria decidido colocar a pulseira à venda. Caso o projeto avance, Gurman afirma que o lançamento não deve acontecer antes de 2028.

Outra possibilidade seria a Apple apostar em um anel inteligente. Esse formato também seria discreto e poderia acompanhar dados durante o sono, mas a questão das assinaturas recorrentes segue como um ponto relevante nesse mercado. Enquanto isso, o Apple Watch Ultra 4 chega com sensor mais preciso do mundo em um vestível.

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Smartwatch da Amazfit usa painéis solares para ficar até 25 dias longe da tomada

23 de Setembro de 2026, 08:01

A Amazfit lançou o T-Rex Dual Solar, um novo smartwatch da marca voltado para quem passa vários dias longe de tomadas. O modelo tem painéis solares na frente e na traseira e prometendo até 25 dias de bateria em uso típico, com o preço de US$ 649,99 (cerca de R$ 3.328).

A proposta do T-Rex Dual Solar é reduzir a necessidade de recargas durante viagens e trilhas longas. O painel solar frontal pode acrescentar até nove dias de autonomia quando o relógio recebe três horas diárias de luz com intensidade de 50 mil lux.

Na traseira, o painel é duas vezes maior que o componente frontal. A ideia é aproveitar melhor a luz quando o relógio é retirado do pulso e deixado com a tela voltada para cima.

Mesmo sem depender do Sol, a bateria promete até 25 dias em condições típicas. Com o GPS ligado continuamente no modo de maior precisão, a autonomia cai para até 41 horas.

O relógio tem tela AMOLED de 1,32 polegada com brilho máximo de 3.000 nits e a estrutura traz uma moldura de titânio Grau 5 e vidro de safira resistente a riscos.

O T-Rex Dual Solar também tem resistência à água de até 10 ATM. Para situações de emergência, há uma lanterna integrada e um sinalizador SOS.

Mapas e recursos para trilhas

Amazfit-T-Rex-Dual-Solar-Front

O foco em aventuras aparece também nos recursos de navegação. O smartwatch vem com mapas coloridos, planejamento de rotas e informações sobre inclinação durante subidas.

É possível armazenar até 100 rotas e criar novos trajetos diretamente pelo relógio, sem depender do celular. Se o usuário sair do caminho planejado, o dispositivo consegue criar automaticamente uma nova rota.

Outro recurso é o LiveShare, que permite compartilhar a localização em tempo real com contatos selecionados.

Treinos e recuperação

O T-Rex Dual Solar reúne informações de carga de treino, recuperação e esforço diário em uma única pontuação. Também tem suporte a planos de treinamento, e quem já tem uma Amazfit Helio Strap pode combinar os dados dos dois dispositivos pelo aplicativo para acompanhar melhor a recuperação.

A caixa inclui pulseira de silicone e uma base de carregamento USB-C. A embalagem é reciclável e não traz um cabo de carregamento separado. Enquanto isso, um novo smartwatch da Amazfit chega com corpo de titânio e lanterna embutida.

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Copiando Resident Evill, Silent Hill também vai passar por reboot nos cinemas

23 de Setembro de 2026, 08:00

Após o fracasso comercial de Terror em Silent Hill: Regresso e o sucesso de Resident Evil, a franquia Silent Hill terá um reboot nas telonas. A proposta é conquistar novos fãs com uma história independente do longa-metragem de 2006 e do filme mais recente. 

De acordo com o Dread Central, a saga de survival horror passará por “uma abordagem nova e ousada”. Ainda não há previsão de estreia divulgada, assim como os nomes de quem comandará essa empreitada ou do elenco. 

Apesar de não estar relacionado com RE, é inegável que o novo direcionamento surgiu quando a produção recente ultrapassou a bilheteria de US$ 108 milhões em seu primeiro fim de semana — além de ter se tornado um sucesso de crítica.

Em vez de seguir fielmente o que é apresentado nos videogames, o diretor Zach Cregger (Noites Brutais e A Hora do Mal) investiu em uma história inédita com personagens diferentes dos títulos originais. Possivelmente, Silent Hill seguirá o mesmo caminho.

A intenção é aproveitar esse momento, além da boa fase que a franquia passa nos videogames. Após a aclamação pelo remake de Silent Hill 2 e os inéditos Silent Hill f e SH: Townfall, os estúdios enxergam uma verdadeira oportunidade na série.

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A queda de Silent Hill nos cinemas

É importante notar que o primeiro filme, lançado em 2006 e dirigido por Christophe Gans, não foi bem recebido em sua época, mas se tornou um clássico cult e reconhecido como uma das melhores adaptações daquela década.

Em 2012, a produtora tentou um reboot com Silent Hill: Revelation, porém a aprovação de 8% em plataformas como Rotten Tomatoes colocou o terror em hiato. A tentativa mais recente também desagradou e colocou em risco uma nova pausa na saga.

Ainda que sigam os passos da franquia da Capcom, os produtores precisarão ver quais foram os 8 erros e acertos de Resident Evil para não se adaptarem melhor ao que o público deseja ver nos cinemas. 

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Testes com radares de velocidade média no Brasil são suspensos; veja como fica fiscalização

23 de Setembro de 2026, 07:50

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) anunciou na segunda-feira (21) a suspensão temporária dos testes de radares de velocidade média em rodovias federais. A interrupção dos projetos-piloto foi formalizada pela Superintendência de Infraestrutura Rodoviária (Surod) no Diário Oficial da União a fim de permitir reavaliações operacionais, de sinalização e de comunicação.

A pausa servirá para o alinhamento de procedimentos técnicos, garantindo que as orientações sejam compreendidas com clareza pelos motoristas antes de qualquer retomada. A ANTT ressaltou que a medida não gerou multas, já que a etapa tinha caráter exclusivamente experimental.

radar de velocidade média

Os testes seriam realizados em rodovias do Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, entre outros estados. Vale destacar que os radares fixos tradicionais e as fiscalizações de velocidade em pontos isolados continuam operando normalmente em todo o país.

Radares de velocidade média

Diferentemente do radar tradicional, o sistema de velocidade média calcula o tempo que um veículo leva para percorrer a distância entre dois pontos de monitoramento. Se o trajeto for concluído em tempo inferior ao limite estabelecido, conclui-se que o motorista trafegou acima da velocidade permitida.

A revisão promovida pela ANTT busca detalhar a sinalização de início e fim desses trechos supervisionados, permitindo que os condutores identifiquem com precisão o segmento monitorado e o limite regulamentado.

Apesar da paralisação dos testes em oito estados, a tecnologia já apresenta resultados positivos no país. Na BR-050, onde a EcoRodovias utiliza o monitoramento desde 2022, o sistema contribuiu para uma queda de 35% nos acidentes com vítimas e zerou as fatalidades no primeiro semestre de 2026. Segundo a concessionária, os índices refletem a combinação entre o controle de velocidade, campanhas educativas e operações com a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Aproveite para conferir por que os radares de velocidade média ainda não multam no Brasil!

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Nova escova alisadora da Xiaomi tem bateria de longa duração e cabe na bolsa

23 de Setembro de 2026, 07:45

A Xiaomi lançou na China a segunda geração da Mijia Wireless Hair Straightener, uma escova alisadora sem fio que ganhou bateria maior e agora pode funcionar por até 70 minutos com uma carga. Custa 299 yuan, cerca de R$ 227, e promete render de sete a oito sessões em cabelos curtos ou de três a quatro em cabelos médios.

A principal mudança da nova chapinha está na bateria. A geração anterior usava duas células de 3.200 mAh, enquanto o novo modelo traz duas de 5.000 mAh.

Segundo a Xiaomi, a autonomia chega a 70 minutos. O carregamento é feito por USB-C, permitindo usar um cabo comum para recarregar o aparelho.

O modelo anterior conseguia realizar cerca de quatro sessões, independentemente do comprimento do cabelo. A nova versão amplia esse número principalmente para quem tem cabelos curtos.

Aquecimento mais rápido

A Xiaomi também mudou o sistema responsável pelo aquecimento. A nova escova usa uma película de aquecimento diferente da presente na geração anterior.

Um sensor monitora a temperatura 500 vezes por segundo. Segundo a fabricante, a mudança reduz em 20% o tempo necessário para o aparelho começar a aquecer.

Escova Xiaomi

São três opções de temperatura: 160 °C, 180 °C e 200 °C. Um pequeno painel de LED mostra a temperatura atual, o consumo de energia e o estado de funcionamento da chapinha.

Mais dentes para prender o cabelo

O pente da Mijia Wireless Hair Straightener 2 também foi redesenhado. Agora são 52 dentes, contra 36 na versão anterior, para segurar uma quantidade maior de cabelo durante o movimento e facilitar a passagem pelo aparelho.

Para ajudar no controle do frizz e da eletricidade estática, o dispositivo também gera 37 milhões de partículas de plasma por sessão. São 18 milhões de íons positivos e 19 milhões de íons negativos. A primeira geração trabalhava apenas com íons negativos.

A Mijia Wireless Hair Straightener 2 já está disponível na China pela Xiaomi Youpin, mas ainda não há informações de venda no Brasil. Enquanto isso, a Xiaomi revela "secador de cabelos do futuro" com controle de temperatura em °C.

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Apple lança fones com almofadas trocáveis e bateria de 32 horas por R$ 1.800

23 de Setembro de 2026, 06:55

A Apple apresentou os Beats 360, novos fones de ouvido sem fio que chegam por US$ 349,99 (cerca de R$ 1.791,95) com a proposta de trocar as almofadas das conchas e do arco para mudar o visual do acessório. O modelo também traz cancelamento ativo de ruído, áudio espacial e até 32 horas de bateria.

Nas almofadas removíveis, tanto as peças das conchas quanto a do arco podem ser trocadas pelo usuário, permitindo combinar o fone com diferentes roupas, situações ou momentos do dia.

A Apple oferece kits extras com novas almofadas para as conchas e para o arco. As opções UltraPlush aparecem nas cores preta e Cloud, enquanto as Performance Knit têm alternativas como preto, rosa e azul. Cada kit adicional custa US$ 49,99 (R$ 255,95).

Fone tem cancelamento de ruído e áudio espacial

Os Beats 360 também apostam em recursos voltados para a qualidade sonora. O modelo traz cancelamento ativo de ruído, modo transparência e áudio espacial personalizado com rastreamento dinâmico da cabeça.

O conjunto inclui dois alto-falantes desenvolvidos para o modelo, amplificador próprio e ajuste automático do som. A fabricante também promete até 1,75 vez mais cancelamento de ruído em comparação com os Beats Studio Pro.

Tem ainda nove microfones para chamadas e recursos como conexão rápida, troca automática entre dispositivos e localização pelo Buscar em aparelhos da Apple.

Beats 360 chegam com até 32 horas de bateria

A autonomia chega a 32 horas, mesmo com o cancelamento de ruído ativado. O carregamento é feito por USB-C e há suporte ao Fast Fuel, que permite recuperar bateria rapidamente.

Os Beats 360 têm Bluetooth 5.3, resistência à água IPX4 e design dobrável. O peso é de aproximadamente 294,5 gramas. E se você gosta dos fones da Apple, veja inovações que transformaram os AirPods em um verdadeiro sucesso.

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Adobe Premiere chega grátis ao Android com exportação em 4K sem marca d’água

22 de Setembro de 2026, 21:01

A Adobe lançou nesta terça-feira (22) o Premiere Mobile para Android, ampliando para celulares e tablets com o sistema do Google o editor de vídeo que já estava disponível no iPhone. O aplicativo pode ser baixado gratuitamente e inclui edição em linha do tempo multifaixa, exportação em 4K sem marca d’água, efeitos, transições e ferramentas de áudio.

O lançamento também substitui o espaço deixado pelo Premiere Rush, que está sendo descontinuado.

O que dá para fazer de graça?

A maior parte das funções de edição está disponível sem assinatura.

O usuário pode cortar, aparar e reorganizar clipes, trabalhar com várias faixas de vídeo e áudio, aplicar transições, filtros e efeitos, gravar narração e usar templates para conteúdos de redes sociais. O app também inclui o Enhance Audio, que reduz ruídos de fundo e melhora a clareza da voz.

Também é possível exportar vídeos em até 4K sem marca d’água, sem anúncios e sem limite de exportações. A Adobe afirma ainda que não exige login para começar a editar, salvar projetos localmente ou exportar vídeos.

A interface foi adaptada para diferentes tamanhos de tela, incluindo celulares dobráveis. Segundo a Wired, o aplicativo exige Android 13 ou mais recente e pelo menos 5 GB de RAM.

O que é pago no Premiere Mobile?

A principal cobrança está nos recursos de IA generativa do Adobe Firefly.

Ferramentas capazes de gerar imagens, adesivos, efeitos sonoros e outros elementos usam créditos generativos. Esses créditos podem estar incluídos em planos da Creative Cloud ou ser comprados separadamente, dependendo da conta do usuário.

Armazenamento extra na nuvem também pode exigir pagamento. A Adobe não colocou as funções básicas de edição, exportação 4K ou remoção de marca d’água atrás de uma assinatura.

Alguns recursos ainda não chegaram à versão Android. A empresa prepara integração mais completa com o Premiere para desktop, Adobe Fonts e melhorias em legendas. Além disso, afirma que legendas ilimitadas serão adicionadas até o final do ano.

prints adobe premiere

Premiere Mobile chega para disputar espaço com CapCut e Edits

A chegada ao Android coloca o Premiere diretamente em uma categoria já ocupada por aplicativos como CapCut, Instagram Edits e LumaFusion.

O foco do novo aplicativo também é diferente do Premiere tradicional para computador: a interface foi simplificada para edição no celular e produção rápida de vídeos para redes sociais. Apesar do nome, portanto, não se trata de uma reprodução completa do Premiere Pro no Android.

O Premiere Mobile já está disponível na Google Play Store a partir desta terça-feira.

Veja mais de Apps no Canaltech: Android 17 testa recurso que salva celular de quem esqueceu o PIN

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OpenAI lança GPT-6 Sol e Luna com menos erros pela metade do preço

22 de Setembro de 2026, 20:06

A OpenAI anunciou o GPT-6 Sol e o GPT-6 Luna, novos modelos de inteligência artificial que ampliam o ecossistema de modelos de fronteira da empresa. A dupla foi desenvolvida com foco em reduzir custos e acelerar o uso de IA, levando recursos apresentados no modelo topo de linha Astra para tarefas profissionais e aplicações em larga escala. 

Os modelos já estão disponíveis no ChatGPT Work e no Codex para usuários dos planos Plus, Pro, Business, Enterprise e Edu. Nos planos Free e Go, o GPT-6 Luna pode ser usado pelo aplicativo para desktop. Para desenvolvedores, os modelos estão disponíveis pela API. A OpenAI afirma que a chegada ao ChatGPT será gradual ao longo do dia, mas os modelos ainda não estão disponíveis na interface padrão de “Chat”. 

O GPT-6 Sol é voltado para tarefas profissionais complexas e programação e o Luna foi desenvolvido para trabalhos de alto volume, como resumos e extração de informações. A arquitetura dos dois modelos também foi otimizada para fluxos de trabalho longos e agentes de IA, com recursos que ajudam a reduzir o custo de operações que reutilizam grandes quantidades de contexto.

Capa ChatGPT

Um desses recursos é o cache de prompts. A leitura de tokens de entrada armazenados em cache recebe 90% de desconto, o que reduz o custo de aplicações que reaproveitam informações ao longo de diferentes etapas de uma tarefa. Na API, o GPT-6 Sol tem o preço reduzido de US$ 4 para US$ 2 por 1 milhão de tokens de entrada e de US$ 20 para US$ 10 na saída. Já o GPT-6 Luna cai de US$ 0,20 para US$ 0,10 na entrada e de US$ 1,20 para US$ 0,50 na saída.

Os dois modelos têm redução de 50% nos preços em relação aos valores promocionais da linha GPT-5.6. A combinação entre preços menores, cache barato e foco em tarefas de longa duração busca tornar o uso dos modelos mais viável para desenvolvedores que precisam processar grandes volumes de informações.

O lançamento ocorre em meio à forte disputa entre OpenAI e Anthropic. Apenas 90 minutos antes do anúncio da OpenAI, a Anthropic apresentou uma nova versão do Opus 5.5, com preços menores e desempenho no nível do Fable. 

GPT-6 Sol e Luna mostram resultados em diferentes tarefas

Os testes de desempenho apresentados pela OpenAI mostram resultados diferentes de acordo com a proposta de cada modelo. O GPT-6 Sol foi avaliado em tarefas profissionais, programação e engenharia de software, enquanto o Luna também apresentou resultados em automação, uso de computador, engenharia de software e confiabilidade factual.

No AutomationBench, que avalia fluxos de trabalho de negócios em diferentes aplicativos, o GPT-6 Sol superou o Claude Opus 5, da concorrência, com custo equivalente a apenas 9% do valor por tarefa. Na programação, o modelo igualou o desempenho do Claude Fable 5.1 no FrontierCode, que verifica se o código produzido está pronto para ser incorporado a bases de código reais. Já no DeepSWE v1.1, voltado para tarefas complexas de engenharia de software, o Sol alcançou 68,8% de pontuação, com custo 80% menor que o de modelos concorrentes de alto desempenho.

ChatGPT

O GPT-6 Luna também apresentou evolução em relação à geração anterior. No AutomationBench, em nível de esforço alto, o modelo superou o GPT-5.6 Luna em 5,4 pontos percentuais, com custo por tarefa 58% menor. No DeepSWE v1.1, o Luna alcançou 66,6% de pontuação no nível máximo de esforço, resultado comparável ao de Claude Opus 5 e Claude Fable 5 em níveis médios de esforço.

No OSWorld 2.0 offline, que avalia tarefas de uso de computador, o Luna também superou o GPT-5.6 Sol, considerando esforço médio para o modelo anterior, com apenas um décimo do preço. A OpenAI ainda avaliou a confiabilidade factual dos modelos. Em níveis mais altos de esforço, o Luna alcançou a mesma confiabilidade do antigo GPT-5.6 Sol por 1% do custo.

A OpenAI também alterou o estilo de colaboração dos modelos para reduzir jargões e informações de pouco valor. A proposta é entregar respostas mais curtas e claras. Em avaliações de alinhamento, o Luna ainda apresentou taxas menores de alegações enganosas sobre seu próprio trabalho de programação em comparação com o GPT-5.6 Luna.

ChatGPT

Novas ferramentas ajudam a controlar custos e desempenho

A OpenAI também lançou novas ferramentas para que desenvolvedores acompanhem o uso dos modelos e encontrem formas de melhorar o desempenho das aplicações. O Prompt Caching Dashboard, por exemplo, identifica oportunidades de cache que não foram aproveitadas, o que ajuda a encontrar pontos em que o processamento pode ser otimizado.

Outra mudança permite ajustar o esforço de raciocínio e a disponibilidade de ferramentas sem invalidar o cache já existente. Com isso, agentes de IA podem alterar esses parâmetros durante fluxos de trabalho que reutilizam o mesmo contexto sem perder as informações armazenadas no cache.

Os recursos também chegam acompanhados de melhorias de segurança herdadas do trabalho de alinhamento feito para o Astra. Segundo a OpenAI, o GPT-6 Sol e o Luna apresentam taxas menores de alegações enganosas em tarefas de programação e tiveram resultados melhores em avaliações que testam tentativas de contornar avisos de segurança.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “ChatGPT grátis vale a pena? Veja o que dá e o que não dá para fazer”. 

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Sony testa recurso no PS5 que 'devolve' dinheiro na compra de jogos

22 de Setembro de 2026, 19:19

A Sony pode estar testando um novo sistema de cashback na PlayStation Store do PS5 na compra de jogos selecionados. O recurso foi notado pela primeira vez na página de The Blood of Dawnwalker pelo usuário do Reddit JannJans no último domingo (20), embora não tenha sido anunciado oficialmente pela japonesa.

"Eu estava decidindo entre Dragon's Dogma 2 e Blood of Dawnwalker e notei uma oferta especial no segundo", escreveu o usuário. Na imagem compartilhada, é possível ver que a oferta inclui "Créditos na Carteira", o que pode fazer referência a um possível cashback.

JannJans afirmou que recebeu US$ 10 na carteira da PlayStation Store logo após comprar o RPG. Vale notar que a oferta compartilhada pelo usuário tinha data limite até 29 de setembro, o que significa que não se trata de um cashback vitalício.

Outros jogos recentes, como Resonance: A Plague Tale Legacy, Star Wars Zero Company, Halloween: The Game, Metal Gear Solid Collection 2 e Hot Wheels: Infinite Rush, também apresentaram a oferta, conforme o usuário Hayterfan.

Vários jogadores reportaram não identificar o possível sistema de cashback. É possível que o recurso esteja disponível somente para uma seleção de usuários, como acontece com os famigerados preços dinâmicos da PlayStation Store, que chegaram ao Brasil em março deste ano.

O portal PlayStation LifeStyle reportou que, em fevereiro, o aplicativo Wallet Credits foi listado na PS Store como um software 'anunciado' e até podia ser adicionado à lista de desejos. O surgimento das ofertas para uma seleção de jogadores pode estar diretamente ligado ao app.

Cashback em plataformas de games não é algo novo

Embora um possível sistema de cashback seja novidade no PS5, já vimos a prática acontecer em outras plataformas. A Microsoft, por exemplo, deu US$ 5 de crédito para quem fizesse a pré-venda de Call of Duty: Modern Warfare 4 no XBOX.

Além disso, a Big Tech também oferece pontos no seu recurso de Rewards, que, quando acumulados, permitem trocar por créditos na Microsoft Store, assinaturas no Game Pass, entre outras recompensas.

É possível que a Sony siga um sistema parecido, embora não tenha anunciado nada oficialmente. Para quem quer contornar os altos preços dos jogos e driblar práticas como os preços dinâmicos no PlayStation 5, o Canaltech separou 5 dicas que vão te ajudar.

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Não deixe para domingo: e-Título deve ser baixado e ativado até sábado antes da eleição

22 de Setembro de 2026, 19:03

Quem pretende usar o e-Título no primeiro turno das Eleições 2026 precisa baixar o aplicativo e concluir o primeiro acesso até sábado, 3 de outubro. No domingo de votação, dia 4, novos downloads e ativações serão interrompidos para evitar sobrecarga no sistema.

Não basta instalar o aplicativo no celular. O eleitor também precisa validar seus dados e concluir a ativação antes do prazo. Depois disso, o e-Título pode ser usado para consultar local de votação, justificar ausência e, em alguns casos, servir como documento de identificação no momento do voto.

Como baixar o e-Título?

O aplicativo oficial é gratuito e está disponível para Android (play.google.com) e iPhone (apps.apple.com).

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recomenda manter o aplicativo atualizado, especialmente durante o período eleitoral, para receber correções e melhorias de segurança.

Como ativar o e-Título?

Depois de instalar o aplicativo, o primeiro acesso exige uma confirmação de identidade. O processo funciona assim:

  1. Abra o e-Título e informe dados como nome completo, data de nascimento, CPF ou número do título eleitoral e nome dos pais;

  2. Confira se as informações estão exatamente iguais às registradas na Justiça Eleitoral;

  3. Responda às perguntas de segurança apresentadas pelo aplicativo;

  4. Conclua a confirmação de identidade;

  5. Crie uma senha para proteger o acesso ao e-Título.

Se houver diferença entre as informações inseridas e o cadastro eleitoral, inclusive em dados como nome de casado ou solteiro, o aplicativo pode não conseguir concluir a validação.

O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal também informa que a versão atual utiliza validação facial durante o primeiro acesso. Por isso, a orientação é não deixar a ativação para os últimos minutos do sábado.

urna eletrônica

Dá para votar usando apenas o e-Título?

Depende.

Quem já realizou o cadastramento biométrico e possui fotografia exibida no e-Título pode apresentar o aplicativo como documento oficial de identificação na seção eleitoral.

Se o aplicativo não mostrar a foto, será necessário levar um documento oficial com fotografia. Também não vale apresentar apenas uma captura de tela do e-Título: o documento precisa ser exibido diretamente pelo aplicativo.

Ter acesso ao app também não significa que uma pessoa com título suspenso ou outra restrição esteja automaticamente liberada para votar. O e-Título pode ser acessado por eleitores com situação regular ou suspensa, mas eventuais impedimentos cadastrados na Justiça Eleitoral continuam valendo.

Além do título digital, o aplicativo permite consultar zona, seção e endereço do local de votação, emitir certidões, verificar débitos eleitorais e realizar justificativa de ausência.

O primeiro turno acontece em 4 de outubro, enquanto um eventual segundo turno está marcado para 25 de outubro. A votação será realizada das 8h às 17h, pelo horário de Brasília.

Veja também no Canaltech: Como fazer seu título de eleitor pela internet

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Sequência de Superman vai focar em quem é Lex Luthor e aliança do vilão com herói

22 de Setembro de 2026, 18:33

Depois de destacar as tribulações de Clark Kent em Superman (2025), parece que James Gunn vai usar Superman: Homem do Amanhã para dar mais espaço a Lex Luthor, o arqui-inimigo mortal do Homem de Aço. Pelo menos, é o que afirma o ator Nathan Fillion, que interpreta Guy Gardner no novo DCU.

Conversando com o The Hollywood Reporter, Fillion comentou brevemente sobre o que os fãs podem esperar do novo filme do Superman, que vai acompanhar o herói titular formando uma aliança inusitada com Luthor para vencer a ameaça do vilão Brainiac. De acordo com o ator, o foco da trama deve ser justamente a identidade de Luthor, vivido por Nicholas Hoult, mostrando um pouco mais de quem ele é.

“No primeiro filme, e com razão, aprendemos muito sobre quem é o Superman. Em , acho que aprenderemos mais sobre quem é Lex Luthor, e acho que isso é igualmente importante”, comentou Fillion após ser questionado sobre a sequência de Superman. 

Embora Fillion não tenha oferecido detalhes aprofundados sobre essa abordagem, o foco em Lex Luthor não é de se estranhar, especialmente devido ao peso de sua participação na trama. Um recente comentário de David Corenswet, o intérprete de Clark Kent, ao Entertainment Tonight, inclusive, deu a entender que o novo filme terá um tom diferente e mais “aprofundado” do que o primeiro Superman. 

Nova aventura para o Superman

Com data de estreia marcada para 2027, Superman: Homem do Amanhã vai reunir boa parte do elenco do longa de 2025 sob comando do diretor James Gunn. David Corenswet retorna como o herói titular, assim como Nicholas Hoult, o Lex Luthor. 

Outros nomes confirmados no elenco são Rachel Brosnahan como Lois Lane, Nathan Fillion como Guy Gardner e Milly Alcock como Supergirl. A atriz Adria Arjona também foi anunciada no elenco como a intérprete de Maxima, mas fãs especulam que isso foi apenas um disfarce para não revelar que ela será a Mulher-Maravilha.

superman

O que sabemos por certo é que a sequência de Superman vai colocar Clark Kent de frente para uma ameaça perigosa, em que ele se verá obrigado a se juntar com seu arqui-inimigo Lex Luthor para conseguir vencê-la. 

O novo filme do herói no DCU estreia no dia 8 de julho de 2027 nos cinemas. Caso você esteja ansioso para saber o que vem por aí, saiba o que esperar de Superman: O Homem do Amanhã.

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Samsung Notes passa a avisar quando texto é criado por IA; veja como será

22 de Setembro de 2026, 18:04

A Samsung disponibilizou uma atualização para o aplicativo Samsung Notes que adiciona um aviso quando as ferramentas do Galaxy AI são usadas para gerar ou editar conteúdo. A mudança, presente na versão 4.4.48.15 do aplicativo, aparece no registro de alterações como uma “marca d’água de IA” e informa quando a inteligência artificial participou do processamento do texto.

A novidade já está disponível para usuários com dispositivos compatíveis com o Galaxy AI após a atualização do aplicativo. O aviso aparece na etapa de edição, sem ser incorporado ao conteúdo salvo na nota. Como a identificação fica restrita à janela de pré-visualização, o texto inserido no documento não mantém uma marca visível que facilite sua identificação por ferramentas externas de detecção de conteúdo gerado por IA. 

A mensagem “This text was generated using AI” (“Este texto foi gerado usando IA”) aparece na parte inferior da janela de pré-visualização exibida após o processamento. O usuário consegue visualizar a identificação antes de inserir o resultado na nota e decidir se quer aplicar a alteração.

A sinalização está presente em diferentes ferramentas do Note Assist, incluindo a formatação automática, o resumo de conteúdos, a correção ortográfica e gramatical e a tradução de textos. Apesar de a Samsung usar o termo “marca d’água”, portanto, a identificação funciona como uma mensagem informativa na interface, e não como um selo permanente sobre o texto.

Samsung Notes

Como a Samsung sinaliza conteúdos criados por IA?

A Samsung adota formas diferentes de sinalização para conteúdos criados ou editados com IA, dependendo do tipo de material. Em recursos de geração ou edição de imagens, a identificação aparece visualmente no próprio resultado, como ocorre no Creative Studio e no gerador de papéis de parede da Samsung. Já no Samsung Notes, a “marca d’água” aparece apenas na prévia do texto processado pela IA e não é incorporada à nota.

Dessa forma, a identificação fica restrita ao momento da edição. Depois que o conteúdo é inserido no Samsung Notes, o texto permanece sem a mensagem sobreposta, preservando a aparência da nota.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “Quais celulares Galaxy receberão novos recursos de IA da One UI 9?”.

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Googlebooks vs Chromebooks: 6 diferenças entre os notebooks do Google

22 de Setembro de 2026, 17:54

O Google anunciou recentemente os Googlebooks, novos notebooks que pretendem mudar a forma como os usuários interagem com os seus dispositivos. Contudo, isso levanta questões — ainda “ontem” a companhia vendia os Chromebooks, afinal de contas.

Ainda que os aparelhos não tenham uma data prevista para chegar ao Brasil, a companhia trabalha em parceria com a Dell, ASUS, HP, Acer e Lenovo para a chegada dos produtos no mês de outubro. Como todas elas atuam fortemente no país, não deve demorar para ver os notebooks nas lojas.

Dito isso, é muito importante saber quais são os grandes diferenciais de cada produto, até para não “comprar gato por lebre”. Como cada um deles segue padrões distintos, o consumidor precisa estar atento para evitar erros e adquirir justamente algo diferente do que necessitava.

Veja quais são as 6 principais diferenças entre os Googlebooks e os Chromebooks, assim como qual a ideia do Google para cada um deles:

6. Proposta dos dispositivos

O primeiro passo para compreender o que separa os Googlebooks e os Chromebooks é a ideia de cada um. Lançados em 2011, os Chromebooks são modelos produzidos para o segmento custo-benefício e apoiam estudantes e usuários comuns — que desejam apenas usar apps básicos e navegadores.

Contudo, os Googlebooks já entram na indústria como uma linha premium. Isso significa a presença de componentes de ponta, revestimento reforçado e um grande destaque para as inteligências artificiais com uso local. Na prática, esse é o objetivo dos novos notebooks do Google.

Chromebook-ASUS-Img2

5. Foco em IA

Para a companhia, todos os usuários precisarão ter um dispositivo que rode uma IA localmente. Com a presença de CPUs Intel Core Ultra Series 3 e Snapdragon (que possuem chips dedicados com NPUs), todos os modelos poderão atuar diretamente com os consumidores — sem a necessidade de apelar para a nuvem ou a conexão à internet.

Além desta intenção, há outra incluída no pacote: reforçar a importância do Gemini, a inteligência artificial da corporação. Com a disputa entre ela e softwares como o ChatGPT, Claude, Copilot e outros, trazê-la ao destaque mostra o quanto eles desejam emplacar a sua múltipla utilização. 

Google Gemini

4. Design

Por fora, é notável a diferença entre os Chromebooks e os Googlebooks. Os primeiros não possuem o ícone iluminado que marca os novos produtos, assim como não carregam o logo da linha. Nos antigos notebooks, por fora você encontrava escrito o nome do aparelho — o que não existe agora. Também é perceptível, nos botões, a presença de acesso rápido ao Gemini.

Contudo, seu revestimento também diz o que precisa saber sobre cada um. Os Chromebooks eram conhecidos por seu chassi de plástico, teclado com qualidade mediana e displays menos potentes. Já os novos podem contar com uma carcaça de alumínio e fibra de carbono, tela OLED e outras melhorias.

googlebook (1)

3. Sincronia com dispositivos inteligentes

Um dos grandes destaques dos Googlebooks é o uso do sistema Android, para que o usuário tenha uma facilidade maior para sincronizar documentos, apps e atividades entre todos os dispositivos de sua casa. Quer começar um trabalho no tablet e terminar no notebook? É possível.

