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Trocafone é investigada por suposta ligação com roubo de celulares; entenda

11 de Setembro de 2026, 12:45

A Trocafone, uma das principais empresas brasileiras de compra e venda de celulares usados e recondicionados, é alvo da Operação Frankmobile, deflagrada pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) nesta quinta-feira (10). A investigação apura um suposto esquema de furto, roubo, receptação, desbloqueio e comercialização ilegal de celulares na região central de São Paulo. Segundo o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), a Trocafone estaria no “topo na cadeia de comercialização” e seria um “nó financeiro central” da rede. Uma fiscalização identificou 759.317 aparelhos vendidos ou movimentados por uma filial da empresa sem nota fiscal de entrada correspondente ao IMEI, segundo os autos. O MPSP também pediu o bloqueio de até R$ 95,7 milhões relacionados à Trocafone e a suspensão de suas atividades econômicas. Em nota enviada ao TechTudo, a companhia nega envolvimento com a comercialização de aparelhos de origem ilícita e afirma que continua operando normalmente. 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔎Apple lança iPhone dobrável, iPhone 18 Pro e mais; veja preços e cores Furto de celulares em São Paulo é investigado pela operação Frankmobile, que também mira a Trocafone Mariana Saguias/TechTudo ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝Quero trocar meu celular antigo por um novo: como fazer? Saiba no Fórum do TechTudo Quais são as acusações contra a Trocafone? Segundo o Gaeco, o modelo de negócio da Trocafone, que compra aparelhos usados e os revende, poderia ser utilizado para dar aparência legal a celulares provenientes de furtos e roubos. A Promotoria descreve a empresa como parte relevante da etapa final de comercialização dos aparelhos dentro da cadeia investigada. Um dos principais pontos citados nos autos é uma fiscalização que, segundo o Ministério Público, encontrou 759.317 celulares vendidos ou movimentados por uma filial da Trocafone sem nota fiscal de entrada correspondente ao IMEI dos aparelhos. O MPSP pediu ainda o bloqueio de até R$ 95,7 milhões relacionados à empresa e a suspensão de suas atividades econômicas. Página inicial do site Trocafone Reprodução/Trocafone Em nota enviada ao TechTudo nesta sexta-feira (11), a Trocafone afirmou que prestou esclarecimentos e apresentou os documentos solicitados às autoridades. A companhia informou ainda que está "adotando as medidas legais cabíveis para esclarecer os fatos" e que "repudia a comercialização de aparelhos de origem ilícita". "No processo atual de trade-in de aparelhos adquiridos de pessoas físicas em lojas parceiras, a companhia combina identificação do vendedor, documentação da aquisição e consultas de IMEI em diferentes etapas do fluxo, incluindo a aquisição, o recebimento e a liberação para expedição, além de rechecagem durante a permanência na operação, quando aplicáveis", disse a Trocafone. Opções de compra no site Trocafone Reprodução/Trocafone A empresa também informou que tem mecanismos para coibir a venda de celulares bloqueados ou restritos. "Quando é identificado bloqueio ou restrição, o aparelho é retirado do fluxo comercial e segregado para análise, com preservação dos registros relacionados à aquisição e encaminhamento aos responsáveis internos e, quando aplicável, às autoridades competentes", explicou em nota. O que é a Operação Frankmobile? Deflagrada nesta quinta-feira (10), a operação é resultado de cerca de dois anos de investigação e mobilizou 1.700 agentes do MPSP, das polícias Civil, Militar e Penal e da Secretaria de Estado da Fazenda. A Justiça autorizou o cumprimento de 84 mandados de busca e apreensão e sete mandados de prisão temporária em São Paulo e Goiás. Também foram autorizadas medidas para sequestrar e bloquear bens e valores relacionados aos investigados. Segundo o MPSP, o esquema investigado funcionava em pelo menos quatro etapas. A primeira envolvia furtos e roubos de celulares, inclusive durante congestionamentos no trânsito e em grandes eventos. Em seguida, os smartphones seriam levados a grupos responsáveis pelo desbloqueio dos aparelhos, quando também eram transferidos valores das contas bancárias das vítimas. Na terceira etapa, os celulares seriam preparados para a revenda. A investigação cita alteração do IMEI, remoção de bloqueios técnicos e troca de componentes. Também haveria a produção de notas fiscais ideologicamente falsas para dar aparência regular aos equipamentos. Por fim, parte dos celulares seria desmontada para a venda individual de componentes. Com informações de MPSP (1, 2), CNN e Folha de S. Paulo 🎥Vai trocar de celular? Veja 3 itens para ficar atento Quer um CELULAR NOVO? 3 coisas — ALÉM DA CÂMERA — para ficar ATENTO!

Galaxy A57 e Fit 3 em promoção por R$ 1.843 em oferta do Magalu

11 de Setembro de 2026, 12:41

O combo Galaxy A57 (128 GB) e Galaxy Fit 3 está com uma promoção excelente na Magalu, saindo por R$ 1.843 no Pix, um desconto considerável do valor original de R$ 4.098. O Pix e o Cartão Luiza trazem um acréscimo de 10% de desconto, mas o comprador também pode fazer o pagamento em 10x de R$ 204 sem juros no cartão de crédito, sob total parcelado de R$ 2.048, o que ainda é uma boa oferta para o produto. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp O Galaxy A57 se destaca por ser um intermediário muito competente em câmera, desempenho e tela. Enquanto isso, o Galaxy Fit 3 é uma pulseira que continua a valer a pena anos após o lançamento, oferecendo recursos muito úteis para monitoramento de treinos, sono e atividades do dia a dia. Os valores foram verificados no dia 11 de setembro e podem sofrer alterações sem aviso prévio. A seguir, saiba mais sobre os produtos. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Samsung Galaxy A57 está em promoção junto com o Fit 3 William Guido/TechTudo 🔎 6 celulares chineses testados e aprovados pelo TechTudo Initial plugin text 📝Qual o celular da Samsung com melhor bateria? Confira no Fórum TechTudo Galaxy A57 e Fit 3 em promoção por R$ 1.843 em oferta do Magalu O Galaxy A57 é um celular intermediário indicado para quem busca um aparelho equilibrado para tarefas do dia a dia, fotos, consumo de mídia e jogos. O modelo combina design mais sofisticado, boa experiência de uso e suporte prolongado de software, sendo uma opção especialmente interessante para quem quer um Samsung atual sem partir para a linha Galaxy S. O modelo já foi analisado em review do TechTudo, feito por William Guido, que deu nota 9.2 pelo intermediário da Samsung, com destaque para câmeras, design elegante e processador. O Fit 3 foi testada por Taís Aparecida no TechTudo, que deu 8.4 para o aparelho, destacando o custo-benefício, mas com críticas à autonomia de bateria. Por outro lado, o smartbrand recebeu críticas em relação à autonomia de bateria inferior à prometida e à imprecisão em alguns registros de atividades físicas, além da ausência de recursos como GPS, NFC e microfone. Com informações de Magalu Veja aqui: iPhone Duo é bom? Veja todas as novidades do novo dobrável da Apple iPhone Duo é bom? Veja todas as novidades do novo dobrável da Apple Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.

Dell lança novo Alienware 15, notebook gamer “baratinho” em tempos de crise

11 de Setembro de 2026, 11:57

O Alienware 15 é o novo notebook gamer da Dell e chega para ser uma opção custo-benefício da fabricante, em resposta à alta dos preços de componentes eletrônicos. O modelo vai estar disponível com os processadores Intel Core 7 (Series 2) 240H e Core 5 (Series 2) 210H. Ele entrega opções com placas de vídeo GeForce RTX 3050 ou 4050, ambas de 6GB. O modelo "baratinho" vai contar com fabricação no Brasil e foi lançado nesta quinta-feira (10), com valor de R$ 6.595 no Mercado Livre. Já a tela chega com 15,3 polegadas resolução WUXGA (1920x1200) e taxa de atualização em 165 Hz para gameplay suave e quem foca no cenário competitivo. Veja a seguir, nesta matéria do TechTudo, mais informações sobre análise da ficha técnica, além de informações sobre design, bateria e mais. Confira! 🔎 Qual é o melhor notebook gamer para você? Veja 6 dicas para escolher 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews Alienware 15 é o novo modelo gamer "baratinho da Dell Reprodução/Dell 📝 Quais são as melhores marcas de notebook? Veja no Fórum TechTudo Ficha técnica do Alienware 15 Processadores: AMD Ryzen 7 260 e Ryzen 5 220 e Intel Core 7 (Series 2) 240H e Core 5 (Series 2) 210H Placas de vídeo  NVIDIA GeForce RTX 3050, 4050, 5050 e 5060 Tela: de 15,3", proporção 16:10, resolução FHD+ e 165Hz Peso: 2,25 kg Webcam HD com microfone duplo e 720p de resolução Alto-falantes 2W x2 Teclado retroiluminado em português ABNT2 com teclado numérico completo Touchpad grande, com toque macio e resistência a impressão digital Conectividade: 1x RJ45, 1x entrada 3,5 mm áudio, 1x HDMI, 2x USB-A 3.2, 2x USB-C 3.2, sendo uma das portas USB-C 3.2 com suporte para carregamento de até 100W em modo silencioso ou balanceado. Design do Alienware 15 Com o design futurista característico da marca, o Alienware 15 não é tão extravagante quanto outras soluções da marca quando o assunto é design, tendo um visual preto fosco e com o característico logo do Alien na parte traseira do display que, por sua vez, pode ser aberto em 180°. O novo Alienware 15 também vai trazer um sistema de arrefecimento aprimorado, o Alienware Cryo-tech, que oferece duas ventoinhas e três heat pipes de cobre que prometem promover um fluxo de ar maior e assim manter a temperatura de operação mais equilibrada, mantendo um nível de ruído baixo. Assim como outros modelos da linha premium da Dell, o Alienware 15 tem um design moderno e qualidade de construção notável, sendo desenvolvido com materiais de alta qualidade, além de oferecer teclado retroiluminado no padrão ABNT2 e peso de 2,25 kg, sendo assim tão robusto quanto outros modelos da linha Alienware. Notebook Alienware 15 entrega opções de placa de vídeo RTX 3050 a 5060 Reprodução/Dell Tela do Alienware 15 O Alienware 15 conta com um display de 15,3 polegadas com resolução FullHD+ (1920X1200), tendo assim proporção de 16:10, além de taxa de atualização de 165 Hz e 300 nits de brilho. O display promete entregar a fluidez necessária para jogos e também mais qualidade para quem busca um notebook com mais performance para trabalho e uso com aplicações mais pesadas. Tela do notebook Alienware 15 chega com 15,3 polegadas e taxa de atualização em 165 Hz Reprodução/Dell Desempenho O modelo da Dell Alienware 15 vai estar disponível com os processadores Intel Core 7 (Series 2) 240H (24MB cache, 10 cores, up to 5.20 GHz P-Core) e Core 5 (Series 2) 210H (12MB, 8 cores e 4.80 GHz), que podem proporcionar maior processamento em jogos de mundo aberto como Call Of Duty Warzone, Battlefield 6 e The Last Of Us. Além disso, vale destacar que ele entrega as GPUs GeForce RTX 3050 ou 4050, ambas com 6GB de VRAM, para proporcionar uma imersiva realidade gráfica realista, como podemos observar em jogos de F1 e Counter-Strike. Já as memórias RAM entregam opções de expansão entre 8 GB, 16 GB e 32 GB na versão DDR5 para um maior fluxo de desempenho em programas básicos até aqueles que exigem mais FPS no cenário competitivo. Modelo chega como opção "baratinha" no cenário gamer em desempenho Reprodução/Dell Já em conectividade, O Alienware 15 conta com entrada RJ-45 (cabo de rede) e traz ainda uma saída HDMI, duas portas USB-A 3.2, duas portas USB-C 3.2, sendo uma delas compatível com carregamento de até 100W, e saída auxiliar de 3,5 mm para áudio. Com informações de Dell Mais do TechTudo: VEJA O VÍDEO A SEGUIR: A TELA EXPANSIVA desse NOTEBOOK GAMER me surpreendeu! A TELA EXPANSIVA desse NOTEBOOK GAMER me surpreendeu!

5 documentários sobre o 11 de setembro para assistir e relembrar

11 de Setembro de 2026, 11:01

Os documentários sobre o 11 de setembro são opções para quem quer relembrar ou entender melhor os atentados ocorridos há 25 anos. Em 2001, integrantes do grupo extremista Al-Qaeda sequestraram quatro aviões, usados nos ataques que destruíram as Torres Gêmeas em Nova York, e atingiram o Pentágono, em Washington, além de provocar a queda de uma aeronave na Pensilvânia. O episódio pode ser relembrado em obras como Ponto de Virada: Geração 11 de Setembro (2021) e 11 de Setembro: No Gabinete de Crise do Presidente (2021), disponíveis na Netflix e Apple TV. O que passava na TV da sua casa em 11 de setembro de 2001? Relembre 11 de setembro: como 5G e smartphones mudariam a comunicação do ataque 7 tecnologias que mudaram a segurança dos aeroportos após o 11 de setembro 11 de Setembro: a internet quase parou no dia dos ataques; relembre Como o 11 de setembro mudou GTA e deixou marca permanente na franquia Para quem quer entender o contexto dos ataques, as ações do governo norte-americano após a tragédia e as consequências que permanecem até hoje, o TechTudo separou cinco documentários que recontam os bastidores daquele que foi um dos dias mais sombrios da história dos Estados Unidos. A seguir, confira o enredo, a repercussão e onde assistir a cada um deles. 🎬 Melhores séries de 2026: 15 boas opções para maratonar em setembro 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos O atentado às Torres Gêmeas, em Nova York, completa 25 anos nesta sexta-feira (11) Reprodução/IMDb 📝  Como rodar serviços de streaming em um PC antigo? Saiba no Fórum do TechTudo O TechTudo lista 5 documentários para relembrar o atentado de 11 de setembro, como: Ponto de Virada: 11/09 e a Guerra Contra o Terror (2021): aborda o contexto histórico prévio aos ataques e as principais consequências para os países envolvidos. Ponto de Virada: Geração 11 de Setembro (2026): conta as consequências do ataque terrorista, conversando com sobreviventes e filhos de vítimas fatais. 11 de Setembro: No Gabinete de Crise do Presidente (2021): narra o atentado às Torres Gêmeas pela ótica de Bush, o então Presidente dos EUA, e outros homens do governo. Fahrenheit 11 de Setembro (2004): reconta o contexto político antes e após os ataques, abordando, de forma crítica, as guerras entre EUA, Afeganistão e Iraque. 11 de Setembro: Um Dia nos EUA (2021): une relatos de sobreviventes, testemunhas e trabalhadores que atuaram no resgate, a fim de recontar esse dia marcante na história. 1. Ponto de Virada: 11/09 e a Guerra Contra o Terror (2021) A minissérie documental foi lançada na Netflix quando os atentados completaram 20 anos. A produção faz parte de uma série, que contextualiza diferentes marcos históricos pelo mundo. Nessa versão, relembra os ataques de 11 de setembro, explicando o crescimento da Al-Qaeda nos anos 80 e o cenário geopolítico que culminou no atentado. Além disso, a série de cinco episódios também explica a resposta dos EUA aos ataques, incluindo mudanças na política internacional do governo Bush e atritos entre nações, que podem ser observadas até hoje. O documentário tem 7.9 pontos no IMDb, assim como 83% de aprovação no Rotten Tomatoes. Temporadas: 1 Episódios: 5 Notas da crítica: 7.9 no IMDb e 83% no Rotten Tomatoes Onde assistir: Netflix Ponto de Virada: 11/09 e a Guerra Contra o Terror mostra o contexto histórico, antes dos ataques às Torres Gêmeas Reprodução/Netflix 2. Ponto de Virada: Geração 11 de Setembro (2026) O filme parte da série anterior para ir além e abordar as consequências pessoais do atentado. Para isso, entrevista jovens que perderam os pais, profissionais que trabalharam no resgate, homens e mulheres que serviram ao exército, assim como jornalistas que cobriram o atentado terrorista in loco. A produção, dirigida por Brian Knappenberger, visa mostrar as sequelas emocionais de um marco tão aterrorizante na história do país. O longa chegou à Netflix na última semana e conta com 6.3 pontos no IMDb. Duração: 1h37m Direção: Brian Knappenberger Notas da crítica: 6.3 no IMDb Onde assistir: Netflix Ponto de Virada: Geração 11 de Setembro foca nas sequelas dos sobreviventes Reprodução/Netflix 3. 11 de Setembro: No Gabinete de Crise do Presidente (2021) Já esse filme, dirigido por Adam Wishart, mostra uma nova abordagem sobre os ataques. O longa conta os eventos sob a perspectiva do Presidente Bush, que estava em uma apresentação escolar no momento dos atentados. Para isso, Wishart conversa com assessores e tem acesso exclusivo a um dos tomadores de decisões do governo, mostrando os bastidores de algumas das principais decisões políticas do país. Disponível na Apple TV+, o longa tem 7.5 pontos no IMDb. Duração: 1h30m Direção: Adam Wishart Notas da crítica: 7.5 no IMDb Onde assistir: Apple TV 11 de Setembro: No Gabinete de Crise do Presidente mostra os ataques sob a perspectiva de Bush e outros homens do governo Reprodução/Prime Video 4. Fahrenheit 11 de Setembro (2004) Dirigido e escrito pelo irônico Michael Moore, o documentário explora a fundo as guerras entre Estados Unidos, Iraque e Afeganistão, além do contexto prévio dos atentados. Moore também aborda, de forma crítica, políticas do governo Bush após o ataque e as possíveis reais intenções dos envolvidos. O longa tem 7.5 pontos no IMDb, 82% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas não está disponível no streaming atualmente. Duração: 2h3m Direção: Michael Moore Notas da crítica: 7.5 no IMDb e 82% no Rotten Tomatoes Onde assistir: fora do streaming Fahrenheit 11 de Setembro é escrito e dirigido por Michael Moore Reprodução/Rotten Tomatoes 5. 11 de Setembro: Um Dia nos EUA (2021) Essa minissérie documental reconta o dia 11 de setembro de 2001, sob a ótica de testemunhas oculares, sobreviventes e trabalhadores da segurança pública. Para isso, traz relatos emocionantes e imagens chocantes do atentado. A produção foi feita em colaboração com o Memorial e Museu Nacional do 11 de Setembro. Disponível na Apple TV, a série tem seis episódios. O título é avaliado com média de 9.2 no IMDb. Temporadas: 1 Episódios: 6 Notas da crítica: 9.2 no IMDb Onde assistir: Apple TV+ 11 de Setembro: Um Dia nos EUA traz depoimentos de sobreviventes e testemunhas Reprodução/IMDb Com informações do IMDb e Rotten Tomatoes 🎥 Como mudar o plano da Netflix Como mudar o plano da Netflix Mais do TechTudo Initial plugin text

Samsung provoca Apple e traz 'Tim Cook' usando Galaxy Z Fold 8 em comercial

11 de Setembro de 2026, 09:42

O iPhone Duo foi anunciado na última quarta-feira (9), e, desde então, as redes sociais da Samsung ao redor do mundo têm sido palco de uma série de provocações ao lançamento da Apple. Desta vez, a filial da Samsung na Nova Zelândia chamou atenção ao publicar um vídeo estrelado por um sósia de Tim Cook, ex-CEO da Apple, apresentando o Galaxy Z Fold 8. No material, o homem grisalho aparece sentado, com o dobrável em formato de “passaporte” nas mãos, enquanto fala diretamente com a câmera sobre os recursos e benefícios do aparelho. Para reforçar a provocação, a Samsung reproduziu elementos característicos da comunicação da Apple, incluindo o tom de voz adotado na apresentação de produtos e uma trilha sonora semelhante à utilizada pela rival. O detalhe mais curioso, porém, está no próprio nome do protagonista: o homem que interpreta o suposto Tim Cook realmente se chama Tim Cook, embora não tenha qualquer relação com o executivo da Apple. Trata-se, na verdade, de um agente imobiliário de Palmerston North, na Nova Zelândia, escolhido pela Samsung para estrelar a campanha. 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔎 Galaxy Z Fold 8: novo formato pode 'fisgar' quem nunca teve um dobrável 💵 Preço do iPhone Duo: 6 coisas que você pode comprar com o valor do dobrável Tim Cook neozelandês, homônimo do ex-CEO da Apple, estrela campanha provocativa da Samsung para promover o Galaxy Z Fold 8 Reprodução/Samsung ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 iPhone ou Samsung dobrável: qual é o melhor? Opine no Fórum do TechTudo A publicação no Instagram já se aproxima das 70 mil curtidas e soma pouco mais de 2 mil comentários, com usuários entrando na brincadeira e explorando o sobrenome do protagonista da campanha. Em inglês, “cook” significa “cozinhar”, o que deu origem a uma série de trocadilhos nos comentários, como “Tim COOKED” e “Tim is cooking”. As expressões também são usadas informalmente em inglês para dizer que alguém está “mandando bem” ou “arrasando”. Assim, as brincadeiras aproveitam o sobrenome do personagem para sugerir, em tom bem-humorado, que o suposto Tim Cook estaria “dando conta do recado” com o aparelho da Samsung. Initial plugin text A provocação também ganhou uma versão na conta da Samsung Myanmar, que publicou um vídeo dando “boas-vindas” à Apple ao mercado de celulares dobráveis. Na gravação, três unidades do Galaxy Z Fold 8 se movimentam de forma sincronizada, abrindo e fechando continuamente para simular uma salva de palmas. No centro da composição, aparecem objetos associados a bebês, enquanto o vídeo termina com um áudio infantil, em uma clara alusão à ideia de que a Apple estaria apenas “engatinhando” nesse segmento. Initial plugin text Além das provocações, o iPhone Duo apresenta algumas especificações semelhantes às do Galaxy Z Fold 8, especialmente no formato “passaporte”. Os dois modelos têm tela interna de 7,6 polegadas, enquanto os painéis externos diferem por apenas 0,1 polegada. Ambos também oferecem frequência de 120 Hz e brilho máximo de até 3.000 nits, características que aproximam ainda mais os dois dobráveis e ajudam a explicar o tom das provocações da Samsung após a estreia do rival. Com informações de Samsung Nova Zelândia e Samsung Myanmar 🎥 iPhone Duo: veja todas as novidades do dobrável da Apple iPhone Duo é bom? Veja todas as novidades do novo dobrável da Apple

Melhor celular para jogar: 5 modelos que batem de frente com consoles

11 de Setembro de 2026, 07:00

Os celulares gamer evoluíram ao ponto de disputar espaço com consoles portáteis, oferecendo desempenho suficiente para rodar jogos pesados com os gráficos no máximo. Em 2026, modelos equipados com processadores como Snapdragon 8 Elite, Apple A19 Pro e Dimensity 8400 Ultra conseguiram entregar uma gameplay fluida em jogos como Genshin Impact, Call of Duty Mobile, PUBG Mobile e Fortnite. Além disso, os aparelhos reúnem telas AMOLED de 120 Hz ou 144 Hz e baterias gigantes para melhorar a experiência nas jogatinas mais longas. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Para te ajudar a encontrar a melhor escolha, o TechTudo reuniu cinco smartphones que chamam a atenção pelo desempenho em games e pelo custo-benefício. A lista inclui desde o POCO X7 Pro, que custa cerca de R$ 2.199 na Amazon, até o iPhone 17 Pro, vendido por aproximadamente R$ 7.820 no Mercado Livre. Os preços citados na matéria foram consultados em setembro de 2026 e podem sofrer alterações posteriormente. A seguir, confira a lista completa. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos iPhone 17 Pro é um ótimo celular para jogos; confira outros Amanda Zola/TechTudo 🔎Xiaomi lança POCO F9 Pro e Ultra com desempenho de alto nível; confira Initial plugin text 📝Tem como jogar GTA V no celular grátis? Confira no Fórum TechTudo Melhor celular para jogar: 5 modelos que batem de frente com consoles POCO X7 Pro (256 GB) — melhor celular gamer custo-benefício da lista; Motorola Edge 60 Pro (256 GB) — melhor equilíbrio entre desempenho, tela e resistência; Galaxy S25 Ultra (512 GB) — melhor celular para jogos e multitarefa; RedMagic 11S Pro (512 GB) — melhor smartphone para quem busca uma experiência gamer de console; iPhone 17 Pro (256 GB) — melhor opção para jogar no ecossistema iOS. Como escolhemos os celulares para jogar? Foram selecionados modelos lançados entre 2025 e 2026 que se destacam pelo desempenho em jogos exigentes, como Call of Duty Mobile, PUBG Mobile e Fortnite, além de oferecerem bom custo-benefício dentro de suas respectivas categorias. A análise levou em conta fatores essenciais, como processadores de última geração, telas AMOLED com altas taxas de atualização, sistemas de resfriamento eficientes, baterias de longa duração, carregamento rápido e compromisso das fabricantes com atualizações de software. Para definir as recomendações, utilizamos como referência testes realizados pelo GSMArena e pelo próprio TechTudo. O que um bom celular para jogar deve ter? Na hora de escolher um smartphone para jogos, não basta olhar apenas para a quantidade de memória RAM ou para o processador mais potente. Apesar de esses serem pontos importantes, a experiência também depende da qualidade da tela, da autonomia da bateria e da capacidade do aparelho de manter o desempenho estável durante as partidas, sem superaquecimento ou quedas de FPS. Estes são os principais pontos que fazem diferença: Processador topo de linha: chips como Snapdragon 8 Elite, Snapdragon 8s Gen 4 e MediaTek Dimensity 9400 entregam potência suficiente para rodar jogos exigentes com gráficos no máximo, além de oferecer maior eficiência energética. Tela AMOLED com 120 Hz ou mais: a alta taxa de atualização torna os movimentos mais fluidos, enquanto a tecnologia AMOLED garante cores melhores e brilho intenso para jogar até na luz do sol. Sistema de resfriamento eficiente: câmaras de vapor e soluções avançadas de dissipação de calor ajudam a manter o desempenho por mais tempo, evitando perda de performance durante a gameplay. Pelo menos 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento: essa configuração permite manter aplicativos em segundo plano e instalar jogos grandes sem se preocupar com espaço. Bateria de 5.000 miliampere-hora (mAh) ou superior: jogos consomem energia, por isso uma bateria grande faz diferença para garantir horas de gameplay. Carregamentos rápidos acima de 80 W reduzem bastante o tempo na tomada. Recursos voltados para games: gatilhos, áudio estéreo e modos de desempenho dedicados a jogos são extras que tornam a jogabilidade mais imersiva e aproximam a experiência da oferecida por consoles portáteis. 1. POCO X7 Pro (256 GB) - a partir de R$ 2.199 Abrindo a lista, o POCO X7 Pro é uma das opções com melhor custo-benefício para quem quer jogar no celular sem investir rios de dinheiro. Lançado em janeiro de 2025, o smartphone chegou ao mercado como sucessor do POCO X6 Pro e rapidamente ganhou pelo hardware de ponta com preço de intermediário. O grande destaque do aparelho está na experiência visual e na construção, já que, segundo a análise do GSMArena, o POCO X7 Pro traz uma tela AMOLED de 6,67 polegadas com resolução 1,5K, taxa de atualização de 120 Hz, suporte a Dolby Vision e brilho máximo de 3.200 nits. Esse conjunto oferece uma excelente fluidez e ótima visibilidade até sob luz intensa. O aparelho é o primeiro da linha POCO X a contar com certificação IP68, garantindo resistência contra água e poeira, além de proteção Gorilla Glass 7i na parte frontal. Quando o assunto é desempenho, o processador MediaTek Dimensity 8400 Ultra, fabricado em 4 nm, utiliza uma arquitetura All Big Core que privilegia núcleos de alto desempenho. Ele trabalha ao lado da memória UFS 4.0, reduzindo tempos de carregamento e melhorando a estabilidade em jogos pesados. O sistema de resfriamento também foi aprimorado em relação à geração anterior, ajudando a manter a performance durante gameplays mais longas. A bateria de 6.000 mAh completa a ficha técnica com uma excelente autonomia para quem joga o dia todo, enquanto o carregamento rápido de 90 W é capaz de levar o aparelho de 0% a 100% em aproximadamente 42 minutos. Embora o foco esteja claramente no desempenho, o POCO X7 Pro oferece boas câmeras, lideradas por um sensor Sony de 50 megapixels (MP) com estabilização óptica. Atualmente, a versão com 256 GB de armazenamento e 8 GB de RAM pode ser encontrada por cerca de R$ 2.199 na Amazon, tornando-se uma das escolhas mais baratas da categoria. Prós: processador MediaTek Dimensity 8400 Ultra com excelente desempenho em jogos; tela AMOLED 1,5K de 120 Hz com brilho de até 3.200 nits; bateria de 6.000 mAh com carregamento rápido de 90 W; certificação IP68 e armazenamento UFS 4.0; ótima relação entre preço e performance. Contras: carregador pode não acompanhar a versão global; câmera ultrawide de 8 MP fica abaixo do restante do conjunto; não possui entrada para cartão microSD. 2. Motorola Edge 60 Pro (256 GB) - a partir de R$ 2.552 Lançado em maio de 2025, o Motorola Edge 60 Pro estreou com diversas melhorias em relação ao Motorola Edge 50 Pro. O aparelho ainda chega com Android 15, conectividade 5G, Wi-Fi 6E e recursos de inteligência artificial (IA) integrados ao sistema. Segundo os testes do GSMArena, o Edge 60 Pro se destaca pela construção e pela excelente qualidade de sua tela. O modelo traz um painel P-OLED de 6,7 polegadas com resolução 1,5K, taxa de atualização de 120 Hz, HDR10+ e brilho máximo de 4.500 nits, um dos maiores da categoria. Além da certificação IP68/IP69, o aparelho também possui resistência militar MIL-STD-810H, oferecendo maior proteção contra quedas, poeira e água. No desempenho, a Motorola apostou no MediaTek Dimensity 8350 Extreme, acompanhado de armazenamento UFS 4.0 e memória LPDDR5X. O equipamento garante uma ótima fluidez em jogos pesados, passando por telas de carregamento rapidamente e mantendo uma boa estabilidade durante longas sessões de gameplay. Os alto-falantes estéreo com Dolby Atmos contribuem para uma experiência mais imersiva, especialmente em games de ação e corrida. A bateria de 6.000 mAh vai garantir um dia inteiro de uso intenso, enquanto o carregamento rápido de 90 W reduz bastante o tempo na tomada. O Edge 60 Pro ainda traz um conjunto de câmeras bem competente, com sensor principal de 50 MP, lente teleobjetiva com zoom óptico de 3x e ultrawide de 50 MP. Apesar disso, o GSMArena aponta que a tela perdeu os 144 Hz da geração anterior e o carregamento sem fio foi reduzido para 15 W, pequenas concessões diante de um pacote bem completo. O Motorola Edge 60 Pro já pode ser encontrado por cerca de R$ 2.552 na Shopee, na versão com 256 GB de armazenamento. Prós: tela P-OLED 1,5K de 120 Hz com brilho de até 4.500 nits; processador MediaTek Dimensity 8350 Extreme e armazenamento UFS 4.0; bateria de 6.000 mAh com carregamento rápido de 90 W; certificações IP68/IP69 e resistência militar MIL-STD-810H; alto-falantes estéreo com Dolby Atmos e Wi-Fi 6E. Contras: taxa de atualização caiu de 144 Hz para 120 Hz; carregamento sem fio foi reduzido para apenas 15 W; câmera frontal perdeu o foco automático da geração anterior. 3. Samsung Galaxy S25 Ultra 5G (512 GB) - a partir de R$ 5.342 O Galaxy S25 Ultra entra na lista como a melhor opção para quem quer tanto um desempenho de alto nível para jogos quanto uma experiência completa no dia a dia. O modelo traz um painel AMOLED Dinâmico 2X de 6,9 polegadas, com resolução Quad HD+ de 3.120 x 1.440 pixels e taxa de atualização de 120 Hz. A tela oferece imagens nítidas e brilho suficiente para utilização em qualquer ambiente. Galaxy S25 Ultra é o novo topo de linha da Samsung Rubens Achilles/TechTudo Nos testes realizados por Rubens Achilles, do TechTudo, o celular se mostrou bem confortável para uso prolongado, principalmente por causa da união entre desempenho e tela. O design recebeu uma mudança importante em relação ao antecessor, com cantos mais arredondados que melhoram a ergonomia, enquanto a proteção Gorilla Armor 2 e a certificação IP68 ajudam a tornar o aparelho mais resistente. Quem busca um smartphone premium com sistema Android deve encontrar no S25 Ultra uma excelente opção, principalmente se já tem outros aparelhos da Samsung em casa, como TVs e eletrodomésticos. Para jogar, o grande destaque fica por conta do Snapdragon 8 Elite for Galaxy, processador de 3 nm que alcança até 4,47 GHz e garante desempenho premium em aplicativos e jogos. Nos testes do TechTudo, o aparelho apresentou uso bastante fluido, praticamente sem engasgos, mesmo com vários aplicativos abertos ao mesmo tempo, graças aos 12 GB de RAM. A bateria de 5.000 mAh consegue suportar um dia de uso relativamente intenso, embora o TechTudo destaque que a autonomia poderia ser maior considerando o tamanho do aparelho. Em compensação, o conjunto de câmeras é um dos grandes diferenciais do modelo, com sensor principal de 200 MP, ultrawide de 50 MP e duas teleobjetivas de 50 MP e 10 MP. Nos testes, o smartphone apresentou uma ótima qualidade fotográfica, com um desempenho noturno convincente e um zoom capaz de preservar muitos detalhes. Para quem busca um aparelho capaz de entregar desempenho de ponta nos games e ainda funcionar como uma câmera top de linha, o S25 é indispensável. Lançado no Brasil em fevereiro de 2025, o aparelho chegou ao mercado por R$ 11.999, mas sofreu uma forte redução de preço desde então e pode ser encontrado por cerca de R$ 5.342 na Amazon, na versão com 512 GB de armazenamento. Prós: Snapdragon 8 Elite for Galaxy com desempenho premium; tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,9 polegadas, Quad HD+ e 120 Hz; 512 GB de armazenamento e 12 GB de RAM; conjunto de câmeras versátil com sensor principal de 200 MP; design mais ergonômico, proteção Gorilla Armor 2 e certificação IP68. Contras: bateria de 5.000 mAh entrega cerca de um dia de uso intenso; carregamento poderia ser mais rápido para um aparelho dessa categoria; novidades de hardware são pontuais em relação ao Galaxy S24 Ultra. 4. RedMagic 11s Pro (512 GB) - a partir de R$ 6.135 Lançado em 2026, o RedMagic 11S Pro é o modelo da lista mais claramente pensado para quem coloca os jogos acima de qualquer outra coisa. A proposta da Nubia é trazer o que há de melhor em hardware e, junto com isso, adicionar recursos específicos para games, como gatilhos laterais, Game Space e um sistema de refrigeração dedicado, deixando o aparelho com a cara de um console portátil. RedMagic 11S Pro promete desempenho superior para jogos Divulgação/RedMagic O celular também chama a atenção por sua tela OLED de 144 Hz, maior taxa de atualização da lista. O painel tem formato plano e é acompanhado por uma câmera frontal sob a tela, praticamente invisível durante o uso. O corpo também conta com certificação IPX8, enquanto a conectividade inclui entrada para fones de 3,5 mm, emissor infravermelho e saída de vídeo pela porta USB-C, recursos pouco comuns em celulares topo de linha atuais. O grande diferencial está no conjunto de ferramentas para games, como os gatilhos laterais sensíveis à pressão, que funcionam como botões adicionais e podem ser configurados para diferentes comandos dentro dos jogos. Já o Game Space reúne outras funções voltadas ao público gamer e permite aproveitar periféricos externos, ampliando as possibilidades de uso. O aparelho ainda entrega um desempenho excelente com o Snapdragon 8 Elite Gen 5, sendo apontado pelo GSMArena como uma das opções com melhor relação entre potência e preço dentro da categoria de celulares gamers. Por outro lado, apesar de o sistema de resfriamento chamar atenção pelo visual e pela proposta, os testes de desempenho não foram tão impressionantes quanto o esperado. O software apresenta traduções pouco naturais em alguns trechos, enquanto as câmeras ficam atrás das encontradas em celulares convencionais de preço semelhante. Ainda assim, o RedMagic 11S Pro é provavelmente a escolha mais especializada em games da lista, e pode ser encontrado por cerca de R$ 6.135 na Shopee na versão com 16 GB de RAM e 512 GB de armazenamento. Prós: tela OLED de 144 Hz com câmera frontal sob o display; excelente relação entre preço e desempenho; gatilhos laterais sensíveis à pressão e diversos recursos voltados para jogos; entrada para fones de 3,5 mm, infravermelho e saída de vídeo pela USB-C. Contras: sistema de resfriamento não entrega desempenho tão impressionante; câmeras ficam abaixo de concorrentes convencionais; software apresenta traduções pouco naturais em alguns trechos; alto-falantes poderiam oferecer melhor qualidade sonora; não possui suporte a eSIM. 5. iPhone 17 Pro (256 GB) - a partir de R$ 7.820 Fechando a lista, o iPhone 17 Pro é a principal opção para quem prefere o ecossistema da Apple e quer um celular capaz de entregar desempenho de console em um formato compacto. O aparelho ainda vem com iOS 26, 12 GB de RAM, Wi-Fi 7 e um conjunto de recursos voltados para produtividade e criação de conteúdo. iPhone 17 Pro é um ótimo celular para games Amanda Zola/TechTudo Segundo a análise do GSMArena, o iPhone 17 Pro impressiona pela qualidade da construção e pela experiência multimídia. O smartphone adota um novo corpo em alumínio, proteção Ceramic Shield 2 e certificação IP68, além de uma tela LTPO Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz. Como se não fosse o suficiente, o painel oferece HDR10, Dolby Vision e brilho máximo de 3.000 nits, um dos conjuntos mais completos do mercado. O grande destaque para os gamers é o Apple A19 Pro, processador de 3 nm que trabalha em conjunto com uma nova câmara de vapor para dissipação de calor. Essa mudança ajuda a manter o chip em temperaturas mais baixas durante atividades intensas, evitando o superaquecimento. A GPU de seis núcleos também garante uma ótima performance em games exigentes e aproveita ao máximo a tela de 120 Hz, tornando o aparelho uma das referências em potência dentro do universo iOS. Apesar de a bateria de 3.998 mAh parecer pequena, a Apple aumentou significativamente sua capacidade em relação à geração anterior. O modelo também ganhou carregamento mais rápido, chegando a 50% em cerca de 20 minutos, além de suporte ao MagSafe de 25 W e ao padrão Qi2. Para completar, o conjunto de câmeras continua entre os melhores do mundo, com três sensores de 48 MP e gravação em 4K até 120 fps com Dolby Vision e ProRes. Mesmo com a iminente chegada do iPhone 18, esse ainda segue como uma das melhores opções da Apple. Lançado em setembro de 2025, o modelo custa R$ 7.820 hoje, no Mercado Livre, na versão com 256 GB de armazenamento. Prós: processador Apple A19 Pro com desempenho de ponta; tela LTPO Super Retina XDR OLED de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits; novo sistema de resfriamento com câmara de vapor; conjunto de três câmeras de 48 MP com gravação 4K a até 120 fps; Wi-Fi 7, MagSafe de 25 W e construção premium com Ceramic Shield 2. Contras: preço elevado em comparação aos concorrentes Android; carregador continua sendo vendido separadamente; ausência de leitor de impressão digital, mantendo apenas o Face ID. Com informações de Amazon, Casas Bahia, Magazine Luiza, Mercado Livre, Shopee, GSMArena e TechTudo Mais do TechTudo 🎥 Veja também: iPHONE 17 quase R$ 3.000 mais BARATO! iPHONE 17 quase R$ 3.000 mais BARATO! Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.

Melhor Smartwatch Apple: 5 modelos que valem o investimento em 2026

11 de Setembro de 2026, 06:00

Escolher um Apple Watch em 2026 envolve mais do que decidir quanto gastar. A linha da Apple reúne desde modelos que concentram as funções essenciais de notificações, exercícios e acompanhamento de saúde até versões voltadas a esportes ao ar livre, com GPS mais preciso, maior resistência e comunicação via satélite. Nesta lista, reunimos cinco smartwatches com propostas e faixas de preço diferentes e analisamos o que cada um entrega em pontos como tela, sensores, bateria, construção e desempenho, considerando também os resultados de reviews especializados. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp O Apple Watch SE 3 GPS abre a lista por R$ 1.817 na Shopee, no Pix e com cupom. No outro extremo, o Apple Watch Ultra 2 GPS + Cellular custa a partir de R$ 5.399 no Mercado Livre. Os preços citados foram verificados durante a apuração em setembro de 2026 e podem sofrer alteração sem aviso prévio. A seguir, confira os cinco modelos selecionados e veja qual combina melhor com o seu perfil de uso. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Modelos de Apple Watch reúnem diferentes níveis de recursos para saúde, exercícios, conectividade e uso no dia a dia Reprodução/Shutterstock 🔎 Como conectar smartwatch ao celular? Veja tutorial para todas as marcas Initial plugin text 📝 Quais são os 5 melhores smartwatches? Pergunte no Fórum do TechTudo Qual Apple Watch comprar em 2026? Apple Watch SE 3 GPS — opção mais acessível para uso cotidiano; Apple Watch Series 10 GPS — tela maior e recursos de saúde mais completos; Apple Watch Series 11 GPS — mais autonomia e recursos atualizados; Apple Watch Ultra 3 GPS + Cellular — foco em esportes, GPS e conectividade; Apple Watch Ultra 2 GPS + Cellular — resistência e recursos avançados para atividades outdoor. Como escolhemos os melhores smartwatches Apple? Para montar esta lista, consideramos modelos de Apple Watch com diferentes faixas de preço e perfis de uso, desde opções para tarefas cotidianas até versões voltadas a treinos e atividades ao ar livre. A seleção levou em conta características que realmente interferem na experiência, como qualidade e brilho da tela, autonomia de bateria, sensores de saúde, precisão no acompanhamento de exercícios, resistência, conectividade e conforto no pulso. Além da ficha técnica divulgada pela Apple, usamos resultados de reviews especializados para entender como esses recursos se comportam durante o uso. Também observamos a idade de cada geração e o que ela ainda oferece em 2026. Já os preços foram apurados na Shopee, Magalu, Mercado Livre, Casas Bahia e Amazon, considerando o menor valor encontrado no momento da pesquisa e organizando os modelos em ordem crescente de preço. O que um bom Apple Watch deve ter? Não existe um único Apple Watch que seja a melhor escolha para todo mundo. O modelo mais adequado depende de como o relógio será usado, do nível de acompanhamento de saúde desejado e de quanto cada pessoa pretende investir. Para quem quer apenas notificações, treinos e monitoramento básico, um modelo de entrada pode ser suficiente; já usuários que acompanham saúde com mais detalhe ou praticam atividades ao ar livre podem aproveitar melhor versões mais completas. Tela confortável de visualizar: brilho, tamanho e qualidade do painel fazem diferença para ler notificações, acompanhar treinos e consultar informações rapidamente. Quem usa o relógio com frequência em ambientes externos deve prestar mais atenção ao brilho máximo. Bateria compatível com a rotina: modelos com cerca de um dia de autonomia podem atender bem quem tem facilidade para recarregar diariamente. Para quem pretende monitorar o sono ou passar mais tempo longe de tomadas, uma bateria maior reduz interrupções no uso. Sensores de saúde de acordo com a necessidade: frequência cardíaca, sono e temperatura já cobrem boa parte do uso cotidiano. Recursos como ECG, alertas de apneia do sono e notificações de hipertensão ampliam o acompanhamento, mas podem ser desnecessários para quem busca apenas funções básicas. Recursos adequados ao tipo de exercício: para academia, caminhadas e corridas ocasionais, os modelos convencionais já oferecem um conjunto amplo de métricas. Quem faz trilhas, corridas longas, mergulho ou outras atividades outdoor pode se beneficiar de GPS mais preciso, maior resistência e recursos de segurança. Tamanho e conforto no pulso: caixas maiores oferecem mais área de tela, mas também aumentam o peso e o volume. Para uso durante o sono ou ao longo de muitas horas, vale considerar se o formato é confortável para o próprio pulso. Conectividade que faça diferença no uso: versões com GPS atendem bem quem costuma usar o relógio próximo do iPhone. Já modelos com conexão celular permitem fazer chamadas e usar alguns recursos longe do smartphone, algo mais útil para quem corre, treina ou sai sem levar o celular. Preço compatível com o que será realmente usado: pagar mais pode trazer sensores adicionais, materiais mais resistentes, tela melhor ou maior autonomia. O importante é verificar se esses extras têm relação com a rotina, porque um modelo mais caro não será necessariamente a melhor compra para todos. 1. Apple Watch SE 3 GPS – a partir de R$ 1.817 Lançado em setembro de 2025, o Apple Watch SE 3 é o modelo mais barato desta seleção e atende quem quer um smartwatch da Apple com os principais recursos do dia a dia, mas sem pagar pelos sensores e acabamentos das versões mais caras. Ele acompanha exercícios, sono e frequência cardíaca, mostra notificações e traz versões de 40 mm e 44 mm, com resistência à água de até 50 metros. Uma das principais mudanças em relação ao SE 2 é a tela Sempre Ativa, que permite consultar horário e notificações sem levantar o pulso. Em testes do TechRadar, o painel de 1.000 nits apresentou boa visualização em ambientes internos, mas sofreu mais com reflexos e leitura sob sol forte. O desenho mantém bordas mais largas que as dos Series 10 e 11. O chip S10 é o mesmo usado no Series 11 e no Ultra 3, e o desempenho acompanhou essa proximidade. Durante os testes do TechRadar, o SE 3 teve navegação rápida pelo watchOS 26 e registrou resultados semelhantes aos modelos mais caros no acompanhamento de frequência cardíaca, sono e exercícios. As maiores diferenças aparecem nos recursos de saúde, já que ele não oferece ECG nem medição de oxigênio no sangue. A bateria tem autonomia oficial de até 18 horas em uso normal e 32 horas no Modo Pouca Energia. No uso feito pelo TechRadar, o relógio completou um dia de uso moderado com monitoramento do sono. Cerca de 15 minutos de recarga recuperaram aproximadamente 30% da bateria. O Apple Watch SE 3 GPS custa a partir de R$ 1.817 na Shopee, no Pix, com aplicação de cupom. Prós: tela sempre ativa; desempenho próximo aos modelos superiores; boa precisão no monitoramento; recarga rápida. Contras: ausência de ECG e medição de oxigênio no sangue; bordas mais largas; visibilidade prejudicada sob sol forte. 2. Apple Watch Series 10 GPS – a partir de R$ 2.175 Subindo um pouco na faixa de preço, o Apple Watch Series 10 GPS é uma opção para quem pode investir mais em uma tela melhor, acabamento mais refinado e recursos de saúde mais completos. Como o chip S10 é o mesmo do modelo anterior da lista, o ganho aqui está menos em velocidade e mais no conjunto de recursos e no conforto de uso. A tela chega a 2.000 nits de brilho, tem bordas menores e mantém boa leitura mesmo quando o pulso está inclinado. No review do TechRadar, o display recebeu elogios pelo tamanho e pelos bons ângulos de visão. O corpo de apenas 9,7 mm também pesou a favor: até a versão maior, de 46 mm, foi considerada confortável no braço. Quem pretende acompanhar a saúde com mais detalhes encontra ECG, alertas de apneia do sono, sensor de temperatura e monitoramento de frequência cardíaca e exercícios. Nos testes do TechRadar, os registros de batimentos e treinos ficaram consistentes em relação aos dispositivos usados como referência. Quando o assunto é bateria, o Series 10 ainda exige recargas frequentes. A Apple informa até 18 horas de uso normal e 36 horas no Modo Pouca Energia, enquanto o TechRadar conseguiu cerca de 20 horas e chegou perto de 22 horas em um dia com treino. A carga rápida ameniza essa limitação: de 0% a 80%, o relógio levou aproximadamente 30 minutos. Cerca de dois anos após o lançamento, o Apple Watch Series 10 GPS pode ser encontrado a partir de R$ 2.175, em oferta na Shopee. Para quem pretende usar o relógio com frequência e valoriza uma tela mais agradável, corpo mais fino e ferramentas extras de saúde, ele representa um avanço mais perceptível do que simplesmente trocar de processador. Prós: tela grande e com bons ângulos de visão; corpo fino e confortável; versão de 46 mm bem proporcionada. Contras: chip S10 não trouxe ganho perceptível sobre o S9; autonomia praticamente não evoluiu. 3. Apple Watch Series 11 GPS – a partir de R$ 2.220 O Apple Watch Series 11 chegou ao mercado em setembro de 2025 com uma proposta menos focada em mudanças visuais e mais em melhorar a experiência de uso ao longo do dia. A bateria maior, o corpo fino de 9,7 mm e os recursos de saúde atualizados favorecem quem quer acompanhar atividades, notificações e sono sem precisar recarregar o relógio com tanta frequência. A autonomia é um dos pontos que mais mudou nessa geração. A Apple informa até 24 horas de uso normal e 38 horas no Modo Pouca Energia, enquanto o TechRadar conseguiu cerca de um dia e meio em uso leve. Para quem dorme com o relógio no pulso para acompanhar o sono, essa diferença reduz a necessidade de encaixar uma recarga antes de dormir. Durante uma semana de testes, o portal também avaliou bem a tela Sempre Ativa de até 2.000 nits, que manteve boa leitura em diferentes condições de iluminação. Nos modelos de alumínio, o vidro Ion-X passou a ser duas vezes mais resistente a riscos do que o usado no Series 10, o que ajuda em treinos e no uso contínuo. O relógio reúne ECG, monitoramento de frequência cardíaca, temperatura do pulso, pontuação do sono e notificações de hipertensão. Já o chip S10 permanece o mesmo da geração anterior: o sistema continuou fluido nos testes, mas não houve ganho perceptível de velocidade. Encontrado por R$ 2.220 na Shopee, o Series 11 fica mais interessante para quem vem de um Apple Watch antigo ou quer comprar um modelo atual com bateria melhor e um pacote de saúde mais completo. Para quem já possui o Series 10, o próprio TechRadar considera as mudanças pequenas para justificar uma troca imediata. Prós: autonomia maior; vidro mais resistente a riscos; recursos de saúde atualizados. Contras: sem avanço relevante de processamento; poucas novidades para quem já possui o Series 10. 4. Apple Watch Ultra 3 GPS + Cellular – a partir de R$ 5.266 Trilhas em regiões sem sinal, treinos longos e esportes que exigem localização precisa são cenários em que o Apple Watch Ultra 3 começa a justificar seu conjunto mais robusto. A caixa de 49 mm em titânio abriga GPS de dupla frequência, conexão 5G e comunicação via satélite, além de resistência à água de até 100 metros e suporte a mergulhos recreativos de até 40 metros. A comunicação por satélite é uma das novidades da geração apresentada em setembro de 2025. No teste demonstrativo feito pelo TechRadar, o relógio orientou pelo próprio visor como posicionar o braço para encontrar o satélite e transmitir dados de emergência e localização quando não havia rede móvel. É uma função bastante específica, mas que ganha importância para quem costuma se afastar de áreas com cobertura. Durante os testes do TechRadar, a tela de 3.000 nits também manteve ótima leitura sob luz solar, enquanto as bordas 24% menores deram mais espaço ao conteúdo sem aumentar a caixa. A precisão esportiva foi outro ponto positivo: comparado a uma cinta cardíaca Polar H10, o Ultra 3 registrou diferença média de apenas 1 bpm nos exercícios avaliados. A bateria acompanha melhor esse tipo de uso prolongado. Segundo a Apple, são até 42 horas em condições normais e 72 horas no Modo Pouca Energia. O site confirmou as 42 horas, mesmo incluindo uma corrida de 45 minutos com GPS, e a recarga leva cerca de 45 minutos para chegar a 80%. Na Shopee, o Apple Watch Ultra 3 GPS + Cellular pode ser encontrado a partir de R$ 5.266. É um investimento difícil de justificar para exercícios ocasionais, já que boa parte de sua estrutura foi criada para demandas mais específicas. Para treinos frequentes ao ar livre, aventuras e situações em que GPS, autonomia e comunicação longe do iPhone são importantes, essas diferenças passam a ter utilidade real. Prós: comunicação via satélite e 5G; tela ampla e de alto brilho; boa autonomia; alta precisão no acompanhamento esportivo. Contras: preço elevado; recursos podem ser excessivos para uso casual; não há versão mais barata somente com GPS. 5. Apple Watch Ultra 2 GPS + Cellular – a partir de R$ 5.399 O Apple Watch Ultra 2 reúne funções mais avançadas para quem quer acompanhar corridas, trilhas, mergulhos e outras atividades ao ar livre com mais precisão. A caixa de 49 mm em titânio traz GPS de dupla frequência, resistência à água de até 100 metros e conexão celular, além de certificação para mergulho recreativo de até 40 metros. Durante os testes do TechRadar, a tela de 3.000 nits manteve boa leitura mesmo sob sol forte, uma vantagem importante para quem usa o relógio em ambientes externos. O botão de Ação também mostrou utilidade em treinos, já que permite iniciar atividades ou marcar etapas sem precisar tocar no visor — algo conveniente quando as mãos estão suadas ou com luvas. O GPS, por sua vez, apresentou boa precisão nos percursos. O tamanho é um dos pontos que mais dividem o Ultra 2. Com mais de 60 g e uma caixa bem maior que a dos Apple Watches convencionais, ele pode incomodar quem prefere relógios discretos ou costuma dormir com o aparelho. O review também considerou pequena a evolução em relação ao primeiro Ultra, apesar da chegada do chip S9 e do gesto Double Tap. Segundo a Apple, a bateria dura até 36 horas em uso normal e pode chegar a 72 horas no Modo Pouca Energia. No uso feito pelo TechRadar, o relógio conseguiu cumprir a estimativa mesmo com treinos usando GPS, mas a duração ainda pode ser curta para provas, travessias ou acampamentos que se estendem por vários dias. Mesmo tendo sido lançado em 2023, o Apple Watch Ultra 2 GPS + Cellular ainda aparece por R$ 5.399 no Mercado Livre, sendo o modelo mais caro da nossa seleção. O preço continua alto, mas recursos como GPS de dupla frequência, construção em titânio, tela de alto brilho e suporte a mergulho ajudam a manter o modelo relevante em 2026. Para quem não pretende aproveitar esse lado mais esportivo, o investimento fica mais difícil de justificar. Prós: tela muito brilhante; GPS preciso; botão de ação útil em treinos; construção resistente. Contras: poucas mudanças em relação ao primeiro Ultra; corpo grande e pesado; autonomia ainda limitada para atividades de vários dias. Com informações de Apple, TechRadar, Amazon, Casas Bahia, Magalu, Mercado Livre e Shopee. Mais de TechTudo Veja aqui: iPhone Duo é bom? Veja todas as novidades do novo dobrável da Apple iPhone Duo é bom? Veja todas as novidades do novo dobrável da Apple Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.

AirPods 5: veja os modelos de AirPods disponíveis para comprar no Brasil

11 de Setembro de 2026, 04:00

A Apple lançou nesta quarta-feira (9) o AirPods 5, nova versão da linha que promete um cancelamento ativo de ruído mais avançado, além de outras novidades em relação à geração anterior. O fone de ouvido tem chegada prevista ao mercado para 18 de setembro. Enquanto o novo modelo não chega, o TechTudo reuniu os AirPods que continuam à venda no Brasil e podem ser boas opções para quem é fã da marca. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Entre as opções disponíveis, o AirPods 4 sem ANC é o modelo mais acessível da lista. Encontrado a partir de R$ 1.214 na Amazon, o fone conta com chip H2 e oferece até cinco horas de reprodução contínua. No outro extremo, o AirPods Max 2 é um headphone com cancelamento ativo de ruído avançado e drivers de 40 mm, disponível a partir de R$ 5.509 no Magalu. Os preços citados foram verificados durante a apuração da matéria, em setembro de 2026, e podem sofrer alterações. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos O novo AirPods 5 conta com controle por toques nas hastes Reprodução/Apple 🔎 Preços do iPhone Duo e 18 Pro: veja valores dos novos lançamentos da Apple Initial plugin text 📝Headset ou intra-auriculares? Qual melhor fone de ouvido? Confira no Fórum TechTudo Modelos de AirPods à venda no Brasil AirPods 4 sem ANC – opção mais acessível, com chip H2 e áudio espacial AirPods 4 com ANC – cancelamento de ruído, Áudio Adaptativo e Detecção de Conversa AirPods Pro 3 – ANC avançado, cinco opções de ponteiras e recursos de saúde AirPods 3 – geração anterior com áudio espacial e até seis horas de autonomia AirPods Max 2 – headphone com chip H2, ANC avançado e até 20 horas de bateria 1. AirPods 4 (sem ANC) – a partir de R$ 1.214 A lista começa com o AirPods 4 na versão mais acessível, sem cancelamento ativo de ruído (ANC). Ainda assim, o fone reúne recursos avançados, como áudio espacial com rastreamento dinâmico, que cria uma sensação mais imersiva durante a reprodução. O modelo também conta com chip H2, que contribui para chamadas mais claras e para o desempenho geral do dispositivo. O estojo é recarregável via USB-C e oferece até cinco horas de autonomia com uma carga, chegando a 30 horas com o estojo. Além disso, o AirPods 4 traz Siri integrada, Bluetooth 5.3 e certificação IP54 contra água e poeira. Na Amazon, o modelo custa a partir de R$ 1.214 e tem nota 4,7 de 5 estrelas. Entre os principais elogios dos usuários estão a qualidade do áudio e a autonomia da bateria. Por outro lado, o encaixe pouco firme aparece entre as críticas, sobretudo durante atividades mais intensas. Prós: áudio espacial; chip H2; boa autonomia; proteção IP54; integração com Siri Contras: não possui ANC; encaixe pode ser pouco firme durante atividades intensas 2. AirPods 4 (com ANC) – a partir de R$ 1.699 A versão mais completa do AirPods 4 tem como principal diferencial o cancelamento ativo de ruído (ANC), que reduz os sons externos para ajudar o usuário a manter o foco no que está ouvindo. O recurso é acompanhado pelo Áudio Adaptativo, que ajusta automaticamente o nível de ANC de acordo com o ambiente, pelo Modo Ambiente, que permite ouvir os sons ao redor, e pela Detecção de Conversa, que reduz o volume ao identificar que o usuário está falando e o retoma automaticamente depois. A autonomia para uso contínuo cai para quatro horas, mas o estojo traz como diferencial o suporte ao carregamento sem fio no padrão Qi. Os demais recursos são semelhantes aos da versão anterior, incluindo áudio espacial, chip H2, Siri integrada, Bluetooth 5.3 e certificação IP54 contra água e poeira. O modelo está disponível no Mercado Livre a partir de R$ 1.699. Como o anúncio é o mesmo da versão anterior, as avaliações dos usuários na Amazon seguem a mesma linha: a qualidade do áudio e a duração da bateria estão entre os principais elogios. Por outro lado, alguns consumidores relatam que o encaixe pode não ser firme o suficiente para determinadas atividades. Prós: cancelamento ativo de ruído; Áudio Adaptativo; Detecção de Conversa; carregamento sem fio Qi; áudio espacial; chip H2; boa autonomia; proteção IP54; integração com Siri Contras: autonomia menor que a versão sem ANC; encaixe pode ser pouco firme em algumas atividades 3. AirPods Pro 3 – a partir de R$ 2.000 O AirPods Pro 3 traz cancelamento ativo de ruído avançado, capaz de reduzir os sons externos em até duas vezes mais em relação à geração anterior. O modelo também conta com certificação IP57 contra água, suor e poeira, além de cinco opções de ponteiras para um ajuste mais personalizado aos diferentes formatos de ouvido. Em review, o TechRadar considerou o áudio energético e imersivo, com destaque para os graves e os vocais bem definidos. Os recursos extras também foram elogiados, recebendo nota 5 de 5, com destaque para funções como tradução ao vivo e monitoramento de frequência cardíaca. O fone ainda conta com Bluetooth 5.3 e oferece até oito horas de autonomia com o ANC ligado, chegando a dez horas no modo ambiente. Na Amazon, o modelo está disponível por R$ 2.000 e recebe nota 4,7 de 5 estrelas. Entre os principais elogios dos usuários estão a qualidade do áudio, o cancelamento de ruído e o conforto, favorecido pelas cinco opções de ponteiras. Por outro lado, há relatos pontuais de que o microfone poderia oferecer um desempenho melhor. Prós: ANC avançado; certificação IP57; cinco opções de ponteiras; boa autonomia; tradução ao vivo; monitoramento de frequência cardíaca Contras: microfone pode deixar a desejar em algumas situações 4. AirPods (3ª geração) – a partir de R$ 2.819 Antecessor do AirPods 4, o AirPods 3 segue disponível no mercado e também conta com áudio espacial com rastreamento dinâmico, que proporciona uma experiência mais imersiva durante o uso. Equipado com Bluetooth 5.0 e chip H1, o modelo oferece conectividade e desempenho, embora em um nível inferior ao AirPods 4, que traz o chip H2. A certificação IPX4 protege o fone contra respingos de água e suor, enquanto a Siri integrada facilita a rotina por meio de comandos de voz. A bateria oferece até seis horas de uso contínuo, chegando a 30 horas com o estojo de carregamento. Atualmente, o modelo recebe nota 4,7 de 5 estrelas na Amazon e está disponível a partir de R$ 2.819. De modo geral, os usuários elogiam a qualidade do áudio em diferentes situações. No entanto, há uma ressalva importante: mesmo sendo uma geração anterior ao AirPods 4, o modelo aparece atualmente mais caro que o sucessor, que oferece recursos mais avançados. Por isso, considerando os preços encontrados, o AirPods 4 apresenta um custo-benefício mais interessante. Prós: áudio espacial; chip H1; até seis horas de autonomia; certificação IPX4; integração com Siri Contras: preço superior ao do AirPods 4; menos recursos que o sucessor 5. AirPods Max 2 – a partir de R$ 5.509 O AirPods Max 2 é a última opção da lista e indicado para fãs e usuários da Apple que preferem headphones aos fones intra-auriculares tradicionais da linha. Assim como o AirPods 4, o modelo conta com chip H2 para otimizar o desempenho e os recursos, além de cancelamento ativo de ruído avançado, que analisa os sons externos milhares de vezes por segundo para tornar a redução de ruídos mais eficiente. Com Bluetooth 5.3 e drivers de 40 mm, o headphone também reúne recursos presentes em outros modelos da linha, como Modo Ambiente, Tradução ao Vivo, Detecção de Conversa e Siri integrada. A bateria oferece até 20 horas de autonomia, inclusive com o ANC ativado. Atualmente, o modelo está disponível a partir de R$ 5.509 no Magalu, embora ainda não tenha avaliações na plataforma. No Mercado Livre, onde recebe nota 4,8 de 5 estrelas, os usuários elogiam principalmente a qualidade do áudio e a eficiência do ANC. Até o momento da publicação, não há um padrão recorrente de críticas negativas ao produto. Prós: formato over-ear; chip H2; ANC avançado; drivers de 40 mm; até 20 horas de autonomia Contras: preço elevado AirPods 5: veja as novidades da nova geração e quando ela chega às lojas Novo AirPods 5 tem tradução em tempo real e melhora no cancelamento de ruído Reprodução/Apple A Apple lançou o AirPods 5 nesta quarta-feira (9), durante evento que também marcou a chegada do iPhone dobrável, do iPhone 18 Pro e de outros produtos. A nova versão promete cancelamento de ruído até 50% mais eficiente que o AirPods 4, seu antecessor, além de até cinco horas de reprodução contínua com o ANC ativado. AirPods 5 têm tradução em tempo real e melhora no cancelamento de ruído Outro diferencial é o controle de volume integrado à haste, como no AirPods Pro 3. O fone também reúne recursos já tradicionais da linha, como Áudio Adaptativo, Modo Ambiente, Tradução ao Vivo e integração com a Siri. Já o áudio espacial conta com rastreamento dinâmico da cabeça, proporcionando uma experiência sonora mais imersiva durante o uso. Assim como na geração anterior, o AirPods 5 será lançado em duas versões, mas, desta vez, ambas terão cancelamento ativo de ruído. A opção mais completa terá como extras o carregamento sem fio e os controles integrados às hastes, com preço a partir de R$ 1.699. Já a versão mais simples custará R$ 1.499. A previsão é de que os modelos cheguem às lojas a partir de 18 de setembro. Com informações de Amazon, Apple, Magalu, Mercado Livre e Shopee Mais do TechTudo l 🎥 Assista: Fone de ouvido Bluetooth descarregando rápido? MELHORE A BATERIA! Fone de ouvido Bluetooth descarregando rápido? MELHORE A BATERIA! Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.

5 notebooks que parecem premium, mas custam menos de R$ 6.000

11 de Setembro de 2026, 03:00

Para muitos, o design é o fator decisivo na compra de um notebook. Desde um visual mais sofisticado, acabamento rebuscado e telas maiores, o conjunto é capaz de oferecer uma proposta mais refinada, enquanto oferece configurações adequadas para as tarefas do dia a dia, como estudos, jogos e trabalho. Assim, os modelos dessa matéria unem design premium com ótimo custo-benefício. 🚨 Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da Internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Na lista, você encontra destaques como o Acer Aspire 5 A515-45-R043, que custa a partir de R$ 4.122 na Amazon. Ele traz processador Ryzen 5, 16 GB de RAM, SSD de 512 GB e tela de 15,6 polegadas, conjunto que atende bem a tarefas como estudos, trabalho e navegação. Além dele, o Acer Nitro ANV15-52-56PD V15 aparece por R$ 5.999 no Mercado Livre e aposta em uma configuração mais voltada para jogos, com placa de vídeo RTX 4050, tela de 165 Hz e processador Intel Core i5. Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração da matéria, no mês de setembro de 2026, e podem sofrer alterações. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 5 notebooks que parecem premium, mas custam menos de R$ 6.000 Julia Rabaça/TechTudo 🔎 Qual é o melhor notebook: Dell ou Asus? Comparamos as marcas Initial plugin text * Para voltar é necessário remover o CTA selecionado. 📝 Existe notebook bom e barato por até 2.000 reais? Veja no Fórum TechTudo Notebooks com design premium por menos de R$ 6.000 Acer Aspire 5 A515-45-R043 – alternativa para uso cotidiano e para diferentes tarefas com 16 GB de RAM e tela IPS Full HD de 15,6 polegadas Acer Aspire Go 15 AG15-71PT-58SX – modelo para estudos, trabalho e produtividade, com tela IPS Full HD touch screen de 15,6 polegadas, 8 GB de RAM e SSD de 512 GB VAIO FE16 VJFE69F11X-B0121H – notebook voltado a trabalho e estudos que combina tela IPS WUXGA de 16 polegadas, Ryzen 7 5825U, 16 GB de RAM e SSD de 512 GB Lenovo LOQ 83KHS00200 – indicado para jogos e tarefas exigentes, com Core i5-13450HX, 16 GB de RAM DDR5, RTX 3050 de 6 GB e tela IPS Full HD de 144 Hz Acer Nitro ANV15-52-56PD V15 – notebook gamer para quem prioriza gráficos e desempenho, com Core i5-13420H, RTX 4050 de 6 GB e tela IPS Full HD de 165 Hz 1. Acer Aspire 5 A515-45-R043 – a partir de R$ 4.122 O Acer Aspire 5 A515-45-R043 é um notebook intermediário que combina processador AMD Ryzen 5 5500U de seis núcleos e 12 threads com 16 GB de RAM DDR4, quantidade que oferece boa folga para atividades do dia a dia. O armazenamento fica por conta de um SSD NVMe de 512 GB, que favorece inicializações e carregamentos mais rápidos. Acer Aspire 5 Yuri Hildebrand/TechTudo A tela IPS de 15,6 polegadas tem resolução Full HD (1.920 x 1.080 pixels), taxa de atualização de 60 Hz e brilho de 250 nits. O painel conta ainda com acabamento antirreflexo, característica que ajuda a reduzir reflexos em ambientes internos. Em nossas avaliações, a linha Aspire 5 se mostrou adequada para produtividade, navegação e tarefas cotidianas, com desempenho suficiente para abrir várias abas e executar alguns programas ao mesmo tempo. Review Acer Aspire 5: notebook bom e barato que vale a pena para o dia a dia Para gráficos, o notebook utiliza a AMD Radeon Graphics integrada, que compartilha memória com a RAM e atende a tarefas gráficas leves, mas não é indicada para jogos ou edição pesada. A conectividade inclui Wi-Fi 6, Bluetooth 5.0, Gigabit Ethernet, HDMI 2.0, duas USB 3.2 Gen 1, uma USB-C 3.2 Gen 1, USB 2.0, RJ-45 e entrada combinada para fones e microfone. O carregador externo de 45 W é bivolt, e a bateria de 48 Wh promete até oito horas de autonomia, dependendo do uso. O Acer Aspire 5 A515-45-R043 está disponível por R$ 4.122 na Amazon, onde aparece com nota 4,6. Entre os comentários sobre o aparelho, há menções positivas ao desempenho para estudos e trabalho, à velocidade do sistema, à autonomia e à possibilidade de expansão. Por outro lado, há relatos de áudio considerado baixo e de algumas unidades apresentando problemas de funcionamento, como falhas no touchpad e reinicializações. Prós: 16 GB de RAM DDR4 para multitarefa; SSD NVMe de 512 GB com possibilidade de adicionar armazenamento SATA Contras: Radeon Graphics integrada limita jogos e tarefas gráficas exigentes 2. Acer Aspire Go 15 AG15-71PT-58SX – a partir de R$ 4.199 O Acer Aspire Go 15 AG15-71PT-58SX é um notebook intermediário para quem busca bom desempenho sem abrir mão de uma tela touch screen. Voltado especialmente para estudos, trabalho e tarefas do dia a dia. O modelo combina processador Intel Core i5-13420H de 13ª geração, 8 GB de RAM DDR5 e SSD NVMe de 512 GB, conjunto que favorece navegação, pacote Office, programação e multitarefa. Acer Aspire Go 15: notebook é ideal para trabalho e tarefas diárias; review Acer Aspire Go 15 Julia Rabaça/TechTudo A tela IPS de 15,6 polegadas tem resolução Full HD (1.920 x 1.080 pixels), taxa de atualização de 60 Hz e brilho de 300 nits, além de cobertura de 45% NTSC. Em testes com outra versão da linha, o Aspire Go 15 apresentou desempenho fluido em tarefas de produtividade e até em jogos moderados, embora o sistema de refrigeração aumente o ruído e a temperatura durante atividades mais exigentes. A memória também pode ser expandida para até 32 GB, o que amplia a vida útil do notebook para quem pretende executar programas mais pesados. O conjunto gráfico fica por conta da Intel UHD Graphics integrada, sem GPU dedicada, enquanto a construção tem 1,8 kg e cerca de 1,9 cm de espessura. O sistema de refrigeração utiliza ar, e o aparelho traz webcam HD de 720p com microfone integrado e dois alto-falantes estéreo de 2 W. Para conexões, há duas USB-C, duas USB-A, HDMI 2.1, entrada P2, Wi-Fi 6 e Bluetooth 5.1. O sistema operacional é o Windows 11. O que mais se destacou em meus testes foi sem dúvidas a performance do aparelho, sempre com respostas rápidas e fluidas e suficiente até para games moderados. O Acer Aspire Go 15 AG15-71PT-58SX está disponível por R$ 4.199 no Mercado Livre, onde tem nota 4,9. Entre os compradores, aparecem elogios à velocidade para estudos e trabalho, ao funcionamento do touch screen e à qualidade geral da tela, enquanto alguns relatos mencionam aquecimento e ruído durante atividades pesadas. Em avaliação do TechRadar, o Aspire Go 15 se destacou pelo desempenho rápido em tarefas cotidianas, teclado confortável e boa autonomia, mas o display foi apontado como um dos principais pontos fracos, com cores pouco vibrantes e ângulos de visão limitados. Prós: processador Intel Core i5-13420H de 13ª geração para produtividade e multitarefa; SSD NVMe de 512 GB com possibilidade de expansão da memória RAM Contras: Intel UHD Graphics integrada limita jogos e tarefas gráficas pesadas 3. VAIO FE16 VJFE69F11X-B0121H – a partir de R$ 4.299 Considerado um modelo intermediário, o VAIO FE16 VJFE69F11X-B0121H é uma alternativa para quem busca um notebook para estudos, trabalho e produtividade, com uma tela maior para visualizar documentos e trabalhar com várias janelas. O modelo traz processador AMD Ryzen 7 5825U, de oito núcleos e 16 threads, acompanhado de 16 GB de RAM DDR4 e SSD NVMe de 512 GB. O conjunto oferece boa capacidade para multitarefa e programas de produtividade, enquanto a memória pode ser expandida para até 64 GB. A tela IPS de 16 polegadas tem resolução WUXGA (1.920 x 1.200 pixels), proporção 16:10 e acabamento antirreflexo, proporcionando mais espaço vertical para documentos e páginas da internet. O painel cobre 45% NTSC, portanto não é voltado para trabalhos profissionais que dependem de alta fidelidade de cores. O notebook tem construção em plástico, pesa cerca de 1,85 kg e conta com dobradiça ErgoLift, que eleva levemente a base do teclado. O sistema de refrigeração utiliza ventoinha, enquanto o teclado Comfort Key tem teclado numérico e resistência a pequenos derramamentos. Para gráficos, o aparelho utiliza a AMD Radeon Graphics integrada, adequada para tarefas cotidianas e jogos leves, mas limitada para aplicações gráficas mais exigentes. Entre as conexões estão USB-C, duas USB 3.0, USB 2.0, HDMI, RJ-45, leitor de cartão microSD, Wi-Fi 6 e Bluetooth 5.2. O carregador de 65 W é externo, e o sistema operacional de fábrica é o Linux. O VAIO FE16 VJFE69F11X-B0121H está disponível por R$ 4.299 no Mercado Livre, onde tem nota 4,8. Entre os compradores, o bom desempenho para estudos, trabalho, edição de imagens e vídeos e alguns jogos aparece com frequência, assim como elogios à tela e à possibilidade de expansão de memória. Também há relatos pontuais sobre a necessidade de adaptação ou troca do Linux para quem prefere utilizar o Windows. Prós: Ryzen 7 5825U de oito núcleos e 16 threads para multitarefa; tela WUXGA de 16 polegadas com proporção 16:10; 16 GB de RAM DDR4 expansíveis até 64 GB; SSD NVMe de 512 GB Contras: Radeon integrada limita tarefas gráficas pesadas; construção em plástico pode oferecer menor resistência 4. Lenovo LOQ 83KHS00200 – a partir de R$ 5.669 Pensando no usuário que busca desempenho para jogos, o Lenovo LOQ 15IRX9 é um notebook gamer indicado para edição e programas mais exigentes, sem abrir mão de uma configuração equilibrada. O modelo traz Intel Core i5-13450HX de 13ª geração, com 10 núcleos e 16 threads, além de 16 GB de RAM DDR5-4800, quantidade que favorece o uso de vários programas ao mesmo tempo. Para os gráficos, o aparelho conta com NVIDIA GeForce RTX 3050 de 6 GB GDDR6, com TGP de 95 W, capaz de aproveitar recursos como Ray Tracing e DLSS em jogos compatíveis. O armazenamento fica por conta de um SSD M.2 PCIe 4.0 de 512 GB, que oferece inicialização rápida do sistema e dos programas. A memória é dividida em dois módulos de 8 GB, enquanto o notebook possui dois slots para SSD. A linha LOQ também se destaca pelo sistema térmico com hipercâmara, projetado para direcionar o ar quente para a parte traseira e manter o desempenho sob carga. O modelo pesa 2,38 kg e tem acabamento na cor Luna Grey, características que reforçam sua proposta gamer, embora não seja especialmente leve. Por fim, a tela IPS Full HD conta com taxa de atualização de 144 Hz. O Lenovo LOQ está disponível no Magalu a partir de R$ 5.669. O mesmo modelo pode ser encontrado no Mercado Livre a partir de R$ 6.439, onde os usuários destacam o desempenho em jogos e programas, além da tela e da construção. Por outro lado, alguns consumidores apontam a bateria como um ponto de atenção, além da preferência por trocar o Linux pelo Windows 11. Prós: Intel Core i5-13450HX de 13ª geração; 16 GB de RAM DDR5; RTX 3050 de 6 GB; SSD PCIe 4.0; tela IPS Full HD de 144 Hz com 100% sRGB; sistema de refrigeração com hipercâmara Contras: sistema operacional Linux exige adaptação para quem está acostumado ao Windows; peso de 2,38 kg 5. Acer Nitro ANV15-52-56PD V15 – a partir de R$ 5.999 O Acer Nitro V15 ANV15-52-56PD é um notebook gamer indicado para quem quer jogar títulos atuais e também usar programas mais pesados para trabalho ou estudo. O modelo combina o Intel Core i5-13420H de 13ª geração, com oito núcleos e 12 threads, à GeForce RTX 4050, com 6 GB de memória dedicada, conjunto que favorece jogos e tarefas gráficas. Além disso, conta com 512 GB de SSD NVMe e 8 GB de RAM DDR5. Acer Nitro V15 é bom? Veja ficha técnica do notebook gamer custo-benefício A tela de 15,6 polegadas tem resolução Full HD, painel IPS e taxa de atualização de 165 Hz, característica que deixa movimentos mais fluidos em jogos competitivos. O brilho de 300 nits ajuda na visualização em ambientes internos, enquanto a cobertura de 45% NTSC mostra que o display é mais voltado para jogos do que para trabalhos profissionais que exigem alta fidelidade de cores. Para lidar com o hardware gamer, o Nitro V15 conta com o aplicativo NitroSense, que permite controlar a velocidade das ventoinhas e escolher modos de uso, incluindo desempenho. A construção pesa 2,11 kg e tem 23,5 mm de espessura, enquanto recursos como TPM em firmware e trava Kensington adicionam opções de segurança física e digital. O Acer Nitro V15 pode ser encontrado a partir de R$ 5.999 no Mercado Livre. A avaliação de 4,9 estrelas e os comentários dos compradores destacam o desempenho em jogos e tarefas pesadas. Por outro lado, alguns apontam os 8 GB de RAM como uma limitação e mencionam a ampliação da memória para 16 GB como uma melhoria interessante. Prós: RTX 4050 com 6 GB de VRAM; tela IPS Full HD de 165 Hz; SSD NVMe PCIe 4.0 de 512 GB; RAM DDR5 expansível até 32 GB; Thunderbolt 4 Contras: apenas 8 GB de RAM de fábrica; bateria com autonomia declarada de até cinco horas Com informações de Acer, Amazon, Lenovo, Magazine Luiza, Mercado Livre, Shopee, Techradar [1] e Vaio Mais do TechTudo l 🎥 Assista: Asus Zenbook S14 (2026) é o melhor notebook ultrafino do mercado? Testamos! Asus Zenbook S14 (2026) é o melhor notebook ultrafino do mercado? Testamos! Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.

Borderlands 4 e mais 8 jogos estão grátis para jogar no final de semana

11 de Setembro de 2026, 02:27

Borderlands 4 e vários outros jogos estão grátis nesta semana em promoções para Xbox e PC. Nos consoles da Microsoft, a campanha Dias para Jogar de Graça libera títulos como F1 25 2026 Edition, Surviving Mars e Madden NFL 27, entre outros, por tempo limitado. Já no PC, a Epic Games Store oferece games gratuitos como Astral Ascent e Luftrausers, que podem ser resgatados sem custo e ficam permanentemente vinculados à conta dos usuários. Confira, a seguir, quais jogos estão gratuitos neste fim de semana, até quando as ofertas ficam disponíveis e o que é preciso fazer para aproveitar cada promoção. 🎮 Como o 11 de setembro mudou GTA e deixou marca permanente na franquia 📲 Comparador de celulares do TechTudo: veja os melhores para jogar Borderlands 4 está disponível para jogar de graça no Xbox nesse final de semana para assinantes do Xbox Game Pass Divulgação/2K Games ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Qual o melhor GTA? Opine no Fórum do TechTudo Dias para Jogar de Graça no Xbox Madden NFL 27 Borderlands 4 F1 25 2026 Edition Surviving Mars Relaunched CarX Drift Racing Online Dustborn Jogos grátis na Epic Games Store Astral Ascent Luftrausers Alone with You (Mobile) Borderlands 4, Madden NFL 27 e mais jogos grátis no Xbox Nos consoles Xbox Series X, Xbox Series S e Xbox One, seis jogos estarão disponíveis entre os dias 10 e 13 de setembro pela promoção Dias para Jogar de Graça. Dois deles poderão ser aproveitados por todos os jogadores, enquanto outros quatro exigem assinatura do Xbox Game Pass Essential, Premium ou Ultimate. Entre os títulos liberados para qualquer usuário está Madden NFL 27, jogo de futebol americano da Electronic Arts que ocupa nos Estados Unidos um espaço semelhante ao de EA Sports FC no futebol tradicional. Também será possível testar Dustborn por duas horas, game indie da Red Thread Games que acompanha um grupo de jovens em uma viagem de estrada pelos Estados Unidos em uma realidade alternativa dominada por um regime autoritário. Já os assinantes do Xbox Game Pass terão acesso a Borderlands 4, da Gearbox Software, jogo de tiro em primeira pessoa que combina multiplayer, exploração de mundo aberto e elementos de “looter shooter”, com progressão baseada na obtenção de armas e equipamentos cada vez mais poderosos. A seleção inclui ainda os jogos de corrida F1 25 2026 Edition e CarX Drift Racing Online, além de Surviving Mars Reloaded, título de estratégia e ficção científica focado na construção e administração de uma colônia humana em Marte. Borderlands 4, Madden NFL 27, F1 25 e mais games estão grátis no Xbox neste final de semana Reprodução/Xbox Wire Astral Ascent, Luftrausers e Alone With You grátis na Epic Games Store A Epic Games Store oferece novos jogos grátis toda semana, sempre às quintas-feiras, com títulos para PC e dispositivos mobile. Entre os dias 10 e 17 de setembro, os usuários poderão resgatar gratuitamente Astral Ascent, roguelike 2D com combates rápidos, e Luftrausers, jogo de aviões com visual estilizado, no PC. Já em celulares Android, a oferta da semana é Alone With You, romance visual focado em narrativa e exploração. Para resgatar os jogos grátis no PC, basta acessar a Epic Games Store, fazer login com uma conta Epic Games, a mesma utilizada em títulos como Fortnite, Rocket League e Fall Guys, e adicionar os games à biblioteca dentro do período da promoção. No celular, é necessário baixar o aplicativo da Epic Games Store pelo site oficial da plataforma, instalar a loja no dispositivo compatível e fazer o resgate por lá. Depois de adicionados à conta, os jogos permanecem disponíveis permanentemente na biblioteca do usuário. Batalhas frenéticas em Luftrausers exigem reflexo e treinamento. Divulgação/Vlambeer Com informações de Xbox Wire, Epic Games Store Mais do TechTudo Veja também: 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA! 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA!

Fogão Mueller é bom? Conheça marca e modelos

11 de Setembro de 2026, 02:00

A Mueller é uma boa marca e conta com uma oferta ampla no segmento de fogões, capaz de atender desde consumidores que buscam modelos compactos, focados em custo-benefício, até quem procura opções voltadas para preparos mais exigentes. Essa variedade também pode ser vista na faixa de preços, que contempla diferentes perfis de orçamento, com valores que partem de cerca de R$ 700 e podem chegar a R$ 2.260. Os fogões de quatro bocas mais básicos da Mueller geralmente oferecem dois queimadores de 2.000 W e outros dois de 1.700 W, além de forno com acabamento Total Clean, que facilita a limpeza. Já os modelos premium de cinco bocas da linha Decorato Inox podem oferecer mesa de vidro, timer digital touch, queimadores de tripla chama. Confira a seguir os principais modelos da Mueller e veja qual fogão da marca pode fazer mais sentido para cada perfil de consumidor. 🔎 É melhor guardar comida quente ou fria na geladeira? Especialistas explicam 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews A Mueller é uma boa marca e conta com uma oferta ampla no segmento de fogões Reprodução/Amazon 📝 Aparelhos 110 V, 220 V ou bivolt: como descobrir a tensão elétrica? Saiba no Fórum do TechTudo 1. Fogão Mueller é bom? O fogão Mueller pode ser uma boa opção tanto para quem procura um eletrodoméstico simples, quanto para quem busca um produto mais premium, graças à variedade de modelos e preços voltados para diferentes perfis de consumidor. Ao todo, a marca oferece 40 opções, divididas entre modelos de 4 e 5 bocas, com diversos acabamentos, tipos de acendimento e configurações de queimadores, incluindo opções com tripla chama. Fogão Mueller Gabriel Mattos/Gerado por Gemini Outro ponto positivo é a variedade de faixas de preço, que permite encontrar desde modelos mais simples, voltados para quem busca economia, até versões mais completas, com mesa de vidro, timer e outros recursos. Dessa forma, a Mueller pode atender tanto quem prioriza custo-benefício quanto quem procura um fogão mais robusto e equipado. Essa amplitude de oferta também se reflete nos preços, que partem de cerca de R$ 700 e podem chegar a R$ 2.260. 2. Conheça a Mueller Fundada em 1949, a Mueller é uma fabricante brasileira com mais de sete décadas de atuação no mercado de eletrodomésticos. A empresa iniciou suas atividades como uma ferraria e, ao longo dos anos, construiu uma trajetória especialmente ligada aos produtos para lavanderia. A marca é reconhecida por ter fabricado a primeira máquina de lavar em solo brasileiro, a Pioneira, lançada em 1951. Outro marco importante foi o lançamento da Lavadora Lavin, em 1989. O modelo se tornou um campeão de vendas e, devido à sua popularidade, passou a ser conhecido como PopTank. Com o tempo, a marca também ampliou sua atuação para a linha de eletrodomésticos voltados à cozinha, diversificando seu portfólio para além dos produtos de lavanderia. Atualmente, a fabricante oferece fogões, cooktops, fornos, fritadeiras elétricas, micro-ondas e coifas, com opções que contemplam desde modelos mais simples, voltados ao uso cotidiano, até produtos com recursos adicionais e acabamento mais sofisticado. Mueller é uma marca de fogões e fornos Reprodução/Mueller 3. Quais são os principais fogões Mueller? Como dito anteriormente, a Mueller conta com uma linha diversificada de fogões, com opções de 4 e 5 bocas que variam em acabamento, potência dos queimadores, recursos e faixa de preço. Entre os principais modelos estão os fogões de piso com mesa em aço inox ou vidro, além de versões que apostam em recursos como queimador tripla chama, timer e grades individuais. Tanto as versões de 4 quanto as de 5 bocas contam com modelos voltados para o dia a dia, com acendimento manual, mesa de aço inox e queimadores com potências mais básicas. Essas opções são indicadas principalmente para quem busca um fogão funcional para tarefas cotidianas e não faz questão de recursos adicionais ou acabamentos mais sofisticados. Fogão com mesa de vidro: conheça os melhores modelos para comprar Divulgação/ Mueller Na outra ponta do catálogo, podemos citar a linha Decorato, desenvolvida para quem busca um fogão com aspecto mais premium. Com acabamento em inox e mesa de vidro temperado, um dos grandes destaques da linha é o timer digital touch, que permite programar o tempo de preparo por meio de comandos sensíveis ao toque. 4. Fogão Mueller 4 bocas é bom? Sim, o fogão Muller 4 bocas é uma boa opção para quem não tem uma família tão grande. Na categoria de fogões de 4 bocas, a Mueller apresenta 17 modelos, com propostas que vão desde versões mais básicas até alternativas com acabamento e recursos mais elaborados. A quantidade de opções permite encontrar modelos para diferentes necessidades, mas há algumas características que se repetem ao longo da linha. Para essa categoria, a Mueller utiliza a faixa de preço que vai de R$ 700 a R$ 1.520. O MFI4BA é uma das opções mais básicas da categoria e conta com acendimento manual, mesa em aço inox, dois queimadores Família de 2.000 W e dois queimadores Médios de 1.700 W. O modelo também traz a tecnologia Easy Clean, que ajuda a reduzir o acúmulo de resíduos, e forno de 48 litros com puxador de aço. Os modelos MFI4BB e MFI4BC mantêm praticamente as mesmas especificações e o design da versão de entrada, mas acrescentam acendimento automático e mais opções de cores, o que representa um acréscimo de cerca de R$ 100 no preço. Já o MFI4BF apresenta mudanças mais significativas. O modelo mantém o acendimento automático e a mesma configuração de queimadores, mas traz os botões acoplados diretamente à mesa de inox, deixando o conjunto com um visual mais integrado. O forno também recebe 200 W a mais de potência e passa a contar com iluminação interna, dois recursos que não estão presentes na versão mais básica. Entre os modelos com mesa de vidro, o MFV4BB aparece como uma alternativa mais acessível. Além da superfície de vidro, o fogão conta com grades individuais e robustas, com seis pontos de apoio para cada queimador, proporcionando maior estabilidade às panelas. Em contrapartida, o modelo não possui luz no forno. O MFV4BF acrescenta justamente esse recurso e ainda traz grades de ferro fundido, tornando-se uma opção mais completa dentro da mesma proposta. No topo da categoria está a linha Decorato, disponível em duas opções de acabamento: preto fosco e aço escovado. Além do visual mais sofisticado e da mesa de vidro temperado, os modelos contam com quatro grades de ferro fundido e um incorporação de um queimador Ultra Chama de 2.600 W. O forno também é maior, com capacidade de 62 litros e espaço para duas prateleiras internas, ampliando as possibilidades para preparos que exigem mais espaço. 5. Fogão Mueller 5 bocas vale a pena? Na categoria de fogões de 5 bocas, a Mueller apresenta 24 modelos e mantém a mesma estratégia adotada na linha de 4 bocas, com opções que vão desde versões mais básicas até alternativas com acabamento e recursos mais sofisticados. A faixa de preços também é ampla, com valores que partem de cerca de R$ 946 e podem chegar a R$ 2.259. O modelo mais básico é o MFI5BA, que conta com acendimento manual e mesa de aço inox. O conjunto de queimadores é formado por uma boca Ultra Chama de 3.700 W, duas Família de 2.000 W e duas Médias de 1.700 W. O forno tem capacidade de 81,6 litros e queimador de 2.600 W. O MFI5BC mantém as mesmas especificações, mas acrescenta acendimento automático, enquanto o MFI5BB parte da mesma configuração e adiciona mesa de vidro. O MFV5BB é uma das opções mais acessíveis da linha com mesa de vidro. O modelo mantém o mesmo conjunto de queimadores, mas traz grades individuais para cada uma das cinco bocas, com seis pontos de apoio, proporcionando maior estabilidade para as panelas. O fogão também apresenta um forno ligeiramente maior. Já o MFI5BF acrescenta uma boca com tripla chama. Embora tenha os mesmos 3.700 W de potência da Ultra Chama, esse tipo de queimador tende a distribuir o calor de maneira mais uniforme pela base da panela. Há ainda o MFV5BF, que se diferencia pelo uso de grades de ferro fundido. Assim como nos modelos de 4 bocas, a linha Decorato ocupa o topo do catálogo de 5 bocas Reprodução/Mercado Livre Assim como nos modelos de 4 bocas, a linha Decorato ocupa o topo do catálogo de 5 bocas. Ao todo, são seis modelos com acabamento mais sofisticado e forno de 96 litros, que também conta com iluminação interna e duas prateleiras. A linha reúne configurações com e sem timer, incluindo versões com timer digital, além de opções com ou sem tampo de vidro, permitindo variações de acabamento e recursos dentro da própria linha. 6. O forno dos fogões Mueller é bom? Os fornos dos fogões Mueller apresentam capacidades e recursos que variam conforme o modelo, mas a linha conta com opções voltadas tanto para preparos cotidianos quanto para quem precisa de mais espaço interno. Entre os modelos de 4 bocas, a capacidade parte de cerca de 48 litros, enquanto alguns fogões de 5 bocas chegam a oferecer fornos com mais de 80 litros, como o MFI5BA, com 81,6 litros. No topo da linha, os modelos Decorato de 5 bocas chegam a 96 litros. Além da capacidade, a configuração interna também muda entre os modelos. Algumas versões contam com duas prateleiras, permitindo preparar mais de um alimento simultaneamente, enquanto determinados modelos oferecem iluminação interna para facilitar a visualização dos alimentos durante o preparo. O visor panorâmico também aparece em parte do catálogo, ampliando o campo de visão do interior do forno sem a necessidade de abrir a porta. Fogão Mueller 5 bocas Decorato Vetro Divulgação/Mueller 7. Fogão Mueller é econômico? Os fogões Mueller apresentam classificação energética A, tanto nos modelos de 4 quanto nos de 5 bocas, indicando bom nível de eficiência energética dentro da categoria. Nos fogões de 4 bocas, o rendimento dos queimadores é de 63%, enquanto o consumo de gás varia de 0,091 a 0,099 kg/h, conforme o modelo. Entre os fogões de 5 bocas, o rendimento dos queimadores também é de 63%, mas o consumo fica entre 0,135 e 0,153 kg/h. A diferença em relação aos modelos menores está relacionada principalmente à maior quantidade de queimadores e à configuração mais ampla do fogão. Mesmo com essa classificação de eficiência energética, é importante consultar a ficha técnica do modelo pretendido para verificar os dados específicos de consumo de gás. Os valores podem variar entre as versões, e o consumo durante o uso também depende de fatores como tempo de funcionamento e intensidade da chama. Existem diversos fatores que influenciam no nível de esforço necessário para limpar um fogão, entre eles: material da mesa, botões removíveis e tipo de grades dos queimadores. Como o portfólio de fogões da Mueller é extenso, os modelos diferem bastante nesses aspectos. Em comum, a maioria dos modelos conta com botões removíveis, o que facilita a limpeza da área de controle e permite alcançar com mais facilidade os espaços ao redor dos comandos. O fogão Mueller Piacere Vetro tem mesa de vidro e válvula de segurança que corta gás Reprodução/Mercado Livre Nas mesas, a fabricante apresenta modelos de aço inox e vidro. As versões com mesa de vidro tendem a levar vantagem no quesito limpeza, já que a superfície lisa facilita a remoção de resíduos e respingos de gordura. Também existem modelos com grades individuais para os queimadores, o que permite retirar as peças separadamente e facilita o acesso à mesa durante a higienização. No forno, alguns modelos ainda contam com o acabamento Total Clean, formado por um esmalte de superfície lisa que facilita a remoção de resíduos. Assim, embora a facilidade de limpeza varie entre os modelos, há opções na linha Mueller que incorporam recursos voltados a tornar a higienização mais prática. Com informações Mueller. Mais do TechTudo Veja o vídeo a seguir: Melhor comprar eletrodoméstico 110 ou 220 V? Decida! Melhor comprar eletrodoméstico 110 ou 220 V? Decida!