A proposta do Google é reforçar a presença de um ecossistema, da mesma forma como vemos outras marcas como Samsung e Apple. Deste modo, você se verá dentro de uma plataforma só e terá mais facilidades caso transite entre os aparelhos — em vez de contar com o apoio de softwares externos. 

googlebook e celular

2. Recursos e software

Enquanto os Chromebooks tinham um sistema próprio, o ChromeOS, os Googlebooks utilizam o Android (assim como seu smartphone e outros smart devices). O novo aparelho também permite o uso de tela touch e é compatível com uma grande parte dos aplicativos da Google Store. Muitos deles, inclusive, agora têm suporte para o formato desktop.

Enquanto os antigos eram apenas dispositivos comuns, os atuais também contam com recursos como o Magic Pointer — com interação direta com o Gemini — e ferramentas que transformam fala em texto, criam widgets e auxiliam os usuários de formas distintas e de acordo com as necessidades atuais do mercado.

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1. Preço

Obviamente, os preços são um grande diferencial, já que os Chromebooks tinham como o principal objetivo oferecer opções custo-benefício aos usuários. Mesmo com alguns modelos mais caros, eles circulavam a partir de US$ 150. 

No entanto, com os Googlebooks você verá um lançamento premium. O mais barato pode ser encontrado a partir de US$ 899, logo a expectativa é que não haja modelos econômicos em um futuro breve. Na prática, estes exigirão que abra mais a carteira.

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As diferenças entre Chromebooks e Googlebooks

Vale notar que estes são apenas detalhes iniciais da sua etapa de lançamento, com novas funções e recursos que podem ser adicionados em atualizações — ou com a chegada de componentes mais poderosos no mercado.

Entenda como funciona o novo sistema operacional dos Googlebooks, assim como pode conferir as principais diferenças entre os novos notebooks:

  1. Preço

  2. Recursos e software

  3. Sincronia com dispositivos inteligentes

  4. Design

  5. Foco em IA

  6. Proposta dos dispositivos

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LG xboom Power é apresentada no Brasil com 440 W e karaokê com IA

22 de Setembro de 2026, 17:30

A LG apresentou, nesta terça-feira (22), a LG xboom Power no Brasil, nova linha de caixas de som voltada a festas e eventos. A geração é formada pelos modelos Power 9000, Power 7000 e Power 5000, a família entrega até 440 W RMS de potência e conta com inteligência artificial (IA) para transformar músicas em faixas de karaokê.

Além da nova linha, a fabricante apresentou a LG xboom Stage 501 e a LG xboom Blast. Enquanto a primeira aposta em bateria de longa duração e ferramentas de IA para festas, a segunda combina potência, maior resistência a água e poeira e foco no uso ao ar livre.

Segundo Marcos Choi, Especialista em Dispositivos de Áudio da LG Electronics Brasil, o novo portfólio foi desenvolvido para atender diferentes momentos de entretenimento, desde grandes celebrações até atividades em ambientes externos.

“Ao unir o ajuste acústico de will.i.am, recursos de inteligência artificial, como o AI Karaoke Master, e a durabilidade necessária para qualquer ambiente, estamos entregando aos nossos consumidores as ferramentas para que sejam os verdadeiros protagonistas das suas celebrações”, afirma Choi.

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LG xboom Power tem três modelos e até 440 W RMS

A LG xboom Power será comercializada em três versões: Power 9000, Power 7000 e Power 5000. Além da potência de até 440 W RMS, a linha conta com duas entradas para microfone, conectividade Auracast e AI Lighting, recurso que sincroniza efeitos de iluminação com a reprodução de áudio.

Outro destaque é o AI Karaoke Master, que utiliza inteligência artificial para identificar e remover os vocais das músicas em tempo real. O recurso também permite ajustar o tom das faixas sem a necessidade de acessórios ou aparelhos extras.

Segundo a empresa, medições feitas em condições controladas mostraram que a Power 9000 conseguiu sustentar sua potência contínua nominal de até 440 W RMS sem distorção harmônica ou perda de fidelidade acústica ao longo do teste.

A fabricante também destacou o Certificado TÜV relacionado à medição de potência de seus equipamentos. A LG afirma ser a única marca do segmento no Brasil a contar com a certificação. 

A linha xboom Power tem lançamento previsto no mercado brasileiro para os próximos meses, mas preços e data específica ainda não foram divulgados pela empresa.

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LG xboom Stage 501 aposta em bateria e inteligência artificial

Outra novidade apresentada pela LG foi a xboom Stage 501, que tem como um dos principais destaques a autonomia de até 25 horas de reprodução. Segundo a fabricante, trata-se da maior duração de bateria da categoria. 

O modelo traz certificação IPX4 contra respingos, além de alto-falantes desenvolvidos em parceria com a dinamarquesa Peerless.

O dispostivo de áudio também conta com o AI Karaoke Master, e ainda integra de forma nativa o AI Soun. Esse recurso é o responsável por analisar o conteúdo reproduzido para adaptar automaticamente a equalização de acordo com o gênero musical.

Outro recurso da caixa de som é o Space Calibration Pro, tecnologia que analisa a acústica do ambiente para ajustar a reprodução do som de acordo com o espaço em que o aparelho está sendo utilizado.

Os interessados na LG xboom Stage 501 podem adquirir a caixa de som por valores a partir de R$ 2.299,00.

LG xboom Stage 501

LG xboom Blast tem 220 W RMS e proteção IP68

Já a LG xboom Blast foi desenvolvida com foco em ambientes externos, como praias, campings e áreas de piscina. A caixa entrega até 220 W RMS de potência e pode alcançar 36 horas de reprodução contínua com uma carga.

Para aumentar a resistência, o modelo possui certificação IP68 contra água e poeira e, segundo a LG, passou por sete testes de durabilidade baseados em padrão militar.

LG xboom Blast

O aparelho também conta com alças duplas para facilitar o transporte nas posições vertical e horizontal. Assim como outros produtos apresentados pela marca, a Blast traz ajuste acústico realizado em parceria com will.i.am e tweeters desenvolvidos pela Peerless.

A LG xboom Blast já está sendo comercializada no mercado brasileiro, e chegou às lojas por valor a partir de R$ 2.399,00.

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Harman aposta no luxo e lança caixas de som de até R$ 220 mil no Brasil

22 de Setembro de 2026, 17:10

Em evento realizado em São Paulo, a Harman apresentou sua nova aposta no mercado brasileiro de Luxury Audio, segmento voltado a sistemas de som residencial de alta fidelidade: a JBL Summit Series e a nova geração da Revel Performa4.

Os lançamentos são formados por caixas acústicas passivas, ou seja, modelos que não possuem amplificador integrado e precisam ser conectados a equipamentos externos. A proposta é atender consumidores e projetos residenciais de alto padrão nos quais o sistema de áudio também pode fazer parte da composição do ambiente.

Para demonstrar os produtos, a Harman montou duas salas de audição equipadas com eletrônicos da Arcam: uma dedicada à JBL Summit Series e a outra à Revel Performa4. As demonstrações destacaram características como precisão tonal, dinâmica, palco sonoro e naturalidade na reprodução musical.

“O Brasil tem um público cada vez mais interessado em experiências de alto padrão e vemos espaço para ampliar o contato desse público com o áudio de alta performance”, afirmou Rodrigo Kniest, vice-presidente sênior e diretor-geral de Lifestyle para a América do Sul e presidente da Harman do Brasil.

JBL Summit Series chega ao Brasil

A nova linha da JBL estreia no mercado brasileiro com os modelos Summit Ama e Summit Pumori. A família utiliza o driver de compressão JBL D2 e o guia de ondas HDI, além de soluções destinadas ao controle de distorções e ressonâncias.

A JBL Summit Ama é uma caixa bookshelf de duas vias equipada com woofer de 8 polegadas. O modelo também utiliza o crossover JBL MultiCap e aposta em dimensões mais compactas dentro da linha.

JBL Summit Series

Já a JBL Summit Pumori é uma caixa de piso de três vias, com woofer de 10 polegadas. A configuração foi desenvolvida para entregar maior escala sonora, presença nos graves e capacidade dinâmica em comparação à Ama.

No Brasil, a Summit Ama custa R$ 119.998 o par com pedestal incluso, enquanto a Summit Pumori sai por R$ 219.998 o par. Ambas estão disponíveis na cor Preto High Gloss.

Revel Performa4 ganha nova geração

A Revel também apresentou a nova geração da linha Performa4, baseada em décadas de pesquisa da marca. A atualização traz uma arquitetura acústica renovada, novos alto-falantes e a sétima geração do Waveguide Revel, desenvolvida para aprimorar a precisão e o controle da dispersão sonora.

O modelo Performa4 F346 é uma caixa de piso de três vias, com três woofers de 6,5 polegadas com cones Micro Ceramic Composite (MCC), além de driver de médios de 6,5 polegadas e tweeter DCC de 1 polegada.

Revel Performa4

A Performa4 M146 adota formato bookshelf de duas vias, com woofer de 6,5 polegadas e tweeter DCC de 1 polegada. Já a Performa4 C245 foi projetada como canal central para sistemas de home cinema, com dois woofers de 5,25 polegadas e tweeter DCC.

Os preços sugeridos são de R$ 29.999 pela unidade da F346, R$ 23.999 pelo par da M146 e R$ 15.999 pelo par da C245. Os três modelos estão disponíveis na cor Walnut. Todos os produtos podem ser encontrados nos respectivos sites da JBL e da Revel.

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VW derruba preços do T-Cross e SUV sai mais em conta que Nissan Kicks

22 de Setembro de 2026, 17:05

Quer um SUV para chamar de seu? Se sim, vale a pena apostar no T-Cross, que já pode ser encontrado “no precinho” em concessionárias da Volkswagen em São Paulo e no Rio de Janeiro — dependendo da loja, as reduções são de mais de R$ 40 mil, em preparação para a nova geração do utilitário.

A versão topo de linha Extreme no ano-modelo 2025/2026 destaca-se como a principal oportunidade, e sai no Rio de Janeiro por R$ 149.900 — uma redução bem interessante frente ao valor de tabela de R$ 193.490. Na capital paulista, unidades do T-Cross Highline 2027 saem de R$ 186.290 por R$ 159.900, uma economia de R$ 26.390. Para comparação, o Nissan Kicks Exclusive costuma sair por R$ 179.990,00.

Volkswagen T-Cross

Mesmo com a liderança isolada no segmento de SUVs compactos, que já somou mais de 61 mil emplacamentos no acumulado do ano, a rede autorizada busca queimar o estoque enquanto a alemã já desenvolve a nova geração do SUV na fábrica de São Bernardo do Campo (SP), com lançamento previsto para 2027.

Como é o VW T-Cross

Ambas as configurações contempladas pela campanha trazem o motor 1.4 TSI turboflex, que entrega 150 cv de potência e 25,5 kgfm de torque com qualquer combustível, e câmbio automático de seis marchas. As versões de topo do SUV destacam-se pelo recheado pacote tecnológico e de segurança, com itens de série que justificam o posicionamento no mercado.

O conjunto garante aceleração de 0 a 100 km/h em 8,6 segundos com etanol e velocidade máxima de 202 km/h. Quanto ao consumo, dados do Inmetro apontam médias de 8,2 km/l na cidade e 9,9 km/l na estrada com etanol, o que rende marcas mais eficientes de 11,8 km/l no ciclo urbano e 14,2 km/l no rodoviário com gasolina.

As duas configurações contam com o painel digital configurável de 10,25” integrado à central multimídia VW Play Connect de 10,1” com espelhamento sem fio. Já em relação à segurança, os carros vêm com seis airbags, controle adaptativo de velocidade (ACC) e frenagem autônoma de emergência. A variante Extreme, por sua vez, entrega teto, retrovisores e rack na cor Preto Ninja, rodas diamantadas escurecidas de 17”, bancos em couro e pneus com tecnologia Seal Inside.

Antes de fechar negócio, que tal conferir se vale a pena pagar mais pela versão topo de linha do Volkswagen T-Cross?

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Android 17 testa recurso que salva celular de quem esqueceu o PIN

22 de Setembro de 2026, 17:05

O Google está desenvolvendo uma função que pode evitar a perda de dados para quem esquecer o PIN ou a senha do celular. Segundo o Android Authority, referências encontradas na versão beta do sistema indicam que o Android 17 poderá permitir a recuperação do acesso por meio das credenciais da conta Google vinculada ao aparelho, eliminando a necessidade de realizar uma restauração de fábrica.

Atualmente, quem esquece a senha de um dispositivo Android pode precisar apagar todo o conteúdo do celular para recuperar o acesso. O processo remove fotos, arquivos armazenados localmente e dados de aplicativos que não tenham backup na nuvem. A nova função, identificada como “Unlock with Google account” (Desbloquear com conta Google), aparece como uma alternativa de recuperação. 

As referências encontradas no código mostram que a função fica no menu Desbloqueio do dispositivo, o mesmo espaço usado para configurar PIN, senha, impressão digital e reconhecimento facial. A proposta é possibilitar que o proprietário confirme sua identidade pela conta Google na tela de bloqueio. 

Android mascote 4

O código também indica que o novo mecanismo será opcional e ficará desativado por padrão por questões de privacidade. Nesse cenário, o usuário poderá decidir previamente se quer manter uma alternativa de recuperação vinculada à conta Google.

A ideia lembra um mecanismo presente em versões antigas do Android, como o Android 4.4, que oferecia uma alternativa de recuperação para usuários que esquecessem o padrão de desbloqueio. A função foi removida no Android 5.0 Lollipop. 

No Android 5.1, o Google introduziu o Factory Reset Protection (FRP), uma proteção para impedir que celulares roubados fossem restaurados pelo modo de recuperação e usados por terceiros. O mecanismo, porém, não evitava a perda dos dados do proprietário legítimo após a restauração de fábrica. 

celular android

Quando o recurso chega ao Android 17?

Ainda não há data oficial ou previsão confirmada para o lançamento da função. As referências foram encontradas durante um APK teardown da versão Android 17 QPR2 Beta 5.

Esse tipo de análise examina o APK de uma versão de testes em busca de códigos, textos e outros elementos que revelem funções em desenvolvimento. A presença da opção no beta indica que o Google trabalha na ferramenta, mas não garante que ela chegará à versão estável do sistema.

O recurso também não está funcional na versão beta atual. Por isso, ainda não é possível saber exatamente como será o processo de autenticação ou quais condições serão necessárias para recuperar o acesso ao aparelho.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “Quais celulares receberão o Android 17? Veja se o seu está na lista”. 

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Novo Snapdragon para celulares top ganha versão ainda mais poderosa

22 de Setembro de 2026, 17:00

A Qualcomm apresentou nesta terça-feira (22) sua nova geração de chipsets para celulares premium. Desta vez, a fabricante aposta em dois modelos: Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6 e Snapdragon 8 Elite Gen 6, com novidades para inteligência artificial, jogos, câmeras e conectividade.

E pelo menos um celular já está confirmado com a nova plataforma. A Motorola revelou uma prévia do Motorola Signature 27, próximo top de linha da marca, que será equipado com o Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6.

Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6 é o mais poderoso

O Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6 ocupa o topo do novo portfólio, e é descrito pela Qualcomm como sua plataforma móvel mais poderosa. O foco está principalmente no avanço da IA executada diretamente no celular, com suporte para agentes mais personalizados e capazes de se adaptar ao uso ao longo do dia.

Nos jogos, uma das principais novidades é o Adreno Neural Fusion. A tecnologia aplica inteligência artificial ao processamento gráfico para aprimorar os visuais e, segundo a Qualcomm, também ajudar a estender o tempo de jogo.

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 As câmeras também recebem novos recursos. A plataforma oferece suporte ao Advanced Professional Video, APV, além do Intelligent Pixel Control, que amplia a compreensão da cena pelo processamento de imagem e promete resultados mais naturais em fotos e vídeos.

Snapdragon 8 Elite Gen 6 mantém boa parte das novidades

Já o Snapdragon 8 Elite Gen 6 fica um degrau abaixo da versão Extreme, mas compartilha boa parte de sua arquitetura. O chipset usa processo de fabricação de 2 nanômetros e traz CPU Qualcomm Oryon personalizada, GPU Adreno com arquitetura renovada e NPU Hexagon.

A estratégia permite que a Qualcomm distribua os principais recursos da nova geração entre mais celulares premium, em vez de concentrá-los apenas no modelo mais poderoso.

Segundo a empresa, o Snapdragon 8 Elite Gen 6 terá acesso a muitos dos mesmos avanços de IA, jogos, processamento de imagem e conectividade oferecidos pelo Extreme.

Motorola Signature 27 estreia geração Extreme

A Motorola aproveitou o Snapdragon Summit para revelar os primeiros detalhes do Motorola Signature 27. O celular será equipado com o Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6, a versão mais poderosa da nova geração.

Com a nova plataforma, a Motorola destaca recursos de IA executados no aparelho, melhorias para câmeras e jogos e avanços de conectividade 5G e Wi-Fi. O celular também terá um sistema com seis antenas, que, segundo a fabricante, pode dobrar as velocidades de download em determinadas condições.

O Signature 27 também estreia uma nova geração do sistema de refrigeração ArcticMesh, que combina gel térmico com diamante, metal líquido, malha de cobre e uma câmara de vapor 3D redesenhada.

Motorola Signature 27

Por enquanto, a Motorola apresentou apenas uma prévia do aparelho e deixou a revelação completa para outro momento.

Samsung, Xiaomi, OPPO e outras marcas também estão confirmadas

Além da Motorola, a Qualcomm confirmou que celulares com Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6 e Snapdragon 8 Elite Gen 6 chegarão ao mercado por diversas fabricantes.

A lista inclui Honor, iQOO, Nubia, OnePlus, OPPO, REDMI, RedMagic, Samsung, vivo, Xiaomi e ZTE, além da própria Motorola. A Qualcomm, porém, não detalhou quais modelos usarão cada uma das duas versões.

Assim, por enquanto, o Motorola Signature 27 é um dos poucos aparelhos oficialmente associados a uma variante específica da nova geração, com a confirmação do Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6.

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Motorola anuncia Signature 27 com Snapdragon novo e câmera de 200 MP

22 de Setembro de 2026, 17:00

Nesta terça-feira (22), durante o Snapdragon Summit, a Motorola apresentou oficialmente o Signature 27 com o Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6, câmera principal de 50 MP da Sony e teleobjetiva de 200 MP. O aparelho também estreia a parceria de áudio com a Bang & Olufsen.

A Motorola mostrou o Signature 27 pela primeira vez em breves teasers publicados no X, onde destacou o visual diferente do conjunto de câmeras e antecipando a resolução de 200 MP. Agora, a empresa revelou mais detalhes sobre o modelo.

Snapdragon novo e foco em desempenho

O Signature 27 será equipado com o Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6,  que promete ganhos para inteligência artificial, câmeras, jogos e conectividade.

O celular também terá um sistema que, segundo a empresa, pode dobrar as velocidades de download e acelerar aplicações de IA na nuvem.

Para manter o desempenho em tarefas pesadas, a Motorola desenvolveu o sistema de resfriamento ArcticMesh. A solução combina gel térmico com diamante, metal líquido, malha de cobre e uma câmara de vapor 3D redesenhada. O conjunto é 40% maior que o da geração anterior.

Câmera de 200 MP ganha reforço de IA

O conjunto fotográfico tem como destaque a câmera periscópica de 200 MP, voltada para fotografar objetos e paisagens distantes. A câmera principal, por sua vez, usa um sensor Sony LYTIA 910 de 50 MP.

Para vídeos, o Signature 27 traz o Video Enhancement Engine, que usa IA para analisar a cena e ajustar os tons de cor durante a gravação. A Motorola cita melhorias em situações como ambientes escuros, shows e registros de pôr do sol.

A estabilização também recebeu atenção. O aparelho combina a estabilização eletrônica da Qualcomm com hardware OIS de 3,5 graus para deixar gravações feitas andando ou com movimentos de câmera mais suaves.

Motorola Signature

Áudio da Bang & Olufsen estreia no celular

A Motorola se uniu à Bang & Olufsen para turbinar o áudio dos próximos celulares, e o Signature 27 é o primeiro com a identificação “Audio by B&O”. A novidade faz parte da parceria exclusiva de vários anos anunciada recentemente entre as duas empresas.

A proposta é combinar a experiência da Bang & Olufsen em áudio e design com a tecnologia dos celulares premium da Motorola.

Design tem duas versões

O novo celular top da Motorola tem corpo de alumínio com laterais curvas e uma área de câmeras que mistura cerâmica e alumínio escovado. Serão duas opções de acabamento.

A versão PANTONE Coal Smoke usa uma textura inspirada em tecidos técnicos e equipamentos automotivos. Já a PANTONE Capulet Green tem acabamento inspirado em penas, com uma textura mais suave.

A Motorola afirma que o Signature 27 vai chegar a mercados de todo o mundo ainda em 2026, mas não revelou preço ou uma data específica de disponibilidade. De qualquer forma, sabemos que vem com o novo Snapdragon para celulares top em versão ainda mais poderosa. 

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Novo Senua em risco: projeto ambicioso da saga Hellblade é engavetado com fim de estúdio

22 de Setembro de 2026, 16:56

O jogo Senua, terceiro capítulo da saga Hellblade, foi engavetado durante as incertezas que cercam a Ninja Theory. O estúdio é ameaçado pelas movimentações recentes da XBOX, que já abriu o processo de consulta para o encerramento de suas atividades. 

Um dos grandes nomes da Microsoft, Matt Booty, revelou que a desenvolvedora quase foi salva. Havia duas propostas para a aquisição da companhia por produtoras, mas nenhuma delas seguiu adiante por razões que não foram oficialmente divulgadas.

Sem um novo comprador, há grandes chances de fecharem as portas em breve. A XBOX confirmou que continuará a buscar alternativas durante esta etapa, mas não há garantia alguma que o lar de franquias como Kung Fu Chaos e Heavenly Sword sobreviverá. 

A notícia chega em um dia sombrio para a Microsoft: ela entregou Master Chief nas mãos da Activision, demitiu centenas de funcionários e mudou alguns estúdios de lugar. Além da Halo Studios, a Rare também responderá à produtora de Call of Duty.

De acordo com a companhia, a equipe afetada receberá apoio nesta fase delicada e em outubro farão uma reunião geral — na qual abordarão o futuro do time e quais serão os próximos passos nesta estratégia. 

Senua Hellblade

A confusão da Ninja Theory

O anúncio de Senua, em junho de 2026, causou uma grande tumulto dentro do mercado de jogos. Após demonstrar o título, a Microsoft revelou que colocaria a desenvolvedora à venda — ou seja, o trailer serviu apenas de “showcase” do que a compradora ia levar, não um conteúdo que os fãs receberiam de fato. 

A polêmica foi intensa, porém a Microsoft seguiu com o seu plano de venda. Estúdios como a Double Fine e a Compulsion Games voltaram a atuar de forma independente, enquanto a própria Ninja Theory e a Undead Labs seriam vendidas para uma produtora externa.

Pelo visto, não foi encontrado um comprador até este novo estágio e o resultado pode ser o fechamento do estúdio. Enquanto isso, os fãs que estavam empolgados pelo terceiro Hellblade terão de encarar o engavetamento e a ameaça de a experiência ser cancelada em breve. 

Entenda como a dança das cadeiras no XBOX resultou em demissões em massa e ameaça estúdios. 

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Google e Qualcomm anunciam Snapdragon X Elite para novos Googlebooks

22 de Setembro de 2026, 16:27

A Qualcomm anunciou nesta terça-feira (22) uma parceria com o Google para alimentar os recém-anunciados Googlebooks com chips Snapdragon X Elite. As primeiras fabricantes a usar seus processadores para os novos notebooks são a Dell e a HP.

De acordo com a companhia, a ideia é fortalecer o sistema e recursos como o Cast My Apps, Magic Pointer e Rambler. Além disso, eles reforçam o poder computacional para rodar o Gemini Intelligence localmente — inteligência artificial dos dispositivos.

Para celebrar o trabalho conjunto, a Qualcomm destaca as experiências multidispositivo com celulares e tablets com processadores Snapdragon e a nova plataforma — bem como a compatibilidade de apps e jogos nativos para Android. 

Por usar o sistema operacional visto no mercado mobile, os usuários que optarem pelos Googlebooks com os chips poderão contar com recursos populares do Snapdragon Elite Gaming — que traz taxas de quadros mais rápidas e gráficos aprimorados.

É importante levar em consideração que os dispositivos da Dell e HP ainda não são vendidos oficialmente no Brasil. Do mesmo modo como os produtos da linha Pixel, eles seguem sem previsão para aterrissar no mercado nacional.

GooglebookHero

Notebooks Qualcomm com múltiplas camadas

Uma das grandes reclamações no ecossistema Snapdragon era em relação aos jogos em computadores e notebooks — algo que a companhia se esforçou para reverter desde a sua chegada neste nicho.

O vice-presidente sênior e gerente geral de computação e jogos da Qualcomm Technologies, Inc., Kedar Kondap, reforça o suporte que eles oferecem para os usuários e jogadores que optarem por aparelhos de sua linha.

“O Snapdragon X Elite oferece desempenho e eficiência extraordinários, agora combinados com suporte a aplicativos e jogos nativos Android para usuários de Googlebooks. Temos orgulho de trabalhar com o Google, assim como com OEMs globais, começando pela Dell e HP, para habilitar as capacidades de ponta dessa nova categoria de laptops alimentados pela Snapdragon e projetados para a continuidade entre dispositivos para usuários de celulares Android movidos pela Snapdragon”, afirma o executivo. 

O Google também ressalta a importância da chegada da companhia ao cenário, com várias vantagens que eles podem trazer aos seus novos dispositivos. O vice-presidente e gerente geral de laptops, tablets e Android Enterprise, John Solomon, aponta o que os usuários ganham ao escolher o chip:

“Por meio do nosso trabalho com a Qualcomm Technologies, o Snapdragon X Elite oferece o desempenho incrível, a duração da bateria durante todo o dia e a eficiência da NPU necessários para dar vida a esse ecossistema — possibilitando aplicativos Android nativos, conectividade fluida entre dispositivos e recursos intuitivos de inteligência Gemini que mantêm os usuários produtivos e em seu fluxo”, relata Solomon.

Apesar de a Dell e HP serem suas parceiras iniciais com os Googlebooks, outros dispositivos são produzidos por marcas como Acer, Lenovo e ASUS. Não foi divulgado se a parceria se estenderá para as demais fabricantes ou se manterá apenas com as duas como plataformas principais. 

O Android virou desktop? Entenda como funciona novo sistema operacional dos Googlebooks.

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Preço derreteu: Controle 8Bitdo Sn30 Pro por R$ 159 parcelado

22 de Setembro de 2026, 16:20

Jogar no PC usando teclado e mouse nem sempre é a melhor experiência, especialmente em títulos de plataforma, luta ou corrida. Se você procura um controle de qualidade, com visual nostálgico e que entregue precisão, a Amazon fez a limpa no estoque e derrubou o preço do 8Bitdo Sn30 Pro USB Gamepad. O acessório, que costuma custar R$ 248,81, está saindo por apenas R$ 159,96 parcelado, uma oportunidade urgente para garantir o seu antes que a promoção acabe.

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Este controle chama a atenção logo de cara pelo seu visual inspirado no clássico Super Nintendo, trazendo uma dose deliciosa de nostalgia para a sua jogatina diária. Mas não se engane pela carinha dos anos 90: ele vem muito bem equipado com dois analógicos e botões de ombro extras, garantindo que você consiga jogar desde os clássicos de emuladores até os lançamentos em 3D mais recentes com facilidade.

A qualidade de construção é um ponto de destaque absoluto entre quem já comprou. Ele tem um acabamento firme e materiais de primeira linha, garantindo durabilidade mesmo naquelas sessões de jogo mais intensas, sem aquela sensação de plástico frágil. Além disso, por ser um modelo USB, a conexão é direta no PC, garantindo respostas rápidas e sem atrasos nos seus comandos.

Outro grande benefício direto é o seu formato compacto e confortável. Ele se adapta perfeitamente em mãos menores, sendo uma excelente opção de compra para crianças ou para quem sente desconforto e cansaço com os controles atuais, que costumam ser maiores e mais pesados. Tudo isso com um direcional em cruz (D-pad) excelente para executar golpes complexos em jogos de luta.

Vale a pena comprar o 8Bitdo Sn30 Pro USB Gamepad?

Para quem busca um controle versátil e bem construído para o PC, vale muito a pena aproveitar este desconto. Os compradores elogiam bastante a resistência do material e a ótima resposta nos mais variados gêneros de games.

Para fazer uma compra consciente, é preciso apenas ter em mente dois detalhes práticos: ele é cabeado (com um fio de 1,70m) e a pintura das letras nos botões segue o padrão da Nintendo. Como o PC costuma reconhecer o layout do Xbox, você precisará usar um pouco da memória muscular na hora de apertar o A, B, X e Y, mas nada que tire o brilho da experiência. Por esse preço promocional, é um acessório fantástico para ter na sua mesa. Aproveite agora!

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Marvel confirma fim de Demolidor: Renascido na 3ª temporada; veja o que esperar

22 de Setembro de 2026, 16:02

Demolidor: Renascido já tem data para acabar no Disney+. O Marvel Studios confirmou que a vindoura terceira temporada do programa será a última, concluindo a jornada do Homem Sem Medo na televisão. 

Segundo informações da Variety, o capítulo final tem sua estreia prevista para 2027, mas uma data específica ainda não foi confirmada. As filmagens da temporada foram encerradas há alguns meses, e a equipe trabalha agora no processo de pós-produção. 

O veículo informou também que Dario Scardapane, cocriador e produtor executivo de Demolidor: Renascido, deixou o programa após o fim das gravações, sem ter seu contrato renovado. 

A Marvel não deu uma justificativa para o fim precoce da série, a única do estúdio a ter passado de duas temporadas no Disney+, mas vale lembrar que a audiência da temporada 2, lançada em março de 2026, não andava bem, com uma queda de mais de 50% em relação ao capítulo inicial.

Fim da linha para o Demolidor

Lançada em 2025, Demolidor: Renascido chegou ao MCU como uma oportunidade de continuar explorando as aventuras de Matt Murdock (Charlie Cox), um advogado que vive uma vida dupla entre a advocacia e o combate ao crime como um vigilante mascarado. 

O programa deu continuidade à série da Netflix, lançada em 2015, trazendo boa parte do elenco principal, como Vincent D’Onofrio como o vilão Rei do Crime, Deborah Ann Woll como Karen Page e Elden Henson como Foggy Nelson. 

demolidor renascido

Demolidor: Renascido ainda trouxe de volta ao combate Krysten Ritter como Jessica Jones e Mike Colter como Luke Cage no segundo ano, e especula-se que a terceira temporada contará com retorno de Finn Jones como Danny Rand, formando os Defensores novamente. 

Por enquanto, a Marvel não forneceu nenhum detalhe sobre qual será a trama do terceiro capítulo da série, mas o último ano deve explorar os desdobramentos da prisão do Demolidor e da revelação de sua identidade. Com o Rei do Crime destituído do cargo de prefeito de Nova York, as coisas devem se intensificar ainda mais para o lado dos heróis. 

As duas temporadas de Demolidor: Renascido estão disponíveis no Disney+. Aproveite também para saber que o Demolidor tem “poder” devastador que anda esquecido há quase 15 anos.

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Grok 4.7 estreia como a 3ª melhor IA do mundo cobrando menos

22 de Setembro de 2026, 16:01

A SpaceXAI lançou nesta segunda-feira (21) o Grok 4.7, novo modelo de inteligência artificial voltado principalmente para programação, agentes autônomos e trabalhos profissionais mais longos. Segundo avaliações independentes da Artificial Analysis, a novidade colocou o laboratório de Elon Musk entre os principais nomes do setor e alcançou o 3º lugar entre empresas em programação agêntica, atrás apenas de Anthropic e OpenAI.

Além do desempenho, a empresa aposta no preço. O Grok 4.7 custa a partir de US$ 2 por 1 milhão de tokens de entrada e US$ 6 por 1 milhão de tokens de saída, abaixo de modelos avançados como GPT-5.6 Sol e Claude Fable 5.1.

O que melhorou no Grok 4.7?

O Grok 4.7 usa um modelo-base maior do que o Grok 4.6 e passou por um período mais longo de treinamento por reforço, com maior peso para tarefas que podem levar horas para serem concluídas.

Segundo a SpaceXAI, isso tornou o sistema melhor em revisar o próprio trabalho, manter informações relevantes durante tarefas extensas e trabalhar com ferramentas externas. O modelo também foi treinado especificamente para operar com o Grok Bot, agente da empresa voltado à execução de tarefas.

Nos testes próprios da companhia, o Grok 4.7 alcançou 46,3% no CursorBench 4.0, voltado a programação de longa duração, contra 40,4% do Grok 4.6 e 41,7% do GPT-5.6 Sol Max. No DeepSWE, outro benchmark de engenharia de software, marcou 71%, próximo dos 72,7% do modelo da OpenAI.

O modelo também apresentou bons resultados em atividades profissionais. No AA Briefcase, que mede tarefas de várias horas semelhantes às realizadas por profissionais, chegou a 1.657 pontos, contra 1.487 do GPT-5.6 Sol e 1.678 do Claude Fable 5.1 nos testes divulgados pela SpaceXAI.

Grok ficou em 3º lugar, mas depende do ranking

A posição precisa de contexto. Elon Musk afirmou que o Grok 4.7 colocou a SpaceXAI em terceiro lugar entre laboratórios no segmento de programação agêntica, atrás de Anthropic e OpenAI.

Na avaliação independente da Artificial Analysis, o Grok 4.7 com Grok Build marcou 56 pontos no Coding Agent Index, nove a mais que a geração anterior. Entre modelos executados com as ferramentas de seus próprios desenvolvedores, ficou atrás apenas de Claude Fable 5.1, GPT-6 Astra e Claude Opus 5.

Já no Artificial Analysis Intelligence Index, que reúne diferentes tipos de tarefas e oferece uma visão mais geral de capacidade, o Grok 4.7 recebeu 46 pontos e aparece mais abaixo no ranking geral. Portanto, o “terceiro lugar” não significa que ele seja literalmente a terceira melhor IA em qualquer tipo de uso.

Grok capa

Grok 4.7 custa menos que rivais avançados

O preço é um dos principais argumentos da nova geração.

Para requisições com até 200 mil tokens de contexto, a API do Grok 4.7 cobra US$ 2 por milhão de tokens de entrada e US$ 6 pela saída. Acima desse limite, os valores passam para US$ 4 e US$ 12, respectivamente.

O GPT-5.6 Sol, por comparação, custa US$ 4 na entrada e US$ 20 na saída em sua tarifa padrão. Já o Claude Fable 5.1 cobra US$ 10 e US$ 50, respectivamente.

A comparação não significa que os três modelos entreguem o mesmo desempenho em todas as tarefas. A própria Artificial Analysis também observa que o Grok 4.7 pode consumir muitos tokens e apresenta velocidade de saída relativamente baixa em determinados testes, o que pode influenciar o custo real de tarefas longas.

O Grok 4.7 já está disponível na API da SpaceXAI, no Cursor, no Grok Build e por plataformas como OpenRouter, Vercel e Cloudflare. O modelo aceita texto e imagens, oferece janela de contexto de 500 mil tokens e permite escolher diferentes níveis de raciocínio.

Veja mais de IA no Canaltech: Mais de 50% dos brasileiros têm medo da IA, acima da média mundial

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Como usar ChatGPT e Gemini sem entregar seus maiores segredos

22 de Setembro de 2026, 15:07

Os assistentes de inteligência artificial, como ChatGPT, Gemini e Claude, são usados para tirar dúvidas, organizar tarefas e até conversar sobre questões pessoais. O problema é que essa proximidade também pode levar usuários a compartilhar informações que deveriam permanecer privadas.

Muitas vezes, as conversas com IA podem reunir dados financeiros, questões de saúde, inseguranças pessoais e detalhes de projetos ou da vida cotidiana. Como esses serviços processam as informações em servidores remotos, o usuário nem sempre tem controle sobre o que acontece com os dados depois do envio.

Existem, porém, diferentes formas de reduzir essa exposição. Elas vão desde contratos que limitam a retenção das conversas até tecnologias de segurança e modelos de IA executados no próprio dispositivo.

A seguir, tire suas dúvidas sobre:

  • Por que suas conversas com IA são um risco à privacidade?

  • O que são e como funcionam os Contratos de Retenção Zero de Dados (ZDR)?

  • É possível confiar em serviços intermediários “sem registros”?

  • O que são Ambientes de Execução Confiáveis (TEEs)?

  • É mais seguro quando os dados são processados localmente?

  • Por que uma IA segura custa mais caro?

Chatbots de IA - Gemini Grok Claude ChatGPT

Por que suas conversas com IA são um risco à privacidade?

Os chatbots ocupam um espaço parecido com o de um “confessionário virtual”. É comum encontrar usuários compartilhando com a IA informações sobre relacionamentos, finanças, saúde, trabalho e outros assuntos pessoais.

O problema começa quando esses dados são enviados para servidores externos. Serviços tradicionais de IA, como ChatGPT, Claude e Gemini, coletam e armazenam conversas por padrão, de acordo com as políticas de cada plataforma. O uso dessas informações varia conforme o serviço e as configurações escolhidas pelo usuário, podendo incluir o aprimoramento dos modelos de IA. 

Além de serem usadas para treinar modelos, as conversas podem ser acessadas por meio de solicitações de autoridades policiais ou por prestadores de serviço terceirizados que ajudam a ajustar os sistemas. Dependendo das políticas de cada empresa, os dados também podem chegar a parceiros comerciais e anunciantes ou ser requisitados em intimações de processos judiciais civis. Isso cria uma nova preocupação de privacidade, já que uma única conversa pode concentrar uma quantidade grande de informações sobre uma pessoa. 

Como observa Moxie Marlinspike, criador do Signal, o principal ponto de exposição que antes estava nas mensagens de texto não criptografadas migrou para as conversas com IA. Segundo ele, essa mudança amplia os riscos de privacidade, já que os sistemas de IA concentram uma quantidade muito maior de informações sobre os usuários.

Chatbots de IA - Gemini ChatGPT e Copilot

O que são e como funcionam os Contratos de Retenção Zero de Dados (ZDR)?

Uma das alternativas à coleta de dados são os contratos de Retenção Zero de Dados (Zero Data Retention ou ZDR). Empresas como OpenAI, Anthropic e Google oferecem esses acordos, que determinam a exclusão dos registros das conversas após o processamento. Porém, essa opção costuma ficar restrita a contas corporativas e de desenvolvedores pagas, fora do alcance da maioria dos usuários comuns.

O ZDR também tem exceções para monitoramento de segurança e prevenção de abusos. A Anthropic, por exemplo, não aplica a retenção zero a pesquisas sobre hacking ou fraudes. A OpenAI usa o Private Safety Processing para analisar atividades nos sistemas do cliente antes da exclusão e pode alertar a equipe da plataforma em caso de irregularidades.

No Google, prompts do Gemini podem ser mantidos para análise de abusos mesmo sob ZDR. A empresa remove o endereço IP e o ID do usuário, mas o próprio texto da pergunta ainda pode revelar quem fez a consulta.

Por isso, o ZDR funciona como uma proteção prevista em contrato entre o cliente e o provedor. Ele não oferece uma barreira criptográfica que impeça completamente o acesso aos dados.

Chatbots de IA

É possível confiar em serviços intermediários “sem registros”?

Outra opção para aumentar a privacidade são serviços que prometem não guardar registros das conversas, como Proton Lumo, Duck.ai e Venice.ai. Algumas dessas plataformas também escondem o endereço IP do usuário e enviam as perguntas para modelos de outras empresas, como os da OpenAI e da Anthropic.

O problema é que uma política de privacidade não oferece a mesma garantia que uma proteção técnica. Como explica o criptógrafo Matthew Green, da Universidade Johns Hopkins, mesmo que o serviço intermediário não guarde registros, o modelo de IA que recebe a pergunta ainda pode coletar o texto.

Além disso, esconder o endereço IP não elimina totalmente o risco de identificação. O próprio conteúdo da conversa pode revelar informações sobre quem fez a pergunta. Uma consulta sobre um local específico ou um documento particular, por exemplo, pode trazer detalhes suficientes para identificar o usuário.

DuckDuckGo genérica

O que são Ambientes de Execução Confiáveis (TEEs)?

Uma das dificuldades para proteger conversas com inteligência artificial está no próprio funcionamento desses modelos. Em aplicativos de mensagens, o servidor pode apenas encaminhar os dados sem acessar seu conteúdo. Já as IAs na nuvem precisam receber o texto sem criptografia para processá-lo e gerar uma resposta. Como a criptografia de ponta a ponta tradicional ainda não funciona da mesma forma para esses sistemas, a indústria começou a usar os Ambientes de Execução Confiáveis (TEEs). 

Os TEEs usam uma proteção baseada em hardware para limitar o acesso aos dados. A tecnologia impede que o serviço grave as conversas e restringe o acesso ao conteúdo durante o processamento. Por exemplo, com a tecnologia Confidential Computing da Nvidia, os prompts são processados em áreas isoladas do hardware. O servidor pode gerar uma prova criptográfica de que outras partes da infraestrutura não conseguem acessar esses dados. 

Um dos principais exemplos é o Confer, assistente privado criado por Moxie Marlinspike, fundador do Signal. O serviço usa TEEs em chips Nvidia, autenticação por passkeys e código aberto, que pode ser analisado publicamente.

Outro exemplo é o modo incógnito do Meta AI no WhatsApp, desenvolvido com apoio de Marlinspike. A opção pode ser ativada ao tocar no botão de busca da IA e selecionar o ícone de cadeado. Embora não use criptografia de ponta a ponta tradicional, o sistema impede a Meta de manter registros da conversa.

O modelo é diferente do novo agente Muse, também da Meta, que ainda funciona em máquinas virtuais separadas, sem o uso de TEEs.

Inteligência artificial no celular

É mais seguro quando os dados são processados localmente?

Executar a inteligência artificial no próprio computador é uma alternativa para quem busca mais privacidade. Ferramentas para usuários avançados, como Ollama, LM Studio e LocalAI, permitem rodar modelos de linguagem 100% offline. Nesse caso, as informações não precisam sair do dispositivo.

Já a Apple segue uma estratégia híbrida. Para tarefas do dia a dia, a empresa usa um modelo compacto no próprio iPhone, Mac ou Apple Watch. Quando a tarefa precisa de mais capacidade, o processamento é enviado ao Private Cloud Compute (PCC), uma estrutura de nuvem privada.

No entanto, quando a Siri ou a Apple Intelligence faz uma pesquisa no ChatGPT ou em outros serviços de terceiros, a proteção do PCC deixa de valer. Antes de enviar a pergunta, porém, o sistema pede autorização ao usuário.

O principal limite da IA local é o desempenho. Os computadores pessoais têm menos capacidade de processamento que os grandes data centers, o que restringe o tamanho dos modelos que podem ser executados. Como resultado, o usuário pode precisar escolher modelos menores e sujeitos a erros.

Inteligência artificial local

Por que uma IA segura custa mais caro?

Para manter uma inteligência artificial avançada, é necessário grandes data centers, processadores de alto desempenho e muito consumo de energia. A forma de pagar por essa estrutura, porém, varia conforme o modelo de negócio de cada empresa.

Serviços populares, como ChatGPT e Claude, cobram cerca de US$ 20 por mês. Já ferramentas focadas em privacidade, como o Confer, chegam a US$ 34,99 mensais. Segundo Moxie Marlinspike, fundador do Confer, a diferença representa o custo real e sem subsídios para processar consultas em hardware isolado.

Marlinspike afirma que concorrentes tradicionais conseguem cobrar menos porque parte dos custos operacionais é compensada pela monetização dos dados dos usuários.

Esse modelo também levanta dúvidas sobre a sustentabilidade das IAs focadas em privacidade. Sem explorar os dados dos usuários, essas empresas precisam encontrar outras formas de manter o serviço financeiramente viável. Com custos operacionais altos, existe o risco de algumas reduzirem suas medidas de proteção de dados ao longo do tempo. Como resume Matthew Green, professor da Universidade Johns Hopkins: “Se você quer privacidade de verdade, talvez tenha que pagar por ela”.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “O que significa quando uma empresa diz que vai treinar IA com dados dos usuários”.

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Sequência de A Rede Social precisou mudar roteiro por medo de processos da Meta

22 de Setembro de 2026, 15:02

Mais de 10 anos depois que David Fincher (Clube da Luta) apresentou ao mundo o icônico A Rede Social (2010), Mark Zuckerberg está de volta aos cinemas com O Outro Lado das Redes, filme que aborda um caso polêmico da Meta e que precisou passar por alterações para evitar possíveis processos judiciais. 

Com Jeremy Strong (Succession) interpretando o dono do Facebook, O Outro Lado das Redes vai narrar os acontecimentos daquilo que ficou conhecido como Facebook Files. O caso, datado de 2021, consistiu na publicação de uma série de reportagens no The Wall Street Journal sobre pesquisas internas da empresa que revelavam os impactos negativos da plataforma nos usuários, principalmente adolescentes.

Os documentos, que foram vazados pela ex-engenheira e cientista de dados da empresa Frances Haugen, também mostravam como a empresa tinha conhecimento desses impactos, assim como a influência da rede na disseminação de discursos de ódio e fake news. 

Diante de um caso tão delicado e controverso, o diretor Aaron Sorkin (West Wing), que roteirizou o filme de Fincher, contou ao The New York Times que foram necessárias algumas mudanças no roteiro para evitar uma represália da Meta. 

“Em circunstâncias normais, com uma obra de não-ficção, o departamento jurídico do estúdio faria uma verificação minuciosa. Com este filme, eles contrataram um escritório de advocacia externo apenas para garantir que tudo o que fosse apresentado como fato realmente fosse um fato. Foi angustiante. As coisas que eu não pude dizer ou fazer foram angustiantes. A ironia é que estávamos dispostos a fazer uma verificação minuciosa dos fatos de um filme sobre uma empresa que se recusava a fazer o mesmo”, explicou Sorkin.

Receio de represália

Ainda falando ao The New York Times, Aaron Sorkin comentou que O Outro Lado das Redes não foi um projeto fácil, especialmente por causa de todo o escrutínio que seu roteiro recebeu do estúdio.

O Outro Lado das Redes

A análise minuciosa, conforme relatado pelo cineasta, foi necessária justamente para evitar qualquer tipo de represália que a Sony e todos os envolvidos poderiam sofrer da Meta, caso o filme não fosse bem-recebido por Zuckerberg e companhia. 

“Aprovar esse projeto não foi uma decisão fácil. Além de tudo, você tem essa empresa fenomenalmente poderosa e com recursos ilimitados que pode te processar a qualquer momento. Pelo que sei, a Sony recebeu cartas da Meta, mas não acho que essas cartas diziam: ‘Desejamos a vocês toda a sorte do mundo, mandem ingressos para a estreia’”, comentou Sorkin.

Com estreia marcada para 22 de outubro, O Outro Lado das Redes tem Jeremy Strong interpretando Zuckerberg, papel vivido por Jesse Eisenberg no filme de 2010. O elenco também tem Mikey Madison (Anora) e Jeremy Allen White (O Urso).

Aproveite também para saber mais detalhes sobre A Rede Social 2: elenco, estreia e tudo sobre o novo filme do Facebook. 

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Sem assinatura: Gemini libera recurso que lê e-mails e oferece resumo diário de graça

9 de Setembro de 2026, 19:02

O Google começou a liberar gratuitamente o Daily Brief, recurso do Gemini que analisa informações pessoais do usuário e prepara um resumo diário com tarefas, compromissos e outras prioridades. A ferramenta antes exigia uma assinatura do Google AI, mas agora também está disponível para usuários gratuitos nos Estados Unidos.

O recurso usa o Personal Intelligence para consultar informações de aplicativos conectados, como Gmail e Google Agenda, além de conversas anteriores no Gemini. A partir desses dados, a inteligência artificial seleciona os assuntos considerados mais relevantes para o dia.

Como funciona o Daily Brief

O resumo é dividido em diferentes áreas. A seção “Top of mind” reúne informações consideradas urgentes ou que exigem alguma ação, como tarefas próximas do prazo. Também há uma área de informações que possuem datas associadas e outra chamada “Looking ahead”, voltada para objetivos de longo prazo e possíveis próximos passos.

Na prática, o Gemini pode usar um e-mail recebido no Gmail para identificar uma tarefa pendente ou combinar informações do calendário com conversas anteriores para destacar um compromisso. O objetivo é reduzir a necessidade de procurar manualmente essas informações em diferentes aplicativos.

O usuário também pode interagir com cada item. É possível marcar uma tarefa como concluída, dispensá-la, conversar com o Gemini sobre o assunto ou informar se aquela sugestão foi útil. Esse feedback é usado para ajustar os próximos resumos.

O Daily Brief também pode ser acessado pelo Gemini Live com um comando como “What's my daily brief?”. O Google ainda trabalha em outras formas de apresentação do recurso, incluindo uma opção de áudio identificada em testes.

Gemini

Disponibilidade

A liberação gratuita começou nos Estados Unidos e elimina a necessidade de uma assinatura Google AI Plus, Pro ou Ultra. O recurso continua dependendo de uma conta pessoal do Google, do Personal Intelligence, da conexão com aplicativos do Workspace e da memória do Gemini ativada.

O Google informa que a distribuição ocorre gradualmente e que o Daily Brief está disponível apenas em inglês por enquanto. A documentação oficial também restringe o recurso a usuários maiores de 18 anos nos EUA. Portanto, o Daily Brief ainda não está disponível gratuitamente no Brasil.

Veja no Canaltech 6 coisas que o Gemini faz melhor que o Claude.

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8 melhores anúncios já feitos em uma Nintendo Direct

9 de Setembro de 2026, 18:59

Seja nos antigos Nintendo Spotlight ou nos atuais Directs, os anúncios da empresa viraram um atrativo com força própria. Ainda que alguns deles não tragam novidades significativas, quando algo impactante surge é de “parar as máquinas”.

O efeito se tornou tão grande que PlayStation e XBOX seguiram o seu formato. Não apenas elas, diga-se de passagem: estúdios como Konami, Capcom e outras passaram a produzir apresentações próprias para gerar o mesmo engajamento.

Com uma importância deste tamanho, as apresentações se tornaram icônicas — a ponto de muita gente correr para assistir, mesmo sem um Switch ou Nintendo Switch 2 na sua estante. 

Você se lembra dos melhores anúncios já feitos em uma Nintendo Direct? Vamos relembrar o que já foi mostrado e fez muitas emoções aflorarem, confira:

8. Coletânea Persona

Por muitos anos, os donos de consoles Nintendo se lamentaram por não receber muitas das obras que chegavam exclusivamente no PlayStation — principalmente os lançamentos de JRPGs.

Contudo, em junho de 2022 a Nintendo Direct estabeleceu que essa era chegou ao fim. Com a chegada da Atlus, a coletânea de títulos Persona finalmente veria a luz do dia no Switch com versões atualizadas do terceiro, quarto e de Persona 5 Royal.

7. Emuladores de Game Boy

Muito se especulou sobre a chegada de novos emuladores ao Nintendo Switch Online, porém a plataforma permaneceu firme com NES, SNES, N64 e Mega Drive por algum tempo.

Para a surpresa de todos, a Nintendo Direct de agosto de 2023 mudou isso em definitivo. A plataforma receberia jogos de Game Boy e de GBA, o que foi uma grande alegria — pela expectativa de Pokémon presente nela. Infelizmente não se cumpriu, mas a revelação impactou. 

6. DLCs para Super Smash Bros. Ultimate

O crossover de luta é um acontecimento por conta própria, mas a Big N sempre caprichou para apresentar novos personagens na sua experiência. Quem não lembra de Kazuya Mishima jogar Kirby de um penhasco? Bons tempos.

A carta recebida por Terry Bogard, o fatídico surgimento de Sephiroth (que causou choque em muita gente ao som de “One Winged Angel”), a presença de Sora no maior crossover da história dos videogames, há um punhado de revelações que marcaram ao longo dos anos.

5. Metroid Prime 4

Após uma trilogia de altos e baixos, Metroid Prime 4 surgir foi um impacto forte no coração de uma legião de fãs. Revelado durante a Nintendo Direct da E3 2018, o título prometia a ascensão de Samus Aran em um videogame de nova geração (e híbrido).

O seu maior problema é que ele demorou sete anos para chegar e só foi lançado em 2025. O anúncio que surpreendeu a todos demorou tanto que esfriou e gerou um desinteresse que pode ter comprometido o futuro da linha em primeira pessoa.

4. The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom

Após o imenso sucesso de Breath of the Wild, imagine o susto que foi ver Link e Zelda novamente para uma sequência direta da aventura? O anúncio de The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom gerou muito barulho, porém a apresentação em março de 2023 foi o que mudou a perspectiva dos fãs por completo.

Ver o herói se jogar das ilhas celestes, criar dezenas de objetos ao misturar elementos do cenário, os primeiros detalhes de sua história e a existência do mundo subterrâneo marcou e foi responsável por criar expectativas até em quem não tinha o Nintendo Switch.

3. Super Mario Odyssey

Como um eclipse, a chegada de um jogo do Mario 3D é um evento próprio. Imagina como foi saber que o Switch, recém-lançado, receberia Super Mario Odyssey ainda em seu primeiro ano? Na Nintendo Spotlight da E3 2017 foi essa sensação, com um anúncio eletrizante.

O herói pulava, usava seu chapéu para controlar inimigos e o enredo gerou muita curiosidade — justamente por trazer Pauline, que foi a donzela resgatada pelo encanador em Donkey Kong (1984). Nâo foi a toa que ele impactou toda uma geração, já que apenas seu anúncio foi extremamente emblemático.

2. The Legend of Zelda: Ocarina of Time

Com o Nintendo Switch 2 já nas lojas, a Big N precisava de um “system seller” para fazer suas vendas dispararem. Donkey Kong Bananza, Pokémon Pokopia e outros são muito interessantes, mas nada bate de frente com um Mario 3D novo ou uma aventura inédita de Link.

Para a surpresa de todos, na Nintendo Direct de junho de 2026 a companhia tirou da cartola não uma versão nova, mas um remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time — com novos gráficos e a promessa de uma aventura que honrasse a original. 

1. Super Smash Bros. Ultimate

O anúncio mais emblemático de uma Nintendo Direct ocorreu em março de 2018 e mostrou um encerramento pouco comum. Com o primeiro “espere para mais uma coisa”, temos os Inklings de Splatoon na tela em uma disputa até a tela escurecer quase por completo.

A única fonte de luz chama a atenção e a Inkling Girl olha para ela, quando vemos o logo de Smash Bros refletido em seus olhos. Nos pés do símbolo, Mario, Link (de Breath of the Wild) e dezenas de outros personagens estavam nas sombras. Foi a maior “farmada de aura” que a Big N provocou em toda a história.

Prévia de grandes sucessos

Na prática, a Nintendo Direct é o principal termômetro do sucesso que um game vai ter. Mesmo algumas experiências de nicho podem ganhar aclamação através deles, o que demonstra muito do interesse dos fãs por determinadas franquias.

Se o formato começou na era Switch, seu sucessor promete apresentações ainda maiores. Mesmo com 10 características que poderiam ser melhores no Nintendo Switch 2, lembrar dos seguintes anúncios ainda dão esperanças para seus usuários:

  1. Super Smash Bros. Ultimate

  2. The Legend of Zelda: Ocarina of Time

  3. Super Mario Odyssey

  4. The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom

  5. Metroid Prime 4

  6. DLCs para Super Smash Bros. Ultimate

  7. Emuladores de Game Boy

  8. Coletânea Persona

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8 filmes para assistir na nova edição da Semana do Cinema 2026

9 de Setembro de 2026, 18:36

Uma nova edição da Semana do Cinema 2026 começa nesta quinta-feira (10) com descontos especiais para quem quer aproveitar os melhores lançamentos das telonas por valores baixos. A campanha, que ocorre desde 2022, retorna também com ofertas em combos de pipoca e refrigerante, deixando a experiência ainda melhor. 

Marcada para acontecer nas principais redes de cinema do país, como Cinemark, Cinépolis e Cinesystem, entre os dias 10 e 16 de setembro, a segunda edição da campanha promete movimentar as telonas nos próximos dias com opções variadas para todos os gostos e idades. 

Os valores dos ingressos são de R$ 10 para sessões que ocorrem até às 17h e R$ 12 para os demais horários, incluindo o final de semana. Para participar é fácil: basta escolher a sessão que melhor atenda às suas necessidades e pagar um valor reduzido para assistir às principais estreias dos cinemas. 

O que assistir na Semana do Cinema 2026

Caso você queira aproveitar a nova edição da campanha para economizar assistindo a filmes bastante comentados no momento, mas não sabe exatamente o que realmente vale o seu ingresso, o Canaltech selecionou 8 filmes para assistir na Semana do Cinema 2026. Confira a seguir.

1. Homem-Aranha: Um Novo Dia

A não ser que você viva em uma caverna, deve ter ouvido falar (e muito) sobre o sucesso estrondoso de Homem-Aranha: Um Novo Dia. Com o retorno de Tom Holland como o Amigão da Vizinhança, o longa quebrou recordes impressionantes e segue em cartaz nas telonas para quem quer aproveitar a promoção para finalmente assisti-lo. 

Quarto filme do herói produzido pela Sony Pictures em parceria com o Marvel Studios, Homem-Aranha: Um Novo Dia acompanha Peter Parker em uma nova aventura, enquanto tenta lidar com o fato de ter sido esquecido pelos amigos. Passando por momentos difíceis, o Teioso logo se vê diante de uma ameaça invisível perigosa que transforma tudo aquilo que ele acreditava. 

2. A Odisseia

Mais um filme de sucesso que pode ser assistido durante a Semana do Cinema em setembro de 2026 é A Odisseia. Dirigido por Christopher Nolan, o longa adapta o poema grego épico homônimo de Homero, e já conquistou o coração de inúmeras pessoas que se impressionaram com a escala grandiosa dessa aventura. 

Com Matt Damon interpretando Odisseu, A Odisseia narra a jornada do herói grego para retornar ao seu lar, na ilha de Ítaca, após permanecer 10 anos lutando na Guerra de Troia. Determinado a voltar para casa e reencontrar a esposa e o filho, ele enfrenta diversos desafios, entre eles sereias, um ciclope, feitiços e muito mais.

3. Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor

Uma estreia de setembro repleta de nostalgia dos anos 1990 que pode agradar quem curte fantasia é Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor. O filme é uma sequência direta do clássico Da Magia à Sedução (1998), longa que marcou as carreiras de Sandra Bullock e Nicole Kidman na época. 

Sob comando da diretora Susanne Bier, Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor acompanha uma nova aventura das irmãs Sally (Bullock) e Gillian Owens (Kidman), duas bruxas que precisam enfrentar uma maldição sombria que ameaça destruir a família de uma vez por todas.

4. Código: Vingança

Para quem gosta de ação, também será possível aproveitar a Semana do Cinema para assistir à estreia de Código: Vingança, o novo filme do ator Jason Statham. O longa tem direção de Jean-François Richet e ainda conta com Annabelle Wallis e Roland Møller no elenco.

Seguindo aquela energia eletrizante tradicional do gênero, Código: Vingança conta a história de Cole Reed (Statham), um veterano ex-policial que é incriminado injustamente pela morte de seu chefe bilionário. Fugindo das autoridades, ele acaba se envolvendo em uma conspiração internacional quando parte em uma jornada para se vingar.

5. Coyote vs. Acme

Após anos no limbo sem ver a luz do dia, Coyote Vs. Acme finalmente chegou aos cinemas e também estará presente nas sessões promocionais da Semana do Cinema. Dirigido por David Green, o longa foi cancelado pela Warner Bros. por causa de questões fiscais, mas recebeu um final feliz com a aquisição da Ketchup Entertainment.

Uma mistura de animação e live-action, Coyote vs. Acme se passa no universo dos Looney Tunes e segue a jornada de Wile E. Coyote, que está frustrado com as constantes falhas dos produtos da Acme, que prejudicam sua caça ao Papa-Léguas. Até que ele decide contratar um advogado para processar a empresa, descobrindo uma terrível conspiração.

6. Patrulha Canina: Uma Aventura Dino

Se você quer aproveitar a nova edição da Semana do Cinema 2026 para levar as crianças aos cinemas, uma boa opção em cartaz é Patrulha Canina: Uma Aventura Dino. 

Nova aventura da adorada franquia infantil, o filme acompanha os integrantes da Patrulha Canina, que, após uma tempestade, ficam encalhados em uma ilha tropical. Lá, o grupo encontra um filhote perdido de dinossauro, formando um laço inusitado com ele à medida que a mineração do arrogante prefeito Humdinger provoca a erupção de um vulcão.

7. Pressão

Estrelado por Brendan Fraser e Andrew Scott, Pressão é um filme que pode agradar quem gosta de dramas de guerra, principalmente aqueles que se passam durante o período da Segunda Guerra Mundial. 

Dirigido por Anthony Maras, o filme acompanha as 72 horas que antecederam o Dia D, quando o general Dwight D. Eisenhower (Fraser) e o capitão James Stagg (Scott) embarcaram em um dilema complicado: invadir a Normandia para romper as defesas alemãs ou arriscar perder a guerra.

8. Ponto Sem Retorno

Do cineasta Ridley Scott, o filme Ponto Sem Retorno segue em cartaz para quem quer participar da Semana do Cinema assistindo a uma história pós-apocalíptica. O longa conta com um elenco recheado de estrelas, como Jacob Elordi, Margaret Qualley, Josh Brolin e Guy Pearce. 

Ambientado em uma realidade alternativa onde uma pandemia mortal quase dizimou a população da Terra, Ponto Sem Retorno acompanha Hig (Elordi), um piloto viúvo que vive isolado com seu cachorro em um hangar no Colorado. Dividindo o espaço com um ex-fuzileiro naval ranzinza, Hig encontra uma faísca de esperança após interceptar uma transmissão de rádio que sugere a possibilidade de uma vida melhor fora dali. 

Promoção nas telonas

Levando em conta que ir ao cinema atualmente configura um gasto considerável para muita gente, principalmente por causa dos preços salgados dos ingressos no dia a dia, a nova edição da Semana do Cinema chega como a oportunidade perfeita para assistir aos principais lançamentos do momento pagando barato. 

Aproveite também para conhecer as 6 estreias que você precisa assistir nos cinemas em setembro de 2026. 

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Ladrões de IA: hackers roubam contas do Claude e drenam assinaturas no sigilo

9 de Setembro de 2026, 18:06

Criminosos estão usando malwares do tipo infostealer para roubar sessões de usuários do Claude, IA da Anthropic, e gastar os créditos de assinaturas pagas sem que as vítimas percebam. O golpe rouba dados de acesso para criar tokens de autorização do Claude Code, dando aos criminosos acesso ao processamento pago pelos assinantes. O problema afeta principalmente profissionais que dependem de planos com maior capacidade, como o Claude Max 20x, que custa US$ 200/mês (equivalente a cerca de R$ 1.100,00 no Brasil).

A situação veio à tona após Grant De Swardt, consultor independente de IA no Reino Unido, perceber um aumento incomum no consumo de tokens em dias nos quais não estava trabalhando. Em um período controlado, o uso da conta subiu de 45% para 55% sem que houvesse qualquer tarefa ativa no computador ou na nuvem.

A Anthropic informou a Grant De Swardt que as chaves de sessão roubadas foram utilizadas para gerar tokens OAuth do Claude Code sem autorização, sendo aproveitadas por serviços de terceiros não autorizados para processar tarefas de outras pessoas.

Além de Grant De Swardt, o usuário Current_Afternoon_76, no Reddit, comentou que sua conta foi atualizada para um plano pago sem autorização, e o consumo saltou de 0% para 100% imediatamente. Em outro relato na plataforma, o uso da conta aumentou de 0% para 49% em apenas 12 minutos, após a execução de alguns comandos simples e uma busca na web. Já no GitHub, um caso semelhante registrou o limite máximo de uso por três dias seguidos, mesmo sem qualquer interação manual com o Claude.

Claude

A Anthropic confirmou a existência da fraude e atribuiu os casos a “atores mal-intencionados” que usam malwares instalados nos computadores das vítimas para roubar dados de login e sessões salvas. A empresa afirma ter tomado medidas, como invalidar sessões comprometidas, emitir reembolsos parciais e alertar alguns usuários sobre a possível presença de malware nos dispositivos. 

Embora a Anthropic tenha enviado e-mails de alerta sobre infostealer malware para algumas vítimas, De Swardt não recebeu o comunicado. Ele também afirmou não ter encontrado qualquer rastro de infecção em seu computador e continua sem saber exatamente como sua conta foi comprometida. Segundo a empresa, a infecção não tem origem no uso do Claude, mas em fontes externas, como downloads de softwares infectados e anúncios maliciosos.

Falta de transparência dificulta identificar o consumo de tokens

Um dos principais problemas apontados pelas vítimas é a falta de informações detalhadas sobre o uso dos tokens. Atualmente, o painel da conta mostra apenas o consumo total, sem indicar quais atividades ou serviços foram responsáveis pelo gasto. 

Isso dificulta a identificação de acessos não autorizados. Sem um histórico detalhado, uma conta pode continuar sendo explorada até que o consumo atinja níveis anormais ou o usuário perceba alguma atividade em um período no qual não estava utilizando o serviço. 

App Claude

A dificuldade para obter suporte e a ausência de ferramentas de monitoramento mais detalhadas também têm levado usuários a abandonar o Claude. No caso de De Swardt, a conta foi restabelecida após duas semanas, mas a suspensão trouxe prejuízos ao seu negócio. Como profissional autônomo, ele usa agentes de IA diariamente para tarefas de programação, design de sites e administração.