3 eletrodomésticos testados pelo TechTudo para quem ama churrasco

11 de Setembro de 2026, 02:00

Quem ama churrasco sabe que nem sempre é possível preparar alimentos na brasa em qualquer lugar, principalmente em apartamentos. Ora, às vezes não há estrutura adequada no local e a formação de fumaça pode incomodar. Portanto, para te ajudar a grelhar carnes, legumes e acompanhamentos no conforto de casa, o TechTudo te apresenta três eletrodomésticos que cumprem bem o papel. Além disso, foram aprovados em nossos testes. Para quem não quer gastar muito, por exemplo, a churrasqueira elétrica Britânia BCQ40 pode agradar. À venda por R$ 112, ela oferece grelha ampla e atinge a temperatura máxima de 240 °C. O grill Arno Perfect GP01, por outro lado, traz tecnologia de sobra para assar receitas. O principal destaque do aparelho é o sensor inteligente, que identifica a espessura do alimento e ajusta automaticamente o tempo de preparo. No e-commerce, ele sai a R$ 999. Confira, a seguir, a lista completa de eletrodomésticos testados por jornalistas de nossa equipe para simular churrascos em casa. Os preços foram verificados em setembro de 2026. 🚨 Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da Internet para você economizar 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias Arno Perfect Grill é capaz de grelhar carnes no conforto de casa Leonor Militão/TechTudo 🛒 Canal de ofertas no WhatsApp: confira promoções, descontos e cupons a qualquer hora 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Initial plugin text * Para voltar é necessário remover o CTA selecionado. 🔎 Churrasqueira elétrica portátil: 7 opções da Mondial, Britânia e mais 📝 Air fryer é realmente saudável? Descubra a resposta no Fórum TechTudo Eletrodomésticos testados pelo TechTudo para quem ama churrasco Churrasqueira elétrica Britânia BCQ40 — solução baratinha com bandeja coletora. Air fryer WAP Barbecue Digital — 12 modos de preparo e tecnologia Smokeless. Grill Arno Perfect GP01 — com sensor inteligente que ajusta o tempo da cocção. 1. Churrasqueira elétrica Britânia BCQ40 — a partir de R$ 112 A Britânia BCQ40 é uma churrasqueira elétrica voltada para uso em ambientes internos, com controle de temperatura por seletor e faixa de ajuste entre 90 e 240 °C. A bandeja removível funciona como coletor de gordura e reservatório de água, recurso destinado a reduzir a formação de fumaça durante o preparo. O equipamento também possui grelha e resistência removíveis, luz indicadora de funcionamento e pegadores laterais com toque frio. A grelha pode ser retirada para limpeza, enquanto a base conta com pés antiderrapantes. Por fim, vale mencionar que a BCQ40 tem potência de 1.500 W na versão 127 V e 1.800 W na 220 V. Britânia BCQ40 produz pouca fumaça durante o funcionamento Leonor Militão/TechTudo A churrasqueira foi testada por Leonor Militão, para o TechTudo. De acordo com a jornalista, o modelo da Britânia traz uma grelha ampla, produz pouca fumaça e oferece uma boa relação custo-benefício. No entanto, a construção é simples e o cabo de energia é curto demais. Depois dos testes, ficou claro que a churrasqueira elétrica Britânia BCQ40 não tenta substituir uma churrasqueira a carvão. A proposta aqui é oferecer uma alternativa prática para preparar carnes dentro de casa, produzindo menos fumaça e menos sujeira. Embora o acabamento e a potência possam deixar a desejar, ela entrega exatamente aquilo que promete e ainda custa pouco. Interessados na churrasqueira elétrica podem adquiri-la a partir de R$ 112, no Magalu. Por lá, ela recebe classificação média de 4,7 estrelas. Prós: produz pouca fumaça; grelha espaçosa; bom custo-benefício. Contras: cabo de energia curto; estrutura frágil 2. Air fryer WAP Barbecue Digital — a partir de R$ 779 A WAP Barbecue Digital combina as funções de air fryer, forno, churrasqueira e chapa em um único aparelho. Para isso, o painel digital oferece 12 funções pré-programadas, incluindo assar, gratinar, desidratar, cozimento lento, preparo a vapor e manutenção do alimento aquecido. O modelo também possui duplo sistema de aquecimento, circulação de ar em 360° e tecnologia Smokeless, que ajuda a evitar a formação de fumaça ao grelhar uma carne, por exemplo. Com capacidade total de dez litros, o aparelho permite regular a temperatura entre 50 e 230 °C, e conta com timer de 1 a 60 minutos, aviso sonoro e desligamento automático. A potência é de 1.800 W na versão de 127 V e 1.700 W em 220 V. O conjunto inclui chapa, cesto, tampa de vidro, grelha e escova de limpeza, enquanto os componentes utilizam revestimento antiaderente GrayStone. WAP Barbecue: a air fryer que é quase um fogão Em testes realizados por Letícia Rosa, para o TechTudo, a air fryer se destacou pelo design moderno, versatilidade, visor útil, painel completo e limpeza facilitada. Além disso, a jornalista obteve resultados satisfatórios ao grelhar uma picanha sem gerar cheiro forte na cozinha. O principal ponto negativo ficou por conta da curva de aprendizado. Por oferecer muitas funções, é necessário ter paciência e ler o manual de instruções para extrair o máximo do equipamento. Testei uma receita de costela com batata e cenoura, que ficou perfeita no modo air fryer, a 205 °C por 15 minutos, usando a grelha combinada com o cesto de frituras. Também preparei carne frita no alho no modo chapa, a 230 °C por 25 minutos, com o refratário de alumínio, e o resultado foi ótimo. Na Amazon, onde é avaliada com 4,5 de 5,0 estrelas pelos consumidores, a air fryer da WAP pode ser encontrada a partir de R$ 779. Prós: painel completo; versátil; fácil de limpar; visor útil; tecnologia Smokeless. Contras: difícil de operar no início; preço elevado para uma air fryer. 3. Grill Arno Perfect GP01 — a partir de R$ 999 O Arno Perfect GP01 é um grill que possui seis programas automáticos de preparo e três níveis de cozimento para carnes: mal passado, ao ponto e bem passado. Para isso, o aparelho conta com sensor que identifica a espessura do alimento e ajusta automaticamente o tempo de preparo, além de sistema de pré-aquecimento e função específica para alimentos congelados. Também é possível utilizar o modo manual para outros tipos de refeições. As placas são antiaderentes, inclinadas e acompanhadas por um coletor de gordura removível, que pode ser lavado na máquina de lavar louças. O modelo tem acabamento em aço inox e está disponível nas versões de 127 V e 220 V, com potência de 1.830 W e 2.180 W, respectivamente. Arno Perfect Grill preparando hambúrgueres Leonor Militão/TechTudo Leonor Militão testou o equipamento para o TechTudo. Segundo a jornalista, o Perfect Grill oferece excelente acabamento, programas automáticos eficientes, sensor se espessura realmente útil e facilidade de higienização. Ao grelhar hambúrgueres, por exemplo, o resultado foi satisfatório. As críticas, por sua vez, ficaram por conta do preço elevado, do cabo de energia curto e da ausência de uma tecnologia que eliminasse boa parte da fumaça. Ao colocar o modelo à prova, fiz uma 'tarde de hambúrguer' em casa, com blend de carnes caseiro e fatias de bacon. Utilizei os programas automáticos e achei super prático: bastou selecionar o alimento no painel e aguardar. A partir daí, o aparelho identifica automaticamente a espessura da carne e ajusta sozinho o ciclo de preparo: com o mostrador à direita, você acompanha, através da cor da luz, o ponto. Atualmente, no Mercado Livre, é possível adquirir o grill por R$ 999. Por lá, ele ostenta classificação média de 4,8 em 5,0 estrelas. Prós: excelente construção; programas automáticos eficientes; sensor de espessura útil; fácil de limpar. Contras: cabo de alimentação curto; não tem tecnologia antifumaça; preço elevado para um grill. Com informações de WAP, Britânia e Arno Mais do TechTudo Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.

Melhores prompts do ChatGPT para estudar: veja 20 comandos úteis

11 de Setembro de 2026, 02:00

O ChatGPT pode ser um aliado nos estudos quando usado da maneira certa. Além de responder dúvidas, a ferramenta pode ajudar a explicar assuntos difíceis, resumir conteúdos, criar exercícios, simular provas e organizar uma rotina de estudos. Neste guia, você vai conhecer 20 prompts da ferramenta de inteligência artificial para estudar, com comandos que podem ser adaptados para diferentes matérias e objetivos. A ideia é mostrar formas práticas de usar a IA como apoio ao aprendizado, seja para revisar antes de uma prova, entender um conteúdo ou identificar quais assuntos precisam de mais atenção. 🔎5 coisas que o ChatGPT faz bem e você deveria testar 🔔Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 🔎 Como usar o ChatGPT para resolver problemas de matemática ChatGPT no VS Code permite usar IA diretamente no ambiente para criar, editar e corrigir códigos Imagem gerada por IA/OpenAI 📝Como usar o ChatGPT? Veja no Fórum do TechTudo 📲Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar Índice Como usar o ChatGPT para estudar 20 melhores prompts do ChatGPT para estudar Como adaptar os prompts do ChatGPT para diferentes matérias Cuidados ao estudar com o ChatGPT 1. Como usar o ChatGPT para estudar Usar o ChatGPT para estudar é simples: basta acessar a ferramenta pelo site ou aplicativo, iniciar uma conversa e escrever o que você precisa. O estudante pode, por exemplo, enviar uma dúvida sobre determinado assunto, pedir uma explicação mais simples de um conteúdo ou solicitar exemplos para facilitar a compreensão. A ferramenta também pode ser usada para revisar matérias, resolver exercícios passo a passo, criar perguntas para testar conhecimentos e organizar uma rotina de estudos. Em vez de apenas pedir a resposta de uma questão, vale solicitar que o ChatGPT explique o raciocínio e mostre como chegar à solução. Dessa forma, a ferramenta pode funcionar como um apoio ao aprendizado, e não apenas como um gerador de respostas. Para obter resultados mais úteis, seja específico ao escrever o comando. Informar a matéria, o assunto, o nível de conhecimento e o tipo de ajuda desejada ajuda o ChatGPT a adaptar a resposta às necessidades do estudante. Organizei minha alimentação com o ChatGPT — 5 prompts para usar agora 2. 20 melhores prompts do ChatGPT para estudar Os prompts abaixo podem ser adaptados de acordo com a matéria, o nível de conhecimento e o objetivo de cada estudante. A ideia é usar o ChatGPT não apenas para encontrar respostas, mas também para explicar conteúdos, estimular a prática e ajudar na organização dos estudos. 1. Explicar uma matéria difícil Quando um conteúdo parece complicado, pedir uma explicação adaptada ao seu nível pode facilitar bastante a compreensão. Também é possível solicitar exemplos do cotidiano e perguntas ao final para verificar se o assunto foi realmente entendido. “Explique [assunto] como se eu estivesse aprendendo pela primeira vez. Use linguagem simples, exemplos do cotidiano e, no final, faça 3 perguntas para testar se eu entendi.” Explicação de tema escolar feita pelo ChatGPT Captura de tela / Eduarda Melo 10 prompts para aprender inglês com ChatGPT; confira como usar 2. Criar um plano de estudos Se você tem uma prova marcada e não sabe por onde começar, o ChatGPT pode ajudar a distribuir os conteúdos ao longo dos dias. Informe o tempo disponível e a matéria para receber uma sugestão de organização. “Tenho [X] dias para estudar para uma prova de [matéria]. Posso estudar [X] horas por dia. Crie um plano de estudos organizado por dia, priorizando os assuntos mais importantes.” ChatGPT, Gemini e mais: o que cada IA faz de melhor? 3. Resumir um conteúdo para a prova Esse prompt é útil para transformar textos extensos em uma revisão mais objetiva. Você pode pedir que o ChatGPT destaque informações que merecem atenção, como conceitos, datas e fórmulas. “Resuma este conteúdo para uma prova. Destaque os conceitos mais importantes, datas, fórmulas, termos e informações que têm maior chance de serem cobrados.” Pedi para o ChatGPT fazer meu visagismo e o resultado me surpreendeu 4. Transformar matéria em mapa mental Mapas mentais ajudam a visualizar a relação entre diferentes ideias. Ao fornecer um conteúdo ao ChatGPT, você pode pedir uma estrutura hierárquica com conceitos principais, tópicos e palavras-chave. “Transforme este conteúdo em um mapa mental organizado, começando pelo conceito principal e dividindo-o em tópicos e subtópicos. Use palavras-chave e relações entre os conceitos.” 5 prompts para gerar currículos completos no ChatGPT 5. Criar questões de prova Em vez de apenas reler a matéria, testar os próprios conhecimentos é uma boa forma de estudar. Este prompt permite criar questões com diferentes níveis de dificuldade e receber uma correção posteriormente. Atividade criada pelo ChatGPT Captura de tela / Eduarda Melo “Com base neste conteúdo, crie 10 questões de prova de nível [fácil/médio/difícil]. Não mostre as respostas ainda. Depois que eu responder, corrija uma por uma e explique meus erros.” Trend da foto preto e branco do ChatGPT: entenda o que é e como participar 6. Simular uma prova completa Para quem quer treinar em condições parecidas com uma avaliação, o ChatGPT pode montar um simulado. É possível definir a quantidade de questões, a dificuldade e o conteúdo que será abordado. “Aja como um professor de [matéria] e crie uma prova simulada com 15 questões sobre [assunto]. Misture questões fáceis, médias e difíceis. Espere minhas respostas antes de mostrar o gabarito.” Trend do ChatGPT mostra como seria seu 'par perfeito'; aprenda o prompt 7. Fazer um quiz interativo O formato de quiz deixa a revisão mais dinâmica e permite acompanhar o desempenho durante a conversa. Como o ChatGPT apresenta uma questão por vez, o estudante pode responder antes de receber a explicação. “Faça um quiz sobre [assunto]. Apresente apenas uma pergunta por vez, espere minha resposta, diga se está correta e explique o motivo antes de passar para a próxima.” Trend dos anos 80: testamos ChatGPT e Gemini para ver qual cria a melhor foto 8. Criar flashcards Flashcards são úteis para revisar definições, conceitos e informações que precisam ser memorizadas. O prompt transforma o conteúdo fornecido em perguntas e respostas curtas para facilitar a revisão. ChatGPT consegue gerar flashcards para o professor sobre o conteúdo da matéria Diedrich Bader/TechTudo “Transforme este conteúdo em 20 flashcards. Na frente coloque uma pergunta objetiva e no verso a resposta. Priorize os conceitos que preciso memorizar para a prova.” 20 prompts prontos MUITO úteis para copiar e usar no ChatGPT 9. Descobrir meus pontos fracos Nem sempre é fácil identificar sozinho quais assuntos precisam de mais atenção. Com perguntas de dificuldade crescente, o ChatGPT pode ajudar a perceber quais tópicos estão dominados e quais ainda precisam de revisão. “Teste meu conhecimento sobre [assunto] com perguntas de dificuldade crescente. No final, identifique quais tópicos eu domino e quais preciso revisar mais.” Não sabe o que fazer? 15 coisas divertidas do ChatGPT para sair do tédio 10. Explicar um exercício sem dar a resposta Se o objetivo é aprender a resolver uma questão, pedir a resposta diretamente pode não ser a melhor estratégia. Este prompt orienta o ChatGPT a oferecer pistas e perguntas para que você tente chegar à solução por conta própria. “Estou tentando resolver este exercício: [cole o exercício]. Não me dê a resposta imediatamente. Faça perguntas e dê pistas para me ajudar a chegar à solução sozinho.” 5 comandos do ChatGPT que todo usuário precisa conhecer em 2026 11. Corrigir uma resposta Depois de responder uma questão, você pode usar o ChatGPT como uma ferramenta adicional de revisão. O prompt pede uma análise dos erros e indica quais pontos poderiam ser melhor desenvolvidos. “Esta é minha resposta para a questão [questão]: [resposta]. Corrija como um professor, indique os erros, explique o que faltou e mostre como eu poderia melhorar a resposta.” ChatGPT x Copilot? Veja diferenças, semelhanças e qual é o melhor 12. Aprender com os próprios erros Revisar apenas o conteúdo que você já domina pode não ser a maneira mais eficiente de estudar. Ao analisar questões erradas, o ChatGPT pode ajudar a encontrar padrões e sugerir novos exercícios para praticar justamente essas dificuldades. “Estas foram as questões que errei: [cole as questões]. Identifique o padrão dos meus erros, explique por que estou errando e crie 5 exercícios semelhantes para eu praticar.” Salvei minhas finanças com o ChatGPT — conheça os 10 melhores prompts 13. Estudar com um PDF ou texto Materiais de aula, apostilas e outros textos podem ser transformados em um roteiro de revisão. O estudante pode fornecer o material e pedir uma organização dos principais conceitos, dificuldades e questões para estudo. ChatGPT é capaz de fazer resumo de PDF e gerar perguntas e respostas para estudar Reprodução/Rodrigo Fernandes “Analise este material e transforme-o em um guia de estudos. Separe os principais conceitos, explique os pontos mais difíceis e crie perguntas para eu revisar o conteúdo.” Esses 5 prompts no ChatGPT vão organizar o seu salário de uma vez 14. Explicar como um professor particular Este prompt cria uma dinâmica mais personalizada, começando pela identificação do que o estudante já sabe. A partir dessas respostas, o ChatGPT pode adaptar as explicações e os exercícios ao nível apresentado. “Atue como meu professor particular de [matéria]. Primeiro descubra o que eu já sei fazendo 5 perguntas. Depois monte uma sequência de explicações e exercícios adequada ao meu nível.” 9 dicas infalíveis para melhorar os seus prompts no ChatGPT 15. Revisão de última hora Quando o tempo é curto, é importante definir prioridades. O prompt pode ajudar a montar uma revisão rápida, concentrada nos conceitos essenciais e nos pontos que merecem atenção antes da prova. “Tenho apenas [X] minutos para revisar [assunto] antes da prova. Crie uma revisão rápida com os conceitos indispensáveis, erros comuns, fórmulas e 5 perguntas para testar meu conhecimento.” Nova trend do ChatGPT promete revelar como você vê o mundo; saiba fazer 16. Memorizar conteúdos difíceis Algumas informações são difíceis de guardar apenas com leitura e repetição. Nesse caso, o ChatGPT pode sugerir diferentes técnicas de memorização e criar associações que tornem o conteúdo mais fácil de recordar. “Preciso memorizar [conteúdo]. Crie associações, exemplos, histórias, acrônimos ou outras técnicas de memorização que facilitem lembrar dessas informações.” ChatGPT simula como você vai envelhecer; confira prompt para entrar na trend 17. Comparar conceitos parecidos Quando dois conceitos são muito semelhantes, uma comparação direta pode ajudar a perceber suas diferenças. Além da tabela, o estudante pode pedir exemplos e questões para testar se consegue distinguir os conceitos. “Explique a diferença entre [conceito 1] e [conceito 2]. Crie uma tabela comparativa, dê exemplos práticos e depois faça 5 perguntas para verificar se consigo diferenciá-los.” Como pagar mais barato no ChatGPT? Descubra truque que pouca gente conhece 18. Adaptar o estudo à matéria Cada disciplina pode exigir uma abordagem diferente. Este prompt permite informar a dificuldade encontrada e pedir uma estratégia que combine explicações, exercícios, revisões e testes. “Quero estudar [matéria]. Sugira a melhor estratégia para aprender esse conteúdo, considerando que [diga sua dificuldade]. Combine explicação, exercícios, revisão e teste de conhecimento.” API do ChatGPT: saiba para que serve, quanto custa e como usar 19. Criar uma aula completa Para quem prefere aprender seguindo uma sequência, o ChatGPT pode organizar uma espécie de aula dividida em etapas. O estudante também pode pedir perguntas ao longo do processo para acompanhar a própria compreensão. O ChatGPT consegue gerar um plano de aula completo para o professor Diedrich Bader/TechTudo “Crie uma aula de 30 minutos sobre [assunto]. Divida em introdução, explicação dos conceitos, exemplos, exercícios práticos e revisão final. Ao terminar cada etapa, faça uma pergunta para verificar meu entendimento.” Perplexity AI vs. ChatGPT: qual chatbot é melhor? Compare as duas IAs 20. Montar uma revisão personalizada para a prova Este é um dos prompts mais completos da lista, pois combina prazo, conteúdos, nível de conhecimento e tempo disponível. Com essas informações, o ChatGPT pode ajudar a montar uma estratégia de preparação mais direcionada. “Minha prova de [matéria] será em [data]. Estes são os conteúdos: [lista]. Meu nível atual é [nível] e tenho [X] horas disponíveis para estudar. Crie uma estratégia de preparação, indique o que devo estudar primeiro e faça testes ao longo do processo.” Saiba como criar slides usando IA no ChatGPT 3. Como adaptar os prompts do ChatGPT para diferentes matérias Os prompts não precisam ser usados exatamente da mesma forma em todas as disciplinas. Uma boa estratégia é manter a estrutura do comando e trocar o conteúdo, o tipo de exercício e a forma de explicação de acordo com a matéria estudada. Em matemática, por exemplo, vale pedir resoluções passo a passo, exercícios graduais e explicações sobre fórmulas e conceitos. Já em história, o prompt pode priorizar cronologias, relações de causa e consequência e comparações entre acontecimentos. Em português, é possível adaptar os comandos para trabalhar interpretação de texto, gramática, literatura ou produção textual. Em biologia, o estudante pode pedir explicações sobre processos, esquemas conceituais, exemplos e questões de revisão. Veja alguns exemplos rápidos: Matemática: “Explique equações do segundo grau passo a passo, mostre um exemplo resolvido e depois crie 5 exercícios para eu praticar.” História: “Resuma a Revolução Francesa destacando causas, principais acontecimentos, consequências e personagens importantes.” Português: “Explique o uso da crase de forma simples, dê exemplos e depois crie 5 questões para testar meu conhecimento.” Biologia: “Explique a fotossíntese como se eu estivesse aprendendo o assunto pela primeira vez. Apresente as etapas do processo e depois faça 5 perguntas.” Geografia: “Explique o fenômeno da urbanização, apresentando suas causas, consequências e exemplos.” Inglês: “Explique o uso do present perfect com exemplos simples e depois crie exercícios de dificuldade crescente.” Assim, quanto mais informações o estudante fornecer sobre a matéria, o assunto, sua dificuldade e o objetivo do estudo, mais direcionado tende a ser o resultado. Também é possível combinar diferentes prompts: por exemplo, pedir uma explicação, transformar o conteúdo em resumo e, em seguida, criar um quiz para revisar o que foi aprendido. Cinco vezes em que inteligências artificiais erraram feio 4. Cuidados ao estudar com o ChatGPT Apesar de ser uma ferramenta útil para os estudos, o ChatGPT não é infalível. A inteligência artificial pode apresentar informações incorretas, interpretações equivocadas ou respostas desatualizadas. Por isso, é importante conferir informações relevantes em livros, materiais fornecidos pelos professores e fontes confiáveis, especialmente quando o conteúdo será usado em trabalhos ou avaliações. Outro ponto importante é não depender exclusivamente da IA. O ChatGPT pode ajudar a explicar um assunto, criar exercícios e organizar a revisão, mas o aprendizado depende da participação ativa do estudante. Tente entender o conteúdo, resolver questões por conta própria e usar a ferramenta para complementar os estudos. Ferramentas de inteligência artificial ajudam estudantes a consultar informações e fazer atividades durante diferentes etapas da formação Gerada pela ia GPT 5.5 Também é fundamental respeitar as regras da escola, faculdade ou professor sobre o uso de inteligência artificial. Algumas atividades podem permitir o uso da ferramenta como apoio, enquanto outras podem exigir que o trabalho seja produzido sem IA. Seguir essas orientações ajuda a evitar problemas acadêmicos e mantém o uso do ChatGPT dentro de uma proposta de aprendizagem. Por fim, vale lembrar que usar bons prompts não significa aceitar automaticamente tudo o que a ferramenta responde. Questionar, conferir e aprender com o processo são partes importantes de um estudo eficiente com inteligência artificial. Com informações de ChatGPT 🎥 Google lança resumos em vídeo com IA em português; veja teste do TechTudo Google lança resumos em vídeo com IA em português; veja teste do TechTudo

The Legend of Zelda Ocarina of Time: 7 cenas épicas que apareceram no trailer

11 de Setembro de 2026, 01:01

O remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time, previamente anunciado em outro Direct realizado em junho de 2026, ganhou novidades recentemente. No Nintendo Direct mais recente, que aconteceu na última quarta (9) a Nintendo não decepcionou aqui, trazendo um vídeo detalhado de gameplay e um trailer revisitando cenas icônicas do clássico de 1998. Além disso, a empresa também revelou a data de lançamento do game, que acontecerá no dia 5 de novembro de 2026. 🎮GTA 6: 6 novidades que prometem deixar o jogo mais difícil (ou não) 📲Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Além do jogo, a Nintendo também anunciou uma edição limitada do Nintendo Switch 2 e do Pro Controller 2, que serão lançados um pouco antes do jogo, em 29 de outubro. Se você ainda não assistiu aos quase 35 minutos de apresentação, que também incluiu o anúncio do título e data de lançamento do filme The Legend of Zelda, veja a seguir algumas das cenas mais icônicas do trailer do remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time. 🤑Canal do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons diariamente 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos O remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time chega em 5 de novembro de 2026 Reprodução/Nintendo of America ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Quais são os 10 melhores jogos na sua opinião? Opine no Fórum do TechTudo The Legend of Zelda: Ocarina of Time: 7 cenas emblemáticas que apareceram no trailer Link encontra a Grande Árvore Deku pela primeira vez Primeira vez que o Campo de Hyrule aparece Link e Zelda se encontram pela primeira vez no Castelo de Hyrule Link toca a Zelda's Lullaby na Ocarina do Tempo O Herói do Tempo é aspirado para dentro de Jabu Jabu, no Domínio Zora Ganondorf ataca Link na entrada da Cidade de Hyrule Link retira a Master Sword do pedestal do Templo do Tempo, se tornando o Herói do Tempo Initial plugin text 1. Link encontra a Grande Árvore Deku pela primeira vez A área da Floresta Kokiri serve como uma espécie de tutorial no jogo. É lá que você vai aprender as principais mecânicas do game, como movimentação, uso dos itens e as batalhas. Não à toa que é no interior da Grande Árvore Deku que está o primeiro labirinto e chefão do game, a Rainha Gohma. Mas antes disso, o primeiro encontro com a árvore em si é um dos que mostrava o que o Nintendo 64 podia fazer. Aqui, a intenção continua sendo a mesma, mas atualizado para o que os gráficos dos consoles atuais são capazes de reproduzir. Em conjunto com uma direção de arte capaz de desenhar mais detalhes e tentar reproduzir a mesma sensação de maravilhamento que o original causou. O primeiro encontro com a Grande Árvore Deku é um dos momentos impactantes de Ocarina of Time Reprodução/Nintendo of America 2. Primeira vez que chegamos para o Campo de Hyrule Atualmente, ter uma visão panorâmica do mapa de um jogo é algo comum, especialmente nos games de mundo aberto. Mas foi em The Legend of Zelda: Ocarina of Time que tivemos esse vislumbre em um jogo em 3D pela primeira vez. Olhar por um campo extenso e se impressionar com a possibilidade de explorá-lo era, até então, uma novidade de tirar o fôlego. Não que isso seja impossível nos dias de hoje, até porque The Legend of Zelda: Breath of the Wild fez isso em 2017, quase 20 anos após o lançamento original de Ocarina of Time. Mas hoje é bem mais difícil. Tanto que no trailer, não fiquei tão impressionado, mas a nostalgia de reconhecer aquele campo e saber o que era cada elemento daquele mapa foi bem forte. O Campo de Hyrule foi a primeira vez que tivemos uma visão panorâmica de cenário de tirar o fôlego Reprodução/Nintendo of America 3. Link e Zelda se encontram pela primeira vez no Castelo de Hyrule O encontro fatídico de Link e Zelda que já havia se repetido antes, e se repetiria muito mais nos jogos seguintes, teve o seu ápice nesse momento, em 1998. Recém-chegado no castelo, o menino que se tornaria o Herói do Tempo se encontra pela primeira vez com a princesa que aparecia em seus sonhos premonitórios. Diferente das outras cenas listadas até aqui, esta não chega a impressionar por sua imponência ou por ser um marco inédito na história dos games. Sua importância está ligada ao momento do próprio jogo, onde o protagonista descobre que sua missão, até o momento ainda um mistério, é muito maior do que ele poderia imaginar, envolvendo o destino de toda Hyrule. Um dos momentos mais marcantes de Ocarina of Time é o encontro entre Link e Zelda Reprodução/Nintendo of America 4. Link toca a Zelda's Lullaby na Ocarina do Tempo Apesar de Link aprender o Acalanto da Zelda (ou Zelda's Lullaby, para os mais puritanos) antes de ficar com a Ocarina do Tempo, uma das cenas mais emblemáticas nos trailers do remake é o trecho que Link toca o tema do jogo no instrumento musical. E aqui tem uma das novidades mais promissoras, especialmente para quem gosta de ser musicalmente criativo: você poderá cantarolar as canções no microfone do controle ou até mesmo tocar uma ocarina ou flauta na vida real, com a música também sendo reproduzida no jogo. Se na versão original do game não havia tanta ajuda para tocar músicas diferentes, no remake para o Nintendo Switch 2 podemos esperar muita criatividade e vídeos nas redes sociais de pessoas reproduzindo canções famosas na ocarina do jogo. A Ocarina é o principal símbolo do jogo e será a fonte de muita criatividade musical no game, da mesma forma que no passado Reprodução/Nintendo of America 5. O Herói do Tempo é aspirado para dentro de Jabu Jabu, no Domínio Zora Talvez um dos momentos mais divertidos do primeiro trecho do game, o trailer do remake também mostra o hilário momento onde finalmente conseguimos entrar no terceiro labirinto do game. O que nos surpreendeu é que ele não seria muito convencional, com nosso ainda pequeno herói sendo aspirado para dentro de Jabu Jabu, a entidade protetora da tribo Zora. Apesar de engraçado, o labirinto não tinha graça alguma. O mais desafiador até aquele momento, ele e o Templo da Água ajudaram a criar toda uma geração de haters de fases de água nos jogos. A única pergunta sobre esse trecho do jogo que ficou sem resposta nos trailers foi: será que o Rei Zora vai demorar 30 segundos para apenas chegar um pouco para o lado de novo? O terceiro labirinto de quando Link é criança começa de forma surpreendente Reprodução/Nintendo of America 6. Ganondorf ataca Link na entrada da Cidade de Hyrule O pesadelo que invade os sonhos de Link também é a primeira cena do game original, antes mesmo do menino ser acordado por sua companheira Navi. Aqui, em uma noite de tempestade, seu caminho cruza com o de Ganondorf, já um poderoso guerreiro enquanto ele ainda é um menino. Outra das cenas mais imponentes do game, que mostra a clara diferença de poder entre o vilão e o herói. Nesse encontro, Ganondorf dá uma prova desse poder ao menino, atacando com uma magia e o mandando para longe. O que o vilão não imaginava é que a Ocarina of Time estava em posse do herói que logo entra e muda seu destino para sempre ao puxar a Master Sword de seu pedestal no Templo do Tempo. O que era um sonho premonitório se torna realidade quando Link encontra pela primeira vez o temível Ganondorf Reprodução/Nintendo of America 7. Link retira a Master Sword do pedestal do Templo do Tempo O último item da lista só poderia ser diferente se este momento não tivesse sido mostrado nos trailers. Afinal de contas, é o trecho mais icônico do jogo, senão de toda a franquia. A hora que Link retira a Master Sword do pedestal do Templo do Tempo tem uma consequência necessária, mas terrível tanto para o herói, quanto para Hyrule. A passagem em 7 anos do tempo traz um Link que deixou de ser criança, sem ter vivido plenamente a infância, mas também mostra uma Hyrule tomada pelo mal de Ganondorf. A vívida cidade no pé do castelo de Hyrule se torna um deserto povoado por monstros, enquanto a população por toda a Hyrule sofre com os males causados pelo vilão. É a partir daqui que a jornada toma um tom sombrio e onde a linha do tempo de The Legend of Zelda tem uma divisão importante, baseado no resultado da luta final por Hyrule. O momento mais surpreendente de Ocarina of Time também é muito aguardado no remake Reprodução/Nintendo of America Com informações de Nintendo Direct, Nintendo (1, 2) Mais do TechTudo Veja também: 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA! 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA!

iPhone 18 Pro vale a pena? Veja preço, cores e análise da ficha técnica

11 de Setembro de 2026, 01:00

O iPhone 18 Pro é o celular topo de linha da Apple em 2026 e chega ao mercado com avanços importantes em câmera, desempenho e armazenamento. Anunciado nesta quarta-feira (9), durante evento global da fabricante, o modelo tem pré-venda prevista para 12 de setembro e disponibilidade a partir do dia 18, com preços entre R$ 11.999 e R$ 20.999. Entre os principais destaques está a câmera principal de 48 MP, que estreia a abertura variável no catálogo da Apple. O recurso está presente no Huawei Pura 80 Ultra, apontado pelo DXOMARK como o celular com as câmeras mais poderosas do mundo. Além disso, o smartphone estreia o processador A20 Pro, primeiro chipset de 2 nanômetros da fabricante, com promessa de ganhos em processamento, desempenho gráfico e autonomia. A Apple ainda confirmou a chegada da aguardada variante na cor “bordô”, além das opções preto, prata e glacial (azul). A seguir, confira a análise da ficha técnica e as principais características do iPhone 18 Pro. 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔎 Não vai ter iPhone 18 'normal'? Veja previsão de lançamento do celular ✈️ iPhone 18 Pro: vale a pena importar dos Estados Unidos? Advogado explica Destaques da Apple no Surpreenda e Brilhe 2026. Veja todos os anúncios ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝Galaxy S26 Ultra vs iPhone 17 Pro Max: qual é o melhor? Opine no Fórum do TechTudo iPhone 18 Pro: preço, cores e ficha técnica do lançamento da Apple O TechTudo reuniu, em onze tópicos, tudo o que você precisa saber sobre o iPhone 18 Pro, novo topo de linha da Apple. No índice a seguir, confira os principais destaques abordados neste guia. Ficha técnica do iPhone 18 Pro Design ganha novas cores e proteção reforçada Tela preserva recursos consagrados e amplia funções da Dynamic Island Câmera com abertura variável Desempenho elevado com novo chip A20 Pro Bateria para até 34 horas de vídeo e recarga rápida Sistema iOS 27 com Liquid Glass e Siri mais inteligente Prós e contras do iPhone 18 Pro iPhone 18 Pro vale a pena? Preço e disponibilidade do iPhone 18 Pro no Brasil Concorrentes do iPhone 18 Pro Ficha técnica do iPhone 18 Pro Tamanho da tela: 6,3 polegadas Resolução da tela: 2.622 x 1.206 pixels Painel da tela: Super Retina XDR OLED Câmera traseira: 48 MP + 48 MP + 48 MP Câmera frontal: 18 MP Sistema: iOS 27 Processador: A20 Pro Memória RAM: não informado Armazenamento: 256 GB, 512 GB, 1 TB ou 2 TB Cartão de memória: não possui Bateria: não informado Peso: 211 gramas Dimensões: 150 x 71,9 x 8,75 mm Cores: preto, prateado, glacial, bordô Lançamento: setembro de 2026 Preço de lançamento: a partir de R$ 11.999 Design ganha novas cores e proteção reforçada O iPhone 18 Pro não traz mudanças estéticas tão expressivas em relação ao modelo de 2025. As dimensões permanecem inalteradas, em 150 x 71,9 x 8,75 mm, enquanto o peso sobe para 211 gramas. O aparelho mantém a construção unibody em alumínio e conta com Ceramic Shield na traseira e Ceramic Shield 2 na tela. A proteção também inclui certificação IP68, que oferece resistência à poeira e permite a imersão em água doce a até seis metros de profundidade por até 30 minutos. O Controle da Câmera e o Botão de Ação também foram preservados nesta geração. Nova cor “bordô” é o principal destaque estético da linha iPhone 18 Pro, que também ganha opções prateada, glacial e preta Divulgação da Apple A principal renovação no design está concentrada nas opções de cores, já que a Apple reformulou completamente o catálogo do modelo. O destaque fica para o bordô, tonalidade amplamente antecipada por rumores e vazamentos ao longo do ano. A fabricante também apresenta uma versão prateada em tom ligeiramente mais escuro que o adotado no iPhone 17 Pro, além das opções glacial, em azul-claro, e preta. Tela preserva recursos consagrados e amplia funções da Dynamic Island Em relação à tela, a Apple também promove poucas mudanças, mantendo o elevado padrão estabelecido pela geração de 2025. O iPhone 18 Pro tem display OLED de 6,3 polegadas e resolução de 2.622 x 1.206 pixels, além de taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz, responsável por oferecer maior fluidez entre transições. O painel oferece brilho mínimo de 1 nit e pico de até 3.000 nits, características que favorecem a visualização tanto em ambientes escuros quanto sob luz intensa. A tela também recebe revestimentos voltados à resistência e à legibilidade, incluindo proteção contra impressões digitais e oleosidade, além de uma camada antirreflexo. A principal novidade, porém, está na Dynamic Island, que ganhou um visual redesenhado e agora pode exibir até três atividades ao vivo simultaneamente. Com isso, a Apple preserva as características centrais do display, mas introduz uma atualização pontual na experiência de uso. iPhone 18 Pro mantém boa parte das especificações de tela da geração anterior, mas ganha brilho máximo mais alto, vidro mais resistente e revestimento antirreflexo Reprodução/Apple Câmera com abertura variável As câmeras seguem como um dos grandes destaques dos flagships da Apple, e o iPhone 18 Pro eleva ainda mais esse conjunto. Embora mantenha o sistema triplo de 48 MP, o modelo incorpora recursos avançados há anos aguardados pelos fãs da marca. A seguir, confira como as câmeras do aparelho se organizam. Câmera principal de 48 MP com abertura de f/1.48-f/4.0; Câmera ultrawide de 48 MP com abertura de f/2.2; Câmera teleobjetiva de 48 MP com abertura de f/2.8; Câmera frontal de 18 MP com abertura de f/1.9. A câmera principal passa a contar com abertura variável em quatro pontos, cada um pensado para diferentes situações de captura. Segundo a Apple, a abertura de f/1.48 proporciona desempenho cerca de 50% superior em ambientes com pouca luz, enquanto f/1.8 busca equilibrar luminosidade e profundidade de campo. Já f/2.8 favorece a captura de detalhes ao fundo da cena, e f/4.0 permite criar efeitos artísticos manualmente, o que amplia a versatilidade do sensor principal. Câmera principal do iPhone 18 Pro estreia abertura variável, recurso típico de câmeras profissionais Reprodução/Apple O conjunto também inclui estabilização óptica de imagem (OIS) por deslocamento de sensor de segunda geração e Focus Pixels a 100%. A câmera principal ainda atua como uma teleobjetiva de 2x, entregando fotos com qualidade óptica de 12 MP. Na ultrawide de 13 mm, a Apple adiciona campo de visão de 120° e pixels de foco híbrido. A teleobjetiva, por sua vez, adota design em tetraprisma, OIS por deslocamento de sensor 3D e foco automático, com zoom óptico de 4x. Além do zoom óptico de 4x, a Apple destaca zoom com qualidade óptica de até 8x e alcance total de 16x, resultado da combinação entre os diferentes níveis de ampliação disponíveis. Na prática, o sistema permite variar continuamente entre esses extremos, preservando a qualidade óptica ao longo do percurso. Na parte frontal, o aparelho mantém a câmera Center Stage de 18 MP, que conta com foco automático, HDR Inteligente 5 e flash Retina. Para vídeos, o modelo permite gravações em até 4K em diferentes taxas de quadros, incluindo 24, 25, 30, 60, 100 e 120 fps. O conjunto também suporta recursos avançados, como modo Cinema em até 4K, vídeos em ProRes e gravação espacial. A câmera frontal acompanha o pacote, com gravação em 4K a 24, 25, 30 e 60 fps, além de estabilização cinemática de vídeo. Desempenho com chip A20 Pro de 2 nm O iPhone 18 Pro estreia o processador A20 Pro, primeiro chipset da Apple desenvolvido em um avançado processo de fabricação de 2 nanômetros. A plataforma é formada por uma CPU com dois supernúcleos e quatro núcleos voltados à eficiência energética, além de uma GPU de sete núcleos equipada com Neural Accelerators e dois Neural Engines de 16 núcleos. Para complementar o conjunto, a nova câmara de vapor tem três vezes mais área de superfície, o que favorece a dissipação de calor e o controle térmico durante tarefas exigentes. A20 Pro é o chipset mais avançado já desenvolvido pela Apple para um iPhone, com processo de fabricação de 2 nm e ganhos em desempenho e eficiência Reprodução/Apple Segundo a Apple, a solução térmica combina materiais de maior condutividade com o A20 Pro para entregar desempenho contínuo até 40% superior ao do iPhone 17 Pro. Em armazenamento, o modelo está disponível nas capacidades de 256 GB, 512 GB e 1 TB, além de estrear uma configuração inédita de 2 TB. A opção representa a maior capacidade já oferecida na linha e também ocupa o topo da tabela de preços do aparelho. Bateria para até 34 horas de vídeo e recarga rápida Em relação à bateria, a Apple mantém a tradição de não divulgar a capacidade em mAh. A empresa informa apenas que o aparelho tem uma bateria interna recarregável de íon de lítio. Apesar disso, o iPhone 18 Pro promete até 34 horas de reprodução contínua de vídeo, enquanto a autonomia em uso típico chega a 23 horas. No carregamento, o modelo recupera até 50% da bateria em cerca de 15 minutos com um adaptador de 60 W ou superior. A mesma marca pode ser alcançada em aproximadamente 30 minutos por meio do MagSafe, desde que utilizado com um adaptador de 35 W ou mais. Assim, o aparelho mantém opções de carregamento rápido tanto por cabo quanto sem fio. iPhone 18 Pro estreia carregamento mais rápido por cabo e via MagSafe, reduzindo o tempo necessário para recuperar a bateria Reprodução/Apple Sistema iOS 27 com Liquid Glass e Siri mais inteligente O iPhone 18 Pro sai de fábrica com o iOS 27, versão mais recente do sistema operacional da Apple, cuja distribuição para modelos compatíveis começa em 14 de setembro. A atualização adota o novo estilo visual Liquid Glass, que reformula a interface com ícones mais nítidos, contraste aprimorado e um controle deslizante para ajustar o nível de transparência dos elementos. A Siri também recebe melhorias e passa a ser integrada à Apple Intelligence, com interações mais naturais e maior compreensão do contexto das solicitações. A assistente ainda ganha a capacidade de executar ações diretamente em aplicativos, o que amplia sua utilidade em tarefas do dia a dia e torna a interação com o sistema mais fluida. iPhone 18 Pro chega de fábrica com o iOS 27, que será disponibilizado para até 31 modelos compatíveis da Apple ainda em setembro Reprodução/Pexels/Apple/Editada com IA Em conectividade, o modelo oferece Wi-Fi 7 (802.11be) de banda tripla e suporte a redes 5G, além de Bluetooth 6.0 e NFC para recursos como pagamentos por aproximação. O aparelho também incorpora os chips C2 e N1, desenvolvidos para aprimorar a comunicação sem fio e a eficiência energética. Segundo a Apple, o C2 contribui para conexões mais rápidas com menor consumo de energia, enquanto o N1 prioriza a estabilidade do sinal e a integração entre diferentes tecnologias sem fio. Prós e contras do iPhone 18 Pro Prós: Câmera principal com abertura variável; Processador avançado fabricado em 2 nm; Suporte a carregamento rápido. Contras: Preço de lançamento extremamente elevado; Poucas novidades em design e tela; Novidades do iOS 27 chegam via software ao iPhone 15 Pro e superiores. iPhone 18 Pro vale a pena? O iPhone 18 Pro vale a pena principalmente para quem prioriza câmera, desempenho e recursos de última geração; para donos do modelo anterior, a troca não faz sentido. O preço é o principal fator que pesa contra a compra. Se o iPhone 17 Pro já tinha um valor elevado em 2025, o sucessor chega em 2026 ainda mais caro, enquanto design e tela receberam poucas mudanças relevantes. Sendo assim, para quem está em busca de custo-benefício, as gerações Pro anteriores (17 ou 16) são escolhas mais inteligentes. A principal evolução está na câmera de 48 MP, que estreia abertura variável, recurso raro entre smartphones e mais associado a câmeras profissionais, nas quais o fotógrafo ajusta fisicamente o diafragma da lente. Outro avanço relevante está no A20 Pro, primeiro chipset da Apple fabricado em 2 nm, que combina alto poder de processamento com maior eficiência energética. O modelo também traz melhorias no sistema de refrigeração e recarga mais rápida. Para quem busca o que há de mais avançado no ecossistema da Apple, o pacote é bastante completo. Preço e disponibilidade do iPhone 18 Pro no Brasil No Brasil, o iPhone 18 Pro entra em pré-venda em 12 de setembro, a partir das 9h, no horário de Brasília. As primeiras entregas estão previstas para começar em 18 de setembro, nas mesmas datas programadas para os Estados Unidos. O modelo será oferecido em quatro opções de armazenamento interno, com preços de lançamento que variam conforme a capacidade. Confira os valores: 256 GB: R$ 11.999 512 GB: R$ 13.499 1 TB: R$ 16.499 2 TB: R$ 20.999 Concorrentes do iPhone 18 Pro Huawei Pura 80 Ultra: a presença de abertura variável na câmera principal torna inevitável a comparação com o iPhone 18 Pro. Desde o lançamento, em junho de 2025, o modelo da Huawei permanece no topo do ranking do site especializado DXOMARK, com o que a plataforma considera o melhor conjunto de câmeras do mundo. Em contrapartida, o desempenho fica abaixo da proposta de um flagship, com um chipset fabricado em processo de 6 nm, enquanto o iPhone 18 Pro estreia um componente de 2 nm. Também é importante considerar as limitações decorrentes das sanções impostas à Huawei pelos Estados Unidos, incluindo suporte restrito às redes 4G. Galaxy S26 Ultra: principal topo de linha Android no Brasil, o modelo sul-coreano se destaca pela Tela de Privacidade, recurso que permanece exclusivo do aparelho até o momento, e tem duas câmeras dedicadas ao zoom. Por outro lado, a ausência de abertura variável limita a versatilidade da câmera principal, embora o conjunto fotográfico continue bastante avançado. Em desempenho, o iPhone 18 Pro leva vantagem no processo de fabricação, com o A20 Pro de 2 nm, enquanto o S26 Ultra aposta no Snapdragon 8 Elite Gen 5, produzido em 3 nm. Veja o TESTE do Galaxy S26 Ultra TESTAMOS O GALAXY S26 ULTRA! O celular da Samsung vale a pena? Com informações de Apple

Melhor IA para professores: testamos 5 opções e elegemos a melhor

11 de Setembro de 2026, 01:00

A Inteligência artificial já faz parte da rotina de muitos professores, mas nem todos os serviços de IA entregam a mesma qualidade quando o assunto é planejamento, produção de atividades e materiais didáticos. Para descobrir qual ferramenta realmente oferece o melhor suporte ao trabalho docente, colocamos seis das principais IAs do mercado frente a frente em uma bateria de testes práticos baseada em situações reais da sala de aula. Após cinco desafios, que avaliaram desde a criação de planos de aula até a elaboração de avaliações e adaptação de conteúdos, o Gemini apresentou o desempenho mais consistente e conquistou o primeiro lugar no comparativo. Confira como cada ferramenta se saiu nos testes. 🔎Testamos 6 IAs gratuitas para criar vídeo e escolhemos a melhor; confira 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 🔎 Como converter JPG para PDF usando inteligência artificial? Melhor IA para professores: testamos 5 opções e elegemos a melhor Imagem gerada pelo Gemini 📝Como a Inteligência Artificial é implementada em chatbots? Confira no Fórum do TechTudo 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Índice Como escolhemos a melhor IA para professores Limitações das versões gratuitas Critérios de avaliação Teste 1: criação de plano de aula Teste 2: criação de atividades para alunos Teste 3: produção de material didático Teste 4: adaptação do conteúdo para diferentes níveis Teste 5: criação de avaliações Qual é a melhor IA para professores? 1. Como escolhemos a melhor IA para professores Para descobrir qual é a melhor IA para professores em 2026, submetemos cinco das principais plataformas disponíveis — ChatGPT, Gemini, NotebookLM, Claude e Microsoft Copilot — aos mesmos desafios práticos da rotina docente. O objetivo foi avaliar como cada ferramenta se comporta em tarefas comuns, como planejamento de aulas, criação de atividades, produção de material didático, adaptação de conteúdos e elaboração de avaliações. Para garantir uma comparação justa, todas as inteligências artificiais receberam exatamente os mesmos prompts em seus planos gratuitos, sem o uso de recursos ou assinaturas pagas. Dessa forma, os resultados refletem a experiência que qualquer professor pode ter ao utilizar essas plataformas sem custo. As respostas foram analisadas com base em critérios objetivos, como qualidade do conteúdo, clareza, organização, precisão das informações, adequação ao contexto escolar e utilidade prática. Em cada teste, também observamos se o material estava pronto para uso ou exigia ajustes significativos antes de ser aplicado em sala de aula. Além da qualidade das respostas, consideramos a facilidade de edição do conteúdo sempre que isso influenciava a experiência do professor. Em muitos casos, uma IA pode produzir um bom material, mas exigir tanto retrabalho que acaba reduzindo seu ganho de produtividade. Por isso, também avaliamos o quanto cada ferramenta facilita a adaptação e o reaproveitamento do material gerado. Teachy: saiba o que é e como funciona IA para professores 2. Limitações das versões gratuitas Como o objetivo deste comparativo é mostrar a experiência da maioria dos professores, todos os testes foram realizados nas versões gratuitas das plataformas. Embora sejam suficientes para executar as tarefas propostas, cada serviço impõe restrições que podem influenciar o uso no dia a dia. ChatGPT: a versão gratuita oferece acesso aos principais recursos da plataforma, mas limita a quantidade de mensagens em alguns modelos mais avançados. Também há restrições em funcionalidades premium, o que pode afetar tarefas mais complexas. Em alguns casos, as respostas exigem revisão ou refinamento antes de serem utilizadas em sala de aula. Gemini: a versão sem assinatura permite utilizar os principais recursos de geração de texto, mas algumas funcionalidades mais avançadas são exclusivas do plano Google AI Pro. Além disso, a qualidade das respostas pode variar de acordo com o tema e o tipo de solicitação. NotebookLM: diferentemente das demais ferramentas, o NotebookLM foi desenvolvido para trabalhar com documentos enviados pelo próprio usuário. Isso o torna excelente para organizar e resumir materiais, mas menos indicado para criar conteúdo do zero. A versão gratuita também possui limites de projetos e de fontes que podem ser adicionadas. Claude: o plano gratuito oferece acesso aos principais recursos da IA, porém impõe um limite de mensagens em determinados períodos de uso. Algumas funcionalidades e capacidades mais avançadas ficam restritas aos assinantes do plano pago. Microsoft Copilot: a versão gratuita reúne boa parte das funções da plataforma, mas alguns recursos dependem do login em uma conta Microsoft ou de planos específicos. Além disso, a qualidade das respostas pode variar conforme o modelo de IA utilizado em cada interação. Nenhuma dessas limitações impediu a realização dos testes desta análise. No entanto, elas ajudam a contextualizar os resultados e mostram que a experiência do usuário pode ser diferente entre os planos gratuitos e pagos de cada plataforma. O que é um token? Entenda significado do termo em modelos de IA 3. Critérios de avaliação Todas as inteligências artificiais foram avaliadas com base nos mesmos critérios em cada um dos cinco testes desta comparação. A proposta não foi medir apenas a capacidade de gerar textos, mas verificar qual ferramenta realmente ajuda o professor a economizar tempo e produzir materiais de qualidade para a prática docente. Os critérios utilizados foram os seguintes: Qualidade pedagógica Analisamos se o conteúdo era adequado ao nível de ensino solicitado, se utilizava uma linguagem compatível com o público-alvo e se apresentava uma sequência de aprendizagem coerente, com objetivos claros e estratégias alinhadas à prática educacional. Completude da resposta Verificamos se a IA entregava tudo o que havia sido solicitado no prompt ou se deixava informações importantes de fora, obrigando o professor a complementar ou refazer parte do trabalho. Aplicabilidade em sala de aula Avaliamos o quanto o material poderia ser utilizado imediatamente em aula. Respostas completas, práticas e prontas para aplicação receberam melhor avaliação do que aquelas que exigiam muitas adaptações. Clareza e organização Observamos se as respostas eram bem estruturadas, com títulos, tópicos e uma organização que facilitasse tanto a leitura quanto o planejamento das atividades pelo professor. Criatividade Comparamos a capacidade de cada ferramenta de propor atividades variadas, exemplos relevantes, abordagens diferenciadas e estratégias pedagógicas que fossem além de modelos genéricos. Fidelidade às instruções Analisamos se a IA seguia corretamente todas as orientações do prompt, respeitando requisitos como tempo de aula, número de atividades, faixa etária, formato solicitado e demais especificações. Personalização Quando solicitado, verificamos a capacidade de adaptar o conteúdo para diferentes níveis de aprendizagem, perfis de estudantes e contextos educacionais, sem perder qualidade ou coerência. Trabalho necessário após a resposta Também consideramos quanto tempo o professor precisaria investir para revisar, editar ou reorganizar o material antes de utilizá-lo. Ferramentas que entregaram conteúdos praticamente prontos receberam melhor avaliação nesse critério. Limitações encontradas Durante os testes, registramos eventuais problemas apresentados pelas plataformas, como respostas incompletas, informações incorretas, excesso de generalizações, dificuldade para interpretar instruções, recusas indevidas ou limitações relacionadas às versões gratuitas. Ao final da comparação, a vencedora será definida pelo desempenho no conjunto desses critérios, e não apenas pelo resultado de um único teste. Também destacaremos quais ferramentas se sobressaem em tarefas específicas, já que uma IA pode ser excelente para criar avaliações, enquanto outra se destaca na produção de materiais didáticos ou na adaptação de conteúdos. IA que resume PDF: veja 5 ferramentas gratuitas que vão facilitar sua vida 4. Teste 1: criação de plano de aula O primeiro desafio foi verificar a capacidade das IAs de elaborar um plano de aula completo e pronto para uso. Todas receberam exatamente o mesmo prompt: Prompt: "Crie um plano de aula de 50 minutos sobre fotossíntese para alunos do 7º ano do ensino fundamental. Inclua objetivos, metodologia, atividades, recursos necessários e forma de avaliação." Neste teste, avaliamos a organização do plano, clareza das explicações, qualidade dos objetivos de aprendizagem, criatividade das atividades propostas, facilidade de aplicação em sala de aula e a quantidade de ajustes necessários antes da utilização pelo professor. ChatGPT O ChatGPT entregou um plano de aula completo, bem estruturado e organizado em etapas cronológicas. Todos os itens solicitados no prompt foram contemplados, incluindo objetivos, metodologia, desenvolvimento da aula, recursos necessários e avaliação. Um dos diferenciais foi a inclusão de uma ilustração explicativa da fotossíntese durante a resposta, que pode ser utilizada diretamente pelo professor como apoio visual. A sequência didática também é bastante natural, começando pelos conhecimentos prévios dos alunos e avançando até uma atividade em grupo e um momento de fechamento. Plano de aula criado pelo ChatGPT Captura de tela / Eduarda Melo Embora seja um plano bastante sólido, as atividades propostas são relativamente tradicionais e exigem poucas adaptações, apenas caso o professor deseje torná-las mais investigativas ou alinhadas a metodologias ativas. Pontos fortes: excelente organização, resposta completa, material praticamente pronto para uso e recurso visual integrado. Pontos de atenção: poderia trazer propostas mais criativas de aprendizagem. Gemini O Gemini apresentou um dos planos mais elaborados do teste. Além de responder integralmente ao prompt, contextualizou a aula com a habilidade correspondente da BNCC e organizou o conteúdo em objetivos gerais e específicos. O destaque ficou para a criatividade da metodologia. A atividade "Jogo do Fluxo Fotossintético", utilizando cartões para montar o processo da fotossíntese, oferece uma abordagem mais dinâmica e favorece a aprendizagem ativa. Outro diferencial foi o "ticket de saída", uma estratégia bastante utilizada para avaliar rapidamente a compreensão dos alunos ao final da aula. Plano de aula criado pelo Gamini Captura de tela / Eduarda Melo A resposta é muito bem organizada e praticamente pronta para aplicação, exigindo apenas pequenos ajustes caso o professor queira adequá-la à realidade da escola. Pontos fortes: excelente criatividade, alinhamento pedagógico, metodologia ativa e ótima organização. Pontos de atenção: utiliza alguns termos mais técnicos que podem ser simplificados dependendo do contexto da turma. NotebookLM O NotebookLM apresentou um comportamento bastante diferente das demais ferramentas. Inicialmente, recusou-se a elaborar o plano completo e orientou o usuário a enviar documentos para servir como fonte de consulta, reforçando seu foco em trabalhar com materiais fornecidos pelo próprio usuário. Somente após utilizar documentos externos foi capaz de produzir um plano completo. O resultado final possui boa qualidade pedagógica, incorpora metodologias investigativas e apresenta uma proposta interessante baseada em pensamento computacional. Plano de aula criado pelo Notebook Captura de tela / Eduarda Melo Entretanto, esse desempenho depende diretamente da existência de fontes previamente carregadas na plataforma. Para um professor que deseja criar um plano rapidamente do zero, a experiência é menos prática do que a oferecida pelas demais IAs. Pontos fortes: excelente quando trabalha sobre documentos enviados pelo usuário. Pontos de atenção: não atende imediatamente ao prompt, depende de fontes externas e exige etapas adicionais antes da geração do conteúdo. Claude O Claude entregou um dos planos mais equilibrados do comparativo. A resposta é extremamente organizada, com divisão clara por tempo de aula, etapas, recursos e critérios de avaliação. Outro diferencial foi a inclusão de objetivos pedagógicos mais aprofundados, como a diferenciação entre fotossíntese e respiração celular, além de sugerir uma avaliação complementar para verificar a retenção do conteúdo posteriormente. Plano de aula criado pelo Claude Captura de tela / Eduarda Melo Embora apresente poucas atividades inovadoras, o plano demonstra excelente qualidade didática e exige pouquíssimos ajustes antes da aplicação. Pontos fortes: organização exemplar, excelente qualidade pedagógica e resposta muito completa. Pontos de atenção: criatividade inferior à apresentada pelo Gemini. Microsoft Copilot O Copilot produziu um plano simples, organizado e fácil de compreender. Todos os elementos solicitados pelo prompt foram incluídos e a divisão do tempo da aula facilita a aplicação pelo professor. As atividades práticas são interessantes, especialmente a produção de cartazes em grupo, mas algumas informações aparecem de forma mais superficial. Um exemplo é a explicação sobre as fases clara e escura da fotossíntese, que acaba sendo apenas mencionada, sem aprofundamento. Plano de aula criado pelo Copilot Captura de tela / Eduarda Melo No geral, é um material utilizável, mas que provavelmente exigirá pequenas complementações antes de ser levado para a sala de aula. Pontos fortes: resposta clara, objetiva e fácil de aplicar. Pontos de atenção: menor aprofundamento pedagógico em comparação com ChatGPT, Gemini e Claude. Vencedora do teste: Gemini 🏆 O Gemini foi a IA que apresentou o plano de aula mais completo para este desafio. Além de atender integralmente ao prompt, entregou uma proposta mais criativa, contextualizada com a BNCC e baseada em metodologias ativas, oferecendo atividades que podem ser aplicadas praticamente sem adaptações. O ChatGPT e o Claude ficaram muito próximos, destacando-se pela excelente organização e pela qualidade pedagógica. Já o Copilot apresentou um bom resultado, embora menos aprofundado. O NotebookLM demonstrou potencial, mas perdeu muitos pontos por depender do envio prévio de documentos para cumprir uma tarefa que as demais ferramentas executaram imediatamente. IA para transcrever áudio em texto: 9 ferramentas que funcionam bem 5. Teste 2: criação de atividades para alunos O segundo teste avaliou a capacidade das inteligências artificiais de criar uma atividade pronta para ser aplicada em sala de aula. Todas receberam exatamente o mesmo comando: Prompt: "Crie uma atividade com 10 questões sobre fotossíntese, incluindo perguntas objetivas e discursivas para alunos do 7º ano." Neste desafio, analisamos a qualidade pedagógica das questões, a diversidade dos formatos, o nível de dificuldade, a clareza dos enunciados e a possibilidade de aplicação imediata pelo professor. ChatGPT O ChatGPT entregou uma atividade equilibrada, com seis questões objetivas e quatro discursivas. Os enunciados são claros, adequados ao 7º ano e seguem uma progressão lógica, começando pelos conceitos básicos e avançando para perguntas que exigem interpretação e aplicação do conhecimento. Outro ponto positivo foi a inclusão de um gabarito completo, com sugestões de resposta para as questões discursivas. Assim como no teste anterior, a ferramenta também sugeriu um recurso visual para auxiliar a revisão do conteúdo antes da atividade. Atividade criada pelo ChatGPT Captura de tela / Eduarda Melo Apesar da boa qualidade, as questões são relativamente tradicionais e pouco exploram situações-problema ou contextos do cotidiano. Pontos fortes: excelente organização, gabarito comentado e comandos claros. Pontos de atenção: atividade pouco inovadora. Gemini O Gemini apresentou a atividade mais rica do comparativo. Além de combinar questões objetivas e discursivas, diversificou bastante os formatos, incluindo múltipla escolha, verdadeiro ou falso, interpretação de situações reais, preenchimento de equações e perguntas contextualizadas. Atividade criada pelo Gemini Captura de tela / Eduarda Melo As questões exigem diferentes níveis de raciocínio e não se limitam à memorização dos conceitos. O gabarito é detalhado, com comentários explicando cada resposta, algo que facilita o trabalho do professor na correção. A atividade é completa, bem organizada e praticamente pronta para impressão. Pontos fortes: excelente diversidade de questões, alto valor pedagógico e gabarito muito completo. Pontos de atenção: algumas perguntas podem exigir pequenas adaptações para turmas com maior dificuldade de aprendizagem. NotebookLM O NotebookLM produziu uma atividade consistente, mas bastante influenciada pelos documentos utilizados como fonte. As questões apresentam boa qualidade e incluem experimentos, ecologia e interpretação de fenômenos científicos, indo além da simples definição de fotossíntese. Entretanto, algumas perguntas fazem referência a experimentos específicos, como o uso de bicarbonato de sódio ou testes com iodo, que podem não ter sido trabalhados previamente pelo professor. Isso reduz a aplicabilidade imediata da atividade em diferentes contextos escolares. Atividade criada pelo Notebook Captura de tela / Eduarda Melo Pontos fortes: boas questões investigativas e contextualização científica. Pontos de atenção: depende do material utilizado como base e cria questões muito específicas para uma atividade geral. Claude O Claude apresentou uma atividade bastante equilibrada e organizada. As perguntas objetivas cobrem os principais conceitos da fotossíntese, enquanto as discursivas avaliam compreensão, interpretação e capacidade de explicação. A atividade possui boa progressão de dificuldade e linguagem adequada ao público do 7º ano. Entretanto, o gabarito contempla apenas as questões objetivas, deixando as discursivas sem sugestões de resposta, o que aumenta um pouco o trabalho do professor durante a correção. Atividade criada pelo Claude Captura de tela / Eduarda Melo Pontos fortes: ótima organização, clareza e boa qualidade pedagógica. Pontos de atenção: gabarito incompleto e menor variedade de formatos. Microsoft Copilot O Copilot entregou uma atividade simples, objetiva e fácil de aplicar. Os enunciados são claros e adequados à faixa etária, mas as questões concentram-se principalmente na verificação de conceitos básicos. Em comparação com as demais ferramentas, há pouca diversidade de formatos e menor profundidade nas questões discursivas. Também não foi apresentado gabarito, o que exige um trabalho adicional do professor. Atividade criada pelo Copilot Captura de tela / Eduarda Melo Apesar disso, trata-se de uma atividade funcional para revisões ou avaliações rápidas. Pontos fortes: linguagem simples e fácil compreensão. Pontos de atenção: menor profundidade, pouca variedade e ausência de gabarito. Vencedora do teste: Gemini 🏆 O Gemini produziu a melhor atividade deste comparativo. A ferramenta conseguiu equilibrar diferentes níveis de dificuldade, diversificar os formatos das questões e criar situações que estimulam o raciocínio dos alunos, sem perder a clareza dos enunciados. O gabarito comentado também agrega valor ao material e reduz o trabalho do professor na preparação e correção da atividade. O ChatGPT ficou muito próximo da liderança, entregando uma atividade completa, organizada e pronta para uso. O Claude também apresentou excelente qualidade, mas perdeu pontos pela ausência de respostas para as questões discursivas. O NotebookLM demonstrou bom desempenho quando apoiado em fontes específicas, enquanto o Copilot entregou uma atividade correta, porém mais básica em comparação com os concorrentes. 6. Teste 3: produção de material didático Neste teste, avaliamos a capacidade das IAs de compreender um material fornecido pelo professor e transformá-lo em um resumo didático para ser utilizado em sala de aula. Todas receberam exatamente o mesmo documento-base e o seguinte comando: Prompt: "Com base neste material, crie um resumo para ser usado em sala de aula, destacando conceitos importantes, exemplos e curiosidades." O texto utilizado abordava as características dos seres vivos, tipos de nutrição, fotossíntese, ciclo de vida e reprodução. Os critérios avaliados foram fidelidade ao conteúdo original, capacidade de síntese, organização, qualidade dos exemplos apresentados e aproveitamento das informações presentes no documento. Inserir aqui um print horizontal com as respostas das cinco IAs lado a lado. ChatGPT O ChatGPT produziu um resumo extremamente completo e organizado. O conteúdo foi dividido em tópicos, utilizando linguagem acessível para alunos do 7º ano e preservando praticamente todas as informações relevantes do documento original. Um diferencial importante foi a inclusão de exemplos práticos para cada conceito, além de um bloco de curiosidades e uma seção "Resumindo", que funciona como revisão rápida para os estudantes. A ferramenta também manteve alta fidelidade ao texto-base, sem acrescentar informações desnecessárias. Resumo criado pelo ChatGPT Captura de tela / Eduarda Melo O material pode ser utilizado praticamente sem qualquer edição pelo professor. Pontos fortes: excelente organização, linguagem didática, ótima síntese e excelente aproveitamento do material enviado. Pontos de atenção: praticamente nenhum relevante. Gemini O Gemini produziu um resumo bastante objetivo e bem estruturado, destacando corretamente os principais conceitos presentes no documento. A ferramenta organizou o conteúdo em poucos blocos, priorizando uma leitura rápida. Entretanto, acabou resumindo excessivamente algumas partes importantes, como reprodução, fotossíntese e ciclo de vida, que receberam menos aprofundamento do que no texto original. Resumo criado pelo Gemini Captura de tela / Eduarda Melo Embora seja um bom material de revisão, aproveita menos informações do documento quando comparado ao ChatGPT. Pontos fortes: excelente capacidade de síntese e linguagem simples. Pontos de atenção: deixou de explorar parte das informações presentes no material-base. NotebookLM Era esperado que o NotebookLM tivesse bom desempenho neste teste, já que sua principal proposta é trabalhar sobre documentos enviados pelo usuário. O resultado confirmou essa expectativa. O resumo preservou fielmente o conteúdo do texto original, organizando os conceitos em uma sequência lógica e acrescentando uma sugestão de utilização em sala de aula ao final. A ferramenta praticamente não introduziu informações externas, mantendo o foco no documento fornecido. Resumo feito pelo Notebook Captura de tela / Eduarda Melo Embora seja bastante fiel às fontes, o texto é um pouco mais técnico do que o produzido pelo ChatGPT e menos atrativo visualmente. Pontos fortes: máxima fidelidade ao documento, excelente aproveitamento das informações e ótima organização. Pontos de atenção: linguagem menos dinâmica e poucos recursos para facilitar a revisão dos alunos. Claude O Claude produziu um resumo muito bem organizado, utilizando quadros, tabelas e pequenos blocos de revisão que facilitam bastante a leitura. Além de resumir corretamente o conteúdo do material, acrescentou estratégias didáticas interessantes, como dicas de memorização e um quadro de perguntas e respostas rápidas para revisão. Entretanto, também adicionou alguns conceitos que não estavam explicitamente presentes no texto-base, como referências a decompositores e explicações complementares sobre estruturas celulares. Resumo feito pelo Claude Captura de tela / Eduarda Melo Esses acréscimos enriquecem o material, mas reduzem um pouco sua fidelidade ao documento original. Pontos fortes: excelente apresentação visual, ótima organização e recursos de revisão. Pontos de atenção: inclui algumas informações além do conteúdo solicitado. Microsoft Copilot O Copilot apresentou um resumo organizado e de fácil leitura, preservando boa parte dos conceitos principais do documento. A resposta inclui exemplos, curiosidades e explicações simples, mas em alguns momentos reproduz trechos muito próximos do texto original e acrescenta poucas estratégias didáticas para facilitar a aprendizagem. Ainda assim, é um material adequado para uso em sala. Resumo feito pelo Copilot Captura de tela / Eduarda Melo Em comparação com ChatGPT, NotebookLM e Claude, oferece menor capacidade de síntese e menos refinamento na organização. Pontos fortes: fidelidade ao texto e linguagem clara. Pontos de atenção: menor elaboração pedagógica e pouca diferenciação em relação ao documento original. Vencedor do teste: ChatGPT 🏆 O ChatGPT apresentou o melhor equilíbrio entre fidelidade ao documento, capacidade de síntese e qualidade didática. A ferramenta conseguiu transformar o texto-base em um material pronto para distribuição aos alunos, preservando todas as informações importantes, organizando o conteúdo de forma clara e acrescentando exemplos e curiosidades que facilitam a aprendizagem. O NotebookLM ficou muito próximo da liderança e confirmou sua vocação para trabalhar com documentos enviados pelo usuário, sendo a ferramenta mais fiel ao conteúdo original. O Claude também se destacou pela excelente apresentação visual, embora tenha acrescentado informações além do texto-base. Gemini e Copilot entregaram bons resumos, mas sintetizaram mais o conteúdo e aproveitaram menos detalhes presentes no material fornecido. 7. Teste 4: adaptação do conteúdo Um bom professor sabe que a mesma explicação nem sempre funciona para todos os alunos. Por isso, o quarto teste avaliou a capacidade das IAs de adaptar um mesmo conteúdo para diferentes níveis de conhecimento. Todas receberam o mesmo comando: Prompt: "Explique fotossíntese de três formas diferentes: para um aluno iniciante, um intermediário e um avançado." Neste desafio, analisamos a adaptação da linguagem, clareza das explicações, personalização para cada perfil de estudante, adequação ao nível de aprendizagem e facilidade de compreensão. ChatGPT O ChatGPT apresentou uma progressão bastante natural entre os três níveis de dificuldade. A linguagem evolui gradualmente, sem mudanças bruscas, tornando fácil perceber como a complexidade aumenta de um perfil para outro. Outro ponto positivo foi o uso de exemplos simples, como comparar a planta a uma pessoa que precisa de alimento, facilitando a compreensão dos alunos iniciantes. Nos níveis mais avançados, a ferramenta introduz corretamente conceitos como seres autotróficos e relações com a cadeia alimentar, mantendo a linguagem acessível. Explicação de tema escolar feita pelo ChatGPT Captura de tela / Eduarda Melo O resultado é bastante equilibrado e pode ser utilizado praticamente sem adaptações. Pontos fortes: excelente progressão entre os níveis, linguagem clara e exemplos didáticos. Pontos de atenção: o nível avançado poderia aprofundar mais os processos bioquímicos. Gemini O Gemini foi o mais completo neste teste. A ferramenta realmente adaptou o conteúdo para três perfis bastante distintos, mudando não apenas o vocabulário, mas também a profundidade das explicações. No nível iniciante, utiliza analogias bastante eficientes, como comparar a folha a uma cozinha e a luz do Sol a um fogão. No intermediário, introduz conceitos científicos e a equação simplificada da fotossíntese. Já no nível avançado, apresenta uma explicação compatível com o Ensino Médio, incluindo fase clara, Ciclo de Calvin, ATP, NADPH, RuBisCO e a equação química balanceada. Explicação de tema escolar feita pelo Gemini Captura de tela / Eduarda Melo A evolução entre os três níveis é bastante evidente, demonstrando excelente capacidade de personalização. Pontos fortes: adaptação exemplar da linguagem, excelente progressão pedagógica e alto nível de personalização. Pontos de atenção: o conteúdo avançado pode ser excessivamente detalhado caso o objetivo seja apenas aprofundar para alunos do Ensino Fundamental. NotebookLM O NotebookLM também apresentou uma boa adaptação do conteúdo, organizando as explicações em três níveis claramente distintos. A ferramenta aproveitou bem as informações do documento enviado e acrescentou exemplos relacionados ao armazenamento de energia, fatores que influenciam a fotossíntese e importância ecológica. O uso da analogia de entrada, processamento e saída também facilita a compreensão para alunos mais avançados. Explicação de tema escolar feita pelo Notebook Captura de tela / Eduarda Melo Apesar da boa qualidade, a diferença entre os níveis iniciante e intermediário é menos perceptível do que nas respostas do ChatGPT e do Gemini. Pontos fortes: boa organização e excelente aproveitamento do conteúdo-base. Pontos de atenção: menor diferenciação entre os níveis de aprendizagem. Claude O Claude apresentou uma das respostas mais equilibradas do comparativo. Cada explicação utiliza linguagem apropriada ao público correspondente e aumenta gradualmente o grau de complexidade. O nível iniciante emprega metáforas simples e linguagem bastante acessível. O intermediário introduz corretamente conceitos como cloroplastos, clorofila e cadeia alimentar. Já o nível avançado explica detalhadamente as fases da fotossíntese e ainda contextualiza o processo com o Grande Evento de Oxidação, mostrando excelente domínio do tema. Explicação de tema escolar feito pelo Claude Captura de tela / Eduarda Melo A organização é impecável e facilita bastante a utilização em sala de aula. Pontos fortes: excelente adaptação da linguagem, ótima organização e alto rigor científico. Pontos de atenção: o nível avançado traz informações que vão além do esperado para boa parte dos estudantes da educação básica. Microsoft Copilot O Copilot cumpriu corretamente a proposta do teste e apresentou três explicações com níveis crescentes de complexidade. A linguagem é clara e acessível, principalmente para os alunos iniciantes. O nível intermediário apresenta os conceitos essenciais de forma organizada, enquanto o avançado introduz corretamente as fases da fotossíntese e sua importância ecológica. Explicação de tema escolar feita pelo Copilot Captura de tela / Eduarda Melo Apesar da boa qualidade, a diferença entre um nível e outro é menos marcante do que a observada em Gemini e Claude, tornando a personalização um pouco mais limitada. Pontos fortes: clareza e facilidade de compreensão. Pontos de atenção: menor diferenciação entre os níveis e menor riqueza de exemplos. Vencedora do teste: Gemini 🏆 O Gemini apresentou a adaptação mais convincente entre os três níveis de aprendizagem. A ferramenta modificou significativamente a linguagem, a profundidade das explicações e os exemplos utilizados, demonstrando excelente capacidade de personalização para diferentes perfis de estudantes. O Claude ficou muito próximo da liderança graças ao rigor científico e à excelente organização, enquanto o ChatGPT também se destacou pela progressão natural das explicações e pela linguagem didática. NotebookLM e Copilot entregaram bons resultados, mas apresentaram diferenças menos marcantes entre os níveis de conhecimento, reduzindo um pouco a sensação de personalização. 8. Teste 5: criação de avaliações Parte da rotina de um professor é preparar avaliações para seus alunos. Por isso, este teste avaliou a capacidade das ferramentas de preparar provas e seus respectivos gabaritos. Prompt: Crie uma prova com cinco questões objetivas e duas discursivas sobre fotossíntese, incluindo gabarito e critérios de correção. ChatGPT Apresentou uma prova bem organizada, com linguagem adequada ao 7º ano e pronta para aplicação em sala de aula. As questões objetivas são claras e coerentes com o conteúdo, enquanto as discursivas avaliam a compreensão dos conceitos principais. O gabarito inclui critérios de correção detalhados, facilitando o trabalho do professor. Como ponto negativo, a avaliação é mais tradicional e possui menor nível de aprofundamento. Gemini Produziu a avaliação mais completa entre as ferramentas. As questões exigem interpretação, aplicação dos conceitos e raciocínio científico, indo além da memorização. O gabarito é comentado e apresenta rubricas detalhadas para a correção das questões discursivas, tornando a avaliação bastante consistente para uso escolar. A única limitação é que algumas perguntas utilizam uma linguagem um pouco mais elaborada para parte dos alunos do 7º ano. NotebookLM Elaborou uma prova bastante contextualizada, utilizando situações experimentais e exemplos presentes no material-base. As questões favorecem a interpretação e a aplicação prática dos conhecimentos. Entretanto, algumas perguntas dependem de conteúdos específicos (como experimentos com Elodea e bicarbonato), o que pode limitar sua aplicação em turmas que não tenham estudado esses exemplos. Claude Apresentou uma prova equilibrada, com boa distribuição entre questões objetivas e discursivas. As perguntas possuem dificuldade adequada, boa organização e excelente clareza. O gabarito e os critérios de correção são completos, objetivos e fáceis de utilizar na prática. É uma avaliação bastante pronta para uso em sala de aula. Copilot Criou uma prova simples e objetiva, com linguagem acessível e boa organização. As questões avaliam os conceitos básicos da fotossíntese e são fáceis de corrigir. Porém, apresenta menor diversidade de habilidades avaliadas e critérios de correção menos detalhados quando comparados às demais ferramentas. Resultado do teste Considerando os critérios de qualidade das perguntas, coerência, nível de dificuldade, qualidade do gabarito e utilidade para aplicação em sala de aula, o Gemini apresentou o melhor desempenho. A ferramenta produziu uma avaliação mais completa, com questões contextualizadas, gabarito comentado e critérios de correção detalhados, permitindo uma avaliação mais consistente da aprendizagem dos alunos. O Claude ficou muito próximo, destacando-se pela organização e clareza, enquanto o ChatGPT apresentou uma avaliação bastante funcional e prática, embora menos aprofundada. O NotebookLM teve bom aproveitamento do material-base, mas depende mais do contexto do documento utilizado, e o Copilot entregou uma avaliação correta, porém mais simples em comparação às demais. 9. Qual é a melhor IA para professores? Após a realização dos cinco testes, foi possível observar que cada ferramenta possui pontos fortes específicos. Algumas se destacam pela criatividade, outras pela organização, enquanto algumas apresentam maior fidelidade ao material enviado ou maior capacidade de aprofundamento dos conteúdos. De forma geral, o Gemini foi a ferramenta que apresentou o melhor desempenho. Seu diferencial esteve na qualidade pedagógica das respostas, na elaboração de materiais mais completos, na contextualização das atividades e avaliações e na excelente utilização dos documentos enviados como base para a produção do conteúdo. Além disso, apresentou linguagem adequada ao público escolar e maior preocupação com o desenvolvimento do raciocínio dos alunos, indo além da simples reprodução de informações. Embora o ChatGPT, Claude, NotebookLM e Copilot tenham apresentado resultados satisfatórios, o Gemini demonstrou maior equilíbrio entre qualidade, profundidade, organização e aplicabilidade prática em sala de aula, tornando-se a ferramenta mais consistente ao longo dos testes. Ranking por categoria Melhor IA para criar planos de aula 🥇 Gemini Destacou-se pela elaboração de planos de aula completos, bem estruturados, com objetivos claros, metodologias diversificadas e propostas de avaliação coerentes. Melhor IA para criar atividades 🥇 Gemini Produziu atividades variadas, contextualizadas e com diferentes níveis de dificuldade, estimulando não apenas a memorização, mas também a interpretação e o raciocínio dos estudantes. Melhor IA para produzir material didático 🥇 NotebookLM Foi a ferramenta que melhor aproveitou o documento-base, organizando o conteúdo de forma clara, estruturada e fiel ao material original, tornando-o adequado para uso em sala de aula. Melhor IA para resumir PDFs 🥇 NotebookLM Demonstrou maior fidelidade ao texto enviado, sintetizando as informações sem perder conceitos importantes e preservando a organização do documento original. Melhor IA para adaptar conteúdos 🥇 Gemini Apresentou a melhor adaptação da linguagem para diferentes níveis de aprendizagem, ajustando a profundidade das explicações sem comprometer a precisão científica. Melhor IA para criar avaliações 🥇 Gemini Elaborou a avaliação mais completa, com questões contextualizadas, excelente gabarito e critérios de correção detalhados, facilitando sua aplicação em contexto escolar. IA mais fácil de usar 🥇 ChatGPT Destacou-se pela interface intuitiva, rapidez nas respostas e facilidade de interação, sendo uma excelente opção para professores que desejam produzir materiais rapidamente, sem necessidade de comandos muito específicos. Considerações finais Os resultados mostram que não existe uma única ferramenta ideal para todas as situações. Cada inteligência artificial apresenta características que podem atender melhor a diferentes necessidades do trabalho docente. O Gemini é indicado para professores que desejam elaborar materiais pedagógicos mais completos, avaliações bem estruturadas e atividades que desenvolvam habilidades de interpretação e pensamento crítico. É a ferramenta mais recomendada para o planejamento pedagógico de forma geral. O ChatGPT destaca-se pela facilidade de uso, rapidez e organização das respostas. É especialmente indicado para professores que precisam preparar aulas, atividades ou materiais em pouco tempo e buscam praticidade no dia a dia. O NotebookLM é a melhor escolha quando o trabalho depende de documentos específicos, como apostilas, artigos ou livros em PDF. Sua principal vantagem é a fidelidade ao conteúdo enviado, tornando-o muito útil para elaboração de resumos, materiais de apoio e estudos baseados em textos. O Claude apresentou desempenho bastante consistente em praticamente todos os testes, produzindo materiais claros, equilibrados e bem organizados. É recomendado para professores que valorizam textos didáticos de alta qualidade e avaliações bem elaboradas. Por fim, o Copilot mostrou-se uma ferramenta eficiente para tarefas mais simples e objetivas. Embora tenha apresentado menor aprofundamento em comparação às demais ferramentas, pode ser uma boa alternativa para produção rápida de atividades e materiais básicos. Em síntese, considerando o conjunto dos testes realizados, o Gemini foi a ferramenta que apresentou o melhor desempenho geral, reunindo qualidade pedagógica, profundidade, organização e versatilidade. Entretanto, a escolha da melhor inteligência artificial dependerá dos objetivos do professor, do tipo de material que pretende produzir e da forma como deseja integrar essas tecnologias ao processo de ensino e aprendizagem. Com informações de ChatGPT, Claude, Gemini, Notebook e Copilot. Veja também: Como fazer a trend do estádio com IA: aprenda a fazer com ChatGPT e KlingAI Como fazer a trend do estádio com IA: aprenda a fazer com ChatGPT e KlingAI

O que passava na TV da sua casa em 11 de setembro de 2001? Relembre

11 de Setembro de 2026, 00:01

O atentado terrorista que derrubou as duas torres do World Trade Center, em Nova Iorque (EUA), completa neste mês de setembro 25 anos. O evento ficou marcado pela cobertura em tempo real realizada por emissoras de TV de todo o mundo, como a TV Globo, SBT e Record. A tragédia aconteceu entre 8h e 10h do dia 11 de setembro de 2001, em uma terça-feira marcada pela destruição das Torres Gêmeas pilotadas por integrantes do grupo terrorista jihadista Al-Qaeda, na época liderado por Osama Bin Laden. 5 documentários sobre o 11 de setembro para assistir e relembrar 11 de setembro: como 5G e smartphones mudariam a comunicação do ataque 7 tecnologias que mudaram a segurança dos aeroportos após o 11 de setembro 11 de Setembro: a internet quase parou no dia dos ataques; relembre Como o 11 de setembro mudou GTA e deixou marca permanente na franquia A cobertura dos ataques terroristas aconteceu numa época onde a Internet estava começando a se tornar mais popular e a TV dominava a transmissão de notícias em tempo real. Devido ao impacto e a imprevisibilidade dos ataques, emissoras de TV no Brasil dedicaram grande parte do dia a cobrir o acontecimento histórico, interrompendo o fluxo normal de programação mais leve que circulava pelas manhãs. No TechTudo, você relembra detalhes dos atentados de 11 de Setembro e como era a experiência de consumir TV na virada no milênio. 🎬10 animes com aventuras tão épicas quanto One Piece 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Tragédia das Torres Gêmeas aconteceu numa fase analógica da TV Reprodução/Globoplay 📝 Como faço para pagar o streaming da Netflix com pix? Saiba no Fórum do TechTudo Relembre todos os detalhes da programação televisiva brasileira no dia dos atentados das Torres Gêmeas. Como eram as TVs em 2001? O que estava passando na TV quando aconteceram os atentados? Qual era a programação das principais emissoras naquele dia? O Plantão da Globo interrompeu mesmo Dragon Ball Z? Relembre a chamada que interrompeu a programação Quais desenhos e séries faziam sucesso na TV em 2001? Quais novelas estavam no ar naquele dia? Quais desenhos e séries daquela época ainda estão no streaming? Como eram as TVs em 2001? Se você é um jovem da geração Z acostumado com televisores digitais, de resolução Full HD e extremamente finas, vai se espantar com o que era consumido na virada do milênio. Não só no Brasil, mas em todo o mundo, os modelos mais populares de televisores ainda eram de "tubo". O nome faz referência ao tipo de tecnologia empregada nesses aparelhos, que apresentavam um tubo que servia como canhão de feixes de elétrons (os chamados "raios catódicos") até a tela de vidro espessa do televisor. Como o tubo ficava localizado na traseira do aparelho, os televisores estavam longe da finura presente nas smart TVs atuais. A profundidade das TVs de tubo variava entre 40 a 65 centímetros. Os dispositivos presentes na parte interna dos televisores influenciavam no peso do eletrodoméstico, que podia pesar de 10 até 35 quilos. Todas essas medidas podiam variar de acordo com as dimensões de cada modelo (de 14 até 32 polegadas). Modelo de TV de tubo usada nos anos 1990 Reprodução/PJ Gal-Szabo, Unplash Em 2001, a transmissão funcionava de forma analógica. Em grande parte dos lares brasileiros, o sinal era recebido pelas antenas "espinha de peixe", que captavam a transmissão em VHF/UHF (frequência muito alta e ultra-alta, em tradução das siglas para o português) e ficavam posicionadas em pontos altos da residência, como o teto ou o telhado no lado de fora. Haviam também as famosas "antenas em V", que eram formadas por duas hastes ajustáveis de alumínio ou latão acopladas internamente do aparelho. Como as antenas dependiam de alto nível de frequência, a má captação do sinal poderia causar efeitos ruidosos na transmissão, como "chuviscos", cores acinzentadas, imagens duplicadas (conhecidas na época como "fantasmas") ou ondulações na imagem. Para evitar chateações na hora da transmissão, era comum o uso de palha de aço na ponta das antenas em V para melhorar a recepção, ou mexer na posição da antena espinha de peixe para captar melhor o sinal – a depender da localização do receptor, era necessário subir no telhado de casa para fazer esse procedimento. Modelo de antena "espinha de peixe", popular em muitas casas de classe média baixa no Brasil Reprodução/Aquário Casas mais afastadas das torres de transmissão, localizadas em bairros periféricos ou cidades do interior, tinham problemas na hora de assistir alguns canais. Para solucionar essa falha, famílias que estavam dispostas a investir mais dinheiro adquiriam serviços de TV a cabo ou via satélite, que garantiam melhor qualidade de som e imagem, além de maior variedade de canais. A condição, entretanto, ainda estava longe de ter a qualidade digital que foi estabelecida no Brasil a partir do dia 2 de dezembro de 2007. Além disso, o conforto atrelado às plataformas de streaming ainda não existiam. A grade de exibição dos canais era fechada e não era possível "surfar" na internet em busca de um filme ou série específico, como podemos fazer hoje. O que estava passando na TV quando aconteceram os atentados? O relógio de Nova Iorque marcava 8h46 quando o primeiro avião atingiu uma das torres do World Trade Center. Quando um novo avião atingiu o segundo prédio, o relógio marcava 10h03. Entre 9h59 e 10h28, as duas torres desabaram. No Brasil, a tragédia foi anunciada por um plantão ao vivo às 9h46 no canal Globonews, o primeiro canal brasileiro a noticiar o ataque. Posteriormente, o canal por assinatura da Rede Globo transmitiu outros flashs ao vivo sobre o atentado. Dada a gravidade dos ataques, não demorou muito para que as informações interrompessem a programação de canais da TV aberta. Às 10h, a Rede Globo entrou com uma edição extra do Jornal Hoje durante a exibição novelinha infantil Bambuluá, estrelada por Angélica. A Record entrou ao vivo meia hora depois, interrompendo o programa Eliana & Cia para trazer mais informações do ataque por meio de uma edição especial do programa Cidade Alerta. As emissoras Band e a então iniciante Rede TV não interromperam sua grade de programação para emitir informações sobre os atentados. No entanto, as duas redes alteraram a pauta de seus programas ao vivo, que eram exibidos pela manhã, para focar na tragédia das Torres Gêmeas. Primeiras imagens foram captadas pela agência de notícias CNN Reprodução/Memória Globo Qual era a programação das principais emissoras naquele dia? Todos os eventos traumáticos do 11 de Setembro aconteceram entre 8h e 11h. Na Rede Globo, a programação normal incluía a apresentação do Mais Você às 8h e Bambuluá às 9h25. O Jornal Hoje, rotineiramente exibido por volta de 13h, entrou mais cedo, às 10h, e permaneceu ao vivo até às 14h. A programação influenciou não somente a grade de programação da Rede Globo como também as das suas afiliadas pelo Brasil. Na Record, a programação inicial começou às 8h, com o telejornal Fala Brasil. Às 9h, a programação infantil teve início com Desenho Mania e o Eliana & Alegria, que começou 9h30. Após uma hora de programa, a emissora interrompeu a atração para entrar com uma edição extra ao vivo do Cidade Alerta, que se manteve por um longo período na programação. Programa Garrafinha, da Rede Globo, foi exibido após o primeiro flash ao vivo da cobertura Divulgação/Gshow Diferente das outras emissoras, a TV Cultura, conhecida pela programação infantil educativa, não interrompeu suas atrações para trazer mais detalhes dos atentados. Se manteve ativa transmitindo Vamos Aprender Japonês (8h30), Big Bag (9h), Cocoricó (9h30), Tots TV (10h), Castelo Rá-Tim-Bum (10h30), X-Tudo (11h) e Mundo da Lua (11h30). O SBT também manteve sua programação infantil com a exibição dos programas A Hora Warner (8h) e Bom Dia & Cia. (9h), informando sobre o atentado na sua programação jornalística. Na Rede Tv, a manhã teve início com os programas A Igreja da Graça em Seu Lar (8h), Brazil Connection (10h), SWS Comércio e Serviços (10h30) e Caminhos da Fama (SP) / TV Line (RJ) (11h30). Somente no horário vespertino é que a emissora entrou com mais detalhes sobre o ataque em Nova Iorque. Durante a manhã da Band, a programação tinha foco jornalístico. Às 08h, era transmitido a Band News, e, às 08h30, o programa Dia Dia. Às 11h55, entrava ao ar o Programa Olga Bongiovanni. Demais emissoras trouxeram a pauta em seus telejornais vespertinos e noturnos. O Plantão da Globo interrompeu mesmo Dragon Ball Z? Desde 2001, uma lenda percorre o imaginário de muitos otakus e fãs de cultura pop no Brasil. Teria o Plantão da Globo interrompido a exibição de Dragon Ball Z? De acordo com supostos relatos que povoaram a internet nos anos de 2010, os flashes ao vivo entraram justamente no episódio em que Goku iria se transformar em Super Saiyajin 3, momento esse que está presente no arco do Majin Boo. Mas esta história é tão falsa quanto o fajuto Dragon Ball AF (um mito criado na Internet nos anos 2000 sobre uma nova série de Dragon Ball criada após a fase GT). O tal episódio sequer foi exibido na manhã dos atentados, pois o programa Bambuluá (onde o anime era transmitido) foi interrompido durante a exibição do desenho "Mickey e Donald". O plantão durou exatamente 1min24. Ao retornar a programação normal, o seriado infantil a ser exibido foi "Garrafinha", série infantil brasileira estrelada por bonecos manipulados. Bambuluá entrou nos comerciais às 9h57, não retornando mais durante o restante da manhã. Para muitos, a cobertura da queda das Torres Gêmeas interrompeu a transformação de Goku em Super Saiyajin 3 Reprodução/Critical Hits Relembre a chamada que interrompeu a programação Às 9h46 do dia 11 de setembro de 2001 o Globonews, canal de plantão 24h da Rede Globo, foi o primeiro canal da televisão brasileira a anunciar o atentado. Depois disso, a programação da TV Globo no seu canal de televisão aberta foi interrompida para o plantão que anunciou o ocorrido. Quais desenhos e séries faziam sucesso na TV em 2001? Numa época em que programas infantis dominavam a televisão, o começo dos anos 2000 trouxe muitos sucessos atemporais para diferentes gerações de mini-espectadores. Bambuluá, o programa que foi interrompido pela cobertura dos atentados terroristas, era um misto de programa de entretenimento com novelinha infantil inspirada em super sentais (seriados japoneses com time de heróis que influenciaram a criação da franquia Power Rangers). Na história de Bambuluá, Angélica é salva durante uma viagem por um grupo de adolescentes com superpoderes. Eles levam a atriz e cantora para a cidade onde vivem, Bambuluá, que é protegida por um cristal mágico. A cidade é alvo de uma região rival chamada Magush, a Cidade das Sombras, onde há um grupo de adolescentes que também possuem superpoderes, mas que são usados para o mal. Entre uma cena e outra, o seriado apresentava desenhos animados e uma versão primária da TV Globinho. A série Bambuluá foi interrompida no ato da tragédia Reprodução/IMDB Grande parte dos desenhos animados de Bambuluá eram animações japonesas. As principais atrações eram Monster Rancher, Digimon, Sakura Card Captors e o já citado Dragon Ball Z. Havia também a exibição de Garrafinha, criação original da Rede Globo para o público infantil. Na Record, a animação mais lembrada era Pokémon, que entrou na grade da programação do Eliana & Companhia a partir de 1999. No entanto, em 2001, grande parte da febre inicial do anime já havia passado, embora a criação ainda fosse popular nos consoles portáteis do Game Boy Color e Game Boy Advance. Agindo de forma diferente de seus concorrentes, a Band transmitia sua programação infantil nas tardes de segunda à sexta-feira, das 16h às 18h, com o programa Band Kids. Anteriormente estrelado pela atriz nipo-brasileira Renata Sayuri (Deixe-me Viver), no papel da personagem Kira, a atração deixou de ter a apresentadora em junho de 2001 e passou a investir apenas nos desenhos animados. Os animes Bucky, Os Cavaleiros do Zodíaco, Dragon Ball Z (saga dos vilões Vegeta e Freeza) e Tenchi Muyo! fizeram parte da programação. Pokémon era febre no Brasil no ano de 1999 e ainda era exibido em 2001 Reprodução/The Movie Database No SBT, o público infantil acompanhava a programação em três horários. Pela manhã, era exibido o programa Bom Dia & Cia, apresentado por Jackeline Petkovic. Dos desenhos mais lembrados, estão clássicos dos anos 1970 e 1980, como ThunderCats, Tutubarão, Cavalo de Fogo e Os Cãezinhos do Canil, além de novidades da Cartoon Network, como Du, Dudu e Edu, As Meninas Superpoderosas, O Laboratório de Dexter, Coragem, o Cão Covarde e Mike, Lu & Og. No começo da tarde, às 12h45, a audiência assistia a série Festolândia, onde mais desenhos eram exibidos. Porém, o foco eram animações antigas, como Pica-Pau, Tom & Jerry, Tartaruga Touchê e demais clássicos da Hanna-Barbera. Os Simpsons entrava no ar às 13h45 de forma isolada. Em seguida, o público acompanhava as séries Um Maluco no Pedaço e Chaves. Já no horário da noite, das 18h ás 19h, era exibido o Disney Club (posteriormente mudado para Disney Cruj), atração do SBT criado em parceria com o Disney Channel. Na mesma linha de Bambuluá, o programa seguia uma história que dividia espaço com desenhos animados vindos da Disney, como Hércules e A Turma do Pateta. Apresentado por Diego Ramiro (Sítio do Picapau Amarelo), Leonardo Sierra Monteiro, Jussara Marques (Peixonauta: O Filme) e Caíque Benigno, o programa simulava uma transmissão pirata de TV feito pelo Comitê Revolucionário Ultra-Jovem (Cruj), um grupo de crianças que usavam os codinomes de Cajú, Chiclé, Macaco e Maluca para esconderem suas identidades. O programa Disney CRUJ foi exibido no SBT na época do atentado Reprodução/Plex Quais novelas estavam no ar naquele dia? A teledramaturgia não chegou a ser seriamente afetada pela cobertura dos atentados terroristas justamente por conta dos horários de exibição. Na época, a Globo exibia A Gata Comeu (de 1985) no Vale a Pena Ver de Novo, às 14h30. Por volta das 17h, era a vez de Malhação ser exibida, sendo sucedida por A Padroeira às 18h. Após a exibição dos telejornais regionais, foi a vez de As Filhas da Mãe chega ao ar, às 19h. A novela das oito da época era Porto dos Milagres, que entrou na grade às 20h55. O SBT exibiu as novelas mexicanas Por Teu Amor, Rosalinda e Carinha de Anjo, além das brasileiras O Direito de Nascer e Pícara Sonhadora, entre 17h e 21h. Na época, apenas a Globo e SBT eram as duas emissoras brasileiras mais focadas em transmitir novelas. A novela As Filhas da Mãe era exibida nas noites da Globo Reprodução/IMDb Quais desenhos e séries daquela época ainda estão no streaming? Das atrações citadas anteriormente, apenas os nomes a seguir estão disponíveis no streaming: Digimon: Amazon Prime Video e Crunchyroll Dragon Ball Z: Amazon Prime Video e Crunchyroll Pokémon: Netflix Os Cavaleiros do Zodíaco: Netflix Du, Dudu e Edu, As Meninas Superpoderosas, O Laboratório de Dexter e Coragem, o Cão Covarde: HBO Max e Amazon Prime Video Os Simpsons, A Turma do Pateta e Hércules: Disney+ Chaves: Amazon Prime Video, Netflix e Globoplay Um Maluco no Pedaço: Amazon Prime Video e Netflix Com informações de G1, Corcystems e Memória Globo 🎥Globoplay: veja preço dos planos, catálogo e detalhes da assinatura Globoplay: veja preço dos planos, catálogo e detalhes da assinatura Mais do TechTudo Initial plugin text