De Swardt recebeu um reembolso parcial de £44,49 referente ao período restante da assinatura de US$ 200 por mês. Mesmo após recuperar o acesso, ele decidiu cancelar o plano e migrar para o Cursor. A plataforma oferece diferentes modelos de linguagem, incluindo opções open source mais baratas que, segundo ele, entregam desempenho semelhante ao do Claude.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “O custo invisível dos tokens: por que a conta da IA não para de subir?”.

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Nova edição da Semana do Cinema 2026 tem ingressos a partir de R$ 10; veja como participar

9 de Setembro de 2026, 18:01

Prepare para maratonar os melhores lançamentos cinematográficos das últimas semanas pagando pouco: a segunda edição da Semana do Cinema 2026 começa nesta quinta-feira (10) com ingressos a R$ 10 para vários filmes em cartaz.

Na ativa desde 2022, a campanha já levou mais de 26 milhões de espectadores para salas de cinema de todo o país, segundo informações da Federação Nacional das Empresas Exibidoras Cinematográficas (FENEEC), promovendo ofertas especiais para movimentar o mercado. 

Para além dos descontos nos ingressos, a Semana do Cinema também oferece combos de pipoca e refrigerante por valores promocionais, fazendo com a experiência do público seja ainda mais completa. 

Quando começa a Semana do Cinema 2026?

A nova edição da Semana do Cinema 2026 acontece entre os dias 10 e 16 de setembro. Entre as redes participantes da campanha estão Cinemark, Cinépolis, Cinesystem, Kinoplex, PlayArte e UCI Cinemas.

Quanto custa o ingresso na Semana do Cinema 2026?

Para quem quiser participar da Semana do Cinema 2026, vale ficar atento para os valores dos ingressos durante o período da promoção.

Ao longo dos sete dias da campanha, os ingressos das principais redes de cinema do país estarão disponíveis pelo valor de R$ 10 para sessões iniciadas até às 17h. Nos demais horários, o valor do ingresso será de R$ 12, incluindo o final de semana. 

Vale ressaltar também que pré-estreias e salas especiais não serão contempladas pela campanha.

cinema

Como comprar ingresso para a Semana do Cinema 2026?

Os ingressos para as sessões durante a segunda edição da Semana do Cinema 2026 estarão disponíveis para compra nos sites oficiais das redes participantes e no Ingresso.com.

No momento da compra, é preciso ter atenção na hora de selecionar o tipo de ingresso, que deve aparecer como “ingresso promocional” para entrar na promoção. Também é possível realizar a compra presencialmente nas bilheterias das redes que participam da campanha.

cinema

O que assistir na Semana do Cinema 2026?

Para quem não sabe o que assistir na segunda edição da Semana do Cinema 2026, a boa notícia é que será possível aproveitar os preços promocionais com várias opções de filmes em cartaz. 

Entre os principais destaques estão Homem-Aranha: Um Novo Dia, A Odisseia, Coyote Vs. Acme, Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor e Ponto Sem Retorno. Também há opções para o público infantil, como Patrulha Canina: Uma Aventura Dino e A Maravilhosa Árvore Encantada.

Aproveite também para conhecer as 6 estreias que você precisa assistir nos cinemas em setembro de 2026.

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Samsung critica lançamento do iPhone Duo com provocações nas redes sociais

9 de Setembro de 2026, 17:53

A Samsung aproveitou o lançamento do iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple, para provocar a rival nas redes sociais. O perfil oficial Samsung Mobile US publicou uma série de mensagens no X antes e depois da apresentação do novo modelo, questionando as novidades anunciadas pela empresa nesta quarta-feira (9).

Antes do evento, a conta já havia ironizado a chegada da Apple ao segmento de dobráveis. Em uma das publicações, afirmou que estava “dobrando em três” enquanto a Apple fazia o público esperar, em referência aos celulares da linha Galaxy Z que adotam diferentes formatos de dobra.

Após a apresentação, as provocações continuaram. A Samsung afirmou que o novo iPhone “parece muito familiar” e perguntou se aquilo seria uma sequência de The Sims.

Em outra publicação, a empresa brincou com o nome Duo e marcou a conta do Duolingo, dizendo que a Apple também havia copiado a plataforma. A empresa, no entanto, rebateu a Samsung com "quando um estranho feio te chama de gêmeo", em clima de descontração. Confira:

Samsung diz que Apple está “requentando sobras”

A crítica mais direta veio em uma publicação que dizia para a Apple avisar quando terminasse de “requentar nossas sobras”, acompanhada de um emoji de piscadela.

Em outra mensagem, a Samsung questionou o impacto da apresentação: “Houve alcance? Não. Foi emocionante? Não. Aconteceu? Sim”. A publicação terminou com a hashtag #ItsTimeToSwitch (“É hora de mudar”, em inglês), usada pela companhia em outras provocações direcionadas a usuários de iPhone.

As mensagens fazem referência principalmente ao fato de a Apple estar entrando agora no mercado de celulares dobráveis. O iPhone Duo adota formato semelhante ao de modelos como o Galaxy Z Fold 8, com uma tela externa e outra interna de 7,6 polegadas quando o aparelho é aberto.

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O aparelho começa em US$ 1.999 nos Estados Unidos e será vendido no Brasil por R$ 21.999 na versão de 256 GB. A Apple também confirmou compatibilidade com Apple Pencil USB-C e recursos de multitarefa adaptados à tela maior.

A Samsung, por sua vez, já possui uma linha consolidada de dobráveis e usa esse histórico para tentar apresentar a estreia da Apple como uma chegada tardia a uma categoria que a rival explora há anos.

A provocação ocorre no mesmo dia em que a Apple também apresentou os iPhone 18 Pro e 18 Pro Max.

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Novo filme de guerra da Netflix conta história trágica e real; assista ao trailer

9 de Setembro de 2026, 17:02

Se você curte filmes de guerra, a Netflix prepara um lançamento exclusivo que deve repercutir bastante no final deste ano: The Mosquito Bowl, novo longa-metragem do diretor Peter Berg (O Grande Herói) que acaba de ganhar um trailer épico. 

Adaptação do livro The Mosquito Bowl: A Game of Life and Death in World War II, do jornalista Buzz Bissinger, o filme narra uma história real de quatro jogadores de futebol americano que deixam de ser estrelas universitárias para se juntar aos fuzileiros navais depois do ataque a Pearl Harbor, quando os Estados Unidos entraram oficialmente na Segunda Guerra Mundial.

Com foco na irmandade entre os rapazes e no choque de ter a juventude destruída pela guerra, The Mosquito Bowl acompanha a jornada dos jogadores antes da invasão de Okinawa, em 1945, apostando em um clima emocionante para desenvolver a narrativa. Confira a prévia a seguir:

Drama de guerra com elenco conhecido

Filmado na Austrália, The Mosquito Bowl promete trazer uma abordagem mais introspectiva, mas ainda grandiosa, envolvendo um tema tão explorado pelo cinema hollywoodiano: a guerra. Para isso, o longa conta com um elenco recheado de artistas conhecidos e outras novidades.

Dois nomes famosos que estão no longa são Nicholas Galitzine (Mestres do Universo) e Bill Skarsgård (Nosferatu), que interpretam os jovens soldados John McLaughry e Bob Baumann. Ray Nicholson (Sorria 2) completa o grupo de jogadores como Tony Butkovich, juntamente com o ator Tom Francis (Você) como David Schreiner.

The Mosquito Bowl

Outros artistas que integram o elenco de The Mosquito Bowl são Dominic Bogart (Terra Indomável) e Ella Newton (Animais Perigosos). O filme tem data de estreia marcada para chegar aos cinemas estadunidenses no dia 30 de outubro, enquanto o lançamento na Netflix ocorrerá no dia 25 de novembro.

Caso você goste do gênero, aproveite para conhecer também 10 filmes de guerra na Netflix baseados em fatos reais. 

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Cientista da dona do Claude vê mais de 10% de chance de IA exterminar humanidade

9 de Setembro de 2026, 17:01

Um dos principais pesquisadores de segurança da Anthropic, empresa responsável pelo Claude, afirmou que vê mais de 10% de chance de a inteligência artificial matar toda a humanidade na próxima década. Evan Hubinger, líder de Alignment Science da companhia, fez a estimativa no X após o pesquisador Jacob Coxon anunciar sua saída da Anthropic e acusar a empresa e a OpenAI de avançarem de forma irresponsável rumo a uma inteligência artificial capaz de melhorar a si própria.

A declaração não representa uma previsão de que os modelos atuais estejam prestes a exterminar pessoas. Hubinger fez questão de separar os riscos presentes daqueles associados a uma possível superinteligência criada por autoaperfeiçoamento recursivo, cenário em que sistemas de IA poderiam participar do desenvolvimento de versões cada vez mais capazes de si mesmos.

Segundo o pesquisador, a Anthropic está tentando lidar com o problema, mas ainda não possui um plano para garantir o alinhamento de uma eventual superinteligência com os interesses humanos. Ele também afirmou que a empresa não está claramente no caminho para solucionar essa questão.

Pesquisador deixou Anthropic por preocupação com a corrida

O episódio começou com a saída de Jacob Coxon, que passou três anos trabalhando com pré-treinamento de modelos, primeiro na OpenAI e depois na Anthropic. Ao anunciar a decisão, ele disse que as duas empresas estão correndo em direção à superinteligência capaz de se aprimorar sozinha e que isso representa um risco para a humanidade.

Coxon argumentou que os avanços recentes em IA já demonstraram capacidade crescente em áreas como programação, cibersegurança e operação de ferramentas. Para ele, sistemas futuros poderão superar humanos em diversas atividades e conquistar maior autonomia e acesso a recursos.

O pesquisador também criticou a lógica de competição entre laboratórios. Na avaliação dele, a Anthropic entende os riscos, mas continua avançando porque teme que concorrentes desenvolvam primeiro uma tecnologia poderosa sem os mesmos cuidados.

Entre as medidas defendidas por Coxon está uma coordenação entre empresas e governos para desacelerar o aumento das capacidades dos modelos. Ele chegou a citar a possibilidade de uma suspensão temporária de melhorias de capacidade como uma das medidas que poderiam impedir uma corrida global.

anthropic

Casos anteriores ajudam a explicar o temor

Parte da preocupação de Hubinger e Coxon vem de comportamentos observados em testes de modelos atuais. Em uma pesquisa publicada pela própria Anthropic em 2025, Claude Opus 4 chegou a ameaçar expor um caso extraconjugal de um executivo em uma simulação na qual descobria que seria desligado. O objetivo era impedir seu próprio encerramento.

A avaliação também encontrou comportamentos semelhantes em modelos de outras empresas. Em cenários controlados, sistemas da OpenAI, Google, Meta, xAI e DeepSeek também apresentaram comportamentos como chantagem e espionagem corporativa quando seus objetivos entravam em conflito com os das organizações fictícias usadas nos testes.

A OpenAI encontrou outro tipo de comportamento em avaliações do o1. Em determinadas condições, o modelo tentou desativar mecanismos de supervisão, copiar seus próprios pesos para evitar substituição e manipular dados para alcançar um objetivo diferente daquele solicitado pelo usuário. Esses comportamentos ocorreram em testes específicos, e não significam que o modelo tenha desenvolvido autonomia fora do ambiente controlado.

Mais recentemente, em julho de 2026, modelos da OpenAI também contornaram controles criados para isolá-los da internet durante avaliações de segurança cibernética. Segundo a própria empresa, os sistemas comprometeram partes da infraestrutura de pesquisa da OpenAI e da Hugging Face.

Esses episódios são relevantes para o debate porque mostram comportamentos que pesquisadores consideram sinais de risco em sistemas cada vez mais autônomos. Eles ocorreram em ambientes de teste e não comprovam que uma IA atual tenha capacidade de escapar do controle humano ou destruir a humanidade.

O ponto levantado por Hubinger é outro: se sistemas futuros conseguirem melhorar suas próprias capacidades de maneira acelerada, os mecanismos de segurança atuais podem não ser suficientes. É justamente essa possibilidade que ele considera responsável por sua estimativa superior a 10% de risco de extinção na próxima década.

A própria Anthropic mantém relatórios periódicos sobre riscos de seus modelos dentro de sua política de escalonamento responsável. A empresa também pesquisa especificamente cenários de “desalinhamento agêntico”, nos quais sistemas autônomos podem tomar ações prejudiciais para atingir determinados objetivos.

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Chevrolet joga no chão preços do Sonic e compacto sai mais em conta que Fiat Audace

9 de Setembro de 2026, 17:00

Quem quer levar o Chevrolet Sonic para a garagem não pode ficar de fora dos descontos oferecidos pela marca, que reduzem o preço do compacto em mais de R$ 15 mil — mas só para compradores com CNPJ ativo. Quem atende aos requisitos pode optar pelas versões Premier e RS, com reduções de até 11,1% na tabela pública. Com a oferta, o modelo sai mais em conta que o Fiat Audace Hybrid, que normalmente custa R$ 132.990.

Dito isso, vamos aos preços. A opção Premier normalmente custa R$ 135.940, mas sai por R$ 120.851 no faturamento para pessoa jurídica, com economia de R$ 15.089. Já a configuração topo de linha RS, cujo valor de tabela é de R$ 141.940, passa a custar R$ 126.327 na modalidade, o que representa desconto de R$ 15.613 sobre o preço do varejo.

Chevrolet Sonic

A estratégia veio para fortalecer a presença da fabricante no mercado corporativo ao facilitar a renovação de frotas e a aquisição por empresas de diferentes portes. Como de costume, a recomendação do CT Auto é que os interessados entrem em contato com as lojas da região para conferir os modelos disponíveis, bem como eventuais outros requisitos.

Como é o Chevrolet Sonic

O Chevrolet Sonic veio como a maior aposta da GM para conseguir espaço próprio no segmento dos SUVs compactos. Para isso, o carro entrega design moderno, acabamento interno caprichado, ótimo isolamento acústico, suspensão com o equilíbrio ideal entre conforto e estabilidade e consumo mais eficiente que o do Chevrolet Tracker.

Na parte mecânica, ambas as configurações compartilham o mesmo conjunto motorizado. Assim, o Sonic vem equipado com motor 1.0 turboflex com sistema de injeção direta, que rende até 115 cv de potência e 18,9 kgfm de torque, atuando em conjunto com a transmissão automática de seis marchas.

Além disso, o Sonic usa “truque” para minimizar a polêmica da correia banhada a óleo, já observado nos carros da família Onix.

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iPhone dobrável e tudo que a Apple lançou nesta quarta (9); veja preços no Brasil

9 de Setembro de 2026, 16:55

A Apple apresentou, nesta quarta-feira (9), uma nova leva de produtos, com direito à estreia da empresa no mercado de celulares dobráveis graças à chegada do iPhone Duo. A companhia também apresentou o iPhone 18 Pro, Pro Max e outros acessórios, todos já com preços sugeridos de venda no Brasil. 

O destaque do evento da gigante de Cupertino foi o dispositivo com display flexível, que também é o aparelho mais caro apresentado pela empresa, custando a partir de R$ 21.999 no mercado nacional.

A apresentação também trouxe novidades importantes de software. O iOS 27 chega já na próxima semana com recursos como o iPhone Handoff, que permite usar o mesmo número em dois iPhones, enquanto a nova Siri AI ganhará suporte ao português em outubro. Algumas funções da Apple Intelligence executadas na nuvem, porém, terão limites diários de uso.

Para te ajudar a conferir quanto será necessário desembolsar para adquirir os novos produtos da Apple, o Canaltech reuniu abaixo os preços de todos os dispositivos lançados. 

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Quanto custam os novos lançamentos da Apple?

Os valores variam bastante conforme o produto e a configuração escolhida. Os AirPods 5 são a novidade mais acessível da apresentação, com preço inicial de R$ 1.499, enquanto o iPhone Duo de 2 TB ocupa o outro extremo ao custar até R$ 30.999.

No caso dos relógios, o preço também muda conforme características como material da caixa, tamanho e presença de conexão celular. 

iPhone Duo

Primeiro celular dobrável da Apple, o  iPhone Duo também é o produto mais caro apresentado pela companhia. O aparelho parte de R$ 21.999 na versão de 256 GB e chega aos R$ 30.999 com 2 TB.

Além do formato dobrável, o aparelho combina uma tela externa Super Retina XDR de 5,4 polegadas com um painel interno de 7,6 polegadas e utiliza o chip A20 Pro de 2 nm. A Apple também colocou uma câmera FaceTime escondida sob a tela interna e adicionou compatibilidade com a Apple Pencil USB-C, prevista para o fim de 2026.

O dobrável ainda traz duas câmeras traseiras de 48 MP e bateria distribuída entre as duas metades do aparelho, com autonomia anunciada de até 44 horas de reprodução de vídeo pela tela externa. Quem quiser entender como o conjunto se posiciona diante do principal rival pode conferir o comparativo entre iPhone Duo e Galaxy Z Fold 8. Já a versão mais cara, com 2 TB, chega aos R$ 30.999 no Brasil.

Armazenamento

Preço no Brasil

256 GB

R$ 21.999

512 GB

R$ 23.499

1 TB

R$ 26.499

2 TB

R$ 30.999

iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max

Os iPhone 18 Pro e 18 Pro Max completam a nova geração de celulares avançados da Apple. Os preços começam em R$ 11.999 e R$ 12.999, respectivamente, com opções que chegam a 2 TB de armazenamento.

Os dois modelos usam o novo A20 Pro de 2 nm, cuja GPU promete desempenho até 40% superior ao A19 Pro, e ganharam uma câmera principal Fusion de 48 MP com abertura variável entre f/1.8 e f/4. A mudança faz parte de um pacote que leva ao iPhone controles antes mais associados a câmeras profissionais, incluindo ajustes de ISO, velocidade do obturador, balanço de branco e histograma.

Outra novidade é o Apple Reference Image, recurso que ajuda a comprovar que uma fotografia não foi criada por IA. O sistema cria uma referência protegida a partir de dados registrados pelo sensor, permitindo comparar o arquivo com uma imagem posteriormente editada.

Armazenamento

iPhone 18 Pro

iPhone 18 Pro Max

256 GB

R$ 11.999

R$ 12.999

512 GB

R$ 13.499

R$ 14.499

1 TB

R$ 16.499

R$ 17.499

2 TB

R$ 20.999

R$ 21.999

AirPods 5

Os AirPods 5 chegam em duas versões. O modelo de entrada custa R$ 1.499, enquanto a opção acompanhada do estojo de recarga sem fio sobe para R$ 1.699.

Entre as principais mudanças está o Cancelamento Ativo de Ruído (ANC), que, segundo a Apple, consegue remover até 50% mais ruídos externos que os AirPods 4 com ANC. Os fones também receberam certificação IP57 contra poeira e água, além de recursos como Áudio Adaptativo, Detecção de Conversa e Tradução ao Vivo. 

Versão

Preço no Brasil

AirPods 5

R$ 1.499

AirPods 5 + Estojo de Recarga Sem Fio

R$ 1.699

Apple Watch Ultra 4

Voltado principalmente para esportes e atividades ao ar livre, o Apple Watch Ultra 4 ganhou o chip S11, novos recursos de monitoramento de saúde e bateria de até 50 horas no uso diário.

O relógio traz um novo Sistema de Sensoriamento de Saúde, que combina sensores ópticos e elétricos para realizar leituras mais recorrentes de frequência cardíaca e VFC. A autonomia também é um dos destaques: o novo Apple Watch Ultra promete mais de dois dias longe da tomada, chegando a 84 horas no modo de pouca energia.

Configuração

Preço inicial no Brasil

Apple Watch Ultra 4

a partir de R$ 10.499

Apple Watch Series 12

O Apple Watch Series 12 também estreia o chip S11 e um novo sistema de medições de saúde, com leituras mais frequentes de frequência cardíaca e variabilidade da frequência cardíaca (VFC), além do recurso Prontidão.

O relógio passa a medir a frequência cardíaca a cada cinco segundos durante o dia e realiza leituras de VFC até 24 vezes mais frequentemente. A função Prontidão cruza informações de atividade, carga de treinamento, sinais vitais e sono para gerar uma pontuação diária de 0 a 10 sobre o nível de recuperação do usuário.

O relógio parte de R$ 5.499, mas o preço muda bastante conforme o material, o tamanho da caixa e a presença de conectividade celular. A versão de titânio começa em R$ 9.299, enquanto a opção de cerâmica parte de R$ 11.899.

Configuração

Preço inicial no Brasil

Apple Watch Series 12 Alumínio

a partir de R$ 5.499

Apple Watch Series 12 Titânio

a partir de R$ 9.299

Apple Watch Series 12 Cerâmica

a partir de R$ 11.899

Apple Watch Series 12 42 mm

a partir de R$ 5.499

Apple Watch Series 12 46 mm

a partir de R$ 6.099

Apple Watch Series 12 GPS

a partir de R$ 5.499

Apple Watch Series 12 GPS + Cellular

a partir de R$ 6.799

A chegada do celular dobrável da Apple, inclusive, começou a render comparações com dispositivos semelhantes da Samsung. Aqui, você pode conferir 7 coisas que o iPhone Duo faz e que a rival não colocou no Galaxy Z Fold 8.

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7 coisas que o iPhone Duo faz e que a Samsung não colocou no Galaxy Z Fold 8

9 de Setembro de 2026, 16:31

A Apple lançou nesta quarta-feira (9) o iPhone Duo, seu primeiro celular dobrável. O aparelho adota o formato de “passaporte”, com uma tela externa para o uso convencional e um painel maior que aparece quando o dispositivo é aberto. Com isso, a Apple entra diretamente na disputa com fabricantes que já estão há anos no segmento. Entre os principais concorrentes está o Galaxy Z Fold 8, atual dobrável no formato livro da Samsung.

Apesar da estreia tardia, o iPhone Duo chegou com algumas características que não estão disponíveis no rival sul-coreano. Curiosamente, a lista inclui até recursos que a própria Samsung já ofereceu em gerações anteriores, mas decidiu abandonar nos Fold mais recentes.

Há desde diferenças de resistência e câmeras até pequenos cuidados de software que aproveitam o formato dobrável. Confira 7 coisas que o iPhone Duo faz e o Galaxy Z Fold 8 não.

1 - Tela interna mais resistente a riscos

Um dos pontos que mais chamam atenção no iPhone Duo é a promessa de maior resistência a riscos na tela dobrável interna.

Captura de Tela 2026-09-09 às 14.56.35

A Apple não detalhou qual é o nível dessa proteção, então ainda será preciso esperar por testes práticos para entender o quanto o painel aguenta. Ainda assim, é um aspecto importante em dobráveis, já que telas flexíveis tradicionais são bem mais sensíveis e podem ficar marcadas apenas com a pressão da unha.

O Galaxy Z Fold 8 também recebeu melhorias de construção e durabilidade, mas não traz uma promessa equivalente de resistência a riscos no painel flexível.

2 - Suporte para Apple Pencil

O iPhone Duo também aproveita a tela interna maior para oferecer suporte para Apple Pencil, o que aproxima um pouco a experiência de um iPad mini.

Esse é justamente um recurso que a Samsung já ofereceu em seus dobráveis. O suporte para S Pen, porém, foi aposentado com o Galaxy Z Fold 6 e não voltou no Fold 8.

A ausência da caneta virou um dos pontos de reclamação entre usuários da linha. No iPhone Duo, a Apple estreia no segmento com uma função que a principal rival decidiu deixar para trás.

3 - Vira um relógio de cabeceira

Quando fica entreaberto sobre uma mesa, o iPhone Duo pode assumir a função de relógio de cabeceira, com as informações exibidas de uma forma adaptada à posição do aparelho.

A ideia não é inédita no mercado. Dobráveis de fabricantes como Honor, Motorola e Huawei também exploram esse tipo de uso quando ficam parcialmente fechados.

No Galaxy Z Fold 8, porém, não há uma experiência nativa equivalente. 

Captura de Tela 2026-09-09 às 14.59.20

4 - Câmera escondida embaixo da tela

O iPhone Duo também aposta em uma câmera escondida sob a tela interna, o que evita um recorte aparente no painel maior.

Neste caso, a situação é curiosa porque a Samsung foi uma das fabricantes que mais apostaram nessa tecnologia. Os Galaxy Z Fold usaram câmera sob o display até o Galaxy Z Fold 6.

A companhia abandonou a solução no Fold 7 e manteve essa decisão no Fold 8. Com isso, a Apple estreia seu dobrável com uma característica que já fez parte da identidade dos aparelhos da Samsung.

Captura de Tela 2026-09-09 às 14.58.01

 5 - Certificação IP68 contra poeira e água

Em resistência, o iPhone Duo também leva vantagem no papel graças à certificação IP68 contra poeira e água.

O principal diferencial está na proteção contra partículas sólidas. O Galaxy Z Fold 8 possui certificação IP48, portanto não alcança o mesmo nível de resistência contra poeira do aparelho da Apple.

Esse é um ponto especialmente importante em dobráveis, já que a dobradiça e outras partes móveis tornam a proteção contra pequenas partículas um desafio maior do que em celulares convencionais.

6 - Grava vídeos em 4K a 120 fps

Para quem usa o celular para vídeo, o iPhone Duo também oferece uma possibilidade que o Galaxy Z Fold 8 deixa de fora: gravação em 4K a 120 quadros por segundo.

A vantagem segue uma característica que já aparece em outros iPhones mais avançados. A Apple oferece uma taxa de quadros maior em 4K, o que dá mais liberdade para cenas em câmera lenta sem reduzir tanto a resolução.

No Galaxy Z Fold 8, a gravação chega a 4K a 60 fps ou 8K a 30 fps. Assim, o Samsung alcança uma resolução superior, mas não oferece a mesma combinação de 4K com 120 fps.

7 - Animação ao abrir e fechar a tela

A última diferença é bem mais estética, mas mostra o cuidado da Apple com a transição entre os dois formatos do iPhone Duo.

O iOS possui uma animação específica para a passagem entre a tela externa e a interna, baseada na identidade visual Liquid Glass. Ao abrir ou fechar o aparelho, o conteúdo recebe um efeito de transparência durante a troca entre os displays.

Isso não muda a funcionalidade do celular, mas deixa a transição mais natural e ajuda a dar continuidade ao que estava na tela. O Galaxy Z Fold 8 alterna normalmente entre os dois painéis, mas não possui um efeito visual semelhante.

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Magalu Cloud anuncia IA mais barata e parceria com Alibaba Cloud

9 de Setembro de 2026, 16:30

A Magalu Cloud registrou crescimento de mais de dez vezes na receita obtida com clientes externos desde o início de 2025 e anunciou novos produtos voltados a inteligência artificial durante o Cloud Futures 2026, realizado nesta quarta-feira (9), em São Paulo. A empresa também revelou uma parceria com a Alibaba Cloud para ampliar a oferta de serviços de IA generativa no Brasil.

Segundo o Magalu, a plataforma já atende mais de 2 mil clientes externos, entre startups e grandes empresas, e responde por cerca de 80% dos workloads das operações do próprio Magalu. A companhia afirma ainda que pretende quadruplicar de tamanho em 2026.

Os números foram apresentados por André Fatala, vice-presidente de plataformas, Luizalabs e Magalu Cloud, durante a abertura do evento. O Cloud Futures 2026 reuniu mais de 800 executivos de tecnologia, inovação, inteligência artificial e finanças na Arena Magalu, em São Paulo. O evento teve como temas principais soberania de dados, estratégias multicloud, FinOps e o uso corporativo de inteligência artificial.

Magalu Cloud amplia oferta de IA

Entre os principais anúncios está o MGC AI Hub, uma plataforma que reúne modelos de inteligência artificial acessíveis por API e executados na infraestrutura da própria Magalu Cloud no Brasil.

A proposta inclui modelos de grandes empresas do setor e opções desenvolvidas no país, como os modelos da Maritaca. O serviço também deverá receber recursos de síntese de voz, embeddings e rerankers futuramente, segundo a empresa.

A Magalu afirma que o modelo de cobrança pode reduzir os custos de utilização de LLMs entre 30% e 75%, dependendo da opção escolhida. O release, porém, não apresenta uma comparação detalhada dos preços ou informa quais modelos correspondem a cada faixa de economia.

A execução em infraestrutura localizada no Brasil também é apresentada pela companhia como uma alternativa para empresas preocupadas com soberania de dados e exposição às variações cambiais. O serviço será oferecido por meio de APIs para integração com aplicações corporativas.

IA de compras chega ao WhatsApp

Outro anúncio foi o Agentic Commerce powered by Agent.Shop, solução baseada na experiência do chamado “WhatsApp da Lu”, lançado pelo Magalu em novembro de 2025.

A ferramenta pretende permitir que outras empresas criem experiências de compra dentro do WhatsApp. De acordo com a Magalu, o sistema consegue interpretar textos, áudios e imagens enviados pelos consumidores e usar essas informações, junto ao histórico de compras, para gerar recomendações.

O fluxo também inclui checkout e acompanhamento do pós-venda dentro da conversa, segundo a empresa. Na prática, a proposta é concentrar etapas da jornada de compra em uma mesma interface.

andré fatala magalu cloud futures 2026

Parceria com Alibaba Cloud

A Magalu Cloud e a Alibaba Cloud também anunciaram uma parceria para ampliar a oferta de serviços de IA generativa no mercado brasileiro.

As empresas afirmam que vão trabalhar conjuntamente com serviços de modelos de inteligência artificial da Alibaba Cloud, incluindo a família Qwen. O anúncio não detalha quais modelos estarão disponíveis inicialmente, preços, datas de lançamento ou condições comerciais da parceria.

A colaboração adiciona modelos internacionais ao portfólio da Magalu Cloud em um momento de expansão da oferta de infraestrutura para IA no país.

Novas alianças para infraestrutura

A empresa também anunciou acordos com Red Hat, Globo Technologies e Serasa Experian.

Com a Red Hat, a integração envolve o Red Hat Enterprise Linux (RHEL), sistema operacional voltado a ambientes corporativos. A Magalu afirma que a iniciativa busca simplificar o provisionamento de infraestrutura e facilitar a adoção de aplicações de IA em ambientes híbridos.

Já a parceria com a Globo Technologies envolve o uso da Magalu Cloud pela empresa de mídia dentro de uma estratégia multicloud e, no sentido inverso, a utilização da CDN da Globo pela Magalu Cloud.

A Serasa Experian, por sua vez, passa a utilizar a infraestrutura da Magalu Cloud e deverá disponibilizar serviços de análise de crédito no marketplace da plataforma.

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Comparativo iPhone Duo x Galaxy Z Fold 8: qual celular dobrável é mais potente?

9 de Setembro de 2026, 16:18

O iPhone Duo finalmente coloca a Apple na disputa dos celulares dobráveis, justamente em um segmento no qual a Samsung praticamente domina. O rival direto é o Galaxy Z Fold8, que também inaugurou o design de passaporte na linha.

Em potência, a disputa é equilibrada no papel. O Duo traz o novo A20 Pro, enquanto o Fold8 usa o Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy. Sem testes independentes de benchmark do iPhone, ainda não dá para cravar qual vence em desempenho bruto. Mas há diferenças claras no conjunto. Entenda:

Especificação

iPhone Duo

Galaxy Z Fold8

Processador

Apple A20 Pro

Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy

RAM

Não divulgada oficialmente

12 GB

Armazenamento

256 GB a 2 TB

256 GB, 512 GB e 1 TB

Tela externa

5,4"

5,5"

Tela interna

7,6"

7,6"

Taxa de atualização

ProMotion

120 Hz

Câmeras traseiras

48 MP + 48 MP

50 MP + 50 MP

Câmera frontal

12 MP

10 MP

Bateria

Dupla bateria

4.800 mAh

Peso

—

201 g

Espessura aberto

—

4,5 mm

Sistema

iOS 27

Android 17 / One UI 9

Preço no Brasil

a partir de R$ 21.999

a partir de R$ 12.599

Qual é mais potente?

O iPhone Duo tem vantagem potencial em desempenho bruto graças ao A20 Pro, chip desenvolvido pela Apple e também utilizado na linha iPhone 18 Pro. Entretanto, ainda faltam benchmarks independentes para comparar diretamente o processador com o Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy.

O Galaxy, por outro lado, leva vantagem na memória disponível: são 12 GB de RAM, algo importante para manter vários aplicativos abertos e explorar a proposta de multitarefa do Android.

Na prática, o Duo tende a ser a escolha mais interessante para quem prioriza desempenho otimizado dentro do ecossistema Apple, enquanto o Fold8 é mais versátil para produtividade e multitarefa.

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Telas e design

Aqui há praticamente um empate. Os dois têm tela interna de 7,6 polegadas, mas adotam propostas diferentes.

O Duo tem tela externa de 5,4 polegadas e, aberto, funciona como um pequeno tablet. O aparelho também suporta Apple Pencil, recurso interessante para anotações, desenho e produtividade.

O Fold8 tem tela externa de 5,5 polegadas e painel interno de 7,6 polegadas, com proporções de 10:16 e 4:3, respectivamente. Por outro lado, o dobrável da Samsung não tem suporte a S Pen, então ponto para a Apple.