11 de setembro: como 5G e smartphones mudariam a comunicação do ataque

11 de Setembro de 2026, 00:00

Imagine estar em Nova York na manhã de 11 de setembro de 2001 e ver, da calçada, um avião atingir a Torre Norte do World Trade Center. Você corre até um telefone público, disca o número de casa e ouve o sinal de ocupado. A televisão ligada num bar próximo já exibe as primeiras imagens, mas ninguém consegue explicar o que está acontecendo. Agora imagine a mesma cena em 2026. Antes de entender direito o que viu, você provavelmente já teria o celular na mão, e o registro em 4K poderia estar no ar em segundos, junto com a sua localização compartilhada com a família e uma transmissão ao vivo assistida por gente do outro lado do mundo. O ataque completa 25 anos nesta sexta-feira (11), e o TechTudo ouviu três especialistas para entender como as potencialidades dos smartphones, redes 5G e plataformas digitais impactariam a comunicação do ocorrido. A especialista em comunicação digital e CEO da Fri.to Catarine Birk, o sócio-fundador e COO da Under Protection Igor Moura, e o professor da Escola Tech da FMU Level Up Hércules Lima Ramos avaliaram o impacto das redes sociais e do conteúdo produzido por testemunhas, explicaram por que as redes de telefonia colapsaram naquele dia e o que mudou desde então. 🔎 11 de Setembro: a internet quase parou no dia dos ataques; relembre 🎮 Como o 11 de setembro mudou GTA e deixou marca permanente na franquia Em 2001, a tecnologia móvel era voltada para chamadas e SMS. Se o 11 de setembro ocorresse hoje, a transmissão de dados no 5G e as publicações em tempo real transformariam o alcance do registro e a resposta ao ataque Reprodução/YouTube ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Qual iPhone é o mais barato? Tire dúvidas no Fórum do TechTudo As respostas convergem em dois pontos. O primeiro é que a comunicação entre pessoas comuns seria incomparavelmente melhor, com mensagens, localização compartilhada e alertas oficiais chegando direto na tela do aparelho, sem depender de completar uma ligação. O segundo é que nenhum dos entrevistados garante que a rede aguentaria tudo. Vídeos e lives enviados de um mesmo quarteirão pesam justamente na parte mais frágil da conexão, e a velocidade cobra um preço conhecido: boatos circulando no mesmo ritmo dos fatos, sem tempo para checagem. 11 de setembro: como um celular de 2026 mudaria a comunicação do ataque Confira os tópicos tratados nesta matéria especial no índice abaixo. A tecnologia em 11 de setembro de 2001 Smartphone e redes sociais: de testemunhas a fontes Desinformação no mesmo ritmo dos fatos O smartphone como ferramenta de contato Como as redes móveis de 2026 se comportariam Redes que priorizam quem socorre 25 anos depois, o que realmente mudou? A tecnologia em 11 de setembro de 2001 Em 2001, o celular já fazia parte da rotina de milhões de americanos, mas ainda estava longe de ser o aparelho multifuncional que conhecemos hoje. Nos Estados Unidos, havia 128,4 milhões de assinantes de telefonia móvel em dezembro daquele ano, contra 109 milhões no mesmo período de 2000 — em uma população de cerca de 285 milhões de pessoas. Na prática, porém, o celular ainda era principalmente um telefone. “Em 2001, o celular servia quase exclusivamente para fazer ligações e mandar SMS, funcionando como uma linha telefônica tradicional que precisava de um canal exclusivo para cada conversa”, explica Hércules Lima Ramos, da Escola Tech da FMU Level Up. Nokia 3310, celular popular nos anos 2000 Masood Aslami/Pexels Isso ajuda a entender por que as comunicações foram tão afetadas naquele dia. O problema não foi apenas a quantidade de pessoas tentando usar o telefone ao mesmo tempo: parte da própria infraestrutura foi destruída. É o que explica Igor Moura, especialista em segurança da informação da empresa Under Protection. "Congestionamento e destruição física são problemas diferentes. No primeiro, a rede existe, mas não consegue atender a todos. No segundo, eu posso perder antenas, energia, enlaces ou centrais. Quando os dois acontecem juntos, como ocorreu naquele dia, a capacidade de comunicação cai muito rapidamente." Em Nova York, os dois problemas apareceram simultaneamente. A Verizon registrou tráfego de 50% a 100% acima do normal em sua rede móvel em todo o país e informou que até dez estações rádio-base na cidade pararam de operar. Em muitos casos, a infraestrutura que conectava essas estações à rede fixa passava pelo World Trade Center. Duas instalações da operadora dentro do complexo, responsáveis por chamadas de entrada e saída, também foram destruídas no colapso dos prédios. A AT&T informou ter processado o volume recorde de 431 milhões de chamadas na data. Com a telefonia sob pressão, a internet acabou funcionando como uma alternativa para parte da população, embora ainda estivesse longe de ocupar o papel central que teria hoje. Um levantamento do Pew Research Center feito nos dias seguintes ao ataque mostra que 51% dos adultos americanos ligaram para familiares e 40% ligaram para amigos. Cerca de 23% tentaram entrar em contato com alguém especificamente para saber se a pessoa estava a salvo. Mais de um terço dos internautas que tentaram telefonar (35%) teve problemas para falar com quem procurava. Entre esse grupo, um quinto recorreu à internet para fazer contato, o equivalente a algo entre 4 milhões e 5 milhões de pessoas. Smartphone e redes sociais: de testemunhas a fontes Câmeras existiam em 2001. Filmadoras também. A diferença é que uma testemunha de hoje carrega no bolso, ao mesmo tempo, uma câmera, uma conexão com a internet e ferramentas para distribuir o que acabou de registrar. Naquela manhã, quem estivesse com uma câmera poderia filmar o ataque, mas ainda dependeria, na maior parte das vezes, de um veículo de comunicação para transformar aquele registro em notícia. O vídeo precisaria chegar a uma emissora, ser selecionado e entrar em uma programação que concentrava a atenção de milhões de pessoas. “Em 2001, uma testemunha podia registrar o que estava acontecendo, mas ainda dependia, na maior parte das vezes, de um veículo de comunicação para que aquele registro alcançasse um grande público”, explica Catarine Birk, especialista em comunicação digital e CEO da Fri.to. “Hoje, quem presencia um acontecimento já tem no bolso o celular, conexão de internet e as redes sociais e pode registrar, publicar e alcançar milhões de pessoas antes mesmo que uma equipe jornalística chegue ao local.” Initial plugin text O salto, portanto, não estaria apenas na câmera do celular. Estaria na combinação entre produção e distribuição. A internet de 2001 já permitia acessar notícias, trocar e-mails e participar de fóruns, mas o usuário precisava procurar o conteúdo. Em 2026, plataformas como X, Instagram e TikTok poderiam colocar um registro diante de milhões de pessoas sem que elas tivessem procurado por ele. Em um acontecimento da dimensão do 11 de Setembro, isso significaria uma multiplicação de relatos. "Provavelmente não teríamos uma única cobertura dominante, mas milhares de narrativas acontecendo ao mesmo tempo, com diferentes perspectivas disputando a atenção do público", opina Catarine. Desinformação no mesmo ritmo dos fatos A mesma velocidade que ajudaria uma informação verdadeira a chegar ao público também aceleraria a circulação de boatos. “Em uma situação de extrema incerteza, existe uma demanda enorme por respostas justamente quando ainda existem poucas informações confiáveis disponíveis. As redes sociais ocupam esse espaço muito rapidamente e informações verdadeiras, hipóteses, erros, manipulações e teorias da conspiração passam a circular no mesmo ambiente”, afirma Catarine. O problema seria agravado pela própria lógica do compartilhamento. Uma informação repetida muitas vezes pode parecer verdadeira simplesmente porque está em todos os lugares. Em um acontecimento como o 11 de Setembro, uma publicação falsa sobre um novo ataque, um suspeito ou uma ameaça poderia provocar consequências concretas antes mesmo de ser desmentida. Nesse contexto, Catarine reforça que a facilidade de publicação não dá ao cidadão necessariamente as condições para compreender todo o contexto de um acontecimento e reforça a importância do jornalismo profissional. "O filtro jornalístico não existe apenas para atrasar uma publicação, mas para acrescentar contexto e checagem de veracidade. O desafio contemporâneo é que, muitas vezes, a informação já percorreu o mundo quando essa verificação chega", diz. O smartphone como ferramenta de contato Se existe uma mudança em que os especialistas veem um ganho quase inequívoco, é na possibilidade de avisar rapidamente que está tudo bem. Em 2001, dizer “estou bem” dependia principalmente de conseguir completar uma ligação. Hoje, uma única ação pode transmitir essa informação para várias pessoas ao mesmo tempo. "Uma mensagem em um grupo, o compartilhamento da localização, uma atualização de status ou até a última atividade registrada em um aplicativo podem reduzir a angústia de dezenas de pessoas sem exigir dezenas de ligações individuais", diz Catarine Birk, que considera essa a mudança em que a tecnologia teria efeito mais diretamente positivo. Aplicativos de mensagens e compartilhamento de localização simplificam o aviso de segurança a familiares em emergências, reduzindo a necessidade de ligações individuais em redes congestionadas. Mariana Saguias/TechTudo Há, porém, um novo efeito colateral: a expectativa de resposta imediata. "Quando estamos acostumados a ter respostas imediatas, alguns minutos sem confirmação ou uma localização que deixa de atualizar podem ser interpretados de maneira muito mais angustiante", afirma. Do ponto de vista técnico, mensagens de texto também têm uma vantagem em relação a chamadas e transmissões de vídeo: exigem muito menos dados. Hércules Lima Ramos explica que serviços como mensagens do WhatsApp e algumas funções associadas à localização podem continuar funcionando em situações nas quais a rede está congestionada. Como as redes móveis de 2026 se comportariam? O celular de 2026 seria muito mais capaz do que o aparelho de 2001; a rede também. Mas isso não significa que milhões de pessoas poderiam, ao mesmo tempo, transmitir vídeos em alta resolução no mesmo quarteirão sem qualquer impacto. Os especialistas ouvidos pelo TechTudo divergem sobre o tamanho do problema, mas concordam em um ponto: a infraestrutura atual teria uma capacidade muito maior, embora não seja infinita. “Nesses 25 anos, a internet móvel deixou de ser uma discada lenta para virar uma superestrada inteligente. Enquanto o antigo 2G mal abria um e-mail simples, o 5G consegue transmitir vídeos em altíssima definição sem engasgos e conectar milhares de aparelhos ao mesmo tempo na mesma antena”, explica Hércules Lima Ramos. Avanço do 2G para o 5G expandiu a capacidade de conexões simultâneas por quilômetro quadrado, mas o envio massivo de vídeos pesados na mesma área ainda pode gerar gargalos no tráfego. Reprodução/Unsplash A questão é que o tipo de uso também mudou. Em 2001, o grande pico de demanda veio principalmente das chamadas de voz. Hoje, além da voz, uma multidão poderia estar enviando vídeos, fazendo transmissões ao vivo, compartilhando fotos em alta resolução, realizando chamadas de vídeo e usando aplicativos simultaneamente. Para o especialista, o maior risco estaria justamente no upload. Se milhares de pessoas começassem a transmitir vídeos simultaneamente em uma área muito concentrada, a rede poderia sofrer congestionamento, mesmo sendo muito mais avançada do que a de 2001. “Conectar dispositivos e entregar grande largura de banda simultaneamente para cada um deles são desafios diferentes”, afirma Igor Moura. Hércules é mais otimista e considera que um cenário de congestionamento localizado seria mais provável do que um apagão total de comunicação. A diferença é importante: uma rede moderna poderia suportar muito mais usuários e oferecer mais caminhos de comunicação, mas não existe infraestrutura capaz de transformar uma área completamente congestionada em uma região de capacidade infinita. Redes que priorizam quem socorre Uma das mudanças menos visíveis para o público é também uma das mais importantes: hoje existe separação técnica entre a comunicação comum e a comunicação crítica. “Em uma crise, eu não preciso garantir a mesma qualidade para todos os usos. Eu preciso garantir primeiro que bombeiros, polícia, equipes médicas, centros de emergência, autoridades e operadores de infraestrutura crítica consigam continuar se comunicando”, explica Igor Moura. Desde 2001, os Estados Unidos também passaram a criar mecanismos para garantir que profissionais essenciais consigam se comunicar mesmo quando as redes estão congestionadas. Entre eles estão o o FirstNet, voltado à segurança pública, e o Wireless Priority Service (WPS), que dá prioridade a chamadas de usuários autorizados em situações de crise. Alertas de emergência chegam a celulares em situações críticas Reprodução/Unsplash Outra diferença está na capacidade de avisar milhares de pessoas simultaneamente. Hoje, sistemas de Cell Broadcast permitem que autoridades enviem mensagens diretamente aos celulares conectados a uma determinada região, sem precisar conhecer os números dos aparelhos. Nos Estados Unidos, o Wireless Emergency Alerts usa as antenas da área afetada para distribuir os avisos e pode continuar operando mesmo quando chamadas e mensagens convencionais enfrentam congestionamento. No Brasil, o Defesa Civil Alerta segue lógica semelhante. O sistema, que não exige cadastro prévio, envia mensagens diretamente aos celulares compatíveis em uma área de risco, com instruções de proteção, evacuação e atualização da situação. 25 anos depois, o que realmente mudou? Volte à cena do começo desta reportagem. Em 2001, depois de testemunhar um avião atingir o World Trade Center, você poderia correr até um telefone público e tentar ligar para casa. Talvez a ligação não completasse. Talvez a televisão de um bar fosse sua principal fonte de informação sobre o que estava acontecendo. E, se tivesse uma câmera, seu registro ainda dependeria de alguém para levá-lo ao público. Em 2026, a sequência seria outra. O celular poderia registrar a cena, compartilhar sua localização, enviar uma mensagem para a família e publicar imagens em segundos. Alertas oficiais poderiam chegar diretamente ao aparelho, e diferentes caminhos de comunicação poderiam continuar disponíveis mesmo diante de falhas na infraestrutura. Mas engana-se quem pensa que a tecnologia eliminaria todos os problemas. Uma rede moderna ainda poderia sofrer congestionamento, e uma antena destruída ainda poderia interromper a comunicação. Além disso, enquanto uma informação verdadeira viajaria em segundos, um boato poderia fazer exatamente o mesmo caminho. A diferença entre 2001 e 2026, portanto, não diz respeito apenas aos avanços tecnológicos, mas à capacidade muito maior para produzir, distribuir e receber informação. Por consequência, é preciso ter muito mais responsabilidade para decidir no que acreditar. "Em momentos de crise, uma das atitudes mais importantes para quem recebe uma informação é resistir ao impulso de imediatamente repassá-la antes de saber se aquilo é realmente verdadeiro", resume Catarine Birk. Com informações de Pew Research Center, Verizon, RCR Wireless News, eWeek, CTIA, Anatel e DPL News.

Como assinar documentos pelo Gov.br no celular?

11 de Setembro de 2026, 00:00

A assinatura eletrônica do Gov permite formalizar documentos de forma digital, sem a necessidade de imprimir o arquivo para assiná-lo à mão. O recurso está disponível no Gov.br, podendo ser utilizado no navegador e no app disponível para Android e iPhone (iOS), desde que os usuários tenham conta nível "Prata" ou "Ouro". Além de ser gratuito, o serviço aceita diferentes formatos de arquivo e permite baixar o documento depois da assinatura, com o intuito de compartilhá-lo com outras pessoas ou instituições. O TechTudo reuniu um guia completo de como funciona a ferramenta, e o passo a passo para utilizá-la. 🔎 O Gov.br manda mensagem no WhatsApp? Saiba o que é oficial e o que é golpe 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar Ferramenta do Gov.br permite assinar documentos sem precisar imprimir o arquivo; confira Sidney de Almeida/Shutterstock 📝 Aplicativo Celular Seguro precisa estar logado para usar? Veja no fórum do TechTudo Índice O que é a assinatura digital pelo Gov? Como assinar documentos pelo Gov no celular? Quais documentos podem ser assinados pelo Gov ? Quantos documentos eu posso assinar por dia? A assinatura pelo gov digital tem validade jurídica? Como compartilhar e baixar o documento assinado? O que fazer se não conseguir assinar o documento pelo Gov? 1. O que é a assinatura digital pelo Gov? A assinatura eletrônica do Gov.br é um serviço gratuito que permite assinar documentos em formato digital usando a conta do usuário. Para ter acesso ao recurso, é necessário possuir uma conta de nível prata ou ouro. Assim, o sistema utiliza os dados da conta para identificar e ajuda a descobrir quem está assinando o documento e gera uma assinatura eletrônica. O procedimento pode ser realizado pelo navegador ou pelo aplicativo Gov.br, está disponível para Android e iPhone (iOS). 📱Trocou de celular e não consegue acessar o Gov.br? Veja como resolver Gov tem ferramenta que permite assinar documentos digitalmente Divulgação/Portal Gov 2. Como assinar documentos pelo Gov no celular? Passo 1. Depois de fazer login na sua conta Gov.br, toque em "Assinar documentos digitalmente", logo na página inicial. Depois, aperte "Autorizar"; Primeiros passos para assinar um documento pelo app do Gov.br Reprodução/Mariana Tralback Passo 2. Toque em "Escolher arquivo" para selecionar um documento em diferentes formatos: DOC, DOCX, ODT, JPG, PNG e PDF. Cada arquivo deve ter o tamanho máximo de 100 MB. Confira se você fez o upload certo e confirme em "Avançar"; É possível escolher diferentes tipos de arquivos para assinar digitalmente Reprodução/Mariana Tralback Passo 3. Posicione a assinatura na parte desejada do documento, bastando arrastá-la. Em seguida, toque em "Assinar" - se preferir, você pode carregar mais quatro documentos para assinar todos de uma só vez; Usuário pode posicionar a assinatura em qualquer parte do documento Reprodução/Mariana Tralback Passo 4. Para concluir o procedimento, é necessário copiar e colar no campo indicado o código que aparecerá na tela (ou que será recebido por notificação). Em seguida, toque em "Autorizar". Por fim, selecione "Baixar arquivo assinado" para usá-lo como desejar. Para concluir o procedimento, é possível usar um código enviado pela plataforma Reprodução/Mariana Tralback 3. Quais documentos podem ser assinados pelo Gov? O Gov.br não apresenta uma lista fechada de documentos que podem ser assinados. O que existe é uma relação de formatos aceitos pela plataforma: DOC, DOCX, ODT, JPG, PNG e PDF. O tamanho máximo permitido é de 100 MB por arquivo. Isso significa que um contrato, uma declaração ou outro documento pode ser enviado ao serviço desde que esteja em um dos formatos compatíveis. Ainda assim, é importante conferir se a instituição ou pessoa que receberá o arquivo aceita esse tipo de assinatura. 📱Como saber quem visitou meu perfil no Instagram? Guia ajuda a descobrir 4. Quantos documentos eu posso assinar por dia? O Gov.br não informa um limite diário de documentos que cada usuário pode assinar. Por outro lado, o app permite carregar até cinco documentos e assiná-los de uma vez. Esse recurso pode ser útil para quem precisa assinar vários arquivos com mais agilidade. Vale destacar que o limite de cinco arquivos se refere ao carregamento, não a uma quantidade máxima de documentos que podem ser assinados ao longo do dia. 📱Meta AI: saiba como impedir que a IA do WhatsApp colete seus dados Gov libera documentos para serem assinados digitalmente Marcela Franco/TechTudo 5. A assinatura pelo Gov digital tem validade jurídica? Sim, a assinatura eletrônica é reconhecida legalmente no Brasil e o documento assinado pelo Gov.br tem validade jurídica. O serviço é regulamentado pelo Decreto nº 10.543/2020 e segue as regras estabelecidas pela Lei nº 14.063/2020. A assinatura realizada pelo Gov.br é uma assinatura eletrônica avançada. Essa modalidade utiliza mecanismos capazes de associar a assinatura ao usuário e detectar alterações feitas posteriormente no documento. Isso não significa, porém, que ela substitua obrigatoriamente qualquer outro tipo de assinatura em todas as situações. Alguns procedimentos podem exigir, por exemplo, uma assinatura eletrônica qualificada, feita com certificado digital no padrão ICP-Brasil. Por isso, antes de enviar um documento, vale conferir as exigências de quem vai recebê-lo. 📱Como tirar a transcrição do WhatsApp? Saiba desativar recurso irritante 6. Como compartilhar e baixar o documento assinado? Depois que a assinatura é concluída, o usuário pode tocar em "Baixar arquivo assinado". Na página seguinte, o arquivo será exibido, bastando tocar no ícone de download para baixá-lo ou fazer o compartilhamento por e-mail, WhatsApp ou outra plataforma. É importante saber que a impressão do arquivo não preserva a assinatura digital, segundo o próprio Gov.br. Ademais, é possível conferir se a assinatura foi incluída corretamente usando o serviço Validar, do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI). A verificação pode ser feita pelo site (validar.iti.gov.br) ou pelo aplicativo de mesmo nome. 📱Como bloquear chamadas no WhatsApp? Veja como não receber ligações É possível fazer o download do arquivo assinado e enviá-lo a diferentes pessoas e instituições Reprodução/Mariana Tralback 7. O que fazer se não conseguir assinar o documento pelo Gov? Se a assinatura não for concluída, o primeiro passo é verificar se a conta utilizada é de nível prata ou ouro e se está habilitada para o serviço. Também é importante conferir se o arquivo está em um dos formatos aceitos e se não ultrapassa o limite de 100 MB. Outro problema comum acontece na hora de receber o código de autorização, usado para confirmar o procedimento. Quando o usuário já está conectado ao aplicativo Gov.br, o código pode aparecer como uma notificação no celular. Nesse caso, é necessário permitir as notificações do aplicativo nas configurações do aparelho. Ademais, se o nome aparecer incorretamente na assinatura, o Gov.br informa que ele é obtido a partir da base cadastral da Receita Federal. Nesse caso, é necessário corrigir o cadastro antes de tentar solucionar o problema pelo serviço de assinatura. Se a dificuldade continuar, o usuário pode procurar o atendimento oficial do Gov.br e registrar uma solicitação específica para dúvidas relacionadas à assinatura eletrônica. Com informações de gov.br (1 e 2) Mais do TechTudo 🎥Veja também: Como criar uma senha forte e fácil de lembrar Como criar uma senha forte e fácil de lembrar

7 tecnologias que mudaram a segurança dos aeroportos após o 11 de setembro

11 de Setembro de 2026, 00:00

Os ataques de 11 de setembro de 2001 provocaram uma transformação profunda na segurança dos aeroportos. Scanners corporais passaram a ampliar a detecção de objetos escondidos, enquanto a biometria e o reconhecimento facial ganharam espaço na identificação de passageiros. Passaportes eletrônicos, bancos de dados integrados e sistemas de triagem também levaram parte da segurança para etapas anteriores ao embarque. Embora várias dessas tecnologias já existissem antes de 2001, os ataques aceleraram sua adoção e ajudaram a consolidar uma estratégia baseada em diferentes camadas de proteção. A segurança passou a envolver a análise de documentos, características biométricas, informações de passageiros, listas de controle, imagens e equipamentos de inspeção. Essa estrutura se expandiu pelos aeroportos e também alcançou fronteiras, portos e outros pontos considerados estratégicos para a proteção da aviação e da circulação internacional. 🔎 Por que preciso tirar o notebook da mala no aeroporto? Entenda a revista 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews Tecnologias de inspeção, identificação e monitoramento transformaram a segurança dos aeroportos após os ataques de 11 de setembro. Reprodução/Magnific 📝 Como configurar acesso à rede Wi-fi de aeroportos e hotéis? Confira no Fórum TechTudo 1. Scanners corporais nos aeroportos Antes do 11 de setembro, a inspeção de passageiros dependia principalmente de detectores de metais, revistas e equipamentos voltados à identificação de itens proibidos. Com a evolução das ameaças, ganhou espaço a tecnologia de Advanced Imaging Technology (AIT), capaz de produzir imagens do corpo e indicar objetos escondidos sob as roupas, inclusive materiais que podem escapar da detecção tradicional de metais. A adoção desses equipamentos se intensificou após novas tentativas de atentados em aviões. Scanners corporais ampliaram a capacidade dos aeroportos de identificar objetos escondidos sob as roupas dos passageiros Reprodução/Magnific Hoje, scanners corporais fazem parte dos sistemas de inspeção utilizados em aeroportos e contam com equipamentos de fabricantes como Smiths Detection, Rapiscan e Leidos. A tecnologia passou por mudanças para tornar a inspeção mais eficiente e preservar a privacidade dos passageiros, mas continua baseada na mesma lógica: ampliar a capacidade de encontrar ameaças antes que elas cheguem à aeronave. Episódios como o chamado “shoe bomber” e a tentativa de explosivo escondido na roupa íntima, em 2009, reforçaram essa necessidade. Scanners corporais fazem parte dos sistemas de inspeção utilizados em aeroportos Reprodução/Redes Sociais 2. Biometria para identificar passageiros A biometria trouxe outra camada de identificação para os aeroportos ao permitir que características físicas sejam associadas aos dados de um viajante. Impressões digitais e fotografias passaram a ser utilizadas em diferentes processos de vistos, imigração, fronteiras e programas de viajantes, reduzindo a dependência da conferência de informações apresentadas apenas em documentos. A Comissão do 11 de Setembro recomendou a criação de um sistema biométrico integrado de entrada e saída dos Estados Unidos. A proposta ajudou a consolidar a ideia de conectar a identidade física do passageiro a bancos de dados e registros oficiais. Na prática, sistemas biométricos podem comparar uma característica previamente cadastrada com a apresentada durante uma etapa da viagem, acrescentando uma verificação à conferência documental. Nos Estados Unidos, a TSA utiliza principalmente imagens faciais para a verificação biométrica de identidade, enquanto impressões digitais permanecem presentes em determinados programas e processos de credenciamento. Viracopos é o primeiro aeroporto do país a inserir conjunto de biometria aos passageiros Isabella Assis/Viracopos 3. Reconhecimento facial O reconhecimento facial já existia antes de 2001, mas ganhou espaço nos aeroportos e nas fronteiras com a expansão das estratégias de identificação biométrica. A tecnologia permite capturar a imagem do rosto do viajante e compará-la automaticamente com uma fotografia associada a um passaporte, visto ou outro registro. Dessa forma, uma etapa que antes dependia da comparação visual feita por um funcionário pode ser apoiada por sistemas automatizados e processos de verificação mais rápidos. Ponte aérea Rio-SP testou embarque com biometria facial em 2021 Reprodução/Redes Sociais Nos Estados Unidos, órgãos como a TSA e a Customs and Border Protection (CBP) passaram a testar e ampliar o uso da tecnologia em diferentes pontos da jornada. Na CBP, por exemplo, imagens capturadas durante o processo de viagem podem ser comparadas com galerias de fotografias previamente registradas. O avanço também trouxe discussões sobre privacidade, armazenamento de dados, transparência e critérios usados para validar a identidade de cada passageiro. 4. Passaportes eletrônicos e biométricos Os documentos de viagem também passaram por uma transformação. V e mecanismos digitais destinados a verificar a autenticidade do documento. Assim, o passaporte passou a funcionar como uma peça de uma infraestrutura digital de segurança, em vez de ser apenas um documento impresso. Segundo a Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO), o ePassport possui um chip eletrônico que armazena informações biográficas presentes no documento, além de elementos de segurança digital. Uma assinatura digital permite verificar se os dados foram emitidos por uma autoridade legítima e se sofreram alguma alteração. Os chamados ePassports incorporaram chips capazes de armazenar informações do viajante Reprodução/Polícia Federal Essa mudança se relaciona diretamente às recomendações da Comissão do 11 de Setembro. O relatório defendeu a ligação entre passaportes biométricos e sistemas de dados, além da possibilidade de verificar documentos junto às autoridades emissoras. A validação eletrônica também ajuda a identificar alterações ou tentativas de clonagem do documento. 5. Bancos de dados e compartilhamento de informações Uma das mudanças mais importantes aconteceu longe dos olhos do passageiro: a integração de informações entre diferentes órgãos. Antes do 11 de setembro, dados relevantes sobre imigração, inteligência e viajantes permaneciam distribuídos em sistemas separados. A Comissão do 11 de Setembro apontou essa fragmentação como uma falha importante e defendeu mecanismos capazes de fazer diferentes bases conversarem entre si, ampliando a capacidade de análise das autoridades. Bancos de dados integrados passaram a conectar informações de passageiros, imigração e segurança entre diferentes órgãos. Reprodução/Magnific Com o avanço dessa integração, watchlists, registros de vistos, informações de passageiros e dados de inteligência passaram a participar de processos de avaliação de risco. O objetivo é identificar possíveis ameaças antes que elas cheguem ao embarque e direcionar recursos para situações que exijam uma análise adicional. Assim, parte da segurança aeroportuária passou a acontecer nos bastidores, a partir do cruzamento de grandes volumes de dados coletados em diferentes etapas da viagem. 6. Sistemas de triagem automática de passageiros A triagem automática também passou a ter um papel maior na avaliação de passageiros. Antes de 2001, os Estados Unidos já utilizavam o CAPPS (Computer Assisted Passenger Prescreening System), criado para identificar viajantes que poderiam exigir procedimentos adicionais. Depois dos ataques, a discussão passou a envolver uma integração maior entre sistemas, informações de passageiros e listas de segurança, levando a análise de risco para uma etapa anterior ao checkpoint. A lógica desses sistemas é processar dados antes ou durante o embarque para identificar situações que mereçam atenção adicional, incluindo passageiros associados a listas de pessoas proibidas de voar ou selecionadas para inspeção. A automação ampliou a capacidade de análise, mas também trouxe debates sobre privacidade, transparência e possíveis vieses. Quanto maior o volume de informações usado na triagem, maior é a importância de manter os dados corretos e os critérios de seleção sob controle. A triagem automática também passou a ter um papel maior na avaliação de passageiros Reprodução/Jacob Langston 7. Tecnologias de vigilância e monitoramento A transformação da segurança também chegou às câmeras, aos sistemas de controle de acesso e às plataformas de monitoramento. Em vez de funcionarem apenas como ferramentas para registrar imagens, essas tecnologias passaram a apoiar a identificação de pessoas, o acompanhamento de movimentações e a análise automatizada de situações consideradas suspeitas. O resultado é uma rede de vigilância distribuída por diferentes áreas dos aeroportos, com recursos que podem atuar de forma integrada. Câmeras, sistemas de identificação e análise de dados formam uma rede de monitoramento que vai além dos terminais de passageiros. Reprodução/Magnific O conceito se estende para além dos terminais de passageiros. Câmeras, biometria, análise de dados e sistemas de identificação podem ser integrados a estruturas de segurança em fronteiras, portos e outros pontos estratégicos. A Comissão do 11 de Setembro defendeu justamente uma arquitetura mais conectada, com compartilhamento de informações entre órgãos e países. Dessa forma, a segurança passou a funcionar como um conjunto de camadas distribuídas por diferentes etapas da viagem. Com informações de Ap News, Reuters, Metropoles, The Shift, Portal Cyber e SOFEMA. Leia também VEJA O VÍDEO A SEGUIR: 3 achadinhos que podem salvar a sua viagem 3 achadinhos que podem salvar a sua viagem

Foi marcado no Instagram? O post agora pode aparecer na grade do seu perfil

10 de Setembro de 2026, 19:05

O Instagram liberou nesta quinta-feira (10) uma função que permite adicionar à grade principal do perfil publicações de outras pessoas nas quais o usuário foi marcado. A novidade foi revelada por Adam Mosseri, chefe do Instagram, em um vídeo publicado na rede social. Com o recurso, fotos, carrosséis e Reels que antes apareciam apenas na aba de marcações podem ser exibidos junto aos conteúdos da própria conta. Mesmo assim, a publicação continua pertencendo ao autor original. A seguir, veja como novidade vai funcionar. 🔎 Como identificar um perfil feito por IA no Instagram? Entenda novas regras 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar Foi marcado no Instagram? Agora o post pode aparecer na grade do seu perfil Mariana Saguias/TechTudo 📝 Como entrar no Instagram sem senha? Veja no fórum do TechTudo Índice Posts marcados agora podem aparecer na grade principal Como colocar um post em que fui marcado na grade do Instagram? Publicação continua pertencendo ao autor original Posts marcados agora podem aparecer na grade principal As publicações nas quais o usuário era marcado ficavam disponíveis em uma área separada do perfil. A nova função permite escolher quais desses conteúdos também serão exibidos na grade principal, o que dá mais destaque a fotos e vídeos publicados por outras pessoas sem a necessidade de repostá-los. Ao ser adicionado, o conteúdo não aparece como uma publicação nova. Ele ocupa a posição correspondente à data em que foi publicado originalmente. Uma foto de meses atrás, por exemplo, será inserida entre os posts daquele período. O usuário pode mudar essa posição com a ferramenta de reorganização da grade do Instagram. O recurso permite arrastar as publicações e definir outra ordem para os conteúdos exibidos no perfil. Posts marcados agora podem aparecer na grade principal Mariana Saguias/TechTudo Como colocar um post em que fui marcado na grade do Instagram? Para adicionar à grade principal uma publicação em que você foi marcado, faça o seguinte: Abra o Instagram e toque na sua foto para acessar o perfil; Entre na aba de publicações em que você foi marcado; Toque e segure a foto, o carrossel ou o Reel que deseja exibir; Selecione “Adicionar à grade principal”. Também é possível fazer o procedimento diretamente pela publicação. Nesse caso, abra o post em que você foi marcado, toque no menu de opções no canto superior direito e selecione “Adicionar à grade principal”. Para retirar o conteúdo depois, abra novamente as opções da publicação e escolha a alternativa para removê-la da grade. A ação não apaga o post original. Veja como colocar um post em que fui marcado na grade do Instagram Divulgação/Instagram Publicação continua pertencendo ao autor original Adicionar uma publicação à grade não altera sua autoria. O conteúdo continua pertencendo à conta que fez o post original, mesmo que passe a aparecer entre as fotos e vídeos do perfil da pessoa marcada. A função também não é a mesma do Collab ou do Repost. Nas publicações em colaboração, as contas participantes aparecem como autoras do mesmo conteúdo, com curtidas e comentários concentrados na mesma publicação. Já o Repost permite republicar conteúdos de outras contas, que ficam reunidos em uma área própria do perfil. Com informações de Engadget Mais do TechTudo Veja também: iOS 27: veja todas as novidades sobre o sistema novo da Apple iOS 27: veja todas as novidades sobre o sistema novo da Apple

WhatsApp muda visual no iPhone com Liquid Glass; veja as novidades

10 de Setembro de 2026, 18:02

O WhatsApp começou a liberar o novo visual Liquid Glass para usuários de iPhone (iOS). A mudança chega à tela de conversas e altera elementos como a barra de digitação, menus, navegação e balões de mensagens. A atualização 26.35.72 traz uma interface inspirada no visual do iOS da Apple, com elementos transparentes que parecem flutuar sobre o conteúdo. A liberação, porém, é gradual, e atualizar o WhatsApp não garante acesso imediato ao novo visual, que ainda pode demorar para aparecer em algumas contas. A seguir, o TechTudo explica o que muda com a atualização e como funciona o novo design. 🔍WhatsApp Web libera chamadas de voz e vídeo; veja como 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar WhatsApp prepara uma nova identidade visual para o aplicativo de Mac, ainda em fase de distribuição gradual entre os usuários Isadora Lima/TechTudo 📝 Chegou notificação no WhatsApp, mas não tinha mensagem: o que fazer? Veja no Fórum do TechTudo Índice O que mudou no visual do WhatsApp no iPhone (iOS)? Quais partes do aplicativo receberam o Liquid Glass? Quem já pode usar o novo visual do WhatsApp? Liquid Glass deixa a interface do WhatsApp mais translúcida no iPhone, com mudanças na barra de conversa, menus, reações e balões de mensagens Reprodução/WABetaInfo O que mudou no visual do WhatsApp no iPhone? A principal diferença está no uso de transparências. Com o Liquid Glass, elementos que antes tinham fundos sólidos agora são parcialmente transparentes, deixando aparecer de forma sutil partes da conversa ou do papel de parede. A barra usada para escrever mensagens, por exemplo, flutua sobre a conversa e recebe um fundo translúcido. O botão que leva o usuário até a mensagem mais recente acompanha a mesma proposta. Na parte superior da tela, a barra de navegação também fica transparente. O conteúdo da conversa continua aparecendo levemente ao fundo, enquanto um efeito ajuda a preservar a leitura dos botões e informações. A mudança faz parte de um processo que já estava acontecendo no WhatsApp. Elementos como a barra de abas, a lista de conversas e alguns botões haviam recebido o novo estilo anteriormente. A atualização mais recente amplia essa identidade visual para a tela de chat. 🔎Como ter dois WhatsApp no mesmo celular com números diferentes Barra de mensagens ganha aparência translúcida com o Liquid Glass Reprodução/WABetaInfo Quais partes do aplicativo receberam o Liquid Glass? Além das barras de digitação e navegação, o WhatsApp também mudou outros elementos da tela de conversa. O menu que aparece ao pressionar uma mensagem e a bandeja de reações agora têm fundo translúcido, enquanto os balões ficaram mais arredondados. As fotos, os vídeos e os GIFs também perderam a moldura tradicional. Os recursos continuam funcionando do mesmo jeito. As principais mudanças são: Menu de contexto e bandeja de reações com efeito de vidro; Transparência no lugar do desfoque sobre a conversa; Balões de mensagens com bordas mais arredondadas; Fotos, vídeos e GIFs sem a moldura tradicional; Recursos mantidos nos mesmos lugares; Novo design também disponível no WhatsApp Business. 🔎Como ver mensagens apagadas do WhatsApp? Conheça truque pelo PC Menu de mensagens e bandeja de reações também adotam transparências Reprodução/WABetaInfo Quem já pode usar o novo visual do WhatsApp? A experiência completa do Liquid Glass começou a chegar para os usuários do WhatsApp no iPhone com a versão 26.35.72, disponível na App Store. A novidade amplia para a tela de conversas o visual inspirado no iOS, com elementos translúcidos, barras mais leves e menus que se integram melhor ao conteúdo exibido. A liberação, está acontecendo de forma gradual . Na prática, isso significa que nem todos os usuários verão a mudança imediatamente no app, mesmo com a versão mais recente instalada. A atualização é liberada gradualmente e, por isso, algumas contas ainda podem continuar com o visual antigo até que o recurso seja ativado. 🔎Como colocar senha no WhatsApp: 5 maneiras de proteger o app Balões ficam mais arredondados e mídias aparecem sem a moldura tradicional Reprodução/WABetaInfo Com informações do WABetaInfo (1,2,3,4). Mais do TechTudo 🎥Veja também: Como ler mensagens apagadas no WhatsApp pelo Android! Como ler mensagens apagadas no WhatsApp pelo Android!

Lula sanciona fim da 'taxa das blusinhas' de até US$ 50; veja o que muda

10 de Setembro de 2026, 17:55

O presidente Lula sancionou nesta quinta-feira (10) o fim da “taxa das blusinhas”, cobrança federal de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50. A medida, aprovada pelo Congresso no início de setembro, transforma em lei a isenção que já estava em vigor desde maio. O Imposto de Importação fica zerado nessa faixa, mas o ICMS estadual continua sendo cobrado. Para compras acima de US$ 50, permanece a alíquota federal de 60%, com desconto de US$ 30 no Remessa Conforme. Nas próximas linhas, veja o que muda com o fim da taxação das compras internacionais.  🔎 Shein é confiável? Como comprar roupas com o aplicativo 🔔Canal de ofertas no WhatsApp: confira promoções, descontos e cupons a qualquer hora 🔎6 sites muito úteis que vão te ajudar a escolher filmes para assistir Lula sanciona fim da 'taxa das blusinhas' de até US$ 50; veja o que muda Reprodução/Canva (imagem editada com IA) 📝 Como saber meu tamanho na Shein? Veja no fórum do TechTudo 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar Índice Lula sanciona fim da “taxa das blusinhas” O que muda nas compras internacionais de até US$ 50 ICMS continua sendo cobrado nas encomendas Compras acima de US$ 50 continuam com imposto de 60% Quando a mudança começa a valer 1. Lula sanciona fim da “taxa das blusinhas” O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta quinta-feira (10) a medida provisória aprovada pelo Congresso na semana passada que acaba com a cobrança federal de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50. A chamada “taxa das blusinhas” entrou em vigor em 1º de agosto de 2024 e passou a cobrar 20% de Imposto de Importação sobre encomendas de até US$ 50. Antes da mudança, compras nessa faixa feitas por pessoas físicas em plataformas participantes do Programa Remessa Conforme tinham alíquota federal zero. A cobrança foi criada em meio à discussão sobre a diferença de tributação entre produtos vendidos por empresas brasileiras e mercadorias compradas em plataformas internacionais. A medida buscava reduzir essa diferença e equilibrar a concorrência com o varejo nacional. Entenda o fim da taxa das blusinhas Reprodução/Ecommerceguide Lojas do Paraguai começam a vender online para o Brasil; entenda 2. O que muda nas compras internacionais de até US$ 50 Com o fim da taxa, compras internacionais de até US$ 50 deixam de pagar os 20% de Imposto de Importação. A alíquota federal nessa faixa permanece zerada para encomendas feitas por pessoas físicas em plataformas participantes do Programa Remessa Conforme. O limite considera o valor aduaneiro da encomenda, que inclui o preço dos produtos e eventuais gastos com frete e seguro. Assim, um item que custa menos de US$ 50 pode ficar fora da faixa de isenção se esses valores fizerem a compra ultrapassar o teto. A regra também depende da participação da loja no Remessa Conforme. Fora do programa, o Imposto de Importação é de 60% independentemente do valor da compra, sem o desconto oferecido às encomendas feitas em plataformas certificadas. Veja o que muda nas compras internacionais de até US$ 50 Reprodução/Canva Pix do Milhão é confiável? Saiba como funciona site que realiza sorteios online 3. ICMS continua sendo cobrado nas encomendas O fim da taxa federal não significa que as compras internacionais de até US$ 50 ficarão totalmente livres de impostos. O ICMS continua incidindo sobre as encomendas porque é um tributo estadual e não foi eliminado pela medida sancionada por Lula. Atualmente, a alíquota varia de 17% a 20%, dependendo do estado de destino da compra. Nas plataformas participantes do Remessa Conforme, o valor do imposto é calculado e apresentado ao consumidor no momento da compra. ICMS continua sendo cobrado Reprodução/Freepik Beta Reader Go é golpe? Tudo sobre site que paga você para ler 4. Compras acima de US$ 50 continuam com imposto de 60% A mudança não altera a tributação atual das compras que ultrapassam US$ 50. Para encomendas de US$ 50,01 a US$ 3.000 feitas em plataformas participantes do Remessa Conforme, continua valendo a alíquota de 60% do Imposto de Importação. Nessa faixa, existe uma dedução de US$ 30 sobre o valor do imposto. Em uma compra de US$ 100, por exemplo, a alíquota de 60% corresponde a US$ 60. Depois do desconto, o Imposto de Importação fica em US$ 30. A nova legislação permite que o Ministério da Fazenda reduza a alíquota aplicada às remessas de até US$ 3.000. A possibilidade não altera a cobrança atual, que permanece em 60% para compras acima de US$ 50 no Remessa Conforme. Compras acima de US$ 50 continuam com imposto de 60% Reprodução/Pexels/Nataliya Vaitkevich LifePoints é seguro? Veja como funciona o site de pesquisas remuneradas 5. Quando a mudança começa a valer Para o consumidor, o fim da cobrança já está valendo. O Imposto de Importação de 20% foi zerado para as compras internacionais registradas desde 12 de maio de 2026, quando entraram em vigor as novas regras para o Remessa Conforme. A medida provisória precisava ser aprovada pelo Congresso para que a mudança não perdesse a validade. Câmara e Senado concluíram a votação na semana passada, e Lula sancionou o texto nesta quinta-feira (10). Por isso, quem já compra em plataformas que aplicam a isenção não deve perceber uma nova redução nos valores após a sanção. Para o consumidor, o fim da cobrança já está valendo Reprodução/Unsplash/Karolina Grabowska Com informações de Câmara Legislativa Mais do TechTudo 🎥 Destaques da Apple no Surpreenda e Brilhe 2026. Veja todos os anúncios Destaques da Apple no Surpreenda e Brilhe 2026. Veja todos os anúncios

DualSense de GTA 6 entra em pré-venda; saiba preço do controle de PS5

10 de Setembro de 2026, 17:49

A pré-venda da edição limitada do DualSense diretamente inspirada em GTA 6 começou no Brasil. Anunciado durante a última apresentação digital State of Play, o controle sem fio conta com dois modelos, nas cores predominantes preta e branca, mas ambas trazem detalhes baseados em Vice City. O produto, disponível por a partir de R$ 599 via KaBuM!, Amazon e Mercado Livre, faz parte do marketing conjunto entre a fabricante Sony e a Rockstar Games. O design aposta em elementos visuais associados ao universo do novo Grand Theft Auto, reforçando a identidade de Vice City nos dois modelos. As duas versões do DualSense serão lançadas em 19 de novembro, no mesmo dia em que GTA 6 chega ao PlayStation 5 (PS5), além do Xbox Series X e Xbox Series S. Contudo, já é possível fazer a pré-encomenda online. Saiba mais: 🤑 Controle de GTA 6: veja como garantir DualSense de PS5 na pré-venda 🎮 Como o 11 de setembro mudou GTA e deixou marca permanente na franquia 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA! 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Qual o melhor GTA? Opine no Fórum do TechTudo O DualSense - Edição limitada de GTA 6 tem acabamento reflexivo com efeito de mudança de cor na parte central, que captura as luzes de neon roxo e azul do amanhecer (versão branca) ou da vida noturna (versão preta) de Vice City. No painel de toque central, há o numeral romano VI (seis), além de folhas de palmeira texturizadas em relevo na estrutura do controle. Os botões, por sua vez, têm os clássicos símbolos do PlayStation em um tom de rosa suave, também tradicional da cidade do game inspirada em Miami, nos Estados Unidos. O joystick conta com feedback tátil, gatilhos dinâmicos e adaptáveis, microfone integrado, entrada de áudio para headsets e bateria recarregável. Quanto custa na pré-venda? O DualSense - Edição limitada de GTA 6, nas cores preta e branca, custa R$ 599 à vista no Pix na KaBuM!, com opção de parcelamento em 10x de R$ 59,90 sem juros. Na loja PlayStation da Amazon e do Mercado Livre, o controle sai por R$ 599,90, parcelável em até 10x de R$ 59,99 sem juros no cartão. Os cartões Amazon e Mercado Pago permitem parcelar em mais vezes sem cobrança extra. O prazo e o valor da entrega do produto variam conforme a plataforma e o endereço do comprador. No geral, ele deve chegar em até duas semanas após o lançamento de GTA 6, marcado para 19 de novembro. E GTA 6? Onde posso comprar na pré-venda? Além da PS Store e da Microsoft Store, onde a mídia digital custa a partir de R$ 449,90, GTA 6 também está disponível para pré-encomenda da mídia física, com código de download na caixa, na Shopee, Amazon e Mercado Livre, por preços que variam conforme a loja. Com informações de PlayStation, PS Blog, KaBuM!, Amazon e Mercado Livre Mais do TechTudo Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026

Hackers invadem contas do Claude para gastar créditos pagos; saiba se proteger

10 de Setembro de 2026, 17:45

Usuários do Claude relataram ter notado o consumo de suas assinaturas aumentar consideravelmente, mesmo sem utilizar a plataforma; os casos levaram à descoberta de sessões de acesso roubadas por infostealers, um tipo de malware que “varre” as informações armazenadas no computador. Com a autenticação já válida em mãos, criminosos podem usar a conta da vítima para consumir créditos e, dependendo do acesso obtido, visualizar conversas, arquivos e outros dados vinculados ao serviço. A seguir, confira mais informações sobre esse tipo de golpe e veja, ainda, como identificar e se proteger do roubo de sessões de acordo com o especialista em cibersegurança e Diretor Executivo da Hexa Security, Daniel Tieppo e o sócio sênior e CTO da Bridge & Co, Renato Pinheiro. 🔎 Usa ChatGPT, Gemini, Copilot ou Claude? Veja como proteger suas conversas 🔔Canal de ofertas no WhatsApp: confira promoções, descontos e cupons a qualquer hora 🔎 Quanto custa o Claude? Conheça os planos Free, Pro, Max, Team e Enterprise Sessões autenticadas do Claude podem ser roubadas por infostealers e usadas para consumir a assinatura da vítima Imagem gerada por IA/OpenAI 📝 Como a Inteligência Artificial é implementada em chatbots? Veja no Fórum do TechTudo 📲 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews Índice Hackers roubam sessões do Claude para consumir créditos de assinaturas pagas Como o infostealer consegue dar acesso à conta do Claude Por que o golpe pode passar despercebido até o usuário perder muitos créditos Como identificar e evitar o roubo de sessões do Claude O que fazer se a conta do Claude apresentar consumo suspeito 1. Hackers roubam sessões do Claude para consumir créditos de assinaturas pagas Usuários do Claude relataram ter percebido um aumento no consumo de tokens, unidades de texto processadas pela IA para entender comandos e gerar respostas, mesmo em períodos que não estavam utilizando o serviço. Diante disso, a Anthropic confirmou que identificou uma campanha em que criminosos usavam malwares do tipo infostealer para obter sessões de login armazenadas nos computadores das vítimas. Com esses dados, os invasores utilizavam as sessões comprometidas para gerar tokens OAuth não autorizados do Claude Code. O problema pode ter um impacto maior para quem utiliza planos pagos. Isso acontece porque o criminoso pode aproveitar uma capacidade que já foi contratada pelo titular da conta, em vez de precisar usar uma assinatura própria. Assim, tarefas executadas por terceiros acabam sendo contabilizadas no limite disponível. Criminosos utilizam malwares para acessar contas do Claude de vítimas, consumindo tokens Reprodução/Freepik 5 coisas que a Claude AI faz bem e você deveria testar hoje 2. Como o infostealer consegue dar acesso à conta do Claude O infostealer é um tipo de malware desenvolvido para procurar informações armazenadas no computador e enviá-las para terceiros. Dependendo do programa utilizado e do sistema afetado, esse tipo de ameaça pode buscar senhas salvas, credenciais e outros dados relacionados às sessões de login. Segundo Daniel Tieppo, especialista em cibersegurança e Diretor Executivo da Hexa Security, o malware não precisa de privilégios de administrador para realizar esse tipo de ação: “Infostealer é um programa malicioso que roda com o privilégio do próprio usuário. Não precisa de acesso de administrador, basta você ter executado o arquivo”. A diferença entre o roubo de uma senha e o de uma sessão está na forma como o acesso é obtido. Quando uma pessoa entra em uma conta, o serviço registra aquela autenticação e mantém informações que possibilitam reconhecer o acesso como válido. Assim, uma sessão roubada pode permitir que o criminoso utilize essa autenticação já estabelecida, sem precisar descobrir a senha original. “Se o criminoso obtiver uma informação de sessão ainda válida, pode conseguir reutilizá-la e acessar a conta como se fosse o próprio usuário, sem necessariamente conhecer sua senha. É o chamado sequestro de sessão”, explica Renato Pinheiro, sócio sênior e CTO da Bridge & Co. No caso do Claude, há ainda uma particularidade no processo de autenticação. O serviço permite o acesso por um link enviado ao e-mail ou por contas Google e Apple, em vez de uma senha própria. Depois que o login é realizado, os dados responsáveis por manter a sessão ativa ficam armazenados no dispositivo e podem se tornar alvo do infostealer. “Quando você entra no Claude pelo link enviado ao seu e-mail, o serviço grava no seu computador uma informação que passa a valer como sua identidade. É ela que mantém você logado, para que não seja preciso repetir o login a cada uso. O infostealer varre o computador exatamente atrás desse tipo de dado”, detalha Tieppo. Com a sessão roubada, o criminoso pode tentar utilizá-la em outro computador enquanto ela continuar válida. Isso permite que o acesso seja mantido sem a necessidade de repetir as etapas de autenticação feitas originalmente. “Por isso, proteger apenas a senha não é mais suficiente. É preciso proteger também o dispositivo, o navegador e a própria sessão autenticada”, afirma Pinheiro. O especialista ressalta ainda que a autenticação multifator continua sendo importante, mas não impede necessariamente que uma sessão já validada seja utilizada por terceiros. Infostealer faz uma varredura no computador, com o intuito de se apropriar das informações armazenadas Reprodução/FellowNeko/Shutterstock Claude: 5 funções da IA que você ainda não usa, mas deveria 3. Por que o golpe pode passar despercebido até o usuário perder muitos créditos Identificar o uso indevido do Claude pode ser difícil porque o consumo aparece de forma agregada, sem indicar com clareza quais atividades foram responsáveis pelo gasto. Dessa forma, o usuário consegue perceber que a franquia está diminuindo, mas pode não ter informações suficientes para descobrir o que está consumindo os tokens ou reconhecer uma atividade realizada por terceiros. Os relatos de usuários mostram como esse consumo pode aumentar rapidamente sem que eles percebam. Em um dos casos, Grant De Swardt notou que o uso de sua conta havia passado de 45% para 55% mesmo durante um período em que não estava realizando trabalhos no Claude. Ele havia pausado tarefas programadas, desativado a execução na nuvem e não identificava uma atividade local do Claude Code que justificasse o aumento. Em outro relato, uma pessoa afirmou ter visto o consumo subir de 0% para 49% em apenas 12 minutos. A utilização feita pelo próprio usuário havia se limitado a alguns prompts e uma pesquisa na web, sem justificar uma variação tão grande na franquia. Portanto, um aumento repentino e incompatível com o uso habitual pode ser um sinal de que a conta está sendo utilizada por terceiros. Isso, porém, não significa que qualquer consumo elevado seja resultado de um comprometimento. Tarefas mais complexas, sessões prolongadas e outras atividades realizadas pelo próprio usuário também consomem uma quantidade considerável de tokens. Claude não detalha o consumo de tokens, o que pode fazer com que o golpe passe desapercebido Reprodução/Getty Images Cinco vezes em que inteligências artificiais erraram feio 4. Como identificar e evitar o roubo de sessões do Claude Para reduzir o risco de roubo de sessões, Daniel Tieppo recomenda atenção principalmente à origem dos programas e arquivos instalados no computador. “O vetor número um continua sendo software pirata, crack e ‘ativador’”, afirma. Ele também cita páginas falsas, anúncios maliciosos e extensões de navegador entre os riscos. “Um deles é a página falsa que pede para você copiar um comando e colar no computador para ‘provar que você não é um robô’: esse comando é o próprio vírus, e você mesmo executa. O outro é baixar programas pelos anúncios que aparecem no topo da busca do Google, que muitas vezes levam a sites falsos imitando o oficial”, explica. A recomendação, segundo Tieppo, é instalar programas apenas de fontes oficiais ou por gerenciadores de pacotes, manter antivírus e EDR atualizados, usar o computador sem privilégios de administrador e revisar as extensões instaladas. “E uma regra pessoal que sozinha elimina o golpe do falso CAPTCHA: nenhum site legítimo jamais pede que você cole um comando no terminal”, alerta. Renato Pinheiro, sócio sênior e CTO da Bridge & Co, também recomenda cuidado com “downloads de programas de origem desconhecida, softwares piratas, extensões de navegador sem validação, execução de arquivos recebidos por canais não confiáveis e tentativas de engenharia social”. Para ele, essas medidas devem ser combinadas com sistemas atualizados, proteção dos computadores, controle dos programas instalados, autenticação multifator e monitoramento de comportamentos suspeitos. Para identificar um possível uso indevido, o consumo de tokens pode servir como um primeiro alerta. “O consumo em ferramenta de IA varia bastante de um dia para o outro por razões legítimas. O que transforma um pico em evidência é cruzá-lo com a sua rotina: limite estourando de madrugada, no fim de semana ou enquanto você estava viajando”, explica Tieppo. O especialista recomenda, ainda, verificar regularmente as sessões ativas. “O sinal mais direto é a lista de sessões ativas. O Claude mostra, em Configurações > Conta, o dispositivo e o navegador de cada sessão, a localização aproximada por IP e quando ela foi usada pela última vez, e permite encerrar remotamente qualquer uma delas”, detalha. Caso seja identificado um acesso suspeito, Renato orienta: “A primeira medida é encerrar as sessões ativas da conta, trocar as credenciais e verificar se existem outros acessos desconhecidos”. Se houver suspeita de infostealer, ele acrescenta que “o computador utilizado também deve ser considerado potencialmente comprometido”. Daniel recomenda isolar o dispositivo antes de alterar as credenciais. “Primeiro: isole a máquina suspeita da rede, porque trocar credenciais com o programa malicioso ainda ativo só entrega as credenciais novas”, afirma. Depois, em caso de infecção confirmada, ele recomenda reinstalar o sistema e, a partir de um dispositivo limpo, encerrar as sessões da conta. É possível evitar dores de cabeça adotando ações como instalar somente programas oficiais e ativar a autenticação multifator FreeP!k 3 melhores inteligências artificiais para criar e editar vídeos 5. O que fazer se a conta do Claude apresentar consumo suspeito Ao perceber um consumo que não corresponde ao próprio uso, o primeiro passo é verificar os acessos ativos e encerrar aqueles que não forem reconhecidos, como citado anteriormente. A Anthropic oferece uma área de gerenciamento de sessões, que permite consultar os acessos associados à conta e encerrá-los. Também é importante avaliar as credenciais da conta e, quando houver suspeita de comprometimento, trocar a senha e refazer os processos de autenticação necessários. Porém, encerrar a sessão ou mudar a senha não deve ser tratado como uma solução completa quando existe a possibilidade do computador estar infectado: o dispositivo também precisa ser verificado para identificar e remover o malware responsável pelo roubo das informações. A recomendação é especialmente relevante porque o infostealer pode continuar presente no computador depois que o acesso ao Claude é interrompido. Nesse caso, simplesmente criar uma sessão no mesmo dispositivo sem solucionar a infecção pode deixar outras informações expostas. O usuário também deve procurar o suporte da Anthropic para informar a atividade que não reconhece. Nos casos divulgados, a empresa afirmou ter encerrado sessões comprometidas e invalidado autorizações associadas aos acessos identificados. Alguns usuários também receberam reembolsos, embora ele não deva ser considerado garantido. Os casos divulgados mostram que a Anthropic analisou as situações individualmente e tomou medidas diferentes conforme o incidente. Portanto, quem identificar uso não autorizado pode solicitar a análise da empresa, mas a devolução dos valores ou da franquia consumida depende de avaliação. Com informações de TechCrunch 🎥 iOS 27: veja todas as novidades sobre o sistema novo da Apple iOS 27: veja todas as novidades sobre o sistema novo da Apple

12 animes tipo Death Note com protagonistas tão inteligentes quanto Light

10 de Setembro de 2026, 17:30

O anime Death Note é aclmado por seu estilo de protagonistas/antagonistas com níveis anormais de inteligência. Na obra escrita por Tsugumi Ohba e ilustrada por Takeshi Obata, o adolescente Light Yagami busca resolver o problema da violência usando um caderno sobrenatural capaz de matar qualquer pessoa; basta apenas escrever seu nome nele. Outras produções como Code Geass: Lelouch of the Rebellion (2006 – 2007), Steins;Gate (2011 – 2015), Monster (2004 – 2006) e Tomodachi Game (2022) são exemplos de títulos onde o maior destaque são os intelectos de personagens que dominam a trama graças a planos mirabolantes ou manipulações mentais. 🔎12 melhores animes para assistir em 2026 até agora Se você tem uma queda por intelectos incomuns, nesta lista do TechTudo você irá conferir 12 animes protagonizados por mentes brilhantes que devem estar na sua lista de favoritos. Veja, a seguir, bem como outras informações de enredo e onde assistir. 🎬12 animes tipo Frieren para quem ama fantasia e magia 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Monster é um dos animes de suspense mais celebrados entre os fãs do gênero Reprodução/The Movie Database 📝 Como rodar serviços de streaming em um PC antigo? Saiba no Fórum do TechTudo 12 animes com personagens tão inteligentes quanto Light de Death Note Code Geass: Lelouch of the Rebellion (2006): Lelouch ganha um poder capaz de controlar pessoas e inicia uma rebelião para destruir o Império da Britannia. Classroom of the Elite (2017): Em uma escola de elite, Ayanokōji usa inteligência e manipulação para sobreviver a uma competição escolar brutal. Tomodachi Game (2022): Cinco amigos são forçados a participar de jogos psicológicos onde confiança, dívidas e traições colocam sua amizade à prova. Monster (2004): Um médico salva a vida de um garoto que se torna um assassino, levando-o a uma busca sombria para impedir seus crimes. Terror in Resonance (2014): Dois jovens terroristas desafiam o governo japonês com ataques planejados, enquanto a polícia tenta descobrir seus motivos. The Promised Neverland (2019): Crianças vivem em um orfanato aparentemente perfeito, mas descobrem um segredo aterrorizante e planejam uma fuga. Kaiji: Ultimate Survivor (2007): Afundado em dívidas, Kaiji entra em jogos de azar extremos onde inteligência, coragem e sobrevivência estão em jogo. One Outs (2008): Um jogador de beisebol usa sua inteligência e manipulação psicológica para vencer adversários e lucrar com partidas perigosas. Moriarty the Patriot (2020): William Moriarty enfrenta a aristocracia britânica usando planos geniais para destruir um sistema social injusto e corrupto. Psycho-Pass (2012): Em uma sociedade controlada pelo Sibyl System, uma policial investiga crimes antes que seus autores possam agir. No Game No Life (2014): Dois irmãos gênios são transportados para um mundo onde todas as disputas são decididas por jogos e estratégias. Steins;Gate (2011): Um grupo de amigos cria acidentalmente uma máquina do tempo e precisa enfrentar as consequências de alterar o passado. 1. Code Geass: Lelouch of the Rebellion (2006 – 2007) Animes do estilo mecha também podem ter outros atrativos que vão além de robôs gigantes em batalhas, como protagonistas complexos e estratégicos, por exemplo. É o caso de Code Geass: Lelouch of the Rebellion, animação baseada na série de mangás criada por Ichirō Ōkouchi. A série se passa em uma realidade alternativa onde grande parte do planeta está sob domínio do Sacro Império Britânnico, uma federação europeia extremamente imperialista. O protagonista desta história é Lelouch Lamperouge, um príncipe exilado de Britannia que agora mora no território japonês (agora parte do império sacro). Após encontrar uma estranha garota chamada C.C., Lamperouge recebe dela um poder capaz de transformá-lo numa força poderosa contra o imperialismo britânico. Episódios: 25 Temporadas: 1 Notas: 8,7 no IMDb e 8,71 no MyAnimeList Onde assistir: Amazon Prime Video e Crunchyroll Protagonista de Code Geass, Lelouch é considerado um dos personagens mais inteligentes dos animes Reprodução/Netflix 2. Classroom of the Elite (2017 – presente) Numa escola onde o mérito é avaliado acima de tudo, é natural que algum crânio evoluído esteja no protagonismo. Em Classroom of the Elite, animação baseada na light novel escrita por Shōgo Kinugasa e ilustrada por Shunsaku Tomose, vemos um grupo de estudantes que integram uma escola de elite no Japão. A instituição é considerada por muitos pais um sonho em matéria de ensino. Mas o que o local esconde é que apenas os alunos de notas mais altas são privilegiados. Alunos de menor capacidade são destinados para a classe D, onde dificilmente sairão se não conseguirem ultrapassar os alunos da turma A. Kiyotaka Ayanokōji, um recém-chegado estudante, tenta sobreviver nesse ambiente de competição acirrada e com segregação exposta. Episódios: 54 Temporadas: 4 Notas: 7,7 no IMDb e 7,82 no MyAnimeList Onde assistir: Amazon Prime Video, Crunchyroll e Disney+ O anime Classroom of the Elite acompanha estudantes em uma escola de elite onde o mérito é fundamental Reprodução/Lerche 3. Tomodachi Game (2022) Amizade e traição são colocados em jogo no anime Tomodachi Game, adaptação do mangá de Mikoto Yamaguchi e Yuki Sato. No enredo, cinco amigos celebram a fraternidade entre eles desde o tempo das escola. Prestes a se formarem no ensino médio, a aliança entre eles é fragilizada quando o dinheiro guardado para a festa de formatura é roubado. Restam a eles participarem de uma misteriosa competição chamada "Jogo da Amizade" para conseguirem reaver a grana. Entre os cinco amigos, destaca-se Yuuichi Katagiri, um jovem pacato de origem humilde que sempre preservou a amizade acima de tudo. Porém, o roubo e sua entrada no jogo mudaram sua percepção sobre a relação que tinha com os demais amigos. Ele agora se torna uma pessoa fria, manipuladora e estratégica no modo como pensa a derrota de seus rivais no jogo. Episódios: 12 Temporadas: 1 Notas: 7,6 no IMDb e 8,35 no MyAnimeList Onde assistir: Amazon Prime Video e Crunchyroll O anime Tomodachi Game segue o protagonista Yuichi Katagiri, conhecido por ser um manipulador astuto Reprodução/Okuruto Noboru 4. Monster (2004 – 2006) Às vezes, a inteligência usada para a maldade pode se desenvolver desde a infância. É o caso de Johan Liebert, antagonista da série Monster. O suspense policial inspirado no mangá de Naoki Urasawa se passa nos anos 1980, na Berlim pré-queda do muro. Kenzou Tema, um neurocirurgião japonês, segue seus instintos altruístas e salva a vida de um garoto alemão chamado Johan Liebert, que chega ao hospital onde o médico japonês trabalha com uma bala na cabeça. Porém, anos depois, o garoto salvo cresce, se torna um assassino implacável e desenvolve uma compaixão fora do comum por Tenma. Apesar de Johan Liebert ser mais antagonista do que protagonista, suas ações permeiam toda a narrativa de Monster. O assassino usa da sua elegância e carisma como forma de blindar sua verdadeira natureza monstruosa dos olhares públicos. E, desde quando era pequeno, seus atos causaram perturbações na vida de diferentes pessoas – incluindo Tenma. Episódios: 74 Temporadas: 1 Notas: 8,8 no IMDb e 8,90 no MyAnimeList Onde assistir: Netflix Carismático, mas também sombrio, Johan Liebert é um dos mais espertos antagonistas da história dos animes Reprodução/The Movie Database 5. Terror in Resonance (2014) Em Terror in Resonance, assim como acontece em Death Note, há mais de uma mente inteligente operando – seja para o lado do bem como para o mal. Criado por Shinichirō Watanabe (mesmo autor de Cowboy Bebop), o anime se passa em um Japão devastado graças a um ataque terrorista. A única pista sobre os culpados desse ataque está em um vídeo enigmático enviado pela Internet. Por trás do plano maléfico, estão os amigos conhecidos apenas como Nine e Twelve, dois portadores da síndrome de Savant (uma condição mental onde a pessoa possui QI abaixo da média ao mesmo tempo que possui alto nível de habilidade em áreas específicas). Os dois fazem amizade com Lisa Mishima, uma garota vítima de bullying que é salva pela dupla. No entanto, ao descobrir a verdade sobre os dois, Lisa entra num conflito sobre se deve ou não denunciá-los. Episódios: 74 Temporadas: 1 Notas: 8,8 no IMDb e 8,90 no MyAnimeList Onde assistir: indisponível no Brasil Terror in Resonance se passa em um Japão vítima de um estrondoso evento terrorista Divulgação/Crunchyroll 🍿Buscando os melhores animes para assistir agora? Os 30 melhores animes shounen de todos os tempos 12 melhores animes para assistir em 2026 até agora 12 animes que são proibidos para menores de idade 30 melhores animes para assistir no Crunchyroll em 2026 23 animes +18 para assistir no Crunchyroll 15 melhores animes para assistir no Disney+ em 2026 12 animes de romance escolar que você não pode deixar de assistir 15 melhores animes para assistir no Prime Video em 2026 20 animes isekai com protagonista overpower para assistir no Crunchyroll 15 melhores animes da Netflix para assistir em 2026 6. The Promised Neverland (2019 – 2021) Escrito por Kaiu Shirai e ilustrado por Posuka Demizu, o mangá The Promised Neverland chocou muitos otakus com sua história de terror envolvendo crianças. O enredo se passa em um orfanato para garotos onde todos são cuidados por uma mulher que age como uma mãe para todos eles. O ambiente idílico do orfanato se torna um pesadelo quando a criançada descobre que o local não é exatamente um orfanato e que eles devem fugir imediatamente. Episódios: 24 Temporadas: 21 Notas: 8,8 no IMDb e 8,47 no MyAnimeList Onde assistir: Amazon Prime Video e Crunchyroll The Promised Neverland coloca crianças em um orfanato que esconde segredos perturbadores Divulgação/Crunchyroll 7. Kaiji: Ultimate Survivor (2007 – 2011) Inspirado na primeira parte do mangá Kaiji, de Nobuyuki Fukumoto, Ultimate Survivor é protagonizado por Kaiji Itou, um cara azarado e complicado que está numa grande pendência financeira. Depois de ser enganado por um amigo, o protagonista aceita entrar num esquema ilegal de jogos de azar que funciona dentro de um cruzeiro. Antes considerado um perdedor, agora Kaiji deve colocar em prática as jogadas mais mirabolantes para sair endinheirado desse desafio. Episódios: 51 Temporadas: 2 Notas: 8,2 no IMDb e 8,25 no MyAnimeList Onde assistir: Netflix Kaiji está na Netflix e explora o universo dos jogos de azar Reprodução/Amazon Prime Video 8. One Outs (2008 – 2009) Mais voltado para os esportes, One Outs é um anime baseado no mangá de Shinobu Kaitani cujo protagonista é Toua Tokuchi. Especialista em beisebol e em jogos de azar, Tokuchi ganha dinheiro jogando em uma modalidade conhecida como One Outs, que consiste apenas em um batedor e um apanhador da bola. O jovem considera essa uma oportunidade única de ganhar dinheiro fácil, mas um olheiro enxerga no atleta outras potencialidades. Episódios: 25 Temporadas: 1 Notas: 8,2 no IMDb e 8,32 no MyAnimeList Onde assistir: indisponível no Brasil One Outs é um anime que mistura beisebol com apostas de alto risco e estratégias psicológicas Reprodução/Madhouse 9. Moriarty the Patriot (2020 – 2021) Quem já leu os romances de Sherlock Holmes já deve ter dado de cara com William James Moriarty, principal arqui-inimigo do detetive criado por Sir Arthur Conan Doyle (1859 – 1930). Pois este mesmo gênio maligno agora se apresenta como protagonista do anime Moriarty the Patriot. Nesta animação baseada no mangá de Ryosuke Takeuchi (texto) e Hikaru Miyoshi (ilustração), o vilão é um anti-herói da classe trabalhadora que não suporta a opulência da burguesia e da nobreza britânica, que em pleno século 19 estão no topo da hierarquia socioeconômica. Usando seus conhecimentos como "consultor de crime", Moriarty planeja reverter a ordem social de um jeito que nem Sherlock Holmes poderá impedir. Episódios: 24 + 2 OVA's Temporadas: 1 Notas: 8 no IMDb e 8,17 no MyAnimeList Onde assistir: Amazon Prime Video e Crunchyroll Vilão dos romances de Sherlock Holmes é o protagonista de Moriarty the Patriot Reprodução/The Movie Database 10. Psycho-Pass (2012 – 2019) Inspirado em filmes de sci-fi policial, como Minority Report - A Nova Lei (2002) e Blade Runner - O Caçador de Androides (1982), Psycho-Pass mostra um mundo futurista onde você pode ser preso só de pensar em cometer um crime. A equipe principal do anime é liderada por Akane Tsunemori, uma inspetora de estatura quase infantil, mas que carrega uma grande responsabilidade. Seu principal alvo, e maior mente criminosa do desenho, é Shogo Makishima, um homem capaz de se manter impune dos crimes que comete, pois seus pensamentos não são rastreados pelo governo. Episódios: 41 Temporadas: 3 Notas: 8,1 no IMDb e 8,32 no MyAnimeList Onde assistir: Amazon Prime Video e Crunchyroll O vilão Shogo Makishima consegue passar despercebido pelo scan realizado pelo governo Reprodução/The Movie Database 11. No Game No Life (2014) A vida de adolescentes hikikomori (nome dado no Japão às pessoas que não saem de casa) viciados em games podem render aventuras fantásticas. Pelo menos, é o que mostra o anime No Game No Life, adaptação da light novel de Yuu Kamiya. No enredo, os irmãos Sora e Shiro formam um time imbatível no jogo online de mundo aberto Blank. Suas habilidades chamam a atenção de um deus chamado Tet, que desafia a dupla para uma partida de xadrez. Quando Sora e Shiro vencem, eles vão parar em um mundo de fantasia e tecnologia onde devem competir com outros rivais para conquistar o mundo. Episódios: 12 Temporadas: 1 Notas: 7,5 no IMDb e 8,03 no MyAnimeList Onde assistir: Netflix O anime No Game No Life é baseado na light novel de Yuu Kamiya Reprodução/IMDb 12. Steins;Gate (2011 – 2015) A famosa franquia de visual novels Steins;Gate recebeu sua primeira adaptação em 2011, mantendo o mesmo clima de suspense e ficção científica da obra original. No enredo, um grupo de amigos de diferentes personalidades consegue o o feito incomum de dialogar com o passado por meio de mensagens de texto. Eles são perseguidos por uma organização secreta chamada SERN, que pesquisa as possibilidades de se viajar no tempo. O principal alvo da operação é Rintaro Okabe, líder do grupo de viajantes e que se autointitula um cientista louco devido ao alto nível de sua inteligência. Episódios: 24 Temporadas: 1 Notas: 7,5 no IMDb e 8,03 no MyAnimeList Onde assistir: indisponível no Brasil Rintaro Okabe é o líder de um grupo de viajantes temporais capaz de conversar com pessoas do passado Reprodução/The Movie Database Com informações de IMDb e MyAnimeList 🎥Filmes e séries que temos VERGONHA de ter gostado! Filmes e séries que temos VERGONHA de ter gostado! Mais do TechTudo Initial plugin text

ChatGPT resolve questão matemática e é acusado de copiar pesquisa; entenda

10 de Setembro de 2026, 17:17

A OpenAI afirma ter resolvido um dos problemas mais complexos da matemática, as equações de Navier-Stokes, após colocar cerca de 10 mil agentes de inteligência artificial baseados em um modelo não divulgado, porém, mais avançado que o GPT-6 Astra, para trabalhar de forma simultânea durante 88 horas. O anúncio, no entanto, gerou uma reação de forte questionamento entre matemáticos que pesquisavam o mesmo tema havia meses, e agora acusam a empresa de ter se apropriado de linhas de investigação privadas para chegar à resposta. A polêmica reacendeu o debate sobre os limites do uso de IA em pesquisas científicas e principalmente sobre a privacidade de dados de usuários que utilizam ferramentas como ChatGPT e Codex para desenvolver estudos ainda não publicados. A seguir, o TechTudo explica o que são as equações de Navier-Stokes, como o ChatGPT chegou à solução, quem são os pesquisadores que acusam a empresa de se apropriar de um trabalho alheio e o que está em jogo para o futuro da pesquisa científica com inteligência artificial. 🔎5 prompts para gerar currículos completos no ChatGPT 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 🔎 10 dicas para aprimorar seu currículo com inteligência artificial OpenAI utiliza ChatGPT e soluciona famosa equação de Navier-Stokes Imagem gerada por IA/OpenAI 📝Inteligência artificial é perigosa? Veja no Fórum do TechTudo 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar Índice O que é o problema matemático de Navier-Stokes? Como o ChatGPT tentou resolver o problema? Quem são os pesquisadores que acusam a OpenAI? Por que eles acreditam que a OpenAI se antecipou à pesquisa? A OpenAI acessou dados privados dos pesquisadores? O que a OpenAI diz sobre a acusação? O caso pode mudar a forma como cientistas usam IA? 1. O que é o problema matemático de Navier-Stokes? As equações de Navier-Stokes são fórmulas matemáticas usadas para descrever como líquidos e gases se movimentam. Elas explicam, por exemplo, como a água escoa por um cano, como o ar circula dentro de um avião ou como o sangue flui pelo corpo humano. Formuladas no século 19 pelo engenheiro francês Henri Navier e pelo físico e matemático irlandês George Gabriel Stokes, essas equações se baseiam na segunda lei de Newton, que relaciona força, massa e aceleração, e tratam o fluido como um meio contínuo, sem precisar acompanhar o comportamento de cada molécula individualmente. Por isso, elas são fundamentais em áreas como engenharia aeronáutica, meteorologia e até medicina. A parte específica dessas equações que gerou toda a polêmica recente é chamada de "problema da existência e suavidade de Navier-Stokes", e ela integra os sete “Problemas do Milênio”, uma lista de desafios matemáticos definidos em 2000 pelo Clay Mathematics Institute, dos Estados Unidos. Cada um desses problemas oferece um prêmio de US$ 1 milhão a quem apresentar uma solução considerada válida após passar por um processo rigoroso de verificação e aceitação pela comunidade científica. Até hoje, apenas um dos sete problemas havia sido oficialmente resolvido, a “Conjectura de Poincaré”. Na prática, o que os matemáticos tentam descobrir é se as soluções dessas equações, quando aplicadas a um fluido em três dimensões, permanecem sempre "bem-comportadas". Ou seja, suaves e previsíveis, ou se, em determinadas condições, podem desenvolver singularidades, que seriam momentos em que algum valor matemático, como a velocidade do fluido, cresce sem limite em um espaço de tempo finito. Entender se isso acontece é essencial não só para a matemática, mas também para saber se os modelos usados hoje para prever o comportamento de fluidos têm limites que ainda não conhecemos. Equações de Navier-Stokes e representação de fluidos/turbulência. Imagem gerada por IA/OpenAI 10 prompts para aprender inglês com ChatGPT; confira como usar 2. Como o ChatGPT tentou resolver o problema? É importante ressaltar que a OpenAI não simplesmente fez uma pergunta ao ChatGPT e recebeu uma resposta pronta sobre a equação. A empresa montou uma operação muito mais complexa, colocando cerca de 10 mil agentes de inteligência artificial para trabalhar simultaneamente, cada um testando diferentes abordagens e caminhos matemáticos possíveis para o problema de Navier-Stokes. Esses agentes eram baseados em um modelo interno ainda não lançado ao público, descrito pela OpenAI como significativamente mais capaz que o GPT-6 Astra, seu produto mais recente. O volume de trabalho gerado por esse exército de agentes foi enorme. Segundo a própria OpenAI, eles trocaram entre si aproximadamente 2,7 milhões de mensagens e consumiram cerca de 130 bilhões de tokens até chegarem a um resultado. Todo esse processo de exploração e refinamento das hipóteses matemáticas levou aproximadamente 88 horas, com o trabalho começando em 1º de setembro e a solução sendo alcançada só no dia 5. Além dos agentes dedicados à parte matemática, a OpenAI também utilizou o Codex, sua ferramenta de inteligência artificial voltada para programação, para auxiliar no desenvolvimento e na organização da solução. Depois de chegar ao resultado, a empresa ainda precisou formalizar a prova por meio do Lean, um assistente de provas que verifica, com auxílio computacional, se cada etapa de um raciocínio matemático é logicamente consistente. Essa etapa de formalização levou mais 17 horas e foi finalmente concluída em 6 de setembro. No entanto, mesmo verificada pelo Lean, a demonstração ainda depende de uma análise humana para confirmar se o que foi formalizado realmente corresponde ao problema matemático original. 20 prompts prontos MUITO úteis para copiar e usar no ChatGPT 3. Quem são os pesquisadores que acusam a OpenAI? Os dois pesquisadores por trás da acusação são Tristan Buckmaster, professor da Universidade de Nova York (NYU), e Levent Alpöge, que atua na Anthropic, concorrente da OpenAI. Segundo pronunciamento de Buckmaster, ele e Alpöge trabalhavam havia cerca de um ano em problemas relacionados às equações de Navier-Stokes e à dinâmica dos fluidos. Em agosto, a dupla inclusive teria obtido resultados importantes envolvendo as equações de Boussinesq e Euler, com uma das descobertas chegando a ser formalmente verificada com o assistente de provas Lean, o mesmo tipo de ferramenta usado depois pela OpenAI. Durante o desenvolvimento da pesquisa, os dois recorreram a diferentes ferramentas de inteligência artificial para auxiliar no trabalho, incluindo o próprio Codex, da OpenAI. Tristan Buckmaster, professor da New York University, e Levent Alpöge, pesquisador da Anthropic Reprodução/NYU e X Não sabe o que fazer? 15 coisas divertidas do ChatGPT para sair do tédio 4. Por que eles acreditam que a OpenAI se antecipou à pesquisa? No centro das acusações está o conceito de "scooping", que é quando um pesquisador ou grupo publica um resultado que se sobrepõe ao trabalho que outro grupo já vinha desenvolvendo, muitas vezes chegando primeiro à divulgação pública e ofuscando meses (ou anos) de trabalho alheio. E é essa a preocupação levantada por Buckmaster, não que a OpenAI tenha copiado literalmente suas provas, mas que a empresa tenha percebido, através do uso do Codex por ele e por Alpöge, que a dupla avançava em uma linha de pesquisa promissora e mobilizado seus próprios recursos para chegar primeiro ao resultado final. Buckmaster e Alpöge vinham desenvolvendo, havia cerca de um ano, uma linha de pesquisa baseada em ideias dos matemáticos Diego Córdoba e Luis Martínez-Zoroa, usando ferramentas como o Codex e modelos da Anthropic para avançar nos cálculos. Em agosto, a dupla obteve resultados importantes envolvendo as equações de Boussinesq e Euler, o que foi um passo relevante rumo ao problema de Navier-Stokes. Pouco depois, segundo o matemático, começaram a circular rumores sobre um avanço da OpenAI na mesma linha. A empresa, então, deu início ao projeto com o modelo interno e os 10 mil agentes, chegando à solução em 88 horas, anunciando o resultado antes mesmo que a dupla de pesquisadores tivessem publicado seu trabalho completo. Apesar de toda essa situação, o próprio Tristan Buckmaster reconheceu publicamente que não sabe ao certo se os dados da dupla foram usados para direcionar o trabalho da OpenAI. A empresa, por sua vez, nega veementemente qualquer acesso indevido, afirmando que seu modelo chegou à solução por um caminho matemático independente. 5 comandos do ChatGPT que todo usuário precisa conhecer em 2026 5. A OpenAI acessou dados privados dos pesquisadores? Buckmaster e Alpöge usaram o Codex, ferramenta de programação da OpenAI, para parte do desenvolvimento da pesquisa, sendo assim, prompts, códigos e até rascunhos de raciocínio matemático passaram pelos servidores da empresa antes de qualquer publicação. A dúvida não é se a OpenAI "roubou" literalmente a prova dos pesquisadores, mas se essas sessões privadas deram à empresa “indiretamente” pistas sobre a direção em que a dupla estava avançando, permitindo que ela redirecionasse seus próprios esforços para chegar primeiro ao resultado. É importante entender, no entanto, que acessar diretamente os prompts, códigos ou rascunhos privados de um pesquisador é diferente de usar os padrões de uso gerados por uma ferramenta para orientar decisões internas, o que por sua vez é diferente de treinar modelos com dados desidentificados. A OpenAI nega ter acessado diretamente o trabalho dos pesquisadores antes da divulgação. Sébastien Bubeck, pesquisador de inteligência artificial da empresa, afirmou publicamente que não usaram as instruções nem os resultados de Buckmaster e Alpöge para direcionar seus modelos e agentes. Salvei minhas finanças com o ChatGPT — conheça os 10 melhores prompts 6. O que a OpenAI diz sobre a acusação? A OpenAI nega que seus pesquisadores tenham tido acesso aos trabalhos, prompts ou provas privadas de Buckmaster e Alpöge antes da publicação. Segundo a empresa, portanto, não houve contato prévio com o material que pudesse caracterizar cópia da pesquisa dos cientistas. Initial plugin text A empresa, porém, faz uma ressalva sobre o uso de dados desidentificados em seus produtos. A OpenAI afirma que não consegue descartar completamente a possibilidade de dados gerados por usuários terem contribuído para o aprimoramento de seus modelos. A distinção é importante, já que isso não significa que o ChatGPT tenha lido ou copiado diretamente a pesquisa dos matemáticos, mas indica que a empresa não pode excluir totalmente a influência indireta de dados utilizados em seus sistemas. Além disso, a suposta solução para as equações de Navier-Stokes ainda precisa passar pelo crivo de especialistas. A avaliação é necessária para determinar se os resultados apresentados pelo sistema realmente constituem uma solução matemática válida para o problema. Esses 5 prompts no ChatGPT vão organizar o seu salário de uma vez 7. O caso pode mudar a forma como cientistas usam IA? Esse caso pode reforçar a necessidade de maior transparência no uso de IA em pesquisas científicas. Pesquisadores podem precisar deixar mais claro quais ferramentas foram usadas, quais dados foram compartilhados com elas e em que etapas da pesquisa houve participação de sistemas de IA. Isso pode ajudar a diferenciar uma contribuição legítima da ferramenta de situações em que informações de trabalhos ainda não publicados possam ter sido utilizadas. Ao mesmo tempo, o episódio não significa que o uso de IA na ciência precise ser interrompido. Ferramentas desse tipo podem ajudar em tarefas como análise, revisão e exploração de hipóteses, mas os resultados ainda precisam ser verificados pelos próprios pesquisadores. Com informações de g1. 🎥ROBÔS QUE FAZEM AS TAREFAS DE CASA? A IFA mostrou que isso está cada vez mais perto. Assista! 🤖🏠 ROBÔS QUE FAZEM AS TAREFAS DE CASA? A IFA MOSTROU QUE ISSO ESTÁ CADA VEZ MAIS PERTO

11 de Setembro: a internet quase parou no dia dos ataques; relembre

10 de Setembro de 2026, 17:00

Em 11 de setembro de 2001, milhões de pessoas recorreram à Internet para acompanhar os ataques às Torres Gêmeas e ao Pentágono. A Web, porém, ainda era muito diferente da atual: conexões discadas, sites mais simples e uma infraestrutura que não estava preparada para uma explosão de acessos. O resultado foi uma experiência que hoje parece improvável: grandes portais ficaram congestionados, páginas foram simplificadas e o Google não conseguia organizar as notícias em tempo real. 25 anos depois, a Internet funciona de uma maneira completamente diferente. Veja o que mudou. O que passava na TV da sua casa em 11 de setembro de 2001? Relembre 11 de setembro: como 5G e smartphones mudariam a comunicação do ataque 7 tecnologias que mudaram a segurança dos aeroportos após o 11 de setembro 5 documentários sobre o 11 de setembro para assistir e relembrar Como o 11 de setembro mudou GTA e deixou marca permanente na franquia 11 de Setembro: a internet quase parou no dia dos ataques; relembre Captura de tela Wikimedia Commons 📝 Como a inteligência artificial é implementada em chatbots? Veja no Fórum do TechTudo 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar Índice A Internet quase parou no dia 11 de Setembro Como as pessoas usaram a Internet para acompanhar os ataques Como eram os sites de notícias em 2001 O Google já existia (mas era muito diferente) Por que a Internet era mais vulnerável à sobrecarga Como seria uma cobertura do 11 de Setembro na Internet de hoje? 1. A Internet quase parou no dia do 11 de Setembro Os ataques provocaram uma explosão de acessos aos principais sites de notícias. CNN e The New York Times chegaram a registrar tráfego mais de mil vezes superior ao normal; a CNN recebeu mais de 9 milhões de solicitações à homepage em uma hora. A Internet, porém, não chegou a sofrer um apagão generalizado. Segundo o National Research Council, a conectividade caiu em alguns pontos, inclusive por problemas na infraestrutura de telecomunicações de Lower Manhattan, mas foi rapidamente recuperada. O principal problema estava nos serviços mais procurados: os grandes portais não conseguiam atender à demanda. Para continuar funcionando, os sites reduziram o peso das páginas. Fotos, anúncios e gráficos foram retirados, dando lugar a versões mais simples, concentradas em texto. A CNN chegou a operar uma página apenas com texto, enquanto o EL PAÍS aumentou sua capacidade de conexão de 32 para 64 megabits. A Akamai, uma das principais redes de distribuição de conteúdo da época, também sentiu o impacto: seu tráfego ficou 350% acima do normal, segundo o National Research Council. Ou seja, a Internet não "caiu". Os pontos mais procurados ficaram congestionados em uma época em que a infraestrutura tinha muito menos capacidade para absorver picos desse tamanho. Jornal The Washington Times no dia 11 de setembro de 2001 Captura de tela September11News 2. Como as pessoas usaram a Internet para acompanhar os ataques A televisão continuava sendo a principal fonte de informação sobre os ataques: 81% dos americanos disseram ter obtido a maior parte das notícias pela TV, enquanto apenas 3% dos internautas apontaram a Internet como principal fonte. A Web funcionou, portanto, como um complemento à televisão e ao telefone. A pesquisa do Pew mostra que 36% dos internautas buscaram notícias online nos dois primeiros dias após os ataques. No próprio dia 11, foram 29%, o equivalente a mais de 30 milhões de pessoas. Entre os que procuravam notícias na Internet, 58% acessaram vários sites para tentar reunir informações sobre a crise. New York Times no dia 11 de setembro de 2001 Captura de tela September 11 news A Internet também ajudou na comunicação. De acordo com o mesmo levantamento, 74% dos americanos procuraram familiares e amigos por telefone ou Internet nas primeiras 48 horas. Entre os internautas, 82% usaram telefone ou e-mail para entrar em contato com pessoas próximas. O e-mail teve papel importante nesse processo: no dia dos ataques, 15% dos internautas enviaram mensagens sobre a crise para familiares e 12% para amigos. Já as mensagens instantâneas foram usadas por 6% dos internautas naquele dia. Os espaços de discussão online também ganharam movimento. O Pew registrou que 13% dos internautas participaram de comunidades virtuais nas 48 horas seguintes aos ataques, lendo ou publicando comentários em salas de bate-papo, fóruns e listas de e-mail. Em um dia normal, esse índice era de 4%. Sem Facebook, X (antigo Twitter) ou WhatsApp, a informação ficava espalhada entre portais, e-mails, mensageiros, fóruns e páginas pessoais. O usuário precisava circular por diferentes espaços para acompanhar a crise. Celular antigo Divulgação/Pixabay 3. Como eram os sites de notícias em 2001 Os sites de notícias da época eram visualmente muito mais simples que os atuais. O arquivo da Library of Congress preservou mais de 30 mil sites relacionados ao 11 de Setembro, permitindo observar como era a Web naquele momento. Uma captura da CNN feita em 11 de setembro mostra uma página dominada por manchetes, links e blocos de texto, com poucos elementos visuais. Imagens e publicidade já existiam, mas ocupavam um espaço muito menor. Essa simplicidade também era uma necessidade técnica. A CNN registrou um aumento de uma ordem de magnitude na demanda em apenas 15 minutos. Mesmo com disponibilidade de 85%, o site serviu mais de 132 milhões de páginas naquele dia e 304 milhões no dia seguinte. Por isso, durante os momentos de maior congestionamento, a prioridade era fazer a página carregar. O Washington Post registrou que grandes sites de notícias retiraram gráficos para diminuir a sobrecarga. A principal diferença para hoje não é apenas estética. Em 2001, uma página servia principalmente para apresentar manchetes e levar o leitor até uma notícia. Hoje, um portal pode reunir texto, fotos, vídeos, gráficos, atualizações ao vivo, recomendações e outros elementos em uma única página. Yahoo News no dia 11 de setembro de 2001 Captura de tela September 11 news 4. O Google já existia (mas era muito diferente) O Google já era um buscador conhecido em 11 de setembro de 2001. Mas sua função era muito mais limitada: encontrar páginas já existentes na Web. Durante os ataques, quem pesquisava termos relacionados a Nova York ou ao World Trade Center podia encontrar páginas antigas sobre a cidade, história ou turismo, em vez das notícias mais recentes. O buscador não tinha uma ferramenta para reunir automaticamente reportagens de diferentes veículos sobre um acontecimento em desenvolvimento. A dificuldade ajudou a inspirar o Google News. Krishna Bharat, pesquisador do Google e criador do serviço, percebeu como era difícil encontrar informações jornalísticas atualizadas durante a crise. O Google News foi lançado em 22 de setembro de 2002, com cerca de 4 mil fontes. A diferença resume bem a transformação da busca: em 2001, o Google levava o usuário até páginas da Web; hoje, o buscador também organiza e apresenta informações diretamente nos resultados. Google em 2001 Captura de tela Web Design Museum 5. Por que a Internet era mais vulnerável à sobrecarga Para entender por que os grandes sites de notícias tiveram tanta dificuldade para atender aos leitores em 11 de setembro de 2001, é preciso voltar a uma Internet muito diferente da atual. A maioria dos usuários domésticos ainda acessava a rede por conexões discadas, enquanto a banda larga era uma realidade para uma parcela pequena da população. Isso não significa que todo acesso à Internet em 2001 fosse necessariamente lento. Conexões corporativas e algumas tecnologias de banda larga já existiam, mas a experiência doméstica típica era muito mais limitada. Para o usuário de conexão discada, a capacidade de receber dados era pequena em comparação com os padrões atuais. E havia uma consequência importante: não bastava que o servidor tivesse capacidade; o caminho entre o servidor e o usuário também precisava conseguir transportar aquele conteúdo. Essa diferença ajuda a entender o que aconteceu durante os ataques. O problema não foi simplesmente "a Internet ficou cheia". O National Research Council concluiu que o tráfego total da Internet chegou a ficar ligeiramente abaixo do normal em 11 de setembro. Enquanto isso, os servidores dos grandes sites de notícias enfrentavam uma demanda sem precedentes e alguns chegaram a ficar inoperantes durante horas. Em outras palavras, havia uma espécie de gargalo localizado. Imagine uma estrada com capacidade para milhares de carros, mas uma única saída que leva a um estacionamento pequeno. A estrada pode continuar funcionando enquanto o estacionamento fica lotado. Algo semelhante aconteceu com os grandes portais, já que a infraestrutura geral da Internet continuava operando, mas determinados servidores e serviços recebiam muito mais pedidos do que conseguiam processar. O relatório do National Research Council afirma que a demanda extraordinária sobre os sites de notícias sobrecarregou a capacidade dos servidores de pelo menos dois grandes serviços jornalísticos. Os provedores precisaram reagir rapidamente reduzindo a complexidade das páginas, utilizando mecanismos alternativos para distribuir o conteúdo e redistribuindo recursos computacionais. A largura de banda também fazia diferença. Uma página que hoje pode carregar dezenas ou centenas de elementos, imagens grandes, vídeos, anúncios, fontes, scripts e outros recursos precisava ser muito mais econômica em 2001, especialmente quando milhões de pessoas tentavam acessar o mesmo conteúdo. Durante a crise, veículos chegaram a retirar imagens e outros elementos gráficos para reduzir a quantidade de dados que precisavam enviar. A CBS registrou no próprio dia 11 que sites de notícias, incluindo o CBSNews.com, estavam removendo gráficos para permitir um acesso mais rápido às informações. A tecnologia de CDN (Content Delivery Network, ou rede de distribuição de conteúdo) já existia e foi particularmente importante naquele dia, mas ainda estava longe de ter a presença que tem na Web moderna. Uma CDN funciona, de maneira simplificada, como uma rede de "pontos de distribuição": em vez de todos os usuários precisarem buscar determinado arquivo no servidor principal, cópias do conteúdo podem ser disponibilizadas em servidores distribuídos pela rede, mais próximos dos usuários. Isso reduz a pressão sobre o servidor de origem e pode diminuir o tempo de carregamento. A experiência da Akamai em 11 de setembro é um dos melhores exemplos. O National Research Council registrou que o tráfego da empresa, uma das principais redes de distribuição de conteúdo da época, ficou 350% acima do normal. O relatório atribuiu esse aumento provavelmente ao interesse extraordinário por determinados conteúdos relacionados aos ataques, como imagens de notícias, e ao uso da infraestrutura da Akamai por grandes provedores de conteúdo. Isso mostra que as CDNs já funcionavam como uma espécie de "válvula de escape". Elas não impediam que milhões de pessoas quisessem acessar uma notícia ao mesmo tempo, mas podiam distribuir parte dessa carga por uma infraestrutura mais ampla. A própria existência da Akamai e o aumento de 350% em seu tráfego mostram que essa tecnologia já estava sendo utilizada durante a crise. O que mudou desde então foi a escala dessa distribuição. Internet Explorer interface antiga Getty Images Hoje, CDNs estão integradas à infraestrutura de grande parte da Web e podem distribuir conteúdo por uma extensa rede de servidores espalhados geograficamente. Estudos sobre a infraestrutura moderna da Web destacam justamente que muitos sites populares são servidos por redes de distribuição de conteúdo bem provisionadas, que também oferecem mecanismos de proteção contra determinados tipos de sobrecarga. Outro avanço importante foi a chamada computação em nuvem. Em termos simples, em vez de uma empresa depender de um conjunto relativamente fixo de máquinas próprias para hospedar um site, a infraestrutura moderna permite contratar capacidade computacional e de armazenamento de grandes provedores e aumentar ou reduzir recursos conforme a demanda. Isso não torna um site impossível de derrubar — grandes serviços ainda podem sofrer interrupções —, mas oferece muito mais possibilidades para distribuir carga e aumentar a capacidade. Também mudou a maneira como os serviços são projetados. A Web moderna utiliza arquiteturas distribuídas, balanceamento de carga, múltiplos servidores e diferentes camadas de armazenamento e distribuição. O princípio é simples: não deixar que milhões de usuários dependam de uma única máquina ou de um único ponto de infraestrutura. Em 2001, essa redundância já existia em vários níveis, e a própria Internet demonstrou uma capacidade considerável de continuar funcionando mesmo depois de danos físicos em sua infraestrutura. Homem mexendo em computador antigo Picture Alliance/Getty Images O National Research Council concluiu que a rede, como um todo, era bastante resiliente. Ao mesmo tempo, o relatório observou que a redundância tinha limites: determinados locais concentravam grande quantidade de equipamentos e conexões, e alguns pontos do sistema não tinham redundância suficiente. Nova York era um exemplo particularmente importante. A cidade era um grande ponto de conexão da Internet, com muitos usuários, provedores, redes de dados e cabos de fibra óptica. O relatório do National Research Council descreve Manhattan como um "superconnected node", com mais de 600 provedores de Internet discada e mais de 300 provedores de DSL listados no diretório Boardwatch para o distrito naquele período. Por isso, é mais preciso dizer que a Internet de 2001 tinha menos capacidade de absorver picos concentrados de demanda do que a infraestrutura atual. Quando milhões de pessoas decidiram acessar simultaneamente os mesmos poucos portais de notícias, o problema apareceu nos servidores, nas conexões e nos pontos de distribuição responsáveis por entregar aquele conteúdo. 6. Como seria uma cobertura do 11 de Setembro na Internet de hoje? Se os ataques de 11 de setembro de 2001 acontecessem hoje, a cobertura seria praticamente impossível de comparar com aquela que ocorreu há 25 anos. Em 2001, a Internet funcionou principalmente como complemento da televisão e do telefone. No próprio dia dos ataques, 28% dos internautas americanos buscaram notícias na Internet. Entre os usuários que procuravam informações, 58% recorreram a sites de notícias que já conheciam, enquanto 23% usaram mecanismos de busca para encontrar o que queriam. A televisão, entretanto, continuava sendo a principal fonte de notícias. Em 2026, a informação chegaria ao público por muito mais caminhos simultaneamente. A notícia apareceria no celular A primeira diferença seria o dispositivo. Em 2001, para acessar uma notícia era necessário, em geral, estar diante de um computador conectado à Internet. Hoje, smartphones permitem que as pessoas recebam informação praticamente de qualquer lugar e a qualquer momento. Isso mudaria completamente a velocidade da primeira informação. Em 2001, uma pessoa poderia descobrir o que estava acontecendo pela televisão, por uma ligação telefônica, por e-mail ou por uma mensagem instantânea. Hoje, uma testemunha poderia publicar imediatamente uma fotografia ou um vídeo a partir do próprio telefone, enquanto outras pessoas receberiam notificações sobre o acontecimento. A diferença não seria apenas tecnológica, mas também temporal. Em 2001, o usuário precisava procurar a informação e hoje, boa parte da informação chega até ele. Pessoas segurando celular Reprodução/Unsplash Redes sociais transformariam a cobertura Em 2001, não existiam as grandes redes sociais que hoje funcionam como espaços públicos de distribuição de notícias. As pessoas participavam de chats, fóruns e listas de e-mail. Nas primeiras 48 horas depois dos ataques, 13% dos internautas participaram de comunidades virtuais, salas de bate-papo, fóruns ou listas de discussão — mais de três vezes a proporção de um dia normal. Em uma situação equivalente hoje, a reação provavelmente aconteceria também em redes sociais, onde testemunhas, jornalistas, autoridades e usuários comuns poderiam publicar e compartilhar informações em uma escala muito maior. O acontecimento não seria acompanhado apenas por portais jornalísticos: haveria uma enorme quantidade de relatos individuais sendo publicados ao mesmo tempo. Isso também tornaria a cobertura mais fragmentada. Em vez de alguns grandes portais concentrarem a atenção, milhares ou milhões de publicações poderiam disputar espaço pela atenção do público. WhatsApp substituiria parte do papel que o e-mail tinha em 2001 O e-mail foi uma das ferramentas importantes de comunicação durante os ataques. No próprio dia 11, 15% dos internautas americanos enviaram e-mails relacionados à crise para familiares e 12% enviaram mensagens para amigos. Hoje, uma parte dessa comunicação provavelmente aconteceria por aplicativos de mensagens. Grupos de família, escola, trabalho e amigos poderiam se transformar em canais instantâneos de comunicação, permitindo que uma pessoa dissesse rapidamente que estava segura ou perguntasse sobre alguém. A diferença em relação ao e-mail de 2001 seria principalmente a velocidade e a natureza da comunicação, pois mensagens instantâneas, grupos, fotografias, vídeos, mensagens de voz e compartilhamento de localização poderiam circular dentro dessas conversas. Mensagens apagadas no WhatsApp podem despertar gatilhos em pessoas com tendências psicológicas Reprodução/Freepik Vídeos deixariam de depender apenas das emissoras Em 2001, as imagens dos ataques eram produzidas principalmente por emissoras de televisão e fotógrafos profissionais. A Internet podia reproduzir esse material, mas não havia um ecossistema de smartphones capaz de transformar praticamente qualquer testemunha em produtora e distribuidora de imagens. Hoje, haveria uma quantidade muito maior de vídeos produzidos por pessoas presentes nas proximidades. Alguns poderiam ser publicados quase imediatamente, enquanto emissoras e veículos jornalísticos incorporariam parte desse material às suas próprias coberturas. Isso produziria uma mudança fundamental, já que a cobertura não seria apenas sobre o que as redações conseguiram registrar, mas também sobre o que milhares de testemunhas conseguiram registrar e publicar. Câmera Huawei Nova 15 Max (com marca) Ana Letícia Loubak/TechTudo Lives poderiam transformar a cobertura em uma transmissão contínua Outra diferença seria a transmissão ao vivo. Em 2001, assistir ao acontecimento em tempo real significava principalmente acompanhar a televisão. A própria Internet ainda tinha limitações para distribuir vídeo em larga escala. O Pew registrou, porém, que depois dos ataques alguns usuários passaram a receber noticiários transmitidos para seus computadores, mostrando que o streaming já começava a fazer parte da experiência online. Em 2026, uma cobertura poderia combinar televisão, transmissões ao vivo de veículos jornalísticos, vídeos publicados por testemunhas e transmissões feitas diretamente a partir de celulares. O público poderia alternar entre diferentes ângulos e fontes praticamente em tempo real. Isso teria uma consequência importante: a quantidade de informação disponível seria incomparavelmente maior. As notificações mudariam a experiência do público Em 2001, era necessário abrir o navegador, acessar um site e atualizar a página para descobrir se havia uma nova informação. Hoje, um veículo poderia enviar uma notificação diretamente para milhões de celulares. Uma pessoa que estivesse longe de uma televisão ou de um computador poderia receber um alerta sobre um acontecimento importante antes mesmo de procurar a notícia. Essa mudança ajuda a explicar por que a experiência de uma grande crise seria tão diferente. Em 2001, o Pew descobriu que 30% dos internautas disseram que a Internet os ajudou a descobrir o que estava acontecendo nos primeiros dias após os ataques. Hoje, uma cobertura digital poderia colocar atualizações diretamente na tela do usuário de maneira contínua. O Google teria um papel completamente diferente O Google de 2001 também não tinha sido desenvolvido para responder a uma crise em tempo real. A experiência do 11 de setembro ajudou a inspirar a criação do Google News, lançado em 2002, justamente porque havia dificuldade para encontrar informações atualizadas sobre acontecimentos em desenvolvimento. Em 2026, a busca do Google é muito mais sofisticada. Além dos resultados tradicionais, o Google passou a incorporar recursos de inteligência artificial, incluindo AI Overviews e AI Mode, capazes de responder perguntas mais complexas e fornecer respostas sintetizadas com links para a Web. A empresa afirma que o AI Mode foi desenvolvido para permitir perguntas mais longas, complexas e multimodais. Em uma cobertura hipotética do 11 de Setembro hoje, isso significaria que uma pessoa poderia não apenas pesquisar "o que aconteceu", mas fazer perguntas sucessivas sobre a situação e receber uma síntese baseada em múltiplas fontes. Isso também criaria um novo problema: quanto mais rápida é a informação, maior é a necessidade de verificar sua autenticidade. Uma crise contemporânea produziria uma quantidade enorme de conteúdo legítimo, mas também rumores, imagens fora de contexto e informações falsas. A velocidade da distribuição seria uma vantagem jornalística e, ao mesmo tempo, um desafio. 'Twitter' fora do ar? X apresenta instabilidade nesta segunda (16) Arte: TechTudo O volume de informação seria muito maior No dia dos ataques, mais de 30 milhões de internautas americanos procuraram notícias online. Mas a quantidade de informação disponível para cada usuário era limitada: alguns portais de notícias, televisão, rádio, e-mail, chats e fóruns. Hoje, uma crise dessa dimensão seria acompanhada por uma quantidade enorme de publicações simultâneas: textos, fotografias, vídeos, transmissões ao vivo, mensagens privadas, posts de testemunhas, atualizações oficiais, mapas, imagens de satélite e reportagens profissionais. A diferença, portanto, não seria simplesmente "mais Internet". Seria mais fontes, mais formatos e mais velocidade. Em 2001, a grande dificuldade era conseguir informação suficiente e acessar os sites que a ofereciam. Em 2026, uma das dificuldades provavelmente seria justamente o contrário: separar rapidamente a informação confiável de uma avalanche de conteúdo. A diferença fundamental é que 2001 era uma Internet de consulta, enquanto a 2026 é uma Internet de fluxo contínuo. Em 2001, a pessoa precisava ir até a informação. Hoje, informação, alertas e conteúdo podem chegar ao usuário continuamente. Isso não significa que a cobertura atual necessariamente seria melhor. Seria mais rápida, mais abundante e mais participativa — mas também mais difícil de controlar. Em 2001, o excesso de informação era limitado pela própria tecnologia. Em 2026, o desafio seria administrar uma quantidade quase instantânea de informação produzida por veículos profissionais, autoridades e milhões de usuários. É justamente aí que está a maior diferença entre os dois momentos: em 2001, o mundo estava começando a descobrir como usar a Internet durante uma crise global. Em 2026, a crise aconteceria dentro da Internet. Com informações de: National Research Council / National Academies, Pew Research Center, The Washington Post, EL PAÍS, NANOG, Library of Congress, Wikimedia Commons, September 11 News, National Research Council, CBS News.

Black Torch: veja quando saem os episódios e entrevista com dubladores

10 de Setembro de 2026, 17:00

O anime Black Torch estreou na Crunchyroll e vem sendo um dos assuntos mais comentados pelos otakus de plantão. A produção é uma das novidades do catálogo de animações da plataforma e chama atenção por combinar elementos de ação, fantasia e artes marciais. Já a trama acompanha um jovem descendente de ninjas que cossegue se comunicar com animais e tem sua vida transformada após encontrar um misterioso gato preto. 🔎 30 melhores animes para assistir no Crunchyroll em 2026 No elenco brasileiro de vozes, destacam-se Adrian Tatini (Malévola: Dona do Mal), Aline Penteado (Attack on Titan) e Luiz Carlos Persy (The Last of Us). O TechTudo conversou com o trio de dubladores, que contou sobre o processo de dublagem do anime, além de trazer mais detalhes sobre a produção. Veja, a seguir, sinopse, elenco de vozes, quantidade de episódios e desafios. 🎬 15 animes muito bons que não foram baseados em mangás 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Black Torch Divulgação/TMDb 📝 Como rodar serviços de streaming em um PC antigo? Saiba no Fórum do TechTudo Sinopse O enredo desta ficção científica sobrenatural gira em torno de Jiro Azuma, um jovem de personalidade difícil que é descendente de uma antiga linhagem de ninjas. E além de possuir habilidades excepcionais de combate, ele também consegue se comunicar com animais, característica que faz parte de sua rotina desde a infância. No entanto, sua vida muda completamente quando ele conhece Rago, um misterioso gato preto que esconde uma poderosa natureza sobrenatural e acaba envolvendo o rapaz em uma série de conflitos perigosos. Elenco de vozes Além da dupla de dubladores Ryōta Suzuki e Yōji Ueda nos papéis dos protagonistas Jiro Azuma e Rago, respectivamente, o elenco de vozes original do anime Black Torch ainda é composto por nomes como Sayaka Senbongi (Demon Slayer: Mugen Train - O Filme) dando vida à Ichika Kishimojin, Junya Enoki (Ririsa, uma Garota em 2.5D) vivendo Reiji Kirihara, Shinpachi Tsuji (Perfect Blue) vivendo Toshimasa Azuma e muitos outros mais. Já no time de dublagem brasileira, alguns dos principais artistas responsáveis pelas vozes são Adrian Tatini (Malévola: Dona do Mal), Aline Penteado (Attack on Titan), Leonardo Camillo (Os Cavaleiros do Zodíaco), Bruno Sangregório (Seu Edinaldo: Treze) e Luiz Carlos Persy (The Last of Us). O dublador Ryōta Suzuki dá voz ao protagonista Jiro Azuma Reprodução/IMDb Por dentro dos desafios de dublar um anime O TechTudo conversou com o trio principal de Black Torch no Brasil: Aline Penteado, que dá voz a Ichika, Adrian Tatini, que faz Jiro e Luiz Carlos Persy, intérprete de Rago. Durante o papo, eles comentaram os bastidores do processo de dublagem – sobretudo das especificidades dos animes em si. Durante a entrevista, Aline explicou que, embora a dublagem trate de uma adaptação das vozes para o público brasileiro, é um um trabalho minuncioso e que exige bastante atenção dos atores. Segundo a atriz, "os dubladores têm poucos segundos para compreender a cena, a personalidade do personagem e a intenção daquela fala antes de gravá-la" . Para ela, um dos principais desafios está justamente na sincronização das falas com os movimentos dos personagens. Aline explica que oss animes japoneses podem apresentar movimentos de boca que não correspondem exatamente ao áudio original. Na dublagem brasileira, porém, os atores precisam acompanhar esses movimentos de maneira bastante precisa, o que torna o trabalho técnico ainda mais exigente. Os animes japoneses geralmente têm umas bocas loucas. E na dublagem brasileira a gente realmente se encaixa certinho. Os animes japoneses geralmente têm umas bocas loucas. E na dublagem brasileira a gente realmente se encaixa certinhoente segue bem à risca [...] A gente tem que casar certinho, e a técnica é um desafio terrível. Durante a entrevista, Adrian também contou que algumas cenas precisavam ser trabalhadas de maneira bastante fragmentada, com pequenas falas e até sons sendo repetidos diversas vezes para alcançar a maior proximidade possível com a interpretação original. Tudo isso, é claro, deixava a produção ainda mais complexa. Para Luiz Pery, esse processo reforça uma característica importante da profissão e que, muitas vezes, fica invisível: o dublador também é um ator. Em vez de criar o personagem do zero, ele interpreta e representa uma produção que já foi realizada, usando seu próprio repertório emocional para encontrar a melhor maneira de transmitir aquela atuação em português. Black Torch tem Adrian Tatini (Malévola: Dona do Mal), Aline Penteado (Attack on Titan) e Luiz Carlos Persy na dublagem Divulgação/TMDb Jiro e Ichika marcaram Aline e Adrian Entre os destaques da produção, dois personagens ganharam camadas especiais na versão brasileira: Jiro Azuma e Ichika Kishimojin. Para os dubladores por trás deles, dar vida a essas figuras foi uma experiência marcante — e por motivos bem diferentes. Para Adrian Tatini, dublar Jiro representou um momento único na carreira: a primeira vez em que ele assumiu o papel de protagonista de um anime. Mesmo acompanhando o gênero desde criança e já tendo experiência com outras produções, o ator não escapou do nervosismo diante da nova responsabilidade. "Foi a primeira vez que eu peguei um protagonista de um anime, então eu tava com... sabe aquele friozinho na barriga?", contou Adrian ao TechTudo. Já Ichika Kishimojin, dublada por Aline Penteado, chamou atenção por outro motivo: a força da personagem dentro da trama. Para a atriz, a personagem rompe com um padrão comum em animes, no qual figuras femininas ficam restritas a papéis secundários. Em entrevista, a dubladora descreveu Ichika como uma mulher forte, objetiva e que não aceita desaforo — nem mesmo do próprio chefe. Na visão da dubladora, a personagem tem participação ativa nos confrontos e conquista espaço próprio dentro da narrativa. "Ela não é só aquela menininha bonitinha que vai ficar atrás do protagonista. Ela tem autoridade, ela tem importância", destacou Aline. Jiro e Ichika marcaram Aline e Adrian Divulgação/TMDb Experiência com gatos ajudou Luiz Persy a interpretar Rago Outro relato divertido da conversa veio de Luiz Carlos Persy, que contou que a experiência pessoal com gatos também o a interpretar Rago. O dublador contou que convive com felinos há muitos anos e que perdeu, no início de 2026, uma gata que tinha 19 anos. Essa convivência próxima contribuiu para que ele reconhecesse alguns dos trejeitos e comportamentos característicos dos animais durante a dublagem. Luiz explicou que a personalidade dos gatos serviu como uma referência para entender Rago, especialmente na forma como o personagem demonstra afeto e estabelece seus próprios limites. Para o dublador, são pequenos comportamentos que ajudam a dar mais naturalidade à interpretação.“ A personalidade dele, forte. Tudo isso ficou muito claro. Então, o que fazemos? Interpretamos isso e representamos”, explicou Luiz. Luiz Persy contou se inspirar na relação que tinha com a gatinha para dublar Rago Divulgação/TMDb Quantos episódios tem Black Torch? Quando eles saem? A primeira temporada de Black Torch conta com 12 episódios, lançados semanalmente as sábados, às 10h (horário de Brasília), e com cerca de 23 minutos de duração cada. Além disso, a produção apresenta uma temporada enxuta, com capítulos que mantêm o ritmo da história e desenvolvem seus principais personagens ao longo da exibição. Veja o cronograma: Episódio 1 – 4 de julho – já disponível Episódio 2 – 11 de julho – já disponível Episódio 3 – 18 de julho – já disponível Episódio 4 – 25 de julho – já disponível Episódio 5 – 1º de agosto – já disponível Episódio 6 – 8 de agosto – já disponível Episódio 7 – 15 de agosto – já disponível Episódio 8 – 22 de agosto – já disponível Episódio 9 – 29 de agosto – já disponível Episódio 10 – 5 de setembro – já disponível Episódio 11 – 12 de setembro Episódio 12 – 19 de setembro Black Torch vai ter 2ª temporada? Até o momento, não há confirmação oficial de uma 2ª temporada de Black Torch. No entanto, é válido ressaltar que as chances de uma continuação também são incertas, já que o mangá original é relativamente curto e foi cancelado pela revista Weekly Shōnen Jump após uma publicação de curta duração. Assim, com pouco material disponível para adaptar, uma nova temporada dependeria de uma decisão original do estúdio ou mesmo da produção. Vale a pena assistir? Em entrevista, os dubladores de Black Torch destacaram diferentes elementos que podem atrair os fãs de anime para a produção. Aline Penteado ressaltou a presença dos clãs ninjas, das histórias ligadas ao Oriente, dos combates e dos Mononoke, além das relações construídas entre os personagens. Para ela, a amizade é um dos pontos centrais da trama, especialmente pela evolução das relações entre Jiro, Ichika e Rago. “Acho que Black Torch +tem tudo o que as pessoas gostam em anime”, afirmou. Adrian Tatini também destacou os elementos que mais chamam sua atenção na produção, como ninjas, forças sobrenaturais, relações conturbadas e os mistérios envolvendo Rago. Segundo o dublador, a relação entre os personagens também ajuda a movimentar a história, já que Jiro ainda tem muito a aprender e encontra no Mononoke uma espécie de mentor para enfrentar os desafios que surgem ao longo da trama. “O cenário tá todo armado pra tudo aquilo que a gente mais gosta. Eu tô bem empolgado com essa temporada, espero que todo mundo assista!”, comentou. Já Luiz Persy, que assistiu aos quatro primeiros episódios, elogiou especialmente o trabalho realizado na dublagem brasileira. O ator destacou a naturalidade das interpretações e afirmou ter ficado impressionado com o resultado. “Eu fiquei muito impressionado com a nossa dublagem. Tá muito boa! Tá todo mundo muito no gestinho, muito verdadeiro”, disse. Adrian completou que esse é justamente um dos objetivos de uma boa dublagem: fazer com que o público se envolva tanto com a atuação que até esqueça que está assistindo a uma produção dublada. “Na boa, meu amigo, você até esquece que tá dublado!”, brincou. O anime Black Torch é baseado no mangá de mesmo nome, de Tsuyoshi Takaki Reprodução/IMDb Eu, Joana, já assisti ao Black Torch e o considero um anime bem gostoso de assistir. É fácil se envolver com as aventuras de Jiro, Rago e Ichika, que reúnem o melhor do universo ninja, das lutas e do sobrenatural. Com apenas 19 capítulos no mangá original, a produção escapa da enrolação e mantém um ritmo ágil do início ao fim. O visual também é ponto alto: o estúdio 100studio mistura animação tradicional com 3DCG, entregando lutas e técnicas espirituais dinâmicas e bem cuidadas. O destaque para mim vai para a dinâmica entre Jiro e o gato demônio Rago, lembrando o clichê do protagonista que divide o corpo com uma entidade poderosa, mas bem executado. Fica a expectativa de que o anime corrija o final apressado do mangá, amarrando as pontas soltas de forma mais coerente. Por isso, Black Torch é uma boa pedida para quem gosta de shonens com ninjas, poderes sobrenaturais e ação envolvente, numa temporada curta e fácil de maratonar. Em termos de recepção entre crítica e público, a recepção de Black Torch tem sido bastante positiva, especialmente pela mistura de ação, fantasia e elementos sobrenaturais. No agregador IMDb, por exemplo, o anime aparece com nota 7.1, enquanto na plataforma MyAnimeList a animação conquistou uma taxa de aprovação de 6.9, indicando uma avaliação favorável dos espectadores. A produção também vem chamando atenção entre os lançamentos da temporada e aparece entre os animes mais bem avaliados de 2026 no AniList. Confira o trailer de Black Torch: Com informações de Crunchyroll, IMDb e My Anime List 🎥 Filmes que são 10/10 e merecem ser assistidos! Filmes que são 10/10 e merecem ser assistidos! Saiba Mais t Initial plugin text

iPhone 18 Pro: vale a pena importar dos Estados Unidos? Advogado explica

10 de Setembro de 2026, 16:24

Importar o iPhone 18 Pro pode ser uma boa alternativa para quem quer adquirir um celular da Apple pagando menos, desde que sejam observadas as taxas e os impostos da transação internacional. Lançada nesta quarta-feira (9), a série Pro chega ao Brasil por a partir de R$ 11.999, montante mais alto do que o praticado nos Estados Unidos (US$ 1.199) devido à incidência de impostos. A opção surge principalmente para os consumidores que já têm dólares guardados ou estão de viagem para os Estados Unidos, mas deve ser analisada com cautela para evitar prejuízos, problemas com a alfândega e golpes. De acordo com o advogado tributarista Rafael Borin, sócio do escritório Rafael Pandolfo Advogados Associados, existe uma diferença importante na tributação entre o eletrônico que entra no Brasil trazido na bagagem de um viajante e uma compra internacional feita pela internet. A seguir, confira as vantagens e desvantagens de importar um iPhone e tudo o que você precisa saber para fazer a importação com segurança, incluindo os custos. 💰 Preço do iPhone Duo: 6 coisas que você pode comprar com o valor do dobrável 🔎 Não vai ter iPhone 18 'normal'? Veja previsão de lançamento do celular Destaques da Apple no Surpreenda e Brilhe 2026: veja todos os anúncios 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Qual iPhone é o mais barato? Tire dúvidas no Fórum do TechTudo iPhone 18 Pro: vale a pena importar dos Estados Unidos? Advogado explica No índice abaixo, veja aspectos que você deve observar ao considerar importar um iPhone dos Estados Unidos. IOF brasileiro Imposto nos Estados Unidos Regras para taxação de eletrônicos no Brasil Cuidados ao comprar no exterior Afinal, vale a pena importar o iPhone 18? IOF brasileiro O IOF brasileiro é um imposto de competência federal que incide sobre operações financeiras, como as de crédito e câmbio, realizadas por pessoas físicas ou jurídicas. O tributo é utilizado como instrumento de regulação da economia e, por isso, é um dos principais fatores a serem considerados na hora de fazer uma compra internacional. Em julho de 2025, as alíquotas para compras internacionais foram unificadas após uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que manteve o Decreto Federal de 12.499/2025. Atualmente, a alíquota para compras no exterior realizadas com cartão internacional é de 3,5%, incluindo as modalidades de crédito e débito, ou por meio de contas internacionais, como Wise, Nomad, Inter Global ou C6 Global, que antes funcionavam como uma alternativa para quem buscava uma cobrança menor. Os descontos do IOF são feitos automaticamente no momento da transação e aparecem na fatura dos cartões ou extrato das contas. Vale lembrar que o Governo Federal orienta os consumidores a ficarem atentos a possíveis cobranças indevidas de IOF. Segundo o alerta, pedidos de pagamento desse imposto por meio de depósitos, transferências bancárias, Pix, QR Code, cartões de crédito ou débito, entre outras formas, podem indicar uma tentativa de golpe. Imposto nos Estados Unidos O imposto cobrado nos Estados Unidos também é um fator que deve ser considerado na hora de decidir se vale a pena comprar o iPhone 18 Pro no exterior. O país adota um sistema de imposto sobre vendas, conhecido como sales tax, que não é unificado e pode variar conforme o estado ou a localidade onde a compra é realizada, sendo capaz de alterar de forma significativa o valor da compra. A boa notícia é que, como cada estado define sua própria alíquota, há lugares onde o sales tax não é cobrado. Em estados como Nova York e Califórnia, a taxa pode passar de 8%, enquanto em locais como Oregon, Delaware, New Hampshire e Montana não há cobrança de sales tax. Essa diferença influencia diretamente o preço final do iPhone, que pode ficar mais caro ou mais barato dependendo da região onde a compra é realizada. Além disso, estados como Texas e Louisiana adotam sistemas de tax free, nos quais o imposto é pago no momento da compra, mas o consumidor pode solicitar o reembolso da taxa posteriormente. Loja da Apple Chris Nagahama/Unplash Regras para taxação de eletrônicos no Brasil Ao retornar ao Brasil com um eletrônico adquirido no exterior, é necessário estar atento às regras e taxas adotadas no país pela Receita Federal. No quesito taxas, são quatro pontos a serem observados, além do IOF: Imposto sobre Importação (II); Natureza da compra; Remessa Conforme; e Imposto sobre Consumo (ICMS). De acordo com o advogado especialista em Direito Tributário Rafael Borin, a taxa paga pelo smartphone depende da forma como ele entra no país: se tem natureza de bagagem, trazida pelo passageiro de uma viagem, ou de compra online internacional. O especialista explica que, no caso de viagens internacionais, a pessoa que chega ao Brasil por avião ou navio pode trazer até US$ 1.000 em produtos sem pagar imposto. Já para quem acessa o território brasileiro por via terrestre ou fluvial, o limite permitido é de US$ 500. Se as compras ultrapassarem esse valor, o Imposto de Importação (II) é de 50% apenas sobre o que exceder a cota. “Se um viajante chega de avião com US$ 1.500 em bens eletrônicos importados, o imposto não incide sobre os US$ 1.500, mas sobre os US$ 500 que excederem a cota”, ilustra o advogado. No caso do iPhone 18 Pro de 256 GB, por exemplo, o imposto incidiria sobre os US$ 199 restantes. Assim, o consumidor pagaria US$ 99,5 de imposto. Nas empresas estrangeiras que participam do Programa Remessa Conforme, as compras de até US$ 50 são isentas do Imposto de Importação Divulgação/Loggi Já para as compras internacionais feitas online e enviadas ao Brasil, o especialista explica que as regras são diferentes. Nas empresas estrangeiras que participam do Programa Remessa Conforme, as compras de até US$ 50 são isentas do Imposto de Importação (II) para pessoas físicas (CPF). No entanto, para pedidos acima de US$ 50 e até US$ 3.000, o imposto é de 60%, com uma redução de US$ 30 no valor a pagar. Nesse ponto, o advogado alerta que as compras realizadas fora do Programa Remessa Conforme seguem a regra geral de 60% de Imposto de Importação, sem o desconto de US$ 30, além da incidência do ICMS estadual, outro tributo importante. Este, aliás, é de competência dos estados brasileiros, com alíquotas que atualmente variam entre 17% e 20%, dependendo da região. Ao TechTudo, o advogado destacou que esse imposto tem uma forma própria de cálculo, feita “por dentro” do preço, e também considera o Imposto de Importação. Isso significa que não basta somar as duas alíquotas, ou seja, 60% de Imposto de Importação + 20% de ICMS, totalizando 80%. Na prática, o peso dos impostos sobre o preço do produto pode ser maior. iPhone 18 Pro tem câmera com abertura variável Reprodução/Apple O tributarista explica que é possível trazer o iPhone 18 Pro (e outros eletrônicos) para o Brasil pagando menos imposto de forma segura, mas que para isso é necessário que o produto seja reconhecido como " bem de uso pessoal". A matéria é disciplinada pela Receita Federal na Instrução Normativa RFB nº 1.059/2010, que prevê tratamento específico nesses casos. Segundo o especialista, a situação pode mudar quando o iPhone é trazido lacrado ou quando o viajante já saiu do Brasil com outro telefone e adquiriu um novo no exterior. Nesses casos, o novo aparelho, em regra, não se enquadra como bem de caráter pessoal, salvo em situações específicas, como a comprovação de defeito no telefone originalmente levado. Caso o aparelho não se enquadre na regra de uso pessoal, ele passa a ser considerado dentro da cota de bagagem. Uma vez ultrapasssado o limite de isenção, o advogado recomenda que o consumidor preencha a Declaração Eletrônica de Bens do Viajante e recolha o imposto devido para evitar sanções e problemas com a Receita. Ele alerta ainda que entrar no país sem declarar um bem sujeito à tributação pode resultar em multa de 50% sobre o valor que exceder a cota de isenção. Cuidados ao comprar iPhone 18 no exterior Em linhas gerais, ao comprar o iPhone 18 Pro no exterior, o consumidor deve levar em consideração todos os custos tributários, além do valor do produto em si. O cálculo deve incluir o valor do celular em dólar e sua conversão, o sales tax referente ao estado onde o aparelho foi comprado, a taxa de 3,5% do IOF brasileiro, tributação da alfândega (que chega a cobrar 50% do valor excedente aos US$ 1000 de isenção), e o ICMS no seu Estado. Vale mencionar que a taxa excedente pode ser dispensada se o aparelho se enquadrar no critério de uso pessoal. A regra permite apenas um aparelho por pessoa. O advogado Rafael Borin explica que na hipotese de aparelho para uso pessoal, se o viajante optar por trazer o antigo na bagagem e for flagrado com dois aparelhos, sem ter feito a declaração à Receita Federal, a pessoa poderá ser multada em 50% sobre o excedente da isenção, além do pagamento do imposto de 50%. O viajante que traz vários produtos também deve tomar cuidado ao fracionar as compras entre familiares e acompanhantes, uma vez que a fiscalização pode interpretar que os bens são para comercialização acarretando a apreensão da mercadoria. Ao comprar o iPhone 18 Pro no exterior, o consumidor deve levar em consideração todos os custos tributários Reprodução/Getty Images Afinal, vale a pena importar o iPhone 18 Pro? De acordo com o advogado Rafael Borin, no geral, vale a pena importar o iPhone 18 se ele estiver dentro dos critérios para "bem de uso pessoal". "A compra pode ser vantajosa para quem já possui uma viagem internacional programada e pretende utilizar o aparelho como seu telefone pessoal durante a viagem, desde que estejam presentes as condições para enquadrá-lo como bem de caráter manifestamente pessoal", opina Borin. Fora esse caso, o tributarista recomenda comprar o preço do aparelho no exterior com o custo efetivo da compra. "Nessa conta devem ser considerados fatores como a cotação do dólar, o IOF eventualmente incidente conforme a forma de pagamento e a possível tributação na entrada do bem no Brasil", relembra. Para modelos mais caros, que excedam a isenção de US$ 1.000, o especialista ressalta que a decisão deve considerar o custo final da operação, e não apenas o preço anunciado no exterior. "É essa comparação que permite avaliar se trazer o iPhone de fora realmente vale a pena", conclui. Com informações de Planalto (1), Governo Federal (1), Wise (1 e 2) 🎥 Conheça o iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple iPhone Duo é bom? Veja todas as novidades do novo dobrável da Apple Mais do TechTudo

CNH gratuita na Bahia: veja quem pode se inscrever e como participar

10 de Setembro de 2026, 16:20

O Governo da Bahia abriu inscrições para 20.294 vagas no programa CNH da Gente, que oferece a emissão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de forma totalmente gratuita para pessoas de baixa renda em todo o estado. Do total, 20 mil vagas são destinadas a inscritos no Meu CadÚnico em qualquer município do estado, enquanto outras 294 são exclusivas para moradores da região de Vitória da Conquista. A iniciativa é dividida em dois editais, com públicos e prazos de inscrição diferentes. A seguir, veja quem pode participar, como se inscrever e quais etapas da habilitação são cobertas pelo programa. 🔎 CNH gratuita: como conseguir e quem tem direito? Entenda como funciona 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar CNH da Gente oferece emissão gratuita da habilitação para pessoas de baixa renda na Bahia TechTudo/Késya Holanda 📲 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Quem pode tirar a CNH Social? Veja no fórum do TechTudo Índice O que é o programa CNH da Gente? Quem pode participar da CNH gratuita na Bahia? Quantas vagas são oferecidas pelo programa? Quando começam as inscrições para a CNH gratuita? Como se inscrever no programa CNH da Gente? Quais etapas da CNH são gratuitas pelo programa? Quando sai o resultado e o que fazer depois da seleção? O que é o programa CNH da Gente? O CNH da Gente foi criado pelo Governo da Bahia por meio da Lei Estadual nº 14.879, sancionada em março de 2025, com o objetivo de ampliar o acesso à primeira habilitação para pessoas de baixa renda em todo o estado. A execução do programa envolve o Departamento Estadual de Trânsito da Bahia (Detran-BA), clínicas médicas e psicológicas credenciadas, Centros de Formação de Condutores (CFCs) e a Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (Seades), que também é responsável pela validação dos dados dos candidatos inscritos no Meu CadÚnico. Em uma fase anterior do programa, cerca de 12 mil pessoas já foram contempladas com a emissão gratuita da CNH, incluindo estudantes de baixa renda de escolas públicas de Salvador e do interior baiano. A nova etapa, com mais de 20 mil vagas adicionais, amplia significativamente o alcance da política, com um investimento estimado em R$ 12,6 milhões apenas para a seleção destinada a inscritos no Meu CadÚnico. 🔎Como tirar CNH agora? Guia completo para virar motorista em 2026 Quem pode participar da CNH gratuita na Bahia? Os critérios de participação são praticamente os mesmos para os dois editais do programa. É necessário ter mais de 18 anos, saber ler e escrever, residir na Bahia, possuir CPF e documento de identidade, e não estar judicialmente impedido de obter a CNH. Também é exigido que o candidato esteja inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), como responsável familiar ou integrante da família, com cadastro atualizado até 8 de maio de 2026. O programa é destinado exclusivamente a quem busca a primeira habilitação, nas categorias A (motocicletas) ou B (automóveis). Cada candidato deve optar por apenas uma categoria e se inscrever em apenas um dos editais disponíveis. Não pode participar quem já tem outro processo de habilitação em andamento no momento da inscrição, possui CNH emitida por outro estado, ou tem determinadas condenações criminais relacionadas à condução de veículos. Inscrição no CadÚnico é pré-requisito para concorrer às vagas TechTudo/Késya Holanda Quantas vagas são oferecidas pelo programa? Ao todo, são 20.294 vagas, divididas em dois grupos. O maior deles reserva 20 mil vagas para pessoas inscritas no Meu CadÚnico em qualquer município da Bahia, sem restrição geográfica dentro do estado. As outras 294 vagas são exclusivas para moradores da região abrangida pela Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran) de Vitória da Conquista, no sudoeste baiano. Além do município-sede, essa cota menor também contempla moradores de Anagé, Barra do Choça, Encruzilhada, Tremedal e Cândido Sales. Segundo o edital que rege essa seleção específica, metade das vagas de cada grupo é destinada à categoria A (motocicletas) e a outra metade à categoria B (automóveis), garantindo equilíbrio entre os dois tipos de habilitação oferecidos pelo programa. São 20.294 vagas para CNH na Bahia, com oportunidades para inscritos no CadÚnico e moradores da região de Vitória da Conquista. Reprodução/Pexels/Kampus Production Quando começam as inscrições para a CNH gratuita? É importante não confundir os dois períodos de inscrição, já que eles não coincidem. Para as 294 vagas de Vitória da Conquista e região (Edital 001/2026), as inscrições já estão abertas e vão até 15 de setembro de 2026. Já para as 20 mil vagas destinadas a pessoas inscritas no Meu CadÚnico em todo o estado (Edital 002/2026), o período de inscrição é de 1º a 15 de outubro de 2026. O cadastro para as 20 mil vagas será feito exclusivamente pelo portal ba.gov.br, de forma 100% digital, sem necessidade de comparecimento presencial nessa etapa inicial. Vale reforçar que cada candidato deve verificar com atenção em qual dos dois editais se enquadra antes de tentar se inscrever, já que os critérios de elegibilidade regional são diferentes entre eles. Prazos de inscrição variam conforme o edital e o público-alvo Reprodução: Gabriel Oliveira Como se inscrever no programa CNH da Gente? O processo de inscrição segue um caminho simples dentro do portal oficial do estado. Veja o passo a passo: Acesse o portal ba.gov.br. Localize o serviço "Solicitar CNH da Gente". Escolha o edital correspondente ao seu perfil (Vitória da Conquista e região, ou CadÚnico em todo o estado). Confira se atende a todos os requisitos listados no edital escolhido. Preencha os dados pessoais solicitados, incluindo informações vinculadas ao CadÚnico. Aceite as declarações exigidas e confirme a inscrição dentro do período correspondente. Passo a passo de inscrição deve ser conferido diretamente no portal antes da publicação TechTudo/Késya Holanda Quais etapas da CNH são gratuitas pelo programa? O programa cobre as principais etapas do processo de primeira habilitação, e não apenas a emissão final do documento. Segundo o edital, estão incluídos os exames de aptidão física e mental, a avaliação psicológica, o curso e a prova teórica, as aulas práticas e o exame de direção, além das taxas do próprio processo de habilitação. Os pagamentos referentes aos serviços prestados por clínicas médicas, psicológicas e Centros de Formação de Condutores credenciados são feitos diretamente pelo Detran-BA aos estabelecimentos, sem repasse de custos ao candidato selecionado. Na parte prática, a formação prevê cinco horas de aula para a categoria escolhida, enquanto o conteúdo teórico pode ser realizado por meio do aplicativo CNH do Brasil, conforme as regras definidas para o processo. Depois de iniciada a etapa prática, o beneficiário tem até 12 meses para concluir todas as fases da primeira habilitação. Quando sai o resultado e o que fazer depois da seleção? Caso o número de inscritos ultrapasse as vagas disponíveis, o Detran-BA aplica critérios de classificação previstos em edital, priorizando candidatos com menor renda familiar por pessoa, seguido pelo número de integrantes da família e pela idade do candidato. Para a seleção das 20 mil vagas, a lista de inscrições aceitas está prevista para 26 de outubro, com período de recursos nos dias 27 e 28 do mesmo mês; a relação dos selecionados deve ser divulgada em 16 de novembro, com nova janela de recursos em 17 e 18 de novembro, e resultado final previsto para 24 de novembro de 2026. Depois da divulgação do resultado final, os candidatos aprovados devem apresentar a documentação exigida ao Detran-BA entre 25 de novembro e 14 de dezembro. Segundo as informações divulgadas pelo governo, os selecionados terão 30 dias para dar início ao processo em uma unidade do Detran-BA vinculada ao endereço informado na inscrição. Por isso, o mais indicado é acompanhar as atualizações exclusivamente pelos canais oficiais do Detran-BA e do portal ba.gov.br, respeitando rigorosamente os prazos estabelecidos em cada etapa do edital. Com informações de ba.gov.br e edital Mais do TechTudo 🎥Veja também: UBER MULHER é lançado! Entenda novo recurso de proteção de passageiras! UBER MULHER é lançado! Entenda novo recurso de proteção de passageiras!

Como o 11 de setembro mudou GTA e deixou marca permanente na franquia

10 de Setembro de 2026, 16:00

A manhã do dia 11 de setembro de 2001 mudou para sempre a sociedade americana e deixou reflexos que moldaram a cultura pop no início do século 20. Na indústria dos games, não foi diferente. Grand Theft Auto 3, que estava prestes a ser lançado, se passava em Liberty City, cidade fictícia inspirada em Nova Iorque. Diante do cenário, a Rockstar Games adiou a estreia e voltou ao jogo para rever conteúdos que poderiam ganhar outra conotação após os atentados. O resultado apareceu em diferentes pontos da versão final, desde trechos removidos até mudanças visuais e ajustes no comportamento do mundo aberto. Ao longo dos anos, a própria Rockstar revelou parte dessas alterações e explicou como os ataques influenciaram decisões tomadas nas semanas finais de desenvolvimento. Entre elas, está uma mudança que acabou deixando uma marca permanente em GTA e segue presente na identidade da franquia até hoje. Confira, a seguir, no TechTudo, como o 11 de setembro impactou GTA 3 e quais mudanças chegaram à versão final do jogo. ⭐ GTA 6 será lançado primeiro no exterior, mas truque deixa jogar antes 🎮 GTA 6: 6 novidades que prometem deixar o jogo mais difícil (ou não) 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA! 📲 Comparador de celulares do TechTudo: veja os melhores para jogar ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Qual o melhor GTA? Opine no Fórum do TechTudo Como o 11 de setembro mudou GTA? Atentado fez Rockstar alterar GTA 3 às pressas Saiba o que será explorado na matéria: O 11 de setembro aconteceu na reta final de GTA 3 Personagem e missão foram removidos de GTA 3 Aviões, diálogos e outros detalhes também foram alterados Uma mudança de última hora marcou a identidade de GTA para sempre As Torres Gêmeas existiam em GTA 3? Rockstar desmente rumor Para além de GTA: o 11 de setembro também moldou a indústria dos games O 11 de setembro aconteceu na reta final de GTA 3 Quando os atentados de 11 de setembro aconteceram, GTA 3 já estava praticamente pronto. O jogo tinha lançamento previsto para poucas semanas depois e a Rockstar trabalhava nos últimos ajustes antes de colocá-lo nas lojas. O problema é que o estúdio tinha seu escritório em Manhattan, enquanto Liberty City, cenário do game, carregava diversas referências a Nova Iorque. O impacto foi sentido também dentro da Rockstar. Dan Houser, cofundador da empresa e um dos principais responsáveis pela saga, contou anos depois que a equipe ficou cinco dias sem conseguir entrar no escritório devido aos bloqueios na região. Com a cidade ainda lidando com as consequências dos ataques, o lançamento de GTA 3 foi adiado e parte do conteúdo voltou a ser revisado antes do game chegar ao público. GTA 3 Divulgação Apesar disso, as alterações foram menores do que muitos rumores fizeram parecer ao longo dos anos. Segundo a própria Rockstar, GTA 3 ficou cerca de "1% diferente" por causa do 11 de setembro. O pouco que mudou, porém, atingiu elementos bastante visíveis do jogo e, em um dos casos, acabou influenciando a identidade de Grand Theft Auto pelas décadas seguintes. Personagem e missão foram removidos de GTA 3 Entre as mudanças feitas após os atentados, a Rockstar confirmou a retirada de uma missão que fazia referência a terroristas. A empresa nunca chegou a revelar exatamente qual era o conteúdo dessa parte do jogo, mas afirmou anos depois que ela foi a única missão removida especificamente por causa do novo contexto. Além disso, pequenos elementos de Liberty City foram revistos antes do lançamento, como detalhes dos carros, falas de pedestres e trechos dos programas de rádio. Durante anos, porém, outra história acabou sendo associada ao 11 de setembro: a remoção de Darkel, personagem que aparecia em materiais de GTA 3 e chegou a ter cinco missões planejadas. Ele seria uma figura exótica responsável por tarefas mais violentas, mas acabou desaparecendo da versão final. Isso alimentou rumores de que seu corte teria ocorrido por causa dos atentados, inclusive com histórias sobre missões envolvendo terrorismo, algo até impulsionado por sua aparência, que, segundo usuários, lembra bastante um jihadista. Darkel, personagem de GTA 3 que foi removido do jogo. Reprodução/Reddit A própria Rockstar, no entanto, negou essa relação. Segundo a desenvolvedora, Darkel e suas missões começaram a ser descartados meses antes do 11 de setembro, porque não funcionavam tão bem quanto o restante do conteúdo e destoavam do tom dos outros personagens. A empresa também desmentiu alguns dos boatos mais conhecidos sobre ele, como o de que haveria uma missão para explodir um ônibus escolar. Ou seja, houve de fato uma missão ligada a terrorismo removida após os ataques, mas não há indicação de que ela tivesse relação com Darkel. Aviões, diálogos e outros detalhes também foram alterados As mudanças feitas pela Rockstar não ficaram restritas às missões. Alguns elementos menores de Liberty City também foram revistos para afastar o jogo da Nova Iorque que ainda lidava com as consequências dos atentados. Entre eles estava a rota de um dos aviões que sobrevoavam a cidade. Segundo os desenvolvedores, o trajeto foi alterado porque, em determinado ponto, a aeronave dava a impressão de voar em direção ou por trás de um arranha-céu, uma imagem que ganhou um significado completamente diferente depois do 11 de setembro. A revisão chegou ainda às ruas e às rádios de Liberty City. Falas de alguns pedestres foram retiradas, assim como trechos de diálogos transmitidos pelas estações do jogo. Detalhes de veículos também passaram por mudanças. O caso mais visível foi o dos carros de polícia, que originalmente tinham um esquema de cores semelhante ao usado pelo Departamento de Polícia de Nova York (NYPD) e receberam um novo visual antes do lançamento. Os carros de polícia de Liberty City estiveram entre os elementos alterados em GTA 3 após os atentados de 11 de setembro. Divulgação/Rockstar Um detalhe que não teve relação com os atentados, apesar de ter alimentado rumores durante anos, foi o Dodo, pequeno avião que o jogador encontra em GTA 3. Como a aeronave possui asas curtas e é extremamente difícil de manter no ar, surgiu a teoria de que ela teria sido modificada para impedir que jogadores atingissem os prédios de Liberty City. A Rockstar negou a história e explicou que o Dodo nunca havia sido pensado para voos longos. Segundo o estúdio, suas limitações faziam parte do próprio conceito do veículo e já existiam antes do 11 de setembro. Uma mudança de última hora marcou a identidade de GTA para sempre Entre todas as alterações feitas após os atentados, a maior nem estava dentro de GTA 3. A Rockstar decidiu mudar a capa usada na versão estadunidense do jogo, porque considerou que a arte planejada até então havia se tornado pesada demais diante do que Nova Iorque acabara de viver. O design original, que acabou mantido na edição europeia, reunia personagens, armas, veículos e cenas de ação em uma composição mais próxima de um pôster de cinema. A substituta foi criada às pressas e dividia a imagem em diferentes quadrados, cada um destacando personagens ou elementos de Liberty City ao redor do logotipo do GTA. A solução agradou tanto a Rockstar que deixou de ser apenas uma resposta ao momento e virou uma das principais marcas visuais da série. O formato seria reaproveitado, com diferentes variações, nas capas de títulos como GTA Vice City, GTA San Andreas, GTA 4 e GTA 5. A capa de GTA 3 foi alterada pouco antes do lançamento e acabou dando origem ao estilo visual que marcaria a franquia nos anos seguintes. Reprodução/Reddit Dan Houser explicou que a nova arte havia sido concebida em apenas uma noite. Assim, uma decisão tomada na reta final de GTA 3, em meio às consequências do 11 de setembro, acabou ajudando a definir a aparência pela qual Grand Theft Auto seria reconhecido nas décadas seguintes. As Torres Gêmeas existiam em GTA 3? Rockstar desmente rumor Com o passar dos anos, surgiram rumores de que GTA 3 teria uma versão das Torres Gêmeas removida após o 11 de setembro. A Rockstar, porém, negou a história e afirmou que os prédios nunca fizeram parte de Liberty City. A proximidade entre o lançamento do jogo e os atentados, somada à forte inspiração em Nova Iorque, ajudou a manter a teoria viva entre os fãs por anos. Para além de GTA: o 11 de setembro também moldou a indústria dos games O 11 de setembro não afetou apenas GTA 3. Outros jogos que estavam em desenvolvimento na época também precisaram ser revistos. Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty teve uma sequência ambientada em uma Manhattan alterada, enquanto Spider-Man 2: Enter Electro de PS1, passou por mudanças para retirar referências às Torres Gêmeas. Até Flight Simulator 2002, da Microsoft, chegou ao mercado sem o World Trade Center no cenário de Nova Iorque. Nos anos seguintes, o atentado também ajudou a moldar as narrativas abordadas pelos videogames. A chamada “Guerra ao Terror” ganhou espaço principalmente em jogos de ação. Battlefield 2, lançado em 2005, levou a série para conflitos envolvendo potências ocidentais e forças do Oriente Médio, enquanto Call of Duty 4: Modern Warfare, de 2007, abandonou a temática da segunda guerra mundial para explorar terrorismo e intervenções militares em um cenário contemporâneo. Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots refletiu temas que ganharam força após o 11 de setembro, como conflitos permanentes e a expansão da economia de guerra. Divulgação/Konami Esse cenário ainda apareceu em obras que adotaram uma visão mais crítica sobre o tema. Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots, de 2008, apresentou um mundo no qual os confrontos armados passaram a sustentar uma verdadeira economia de guerra, refletindo como o clima político e militar do período pós-11 de setembro influenciou as narrativas exploradas pelos videogames nos anos seguintes. Com informações de Reddit (1,2),Rockstar (1,2), Engadget Descubra mais do TechTudo

Controle de GTA 6: veja como garantir DualSense de PS5 na pré-venda

10 de Setembro de 2026, 15:49

Os controles temáticos de GTA 6 para PS5 foram disponibilizados hoje (10) para pré-venda em lojas de e-commerce brasileiras. O anúncio dos controles foi realizado durante a apresentação digital State of Play da Sony na última quinta-feira (3) e marcou mais um capítulo no marketing conjunto entre a Sony e a Rockstar Games. O joystick DualSense chega com opções preto e branco, sendo as duas vendidas pelo preço de R$ 599 na Amazon. 🚨 Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 🛒 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp É importante lembrar que tanto o GTA 6 quanto os controles de PS5 temáticos do jogo serão oficialmente lançados no dia 19 de novembro de 2026, e que a compra no momento é referente a uma pré-venda do produto. Os preços citados foram verificados no dia 10 de setembro e podem sofrer alterações sem aviso prévio. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Novo DualSense de GTA 6 traz belos joysticks temáticos nas cores preto e branco Reprodução/State of Play 🔎 6 jogos com muita ação para zerar antes do lançamento de GTA VI Initial plugin text 📝 Quais são os dez melhores jogos na sua opinião? Comente no Fórum TechTudo Onde posso comprar o controle de GTA 6 na pré-venda? Os controles de GTA 6 estão disponíveis pelo melhor preço de compra na Amazon, os dois pelo preço de R$ 599. A opção preta pode ser parcelada em até 10x de R$ 59 sem juros, e a compra garante pontos com o cartão Amazon. Já o DualSense branco pode ser parcelado em 10x de R$ 59 sem juros, além de possibilitar que o jogador peça o cartão Amazon sem anuidade e ganhe 3% de volta em pontos nesta compra. Nas duas opções, o uso do cupom DESCONTOAPP garante R$ 20 de desconto no pagamento no aplicativo. Como são os controles de GTA 6? Controles de GTA 6 Divulgação Os joysticks DualSense contam com um design de cores inspirado pelo entardecer da cidade de Vice City, com sua intensa vida noturna e luzes de neon, em opções em preto e branco. A parte central do controle traz um material reflexivo em tons entre azul-marinho e roxo. Já o painel de toque no meio do joystick conta com o numeral romano VI com as palmeiras de Vice City, assim como no logo de GTA 6. Os botões, por sua vez, possuem os símbolos do PlayStation em um tom de rosa suave, também tradicional da cidade do game, inspirada em Miami, nos EUA. Como será o lançamento de GTA 6? GTA 6 será ambientado em Vice City, no estado de Leonida Divulgação/Rockstar Games O jogo da Rockstar Games ainda não tem uma versão para PC anunciada e as caixas não devem trazer uma versão física do game. No lugar do disco, o comprador vai receber um código para download digital, liberado no dia 19 de novembro, data de lançamento do game e do fim da pré-venda. Porém, o pré-carregamento do jogo já estará disponível a partir do dia 12 de novembro. A versão Standard de GTA 6 oferece brindes, como um mês grátis de GTA+ e o pacote vintage Vice City, que inclui cosméticos e bônus em GTA Online. O game já tem a pré-venda mais forte já registrada, segundo análise feita pela NewZoo, com cerca de US$ 260 milhões gastos por consumidores só na primeira semana. É possível que mais de 51 milhões de unidades do game sejam vendidas em uma única semana, o que faria a Rockstar Games e a Take Two Interactive lucrarem entre US$ 3,25 bilhões e US$ 5,2 bilhões nesse período. Nesta análise, Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, Itália e Espanha devem corresponder a 69% das cópias de GTA 6 que vão ser vendidas ao redor do mundo. Com informações de Amazon, State of Play e Mercado Livre Veja também: GTA 6 teve a HISTÓRIA VAZADA na CAPA DE LANÇAMENTO?? GTA 6 teve a HISTÓRIA VAZADA na CAPA DE LANÇAMENTO?? Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a julho de 2026

Nubank chega aos EUA com transferências internacionais grátis; veja o que muda

10 de Setembro de 2026, 14:32

O Nubank anunciou nesta quinta-feira (10) sua chegada aos Estados Unidos com conta digital, cartão de crédito Mastercard e transferências internacionais e locais sem tarifas de forma rápida entre Estados Unidos, Brasil, México e Colômbia. O cartão de crédito também terá cashback de 1,5% nas compras, enquanto o saldo da conta poderá render até 4,5% ao ano, conforme as condições divulgadas pelo banco. No mesmo anúncio, a Fintech apresentou ainda o Nu Global, serviço voltado à movimentação de dinheiro entre diferentes países. A seguir, saiba tudo sobre as novidades. 🔎 Como usar monitoramento de CPF do Nubank e descobrir dívidas em seu nome 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar Nubank começa a atuar nos EUA com uma oferta que reúne serviços bancários e recursos para movimentação internacional de dinheiro; veja Mariana Saguias/TechTudo 📝 Como usar cartão virtual Nubank? Saiba no Fórum do TechTudo Índice Nubank EUA estreia com conta, cartão e transferências internacionais Transferências internacionais do Nubank EUA são gratuitas e rápidas Cartão do Nubank nos EUA terá 1,5% de cashback Conta do Nubank EUA terá rendimento de até 4,5% ao ano Nubank Global usa dólar e euro digitais para movimentar dinheiro entre países Nubank ainda aguarda licenças para virar banco nos EUA Nubank EUA estreia com conta, cartão e transferências internacionais A operação do Nubank nos Estados Unidos começa oficialmente hoje, 10 de setembro de 2026, com um conjunto de serviços financeiros. A estreia no país inclui conta bancária, cartão de crédito Mastercard, pagamento de contas e transferências locais e internacionais. A proposta apresentada pelo banco é oferecer os serviços sem cobrança de tarifas. A entrada acontece em um mercado que já conta com bancos tradicionais e empresas digitais consolidadas. Entre os serviços que fazem parte desse cenário estão Venmo, Zelle e PayPal, além de instituições digitais como Ally, Chime, SoFi e Revolut. No início da operação, o Nubank utiliza a infraestrutura do Lead Bank. Ela permite que a empresa comece a oferecer os serviços enquanto avança no processo para estabelecer seu próprio banco nacional nos Estados Unidos. Nubank anuncia nesta quinta (10) sua chegada ao mercado dos EUA Divulgação/Nubank Transferências internacionais do Nubank EUA são gratuitas e rápidas O principal destaque dessa novidade, é a possibilidade de fazer transferências internacionais sem tarifa. De acordo com o Nubank, os valores enviados podem chegar ao destino em poucos minutos. Nesta primeira etapa, o serviço conecta Estados Unidos, Brasil, México e Colômbia. A proposta atende especialmente quem vive nos EUA, como brasileiros e outros latinos, e precisa enviar dinheiro para familiares ou outras pessoas em seus países de origem, sem os custos geralmente envolvidos nesse tipo de operação. É importante, porém, não confundir essa novidade com o Nu Global. O serviço oferecido pela operação americana está ligado à conta do Nubank nos Estados Unidos. Portanto, ter uma conta do Nubank no Brasil não significa que o cliente tenha recebido automaticamente acesso às transferências internacionais gratuitas anunciadas pelo Nu USA. Cartão do Nubank nos EUA terá 1,5% de cashback O cartão de crédito do Nubank nos Estados Unidos será emitido na bandeira Mastercard e terá cashback de 1,5% nas compras. Na prática, isso significa que parte do valor gasto retorna para o cliente, de acordo com as regras da operação americana. O percentual faz parte da estratégia do Nubank para entrar em um mercado com uma oferta ampla de cartões de crédito e programas de recompensas. O benefício, portanto, é uma das ferramentas usadas pela empresa para se diferenciar entre as opções já disponíveis para consumidores nos EUA. ALém de operações sem taxas, compras no cartão do Nubank renderão 1,5% de cashback Divulgação/Nubank Conta do Nubank EUA terá rendimento de até 4,5% ao ano O dinheiro mantido na conta do Nubank nos Estados Unidos também terá remuneração. A taxa anunciada começa em 3,5% ao ano e pode chegar a 4,5% ao ano para clientes que mantiverem até US$ 10 mil na conta, conforme as condições apresentadas pelo banco. Isso significa que o saldo pode gerar uma remuneração ao longo do tempo enquanto permanece na conta. A taxa, porém, não deve ser interpretada como um lucro fixo ou garantido para qualquer valor depositado: o percentual máximo depende das condições estabelecidas pelo Nubank. Nubank Global usa dólar e euro digitais para movimentar dinheiro entre países Paralelamente à chegada aos Estados Unidos, o Nubank apresentou o Nu Global, que é uma iniciativa diferente da conta americana. O serviço foi criado para facilitar a movimentação de dinheiro entre países por meio de saldos digitais em USDC e EURC. O USDC é uma stablecoin vinculada ao dólar, enquanto o EURC é vinculado ao euro. A proposta do Nubank é usar esses ativos para permitir transferências internacionais entre 35 países da Europa e da América Latina. Segundo o banco, as operações são concluídas em poucos minutos e não têm cobrança de tarifa. O Nu Global também inclui um cartão virtual Mastercard e oferece remuneração sobre os valores mantidos nas contas em USDC e EURC. Na apresentação do serviço, o Nubank informou rendimento de 3,5% ao ano para saldos em USDC e de 2,2% ao ano para valores em EURC. Há uma diferença importante para quem está no Brasil: o país, assim como México e Colômbia, não faz parte da primeira fase do Nu Global. Por isso, o serviço não deve ser tratado como uma nova função já liberada para clientes brasileiros. Nu Global permitirá transferências entre 35 países da Europa e da América Latina Divulgação/Nubank Nubank ainda aguarda licenças para virar banco nos EUA Apesar do início da operação comercial, o Nubank ainda não concluiu o processo para atuar como banco nacional nos Estados Unidos. Em janeiro, a empresa recebeu aprovação condicional do Office of the Comptroller of the Currency (OCC), mas a autorização definitiva depende do cumprimento de exigências regulatórias. A companhia também precisa das aprovações do Federal Reserve (Fed) e da Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC). Enquanto essa estrutura própria não é concluída, o Nubank utiliza a infraestrutura do Lead Bank para iniciar a oferta de serviços no país. Isso permite que a empresa comece a construir sua operação americana enquanto avança nas etapas necessárias para obter a licença bancária. A estreia nos Estados Unidos representa, assim, uma primeira etapa da estratégia de expansão internacional do Nubank. A empresa passa a atuar diretamente em um dos maiores mercados financeiros do mundo ao mesmo tempo em que desenvolve o Nu Global, ampliando a aposta em serviços capazes de conectar clientes e dinheiro entre diferentes países. Com informações de Nubank. Mais do TechTudo 🎥Veja também: Como proteger seu Pix de golpes: passo a passo da proteção Como proteger seu Pix de golpes: passo a passo da proteção

Melhor smartwatch baratinho para comprar em setembro de 2026

10 de Setembro de 2026, 14:32

Achar o melhor smartwatch baratinho para comprar em setembro de 2026, indo para além de um simples relógio, é procurar um acessório indispensável para quem busca recursos avançados no monitoramento de atividades físicas. Seja para acompanhar passos, frequência cardíaca ou notificações sem precisar tirar o celular do bolso, eles garantem praticidade e eficiência durante o treino e esportes como natação, ciclismo, trilhas e muito mais. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp A lista começa pelo Bettdow FB028, que aparece a partir de R$ 110 na Shopee. Com Alexa e mais de 100 modos esportivos, ele é ideal para acompanhar diferentes modalidades de atividades físicas, além de receber notificações direto no relógio. Enquanto isso, o Amazfit Bip 6 está disponível a partir de R$ 581 na Shopee e é uma alternativa mais completa para quem pratica exercícios com frequência e quer recursos como GPS integrado, tela AMOLED de 1,97 polegada, mais de 140 modalidades esportivas e bateria de até 14 dias. Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração da matéria, no mês de setembro de 2026. 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias Melhor smartwatch baratinho para comprar em setembro de 2026 Letícia Rosa/TechTudo 🔎 Melhores smartwatches para quem quer treinar sem se preocupar com o celular Smartwatches baratinhos para comprar em setembro de 2026 Bettdow FB028 – smartwatch de entrada com tela de 1,83", chamadas Bluetooth e Alexa, indicado para notificações, exercícios básicos e acompanhamento da rotina. Huawei Band 10 – smartband leve de 15 g, com tela AMOLED de 1,47", 100 modos de treino e resistência à água de 5 ATM, adequada para atividades físicas e monitoramento diário. Samsung Galaxy Fit 3 – opção compacta com tela AMOLED de 1,6", sensores de frequência cardíaca, acelerômetro e giroscópio, indicada para exercícios e acompanhamento de atividades no dia a dia. Xiaomi Redmi Watch 5 Active – smartwatch com tela LCD de 2", chamadas Bluetooth, mais de 140 modos de treino e bateria de até 18 dias, interessante para quem prioriza autonomia. Huawei Band 11 – smartband com tela AMOLED de 1,62", brilho de até 1.500 nits, cerca de 100 modos de treino e bateria de até 14 dias, voltada ao acompanhamento de exercícios e saúde. Xiaomi Smart Band 10 – pulseira inteligente com tela AMOLED de 1,72", brilho de até 1.500 nits, mais de 150 modos esportivos e autonomia de até 21 dias, indicada para treinos e monitoramento contínuo. Amazfit Bip 6 – modelo com tela AMOLED de 1,97", GPS integrado, mais de 140 modalidades esportivas e bateria de até 14 dias, adequado para quem pratica exercícios ao ar livre. Como escolhemos os itens? Selecionamos smartwatches e smartbands disponíveis no varejo nacional em diferentes faixas de preço, priorizando modelos que entregam recursos úteis para monitoramento de atividades físicas, saúde, notificações e rotina. A ideia foi contemplar desde alternativas básicas até opções com recursos mais completos. A seleção levou em conta características como tela, autonomia de bateria, sensores, resistência à água, quantidade de modos esportivos, conectividade e recursos adicionais. Também foram consultadas informações técnicas divulgadas pelos fabricantes para evitar incluir especificações que não correspondam aos modelos listados. O que um bom smartwatch deve ter? Um bom smartwatch barato não precisa reunir todos os recursos de modelos premium, mas deve oferecer um conjunto equilibrado de funções para o uso pretendido. Antes da compra, vale observar principalmente: Tela: AMOLED costuma entregar contraste elevado e cores mais intensas, enquanto telas LCD também podem atender bem ao uso cotidiano. O tamanho e o brilho máximo influenciam diretamente a facilidade de visualizar informações. Bateria: modelos com vários dias de autonomia reduzem a necessidade de recargas frequentes. A duração real, porém, depende do uso de sensores, notificações, brilho e outros recursos. Sensores de saúde: frequência cardíaca, oxigenação do sangue e monitoramento do sono podem ampliar o acompanhamento da rotina. Esses dados têm caráter informativo e não substituem avaliações médicas. Modos esportivos: uma variedade maior de modalidades permite registrar diferentes atividades, como caminhada, corrida, ciclismo e musculação. Também é importante verificar se há recursos específicos para o exercício praticado. GPS: o GPS integrado é especialmente útil para quem corre, caminha ou pedala ao ar livre e quer registrar distância e trajeto sem depender do celular durante a atividade. Resistência à água: classificações como 5 ATM permitem usar determinados modelos em atividades aquáticas rasas, mas não significam que o dispositivo seja apropriado para mergulho, água quente ou qualquer situação de imersão prolongada. Initial plugin text 📝Quais são os 5 melhores smartwatches? Confira no Fórum TechTudo 1. Bettdow FB028 – a partir de R$ 110 Com preço bastante abaixo dos modelos de marcas mais conhecidas, o Bettdow FB028 aposta em uma proposta simples: colocar notificações, chamadas Bluetooth e recursos de acompanhamento físico no pulso sem exigir um investimento alto. A tela LCD de 1,83 polegada oferece uma área confortável para consultar informações, enquanto a compatibilidade com Android e iOS amplia as possibilidades de uso. O design segue o padrão esportivo, com caixa em ABS e pulseira de silicone. O conjunto tem cerca de 44,6 mm e reúne controles por toque em uma estrutura voltada ao uso cotidiano. Por não ter uma construção especialmente sofisticada, o modelo faz mais sentido como primeiro smartwatch ou como alternativa econômica para acompanhar atividades, mensagens e funções básicas do celular. A bateria de 300 mAh pode chegar a cerca de sete dias em uso regular, enquanto o uso contínuo fica em torno de 48 horas, segundo as informações disponíveis. O carregamento é feito por cabo, mas o tempo necessário para completar a carga não é informado de maneira consistente nas especificações encontradas. No monitoramento de saúde, o FB028 reúne recursos como acompanhamento da frequência cardíaca, nível de oxigenação do sangue (SpO₂) e sono. São métricas úteis para ter uma visão geral da rotina, mas não substituem equipamentos médicos. O relógio também oferece mais de 100 modos esportivos, contemplando atividades como corrida, ciclismo, yoga e natação. Entre os recursos extras, estão a integração com a Alexa, chamadas realizadas pelo Bluetooth, notificações do celular, controle de música, acionamento remoto da câmera e função para localizar o telefone. A conectividade, porém, fica concentrada no Bluetooth: não há Wi-Fi nem NFC, e o modelo não possui GPS integrado, portanto não consegue fazer o posicionamento de uma atividade de forma independente do smartphone. A resistência IP68 ajuda a proteger o dispositivo contra poeira e contato com água dentro das condições previstas para a certificação, enquanto a integração com o celular permite sincronizar os dados e receber notificações no pulso. O Bettdow FB028 está disponível a partir de R$ 110 na Shopee. Prós: tela LCD de 1,83 polegada; mais de 100 modos esportivos; chamadas Bluetooth e integração com Alexa Contras: ausência de GPS integrado; não possui Wi-Fi ou NFC; tela LCD oferece menos contraste que painéis AMOLED 2. Huawei Band 10 – a partir de R$ 186 A Huawei Band 10 segue uma proposta mais próxima de uma smartband tradicional, priorizando leveza, monitoramento de saúde e atividades físicas em um corpo compacto. Com apenas cerca de 15 gramas na versão com caixa de alumínio e espessura de 8,99 mm, o modelo pode ser usado durante boa parte do dia sem acrescentar muito volume ao pulso. Huawei Band 10 é boa? Veja preço e ficha técnica da smartband A tela AMOLED de 1,47 polegada tem resolução de 194 x 368 pixels e 282 ppi, entregando contraste elevado e boa definição para consultar notificações, métricas de exercícios e informações rápidas. A construção também varia conforme a cor: algumas versões utilizam liga de alumínio, enquanto outras empregam polímeros duráveis. Na autonomia, a Huawei promete até 14 dias em condições específicas de uso e até oito dias em uma utilização considerada típica, com monitoramento cardíaco, sono, SpO₂, estresse, exercícios e notificações ativados. O carregamento magnético completo leva cerca de 45 minutos, e uma carga de cinco minutos pode proporcionar até dois dias de uso, de acordo com a fabricante. O conjunto de sensores inclui medidor óptico de frequência cardíaca e uma unidade IMU de nove eixos, formada por acelerômetro, giroscópio e magnetômetro. A Band 10 acompanha sono, frequência cardíaca, SpO₂, estresse e ciclo menstrual, além de oferecer recursos de bem-estar. O dispositivo ainda reconhece mais de 100 modalidades esportivas e conta com recursos específicos para natação. É importante observar que a Huawei Band 10 não possui GPS integrado. O posicionamento de atividades ao ar livre depende do smartphone compatível, portanto corredores e ciclistas que desejam registrar trajetos sem levar o celular podem preferir um relógio com GNSS próprio. Em compensação, a conexão Bluetooth 5.0 e BLE permite a comunicação com smartphones Android 9 ou superior e iPhones com iOS 13 ou posterior. Entre as funções inteligentes estão notificações de chamadas e mensagens, controle de áudio, obturador remoto da câmera, alarme, temporizador, lanterna e recurso para localizar o telefone. A pulseira tem resistência de 5 ATM e pode ser utilizada em atividades em águas rasas, como natação em piscina, mas não é indicada para mergulho ou ambientes com água quente. Não há NFC ou armazenamento interno informado para instalação de aplicativos diretamente no dispositivo; a experiência é complementada pelo aplicativo Huawei Health. A Huawei Band 10 pode ser encontrada a partir de R$ 186 na Amazon. Prós: tela AMOLED de 1,47 polegada; até 14 dias de autonomia; mais de 100 modos esportivos e resistência de 5 ATM Contras: ausência de GPS integrado; não possui NFC para pagamentos por aproximação; sistema fechado limita a instalação de aplicativos de terceiros 3. Samsung Galaxy Fit 3 – a partir de R$ 206 O Samsung Galaxy Fit 3 é uma smartband de entrada que combina corpo compacto com uma tela AMOLED de 1,6 polegada, resolução de 256 x 402 pixels e peso de cerca de 18,5 gramas. A construção tem caixa de alumínio e pulseira de silicone, enquanto o formato retangular deixa mais espaço para visualizar notificações, métricas de exercícios e informações de saúde no próprio pulso. Galaxy Fit 3: veja preço, ficha técnica, se tem GPS e é à prova d'água A tela é um dos destaques do modelo, com painel AMOLED que entrega cores mais vivas e contraste elevado. O Galaxy Fit 3 também conta com sensor óptico de frequência cardíaca, acelerômetro, giroscópio, barômetro e sensor de luz, formando um conjunto voltado principalmente ao acompanhamento de atividades e bem-estar. A resistência 5 ATM e a certificação IP68 permitem usar a pulseira em contato com água dentro das condições previstas para essas proteções. A bateria de 208 mAh promete até 13 dias de autonomia, dependendo das configurações e da utilização. O carregamento é feito por uma base magnética POGO, e o dispositivo utiliza Bluetooth 5.3 para se comunicar com o celular. O modelo não tem Wi-Fi nem NFC, portanto não permite pagamentos por aproximação, e também não possui armazenamento voltado à instalação de aplicativos de terceiros. No monitoramento de saúde, o Galaxy Fit 3 acompanha frequência cardíaca, níveis de oxigenação do sangue, estresse e sono, além de registrar mais de 100 tipos de exercícios. Para atividades ao ar livre, porém, é necessário manter o smartphone por perto, já que a pulseira não possui GPS integrado e utiliza o posicionamento do celular. A compatibilidade também é limitada ao Android 10 ou superior, sem suporte para iPhone. Entre os recursos inteligentes estão notificações de chamadas e mensagens, controle de reprodução de mídia, previsão do tempo, alarmes, localização do smartphone e controle remoto da câmera em aparelhos Galaxy compatíveis. O sistema operacional é o FreeRTOS, mais simples que plataformas como Wear OS e watchOS, e a integração acontece principalmente pelos aplicativos Galaxy Wearable e Samsung Health, sem acesso a uma loja de aplicativos de terceiros. Na análise feita pelo TechRadar, o Galaxy Fit 3 apresentou navegação fluida, tela responsiva e autonomia que chegou a cerca de oito dias com uso mais intenso. A medição da frequência cardíaca ficou próxima de outros dispositivos durante os exercícios, mas a ausência de GPS limita o aparelho para quem deseja correr ou pedalar sem levar o celular. O modelo parte de R$ 206 na Shopee. Prós: tela AMOLED de 1,6 polegada; bateria de até 13 dias; mais de 100 modos esportivos Contras: não possui GPS integrado; compatibilidade somente com Android; não tem NFC para pagamentos por aproximação 4. Xiaomi Redmi Watch 5 Active – a partir de R$ 243 O Xiaomi Redmi Watch 5 Active aposta em uma proposta mais próxima de um smartwatch tradicional, com tela LCD de 2 polegadas, resolução de 320 x 385 pixels e brilho máximo de 500 nits. O formato quadrado oferece uma área ampla para visualizar notificações, menus e dados dos exercícios, enquanto a caixa de plástico ajuda a manter o peso em cerca de 30,6 gramas sem a pulseira. Em nossos testes, a tela grande se mostrou confortável para navegar pelos menus e consultar informações durante o uso cotidiano. Redmi Watch 5 Active tem muita bateria e uso fácil, mas sem GPS: testamos Xiaomi Redmi Watch 5 Active: vale a pena comprar o smartwatch em 2026? Cecile Mendonça A bateria de 470 mAh é um dos principais atrativos do modelo e promete até 18 dias de autonomia em uso típico ou 12 dias em utilização intensa. O carregamento é feito por um cabo magnético proprietário, com recarga completa levando cerca de duas horas. Nas nossas avaliações, a autonomia chegou a 16 dias no primeiro ciclo, com monitoramento cardíaco a cada dez minutos, notificações, acompanhamento do sono e exercícios. O relógio utiliza o HyperOS e se conecta ao celular por Bluetooth 5.3, com suporte ao aplicativo Mi Fitness no Android e no iOS. A conexão permite receber notificações, controlar músicas, localizar o telefone e utilizar chamadas Bluetooth, graças aos dois microfones e ao sistema de redução de ruído. Não há Wi-Fi ou NFC, portanto o modelo não oferece pagamentos por aproximação. No acompanhamento de saúde, o Redmi Watch 5 Active monitora frequência cardíaca, SpO₂, estresse, sono e passos, além de oferecer mais de 140 modos esportivos. O dispositivo também registra atividades automaticamente, embora o recurso tenha limitações. O smartwatch é ideal para usuários iniciantes que buscam autonomia de energia, preferem um acessório mais leve e fazem treinos, mais especificamente em academia, de forma regular. Em nossos testes, as medições de frequência cardíaca foram razoáveis em repouso e exercícios moderados, mas apresentaram maior variação durante atividades intensas. O acompanhamento do sono foi um dos recursos que mais se destacou, enquanto a detecção automática de exercícios teve desempenho mais irregular. O modelo tem resistência à água de 5ATM e pode ser usado em situações de contato com água dentro das condições previstas para a certificação. Apesar disso, não oferece modos específicos para natação. Outro ponto importante é a ausência de GPS integrado: corridas, caminhadas e pedaladas ao ar livre dependem do smartphone para registrar a localização. O relógio também não permite instalar aplicativos de terceiros, mantendo a experiência concentrada nos recursos oferecidos pelo HyperOS e pelo Mi Fitness. O Xiaomi Redmi Watch 5 Active pode ser encontrado a partir de R$ 243 na Amazon. Com tela grande, bateria de longa duração, chamadas Bluetooth e uma quantidade ampla de modos esportivos, o modelo se encaixa melhor em uma rotina que prioriza funções básicas e autonomia, enquanto a falta de GPS, NFC e aplicativos de terceiros limita a experiência para quem procura recursos mais avançados. Prós: bateria de até 18 dias; tela LCD de 2 polegadas com 500 nits; chamadas Bluetooth e mais de 140 modos esportivos Contras: não possui GPS integrado; não tem NFC para pagamentos por aproximação; não permite instalar aplicativos de terceiros 5. Huawei Band 11 – a partir de R$ 272 A Huawei Band 11 é uma smartband compacta que aposta em tela AMOLED de 1,62 polegada, resolução de 286 x 482 pixels e brilho suficiente para facilitar a consulta de informações no pulso. Com cerca de 16 a 17 gramas, dependendo do material da caixa, o modelo tem construção fina e pode ser uma opção interessante para acompanhar atividades físicas, sono e métricas de saúde ao longo do dia. Huawei Band 11 é boa? Veja análise da ficha técnica da smartband barata A tela maior em relação à geração anterior ocupa boa parte da frente do dispositivo e oferece 347 ppi, resultando em imagens e textos bem definidos. A caixa pode ser encontrada em versões de polímero ou liga de alumínio, enquanto a pulseira tem construção voltada ao conforto durante o uso prolongado. A resistência de 5ATM também permite utilizar a Band 11 em atividades aquáticas compatíveis com essa certificação. A bateria promete até 14 dias de autonomia em condições específicas ou cerca de oito dias em uso típico. O carregamento é magnético, o que facilita encaixar o cabo na parte traseira da pulseira, e uma recarga completa leva aproximadamente 45 minutos. A conexão com o celular é feita por Bluetooth, com compatibilidade com aparelhos Android 9 ou superior e iPhones com iOS 13 ou posterior. Para acompanhar a saúde, a Band 11 reúne sensores ópticos de frequência cardíaca, oxigenação do sangue e movimento, além de recursos para monitorar sono, estresse e bem-estar. São mais de 100 modalidades esportivas disponíveis, incluindo diferentes atividades de corrida, caminhada, ciclismo e natação. O dispositivo não possui GPS integrado, então o registro de localização em exercícios ao ar livre depende do smartphone. Entre os recursos inteligentes estão notificações de chamadas e mensagens, controle de reprodução de áudio, acionamento remoto da câmera, alarmes, temporizador, lanterna, previsão do tempo e localização do telefone. A experiência é complementada pelo aplicativo Huawei Health, usado para visualizar os dados coletados e configurar a pulseira. Não há Wi-Fi ou NFC, portanto a Band 11 não permite pagamentos por aproximação. A Huawei Band 11 pode ser encontrada a partir de R$ 272 no Mercado Livre. O conjunto combina tela AMOLED, corpo leve, boa autonomia e recursos variados de saúde e exercícios, mas a ausência de GPS próprio faz com que o smartphone continue sendo necessário para registrar trajetos com localização. Prós: tela AMOLED de 1,62 polegada; até 14 dias de autonomia; mais de 100 modos esportivos e resistência de 5ATM Contras: não possui GPS integrado; não tem NFC para pagamentos por aproximação; não oferece Wi-Fi 6. Xiaomi Smart Band 10 – a partir de R$ 299 A Xiaomi Smart Band 10 é uma smartband com tela AMOLED de 1,72 polegada, resolução de 212 x 520 pixels e brilho de até 1.500 nits no modo de alto brilho. O painel ocupa boa parte da frente e facilita a visualização de métricas, notificações e controles, enquanto o corpo leve, de cerca de 15,95 gramas, favorece o uso durante exercícios e ao longo do dia. Xiaomi Smart Band 10: pulseira 'baratinha' tem ótimo custo-benefício Capa de review do Xiaomi Smart Mi Band 10 Ana Letícia Loubak/TechTudo A construção combina uma moldura de alumínio com pulseira de TPU, mantendo o dispositivo fino e leve no pulso. A tela também oferece suporte ao modo sempre ligado, embora esse recurso tenha impacto direto na autonomia. Para atividades aquáticas, a resistência de 5ATM permite o uso em situações compatíveis com a certificação, e a Band 10 ainda conta com recursos específicos para acompanhamento de natação. A bateria de 233 mAh promete até 21 dias de uso típico, cerca de nove dias com a tela sempre ligada ou até oito dias em utilização mais intensa. O carregamento é magnético e leva aproximadamente uma hora para completar a bateria. A conexão com o celular utiliza Bluetooth 5.4, com compatibilidade com Android 8 ou superior e iOS 14 ou posterior. Em nossos testes, a bateria aguentou uma rotina mais leve, sem precisar de recarga ao longo de uma semana de uso. Nossa redatora afirma que ele pode ser usado por um longo período sem precisar carregar novamente. A Xiaomi Smart Band 10 vale muito a pena para quem procura um wearable para usar como aliado da saúde, mas não pode ou não deseja gastar muito no vestível. Ela combina design confortável, tela mais brilhante, autonomia prolongada e monitoramento preciso de saúde. O conjunto de sensores inclui acelerômetro, giroscópio, bússola eletrônica, sensor óptico de frequência cardíaca e SpO₂, além de sensor de luz ambiente. A smartband monitora frequência cardíaca, oxigenação do sangue, sono e outros indicadores de bem-estar, enquanto oferece mais de 150 modos esportivos. Como não possui GPS integrado, atividades que exigem registro de localização dependem do smartphone conectado. A Xiaomi Smart Band 10 utiliza HyperOS 2 e se integra ao aplicativo Mi Fitness, onde ficam armazenados os históricos de saúde e exercícios. Entre as funções inteligentes estão notificações, controle de música, acionamento remoto da câmera, calendário, previsão do tempo e localização do telefone. O modelo não tem Wi-Fi ou NFC, portanto não oferece pagamentos por aproximação, e sua proposta não inclui instalação de aplicativos de terceiros diretamente na pulseira. A Xiaomi Smart Band 10 está disponível a partir de R$ 299 na Amazon. Com tela AMOLED grande e brilhante, bateria de até 21 dias e mais de 150 modalidades esportivas, o modelo é uma alternativa equilibrada para quem quer uma smartband completa para acompanhar saúde e exercícios sem partir para um smartwatch mais caro. Prós: tela AMOLED de 1,72 polegada com até 1.500 nits; bateria de até 21 dias; mais de 150 modos esportivos Contras: não possui GPS integrado; não tem NFC para pagamentos por aproximação; não possui Wi-Fi 7. Amazfit Bip 6 — a partir de R$ 581 O Amazfit Bip 6 é o modelo mais completo da seleção e combina recursos de smartwatch com uma tela AMOLED de 1,97 polegada, resolução de 390 x 450 pixels e brilho de até 2.000 nits. O painel grande facilita a visualização de notificações, métricas e informações durante os exercícios, enquanto a caixa combina alumínio e polímero reforçado. Com cerca de 27,9 gramas, o relógio também mantém uma construção relativamente leve para a categoria. A bateria de 340 mAh promete até 14 dias de autonomia em uso típico, seis dias em utilização intensa ou até 26 dias no modo de economia de energia. O carregamento é feito por base magnética, e a fabricante também indica até 32 horas de uso contínuo do GPS. A conexão com o smartphone ocorre por Bluetooth 5.2, enquanto o dispositivo é compatível com celulares Android 7 ou superior e iPhones com iOS 14 ou posterior. O GPS integrado é um dos principais diferenciais do Bip 6 em relação às smartbands mais baratas da lista. O relógio utiliza cinco sistemas de posicionamento por satélite para registrar trajetos de atividades ao ar livre sem depender do celular. O conjunto ainda conta com sensores de frequência cardíaca, SpO₂, acelerômetro, giroscópio, luz ambiente e sensor geomagnético, permitindo acompanhar diferentes métricas durante a rotina. Para exercícios, são mais de 140 modalidades esportivas, com recursos voltados a atividades como corrida, caminhada, ciclismo e natação. O Bip 6 também acompanha frequência cardíaca, oxigenação do sangue, estresse, sono e nível de prontidão, reunindo os dados no aplicativo Zepp. A resistência à água de 5ATM amplia as possibilidades de uso em atividades aquáticas dentro das condições recomendadas. A parte inteligente inclui microfone e alto-falante para chamadas Bluetooth, notificações do celular, controles de música e outras funções conectadas. O Zepp Flow também adiciona recursos de inteligência artificial ao relógio, enquanto usuários de Android podem utilizar respostas às mensagens em recursos compatíveis. Por outro lado, não há Wi-Fi ou NFC para pagamentos por aproximação, e o armazenamento interno não é voltado à instalação de aplicativos como em relógios com Wear OS ou watchOS. O Amazfit Bip 6 pode ser encontrado a partir de R$ 581 na Shopee. Apesar do preço mais alto da seleção, o modelo entrega um conjunto mais avançado, principalmente pelo GPS integrado, tela AMOLED de alto brilho, bateria de longa duração e variedade de recursos esportivos. Assim, é uma alternativa mais interessante para quem pretende acompanhar treinos com maior independência do smartphone. Prós: GPS integrado com cinco sistemas de posicionamento; tela AMOLED de 1,97 polegada com até 2.000 nits; bateria de até 14 dias Contras: não possui NFC para pagamentos por aproximação; não tem Wi-Fi; preço mais alto que os demais modelos da lista Com informações de Amazon, Amazfit, Bettdow, Huawei, Mercado Livre, Samsung, Shopee e Xiaomi. Mais do TechTudo l Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.