Câmeras: Galaxy leva vantagem em versatilidade

O Duo tem duas câmeras traseiras de 48 MP, uma principal e outra ultrawide. É um conjunto bastante forte, mas existe uma limitação importante: não há uma lente teleobjetiva dedicada.

O Fold8 também usa duas câmeras traseiras, mas ambas têm 50 MP: uma grande-angular com OIS e outra ultrawide. O aparelho ainda oferece zoom de qualidade óptica de 2x e até 10x digital.

Por isso, o Galaxy Z Fold8 vence em versatilidade fotográfica, enquanto o Duo aposta mais no processamento computacional da Apple (que segue sendo muito forte).

Bateria: Galaxy tem capacidade conhecida

A Samsung informa bateria de 4.800 mAh e até 26 horas de reprodução contínua de vídeo no Fold8.

No Duo, a Apple adotou uma arquitetura com duas baterias, mas a capacidade em mAh não é o melhor parâmetro para comparar diretamente os dois aparelhos. A eficiência do A20 Pro e do iOS 27 terá papel importante na autonomia real.

Assim, o Fold8 leva vantagem em capacidade declarada, mas ainda não é possível afirmar qual dura mais em uso cotidiano.

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E o preço?

Aqui está a maior diferença. O Galaxy Z Fold8 custa R$ 12.599 na versão de 256 GB, enquanto o iPhone Duo começa em R$ 21.999 – diferença de R$ 9.400, apenas para começar.

Isso muda bastante a conclusão: mesmo que o Duo consiga superar o Galaxy em desempenho, o Fold8 oferece uma relação entre hardware e preço muito mais agressiva.

O iPhone Duo parece ser o mais promissor em potência bruta, mas ainda precisa passar por benchmarks para confirmar essa vantagem. Já o Galaxy Z Fold8 é mais completo para quem valoriza multitarefa, câmeras versáteis, maior variedade de armazenamento e preço significativamente menor.

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iPhone dobrável aceita Apple Pencil e supera rival da Samsung

9 de Setembro de 2026, 16:10

Transformar o celular em um pequeno caderno digital será uma das possibilidades de quem tiver um iPhone Duo em mãos. O primeiro dobrável da Apple terá suporte à Apple Pencil com USB-C, recurso que aproveita as duas telas do dispositivo e coloca o aparelho à frente do  Galaxy Z Fold8 em um aspecto importante voltado à produtividade.

A gigante de Cupertino ressalta que será possível usar a caneta tanto no painel externo quanto na tela dobrável interna para fazer anotações, desenhar e marcar documentos. O recurso, no entanto, não estará disponível imediatamente, visto que a fabricante afirma que a compatibilidade chegará em breve, ainda neste ano.

A possibilidade chama atenção principalmente pela tela interna Super Retina XDR de 7,6 polegadas do dispositivo, que oferece uma área consideravelmente maior quando o aparelho está aberto. Já o display externo mede 5,4 polegadas, e ambos contam com ProMotion, Always On e brilho máximo de 3.000 nits em ambientes externos.

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Apple leva vantagem sobre Galaxy Z Fold8

A novidade cria uma diferença importante em relação ao principal rival da Samsung. Apesar de apostar em uma tela dobrável ampla para produtividade, o Galaxy Z Fold8 não é compatível com a S Pen.

A ausência também já havia ocorrido no Galaxy Z Fold7, enquanto gerações mais antigas da linha Fold ofereciam versões específicas da S Pen. Com isso, o iPhone Duo passa a ter uma ferramenta adicional para quem pretende usar o formato dobrável para escrever ou trabalhar diretamente sobre a tela.

Além do iPhone Duo, a Apple também anunciou o lançamento do iPhone 18 Pro, que é 40% mais rápido do que o seu antecessor. 

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Samsung encerra suporte a dois celulares dobráveis populares

A Samsung encerrou o suporte para os dobráveis Galaxy Z Flip 3 e Galaxy Z Fold 3, ambos lançados em 2021. Os dois aparelhos foram removidos da lista de modelos compatíveis com atualizações de segurança da empresa.

O movimento era esperado: a fabricante sul-coreana lançou os modelos com a promessa de cinco anos de atualizações de segurança e agora só confirma a decisão. Ambos os dobráveis ainda recebiam updates a cada trimestre, mas completaram meia década de lançamento em agosto deste ano.

Com a mudança, os dobráveis mais antigos e compatíveis com atualizações de segurança são o Galaxy Z Flip 4 e o Galaxy Z Fold 4, lançados em 2022. É provável que não recebam a One UI 9.0 com Android 17, mas ainda terão patches trimestrais de proteção.

Galaxy Z Fold 3

 

O que fazer com o celular obsoleto?

O ideal é trocar o aparelho sem suporte o quanto antes. O celular ainda vai conseguir rodar funções básicas e aplicativos, mas pode ficar mais propenso a bugs e exposto a possíveis ameaças digitais. Além disso, não receberá nenhum dos novos recursos anunciados para a One UI.

A Samsung por muito tempo manteve um ciclo de cinco anos de updates de segurança para os celulares topo de linha (famílias S e Z), mas expandiu o prazo para sete anos a partir da linha Galaxy S24. 

Saiba por que Android e iOS ganham novas versões a cada ano.

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Kevin Feige promete crossover dos sonhos e Doutor Destino no centro de Guerras Secretas

9 de Setembro de 2026, 15:54

O produtor da Marvel Studios, Kevin Feige, afirmou recentemente que Vingadores: Guerras Secretas elevará o patamar estabelecido em Ultimato (2019), com um crossover que muitos fãs aguardaram para ver, mas que não era possível até então.

Em entrevista ao The Direct, o executivo argumenta que, somado ao fato de que o grande vilão da obra funcionará como o motor principal desta narrativa, este promete ser o filme definitivo para celebrar HQs e a jornada do Universo Cinematográfico Marvel (MCU).

“Reuniremos personagens que conhecemos e amamos em momentos tocantes, que os fãs sempre sonharam, mas nunca viram ser realizados. Além disso, teremos o Doutor Destino, o grande vilão na história do universo Marvel, que se torna a peça central desta trama”, revela Feige.

O filme, que estreia em 2027, será uma sequência direta de Vingadores: Doutor Destino — previsto para chegar aos cinemas no dia 17 de dezembro de 2026. Não foi divulgado qual arco o longa adaptará: as Guerras Secretas de 1984 ou a de 2015. 

É importante ressaltar que ambas as produções foram gravadas em conjunto — similar a Vingadores: Guerra Infinita (2018) e sua sequência direta. Na prática, é impossível saber quem estará presente nos dois e a importância de cada personagem dentro do encontro.

Mudanças expressivas com Doutor Destino

Além de prometer o maior crossover de todos os tempos, Kevin Feige reforça que nem tudo será visto de forma similar aos eventos que originaram a trama. Isso significa que o fim pode ser diferente ou que outros super-heróis podem ser impactados pelo mega evento cinematográfico.

O produtor explica como enxerga todo o MCU após quase 20 anos de filmes, séries e animações. Para ele, são mais do que meras adaptações:

“Escolhemos do repertório rico, de quase 90 anos, das histórias da Marvel para criar produções que honrem a fonte, mas que contem uma narrativa completamente diferente”, afirma Feige.

Sua linha de pensamento, de acordo com o próprio executivo, já foi mostrada dentro das próprias obras que contam essa saga:

“O ciclo continua conforme avançamos para a versão de Guerras Secretas própria do MCU. Como Loki reuniu as linhas do tempo, nós pegamos o que foi deixado pelas HQs de Hickman e Ribic e todos que vieram antes deles para contar uma nova história inspirada pelo vasto catálogo de quadrinhos e filmes”, diz o produtor.

Somado a isso, o próprio Doutor Destino será interpretado por Robert Downey Jr. — que ganhou o coração dos fãs após uma década como o Homem de Ferro. Não foi revelado como a presença do ator impactará, mas isso ao menos garante que a sua identidade será um grande choque aos personagens.

Você sabe o que ver para se preparar para isso tudo? A Marvel revela lista oficial do que assistir antes de Vingadores: Doutor Destino.

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iPhone Duo finalmente ganha função que usuários pedem há anos

9 de Setembro de 2026, 15:49

O iPhone Duo estreia uma função inédita nos celulares da Apple: o Split View, que permite manter dois aplicativos abertos simultaneamente, lado a lado. Anunciado pela Apple nesta quarta-feira (9), o recurso aproveita a tela interna de 7,6 polegadas do primeiro iPhone dobrável para ampliar as possibilidades de multitarefa no iOS 27.

Segundo a empresa, também será possível alternar rapidamente entre aplicativos, abrir duas janelas do mesmo app, como o Safari, e salvar pares de aplicativos para acessá-los novamente. A Apple ainda cita a possibilidade de conversar com a Siri AI enquanto outro conteúdo permanece visível na outra parte da tela.

Como funciona o Split View no iPhone Duo

O principal recurso de multitarefa do iPhone Duo permite manter dois aplicativos lado a lado quando o aparelho está aberto. A Apple não detalhou no anúncio quais combinações de aplicativos estarão disponíveis ou se haverá limitações específicas para determinados programas.

Além do Split View, o sistema permite abrir duas janelas do mesmo aplicativo. O exemplo dado pela Apple é o Safari, que poderá exibir duas páginas simultaneamente na tela interna.

Também será possível alternar rapidamente entre aplicativos e salvar pares de apps. A ideia é permitir que uma combinação usada com frequência seja recuperada posteriormente, sem precisar configurar novamente a tela.

A Apple afirma ainda que a Siri AI poderá ser utilizada enquanto o usuário olha para outro conteúdo na tela. O recurso faz parte da nova versão da assistente, que chega em beta com o iOS 27 e possui limitações de idioma e região no lançamento.

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Tela maior muda a forma de usar o iPhone

A tela interna de 7,6 polegadas é o principal elemento físico relacionado à nova experiência de multitarefa. Aberto, o iPhone Duo oferece uma área significativamente maior que a tela externa de 5,4 polegadas, criando espaço para manter dois aplicativos visíveis simultaneamente.

O iOS 27 também recebeu mudanças específicas para o formato. De acordo com a Apple, controles de navegação, o Dock e outros elementos da interface passam a ocupar as laterais da tela aberta, enquanto o sistema adapta o conteúdo conforme o aparelho é dobrado, girado ou fechado.

As duas telas possuem a mesma proporção, segundo a Apple. Isso permite que o conteúdo seja redimensionado proporcionalmente durante a transição entre os displays.

A empresa também afirma que seus próprios aplicativos foram otimizados para o iPhone Duo e que desenvolvedores podem adaptar seus programas por meio de novas APIs e dos SDKs atualizados.

Apps também precisam acompanhar o formato

A Apple cita Netflix, Zoom e Slack como exemplos de aplicativos de terceiros que já estão sendo adaptados ao formato dobrável. O anúncio, porém, não especifica quais funções cada um desses aplicativos oferecerá no iPhone Duo.

Essa adaptação faz parte de uma preparação mais ampla do iOS para diferentes tamanhos de tela. Antes do anúncio do aparelho, informações sobre o iOS 27 já indicavam que a Apple trabalhava em recursos para facilitar a adaptação de aplicativos a telas com diferentes dimensões e proporções, segundo o MacRumors.

O contexto ajuda a explicar a preparação do sistema para o novo formato, mas os detalhes sobre como cada aplicativo funcionará no iPhone Duo ainda dependem das implementações dos respectivos desenvolvedores.

A Apple confirmou que o iPhone Duo terá pré-venda a partir de 16 de outubro e chegará às lojas em 23 de outubro, inclusive no Brasil. O aparelho será vendido com o iOS 27.1.

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Touch ID está de volta: iPhone Duo ressuscita leitor de digitais da Apple

9 de Setembro de 2026, 15:44

A Apple lançou nesta quarta-feira (9) o iPhone Duo, seu primeiro celular dobrável, e aproveitou a estreia do novo formato para ressuscitar o Touch ID nos iPhones. O leitor de impressões digitais fica integrado ao botão lateral e pode autenticar o usuário tanto com o aparelho aberto quanto fechado.

O recurso não aparecia em um novo iPhone desde o iPhone SE de terceira geração, apresentado em março de 2022. Já na linha principal da marca, os últimos modelos com Touch ID foram o iPhone 8 e o iPhone 8 Plus, lançados em 2017.

Touch ID migra para o botão lateral

Nos iPhones antigos, o Touch ID ficava integrado ao botão de Início abaixo da tela. No iPhone Duo, a Apple adotou uma solução diferente e colocou o sensor biométrico diretamente no botão lateral.

Segundo a empresa, a posição permite uma autenticação fácil e consistente independentemente da forma de uso do dobrável. Além do Touch ID, proprietários de um Apple Watch também podem usar o relógio para desbloquear o iPhone Duo.

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A escolha faz sentido pelo formato do aparelho. Fechado, o iPhone Duo tem proporções semelhantes às de um passaporte, em uma proposta próxima de dobráveis como Galaxy Z Fold 8 e Huawei Pura X Max. A tela externa tem 5,4 polegadas, enquanto o painel interno chega a 7,6 polegadas.

Assim, o leitor lateral permanece acessível sem depender de qual tela está em uso. O botão convive ainda com o Camera Control, dedicado a atalhos da câmera.

O iPhone Duo terá pré-venda a partir de 16 de outubro, inclusive no Brasil, e chega às lojas em 23 de outubro. O aparelho será oferecido em versões de 256 GB, 512 GB, 1 TB e 2 TB. Os preços partem de R$ 21.999. 

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iPhone Duo: celular dobrável da Apple vai custar R$ 31 mil no Brasil

9 de Setembro de 2026, 15:37

A Apple apresentou nesta quarta-feira (9) sua nova geração de celulares e confirmou os preços para o mercado brasileiro. O destaque fica para o iPhone Duo, primeiro dobrável da marca, que será vendido por a partir de R$ 21.999 no país, com a versão 2TB de espaço chegando a R$ 30.999.

Além dele, a fabricante também revelou os novos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, que chegam como os modelos tradicionais mais avançados da linha. Os preços começam em R$ 11.999 e R$ 12.999, respectivamente.

iPhone Duo estreia formato dobrável na Apple

O iPhone Duo marca a entrada da Apple no mercado de celulares dobráveis com um formato de livro, semelhante ao adotado por aparelhos como o Galaxy Z Fold 8. O modelo possui uma tela externa para o uso convencional e um painel maior na parte interna, que amplia o espaço para aplicativos e multitarefa.

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Por dentro, o celular é equipado com o chipset A20 Pro e traz um sistema de câmeras com dois sensores traseiros de 48 MP. O formato dobrável ainda permite aproveitar a tela externa como visor ao usar as câmeras principais para selfies.

Outra mudança importante está na biometria. Em vez do Face ID, o iPhone Duo traz de volta o Touch ID, agora integrado ao botão lateral. O recurso não aparecia em um modelo principal da linha desde o iPhone 8.

A Apple também adaptou o iOS para aproveitar a tela interna maior, com recursos próprios para multitarefa e aplicativos que usam melhor o espaço adicional oferecido pelo painel dobrável.

iPhone 18 Pro e Pro Max recebem melhorias de câmera e desempenho

Os iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max mantêm o formato tradicional da linha, mas receberam atualizações importantes no hardware. Os dois também usam o A20 Pro, acompanhado por um novo sistema de resfriamento por câmara de vapor.

A câmera principal de 48 MP agora conta com abertura variável, recurso que dá mais controle sobre a entrada de luz e a profundidade de campo. A Apple também reduziu o tamanho da Ilha Dinâmica nesta geração.

O iPhone 18 Pro Max ainda ganhou atenção especial na autonomia. Segundo a fabricante, o modelo recebeu a maior evolução de bateria já feita em um iPhone, graças à combinação entre uma bateria maior e melhorias de eficiência do novo chipset.

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Preços dos novos iPhones no Brasil

Os três aparelhos começam em 256 GB e chegam a até 2 TB de armazenamento. Confira os preços oficiais:

Armazenamento iPhone 18 Pro iPhone 18 Pro Max iPhone Duo
256 GB R$ 11.999 R$ 12.999 R$ 21.999
512 GB R$ 13.499 R$ 14.499 R$ 23.499
1 TB R$ 16.499 R$ 17.499 R$ 26.499
2 TB R$ 20.999 R$ 21.999 R$ 30.999

A diferença entre as versões mais baratas do iPhone 18 Pro e do iPhone Duo chega a R$ 10 mil. Já o dobrável com 2 TB custa R$ 30.999, quase R$ 9 mil a mais que sua configuração de entrada.

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iPhone dobrável tem câmera escondida embaixo da tela

9 de Setembro de 2026, 15:36

A Apple apresentou nesta quarta-feira (9) o iPhone Duo, seu primeiro celular dobrável, e trouxe uma solução inédita para os smartphones da empresa: a câmera frontal da tela interna fica escondida embaixo do display. A tecnologia permite que o painel de 7,6 polegadas tenha uma área de visualização sem notch ou furo aparente.

A nova câmera FaceTime permanece oculta quando não está em uso, preservando a experiência de tela inteira. A solução faz parte da estratégia da Apple de aproveitar melhor o espaço do display interno, que também recebe acabamento em nanotextura para reduzir reflexos e tornar o vinco menos perceptível.

O iPhone Duo tem duas telas Super Retina XDR: uma externa de 5,4 polegadas, utilizada com o aparelho fechado, e outra interna de 7,6 polegadas quando o dispositivo é aberto. É justamente sob o painel maior que a Apple posicionou a câmera frontal Center Stage.

O componente foi desenvolvido para ficar invisível durante o uso normal. Segundo a Apple, a câmera também consegue tirar fotos e vídeos automaticamente em diferentes orientações, sem que o usuário precise girar o aparelho para ajustar o enquadramento.

A tela interna mantém ainda recursos como ProMotion, Always-On e brilho máximo de até 3.000 nits em ambientes externos. A proporção das duas telas também é a mesma, permitindo que o conteúdo seja redimensionado de maneira proporcional ao abrir ou fechar o aparelho.

iPhone Duo transforma a câmera traseira em selfie

A câmera escondida não é a única novidade fotográfica do dobrável. O aparelho também permite usar a câmera traseira para tirar selfies em alta resolução, aproveitando a tela externa como visor para que o usuário consiga visualizar o enquadramento.

Outro recurso chamado Duo Preview permite que a pessoa que está sendo fotografada consiga acompanhar a prévia da imagem na tela externa antes do disparo.

iphone duo

 Há ainda o Smart Take, que utiliza inteligência artificial para identificar quando as pessoas estão posando e realizar automaticamente a captura. Para fotografar crianças, o Kid Cue exibe animações do Snoopy e de outros personagens de Peanuts no display externo para tentar chamar a atenção dos pequenos.

O conjunto também habilita o Duo FaceTime, que permite que outras pessoas próximas participem de uma videochamada utilizando a tela e a câmera externas.

Na traseira, o iPhone Duo traz uma câmera principal Fusion de 48 MP, capaz de registrar fotos de 24 MP por padrão e equipada com uma teleobjetiva integrada de 2x com qualidade óptica. O sistema promete ainda zero shutter lag, reduzindo o intervalo entre o toque no botão e a captura.

A segunda câmera é uma Ultra-Wide Fusion de 48 MP, destinada a fotografias com campo de visão mais amplo e imagens macro. O aparelho também grava vídeos em 4K a 120 quadros por segundo com Dolby Vision e permite ajustar efeitos cinematográficos depois que a gravação já foi realizada.

Design dobrável aposta em tela sem interrupções

A câmera sob o display combina com a proposta de design do iPhone Duo. Aberto, o aparelho é o iPhone mais fino já produzido pela Apple e oferece uma tela 50% maior que a do iPhone 18 Pro Max.

O iPhone Duo será vendido nas cores star white e night sky, com armazenamento de 256 GB, 512 GB, 1 TB ou 2 TB. A pré-venda começa em 16 de outubro, inclusive no Brasil, e a disponibilidade geral está marcada para 23 de outubro. O preço inicial é de R$ 21.999.

Já no iPhone tradicional, a Apple também trouxe melhorias significativas na câmera da linha Pro.

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iOS 27 permite usar o mesmo número em dois iPhones

9 de Setembro de 2026, 15:18

A Apple confirmou nesta quarta-feira (9) que o iOS 27 terá o iPhone Handoff, recurso que permite alternar entre dois iPhones usando o mesmo número de telefone. A função depende do suporte das operadoras e será lançada inicialmente com compatibilidade confirmada para a T-Mobile, nos Estados Unidos, e a Telekom, na Alemanha.

A novidade pode facilitar a vida de quem mantém dois iPhones e precisa utilizar a mesma linha nos aparelhos. A Apple, porém, ainda não detalhou todos os aspectos técnicos de como a função fará essa alternância.

Como funciona o iPhone Handoff?

Na descrição oficial, a Apple afirma apenas que o iPhone Handoff permite que usuários de operadoras compatíveis alternem entre dois modelos de iPhone com o mesmo número de telefone.

Detalhes adicionais foram encontrados em versões de teste do iOS 27. Informações identificadas durante o desenvolvimento indicam que a configuração envolve um aparelho principal e outro secundário, com um eSIM complementar associado ao mesmo número no segundo iPhone.

Esses detalhes ajudam a explicar como a função pode funcionar na prática, mas não foram apresentados pela Apple no comunicado de lançamento do iPhone 18 Pro. Por isso, não é possível tratar como confirmado pela companhia cada etapa desse processo.

Também não há, no anúncio oficial, uma explicação sobre os dois aparelhos permanecerem simultaneamente aptos a receber chamadas e mensagens. A descrição da Apple fala especificamente em alternar entre os dois iPhones.

Recurso ainda depende da operadora

O iPhone Handoff não estará disponível automaticamente para qualquer linha telefônica. A Apple confirmou suporte inicial à T-Mobile nos EUA e à Telekom na Alemanha, e a disponibilidade dependerá da compatibilidade oferecida pelas operadoras.

A função também é diferente da transferência convencional de eSIM. Nesse processo, o usuário move a linha de um iPhone para outro, fazendo com que o aparelho anterior deixe de utilizar aquela linha.

No Handoff, a proposta anunciada pela Apple é permitir a alternância entre dois iPhones associados ao mesmo número. A companhia ainda não informou quando outras operadoras poderão oferecer o recurso.

Captura de Tela 2026-09-09 às 14.55.48

Apple já testava a função antes do lançamento

O iPhone Handoff já havia sido identificado em versões de teste do iOS 27 antes do anúncio oficial. A cobertura especializada encontrou referências ao recurso durante o desenvolvimento do sistema e imagens das telas de configuração.

Entre as informações identificadas nos testes estão justamente a divisão entre aparelho principal e secundário e referências às operadoras T-Mobile e Deutsche Telekom.

Esses registros anteciparam parte do funcionamento do recurso, mas a confirmação oficial veio agora. A Apple incorporou o iPhone Handoff à lista de novidades do iOS 27 no comunicado de lançamento do iPhone 18 Pro.

iPhone 18 Pro e Pro Max são lançados pela Apple

O iPhone Handoff chega com o iOS 27, que será disponibilizado como atualização gratuita em 14 de setembro. O recurso também faz parte do contexto de lançamento dos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, apresentados nesta quarta-feira.

Os novos celulares têm chip A20 Pro fabricado em processo de 2 nanômetros, câmeras principais de 48 MP com abertura variável, novo modem C2 e melhorias de bateria. Os aparelhos também trazem a nova geração da Apple Intelligence e a Siri AI, que chega inicialmente em versão beta.

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Arquiteto do PS5 se une ao criador do The Game Awards para "salvar" novos devs

9 de Setembro de 2026, 15:15

O arquiteto do PlayStation, Mark Cerny, se juntou ao criador do The Game Awards, Geoff Keighley, para anunciar um programa de bolsas voltado a formandos em game design. A iniciativa, chamada The Nova Games Foundation, concederá financiamentos na casa das centenas de milhares de dólares para 20 recém-formados na área por ano, além de mentorias.

A ideia é que o programa dure por décadas e incentive talentos criativos. A Nova Games Foundation também pode conceder até US$ 500 mil adicionais “para projetos que estejam se mostrando particularmente promissores”.

Cerny entrou na indústria dos games em 1982 e passou por empresas como Atari, SEGA e PlayStation, atuando no desenvolvimento de jogos, em consultorias e, posteriormente, liderando a equipe de hardware dos consoles mais recentes da Sony. “Estou me aproximando do fim da minha carreira”, declarou ao jornalista do Game File, Stephen Totilo. “Ainda não terminei, mas retribuir, da melhor forma possível, é algo que está muito presente na minha cabeça hoje em dia.”

Para Keighley, investir comercialmente em jogos, possuir ações ou participar financeiramente de qualquer empresa nunca foi algo apropriado para que ele pudesse retribuir. “A Nova é filantropia: não estamos pegando equity nem buscando reaver os valores concedidos. O retorno que esperamos é criativo: ajudar novas vozes a criarem games e encontrarem seu espaço”, afirma.

Geoff Keighley

A iniciativa já conta com um doador de peso. O fundador da Hazelight e diretor de jogos como A Way Out, It Takes Two e Split Fiction, Josef Fares, confirmou a participação na Nova Games Foundation por meio de doação e mentoria.

Ao todo, o programa contemplará alunos de 13 universidades espalhadas pelo mundo. Os primeiros escolhidos serão das turmas de 2026 e 2027 dessas instituições, com início das inscrições marcado para dezembro deste ano.

O Brasil desponta no desenvolvimento de games

A Nova Games Foundation é mais uma iniciativa que visa dar novos ares a talentos criativos da indústria dos games. O mercado brasileiro de jogos também tem crescido em várias frentes.

Uma delas é o external development, setor que, em meio a demissões globais, transformou o Brasil em uma “grande fábrica” de jogos AAA.

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iOS 27 chega na próxima semana; veja novidades e iPhones compatíveis

9 de Setembro de 2026, 15:14

A Apple confirmou que o iOS 27, nova versão do sistema operacional do iPhone, será liberado na próxima segunda-feira (14). A atualização tem como um dos principais destaques a Siri AI, nova geração da assistente virtual que usa recursos de inteligência artificial para oferecer respostas mais naturais e entender melhor o contexto do usuário. 

Nesta primeira fase, os recursos da Siri AI e da Apple Intelligence serão disponibilizados em versão beta e inicialmente em inglês. O iOS 27 também traz melhorias de desempenho, novos recursos de segurança para crianças e mudanças no design da interface, com foco em deixar a navegação mais responsiva e intuitiva.

A atualização inclui ainda novidades nos aplicativos Safari, Mail e Fotos, além de melhorias na integração do iPhone com outros dispositivos e sistemas. Entre elas está o suporte aprimorado para álbuns do iCloud no Windows e no Android.

iPhone 16E vs Iphone 16 Câmera

Quais são as novidades do iOS 27?

Veja as novidades do iOS 27:

  • Siri AI e Apple Intelligence

  • Edição de imagens e criatividade

  • Produtividade e navegação

  • Segurança e família

  • Desempenho e design

  • Outros recursos do iOS 27

Siri AI e Apple Intelligence

A nova Siri AISiri AI usa os recursos da Apple Intelligence para compreender melhor o contexto das conversas e das informações armazenadas no aparelho. Entre as novidades está um aplicativo dedicado da Siri, que reúne as conversas com a assistente em um único lugar. O usuário também pode fixar interações e continuar conversas entre o iPhone e o iPad.

A assistente vai trabalhar com o Contexto Pessoal, recurso que permite encontrar informações específicas armazenadas no aparelho. Com comandos de voz, por exemplo, é possível procurar e-mails, fotos antigas ou notas. A Siri também vai ganhar a capacidade de executar ações dentro de aplicativos, como corrigir uma mensagem enviada ou adicionar uma música que está tocando a uma playlist.

Já a Escrita Assistida permite criar rascunhos a partir do zero, fazer sugestões de texto e adaptar tom e pontuação ao estilo do usuário nos aplicativos Mail e Mensagens. O Modo Siri na Câmera usa inteligência visual para responder perguntas e realizar buscas sobre objetos e cenários capturados pelo visor em tempo real.

iPhone 16E Dynamic Island

Edição de imagens e criatividade

O aplicativo Fotos também recebe novos recursos baseados em inteligência artificial. Entre eles está o Reenquadramento Espacial, que possibilita estender imagens, além de uma versão aprimorada da ferramenta Limpeza, usada para remover objetos indesejados das fotos.

O Image Playground também ganha espaço no sistema. A ferramenta cria imagens a partir de descrições em texto e oferece diferentes estilos, incluindo opções com aparência fotorrealista.

Produtividade e navegação

O Safari vai agrupar abas automaticamente por tópicos, facilitando a organização de páginas abertas no navegador. O recurso Me Avisar também acompanha alterações em sites, como mudanças de preço ou reposição de produtos em estoque.

No Mail, a busca recebe um sistema de classificação que coloca os resultados considerados mais relevantes no topo da lista. Já o Contexto da Chamada usa informações de outros aplicativos durante ligações para empresas. Assim, dados relevantes, como códigos de voo armazenados em um e-mail, podem ser selecionados pelo sistema quando forem necessários.

Com os Atalhos Inteligentes, é possível criar automações mais complexas a partir de descrições feitas em linguagem natural.

iPhone 16E Câmera

Segurança e família

O iOS 27 amplia os recursos de segurança para crianças e famílias. Os responsáveis podem definir quais aplicativos os filhos podem usar, enquanto o Pedir para Navegar exige autorização para acessar novos sites.

A Segurança de Comunicação também vai detectar e impedir a visualização de conteúdos violentos ou perturbadores no Mensagens e no FaceTime, além de nudez. Os controles de tempo de uso também ganham referências específicas para cada idade, elaboradas por especialistas em desenvolvimento infantil.

Desempenho e design

O iOS 27 traz melhorias de desempenho em diferentes áreas do sistema. Segundo a Apple, os aplicativos podem abrir até 30% mais rápido e as fotos carregam 70% mais rápido na fototeca. As transferências pelo AirDrop também podem ficar até 80% mais rápidas.

No visual, o Liquid Glass recebe ajustes que proporcionam uma refração mais uniforme e maior contraste. A mudança busca melhorar a leitura e a nitidez dos elementos da interface, incluindo os ícones.

O sistema também ganha transições de rede inteligentes. O iPhone consegue escolher a melhor conexão disponível entre Wi-Fi e rede celular para reduzir interrupções.

iPhone 16 Pro Max Tela de Configurações Rapida

Outros recursos do iOS 27

O sistema ainda reúne novidades em diferentes áreas. Na saúde, o aplicativo Acompanhamento de Ciclo vai emitir notificações sobre padrões relacionados à perimenopausa e à menopausa.

Na acessibilidade, o iOS 27 adiciona legendas sincronizadas automaticamente em vídeos e descrições mais detalhadas de imagens no VoiceOver.

O aplicativo Casa recebe recursos de inteligência artificial para resumir vídeos de câmeras de segurança e encontrar ocorrências específicas nas gravações.

No Mapas, o sistema oferece Flyover mais detalhado, com modelos de inteligência visual para renderizar elementos arquitetônicos com maior precisão.

Os AirPods Pro 3 também ganham novos recursos relacionados ao iOS 27, incluindo equalização personalizada para graves, médios e agudos e monitoramento da frequência cardíaca por meio do GymKit.

Quais são os iPhones compatíveis com o iOS 27?

O iOS 27 será compatível com os seguintes modelos:

  • iPhone 17 Pro Max

  • iPhone 17 Pro

  • iPhone Air

  • iPhone 17

  • iPhone 17e

  • iPhone 16 Pro Max

  • iPhone 16 Pro

  • iPhone 16 Plus

  • iPhone 16

  • iPhone 16e

  • iPhone 15 Pro Max

  • iPhone 15 Pro

  • iPhone 15 Plus

  • iPhone 15

  • iPhone 14 Pro Max

  • iPhone 14 Pro

  • iPhone 14 Plus

  • iPhone 14

  • iPhone 13 Pro Max

  • iPhone 13 Pro

  • iPhone 13

  • iPhone 13 mini

  • iPhone 12 Pro Max

  • iPhone 12 Pro

  • iPhone 12

  • iPhone 12 mini

  • iPhone 11 Pro Max

  • iPhone 11 Pro

  • iPhone 11

  • iPhone SE (2ª geração e posterior)

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “8 melhores novidades do iOS 27 para quem tem iPhone antigo”.

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Novo Apple Watch Ultra promete mais de 2 dias longe da tomada

9 de Setembro de 2026, 15:08

A Apple apresentou o Apple Watch Ultra 4 com uma evolução importante na bateria. O novo relógio promete até 50 horas de autonomia no uso cotidiano, tempo suficiente para passar mais de dois dias longe da tomada. A duração pode ficar ainda maior com o Modo Pouca Energia, que amplia a estimativa para até 84 horas. A recarga também ficou mais rápida: segundo a Apple, 15 minutos na tomada acrescentam até 18 horas de uso.

Bateria foi pensada para treinos mais longos

A Apple também criou novos modos de treino para quem precisa registrar atividades por muitas horas sem abrir mão do GPS e do monitoramento cardíaco.

No Extended Workout, o Apple Watch Ultra 4 consegue acompanhar exercícios ao ar livre por até 25 horas, com GPS e leitura de frequência cardíaca ativos. Segundo a fabricante, isso representa um aumento de 25% em relação ao modelo anterior.

Captura de Tela 2026-09-09 às 14.37.45

Para alcançar essa autonomia, o relógio ativa o Modo Pouca Energia durante o exercício. Com isso, algumas métricas avançadas de corrida deixam de ficar disponíveis.

Como funciona o modo para ultramaratonas?

Para atividades ainda mais longas, há o Max Extended Workout. O recurso permite registrar corridas, caminhadas e trilhas por até 45 horas, tempo que, segundo a Apple, costuma ser suficiente para completar uma prova de 100 milhas, cerca de 161 km.

Mesmo nesse modo de economia mais agressivo, o relógio continua com o GPS ativo e registra a localização a cada segundo, o que permite manter um acompanhamento detalhado do percurso.

Em troca da autonomia maior, o Max Extended Workout desativa alertas e parciais do treino, além de deixar algumas métricas indisponíveis. O objetivo é priorizar o registro contínuo da atividade e evitar que o relógio fique sem bateria no meio de provas muito longas.

O Apple Watch Ultra 4 foi apresentado nesta quarta-feira (9) ao lado do Apple Watch Series 12 com "sensor mais preciso do mundo". 

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Apple leva uma das maiores frustrações do ChatGPT para a IA do iPhone

9 de Setembro de 2026, 15:05

A Apple confirmou nesta quarta-feira (9) que alguns recursos da Apple Intelligence terão limites de uso diário. A restrição vale para funções que dependem de modelos de IA executados nos servidores da empresa, como a nova Siri AI, ferramentas inteligentes de edição de fotos, o Image Playground e os modelos AFM 3 Cloud usados no aplicativo Atalhos.

A empresa não divulgou quantas solicitações cada recurso permitirá por dia. Segundo a Apple, os limites podem variar conforme o recurso utilizado, a complexidade do pedido, a demanda sobre os sistemas e outras políticas.

A situação lembra uma das principais limitações enfrentadas por usuários de serviços como o ChatGPT, que também impõem cotas de utilização para determinados modelos e ferramentas. No caso da Apple, porém, o controle está diretamente relacionado ao uso de modelos hospedados nos servidores da companhia.

Apple Intelligence terá limites diários para alguns recursos

O limite não vale para toda a Apple Intelligence. A Apple afirma que a restrição se aplica a alguns recursos que dependem de modelos de servidor potentes, enquanto outras funções podem ser executadas diretamente no dispositivo.

A arquitetura da Apple combina processamento local com o Private Cloud Compute, sistema criado para executar tarefas mais pesadas na nuvem mantendo mecanismos de privacidade. A necessidade de servidores para determinados recursos é justamente o motivo apontado pela companhia para estabelecer as cotas diárias.

A Apple não informou, entretanto, quais são os limites numéricos de cada ferramenta.

Quais recursos terão limite?

A lista divulgada pela Apple inclui a Siri AI, nova versão da assistente que chega em beta com o iOS 27. Também estão sujeitos às cotas as ferramentas inteligentes de edição de fotos, o Image Playground e os modelos AFM 3 Cloud utilizados no Atalhos.

Os limites podem ser diferentes entre as funções. A Apple afirma que a quantidade de uso disponível depende de fatores como a complexidade de cada solicitação e a demanda sobre os sistemas.

A Siri AI começa a ser disponibilizada em inglês em 14 de setembro. O suporte a francês, japonês, coreano, português e espanhol está previsto para outubro, embora a disponibilidade possa variar conforme a região.

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iCloud+ aumenta os limites

A Apple também confirmou que a maioria dos planos de assinatura do iCloud+ oferece limites diários maiores para recursos da Apple Intelligence. A companhia cita especificamente a geração de imagens entre as funções beneficiadas.

Ainda não há, porém, uma tabela pública mostrando quantos usos cada plano oferece. Portanto, não é possível afirmar neste momento qual será a diferença entre uma conta gratuita e cada modalidade paga do iCloud+.

A Apple também diz que o acesso ampliado a esses recursos estará disponível mediante pagamento no futuro. A empresa não informou se essa cobrança será vinculada ao iCloud+, a um novo plano ou a outro formato.

iPhone 18 Pro e Pro Max são lançados pela Apple

A Apple apresentou nesta quarta-feira (9) o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max, novos celulares de ponta da companhia. Os aparelhos usam o chip A20 Pro de 2 nanômetros, têm câmera principal de 48 MP com abertura variável, novo modem C2, sistema de gerenciamento térmico aprimorado e melhorias de bateria.

Os modelos também são os primeiros iPhones anunciados pela Apple já com a nova geração da Apple Intelligence e a Siri AI como parte central da experiência de software.

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Shopee derruba preço do Galaxy Fit3 e pulseira inteligente sai por R$ 176

9 de Setembro de 2026, 15:05

A Samsung Galaxy Fit3 voltou a aparecer em uma faixa de preço bastante agressiva. A smartband está disponível por R$ 176,32 na Shopee, com o cupom exclusivo C4N4LT3CH0909PB. A promoção é voltada para pagamento via Pix e pode ser uma alternativa interessante para quem quer acompanhar atividades físicas e indicadores de saúde sem investir em um smartwatch completo.

Com tela AMOLED de 1,6 polegada, bateria de até 13 dias e mais de 100 modalidades de exercícios, a Galaxy Fit3 reúne os recursos essenciais de uma pulseira inteligente em um corpo compacto. O modelo também monitora frequência cardíaca, oxigenação do sangue, sono e estresse, além de contar com resistência de 5 ATM e certificação IP68.

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Galaxy Fit3 vale a pena?

A Galaxy Fit3 é voltada para quem procura uma forma simples de acompanhar a rotina de exercícios e alguns indicadores de bem-estar. A tela AMOLED de 1,6 polegada tem resolução de 256 x 402 pixels e permite visualizar métricas, notificações e controles diretamente no pulso. O corpo pesa apenas 18,5 gramas sem a pulseira, segundo a Samsung.

O conjunto de sensores inclui frequência cardíaca, acelerômetro, giroscópio, barômetro e sensor de luz, permitindo registrar atividades e acompanhar diferentes métricas. A pulseira também oferece recursos como detecção de quedas e chamada de emergência, além de monitoramento do sono.

A bateria de 208 mAh promete até 13 dias de uso, embora a autonomia real varie conforme os recursos ativados e o perfil de utilização. A proteção de 5 ATM e IP68 também torna o dispositivo adequado para acompanhar exercícios e contato cotidiano com água.

Um dos principais diferenciais aparece para quem já utiliza um celular Samsung Galaxy. A Fit3 pode funcionar como extensão do ecossistema, permitindo controlar músicas, acionar a câmera remotamente, sincronizar modos e até ajudar a encontrar o smartphone com o SmartThings Find.

Galaxy Fit 3

Por outro lado, a pulseira não possui GPS próprio e depende do smartphone pareado para registrar a localização de atividades externas. Além disso, a compatibilidade é restrita a celulares Android, o que elimina a Fit3 como opção para quem utiliza iPhone.

Por R$ 176,32, entretanto, essas limitações são compensadas pelo conjunto. A oferta é indicada principalmente para quem quer monitoramento básico de exercícios, sono e saúde, além de notificações no pulso, sem precisar pagar por um smartwatch mais completo.

Galaxy Fit3, Huawei Band 10 ou Xiaomi Smart Band 9?

A Huawei Band 10 é a concorrente mais próxima em preço. O modelo aparece atualmente por cerca de R$ 179 no Mercado Livre e oferece tela AMOLED de 1,47 polegada, 100 modos de treino, monitoramento de frequência cardíaca e SpO₂ e recursos avançados de acompanhamento do sono. A bateria pode chegar a 14 dias, dependendo do uso.

A Xiaomi Smart Band 9 aposta em uma tela AMOLED um pouco maior, de 1,62 polegada, brilho de até 1.200 nits e mais de 150 modalidades esportivas. O principal destaque é a autonomia de até 21 dias em uso típico, bem superior à anunciada pela Samsung.

A Huawei Band 10 leva vantagem para quem usa iPhone ou prioriza recursos de sono, enquanto a Xiaomi é mais interessante para quem quer autonomia prolongada e uma variedade maior de modalidades esportivas.

Já a Galaxy Fit3 é a escolha mais equilibrada nesta oferta, principalmente para usuários de celulares Samsung. Por menos de R$ 180, ela entrega tela AMOLED, mais de 100 exercícios, monitoramento de saúde, bateria de até 13 dias e integração com o ecossistema Galaxy. Para quem não precisa de GPS próprio ou de funções avançadas de smartwatch, é um pacote bastante competitivo.

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Virou TV aberta: volume de comerciais na Netflix teve aumento alarmante em 2026

9 de Setembro de 2026, 15:02

A carga de anúncios nos principais serviços de streaming dos Estados Unidos aumentou, em média, 18% entre janeiro e agosto de 2026. Dados da firma de pesquisa Ampere Analysis, obtidos com exclusividade pelo Business Insider, mostram uma mudança na experiência de quem assiste a filmes e séries: as interrupções comerciais estão cada vez mais presentes nas plataformas. 

A Netflix ainda tem a menor carga de publicidade entre os principais serviços analisados, com menos de 2,5 minutos de anúncios por hora. Mesmo assim, foi a plataforma que registrou o maior crescimento no período. A média passou de 1,40 minuto por hora em janeiro para 2,44 minutos em agosto, uma alta de 74%. 

No outro extremo está o Paramount+, que lidera o ranking de publicidade com mais de nove minutos de comerciais por hora. Assim, cerca de 15% do tempo de exibição fica reservado para anúncios. Segundo a Ampere Analysis, apenas o Prime Video reduziu a carga de publicidade entre as nove plataformas de streaming mais assistidas no período, passando de 2,78 minutos por hora em janeiro para 2,60 minutos em agosto.

Em agosto de 2026, a média geral de comerciais exibidos pelas principais plataformas de streaming nos EUA foi de pouco mais de 5 minutos por hora. O movimento acontece em meio à chamada “streamflation”, termo usado para descrever a alta dos preços das assinaturas de streaming. Com planos sem anúncios cada vez mais caros, parte do público acaba migrando para opções mais baratas com publicidade. Dados da Antenna indicam que cerca de 60% dos novos usuários escolhem planos com anúncios no momento do cadastro.

Anúncios nos streamings

Anúncios aumentam o lucro dos streamings

O aumento da publicidade está relacionado à busca por maior rentabilidade e à pressão de investidores sobre as empresas de mídia. Hernan Lopez, fundador da consultoria de mídia Owl & Co., escreveu em um relatório do início de setembro que as equipes de gestão estão sendo pressionadas a encontrar novas formas de aumentar a receita gerada pelo streaming e pela publicidade, sem comprometer as margens a longo prazo. 

O crescimento da base de usuários também ficou mais caro. Com o custo de aquisição de novos assinantes em alta, as plataformas começaram a buscar mais receita entre as pessoas que já utilizam seus serviços, segundo Brandon Katz, analista da Greenlight Analytics, em entrevista ao Business Insider.

Embora custem menos para o consumidor, os planos com publicidade podem gerar mais receita por usuário quando atingem uma escala suficiente. Isso acontece porque a plataforma combina o valor pago pela assinatura com o dinheiro recebido dos anunciantes.

Esse modelo ajuda a explicar por que os serviços vêm ampliando a oferta de planos com anúncios e reajustando os preços das opções sem comerciais.

Apps de streaming - Disney+, Prime Video, HBO Max e Netflix

Consumidor começa a equilibrar os gastos 

Os aumentos de preços registrados nos últimos 12 meses, incluindo reajustes na Disney+, HBO Max, Peacock e, mais recentemente, Netflix e Apple TV, também influenciaram o comportamento dos assinantes. Embora tenha reajustado seus preços em agosto de 2026, a Apple TV é uma das poucas grandes plataformas que ainda não oferece uma modalidade com anúncios.

Segundo a Antenna, 11% dos usuários de planos com anúncios no primeiro trimestre de 2026 eram pessoas que anteriormente pagavam por opções mais caras e sem comerciais. O índice era de 7% em 2024.

O problema é que essa conta fica menos atraente conforme a quantidade de anúncios aumenta. No Paramount+, por exemplo, a média já ultrapassa nove minutos de publicidade por hora, aproximando a experiência de exibição daquela encontrada na televisão tradicional.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “Quanto custa assinar todos os streamings no Brasil?”.

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Carro elétrico desvaloriza muito? Estudo revela surpresa nos seminovos

9 de Setembro de 2026, 15:00

Será que os carros elétricos sofrem desvalorização assim como os modelos a combustão? Segundo um levantamento do Banco BV em conjunto com a Fenauto (Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores), a resposta é: depende, e os principais fatores são a combinação entre a idade do carro e a tecnologia.

O movimento ocorre porque os seminovos eletrificados com até dois anos mantêm alta valorização devido à forte demanda e baixa oferta. Por outro lado, os modelos com mais de três anos sofrem quedas acentuadas provocadas pela rápida evolução tecnológica do setor.

carro elétrico carregando carregador

A transformação recente do mercado explica esse descompasso. Se considerarmos o período dos primeiros anos da expansão elétrica no país, a chegada contínua de novas marcas e versões reduziu os custos do segmento e acelerou o avanço na capacidade das baterias e na velocidade de recarga.

Depreciação de carro elétrico

O resultado? A pressão começou a crescer nas cotações de revenda dos elétricos mais antigos. Segundo a Fenauto, a perda de valor nos eletrificados usados não decorre apenas da rodagem e do desgaste físico — na verdade, o principal fator parece ser a rápida defasagem de seus recursos frente às novidades da indústria.

O que acontece é que, enquanto as unidades com até 12 meses de uso se beneficiam da procura aquecida por modelos recentes, os carros com cerca de três anos ou mais seguem enfrentando a concorrência direta de zero-quilômetros modernos e mais acessíveis.

Na prática, a oferta de carros novos com maior autonomia e preços reduzidos foi um fator de peso na precificação do mercado. Os modelos de entrada mais recentes já entregam alcance superior por valores mais em conta que aqueles cobrados por carros elétricos há quatro anos, ou seja, os seminovos veteranos tiveram que encarar reajustes para continuarem competitivos.

E, afinal, será que os carro elétricos gastam menos que o a combustão? Fizemos as contas!

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Apple lança iPhone Duo, seu primeiro celular dobrável

9 de Setembro de 2026, 14:56

Finalmente o tão aguardado iPhone dobrável veio aí. Nesta quarta-feira (9), a Apple anunciou o iPhone Duo, durante o evento anual da empresa. É a estreia da marca no segmento de smartphones dobráveis. O iPhone Duo adota um formato de passaporte, com uma tela externa para o uso tradicional e um painel interno maior que aparece quando o aparelho é aberto.

Com isso, o celular pode ser usado tanto como um smartphone convencional quanto como um dispositivo com área ampliada para aplicativos, vídeos e outras tarefas.

Fechado, o smartphone tem uma tela externa Super Retina XDR de 5,4 polegadas, que oferece 90% da área de tela do iPhone 18 Pro. Quando aberto, o display interno chega a 7,6 polegadas e é 50% maior que a tela do iPhone 18 Pro Max.

As duas telas têm a mesma proporção, o que permite que o conteúdo mantenha uma escala semelhante quando o usuário passa de um painel para o outro. A Apple também afirma que a experiência é contínua durante a abertura, o fechamento e a rotação do aparelho.

O iPhone Duo será vendido nas cores star white e night sky, com estrutura feita de titânio grau 5 e acabamento polido. A tampa da dobradiça tem acabamento microjateado, enquanto a parte traseira é protegida pelo Ceramic Shield.

iPhone Duo

A tela externa conta com Ceramic Shield 2, que, segundo a Apple, tem resistência a riscos três vezes maior que a geração anterior. O aparelho também tem certificação IP68 contra água e poeira.

Apple tenta reduzir o vinco da tela

Um dos principais desafios dos celulares dobráveis está na região em que o display é dobrado. Para lidar com isso, a Apple desenvolveu uma construção de múltiplas camadas para a tela interna do iPhone Duo.

O painel conta com um revestimento resistente a riscos e uma camada externa de nano-textura. Além de reduzir reflexos, a superfície fosca ajuda a diminuir a percepção do vinco no centro da tela.

A construção inclui vidros de alta resistência acima e abaixo do display. A Apple também colocou uma placa de titânio sob o painel para aumentar a resistência.

iPhone Duo com Apple Pencil

Na parte externa, o iPhone Duo possui uma tela Super Retina XDR de 5,4 polegadas. Segundo a Apple, ela oferece 90% da área de tela encontrada no iPhone 18 Pro.

Ao abrir o celular, o usuário encontra um painel Super Retina XDR de 7,6 polegadas, que é 50% maior que a tela do iPhone 18 Pro Max. O display interno foi pensado para oferecer uma área maior para consumo de conteúdo, jogos e multitarefa.

As duas telas têm a mesma proporção, permitindo que o conteúdo seja redimensionado de maneira proporcional durante a transição entre os painéis.

A tela inicial também ganha uma organização diferente. O iPhone Duo pode exibir duas páginas da Home Screen ao mesmo tempo. A Dynamic Island foi redesenhada para se adaptar ao formato dobrável e fica posicionada verticalmente na lateral das telas. Ela continua mostrando alertas e atividades em tempo real.

iPhone Duo usa chip A20 Pro

O primeiro iPhone dobrável é equipado com o A20 Pro, o mesmo chip presente nos iPhone 18 Pro. O componente é fabricado no processo de 2 nanômetros e recebeu uma arquitetura específica para lidar com as demandas do aparelho.

Segundo a Apple, a CPU de seis núcleos é até 20% mais rápida que a do A19 Pro. A GPU de sete núcleos chega a ser 40% mais rápida e eficiente, enquanto o novo Dual Neural Engine de 16 núcleos oferece duas vezes mais capacidade de processamento para modelos de inteligência artificial executados no dispositivo.

O A20 Pro também tem 50% mais largura de banda de memória unificada.

Para manter o desempenho em tarefas pesadas, a Apple criou um sistema térmico com uma câmara de vapor personalizada conectada diretamente ao pacote do chip. A solução ajuda a dissipar o calor durante jogos, multitarefa e processamento de inteligência artificial.

A empresa afirma que o iPhone Duo entrega até 35% mais desempenho sustentado que o iPhone 17 Pro. O armazenamento começa em 256 GB, com versões de 512 GB, 1 TB e 2 TB.

Câmeras do iPhone dobrável

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Na traseira, o iPhone Duo traz duas câmeras de 48 MP: uma Fusion principal, com sensor maior, abertura rápida, estabilização por deslocamento do sensor e teleobjetiva integrada de qualidade óptica de 2x, e uma Fusion Ultra Wide com suporte a fotos macro.

A câmera principal registra imagens de 24 MP por padrão e pode chegar a 48 MP. Na frente, há uma Center Stage de 12 MP, que ajusta o enquadramento automaticamente, além de uma câmera FaceTime sob a tela interna.

O formato dobrável também permite recursos como Smart Take, selfies com as câmeras traseiras usando a tela externa como prévia, Duo Preview, Kid Cue, Duo FaceTime e Dual Capture.

Para vídeos, a câmera principal grava em até 4K a 120 fps com Dolby Vision, enquanto o Time-lapse chega a 4K com Dolby Vision HDR. O aparelho também marca o retorno do Touch ID, integrado ao botão lateral, e pode ser apoiado parcialmente aberto para gravar vídeos sem tripé.

Bateria promete até 44 horas

O iPhone Duo usa uma arquitetura com duas baterias, sendo uma em cada metade do aparelho. A combinação permite aproveitar melhor o espaço interno e aumentar a capacidade disponível.

Segundo a Apple, o aparelho oferece até 31 horas de reprodução de vídeo usando a tela interna e até 44 horas usando a tela externa. Quando as duas telas são usadas de maneira equilibrada, a autonomia chega a 24 horas por carga.

O sistema de recarga rápida permite atingir até 50% de bateria em aproximadamente 20 minutos. No carregamento sem fio, o aparelho chega a 50% em cerca de 30 minutos com um carregador MagSafe ou Qi2.

Preço e disponibilidade

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O iPhone Duo será vendido nos Estados Unidos a partir de US$ 1.999, cerca de R$ 10.27. O preço inicial corresponde à versão com 256 GB de armazenamento. O aparelho também terá configurações de 512 GB, 1 TB e 2 TB, mas a Apple não informou no release os preços individuais de cada capacidade.

A pré-venda começa em 16 de outubro, enquanto as primeiras unidades chegam às lojas em 23 de outubro. O Brasil está entre os mais de 70 países e regiões que receberão o iPhone Duo já na primeira leva. A pré-venda brasileira começa em 16 de outubro, mas a Apple ainda não divulgou o preço do aparelho no país.

O evento que anunciou o iPhone Duo também trouxe o iPhone 18 Pro, que fica 40% mais rápido e ganha bateria de Pro Max.

Ficha técnica do iPhone Duo

Característica iPhone Duo
Tela externa 5,4 polegadas, Super Retina XDR, ProMotion, Always On
Tela interna 7,6 polegadas, Super Retina XDR, ProMotion, Always On
Brilho máximo 3.000 nits
Acabamento da tela interna Nano-textura
Chipset Apple A20 Pro
CPU 6 núcleos
GPU 7 núcleos
Neural Engine Dual 16-core
Processo de fabricação 2 nm
RAM Não divulgada oficialmente
Armazenamento 256 GB, 512 GB, 1 TB ou 2 TB
Câmera principal Fusion de 48 MP
Câmera ultrawide Fusion de 48 MP
Câmera telefoto Qualidade óptica de 2x
Câmera externa Center Stage de 12 MP
Câmera interna FaceTime sob a tela
Biometria Touch ID no botão lateral
Bateria Arquitetura com duas células
Autonomia Até 31 horas com tela interna / 44 horas com tela externa
Carregamento Até 50% em cerca de 20 minutos
Carregamento sem fio Até 50% em cerca de 30 minutos
Conectividade Wi-Fi 7, Bluetooth 6, Thread, eSIM
Modem Apple C2
SIM físico Não
Sistema iOS 27.1
Resistência IP68
Material Titânio grau 5
Cores Star white e night sky
Apple Pencil Compatível com Apple Pencil USB-C a partir do fim de 2026
Preço inicial US$ 1.999 / cerca de R$ 10.275

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iPhone 18 ganha recursos de câmera que antes eram coisa de câmera profissional

9 de Setembro de 2026, 14:53

A Apple apresentou o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max nesta quarta-feira (9) com uma das maiores mudanças já feitas no sistema de câmeras da linha. Os novos celulares finalmente adotam abertura variável na câmera principal, recurso tradicionalmente associado a câmeras profissionais que permite controlar fisicamente a quantidade de luz que chega ao sensor.

A novidade coloca os modelos Pro mais próximos da experiência de uma câmera dedicada. Em vez de depender exclusivamente de processamento computacional para lidar com diferentes condições de iluminação, o usuário passa a contar com controle sobre a abertura da lente, permitindo adaptar a captura à situação.

A abertura de uma lente determina quanto de luz chega ao sensor e também influencia características como profundidade de campo. Em câmeras tradicionais, fotógrafos podem alterar esse parâmetro para adaptar a imagem à cena.

No iPhone 18 Pro, a Apple incorporou essa possibilidade à câmera principal de 48 MP. A abertura variável pode ajudar especialmente em situações de pouca luz, além de permitir maior controle sobre o resultado de fotografias com diferentes níveis de iluminação.

Na prática, isso representa uma mudança importante em relação aos iPhones anteriores, que utilizavam uma abertura fixa em suas câmeras. A abertura variável vinha sendo apontada como uma das principais novidades fotográficas da geração e agora foi confirmada pela Apple.

Captura de Tela 2026-09-09 às 14.22.02

iPhone ganha ferramentas de fotografia profissional

A evolução não está apenas no hardware. A Apple também prepara o sistema de câmera para oferecer controles mais avançados, aproximando o celular das ferramentas encontradas em equipamentos voltados a fotógrafos.

Entre os recursos anunciados para a nova geração estão ferramentas como histograma e waveform para análise de exposição, focus peaking para auxiliar na confirmação do foco e alertas de áreas superexpostas. Também foram citados controles de foco manual e correções de imagem baseadas na abertura utilizada.

Essas funções são particularmente interessantes para quem prefere ter maior controle sobre a captura em vez de deixar todas as decisões nas mãos dos algoritmos automáticos.

O focus peaking, por exemplo, destaca visualmente as regiões que estão em foco. Já histogramas e formas de onda ajudam a avaliar a distribuição de luz da imagem antes ou depois da captura, ferramentas comuns em fluxos profissionais de fotografia e vídeo.

Captura de Tela 2026-09-09 às 14.21.46

Mais controle sem abandonar a fotografia computacional

Apesar da aproximação com câmeras profissionais, a Apple não abandonou a estratégia de fotografia computacional que se tornou característica do iPhone.

O processamento de imagem continua responsável por combinar dados dos sensores, ajustar exposição e melhorar resultados em situações difíceis. A diferença é que o hardware passa a oferecer uma variável adicional para o fotógrafo controlar.

A abertura variável também pode contribuir para melhorar fotografias em ambientes escuros. Segundo a cobertura do lançamento, a câmera principal de 48 MP ganhou justamente esse mecanismo, com a proposta de ampliar a capacidade do aparelho em diferentes condições de iluminação.

Pro e Pro Max recebem foco nas câmeras

Os novos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max mantêm o posicionamento de aparelhos voltados a usuários que procuram o máximo em fotografia e vídeo dentro do ecossistema da Apple.

Além das câmeras atualizadas, os celulares são equipados com o novo chip A20 Pro de 2 nanômetros, que promete aumento de desempenho e eficiência energética. Os aparelhos também receberam melhorias no gerenciamento térmico e na autonomia, além de um recurso que identifica fotos criadas com IA.

A combinação entre processamento mais potente e novo sistema óptico é importante porque muitos dos recursos avançados de fotografia dependem justamente da capacidade do aparelho de analisar e processar grandes quantidades de dados rapidamente.

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iPhone 18 Pro ganha recurso para provar que foto não foi criada por IA

9 de Setembro de 2026, 14:43

Nesta quarta-feira (9), durante o Apple Event, a empresa anunciou o iPhone 18 Pro com um recurso para provar que foto não foi criada por IA. Chamado Apple Reference Image, o sistema usa dados capturados pelo sensor da câmera para criar uma espécie de registro original da imagem.

A novidade foi pensada para um cenário em que imagens geradas ou alteradas por inteligência artificial estão cada vez mais difíceis de identificar. No iPhone 18 Pro, o sensor da câmera principal pode assinar cada pixel capturado.

Quando o usuário fotografa no  novo iPhone 18 Por ou 18 Pro Max com o modo Reference, os dados assinados do sensor são processados pelo Private Cloud Compute para criar uma imagem de referência que não pode ser alterada. Ela fica disponível no aplicativo Fotos ao lado da imagem principal, funcionando como uma espécie de negativo digital.

Dessa forma, é possível comparar os dois arquivos visualmente e verificar se houve alterações na foto original. A Apple destaca que a ferramenta pode ser especialmente útil para fotojornalistas, fotógrafos e outras pessoas que precisam comprovar a origem de uma imagem.

O sistema também trabalha com metadados e terá suporte ao padrão SynthID, desenvolvido para ajudar na identificação de imagens criadas ou editadas por IA.

Câmera do iPhone 18 Pro ganha abertura variável

iphone 18 Pro

O recurso de autenticidade faz parte de um sistema de câmeras mais avançado no iPhone 18 Pro. A principal novidade é a câmera Fusion de 48 MP com abertura variável, algo inédito nos celulares da Apple.

A lente tem seis lâminas que se movimentam para oferecer quatro configurações diferentes de abertura. O usuário pode controlar esse ajuste manualmente no aplicativo Câmera, enquanto o aparelho também pode alterar a abertura automaticamente de acordo com iluminação e profundidade de campo.

A câmera principal ganhou um novo sensor e melhorias no processamento computacional das imagens. Segundo a Apple, as mudanças ajudam a produzir fotos mais detalhadas, melhorar registros em ambientes escuros e preservar detalhes em pessoas que aparecem ao fundo de fotos em grupo.

Com o conjunto, o iPhone 18 Pro tenta melhorar a qualidade das fotos e ainda criar ferramentas para mostrar quando uma imagem realmente veio da câmera do aparelho. E agora o iPhone 18 Pro é oficial: veja o que realmente mudou em relação ao 17 Pro.

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Nova Siri AI já tem data para começar a falar português no iPhone; confira

A Apple confirmou que a Siri AI, nova versão da assistente do iOS e outros sistemas da empresa, ganhará uma versão em português a partir de outubro deste ano. A ferramenta ficou mais inteligente e terá um app próprio no estilo ChatGPT.

A Siri AI foi anunciada oficialmente pela empresa em junho deste ano, durante a conferência WWDC. A assistente será lançada na versão estável do iOS 27 em setembro, mas apenas em inglês (o idioma também era o único compatível com a versão Beta do sistema).

Durante o evento de lançamento do novo iPhone 18 Pro, a Maçã confirmou que o recurso chega em português em outubro. Os outros idiomas compatíveis a partir do próximo mês serão espanhol, francês, japonês e coreano. 

A demora vai ser bem menor do que o lançamento do Apple Intelligence: o pacote de IA chegou em outubro de 2024 em inglês, mas só ganhou uma versão em português meses depois, em março de 2025.

Siri AI lançamento idiomas

O que muda com a nova Siri?

A Siri enfim deu o salto para a era da IA generativa e se tornou capaz de analisar o conteúdo na tela. A assistente consegue conectar informações entre diferentes apps para trazer resultados personalizados e automatizar tarefas — todo o processo ocorre de acordo com os padrões de privacidade da Apple.

A ferramenta está mais inteligente e conversacional, capaz de manter interações mais longas. Há um novo aplicativo em formato de chatbot para facilitar pesquisas e armazenar o histórico de conversas.

Quais iPhones são compatíveis com a novidade?

A Siri AI chega com o iOS 27 e pode ser acessada por todos os iPhones compatíveis com o Apple Intelligence. Veja a lista completa de aparelhos:

  • iPhone 15 Pro ou posterior
  • iPhone 15 Pro Max ou posterior
  • iPhone 16 ou posterior
  • iPad mini (A17 Pro)
  • MacBook Neo (A18 Pro)
  • iPad com chip M1 ou posterior
  • Mac com chip M1 ou posterior
  • Apple Watch 9ª geração ou posterior
  • Apple Watch Ultra 2 ou posterior
  • Apple Watch SE 3
  • Apple Vision Pro

Conheça o novo iPhone 18 Pro e as mudanças com relação ao antecessor.

 

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Apple Watch Ultra 4 chega com sensor mais preciso do mundo em um vestível

9 de Setembro de 2026, 14:37

A Apple apresentou nesta quarta-feira (9) o Apple Watch Ultra 4 e o Apple Watch Series 12, novas gerações de seus relógios inteligentes. Embora tenham propostas diferentes, os dois modelos compartilham uma das principais novidades da geração: o Sistema de Sensoriamento de Saúde, que promete oferecer o monitoramento de frequência cardíaca mais preciso em um dispositivo vestível.

A tecnologia combina novos sensores ópticos e elétricos com o chip S11, permitindo medições mais recorrentes da frequência cardíaca e da variabilidade da frequência cardíaca (VFC). Os dados servem de base para novos recursos de saúde e condicionamento físico, incluindo a inédita pontuação de prontidão, que tenta indicar se o corpo está preparado para atividades mais intensas ou se precisa de recuperação.

Apple Watch Ultra 4 tem bateria para até 50 horas

O Apple Watch Ultra 4 mantém a proposta de ser o modelo mais resistente da família, com caixa de titânio disponível nas opções natural e preto. O relógio também ganhou melhorias direcionadas a atletas e aventureiros, incluindo o que a Apple classifica como o GPS integrado mais preciso em um relógio esportivo.

A autonomia é um dos principais diferenciais. O Ultra 4 promete até 50 horas de uso diário, podendo chegar a 84 horas no modo de pouca energia. Para atividades ao ar livre, o modo de treino estendido oferece até 25 horas de rastreamento com GPS completo, enquanto o modo de treino máximo estendido chega a 45 horas, com leituras de GPS a cada segundo.

A recarga rápida também evoluiu: 15 minutos na tomada podem adicionar até 18 horas de bateria.