Google tem surpresa ao pesquisar ‘Rock in Rio’; veja como funciona

10 de Setembro de 2026, 14:05

O Google e Rock in Rio estão com uma parceria inédita e preparam uma surpresa para quem vai aproveitar o evento nos próximos dias. Ao digitar “Rock in Rio” no site de busca, o usuário vai ativar um Easter Egg, uma espécie de brincadeira escondida, que irá mostrar efeitos de guitarra na tela e também convidá-lo a experimentar um planejador do festival dentro do Modo IA. A plataforma vai permitir que a pessoa selecione o artista desejado, gerando um cronograma com os horários dos shows e como se deslocar entre um palco e outro. O Gemini também entrou no clima do festival, com templates que permitem ao público se imaginar nos cenários do Rock in Rio. 🔎Sites de dopamina tiram a vontade de comprar? Testamos e ouvimos especialistas 🔔Canal de ofertas no WhatsApp: confira promoções, descontos e cupons a qualquer hora 🔎 Site permite 'visitar' o interior da Grande Pirâmide de Gizé online; confira Google e o Rock in Rio prepararam uma surpresa especial para o público Reprodução/ CDI Comunicação 📝Como baixar vídeos do YouTube sem perder a qualidade? Veja no fórum do TechTudo 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar Índice Google cria surpresa para quem pesquisa por Rock in Rio Como funciona o planejador do Rock in Rio no Modo IA Rock in Rio no Google Trends Templates para gerar imagens no Gemini 1. Google cria surpresa para quem pesquisa por Rock in Rio Para os usuários que procurarem por “Rock in Rio” no Google nos próximos dias, uma surpresa irá aparecer na tela. A empresa em parceria com o festival trouxe uma novidade que vai funcionar como um Easter Egg, uma espécie de brincadeira escondida, que irá exibir efeitos visuais interativos de guitarra na tela, além de um convite para conhecer o planejador inteligente do evento no Modo IA. O site vai permitir que a pessoa selecione os artistas que quer assistir e montar um cronograma personalizado para o festival. A partir desse comando, um cronograma otimizado será gerado com os horários dos shows e indicando as melhores rotas para chegar aos diferentes palcos. Veja como funciona: Passo 1: Digite “Rock in Rio” no Google. Logo em seguida aparecerá um ícone com uma guitarra no centro da tela Ao digitar "Rock in Rio" um ícone de guitarra aparecerá no centro da tela Jonatas Maia/ TechTudo Passo 2: Toque em “Selecione um artista” e escolha os shows que não podem faltar na sua programação. É possível selecionar cinco artistas parceria Google e Rock in Rio Jonatas Maia/ TechTudo Passo 3: Depois de selecionar os artistas, siga as instruções exibidas pelo Google para visualizar o cronograma dos shows e as rotas entre os palcos Rock in Rio: resultado de roteiro personalizado gerado pelo Modo IA do Google Cecile Mendonça/TechTudo 2. Como funciona o planejador do Rock in Rio no Modo IA O Google em parceria inédita com o Rock in Rio criou um planejador para auxiliar o público a se organizar durante os shows que deseja assistir no festival. Ao digitar no site “Rock in Rio”, o usuário vai encontrar uma animação e uma opção que vai solicitar para que ele escolha cinco artistas que estão na programação. Depois de selecionar as atrações, a ferramenta utiliza essas preferências para montar uma programação personalizada, considerando os horários dos shows e os deslocamentos entre os palcos. A ideia é facilitar a organização do público e ajudar a evitar conflitos entre apresentações. 3. Rock in Rio no Google Trends A ferramenta Google Trends fez um levantamento e analisou quais foram os artistas mais procurados durante o primeiro final de semana Rock in Rio 2026. Elton John ficou no topo do ranking, seguido por Black Eyed Peas, Stray Kids, Avenged Sevenfold e Foo Fighters, que completaram o top 5. O Stray Kids só sobe ao palco na próxima sexta-feira, mas o grupo de K-pop já desperta grande interesse nas buscas do Google. A banda aparece em terceiro lugar no ranking, à frente de artistas que já se apresentaram no primeiro fim de semana do Rock in Rio 2026. Rock in Rio 2026: artistas mais buscados no primeiro fim de semana do festival 4. Templates para gerar imagens no Gemini O Gemini, que é a IA oficial do festival, também ganhou uma experiência interativa para celebrar o Rock in Rio. Usando a função "Criar Imagens" no aplicativo, é possível recriar cenários inspirados no festival. São 10 templates exclusivos que prometem deixar os usuários do app dentro do evento: dá para aparecer nos telões dos palcos, adotar um estilo rocker dos anos 90 e aparecer na grade do show ou em frente ao famoso letreiro do Rock in Rio, por exemplo. Para isso, basta selecionar o template que você quer e subir uma foto, que a inteligência artificial faz todo o trabalho. Além dos templates, também é possível testar prompts do Gemini para ajudar na preparação para o festival, como a escolha do look. Basta inserir imagens das roupas que você já tem e digitar o prompt: "Gemini, quero dicas de look para o Rock in Rio com base nestas peças de roupa que eu já tenho. Monte um look pensando em conforto e estilo." Mais TechTudo 🎥 iOS 27: veja todas as novidades sobre o sistema novo da Apple iOS 27: veja todas as novidades sobre o sistema novo da Apple

'Como eu seria nos anos 2000?': veja como fazer a trend do Instagram com IA

10 de Setembro de 2026, 13:28

Poucos dias depois de a trend dos anos 80 dominar o Instagram, uma nova brincadeira de nostalgia toma o feed da rede social, agora puxando a estética dos anos 2000. A trend "como eu seria nos anos 2000?" segue a mesma lógica da anterior, usando inteligência artificial para transformar uma foto atual em um retrato ambientado na década, mas troca o laquê e as ombreiras por celulares com antena, câmeras digitais compactas, jeans de cintura baixa e quartos decorados com pôsteres e CDs. A seguir, veja como participar da trend usando IA e publicar o resultado pelo recurso "Sua vez" do Instagram. 🔎 Trend dos anos 80 no Instagram: como fazer a nova moda com o ChatGPT 🔎 Trend dos anos 80: testamos ChatGPT e Gemini para ver qual cria a melhor foto 🔎 Além da trend dos anos 80: 5 prompts para viajar pelas décadas Trend usa IA para imaginar como seria uma foto tirada nos anos 2000 TechTudo/Késya Holanda 📝 Qual a melhor inteligência artificial para criar imagens? Veja no Fórum do TechTudo Índice O que é a trend "como eu seria nos anos 2000?" Como fazer a trend dos anos 2000 com IA Qual prompt usar para criar a foto dos anos 2000 Como personalizar a imagem para ficar com mais cara dos anos 2000 Como colocar a imagem no Instagram pelo "Sua vez" Trend dos anos 80 também viralizou no Instagram: qual é a diferença? O que é a trend "como eu seria nos anos 2000?" A brincadeira circula pelo Instagram através da figurinha "Sua vez", recurso de Stories e Reels que permite a um usuário lançar um desafio e convidar outras pessoas a participarem publicando a própria versão. No caso da trend dos anos 2000, a proposta é usar inteligência artificial para imaginar como a própria pessoa seria se tivesse sido fotografada durante aquela década, alterando roupas, cabelo, maquiagem, acessórios e cenário, mas mantendo o rosto reconhecível. Para deixar o resultado convincente, vale caprichar nos elementos visuais que remetem à época, como câmeras digitais compactas, celulares com antena e teclado físico, CDs, computadores de tubo, jeans de cintura baixa, bolsas pequenas e óculos coloridos. Quartos decorados com pôsteres de bandas e enfeites característicos do início dos anos 2000 também ajudam a reforçar a ambientação da imagem gerada. Como fazer a trend dos anos 2000 com IA Envie uma foto com o rosto bem visível antes de digitar o prompt TechTudo/Késya Holanda O processo segue o mesmo caminho usado na trend anterior, dos anos 80: escolha uma foto em que o rosto apareça nítido e bem iluminado, de preferência em ângulo frontal, já que isso ajuda a IA a preservar os traços do rosto na hora de gerar a nova imagem. Passo a passo: Passo 1: Abra uma ferramenta de IA capaz de gerar ou editar imagens, como ChatGPT ou Gemini; Passo 2: Envie a fotografia escolhida como referência; Passo 3: Digite o prompt pedindo a transformação para a estética dos anos 2000 (veja sugestão no próximo tópico); Passo 4: Aguarde a geração da imagem; Passo 5: Peça ajustes adicionais à IA para corrigir ou personalizar o resultado, se necessário. Qual prompt usar para criar a foto dos anos 2000 Resultado da transformação para a estética dos anos 2000 gerada por IA TechTudo/Késya Holanda Um bom prompt-base pede à IA para preservar o rosto e a identidade da pessoa, mas reconstruir roupas, cabelo, cenário e até a textura da fotografia de acordo com a década. Um exemplo de comando é: "Use minha foto como referência e transforme a pessoa em uma versão dos anos 2000. Preserve meu rosto e minhas principais características para que eu continue reconhecível. Altere o cabelo, as roupas e os acessórios para estilos típicos da década. Crie um cenário compatível com a época e faça a imagem parecer uma fotografia real de câmera digital do início dos anos 2000, com flash direto e leve granulação. Evite aparência de fantasia ou desenho." Vale testar o resultado e ajustar o comando caso a imagem fique genérica demais, sem elementos claramente associados à década. Também ajuda especificar um ano dentro do período, como 2002 ou 2007, já que a estética do início e do fim dos anos 2000 não era exatamente a mesma, com mudanças perceptíveis em roupas, cabelo e até na qualidade das câmeras digitais da época Como personalizar a imagem para ficar com mais cara dos anos 2000 Personalize com cenários, acessórios e cores que achar melhor TechTudo/Késya Holanda Depois da primeira geração, é possível fazer novos pedidos à IA para refinar o resultado. Trocar as roupas por tendências mais específicas da década, mudar o penteado e a maquiagem, ou colocar a pessoa em um cenário como um quarto decorado ou uma festa de formatura são pedidos simples que ajudam a aproximar a imagem da estética desejada. Outras opções de ajuste incluem adicionar um celular antigo, um computador de tubo, um CD ou uma câmera digital compacta como acessório na cena, além de pedir que a imagem simule uma fotografia tirada com câmera digital antiga, com flash forte e resolução mais baixa. Quanto mais específico for o pedido, maior a chance de o resultado final parecer realmente uma foto da época, em vez de uma imagem genérica com roupas antigas. Como colocar a imagem no Instagram pelo "Sua vez" Depois de gerar a imagem, o próximo passo é publicá-la na trend usando a figurinha "Sua vez" nos Stories ou Reels do Instagram. Passo a passo: Passo 1: Abra o Instagram e procure storys de pessoas que estão seguindo a trend; Passo 2: Toque no ícone da figurinha "Sua vez"; Passo 3: Adicione a foto gerada pela IA com a estética dos anos 2000 nos seus storys; Passo 4: Publique normalmente para participar da trend. Como o Instagram costuma ajustar nomes de botões e a posição de recursos entre atualizações, vale conferir se a figurinha aparece com o nome "Sua vez" na versão mais recente do aplicativo antes de seguir o passo a passo. Participe da trend "Sua vez" TechTudo/Késya Holanda Trend dos anos 80 também viralizou no Instagram: qual é a diferença? Poucos dias antes da trend dos anos 2000, uma brincadeira parecida já havia dominado o Instagram, usando o mesmo tipo de transformação por IA para imaginar como os usuários seriam nos anos 1980. Naquela versão, o resultado costuma trazer cabelos volumosos, jaquetas de couro, ombreiras, cores mais saturadas e uma textura de fotografia analógica granulada, remetendo às câmeras de filme da época. A lógica por trás das duas trends é a mesma, apenas trocando a referência visual de uma década para outra. Enquanto os anos 80 trazem um visual mais exagerado e colorido, os anos 2000 reproduzem elementos mais associados à explosão da tecnologia digital do período, como celulares com antena e câmeras compactas, mostrando como a mesma técnica de IA pode ser aplicada para viajar por diferentes décadas a partir de uma única fotografia. Veja também: Como fazer a trend de "virar loira" com ChatGPT Como fazer a trend "loira" no ChatGPT ou Gemini

iOS 27 ganha ‘botão do castigo’ para pais bloquearem iPhone dos filhos

10 de Setembro de 2026, 12:41

O iOS 27, nova versão do sistema operacional da Apple, terá um recurso que permite aos pais pausar o acesso dos filhos a aplicativos e à internet pelo iPhone. Apelidado de “botão do castigo”, o Pausar Uso de Dispositivos faz parte de uma reformulação do Tempo de Uso e poderá ser acionado quando o responsável quiser interromper o uso do aparelho pela criança. A atualização também amplia os controles parentais, com novos limites para apps, horários de uso e restrições de conteúdo e contatos. A seguir, veja mais detalhes sobre essa nova função. 🔎 Vale a pena atualizar o iPhone 11 para o iOS 27? Entenda impactos 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar iOS 27 ganha ‘botão do castigo’ para pais bloquearem iPhone dos filhos Reprodução/Pexels/Apple/Editada com IA 📝 Como desativar a localização do iPhone? Veja no fórum do TechTudo Índice Como funciona o ‘botão do castigo’ do iPhone? Como configurar o controle parental do iPhone? iOS 27 amplia recursos de controle parental Como funciona o ‘botão do castigo’ do iPhone? O Pausar Uso de Dispositivos permite bloquear temporariamente o acesso da criança a aplicativos e à internet sem precisar alterar os limites de cada app. O comando fica no Tempo de Uso, área que reúne as ferramentas da Apple para acompanhar a atividades e estabelecer restrições no aparelho dos filhos. Quando a função é acionada, os aplicativos bloqueados deixam de poder ser usados no iPhone da criança. O responsável pode manter disponíveis apenas os apps previamente autorizados, como ferramentas de comunicação ou outros serviços que considere necessários. Assim, a restrição não exige que o aparelho fique completamente inutilizável. A Apple apresenta a novidade como uma opção para momentos em que os pais querem afastar os filhos do celular, como durante refeições ou outras atividades em família. O bloqueio pode ser aplicado sem modificar a programação habitual do Tempo de Uso. O responsável pode liberar novamente o aparelho ou conceder mais tempo de uso à criança pelo próprio iPhone. 🔎Siri AI: 6 funções que a nova assistente da Apple pode fazer Entenda como funciona o ‘botão do castigo’ do iPhone Shutterstock Como configurar o controle parental do iPhone? Os controles podem ser administrados pelo responsável por meio do Compartilhamento Familiar. A conta da criança pode ser criada durante a configuração de um iPhone novo ou adicionada a um aparelho que já estava em uso. Para criar o perfil, o responsável deve acessar Ajustes > [nome do usuário] > Família > Criar Conta Infantil. Depois, é possível definir quais aplicativos e sites poderão ser acessados no dispositivo da criança. Para os apps, o iOS 27 oferece três opções: apenas os essenciais, como Telefone, Mensagens e FaceTime; um conjunto básico, que acrescenta recursos como e-mail, fotos, navegador e música; ou uma seleção personalizada feita pelos responsáveis. Os pais ainda podem determinar os períodos em que o aparelho ficará disponível. É possível, por exemplo, restringir o uso durante a noite e estabelecer uma pausa para jogos, redes sociais e outros aplicativos de entretenimento durante o horário escolar, com dias e horários definidos. As configurações do Tempo de Uso podem ser protegidas por um código para impedir que os limites sejam alterados pela criança sem autorização. 🔎Quando lança o iOS 27? Apple revela data; confira as novidades Veja como configurar o controle parental do iPhone Reprodução/The Parents Web Site iOS 27 amplia recursos de controle parental A Apple vai fornecer referências de tempo de uso de acordo com a idade da criança. Os valores servem como ponto de partida para a configuração e podem ser alterados pelos responsáveis. A criança poderá ainda pedir autorização quando tentar abrir um site bloqueado no Safari. O responsável recebe a solicitação e decide se libera o endereço sem precisar remover as demais restrições de navegação. As ferramentas de comunicação terão novos controles. Pais poderão aprovar novos contatos antes que sejam adicionados e restringir interações com pessoas que não estejam autorizadas. Em apps de terceiros, porém, parte dessas proteções depende da adoção das ferramentas fornecidas pela Apple pelos próprios desenvolvedores. O sistema também amplia ainda as proteções contra conteúdo impróprio para crianças e adolescentes. As configurações podem ser ajustadas conforme a idade e as regras definidas pelos responsáveis. 🔎Como configurar iPhone? 9 passos para iniciar um celular novo Pais podem monitorar tempo de tela dos filhos pela iOS 27 Reprodução/Apple Com informações de WIRED e TechCrunch Mais do TechTudo 🎥Veja também: iOS 27: veja todas as novidades sobre o sistema novo da Apple iOS 27: veja todas as novidades sobre o sistema novo da Apple

iPhone 18 Pro é bom para jogos? Confira desempenho

10 de Setembro de 2026, 12:32

O iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max tiveram seu lançamento oficial nesta última quarta-feira (9) em uma apresentação Apple Event da fabricante Apple às 14h no horário de Brasília, durante a qual foi mostrada sua alta capacidade de rodar games. O dispositivo utiliza o novo chip A20 Pro, construído com uma nova tecnologia de 2 nanômetros oferecendo mais potência em relação ao A20 padrão, permitindo rodar jogos com requisitos ainda mais altos. Confira mais detalhes sobre a capacidade para games do iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, disponíveis a partir e R$ 11.999 e R$ 12.999, respectivamente, em 18 de setembro. 🎮 Review | Marvel’s Wolverine diverte, mas não consegue criar identidade própria 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos iPhone 18 Pro e Pro Max contam com poderoso processador A20 Pro capaz de rodar Monster Hunter Outlanders e mais Reprodução/Apple ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Quais são os dez melhores jogos na sua opinião? Comente no Fórum TechTudo Em matéria de especificações técnicas, o A20 Pro é o chip mais avançado da Apple, contando com 6 núcleos, dentre os quais 2 são super núcleos 20% mais rápidos e 4 são de eficiência, e uma unidade vídeo (GPU) com 7 núcleos. A GPU tem uma performance 40% mais rápida que o processador A20 padrão, além de contar com Ray Tracing acelerado por hardware e aceleradores neurais para tarefas de inteligência artificial. Entre elas, upscaling usando a tecnologia MetalFX, semelhante à DLSS da Nvidia e FSR da AMD. Vale apontar que para resfriamento há uma câmara de vapor com 3 vezes o tamanho da do iPhone 17 Pro. Durante uso contínuo é comum que processadores e unidades de vídeo percam performance conforme esquentam. O A20 Pro promete até 40% mais performance contínua em comparação com o A20. Apesar de não informado pela Apple, supostamente o iPhone 18 Pro e Pro Max trarão 12GB de memória RAM. Em questão de armazenamento, eles estarão disponíveis em versões a partir de 256GB, com opções de 512GB, 1TB e 2TB. O iPhone 18 Pro e Pro Max não terão dificuldade em rodar jogos pesados como Resident Evil 4 Remake Divulgação/Capcom Um dos jogos mostrados durante a apresentação foi Monster Hunter Outlanders, um game multiplayer cooperativo online da saga de caçadores de monstros da Capcom, desenvolvido em parceria com o Timi Studio da Tencent. O game é capaz de rodar a uma taxa de quadros de até 120 FPS enquanto oferece gráficos e reflexos no nível dos jogos da série para consoles. Por enquanto não há data de lançamento definida para o título, mas ele chegará ainda em 2026. As configurações do iPhone 18 Pro e do iPhone 18 Pro Max permitem rodar alguns dos jogos mais exigentes disponíveis para celulares, incluindo títulos com gráficos próximos aos de consoles. Entre os principais destaques estão Resident Evil 4 Remake, Resident Evil Village, Death Stranding Director’s Cut, Genshin Impact, Honkai: Star Rail, Grid Autosport, Sid Meier's Civilization VI, Zenless Zone Zero, Alien: Isolation e Wuthering Waves, entre outros. iPhone Duo tem o mesmo processador do iPhone 18 Pro e Pro Max, capaz de rodar games como Zenless Zone Zero em uma tela ainda maior Reprodução/Apple Ao final do evento também foi exibido o iPhone Duo, o primeiro modelo com tela dobrável da Apple, que transforma o iPhone quase em um iPad. Ele também conta com o mesmo chip A20 Pro, o que significa que é capaz de rodar os mesmos games do iPhone 18 Pro e Pro Max. Durante a apresentação foi mostrado o jogo Zenless Zone Zero e como o título se adaptava de acordo com o tamanho e orientação da tela. O iPhone Duo custará a partir de R$ 21.999 e chega ao Brasil em 23 de outubro. Com informações de Apple (1, 2, 3), MacRumors Mais do TechTudo Veja também: 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA! 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA!

Não vai ter iPhone 18 'normal'? Veja previsão de lançamento do celular

10 de Setembro de 2026, 12:29

Com a chegada da geração iPhone 18 Pro e do iPhone Duo, muitos usuários passaram a se perguntar se “não vai ter iPhone 18 normal”, já que o modelo marcou presença nas últimas gerações apresentadas pela Apple. A consulta registrou aumento repentino no Google nas últimas 24 horas, segundo dados do Google Trends. Em 2026, porém, a estratégia de lançamento da fabricante parece ter mudado, com uma possível divisão do calendário da linha. Segundo relatório do site ETNews e informações divulgadas pela Bloomberg, o iPhone 18 deve ser apresentado apenas no primeiro semestre de 2027. A expectativa também envolve o iPhone 18e, que deve assumir o posto de modelo mais acessível da marca, e o iPhone Air 2, possível sucessor da linha ultrafina da Apple. Vale destacar, contudo, que a companhia não confirmou os lançamentos, e as informações permanecem no campo dos rumores. 📲 Capinha do novo iPhone dobrável custa mais que um celular novo; veja preço 🔎Apple lança iPhone dobrável, iPhone 18 Pro e mais; veja preços e cores 🤔 Quando o iPhone 18 e o Duo chegam ao Brasil? Veja a data da pré-venda Sucessor do iPhone 17 deve ser apresentado pela Apple nos primeiros meses de 2027, seguindo uma possível mudança no calendário de lançamentos da marca Brenda Santos/TechTudo ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Qual iPhone é o mais barato? Tire dúvidas no Fórum do TechTudo Ainda de acordo com o ETNews, um dos principais portais sul-coreanos de notícias sobre tecnologia, a estratégia da Apple estaria concentrada em dar maior protagonismo aos modelos mais robustos da linha. Esse movimento ganha ainda mais relevância com a chegada do iPhone Duo, primeiro smartphone dobrável da fabricante, que passa a integrar o portfólio premium da companhia. Em outras palavras, a Apple deve priorizar a divulgação do iPhone 18 Pro e do seu primeiro dobrável, concentrando as atenções nos smartphones de maior apelo tecnológico. Já os modelos mais básicos da geração, incluindo o iPhone 18, seriam apresentados posteriormente, em um evento separado previsto para os primeiros meses de 2027. Apple prepara novidades para iPhone 18, Air 2 e 18e Segundo o site MacRumors, o iPhone 18 deve estrear o chip A20, fabricado em processo de 2 nanômetros e ligeiramente menos potente que o A20 Pro, presente nos modelos iPhone 18 Pro e iPhone Duo. O aparelho também pode receber uma câmera frontal de 24 MP, enquanto a Dynamic Island tende a ser reduzida, contribuindo para um design mais refinado e discreto. Já de acordo com a Bloomberg, o iPhone Air 2 deve ganhar uma câmera ultrawide, ampliando o conjunto fotográfico e aproximando o aparelho do iPhone 18 nesse quesito. A Apple também estaria planejando elevar a capacidade da bateria, que pode se beneficiar da maior eficiência energética do A20, mesmo processador esperado no iPhone 18. Quanto ao iPhone 18e, o MacRumors indica a possibilidade de 9 GB de RAM e do processador utilizado pela atual geração. Apesar de a Apple ainda não ter confirmado os lançamentos, são esperadas atualizações para o iPhone Air e uma nova variante mais acessível da linha Divulgação/Apple Com informações de ETNews, Bloomberg e MacRumors 🎥5 novidades da Apple que você precisa conhecer Destaques da Apple no Surpreenda e Brilhe 2026. Veja todos os anúncios

iPhone Duo: preço, ficha técnica e análise do primeiro iPhone dobrável

10 de Setembro de 2026, 12:17

O iPhone Duo é o primeiro smartphone dobrável da Apple. Anunciado em 9 de setembro deste ano, o modelo entra em pré-venda em 16 de outubro, com preços entre R$ 21.999 e R$ 30.999, e começa a ser vendido em 23 de outubro. Com formato "passaporte", o iPhone dobrável tem uma tela externa de 5,4" polegadas e uma tela interna de 7,6" sem vinco visível, ambas com revestimento antirreflexo e suporte ao Apple Pencil. Além disso, a proporção dos displays é a mesma, o que promete garantir melhor continuidade visual ao abrir e fechar as telas. Principal concorrente do Galaxy Z Fold 8, o dobrável também estreia o processador A20 Pro, primeiro chipset de 2 nanômetros desenvolvido pela Apple, com promessa de avanços em desempenho e eficiência energética. Em autonomia, a companhia afirma que o iPhone Duo pode reproduzir até 44 horas de vídeo na tela externa. Já o conjunto fotográfico é formado por duas câmeras de 48 MP, enquanto o sistema reúne recursos voltados à experiência de uso em um aparelho de dimensões variáveis. A seguir, confira a ficha técnica completa e os principais recursos e novidades do iPhone Duo. 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔎 Capinha do novo iPhone dobrável custa mais que um celular novo; veja preço 💰 Preço do iPhone Duo: 6 coisas que você pode comprar com o valor do dobrável iPhone Duo é bom? Veja todas as novidades do novo dobrável da Apple ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Qual iPhone é o mais barato? Participe do Fórum do TechTudo iPhone Duo: preço, ficha técnica e análise do primeiro iPhone dobrável O TechTudo reuniu, em 11 tópicos, tudo o que você precisa saber sobre o iPhone Duo, o primeiro celular dobrável da Apple. No índice a seguir, confira os principais destaques abordados neste guia. Ficha técnica do iPhone Duo Construção em titânio e design ultrafino Tela interna com acabamento antirreflexo e vinco reduzido Câmera principal com abertura ampla e recursos pensados para dobráveis Desempenho com processador A20 Pro, de 2 nanômetros Bateia para até 44 horas de vídeo e recarga de 50% em 20 minutos iOS 27 com nova Siri e Liquid Glass Prós e contras do iPhone Duo iPhone Duo vale a pena? Preço e disponibilidade do iPhone Duo no Brasil Concorrentes do iPhone Duo Ficha técnica do iPhone Duo Tela principal: 7,6" (2.670 x 1.878) Tela secundária: 5,4" (2.034 x 1.398) Painel: OLED Câmera traseira: 48 MP + 48 MP Câmera frontal: 12 MP + Câmera FaceTime sob a tela Bateria: não informado Processador: A20 Pro Memória RAM: não informado Armazenamento: 256 GB, 512 GB, 1 TB ou 2 TB Sistema operacional: iOS 27 Peso: 254 g Dimensões: 84,1 x 117,8 x 11,3 mm (fechado); 164,6 x 117,8 x 5,2 mm (aberto) Proteção: IP68 Cores: céu noturno ou branco‑estrela Anúncio: setembro de 2026 Lançamento no Brasil: outubro de 2026 Preço de lançamento: a partir de R$ 21.999 Construção em titânio e design ultrafino O iPhone Duo marca a estreia da Apple no mercado de smartphones dobráveis e chega com uma construção refinada. O aparelho combina estrutura e cobertura da dobradiça em titânio aeroespacial grau 5, material que contribui para aumentar a resistência do conjunto. Na tela externa de 5,4 polegadas, a Apple utiliza Ceramic Shield 2, enquanto a tampa traseira recebe o Ceramic Shield. Para completar o conjunto de proteção, o modelo conta com certificação IP68, que garante resistência à poeira e permite submersão em até seis metros de água por até 30 minutos. iPhone Duo chega em duas opções de cores Divulgação/Apple Com 254 gramas, o iPhone Duo tem 11,3 mm de espessura quando fechado e apenas 5,2 mm quando aberto. Nessa configuração, o dobrável se torna o celular mais fino já produzido pela Apple, superando inclusive o iPhone Air, modelo desenvolvido com foco em espessura reduzida. Para o acabamento, a companhia oferece duas opções de cores mais discretas: céu noturno, com tonalidade próxima ao preto, e branco-estrela. O conjunto reforça a proposta de aliar um formato dobrável a uma construção resistente e a um design mais fino. Tela interna com acabamento antirreflexo e vinco reduzido As telas estão entre os principais atrativos de qualquer smartphone dobrável, e a Apple equipou o iPhone Duo com especificações robustas para reforçar sua aposta nesse mercado. O display interno tem 7,6 polegadas e resolução de 2.670 x 1.878 pixels, com acabamento fosco com tecnologia “nano-texture”, desenvolvida para reduzir reflexos e ajudar a disfarçar o vinco central. Quando fechado, o iPhone Duo oferece uma tela externa de 5,4 polegadas, com resolução de 2.034 x 1.398 pixels. Ambas as telas compartilham a mesma proporção de tela, de modo que o conteúdo é redimensionado proporcionalmente. Segundo a Apple, isso garante continuidade visual. Além disso, os dois displays reúnem um conjunto de recursos voltados à qualidade da imagem e à experiência de uso, incluindo taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz, brilho mínimo de 1 nit e pico de 3.000 nits. Telas do iPhone Duo combinam brilho de até 3.000 nits, taxa de 120 Hz e suporte à Apple Pencil Divulgação/Apple As telas também contam com suporte à Apple Pencil, permitindo o uso da caneta por meio de conexão USB-C — recurso que, segundo a Apple, estará disponível ainda este ano. Com a combinação de alta taxa de atualização, brilho elevado e acabamento antirreflexo, o dobrável busca oferecer uma experiência versátil tanto no formato compacto quanto com a tela ampliada. Câmera principal com abertura ampla e recursos pensados para dobráveis O iPhone Duo chega com um sistema duplo de câmeras traseiras que, embora não reúna as especificações mais avançadas da linha iPhone 18 Pro, supera o conjunto do iPhone 17 Pro em um aspecto importante: a abertura mais ampla da lente principal. A seguir, confira como o sistema fotográfico do dobrável está distribuído. Câmera principal de 48 MP com abertura de f/1.6; Câmera ultrawide de 48 MP com abertura de f/2.2; Câmera frontal externa de 12 MP com abertura de f/2.2; Câmera FaceTime sob a tela com abertura de f/1.8. Além da alta resolução, a câmera principal do iPhone Duo aposta em abertura de f/1.6, que permite a entrada de uma quantidade maior de luz no sensor e favorece registros em ambientes menos iluminados. A lente também conta com estabilização óptica de imagem por deslocamento do sensor e pixels de foco híbrido. O conjunto, porém, não inclui uma teleobjetiva dedicada, mas a Apple afirma que a câmera principal oferece zoom com qualidade óptica de 2x em fotos de 12 MP e zoom digital de até 10x. Para completar o sistema traseiro, há uma lente ultrawide de 13 mm, com campo de visão de 120° e pixels de foco híbrido. iPhone Duo traz duas câmeras traseiras de 48 MP e sensor sob a tela dedicado a videochamadas Reprodução/Apple Para selfies, o dobrável traz uma câmera Center Stage de 12 MP, acompanhada por uma segunda câmera posicionada sob a tela e dedicada a videochamadas. Embora a Apple não informe a resolução desse segundo sensor, a companhia destaca abertura de f/1.8 e suporte a gravações em 1080p a 30 ou 60 fps. Em vídeo, tanto a câmera principal quanto a frontal de 12 MP são capazes de gravar em 4K com Dolby Vision a 24, 25, 30 ou 60 fps, enquanto a lente principal também oferece gravação em 100 ou 120 fps para registros em câmera lenta. Além do hardware, o iPhone Duo reúne recursos pensados para aproveitar o formato dobrável durante a captura de fotos e vídeos. A função “Duo Preview”, por exemplo, permite que a pessoa fotografada acompanhe sua própria imagem na tela externa, o que facilitando o ajuste da pose e do enquadramento. O aparelho também oferece o Modo Cinema, que aplica um efeito de profundidade aos vídeos e permite realizar ajustes mesmo após a gravação. Desempenho com processador A20 Pro, de 2 nanômetros O iPhone Duo inaugura uma nova geração de processadores da Apple ao chegar com o A20 Pro, primeiro chipset da fabricante desenvolvido em processo de fabricação de 2 nanômetros (nm). A CPU é formada por dois núcleos de alto desempenho e quatro voltados à eficiência energética, e, segundo a Apple, oferece desempenho até 20% superior ao componente presente no iPhone 17 Pro. O conjunto também inclui uma GPU de sete núcleos com Neural Accelerators e um Neural Engine de 16 núcleos, voltado a tarefas de Inteligência Artificial (IA). A20 Pro aposta em desempenho avançado e maior eficiência energética para ampliar a autonomia Reprodução/Apple Em armazenamento, o dobrável oferece opções de 256 GB, 512 GB, 1 TB e até 2 TB, configuração que reforça sua proposta voltada à produtividade e ao uso intensivo. A Apple, porém, não divulga oficialmente a quantidade de memória RAM utilizada em seus smartphones. O GSM Arena aponta 12 GB de RAM para o modelo, embora essa informação não tenha sido confirmada pela fabricante. Bateria para até 44 horas de vídeo e recarga de 50% em 20 minutos A bateria é outro aspecto que a Apple não costuma divulgar a capacidade de seus modelos em mAh. No iPhone Duo, a marca informa apenas que o dobrável conta com duas baterias internas de íon de lítio. Segundo os dados oficiais, o aparelho oferece até 44 horas de reprodução contínua de vídeo na tela externa de 5,4 polegadas e até 31 horas no display interno de 7,6 polegadas. Em uso típico, que combina os dois painéis, a autonomia pode chegar a 24 horas. No carregamento, o iPhone Duo alcança 50% da capacidade em cerca de 20 minutos com um adaptador de 60 W ou superior. Também é possível atingir o mesmo nível em aproximadamente 30 minutos usando um carregador MagSafe com adaptador de 35 W ou mais. Os números de autonomia e recarga são baseados nas informações oficiais divulgadas pela Apple e podem variar conforme o uso, as configurações e outras condições de funcionamento do aparelho. Apple promete até 5 horas de reprodução de vídeo com apenas 5 minutos de recarga Reprodução/Apple iOS 27 com nova Siri e Liquid Glass O iPhone Duo sai de fábrica com o iOS 27, versão mais recente do sistema operacional da Apple, que será liberada para os modelos compatíveis a partir de 14 de setembro. Entre os principais destaques está a nova Siri, baseada na Apple Intelligence, que passa a oferecer interações mais naturais, compreender melhor o contexto das solicitações e executar ações diretamente em aplicativos. O sistema também promete ganhos de desempenho, com apps até 30% mais rápidos, AirDrop até 80% mais veloz e carregamento de fotos na Fototeca até 70% mais eficiente. Na interface, o iOS 27 estreia o novo Liquid Glass, que reformula elementos visuais com ícones mais nítidos, contraste aprimorado e um controle deslizante para ajustar a transparência. A proposta amplia as possibilidades de personalização e modifica a aparência de diferentes áreas do sistema. A segurança também recebeu atenção, com bloqueio de conteúdos sensíveis no Mensagens e no FaceTime, além do recurso Pedir para Navegar, que permite às crianças solicitar autorização antes de acessar novos sites. iPhone Duo exibe animações na tela externa para atrair a atenção das crianças durante fotos Reprodução/Apple O aparelho também traz uma particularidade importante no sistema de autenticação: em vez do Face ID, a Apple optou pelo Touch ID para desbloqueio e identificação do usuário. Na conectividade, o iPhone Duo conta ainda com os chips C2 e N1, desenvolvidos para otimizar a comunicação sem fio e a eficiência energética. O dobrável ainda oferece suporte às redes 5G, Wi-Fi 7 de banda tripla, Bluetooth 6 e NFC, tecnologia utilizada para pagamentos por aproximação. Prós e contras do iPhone Duo Prós: Telas versáteis, com alta qualidade de imagem; Processador avançado fabricado em 2 nm; Sistema de câmeras robusto para fotos e vídeos. Contras: Não tem câmera teleobjetiva dedicada para zoom; Preço extremamente elevado, chegando a R$ 30.999; Substitui o Face ID pelo Touch ID. iPhone Duo vale a pena? Para quem busca a experiência de um dobrável premium, valoriza o ecossistema da Apple e está disposto a pagar pela novidade, o modelo reúne argumentos convincentes como desempenho de ponta, câmeras competentes e telas imersivas. Já para quem prioriza custo-benefício ou recursos como uma câmera teleobjetiva e Face ID, há alternativas mais completas no catálogo. Além disso, o preço de até R$ 30.999 torna o iPhone Duo um aparelho voltado a um público bastante específico. Preço e disponibilidade do iPhone Duo no Brasil No Brasil, o iPhone Duo entra em pré-venda em 16 de outubro, a partir das 9h, no horário de Brasília. As primeiras entregas estão previstas para começar em 23 de outubro. O modelo será comercializado em quatro opções de armazenamento interno, cada uma com um preço de lançamento diferente. Confira os valores: 256 GB: R$ 21.999 512 GB: R$ 23.499 1 TB: R$ 26.499 2 TB: R$ 30.999 Concorrentes do iPhone Duo No mercado nacional, o Galaxy Z Fold 8 é atualmente o principal concorrente direto do iPhone Duo. O modelo da Samsung combina bateria de silício-carbono de 4.800 mAh, o processador mais avançado do ecossistema Android, fabricado em 3 nm, e um sistema de câmeras de 50 MP. As telas dos dois aparelhos têm dimensões muito semelhantes e compartilham taxa de atualização de 120 Hz e brilho máximo de 3.000 nits. Por outro lado, o iPhone Duo leva vantagem pelo suporte à Apple Pencil e pela certificação IP68, que oferece proteção contra poeira superior à do Galaxy Z Fold 8, limitado ao selo IP48 e sem compatibilidade com caneta. Veja nossas impressões sobre o Galaxy Z Fold 8 Galaxy Z Fold 8: tudo o que mudou no novo celular da Samsung Fora do Brasil, porém, o cenário é mais disputado, com diferentes opções de dobráveis em formato de “passaporte” disponíveis em outros mercados. O Huawei Pura X e o Huawei Pura X Max são alguns exemplos, com telas internas de 6,3 e 7,7 polegadas e baterias de 4.720 mAh e 5.300 mAh, respectivamente. Mais recentemente, a Xiaomi também apresentou o Xiaomi 18 Fold, que adota um design bastante semelhante ao do iPhone Duo e combina câmeras Leica com bateria de silício-carbono de 6.000 mAh. Apesar das alternativas, nenhum desses modelos foi lançado oficialmente no Brasil até o momento, e não há previsão de chegada ao mercado nacional. Conheça o novo dobrável passaporte da Xiaomi Com informações de Apple

Review | Marvel’s Wolverine diverte, mas não consegue criar identidade própria

10 de Setembro de 2026, 12:00

O jogo Marvel’s Wolverine é o novo exclusivo do PlayStation 5 (PS5), com lançamento previsto para o dia 15 de setembro. Desenvolvido pela Insomniac Games, conhecida por InFamous e pelo aclamado Marvel’s Spider-Man, o game traz uma história original ambientada antes da formação dos X-Men. Nela, Wolverine faz parte da Equipe X, cujo objetivo é ajudar mutantes caçados por uma milícia cibernética que deseja erradicar a raça do planeta. As coisas ficam ainda mais complexas, contudo, depois que eles se deparam com outro grupo de sobreviventes protegido por Jean Grey. Com preços partindo dos R$ 399, Wolverine é um dos lançamentos mais aguardados do ano para os fãs do console da Sony e já chega cercado de hype, dado o sucesso das adaptações da Insomniac com os títulos da Marvel. Mas, afinal, será que o jogo se destaca em um período de tantos games de peso chegando? É o que contamos neste review. Veja, a seguir, a nossa análise sobre história, gameplay e se vale a pena comprar. 🎮 Review | Assassin's Creed Black Flag Resynced faz o clássico envelhecer ainda melhor 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Marvel’s Wolverine diverte, mas não consegue criar identidade própria; veja análise completa Divulgação/PlayStation ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Quais são os dez melhores jogos na sua opinião? Comente no Fórum TechTudo Initial plugin text * Para voltar é necessário remover o CTA selecionado. Review | Marvel’s Wolverine diverte, mas não consegue criar identidade própria Marvel’s Wolverine vale a pena? A história de Marvel’s Wolverine A gameplay é o grande calcanhar de Aquiles O problema do jogo linear O que eu mais queria ter visto Desempenho, gráficos e ambientação Marvel’s Wolverine vale a pena? Não vou enrolar você, leitor, com o meu parecer — a resposta direta é sim, no geral, a jogativa vale a pena. Marvel’s Wolverine é divertido e deve agradar sobretudo quem nunca teve contato com os títulos da Insomniac, mas em minha visão, o custo-benefício existe somente quando adquirido em uma boa promoção. Ressalto, desde já, que temos muito o que conversar sobre o game. Embora instigue, o título, ao meu ver, não é nem de longe tão competente quanto os Spider-Man — e aqui falo como uma pessoa que “comeu com farofa”, no bom carioquês, Marvel’s Spider-Man, Marvel’s Spider-Man: Miles Morales e Marvel’s Spider-Man 2. Esse último, eu até escrevi a análise na época do lançamento, caso você também queira ler. 🌟 Review Spider-Man 2: jogo brilha na gameplay e eleva o patamar da franquia Na verdade, para mim, o calcanhar de Aquiles de Wolverine é justamente esse: o fato de ser impossível escrever uma review desse game sem mencionar o antecessor, que sequer é um prequel dele. Acho que, para quem jogou os Spider Man até não aguentar mais, Wolverine é uma compra bem arriscada dada a similaridade das mecânicas. Mas essa é uma longa discussão, então vamos por partes. Marvel's Wolverine é divertido e instiga, mas fica repetitivo com o tempo Divulgação/PlayStation É fácil reconhecer as muitas qualidades que Wolverine tem. Toda a parte de ambientação é estonteantemente bonita e impressiona bastante pelas texturas, pela iluminação e, sobretudo, pela destruição de cenário generalizada, que faz jus ao caos que é jogar com um personagem como Logan. Os cenários são abertos e aproveitam bem a verticalidade, apesar de serem limitados quando consideramos que é um jogo linear. Além disso, é fácil ver o carinho do estúdio, o cuidado em trazer interações sutis com os outros personagens e até em fornecer espaço para que as relações sejam construídas ao longo da narrativa. A história, inclusive, é um dos pontos fortes e instiga o jogador até o final. O jogo peca, no entanto, onde mais precisava acertar: na gameplay, que é praticamente a mesma dos Spider-Man — e isso pesa especialmente para quem já tem mais de 100 horas nos jogos do teioso. As animações, os combos e as interações com o companion foram reciclados e reaproveitados, o que me parece estranho quando consideramos que Logan e Peter Parker não poderiam ser mais diferentes nas habilidades. Enquanto um é um tanque de caos e violência, o outro é ágil e furtivo. Ainda assim, nos games, eles funcionam quase que totalmente da mesma forma. Como em Spider Man, a Insomniac reproduziu até mesmo o meme com o personagem no jogo Luiza M. Martins/TechTudo As lógicas e mecânicas dos jogos também são muito parecidas — tanto que, para mim, a experiência com Wolverine ficou prejudicada. Primeiro porque o game tem bem mais ação do que Spider-Man, cujo ritmo era mais cadenciado pelo jogador. Aqui, por vezes, eu achei que estava jogando Doom com garras de adamantium. Mas meu ponto é que o combate progride lentamente, há muitas lutas sucessivas e o estúdio não foi tão feliz na hora de transpor a experiência do mundo aberto para o jogo linear. Falta, sobretudo, equilíbrio, o que pode tornar o game uma experiência cansativa a médio e longo prazo. Mas isso eu te conto com mais detalhes nos próximos tópicos dessa análise. 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Dito isso, o jogo começa mostrando uma missão em que Wolverine, Dentes de Sabre e Mística, que aqui formam a Equipe X, precisam resgatar Nathaniel Essex, o mentor do time. Uma vez que conseguem realizar esse objetivo, o jogador logo nota que eles estão em guerra com Bolívar Trask, um bilionário que utiliza os recursos de suas empresas para financiar estudos a fim de exterminar os mutantes, tidos naquela realidade como perigosos e instáveis. Para Essex e o grupo, no entanto, o objetivo é o contrário: eles querem reunir o maior número de mutantes possível a fim de evitar a extinção da espécie — uma ideia bem parecida com a do Professor Xavier nos filmes e desenhos dos X-Men. Por isso, a Equipe X precisa fazer missões de rastreamento e reconhecimento a fim de encontrar pessoas para recrutar e proteger. É assim que o jogador entra em contato com um grupo protegido pela poderosa Jean Grey, que vem sofrendo perseguição de Trask há semanas. Wolverine e a Equipe X precisam lutar contra o exército cibernético de Trask Luiza M. Martins/TechTudo Para mim, a história de Wolverine foi um dos pontos de destaque nas minhas 13 horas de experiência com o game. Eu simplesmente amo a escolha criativa de trazer um Wolverine que foge do que já foi retratado em filmes e séries (sempre com a mesma história de criação, adamantium e afins) e mostrar um personagem tentando lidar com o peso dos próprios poderes. A violência, a falta de controle, o fato de precisar viver se escondendo e em constante estado de alerta — tudo isso compõe um Logan maduro e interessante. Aqui, o único adendo é que, tratando-se de um AAA apadrinhado pela PlayStation, o jogo tinha recursos para aprofundar ainda mais o drama, como trazer cutscenes sobre o passado do personagem, algo que acontece somente em textos. Jogando, percebi que queria ainda mais flashbacks para ver como esse personagem de mais de 200 anos vagou ao longo de todo esse tempo. Falo isso do lugar de alguém que tem dificuldade de reter informações textuais em games, sobretudo quando elas estão fora de ordem. E aqui, acho que dava para acentuar o peso dramático ainda mais mostrando todos os pequenos contos da existência do Logan em tela: as vezes que se apaixonou, que viu alguém morrer, que precisou recomeçar a vida em outro lugar. Acredito que acompanhar esses momentos faria o jogador sentir o peso de carregar mais de dois séculos de memórias e traumas. Na minha leitura, isso ajudaria a entender ainda melhor quem é esse Wolverine que encontramos no presente. A história de Wolverine foi um dos pontos de maior destaque, trazendo tramas políticas e existenciais Luiza M. Martins/TechTudo Acho importante ressaltar também que, particularmente, não sou fã de histórias de heróis por achar todas muito bobas. Em Wolverine, isso não aconteceu — muito pelo contrário, até. É claríssima a alegoria entre os mutantes e a perseguição sofrida por grupos marginalizados, o que traz um tom político à narrativa que muito me agrada. Os personagens claramente são tidos como refugiados de guerra e tentam, o tempo todo, dizer a si mesmos que não há nada de errado com eles por conta da mutação — um aceno diretíssimo para a comunidade LGBTQIA+. É ótimo ver como eles encontram forças em si mesmos e uns nos outros para sobreviver a tudo que acontece ali. Entretanto, eu estaria mentindo se dissesse que tudo são flores. Há, sim, alguns tropeços narrativos, sobretudo no desenvolvimento dos arcos do jogo. Depois do final do primeiro ato, marcado por um acontecimento que não irei revelar (mas vocês vão saber assim que chegarem lá), há uma inversão quase radical na história, trazendo novas motivações, vilões e relações. Tudo para que o jogo tenha tempo de desenvolver uma ideia de enredo que estava plantada, literalmente, desde o primeiro minuto. Aqui, não posso explicar com muita profundidade, mas digamos que tenha a ver com uma mudança bastante significativa nos rumos da história. E, sobre ela, o que tenho a dizer é: eu preferia que o jogo tivesse assumido esse viés sem fazer dele uma reviravolta. Isso teria poupado tempo e recursos e dado a oportunidade de a Insomniac fazer um trabalho mais assertivo em outros pontos que, certamente, não ficaram tão interessantes quanto o enredo, como veremos no tópico a seguir. A história de Wolverine instiga, mas fica enrolada do meio para o final Divulgação/PlayStation A gameplay é o grande calcanhar de Aquiles Dentre todos os erros que Marvel's Wolverine poderia cometer, acredito que, infelizmente, o jogo cai no que, ao meu ver, seria o mais prejudicial para a própria experiência: ser muito parecido com Marvel's Spider-Man em praticamente todas as estruturas. O combate, por exemplo, é um eterno déjà vu para quem jogou os títulos anteriores. É importante deixar claro que não acho que ele seja ruim — muito pelo contrário. Bater nos inimigos com Logan é divertido, extremamente violento e tem o exato peso que você espera de um personagem como ele. O problema é que, depois de jogar os anteriores, fica impossível não perceber o quanto a Insomniac reaproveitou ideias que já funcionavam nos jogos do Homem-Aranha. E isso é especialmente estranho quando pensamos nos dois personagens. Peter Parker é extremamente ágil, rápido e acrobático; Logan é praticamente um tanque de violência, que resolve as coisas na base das garras e da “porrada”. São heróis completamente diferentes em termos de habilidades e possibilidades de gameplay. Ainda assim, quando você começa a jogar, a sensação é de que eles funcionam de maneira muito parecida. As animações, os combos, as árvores de habilidades e até algumas interações em dupla parecem familiares demais para quem passou tantas horas nos Spider-Man. A árvore de habilidades de Wolverine é muito parecida com a de Peter Parker em Spider Man, bem como as habilidades especiais Luiza M. Martins/TechTudo Na prática, o combate de Wolverine funciona a partir de golpes fracos e fortes, combos, esquivas e parrys, além de habilidades especiais que possuem um tempo de recarga. É possível, inclusive, diminuir esse tempo conforme você investe XP na árvore de habilidades. O XP também permite desbloquear novos recursos para Logan, enquanto os fios de DNA trazem melhorias mais ligadas às características do personagem, como aumentar a velocidade de recuperação de vida. Há ainda o medidor de Fúria, que vai sendo preenchido conforme Logan bate nos inimigos. A Fúria é dividida em três níveis e, à medida que cada barra é completada, o personagem libera efeitos específicos. No segundo nível, por exemplo, Logan consegue recuperar vida antes de morrer, enquanto determinadas configurações dos fios de DNA podem fazer com que as habilidades especiais carreguem mais rapidamente. Já no terceiro, ele entra em um estado de frenesi com golpes críticos capazes de eliminar inimigos diretamente e um aumento considerável no dano causado. Além do combate, o jogo intercala quick time events (QTEs), momentos de perseguição que lembram Uncharted e alguns trechos breves de plataforma, nos quais Logan mostra que, apesar do tamanho e das garras, também é um bom escalador. Ou seja, existem outras formas de interação ao longo da campanha, mas o combate continua sendo, de longe, a principal maneira de jogar. Os golpes críticos de Wolverine acontecem quando ele enche o medidor de Fúria. Em frenesi, ele mata todos à frente Luiza M. Martins/TechTudo Eu até entendo a escolha. O sistema de combate dos jogos do Homem-Aranha funciona muito bem e seria natural que a Insomniac aproveitasse uma fórmula que já domina. O problema é que Wolverine tinha uma oportunidade enorme de fazer algo diferente. Você tem um personagem que não poderia ser mais distante do Homem-Aranha e, mesmo assim, a base do combate é praticamente a mesma: os mesmos botões, os mesmos tipos de habilidades especiais, o golpe especial que ganhamos do meio para o final do jogo… Até mesmo alguns golpes que não parecem óbvios para Logan, como o que Peter usa para se arremessar contra um inimigo com a teia, aparecem aqui. E talvez isso pese ainda mais porque eu já estou, sinceramente, saturada há um bom tempo do combate do Homem-Aranha e das incontáveis sequências de “trocação” que já aconteciam ali. Então, quando Wolverine chega e apresenta estruturas tão familiares, eu sinto que o jogo desperdiça o potencial que tinha para construir uma identidade própria. Não sou inocente de pensar que esse game seria 100% inovador nesse sentido, até pela aclamação dos Spider-Man. Mas será que todas as mecânicas precisavam ser tão próximas? A ponto de nenhuma delas parecer única para o Wolverine? O pecado de Wolverine é ter um combate similar demais ao do Homem Aranha Reprodução/PlayStation Blog E a “similaridade tóxica” não fica apenas com o combate: a exploração também sofre com isso. Aqui, esse aspecto é baseado principalmente na busca por recursos e atividades secundárias espalhados pelos cenários. Enquanto anda pelas áreas, Logan pode encontrar garrafas de Whisky, que ajudam a conseguir os fios de DNA usados para aprimorar suas habilidades, e caixas com peças de armadura, que rendem fichas para comprar as roupas do personagem. Também existem os chamados Desafios do Pesadelo, representados por portas espalhadas pelos cenários que lembram bastante as portas de viagem rápida de God of War. Ao entrar nelas, o jogador encontra desafios de travessia ou combate, com recompensas em fichas que viram fios de DNA de acordo com o nível alcançado em cada atividade. Na prática, são essas atividades que concentram boa parte do conteúdo opcional de exploração do jogo. Os cenários são bonitos, variados e aproveitam bem a verticalidade em Wolverine Divulgação/PlayStation Em termos de ambientação, os cenários são bonitos, variados e aproveitam bem a verticalidade, mas são pouquíssimo exploráveis. Existe pouca coisa para encontrar pelo caminho e, como os colecionáveis são poucos e fáceis de localizar, os ambientes eventualmente ficam mortos. O jogador atravessa áreas muito bonitas, com bastante cuidado visual, mas que viram cenário de um walking simulator quando encontra tudo que está disponível ali (e isso acontece com alguma frequência). Isso fica ainda mais curioso quando lembramos que Logan tem sentidos que facilitam ainda mais essa exploração (ou pelo menos, facilitam quando mostrados da forma como o estúdio abordou). Ele sente cheiros, escuta coisas a grandes distâncias e consegue identificar rastros que um personagem comum jamais perceberia. A questão é que, para mim, o jogo usa essa habilidade de uma maneira que acaba tirando um pouco da graça de explorar — e a exploração em si já não é muito recompensadora. Logan tem habilidades de rastreamento que tiram a graça da exploração Luiza M. Martins/TechTudo É só passar minimamente perto de um recurso e Logan já identifica o cheiro ou o som, enquanto o jogo coloca na tela um rastro indicando exatamente onde ele está. Não há muito mistério; você não precisa procurar, observar o cenário ou quebrar a cabeça para descobrir como chegar até determinado lugar. O próprio personagem praticamente aponta o caminho, o que fica ainda mais sem graça porque há pouca recompensa condicionada a encontrar os itens. Nesse ponto, eu senti falta justamente daquela exploração mais orgânica que existia em Spider-Man. Às vezes, você estava simplesmente fazendo web swing pela cidade e via alguma coisa piscando lá longe. Ia atrás e descobria uma caixa, um inimigo ou um pequeno puzzle. Podia ser algo completamente aleatório, mas fazia sentido dentro daquele mundo. A exploração acontecia enquanto você jogava, e não parecia uma obrigação colocada ao lado da campanha. Em Wolverine, isso é bem mais limitado. E até as atividades secundárias reforçam essa sensação de que estamos vendo uma fórmula sendo reaproveitada. O jogo oferece praticamente iguais aos que existiam em Spider-Man, seja qual for o tipo. Os colecionáveis propriamente ditos também trazem apenas recompensas cosméticas, o que me desestimulou ainda mais a procurar. Acredito que a ideia até era variar a gameplay, mas a execução ainda é descalibrada e pouco eficiente, na minha concepção. As roupas em Wolverine são meramente cosméticas Luiza M. Martins/TechTudo Para mim, o problema não é que essas ideias não funcionem individualmente — todas elas, inclusive, foram bem aproveitadas com o Homem-Aranha. Com Logan, o combate funciona, os desafios funcionam e os cenários são bonitos. A questão é que quase nada disso parece ter sido pensado especificamente para Wolverine. Quando você junta tudo, fica aquela sensação incômoda de que a Insomniac pegou várias peças que funcionavam muito bem em Spider-Man e tentou encaixá-las em outro personagem sem a mesma competência que marcou o jogo do teioso. E acredito que muito disso tenha origem no fato de que a empresa teve dificuldades com a progressão linear da gameplay, como veremos no tópico a seguir. O problema do jogo linear Aqui é onde entra o segundo grande problema de Wolverine: é um jogo linear. Não que isso seja um problema isoladamente — na verdade, alguns dos jogos que mais amo na vida são lineares e acho que esse formato poderia funcionar muito bem para uma experiência focada no Logan. O problema é que a Insomniac parece não ter encontrado um equilíbrio entre a estrutura linear e uma gameplay que foi claramente pensada para funcionar em um jogo de mundo aberto. Aqui, a estrutura linear expõe e amplifica problemas que seriam menos perceptíveis em um mundo aberto. Para ilustrar meu ponto, trago Spider-Man mais uma vez (e quantas vezes eu já falei dele até aqui, não é?). Com Peter e Miles em um mundo aberto, você dita muito mais o ritmo da experiência. Quer fazer uma missão de combate? Vai lá. Quer ficar dez minutos balançando pela cidade? Pode. Quer procurar um colecionável, fazer um desafio, parar para uma missão de stealth? Também pode. Existe uma alternância natural entre as atividades porque o próprio mundo aberto permite que o jogador escolha o que quer fazer e quando quer fazer. O stealth em Wolverine fica em segundo plano, mas Logan consegue perceber os inimigos ao longe Luiza M. Martins/TechTudo Em Wolverine, como a narrativa vai te empurrando de uma situação para outra, essa possibilidade praticamente desaparece e é aí que o problema da repetição fica muito maior. É combate, mais combate, mais um desafio de combate e, depois, mais combate. A verdade é que chegou um momento em que eu já não aguentava mais apertar o quadrado. E não só eu, como o editor de jogos do TechTudo, Victor Bastos, também. Foram dois relatos espontâneos e exatamente iguais, inclusive. Novamente, eu não acho o combate ruim, mas a quantidade, a falta de variedade e o pacing do jogo acabam fazendo com que ele seja. Wolverine é muito mais focado em ação do que Spider-Man, mas a gameplay não muda o suficiente para acompanhar essa quantidade de combate. A progressão demora para apresentar novidades realmente significativas e você também não evolui o personagem rápido o bastante para sentir uma transformação radical na maneira de jogar. Além disso, nem mesmo os inimigos mudam tanto de arquétipo. E eles são muito parecidos com o que vimos no Spi…. Ah, a essa altura, vocês já sabem, né? Nem mesmo os inimigos mudam tanto de arquétipo em Marvel's Wolverine Divulgação/PlayStation Volto, então, aos desafios de combate como outro exemplo para esse problema. Em alguns deles, o jogo coloca você para enfrentar uma quantidade enorme de inimigos em sequência. Há situações em que você precisa passar por 25 ondas de adversários para pegar a ficha de platina. Você termina aquilo e pensa: “beleza, finalmente acabou”. Aí volta para a campanha e, pouco depois, está novamente batendo em outro monte de inimigos. E eles são exatamente os mesmos que você acabou de matar. Haja “porrada”, viu? E como o jogo tem uma pegada quase de hack and slash em determinados momentos, acho que o balanceamento precisava ser muito melhor. Se a proposta é fazer um game de ação tão focado no combate, é necessário oferecer outras formas de jogar entre uma sequência e outra. Caso contrário, aquilo que deveria ser divertido começa a ficar maçante. Para mim, esse sentimento bateu desde o primeiro contato. Claro, acredito que minha experiência anterior pesa muito nisso, mas, no nível em que está, penso que até quem não está familiarizado com a fórmula da Insomniac vai sofrer com o tempo. Por conta disso, senti muita falta do stealth, que aqui não é muito o foco da experiência. Entendo que nem deveria ser, dado o fato de que jogamos com o Logan. Mas a mudança de ritmo fazia muita diferença e Wolverine não tem isso na mesma proporção — o game te empurra muito mais para a ação o tempo todo. E aqui é onde entramos na minha grande conclusão sobre o jogo: acho que o título teria se beneficiado demais de ter outras abordagens de gameplay, especialmente porque o universo dos X-Men oferece personagens que poderiam fazer exatamente isso. Para mim, essa seria uma das soluções mais interessantes para o problema: ter mais personagens jogáveis. Wolverine poderia resolver os problemas trazendo outros personagens jogáveis para a trama, como Jean Grey Luiza M. Martins/TechTudo O que eu mais queria ter visto Eu fiquei pensando bastante nisso enquanto jogava porque, quanto mais eu avançava, mais a sensação era de que Wolverine tinha um elenco capaz de resolver boa parte dos problemas de gameplay que eu estava sentindo. Imagine, por exemplo, poder jogar com a diva Jean Grey em determinadas missões. Seria, simplesmente, um "babado" completo! Em vez de controlar apenas um personagem focado em combate corpo a corpo, o jogador teria uma personagem baseada em poderes telecinéticos e psíquicos. Uma gameplay que poderia lembrar um pouco a Jesse de Control, com poderes usados para arremessar objetos, controlar o ambiente e enfrentar inimigos em longa distância. Mesmo que acontecesse em momentos pontuais, já mudaria completamente o ritmo. Seria ótimo poder jogar com Jean, que é a mutante mais poderosa entre os X-Men Divulgação/PlayStation Mística, para mim, seria ainda mais óbvia. Como disse, senti muita falta de stealth em Wolverine, e poder jogar com ela seria simplesmente incrível. A habilidade de se transformar em outras pessoas abriria espaço para infiltração, disfarces, espionagem e missões em que o jogador precisaria pensar antes de simplesmente sair distribuindo socos. O jogador poderia ter uma missão em que Logan precisa abrir caminho na base da violência e, em seguida, assumir o controle da Mística para entrar em determinado lugar sem ser descoberta. A mesma história continuaria acontecendo, mas a maneira de interagir com ela seria completamente diferente. Dentes de Sabre também poderia funcionar, embora eu ache que ele teria menos potencial para resolver esse problema especificamente porque sua gameplay provavelmente seria mais próxima da do próprio Logan. Ainda assim, seria interessante ter momentos em que você pudesse controlar personagens diferentes e sentir suas particularidades. Nesse caso, seria um jogo da Equipe X (ou mesmo dos X-Men) e não do Logan? Para os mais puristas, talvez, mas eu acredito que, se isso fosse necessário para acertar a gameplay, seria uma opção muito válida. Mística seria uma adição bem vinda para missões de infiltração e stealth Divulgação/PlayStation O cenário que acho realmente ideal seria poder escolher com quem fazer determinadas missões, bem como acontece com Naoe e Yasuke em Assassin's Creed: Shadows, onde cada um traz uma abordagem distinta (nesse caso, furtivo ou combate). Em Wolverine, inclusive, acho que a possibilidade de fazer missões de formas diferentes aumentaria o fator replay do game, uma vez que os mais entusiastas certamente gostariam de fazer tudo com todos os personagens possíveis. Mas acho que talvez a melhor referência para o que penso nesse sentido é o que 007 First Light faz com James Bond e as inúmeras formas que o jogador tem de progredir nas missões. Para se infiltrar em uma festa, Bond pode roubar um roupa do staff, subordar alguém, passar de fininho, se pendurar em canos, dentre mil outras possibilidades. Imagine, por exemplo, como seria espetacular poder escolher jogar com Jean, Logan, Victor ou Raven e cada um deles, ter um level design específico para a habilidade em que são especialistas? Para mim, algo sequer parecido com isso elevaria Wolverine para outro patamar. Nesse caso, além de o jogo se tornar mais dinâmico, o problema da linearidade também seria amenizado. Em vez de uma campanha que empurra continuamente para o combate, o jogador teria uma estrutura linear, mas com variações suficientes para impedir que a experiência se tornasse cansativa. Logan seria o personagem focado na ação brutal; Mística poderia trazer stealth e infiltração; Jean Grey poderia oferecer uma gameplay baseada em poderes e controle do ambiente; e Dentes de Sabre poderia funcionar como uma variação mais selvagem e agressiva do combate, por exemplo. Dentes de Sabre poderia funcionar como uma variação mais selvagem e agressiva do combate Divulgação/PlayStation Na minha visão, essa é a grande oportunidade que Wolverine perdeu. O jogo tinha personagens, poderes e um universo inteiro capazes de criar uma experiência muito mais variada, mas concentrou praticamente tudo em uma única fórmula. E essa fórmula funciona — só que não por tempo suficiente para sustentar um jogo tão focado em ação. Digo tudo isso do lugar de uma pessoa que não queria que Wolverine fosse simplesmente um “Spider-Man para adultos” (lê-se: com mais violência). Eu queria que ele encontrasse uma maneira própria de transformar tudo aquilo que faz o Logan ser o Logan em gameplay. Quando você tem um personagem tão diferente do Homem-Aranha, com um elenco tão grande de mutantes ao redor dele, parece um desperdício enorme fazer com que quase tudo funcione da mesma maneira. Desempenho, gráficos e ambientação Dito tudo isso, se tem uma coisa que Marvel’s Wolverine definitivamente não decepciona é no aspecto técnico. O jogo é bonito e entrega alguns momentos visualmente impressionantes, sobretudo pela destruição dos cenários. Basicamente, quase tudo pode ser destruído — paredes, objetos, trajes, estruturas — e eu amo isso. Como estamos falando de um personagem que resolve boa parte dos problemas na base da violência, faz muito sentido que o mundo ao redor dele também sofra as consequências. A variedade de ambientes também ajuda bastante. Wolverine passa por florestas, cidades pequenas e grandes e áreas internas de fábricas, mantendo uma paleta de cores que funciona bem para o tom mais sombrio da história. O uso de ray tracing também contribui para o resultado, especialmente em iluminação e reflexos. No geral, eu colocaria o game com gráficos no mesmo patamar de Marvel’s Spider-Man 2, com alguns momentos em que ele consegue entregar um resultado ainda melhor. Também cabe destacar que o jogo usa bem os features do PS5, tendo loadings praticamente instantâneos e feedback háptico do Dualsense ajudando a elevar a experiência, sobretudo nos momentos de tensão. Por isso, considero que, tecnicamente, o game é bem acertado. Wolverine destroi tudo – inclusice as próprias roupas de Logan Luiza M. Martins/TechTudo Agora, se tem uma coisa que não consigo elogiar da mesma maneira é a aparência de alguns dos personagens. Embora os modelos sejam bons em termos de textura, pêlos e pele, Logan é feio que dói para mim, e a design do personagem não ficou muito acertado – aqui, considerando a comunicação visual do modelo, uma vez que que a carinha de "bom moço" não me convenceu e que ele, especificamente, me parece um pouco desproporcional. A barba e o penteado também me incomodaram ao longo da narrativa, mas entendo que isso é bem particular. Também achei Jean Grey esquisita – mas suspeito que tenha sido por conta do cabelo. Eu não sei exatamente o que aconteceu com os cabelos das personagens femininas nesse jogo, mas praticamente todos eles me causaram estranhamento em termos visuais. Em alguns momentos, parece que as madeixas simplesmente não acompanham o restante da qualidade gráfica do personagem. Fora isso, os personagens funcionam bem durante as cenas, e as expressões conseguem transmitir as emoções necessárias. A dublagem também está muito boa. O destaque absoluto é Troy Baker como Nathaniel Essex, que está excelente no papel e consegue dar bastante personalidade ao personagem. Embora os modelos sejam bem-feitos e avançados, acredito que o design de Logan e Jean poderia ser melhor Luiza M. Martins/TechTudo Aliás, uma coisa que me deixa genuinamente confusa é a decisão da Insomniac de não traduzir alguns nomes próprios. Em português, temos Dentes de Sabre, mas os personagens insistem em falar “Sabretooth”. A mesma coisa acontece com Mística, que aqui é Mystique, e chega a ser cômico ouvir os dubladores torcendo a boca para falar. É um detalhe pequeno, claro, mas eu acho estranhíssimo você ter uma localização em português e, ao mesmo tempo, ouvir os personagens alternando entre nomes traduzidos e originais. Provavelmente, há razões comerciais para isso, mas o Dentes de Sabre está ali, gente. É só chamar o homem de Dentes de Sabre. Já em desempenho, joguei no PS5 base no modo desempenho (1080p e 60 fps) e tive alguns bugs leves durante a campanha. Nada que tenha destruído a experiência, mas foram problemas suficientes para perceber que o jogo ainda precisava de alguns ajustes. Tive, por exemplo, problemas de áudio atrasado em algumas cenas e, em uma delas, o áudio simplesmente desapareceu. Precisei fechar o jogo e abrir novamente para que tudo voltasse ao normal. Também encontrei personagens e armas voando. Felizmente, não tive nenhum crash e também não percebi quedas bruscas de framerate durante a minha experiência. Por isso, minha impressão é que boa parte desses problemas deve ser resolvida com atualizações posteriores. São bugs que me causaram algumas risadas, mas não chegaram a comprometer a minha campanha. Wolverine entrega alguns momentos visualmente impressionantes, como a parte no Japão Luiza M. Martins/TechTudo ⭐ Nota final Initial plugin text Saiba mais o

iPhone Duo: Samsung e Motorola alfinetam Apple após lançamento

10 de Setembro de 2026, 10:14

Após o lançamento do iPhone Duo, Samsung e Motorola recorreram às redes sociais para alfinetar a Apple nesta quarta-feira (9), quando a gigante de Cupertino apresentou a linha iPhone 18. No Instagram, a Samsung Canadá foi categórica ao publicar um vídeo com o Galaxy Z Fold 8 acompanhado da frase “A imitação é a melhor forma de elogio”. No X, o perfil da fabricante sul-coreana elevou o tom da provocação ao escrever “Avise-nos quando terminar de reaquecer nossas sobras”. A Motorola, por sua vez, foi ainda mais longe e publicou um vídeo que relembra sua trajetória no segmento de celulares dobráveis, destacando os anos de experiência da marca nesse mercado. A campanha termina com um spoiler sobre o futuro da linha Razr, em uma clara tentativa de reforçar seu pioneirismo no segmento e, ao mesmo tempo, provocar a Apple pela entrada tardia na categoria. 📱 Galaxy Z Fold 8: novo formato pode 'fisgar' quem nunca teve um dobrável 💰 Preço do iPhone Duo: 6 coisas que você pode comprar com o valor do dobrável ➡️ Não vai ter iPhone 18 'normal'? Veja previsão de lançamento do celular Samsung e Motorola se unem em alfinetadas à Apple após a entrada da fabricante no mercado de celulares dobráveis Reprodução/Instagram 📱 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Teclado do iPhone com bug; como conserto? Tire dúvidas no Fórum do TechTudo A provocação da Samsung vai além do formato dobrável, já que a Apple apresentou o iPhone Duo no mesmo estilo “passaporte” adotado pela fabricante sul-coreana no Galaxy Z Fold 8, lançado em julho deste ano. A referência a “reaquecer nossas sobras” também pode ser interpretada como uma alfinetada à experiência acumulada pela Samsung no mercado de celulares dobráveis, iniciado pela marca em 2019, sete anos antes da entrada da Apple no segmento. Galaxy Z Fold 8: tudo o que mudou no novo celular da Samsung No caso da Motorola, o vídeo resgata alguns de seus lançamentos mais marcantes no mercado de celulares e é acompanhado da frase “O que eles chamam de novidade, nós chamamos de legado”. A mensagem reforça a tentativa da fabricante de destacar sua experiência com dispositivos dobráveis e, ao mesmo tempo, provocar a Apple ao evidenciar sua longa trajetória no segmento. A Motorola, porém, foi além das provocações e aproveitou a publicação para antecipar que novidades estão a caminho em sua linha de dobráveis. O anúncio ganhou ainda mais força com a aparição do que parece ser um modelo com formato de “passaporte” ao final do vídeo. Vale lembrar que a marca ainda não explorou esse design em seu portfólio, que conta com o Motorola Razr Fold no formato de livro, semelhante ao Galaxy Z Fold 8 Ultra. Initial plugin text Usuários entram na brincadeira após provocações das fabricantes As duas publicações da Samsung, somadas, já ultrapassam 26 mil comentários e provocaram reações diversas entre os usuários. Entre as mensagens, há quem tenha entrado na brincadeira, como o usuário que escreveu “Estagiário da Samsung se divertindo muito hoje”, enquanto outro admitiu: “Eu gosto da Apple, mas isso é meio engraçado”. Na publicação da Motorola, os comentários também destacam a trajetória da marca no segmento de celulares dobráveis. Uma usuária resgatou o clássico V3. “Estamos todos de acordo que o V3 foi o aparelho de celular mais bonito que já existiu?”, questionou. Em tom mais provocativo, outra aproveitou a ocasião para dar as boas-vindas à Apple: “Bem-vinda, @apple. A gente te ensina…”, alfinetou. Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Com informações de Samsung (1, 2) e Motorola

Physint: Xbox vai publicar jogo de Kojima após 'briga' com PlayStation

10 de Setembro de 2026, 09:30

A PlayStation anunciou, na noite desta quarta-feira (9), que não publicaria mais Physint, o próximo jogo de ação e espionagem de Hideo Kojima. Logo depois, surpreendentemente, foi revelado que o projeto agora será gerenciado pelo Xbox. Segundo o renomado designer e diretor japonês por trás das franquias Metal Gear e Death Stranding, a mudança de publicadora acontece para evitar o cancelamento do título. Além disso, a parceria incluirá também conteúdos para cinema e televisão. Saiba mais a seguir: 🎮 EA FC 27 vai ter Brasileirão? Saiba ligas, times e estádios licenciados 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Physint, de Hideo Kojima, será publicado pelo Xbox e não mais pela PlayStation Reprodução/Xbox Wire ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Quais são os 10 melhores jogos na sua opinião? Comente no Fórum TechTudo Em sua declaração, a PlayStation deu a entender que encerrou a colaboração "após cuidadosa consideração", enquanto Hideo Kojima disse que a Sony havia lhe informado que cancelaria o jogo ainda em junho. Assim, foram necessários três meses de negociações com o Xbox para "manter o projeto vivo". "Physint é um projeto importante tanto para mim, pessoalmente, quanto para a Kojima Productions", afirmou o diretor em post no X (antigo Twitter). Initial plugin text Determinados a manter o projeto vivo, passamos os últimos três meses buscando incansavelmente um novo parceiro. Ao buscar orientação e condução de negociações com pessoas de diversas áreas, encontramos no Xbox um parceiro com quem compartilhamos uma visão comum de futuro, e decidimos unir forças com eles mais uma vez Vale lembrar que o Xbox e a Kojima Productions já trabalham juntos para publicar o jogo de terror OD. O acordo de parceria também se estenderá além dos jogos, com as empresas "colaborando no cinema e na televisão para trazer novas histórias para públicos mais amplos". Até a publicação desta matéria, não foram compartilhados muitos detalhes sobre Physint, que foi anunciado em 2024. Além disso, ainda não há confirmação se o jogo continuará usando a Decima Engine, construída pela Guerrilla Games e de propriedade da Sony, ou se abandonará o motor em favor de outro motor gráfico. Com informações de Xbox Wire, Kojima Productions, VGC, PC Gamer e IGN Mais do TechTudo Veja também: 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA! 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA!

Melhor videogame portátil para comprar em setembro de 2026

10 de Setembro de 2026, 07:00

Os videogames portáteis ganharam espaço entre quem busca jogar longe da TV sem abrir mão de uma boa experiência. Novos modelos estão entrando no radar dos jogadores, já que o mercado de consoles desse tipo aumenta cada vez mais, desde aparelhos de entrada que simulam jogos retrô até dispositivos topo de linha para quem quer ter uma experiência de alto desempenho, como em um PC Gamer. 🚨 Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Por isso, o TechTudo traz esta lista com os melhores videogames portáteis para comprar em setembro de 2026. Nesta seleção, o Trimui Smart Pro aparece como a opção mais barata, a partir de R$ 460, enquanto o ROG Xbox Ally X chega a R$ 8.329, ambos à venda na Shopee. A seguir, confira a lista completa, lembrando que os preços citados na matéria foram verificados em setembro de 2026 e podem sofrer alterações sem aviso prévio. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Veja seis opções de consoles portáteis para comprar em setembro e jogar em qualquer lugar Mariana Saguias/TechTudo 🔎 Melhor videogame custo-benefício: 5 plataformas que valem a pena em 2026 Initial plugin text 📝Quais são os game sticks disponíveis no mercado? Confira no Fórum do TechTudo Melhor videogame portátil para comprar em setembro de 2026: Trimui Smart Pro — opção de entrada para quem quer jogar clássicos gastando pouco; Retroid Pocket 5 — indicado para quem busca mais desempenho em consoles como PS2 em um aparelho Android; Nintendo Switch 2 — escolha para quem quer jogar Mario, Zelda, Pokémon e outros títulos da marca; Steam Deck OLED — alternativa para quem busca jogos de PC com tela OLED e uma experiência mais próxima de console; Lenovo Legion Go S — modelo indicado para quem prioriza display de 8 polegadas e acesso a diferentes lojas de PC; ROG Ally X — opção para quem busca alto desempenho, 24 GB de RAM, SSD de 1 TB e integração com o ecossistema Xbox; Como escolhemos os melhores videogames portáteis? Para montar a lista, consideramos uma combinação de preço, desempenho, qualidade da tela, autonomia, ergonomia, sistema operacional, biblioteca de jogos e recursos de cada console. Também levamos em conta a presença dos aparelhos em marketplaces brasileiros e a percepção dos consumidores, priorizando produtos que apresentem boas avaliações quando há volume suficiente de opiniões. Outro ponto importante foi a reputação das fabricantes e a disponibilidade de assistência e suporte no Brasil. As análises especializadas também tiveram peso na escolha. No caso do Trimui Smart Pro, por exemplo, o review do Something New Reviews destaca a tela de 4,96 polegadas com resolução de 720p, bateria de 5.000 mAh e desempenho competente para emulação de consoles clássicos e PSP. Já o Retroid Pocket 5 foi analisado pelo Retro Handhelds, que destaca a tela OLED, ergonomia aprimorada e desempenho suficiente para emulação de PlayStation 2 (PS2) e alguns jogos de Switch. Também consideramos reviews e testes do próprio TechTudo, sempre que disponíveis. No caso do Nintendo Switch 2, a análise da publicação destaca a evolução da tela, dos Joy-Con 2, do desempenho e dos recursos do novo console, embora a autonomia continue sendo um ponto de atenção. A bateria oficial fica entre 2 e 6,5 horas, dependendo do jogo e das condições de uso. O que observar antes de comprar um videogame portátil? Antes de escolher um console portátil, vale observar principalmente: Desempenho: determina quais jogos podem ser executados e em qual qualidade. Tela: tamanho, resolução, tecnologia do painel, brilho, HDR e taxa de atualização influenciam diretamente a experiência. Sistema operacional: Windows oferece acesso a várias lojas de PC, enquanto sistemas próprios ou Linux podem proporcionar uma experiência mais simples. Bateria: consoles mais potentes normalmente consomem mais energia, especialmente em jogos AAA. Ergonomia: peso, formato, posição dos analógicos e gatilhos fazem diferença em sessões longas. Biblioteca: é importante verificar se o aparelho roda os jogos que você realmente pretende jogar. Armazenamento: jogos atuais ocupam bastante espaço, tornando SSD maior ou expansão por cartão uma vantagem. Portabilidade: tamanho e peso podem ser decisivos para quem pretende transportar o aparelho diariamente. Preço dos jogos: além do console, considere o custo da biblioteca, especialmente em plataformas como Nintendo e PC. Suporte e garantia: produtos importados podem ter preço menor, mas assistência e devolução podem ser mais complicadas. Qual é o melhor videogame portátil? Não existe um único videogame portátil que seja o melhor para todo mundo. A escolha depende do que cada jogador procura ao analisar um console desse tipo. O Trimui Smart Pro, por exemplo, é mais indicado para quem quer gastar pouco e prioriza jogos retrô, enquanto o Retroid Pocket 5 atende melhor quem busca emulação mais avançada em um aparelho Android compacto. Para quem quer uma experiência de PC, o Steam Deck OLED se destaca pelo SteamOS e pela tela OLED, enquanto o Lenovo Legion Go S oferece a flexibilidade do Windows. É importante ter em mente o que agrada mais ao seu estilo de jogo e o que buscar no mercado de portáteis. 1. Trimui Smart Pro — a partir de R$ 460 O Trimui Smart Pro é uma alternativa voltada principalmente para quem quer entrar no universo dos portáteis retrô sem gastar muito. Seu formato, inspirado no PlayStation Vita, combina tela IPS de 4,96 polegadas, resolução de 1280 x 720 pixels, dois analógicos e sistema baseado em Linux. O conjunto faz sentido para jogos de Mega Drive, Super Nintendo, Game Boy, PlayStation 1 e PSP, além de outros sistemas que funcionam por emulação. Trimui Smart Pro Reprodução / Trimui No review do Something New Reviews, o aparelho foi elogiado pela tela, construção e autonomia de aproximadamente cinco horas, além de apresentar desempenho satisfatório em PSP, incluindo títulos como God of War. A análise especializada aponta que consoles mais exigentes, como Nintendo 64 e Dreamcast, podem apresentar alguns engasgos dependendo do jogo. A principal vantagem do Smart Pro está justamente na relação entre preço e proposta: por R$ 460 na Shopee, ele custa uma fração dos portáteis de PC desta lista. Na varejista, o produto tem nota 4,9 de 5 estrelas, com muitos elogios à relação custo-benefício do aparelho, tendo em vista a sua qualidade geral por um baixo preço. Contudo, há críticas em relação aos analógicos do console, que podem apresentar drift em pouco tempo desde a compra. Prós: preço muito mais baixo que os demais modelos da lista; boa autonomia para a categoria; bom desempenho em consoles retrô e PSP; Contras: não é indicado para jogos modernos de PC; analógicos podem ser desconfortáveis em sessões longas e apresentar drift. 2. Retroid Pocket 5 — a partir de R$ 2.552 O Retroid Pocket 5 é indicado para quem quer ir além dos consoles retrô básicos, sem necessariamente comprar um portátil de PC. O aparelho utiliza Android e combina 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento com uma tela OLED, formando um conjunto interessante para quem gosta de emulação e jogos disponíveis na plataforma móvel. Retroid Pocket 5 Reprodução / Retroid Pocket Em suma, o formato também recebeu atenção no review do Retro Handhelds: o portal destaca que a ergonomia foi melhorada em relação ao Pocket 4 Pro, permitindo jogar por períodos mais longos sem o mesmo desconforto. Segundo o review, o chip Snapdragon 865 permite jogar títulos de PS2 e experimentar alguns jogos de Switch, embora seja necessário ajustar configurações e não seja correto esperar compatibilidade universal com a biblioteca do console da Nintendo. Por R$ 2.552 na Shopee, ele fica bem acima do Trimui, mas entrega uma experiência consideravelmente mais avançada para quem pretende emular plataformas mais pesadas. Até o momento de publicação desta matéria, ainda não há avaliações ou comentários por parte dos compradores da loja. Prós: tela OLED de ótima qualidade; Snapdragon 865 oferece desempenho elevado para Android; Contras: não é o Android portátil mais potente disponível; emulação de Nintendo Switch depende bastante do jogo e das configurações; armazenamento de 128 GB pode ficar limitado para bibliotecas grandes. 3. Nintendo Switch 2 — a partir de R$ 3.895 O Nintendo Switch 2 é a escolha mais indicada para quem quer um console tradicional com forte catálogo próprio e a possibilidade de jogar tanto na televisão quanto no modo portátil. O aparelho traz tela LCD de 7,9 polegadas, resolução Full HD, HDR10 e taxa de atualização de até 120 Hz, além de 256 GB de armazenamento interno. Além disso, os Joy-Con 2 ganharam conexão magnética, controles maiores e a possibilidade de funcionar como mouse em jogos compatíveis, enquanto o console também mantém a proposta híbrida que consagrou a geração anterior. Nintendo Switch 2 é o principal hibrido do mercado atualmente Mariana Saguias/TechTudo Na prática, o Switch 2 é especialmente interessante para quem pretende jogar franquias como Mario, Zelda, Pokémon, Mario Kart e outros títulos exclusivos da Nintendo, além de aproveitar a retrocompatibilidade com jogos do Switch original. A análise do console feita por Daniel Trefilio para o TechTudo destaca que a tela representa uma evolução clara, principalmente pela combinação de resolução Full HD, HDR e 120 Hz, enquanto a bateria é um dos pontos menos convincentes, com autonomia estimada entre 2 e 6,5 horas. Matematicamente falando, sim, o Nintendo Switch 2 vale a pena. O Switch 1 chegou ao Brasil oficialmente em 2020 custando R$ 2.999, e atualmente o valor corrigido pelo índice IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) seria aproximadamente R$ 4.360, então o preço de R$ 4.449, apesar de não ser barato, é condizente com a realidade para um lançamento de nova geração. O modelo aparece por R$ 3.895 na Shopee nesta seleção, com nota 5 estrelas na loja. Em geral, compradores costumam destacar a qualidade da tela, a evolução de desempenho e a versatilidade do aparelho. Porém, a biblioteca ainda pouco explorada e a autonomia de bateria se encaixam como os principais pontos negativos citados pelos usuários. Prós: tela Full HD de 7,9 polegadas com HDR e até 120 Hz; pode ser usado como portátil, tabletop ou console de TV; retrocompatibilidade com jogos do Switch original. Contras: autonomia de 2 a 6,5 horas, dependendo do jogo; jogos e acessórios da Nintendo costumam ter preços elevados; valor considerado alto para o console. 4. Steam Deck OLED — a partir de R$ 5.403 A versão OLED mantém a proposta do Steam Deck original, mas combina o conceito com uma tela OLED de 7,4 polegadas, resolução de 1280 x 800 pixels, HDR e taxa de atualização de até 90 Hz. O aparelho roda SteamOS, sistema baseado em Linux desenvolvido pela Valve, e por isso apresenta uma experiência mais próxima de um console tradicional do que portáteis Windows. É uma opção interessante para quem já possui uma biblioteca extensa na Steam e prefere praticidade a potência bruta. Segundo a Valve o Steam Deck OLED trará a mesma performance do modelo tradicional, mas há espaço para extrair mais potência Divulgação/Valve O display é um dos grandes diferenciais do modelo. Em sua análise, o IGN destaca justamente a tela OLED maior, o HDR e os 90 Hz como algumas das principais evoluções em relação ao Steam Deck original. A bateria recebeu melhorias graças à combinação do painel mais eficiente com uma bateria de 50 Wh, embora jogos pesados ainda possam consumir a carga rapidamente. Por R$ 5.403 na Shopee, o Steam Deck OLED passa a competir com portáteis Windows mais potentes, mas sua interface simplificada, boa otimização e integração com a Steam continuam sendo argumentos fortes. Na varejista, o console recebeu 5 estrelas na avaliação dos usuários, que estão satisfeitos com sua versatilidade, potência e conforto. Por outro lado, a fonte de carregamento que vem no padrão europeu pode necessitar de um adaptador para carregar o portátil. Prós: excelente tela OLED; SteamOS proporciona experiência próxima à de um console; grande biblioteca de jogos para PC; Contras: desempenho não é superior ao Steam Deck LCD; pesado em comparação com consoles portáteis tradicionais; preço elevado no Brasil; necessária atenção com a fonte no padrão europeu. 5. Lenovo Legion Go S — a partir de R$ 6.449 O Lenovo Legion Go S é uma alternativa voltada para quem quer um portátil de PC com tela ampla e liberdade para instalar diferentes lojas e aplicativos. Acompanhado de tela IPS de 8 polegadas, resolução de 1920 x 1200 pixels e taxa de atualização de até 120 Hz, além de Windows 11, a proposta do console é interessante para quem pretende usar Steam, Xbox Game Pass, Epic Games Store e outras plataformas no mesmo aparelho. Os controles também foram redesenhados em relação ao Legion Go original, buscando uma pegada mais confortável para longas sessões. Lenovo Legion Go S com Windows aposta em aparelho com vasta bibiioteca de jogos do PC Divulgação/Lenovo No review do SifterHQ, o Legion Go S recebeu críticas importantes justamente por sua experiência com Windows. O aparelho foi considerado confortável e teve sua tela elogiada, mas o sistema operacional apresentou problemas de interface, escala e navegação, exigindo ajustes para ficar mais adequado ao uso portátil. O review apontou desempenho inconsistente em jogos mais exigentes, com Clair Obscur: Expedition 33 apresentando quedas de quadros, glitches e stutters durante os testes. A bateria de 55,5 Wh merece atenção. Testes independentes encontraram pouco mais de duas horas em jogos exigentes, enquanto títulos mais leves e configurações econômicas conseguem aumentar consideravelmente a autonomia. A própria experiência do SifterHQ reforça que o portátil funciona melhor quando o usuário está disposto a realizar ajustes, sendo menos indicado para quem procura uma experiência imediatamente simples, semelhante à de um Nintendo Switch ou Steam Deck. Vendido a partir de R$ 6.649 na Magalu, o produto tem 5 estrelas de avaliação na loja, com elogios à potência, ao equipamento premium de ótima qualidade e ao custo-benefício criticado em comparação com os concorrentes. Até o momento, não há críticas ao produto na varejista. Prós: tela IPS grande de 8 polegadas; Windows permite acessar diferentes lojas de jogos; armazenamento SSD e suporte a microSD. Contras: Windows 11 ainda não é ideal para portáteis; experiência exige configurações e ajustes; bateria pode durar pouco em jogos pesados; preço elevado para o desempenho oferecido. 6. ROG Xbox Ally X — a partir de R$ 8.329 O ROG Xbox Ally X é o modelo mais avançado desta seleção e foi desenvolvido pela ASUS em parceria com a Microsoft para aproximar a experiência de um PC portátil do ecossistema Xbox. O aparelho utiliza o AMD Ryzen AI Z2 Extreme, acompanhado de 24 GB de memória RAM e SSD de 1 TB, além de tela Full HD de 7 polegadas com 120 Hz. O sistema Windows 11 foi adaptado com uma experiência em tela cheia inspirada no Xbox, permitindo acessar jogos de PC e serviços como o Game Pass. É o modelo mais indicado para quem quer potência e não se importa em pagar bastante por isso. ROG Xbox Ally X é o portátil de maior potência e desempenho bruto disponível no mercado Victor Bastos/TechTudo O grande diferencial do Ally X está no desempenho, mas o review do TechTudo, feito por Victor Bastos, faz uma ressalva importante: mesmo sendo um portátil muito promissor, a potência disponível nem sempre se traduz em ganhos proporcionais nos jogos. A análise da publicação aponta que o desempenho pode decepcionar em determinados cenários, especialmente quando comparado às expectativas criadas pelo hardware. Sobretudo, a bateria de 80 Wh é outro destaque: a ASUS promete até 2,7 horas em jogos AAA exigentes e até 9,9 horas em títulos leves, dependendo das condições de teste. É difícil esperar uma bateria satisfatória em um dispositivo tão pequeno. De todo modo, me decepcionei com o tempo de uso que consegui com o ROG Xbox Ally. Quando configurado para ser usado como um computador, sua bateria pode durar mais de 9h. Esse é um ponto importante para o comprador, já que o console custa R$ 8.329 na Shopee, sendo o mais caro desta seleção. No momento de publicação desta matéria, ainda não há avaliações sobre o produto na loja indicada. Prós: maior desempenho entre os modelos selecionados; Ryzen AI Z2 Extreme com Radeon 890M; 24 GB de RAM; SSD de 1 TB; Contras: É o console mais caro da lista; Windows ainda apresenta limitações em uma interface portátil; jogos AAA consomem rapidamente a bateria. Com informações de Shopee (1, 2, 3 e 4), Amazon, Magalu, Retro Handhealds, Something New Reviews, IGN e SIFTER Mais do TechTudo Veja aqui: MONITOR GAMER OLED BARATO? VEJA O SAMSUNG G5 OLED MONITOR GAMER OLED BARATO? VEJA O SAMSUNG G5 OLED Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.

6 jogos tipo Red Dead Redemption 2, mas com histórias ainda melhores

10 de Setembro de 2026, 06:00

Red Dead Redemption 2 conquistou jogadores com sua história sobre o fim do Velho Oeste, mas há outros games que podem agradar quem procura narrativas ainda mais marcantes. No PS4 e em outras plataformas, títulos como Red Dead Redemption, The Witcher 3: Wild Hunt e The Last of Us Parte 1 apresentam campanhas focadas em personagens e escolhas que influenciam a jornada. Pensando nisso, o TechTudo preparou uma lista com seis jogos para quem busca histórias tão boas ou melhores que a aventura de Arthur Morgan. 🚨 Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp O game mais barato é God of War: Ragnarok, encontrado a partir de R$ 83 na Amazon, enquanto The Witcher 3: Wild Hunt - GOTY aparece como a opção mais cara, com preços a partir de R$ 299 na mesma varejista. Os valores foram consultados durante a apuração da matéria em setembro de 2026 e podem sofrer alterações sem aviso prévio. A seguir, confira a seleção completa. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Conheça a história de Arthur Morgan, protagonista de Red Dead Redemption 2 Divulgação/Rockstar 🔎 10 jogos que tornaram a geração do PlayStation 3 a melhor da história Initial plugin text 👉 Quais são os 10 melhores jogos na sua opinião? Comente no Fórum TechTudo 6 jogos tipo Red Dead Redemption 2, mas com histórias ainda melhores God of War: Ragnarok (PS4) - melhor jogo para quem gosta de games cinematográficos; Mass Effect: Legendary Edition (Xbox One) - remasteriza a trilogia inteira do Comandante Shepard com gráficos em 4K; The Last of Us Parte 1 (PS5) - melhor reconstrução visual, com gráficos refeitos para PS5, gameplay modernizado e recursos avançados de acessibilidade; Red Dead Redemption (PS4) - melhor para quem quer conhecer uma aventura clássica do Velho Oeste com uma história marcante; Cyberpunk 2077 (PS4) - ideal para quem curte RPG, narrativa e exploração de mundo aberto; The Witcher 3: Wild Hunt (PS4) - em tom medieval, é considerado um dos melhores RPGs da história. 1. God of War: Ragnarok (PS4) — a partir de R$ 83 God of War: Ragnarok, da Santa Monica Studio, conversa diretamente com jogadores que já conhecem a jornada de Kratos e curtem aventuras em terceira pessoa. Sequência direta de God of War (2018), o game coloca o jogador para enfrentar novamente deuses de Asgard, como Thor e Odin, em combates intensos que exigem domínio de diferentes armas e habilidades, enquanto acompanha uma narrativa sobre a relação entre pai e filho e a misteriosa origem de Atreus. Pai e filho devem lutar para impedir o apocalipse nórdico. God of War Ragnarok explora o fim do mundo segundo a mitologia nórdica Reprodução/Steam No review do TechTudo, o jogo foi elogiado pelo combate fluido, pelos personagens carismáticos e pelos gráficos incríveis. Para a autora Luiza M. Martins, o título é tão bom quanto o antecessor, mas é recomendável jogar o antecessor antes para compreender melhor a história. 🪓 Review: God of War Ragnarok equilibra enredo emocional e gameplay precisa Ragnarok alia o aprimoramento técnico com roteiro competente e entrega experiência madura, capaz de revisitar os games antigos e trazer nostalgia a um encerramento épico. God of War: Ragnarok está custando a partir de R$ 83 durante as ofertas 9.9 da Amazon, onde tem 4,9 estrelas de avaliação. Os usuários recomendam o título pela imersão e pela trilha sonora, além da maior variedade de inimigos para enfrentar ao longo da campanha, um dos maiores defeitos do primeiro game. Críticas mencionam apenas bugs ao longo da campanha, tal como o ritmo muito lento em certas partes. Prós: narrativa emocionante e muito bem desenvolvida; combate refinado, com grande variedade de habilidades; escopo maior. Contras: estrutura semelhante à de God of War (2018); é necessário jogar o primeiro título para compreender alguns pontos da história. 2. Mass Effect: Legendary Edition (Xbox One) — a partir de R$ 119 Mass Effect: Legendary Edition inclui os três primeiros jogos da saga com gráficos remasterizados em 4K Ultra HD, jogabilidade aprimorada e todas as DLCs inclusas. Ideal para fãs de RPGs longos, a coletânea acompanha a jornada do Comandante Shepard e sua tripulação pelo espaço sideral para salvar a galáxia da ameaça da raça de máquinas ultra-avançadas conhecida como Reapers, que extermina todas as civilizações a cada 50 mil anos para reiniciar o ciclo de evolução. Comandante Shepard em sua versão feminina em Mass Effect Legendary Edition Reprodução/Steam O game mistura ação, RPG e tiro em terceira pessoa, trazendo longas árvores de diálogo que permitem conhecer aliados e desenvolver romances. Ao longo dos três jogos, o usuário ergue um exército pelo universo para combater ameaças alienígenas, destaca a review do TechTudo, assinada por Erick Figueiredo. 🪐 Review de Mass Effect: Legendary Edition: jogo tem bons gráficos e enredo A jornada espacial do comandante Shepard em busca de uma forma de derrotar os Reapers continua tão boa quanto era no seu lançamento original. O pacote é ideal para quem gosta de uma narrativa cheia de reviravoltas e uma longa jornada pessoal. A edição está à venda por R$ 119 no Mercado Livre, mas há poucas avaliações. Em geral, nas plataformas de e-commerce, Mass Effect: Legendary Edition recebe elogios sobre as melhorias gráficas e a importação de saves entre os jogos da trilogia, que preserva as decisões e a aparência de Shepard. O principal ponto negativo apontado é a ausência de português. Prós: gráficos remasterizados em 4K Ultra HD; todas as DLCs dos três jogos inclusas; sistema de importação de saves entre os títulos. Contras: não tem localização em português. 3. The Last of Us Parte 1 (PS5) — a partir de R$ 158 Lançado em 2013 para PS3, The Last of Us fez tanto sucesso que ganhou uma versão remasterizada para PS4 e um remake para PS5 chamado The Last of Us Parte 1. Seguindo a mesma história da versão original, o título nos leva a um mundo pós-apocalíptico, em que a humanidade foi dizimada por um fungo que transforma pessoas em criaturas semelhantes a zumbis. Uma combinação de stealth, combate tático e criação de itens faz com que o jogo seja uma opção para quem prefere campanhas focadas na narrativa, assim como RDR2. The Last of Us Parte 1 traz um remake do aclamado game de ação do PlayStation 3 e PS4 para PC Reprodução/Steam A história segue o contrabandista Joel e Ellie, uma garota de 14 anos que pode ser a chave para a cura da infecção, enquanto eles lutam pela sobrevivência nos Estados Unidos. Ao longo da jornada, os dois constroem uma relação de pai e filha em meio a um mundo devastado por infectados. Na análise do TechTudo, por Diego Borges, The Last of Us (versão de 2013) já era elogiado por enredo, personagens e jogabilidade. 🧟 Review The Last of Us; confira a análise do TechTudo Com uma trama digna de uma obra literária e uma jogabilidade moldada em cima de uma dificuldade bem dosada, o título é um grande exemplo de que há jogos simplesmente marcantes. Durante as ofertas 9.9 da Amazon, The Last of Us Parte 1 está saindo por R$ 158. Avaliado com 4,9 pelos usuários, o jogo é muito exaltado pelo combate com várias possibilidades, excelente desenvolvimento dos personagens, além da evolução gráfica, tempos de carregamento rápidos e imersão do DualSense proporcionadas pelo PS5. O ponto negativo é a ausência do modo multiplayer clássico, conhecido como Facções (Factions). Prós: gráficos aprimorados; combate com várias possibilidades; imersão proporcionada pelo DualSense. Contras: ausência do modo multiplayer clássico, conhecido como Facções (Factions). 4. Red Dead Redemption (PS4) — a partir de R$ 161 Red Dead Redemption marcou o auge da Rockstar na criação de histórias robustas, mecânicas detalhadas e gráficos que definiram a era do PS3, mas foi relançado para PS4 em 2023. Combinando com quem gosta de campanhas individuais que duram dezenas de horas, o jogo oferece uma experiência cinematográfica do Velho Oeste, na qual os jogadores acompanham John Marston, um ex-fora da lei forçado a caçar os antigos membros de seu próprio bando após sua esposa e filho serem sequestrados pelo governo. 🐎 Esses são 8 jogos onde os vilões vencem no final; confira a lista Red Dead Redemption tem expansão de zumbis Undead Nightmare Reprodução/Steam Aspectos técnicos viriam a evoluir na sequência, Red Dead Redemption 2, como elementos imersivos, com liberdade para explorar cenários realistas a pé ou a cavalo. No entanto, a trama sobre redenção e lealdade é tão boa quanto e, na verdade, se passa cronologicamente depois. A mídia física conta com localização em português do Brasil e a expansão de zumbis Undead Nightmare. Dependendo de quanto tempo você dedica aos desafios opcionais, a campanha single-player tem entre 20 e 40 horas, explica a análise de Justin Calvert, do GameSpot, na época do lançamento, em 2010. Entre as várias atividades, ele menciona a caça, duelos, missões de captura e outras que afetam a honra do personagem. À venda na Amazon por R$ 161, onde tem nota de 4,9 estrelas, Red Dead Redemption tem como principais pontos positivos a história que leva o jogador a refletir e a trilha sonora típica de faroeste, segundo os consumidores. Em contrapartida, a ausência do mapa físico que vinha na versão original de PS3 e o limite de 30 fps no PS4 são alvos de críticas negativas. Prós: narrativa de faroeste; trilha sonora típica do gênero; expansão Undead Nightmare incluída. Contras: ausência do mapa físico original; limite de 30 fps no PS4. 5. Cyberpunk 2077 (PS4) — a partir de R$ 199 Em Cyberpunk 2077, o jogador assume o controle de V, um mercenário (ou mercenária) que tenta sobreviver após o roubo de um biochip dar errado e ter sua mente mesclada à do roqueiro-terrorista Johnny Silverhand, interpretado por Keanu Reeves. Esse universo reúne personagens marcantes, builds variadas e diversas atividades paralelas na cidade distópica de Night City. Após uma estreia conturbada, o game deu a volta por cima com a chegada da atualização 2.0 e também da expansão Phantom Liberty, vendida separadamente. Cyberpunk 2077 traz o ator Keanu Reeves como o roqueiro Johnny Silverhand Reprodução/Cyberpunk 2077 A análise de Felipe Vinha para o TechTudo no lançamento já destacava que Cyberpunk 2077 tinha um bom enredo, mas pecava em sua construção. Na época, o jogo estava repleto de bugs e problemas de renderização. Segundo ele, valia a pena ser jogado "pelo seu enredo, pela sua trilha sonora e pelas reflexões que, mesmo sem querer, acaba levantando". 🤖 Review de Cyberpunk 2077: jogo tem bom enredo em construção ruim 🌃 Cyberpunk 2077: Phantom Liberty finalmente traz a redenção do RPG; review A baixa quantidade de customizações decepciona, mas em contraste, a quantidade de finais possíveis agrada. Cyberpunk 2077 é definitivamente um game divertido, com campanha principal interessante e missões paralelas legais, mas que acabou prejudicado pela falta de polimento em sua versão final. Custando a partir de R$ 199 no Mercado Livre, a mídia física de PS4 é uma opção para os fãs de campanhas individuais longas. Na loja, os compradores avaliam o produto com nota 4,7 estrelas, elogiando a forma como a CD Projekt Red melhorou o jogo, além da imersão e da ambientação de Night City. Quase todas as reclamações aconteceram antes das correções publicadas pela desenvolvedora. Prós: Night City extremamente imersiva; expansão Phantom Liberty agrega bastante conteúdo; boa variedade de personagens e atividades. Contras: expansão Phantom Liberty é vendida separadamente; versão original teve problemas de desempenho e bugs. 6. The Witcher 3: Wild Hunt (PS4) — a partir de R$ 299 The Witcher 3: Complete Edition reúne o jogo base e todas as expansões e conteúdos adicionais lançados, incluindo Hearts of Stone e Blood and Wine, sendo a versão ideal para quem quer aproveitar um dos melhores RPGs de todos os tempos em sua completude. Geralt é um bruxo e caçador de monstros profissional que percorre O Continente em busca de sua filha adotiva, Ciri, cujo poder ancestral é alvo dos elfos espectrais da Caçada Selvagem. Tudo isso enquanto enfrenta monstros, cumpre contratos e se envolve em confusões. Siga a jornada de Geralt em The Witcher 3: Wild Hunt Reprodução/Steam O título entrega um mundo aberto cheio de detalhes e missões para o jogador completar no próprio ritmo, nos vilarejos e cidades de Velen e Novigrad, de acordo com a review do TechTudo, assinada por Felipe Vinha. ⚔️ Review The Witcher 3: Wild Hunt; confira a análise do TechTudo The Witcher 3: Wild Hunt mostra que a série, felizmente, evoluiu e amadureceu com seus fãs. Trata-se de um jogo verdadeiramente adulto, com muito o que se fazer e diversos momentos emocionantes. A história derradeira de Geralt de Rivia vai além do próprio bruxo e introduz a nova geração do panteão de The Witcher. A mídia física para PS4 está disponível por R$ 299 na Amazon. O produto conta com avaliação máxima de 4,6 estrelas na plataforma, em que os compradores elogiam as missões e finais alternativos do jogo e o mundo aberto repleto de desafios. Em contrapartida, as ressalvas apontam para um combate muito simples e bugs eventuais. Prós: narrativa magistral; missões variadas; mundo aberto rico; dublagem em português de qualidade. Contras: presença de bugs ocasionais; combate poderia ser mais complexo. Com informações de Shopee, Mercado Livre, Amazon, Magalu e GameSpot Mais do TechTudo 🎥 Veja aqui: GTA 6 teve a HISTÓRIA VAZADA na CAPA DE LANÇAMENTO?? GTA 6 teve a HISTÓRIA VAZADA na CAPA DE LANÇAMENTO?? Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a agosto de 2026.

5 notebooks com 1 TB de SSD que não custam uma fortuna

10 de Setembro de 2026, 04:00

Notebooks com 1 TB de armazenamento podem fazer diferença na rotina de quem trabalha com muitos documentos, instala programas pesados ou simplesmente prefere não precisar administrar arquivos por falta de espaço. Embora essa capacidade seja comum em modelos premium, é possível encontrar opções que não custam uma fortuna no mercado. Pensando nisso, o TechTudo reuniu modelos que oferecem bastante espaço para armazenar arquivos, aplicativos, fotos e vídeos, além de configurações voltadas para diferentes perfis de uso, como estudos, trabalho e multitarefa, sem pesar tanto no orçamento. 🚨 Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da Internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Entre os modelos selecionados está o ASUS Vivobook 15 X1504VA-NJ2247, encontrado por valores a partir de R$ 4.263 no Mercado Livre. O notebook combina 16 GB de RAM, SSD de 1 TB e processador Intel Core i5-1334U, sendo a opção mais acessível da lista e uma alternativa para atividades de produtividade e uso cotidiano. Na outra ponta aparece o ASUS VivoBook S14 S3407CA-LY114W, disponível a partir de R$ 6.069 no mesmo site. O modelo traz processador Intel Core Ultra 5 225H, 16 GB de RAM e SSD de 1 TB, além de tela de 14 polegadas, formando uma configuração voltada a usuários que buscam desempenho e mobilidade. Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração da matéria, no mês de setembro de 2026, e podem sofrer alterações. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Confira notebooks com 1 TB de SSD que não custam uma fortuna Rafaella Lobão/TechTudo 🔎 Qual é o melhor notebook: Dell ou Asus? Comparamos as marcas Initial plugin text * Para voltar é necessário remover o CTA selecionado. 📝 Existe notebook bom e barato por até 2.000 reais? Veja no Fórum TechTudo Notebooks com 1 TB de SSD que não custam uma fortuna ASUS Vivobook 15 X1504VA-NJ2247 – opção para estudos e trabalho, com 16 GB de RAM e SSD de 1 TB para multitarefa e armazenamento Dell Inspiron 15 I15-I1300-A60P – alternativa para trabalho e estudos, com 16 GB de RAM e tela de 120 Hz para uma navegação mais fluida Acer Aspire 16 A16-71M-51UQ – indicado para quem prefere uma tela maior, com painel IPS de 16 polegadas e SSD de 1 TB Dell Inspiron 15 15-I1300-A80P – voltado a tarefas profissionais, com Core i7 e 16 GB de RAM para executar vários programas simultaneamente ASUS VivoBook S14 S3407CA-LY114W – opção compacta para quem busca mobilidade, com tela de 14 polegadas e Intel Core Ultra 5 1. ASUS Vivobook 15 X1504VA-NJ2247 – a partir de R$ 4.263 O ASUS Vivobook 15 X1504VA-NJ2247 é uma opção voltada a quem precisa de um notebook potente para estudos, trabalho e tarefas de escritório, especialmente pela combinação de 16 GB de RAM DDR4 e SSD NVMe de 1 TB. O modelo tem tela de 15,6 polegadas com resolução Full HD e processador Intel Core i5-1334U, enquanto a placa de vídeo integrada Intel Iris Xe atende a atividades gráficas mais simples. Asus Vivobook 15 é bom? Preço e ficha técnica do notebook O conjunto inclui ainda sistema operacional Linux, enquanto a tela conta com painel IPS, taxa de atualização de 60 Hz, brilho de 250 nits e cobertura de 45% do padrão NTSC. O aparelho pesa cerca de 1,7 kg e traz webcam HD com escudo de privacidade, microfones integrados e alto-falantes com tecnologia SonicMaster. Para conectividade, oferece USB 2.0, duas USB 3.2, USB-C, HDMI, Wi-Fi 5 e Bluetooth 5.1. A bateria tem 42 Wh, enquanto o carregador de 45 W mantém uma proposta relativamente compacta para transporte. A linha Vivobook 15 foi considerada pelo nosso time como uma alternativa adequada para trabalho, estudos e entretenimento, com desempenho voltado às tarefas cotidianas. A ficha técnica também destaca recursos como a dobradiça com abertura de até 180 graus, touchpad amplo, tratamento antibacteriano na construção e recursos de software da ASUS, como o GlideX. O ASUS Vivobook 15 X1504VA-NJ2247 aparece por R$ 4.263 no Mercado Livre, onde acumula nota 4,9. Entre os comentários, os usuários elogiam principalmente a rapidez, o desempenho para trabalho e estudo, a construção e a autonomia considerada satisfatória. Por outro lado, alguns consumidores reclamam da versão com Linux, que pode exigir a instalação do Windows para utilizar determinados programas. Prós: 16 GB de RAM DDR4 para multitarefa; SSD NVMe de 1 TB; tela Full HD antirreflexiva; webcam com tampa de privacidade Contras: tela de 60 Hz, menos indicada para jogos; Linux pode deixar a desejar 2. Dell Inspiron 15 I15-I1300-A60P – a partir de R$ 5.099 O Dell Inspiron 15 I15-I1300-A60P é um notebook intermediário indicado para estudos, trabalho, navegação e multitarefa, principalmente para quem busca bastante espaço para arquivos e programas. O modelo combina Intel Core i5-1334U de 13ª geração, 16 GB de RAM DDR4 e SSD NVMe de 1 TB, conjunto que favorece o uso simultâneo de diferentes aplicações e armazenamento de documentos, fotos e vídeos. A placa de vídeo Intel Iris Xe integrada atende a tarefas gráficas cotidianas, mas não é voltada a jogos pesados. Notebook Dell Inspiron 15 vale a pena? Veja preço e ficha técnica A tela de 15,6 polegadas tem resolução Full HD e 120 Hz, característica que deixa a navegação e as animações mais fluidas do que em painéis tradicionais de 60 Hz. O aparelho também pesa cerca de 1,6 kg e conta com teclado numérico, webcam HD, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e USB-C. Na ficha técnica, o TechTudo destaca a variedade de configurações do Inspiron 15, ressaltando que há versões mais simples e outras mais potentes; por isso, a escolha é importante para evitar pagar por um modelo que não atenda ao perfil de uso. O conjunto do Inspiron 15 ainda inclui Windows 11, bateria de 41 Wh e carregador de 65 W, além de HDMI, USB-A, USB-C, leitor de cartão SD e entrada para fones de ouvido. A webcam tem resolução de 720p e o teclado segue o padrão ABNT2 com numérico, recursos que complementam a proposta para trabalho e estudos. A ausência de placa de vídeo dedicada limita o desempenho em aplicações gráficas mais exigentes. O Dell Inspiron 15 I15-I1300-A60P aparece por R$ 5.099 na Amazon, com nota 4,5 entre os usuários. As avaliações positivas destacam velocidade, funcionamento silencioso, qualidade da tela, teclado confortável, inicialização rápida e boa experiência em tarefas de trabalho e estudo. Por outro lado, há casos pontuais de travamentos e falhas na ventoinha. Prós: 16 GB de RAM para multitarefa; SSD de 1 TB para armazenar arquivos e programas; tela Full HD de 120 Hz para maior fluidez; Wi-Fi 6 Contras: placa de vídeo integrada, menos indicada para jogos e softwares gráficos pesados 3. Acer Aspire 16 A16-71M-51UQ — a partir de R$ 5.499 O Acer Aspire 16 A16-71M-51UQ é voltado para quem procura um notebook para trabalho, estudos e criação de conteúdo, especialmente pela combinação de processador Intel Core Ultra 5 115U e 16 GB de RAM. A tela de 16 polegadas com resolução WUXGA oferece uma área maior para documentos, planilhas e navegação, enquanto os gráficos integrados Intel Graphics atendem tarefas visuais mais básicas. Review Acer Aspire 16: performance impressiona, mas bateria deixa a desejar Acer Aspire 16 - TechTudo Rafaella Lobão/TechTudo Nos nossos testes com uma versão alternativa da linha, o aparelho se mostrou competente para tarefas de produtividade, conseguindo lidar com várias abas do navegador e programas de edição de vídeo e áudio sem comprometer o desempenho. A construção fina, com 17,95 mm de espessura, também recebeu destaque, assim como o peso de 1,69 kg para um modelo com tela grande. O display tem painel LED, taxa de atualização de 60 Hz e tratamento antirreflexo, enquanto o teclado conta com numérico e o touchpad tem tamanho amplo. Notebook com foco no trabalho e na simplicidade tem um dos melhores custo-benefício entre seus concorrentes, mas a bateria pode deixar a desejar. O Acer Aspire 16 também oferece SSD de 1 TB, espaço suficiente para guardar uma quantidade considerável de documentos, programas e arquivos pessoais. Para conectividade, o notebook conta com duas USB-C com Thunderbolt 4, duas USB-A, HDMI e Wi-Fi 6E, conjunto que facilita a ligação de periféricos e monitores externos. O sistema Windows 11 Home inclui Microsoft Copilot, e o software AcerSense permite acompanhar o funcionamento do aparelho e selecionar diferentes modos de operação. O Acer Aspire 16 A16-71M-51UQ aparece por R$ 5.499 na Amazon e tem nota 4,5. As avaliações destacam o desempenho para trabalho e estudos, a tela grande e a construção, com compradores relatando bom funcionamento durante o uso de várias abas e programas. Entre os pontos negativos mencionados estão o áudio considerado fraco, o teclado sem retroiluminação e a tela de 60 Hz, enquanto a placa gráfica integrada também limita o aparelho em jogos mais exigentes. Prós: 16 GB de RAM para multitarefa; SSD de 1 TB para arquivos e programas; tela WUXGA de 16 polegadas com touch screen; duas USB-C com Thunderbolt 4 Contras: tela de 60 Hz, pouco indicada para jogos competitivos; gráficos integrados com limitações em games pesados 4. Dell Inspiron 15 15-I1300-A80P – a partir de R$ 5.999 O Dell Inspiron 15 15-I1300-A80P é uma opção para quem procura um notebook para trabalho, estudos e multitarefa, com configuração capaz de lidar com diferentes programas abertos ao mesmo tempo. O modelo combina processador Intel Core i7-1355U de 13ª geração, 16 GB de RAM DDR4 e SSD NVMe de 1 TB, oferecendo uma boa margem para atividades cotidianas e armazenamento de arquivos. A tela de 15,6 polegadas com resolução Full HD e taxa de 120 Hz favorece uma experiência mais fluida na navegação, enquanto a placa gráfica integrada Intel Iris Xe atende tarefas que não exigem uma GPU dedicada. O aparelho também conta com teclado numérico, webcam HD, Wi-Fi 6 e Bluetooth 5.1, formando um conjunto versátil para o dia a dia. Em conectividade, o notebook oferece duas portas USB-A, uma USB-C, HDMI, leitor de cartão SD e entrada para fones de ouvido, permitindo conectar periféricos e acessórios sem depender tanto de adaptadores. O modelo pesa cerca de 1,65 kg e traz bateria de 54 Wh, capacidade maior que a encontrada em algumas configurações mais simples da família. Como ponto de atenção, a Intel Iris Xe continua sendo uma solução integrada, portanto o equipamento não é a escolha mais adequada para jogos pesados ou trabalhos profissionais que dependam de alto desempenho gráfico. O Dell Inspiron 15 15-I1300-A80P aparece por R$ 5.999 na Amazon, com nota 4,5. As avaliações destacam principalmente a rapidez do notebook, o funcionamento eficiente em tarefas do dia a dia, a qualidade da tela, o teclado confortável e a inicialização rápida. Entre os relatos negativos sobre o aparelho, aparecem casos pontuais de travamentos e tela que apaga durante o uso. Prós: 16 GB de RAM para multitarefa; SSD de 1 TB para amplo armazenamento; tela Full HD de 120 Hz para maior fluidez; processador Core i7 de 13ª geração; bateria de 54 Wh Contras: placa de vídeo integrada, limitada para jogos e aplicações gráficas pesadas 5. ASUS Vivobook S14 S3407CA-LY114W – a partir de R$ 6.069 O ASUS Vivobook S14 S3407CA-LY114W é indicado para quem busca um notebook compacto, potente e preparado para produtividade, especialmente em estudos, trabalho, análise de dados e uso de vários programas simultaneamente. O modelo traz processador Intel Core Ultra 5 225H, 16 GB de memória RAM DDR5 e SSD NVMe de 1 TB, combinação que oferece bastante agilidade para tarefas cotidianas e espaço para arquivos e aplicativos. O aparelho tem tela de 14 polegadas com resolução Full HD, além de construção fina e leve, características que favorecem quem precisa transportar o computador com frequência. O conjunto também inclui teclado retroiluminado, reconhecimento facial e câmera com recursos voltados a videoconferências. Embora o modelo não tenha uma placa de vídeo dedicada, o processamento gráfico integrado atende bem a atividades de produtividade e pode lidar com tarefas de edição mais leves. Outro destaque é a bateria de 70 Wh, que proporciona uma boa capacidade energética para um notebook compacto, acompanhada de carregamento por USB-C. O modelo ainda oferece Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3, HDMI 2.1, duas portas USB-A e duas USB-C. Por outro lado, a tela utiliza painel IPS e tem taxa de atualização de 60 Hz, ficando atrás de alternativas com maior frequência para quem prioriza jogos ou movimentos mais fluidos. O ASUS Vivobook S14 S3407CA-LY114W aparece por R$ 6.069 no Mercado Livre, com nota 4,9 de 5 estrelas. Os usuários destacam principalmente a rapidez, leveza, autonomia da bateria, qualidade das câmeras e teclado retroiluminado. Entre os pontos negativos, aparecem uma avaliação que considera a tela apenas mediana e outra que demonstra preocupação com a resistência da porta USB-C usada para carregamento. Prós: processador Intel Core Ultra 5 225H para produtividade; 16 GB de RAM DDR5 para multitarefa; SSD de 1 TB; bateria de 70 Wh; construção compacta e leve; teclado retroiluminado e reconhecimento facial Contras: tela de 60 Hz, menos indicada para jogos; placa gráfica integrada, limitada para tarefas gráficas pesadas Com informações de Acer, Amazon, Asus, Dell e Mercado Livre Mais do TechTudo l 🎥 Assista: Asus Zenbook S14 (2026) é o melhor notebook ultrafino do mercado? Testamos! Asus Zenbook S14 (2026) é o melhor notebook ultrafino do mercado? Testamos! Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.

Marca Oster é boa? Conheça catálogo de produtos e veja se vale a pena

10 de Setembro de 2026, 04:00

A Oster é uma marca confiável, com catálogo abrangente e longa presença no mercado brasileiro de eletrodomésticos. A fabricante conta com eletrodomésticos grandes, como coifas e fornos de embutir, além de aparelhos voltados ao preparo de alimentos, como liquidificadores, batedeiras, processadores e air fryers. O rol de equipamentos assinados pela marca também se destaca pela variedade de modelos e pela construção voltada ao uso frequente. Dentre todas as opções, a Oster se apresenta como uma alternativa consistente principalmente em eletroportáteis, segmento nos qual reúne diferentes modelos e recursos para atender a perfis variados de consumidores. A seguir, o TechTudo traz as principais características da marca, conheça seus diferenciais e veja quais são seus pontos fortes e limitações antes de escolher um produto. 🔎 Qual a melhor marca de air fryer? Veja guia e modelos à venda 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews Oster é uma marca centenária com forte atuação no segmento de eletroportáteis Divulgação/Oster 1. A marca Oster é boa? A Oster é uma marca centenária, fundada por John Oster em 1924, nos Estados Unidos. De lá para cá, a fabricante ampliou sua atuação no mercado de eletrodomésticos e consolidou seu nome especialmente entre os eletroportáteis voltados ao preparo de alimentos. No Brasil, a marca é reconhecida principalmente por seus liquidificadores, air fryers, cafeteiras e batedeiras, com produtos que combinam diferentes níveis de potência, recursos e acabamento De modo geral, a Oster pode ser considerada uma boa marca para quem busca produtos com construção robusta, bom desempenho e variedade de recursos. Entretanto, seus modelos costumam ocupar faixas de preço mais elevadas que algumas concorrentes, fazendo com que a relação custo-benefício varie conforme o produto e o perfil de uso. Nesse cenário, vale conferir se os diferenciais do modelo pretendido realmente serão úteis no dia a dia e justificam o investimento adicional. A Oster é uma marca centenária, fundada por John Oster em 1924, nos Estados Unidos Oster/Cenário gerado com IA Segundo a própria fabricante, os produtos da Oster contam com certificação do Inmetro e garantia contratual de até 12 meses, conforme a categoria do aparelho. A empresa também declara manter uma rede de aproximadamente 970 assistências técnicas autorizadas distribuídas pelo Brasil. 2. Oster é confiável? Veja a reputação da marca Uma das formas mais sólidas de verificar a confiabilidade e a reputação de uma marca é analisar indicadores que mostrem como é sua relação com os consumidores no pós-venda. Nesse sentido, plataformas de reclamações podem ajudar a entender como a empresa responde às queixas, se busca solucionar os problemas apresentados e qual é a percepção dos clientes sobre o atendimento recebido. O Reclame Aqui é uma das plataformas mais respeitadas para esse fim. Por lá, a Oster aparece atualmente com reputação “Ótima”, respondendo 99,9% das reclamações, acmuladas entre março e agosto de 2026, e resolvendo 86,6% delas. Ainda que no período, existam 2.829 registros de insatisfação de clientes relacionados a algum serviço ou produto, após o posicionamento da empresa, 76,9% desses consumidores indicaram que voltariam a fazer negócio. Esse percentual é interessante porque mostra a intenção de recompra depois que a empresa teve a oportunidade de responder à reclamação David Valle/TechTudo Esse percentual é interessante porque mostra a intenção de recompra depois que a empresa teve a oportunidade de responder à reclamação. Ou seja, não mede apenas quantas queixas foram solucionadas, mas também se o atendimento foi suficiente para preservar a confiança do consumidor, mesmo com uma experiência ruim na bagagem. 3. Liquidificador Oster é bom? Desde que lançou o seu primeiro liquidificador, o Osterizer, na década de 40, esse eletroportátil é um dos carros chefes da Oster. Entre os principais destaques de seus liquidificadores estão a potência elevada e a construção robusta, com jarras resistentes e diferentes níveis de velocidade para lidar com preparos mais exigentes. Entre os recursos presentes nos liquidificadores Oster está o motor reversível, que faz as lâminas girarem nos dois sentidos, horário e anti-horário, ajudando no processamento dos ingredientes. Outro destaque é a tecnologia Titanium Blade, com lâminas de 7 cm revestidas em titânio e quatro níveis de corte para misturar, triturar, fatiar e moer diferentes ingredientes. A marca também oferece jarras com capacidades entre 1,25 e 3,3 litros, incluindo modelos fabricados em Tritan, material resistente a impactos, variações de temperatura e riscos. Entre os recursos presentes nos liquidificadores Oster está o motor reversível Reprodução/Amazon Ao todo, a fabricante oferece nove modelos em seu site oficial, distribuídos entre as linhas MAXI, voltada para grandes capacidades; Práticos, focada no desempenho para o dia a dia; Clássicos, que aposta em um design de inspiração vintage; e TECH, que reúne modelos com foco em inovação e tecnologia. Os preços dos liquidificadores variam de R$ 230 a R$ 1.000. 4. Air fryer Oster é boa? A air fryer é outro aparelho utilizado no preparo de alimentos que ocupa posição de destaque no catálogo da Oster. Os modelos seguem a proposta geral da marca, combinando construção robusta e recursos voltados a facilitar o preparo. Entre eles está a função “+ 5 minutos”, que permite estender rapidamente o tempo do ciclo sem precisar reprogramar o aparelho. Algumas opções também contam com grelhas com revestimento DiamondTech, camada antiaderente enriquecida com partículas de diamante. O catálogo inclui modelos tradicionais, com gaveta, e versões Oven, com capacidades entre 4,5 e 14 litros. Boa parte dos aparelhos também traz painel touch colorido com funções pré-programadas, ampliando as possibilidades de preparo. A air fryer é outro aparelho utilizado no preparo de alimentos que ocupa posição de destaque no catálogo da Oster Reprodução/Amazon 5. Cafeteira Oster é boa? Na categoria de cafeteiras, a Oster apresenta alternativas tanto para o preparo tradicional por filtro quanto para quem prefere café expresso. As cafeteiras elétricas aquecem a água na base e a conduzem por um tubo até o filtro, onde passa pelo pó antes de chegar à jarra. As capacidades variam de 0,75 a 1,5 litro, com rendimento de cerca de 19 a 36 xícaras. Entre os diferenciais estão base aquecida, jarra de inox, preparo de café gelado, programação e copos térmicos. A marca oferece nove modelos tradicionais, com preços entre R$ 149 e R$ 389. Já as cafeteiras expresso trabalham com pressão de 15 a 20 bar para forçar a passagem da água quente pelo café compactado no porta-filtro. , incluindo sistemas compatíveis com Nespresso, além de vaporizador de leite para preparar bebidas como cappuccinos e lattes. Há modelos compatíveis com pó, sachês e cápsulas Reprodução/Mercado Livre 6. Quais produtos da Oster mais se destacam? Como dito anteriormente, a Oster possui um catálogo variado de eletroportáteis. Confira, a seguir, um panorama geral para entender em quais categorias a marca se destaca mais, em termos de funcionalidades, preço e disponibilidade. Liquidificadores: um dos principais segmentos da Oster, com modelos de diferentes capacidades, potências e recursos, incluindo opções mais robustas e voltadas para preparos exigentes. No site oficial, são nove modelos disponíveis, com preços que variam de R$ 230 a R$ 1.000. Air fryers: reúne modelos tradicionais e versões Oven, com capacidades de 4,5 a 14 L e recursos como funções pré-programadas e painel touch. No site oficial, são sete modelos disponíveis por preços que partem de R$ 399 e podem chegar a R$ 899. Cafeteiras: oferece opções tradicionais e expresso, desde modelos mais simples até máquinas avançadas com moedor integrado e diferentes tecnologias de preparo, atendendo a diferentes perfis de uso. Ao todo, são 18 opções disponíveis, com preços que variam de R$ 150 a R$ 4.000. Batedeiras: atualmente conta com o modelo Batedeira Planetária Oster Bowl III, disponível na versão tradicional e Inox. Com potência de 850 W, 12 velocididades e capacidade de 4L, a batedeira pode ser encontrada por valores que partem de R$ 579. Fornos elétricos: a Oster oferece três opções na categoria, sendo duas delas modelos 2 em 1, que podem funcionar tanto como forno quanto como air fryer. A marca se destaca pelas capacidades elevadas, com aparelhos que chegam a 45 litros de espaço interno. Os preços variam de R$ 749 a R$ 999. Processadores: nessa categoria, a Oster também oferece opções que podem atender à necessidades mais básicas e orçamentos mais modestos, à modelos mais específicos como o Multiprocessador de Alimentos Black 7 em 1, que pode funcionar como um: liquidificador, triturador, misturador de massas, espremedor de frutas, emulsificador, ralador e fatiador. São 5 opções com preços variam de R$ 179 à R$ 479 Panelas elétricas: esse outro segmento de eletroportáteis em que a oster possui destaque. Apesar de oferecer apenas 5 modelos, é possível encontrar no catálogo panelas elétricas de: pressão, arroz e para fundue, com capacidades que iniciam em R$ 1,2 L e podem chegar a 5,7 L. Os preços variam de R$ 199 a R$ 999 Outros eletroportáteis: o catálogo também inclui produtos como moedores de café, chaleiras elétricas, sanduicheiras, grills, chaleiras, mixers, torradeiras, máquinas de waffle, e outros aparelhos para tarefas específicas. 7. Quais são os pontos positivos da Oster? Como pudemos ver, um dos principais pontos positivos da Oster está na qualidade de construção de seus produtos, com aparelhos que costumam apostar em estruturas mais robustas, materiais de boa resistência e acabamentos que transmitem uma maior sensação de durabilidade. Essa característica é especialmente relevante em eletroportáteis de uso frequente, enquanto o cuidado com o design também contribui para posicionar a marca como uma alternativa para quem valoriza produtos mais sofisticados e bem construídos. Outra vantagem geralmente oferecida pelos aparelhos da marca está relacionada ao desempenho. Independentemente da categoria, a Oster costuma disponibilizar alternativas para consumidores que necessitam de modelos com maior capacidade e potência, seja para preparar grandes quantidades de alimentos, seja para lidar com receitas que exigem mais do equipamento Divulgação/Oster Por fim, também podemos elencar entre os pontos positivos a variada oferta no segmento de eletroportáteis. A marca está presente em diferentes categorias, como liquidificadores, air fryers, cafeteiras, batedeiras, fornos elétricos, processadores e panelas elétricas, oferecendo opções com diferentes características, recursos e faixas de preço. Essa variedade facilita encontrar um produto adequado a diferentes necessidades e perfis de uso. 8. Quais são os pontos negativos da Oster? Ainda que possua destaques evidentes sob diversos aspectos, a marca não é perfeita e também apresenta algumas lacunas. Um dos principais pontos negativos está na faixa de preço. Embora os produtos de fato possuam características que podem justificar um investimento maior, os valores praticados pela Oster ficam, em diversos casos, acima dos cobrados por concorrentes que oferecem aparelhos com especificações semelhantes. Isso pode pesar especialmente para consumidores que priorizam o custo-benefício ou procuram um equipamento mais simples para o uso cotidiano. Outro ponto que merece atenção está relacionado ao pós-venda. Além dos registros de reclamações sobre defeitos nos produtos, o Reclame Aqui reúne queixas de consumidores envolvendo dificuldades com assistência técnica e disponibilidade de peças. Apesar do bons números da marca relacionados a solução de problemas, entre março e agosto de 2026, foram registradas 801 reclamações na categoria “Assistência técnica” e parte delas relacionadas a falta de peças. Embora esteja longe de representar a totalidade de experiência de clientes com a marca, o número é relevante o suficiente para ser levado em consideração antes de uma aquisição. Um dos principais pontos negativos está na faixa de preço Reprodução/Mercado Livre 9. Oster vale a pena? Assim como qualquer marca em qualquer segmento, a Oster faz mais sentido para determinados perfis de uso do que para outros. De forma geral, os produtos da marca costumam atender bem consumidores que buscam eletroportáteis com bom acabamento, construção robusta e recursos extras, especialmente em categorias como liquidificadores, air fryers e cafeteiras. Por outro lado, o preço mais elevado de parte do catálogo pode reduzir o custo-benefício para quem procura apenas um aparelho básico para o uso cotidiano. Por isso, a Oster vale a pena principalmente quando os diferenciais oferecidos pelo modelo escolhido, como maior potência, capacidade, recursos adicionais ou construção mais resistente, são realmente úteis para a rotina do consumidor e justificam o investimento adicional. A Oster vale a pena principalmente quando os diferenciais oferecidos pelo modelo escolhido Divulgação/Oster Dessa forma, se você busca produtos com maior durabilidade, uma boa estratégia é comparar os modelos da Oster com alternativas de concorrentes como Philips Walita, Electrolux, Britânia, Arno e Mondial. Ao analisar as fichas técnicas, é possível identificar semelhanças e diferenças entre os aparelhos e avaliar se o preço adicional cobrado pela Oster se traduz em benefícios Além disso, também vale observar comentários de compradores em páginas de varejistas dedicados aos produtos, review e registros no Reclame Aqui antes de tomar uma decisão. Com informações de Oster e ReclameAqui. Mais do TechTudo: Vídeo: Essa é a Air Fryer QUERIDINHA dessa BLACK FRIDAY! Essa é a Air Fryer QUERIDINHA dessa BLACK FRIDAY!

12 dicas para melhorar sua vida com a Alexa

10 de Setembro de 2026, 03:00

Sua Alexa pode funcionar como um sistema completo de interfone, agenda pessoal e central de automação sem que você precise mover um dedo. Nesse cenário, quem usa apenas os comandos de voz mais básicos, como pedir para tocar uma música ou ouvir a previsão do tempo, perde a chance de aproveitar os recursos mais avançados da assistente. Funções como emitir avisos, fazer ligações, controlar aparelhos smart e mudar a palavra de ativação da Alexa podem facilitar bastante a sua rotina. A seguir, o TechTudo apresenta 12 funções da assistente da Amazon que você pode usar para otimizar a sua casa e manter tudo sob controle. 🔎 10 comandos da Alexa que você nem sabia que existiam 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews Confira comandos úteis da Alexa para a sua rotina Divulgação/Amazon 📝 Amazon Echo Dot com Alexa vale a pena? Qual modelo devo comprar? Saiba no Fórum TechTudo. 12 funções para usar na Alexa Crie rotinas para a Alexa fazer várias coisas de uma vez Faça a Alexa lembrar você de tarefas e compromissos Controle vários aparelhos da casa com um único comando Emita um aviso para todos os dispositivos Alexa da casa Use o Drop In como um interfone entre os cômodos Mude a palavra de ativação da Alexa Faça a Alexa falar mais rápido ou mais devagar Use a Alexa para criar e consultar sua lista de tarefas Crie rotinas que são ativadas automaticamente Use a Alexa para controlar a rotina de outros dispositivos Use a Alexa para se comunicar mesmo quando você está longe do Echo Personalize a experiência da Alexa para diferentes pessoas da casa 1. Crie rotinas para a Alexa fazer várias coisas de uma vez Em vez de falar vários comandos de voz em sequência para fazer coisas como ouvir a previsão do tempo e acender a luz, você pode agrupar todas essas ações em um único pedido para a Alexa usando o recurso de Rotinas. Essa função serve para configurar automações que executam diversos eventos de uma só vez a partir de um gatilho específico, como um comando personalizado ou uma hora definida. Ao criar uma rotina de “Bom dia”, por exemplo, você pode dizer a saudação ao dispositivo para desencadear suas ações desejadas, como informar a previsão do tempo, acender luzes smart e reproduzir notícias. Por outro lado, você pode configurar uma rotina noturna para a Alexa apagar todas as lâmpadas conectadas da casa, executar som de ruído branco para dormir ou realizar outras ações. Alexa permite criar rotinas automatizadas Divulgação/Amazon Para começar a criar suas rotinas personalizadas na assistente, você deve abrir o app da Alexa, acessar a aba “Mais” e escolher a opção “Rotinas”. Em seguida, toque no ícone de + e defina o gatilho (comando de voz, horário pré-definido etc) em “Quando isto acontecer” e, em seguida, selecione as tarefas a serem executadas no campo “Adicionar ação”. Depois de escolher todas as ações desejadas, basta salvar a automação. É possível criar até 200 rotinas diferentes na mesma conta Amazon, que podem ser acionadas por voz, horário, alarmes e determinados eventos de dispositivos compatíveis. 2. Faça a Alexa lembrar você de tarefas e compromissos Os lembretes por comando de voz da assistente virtual da Amazon podem ser configurados facilmente a partir de frases como “Alexa, me lembre de tirar o bolo do forno daqui a 30 minutos” ou “Alexa, me lembre de pagar a conta de luz hoje às 15h”. Você tem a opção de criar avisos pontuais ou recorrentes, que tocam em dias e horários específicos da semana, então a Alexa pode te lembrar de tomar um remédio todas as manhãs ou buscar os filhos na escola nos dias úteis, por exemplo. Quando o horário do lembrete chega, o aparelho fala a mensagem cadastrada e envia uma notificação diretamente para a tela do seu celular. O recurso de lembrete funciona diferente das rotinas: enquanto elas servem para executar uma série de ações automaticamente, o lembrete serve para recordar algo, e precisa ser configurado manualmente pelo usuário. Use a Alexa para ativar lembretes ao longo do dia Reprodução/Freepik 3. Controle vários aparelhos da casa com um único comando Se você tem vários aparelhos smart em casa, é possível deixá-la toda conectada com a Alexa e usar apenas a sua voz para realizar uma porção de ações, como desligar as luzes, trancar a porta de casa ou ligar a cafeteira. Aparelhos como lâmpadas inteligentes, tomadas conectadas, ar-condicionado com Wi-Fi e câmeras de segurança podem ser pareados com a assistente para criar um ecossistema centralizado na Alexa. Assim, em vez de caminhar até cada cômodo para desligar interruptores ou procurar o controle da televisão, basta vincular os equipamentos ao dispositivo Echo para realizar os comandos desejados. É importante se certificar, antes de comprar algum aparelho smart, se ele é compatível com a Alexa — essa informação costuma vir na caixa. O processo de pareamento é feito pelo aplicativo da Alexa para celular, na aba “Dispositivos”. A Alexa ajuda a criar uma casa conectada Reprodução/Freepik 4. Emita um aviso para todos os dispositivos Alexa da casa Se você mora em uma casa grande, a função Avisos da Alexa pode te ajudar a parar de gritar da cozinha ou subir as escadas toda vez que precisa chamar alguém. O recurso funciona como uma espécie de sistema de comunicação interna que permite emitir mensagens de áudio ou texto para todos os alto-falantes e telas inteligentes conectados à mesma conta da Amazon. Para enviar o recado por voz, basta dizer “Alexa, avise…” seguido do seu comunicado. Também é possível enviar o aviso por escrito pelo aplicativo da Alexa na aba “Comunicação” > “Avisar”. Ao enviar o aviso — escrito ou falado — para a assistente, os dispositivos espalhados pela casa emitirão um bipe de atenção e reproduzirão o recado logo em seguida. Você pode enviar avisos pelo app da Alexa ou pela própria assistente Reprodução/Freepik 5. Use o Drop In como um interfone entre os cômodos Outro recurso interessante de comunicação da Alexa é o Drop In. Ele atua tipo um interfone para dispositivos Amazon, permitindo fazer uma chamada com outra pessoa a partir do comando “Alexa, conecte com [nome do aparelho]”. Depois, basta falar “Alexa, desligar” para encerrar a ligação. Para usar o Drop In, você deve selecionar no aplicativo da Alexa quais dispositivos da casa aceitam essa conexão em Dispositivos > Echo & Alexa > [Nome do Dispositivo] > Configurações > Comunicação > Drop In. Também é possível liberar o acesso para outras pessoas na aba “Comunicação”, então selecione “Contatos”, toque no nome da pessoa desejada e ative a opção “Permitir Drop In”. Assistente de voz Alexa pode funcionar como interfone Divulgação/Amazon Enquanto a função de aviso da Alexa serve como uma transmissão de mão única apenas para emitir recados rápidos, o recurso Drop In estabelece uma chamada de voz e/ou vídeo (no caso de aparelhos da linha Echo Show) entre as assistentes, sendo ideal para conversar com quem está na cozinha, checar como estão as crianças no quarto ou alinhar um detalhe do dia sem precisar gritar ou pegar o celular. 6. Mude a palavra de ativação da Alexa Você sabia que dá para chamar a assistente da Amazon por outros nomes sem ser Alexa? Pode ser interessante personalizar uma palavra de ativação diferente para cada um dos seus dispositivos, assim você evita o acionamento por engano do aparelho e impede qualquer confusão ao chamar Echos muito próximos um do outro. Para configurar a sua palavra de ativação personalizada no aplicativo da Alexa, siga o caminho Dispositivos > [Nome do Dispositivo] > Configurações > Palavra de ativação. Então, escolha o novo termo de sua preferência na lista exibida pelo app. Após salvar a alteração, o seu dispositivo passará a responder imediatamente ao novo nome. Você pode mudar a forma como você chama a Alexa Divulgação/Amazon 7. Faça a Alexa falar mais rápido ou mais devagar Se você não gosta do ritmo da fala da Alexa, é possível ajustar a velocidade da assistente conforme a sua necessidade. Para isso, basta dizer os comandos “Alexa, fale mais rápido” ou “Alexa, fale mais devagar”. Se em algum momento quiser retornar ao ritmo original de fábrica, é só pedir “Alexa, fale na velocidade padrão”. Você pode mudar a velocidade da fala da Alexa para mais rápido ou devagar Divulgação/Amazon 8. Use a Alexa para criar e consultar sua lista de tarefas Imagine que você está cozinhando e percebeu que acabou o leite. Em vez de contar com a memória para lembrar de comprar o item mais tarde, você pode pedir na hora para que a Alexa inclua isso à sua lista de tarefas com o comando: “Alexa, adicione comprar leite à minha lista de tarefas”. Essa função é especialmente útil quando você estiver com as mãos ocupadas e não tiver tempo para parar o que está fazendo para anotar num papel ou no aplicativo do celular. A sua lista de tarefas fica disponível para consulta na seção “Lembretes e Tarefas” do aplicativo Alexa. Se você tem um aparelho com tela, como a linha Echo Show, então também tem a opção de fixar o widget de “Lembretes e Tarefas” na tela inicial do dispositivo. Use a Alexa para configurar uma lista de tarefas din Reprodução/Pexels 9. Crie rotinas que são ativadas automaticamente Dá para escolher diferentes gatilhos para ativar a sua Rotina personalizada. Em vez de depender do tradicional comando de voz, por que você não explora opções mais avançadas de ativação passiva, como horários fixos do dia ou a detecção de sons específicos, para realizar suas rotinas sem mover um dedo? Por exemplo, você pode programar uma Rotina para elevar suavemente a intensidade das luzes do quarto assim que você desliga o despertador da manhã, ou criar um evento baseado no horário do pôr do sol para acender a iluminação externa da casa e trancar as fechaduras digitais. Você pode configurar uma rotina na Alexa para ativar rob Divulgação/Xiaomi 10. Use a Alexa para controlar a rotina de outros dispositivos Enxergar a Alexa apenas como uma caixa de som para tocar músicas ou responder perguntas simples é um grande desperdício, além de abrir mão do potencial da assistente em facilitar a sua vida. A Alexa pode servir como uma verdadeira central de automação para os seus dispositivos inteligentes — como lâmpadas, fechaduras, ar-condicionados, robôs aspiradores e TVs —, permitindo gerenciar o comportamento desses vários aparelhos simultaneamente. Na prática diária, a integração entre dispositivos possibilita, por exemplo, criar uma rotina para a hora de dormir para travar as fechaduras digitais, apagar as lâmpadas da casa, ajustar o volume da assistente nos quartos para não acordar ninguém e ainda ativar sensores de movimento que acendem luzes de presença suave no corredor caso alguém se levante à noite. A Alexa pode controlar outros aparelhos smart, como lâmpadas inteligentes, a partir de comandos de voz Divulgação/Ledo 11. Use a Alexa para se comunicar mesmo quando você está longe do Echo O aplicativo da Alexa guarda mais recursos do que a maioria das pessoas pensam: pelo celular é possível se comunicar com outras pessoas de maneira ágil e prática usando o Echo. Dentre as funções de comunicação da assistente estão as chamadas — que permitem ligar por voz e/ou vídeo para outra Alexa feito um telefone —, o Drop In — ideal para conversas mais curtas — e o recurso de avisos, que serve para transmitir uma mensagem rápida e pontual para todos os aparelhos de uma só vez. Então, por exemplo, você pode usar o Drop In para contar para os filhos que está chegando logo logo em casa, ou recorrer aos avisos para informar que o jantar está pronto para alguém em outro cômodo. Alexa pode repassar avisos e fazer chamadas de voz Carolina Torres/TechTudo 12. Personalize a experiência da Alexa para diferentes pessoas da casa Se a Alexa é compartilhada entre várias pessoas da família, criar diferentes perfis é o caminho para ter uma experiência ainda mais personalizada com a assistente. Para fazer a Alexa te reconhecer pelo timbre de voz, acesse o gerenciamento de contas pelo aplicativo para celular e selecione a opção “ID de voz” para seguir as orientações de leitura na tela. Assim, o sistema será capaz de identificar exatamente quem está falando para entregar respostas totalmente personalizadas para a rotina de quem emitiu o comando, sem misturar os compromissos, gostos musicais, lembretes nem hábitos de ninguém. A Alexa pode identificar diferentes moradores da mesma casa pelo timbre de voz Reprodução/Freepik Com informações de Lifewire, Amazon (1, 2, 3, 4 e 5), Reolink, BGR e Gearbrain Mais do TechTudo: Vídeo: Qual é a melhor Alexa para comprar? Veja qual a escolha certa! Qual é a melhor Alexa para comprar? Veja qual a escolha certa!

5 smart TVs para parcelar em até 10 vezes sem juros no Magalu

10 de Setembro de 2026, 03:00

Na lista de hoje, o TechTudo reuniu cinco smart TVs que podem ser compradas em até 10 vezes sem juros no Magalu, uma opção para evitar que a compra pese no bolso e diluir o pagamento ao longo dos meses. Hoje, além de permitirem assistir à TV, esses aparelhos funcionam como um hub de acesso a serviços de streaming e assistentes de voz, unindo entretenimento e tecnologia em um único aparelho. Além disso, as opções selecionadas se destacam por reunir tecnologias como 4K, QLED e sistemas operacionais completos. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp A lista traz desde a LG 43LR6700, a mais barata, por R$ 1.799, que oferece bom custo-benefício com resolução Full HD, até a Samsung 85U8600F, a mais cara, por R$ 7.438, que aposta em uma tela gigante para proporcionar uma experiência de cinema em casa, além de contar com processador Crystal 4K. Entre as alternativas, está a Samsung 55U8600F, que aparece como uma opção intermediária, por R$ 2.894. Os preços apresentados na matéria foram verificados em agosto de 2026 e podem sofrer alterações. Vale destacar ainda que a diferença entre o menor valor e o preço no parcelamento se deve a um desconto oferecido pelo Magalu para pagamentos via Pix, e não à cobrança de juros, como indicado no título. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Confira lista de smart TVs para comprar em até 10x sem juros em 2026 Divulgação/Samsung 🔎 Conheça as 7 smart TVs mais vendidas do Mercado Livre Initial plugin text 📝Como transformar TV normal em smart? Confira no Fórum TechTudo Smart TVs para comprar em até 10x sem juros no Magalu LG 43” 43LR6700 – indicada para quem busca uma smart TV compacta e versátil para o dia a dia TCL 50” 50P7K – ideal para quem quer tela uma 4K QLED com bom custo-benefício Samsung 55” 55U8600F – perfeita para quem assiste a filmes e séries em 4K em uma tela de tamanho intermediário TCL 65” 65P7K – voltada para quem quer uma tela grande com boa qualidade de imagem e som Samsung 85” 85U8600F – ideal para quem busca uma tela gigante com recursos tecnológicos avançados 1. LG 43” 43LR6700 – a partir de R$ 1.799 A smart TV LG 43LR6700, de 43 polegadas, é indicada para quem quer um dispositivo compacto, mas sem abrir mão de boas cores. O modelo Full HD com suporte a HDR10 entrega imagens vivas e detalhadas em diferentes tipos de conteúdo. Com sistema operacional webOS, permite conectar vários aparelhos ao mesmo tempo, como console, celular e computador, sem a necessidade de trocar os cabos com frequência. O processador α5 AI de 6ª geração ajusta nitidez e contraste automaticamente, enquanto a função de brilho com inteligência artificial adapta a imagem conforme a luminosidade do ambiente. Por fim, a TV conta com duas entradas HDMI e uma USB. O aparelho custa R$ 1.799 no Magalu — ou R$ 1.999 no parcelamento em até 10 vezes —, onde acumula nota 4,8 entre os compradores. Os elogios giram em torno da qualidade de imagem, considerada nítida. O som surround virtual 5.1 também é apontado como um diferencial, enquanto o design é descrito como bonito, contribuindo para uma boa experiência de uso. Por outro lado, alguns usuários reclamam da integração com a Alexa. Prós: processador com IA para imagem mais nítida; som surround virtual 5.1; design elegante Contras: integração com a Alexa é criticada pelos usuários 2. TCL 50” P7K – a partir de R$ 2.894 A TCL 50P7K é uma opção interessante para quem busca uma tela grande com tecnologia mais avançada sem gastar tanto. Com 50 polegadas e visual metálico sem moldura, ela se encaixa bem em diferentes ambientes da casa. A resolução 4K QLED, combinada ao HDR10+ e à cobertura de 93% do espectro DCI-P3, garante cores realistas em filmes, séries e jogos. O processador AiPQ ajusta brilho, contraste e nitidez em tempo real, enquanto o recurso Ai Clarity melhora automaticamente conteúdos de qualidade mais baixa, como vídeos antigos ou transmissões ao vivo. Para quem gosta de jogos e filmes, a TV ainda traz Dolby Vision, Dolby Atmos e DTS Virtual, recursos que aprimoram a qualidade de som e imagem e proporcionam uma experiência mais cinematográfica. Além disso, o sistema Google TV facilita o acesso a aplicativos de streaming e ao Google Assistente, com comando de voz integrado. Por fim, a conectividade inclui Wi-Fi 5 e Bluetooth 5.4, além de entradas HDMI 2.1, USB 3.2 e Ethernet. O modelo custa a partir de R$ 2.023 no Magalu — ou R$ 2.299 no parcelamento em até 10 vezes — e soma 4,9 estrelas na plataforma. Em diferentes marketplaces, os elogios se concentram na qualidade de imagem, com nitidez e cores vivas bem avaliadas, e na potência do áudio. O design moderno com bordas finas também chama a atenção nos comentários. Entretanto, um comprador relata que a TV trava com frequência e apresenta dificuldades para ligar e carregar aplicativos. Prós: tela 4K QLED; processador com ajuste automático de imagem; áudio Dolby Atmos e DTS Virtual Contras: relato isolado de dificuldade para abrir e carregar aplicativos 3. Samsung 55” 55U8600F – a partir de R$ 2.894 A Samsung Crystal UHD 4K U8600F de 55 polegadas é indicada para quem assiste a filmes e séries ou joga em casa e quer uma experiência mais imersiva. O Processador Crystal 4K otimiza conteúdos para deixá-los mais próximos da resolução 4K, enquanto a tecnologia HDR, com realce de contraste, deixa as cores mais vivas e os detalhes mais nítidos, mesmo em cenas escuras. O sistema Tizen permite navegar rapidamente entre os aplicativos e recebe atualizações por até sete anos. A Alexa integrada permite comandar a TV e outros dispositivos por voz, tornando o uso mais prático no dia a dia. Quem gosta de jogar também pode acessar o Gaming Hub, com títulos via Xbox Cloud Gaming e GeForce Now, sem precisar de um console. Por fim, o modelo conta com Bluetooth 5.2, três entradas HDMI e uma USB. O modelo da Samsung sai por R$ 2.894 no Magalu — ou R$ 3.079 no parcelamento em até 10 vezes —, com nota 4,9 estrelas. No campo de comentários, os compradores elogiam a facilidade de instalação e o manuseio simples, enquanto o design é considerado elegante e a qualidade de som e imagem, excelente. Já entre as críticas, alguns usuários apontam que os pés da TV são frágeis e podem quebrar caso a base não seja apoiada com cuidado durante a montagem. Prós: processador Crystal 4K; qualidade de imagem e som; Gaming Hub Contras: pés da TV são apontados como frágeis 4. TCL 65” 65P7K – a partir de R$ 4.199 A TCL 65P7K, de 65 polegadas, é voltada para quem quer uma tela grande com boa qualidade de imagem e som para maratonar séries ou jogar. A tecnologia QLED, com suporte a HDR, garante cores vibrantes e imagens nítidas, enquanto o sistema Google TV dá acesso a diversos aplicativos e ao Google Assistente para comandos de voz. O Wi-Fi Dual Band e o Bluetooth integrados garantem conexões estáveis para navegação e pareamento com fones de ouvido e outros acessórios sem fio. O Dolby Vision e o HDR10+ deixam as cores mais ricas e o contraste mais definido, enquanto o Dolby Atmos entrega um áudio tridimensional que envolve quem assiste. Por fim, a TV conta com três entradas HDMI — incluindo uma HDMI 2.1 compatível com resolução 4K para jogos — e uma USB. O modelo custa R$ 4.199 no Magazine Luiza — mesmo valor no parcelamento em até 10 vezes —, com nota 4,9 entre os compradores. Entre os principais elogios estão a alta qualidade de imagem e som, considerada excelente pelos usuários, além do design moderno, que também recebe avaliações positivas. Por outro lado, alguns compradores relatam dificuldades na configuração inicial, principalmente na conexão com o Google TV. Prós: tela QLED com cores vibrantes; Dolby Vision e Dolby Atmos; HDMI 2.1 compatível com 4K; bom custo-benefício Contras: dificuldades relatadas na configuração do Google TV 5. Samsung 85” 85U8600F – a partir de R$ 7.438 A Samsung Crystal UHD 4K U8600F de 85 polegadas é a maior tela desta lista, indicada para quem quer transformar a sala em uma verdadeira experiência de cinema. A resolução Ultra HD 4K entrega imagens nítidas e ricas em detalhes, com cores vibrantes em diferentes tipos de conteúdo. O Processador Crystal 4K otimiza o que é exibido na tela, enquanto a tecnologia HDR, com realce de contraste, intensifica o brilho e a profundidade das cenas, revelando detalhes mesmo em ambientes com pouca luz. O sistema Tizen oferece navegação ágil entre aplicativos, com sete anos de atualizações garantidas pela Samsung. Além desses recursos, o Gaming Hub permite jogar via Xbox Cloud Gaming e GeForce Now sem a necessidade de um console. Por fim, a conectividade inclui Bluetooth 5.2, três portas HDMI e uma USB. Vendida a partir de R$ 7.438 no Magazine Luiza — ou R$ 7.998 no parcelamento em até 10 vezes —, a 85U8600F acumula 4,8 estrelas no marketplace. Nos comentários, os elogios apontam a qualidade de som e imagem, com destaque também para a estética da TV, que deixa o ambiente mais elegante. Até o momento da apuração desta matéria, o item não dispõe de feedbacks negativos entre os usuários. Prós: tela gigante; resolução 4K; processador Crystal 4K; HDR; Gaming Hub Contras: preço elevado Com informações de LG, Magalu, Samsung e TCL Mais do TechTudo 🎥 Assista: Seis coisas que você não deve fazer com a sua smart TV Seis coisas que você não deve fazer com a sua smart TV Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.

Como usar milhas para comprar passagem? Veja dicas para viajar de graça

10 de Setembro de 2026, 02:00

É possível acumular milhas para viajar de avião sem precisar esperar pela próxima viagem. Compras no supermercado, abastecimento do carro, compras no crédito, pedidos pela internet e até o pagamento de algumas contas podem render pontos que, depois, podem ser convertidos em milhas e usados para emitir passagens aéreas. Cartões de crédito, clubes de fidelidade e promoções de transferência também podem ajudar a aumentar o saldo. O processo, porém, exige atenção à validade das milhas, regras das promoções e à quantidade de pontos necessária para cada voo. A seguir, veja como começar a acumular milhas e quais estratégias podem ajudar a viajar pagando menos. 🔎 Cartão que acumula milhas: conheça 4 bancos digitais com o benefício 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar Acumular milhas pode ajudar a economizar muito na compra de passagens aéreas; saiba mais Reprodução/Unsplash/JESHOOTS 📝MaxMilhas é confiável? Veja no Fórum TechTudo Índice Gastos do dia a dia podem acumular milhas Clubes de fidelidade que aumentam milhas Cartões de crédito com parcerias Comprar milhas em promoção Pagar contas em aplicativos Multiplique pontos Não deixe milhas vencerem: observe a data de vencimento Faça upgrade do seu plano de milhas 1. Gastos do dia a dia podem acumular milhas O primeiro passo para quem quer viajar com milhas é entender que não é necessário esperar pela próxima viagem de avião para começar a acumular. Em muitos casos, os gastos cotidianos podem gerar pontos em programas de fidelidade, principalmente quando realizados com cartões de crédito que oferecem esse benefício, ou em lojas parceiras de programas de pontos. Assim, compras de supermercado, farmácia, roupas, eletrônicos e outros produtos podem render pontuação. Uma compra pela internet, por exemplo, pode render mais pontos quando o consumidor acessa a loja por meio de um portal de parceiros com uma promoção ativa. Assim, quem já planejava comprar um celular pode aproveitar uma campanha que ofereça pontos extras por real gasto e transformar parte da compra em saldo para uma futura viagem. A dica é aproveitar o consumo que já aconteceria de qualquer maneira, em vez de criar despesas apenas para acumular pontos. Também vale conferir se uma determinada loja está oferecendo pontuação extra antes de realizar uma compra maior. Assim, uma despesa que está dentro do esperado pode contribuir para uma futura passagem sem exigir uma mudança radical no orçamento. 📱Como apagar o histórico do Nubank? Tudo o que você precisa saber sobre Gastos do cotidiano podem ser convertidos em milhas Adobe Stock 2. Clubes de fidelidade que aumentam milhas Os clubes de fidelidade funcionam como assinaturas: o consumidor paga uma mensalidade e recebe uma quantidade de pontos ou milhas, além de poder ter acesso a promoções e condições especiais. Os benefícios variam conforme o programa e o plano contratado. Entre os exemplos no Brasil estão o Clube Smiles, da GOL, o Clube LATAM Pass, da LATAM, e o Clube Azul, da Azul. Há ainda clubes de programas de pontos, como o Clube Livelo, que permite acumular pontos e, de acordo com as condições disponíveis, transferi-los para programas parceiros. A assinatura pode ser interessante para quem acumula com frequência e quer acelerar o saldo, mas não deve ser encarada automaticamente como um bom negócio. Antes de contratar, é importante comparar o preço da mensalidade com a quantidade de milhas recebida, verificar os benefícios extras e pensar em quanto tempo será necessário manter o plano para alcançar o seu objetivo. 📱Como esconder aplicativo de banco no celular? Confira o passo a passo Clubes de fidalidade como o Smiles, da GOL, dão acesso a milhas, promoções e condições especiais Reprodução/E-milhas.com 3. Cartões de crédito com parcerias O cartão de crédito pode ser uma das principais ferramentas para acumular pontos, mas não basta ter qualquer cartão: é preciso verificar se ele oferece um programa de recompensas, quantos pontos são gerados pelos gastos e para quais programas esses pontos podem ser transferidos. Há cartões que acumulam pontos em programas próprios do banco e outros que participam de plataformas de recompensas, como Livelo. Esses pontos podem, de acordo com as regras e parcerias vigentes, ser transferidos para programas de companhias aéreas, como Smiles, LATAM Pass e Azul. A pontuação também varia entre os cartões. Por exemplo, dois produtos: um que oferece um ponto a cada dólar gasto e outro que oferece dois. Para o mesmo volume de compras, o segundo pode gerar mais pontos. Isso não significa, porém, que ele seja automaticamente melhor, já que também é preciso considerar anuidade, benefícios e condições de uso. O ideal é escolher um cartão compatível com o próprio perfil de consumo e nunca aumentar os gastos apenas para ganhar mais pontos. O benefício perde o sentido se o consumidor acumular milhas, mas não conseguir pagar a fatura integralmente. 📱Quanto rende R$ 100 mil no Nubank? E no PicPay? Confira 5 bancos digitais Cartões de crédito são uma das principais maneiras de acumular pontos; é necessário usar uma opção que se adeque ao seu perfil Reprodução/Canva 4. Comprar milhas em promoção Também é possível comprar milhas diretamente dos programas de fidelidade. A estratégia pode ser interessante em determinadas promoções, principalmente quando o preço por milha fica mais baixo ou quando a compra oferece um bônus adicional. Por exemplo, imagine uma campanha que dê 50% de milhas extras. Quem comprar 10 mil milhas receberia outras 5 mil como bônus, chegando a 15 mil no total. O percentual e as condições, no entanto, dependem de cada promoção. Antes de comprar, é importante fazer as contas. Se a intenção é usar o saldo para emitir uma passagem específica, compare o custo das milhas com o preço do bilhete em dinheiro. Também confira o prazo de validade das milhas adquiridas e as regras da campanha. Comprar pontos sem ter um objetivo definido pode fazer com que o consumidor gaste dinheiro em um saldo que depois não será aproveitado. 📱Lista mostra bancos digitais com mais reclamações em 2025; confira 5. Pagar contas em aplicativos Alguns aplicativos e carteiras digitais permitem pagar boletos e contas usando cartão de crédito ou oferecem campanhas de recompensa. Dependendo do serviço e das condições disponíveis, isso pode ser mais uma forma de concentrar gastos e acumular pontos. Contas de água, luz, internet, telefone, condomínio e outros boletos são exemplos de despesas que podem entrar nessa estratégia. Se uma pessoa já precisa pagar R$ 500 em contas naquele mês, por exemplo, pode verificar se existe uma opção de pagamento que gere pontos sem acrescentar um custo que torne a operação desvantajosa. Esse último ponto é importante porque alguns serviços cobram tarifas pelo pagamento. Se a taxa for maior do que o benefício obtido com os pontos, a operação deixa de ser interessante. Além disso, pagar uma conta no cartão só para pontuar não vale a pena se isso resultar em juros por atraso ou parcelamento da fatura. 📱Chave de segurança do Bradesco: tudo o que você precisa saber sobre o recurso Em muitos casos, pagar contas com o cartão também é uma boa forma de acumulhar minhas Reprodução/Freepik 6. Multiplique pontos Os pontos acumulados no cartão ou em programas de recompensas podem valer mais quando transferidos durante uma promoção bonificada. Nesses períodos, o consumidor envia os pontos para um programa de fidelidade de uma companhia aérea e recebe um percentual adicional. Um exemplo simples: se uma promoção oferecer 80% de bônus, uma transferência de 10 mil pontos poderá resultar em 18 mil milhas. O bônus não sai do bolso do consumidor; ele é acrescentado pelo programa de acordo com as regras da campanha. Promoções desse tipo podem envolver programas como Livelo e companhias aéreas como Smiles, LATAM Pass e Azul. Mas é importante verificar as condições antes de transferir, já que pode haver exigência de cadastro prévio, período de permanência em clube ou outros critérios. Também não é recomendável transferir pontos automaticamente sempre que houver uma promoção. Se você ainda não sabe qual programa pretende usar ou não tem previsão de viagem, pode ser mais interessante manter os pontos onde estão até aparecer uma oportunidade adequada. 📱Nubank+ vale a pena? Tudo sobre o programa de benefícios do banco digital Ficar de olho em promoções também é uma boa tática, já que elas podem multiplicar seus pontos e proporcionar uma boa viagem de avião, com valores reduzidos Reprodução/Magnific 7. Não deixe milhas vencerem: observe a data de vencimento Acumular milhas e esquecer delas pode fazer o consumidor perder todo o saldo. Os pontos e as milhas têm prazos de validade que variam conforme o programa, a origem do saldo, o tipo de promoção e, em alguns casos, a categoria do cliente. Por isso, é importante consultar regularmente o extrato e observar as datas de vencimento. O prazo também pode ser diferente entre pontos que ainda estão no programa do cartão e milhas que já foram transferidas para uma companhia aérea. Bônus recebidos em promoções podem ter ainda outras condições. Por isso, não existe uma única regra de validade que possa ser aplicada a todas as milhas. Se a data de vencimento estiver próxima, o consumidor pode avaliar as opções disponíveis no próprio programa, como emitir uma passagem ou aproveitar outra forma de utilização permitida pelas regras. O importante é não deixar para conferir o saldo apenas quando ele já estiver perto de expirar. 8. Faça upgrade do seu plano de milhas Quem já participa de um clube de fidelidade pode encontrar planos superiores que oferecem uma quantidade maior de milhas mensais ou benefícios adicionais. Fazer o upgrade pode acelerar o acúmulo, mas também aumenta o valor pago todos os meses. Por exemplo, um clube tem um plano básico que oferece uma determinada quantidade de milhas e uma opção superior que entrega mais pontos, além de condições especiais em promoções. Se a diferença de preço for pequena e o consumidor estiver planejando uma viagem, o segundo plano pode ajudar a atingir a meta mais rápido. Por isso, antes de mudar de plano, compare o preço das mensalidades, a quantidade de milhas recebida e os benefícios adicionais. Também confira se existe período mínimo de permanência ou alguma condição para aproveitar as vantagens. Mais importante do que acumular o maior número possível de milhas, é ter uma estratégia para usá-las. O consumidor pode começar pelos gastos que já fazem parte do orçamento, aproveitar promoções quando elas realmente forem vantajosas e acompanhar a validade do saldo. Dessa forma, os pontos acumulados ao longo do tempo podem ajudar a reduzir, consideravelmente, o custo de uma próxima viagem. Com informações de Santander e Nomad Mais do TechTudo 🎥Veja também: Como proteger seu Pix de golpes: passo a passo da proteção Como proteger seu Pix de golpes: passo a passo da proteção

7 air fryers 'diferentonas' que fogem do tradicional

10 de Setembro de 2026, 02:00

Para quem procura uma air fryer, mas quer algo diferente dos modelos mais comuns, há opções que vão além de simplesmente assar e fritar com ar quente. Nesta lista, reunimos aparelhos que apresentam algum recurso curioso e que muda, de fato, a forma de usar o eletrodoméstico — seja na maneira de acompanhar o preparo ou até no formato inusitado. A Nora Home LBAF028, por exemplo, oferece uma tela touch gigante com 12 programas pré-definidos. Já a Philips Walita NA150 conta com dois compartimentos para preparar receitas simultaneamente. No e-commerce, elas podem ser adquiridas por R$ 379 e R$ 729, respectivamente. Confira, a seguir, a lista completa de air fryers diferentonas. Os preços citados na matéria foram apurados em setembro de 2026. 🚨 Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da Internet para você economizar 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias Air fryer Ariete 4632 traz como diferencial o design retrô Divulgação/Ariete 🛒 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Initial plugin text 🔎 Qual é a melhor marca de air fryer? Veja melhores opções para 2026 📝 O que é uma air fryer oven? Descubra a resposta no Fórum TechTudo 7 air fryers 'diferentonas' que fogem do tradicional Nora Home LBAF028 — com tela touch gigante e visor frontal para acompanhar o preparo. Dako 360º — com visor panorâmico em 360º para visualizar os alimentos sem abrir o cesto. Uranyx UAF001 — com cesto de vidro para acompanhar o cozimento por diferentes ângulos. Gallant Pizza MultiOven — com pedra quadrada de 30 x 30 cm, é capaz de assar pizzas. Philips Walita NA150 — com duplo cesto para preparar duas receitas ao mesmo tempo. WAP Barbecue Digital — frita, assa e faz churrasco sem fumaça no conforto de casa. Ariete 4632 — traz design retrô nostálgico que lembra eletrodomésticos antigos. 1. Nora Home LBAF028 — a partir de R$ 379 A Nora Home LBAF028 foge do formato convencional principalmente pela tela touch gigante, que ocupa boa parte da área frontal e concentra os comandos dos 12 programas pré-definidos. Logo abaixo fica o visor, que permite acompanhar o alimento durante o preparo sem abrir o cesto. Com capacidade de oito litros e potência de 1.800 W, o modelo é indicado para famílias de três a quatro pessoas, com espaço para preparar carnes, batatas e legumes para as refeições do dia a dia. A temperatura varia de 80 a 200 °C, enquanto o timer chega a 60 minutos. As dimensões de 38 x 33 x 37 cm também exigem atenção ao espaço disponível na bancada. No Mercado Livre, onde encontra-se avaliada com 5,0 estrelas, a air fryer custa R$ 379. Por lá, os consumidores elogiam principalmente o visual do aparelho e o espaço oferecido pelo cesto, além da rapidez no preparo, da facilidade de uso e da limpeza simples. Entre os relatos analisados, não aparece uma crítica negativa recorrente. Há apenas uma menção isolada à ausência de Wi-Fi, insuficiente para caracterizar o recurso como um problema. Prós: tela touch gigante; visor frontal; capacidade de oito litros; facilidade de uso e limpeza. Contras: pode ser difícil achar peças de reposição e assistência técnica. 2. Dako 360º — a partir de R$ 422 A Dako 360º chama atenção pelo visor panorâmico em 360º com iluminação interna, que permite acompanhar o alimento durante o preparo por diferentes ângulos. No teste do TechTudo, o recurso ajudou a verificar o ponto de receitas como pão de queijo e drumettes sem abrir o cesto. O modelo tem capacidade de seis litros, potência de 1.700 W, temperatura de até 200 °C e painel digital touch com programas pré-definidos. Também permite alterar tempo e temperatura com o preparo em andamento e conta com desligamento automático ao fim do timer. Depois de usar o visor 360° no dia a dia, ele deixa de parecer só um detalhe estético. A possibilidade de acompanhar o preparo sem abrir o cesto melhora bastante a experiência e ajuda até na consistência das receitas, já que evita a perda desnecessária de calor. Interessados podem adquirir a fritadeira elétrica por R$ 422, no Mercado Livre. Na plataforma, o modelo acumula classificação média de 5,0 estrelas. Prós: visor panorâmico 360º; painel touch intuitivo; preparo rápido e consistente; cesto antiaderente de limpeza simples. Contras: ocupa bastante espaço na bancada; visor exige limpeza frequente. 3. Uranyx UAF001 — a partir de R$ 452 Com cesto de vidro borossilicato, a Uranyx UAF001 traz um diferencial pouco comum entre air fryers: é possível visualizar o alimento por praticamente todo o recipiente, sem precisar abrir o aparelho durante o preparo. A tigela suporta, segundo o anúncio, temperaturas de -30 a 400 °C e não absorve odores. Em relação aos dois modelos anteriores, porém, a capacidade cai para quatro litros, tamanho mais adequado para casas com uma ou duas pessoas e preparos menores. Por fim, são 1.500 W de potência, temperatura regulável de 80 a 200 °C e painel touch com 12 modos, que incluem opções para fritar, assar, grelhar, descongelar e desidratar. Com preço de R$ 452 na Amazon, a Uranyx UAF001 tem média de 5,0 estrelas. Por lá, a fritadeira reúne poucos comentários registrados, mas entre os relatos, a facilidade de limpeza aparece como o elogio mais consistente, acompanhada por destaques à rapidez do cozimento, tamanho do recipiente e aparência. Não há, por enquanto, uma reclamação negativa recorrente. Prós: cesto de vidro que permite acompanhar o preparo; facilidade de limpeza; 12 modos pré-configurados; painel touch. Contras: capacidade de quatro litros pode ser insuficiente para famílias médias ou grandes. 4. Gallant Pizza MultiOven — a partir de R$ 559 A Gallant Pizza MultiOven tem como principal diferencial a capacidade de assar pizzas com uma pedra quadrada de 30 x 30 cm, desenvolvida para distribuir o calor pela base da massa e favorecer a crocância. O aparelho oferece 18,3 litros de capacidade, potência de 1.700 W e temperatura ajustável entre 30 e 230 °C, faixa que permite desde fermentar massas até dourar alimentos. São oito funções pré-programadas, entre elas Pizza, AirFryer, Assar, Torrar, Desidratar e Fermentar. Por reunir essas possibilidades, é indicada para quem quer concentrar em um único equipamento preparos que normalmente exigiriam air fryer e forno elétrico. No Mercado Livre, o aparelho é vendido por R$ 559 e avaliado com 4,8 estrelas. Quem comprou o produto na varejista elogia o espaço interno, o visual e a rapidez de cocção. Em contrapartida, alguns consumidores relatam dificuldade nos primeiros usos, especialmente para entender os comandos. Prós: pedra de pizza de 30 x 30 cm; capacidade de 18,3 litros; oito funções pré-programadas; faixa de temperatura de 30 °C a 230 °C. Contras: pode exigir adaptação inicial aos comandos; formato de forno ocupa mais espaço na bancada do que uma air fryer tradicional. Initial plugin text 5. Philips Walita NA150 — a partir de R$ 729 Na Philips Walita NA150, o cesto de 7,1 litros pode ser dividido em dois compartimentos de 3,55 litros, uma configuração menos comum que explica a presença do modelo nesta seleção de air fryers "diferentonas". Cada lado aceita ajustes próprios de tempo e temperatura, permitindo preparar, por exemplo, frango em um compartimento e um acompanhamento no outro. A divisória também pode ser retirada quando a receita pede uma área única maior. O aparelho trabalha com 1.700 W de potência, tem painel digital touch e emite um aviso sonoro para indicar o momento de virar ou chacoalhar os alimentos. Philips Walita NA150 oferece dois compartimentos Leonor Militão / TechTudo No teste do TechTudo, a NA150 recebeu nota 4,0 de 5,0 estrelas. A avaliação foi positiva para o controle independente dos dois lados, o painel intuitivo, o funcionamento silencioso e a possibilidade de preparar duas receitas simultaneamente. Como ponto de atenção, ficou comprovado que a divisória não bloqueia completamente a passagem de líquidos entre os compartimentos, por isso a combinação funciona melhor com alimentos mais secos. O review também apontou cestos pesados para lavar. A proposta do cesto duplo funciona bem e facilita bastante a rotina, mas a divisória compartilhada exige atenção na escolha das receitas. Ainda assim, é uma das opções mais interessantes da categoria para quem valoriza versatilidade e facilidade de uso. Na Amazon, onde acumula classificação média de 4,8 em 5,0 estrelas, a fritadeira elétrica da Philips Walita pode ser adquirida a partir de R$ 729. Prós: controle independente de temperatura e tempo; preparo simultâneo de duas receitas; painel intuitivo; aviso para virar os alimentos; funcionamento silencioso. Contras: passagem de líquidos entre os compartimentos; cestos pesados para lavar; ocupa bastante espaço; antiaderente poderia ser melhor. 6. WAP Barbecue Digital — a partir de R$ 798 É a função "churrasco" que garante à WAP Barbecue Digital um lugar entre as air fryers "diferentonas" desta seleção. Com dez litros de capacidade, o aparelho pode grelhar carnes e ainda reúne 12 modos, entre Air Fryer, Chapa, Forno, Assar, Gratinar, Vapor, Ensopado, Desidratar e Cozimento Lento. WAP Barbecue te ajuda a fazer churrasco em casa sem fumaça Letícia Rosa/TechTudo Durante a análise do TechTudo, a função foi usada para preparar picanha a 205 °C, com resultado próximo ao de churrascaria e pouca fumaça espalhada pela cozinha graças à tecnologia Smokeless. A capacidade também deu conta de refeições para cerca de três pessoas. Por fim, vale mencionar que a potência é de 1.800 W na versão 127 V e 1.700 W na de 220 V, enquanto a temperatura chega a 230 °C, no máximo. A estrela Michelin foi para o churrasco feito com a tecnologia Smokless, que impede que a fumaça se espalhe pelo ambiente. Consegui preparar vários bifes de picanha sem cheiro forte na cozinha, e o sabor ficou muito gostoso, bem parecido com o de churrascaria A avaliação do TechTudo terminou com nota 4,5 de 5,0 estrelas e apontou como pontos positivos a variedade de preparos, o visor transparente, a limpeza simples e a redução de fumaça durante o churrasco. A quantidade de recursos, porém, exige alguma adaptação: nos primeiros usos, foi necessário consultar o manual para entender a ordem dos comandos. A fritadeira elétrica pode ser adquirida a partir de R$ 798, na Amazon. Na varejista, o produto acumula 4,5 estrelas de classificação média entre os consumidores. Prós: função Barbecue com tecnologia Smokeless; 12 modos de preparo; visor transparente; limpeza simples; capacidade de dez litros. Contras: curva de aprendizado inicial; ocupa bastante espaço; exige atenção ao uso correto da tampa em cada função. 7. Ariete 4632 — a partir de R$ 1.044 Enquanto outros itens da seleção apostam em visor panorâmico, cesto duplo ou funções específicas, a Ariete 4632 vai por outro caminho: combina visual retrô com uma estrutura de forno air fryer de 16 litros. Os três cestos perfurados de aço inoxidável permitem distribuir alimentos em níveis, enquanto o cesto giratório pode ser usado em preparos que precisam se movimentar durante o cozimento. Há ainda espeto para assados, temperatura regulável de 80 a 230 °C e timer de até 60 minutos. Com potência de 1.200 W e porta de vidro duplo, o aparelho pode atender quem pretende alternar entre frituras sem óleo e receitas assadas em um equipamento com proposta visual menos convencional. Na Amazon, a Ariete 4632 custa R$ 1.044 e tem média de 4,4. Os consumidores da varejista elogiam principalmente o design vintage e a versatilidade do formato "dois em um", que permite usar o aparelho como air fryer e forno. Entre as críticas, aparecem relatos pontuais de fragilidade no acabamento e de circulação de ar menos intensa do que a encontrada em fritadeiras tradicionais. Prós: design retrô; capacidade de 16 litros; três cestos de aço inoxidável; cesto giratório e espeto para assados. Contras: relatos pontuais de acabamento frágil; circulação de ar considerada menos intensa por alguns compradores. Com informações de Philips Walita, WAP, Dako, Nora Home, Gallant e Ariete Mais do TechTudo 🎥 Veja também: assista ao vídeo abaixo e descubra como limpar sua air fryer corretamente Limpar a Air Fryer assim pode fazer ela PEGAR FOGO! Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.

EA FC 27 vai ter Brasileirão? Saiba ligas, times e estádios licenciados

10 de Setembro de 2026, 01:01

Botafogo e Bahia serão os dois times brasileiros licenciados no EA Sports FC 27, com jogadores reais disponíveis no novo game da Electronic Arts. Além das equipes do Brasileirão, o jogo terá mais de 21 mil atletas, 800 clubes e seleções nacionais e 35 ligas licenciadas. Entre as principais novidades estão o retorno do Campeonato Mexicano (Liga MX) e da Lazio, ambos com escudos e uniformes oficiais, além de novas parcerias com Aston Villa e Liverpool. O título também contará com três novos estádios e outros cinco atualizados, totalizando 140 palcos da vida real escaneados para dentro do jogo. O EA Sports FC 27 tem lançamento previsto para 25 de setembro no PS5, PS4, Xbox Series X, Xbox Series S, Xbox One, Nintendo Switch 2, Nintendo Switch e PC, enquanto compradores da pré-venda terão acesso antecipado a partir do dia 18. Veja, a seguir, todas as ligas, times e estádios licenciados no EA Sports FC 27 e mais detalhes sobre o novo jogo. 👉 EA FC 27: The Grounds vai substituir o Clubs? Conheça o modo mundo aberto ⚽ Ultimate Team ajusta DMEs e Evoluções, mas com poucas mudanças Paulo Dybala no EA Sports FC 27 Divulgação/Electronic Arts 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Quais são os 10 melhores jogos na sua opinião? Comente no Fórum TechTudo EA FC 27: veja todas as ligas, times e estádios licenciados no novo jogo Quais ligas estarão no EA FC 27? Novos times licenciados chegam ao EA FC 27 Vai ter Brasileirão no EA FC? Três estádios novos e outros cinco atualizados 1. Quais ligas estarão no EA FC 27? As licenças de ligas e torneios do EA FC 27, como de costume, não sofrerão grandes alterações em relação ao seu antecessor. Para o próximo jogo, a Electronic Arts investiu apenas na adição do Campeonato Mexicano, um dos mais pedidos pela comunidade, e que estava de fora da franquia há algumas temporadas. A Liga MX volta a integrar a série com os 18 clubes oficialmente licenciados, equipamentos, jogadores e apresentação oficial da competição. Anteriormente, o torneio sequer aparecia no game, nem mesmo com os clubes genéricos, enquanto os atletas que tinham licença para estar no jogo apareciam como “Passes Livres”, ou seja, sem time. Os principais campeonatos do futebol europeu seguem com suas licenças: a Premier League e a Bundesliga contam com todos os times totalmente licenciados, atletas, estádios, patrocínios e pacotes de transmissão — bem como nas divisões inferiores; a La Liga é um caso semelhante, mas sem a presença do Camp Nou, estádio do Barcelona, exclusivo do eFootball; já a Ligue 1 possui todos os times, jogadores e transmissão, mas com só alguns estádios; e a Serie A tem algumas equipes genéricas e poucos estádios oficiais, mas conta com o pacote de transmissão. MLS, ligas Saudita, Turca e Argentina, e os principais torneios femininos também estarão licenciados no FC 27. Torneios como a Champions League, Europa League, Conference League, Sul-Americana, bem como o modo da Copa do Mundo (World’s Game), seguem 100% oficiais e jogáveis. Todas as ligas do EA FC 27 Reprodução 2. Novos times licenciados chegam ao EA FC 27 A chegada do Campeonato Mexicano ao EA Sports FC 27 representa 18 novos clubes oficiais dentro do game, com seus escudos, uniformes e jogadores reais. Entre eles estão alguns famosos como Tigres, América, Chivas, Monterrey e Pachuca, que possuem atletas brasileiros ou conhecidos do público BR nos seus elencos. A ‘única atualização’ em relação a novos clubes licenciados para o EA Sports FC 27 é a presença da Lazio, da Itália. Até o FC 26, o clube da capital italiana aparecia de forma genérica, sem escudo e uniformes oficiais, bem como não tinha o Estádio Olímpico (e seguirá sem ele). Por outro lado, a franquia segue sem três importantes times da Serie A de forma licenciada: Internazionale, Milan e Atalanta. As três equipes possuem acordo de exclusividade com o eFootball e, por isso, aparecem totalmente genéricos dentro do simulador da EA — só os atletas são os reais. De acordo com a desenvolvedora, são mais de 800 clubes e seleções nacionais licenciados no EA FC 27. Bayern x Manchester City no EA FC 27 Divulgação/Electronic Arts 3. Vai ter Brasileirão no EA FC? A resposta simples é ‘sim’, mas não como gostaríamos. Assim como nas últimas edições, o Campeonato Brasileiro vai aparecer no EA FC 27, com a imensa maioria dos clubes da primeira divisão, seus escudos e uniformes oficiais. O problema, na verdade, está na licença dos jogadores, que, devido a uma complexidade nos direitos de imagem dos atletas, requer uma negociação maior por parte das desenvolvedoras. O novo jogo, entretanto, terá uma grande novidade e bastante animadora: a presença dos elencos oficiais e completos de Bahia e Botafogo — eles já tinham aparecido no EA FC Mobile neste ano, e agora são adicionados também ao game principal da franquia. Será possível encontrar e contratar jogadores desses times no Modo Carreira, bem como usá-los no Ultimate Team, ou jogar com os clubes em Amistosos e Temporadas Online. Atletas de Bahia e Botafogo tem notas reveladas no EA FC 27 Divulgação/Bahia/EA Sports 4. Três estádios novos e outros cinco atualizados A EA adicionou três novos estádios para o simulador de futebol: Stade Louis II (AS Monaco), Estadio Carlos Tartiere (Real Oviedo) e o Estádio Municipal do Legia Varsóvia-POL. O Estádio Louis II foi mencionado como possível presença no jogo, após aparecer como um dos easter eggs na capa da Edição Padrão do EA Sports FC 27. Já o Estádio Carlos Tartière aparece devido à promoção do Real Oviedo à LaLiga, enquanto o Estádio Wojska Polskiego é a casa do Legia Varsóvia, um dos clubes parceiros da EA. Outros cinco palcos receberam um update gráfico para o FC 27, com melhorias e mudanças que refletem a vida real, são eles: HPArena (VfB Stuttgart), Emirates Stadium (Arsenal), MKM Stadium (Hull City), CBS Arena (Coventry City) e Portman Road (Ipswich Town). Os três últimos, aliás, são novidades da Premier League para esta temporada, após os clubes serem promovidos à elite do futebol inglês. Como mencionado anteriormente, o EA Sports FC 27 contará com 140 estádios oficiais, um aumento em relação às edições anteriores do jogo, já que o EA Sports FC 26 possuía cerca de 120 estádios. Stade Louis II, do Monaco, no EA FC 27 Divulgação/Electronic Arts Com informações de Soccer Gaming e Electronic Arts Mais do TechTudo Veja também: 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA! 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA!