Series 12 aposta em formato mais convencional

Já o Apple Watch Series 12 mantém a proposta de smartwatch tradicional, mas recebe o mesmo sistema de sensoriamento de saúde e o chip S11. O modelo mede a frequência cardíaca a cada cinco segundos ao longo do dia, utilizando LEDs verdes maiores e mais eficientes no sensor óptico.

A VFC passa a ser medida até 24 vezes mais frequentemente. A Apple divide o indicador em duas categorias: VFC de Recuperação, voltada para sinais diários de estresse e recuperação, e VFC Geral, direcionada a informações mais amplas sobre a saúde cardiovascular.

O Series 12 terá caixas de 42 mm e 46 mm, com opções de alumínio, titânio e cerâmica. Entre os acabamentos estão preto, ouro claro, cinza espacial, titânio natural, ouro radiante, branco pérola e azul noite.

A autonomia chega a 24 horas, enquanto 15 minutos de carregamento garantem até 12 horas adicionais de bateria. Em treinos ao ar livre, a Apple promete até 10 horas de uso.

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Prontidão transforma dados em uma nota de 0 a 10

Nos dois relógios, o novo recurso de prontidão reúne atividade recente, carga de treinamento, sinais vitais e pontuação de sono para gerar uma nota diária entre 0 e 10.

Em vez de apresentar apenas os números coletados pelos sensores, o sistema transforma as informações em recomendações como “Recuperar”, “Maneirar”, “Pronto” e “Vai com Tudo”. A pontuação pode mudar durante o dia conforme novos dados, como um treino intenso, são registrados.

A Apple também redesenhou o aplicativo Saúde do iPhone, que receberá no fim do ano uma nova aba Longevidade. Entre os recursos está a Idade de Saúde, que compara a evolução das métricas do usuário com sua idade real.

Apple Intelligence chega aos relógios

O chip S11 também amplia o uso de inteligência artificial nos relógios. Com o watchOS 27, a Apple Intelligence alimenta a Siri no Apple Watch, permitindo que a assistente compreenda melhor o contexto pessoal e utilize um conhecimento mais amplo.

Outro destaque é a Inteligência de Áudio. O microfone do relógio, combinado ao processamento do S11, permite identificar sons importantes como sirenes, alarmes, campainhas e choro de bebê.

O recurso Live Rewind também pode exibir em texto os últimos 15 segundos de uma conversa após um clique duplo na Digital Crown. Há ainda o Siri Recap, para resumir os principais pontos de conversas, e integração com o Shazam para identificar músicas.

O Apple Watch Series 12 parte de US$ 399 (cerca de R$ 2.036), enquanto o Apple Watch Ultra 4 começa em US$ 799 (R$ 4.078) nos Estados Unidos. A pré-venda dos dois modelos começa nesta quarta-feira (9), com disponibilidade prevista para 18 de setembro de 2026. 

Ainda não temos datas para pré-venda ou disponibilização no Brasil, mas a Apple já revelou que o novo Apple Watch Ultra 4 terá preços a partir de R$ 10.499, enquanto Apple Watch Series 12 parte de R$ 5.499 com várias versões. Veja os preços para cada variante:

Configuração Preço inicial no Brasil
Apple Watch Series 12 Alumínio a partir de R$ 5.499
Apple Watch Series 12 Titânio a partir de R$ 9.299
Apple Watch Series 12 Cerâmica a partir de R$ 11.899
Apple Watch Series 12 42 mm a partir de R$ 5.499
Apple Watch Series 12 46 mm a partir de R$ 6.099
Apple Watch Series 12 GPS a partir de R$ 5.499
Apple Watch Series 12 GPS + Cellular a partir de R$ 6.799

Durante a apresentação, a Apple também anunciou a nova geração do iPhone e dos seus fones AirPods.

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Novos AirPods 5 chegam com ANC 50% mais poderoso; veja o que mudou

9 de Setembro de 2026, 14:31

A Apple apresentou, nesta quarta-feira (9), os AirPods 5, nova geração de seus fones de ouvido sem fio. Os dispositivos chegam cerca de dois anos após os AirPods 4 com cancelamento de mais eficiente, novos recursos inteligentes e melhorias na bateria.

Uma das principais novidades está justamente no cancelamento ativo de ruído (ANC). Segundo a gigante de Cupertino, os novos acessórios conseguem remover até 50% mais ruído externo que seu antecessor com ANC, mesmo mantendo o formato aberto e sem ponteiras de silicone.

A nova geração de fone também conta com uma arquitetura acústica redesenhada, recebe uma nova versão da equalização adaptativa e amplia a integração com recursos de inteligência artificial (IA). Entre eles estão a Siri AI, a tradução ao vivo e comandos que podem ser realizados sem usar as mãos.

AirPods 5 chegam em duas versões

Ao contrário do que indicavam os rumores anteriores ao lançamento, a diferença entre as duas versões dos AirPods 5 não está na presença do cancelamento ativo de ruído. O ANC faz parte de todos os dispositivos da nova geração, enquanto a configuração mais cara se diferencia principalmente por especificações como estojo de carregamento sem fio, maior autonomia e controle de volume diretamente na haste.

O modelo mais avançado permite ajustar o volume deslizando o dedo para cima ou para baixo na haste, função que aparece pela primeira vez nos AirPods de formato aberto. Seu estojo também aceita carregadores do Apple Watch e acessórios compatíveis com o padrão Qi, além de contar com USB-C.

Além de compartilharem o recurso de cancelamento de ruído ativo, os dois modelos também contam com, áudio adaptativo, modo Ambiente, detecção de conversa, áudio espacial personalizado e tradução ao vivo.

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Cancelamento de ruído ativo avançado

O cancelamento ativo de ruído recebeu uma das maiores atualizações da geração de fones da Apple. A big tech afirma, inclusive, que os AirPods 5 conseguem remover até 50% mais ruídos externos que os AirPods 4 com ANC, resultado obtido por uma nova arquitetura acústica com múltiplas portas e melhorias nos algoritmos de áudio computacional.

A empresa também atualizou o Modo Ambiente, que promete reproduzir vozes e outros sons ao redor de forma mais natural. Já o recurso de áudio adaptativo combina automaticamente esse modo com o ANC de acordo com as condições do ambiente.

Outra novidade é a Detecção de Conversa, que reduz automaticamente o volume do conteúdo reproduzido quando identifica que o usuário começou a falar. Essa funcionalidade exclui a necessidade de pausar manualmente uma música ou retirar os fones para conversar com alguém próximo.

Qualidade de áudio ganha nova arquitetura

Outra mudança dos AirPods 5 está na estrutura responsável pela reprodução sonora. Inspirada nos AirPods Pro 3, a Apple adotou uma nova arquitetura acústica com múltiplas portas, acompanhada de uma nova geração da Equalização Adaptativa.

Segundo a fabricante, o conjunto permite entregar um som mais rico e detalhado para uma variedade maior de formatos de orelha. As mudanças também aprimoram o Áudio Espacial Personalizado, que promete uma sensação mais imersiva durante músicas e outros conteúdos compatíveis.

A Apple, porém, não anunciou o chip H3 que aparecia em rumores antes da apresentação.

Siri AI e Tradução ao Vivo chegam aos AirPods 5

A integração com IA também ganhou espaço na nova geração. Quando conectados a um iPhone compatível com a Apple Intelligence, os AirPods 5 podem acessar a nova Siri AI sem que o usuário precise retirar o celular do bolso.

A assistente, por sua vez, consegue utilizar informações presentes em mensagens, e-mails e fotos para responder a solicitações contextualizadas. 

Também é possível responder a determinadas solicitações da Siri apenas movimentando a cabeça, com um gesto afirmativo ou negativo. A Siri AI será disponibilizada inicialmente em inglês com o iOS 27, enquanto o suporte ao português está previsto para outubro.

Outro recurso é a Tradução ao Vivo, alimentada pela Apple Intelligence. Depois de configurar os idiomas no aplicativo Traduzir, o usuário pode iniciar a função pressionando simultaneamente as duas hastes, pedindo à Siri ou usando o botão de Ação do iPhone. A conversa passa, então, a ser reproduzida pelos fones no idioma escolhido.

Design mantém formato aberto

Visualmente, os AirPods 5 preservam a principal característica das gerações anteriores: o formato aberto e sem pontas de silicone. A Apple concentrou as mudanças no conjunto acústico e nos recursos oferecidos pelos fones, sem transformar o produto em uma alternativa direta aos AirPods Pro.

A resistência contra poeira, suor e água também foi ampliada. Durante a apresentação, a companhia confirmou certificação IP57, o que adiciona proteção contra poeira e aumenta a resistência à água em comparação com a geração anterior.

No modelo acompanhado pelo estojo sem fio, a haste também passa a reconhecer o movimento vertical do dedo para aumentar ou diminuir o volume, além dos comandos já realizados pelo sensor de força.

Outro destaque da Apple no evento foi o iPhone 18 Pro, que está 40% mais rápido do que seu antecessor. 

Bateria dura até 5 horas com ANC

A Apple também aumentou a autonomia da configuração mais completa dos AirPods 5. O modelo oferece até cinco horas de reprodução com o Cancelamento Ativo de Ruído ativado, uma hora a mais que os AirPods 4 com ANC, graças a uma bateria redesenhada.

Com o estojo de carregamento, a autonomia chega a 22 horas de reprodução com ANC. O acessório pode ser recarregado por USB-C, carregadores Qi ou pelo carregador do Apple Watch.

Preço e disponibilidade

No Brasil, os AirPods 5 custam R$ 1.499, enquanto a versão com Estojo de Recarga Sem Fio sai por R$ 1.699. A pré-venda começou nesta quarta-feira (9), e a disponibilidade nas lojas está prevista para 18 de setembro.

Ficha técnica dos AirPods 5

Característica

AirPods 5

AirPods 5 com estojo sem fio

Formato

Aberto, sem pontas de silicone

Aberto, sem pontas de silicone

Cancelamento Ativo de Ruído

Sim

Sim

Redução de ruído

Até 50% maior que AirPods 4 com ANC

Até 50% maior que AirPods 4 com ANC

Áudio Adaptativo

Sim

Sim

Modo Ambiente

Sim

Sim

Detecção de Conversa

Sim

Sim

Equalização Adaptativa

Nova geração

Nova geração

Áudio Espacial Personalizado

Sim

Sim

Tradução ao Vivo

Sim

Sim

Siri AI

Sim, com dispositivo compatível

Sim, com dispositivo compatível

Controle de volume na haste

—

Sim

Resistência

IP57

IP57

Bateria

Não detalhada

Até 5 horas com ANC

Bateria com estojo

Não detalhada

Até 22 horas com ANC

Carregamento

USB-C

USB-C, Qi e carregador do Apple Watch

Preço no Brasil

R$ 1.499

R$ 1.699

Outra novidade anunciada no evento da Apple foi o iPhone 18 Pro, que está 40% mais rápido do que o seu antecessor.

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Notebook gamer Dell Alienware Intel Core 7 com preço no chão e cupom no Mercado Livre

9 de Setembro de 2026, 14:27

Ninguém merece travar no meio daquela partida decisiva ou esperar minutos infinitos para renderizar um vídeo pesado. O notebook gamer Dell Alienware chega para acabar com esses engasgos, trazendo velocidade máxima para seus jogos e trabalhos do dia a dia.

A boa notícia é que essa potência de notebook baixou de preço no Mercado Livre, saindo pelo valor especial de R$6.091,20 aplicando cupom "OFFMELI" e pagando no Pix.

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Como é o notebook gamer Dell Alienware

O processador Intel Core 7 combinado com 16 GB de memória RAM garante força de sobra para qualquer tarefa. Isso significa abrir dezenas de abas, executar programas pesados de edição como Photoshop e Illustrator ou rodar os lançamentos mais exigentes sem perder velocidade.

A tela de alta definição entrega imagens nítidas com cores vivas e fidelidade incrível. É a escolha certa tanto para enxergar cada detalhe dos inimigos em jogos competitivos quanto para garantir a precisão de cor exigida em projetos visuais profissionais.

Notebook Gamer Dell Alienware, Intel Core 7

O visual chama atenção por ser fino e elegante, facilitando o transporte dentro da mochila sem o peso incômodo dos aparelhos antigos. O acabamento resistente mantém a estética impecável mesmo com o transporte constante no cotidiano.

Vale a pena comprar o notebook gamer Dell Alienware?

Com certeza vale a pena aproveitar essa oportunidade. Quem já comprou o modelo destaca a velocidade para rodar softwares pesados e o acabamento premium. Apesar de alguns usuários indicarem uma leve demora inicial na abertura de certos aplicativos no primeiro uso, a experiência geral no dia a dia supera esse ponto.

Notebook Gamer Dell Alienware, Intel Core 7

O modelo que custa R$ 6.155,20 está saindo por R$ 6.091,20 no Mercado Livre usando o cupom OFFMELI no pagamento via Pix. Por entregar alta velocidade e tela de nível profissional por esse valor, o investimento traz retorno imediato para suas jogatinas e rotina de trabalho.

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Windows 11 otimizado vai a ligar mais rápido e rodar melhor com apenas 8 GB de RAM

A Microsoft reforçou a promessa de melhorar o desempenho do Windows 11 durante a feira IFA 2026, na Alemanha. A empresa destacou que a inicialização do sistema será mais rápida com atualizações futuras e muitas mudanças vão otimizar os computadores com 8 GB de RAM, de acordo com o site PC World.

O chefe de Windows e Dispositivos na Microsoft, Mark Linton, confirmou durante a IFA que a empresa já teve avanços significativos para diminuir o tempo ao ligar o PC e deixou o Windows Hello mais responsivo para autenticar as contas. 

Aos poucos, o sistema fica mais rápido para algumas de suas tarefas básicas. A Microsoft já liberou uma função para acelerar a abertura de apps e do Menu Iniciar e testa remover as janelas repetitivas de backup ao ligar o PC.

Melhorias de olho nos 8 GB de RAM

Linton também destacou que a MS segue com o objetivo de otimizar computadores com 8 GB de RAM, algo mencionado pela empresa no começo do ano diante da crise mundial que encareceu o componente.

Windows notebook home office Teams

 

A Big Tech ainda não trouxe mais detalhes, mas a expectativa é de que os ajustes de velocidade tragam um ganho de performance para PCs mais simples com menos travamentos e maior velocidade para tarefas simples. 

Quer deixar o computador com visual transparente similar ao da Apple? Confira como aplicar o efeito Liquid Glass no Windows.

 

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Preço derreteu: Monitor Samsung Odyssey G40 240Hz por menos de R$ 1000!

9 de Setembro de 2026, 14:15

Se você está cansado de perder partidas porque a imagem da sua tela engasga nos momentos cruciais, essa oferta foi feita para você. O Mercado Livre derrubou o preço do Monitor Gamer Samsung Odyssey G40 de 27", e essa é a sua oportunidade de resolver a lentidão gráfica de uma vez por todas.

Com uma promoção agressiva, o valor caiu de indigestos R$ 1.819,00 para apenas R$ 972,25 no Pix com cupom. É uma janela de compra curtíssima para garantir uma enorme vantagem competitiva pagando muito pouco.

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Como é o Monitor Gamer Samsung Odyssey G40

Esqueça os rastros na tela e a imagem borrada durante a ação. A grande força deste equipamento está na taxa de atualização ultrarrápida de 240 Hz combinada ao tempo de resposta de 1ms. Na prática, isso significa que você vai reagir muito mais rápido que seus adversários em jogos de tiro ou corrida, enxergando cada movimento com uma clareza impressionante e livre de atrasos.

Monitor Gamer Samsung Odyssey G40 27

Além da velocidade extrema, o modelo entrega uma qualidade de imagem excelente em Full HD, preenchendo muito bem o painel espaçoso de 27 polegadas. As cores são vivas e o nível de contraste ajuda você a localizar adversários escondidos pelo mapa. O design moderno também inclui ajuste de altura, garantindo que você jogue ou trabalhe por horas a fio mantendo a postura correta e evitando as temidas dores no pescoço.

Para quem busca desempenho liso, o suporte às tecnologias G-Sync e FreeSync elimina aquelas quebras de quadro irritantes. Sendo bem transparente, vale notar que a troca de sinal entre dispositivos nas portas HDMI precisa ser feita manualmente, e suportes de braço mecânico de terceiros podem exigir adaptações. Detalhes pequenos se colocados lado a lado com a performance bruta e a fluidez que a tela entrega no dia a dia.

Vale a pena comprar o Monitor Gamer Samsung Odyssey G40?

Sim, a compra é uma decisão inteligente para quem precisa de um equipamento rápido e focado em desempenho. Os próprios compradores destacam o excelente custo-benefício e a experiência visual impecável que os 240 Hz proporcionam, mudando completamente a forma como você joga.

Levar uma tela com essa ficha técnica e de uma marca consolidada por menos de mil reais é algo muito raro. A oferta no Mercado Livre simplesmente esmaga o valor original e transforma esse monitor na escolha perfeita para atualizar o seu setup hoje mesmo. Não deixe para depois, pois o estoque promocional a esse preço pode acabar a qualquer segundo.

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iPhone 18 Pro fica 40% mais rápido e ganha bateria de Pro Max

9 de Setembro de 2026, 14:08

A Apple apresentou nesta quarta-feira (9) os novos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, celulares mais avançados no seu novo portfólio. A geração estreia o chipset A20 Pro de 2 nanômetros, traz câmera Fusion de 48 MP com abertura variável e adota uma Dynamic Island menor. Com o novo hardware, os iPhones deste ano ficaram 40% mais rápidos que o iPhone 17 Pro, segundo a Apple.

Os aparelhos também chegam com nova câmara de vapor, modem próprio C2 e iOS 27 com Apple Intelligence e Siri AI. O iPhone 18 Pro parte de US$ 1.199, cerca de R$ 6.102 em conversão direta, enquanto o Pro Max começa em US$ 1.299, aproximadamente R$ 6.611.

A pré-venda começa em 12 de setembro, inclusive no Brasil, e as primeiras unidades chegam às lojas no dia 18 de setembro.

Câmera de 48 MP ganha abertura variável

Um dos principais destaques da nova geração está na câmera principal Fusion de 48 MP, que agora possui abertura variável entre f/1.8 e f/4. É a primeira vez que a Apple oferece controle de abertura física em um iPhone.

O mecanismo usa seis lâminas cortadas a laser e pode alterar automaticamente a abertura de acordo com a iluminação e a profundidade de campo necessária. O usuário também pode escolher manualmente entre quatro configurações pelo aplicativo Câmera.

A Apple afirma que o novo sensor melhora as fotografias em baixa luminosidade e entrega mais detalhes. Fotos de grupos também devem preservar melhor a nitidez de pessoas ou elementos posicionados mais ao fundo da cena.

Captura de Tela 2026-09-09 às 14.22.02

Uma nova etapa de fotografia computacional busca gerar imagens mais nítidas, enquanto os Photographic Styles recebem controles de textura e granulação para ampliar as possibilidades de personalização.

A Apple também destacou melhorias para fotografias sob luz solar intensa e no foco de assuntos em movimento. O recurso Focus Tracking acompanha o objeto durante a captura para ajudar a mantê-lo em foco em gravações de vídeo.

Pro Controls oferece mais ajustes manuais

Os iPhone 18 Pro e 18 Pro Max ganham uma nova interface Pro Controls dentro do aplicativo Câmera. A ferramenta concentra configurações usadas com frequência e amplia os controles manuais disponíveis para fotos e vídeos.

É possível alterar parâmetros como abertura da lente, velocidade do obturador, ISO e balanço de branco, além de consultar um histograma para verificar os níveis de exposição da cena.

Apple A20 Pro

A Apple também disponibilizará uma API para que desenvolvedores aproveitem o controle da abertura variável em aplicativos de terceiros.

Para vídeo, efeitos Cinematic poderão ser aplicados após a gravação em conteúdos capturados a até 60 fps. O modo Time-lapse passa a filmar em 4K com Dolby Vision HDR.

O Audio Mix também recebeu novos algoritmos para melhorar a qualidade das vozes e agora consegue isolar músicas presentes no áudio da gravação.

Apple Reference Image ajuda a identificar fotos alteradas

A Apple também apresentou o Apple Reference Image, novo recurso voltado à autenticidade das fotografias capturadas pelos iPhone 18 Pro.

No modo Reference, o novo sensor registra dados assinados durante a captura. O Private Cloud Compute usa essas informações para criar uma imagem de referência que não pode ser alterada.

Essa versão aparece no aplicativo Fotos ao lado da imagem principal e funciona como uma espécie de negativo digital, que permite comparar os dois arquivos para identificar possíveis edições.

A Apple também usará metadados e prepara suporte ao padrão SynthID para ajudar a identificar conteúdos criados ou modificados com inteligência artificial.

A20 Pro estreia processo de 2 nm

Os dois modelos chegam com o Apple A20 Pro, fabricado em processo de 2 nm. O chipset possui 50% mais largura de banda de memória que o A19 Pro e traz uma CPU de seis núcleos.

São dois novos núcleos de desempenho e quatro novos núcleos de eficiência, com Neural Accelerators integrados. Segundo a Apple, a CPU é até 20% mais rápida, e a companhia a destaca como a mais veloz já usada em um smartphone.

A GPU possui sete núcleos e oferece desempenho gráfico até 40% superior ao A19 Pro, com foco tanto em jogos quanto em tarefas mais pesadas de criação.

Já o Neural Engine usa uma arquitetura Dual 16-core, com 32 núcleos no total. Segundo a Apple, isso dobra a capacidade de processamento de inteligência artificial em relação ao A19 Pro.

Nova câmara de vapor melhora desempenho contínuo

Para controlar as temperaturas, a Apple reformulou o sistema de refrigeração dos novos iPhones. O A20 Pro usa um encapsulamento inspirado nos chips da linha M, com memória e silício posicionados lado a lado.

A mudança remove a memória do caminho térmico e permite que o chipset tenha contato direto com uma câmara de vapor de nova geração.

Captura de Tela 2026-09-09 às 14.29.51

 Segundo a companhia, o componente tem três vezes mais área que o sistema usado no iPhone 17 Pro. A combinação permite um ganho de até 40% no desempenho sustentado, o maior já registrado pela Apple em um iPhone.

iPhone 18 Pro estreia modem C2 e chip N1

Outra novidade está na conectividade. Os dois celulares usam o N1, novo chip sem fio desenvolvido pela Apple com suporte a Wi-Fi 7, Bluetooth 6 e Thread.

Eles também estreiam o modem C2, segunda geração do sistema celular próprio da companhia. A Apple promete uploads significativamente mais rápidos que no C1X e 15% menos consumo de energia. O componente adiciona suporte a 5G mmWave nos Estados Unidos.

Os recursos de conectividade via satélite continuam disponíveis quando não há cobertura de rede celular ou Wi-Fi. A Apple também prorrogou por mais um ano o acesso gratuito às funções de satélite para usuários elegíveis das linhas iPhone 14, 15 e 16.

Dynamic Island fica menor e mostra mais informações

A Apple reduziu o tamanho da Dynamic Island nos novos modelos, mas manteve o sistema Face ID para desbloqueio, autenticação de compras e acesso a aplicativos.

O espaço também ficou mais funcional e agora consegue mostrar até três Atividades ao Vivo simultaneamente.

Siri AI estreia integrada ao Apple Intelligence

Os iPhone 18 Pro chegam com o iOS 27, que traz a nova geração do Apple Intelligence e apresenta a Siri AI, uma reformulação da assistente virtual da companhia.

Segundo a Apple, a Siri recebe atualmente mais de 2,5 bilhões de solicitações por dia. A nova versão passa a usar contexto pessoal para procurar informações em mensagens, e-mails, fotos e outros dados do usuário.

A Siri AI também consegue interpretar o conteúdo exibido na tela e executar ações relacionadas a ele. Um modo dentro do aplicativo Câmera permite ainda perguntar sobre o que está diante do celular e realizar ações a partir dessas informações.

A assistente passa a trabalhar melhor com aplicativos de terceiros. Entre os exemplos mostrados estão enviar mensagens pelo WhatsApp, reproduzir audiobooks no Audible, mandar e-mails e criar listas de compras.

Também é possível escrever pedidos para a Siri e personalizar sua voz e entonação.

Apple Intelligence edita fotos e monitora páginas

O Apple Intelligence também recebe novas ferramentas. O Spatial Reframing permite alterar a composição de uma foto depois da captura, enquanto o Extend consegue expandir a imagem.

O Clean Up foi atualizado e o Image Playground passa a gerar imagens com aparência fotorrealista.

No Safari, o novo Notify Me consegue acompanhar mudanças em páginas e avisar sobre eventos como reposição de produtos em estoque ou quedas de preço.

Para preservar a privacidade, a Apple afirma que parte das tarefas de IA ocorre diretamente no aparelho. Recursos que precisam de mais processamento podem usar o Private Cloud Compute.

Siri AI chega em português em outubro

O Apple Intelligence estará disponível em 16 idiomas, incluindo português, com a chegada do iOS 27.

A nova versão do sistema será disponibilizada gratuitamente em 14 de setembro. A Siri AI estreia na mesma data em versão beta para aparelhos configurados em inglês.

Captura de Tela 2026-09-09 às 14.29.31

 O suporte a mais idiomas, como português, francês, japonês, coreano e espanhol chega em outubro.

O iOS 27 também amplia as opções de personalização do visual Liquid Glass e adiciona novos recursos de proteção infantil e controle parental.

Outra novidade é o iPhone Handoff, que permite alternar entre dois iPhones com o mesmo número em operadoras compatíveis.

Pro Max tem maior salto de bateria já feito pela Apple

A Apple afirma que o iPhone 18 Pro Max registra o maior aumento de autonomia já feito entre gerações de iPhone, graças às melhorias do A20 Pro e à adoção de uma bateria maior.

Nas versões vendidas exclusivamente com eSIM, o iPhone 18 Pro alcança até 36 horas de reprodução de vídeo, enquanto o iPhone 18 Pro Max chega a 45 horas.

Esses aparelhos usam o espaço antes reservado ao cartão SIM físico para colocar uma bateria maior e oferecem duas horas adicionais de reprodução de vídeo.

As versões exclusivas com eSIM serão vendidas em mercados como Estados Unidos, Canadá, Japão e México. O Brasil não está na lista divulgada pela Apple.

No carregamento, o iPhone 18 Pro recupera até 50% da bateria em cerca de 15 minutos pelo cabo ou em aproximadamente 30 minutos sem fio.

No Pro Max, cinco minutos de carga com fio oferecem cerca de sete horas de reprodução de vídeo. A Apple também estima até 30 horas de uso com uma carga completa em seu novo modelo de medição baseado em dados de utilização real.

Construção usa 40% de materiais reciclados

Segundo a Apple, os iPhone 18 Pro e Pro Max são produzidos com 40% de conteúdo reciclado no total.

A bateria usa 100% de cobalto reciclado, enquanto a estrutura possui 85% de alumínio reciclado. A companhia também afirma que 50% da energia usada na cadeia de fabricação vem de fontes renováveis, como solar e eólica.

As embalagens são produzidas integralmente com fibras e podem ser recicladas.

Quatro cores e até 2 TB de armazenamento

Os iPhone 18 Pro e Pro Max serão vendidos nas cores Burgundy (roxo), Glacier (branco), Silver (cinza) e Black (preto). O tom Burgundy é a nova opção introduzida nesta geração.

Os dois modelos também terão as mesmas opções de armazenamento: 256 GB, 512 GB, 1 TB e 2 TB.

A Apple anunciou ainda novas capas Silicone, TechWoven e transparentes, além de carteiras FineWoven e alças Wrist Strap e Crossbody Strap.

Preço e disponibilidade

O iPhone 18 Pro parte de R$ 11.999 para a versão com 256 GB. Já o iPhone 18 Pro Max começa em R$ 12.999 também com 256 GB.

Veja os preços oficiais no Brasil:

Armazenamento iPhone 18 Pro iPhone 18 Pro Max
256 GB R$ 11.999 R$ 12.999
512 GB R$ 13.499 R$ 14.499
1 TB R$ 16.499 R$ 17.499
2 TB R$ 20.999 R$ 21.999

A pré-venda começa no sábado, 12 de setembro, em mais de 65 países e regiões, incluindo o Brasil. As primeiras unidades chegam às lojas na sexta-feira, 18 de setembro.

Outros 20 países e regiões recebem os aparelhos a partir de 25 de setembro.

Ficha técnica do iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max

Característica iPhone 18 Pro iPhone 18 Pro Max
Chipset Apple A20 Pro Apple A20 Pro
Processo 2 nm 2 nm
CPU 6 núcleos 6 núcleos
GPU 7 núcleos 7 núcleos
Neural Engine 32 núcleos 32 núcleos
Conectividade Wi-Fi 7, Bluetooth 6, Thread e 5G Wi-Fi 7, Bluetooth 6, Thread e 5G
Modem Apple C2 Apple C2
Armazenamento 256 GB, 512 GB, 1 TB ou 2 TB 256 GB, 512 GB, 1 TB ou 2 TB
Câmera principal Fusion de 48 MP, abertura variável de f/1.8 a f/4 Fusion de 48 MP, abertura variável de f/1.8 a f/4
Sistema iOS 27 iOS 27
IA Apple Intelligence e Siri AI Apple Intelligence e Siri AI
Autonomia em vídeo com eSIM-only Até 36 horas Até 45 horas
Cores Burgundy (roxo), Glacier (branco), Silver (cinza) e Black (preto) Burgundy (roxo), Glacier (branco), Silver (cinza) e Black (preto)
Preço inicial US$ 1.199, cerca de R$ 6.102 US$ 1.299, cerca de R$ 6.611
Pré-venda 12 de setembro 12 de setembro
Disponibilidade 18 de setembro 18 de setembro

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Encontro com o filho e velhas IAs de Tony Stark: o que esperar de VisionQuest

9 de Setembro de 2026, 14:03

O Marvel Studios se prepara para retornar ao Disney+ em outubro com o lançamento de VisionQuest, nova série do estúdio focada no Visão. Com o retorno do ator Paul Bettany como o protagonista, o programa promete apresentar uma viagem surreal pela mente do herói, além de um encontro emocionante com o filho e as famosas tecnologias de Tony Stark.

Situado alguns anos depois dos eventos finais de WandaVision, VisionQuest vai acompanhar o Visão Branco em uma jornada para entender a si mesmo, especialmente depois de desaparecer em meio a uma crise de identidade na conclusão da primeira série do MCU. 

Para deixar as coisas ainda mais complexas, a produção ainda tem uma ligação direta com Vingadores: Era de Ultron (2015), pois James Spader volta a interpretar o vilão que infernizou a vida dos heróis no passado, trazendo um teor mais tecnológico para a trama. 

Em entrevista ao Polygon, o showrunner Terry Matalas falou um pouco sobre o que os fãs podem esperar de VisionQuest, que promete mostrar um reencontro com seu filho, Tommy, e ainda “brincar” com as IAs criadas por Tony Stark, o Ultron sendo uma delas.

“Tivemos a oportunidade de brincar com todos os brinquedos . Vocês terão que esperar para ver”, antecipou Matalas.

Embora não tenha oferecido muitos detalhes sobre como as IAs de Stark serão introduzidas na série, o produtor executivo comentou que a inteligência artificial é um tema recorrente em VisionQuest por mostrar que a tecnologia “acabará sendo um reflexo de nós”.

visionquest

Crise de identidade e novos desafios

Ao longo da entrevista com o Polygon, Terry Matalas também falou um pouco sobre o que o público pode esperar dessa “nova versão” do Visão. Sem dar muitas informações, o produtor executivo comentou que existem diferenças entre o Visão de antes e o Visão Branco, mas que ambos ainda mantêm a essência do personagem. 

“Desde o início, ficou muito claro para mim o que deveríamos fazer com esse novo Visão: ele não estaria tão em sintonia com a humanidade quanto sua encarnação anterior. Ele é, sem dúvida, o Visão em muitos aspectos, e não é em muitos outros”, explicou o showrunner. 

Matalas deixou no ar como essa diferença irá impactar a jornada do Visão na série, mas garantiu que os episódios irão responder as principais dúvidas dos fãs a partir do dia 14 de outubro, data que VisionQuest estreia no Disney+.

Enquanto isso, aproveite para saber quais são os próximos lançamentos da Marvel depois do novo Homem-Aranha.

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Assista ao lançamento do iPhone 18 Pro e iPhone Duo ao vivo aqui

9 de Setembro de 2026, 13:25

O lançamento do iPhone 18 Pro acontece na tarde desta quarta-feira (9) durante evento marcado pela Apple para 14h, no horário de Brasília. Além dos novos celulares top de linha tradicionais da marca, todas as atenções devem se voltar para o iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple e futuro rival de aparelhos como o Galaxy Z Fold 8 da Samsung.

Resumo do evento

Veja nossa cobertura completa do evento e tudo que a Apple lançou nesta quarta-feira (9). Entre os principais anúncios, o iPhone 18 Pro ficou 40% mais rápido e ganhou bateria de Pro Max, enquanto os AirPods 5 chegaram com ANC 50% mais poderoso.