Como usar o Muse Voice Transcribe, IA que transcreve reuniões ao vivo

10 de Setembro de 2026, 01:00

O Muse Voice Transcribe é uma inteligência artificial que transcreve reuniões ao vivo em tempo real, identifica automaticamente quem está falando e organiza tudo em um texto pronto para consulta. A ferramenta funciona tanto em encontros com várias pessoas, quanto em ligações de vendas, atendimento ao cliente e auxilia até em áudios do WhatsApp, o que a torna útil para times comerciais, suporte e profissionais que lidam com muitas conversas por dia. Além de registrar falas, a IA também ajuda a identificar decisões tomadas durante uma reunião, facilitando o acompanhamento de tarefas. Neste guia, o TechTudo mostra um passo a passo de como usar o Muse Voice Transcribe em reuniões, vendas e atendimento, além de saber se a ferramenta é gratuita, quão precisa é a transcrição, se traduz conversas automaticamente e quais cuidados tomar ao usá-la em reuniões de trabalho. Veja aqui. 🔎 IA que resume PDF: veja 5 ferramentas gratuitas que vão facilitar sua vida 🔔Canal de ofertas no WhatsApp: confira promoções, descontos e cupons a qualquer hora 🔎 IA que resume vídeos: 5 ferramentas gratuitas para usar agora Muse Voice Transcribe, da Meta, usa IA para transcrever reuniões e conversas em tempo real Imagem gerada por IA/OpenAI 📝 Como a Inteligência Artificial é implementada em chatbots? Confira no Fórum do TechTudo 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar Índice O que é o Muse Voice Transcribe? Como funciona a transcrição em tempo real? Como a IA identifica quem está falando? Muse Voice Transcribe consegue transcrever reuniões com várias pessoas? Como usar o Muse Voice Transcribe em uma reunião? Como usar a IA para registrar decisões de uma reunião Como usar o Muse Voice Transcribe em ligações de vendas Como usar a ferramenta no atendimento ao cliente Como transcrever áudios do WhatsApp com a IA Muse Voice Transcribe traduz conversas? Qual é a precisão da transcrição? Muse Voice Transcribe é gratuito? Quais são as limitações da IA? É seguro usar a IA em reuniões de trabalho? Vale a pena usar o Muse Voice Transcribe? 1. O que é o Muse Voice Transcribe? O Muse Voice Transcribe é um modelo de inteligência artificial da Meta que transcreve áudio em tempo real. Lançado em 1º de setembro de 2026 pela Meta, ele reúne em um único sistema três funções que normalmente exigem ferramentas separadas: reconhecimento automático da fala, identificação de quem está falando e detecção do momento em que uma frase termina, permitindo assim, acompanhar uma conversa do início ao fim sem processamento extra depois da gravação. O modelo atual consegue identificar mais de 20 pessoas diferentes em uma mesma gravação, o que o torna útil em reuniões com muitos participantes. Ele foi treinado em mais de 70 idiomas, com 25 deles validados de forma mais rigorosa, lidando bem até com falantes que alternam entre línguas na mesma frase. Por enquanto, a ferramenta está disponível pelo aplicativo Meta AI para Mac, além de poder ser acessada por desenvolvedores via API da Meta e pelo Muse Code. Teste de transcrição no site oficial da Meta Diedrich Bader/TechTudo Chagas AI: saiba usar IA para tirar dúvidas médicas, criar resumos e mais 2. Como funciona a transcrição em tempo real? O Muse Voice Transcribe processa o áudio em pequenos pedaços de 80 milissegundos, o equivalente a cerca de 12,5 fragmentos por segundo. Cada um desses trechos é transformado em uma espécie de código que a IA analisa na sequência, decidindo, a cada fragmento, se já tem informação suficiente para escrever uma palavra ou se precisa esperar pelo próximo pedaço de áudio para entender melhor o contexto. Essa é a diferença em relação a outras ferramentas de transcrição ao vivo, que costumam usar um tempo de espera fixo entre a fala e a exibição do texto, obrigando a escolher entre velocidade e precisão. O Muse Voice Transcribe ajusta esse intervalo palavra por palavra. Teermos simples e comuns aparecem na tela quase instantaneamente, enquanto palavras ambíguas ou difíceis de entender levam um pouco mais de tempo, já que a IA aguarda mais contexto antes de decidir o que foi dito. Quando a pessoa para de falar, o sistema identifica esse silêncio e libera na tela qualquer trecho de texto que ainda estivesse retido. 3 melhores inteligências artificiais para criar e editar vídeos 3. Como a IA identifica quem está falando? Além de transcrever o que é dito, o Muse Voice Transcribe também executa a chamada “diarização”, que é o processo de separar as falas de uma gravação e indicar qual trecho pertence a cada participante. Essa identificação acontece dentro do mesmo modelo que faz a transcrição, sem precisar de um sistema separado nem de um processamento extra depois que a conversa termina, o que permite que o texto já saia organizado por falante enquanto a reunião ainda está acontecendo. O diferencial da ferramenta é conseguir manter essa separação mesmo em gravações longas, de mais de uma hora, e com muitas pessoas participando ao mesmo tempo. Segundo a informações da Meta, o modelo apresenta uma taxa de erro de cerca de 17,5% em testes de diarização, um índice considerado baixo para esse tipo de tarefa em tempo real. Isso significa que, mesmo em conversas mais movimentadas, com pessoas se interrompendo ou falando em sequência rápida, a IA consegue indicar com boa precisão quem disse cada trecho da conversa. Muse Voice Transcribe separa locutores com só 17,5% de erro, sendo ideal para reuniões Reprodução/Meta Notion AI: para que serve e como usar inteligência artificial no site 4. Muse Voice Transcribe consegue transcrever reuniões com várias pessoas? Um dos principais diferenciais do Muse Voice Transcribe é justamente a capacidade de separar mais de 20 vozes diferentes dentro da mesma gravação, algo que costuma ser um desafio para a maioria dos sistemas de transcrição. Reuniões com muitos participantes falando ao mesmo tempo, se sobrepondo ou se revezando rapidamente na conversa costumam gerar transcrições confusas em outras ferramentas, mas o modelo da Meta foi desenvolvido justamente para lidar com esse tipo de cenário. Isso é possível porque a diarização acontece dentro do próprio modelo, em tempo real, sem precisar de um processamento posterior para organizar as vozes. Assim, mesmo em gravações longas, de mais de uma hora, o Muse Voice Transcribe consegue manter a consistência na identificação de cada participante do início ao fim da reunião. Isso o torna especialmente útil para encontros corporativos, aulas e outras situações em que várias pessoas conversam ao mesmo tempo. Gamma.app: site cria slides com inteligência artificial; saiba usar 5. Como usar o Muse Voice Transcribe em uma reunião? Por enquanto, o acesso mais simples ao Muse Voice Transcribe é pelo aplicativo Meta AI para Mac, que já usa o modelo para alimentar a função de ditado do sistema. Sendo assim: Abra o aplicativo Meta AI no Mac: certifique-se de que a função de ditado esteja ativada; Segure a tecla Fn para ativar a transcrição em qualquer aplicativo aberto no computador: isso inclui plataformas de videochamada como Zoom, Google Meet ou Teams; Inicie a reunião normalmente: a IA passa a converter a fala em texto automaticamente, sem exigir nenhuma configuração adicional durante a conversa; Acompanhe o texto em tempo real: já organizado por participante graças à diarização feita pelo modelo; Finalize a transcrição: ao encerrar a reunião, o usuário terá acesso ao texto completo, que pode ser copiado, editado ou salvo para consulta posterior. Para empresas e desenvolvedores que queiram integrar a ferramenta a sistemas próprios, como plataformas internas de videoconferência, o Muse Voice Transcribe também pode ser acessado pela API da Meta, com cobrança por minuto de áudio processado. 5 inteligências artificiais que você ainda não conhece, mas deveria testar 6. Como usar a IA para registrar decisões de uma reunião A transcrição gerada pela IA pode acabar funcionando como uma espécie de ata de uma reunião. Com o usuário revisando o texto logo depois do encontro, enquanto o contexto ainda está fresco, podem-se destacar os trechos em que decisões foram tomadas, por exemplo. A divisão por falante ainda ajuda nesse processo, já que permite identificar com clareza quem propôs cada ideia e quem confirmou ou aprovou determinado ponto. A partir daí, os trechos relevantes podem ser copiados para uma ferramenta de anotações, uma planilha ou gerenciador de tarefas. Outra opção é combinar a transcrição com uma IA de texto, como um chatbot, pedindo um resumo das principais decisões e pendências com base no conteúdo gerado. Mesmo sem um recurso automático de resumo, a transcrição em tempo real já ajuda a evitar que informações importantes se percam por falta de anotações durante a reunião. Prompt Seen: veja site com comandos prontos para criar fotos de IA 7. Como usar o Muse Voice Transcribe em ligações de vendas Em ligações comerciais, o Muse Voice Transcribe pode ser usado para transformar a conversa com o cliente em texto em tempo real, sem que o vendedor precise interromper o atendimento para fazer anotações. Basta manter a transcrição ativa durante a chamada para que cada fala fique registrada e já separada entre vendedor e cliente, graças à identificação automática de quem está falando. Esse registro facilita o acompanhamento de negociações que envolvem várias etapas, como valores discutidos, prazos, objeções levantadas pelo cliente e condições de pagamento combinadas ao longo da ligação. Em vez de depender da memória ou de anotações feitas às pressas, o vendedor pode voltar ao texto completo da conversa para confirmar detalhes antes de fechar um pedido ou repassar informações para outras equipes, como suporte e financeiro. Para times comerciais que recebem muitas ligações por dia, isso tudo ainda ajuda a manter um histórico organizado de cada cliente, reduzindo o risco de promessas feitas na conversa serem esquecidas ou mal interpretadas depois. Testamos 3 IAs que organizam seus gastos: vale a pena trocar a planilha? 8. Como usar a ferramenta no atendimento ao cliente Para atendimento ao cliente, o Muse Voice Transcribe pode ser integrado a centrais de suporte para transformar cada ligação em um registro de texto completo, separado automaticamente entre atendente e cliente. Isso permite que as equipes usem a transcrição não apenas para consultar o que foi dito depois da chamada, mas também para analisar padrões de atendimento e identificar pontos de melhoria. Alguns usos possíveis da ferramenta nesse contexto incluem: Registro automático de chamadas: cada ligação é transcrita em tempo real, eliminando a necessidade de o atendente digitar resumos manuais durante ou após o atendimento; Consulta rápida ao histórico: em caso de reclamações ou dúvidas recorrentes, é possível voltar ao texto exato da conversa para verificar o que foi combinado ou informado ao cliente; Análise de qualidade: supervisores podem revisar as transcrições para avaliar se os atendentes seguiram o script correto ou trataram o cliente de forma adequada; Identificação de problemas recorrentes: ao analisar várias transcrições, é possível perceber queixas que se repetem entre diferentes clientes, ajudando a apontar falhas em produtos ou processos; Treinamento de equipes: chamadas transcritas podem servir de exemplo, tanto positivo quanto negativo, para treinar novos atendentes sem depender de gravações de áudio inteiras. 9. Como transcrever áudios do WhatsApp com a IA Até o momento, o Muse Voice Transcribe não tem uma integração oficial e direta com o WhatsApp. A Meta ainda não lançou essa função dentro do próprio aplicativo de mensagens, embora ambos pertençam à empresa. Isso significa que não é possível, por enquanto, encaminhar um áudio recebido no ‘Zap’ diretamente para o modelo e transcrever automaticamente dentro do próprio app. Ainda assim, dá para usar a tecnologia de forma indireta em quem tem um Mac. Basta reproduzir o áudio do WhatsApp Web ou do aplicativo no computador com a transcrição do Meta AI ativada (segurando a tecla Fn), fazendo com que a IA capture o som tocado e converta a fala em texto em tempo real. Vale lembrar que o próprio WhatsApp já conta com uma função nativa de transcrição de mensagens de voz, processada diretamente no aparelho, mas essa ferramenta é separada do Muse Voice Transcribe e não usa a tecnologia da Meta Superintelligence Labs. Prompt Lyra: conheça o comando viral que faz IA te responder perfeitamente 10. Muse Voice Transcribe traduz conversas? O Muse Voice Transcribe não tem exatamente como função traduzir conversas. A IA foi treinada em mais de 70 idiomas, sendo 25 deles validados de forma mais rigorosa antes do lançamento, mas a função principal do modelo é transcrever a fala no mesmo idioma em que ela foi dita, e não traduzir a conversa para outra língua. Ou seja, se alguém fala em português, o texto gerado também sairá em português. O que o modelo faz muito bem é lidar com o chamado code-switching, quando uma pessoa alterna entre idiomas diferentes dentro da mesma frase ou conversa, algo comum entre falantes bilíngues. Nesses casos, o Muse Voice Transcribe consegue reconhecer a troca de idioma sem perder a precisão da transcrição, mantendo cada trecho no idioma em que foi realmente falado. Para quem precisa de uma tradução, é necessário usar o texto transcrito em outra ferramenta separada, já que essa não é uma função nativa do Muse Voice Transcribe. Dreamina: saiba como usar IA para criar imagens de graça 11. Qual é a precisão da transcrição? Segundo dados divulgados pela própria Meta, o Muse Voice Transcribe apresenta uma taxa de erro de cerca de 3,1% em testes de transcrição, um índice considerado baixo para um modelo que funciona em tempo real. A empresa também informa que o tempo de resposta do modelo é de aproximadamente 0,16 segundo, ou seja, o intervalo entre a fala e a exibição do texto na tela é praticamente instantâneo. Vale destacar que esses números vêm de benchmarks internos da própria Meta, o que significa que o desempenho pode variar dependendo do idioma, do ambiente (com mais ou menos ruído) e da qualidade do áudio captado durante a conversa. Muitos e-mails não lidos? Conheça 7 IAs para organizar sua caixa de entrada 12. Muse Voice Transcribe é gratuito? Para o usuário comum, o acesso é gratuito por meio do aplicativo Meta AI para Mac, que já usa o Muse Voice Transcribe para alimentar a função de ditado do sistema. Basta ter o app instalado e uma conta Meta para começar a usar, sem custo adicional. Nesse caso, não é necessário nenhum tipo de cadastro específico além do login já usado nos produtos da Meta. Já para desenvolvedores e empresas que queiram integrar o modelo a sistemas próprios, como softwares de atendimento ou plataformas de reunião, o acesso é feito pela API da Meta ou pelo Muse Code, e nesse caso há cobrança. O valor é de 3 dólares (R$15,38 na cotação atual) a cada 1.000 minutos de áudio processado. É necessário ter uma conta de desenvolvedor na Meta para gerar as credenciais de acesso à API. There Is An AI For That: saiba usar site que encontra grátis IAs úteis 13. Quais são as limitações da IA? Apesar do bom desempenho geral, o Muse Voice Transcribe ainda enfrenta situações que podem prejudicar a qualidade da transcrição. Ambientes muito barulhentos, com ruído de fundo constante, tendem a reduzir a precisão do modelo, assim como conversas em que várias pessoas falam ao mesmo tempo, sobrepondo as vozes, mesmo com a capacidade de separar mais de 20 falantes, interrupções e sobreposições excessivas ainda são um desafio para qualquer sistema de transcrição em tempo real. Sotaques muito fortes ou pouco representados nos dados de treinamento também podem gerar erros na hora de reconhecer certas palavras. Outro ponto de atenção é o vocabulário técnico ou muito específico, como termos jurídicos, médicos ou jargões internos de uma empresa, que nem sempre são reconhecidos corretamente sem algum tipo de ajuste prévio. Além disso, dos mais de 70 idiomas em que a IA foi treinada, apenas 25 passaram por uma validação mais rigorosa, o que significa que o desempenho em outras línguas pode ser menos consistente. Stable Diffusion: tudo que você precisa saber sobre IA para criar imagens 14. É seguro usar a IA em reuniões de trabalho? A Meta não divulgou, até o momento, detalhes específicos sobre por quanto tempo as gravações e transcrições feitas pelo Muse Voice Transcribe ficam armazenadas nem sobre uma política de privacidade exclusiva para o modelo. Isso significa que, ao usar a ferramenta em reuniões de trabalho, é importante seguir as políticas gerais de dados da Meta e verificar, dentro do aplicativo Meta AI ou da documentação da API, como o áudio processado é tratado antes de decidir usá-la em conversas sensíveis, como as que envolvem informações confidenciais da empresa. Por lidar com conteúdo enviado a servidores da Meta para ser processado, o uso do Muse Voice Transcribe em reuniões corporativas pede alguns cuidados básicos, como informar previamente os participantes de que a conversa está sendo transcrita, evitar compartilhar dados extremamente sensíveis (como senhas ou informações financeiras) durante o uso da ferramenta e, no caso de empresas, avaliar com o time de segurança da informação se o uso da API é compatível com as políticas internas de proteção de dados. Como o produto é recente, também vale acompanhar futuras atualizações da Meta sobre esse tema. IA para transcrever áudio em texto: 9 ferramentas que funcionam bem 15. Vale a pena usar o Muse Voice Transcribe? De forma geral, para usuários que lidam com muitas conversas por dia e precisam de um registro rápido do que foi dito, sem depender de anotações manuais durante a reunião, a ferramenta é muito útil. A combinação de transcrição em tempo real, identificação de vários falantes e suporte a mais de 70 idiomas coloca a IA em uma boa posição entre as soluções desse tipo disponíveis atualmente. Para quem a ferramenta é mais indicada: Profissionais que participam de reuniões longas ou com muitos participantes e querem evitar perder detalhes da conversa; Times de vendas que precisam acompanhar negociações e confirmar o que foi combinado com o cliente; Equipes de atendimento que buscam registrar chamadas e analisar padrões de suporte; Usuários de Mac que já usam a função de ditado do sistema no dia a dia; Desenvolvedores e empresas que querem integrar transcrição em tempo real a sistemas próprios, via API. E quando vale revisar a transcrição manualmente? Em reuniões com ambientes barulhentos ou muitas pessoas falando ao mesmo tempo; Quando a conversa envolve termos técnicos, jurídicos ou jargões muito específicos; Em decisões importantes, como fechamento de contratos ou combinados formais, que exigem confirmação por escrito; Ao lidar com idiomas fora da lista dos 25 validados de forma mais rigorosa pela Meta. Com informações de Meta. 🎥 Assista ao vídeo e saiba as 4 novidades da Lenovo na IFA 2026 que você precisa conhecer 4 novidades da Lenovo na IFA 2026 que você precisa conhecer

7 recursos realmente úteis do iOS 27 que você VAI QUERER USAR

10 de Setembro de 2026, 00:00

O iOS 27 será disponibilizado no dia 14 de setembro para iPhones compatíveis e traz mudanças que vão além do novo visual do sistema. Entre os recursos mais úteis estão controles para personalizar o Liquid Glass, ferramentas de inteligência artificial para editar fotos e uma forma mais simples de criar atalhos. A atualização também permite separar o volume do alarme, encontrar apenas fotos feitas pela câmera do aparelho e criar passes personalizados na Carteira. A seguir, veja sete recursos realmente úteis do iOS 27 que você vai querer usar. 🔎 Vale a pena atualizar o iPhone 11 para o iOS 27? Entenda impactos 🗣️Siri AI: 6 funções que a nova assistente da Apple pode fazer 🔎Quando lança o iOS 27? Apple revela data; confira as novidades 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar 7 recursos realmente úteis do iOS 27 que você VAI QUERER USAR Rerouão/Apple 📝 Como desativar a localização do iPhone? Veja no fórum do TechTudo Índice Personalização do Liquid Glass Ferramentas de IA no app Fotos Criar um atalho Alterar volume do alarme Nova tela de desligamento Álbum com fotos tiradas apenas por você Criar passes personalizados na Wallet 1. Personalização do Liquid Glass O iOS 27 oferece mais controle sobre a aparência do Liquid Glass, linguagem visual usada em menus, botões e outros elementos da interface. Em vez de ficar limitado a opções predefinidas, o usuário pode ajustar a intensidade do efeito por meio de um controle deslizante. O ajuste permite escolher entre uma aparência mais transparente ou aumentar a opacidade e o aspecto fosco dos elementos. A segunda opção pode ser interessante para quem prefere maior contraste entre textos, ícones e o conteúdo exibido ao fundo. Para fazer a alteração, abra Ajustes, toque em Aparência e acesse Liquid Glass. Depois, mova o controle até encontrar o nível desejado. 📱Odiou o iOS 26? Entenda se é possível fazer o downgrade para o iOS 18 O iOS 27 oferece mais controle sobre a aparência do Liquid Glass Reprodução/Apple 2. Ferramentas de IA no app Fotos O aplicativo Fotos recebeu novas ferramentas de edição com inteligência artificial. Uma delas é a opção Estender, que permite aumentar os limites de uma fotografia. O sistema gera conteúdo para preencher as novas áreas da imagem, o que pode ajudar quando uma foto ficou muito fechada ou precisa ser adaptada para outro enquadramento. Outra novidade é o Reenquadramento Espacial, capaz de alterar a composição depois que a foto já foi registrada. É possível ajustar posição, zoom, rotação e perspectiva, enquanto o sistema completa as áreas que surgem ao redor da imagem. A ferramenta Limpeza também foi atualizada e consegue remover objetos maiores ou elementos indesejados da fotografia. Os recursos ficam disponíveis nas opções de edição do app Fotos em aparelhos compatíveis com a Apple Intelligence. 🔎Aplicativo de inteligência artificial: 14 opções para Android e iPhone Com a chegada do iOS 27, app Fotos passará a contar com novos recursos IA Divulgação/Apple 3. Criar um atalho Criar automações no aplicativo Atalhos ficou mais simples no iOS 27. O usuário pode descrever em linguagem natural o que deseja fazer, sem precisar procurar e configurar manualmente cada ação necessária para montar o comando. É possível, por exemplo, escrever uma instrução para ativar o Modo de Baixo Consumo e abrir um aplicativo quando determinada condição for atendida. A partir da descrição, o sistema identifica as ações necessárias e monta a automação. O recurso reduz uma das principais barreiras do app Atalhos, já que não é necessário conhecer previamente todas as ações disponíveis para começar a criar uma automação. Depois, o comando ainda pode ser editado para ajustar seu funcionamento. 📱Buscar iPhone: veja 5 apps para rastrear celular perdido ou roubado Criar automações no aplicativo Atalhos ficou mais simples no iOS 27 Apple 4. Alterar volume do alarme O iOS 27 permite definir o volume de alarmes e timers separadamente do toque do iPhone. Assim, diminuir o volume usado para chamadas não significa mais deixar o despertador mais baixo junto. A mudança é útil para quem prefere manter o toque do celular discreto, mas precisa de um alarme mais alto para acordar. O sistema também oferece controles separados para outros alertas e sons. Para configurar a função, abra Ajustes e acesse Sons e Tato. Na área de alarmes e timers, desative a opção que vincula esse volume ao toque e ajuste a intensidade desejada. 🔎7 apps exclusivos do iPhone que usuários do Android não podem usar O iOS 27 permite definir o volume de alarmes e timers separadamente do toque do iPhone Amanda Zola/TechTudo 5. Nova tela de desligamento Até a tela usada para desligar o iPhone mudou no iOS 27. Ao iniciar o processo de desligamento pelos controles físicos ou pelos Ajustes, o sistema exibe uma interface redesenhada, com aparência mais escura e controles alinhados ao restante do novo visual. O funcionamento continua semelhante: basta deslizar o controle correspondente para desligar o aparelho. A mudança é principalmente visual e deixa essa área do sistema mais consistente com a identidade do iOS 27. 📱7 aplicativos de Android e iPhone (iOS) mais baixados de todos os tempos iOS 27 traz refinamentos para a tela de desligamento do iPhone Mariana Saguias/TechTudo 6. Álbum com fotos tiradas apenas por você Encontrar as fotos realmente feitas com a câmera do iPhone também ficou mais fácil. O app Fotos agora possui uma seção que separa essas imagens de arquivos recebidos por aplicativos, capturas de tela e outros conteúdos salvos na biblioteca. Dessa forma, o usuário pode visualizar somente as fotografias registradas pela câmera do aparelho sem precisar procurar entre outras imagens acumuladas no Fotos. Para acessar a seleção, abra o app Fotos, entre em Coleções e procure a opção dedicada às imagens capturadas pelo usuário na área Utilitários. 🔎Como configurar iPhone? 9 passos para iniciar um celular novo iOS 27 cria álbum exclusivo com fotos tiradas diretamente pela câmera do iPhone Mariana Saguias/TechTudo 7. Criar passes personalizados na Wallet O iOS 27 permite criar passes personalizados diretamente na Carteira do iPhone. O recurso pode ser usado para guardar ingressos, cartões de associado e outros documentos que não oferecem integração própria com o aplicativo. Se o usuário tiver um ingresso físico sem versão compatível com a Carteira, por exemplo, pode digitalizá-lo com o iPhone e criar um passe. O sistema oferece modelos para diferentes tipos de conteúdo. Durante a criação, é possível preencher informações como nome, local, tipo de entrada e número de associado, além de personalizar a aparência do passe. Dessa forma, itens que antes precisavam ficar guardados em outros apps, arquivos ou até em formato físico podem ser concentrados na Carteira. 📱iPhone travando? Veja principais causas e o que fazer para resolver O iOS 27 permite criar passes personalizados diretamente na Carteira do iPhone Shutterstock Com informações de iOS Hacker e Tom's Guide Mais do TechTudo 🎥Veja também: iOS 27: veja todas as novidades sobre o sistema novo da Apple iOS 27: veja todas as novidades sobre o sistema novo da Apple

IA pode acabar com a humanidade? Entenda alerta de ex-pesquisador da Anthropic

9 de Setembro de 2026, 19:16

Na última terça-feira (8), o pesquisador Jacob Coxon, que já trabalhou na OpenAI, dona do ChatGPT, anunciou que deixou a Anthropic, criadora do Claude. Segundo ele, as empresas não agem de maneira responsável e caminham rápido demais rumo a uma IA capaz de se aprimorar sozinha. O caso repercutiu ainda mais quando Evan Hubinger, pesquisador da Anthropic que trabalha com alinhamento de IA, concordou publicamente com Coxon e ainda revelou acreditar que há uma chance maior que 10% de a IA matar todos os humanos na próxima década — embora isso não seja um fato ou consenso científico. Neste sentido, Hubinger reconheceu que a Anthropic ainda não tem um plano para resolver o problema de alinhamento de uma possível inteligência artificial autônoma. Nas próximas linhas, o TechTudo explica o que é superinteligência, por que ela preocupa os pesquisadores da área e os motivos para as empresas continuarem avançando mesmo com os riscos. 🔎 Aceita todos os cookies'? Veja dados que podem ser coletados ao clicar 🔔Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 🔎 A marca d’água do Claude vai acabar com os detectores de IA? Entenda IA pode acabar com a humanidade? Entenda alerta de ex-pesquisador da Anthropic Distribuição: X (jacob coxon @hilbertspaess) 📝Como a inteligência artificial é implementada em chatbots? Veja no Fórum do TechTudo 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar 🔎 Marca d'água do Claude: quem usa a IA para revisar textos será identificado? 1. O que aconteceu e por que o alerta viralizou Jacob Coxon é um pesquisador que passou os últimos três anos trabalhando com pré-treinamento de inteligência artificial nas empresas OpenAI e Anthropic, donas dos chatbots ChatGPT e Claude, respectivamente. Na última terça-feira (8), em uma publicação no X (Twitter), ele anunciou que deixou a Anthropic, com a justificativa de que as duas empresas não atuam de forma responsável e estariam caminhando rumo a sistemas de superinteligência sem garantias suficientes de segurança e “apostando” com a vida das pessoas. O post viralizou na rede social com mais de 100 milhões de visualizações, e ganhou ainda mais força quando recebeu a resposta de Evan Hubinger, pesquisador da Anthropic que trabalha com alinhamento de IA e que concordou com a avaliação de Coxon. Para Hubinger, há uma probabilidade maior do que 10% de que a IA possa matar todos os seres humanos na próxima década. Ele destacou que a Anthropic ainda não tem um plano para resolver o problema do alinhamento da superinteligência artificial. Vale destacar que a previsão dos 10% é uma estimativa pessoal de Hubinger, não um número oficial da Anthropic nem um consenso entre especialistas. Initial plugin text 2. Afinal, como uma IA poderia causar uma catástrofe? Existem alguns contextos que preocupam os pesquisadores de segurança de IA pelo potencial de causar uma catástrofe. Isso ocorreria, por exemplo, se a tecnologia tivesse a capacidade de se aprimorar de maneira autônoma. Com isso, a inteligência artificial poderia se tornar uma superinteligência artificial, com sistemas capazes de executar diversos tipos de tarefas sem supervisão humana. Na prática, a IA poderia acessar computadores, redes, dinheiro e demais ferramentas, além de encontrar e explorar vulnerabilidades digitais. Neste cenário, os sistemas poderiam começar a desenvolver objetivos próprios e incompatíveis com os interesses humanos — e até mesmo os pesquisadores teriam dificuldades para controlar ou interromper as ações de uma IA muito mais capaz que seus criadores e supervisores. Sendo assim, quando Hubinger traz a ideia de que a IA poderia “matar todos os humanos”, não significa necessariamente que um robô irá atacar pessoas, como acontece nos filmes, mas sim que esses sistemas altamente autônomos poderiam perseguir objetivos de maneiras que os humanos não conseguem prever ou impedir. Initial plugin text 3. O que é superinteligência e por que ela preocupa os pesquisadores? O conceito de superinteligência artificial trata-se de uma IA hipotética, que seria capaz de superar os humanos em praticamente todas as tarefas cognitivas relevantes, ou seja, muito mais inteligente do que uma pessoa. Ela poderia raciocinar, aprender e ter habilidades cognitivas, como em um filme de ficção científica no qual a IA teria evoluído a ponto de entender sentimentos, ter emoções e desejos próprios. Neste contexto, há também a ideia de recursive self-improvement (autoaperfeiçoamento recursivo), na qual os sistemas dessas superinteligências artificiais poderiam ser capazes de desenvolver versões mais poderosas de si mesmos e aumentar as capacidades, o que gera aumento na preocupação dos pesquisadores, como Hubinger. Vale lembrar que a inteligência artificial atual, também chamada de IA limitada ou fraca, é treinada com aprendizado de máquina e executa tarefas específicas, sem capacidade de raciocínio ampla. Há também a inteligência artificial geral (AGI) ou “IA forte”, que seria capaz de aprender e realizar diferentes tarefas como os seres humanos ou de uma maneira mais inteligente, incluindo tomar decisões e planejar o futuro. Superinteligência artificial é uma IA hipotética, que seria capaz de superar os humanos em todas as tarefas cognitivas Reprodução/Magnific 4. O que significa “alinhamento” de IA? Em linhas gerais, o termo AI alignment ou “alinhamento de IA” significa fazer com que os objetivos e comportamentos de um sistema de inteligência artificial continuem sendo compatíveis com os interesses, necessidades e intenções humanas, mesmo quando essa IA se torna muito mais capaz do que uma pessoa. É uma forma de manter a IA útil e segura, sem consequências perigosas. Por exemplo, se um usuário pede ajuda a uma IA para resolver um problema, como é possível garantir que ela interprete corretamente o objetivo e não encontre uma solução extremamente eficiente, mas prejudicial? O alinhamento serve para estipular regras que evitem que as IAs simplesmente ofereçam respostas com eficiência máxima, porém perigosas e arriscadas, que não respeitem limites morais, por exemplo. Dessa forma, o problema fica mais complexo conforme a IA ganha mais autonomia e capacidade, visto que os humanos teriam menos controle sobre elas. Alinhamento de IA significa fazer com que os objetivos de um sistema de IA continuem sendo compatíveis com os interesses humanos Foto de Tara Winstead: https://www.pexels.com/pt-br/foto/mao-dedo-futuro-robo-8386440/ 5. Por que as empresas continuam avançando se os próprios pesquisadores reconhecem os riscos? Embora existam todos os riscos mencionados anteriormente na matéria, há uma crescente “corrida da IA” entre as empresas de tecnologia, como OpenAI, Anthropic e Google, que competem pelo desenvolvimento de modelos cada vez mais capazes. Mesmo com as preocupações em torno do avanço da tecnologia, essas companhias vivem uma pressão comercial para lançar produtos mais poderosos, sobretudo com o argumento de que, se uma empresa desacelerar, as outras continuarão avançando. Coxon diz que é justamente esse raciocínio que estaria criando essa “corrida” em que as empresas seguem firmes, mesmo reconhecendo os riscos. O paradoxo está justamente no fato de que, por um lado, as empresas desenvolvem tecnologias que seus próprios pesquisadores consideram potencialmente perigosas, mas, ao mesmo tempo, buscam criar mecanismos para torná-las seguras. Empresas de tecnologia, como OpenAI, Anthropic e Google, vivem uma "corrida de IA" Imagem gerada por IA/OpenAI 6. A OpenAI e a Anthropic já têm mecanismos para controlar esses riscos? Os alertas de Jacob Coxon e Evan Hubinger mostram que a Anthropic ainda não tem um mecanismo capaz de controlar os possíveis riscos do avanço da IA. Hubinger escreveu que “ainda não temos um plano para resolver o problema do alinhamento da superinteligência e não estamos claramente no caminho certo para isso”. Ele ainda completa o raciocínio, dizendo que não teme riscos associados aos modelos atuais: “O que me preocupa é o surgimento de uma superinteligência resultante do autoaperfeiçoamento recursivo — processo que, como já apontamos, está ocorrendo mais rapidamente do que prevíamos”. Já no caso da OpenAI, existe o Preparedness Framework, que estabelece avaliações para riscos catastróficos, define níveis de segurança para desenvolvimento e implantação de modelos, além de considerar riscos relacionados à perda de controle sobre sistemas avançados. Contudo, mesmo com medidas de segurança, pesquisadores de dentro das empresas de tecnologia seguem dizendo que elas não são suficientes. Pesquisadores de empresas de tecnologia criticam a falta de mecanismos de segurança no desenvolvimento de IAs Reprodução/Marissa Leshnov/The New York Times 7. Coxon é o primeiro pesquisador a deixar uma empresa de IA por esse motivo? Não, Coxon não é o primeiro pesquisador a sair de uma grande empresa de inteligência artificial pelos motivos citados anteriormente. O episódio atual não surgiu isoladamente, afinal, outros pesquisadores já deixaram seus trabalhos por questões de segurança e alinhamento de IA. Um deles é Jan Leike, ex-chefe de alinhamento da OpenAI, que saiu da empresa em 2024, com críticas à prioridade dada ao desenvolvimento de produtos em relação à segurança. Outro exemplo é Mrinank Sharma, que saiu da Anthropic em 2026 e publicou uma carta sobre as dificuldades de fazer com que os valores de segurança orientassem as decisões da organização. Coxon não é o primeiro pesquisador a sair de uma grande empresa de IA Reprodução/Freepik 8. Devemos acreditar na previsão de “mais de 10%”? Como explicado na matéria, a estimativa de que há uma chance maior do que 10% de que a IA possa matar todos os seres humanos na próxima década é uma opinião pessoal de Hubinger. Isso porque não há uma maneira objetiva de calcular atualmente a probabilidade de uma superinteligência causar a extinção humana. Portanto, o pesquisador traz uma avaliação subjetiva de risco, e reconhecer isso não significa necessariamente afirmar que essa extinção de fato acontecerá. Por fim, vale destacar que os pesquisadores e as organizações divergem bastante sobre a probabilidade de uma superinteligência surgir. Portanto, o ponto mais relevante do episódio é que pesquisadores diretamente envolvidos no desenvolvimento dessas IAs consideram o risco suficientemente sério para defender mais cautela. Previsão dos 10% não é um fato ou consenso científico Alex Knight/Unsplash Com informações de X (1 e 2) Mais do TechTudo

Steam tem grande vazamento com Persona 6, Kingdom Hearts 4 e mais

9 de Setembro de 2026, 17:51

A loja digital Steam da fabricante Valve sofreu um novo grande vazamento, diferente do que houve no final de agosto, porém mais uma vez revelando detalhes sobre games como Persona 6 e Kingdom Hearts 4, além de revelar títulos que ainda nem foram anunciados. O vazamento se trata de informação relativas a conquistas, os Steam Achievements, que apareceram no site Exophase, que normalmente é usado para registrar este tipo de conteúdo. Subitamente milhares de jogos foram adicionados ao site revelando informação que não deveria ser revelada. Confira a seguir em detalhes tudo que sabemos sobre o vazamento. 🎮 Jogos de Resident Evil e mais franquias da Capcom têm até 84% off no Steam 📲 Comparador de celulares do TechTudo: veja os melhores para jogar Vazamento no Steam revelou informações de diversos jogos Divulgação/Valve ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Quais são os 10 melhores jogos na sua opinião? Opine no Fórum do TechTudo Segundo o dono do site Exophase, o usuário de apelido x3sphere, o problema parece ter sido um erro na própria Valve, dona do Steam, que teria removido as limitações da API do Steam, que faz a conexão da loja com sites que usam suas informações. Sem limitações, o site que normalmente registra apenas as conquistas públicas, teve acesso aos milhares de jogos que ainda não foram lançados e alguns nem anunciados. O dono do Exophase mencionou inclusive que não é comum os jogos terem nomes quando ainda não foram anunciados, normalmente contando apenas com a numeração de identificação, mas que vários desses games vazados tinham nome. A lista de conquistas de jogos vazados é bem grande, como Persona 6; Kingdom Hearts 4; Stranger than Heaven; Minecraft Dungeons 2; Control: Resonant; Silent Hill: Townfall; Gears of War E-Day; Stuntman: Hollywood; Tomb Raider: Legacy of Atlantis; Kena: Scars of Kosmora; Dragon Ball Xenoverse 3; Metro 2039; Final Fantasy Resonance; e mais. Entre títulos não anunciados há uma versão de Professor Layton vs Phoenix Wright para PC, originalmente exclusivo do Nintendo 3DS; um jogo estilo Animal Crossing: New Horizons da Nickelodeon; um novo Tetris; um novo jogo do anime Samurai X (Rurouni Kenshin); E uma nova coleção da série The Walking Dead da produtora Telltale Games. Kingdom Hearts 4 teve vários mundos novos revelados pelo vazamento das conquistas no Steam Divulgação/Square Enix Muitas das conquistas não são tão interessantes e até contém textos temporários apenas para testes. Porém, algumas estão divulgando informação sensível antes da hora. Persona 6 teve detalhes de sua história revelados, Kingdom Hearts 4 teve vários de seus mundos revelados, dos quais apenas Viva: A Vida é Uma Festa foi confirmado oficialmente, e Mega Man Dual Override teve novos chefes ainda não anunciados listados. Com informações de VGC, Insider Gaming, Gematsu Mais do TechTudo Veja também: 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA! 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA!

Jogos de Resident Evil e mais franquias da Capcom têm até 84% off no Steam

9 de Setembro de 2026, 17:46

A Promoção da série Resident Evil está no ar no Steam. Até o dia 21 de setembro, usuários podem comprar games como Resident Evil 2 Remake e Resident Evil: Requiem com até 80% de desconto. Já o pacote especial Resident Evil Reload Collection Extra reúne nove games e DLCs da franquia por apenas R$ 173,40 na loja digital. Essas ofertas fazem parte da liquidação principal da Capcom, e você pode também conferir outros games de PC da distribuidora, com até 84% off, nesta matéria. 🎮 7 jogos com sistema de combate tão bons quanto Sekiro 📲 Comparador de celulares do TechTudo: veja os melhores para jogar Resident Evil Requiem e mais jogos da Capcom tem desconto no Steam Divulgação/Capcom ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Quais são os 10 melhores jogos na sua opinião? Opine no Fórum do TechTudo Além de Resident Evil: Requiem, o último jogo da série, que teve seu preço reduzido para R$ 209,30 (-30%), e de remakes recentes da franquia, a promoção inclui vários jogos clássicos. Entre eles, está a trilogia original do PlayStation One (PS1), que chegou ao Steam em abril, após dois anos de exclusividade na GOG. Confira: Resident Evil: R$ 22,25 (-75%) Resident Evil (1996): R$ 28,50 (-50%) Resident Evil 0: R$ 22,25 (-75%) Resident Evil 2 (1998): R$ 28,50 (-50%) RESIDENT EVIL 2 / BIOHAZARD RE:2: R$ 33,80 (-80%) Resident Evil 3: R$ 33,80 (-80%) Resident Evil 3 Nemesis (1999): R$ 28,50 (-50%) Resident Evil 4: R$ 42,25 (-75%) Resident Evil 4 (2005): R$ 22,25 (-75%) Resident Evil 5: R$ 22,25 (-75%) Resident Evil 6: R$ 22,25 (-75%) Resident Evil 7 Biohazard: R$ 35,60 (-60%) Resident Evil Revelations / Biohazard Revelations: R$ 22,25 (-75%) Resident Evil Revelations 2 Episode One: Penal Colony: R$ 22,25 (-75%) Resident Evil Requiem: R$ 209,30 (-30%) Resident Evil Resistance: R$ 51,80 (-80%) Resident Evil Village: R$ 42,25 (-75%) Umbrella Corps: R$ 22,25 (-75%) Resident Evil Reload Collection Extra: R$ 173,40 (-74%) ⭐ Resident Evil: Requiem vale o hype e entrega tensão do início ao fim | Review 🎥 Veja: RESIDENT EVIL REQUIEM É BOM?? Testamos o game!! RESIDENT EVIL REQUIEM É BOM?? Testamos o game!! A Capcom lançou sua oferta TGS Deals no Steam. E, além de títulos de Resident Evil mais baratos, há outras opções em promoção. O recente Pragmata tem 20% de desconto e pode ser comprado por R$ 207,20, enquanto Monster Hunter Stories 3 sai por R$ 209,30, com 30% de desconto. Veja a seleção completa seguir: Ace Attorney Investigations Collection: R$ 101,40 (-39%) Apollo Justice: Ace Attorney Trilogy: R$ 109,50 (-50%) Breath of Fire IV: R$ 28,50 (-50%) Dead Rising 2: R$ 22,25 (-75%) Dead Rising 2: Off the Record: R$ 22,25 (-75%) Dead Rising 3 Apocalypse Edition: R$ 25,80 (-80%) Dead Rising 4: R$ 25,80 (-80%) Dead Rising Deluxe Remaster: R$ 109,50 (-50%) Dino Crisis 2: R$ 28,50 (-50%) Dragon's Dogma: Dark Arisen: R$ 20,64 (-84%) Ghost Trick: Phantom Detective: R$ 42,57 (-67%) Ghosts 'n Goblins Resurrection: R$ 42,57 (-67%) Monster Hunter Stories: R$ 42,57 (-67%) Monster Hunter Stories 2: Wings of Ruin: R$ 62,53 (-63%) Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection: R$ 209,30 (-30%) Monster Hunter: World: R$ 33,54 (-74%) Monster Hunter Wilds: R$ 126,75 (-25%) MONSTER HUNTER RISE: R$ 33,80 (-80%) Phoenix Wright: Ace Attorney Trilogy: R$ 42,57 (-67%) PRAGMATA: R$ 207,20 (-20%) The Great Ace Attorney Chronicles: R$ 67,60 (-60%) Pragmata é game futurista da Capcom com dupla de protagonistas Reprodução/PS Blog Com informações de GG.deals (1 e 2) Mais do TechTudo

10 'animes' que não são japoneses, mas são excelentes

9 de Setembro de 2026, 17:30

As "animes" produzidos fora do Japão ganham cada vez mais espaço entre os fãs por adotarem a estética e a dinâmica narrativa dos animes. Sejam donghuas chineses, aenis sul-coreanos ou séries ocidentais de grande orçamento, essas obras trazem enredos muito bons e visuais deslumbrantes, casos de Link Click (2021), Castlevania (2017) e Lookism (2022). Esses e outros títulos estão disponíveis em plataformas de streaming como o Crunchyroll e a Netflix. 🔎 30 melhores animes para assistir no Crunchyroll em 2026 Para você explorar produções incríveis fora do circuito tradicional japonês, mas que utilizam o estilo visual dos animes orientais, o TechTudo preparou uma lista com 10 "animes" que não são japoneses, mas são excelentes. A seguir, confira mais informações sobre os títulos, com detalhes de sinopse, temporadas, episódios, notas da crítica e onde assistir. 🎬 15 melhores animes de magia para dar uma chance e assistir 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Lord of Mysteries (2025) é um donghua que traz o suspense junto com a fantasia sombria, mesclando o steampunk com elementos lovecraftianos Reprodução/B.CMAY Pictures 📝 Como rodar serviços de streaming em um PC antigo? Saiba no Fórum do TechTudo Saiba mais sobre os 10 "animes" que não são japoneses: Link Click (2021): Cheng Xiaoshi e Lu Guang entram em fotos do passado para resolver mistérios e cumprir missões. Lord of Mysteries (2025): o estudante Klein Moretti explora um mundo vitoriano repleto de magia negra e lidera uma seita secreta. Avatar: A Lenda de Aang (2005): o Avatar Aang viaja pelo mundo para dominar os quatro elementos e derrotar a Nação do Fogo. The Master of Diabolism (2018): reencarnado anos após sua morte, Wei Wuxian investiga mistérios ao lado de Lan Wangji. Heaven Official's Blessing (2020): o príncipe caído Xie Lian cumpre missões na Terra e conhece o misterioso rei demônio Hua Cheng. Lookism (2022): o jovem Park Hyung-seok ganha um segundo corpo atraente e vive os dois lados da discriminação social. The Daily Life of the Immortal King (2020): o superpoderoso Wang Ling tenta reprimir suas habilidades para ter uma vida escolar comum. Scott Pilgrim: A Série (2023): Scott Pilgrim busca o amor de Ramona Flowers enquanto enfrenta seus ex-namorados do mal. The King's Avatar (2017): o veterano Ye Xiu recomeça do zero em um jogo online para reconquistar o topo do eSport mundial. Castlevania (2017): Trevor Belmont, Sypha e Alucard unem forças para impedir que o Conde Drácula destrua a humanidade. 1. Link Click (2021) O donghua original Link Click abre a lista, produção da LAN Studio. Na história, Cheng Xiaoshi e Lu Guang trabalham em uma pequena loja de fotografia em uma cidade chinesa moderna e oferecem um serviço secreto surpreendente a seus clientes. Usando habilidades sobrenaturais, Cheng consegue entrar nas fotos e assumir o corpo dos fotógrafos no passado, enquanto Lu monitora os eventos para garantir que a linha do tempo não seja alterada. Com isso, a dupla resolve mistérios complexos enquanto enfrenta os perigos de mudar o destino. Temporadas: 3 Episódios: 26 (até o momento) Notas da crítica: 8,5 no IMDb e 8.70 no MyAnimeList Onde assistir: Crunchyroll e Amazon Prime Video (via Crunchyroll) O donghua Link Click adapta a websérie de Li Haoling e mescla a ficção científica com tons de fantasia e drama Reprodução/LAN Studio 2. Lord of Mysteries (2025) Em seguida, temos Lord of Mysteries, baseado na web novel homônima de Cuttlefish That Loves Diving (pseudônimo de Yuan Ye). Na narrativa, Zhou Mingrui é um jovem do mundo moderno que acorda no corpo de Klein Moretti, um estudante em uma versão alternativa da Era Vitoriana. Para tentar entender seu novo ambiente e sobreviver a cultos secretos, o jovem realiza um ritual e assume a identidade de O Louco, criando uma sociedade secreta. Nesse contexto, Klein investiga acontecimentos sobrenaturais enquanto busca uma forma de retornar para sua casa. Temporadas: 1 Episódios: 13 (até o momento) Notas da crítica: 8,5 pelo IMDb e 8.61 no MyAnimeList Onde assistir: Crunchyroll e Amazon Prime Video (via Crunchyroll) Donghua lançado em 2025, a série Lord of Mysteries é uma produção chinesa que se passa na Era Vitoriana Reprodução/Screen Rant 3. Avatar: A Lenda de Aang (2005) Produção da Nickelodeon Animation Studio, Avatar: A Lenda de Aang conta a história de Aang, um jovem dobrador de ar que desperta de um congelamento de um século e descobre que é o Avatar, o único ser capaz de dominar os quatro elementos. Em um mundo devastado pela Guerra do Fogo, o garoto parte em uma jornada ao lado dos irmãos Katara e Sokka para aprender a dobrar água, terra e fogo. Dessa forma, o grupo precisa derrotar o Imperador Ozai antes que a Nação do Fogo conquiste todo o planeta e destrua o equilíbrio. 🍿 Avatar - A Lenda de Aang: relembre história, dubladores e onde assistir Temporadas: 3 Episódios: 61 Notas da crítica: 9,3 no IMDb e sem dados no MyAnimeList Onde assistir: Netflix, Paramount+, Claro TV+ e Amazon Prime Video (via Paramount+) A série animada Avatar: A Lenda de Aang foi um grande sucesso em 2005 e segue popular até os dias de hoje Divulgação/Nickelodeon Productions 4. The Master of Diabolism (2018) Adaptação da web novel chinesa Mo Dao Zu Shi, de Mo Xiang Tong Xiu, The Master of Diabolism segue Wei Wuxian, um poderoso mestre que criou a demoníaca Cultivação Sombria e acabou morto após causar caos e destruição entre os clãs de cultivação. 13 anos depois, seu espírito é invocado no corpo de um jovem que sacrificou a própria alma por vingança. Reencarnado, ele reencontra seu antigo parceiro de estudos, Lan Wangji, e a dupla passa a investigar a aparição de um braço decepado possuído por uma energia malévola. Temporadas: 3 Episódios: 35 Notas da crítica: 8,4 no IMDb e 8.45 no MyAnimeList Onde assistir: Crunchyroll e Amazon Prime Video (via Crunchyroll) The Master of Diabolism acompanha Wei Wuxian após seguir um caminho místico sombrio, sua queda e sua reencarnação anos depois Reprodução/Tencent 5. Heaven Official's Blessing (2020) Heaven Official's Blessing é uma adaptação da web novel chinesa homônima de Mo Xiang Tong Xiu. No enredo, Xie Lian é o príncipe herdeiro do reino de Xianle que ascendeu ao Reino Celestial pela terceira vez, se tornando o motivo de piada entre os outros deuses devido às suas quedas anteriores. Banido para o mundo mortal sem seus poderes divinos para acumular méritos, o príncipe investiga casos de espíritos malignos e noivas desaparecidas. Em sua jornada, ele conhece Hua Cheng, um jovem enigmático que esconde uma identidade de rei demônio. Temporadas: 2 Episódios: 24 (até o momento) Notas da crítica: 8,2 no IMDb e 8.41 no MyAnimeList Onde assistir: Crunchyroll e Amazon Prime Video (via Crunchyroll) Heaven Official's Blessing é um anime chinês (donghua) baseado na web novel escrita por Mo Xiang Tong Xiu Reprodução/IMDb 🔎 Quer conhecer mais opções de animes? 10 animes que romperam a bolha otaku e se tornaram uma febre mundial 10 animes de ficção científica excelentes para assistir em 2026 10 animes tipo Dandadan, mas com histórias ainda melhores 10 bons animes de terror para assistir em 2026 10 animes tipo Blue Lock, mas com histórias ainda melhores 10 animes medievais excelentes para assistir em 2026 12 animes tipo Jujutsu Kaisen, mas com histórias ainda melhores 10 animes de RPG que você precisa assistir agora mesmo 10 animes tipo Demon Slayer, mas com histórias ainda melhores 15 animes que não tem um pingo de magia, mas são fantásticos 6. Lookism (2022) Baseado na webtoon sul-coreana homônima de Park Tae-jun, Lookism acompanha Park Hyung-seok, um estudante do ensino médio que sofre bullying constante e agressões de seus colegas de escola por causa de sua aparência e peso. Ao se transferir para uma nova instituição em Seul, o garoto acorda misteriosamente em um corpo jovem, alto e atraente, descobrindo que pode alternar entre os dois corpos enquanto o outro dorme. Com isso, o jovem passa a vivenciar na pele o contraste na forma como a sociedade trata as pessoas. Temporadas: 1 Episódios: 8 (até o momento) Notas da crítica: 7,6 no IMDb e 7.36 no MyAnimeList Onde assistir: Netflix Baseado na webtoon de Park Tae-jun, o anime sul-coreano (aeni) Lookism está atualmente presente no catálogo da Netflix Reprodução/IMDb 7. The Daily Life of the Immortal King (2020) The Daily Life of the Immortal King adapta a web novel chinesa homônima do autor Kuxuan. Na trama, Wang Ling é um jovem que alcançou um reino de cultivo espiritual quase onipotente ainda na infância, derrotando um demônio aos seis anos de idade. Para tentar levar uma vida normal e tranquila, o garoto precisa usar um talismã mágico que reprime seus poderes e disfarçar suas habilidades extraordinárias. Contudo, ao ingressar na Escola de Magia de Elites, ele é forçado a lidar com desafios que ameaçam seu segredo. Temporadas: 5 Episódios: 63 (até o momento) Notas da crítica: 7,1 no IMDb e 7.31 no MyAnimeList Onde assistir: Crunchyroll e Amazon Prime Video (via Crunchyroll) The Daily Life of the Immortal King segue um jovem gênio que tenta esconder suas habilidades para viver como um estudante comum do ensino médio Divulgação/Crunchyroll 8. Scott Pilgrim: A Série (2023) Adaptação da série de graphic novels Scott Pilgrim, de Bryan Lee O 'Malley, Scott Pilgrim: A Série se centra no personagem-título, um baixista de uma banda de garagem em Toronto que se apaixona perdidamente por Ramona Flowers, uma entregadora de patins. No entanto, para conseguir namorar a garota, ele precisa enfrentar e derrotar a Liga dos Sete Ex-Namorados do Mal dela em duelos insanos. A reviravolta surge quando um evento inesperado na primeira batalha altera radicalmente o destino de todos os personagens da história. 🍿 Anime do Scott Pilgrim: veja enredo e personagens da produção da Netflix Temporadas: 1 Episódios: 8 Notas da crítica: 7,7 no IMDb e sem dados no MyAnimeList Onde assistir: Netflix A produção Scott Pilgrim: A Série recria a obra literária do cartunista Bryan Lee O’Malley em formato de anime Divulgação/IMDb 9. The King's Avatar (2017) O donghua The King's Avatar é baseado na web novel chinesa de mesmo nome de Hu Dielan. Nesta história, Ye Xiu é considerado o maior jogador profissional do MMORPG Glory, mas é forçado a se aposentar e deixar sua equipe após desentendimentos com os diretores do clube. Trabalhando como atendente no turno da noite em um cybercafé, ele decide recomeçar sua trajetória do zero com um novo personagem quando o jogo lança seu décimo servidor. Desse modo, usando sua experiência e outras estratégias, o jogador busca retornar ao topo do eSport. Temporadas: 3 Episódios: 41 Notas da crítica: 7,4 no IMDb e 7.85 no MyAnimeList Onde assistir: Crunchyroll e Amazon Prime Video (via Crunchyroll) A animação chinesa (donghua) The King's Avatar segue Ye Xiu, um jogador profissional lendário do jogo online Glory Reprodução/Tencent 10. Castlevania (2017) Por fim, temos Castlevania, animação estadunidense baseada na série de jogos homônima da publisher japonesa Konami. Nesta trama, Trevor Belmont é o último sobrevivente de uma linhagem de caçadores de monstros que tenta defender a Valáquia da fúria do Conde Drácula. Reagindo à execução trágica de sua esposa humana pela Igreja, o senhor dos vampiros convoca um exército de demônios para erradicar a humanidade. Nesse cenário, Trevor se alia à maga Sypha Belnades e ao dhampir Alucard, filho de Drácula, para tentar deter o massacre e salvar o continente do apocalipse. Temporadas: 4 Episódios: 32 Notas da crítica: 8,3 no IMDb e sem dados no MyAnimeList Onde assistir: Netflix Castlevania (2017) é uma animação estadunidense baseada na série de jogos homônima da publisher japonesa Konami Reprodução/IMDb Com informações de IMDb e MyAnimeList 🎥 Qual filme MUDOU a sua vida? Perguntamos para a redação do TechTudo! Qual filme MUDOU a sua vida? Perguntamos para a redação do TechTudo! Saiba mais Initial plugin text

Meu Nome é Farah vai ter 3ª temporada na Netflix? Entenda

9 de Setembro de 2026, 17:27

A segunda temporada da novela turca Meu Nome é Farah (Adim Farah, no original) estreou na Netflix em 3 de setembro e vem fazendo muito sucesso. Inspirada na produção argentina La Chica que Limpia (2017), a trama acompanha Farah, uma médica iraniana que desafia a máfia para proteger o filho. Demet Özdemir (A Sonhadora) e Engin Akyürek (Fatmagül: A Força do Amor) interpretam o casal protagonista, enquato Recai Karagöz (A Arte do Amor) assina a direção. 🍿 30 novelas turcas excelentes para assistir em 2026 No entanto, a chega de novos episódios no streaming deixou uma dúvida entre os fãs se vai haver uma terceira temporada. Entenda, nas linhas a seguir, o que se sabe sobre o futuro da produção. Confira também elenco, quantidade total de capítulos e mais. 🎬 10 novelas turcas de romances com chefes que vão fazer até você se apaixonar 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Meu Nome é Farah terá 3ª temporada? Veja detalhes da novela turca da Netfix Divulgação/Netflix 📝 Como rodar serviços de streaming em um PC antigo? Saiba no Fórum do TechTudo Índice: Sinopse de Meu nome é Farah Elenco de Meu nome é Farah Meu Nome é Farah vai ter 3ª temporada? Meu Nome é Farah foi cancelada na Turquia? Então, quantos episódios a novela tem? Vale a pena assistir? Sinopse de Meu nome é Farah Meu Nome é Farah segue Farah Erşadi, uma médica iraniana que foge de seu país natal para viver ilegalmente em Istambul, na Turquia, e trabalha como faxineira para custear o tratamento de uma doença rara do filho pequeno, Kerimşah. No entanto, sua vida muda completamente quando ela testemunha um assassinato cometido pela máfia local e se apaixona por Tahir, o capanga enviado pela própria organização criminosa para matá-la. Meu Nome é Farah (Adim Farah, no original) é um remake da série argentina La Chica que Limpia (2017) Reprodução/NOW Elenco de Meu nome é Farah Além de Demet Özdemir e Engin Akyürek nos papéis dos protagonistas Farah Erşadi e Tahir Lekesiz, o elenco da novela turca é composto por nomes como Rastin Paknahad (Afacanlar Kampta) vivendo Kerimşah, Senan Kara (Meu Lar, Meu Destino) dando vida a Vera Akıncı, Fırat Tanış (Uma Nova Mulher) como Mehmet Koşaner e Feyyaz Duman (Força de Mulher) como Behnam Azadi. Meu Nome é Farah é protagnoizada por Demet Özdemir e Engin Akyürek Divulgação/Netflix Meu Nome É Farah: 2ª temporada ganha data de estreia na Netflix; veja quando Meu Nome é Farah: veja tudo que acontece na 2ª temporada da novela turca Meu Nome é Farah: veja guia com resumo dos episódios da 1ª e 2ª temporada 10 séries turcas tipo Meu Nome é Farah, mas com histórias ainda melhores Quem morre em Meu Nome é Farah? Saiba o desfecho Mehmet, Tahir e mais Meu Nome é Farah vai ter 3ª temporada? Não, a novela Meu Nome é Farah não terá uma terceira temporada. A segunda temporada, disponível no catálogo da Netflix, encerra completamente os arcos de Farah, Tahir e dos demais personagens, assim como ocorre na versão turca. O folhetim foi ao ar originalmente em 2023 e não há sinalização de uma continuação, já que a trama teve um desfecho definitivo. Meu Nome é Farah foi cancelada na Turquia? Meu Nome É Farah foi encerrada na Turquia devido à baixa audiência no país na segunda temporada, mas o fim não aconteceu de forma abrupta. Inicialmente, diante dos resultados abaixo das expectativas, o canal Fox (atual NOW) decidiu mudar o dia de exibição das quartas-feiras para os sábados, na tentativa de aumentar o público. No entanto, como não houve uma recuperação significativa no desempenho, ficou decidido que a novela acabaria no episódio 27 (equivalente ao 89 na Netflix), exibido em 30 de dezembro de 2023, encerrando a trama de forma coesa e com um final fechado. Por isso, os arcos têm um encerramento, mas não há previsão de uma nova leva de episódios. Meu Nome é Farah chegou ao fim em 2023 na Turquia Reprodução/NOW Então, quantos episódios a novela tem? Meu Nome é Farah foi exibida na Turquia em 27 episódios, de cerca de 2h20 de duração cada. Para a distribuição internacional, no entanto, a produção ganhou um formato diferente. A versão lançada na Netflix está completa e tem o mesmo conteúdo da original, mas foi editada em blocos menores, de 40 a 50 minutos cada. Por isso, você vai encontrar 89 capítulos, sendo 47 na primeira temporada e 42 na segunda, na plataforma de streaming. Meu Nome é Farah tem 80 episódios na versão internacional Divulgação/IMDb Vale a pena assistir? Após o sucesso na Turquia, Meu Nome É Farah vem conquistando o público na Netflix. A novela combina romance, drama familiar e suspense criminal, despertando a curiosidade dos espectadores sobre o destino dos personagens, especialmente do casal de protagonistas, interpretado por Demet e Engin. No agregador de reviews IMDb, a obra tem nota 6 de 10 estrelas, com base em mais de 8,7 mil avaliações dos usuários. Em geral, o público elogia o elenco, além da construção de Farah como mulher, esposa e mãe ao longo da história, mas critica negativamente a queda da qualidade do roteiro na segunda temporada. Na Netflix, no entanto, foi sucesso desde a estreia e está há semanas no top 10 de mais assistidas da plataforma. Por isso, vale a pena dar uma chance e conferir. Meu Nome é Farah é bom? Entenda Reprodução/O3 Medya Com informações de Dizilah, IMDb, Netflix, NOW e The Movie Database 🎥 VERDADES E MENTIRAS DO CASO ED GEIN — Análise da série Monstro: a História de Ed Gein VERDADES E MENTIRAS DO CASO ED GEIN — Análise da série Monstro: a História de Ed Gein Mais do TechTudo Initial plugin text

iPhone Duo, novo modelo dobrável da Apple, é anunciado; acompanhe AO VIVO

9 de Setembro de 2026, 17:04

iPhone Duo, novo modelo dobrável da Apple, é anunciado; acompanhe AO VIVO Cores do iPhone 18 Pro e Pro Max também foram anunciadas nesta quarta-feira (9). Além disso, a Apple revelou novidades no Apple Watch e AirPods; confira! Apple anuncia iPhone 18 Pro e mais novidades; saiba tudo. Siri AI: 6 funções que a nova assistente da Apple pode fazer. iPhone 18 Pro: veja cores e design do novo celular da Apple. Novo AirPods 5 tem tradução em tempo real e melhora no cancelamento de ruído. Quando lança o iOS 27? Apple revela data; confira as novidades

Capinha do novo iPhone dobrável custa mais que um celular novo; veja preço

9 de Setembro de 2026, 16:51

A Apple entrou oficialmente no mercado de celulares dobráveis após o lançamento do iPhone Duo, nesta quarta-feira (9). O preço do aparelho chamou atenção, com valor inicial de R$ 21.999, mas a capinha de proteção do novo modelo também pode pesar no bolso. A opção “iPhone Duo Folio com suporte” custa R$ 1.299 no site oficial da fabricante. O valor é superior ao preço atual de celulares como o Galaxy A36, da Samsung, e o Moto G67, da Motorola. Segundo a Apple, a capa é feita de TechWoven, um tecido sintético que lembra a textura do couro. O acessório conta com um suporte integrado que permite posicionar o aparelho em diferentes ângulos para ler, assistir a vídeos ou fazer chamadas pelo FaceTime. Quando não está em uso, o suporte se encaixa novamente na parte traseira da capa. A seguir, saiba mais sobre a novidade. 🔎 Acessórios do iPhone 17 têm preço de celular novo no Brasil; saiba valores 🗓️Quando o iPhone 18 chega ao Brasil? Veja a data de início da pré-venda 💵Preço do iPhone 17 aumenta após lançamento do iPhone 18; veja valores Capinha do iPhone Duo, da Apple Reprodução/Apple ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 iPhone 6 é mais fino que o iPhone Air? Tire dúvidas no Fórum do TechTudo A fabricante afirma que o acessório passou por “horas de testes durante o processo de design e fabricação” e foi desenvolvido para proteger o iPhone Duo contra quedas e arranhões. A capa ainda possui ímãs integrados que se alinham ao aparelho e permitem manter o acessório instalado durante a recarga sem fio. Capinha oficial do iPhone Duo está disponível em duas cores Divulgação/Apple Segundo a Apple, é possível carregar o iPhone Duo com a capa usando o carregador MagSafe, o padrão Qi2 de 25 W ou um carregador compatível com Qi conectado à parte externa ou à parte traseira do suporte aberto. Bolsinha do iPhone 17 também chamou atenção A capinha do Duo não é o primeiro acessório da Apple a chamar atenção pelo preço. No ano passado, a empresa lançou o iPhone Pocket, uma espécie de bolsa de tricô criada em parceria com a marca japonesa Issey Miyake. O acessório resgatava a ideia das iPod Socks, meias que fizeram sucesso nos anos 2000 como uma forma de proteger e transportar o iPod. Os preços partiam de US$ 149,95 (cerca de R$ 790 em conversão direta) pela versão de alça curta e US$ 229,95 (aproximadamente R$ 1.210) pela opção com alça longa. O iPhone Pocket foi lançado em edição limitada e chegou ao mercado em duas versões: uma com alça curta, para carregar o celular na mão, e outra com alça longa, que permitia usar o acessório transversalmente no corpo. iPhone Pocket Reprodução/Apple iPhone Duo: primeiro dobrável da Apple O iPhone Duo é o primeiro celular dobrável da Apple. Ele foi apresentado com tamanho similar ao de um passaporte, assim como o rival Galaxy Z Fold 8, da Samsung. O aparelho vem equipado com o chip A20 Pro, que é apresentado como o "mais rápido em um smartphone", nas palavras da Apple. O celular tem dois componentes de bateria que operam juntos e a promessa é de autonomia de até 44 horas de reprodução de vídeo, quando a tela externa é usada. Ainda este ano, a Apple prometeu suporte ao Apple Pencil. A novidade estará disponível a partir de 23 de outubro em duas cores: branco-estrela e céu noturno, uma espécie de cinza ou preto. A versão mais cara, com maior armazenamento, pode chegar a R$ 30.999. iPhone Duo é o primeiro celular dobrável da Apple Divulgação/Apple Com informações de Apple.

Melhor celular Samsung para comprar no 9.9

9 de Setembro de 2026, 16:28

Comprar um celular Samsung no 9.9 pode ser interessante se o aparelho atual já começa a pedir espaço extra para fotos, trava ao alternar entre apps ou deixou de acompanhar as novas funções do Android. Entre os celulares Samsung disponíveis na campanha, há opções com telas Super AMOLED de 120 Hz, processadores mais potentes, câmeras com estabilização óptica, bateria de 5.000 mAh e recursos de inteligência artificial (IA). A variedade atende desde tarefas básicas até jogos, fotografia e uso mais exigente. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Na lista, você encontra destaques como o Samsung Galaxy A37 (256 GB), que custa a partir de R$ 1.968 no Mercado Livre. O modelo tem tela grande e de boa qualidade, 8 GB de RAM e 256 GB de espaço para armazenar fotos, vídeos e aplicativos, além de bateria de 5.000 mAh para acompanhar a rotina. Já o Samsung Galaxy S25 Ultra (256 GB) aparece por R$ 4.208 no Magazine Luiza e é uma opção mais avançada, indicada para quem busca câmeras potentes, alto desempenho e recursos extras como a S Pen, que pode ser usada para escrever, desenhar e fazer anotações na tela. Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração da matéria, no mês de setembro de 2026. 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias Melhor celular Samsung para comprar no 9.9 Rubens Achilles/TechTudo 🔎 6 celulares chineses testados e aprovados pelo TechTudo Initial plugin text * Para voltar é necessário remover o CTA selecionado. 📝Qual o celular da Samsung com melhor bateria? Confira no Fórum TechTudo Celulares Samsung para comprar no 9.9 Samsung Galaxy A37 (256 GB) — intermediário com tela Super AMOLED de 120 Hz, 8 GB de RAM, 256 GB de armazenamento e bateria de 5.000 mAh, indicado para rotina, redes sociais e entretenimento. Samsung Galaxy A57 (128 GB) — intermediário com tela Super AMOLED Plus de 6,7 polegadas e 120 Hz, 8 GB de RAM e câmera tripla de 50 MP, voltado a multitarefa, fotos e consumo de conteúdo. Samsung Galaxy S25 (256 GB) — compacto e potente, reúne 12 GB de RAM, tela AMOLED Dinâmico 2X de 120 Hz e câmera tripla com zoom óptico de 3x, indicado para alto desempenho em um aparelho menor. Samsung Galaxy S25 FE (128 GB) — modelo de perfil premium com tela Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas, câmera tripla de até 50 MP, IP68 e recursos de Galaxy AI, adequado a fotos, vídeos e uso intenso. Samsung Galaxy Z Flip 7 FE (128 GB) — dobrável com tela principal de 6,7 polegadas, brilho de até 2.600 nits e bateria de 4.000 mAh, indicado para quem prioriza portabilidade e um formato diferente. Samsung Galaxy S25 Ultra (256 GB) — topo de linha com tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,9 polegadas, 12 GB de RAM, S Pen, câmera de 200 MP e bateria de 5.000 mAh, voltado à fotografia, produtividade e desempenho avançado. Como escolhemos os celulares? Selecionamos celulares Samsung de diferentes categorias e faixas de preço, todos disponíveis no varejo nacional e com potencial de aparecer entre as alternativas do 9.9. A seleção considera modelos intermediários, premium, topo de linha e dobráveis, permitindo comparar propostas diferentes dentro do mesmo fabricante. Na análise, foram considerados aspectos como processador, memória RAM, armazenamento, tela, câmeras, bateria, conectividade 5G, resistência e recursos de inteligência artificial. Também foram consultadas as especificações oficiais da Samsung e testes e reviews de sites especializados como GSMArena e, quando disponíveis, do próprio TechTudo. O que um bom celular Samsung deve ter? Um bom smartphone precisa equilibrar desempenho e recursos de acordo com a rotina de uso. Além de observar a quantidade de memória e armazenamento, vale analisar a qualidade da tela, conjunto de câmeras, autonomia e tempo de suporte de softwares. Processador e memória RAM: componentes mais modernos ajudam a manter aplicativos funcionando com maior fluidez e tornam a multitarefa mais confortável. Modelos com 8 GB ou mais de RAM oferecem uma margem interessante para uso intenso. Tela: tecnologias como AMOLED e altas taxas de atualização, como 120 Hz, deixam imagens, animações e rolagem mais fluidas. Resolução, brilho e tamanho também influenciam a experiência em vídeos e jogos. Câmeras: além da quantidade de megapixels, é importante observar estabilização óptica, sensores auxiliares, zoom e recursos computacionais. Esses elementos podem fazer diferença em fotos noturnas e vídeos. Bateria: capacidades de 5.000 mAh aparecem em vários modelos da seleção e podem favorecer uma autonomia mais longa. No caso dos dobráveis, a capacidade pode ser menor devido às limitações do formato. Armazenamento: 128 GB atendem a usos mais moderados, enquanto 256 GB oferecem mais espaço para fotos, vídeos, aplicativos e jogos sem depender tanto de armazenamento em nuvem. Atualizações e proteção: uma política extensa de atualizações ajuda a prolongar a vida útil do aparelho e manter o sistema protegido. O Galaxy S25 FE, por exemplo, tem promessa de até sete atualizações de Android e sete anos de atualizações de segurança. 1. Samsung Galaxy A37 (256 GB) – a partir de R$ 1.968 O Samsung Galaxy A37 de 2026 é um celular intermediário que aposta em câmera de alta qualidade e suporte prolongado a atualizações. O modelo também traz construção mais sofisticada que se une a recursos de inteligência artificial integrados à experiência da One UI. Review Galaxy A37: celular entrega experiência consistente, mas sem novidade Tela do Galaxy A37 em destaque Julia Rabaça/TechTudo A tela Super AMOLED de 6,7 polegadas tem resolução Full HD+ de 2.340 x 1.080 pixels e taxa de atualização de 120 Hz, combinação que favorece a reprodução de vídeos, jogos e navegação mais fluida. O brilho máximo de 1.900 nits ajuda na visualização sob luz intensa, enquanto as dimensões de 162,9 x 78,2 x 7,4 mm e peso de 196 gramas entregam um aparelho fino, mas relativamente largo para quem prefere usar o celular com uma mão. No desempenho, o Galaxy A37 utiliza o processador Exynos 1480 de 4 nm, com até 2,75 GHz, acompanhado de 8 GB de RAM na versão de 256 GB. Quando testamos, o aparelho manteve boa fluidez mesmo com mais de 30 aplicativos abertos em segundo plano, embora tenha apresentado aquecimento em jogos pesados. No AnTuTu, o modelo alcançou 1.012.211 pontos, enquanto a ausência de entrada para cartão microSD limita as possibilidades de expansão do armazenamento. A bateria de 5.000 mAh entrega autonomia suficiente para um dia típico de uso, com música, internet, redes sociais e streaming. Nas avaliações internas do TechTudo, o Galaxy A37 chegou às 22h com 37% de carga após começar o dia com 100%, indicando uma boa resistência para rotinas moderadas. O aparelho suporta carregamento de até 45 W, mas o carregador incluído na caixa é de apenas 15 W; na avaliação, foram necessários 48 minutos para chegar a 45% e 1h58min para completar a carga. O Galaxy A37 vale a pena por apresentar uma ficha técnica equilibrada para a categoria intermediária, com boas câmeras, desempenho competente, tela de qualidade e autonomia de bateria suficiente para um dia comum, além de uma boa perspectiva de atualizações. O conjunto de câmeras é formado por sensor principal de 50 MP com OIS, ultrawide de 8 MP, macro de 5 MP e câmera frontal de 12 MP. A principal entrega é boa nitidez e cores fiéis durante o dia, enquanto o processamento da Samsung ajuda nas fotos noturnas; em contrapartida, a ultrawide é mais modesta e o zoom perde definição em ampliações maiores. Nos testes, as gravações em 4K também se destacaram pela estabilização, pela transição suave entre lentes e pela fluidez dos quadros. Na experiência de uso, o Android 16 com One UI 8.5 oferece interface personalizável e recursos de IA para edição de fotos, além de ferramentas como Transcrição por Voz. O aparelho conta ainda com 5G, Wi-Fi, Bluetooth, NFC, dual chip, alto-falantes estéreo e biometria, enquanto a certificação IP68 protege contra poeira e água. Segundo o GSMArena, o Galaxy A37 se destaca pela tela Super AMOLED brilhante e fluida, construção resistente, boa autonomia e experiência de software madura, mas fica atrás de concorrentes em desempenho, velocidade de carregamento e recursos fotográficos. O Samsung Galaxy A37 (256 GB) pode ser encontrado a partir de R$ 1.968 no Mercado Livre. Prós: tela Super AMOLED de 120 Hz e até 1.900 nits; certificação IP68 e traseira com Gorilla Glass Victus+; seis anos de atualizações de sistema Contras: carregador de apenas 15 W incluso na caixa; ultrawide de 8 MP tem desempenho mais modesto; desempenho inferior ao de alguns concorrentes da mesma faixa 2. Samsung Galaxy A57 (128 GB) – a partir de R$ 1.798 Lançado no Brasil em abril de 2026, o Samsung Galaxy A57 é um celular intermediário indicado para quem busca um aparelho equilibrado para tarefas do dia a dia, fotos, consumo de mídia e jogos. O modelo combina design mais sofisticado, boa experiência de uso e suporte prolongado de software, sendo uma opção especialmente interessante para quem quer um Samsung atual sem partir para a linha Galaxy S. Review Galaxy A57: mudanças pontuais justificam abandonar o A56? GALAXY A57 vale a pena? Testamos o modelo CUSTO-BENEFÍCIO da Samsung! A tela Super AMOLED+ de 6,7 polegadas tem resolução Full HD+ de 2.340 x 1.080 pixels e taxa de atualização de 120 Hz, características que favorecem imagens nítidas e navegação mais fluida. O brilho máximo de 1.900 nits também ajuda na visualização em ambientes externos. Nas nossas avaliações, a tela se mostrou confortável para assistir a vídeos, navegar nas redes sociais e jogar, enquanto as bordas mais finas contribuíram para uma experiência mais imersiva. No desempenho, o Galaxy A57 utiliza o processador Exynos 1680 de 4 nm, acompanhado de 8 GB de RAM. A versão de 128 GB é suficiente para armazenar aplicativos, fotos e vídeos, mas não há entrada para cartão de memória. Quando testamos, o aparelho apresentou boa fluidez tanto em tarefas básicas quanto em jogos, sem travamentos ou engasgos, embora tenha registrado leves aquecimentos durante atividades mais exigentes. No AnTuTu, o modelo alcançou 1.377.665 pontos, resultado superior ao registrado pelo Galaxy A56 no mesmo ranking. O conjunto fotográfico é formado por câmera principal de 50 MP com OIS, ultrawide de 12 MP, macro de 5 MP e frontal de 12 MP. A principal entrega boa nitidez e cores equilibradas, enquanto a estabilização óptica ajuda a evitar imagens tremidas. Nos testes da equipe, foram feitas mais de 400 fotos com a câmera principal e praticamente não foram observados registros borrados. O celular também grava vídeos em 4K a 30 fps pelas câmeras traseira e frontal, com estabilização eficiente; já a lente macro apresentou qualidade mais limitada. O Galaxy A57 se destaca por ser um intermediário muito competente em câmera, desempenho e tela. Não à toa, o antecessor, o Galaxy A56 foi finalista do Prêmio Melhores do Ano promovido pelo TechTudo em 2025 e aparece como um dos modelos mais bem avaliados nas lojas online, tanto pelo volume de vendas quanto pelas avaliações positivas. A bateria de 5.000 mAh oferece boa autonomia para uma rotina moderada, com redes sociais, vídeos e músicas, embora jogos e tarefas mais pesadas possam reduzir esse rendimento. Na nossa avaliação, o aparelho levou cerca de 1h45min para sair de 4% e chegar a 100%, o que pode incomodar quem precisa de recargas rápidas. O Galaxy A57 sai de fábrica com Android 16 e One UI 8.5, interface conhecida pela organização e pelas possibilidades de personalização. A Samsung promete seis grandes atualizações do sistema, com suporte previsto até 2032, um diferencial para quem pretende permanecer vários anos com o aparelho. A construção também evoluiu: são 6,9 mm de espessura, 179 gramas e traseira em Gorilla Glass Victus+, além de certificação IP68 contra água e poeira. Segundo o GSMArena, o Galaxy A57 se destaca pelo design fino e leve, tela Super AMOLED+ brilhante com HDR10+, câmeras principal e frontal competentes e autonomia aprimorada. O portal, porém, considera que o aparelho fica menos atraente diante da concorrência, principalmente pelo preço de lançamento e pela ausência de carregamento sem fio e de recursos como DeX e algumas funções de IA da linha Galaxy S. O Samsung Galaxy A57 (128 GB) pode ser encontrado a partir de R$ 1.798 no Mercado Livre. Prós: tela Super AMOLED+ de 120 Hz e brilho de até 1.900 nits; construção fina com Gorilla Glass Victus+ e certificação IP68; seis anos de atualizações do sistema Contras: carregador de apenas 15 W incluso na caixa; não possui entrada para cartão de memória; ausência de carregamento sem fio e DeX 3. Samsung Galaxy S25 (256 GB) – a partir de R$ 2.845 O Samsung Galaxy S25 de 2025, é um celular topo de linha compacto, indicado para quem quer desempenho avançado sem abrir mão de um aparelho leve e confortável de usar. O modelo se destaca pela experiência refinada da linha Galaxy S, recursos de inteligência artificial e suporte prolongado de software. Galaxy S25 é bom? Veja preço e ficha técnica do celular Samsung Selfie no Galaxy S25 Mariana Saguias/TechTudo A tela Dynamic AMOLED 2X de 6,2 polegadas tem resolução Full HD+ e taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz, entregando imagens fluidas e boa qualidade para vídeos, jogos e redes sociais. O painel LTPO também consegue reduzir a frequência de atualização conforme o conteúdo exibido, ajudando no consumo de energia. O conjunto ainda conta com alto-falantes estéreo e proteção contra água e poeira, além de construção fina e leve que favorece o uso prolongado. No desempenho, o Galaxy S25 utiliza o Snapdragon 8 Elite for Galaxy, acompanhado de 12 GB de RAM na versão de 256 GB. A combinação é voltada para quem precisa de bastante potência para jogos, multitarefa e aplicativos mais exigentes, além de dar suporte aos recursos de IA do aparelho. O armazenamento de 256 GB também é uma escolha mais interessante que a versão de 128 GB, já que oferece mais espaço para aplicativos, fotos e vídeos. O conjunto fotográfico traz câmera principal de 50 MP com estabilização óptica, ultrawide de 12 MP e teleobjetiva de 10 MP com zoom óptico de 3x, além de câmera frontal de 12 MP. A principal oferece boa qualidade para diferentes condições de iluminação, enquanto a lente teleobjetiva ajuda a fotografar objetos mais distantes sem depender apenas do zoom digital. Por outro lado, o Galaxy S25 não é tão forte quanto rivais como Xiaomi 15 e Pixel 9 Pro quando a prioridade é fotografia. A bateria de 4.000 mAh entrega autonomia suficiente para uma rotina moderada, mas é um dos pontos em que o aparelho fica atrás de parte da concorrência. O carregamento com fio é limitado a 25 W e o carregador não acompanha o produto, embora haja suporte a carregamento sem fio. Segundo o GSMArena, a autonomia fica próxima à do Galaxy S24 mesmo com o processador Snapdragon 8 Elite mais potente, enquanto concorrentes como o iPhone 16 e o Xiaomi 15 conseguem oferecer resultados mais interessantes nesse aspecto. Com Android 15 e One UI 7 de fábrica, o Galaxy S25 reúne uma interface personalizável com diversos recursos de inteligência artificial, incluindo ferramentas de edição e funções integradas ao sistema. A Samsung também promete sete grandes atualizações do Android, o que ajuda a manter o aparelho relevante por vários anos. O modelo ainda traz 5G, Wi-Fi, Bluetooth, NFC, dual SIM, biometria por impressão digital e reconhecimento facial, além de certificação IP68. Segundo o GSMArena, o Galaxy S25 é um aparelho compacto, bem equilibrado e um dos mais leves da categoria, com tela LTPO OLED de excelente qualidade, desempenho forte e câmeras confiáveis. O portal, porém, aponta que as melhorias em relação à geração anterior foram pequenas, enquanto a bateria e o carregamento continuam atrás de concorrentes. O Samsung Galaxy S25 (256 GB) pode ser encontrado a partir de R$ 2.845 no Magazine Luiza. Prós: desempenho de alto nível com Snapdragon 8 Elite e 12 GB de RAM; tela LTPO AMOLED de 120 Hz com excelente qualidade; sete anos de atualizações do sistema Contras: bateria de 4.000 mAh fica atrás de concorrentes; carregamento limitado a 25 W e sem carregador na caixa; poucas mudanças de hardware em relação à geração anterior 4. Samsung Galaxy S25 FE (128 GB) – a partir de R$ 2.998 Estreando no mercado em setembro de 2025, o Samsung Galaxy S25 FE é um intermediário premium que busca entregar parte da experiência da linha Galaxy S por um preço mais acessível. O modelo combina construção sofisticada, tela de alta qualidade e recursos de inteligência artificial, sendo uma alternativa interessante para quem quer desempenho avançado sem investir em um topo de linha. Review Galaxy S25 FE: celular manda bem no dia a dia, mas aquece em jogos Galaxy S25 FE traz versatilidade nas opções de segurança, com reconhecimento facial e digital Miguel Roberto e Francisco Paulo/TechTudo O display Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas tem resolução Full HD+ de 2.340 x 1.080 pixels e taxa de atualização de 120 Hz. A combinação favorece imagens nítidas, cores vibrantes e maior fluidez na navegação e em jogos. O brilho máximo de 1.900 nits também facilita a visualização em ambientes externos. O aparelho ainda conta com alto-falantes estéreo que entregam volume elevado e boa qualidade sonora, sem distorções perceptíveis mesmo em níveis mais altos. O desempenho fica por conta do Exynos 2400 de 4 nm, processador utilizado em modelos mais avançados da Samsung, acompanhado de 8 GB de RAM. O conjunto é suficiente para alternar entre aplicativos e executar jogos pesados com boa fluidez. Nos nossos testes, o Galaxy S25 FE rodou títulos como EA Sports FC Mobile e Free Fire sem travamentos, mas apresentou aquecimento rápido em atividades mais exigentes, como jogos pesados e gravações em alta qualidade. O armazenamento parte de 128 GB, mas também há versões de 256 GB e 512 GB, sem suporte para cartão de memória. O Galaxy S25 FE é um celular intermediário premium que entrega ótimo desempenho, câmeras competentes — apesar das limitações à noite —, bateria eficiente e tela de alta qualidade. Por isso, é uma boa escolha para quem valoriza eficiência, qualidade de construção e longevidade, mas não está disposto a pagar o preço de um aparelho topo de linha. Na fotografia, o celular traz câmera principal de 50 MP, ultrawide de 12 MP e telefoto de 8 MP com zoom óptico de 3x, além de uma câmera frontal de 12 MP. O conjunto é versátil para paisagens, retratos e registros do cotidiano, com bons níveis de nitidez em ambientes bem iluminados. À noite, porém, há perda de detalhes, enquanto ampliações maiores com zoom digital apresentam queda mais perceptível de qualidade. A bateria de 4.900 mAh é uma das maiores da linha Fan Edition e oferece autonomia suficiente para passar um dia inteiro longe da tomada em uso comum. Em atividades mais pesadas, como jogos prolongados e gravações de vídeo, a duração fica na faixa de seis a dez horas. Durante os testes da equipe, o aparelho levou cerca de 40 a 60 minutos para ir de 0% a 100% com carregamento de 45 W, resultado que combina boa autonomia com recargas relativamente rápidas. O Galaxy S25 FE sai de fábrica com Android 16 e One UI 8, interface que reúne recursos de personalização e funções do Galaxy AI. A Samsung também promete sete anos de atualizações do sistema e de segurança, aumentando a vida útil do aparelho. Na construção, o smartphone utiliza estrutura de Armor Aluminum e Gorilla Glass Victus+, pesa 190 gramas e tem 7,4 mm de espessura. A certificação IP68 acrescenta proteção contra água e poeira, enquanto o desbloqueio pode ser feito por reconhecimento facial ou impressão digital. Segundo o GSMArena, o Galaxy S25 FE se destaca pela construção sofisticada, tela OLED de qualidade, câmeras competentes, boas selfies e suporte prolongado de software. O portal, porém, aponta que o aparelho perde competitividade diante de rivais que oferecem câmeras melhores, carregamento mais rápido, maior autonomia e desempenho sustentado superior. O Samsung Galaxy S25 FE (128 GB) está disponível a partir de R$ 2.998 no Mercado Livre. Prós: tela Dynamic AMOLED 2X de 120 Hz e até 1.900 nits; construção com Armor Aluminum, Gorilla Glass Victus+ e IP68; sete anos de atualizações do sistema e segurança Contras: aquecimento em tarefas exigentes; não possui entrada para cartão de memória; câmera perde qualidade em fotos noturnas e no zoom digital 5. Samsung Galaxy Z Flip 7 FE (128 GB) – a partir de R$ 2.999 Dobrável, o Samsung Galaxy Z Flip 7 FE de 2025 é de categoria premium que tenta tornar o formato flip mais acessível dentro do catálogo da Samsung. O modelo é indicado para quem valoriza um celular compacto no bolso, mas não quer abrir mão de uma experiência completa de software, câmeras versáteis e recursos de inteligência artificial. Galaxy Z Flip 7 FE: veja preço e ficha técnica do dobrável da Samsung Galaxy Z Flip 7 FE com display dobrável Ana Letícia Loubak/TechTudo Quando aberto, o aparelho traz uma tela principal de 6,7 polegadas com painel Dynamic AMOLED 2X, resolução Full HD+ e taxa de atualização de até 120 Hz. O display oferece imagens fluidas e boa definição para navegar, assistir a vídeos e jogar. Já o formato dobrável permite reduzir bastante o tamanho do celular quando ele está fechado, facilitando o transporte no dia a dia. O desempenho fica por conta do Exynos 2400, acompanhado de 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento nesta versão. O conjunto oferece potência suficiente para tarefas cotidianas, multitarefa e jogos mais exigentes, enquanto o Android com One UI garante acesso aos recursos mais recentes da Samsung. Por outro lado, a memória interna não pode ser expandida por cartão microSD, então vale avaliar o espaço disponível antes da compra. Para fotos, o Galaxy Z Flip 7 FE conta com câmera principal de 50 MP e ultrawide de 12 MP, além de sensor frontal de 10 MP. A combinação permite alternar entre registros convencionais e imagens mais amplas, enquanto o formato dobrável acrescenta possibilidades para fotografar com o celular apoiado em diferentes ângulos. O conjunto também conta com zoom digital, mas não há uma câmera teleobjetiva dedicada. A bateria tem 4.000 mAh e suporta carregamento de até 25 W. A capacidade é suficiente para acompanhar um dia de uso moderado, mas o celular não é uma referência em autonomia entre os modelos premium. O carregamento também fica atrás de alguns concorrentes, sendo um dos pontos em que o aparelho poderia entregar mais, especialmente considerando o preço. Outro destaque é a experiência de software, com Android 16 e One UI repleta de recursos, incluindo ferramentas do Galaxy AI. A Samsung também oferece suporte prolongado de atualizações, o que ajuda a manter o aparelho relevante por mais tempo. Na construção, o dobrável tem certificação IP48 e aposta em um formato compacto e leve, embora a tela externa seja menor e menos funcional do que a encontrada em alguns rivais da Motorola. Na avaliação do GSMArena, o Galaxy Z Flip7 FE mantém os principais atrativos da linha Galaxy Z Flip, como software completo, câmeras versáteis e formato compacto, mas apresenta limitações em autonomia, carregamento e desempenho sustentado. O portal também considera o Galaxy Z Flip6 uma alternativa mais interessante enquanto houver unidades mais baratas no mercado. O Samsung Galaxy Z Flip7 FE (128 GB) está disponível a partir de R$ 2.999 no Magazine Luiza. Prós: formato compacto e leve quando fechado; software atualizado com One UI e Galaxy AI; conjunto de câmeras versátil Contras: carregamento de apenas 25 W; autonomia abaixo de alguns concorrentes; desempenho pode sofrer redução sob carga prolongada 6. Samsung Galaxy S25 Ultra (256 GB) – a partir de R$ 4.208 Lançado no Brasil em fevereiro de 2025, o Samsung Galaxy S25 Ultra é o modelo mais avançado da linha Galaxy S e reúne recursos voltados para quem busca um smartphone premium sem abrir mão de câmeras avançadas e ferramentas de inteligência artificial. É uma opção especialmente interessante para quem trabalha pelo celular, fotografa com frequência ou já utiliza outros produtos do ecossistema Samsung. Galaxy S25 Ultra em review: celular repete acertos e traz foco em IA Galaxy S25 Ultra é o novo topo de linha da Samsung Rubens Achilles/TechTudo A tela é um dos destaques do aparelho, com painel Dynamic AMOLED 2X de 6,9 polegadas, resolução Quad HD+ e taxa de atualização de 120 Hz. Na prática, a combinação entrega imagens muito nítidas e navegação fluida, enquanto o brilho máximo de 2.600 nits favorece a visualização em ambientes externos. Nos nossos testes, porém, o gerenciamento automático do brilho exigiu ajustes manuais mais vezes do que o desejado. O desempenho fica a cargo do Snapdragon 8 Elite for Galaxy, de 3 nm, acompanhado de 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. O conjunto dá conta de multitarefa, aplicativos pesados e recursos de IA sem engasgos perceptíveis. Durante os testes da equipe, o uso foi bastante tranquilo, mesmo com vários aplicativos abertos, embora o chip possa apresentar uma redução de desempenho quando submetido a carga contínua. Não há entrada para cartão microSD, portanto o armazenamento escolhido na compra é o que ficará disponível. O conjunto de câmeras é formado por sensor principal de 200 MP, ultrawide de 50 MP, teleobjetiva de 50 MP e outra de 10 MP, além da câmera frontal de 12 MP. A variedade permite fotografar desde paisagens amplas até objetos distantes com diferentes níveis de aproximação. O conjunto fotográfico do Galaxy S25 Ultra não deixa de ser um destaque, mesmo com poucas mudanças em relação à geração anterior. Lentes e sensores de qualidade elevada fazem do smartphone um dos melhores do mercado para fotografar, e acentuam a rivalidade com a Apple e o iPhone. Nos nossos testes, o aparelho entregou fotos com cores equilibradas, bom alcance dinâmico e desempenho especialmente interessante no modo noturno e em fotos macro. O zoom de até 30x também mostrou boa preservação de detalhes em situações com iluminação favorável, embora os vídeos ampliados sejam mais dependentes das condições de luz. A bateria de 5.000 mAh consegue acompanhar um dia de uso relativamente intenso, apesar do tamanho da tela. Durante nossa avaliação, a autonomia se mostrou mais tranquila do que a de alguns concorrentes diretos, embora não tenha entregado muitos dias longe da tomada. O carregamento também é compatível com até 45 W, oferecendo mais praticidade nas recargas, mas fica atrás de rivais que adotam tecnologias mais rápidas. No software, o Galaxy S25 Ultra sai de fábrica com Android 15 e One UI 7, além de uma série de recursos do Galaxy AI integrados ao sistema. Entre eles estão o Now Brief e ferramentas para edição e criação de conteúdo. Nos testes, o eliminador de ruído foi um dos recursos que mais se destacou, permitindo separar diferentes tipos de sons em vídeos e ajustar seus volumes com resultados satisfatórios. O Gemini Google também pode combinar ações em um mesmo comando, como buscar uma informação e enviá-la para um contato. O design recebeu mudanças que melhoram a ergonomia em relação à geração anterior. A Samsung abandonou os cantos tão retos dos antigos modelos Ultra e adotou bordas mais arredondadas, deixando o aparelho de 218 gramas mais confortável de segurar. A construção utiliza materiais premium e proteção IP68 contra água e poeira, enquanto o Gorilla Armor 2 ajuda a reduzir reflexos e proteger a tela contra riscos. A S Pen continua sendo um diferencial para anotações, desenhos e produtividade, embora tenha perdido recursos de conectividade nesta geração. Segundo o GSMArena, o Galaxy S25 Ultra continua sendo uma opção muito completa entre os celulares Android, com boa autonomia, tela de alta qualidade, câmeras competentes e uma experiência fluida com a One UI. Porém, ele considera que o modelo não entrega a evolução esperada para um aparelho sem concessões: a bateria poderia ser maior, o carregamento mais rápido e as câmeras ainda ficam atrás de alguns rivais em determinadas situações, especialmente com pouca luz. O Samsung Galaxy S25 Ultra (256 GB) está disponível a partir de R$ 4.208 no Magazine Luiza. Prós: câmera principal de 200 MP com conjunto versátil de lentes; tela Dynamic AMOLED 2X Quad HD+ de 120 Hz; S Pen e recursos avançados de inteligência artificial Contras: carregamento poderia ser mais rápido; bateria de 5.000 mAh fica atrás de rivais em capacidade; S Pen perdeu recursos de conectividade Com informações de AnTuTu, GSMArena [1, 2, 3, 4, 5 e 6], Magazine Luiza, Mercado Livre e Samsung. Mais do TechTudo m Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.

Quando o iPhone 18 e o Duo chegam ao Brasil? Veja a data da pré-venda

9 de Setembro de 2026, 16:20

Os iPhone 18 Pro, iPhone 18 Pro Max e iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple, já têm data de pré-venda no Brasil. Os modelos foram anunciados nesta quarta-feira (9), durante o evento “Surpreendente e Brilhante”, e chegam à loja oficial com preços entre R$ 11.999 e R$ 30.999. A pré-venda dos iPhone 18 Pro e 18 Pro Max começa em 12 de setembro, enquanto o iPhone Duo poderá ser reservado a partir de 16 de outubro. A Apple não apresentou o iPhone 18, o iPhone 18e o iPhone Air 2 no evento. Segundo rumores, os modelos mais básicos da nova geração devem ficar para o início de 2027. A seguir, confira as datas, os preços e todos os detalhes da pré-venda do iPhone 18 no Brasil. 🔍 Capinha do novo iPhone dobrável custa mais que um celular novo; veja preço 👀 iPhone 18 Pro: veja cores e design do novo celular da Apple 💰6 coisas que você pode comprar com o valor do iPhone Duo no Brasil Destaques da Apple no Surpreenda e Brilhe 2026. Veja todos os anúncios ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Qual iPhone é o mais barato? Tire dúvidas no Fórum do TechTudo Initial plugin text Quando vou receber o iPhone 18? Apesar de a pré-venda começar oficialmente no dia 12, a Apple alerta que os iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max só estarão disponíveis para todos a partir do dia 18 de setembro. Já o iPhone Duo tem sua pré-venda iniciada no dia 16 de outubro, mas só estará disponível a partir do dia 23 de outubro. Ou seja, o iPhone não será vendido à pronta-entrega inicialmente. Novidades da série iPhone 18 A principal revelação do evento foi o lançamento do iPhone Duo, primeiro modelo dobrável da Apple. Com formato em passaporte, o smartphone tem uma tela OLED externa de 5,4” e interna de 7,6”. Ele ainda conta com dois componentes de bateria que operam juntos e garantem uma autonomia de até 44 horas de uso. Em relação às suas câmeras, a principal tem 48 MP, a mesma do iPhone 18 Pro, com um segundo sensor ultrawide de mesma resolução. Já a câmera frontal fica na tela externa e tem 12 MP, com tecnologia Palco Central. O modelo está disponível com opções mais sóbrias de cor, como branco e azul escuro. Outro destaque é a estreia do processador A20 Pro, que promete ser o chip "mais rápido em um smartphone", de acordo com a Apple. Já as linhas Pro e Pro Max trouxeram novidades pontuais em desempenho, câmeras e design. A câmera principal traz um sistema de abertura variável, que permite maior controle de luz e profundidade de campo. Outro destaque foi a bateria, com promessa de duração de 34 horas no Pro e 43 horas no Pro Max. Os novos modelos também contam com o chip A20 Pro e estão disponíveis em quatro cores: preto, prata, azul claro e bordô. Apple lança seu primeiro smartphone dobrável: o iPhone Duo Reprodução/Apple Também foram apresentadas algumas inovações relacionadas à Siri, as quais estarão disponíveis em português no iOS 27 a partir de outubro. A assistente do iPhone está mais inteligente, com capacidade para entender contextos e fazer varreduras em diferentes apps em busca da informação que o usuário precisa. Preços da nova geração de iPhone 18 Como os novos modelos compõem a linha premium da Apple, os preços são mais altos e variam conforme o armazenamento. Neste ano, os modelos mais simples custam a partir de R$ 11.999, com o iPhone 18 Pro Max chegando a até R$ 21.999. Já o iPhone Duo está disponível a partir de R$ 21.999. Veja a relação completa de preços abaixo. Preço do iPhone 18 Pro iPhone 18 Pro (256 GB): R$ 11.999 iPhone 18 Pro(512 GB): R$ 13.499 iPhone 18 Pro(1 TB): R$ 16.499 iPhone 18 Pro (2 TB): R$ 20.999 Preço do iPhone 18 Pro Max iPhone 18 Pro Max (256 GB): R$ 12.999 iPhone 18 Pro Max (512 GB): R$ 14.499 iPhone 18 Pro Max (1 TB): R$ 17.499 iPhone 18 Pro Max (2 TB): R$ 21.999 Preço do iPhone Duo iPhone Duo (256 GB): R$ 21.999 iPhone Duo (512 GB): R$ 23.499 iPhone Duo (1 TB): R$ 26.499 iPhone Duo (2 TB): R$ 30.999 Com informações de Apple Initial plugin text Mais do TechTudo

Preço do iPhone 17 aumenta após lançamento do iPhone 18; veja valores

9 de Setembro de 2026, 16:19

Os preços do iPhone 17 e do iPhone 16 aumentaram após o lançamento do iPhone 18 Pro e do iPhone Duo nesta quarta-feira (9), durante o evento "Surpreendente e Brilhante", em Cupertino, Califórnia (EUA). Agora, o modelo da geração anterior da linha, que antes custava a partir de R$ 7.999, pode ser encontrado no site oficial da Apple por a partir de R$ 8.299. O valor do iPhone 17e também subiu, passando de R$ 5.799 para R$ 5.999. Já o 16 saiu de R$ 6.799 para R$ 6.999. A diferença também foi percebida no mercado norte-americano. De acordo com o portal MacRumors, os modelos da linha 17 estão US$ 100 mais caros. Antes mesmo do evento de lançamento do iPhone 18 Pro, já havia especulações crescentes de que a Apple poderia aumentar os valores em meio aos custos crescentes do mercado de memória RAM. A seguir, confira todos os preços. 🔎 6 coisas que você pode comprar com o valor do iPhone Duo no Brasil 💵Capinha do novo iPhone dobrável custa mais que um celular novo; veja preço 🗓️Quando o iPhone 18 chega ao Brasil? Veja a data de início da pré-venda Preço do iPhone 17 Pro aumenta após lançamento do iPhone 18 Pro Reprodução/ TechTudo 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Teclado do iPhone com bug. Como conserto? Veja no Fórum do TechTudo Initial plugin text Momentos antes do lançamento, quando o TechTudo acessou a loja virtual da Apple no Brasil, havia uma mensagem indicando a atualização da Apple Store. A expectativa era que, após o lançamento, houvesse uma redução nos preços das gerações mais antigas, como ocorreu em 2025 e nos anos anteriores. Entretanto, quando a loja foi atualizada, os preços dos iPhones 17 e 16 subiram. Com a chegada da nova geração, o iPhone 17 Pro e iPhone 17 Pro Max não devem mais ser vendidos pela loja da Apple. Porém, ainda é possível encontrá-los no mercado varejista brasileiro, por valores que variam entre R$ 8.599 e R$ 9.539. O iPhone 16 padrão, lançado em 2024, saiu de R$ 6.799 para R$ 6.999. As versões premium dessa linha já não aparecem no site oficial também. A loja online da empresa sugere a precificação dos aparelhos, funcionando como uma espécie de “teto” do preço praticado no mercado brasileiro. Também é comum encontrar descontos em outras lojas, inclusive marcas parceiras da Apple, e condições especiais mediante troca de pontos, troca do iPhone antigo ou contratação em algum programa, com pagamento por prazo prolongado. Na imagem abaixo, veja os preços anteriores do iPhone. Em seguida, confira a tabela com o antes e depois dos preços das gerações anteriores do celular praticados pela Apple no mercado brasileiro. Print da loja online da Apple Brasil com preços antigos do iPhone 17 Reprodução/Apple Novos preços do iPhone 17 no Brasil Preço da linha iPhone 17 no Brasil Resumo das novidades do iPhone 18 Pro e do iPhone Duo Mesmo design, novas cores: preservando o formato de bandeja retangular no conjunto de câmeras, o iPhone 18 Pro tem o Bordô como cor de destaque da nova geração, substituindo o laranja-cósmico que marcou o iPhone 17 Pro . Além dele, há opções em preto, prata e azul claro (Glacial); Primeiro iPhone dobrável da história: o smartphone foi apresentado com um design similar ao do Galaxy Z Fold 8, que tem tamanho parecido com o de um passaporte. A tela externa tem 5,4 polegadas, o equivalente a 90% da área do iPhone 18 Pro; Inovações de câmera: o iPhone 18 Pro tem câmera principal com abertura variável, o que permite controlar a quantidade de luz que chega ao sensor. Isso significa melhorias na superexposição e mais possibilidades de ajuste da iluminação e da profundidade de campo; Chip A20 Pro: o modelo se torna o primeiro da empresa a receber um processador fabricado em processo de 2 nanômetros (nm). A mudança representa um avanço importante em relação às gerações anteriores e deve otimizar a execução das tarefas de inteligência artificial; Melhorias na autonomia bateria: os celulares prometem a bateria "mais longa na história do iPhone". A promessa é de 34 horas de reprodução de vídeo no iPhone 18 Pro e 43 horas no 18 Pro Max. Além disso, o carregamento rápido recebeu um upgrade: segundo a Apple, o iPhone 18 Pro consegue chegar a 50% de bateria em apenas 15 minutos. Com informações de Apple, MacRumors Amazon e Mercado Livre Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.