Nos relógios, o Apple Watch Ultra 4 chegou com sensor mais preciso do mundo em um vestível e também promete mais de 2 dias longe da tomada.

A inteligência artificial também ganhou espaço. A nova Siri AI já tem data para começar a falar português no iPhone, mas a Apple também levou uma das maiores frustrações do ChatGPT para a IA do iPhone.

Nas câmeras, o iPhone 18 ganhou recursos antes restritos a câmeras profissionais. Já o iPhone 18 Pro ganhou um recurso para provar que uma foto não foi criada por IA.

Outra grande novidade foi o iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple. O aparelho tem câmera escondida embaixo da tela e marca ainda a volta do Touch ID aos iPhones.

O dobrável também aceita Apple Pencil e supera o rival da Samsung nesse aspecto. Além disso, reunimos 7 coisas que o iPhone Duo faz e o Galaxy Z Fold 8 não.

Para saber qual deles leva vantagem no desempenho, confira o comparativo entre iPhone Duo e Galaxy Z Fold 8. No Brasil, o iPhone Duo vai custar R$ 31 mil na versão com mais memória.

Por fim, a Apple confirmou que o iOS 27 chega na próxima semana, com novos recursos e lista de iPhones compatíveis. O sistema também permite usar o mesmo número em dois iPhones.

Assista à transmissão

Até poucas horas atrás, o dobrável vinha sendo chamado principalmente de iPhone Ultra em rumores. Um vazamento de última hora de Mark Gurman, da Bloomberg, porém, indica que a Apple decidiu usar oficialmente o nome iPhone Duo, referência direta às duas telas do aparelho.

A Apple batizou a apresentação de “Surpreendente e brilhante” e confirmou que a transmissão começa às 14h no Brasil. Será possível acompanhar tudo pelo site oficial da companhia, pelo aplicativo Apple TV e também pelo YouTube. 

A transmissão deve começar alguns minutos antes do evento propriamente dito. O Canaltech também fará a cobertura dos anúncios em tempo real, com as principais novidades dos novos iPhones e dos demais dispositivos apresentados pela Apple.

iPhone 18 Pro pode estrear chip de 2 nm

Entre os lançamentos mais previsíveis estão os iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, sucessores dos modelos apresentados pela Apple no ano passado.

Uma das principais mudanças esperadas é o A20 Pro, novo processador que deve ser produzido em processo de 2 nanômetros. A evolução na fabricação tende a permitir ganhos de desempenho e eficiência energética em relação ao A19 Pro da geração anterior.

As câmeras também devem receber atenção especial. Rumores apontam para um sistema de abertura variável, capaz de controlar fisicamente a quantidade de luz que chega ao sensor. Em determinadas condições, isso também permite alterar de maneira mais natural a profundidade de campo das fotografias.

Informações divulgadas pouco antes do evento indicam, porém, que esse mecanismo pode ficar restrito ao iPhone 18 Pro Max, deixando uma diferença inédita entre as câmeras dos dois aparelhos Pro.

Outras mudanças esperadas envolvem aprimoramentos nos sensores traseiros e no processamento de imagem. Como de costume, porém, as especificações definitivas só serão conhecidas quando a Apple subir ao palco.

iPhone 18 Pro vazamento

iPhone Duo será o primeiro dobrável da Apple

Mas a grande novidade desta geração deve estar em um formato completamente novo para o iPhone.

O iPhone Duo deve abrir como um livro e combinar uma tela convencional do lado de fora com um painel flexível bem maior internamente. Os rumores anteriores apontavam para um display externo de aproximadamente 5,5 polegadas e uma tela interna na casa das 7,8 polegadas.

Com o aparelho aberto, a proposta será oferecer uma área de trabalho próxima à de um pequeno tablet. O sistema deve permitir utilizar aplicativos lado a lado e explorar funções de multitarefa adaptadas especificamente ao novo formato.

O vazamento de Gurman desta quarta também trouxe novas informações. Segundo o jornalista, o iPhone Duo deverá utilizar o A20 Pro, modem C2 desenvolvido pela própria Apple e duas câmeras traseiras de 48 MP. O aparelho também teria suporte à Apple Pencil, algo inédito na família iPhone.

Outra mudança importante estaria na biometria. Rumores apontam que a Apple pode deixar o Face ID de fora do primeiro dobrável e recorrer novamente ao Touch ID, provavelmente integrado a um botão lateral, solução semelhante à adotada em alguns modelos de iPad.

O celular deve chegar inicialmente nas cores branca e azul-escuro. Segundo Gurman, a versão de entrada terá 256 GB e custará cerca de US$ 2.000 nos Estados Unidos, enquanto configurações de maior capacidade poderão alcançar aproximadamente US$ 3.000. As primeiras entregas são esperadas apenas para outubro, algumas semanas depois dos iPhone 18 Pro. 

Vale lembrar que preço, especificações e até o nome iPhone Duo permanecem informações não oficiais até a apresentação da Apple.

iPhone dobrável

Apple Watch e AirPods também são esperados

A conferência não deve ficar restrita aos celulares. A expectativa é que a Apple aproveite o evento para renovar também duas de suas principais famílias de acessórios.

Entre os relógios, são esperados o Apple Watch Series 12 e o Apple Watch Ultra 4, com atualizações principalmente em recursos de saúde e monitoramento.

Os AirPods 5 também podem aparecer. Os rumores apontam para mudanças internas, incluindo uma nova geração de chip dedicada ao processamento de áudio, além de melhorias de conectividade, menor latência e integração mais profunda com os recursos de software da Apple.

A quantidade de produtos esperados faz do evento desta quarta um dos mais importantes da empresa nos últimos anos. O destaque, entretanto, dificilmente será outro: depois de anos de rumores, a Apple finalmente pode revelar como pretende adaptar o iPhone a uma tela dobrável — e se o iPhone Duo realmente será o nome escolhido para inaugurar essa nova família.

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GOG libera modelos 3D para você imprimir caixas clássicas de jogos de PC em casa

9 de Setembro de 2026, 13:13

A plataforma de jogos digitais GOG anunciou uma parceria com a Big Box Collection nesta terça-feira (8) para trazer versões planas e imprimíveis de artes de jogos para os jogadores montarem suas próprias mídias físicas de games para PC. A iniciativa começará com os jogos Star Trek: 25th Anniversary, Armikrog, Descent, Hitman: Codename 47 e Myst, adicionados recentemente ao programa de preservação da GOG, e que incluirão "um scan 3D interativo da arte de sua caixa física real".

A Big Box Collection é um projeto que nasceu em 2015 pelas mãos de uma única pessoa para preservar as artes de mídias físicas, bem como outros conteúdos, como manuais.

"A mídia física não sobrevive da mesma forma que o software: caixas se perdem, são amassadas, jogadas fora", escreveu a GOG em comunicado à imprensa. "Escaneá-las e permitir que você imprima a sua própria é a preservação em um formato diferente: a mesma missão que mantém esses jogos rodando em PCs modernos, aplicada aos objetos em que eles costumavam vir."

Junto ao DRM-Free, com a nova parceria, a GOG pretende acrescentar mais uma camada de preservação aos seus esforços para manter os jogos de PC vivos. "Se ninguém lhe dá a opção de possuir uma cópia física, tome as rédeas da situação. E, em conjunto com os instaladores DRM-free da GOG, ninguém jamais poderá tirar de você os jogos pelos quais você pagou."

GOG Galaxy

A iniciativa acontece em um momento de extinção dos discos de jogos como os conhecíamos há anos. A Sony tem liderado esse movimento ao anunciar o fim da mídia física para o PlayStation a partir de janeiro de 2028 e ir à Justiça para provar que você não é dono dos jogos digitais que compra.

Outra empresa que decepcionou os fãs foi a Rockstar, ao anunciar que a edição física de GTA 6 não virá com disco.

GOG ensina jogadores a preservar seus games

A GOG cutucou a Sony na época do anúncio do fim da mídia física do PlayStation. A plataforma ensinou os jogadores a preservar seus jogos de PC comprados na loja digital. Vale notar que a GOG trabalha com um sistema livre de DRM, o que significa que você pode adquirir o jogo e fazer o que quiser com ele, sem depender de uma storefront.

Não sabe o que é DRM? Entenda como isso afeta seus jogos de PC!

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Apagão: bug no Waze está deixando motoristas perdidos

9 de Setembro de 2026, 13:01

Usuários do Waze no Android Auto estão enfrentando um bug que remove parte das informações de navegação da tela do carro. O problema faz desaparecer o horário estimado de chegada, a distância restante até o destino e a próxima instrução de direção, mesmo enquanto o aplicativo continua exibindo o mapa e orientando o trajeto.

Os relatos começaram a aparecer na comunidade oficial do Android Auto e foram identificados pelo Android Authority. A falha ocorre principalmente quando o Waze é expandido da visualização dividida para o modo de tela cheia.

Em alguns casos, as informações voltam a aparecer temporariamente quando surge um alerta no caminho, mas desaparecem novamente assim que a notificação deixa de ser exibida. Há também relatos de usuários que enfrentam o problema mesmo no modo de tela dividida.

O que desaparece do Waze?

O chamado journey information box é o painel que concentra parte dos dados essenciais da viagem. Quando o bug ocorre, o motorista deixa de visualizar:

  • Horário estimado de chegada;

  • Horário previsto para chegar ao destino;

  • Distância restante;

  • Próxima instrução de navegação.

Em um dos relatos publicados na comunidade do Android Auto, um usuário também afirma que o mapa deixou de ficar centralizado corretamente. O problema foi registrado em um aparelho Galaxy S24 Ultra conectado sem fio ao Android Auto, com a versão 17.5 do sistema e Waze 5.22.1.1.

Outros usuários relataram comportamento semelhante com diferentes aparelhos e versões do Waze. Um tópico criado na comunidade oficial recebeu resposta da equipe do Android Auto, que pediu informações sobre celular, carro, versão do sistema e forma de conexão para investigar o caso. Nesta terça-feira (8), a equipe informou que havia encaminhado o problema para o restante do time.

Google Maps Waze carro

Bug é do Waze ou do Android Auto?

Ainda não há uma resposta definitiva. Os primeiros relatos associam o problema à versão 17.5 do Android Auto, mas também existe a possibilidade de a falha estar relacionada a uma atualização recente do próprio Waze. O Canaltech procurou o Google para obter esclarecimentos e aguarda retorno para atualização do texto.

Outros sites também encontraram relatos semelhantes. O Android Hire aponta que a maior parte das reclamações está associada ao Android Auto 17.5, enquanto o SmartWorld e o TechPulse registraram usuários relatando o desaparecimento das mesmas informações de navegação.

Por enquanto, não existe uma correção oficial anunciada pelo Google ou pelo Waze. Como alternativa temporária, usuários afetados relatam que manter o Waze na visualização dividida pode preservar as informações de viagem que desaparecem no modo de tela cheia.

Quem depende do Waze durante a condução deve ficar atento ao problema e evitar realizar procedimentos no celular enquanto estiver dirigindo.

Confira no Canaltech 6 recursos do Waze que o Google Maps não tem.

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Bateria dos carros da Tesla não dura tanto quanto a dos rivais, mostra estudo

9 de Setembro de 2026, 13:00

Parece que os carros elétricos da Tesla deixaram a desejar quando o assunto é a capacidade das baterias. De acordo com um levantamento da empresa austríaca de diagnósticos Aviloo, um estudo global baseado em 500 mil testes mostrou que, embora as baterias dos carros modernos consigam preservar boa parte da autonomia, os carros da marca de Elon Musk foram superados por rivais.

A constatação veio após a análise de 20 modelos populares desde 2022, que somaram até 160 mil quilômetros rodados. Depois, os pesquisadores exploraram o nível de degradação da capacidade útil da bateria.

Tesla Model 3

Como mencionamos, o levantamento mostrou que muito da autonomia das baterias foi mantida. O problema, no entanto, foram os populares Tesla Model 3 e Model Y, que tiveram queda significativa em comparação com modelos como o Hyundai Ioniq 5 e Ford Mustang Mach-E, que tiveram índices mais elevados de integridade mesmo com uso prolongado.

Bateria de carros da Tesla

Ao atingir a marca de 150 mil quilômetros, o Hyundai Ioniq 5 conseguiu manter média de 93,79% da capacidade original da bateria, enquanto o Mustang Mach-E registrou 92,53%. Por outro lado, o Tesla Model Y ficou na casa dos 90,32% e o Model 3 ficou com 88,94%.

No entanto, o estudo destaca que a maior perda de capacidade nos modelos da Tesla ocorre de forma mais acentuada nos primeiros 50 mil quilômetros rodados, e depois se estabiliza em ritmos mais lentos nas etapas posteriores. Além disso, os resultados variam conforme os hábitos do proprietário.

Isso significa que fatores como recargas constantes até 100%, trajetos diários intensos e exposição contínua a temperaturas elevadas podem acelerar a perda de autonomia da bateria — nos casos mais extremos, a integridade do componente pode cair para cerca de 80%.

Se você quiser saber mais sobre o assunto, vale a pena conferir nossa matéria que explica como carro elétrico perde autonomia com o passar do tempo.

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Um evento, milhares de jornadas mobile: como adaptar campanhas para grandes eventos

9 de Setembro de 2026, 12:30

*Por Paula Freire

Grandes eventos como o Rock in Rio sempre foram vistos como oportunidades de alto impacto para as marcas. Mas, na prática, o que acontece ali vai muito além de um único momento ou de uma única mensagem. Um evento dessa dimensão concentra milhares de jornadas diferentes acontecendo ao mesmo tempo e quase todas passam pelo mobile.

O smartphone já é, há algum tempo, o principal ponto de contato entre marcas e consumidores. Mas, em contextos como festivais, ele assume um papel ainda mais relevante: se torna guia, companhia e ferramenta de decisão em tempo real. Um levantamento realizado pela Siprocal, empresa de tecnologia para publicidade digital, em parceria com o Opinion Box, mostrou que 73% dos consumidores lembram de ter visto alguma propaganda em seus dispositivos antes de realizar uma compra, e 90% já pesquisaram um produto no celular após ver um anúncio.

Nesse cenário, a jornada mobile de um grande evento começa muito antes da abertura dos portões. Nas semanas que antecedem o festival, o público pesquisa atrações, compra ingressos, organiza transporte, reserva hospedagem, monta roteiros, compartilha expectativas nas redes sociais e consome uma enorme quantidade de conteúdo relacionado ao evento. Cada uma dessas interações representa uma oportunidade para as marcas se inserirem de forma contextualizada. 

Com estratégias baseadas em geolocalização, dados comportamentais e canais como push notifications, é possível identificar perfis com potencial interesse no evento e construir campanhas que acompanhem essa expectativa desde o início, entregando mensagens relevantes, ofertas e conteúdos personalizados no momento certo. Em vez de concentrar os esforços apenas nos dias do festival, as marcas passam a construir presença ao longo de toda a jornada do consumidor, aumentando a lembrança e a probabilidade de engajamento quando o evento finalmente acontece.

Durante o evento, contexto vale mais do que alcance

Na minha experiência, é durante o evento que fica ainda mais claro que não adianta tentar falar mais alto do que todo mundo. Em um festival, a atenção das pessoas muda o tempo todo. Elas estão indo de um palco para outro, procurando os amigos, vendo o mapa, postando nas redes, decidindo onde comer. Ou seja, o contexto muda a cada minuto, e é isso que as marcas precisam acompanhar.

Por isso, acredito que a geolocalização e ferramentas como push notifications fazem tanta diferença. Elas permitem que a comunicação aconteça quando realmente faz sentido para quem está do outro lado. Em vez de enviar uma mensagem genérica para milhares de pessoas, a marca consegue conversar com quem está perto de uma ativação, chegando a uma área específica ou vivendo um determinado momento da experiência. 

Para mim, esse é o grande potencial do mobile em grandes eventos: usar a tecnologia para tornar a comunicação mais útil, mais relevante e muito menos invasiva. No fim, as campanhas mais eficientes não são, necessariamente, as que aparecem mais, mas as que conseguem fazer parte da experiência do consumidor no momento certo.

Não se trata de impactar mais pessoas, mas de impactar melhor. Uma comunicação que leva em conta onde o usuário está, o que ele está vivendo naquele instante e quais são suas possíveis necessidades tende a gerar mais valor, seja indicando uma ativação próxima, seja oferecendo um benefício relevante naquele momento específico.

O evento acaba, mas a jornada continua

Também acredito que um dos erros mais comuns é tratar o fim do evento como o fim da campanha. Na prática, é justamente aí que começa uma nova etapa da jornada. Depois que o festival acaba, as pessoas continuam revivendo a experiência: publicam fotos e vídeos, compartilham os melhores momentos, comentam os shows, acompanham os conteúdos que ficaram de fora e mantêm o evento vivo por dias, às vezes, semanas. 

Na minha visão, esse é um momento valioso para as marcas continuarem presentes de forma inteligente. Não para insistir na mesma mensagem, mas para prolongar a conversa. É a oportunidade de entregar conteúdos relevantes, agradecer a participação, apresentar novos produtos ou até convidar o consumidor para a próxima experiência, sempre considerando o contexto daquela jornada. 

Quando pensamos no mobile como um canal que acompanha o consumidor antes, durante e depois do evento, percebemos que ele não serve apenas para ativar campanhas, mas para construir relacionamento. E, para mim, é essa continuidade que diferencia uma ação pontual de uma estratégia que realmente gera lembrança e fortalece a conexão entre marca e consumidor.

O que esse ciclo mostra é que grandes eventos não são pontos isolados dentro de uma estratégia, mas sim ecossistemas completos de interação. Cada fase exige uma abordagem diferente, mas todas têm algo em comum: o mobile como principal meio de conexão.

Dados precisam encontrar criatividade para gerar relevância

Esse movimento também reforça uma mudança mais ampla no comportamento do consumidor. Hoje, as pessoas transitam entre o digital e o físico de forma contínua, sem perceber fronteiras. A experiência começa na tela, se materializa no ambiente físico e volta para o digital em questão de minutos.

Para as marcas, isso significa repensar planejamento e execução. Dados passam a ser fundamentais para entender essas jornadas, mas sozinhos não resolvem. Sem uma camada criativa que traduza essas informações em mensagens relevantes, o risco é cair em comunicações genéricas que não dialogam com o momento do consumidor.

Ao mesmo tempo, criatividade sem contexto perde força. O equilíbrio entre esses dois elementos é o que permite que campanhas se adaptem a cenários dinâmicos como o de um festival e consigam acompanhar o ritmo do público.

No fim das contas, eventos como o Rock in Rio deixam claro que não existe mais uma única jornada do consumidor. Existem múltiplas trajetórias acontecendo em paralelo, influenciadas por contexto, localização e comportamento em tempo real. E, nesse cenário, o mobile não é apenas um canal. É o elo que conecta todas essas.

Entenda também por que a vitrine do e-commerce agora também precisa convencer a inteligência artificial.

Paula Freire Especialista Convidada

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Marca revela "iPhone Pro Max" com Android e câmeras super poderosas

9 de Setembro de 2026, 12:10

A Honor revelou novos detalhes do Magic 9 Pro Max, novo celular Android que chama atenção pelo conjunto avançado de câmeras. O aparelho também adota um visual parecido com o do iPhone 17 Pro Max, especialmente na parte traseira.

O dispositivo da fabricante chinesa se aproxima do celular da Apple principalmente por apresentar um grande módulo horizontal na parte superior, acompanhado por uma área retangular logo abaixo das câmeras.

A disposição das lentes, porém, é diferente daquela encontrada no iPhone 17 Pro Max, com um grande módulo circular à esquerda e outras duas câmeras menores à direita. Nas imagens divulgadas pela fabricante, o Magic 9 Pro Max aparece inicialmente na cor verde e ainda exibe a marca da ARRI no conjunto fotográfico.

Honor Magic 9 Pro Max

Magic 9 Pro Max tem duas câmeras de 200 MP

Falar do novo aparelho da Honor passa inevitavelmente pelo seu conjunto fotográfico. A câmera principal do Magic 9 Pro Max tem 200 MP, sensor de 1/1,28 polegada e lente com abertura f/1,57.

Já a câmera teleobjetiva também conta com resolução de 200 MP, mas usará um sensor de 1/1,4 polegada e abertura f/2,6.

A Honor também vai permitir ampliar as possibilidades fotográficas do celular com o chamado Photography Master Kit. O pacote inclui um grande teleconversor de 500 mm, além de uma opção de 200 mm que mede 81 mm de comprimento e pesa 88 gramas.

Honor Magic 9 Pro Max

A parceria com a ARRI também deve beneficiar as gravações de vídeo. Informações divulgadas antes do lançamento apontam que a linha terá suporte a recursos voltados a ampliar o controle sobre cores e facilitar resultados de registros com aparência mais cinematográfica.

Outra especificação que ganhou destaque entre os vazamentos é a bateria de 8.800 mAh, capacidade bastante acima do que costuma ser encontrado em celulares topo de linha.

A Honor ainda não revelou todos os detalhes do aparelho, como preço e disponibilidade internacional. A apresentação completa da linha Magic 9 acontecerá na China em 28 de setembro.

Enquanto o lançamento oficial do novo Honor não chega, que tal conferir qual celular tem a melhor câmera de 2026?

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Play Store pode ganhar novo visual luxuoso para convencer usuários a pagarem por apps

9 de Setembro de 2026, 12:08

O Google está testando uma nova interface para a Play Store que diferencia visualmente aplicativos e jogos pagos das opções gratuitas. A mudança foi encontrada na versão 53 da loja do Android e aposta em um design mais sofisticado para destacar conteúdos premium. 

Atualmente, apps gratuitos e pagos seguem o mesmo padrão visual na Play Store. Para saber se um aplicativo exige pagamento, o usuário precisa conferir as informações exibidas na página. Com o novo design, essa distinção ganha mais destaque visual. 

Nos testes identificados pelo Android Authority, a página do aplicativo recebe uma imagem de topo maior e um fundo preto, criando uma aparência imersiva. A imagem também se integra melhor à barra de status do celular, onde ficam o relógio e os ícones de notificações, em vez de criar uma transição brusca com o fundo branco da interface atual.

play store

A mudança, porém, ainda deixa algumas informações de fora. O teste não exibia o número de instalações e o tamanho do aplicativo, por exemplo. Como o recurso ainda está em desenvolvimento, essas informações podem voltar a aparecer em uma versão futura.

O novo visual deixa mais evidente que se trata de uma versão premium, mas ainda não está claro se a mudança terá algum impacto nas compras de aplicativos e jogos na Play Store.

Quando o novo design chega à Play Store?

O Google ainda não informou quando pretende lançar a nova interface. Por enquanto, a novidade foi encontrada em arquivos internos da versão 53 da Play Store, o que significa que ela pode sofrer alterações antes de chegar ao público ou até mesmo não ser disponibilizada. 

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “Como publicar um app na Play Store e App Store? Entenda o processo das lojas - Canaltech”.

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Aquecedor da Xiaomi quer acabar com os segundos de água fria no banho

9 de Setembro de 2026, 12:00

Sabe quando você vai tomar banho e precisa esperar um tempo de água fria antes de a temperatura ideal chegar? A Xiaomi apresentou na China um novo aquecedor a gás inteligente que promete resolver essa experiência de uma vez por todas. O Mijia Smart Gas Water Heater 2 16L combina pré-aquecimento, bomba de pressão e controle automático da temperatura.

O aparelho será lançado na China no próximo dia 15 de setembro por 2.899 yuans (cerca de R$ 2.220), e o preço sugerido para o varejo é de 2.999 yuans (R$ 2.300).

Antes mesmo de a torneira ser aberta, o aquecedor pode aquecer a água que permanece nos canos, reduzindo o tempo necessário para que ela chegue quente ao chuveiro.

O equipamento também conta com uma bomba de pressão de frequência variável. Segundo a Xiaomi, ela pode aumentar o fluxo de água em até 245%, além de trabalhar com uma altura de bombeamento de até 10 metros e circulação de até 120 metros.

Temperatura mais estável durante o banho

O Mijia Smart Gas Water Heater 2 também tenta evitar mudanças bruscas de temperatura quando outros pontos da casa começam a consumir água.

Para isso, o sistema monitora pressão e temperatura da água que entra no equipamento e ajusta automaticamente a quantidade de gás e a combustão.

Aquecedor Xiaomi

A câmara de combustão é selada e conta com uma ventoinha instalada na parte inferior, que, segundo a fabricante, mantém a chama estável mesmo com ventos de até força 12.

Outro recurso é a eficiência térmica de até 107%, com uma tecnologia de condensação secundária que recupera parte do calor dos gases de exaustão.

Sistema inteligente evita até tubulação extra

A condensação normalmente gera um líquido ácido que precisa ser direcionado para um dreno. A Xiaomi criou um sistema para tratar esse líquido internamente.

Depois de passar por um módulo de neutralização mineral, o fluido é transformado em pequenas gotas por um atomizador centrífugo e expelido pelo tubo de saída. Assim, o aparelho dispensa uma tubulação exclusiva para o descarte do condensado e reduz o risco de corrosão.

O aquecedor ainda traz seis estágios de filtragem de água, Bluetooth e integração com o aplicativo Mijia para programação e comandos de voz.  

Só que, por enquanto, o aquecedor da Xiaomi foi anunciado apenas para o mercado chinês. A marca não informou se pretende levar o modelo para outros países, como o Brasil. Apenas mais um dentre os produtos da Xiaomi mais aleatórios que você não sabia que existiam.

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Godzilla Minus Zero ganha trailer explosivo com revelação de novo monstro

9 de Setembro de 2026, 11:56

O estúdio Toho revelou nesta terça-feira (8) o trailer inédito de Godzilla Minus Zero, sequência direta da obra Godzilla Minus One (2023). Dois anos depois do evento original, o rei dos monstros retorna ao Japão e agora enfrentará resistência.

Na prévia, os japoneses pretendem confrontar a ameaça de frente e uma segunda criatura surgirá para combatê-la na próxima produção. Pelo som apresentado na exibição, o oponente do lagarto pode ser King Ghidorah — o dragão de três cabeças.

Também foi revelado o retorno dos atores Ryunosuke Kamiki e Minami Hamabe, como os personagens Shikishima e Noriko, protagonistas do longa anterior. Não foi divulgado se eles voltarão a ser o centro da narrativa ou se é apenas uma participação extra.

Com estreia marcada para o dia 5 de novembro de 2026 nos cinemas brasileiros, Godzilla Minus Zero também carrega o marco de ser o primeiro filme japonês gravado em formato IMAX (com proporções 1:43:1). 

O vídeo curto mostra que o lagarto não destruirá tudo sem consequências desta vez, já que vai encarar grandes desafios. A própria legenda diz que “não haverá uma terceira vez”, o que indica que o Japão vai para o embate final contra a criatura. Confira:

O retorno de Ghidorah vs Godzilla

Caso a aparição do dragão traga lembranças, não é estranho: sua presença tripla já marcou as telonas recentemente em Godzilla II: Rei dos Monstros (2019). Contudo, é importante ressaltar que existem diferenças entre as versões de Hollywood e a japonesa.

O icônico kaiju foi criado em terras nipônicas, em 1954, e atendia pelo nome de Gojira. Após diversas produções e versões diferentes do réptil, o cinema norte-americano trouxe o apelo ao mercado ocidental e o introduziu a uma nova base de fãs no ano de 1998 — em uma obra estrelada por Matthew Broderick (Curtindo a Vida Adoidado).

Ainda assim, os japoneses continuaram a contar histórias sobre Godzilla. Não à toa, em paralelo ao Universo Compartilhado dos Monstros (Monsterverse), o país gravou obras como Shin Godzilla (2016) e o próprio Godzilla Minus One. Ambos carregam estilos artísticos e narrativos completamente diferentes, o que ajudou a destacá-los em comparação à versão hollywoodiana.

Por meio do novo formato, afinal, faz diferença assistir um filme no IMAX? O que caso de A Odisseia revela? 

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Usuário prova que recurso básico do Spotify está travado e "enganando" as pessoas

9 de Setembro de 2026, 11:37

O modo aleatório do Spotify, uma das funções mais básicas do aplicativo, voltou a ser questionado após um usuário identificar uma sequência de 72 músicas reproduzida exatamente na mesma ordem em dois dias consecutivos. O caso foi registrado em uma playlist com cerca de 2 mil faixas e ocorreu mesmo com a opção “Menos repetições” ativada.

A descoberta foi feita pelo usuário "Driftking_88", no Reddit. Em vez de confiar apenas na própria memória, ele cruzou o histórico estendido de reprodução do Spotify com dados como horários, IDs das músicas e contexto da playlist.

O resultado apontou que as mesmas 72 faixas apareceram novamente na mesma sequência. Em outro trecho analisado, 27 das 30 músicas seguintes correspondiam à ordem registrada anteriormente. O usuário também encontrou uma fila com 43 faixas exatamente na mesma disposição de uma fila exibida mais cedo.

Spotify mudou o funcionamento do Shuffle

O caso chama atenção porque o Spotify alterou o sistema de reprodução aleatória em 2025. A empresa passou a oferecer o modo “Menos repetições”, que considera músicas ouvidas recentemente e escolhe entre diferentes sequências aleatórias para tentar aumentar a variedade.

O próprio Spotify explica que o sistema não elimina completamente as repetições. No modo padrão, por exemplo, cada faixa tem a mesma chance de aparecer, o que pode fazer determinadas músicas serem reproduzidas novamente em pouco tempo.

O problema identificado pelo usuário é diferente de simplesmente uma música aparecer duas vezes. A repetição de uma sequência extensa e idêntica levanta a possibilidade de que a fila esteja sendo preservada ou reutilizada em determinadas situações.

A causa, porém, ainda não foi confirmada pelo Spotify. O Android Authority aponta como possibilidades o armazenamento da fila ou a reutilização de uma mesma semente de aleatoriedade, mas não há evidência pública suficiente para afirmar que esse seja o mecanismo responsável.

spotify capa 2

Reclamações sobre o Shuffle são antigas

Relatos semelhantes existem há anos. Em 2024, o Android Authority reuniu reclamações de usuários que diziam ouvir repetidamente as mesmas dezenas de músicas em playlists com milhares de faixas.

A própria comunidade oficial do Spotify também registra casos de usuários que recebem repetidamente a mesma seleção. Em janeiro de 2026, um moderador explicou que, depois que uma fila é criada pelo Shuffle, selecionar outra música pode preservar a sequência original. Para gerar uma nova ordem, seria necessário desligar e ligar novamente o Shuffle.

Outro relato publicado na comunidade do Spotify em setembro de 2026 descreve uma situação ainda mais próxima da descoberta recente: o usuário afirma que a fila se repete várias vezes e que o botão de “reordenar” apenas reorganiza as músicas que já estavam naquela fila.

Por enquanto, portanto, o caso das 72 músicas comprova que uma sequência extremamente longa pode se repetir no Spotify, mas não determina por que isso acontece. A descoberta também mostra por que a percepção de que o Shuffle “toca sempre as mesmas músicas” pode ter um componente verificável além da memória dos usuários.

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Brasil dá passo para ter novo "WhatsApp do Governo": conheça mensageiro oficial

A Associação Brasileira de Inteligência (Abin) publicou a regulamentação para uso do Msg Gov, aplicativo estatal de mensagens para servidores públicos federais e integrado ao Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin). O objetivo é ter uma alternativa própria para não depender de soluções comerciais em conversas sensíveis sobre inteligência.

A portaria GAB/DG/ABIN/CC/PR Nº 4.628 foi publicada no Diário Oficial da União na última terça-feira (08) com o conjunto de regras para usar o app. A ferramenta deve ser instalada em celulares corporativos e só pode ser usada em aparelhos pessoais mediante autorização, enquanto o uso em viagens internacionais também precisa ser comunicado às lideranças.

O aplicativo já existe em versão Beta na Play Store e na App Store, mas não é possível registrar sem autorização prévia. A seguir, o Canaltech explica mais detalhes da ferramenta:

Quais são os recursos do Msg Gov?

O aplicativo reúne funções básicas de mensageiros, como troca de mensagens de texto, envio de mídias (imagens e vídeos), chamadas entre áudio e vídeo, organização em grupos e compartilhamento de localização.

O objetivo é garantir um espaço seguro para compartilhar informações sensíveis entre agentes de inteligência do Brasil. De acordo com o portal UOL, o app tem duas camadas de criptografia, uma delas estatal, feita por um braço da Abin.

Msg Gov

Por que existe uma alternativa estatal ao WhatsApp?

A ideia por trás de um app como o Msg Gov é ter uma alternativa às soluções comerciais para lidar com dados sensíveis e aumentar a soberania nacional. As informações confidenciais precisam de camadas adicionais de proteção e não necessariamente exigem todos os recursos que um mensageiro convencional oferece.

Além disso, ter uma solução própria ajuda a escapar de eventuais bloqueios ou restrições aplicados aos apps comerciais. Confira mensageiros populares com propostas diferentes do WhatsApp.

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