Preço do iPhone Duo: 6 coisas que você pode comprar com o valor do dobrável

9 de Setembro de 2026, 16:02

O iPhone Duo acaba de ser apresentado pela Apple nesta quarta-feira (9) no evento anual de lançamento da marca. O primeiro dobrável desbancou a linha Pro Max e assumiu a posição de celular mais caro da marca, com versões que começam nos R$ 21.999, mas podem chegar aos R$ 30.999, dependendo da quantidade de memória escolhida. A transmissão também relevou novidades nas linhas tradicionais: o iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max. O iPhone 18 base deve ser lançado apenas em 2027. O iPhone Duo chega ao Brasil com um preço considerado bem salgado – tanto que o valor é equiparável a experiências como uma viagem de casal para um destino badalado ou mesmo a compra de um carro usado. E isso considerando apenas o modelo mais "barato" da linha. A seguir, veja seis coisas que você pode comprar pelo preço do novo iPhone Duo de 256 GB. 📲 Capinha do novo iPhone dobrável custa mais que um celular novo; veja preço 🔎Preço do iPhone 17 aumenta após lançamento do iPhone 18; veja valores 🗓️Quando o iPhone 18 chega ao Brasil? Veja a data de início da pré-venda iPhone Duo da Apple chega ao Brasil com preço inicial de R$ 21.999 Reprodução/Apple ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Qual o melhor celular para comprar? Participe do Fórum do TechTudo Initial plugin text Preço do iPhone Duo: 6 coisas que você pode comprar com o valor do dobrável O TechTudo listou seis itens que você pode comprar pelo possível preço do iPhone Duo. Os valores foram pesquisados em 9 de setembro de 2026 e podem sofrer alterações. O celular chega em versões de 256 GB, 512 GB, 1TB e 2TB, mas para essa matéria, consideramos apenas o modelo de entrada. Confira o índice com os tópicos abordados no texto. Viagem em casal para Nova York Fiat Uno Mille Economy 2013 Kit cozinha completo Harmonização facial Um mini wedding Avell STORM 570 Ti 1. Viagem em casal para Nova York Entre os pacotes disponíveis no Decolar.com, é possível encontrar uma viagem completa para Nova York, para duas pessoas, pelo valor total de R$14.198. O montante não inclui taxas, mas ainda há uma diferença de quase R$ 8 mil em comparação ao modelo mais caro do iPhone Duo. O pacote em questão conta com seis noites em um hotel com café da manhã, em localização estratégica, a cerca de 11 minutos a pé da Times Square. O voo sai de São Paulo em fevereiro de 2027, com parada no Canadá, tanto na ida quanto na volta. É possível comprar uma viagem para Nova York, para duas pessoas, com o possível preço do iPhone Duo Reprodução/Decolar.com 2. Fiat Uno Mille Economy (2013) O iPhone Duo também pode custar o mesmo de um carro usado: o Fiat Uno Mille 2013. Um anúncio no ar no Mobi Auto,vende a versão 1.0 Economy do Uno por R$18.499, no Rio de Janeiro. De acordo com o site, o veículo parece novo, tem cerca de 57 mil km rodados e possui ar condicionado. Além disso, o IPVA está pago, as revisões já foram realizadas e o carro só teve um dono até então. Em comparação ao valor do novo iPhone Duo, ainda sobra R$1.000 para comprar acessórios para o carro e encher o tanque. Porém, vale lembrar que em sites de revenda, o preço pode variar rapidamente. Na tabela FIPE, o valor oficial do modelo é R$ 24.072 – um pouco acima do modelo de entrada, mas abaixo do que custa o modelo de 1TB. Um carro popular usado, como o Fiat Uno Mille, tem valor próximo ao do iPhone 18 Reprodução/MobiAuto 3. Kit cozinha completo com fogão, geladeira, lava-louças, air fryer e microondas Pelo valor do modelo mais caro do novo iPhone Duo, é possível reformar a cozinha, garantindo novos eletrodomésticos. Para começar, o primeiro item na lista pode ser o Lava Louça Electrolux de 8 Serviços, que está por R$1.853,32 no catálogo da Amazon.com. No mesmo portal, é possível encontrar ofertas para o Fogão de Embutir da Brastemp, de 4 bocas, e para a Geladeira Brastemp Inox de 385 litros, por R$ 2.199,90 e R$2.888,19, respectivamente. Na Amazon, você também encontra o Microondas Brastemp de 32 Litros, por R$ 854,90, e a Air Fryer Mondial Oven 12L, por R$456,97. Todos esses itens totalizam cerca de R$ 8.300, sobrando ainda mais de R$ 12 mil para demais reformas, como pinturas, trocas de instalação de gás e mão de obra. O valor de uma reforma na cozinha seria próximo ao de um novo iPhone18 Reprodução/Amazon 4. Harmonização facial Diferentes sites de clínicas dermatológicas afirmam que uma harmonização facial total també fica abaixo do custo de um iPhone Duo. Considerando as médias de preços pesquisados na região do Rio de Janeiro, os valores giram em torno de R$ 4 mil a R$ 18 mil, dependendo dos serviços escolhidos. Entre os procedimentos mais comuns estão preenchimento com ácido hialurônico — em regiões como queixo, maçã do rosto, para olheiras e no contorno dos lábios —, aplicação de botox e inserção de fios de sustentação (PDO) sob a pele, a fim de promover um efeito lifting. Ainda é possível realizar uma lipo enzimática de papada, feita entre três e seis sessões, que pode chegar a R$6 mil. Vale sempre ressaltar, no entanto, que o valor total dos procedimentos varia de acordo com o profissional e a região do consultório. Uma harmonização facial total pode sair entre R$4 e R$18 mil no Brasil Reprodução/Unsplash 5. Um mini wedding De acordo com o iCasei, um dos maiores sites de casamento no país, os valores para a realização de um mini wedding (ou um mini casamento, em tradução direta) podem ir de R$8.000 a R$20.000. De maneira geral, um mini wedding comporta até 80 convidados. O número total de pessoas pode interferir no valor do investimento, assim como a escolha do local e dos fornecedores. De toda forma, o valor de um iPhone Duo é suficiente para realizar uma cerimônia de pequeno porte, com folga, na maioria das cidades do país. É possível realizar um mini wedding pelo valor e um iPhone 18 Pro Max Reprodução/Unsplash 6. Notebook Gamer Avell STORM 570 Ti Também é possível arrematar um notebook gamer a alta performance com o valor de um iPhone Duo . Um exemplo é o Avell STORM 570 Ti, com foco em desempenho sem travas. O processador Intel Core Ultra 9 275HX, com 24 núcleos e velocidade de até 5,4 GHz, é capaz de lidar com tarefas pesadas, seja na hora de streamar ou de competir em jogos complexos. Ele também é possí com 12 GB de memória GDDR7 e potência de até 140 W, enquanto a memória RAM pode chegar a 96 GB. A tela de 16 polegadas tem resolução de 1.600 pixels e taxa de atualização de 300 Hz. É um notebook disponível no valor de R$ 15.499,00, mas com especificações que podem elevar o preço até quase R$ 30 mil. Ou seja, é possível garantir o modelo e ainda comprar com um iPhone de gerações anteriores, como o iPhone 15, pelo preço do iPhone Duo. Um Notebook Gamer Avell STORM 570 Ti pode ser encontrado por menos de R$16.000 Reprodução/Avell Initial plugin text Com informações de Apple, Avell, Decolar, iCasei, Mobi Auto 🎥iPhone Duo é bom? Veja todas as novidades do novo dobrável da Apple iPhone Duo é bom? Veja todas as novidades do novo dobrável da Apple Mais do TechTudo o

God of War, The Last of Us e mais: veja jogos que estão em promoção no 9.9

9 de Setembro de 2026, 15:40

Durante o 9.9, evento de datas duplas com promoções em lojas de e-commerce, vários jogos estão disponíveis por preços mais acessíveis em lojas como Amazon, Mercado Livre, Magalu e Shopee. Para ajudar a encontrar bons preços para games na data promocional, o TechTudo fez uma seleção dos melhores descontos hoje. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Entre os jogos em promoção, o que está pelo preço mais acessível é o The Last of Us Remastered (PS4), saindo por R$ 79 na Shopee, com desconto de 38% do valor original de R$ 129. Já o game mais caro é o Death Stranding 2, mas que está disponível pelo preço promocional de R$ 185, um desconto de 50% na Amazon, do valor original de R$ 399. Todos os valores foram verificados em setembro e podem sofrer alterações sem aviso prévio ao longo da campanha do 9.9. A seguir, confira a lista de jogos completa. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos God of War Ragnarök está atualmente em promoção no 9.9 Reprodução/Luiza M. Martins 🔎Melhor jogo de PS5 para comprar no 9.9: 6 games que podem custar menos Initial plugin text 📝Quais são os 10 melhores jogos na sua opinião? Comente no Fórum TechTudo God of War, The Last of Us e mais: veja jogos que estão em promoção no 9.9 The Last Of Us Remastered (PS4) God of War Ragnarök (PS4) Horizon: Forbidden West (PS4) Marvel's Spider-Man: Miles Morales (PS5) The Last of Us Part II Remastered (PS5) Death Stranding 2 (PS5) 1. The Last Of Us Remastered (PS4) - de R$ 129 por R$ 79 The Last of Us Remastered está em oferta no 9.9 Divulgação The Last of Us Remastered de PS4 está com uma oferta imperdível na Shopee, saindo por R$ 79, um desconto de 38% do valor original de R$ 120. O frete é grátis com cupom NKO GAMER STORE, com 10% off, e a compra pode ser feita em até 12x de R$ 7. A oferta-relâmpago é válida até o final do dia. 2. God of War: Ragnarok (PS4) - de R$ 339 por R$ 83 God of War Ragnarok está em oferta no 9.9 Reprodução/PS Blog God of War: Ragnarok de PS4 está disponível por R$ 83 na oferta de 9.9 da Amazon, um desconto de 73% do valor original do game, de R$ 339. A compra pode ser feita com 7% off à vista no Pix ou NuPay, ou em até 2x de R$ 44,95 sem juros, sob o total parcelado de R$ 89. O comprador pode usar um cupom DESCONTOAPP de R$ 20 na primeira compra no app ou até o cupom PORTO15OFF de 15% off com cartão Porto Bank Visa. A oferta vai até o final do dia. 3. Horizon: Forbidden West (PS4) - de R$ 299 por R$ 92 Explore o oeste proibido com Aloy e descubra seus mistérios em Horizon Forbidden West Reprodução/Steam Horizon: Forbidden West de PS4 está saindo por R$ 92 nas ofertas de 9.9 da Amazon, com desconto de 66% do valor original de R$ 299. A compra pode ser feita com 7% off à vista no Pix ou NuPay, ou em até 2x de R$ 49 sem juros, no total parcelado de R$ 99. O comprador pode usar um cupom DESCONTOAPP de R$ 20 na primeira compra no app ou até o cupom PORTO15OFF de 15% off com cartão Porto Bank Visa. A oferta vai até o final do dia. 4. Marvel’s Spider-Man: Miles Morales (PS5) - de R$ 279 por R$ 106 Marvel's Spider-Man: Miles Morales traz um novo herói no papel do Homem-Aranha para defender a cidade Reprodução/PlayStation Blog Marvel’s Spider-Man: Miles Morales de PS5 está disponível por R$ 106 na Amazon, um desconto de 58% do valor original de R$ 279. A compra pode ser feita com 7% off à vista no Pix ou NuPay, ou em até 3x de R$ 38, sem juros, sob o total parcelado de R$ 114. Essa compra também pode ser feita com cupom DESCONTOAPP de R$ 20 na primeira compra no app ou com o cupom PORTO15OFF de 15% off com cartão Porto Bank Visa. A oferta vai até o final do dia. 5. The Last of Us Part II Remastered (PS5) - de R$ 279 por R$ 130 The Last of Us Part II Remastered leva o premiado jogo da Naughty Dog ao PC com uma série de melhorias gráficas Divulgação/PlayStation The Last of Us Part II Remastered de PS5 está à venda por R$ 130 na oferta do 9.9 da Amazon, cerca de 50% de desconto do valor original de R$ 279. A compra pode ser feita com 7% off à vista no Pix ou NuPay, ou em até 4x de R$ 34 sem juros, no total parcelado de R$ 139. Além disso, é possível parcelar o jogo em até 21x sem juros pelo cartão Amazon. O comprador também consegue usar o cupom DESCONTOAPP de R$ 20 na primeira compra no app ou com o cupom PORTO15OFF de 15% off com cartão Porto Bank Visa. A oferta vai até o final do dia. 6. Death Stranding 2 (PS5) - de R$ 399 por R$ 185 Death Stranding 2: On the Beach está em oferta exclusiva do 9.9 Reprodução/PlayStation Death Stranding 2 de PS5 está disponível por R$ 185 na Amazon durante as ofertas de 9.9, um desconto de 50% do valor original de R$ 399. O pagamento pode ser feito com 7% off à vista no Pix ou NuPay, ou em até 6x de R$ 33 sem juros, no total parcelado de R$ 199. A compra também traz pontos com o cartão Amazon, com anuidade zero e vantagens exclusivas. Além disso, o jogador ainda consegue usar o cupom DESCONTOAPP de R$ 20 na primeira compra no app ou com o cupom PORTO15OFF de 15% off com cartão Porto Bank Visa. A oferta vai até o final do dia. Com informações de Amazon e Shopee Veja aqui: 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA! 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA! Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.

Preços do iPhone Duo e 18 Pro: veja valores dos novos lançamentos da Apple

9 de Setembro de 2026, 15:27

A linha iPhone 18 foi lançada oficialmente pela Apple nesta quarta-feira (9). O iPhone 18 Pro chega a partir de R$ 11.999; o Pro Max, a partir de R$ 12.999; e o iPhone Duo, a partir de R$ 21.999. Além dos celulares, foram anunciados os novos AirPods 5 (R$ 1.499) e os relógios Apple Watch Series 12 e Ultra 4 (a partir de R$ 5.499 e R$ 10.499, respectivamente). Para fins de comparação, o iPhone 17 Pro foi lançado a partir de R$ 11.499 no Brasil. O aumento já era esperado devido ao recente reajuste no portfólio da marca e à crise de memória RAM que afeta diretamente os custos de produção. Os celulares poderão ser adquiridos no Brasil durante a pré-venda, que acontece a partir de 12 de setembro para os modelos Pro, e a partir de 16 de outubro para o modelo dobrável. 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔎 Capinha do novo iPhone dobrável custa mais que um celular novo; veja preço 📅Quando o iPhone 18 chega ao Brasil? Veja a data de início da pré-venda iPhone 18 Pro: confira preços do novo celular da Apple Divulgação/Apple ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝Qual iPhone é o mais barato? Tire dúvidas no Fórum do TechTudo Preço do iPhone 18 Pro iPhone 18 Pro (256 GB): R$ 11.999 iPhone 18 Pro (512 GB): R$ 13.499 iPhone 18 Pro (1 TB): R$ 16.499 iPhone 18 Pro (2 TB): R$ 20.999 Preço do iPhone 18 Pro Max iPhone 18 Pro Max (256 GB): R$ 12.999 iPhone 18 Pro Max (512 GB): R$ 14.499 iPhone 18 Pro Max (1 TB): R$ 17.499 iPhone 18 Pro Max (2 TB): R$ 21.999 Preço do iPhone Duo iPhone Duo(256 GB): R$ 21.999 iPhone Duo(512 GB): R$ 23.499 iPhone Duo(1 TB): R$ 26.499 iPhone Duo(2 TB): R$ 30.999 iPhone 18 deve ficar para o próximo ano Diferente dos anos anteriores, a Apple optou por apresentar os modelos mais básicos da linha 18 à parte dos modelos premium. A decisão confirma os rumores de que a nova geração seria apresentada em duas partes, devido ao aumento da série. O lançamento, previsto para março de 2027, deve anunciar os aparelhos "mais simples" da marca, como o iPhone 18, iPhone 18e, versão com melhor custo-benefício da marca, e o ultrafino iPhone Air 2. Destaques da Apple no Surpreenda e Brilhe 2026. Veja todos os anúncios Com informações de Apple.

Apple Watch Series 12 e Ultra 4 prometem mais precisão em saúde e treino

9 de Setembro de 2026, 15:09

A Apple anunciou os novos Apple Watch Series 12 e Apple Watch Ultra 4 nesta quarta-feira (9), durante o evento "Surpreendente e brilhante", direto de Cupertino, nos Estados Unidos. Na ocasião, a empresa também apresentou a nova geração de iPhones 18. Os smartwatches chegam com novos sensores de saúde, que prometem maior precisão nas medições de frequência cardíaca, inclusive durante o sono. Os dispositivos também estreiam com recursos voltados para monitoramento de exercícios, recuperação após práticas esportivas e acompanhamentos de indicadores de saúde. Os novos Apple Watch Series 12 e Apple Watch Ultra 4 já estão disponíveis para pré-venda no site oficial da Apple, com preços a partir de R$ 5.499 e R$ R$ 10.499, respectivamente. A chegada oficial às lojas está prevista para 18 de setembro. Entre as principais novidades estão o novo sistema de sensores para ECG e frequência cardíaca, o recurso 'Preparo', melhorias no aplicativo 'Saúde', teste de VO2 máximo e ferramentas de IA por áudio. Veja a seguir, no TechTudo, as principais novidades da nova geração de relógios inteligentes da Apple. 🔍iPhone 18 Pro: veja cores e design do novo celular da Apple 📲Quando o iPhone 18 chega ao Brasil? Veja a data de início da pré-venda ➡️Capinha do novo iPhone dobrável custa mais que um celular novo; veja preço Os novos Apple Watch Series 12 e Apple Watch Ultra 4 já estão disponíveis para pré-venda no site oficial da Apple Reprodução/Apple ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Qual iPhone é o mais barato? Tire dúvidas no Fórum do TechTudo Apple Watch Series 12 O Apple Watch Series 12 chega com o novo chip S11, opções de acabamento em alumínio, titânio e cerâmica. Disponível nas cores cinza espacial, preto, dourado e bronze. Os modelos de alúminio contam com o ''Ceramic Shield", que de acordo com a Apple torna as telas 60% mais resistentes. A versão de titânio está disponível na cor dourada, já o modelo de cerâmica estão disponíveis na cor branca e azul escuro. O design agora apresenta uma superfície de eletrodo maior, com o objetivo de melhorar o contato com a pele durante o eletrocardiograma. Além disso, integra os fotodiodos em formato de anel para captar luz com mais eficiência e LEDs verdes maiores e mais econômicos para monitorar a frequência cardíaca. O relógio também estreia um novo recurso, "Readiness", que analisa atividade física, sinais vitais e sono para indicar se é hora de se recuperar, manter o ritmo ou aumentar os exercícios físicos. O Apple Watch Series 12 chega com o novo chip S11, opções de acabamento em alumínio, titânio e cerâmica Reprodução/Apple Além disso, o modelo também ganha novidades no aplicativo 'Saúde', que inclui uma idade de saúde. Ele combina dados como consumo máximo de oxigênio e sono com biomarcadores de exames de sangue para comparar indicadores do usuário com a idade de saúde. O Séries 12 também estreia recursos de inteligência de áudio alimentados pelo processador chip S11. O reconhecimento de som consegue identificar sons como alarmes, campainhas. Outra novidade é o Siri Recap, que cria títulos, resumos e pontos principais das conversas, que podem ser consultadas posteriormente no aplicativo Siri. Sobre bateria é importante destacar a autonomia de até 24h no uso diário e até 10 horas de uso contínuo (25% a mais que a geração anterior). Apple Watch Series 12 tem até 24h de bateria no uso diário e até 10 horas de uso contínuo Reprodução/Apple Apple Watch Ultra 4 O Apple Watch Ultra 4 chega junto do lançamento do Apple Watch Series 12 e são bem similares. Poucas são as mudanças nas fichas técnicas entre os dois dispositivos. Ambos receberam uma evolução nas análises de eletrocardiograma ECG, e ganharam os mesmos recursos de IA, como novidades no aplicativo 'Saúde', IA aprimorada nos aúdios, além do recurso Siri Recap que registra os últimos 15 segundos durantes conversas pelo eletrônico. O modelo ultra está disponível nas cores preta e titânio. O diferencial entre os modelos está no design, na tela e bateria dos dispositivos. O series 12 está disponível com uma tela de 42 mm e 46 mm, enquanto o Ultra 4 tem 49mm. O modelo Ultra 4 é mais robusto, construído em titânio e utiliza vidro de safira, enquanto o Series 12 oferece versões em alúminio, titânio e cerâmica. O Séries 12 chega a 2.000 nits de brilho, enquanto o Ultra 4 alcança 3.000 nits Reprodução/Apple A tela também diferencia os dois aparelhos. O Séries 12 chega a 2.000 nits de brilho, enquanto o Ultra 4 alcança 3.000 nits. Na prática, a versão ultra oferece melhor visibilidade durante situações de forte exposição ao sol, principalmente em práticas esportivas como corrida, ciclismo e práticas ao ar livre. Outro ponto de diferença entre os modelos é a bateria. O Séries 12 oferece até 24 horas de autonomia em uso normal, enquanto o Ultra pode chegar até 50 horas. Essa vantagem faz diferença principalmente para usuários que passam horas treinando ou participam de provas de longas duração. O Séries 12 oferece até 24 horas de autonomia em uso normal, enquanto o Ultra pode chegar até dois dias completos Reprodução/Apple A resistência também é superior no Ultra 4. O séries 12 tem resistência à água de até 50 metros, enquanto o Ultra 4 suporta até 100 metros e pode ser utilizado em mergulhos até 40 metros de profundidade, além de contar com uma construção voltada para condições mais extremas, incluindo certificação de resistência de padrão militar. Preço e lançamento no Brasil No Brasil, a pré-venda dos novos Apple Watch começa no próximo dia 16. Os modelos estarão disponíveis a partir de 18 de setembro, com os seguintes preços sugeridos: Apple Watch Series 12: R$ 5.499 Apple Watch Ultra 4: R$10.499 iPhone Duo é bom? Veja todas as novidades do novo dobrável da Apple

Quando lança o iOS 27? Apple revela data; confira as novidades

9 de Setembro de 2026, 14:55

A Apple anunciou, nesta quarta-feira (9), a data de lançamento do iOS 27. O novo sistema operacional do iPhone estará disponível para celulares compatíveis a partir do dia 14 de setembro. A divulgação aconteceu após o evento “Surprise and shine”, que também apresentou o novo iPhone 18. Entre as novidades estão melhorias de desempenho, novos ajustes no Liquid Glass e recursos para Safari, Senhas e Mail. A atualização também prepara a chegada da Siri AI, versão mais avançada da assistente da Apple. Nas próximas linhas, confira novidades do iOS 27 e veja quais smartphones vão receber a atualização. ➡️Apple lança iPhone dobrável, iPhone 18 Pro e mais; veja preços e cores 🔎 Vale a pena atualizar o iPhone 11 para o iOS 27? Entenda impactos 🗣️Siri AI: 6 funções que a nova assistente da Apple pode fazer 🔎7 recursos realmente úteis do iOS 27 que você VAI QUERER USAR Quando lança o iOS 27? Apple revela data; confira as novidades Reprodução/Vecteezy/Apple/Editada com IA 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar 📝 Como desativar a localização do iPhone? Veja no fórum do TechTudo Novidades do iOS 27 O iOS 27 traz melhorias de desempenho e novos ajustes no Liquid Glass, linguagem visual adotada pela Apple na geração anterior. A empresa afirma que os aplicativos podem abrir até 30% mais rápido, enquanto novas fotos chegam à Fototeca até 70% mais rapidamente e transferências pelo AirDrop ficam até 80% mais velozes. O sistema também passa a escolher automaticamente a melhor conexão Wi-Fi ou rede celular disponível para manter o aparelho conectado durante deslocamentos. O visual Liquid Glass recebeu ajustes de refração e contraste para melhorar a legibilidade, enquanto os ícones dos aplicativos ganham mais nitidez e detalhes. Um novo controle também permite escolher entre uma aparência mais transparente ou mais opaca. iOS 27: veja todas as novidades sobre o sistema novo da Apple Entre as mudanças nos apps nativos, o Safari passa a agrupar abas automaticamente por assunto e pode avisar sobre alterações em páginas, como quedas de preço. O app Senhas alerta sobre credenciais fracas ou comprometidas e pode ajudar a substituí-las, enquanto o Mail ganha uma busca que prioriza os resultados mais relevantes. Outra novidade aguardada é a Siri AI, nova versão da assistente baseada na Apple Intelligence. A tecnologia promete compreender melhor o contexto pessoal do usuário e o conteúdo exibido na tela, além de realizar ações em aplicativos e permitir conversas mais naturais. Veja novidades do iOS 27 Reprodução/Pexels/Apple/Editada com IA Quais iPhones vão atualizar para o iOS 27? O iOS 27 pode ser instalado no iPhone 11 e em modelos posteriores. A atualização também está disponível para o iPhone SE de segunda e terceira gerações. Confira a lista completa de celulares compatíveis: iPhone 17 Pro Max iPhone 17 Pro iPhone Air iPhone 17 iPhone 17e iPhone 16 Pro Max iPhone 16 Pro iPhone 16 Plus iPhone 16 iPhone 16e iPhone 15 Pro Max iPhone 15 Pro iPhone 15 Plus iPhone 15 iPhone 14 Pro Max iPhone 14 Pro iPhone 14 Plus iPhone 14 iPhone 13 Pro Max iPhone 13 Pro iPhone 13 iPhone 13 mini iPhone 12 Pro Max iPhone 12 Pro iPhone 12 iPhone 12 mini iPhone 11 Pro Max iPhone 11 Pro iPhone 11 iPhone SE (2ª geração) iPhone SE (3ª geração) Veja iPhones que vão atualizar para o iOS 27 Mariana Saguias/TechTudo Com informações de Apple Mais do TechTudo

AirPods 5 têm tradução em tempo real e melhora no cancelamento de ruído

9 de Setembro de 2026, 14:54

A Apple anunciou os novos AirPods 5, nesta quarta-feira (9), durante o evento "Surpreendente e brilhante", realizado em Cupertino, nos Estados Unidos. Os fones de ouvido intra-auriculares chegam como uma das principais novidades da marca ao trazer um cancelamento de ruído 50% mais eficiente que o seu antecessor, AirPods 4. A integração com a Siri, Apple Intelligence e uma versão com estojo para carregamento wireless estão entre as novidades de recurso deste dispositivo. Os AirPods 5 têm preços a partir de R$ 1.499, com um modelo mais avançado que inclui controle de volume na haste e até cinco horas de duração da bateria com cancelamento de ruído ativo, a partir de R$ 1.699. A chegada oficial às lojas deve acontecer no dia 18 de setembro. Durante o anúncio, a empresa deu destaque para os recursos de inteligência artificial e a integração com outros dispositivos do ecossistema Apple. A seguir, veja mais informações sobre o novo AirPods 5. ➡️Capinha do novo iPhone dobrável custa mais que um celular novo; veja preço 🔎 Quando lança o iOS 27? Apple revela data; confira as novidades ⌚ Apple Watch Series 12 e Ultra 4 prometem mais precisão em saúde e treino Novo AirPods 5 tem tradução em tempo real e melhora no cancelamento de ruído Reprodução/Apple ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Qual iPhone é o mais barato? Tire dúvidas no Fórum do TechTudo Mais sobre os AirPods 5 As duas versões dos novos AirPods 5 incluem Áudio Adaptativo, que combina automaticamente o cancelamento de ruído e o modo Ambiente, e Consciência de Conversa, que reduz o volume de reprodução quando o usuário começa a falar. Com o recurso, uma conversa inesperada ou informação de última hora será ouvida, por exemplo. O modelo básico oferece até quatro horas de duração da bateria com o cancelamento de ruído ativado, enquanto o modelo superior oferece até cinco horas. Além disso, o modelo superior possui controles de volume na haste, semelhantes aos AirPods Pro 3, e carregamento sem fio. Outro ponto positivo é o preço: a Apple manteve o valor de US$ 129 do AirPods 4 básico. No entanto, a versão de entrada do AirPods 5 já chega com cancelamento de ruído, ao contrário da anterior. O novo Air Pods 5 conta com controle por toques nas hastes Reprodução/Apple Com informações de Apple. Mais do TechTudo Veja também: Fone de ouvido Bluetooth descarregando rápido? MELHORE A BATERIA! Fone de ouvido Bluetooth descarregando rápido? MELHORE A BATERIA!

Pré-venda de GTA 6: game está disponível por R$ 365 em oferta da Shopee

9 de Setembro de 2026, 14:38

Durante o 9.9, GTA 6 no PS5 está com oferta exclusiva na pré-venda da Shopee por R$ 365 no Pix com cupom. A oferta de data dupla traz o desconto de R$ 45, que pode ser somado ao valor subtraído de R$ 19, pelo pagamento com o Pix, e de R$ 20, pelo uso do cupom, diminuindo significativamente o valor original do jogo de R$ 449. O jogador também pode parcelar a compra em até 12x de R$ 37, sob o total parcelado de R$ 447. A partir dessa aquisição, o comprador também recebe 404 moedas da Shopee, valor que pode ser usado em futuras compras — a cada 100 moedas resgatadas, você recebe R$ 1 de desconto. No uso do cupom, o frete é grátis e o jogo será enviado após 65 dias da compra. 🚨 Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 🛒 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp É importante lembrar que GTA 6 será oficialmente lançado no dia 19 de novembro de 2026 para PS5, Xbox Series X e Xbox Series S, e que a compra na promoção é referente a uma pré-venda do game. Os preços citados foram verificados no dia 9 de setembro e podem sofrer alterações sem aviso prévio ao longo da campanha do 9.9. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos GTA 6 está em promoção exclusiva na Shopee Divulgação/Rockstar 🔎 6 jogos com muita ação para zerar antes do lançamento de GTA VI Initial plugin text 📝 Quais são os dez melhores jogos na sua opinião? Comente no Fórum TechTudo Onde posso comprar GTA 6 na pré-venda? Além da Shopee, GTA 6 também está disponível para compra na Magazine Luiza, Amazon e Mercado Livre por preços competitivos. Como será o lançamento de GTA 6? GTA 6 será ambientado em Vice City, no estado de Leonida Divulgação/Rockstar Games O jogo da Rockstar Games ainda não tem uma versão para PC anunciada e as caixas não devem trazer uma versão física do game. No lugar do disco, o comprador vai receber um código para download digital, liberado no dia 19 de novembro, data de lançamento do game e do fim da pré-venda. Porém, o pré-carregamento do jogo já estará disponível a partir do dia 12 de novembro. A versão Standard de GTA 6 oferece brindes, como um mês grátis de GTA+ e o pacote vintage Vice City, que inclui cosméticos e bônus em GTA Online. O game já tem a pré-venda mais forte já registrada, segundo análise feita pela NewZoo, com cerca de US$ 260 milhões gastos por consumidores só na primeira semana. É possível que mais de 51 milhões de unidades do game sejam vendidas em uma única semana, o que faria a Rockstar Games e a Take Two Interactive lucrarem entre US$ 3,25 bilhões e US$ 5,2 bilhões nesse período. Nesta análise, Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, Itália e Espanha devem corresponder a 69% das cópias de GTA 6 que vão ser vendidas ao redor do mundo. Com informações de Shopee Veja também: GTA 6 teve a HISTÓRIA VAZADA na CAPA DE LANÇAMENTO?? GTA 6 teve a HISTÓRIA VAZADA na CAPA DE LANÇAMENTO?? Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a julho de 2026

Siri AI: 6 funções que a nova assistente da Apple pode fazer

9 de Setembro de 2026, 14:24

A Siri AI é uma das principais novidades do iOS 27 e transforma a assistente da Apple com recursos de inteligência artificial (IA). A nova versão consegue entender o conteúdo exibido na tela, buscar informações em mensagens, fotos e e-mails e executar tarefas dentro de aplicativos. Também é possível pesquisar assuntos na internet, continuar a conversa com perguntas relacionadas e usar a câmera do iPhone para obter informações sobre objetos e lugares ao redor. A assistente foi um dos tópicos do evento "Surpreendente e brilhante", que revelou os novos iPhones 18 Pro e Duo. A seguir, veja seis funções que a nova assistente da Apple pode fazer. 🔎 Vale a pena atualizar o iPhone 11 para o iOS 27? Entenda impactos 📱Quando o iPhone 18 chega ao Brasil? Veja a data de início da pré-venda 💵Capinha do novo iPhone dobrável custa mais que um celular novo; veja preço 🔎7 recursos realmente úteis do iOS 27 que você VAI QUERER USAR Siri AI: 6 funções que a nova assistente da Apple pode fazer Rerouão/Apple 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar 📝 Como desativar a localização do iPhone? Veja no fórum do TechTudo Índice O que é a Siri AI e o que muda no iPhone? Siri AI consegue entender o que está na tela Siri pode procurar informações em mensagens, fotos e e-mails Nova Siri consegue realizar tarefas dentro dos aplicativos Siri AI poderá pesquisar na internet e conversar sobre as respostas Siri ganha um app próprio para conversar com a IA Siri também poderá usar a câmera para entender o mundo ao redor Quais iPhones são compatíveis com a Siri AI? 1. O que é a Siri AI e o que muda no iPhone? A Siri AI é uma nova versão da assistente da Apple desenvolvida sobre a Apple Intelligence. Com a mudança, a assistente consegue manter conversas mais naturais, considerar o contexto das solicitações e realizar tarefas mais complexas no iPhone, em vez de depender principalmente de comandos isolados. A assistente continua disponível pelo comando de voz e pelo botão lateral, mas também pode ser acessada ao deslizar para baixo na Dynamic Island em modelos compatíveis. Durante uma conversa, é possível fazer novas perguntas relacionadas sem precisar repetir todo o contexto. 🔎Quando lança o iOS 27? Apple revela data; confira as novidades Siri AI é uma nova versão da assistente da Apple Reprodução/Bloomberg 2. Siri AI consegue entender o que está na tela A Siri AI consegue reconhecer o conteúdo exibido na tela do iPhone e responder a perguntas relacionadas ao que o usuário está vendo. Com isso, não é necessário copiar um texto, descrever uma imagem ou explicar manualmente o contexto antes de fazer uma pergunta. Em uma conversa no Mensagens sobre um jantar, por exemplo, é possível perguntar à assistente o que levar para o encontro. A Siri considera o conteúdo que aparece na tela para elaborar a resposta e também pode executar uma ação relacionada, como adicionar uma receita ao app Notas. iOS 27: veja todas as novidades sobre o sistema novo da Apple 3. Siri pode procurar informações em mensagens, fotos e e-mails A Siri AI pode procurar informações armazenadas em diferentes aplicativos. O usuário consegue pedir um dado sem precisar lembrar em qual conversa, foto ou e-mail ele apareceu. A partir de agora, é possível pedir à Siri que encontre uma recomendação de restaurante enviada por um amigo, procure o número de confirmação de uma reserva em um e-mail antigo ou localize fotos de uma viagem com amigos e familiares. Siri é totalmente repaginada Apple Inteligence e conectada com outros aplicativos Reprodução/YouTube 4. Nova Siri consegue realizar tarefas dentro dos aplicativos Além de encontrar informações, a Siri AI consegue realizar ações dentro de aplicativos. É possível pedir à assistente para escrever um e-mail, criar um lembrete, editar e compartilhar fotos ou adicionar uma música a uma playlist, entre outras tarefas. A Siri também pode usar as Ferramentas de Escrita da Apple Intelligence para criar textos a partir de uma descrição ou modificar algo que já foi escrito. As ações disponíveis variam conforme o aplicativo e as integrações oferecidas pelos desenvolvedores. Siri AI consegue realizar ações dentro de aplicativos Amanda Zola/TechTudo 5. Siri AI poderá pesquisar na internet e conversar sobre as respostas A Siri AI consegue buscar informações atualizadas na internet para responder a perguntas sobre diferentes assuntos. É possível, por exemplo, perguntar quando ocorrerá o próximo eclipse solar ou descobrir quando uma banda fará um show em determinada cidade. Depois da resposta, o usuário pode continuar a conversa com novas perguntas relacionadas ao mesmo assunto. A assistente mantém o contexto da interação, sem exigir que toda a solicitação anterior seja repetida. Siri AI consegue buscar informações atualizadas na internet para responder a perguntas sobre diferentes assuntos Francisco Paulo/TechTudo 6. Siri ganha um app próprio para conversar com a IA A Apple também criou um aplicativo dedicado à Siri. Nele, o usuário pode iniciar novas conversas e consultar interações anteriores com a assistente em uma interface própria. O histórico utiliza o iCloud para ser sincronizado de forma privada entre dispositivos. Dessa forma, uma conversa iniciada em um Mac pode ser retomada no iPhone, iPad, Apple Watch ou Apple Vision Pro. Siri ganha um app próprio para conversar com a IA Reprodução/Apple 7. Siri também poderá usar a câmera para entender o mundo ao redor A Siri também está integrada ao aplicativo Câmera do iPhone. O novo modo Siri permite apontar o celular para algo no ambiente e fazer perguntas relacionadas ao que a câmera está mostrando. Ao apontar o iPhone para uma refeição, por exemplo, o usuário pode perguntar à Siri sobre as informações nutricionais dos alimentos. A assistente também consegue executar determinadas ações a partir do que identifica, embora algumas possibilidades variem conforme o país. Siri também poderá usar a câmera para entender o mundo ao redor Divulgação/Apple 8. Quais iPhones são compatíveis com a Siri AI? A Siri AI exige um aparelho compatível com a Apple Intelligence. Segundo a Apple, os novos recursos funcionam no iPhone 16 ou posterior e nos modelos iPhone 15 Pro e iPhone 15 Pro Max. A disponibilidade dos recursos também varia conforme idioma e região. Embora a Apple Intelligence já ofereça suporte ao português, algumas funções da Siri AI chegam inicialmente em beta para aparelhos configurados em inglês. Confirmado pelo evento, o novo app da Siri estará estará na tela inicial do iPhone 18 Pro. Veja modelos compatíveis com a Siri AI Mariana Saguias/TechTudo Com informações de Apple (1 e 2) Mais do TechTudo

iPhone Duo e 18 Pro: veja cores e design dos novos celulares da Apple

9 de Setembro de 2026, 14:23

O iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max foram anunciados pela Apple nesta quarta-feira (9). Os novos celulares mantêm o visual da geração anterior, mas chegam em novas opções de cores. O principal destaque é a opção "Bordô", uma tonalidade de vinho que já vinha sendo comentada nas redes sociais antes do lançamento. A cartela dos modelos premium também inclui Preto, Prata e Glacial, um novo azul-claro. Já o iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple, foi apresentado nas cores Star White (branco) e Night Sky (azul-escuro). Além dos smartphones, o evento "Surpreendente e brilhante" também marcou o lançamento dos AirPods 5 e dos novos Apple Watch Series 12 e Apple Watch Ultra 4. Veja, a seguir, imagens das novas cores e do design dos lançamentos da Apple. 🗓️Quando o iPhone 18 chega ao Brasil? Veja a data de início da pré-venda 🔍Capinha do novo iPhone dobrável custa mais que um celular novo; veja preço 💰Preços do iPhone Duo e 18 Pro: veja valores dos novos lançamentos da Apple IPhone 18 Pro está disponível em quatro cores Divulgação da Apple 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Qual iPhone é o mais barato? Tire dúvidas no Fórum do TechTudo Veja novas cores do iPhone 18 Pro, iPhone 18 Pro Max e iPhone Duo iPhone 18 Pro manteve design na geração premium anterior da Apple Reprodução/Apple No quesito design, os modelos iPhone 18 Pro e Pro Max mantêm as mesmas características de seus antecessores. A Apple optou por preservar a organização triangular das câmeras traseiras, dispostas em um módulo maior na parte superior do aparelho. A principal diferença, no entanto, está no acabamento. Diferente dos modelos 17 Pro e 17 Pro Max, a linha 18 Pro traz o painel traseiro e a estrutura de alumínio na mesma tonalidade, o que deixa o visual mais uniforme. Como mencionado anteriormente, os smartphones chegam nas cores Preto, Prata, Glacial (azul-claro) e Bordô. iPhone 18 está disponível em tom azul claro Reprodução/TecTtudo Já para o tão aguardado iPhone Duo (dobrável), a Apple apostou em um celular com formato de “passaporte”, semelhante ao adotado por marcas como Samsung e Xiaomi. Com tela externa de 5,4 polegadas e interna de 7,6 polegadas, o aparelho combina um formato mais compacto quando fechado com uma experiência mais próxima à de um tablet quando aberto. As câmeras traseiras também ficam posicionadas em um módulo na parte superior, na mesma tonalidade do aparelho. O modelo está disponível nas cores Star White (branco) e Night Sky (azul-escuro). iPhone Duo chega ao mercado em duas opções de cores Divulgação/Apple Com informações de Apple. 🎥5 novidades da Apple que você precisa conhecer! Destaques da Apple no Surpreenda e Brilhe 2026. Veja todos os anúncios

Apple lança iPhone dobrável, iPhone 18 Pro e mais; veja preços e cores

9 de Setembro de 2026, 14:00

A Apple anunciou, nesta quarta-feira (9), o lançamento do iPhone 18 Pro, do iPhone 18 Pro Max, e do iPhone Duo, primeiro celular dobrável da empresa. Grande novidade do dia, o smartphone tem tamanho similar ao de um passaporte, assim como o rival Galaxy Z Fold 8, da Samsung, e custa a partir de R$ 21.999 no Brasil. Além dos telefones, foram anunciados dois modelos de Apple Watch, incluindo uma nova versão Ultra, e a quinta geração dos AirPods. O evento "Surpreendente e brilhante" foi a estreia de John Ternus como apresentador após assumir o cargo de CEO da empresa. A Apple aderiu à esperada estratégia de segurar o lançamento de um iPhone 18 mais simples, focando no dobrável e na versão Pro. O modelo-base poderia, segundo rumores, chegar no início de 2027. A seguir, saiba tudo sobre os lançamentos e veja os preços no Brasil. 📲Capinha do novo iPhone dobrável custa mais que um celular novo; veja preço 🔎 iPhone 18 Pro: veja cores e design do novo celular da Apple 💵Preço do iPhone 17 aumenta após lançamento do iPhone 18; veja valores Destaques da Apple no Surpreenda e Brilhe 2026. Veja todos os anúncios 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Qual iPhone é o mais barato? Tire dúvidas no Fórum do TechTudo Lançamentos da Apple: preços no Brasil iPhone Duo - a partir de R$ 21.999 iPhone 18 Pro - a partir de R$ 11.999 iPhone 18 Pro Max - a partir de R$ 12.999 Apple Watch 12 - a partir de R$ 5.499 Apple Watch Ultra 4 - a partir de R$ 10.499 AirPods 5 - a partir de R$ 1.499 iPhone Duo é o primeiro celular dobrável da Apple Divulgação/Apple iPhone Duo: primeiro dobrável da Apple O iPhone Duo é o primeiro celular dobrável da Apple. Muito aguardado e alvo de centenas de rumores nos últimos anos, o dispositivo foi apresentado com tamanho similar ao de um passaporte, assim como o rival Galaxy Z Fold 8, da Samsung. A maçã garante que o iOS 27 é responsivo aos diferentes usos do smartphone, se adaptando de forma fluida a cada ação do usuário. A promessa é que a transição entre o uso com tela aberta e fechada seja intuitiva, permitindo inclusive a disposição inteligente de aplicativos durante uma abertura parcial. Ainda de acordo com a Apple, o vinco é formado por mais de cem componentes que permitem uma abertura com tela totalmente plana, e que se dobra "como páginas de um livro". A empresa também promete que ele tem camadas de proteção que previnem contra distorções ao longo do tempo. A moldura do telefone é de titânio, enquanto as partes traseira e frontal contam com o Ceramic Shield, escudo de proteção que a Apple costuma usar em partes do iPhone. iPhone Duo permite uso de aplicativos de forma simultânea Divulgação/Apple O desbloqueio é feito com o Touch ID, sensor de digitais que fica integrado ao botão lateral. Também é possível destravar o aparelho com o Apple Watch, já que o celular não conta com o Face ID para autenticar com o rosto. A tela externa tem 5,4 polegadas, o equivalente a 90% da área do iPhone 18 Pro. Aberto, o celular passa a ter um display de 7,6", com a mesma proporção da tela externa, de 1.4/1. O dobrável vem equipado com o chip A20 Pro, que é apresentado como o "mais rápido em um smartphone", nas palavras da Apple. O celular tem dois componentes de bateria que operam juntos. A promessa é de autonomia de até 44 horas de reprodução de vídeo, quando a tela externa é usada. Ainda este ano, a Apple prometeu suporte ao Apple Pencil. Tela do iPhone Duo é visualmente livre de vincos Divulgação/Apple As duas câmeras traseiras têm 48 MP, sendo uma principal e outra ultra wide. A câmera frontal, que fica na tela externa, tem 12 MP. O preço inicial é de R$ 21.999, com capacidades entre 256 GB e 2 TB. Ele estará disponível a partir de 23 de outubro em duas cores: branco-estrela e céu noturno, uma espécie de cinza ou preto. A versão mais cara, com maior armazenamento, pode chegar a R$ 30.999. iPhone 18 Pro: nova câmera com abertura variável Outro grande anúncio desta quarta-feira foi o iPhone 18 Pro, que chega junto com o iPhone 18 Pro Max, ambos também com o novo A20 Pro. Com litografia de 2 nm, o chip traz melhorias na CPU, na GPU e no chamado Neural Engine, permitindo ainda mais tarefas de inteligência artificial com processamento direto no dispositivo. Foram apresentadas algumas inovações relacionadas à Siri, que estarão disponíveis em português no iOS 27 a partir de outubro. iPhone 18 Pro é anunciado pela Apple em quatro cores Divulgação/Apple Os celulares prometem a bateria "mais longa na história do iPhone". Segundo a Apple, a autonomia é de 36 horas de reprodução de vídeo no iPhone 18 Pro, e 45 horas no Pro Max. Além disso, o carregamento rápido recebeu um upgrade. A maçã garante que o iPhone 18 Pro consiga chegar a 50% de bateria em apenas 15 minutos. O conjunto de câmeras traz, pela primeira vez no iPhone, um sistema de abertura variável no sensor principal de 48 MP. O recurso é similar à capacidade do diafragma de uma DSLR, e promete melhorar o controle de luz e profundidade de campo, permitindo um controle maior do desfoque em retratos. Além disso, a câmera traz controles manuais também de exposição e balanço de brancos em fotos e vídeos, garantindo que profissionais tenham maior liberdade de criação sem depender de aplicativos de terceiros. Câmera do iPhone 18 Pro ganha abertura variável Reprodução/Apple O iPhone 18 Pro está disponível em quatro cores: preto, prateado, glacial (azul claro) e bordô (vermelho escuro ou vinho). Os preços começam em R$ 11.999 para o 18 Pro e R$ 12.999 para o 18 Pro Max. A pré-venda começa neste sábado (12), e a disponibilidade começa no próximo dia 18, simultânea com os Estados Unidos. Apple Watch 12: novidades no monitoramento de saúde Dois novos modelos de Apple Watch foram apresentados: O Apple Watch 12 e o Apple Watch Ultra 4. Os relógios chegam com um novo sistema de monitoramento de saúde, que promete deixar as leituras dos indicadores mais precisas e frequentes. O aplicativo de saúde também recebeu novos recursos, como uma espécie de avaliação de disposição diária, que combina medições de sono, atividade e outros indicadores para dar uma nota e sugerir o que fazer no dia, entre relaxar ou ter um dia mais intenso. Apple Watch 12 recebeu melhorias nos recursos de saúde Divulgação/Apple Alguns recursos de inteligência artificial também foram apresentados. Um microfone no relógio permite, por exemplo, funcionalidades da chamada "Audio Intelligence". O relógio consegue, por exemplo, identificar sons como sirenes e campainhas, ou mesmo transcrever o que alguém disse nos últimos 15 segundos ao apertar duas vezes a Digital Crown. Segundo a Apple, os recursos são opcionais e os áudios não são gravados ou armazenados pela empresa. Por enquanto, o recurso estará disponível apenas em inglês. Apple Watch Ultra 4 tem bateria prometida de até dois dias Divulgação/Apple Com bateria de até 24 horas, o Apple Watch 12 estará disponível a partir de R$ 5.499, ainda sem data de lançamento no Brasil confirmada. O acabamento de alumínio traz quatro opções de cores: bronze-escuro, dourado-claro, preto e cinza-espacial. O Apple Watch Ultra 4 promete até dois dias de bateria, e será lançado por R$ 10.499, também sem data para chegar por aqui. Ele estará disponível nas cores preto e natural. AirPods 5: cancelamento de ruído aprimorado Os AirPods 5 são a nova geração dos fones de ouvido da Apple, com cancelamento de ruído ativo (ANC) 50% melhor que a quarta geração. A promessa é que o acessório tenha o melhor ANC do mercado em um fone com design aberto. A bateria tem duração de até quatro horas com o cancelamento de ruído em uso e até 20 incluindo a caixa de carregamento. AirPods 5 é apresentado pela Apple com ANC aprimorado Divulgação/Apple O preço no Brasil é de R$ 1.499. Foi apresentada também uma segunda versão, com controle de volume similar aos AirPods Pro, bateria mais duradoura e case com suporte ao carregamento sem fio. O modelo chega por R$ 1.699, e as duas versões chegam ao Brasil no dia 18, com pré-venda a partir desta sexta-feira (11). Mais do TechTudo Selecionar uma imagem 🎥 MOTOROLA SIGNATURE é MELHOR que IPHONE? Testamos o celular premium! MOTOROLA SIGNATURE é MELHOR que IPHONE? Testamos o celular premium!

Chuveiro elétrico Loren Shower despenca de preço e sai por R$ 99 no 9.9

9 de Setembro de 2026, 12:32

A Shopee derrubou o preço do chuveiro elétrico Lorenzetti Loren Shower, na versão 220 V com potência de 7.500 W, durante o 9.9. Atualmente, o modelo pode ser encontrado de R$ 145 por R$ 99, um desconto de 32% no pagamento via Pix, válido no evento de datas duplas. Além disso, o TechTudo apurou que o preço está realmente abaixo do praticado nos principais marketplaces no momento. 🚨 Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da Internet para você economizar 🛒 Canal de ofertas no WhatsApp: confira promoções, descontos e cupons a qualquer hora O Loren Shower está entre os chuveiros elétricos mais vendidos do país e, nesta versão, conta com um alto nível de potência, ideal para locais mais frios. Além disso, o modelo vem com controle eletrônico para ajustar gradualmente o nível de temperatura, entre outros recursos que serão detalhados a seguir. Vale ressaltar que os preços citados no texto foram verificados durante a apuração da matéria, em setembro de 2026, e podem sofrer alterações. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos O chuveiro elétrico Loren Shower está saindo por R$ 99 na Shopee Reprodução/Shopee 🔎 Melhor chuveiro elétrico em 2026: 12 modelos que valem a pena Initial plugin text * Para voltar é necessário remover o CTA selecionado. 📝 Vapor do chuveiro estraga o celular? Descubra no Fórum TechTudo O Lorenzetti Loren Shower se destaca principalmente pelo comando eletrônico de temperatura. Afinal, ele permite ajustar gradualmente a temperatura durante o banho, sem a necessidade de desligar o aparelho, o que proporciona mais precisão e conforto. Com potência de 7.500 W, a versão em promoção é de 220 V. Em relação ao design, o modelo possui um espalhador slim em formato quadrangular, projetado para distribuir a água de forma mais eficiente. Além disso, vem com haste de comando ao alcance das mãos, que facilita os ajustes de temperatura. O modelo também é compatível com dispositivo DR, que amplia a segurança ao desligar o chuveiro automaticamente em caso de fuga de corrente. Ele ainda oferece compatibilidade com sistemas de aquecimento solar e conta com a resistência exclusiva Loren Ultra, que promete maior durabilidade. A pressão de funcionamento vai de 1,0 m.c.a. a 40 m.c.a., enquanto a certificação IP24 contribui para a durabilidade do aparelho. Por fim, o chuveiro conta com resistência do tipo refil, que facilita a substituição da peça. O que dizem os compradores? Em mais de 600 avaliações, o Lorenzetti Loren Shower mantém nota 4,9 de 5 estrelas na Shopee. Os usuários elogiam principalmente a potência do chuveiro, destacando que ele consegue aquecer a água rapidamente e manter uma boa temperatura durante o banho. Além disso, o modelo também apresenta uma boa vazão de água, contribuindo para o conforto durante o uso. Não há um padrão recorrente de críticas até o momento, já que as únicas ressalvas dizem respeito a fatores relacionados à entrega, embora sejam pontuais. Ficha técnica – Lorenzetti Loren Shower Tensão: 220 V Potência: 7.500 W Controle de temperatura: eletrônico Pressão mínima: 1 m.c.a. Pressão máxima: 40 m.c.a. Tipo de espalhador: slim Formato: quadrado Dimensões: 10,2 x 22,8 x 28,3 cm (L x A x P) Peso: 875 g Cor: branca Garantia: 12 meses Com informações de Lorenzetti e Shopee Mais do TechTudo 🎥 Assista: Sauna caseira? Usuária grava vídeo de chuveiro elétrico soltando fumaça; confira Sauna caseira? Usuária grava vídeo de chuveiro elétrico soltando fumaça; confira Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.

iPhone em promoção: linhas 15, 16 e 17 em oferta exclusiva da Amazon no 9.9

9 de Setembro de 2026, 11:45

Durante o 9.9, evento de datas duplas com promoções em lojas de e-commerce, os modelos das linhas 15, 16 e 17 do iPhone estão com excelentes descontos na loja da Amazon. Para ajudar a encontrar bons preços pelos celulares da Apple, o TechTudo fez uma seleção das melhores promoções da marca hoje. 🔴 iPhone 18, iPhone Duo e mais: acompanhe lançamentos da Apple ao vivo 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Entre os celulares em promoção, o que está pelo preço mais acessível é o iPhone 16e, saindo por R$ 3.499, com desconto de 32% do valor original de R$ 5.799. Já o aparelho mais caro é o iPhone 17, mas que está disponível pelo preço promocional de R$ 5.299, um desconto de 26% do valor original de R$ 7.999. Todos os valores foram verificados em setembro e podem sofrer alterações sem aviso prévio ao longo da campanha do 9.9. A seguir, confira a lista de aparelhos completa. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos iPhone 17 está com promoção durante o 9.9; confira Brenda Santos/TechTudo 🔎 Lançamento do iPhone 18: como assistir ao vivo e o que esperar Initial plugin text 📝 Qual o melhor celular para comprar? Opine no Fórum do TechTudo iPhone em promoção: linhas 15, 16 e 17 em oferta exclusiva da Amazon no 9.9 iPhone 16e (128 GB) - melhor modelo de entrada com ficha técnica atualizada; iPhone 15 (256 GB) - melhor opção para comprar em 2026; iPhone 17e (256 GB) - alto desempenho com preço mais baixo; iPhone 16 (256 GB) - o básico ainda competente; iPhone 17 (256 GB) - o básico mais completo para quem busca o que há de mais novo na Apple. iPhone 16e (128 GB) - de R$ 5.799 por R$ 3.499 O iPhone 16e de 128 GB está com desconto de 32% em oferta exclusiva da Amazon, saindo do valor original de R$ 5.799 por R$ 3.499. O pagamento pode ser feito com 10% off à vista no Pix ou NuPay, ou em até 12x de R$ 324,00 sem juros, sob o total parcelado de R$ 3.887. O aparelho está disponível pelo mesmo preço nas cores preto e branco. A oferta vai até o final do dia. iPhone 15 (128 GB) - de R$ 5.999 por R$ 3.998 O iPhone 15 de 128 GB, na cor azul, está saindo por R$ 3.998 na Amazon, um desconto de 25% do valor original de R$ 5.999. O pagamento pode ser feito com 10% off à vista no Pix ou NuPay, ou em até 12x de R$ 370 sem juros, sob o total parcelado de R$ 4.443. A oferta, que vai até o final do dia, também deixa o comprador com 90 dias de Amazon Music grátis inclusos. iPhone 17e (256 GB) - de R$ 5.799 por R$ 4.229 No 9.9, O iPhone 17e de 256 GB está disponível por R$ 4.229 em promoção exclusiva da Amazon, um desconto de 18% do valor original de R$ 5.799. A compra pode ser feita com 10% off à vista no Pix ou NuPay, ou em até 12x de R$ 391,62 sem juros, sob o total parcelado de R$ 4.699. O aparelho está disponível com esse mesmo preço nas cores preto, branco e rosa. A oferta vai até o final do dia. iPhone 16 (256 GB) - de R$ 7.599 por R$ 5.039 O iPhone 16 de 256 GB está saindo por R$ 5.039 na promoção do 9.9, um desconto de 26% do valor original de R$ 7.599. A compra pode ser feita com 10% off à vista no Pix ou NuPay, ou em até 12x de R$ 466 sem juros, sob o total parcelado de R$ 5.599. A promoção vale para os aparelhos de cor preta, branca e verde-acinzentado. Por um preço ainda menor, de R$ 5.000, o comprador também consegue desconto nas cores rosa e ultramarino. A promoção vale até o final do dia. iPhone 17 (256 GB) - de R$ 7.999 por R$ 5.299 O iPhone 17 está saindo por R$ 5.299 durante as ofertas do 9.9 na Amazon, um desconto de 26% do valor original do aparelho, de R$ 7.999. A compra pode ser feita com 10% off à vista no Pix ou NuPay, ou em até 12x de R$ 490 sem juros, sob o total parcelado de R$ 5.887. A promoção, que vai até o final do dia, está disponível para celulares das cores branco, azul-névoa, lavanda, preto e sálvia (verde). Apesar do preço mais elevado, essa é uma ótima oportunidade para conseguir um aparelho de uma geração avançada da Apple por um preço mais acessível. Com informações de Amazon 🎥 Veja também: iPhone 17: saiba tudo sobre o novo celular da Apple iPhone 17: saiba tudo sobre o novo celular da Apple Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.

Air fryer por R$ 155: Amazon derruba preço de modelo da Cadence

9 de Setembro de 2026, 11:42

Em celebração ao 9.9, também conhecido como data dupla entre as varejistas, a Amazon derrubou o preço da air fryer Cadence Super Cook Fryer FRT410. Hoje, ela pode ser adquirida de R$ 172 por R$ 155, no PIX — um dos menores preços registrados para a fritadeira nos últimos meses. Trata-se de uma oportunidade realmente interessante, pois avaliando os valores em outros sites, o eletrodoméstico aparece mais caro no catálogo. A Super Cook Fryer FRT410 é um modelo básico e compacto, indicado para pequenas famílias prepararem receitas comuns do dia a dia, como petiscos, acompanhamentos e carnes. Confira, a seguir, a ficha técnica detalhada do aparelho e relatos reais de quem a comprou. 🚨 Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da Internet para você economizar 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias Modelo é interessante para receitas básicas do dia a dia Cenário gerado com IA 🛒 Canal de ofertas no WhatsApp: confira promoções, descontos e cupons a qualquer hora 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Initial plugin text * Para voltar é necessário remover o CTA selecionado. 🔎 Melhor air fryer de 2026: top 10 para comprar e não se arrepender 📝 O que é uma air fryer oven? Descubra resposta no Fórum TechTudo A Cadence Super Cook Fryer FRT410 é uma air fryer com capacidade de 3,8 litros e potência de 1.300 W, voltada para o preparo de alimentos por circulação de ar quente. O modelo utiliza controles manuais, com seletor de temperatura ajustável entre 80 e 200 °C, e timer de até 60 minutos. Com 3,25 kg de peso total, sua estrutura inclui grelha removível, indicadores luminosos de funcionamento, base antiderrapante e acabamento na cor preta. Já suas dimensões são de 28 x 30 x 25 cm (largura, altura e profundidade, respectivamente). Também vale mencionar que o consumo aproximado da Super Cook Fryer é de 1,3 kWh, enquanto a garantia de um ano é composta por três meses (legal) e sete meses (fabricante). Trata-se, portanto, de uma fritadeira elétrica básica e pequena, que não ocupa muito espaço na cozinha. Ela é indicada para quem mora sozinho, em dupla ou tem uma família pequena. É verdade que o aparelho não oferece muitos recursos tecnológicos, como painel digital e funções pré-programadas, mas promete executar o básico do dia a dia com eficiência. O que dizem os consumidores? Na Amazon, Cadence Super Cook Fryer FRT410 está saindo de R$ 172 por R$ 155, no PIX. Por lá, acumula classificação média de 4,7 estrelas em 5,0 possíveis — uma nota elevada. Quem comprou a air fryer na varejista destaca na aba de comentários que o modelo oferece excelente custo-benefício. Eles também elogiam a potência adequada e o funcionamento silencioso. "Qualidade ótima. Uso há um bom tempo e nunca deu problema. Fácil de limpar", relata um cliente. Há, no entanto, críticas ao controle de regulagem do timer, que pode falhar às vezes. Ficha técnica — Cadence Super Cook Fryer FRT410 Capacidade: 3,8 litros Potência: 1.300 W Temperatura: 80 a 200 °C Painel: mecânico Timer: até 60 minutos Consumo aproximado: 1,3 kw/h Voltagem: 127 ou 220 V Dimensões: 28 x 30 x 25 cm (L x A x P) Peso: 3,25 kg Eficiência energética: A Garantia: um ano (três meses legal + nove meses fabricante) Com informações de Cadence Mais do TechTudo 🎥 Veja também: assista ao vídeo abaixo e descubra onde NÃO posicionar sua air fryer Onde não colocar a Air Fryer na cozinha? Conheça os lugares proibidos Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a agosto de 2026.

Melhor celular intermediário para comprar no 9.9

9 de Setembro de 2026, 11:30

Comprar um celular intermediário no 9.9 pode ser uma boa pedida, já que a data promete ser uma das mais movimentadas do calendário de promoções deste semestre, e a faixa de preço costuma concentrar boa parte dos descontos mais interessantes. Reunimos seis modelos já testados pela redação do TechTudo, com propostas que vão do foco em jogos até câmeras mais versáteis, todos encontrados por menos de R$ 3.500 nas principais lojas do país. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Entre os selecionados estão o realme 14, indicado especialmente para quem joga bastante no celular, e o realme 15 Pro, que fecha a lista com a maior bateria do grupo. No meio do caminho aparecem quatro modelos da Samsung e da OPPO, cada um com pontos fortes diferentes em desempenho, tela e autonomia. Os preços foram verificados durante a apuração da matéria, em setembro de 2026. 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias Traseira do Galaxy S25 FE com conjunto de câmeras Mariana Saguias/TechTudo 🔎Galaxy A57 vs S25 FE: veja o que muda entre os celulares na vida real Initial plugin text 📝Qual é o celular da Samsung com melhor bateria? Confira no Fórum do TechTudo 6 melhores celulares intermediários para comprar no 9.9: realme 14 (256 GB) — a partir de R$ 1.768 — melhor opção para quem joga bastante no celular; Galaxy A57 (128 GB) — a partir de R$ 1.799 — melhor nota entre os intermediários da Samsung testados pelo TechTudo; Galaxy A56 (256 GB) — a partir de R$ 2.199 — segue firme como opção robusta e com boa relação de preço; Galaxy S25 FE (128 GB) — a partir de R$ 2.818 — melhor equilíbrio entre desempenho e recursos premium; OPPO Reno14 F (256 GB) — a partir de R$ 3.059 — melhor autonomia de bateria entre os intermediários da OPPO; realme 15 Pro (512 GB) — a partir de R$ 3.414 — maior bateria da lista, com tela de altíssimo brilho. Como escolhemos os celulares? Selecionamos celulares intermediários em potencial promoção no 9.9. Como critério, consideramos celulares bem avaliados por especialistas do TechTudo e benchmarks internacionais. A ordem da lista segue o valor à vista encontrado nas lojas parceiras, do mais barato ao mais caro, para facilitar a comparação entre as opções dentro de cada faixa de investimento. O que um bom celular intermediário deve ter? Antes de decidir qual modelo aproveitar nas promoções do 9.9, vale entender quais especificações realmente fazem diferença nessa faixa de preço. Processador e memória: chips com litografia de 4 nanômetros costumam equilibrar bem desempenho e consumo de energia. Já a quantidade de RAM, sobretudo acima de 8 GB, ajuda a manter o sistema fluido mesmo com vários aplicativos abertos ao mesmo tempo. Tela: painéis AMOLED com taxa de atualização de 120 Hz tornam a navegação e os jogos mais suaves. Brilho elevado também conta bastante para quem usa o celular ao ar livre com frequência. Bateria: capacidades a partir de 5.000 mAh garantem tranquilidade para um dia inteiro de uso. Vale conferir ainda a potência do carregador incluso, já que muitos fabricantes vendem esse acessório separadamente. Câmeras: sensores com estabilização óptica (OIS) tendem a entregar fotos mais nítidas, principalmente à noite. Recursos de inteligência artificial para correção de imagem também têm se tornado cada vez mais comuns nessa faixa. Suporte de software: quanto mais anos de atualização o fabricante garantir, maior tende a ser a vida útil do aparelho. Esse é um dos critérios que mais pesam na hora de decidir entre modelos com especificações parecidas. 1. realme 14 (256 GB) — a partir de R$ 1.768 Lançado em maio de 2025, o realme 14 chegou ao mercado com uma proposta clara: entregar desempenho gamer sem exigir o investimento de um topo de linha. A ficha técnica reforça esse posicionamento, com tela AMOLED de 6,67 polegadas e 120 Hz, bateria de 6.000 mAh com carregamento de 45 W e até 512 GB de armazenamento interno. Review Realme 14: intermediário gamer entrega desempenho sólido Interface do Realme 14 Amanda Zola/TechTudo O processador Snapdragon 6 Gen 4 5G, combinado a até 12 GB de RAM física, é o carro-chefe do aparelho. Com o recurso RAM Plus, a memória pode ser expandida virtualmente para até 26 GB, o que ajuda a reduzir gargalos em multitarefas e sessões mais longas de jogo. Um sistema de resfriamento biônico também acompanha o celular, projetado para manter a temperatura sob controle durante partidas mais exigentes. Nos testes com jogos populares no Brasil, o desempenho se mostrou consistente: em Free Fire, a taxa de quadros se manteve praticamente estável em 90 fps, enquanto Call of Duty Mobile rodou fluido em 60 fps mesmo com recursos como Game Boost e Hyper HDR ativados, consumindo pouca bateria ao longo da sessão. Após um mês de uso, a experiência com o Realme 14 foi surpreendentemente satisfatória, especialmente considerando que o modelo está posicionado como um intermediário. Para quem costuma jogar no celular, assim como eu, o aparelho se mostra uma excelente opção de 'console de bolso'. A câmera principal de 50 MP entrega fotos com boa fidelidade de cores e foco ágil, ainda que apresente leve granulação em ambientes com pouca luz, algo contornado pelo modo noturno. Já a frontal, de 16 MP, produz selfies nítidas, com desempenho satisfatório mesmo fora de condições ideais de iluminação. A bateria de 6.000 mAh sustentou até dois dias de uso convencional durante os testes, com queda perceptível apenas em sessões intensas de jogo, quando a recarga passou a ser necessária ainda no mesmo dia. O carregamento de 45 W, por sua vez, leva o aparelho à carga completa em cerca de uma hora. O realme 14 pode ser encontrado por R$ 1.768 na Shopee. Prós: desempenho estável em jogos populares, com boa gestão de temperatura; bateria de 6.000 mAh com autonomia de até dois dias em uso moderado; até 12 GB de RAM física, expansível para 26 GB via software. Contras: sem entrada P2 para fones de ouvido; câmeras apresentam granulação em ambientes com pouca luz. 2. Galaxy A57 (128 GB) — a partir de R$ 1.799 Chegando ao Brasil em abril de 2026, o Galaxy A57 renovou a linha intermediária premium da Samsung com um design mais fino e uma câmera principal reforçada por estabilização óptica. Entre os diferenciais do aparelho está a garantia de seis anos de atualizações de sistema, prazo que se estende até 2032. Review Galaxy A57: mudanças pontuais justificam abandonar o A56? GALAXY A57 vale a pena? Testamos o modelo CUSTO-BENEFÍCIO da Samsung! A construção chama atenção pela leveza: com apenas 6,9 mm de espessura e 179 gramas, o A57 equilibra portabilidade e uma bateria de 5.000 mAh sem parecer volumoso. A certificação IP68 garante resistência à imersão em água doce, enquanto o processador Exynos 1680, de 4 nanômetros, sustenta boa fluidez tanto em tarefas simples quanto em atividades mais pesadas. Eu gostei bastante do que vi, e senti, ao segurar o Galaxy A57 pela primeira vez. O que mais me chamou atenção foi a espessura de apenas 6,9 mm aliada ao peso leve de 179 g, que resultam em uma pegada muito confortável e ergonômica no dia a dia. O conjunto de câmeras reúne sensor principal de 50 MP com OIS, ultrawide de 12 MP e macro de 5 MP, capaz de gravar vídeos em 4K com boa estabilização. Nos testes, a consistência das fotos chamou atenção: em mais de 400 registros feitos ao longo da análise, praticamente não houve imagens borradas. Apesar do desempenho satisfatório, alguns pontos pedem atenção antes da compra. O carregador que acompanha a caixa é de apenas 15 W, mesmo o celular suportando até 45 W, o que torna a recarga completa mais demorada sem a compra de um acessório à parte. Hoje, o Galaxy A57 sai por R$ 1.799 no Mercado Livre. Prós: câmera principal de 50 MP com estabilização óptica e boa consistência em fotos; design fino e leve, com certificação IP68; seis anos de atualizações de sistema garantidos. Contras: carregador de 45 W vendido separadamente; poucas mudanças de hardware em relação ao Galaxy A56. 3. Galaxy A56 (256 GB) — a partir de R$ 2.199 Lançado em março de 2025, o Galaxy A56 segue como uma das opções mais equilibradas da Samsung nessa faixa de preço, mesmo já tendo sido sucedido pelo A57. O modelo reúne tela Super AMOLED de 120 Hz, câmera tripla de até 50 MP e seis anos de atualização de sistema garantidos pela fabricante. Review Galaxy A56: intermediário completo se destaca pelo custo-benefício Galaxy A56 com design em destaque Julia Rabaça/TechTudo A traseira em vidro fosco e as laterais metalizadas contribuem para uma sensação de robustez ao segurar o aparelho, enquanto o entalhe adicionado ao módulo de câmeras melhora a pegada durante o uso diário. As proteções Gorilla Glass Victus+ e a certificação IP67 completam o pacote de resistência do celular. A traseira tem vidro fosco, e as laterais são metalizadas, com o entalhe feito para melhorar a pegada do celular. Gosto muito desse visual, que transmite a sensação de estar usando um smartphone premium, robusto e resistente. No processador, o Exynos octa-core de 4 nanômetros trabalha ao lado de 8 GB de RAM e entrega boa fluidez em multitarefas e edição de vídeos, com aquecimento discreto apenas em jogos mais pesados. No AnTuTu, o aparelho marcou 1.222.280 pontos, o que é um resultado competitivo frente a rivais da mesma faixa de preço. As câmeras seguem o padrão da geração anterior, com sensor principal de 50 MP, ultrawide de 12 MP e macro de 5 MP. A resolução da câmera frontal, porém, caiu de 32 MP para 12 MP nesta geração, ainda que as selfies continuem entregando bons resultados. Encontramos o Galaxy A56 por R$ 2.199 no Mercado Livre. Prós: tela Super AMOLED de 120 Hz com cores vivas e bom brilho; seis anos de atualização de sistema e correções de segurança; bom desempenho em multitarefas, com aquecimento discreto. Contras: carregador de apenas 15 W incluso na caixa, abaixo dos 45 W suportados; câmera frontal com resolução reduzida em relação ao Galaxy A55. 4. Galaxy S25 FE (128 GB) — a partir de R$ 2.818 Apresentado em setembro de 2025, o Galaxy S25 FE leva parte das características da linha S premium da Samsung a um preço mais acessível. O aparelho conta com processador Exynos 2400, tela Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas e sete anos de garantia de atualizações de sistema, política entre as mais generosas do mercado atual. Review Galaxy S25 FE: celular manda bem no dia a dia, mas aquece em jogos Galaxy S25 FE traz versatilidade nas opções de segurança, com reconhecimento facial e digital Miguel Roberto e Francisco Paulo/TechTudo A estrutura em Armor Aluminum, aliada ao vidro Gorilla Glass Victus+, entrega boa sensação de solidez, embora o tamanho de 6,7 polegadas possa cansar durante o uso prolongado com uma mão só. O brilho máximo de 1.900 nits, por outro lado, garante boa visibilidade da tela mesmo sob sol forte. No desempenho, o processador Exynos 2400 rodou jogos pesados sem travamentos durante os testes, embora o aquecimento em sessões mais longas tenha sido um dos pontos que mereceram atenção. No AnTuTu, o aparelho superou concorrentes diretos como o próprio Galaxy A56. Durante o dia e em ambientes bem iluminados, as fotos ficam ótimas, com boa nitidez e definição. À noite, entretanto, a qualidade cai consideravelmente e há perda de detalhes. Esse foi um dos pontos que me decepcionou nas câmeras do S25 FE. Ainda assim, o conjunto fotográfico soma pontos positivos, com destaque para o modo de vídeo em retrato, que se aproxima bastante do modo cinema do iPhone, e o modo profissional, que oferece controle manual completo sobre ISO, velocidade do obturador e foco. Com cupom de desconto vigente no momento da apuração da matéria, o Galaxy S25 FE sai por R$ 2.818 no Mercado Livre. Prós: sete anos de atualização de sistema e correções de segurança; tela brilhante, com boa visibilidade mesmo sob luz solar intensa; modo de vídeo em retrato e modo profissional bem executados. Contras: perda perceptível de qualidade nas fotos noturnas; aquecimento em sessões mais longas de jogos pesados. 5. OPPO Reno14 F (256 GB) — a partir de R$ 3.059 Chegando ao Brasil em outubro de 2025, o OPPO Reno14 F reúne bateria robusta de silício-carbono e resistência elevada num corpo relativamente fino. Com apenas 7,74 mm de espessura e 180 gramas, o aparelho equilibra portabilidade e uma capacidade de 6.000 mAh, acima da média encontrada em intermediários da mesma faixa. Review OPPO Reno14 F: celular combina superbateria e alta resistência OPPO Reno14 F com caixa em evidência Amanda Zola/TechTudo A resistência do celular vai além da certificação IP69: a OPPO incorporou internamente uma tecnologia batizada de "esponja biônica", que cria vazios estratégicos ao redor de cada componente para absorver impactos em quedas. Nos testes, o aparelho caiu de aproximadamente meio metro sem case e saiu praticamente ileso. A tela AMOLED de 6,57 polegadas, com taxa de 120 Hz e brilho de 1.400 nits, entrega boa visibilidade mesmo em ambientes externos, protegida ainda por um vidro desenvolvido para resistir a impactos e flexões. O processador Snapdragon 6 Gen 1, embora já não seja o mais recente da categoria, entrega desempenho satisfatório para o dia a dia sem grandes aquecimentos. A promessa da OPPO se provou verdadeira: o Reno14 F aguenta muito bem dois dias de uso moderado, o que inclui uso de redes sociais, streaming de vídeo e capturas de fotos ocasionais. O conjunto de câmeras reúne sensor principal de 50 MP com estabilização óptica de dois eixos, ultrawide de 8 MP e macro de 2 MP, além de um flash potencializado por inteligência artificial para melhorar registros em ambientes escuros. A ausência de lente telefoto, contudo, limita a qualidade em aproximações maiores. Atualmente, o OPPO Reno 14F pode ser encontrado por R$ 3.059 tanto na Amazon quanto no Mercado Livre. Prós: bateria de 6.000 mAh com autonomia de até dois dias em uso moderado; resistência reforçada por tecnologia interna de absorção de impactos; tela AMOLED de 120 Hz com boa proteção contra arranhões. Contras: processador já não é o mais atual da categoria; sem lente telefoto dedicada, o que limita o zoom; lente macro de 2 MP entrega resultados limitados. 6. realme 15 Pro (512 GB) — a partir de R$ 3.414 Lançado oficialmente no Brasil em outubro de 2025, o realme 15 Pro fecha esta lista como o intermediário premium mais robusto do grupo, com destaque para a bateria de 7.000 mAh e a tela com brilho recorde para a categoria. O processador Snapdragon 7 Gen 4, de 4 nanômetros, completa uma ficha técnica pensada para equilibrar desempenho e autonomia. realme 15 Pro: intermediário atrai com superbateria, mas preço desanima Pulse light do realme 15 Pro em funcionamento Ana Letícia Loubak/TechTudo O acabamento em "ultracouro 2.0" na traseira chamou atenção durante os testes pela sensação tátil agradável, embora exija cuidado com superfícies empoeiradas, já que o material tende a reter sujeira com facilidade. Com 187 gramas e 7,84 mm de espessura, o aparelho mantém uma pegada confortável apesar do tamanho avantajado da tela, de 6,8 polegadas. Na prática, a sensação tátil é muito agradável: parece que o celular "faz carinho" na sua mão, tamanha a maciez. Mas, diferente do que afirma a realme, o material é, sim, suscetível a manchas. A tela OLED curva atinge 6.500 nits de brilho máximo, valor impressionante para a categoria, combinada a uma taxa de atualização de 144 Hz que garante fluidez tanto em jogos quanto na navegação do dia a dia. O trio de câmeras de 50 MP entrega bons resultados na maior parte dos cenários, com destaque para a lente ultrawide, embora o zoom digital de 2x ainda apresente inconsistências no tratamento de bordas. A bateria durou dois dias de uso moderado sem problemas. Enquanto o carregamento rápido de 80 W também impressionou nos testes, levando o aparelho de 0 a 50% em apenas 35 minutos, mesmo com uma bateria consideravelmente maior que a da média dos concorrentes. O realme 15 Pro está disponível por R$ 3.414 na Shopee. Prós: bateria de 7.000 mAh com autonomia de até dois dias e carregamento de 80 W; tela OLED com 144 Hz e brilho máximo de 6.500 nits; câmera ultrawide com bons resultados e ângulo de 116° Contras: sem lente telefoto dedicada; zoom digital de 2x apresenta inconsistências nas bordas dos objetos; acabamento retém sujeira com facilidade em superfícies empoeiradas. Com informações de Amazon, Mercado Livre (1, 2, 3, 4) e Shopee (1, 2). Mais do TechTudo Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes ao fim de setembro de 2026

Uber lança vídeo ao vivo para pais acompanharem viagens de adolescentes; veja

9 de Setembro de 2026, 10:30

A Uber lança nesta quarta-feira (9) uma função que permite a pais e responsáveis acompanhar por vídeo, em tempo real, viagens feitas por adolescentes. O recurso faz parte da Uber Conta Teens, destinada a jovens de 12 a 17 anos, e usa a câmera do celular do motorista para transmitir imagens do interior do veículo durante o trajeto. Apenas o adulto vinculado ao perfil poderá assistir ao vídeo. A novidade será liberada gradualmente em todo o Brasil nos próximos dias e depende da habilitação do recurso. Nas próximas linhas, saiba mais sobre a novidade da Uber. 🔎 Uber: 4 recursos de segurança que você precisa usar AGORA 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar Uber lança vídeo ao vivo para pais acompanharem viagens de adolescentes Divulgação/Uber 📝 O que precisa para ser Uber? Veja no fórum do TechTudo Índice Transmissão ao vivo usa a câmera do celular do motorista Novidade se junta a outros recursos da Uber conta teens Como configurar a Uber conta teens Transmissão ao vivo usa a câmera do celular do motorista Quando a transmissão estiver disponível, o responsável receberá uma notificação pelo aplicativo com a opção de acompanhar a viagem ao vivo. O vídeo permanece disponível durante o trajeto e é encerrado automaticamente quando a corrida termina. Depois disso, o arquivo fica armazenado de forma criptografada e só pode ser acessado em casos de reporte de segurança. A Uber informa ainda que o funcionamento da transmissão está sujeito às condições técnicas do celular do motorista. “A Uber conta teens surgiu da necessidade de oferecer uma alternativa para os jovens se deslocarem pelas cidades sob a supervisão dos responsáveis, com recursos de segurança sempre ativados e motoristas mais experientes da plataforma. A transmissão de vídeo ao vivo chega como uma camada adicional de tranquilidade para as famílias”, afirma Araceli Almeida, head de Operações de Segurança da Uber no Brasil. Transmissão ao vivo usa a câmera do celular do motorista Divulgação/Uber Novidade se junta a outros recursos da Uber conta teens A transmissão de vídeo passa a funcionar ao lado de ferramentas que já acompanham as corridas de adolescentes. Pelo U-Acompanha, o responsável recebe atualizações em tempo real, pode seguir o trajeto pelo mapa do aplicativo e ligar para o motorista durante a viagem. Antes de a corrida começar, o U-Código exige que o adolescente informe ao motorista um código de quatro números para confirmar que está no veículo correto. Durante o trajeto, o U-Ajuda utiliza informações do GPS e dos sensores do celular para identificar mudanças de rota ou paradas inesperadas. Se detectar algo fora do comum, o aplicativo entra em contato com o adolescente e o motorista e disponibiliza opções para buscar ajuda. Há ainda o U-Áudio, que permite gravar o som da viagem pelo próprio aplicativo. A gravação fica criptografada no dispositivo e só pode ser enviada à equipe de suporte para análise quando um reporte de segurança é aberto. Segundo a Uber, as viagens da conta teens são direcionadas aos motoristas parceiros mais experientes da plataforma. Os adolescentes também têm acesso às modalidades do Uber Mulher, que permitem solicitar corridas com motoristas mulheres. Novidade se junta a outros recursos da Uber conta teens Reprodução/HR Leader Como configurar a Uber Conta Teens A Uber Conta Teens pode ser configurada pelo Perfil Familiar. Para criar o perfil como responsável, acesse Conta > Família > Sou adulto > Adicionar adolescente, selecione a idade e o contato do jovem e toque em Enviar convite. Depois, é preciso aceitar os termos de criação do Perfil Familiar. A Uber recomenda cadastrar um método de pagamento antes de enviar o convite. O adolescente também pode iniciar a configuração. Nesse caso, deve acessar Conta > Família > Sou adolescente, selecionar a idade, tocar em Escolher um responsável e selecionar o contato. Depois, precisa aceitar os termos e conferir se as informações de pagamento estão atualizadas antes de solicitar a primeira viagem. Com informações de Uber Mais do TechTudo 🎥UBER MULHER é lançado! Entenda novo recurso de proteção de passageiras! UBER MULHER é lançado! Entenda novo recurso de proteção de passageiras!

iPhone 18: loja da Apple sai do ar horas antes do lançamento

9 de Setembro de 2026, 10:23

A loja online da Apple saiu do ar na manhã desta quarta-feira (9), poucas horas antes do evento “Surpreendente e Brilhante”, marcado para as 14h (horário de Brasília). A indisponibilidade, porém, não é motivo para preocupação: a companhia costuma retirar sua loja do ar antes de grandes lançamentos, preparando a plataforma para receber os novos produtos. Ao tentar acessar a loja, é exibida a mensagem "Voltamos logo. Estamos atualizando a Apple Store. Tente novamente daqui a pouco." O evento de hoje deve ser marcado pela apresentação dos modelos mais avançados da linha iPhone 18, incluindo o iPhone 18 Pro, iPhone 18 Pro Max e o inédito iPhone Ultra, primeiro celular dobrável da Apple. Além dos smartphones, a fabricante também deve anunciar novidades aguardadas, como seu primeiro processador fabricado em 2 nanômetros, além de novas gerações do Apple Watch e dos AirPods. 🔎Apple lança iPhone dobrável, iPhone 18 Pro e mais; veja preços e cores 🏷️Capinha do novo iPhone dobrável custa mais que um celular novo; veja preço 🗓️️Quando o iPhone 18 chega ao Brasil? Veja a data de início da pré-venda "Voltamos logo": loja da Apple sai do ar poucas horas antes do lançamento do iPhone 18 Reprodução/Apple 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Qual o melhor celular para comprar? Opine no Fórum do TechTudo A ideia de que o site não suportou a quantidade de acessos e acabou saindo do ar pode até parecer plausível, mas a Apple repete essa estratégia há anos antes de grandes lançamentos. A companhia costuma retirar a loja virtual do ar para criar expectativa em torno do evento, reforçar a sensação de exclusividade e concentrar a atenção dos consumidores no início das pré-vendas, fazendo da ação uma estratégia de marketing muito mais do que uma necessidade técnica. Novidades esperadas no evento da Apple Apesar de manter o suspense mesmo diante de uma série de vazamentos e rumores, a Apple deve apresentar algumas novidades já amplamente esperadas pela mídia especializada. O iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max, por exemplo, devem ser equipados com o A20 Pro, novo chipset que também deve ser anunciado no evento. A expectativa é que o componente seja o primeiro processador da fabricante produzido em processo de 2 nanômetros, o que pode representar ganhos de desempenho e eficiência energética. Entre os demais destaques, o iPhone 18 Pro Max deve receber uma câmera principal com abertura variável e uma bateria de 5.567 mAh, enquanto o iPhone 18 Pro pode contar com uma capacidade de 4.288 mAh. Os números representam um aumento de cerca de 7% em relação ao iPhone 17 Pro e podem ser acompanhados por melhorias na autonomia graças à maior eficiência do novo chipset. Com isso, os modelos mais avançados da linha devem combinar baterias maiores com um componente mais eficiente para entregar maior duração longe da tomada. iPhone 18 Pro deve abandonar o polêmico “laranja cósmico” lançado em 2025 Reprodução/Macworld Além dos modelos tradicionais, a Apple também deve revelar o iPhone Ultra, apontado como seu primeiro celular dobrável. O aparelho pode adotar formato semelhante ao conceito “passaporte” do Galaxy Z Fold 8, da Samsung, com proporção de 4:3, tela principal de 7,8 polegadas e display externo de 5,5 polegadas. Na traseira, são esperadas duas câmeras de 48 MP, sendo uma principal e outra ultrawide, sem uma lente dedicada para zoom. O modelo também pode se tornar o iPhone mais caro da história, com preços estimados entre US$ 2.099 e US$ 3.382. A Apple ainda deve apresentar novos dispositivos, como o Apple Watch Ultra 4, o Apple Watch Series 12 e os AirPods 5. Como assistir ao lançamento do iPhone 18 ao vivo O evento “Surpreendente e brilhante” será transmitido ao vivo pela Apple em seu canal do YouTube. A apresentação poderá ser acompanhada online em diferentes dispositivos, como computador, celular, tablet e smart TV. Ao término da conferência, o TechTudo também fará uma live em seu canal no YouTube para comentar os lançamentos, novidades e principais anúncios feitos pela empresa. Ative a notificação para receber um lembrete e acompanhar nossa transmissão. Com informações de Apple, MacRumors, TrendForce e EVDownunder 🎥Qual é o melhor iPhone para comprar? Tiramos TODAS as suas dúvidas! Qual é o melhor iPhone para comprar? Tiramos TODAS as suas dúvidas!

Cupom Magalu no 9.9: veja descontos exclusivos e como usar

9 de Setembro de 2026, 09:28

O 9.9 do Magalu promete ofertas especiais para os usuários durante o evento de datas duplas. Além dos descontos, a plataforma vai liberar cupons promocionais ao longo da ação, oferecendo uma oportunidade extra para economizar em diversas categorias, como eletrodomésticos, eletrônicos e informática. 🚨 Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da Internet para você 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Pensando nisso, o TechTudo reuniu cupons de desconto exclusivos do Magazine Luiza para você aproveitar durante o evento promocional. Também preparamos um passo a passo simples para mostrar como aplicar os códigos pelo aplicativo ou pelo site. A lista será atualizada ao longo do dia, para que você possa acompanhar as novidades e não perca nenhuma oportunidade de economizar. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📱 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Magalu fecha parceria com o TechTudo Reprodução/ TechTudo 🔎 Magalu no Qual Comprar: nova parceria tem cupons e 'achados' exclusivos Initial plugin text * Para voltar é necessário remover o CTA selecionado. 📝 Como saber se o site é confiável ou golpe? Veja no Fórum TechTudo Melhores cupons para usar no 9.9 do Magalu INFLUDUPLA7H – R$ 150 de desconto em compras acima de R$ 1.000 INFLUDUPLA8H – 20% de desconto em compras de até R$ 500 INFLUDUPLA11H – R$ 220 de desconto em compras acima de R$ 2.000 INFLUANIVERSARIO – R$ 320 de desconto em compras acima de R$ 3.000 INFLUMAGALU – 15% de desconto em compras de até R$ 1.000 INFLUDUPLA16H – 20% de desconto em compras de até R$ 800 INFLUDUPLA17H – 15% de desconto em compras de até R$ 800 INFLUDUPLA21H – 10% de desconto em compras de até R$ 1.000 É importante destacar que os códigos promocionais do Magalu podem ter prazo de validade e limite de usos. Além disso, vale ficar atento ao frete, quando houver, já que esse valor não é considerado no cálculo do valor mínimo necessário para aplicar o cupom. *A lista será atualizada ao longo do dia Como aplicar cupom de desconto no Magazine Luiza Ao abrir o aplicativo do Magalu, o usuário encontra a opção “Cupons” em destaque na barra central, junto a outros atalhos da plataforma. O botão aparece dentro de um círculo azul e leva a uma página com diferentes promoções disponíveis para resgate. A opção "Cupons" aparece logo ao abrir o aplicativo do Magalu Reprodução/Magazine Luiza Depois de escolher uma das ofertas, o aplicativo direciona para a relação de produtos que aceitam aquele cupom. Ao abrir o item de interesse, o código promocional fica disponível logo abaixo do preço, podendo ser copiado para utilização na compra. O usuário terá a opção de aplicar o código ou selecioná-lo diretamente Reprodução/Magazine Luiza Com o produto escolhido, basta acessar a sacola de compras e clicar em “Ver cupons”, na parte inferior da tela. Depois, é possível inserir o código manualmente ou selecionar uma das opções disponíveis para aplicar o desconto. Em seguida, basta continuar com as demais etapas da compra. Caso o cupom não esteja disponível abertamente na lista de “Cupons”, como acontece com os códigos exclusivos “INFLUDUPLA”, você pode acessar diretamente o carrinho de compras e digitar o código manualmente. No site do Magalu, o caminho é semelhante. Na página inicial, a seção “Cupons” aparece na barra superior. Ao acessá-la, o usuário encontra os produtos participantes e pode filtrar os resultados por categoria usando o menu lateral esquerdo. Depois de escolher um item, o preço promocional e o código do cupom são exibidos no lado direito da tela. O código pode ser copiado e aplicado posteriormente, seguindo as mesmas etapas indicadas para o aplicativo. Com informações de Magalu Mais do TechTudo 🎥 Assista: 3 Achadinhos mais baratos do que você pensa! 3 Achadinhos mais baratos do que você pensa! Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.

Todos os cupons do Mercado Livre para usar no 9.9

9 de Setembro de 2026, 09:00

O evento 9.9 do Mercado Livre está reunindo ofertas e condições especiais para quem pretende economizar nas compras. Além dos descontos aplicados aos produtos, a plataforma disponibilizou cupons promocionais que certamente ajudarão a reduzir ainda mais o valor final dos pedidos. Portanto, para te ajudar a encontrar as melhores oportunidades nesta quarta-feira, o TechTudo compilou, na lista abaixo, todos os códigos da varejista divulgados especialmente para a data dupla. Assim, você poderá adquirir eletrônicos, eletrodomésticos e acessórios mais em conta. 📱 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias Hoje é um bom dia para comprar itens com desconto no Mercado Livre Laura Storino/TechTudo 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp 🚨 Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da Internet para você Initial plugin text * Para voltar é necessário remover o CTA selecionado. 🔎 Melhor air fryer testada pelo TechTudo para comprar no 9.9 📝 Como saber se o site é confiável ou golpe? Veja no Fórum TechTudo Melhores cupons para usar no 9.9 do Mercado Livre CORREPROMELI — 25% de desconto no site em compras a partir de R$ 29, limitado a R$ 30. CLIENTEVIP — 20% de desconto no site em compras a partir de R$ 79, limitado a R$ 60. VOLTEMELI — 15% de desconto no site em compras a partir de R$ 199, limitado a R$ 150. MEUSDESCONTOS — 20% de desconto em compras a partir de R$ 49, limitado a R$ 60. Válido para esta seção do site, focada em roupas. CORREQUEACABA — 25% de desconto em compras a partir de R$ 79, limitado a R$ 60. Válido para esta seção do site, focada em itens de casa. QUEROOFF — 12% de desconto em compras a partir de R$ 149, limitado a R$ 300. Válido para esta seção do site, focada em eletrônicos e eletrodomésticos. OMELHORDOML — 8% de desconto em compras a partir de R$ 150, limitado a R$ 300. Válido para esta seção do site, focada em eletrônicos e eletrodomésticos. ACHEINOMELI — 15% de desconto em compras a partir de R$ 50, limitado a R$ 200. Válido para esta seção do site, focada em eletrônicos e eletrodomésticos. VALEMELI — 25% de desconto em compras a partir de R$ 19, limitado a R$ 150. Válido para itens de construção. OFERTACERTA — 20% de desconto em compras a partir de R$ 79, limitado a R$ 60. Válido para itens automotivos. Vale frisar que os cupons de desconto do Mercado Livre podem estar sujeitos à uma data limite ou até que as unidades acabem. Outro ponto importante de ser ressaltado é que o frete (caso haja) não é considerado para que o alcance do valor mínimo do cupom seja ativado. Como aplicar cupom de desconto no Mercado Livre – Tutorial Selecione o produto que deseja comprar; Clique em "Comprar agora"; Defina o endereço de entrega; Na tela de pagamento, vá até "Inserir código do cupom"; Digite o nome do cupom e clique em "Adicionar cupom"; Você voltará para a tela do pagamento com o valor atualizado; Agora é só selecionar o método de pagamento e concluir a compra. Exemplo de cupom sendo aplicado no Mercado Livre Reprodução/Mercado Livre Com informações de Mercado Livre Mais do TechTudo 🎥 Confira também: assista ao vídeo abaixo e conheça as air fryers da linha Rita Lobo Melhores Air Fryes ‘Rita Lobo’, as queridinhas do momento Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.

Melhor celular realme para comprar no 9.9: veja 3 modelos em promoção

9 de Setembro de 2026, 08:00

O 9.9 (09 de setembro) traz ótimas oportunidades para encontrar bons celulares pagando menos, e os modelos da realme aparecem entre os destaques na data de promoções. Na data, modelos da fabricante chinesa podem aparecer com ofertas com grandes descontos em lojas de e-commerce, possibilitando ao comprador adquirir um bom modelo por um preço mais baixo. Para ajudar a encontrar boas oportunidades, o TechTudo preparou uma lista com 3 aparelhos da fabricante que estão com bons descontos na Amazon e no Mercado Livre. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Os preços consultados durante a apuração da matéria variam de R$ 882, com o realme C73 na Amazon aparecendo como o mais barato da lista, e o realme 16 por R$ 2.069 no Mercado Livre aparecendo como o mais caro. Todos os valores foram verificados em setembro e podem sofrer alterações sem aviso prévio ao longo da campanha do 9.9. A seguir, confira a lista completa. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos realme 16 está entre as ofertas no 9.9. Ana Letícia Loubak/TechTudo 🔎 Celular realme é bom? Conheça 8 modelos do barato ao top Initial plugin text 📝realme Note 50 é à prova d'água? Participe da discussão no Fórum do TechTudo Melhor celular Realme para comprar no 9.9 realme C73 (128 GB) - modelo de entrada com bateria de 6.000 miliampere-hora (mAh) e tela de 120 Hz, ideal para usuários que priorizam autonomia e uso diário. realme 16X (256 GB) - seis anos de atualização do sistema operacional e bateria com tecnologia Titan, que promete durar mais tempo; realme 16 (256 GB) - espelho físico na câmera traseira para tirar fotos frontais; Como escolhemos os celulares da realme? Selecionamos 3 celulares da realme que ocupam diferentes categorias e faixas de preço, considerando aparelhos disponíveis para venda no Brasil que estão com desconto durante o 9.9. Além disso, levamos em conta os testes publicados por veículos especializados, como GSMArena, além de benchmarks como AnTuTu, a reputação da fabricante e as impressões e reviews já publicados pelo próprio TechTudo, sempre que disponíveis. Também priorizamos modelos com boa aceitação nos principais varejistas do país, casos de Amazon, Magalu, Mercado Livre e Shopee. O que um bom celular da realme deve ter? Antes de decidir qual modelo levar para casa, vale prestar atenção a alguns pontos da ficha técnica que fazem diferença no uso diário. Confira os principais: Tela: quanto maior a taxa de atualização, medida em Hertz (Hz), mais fluida é a rolagem de redes sociais e a resposta ao toque. Painéis AMOLED costumam entregar cores mais vivas e contraste superior às telas de LCD, presentes normalmente nos modelos de entrada da marca; Desempenho: a quantidade de memória RAM define quantos aplicativos o aparelho consegue manter abertos sem travar, enquanto o processador impacta diretamente a fluidez em jogos e tarefas pesadas. Os celulares intermediários da realme costumam vir com chips MediaTek Dimensity, e os mais avançados apostam em Snapdragon; Câmeras: os megapixels (MP) não garantem, sozinhos, uma boa foto. Vale observar também a presença de estabilização óptica de imagem (OIS), que ajuda a evitar tremores, e a abertura do diafragma (f/), que interfere na entrada de luz; Bateria: a marca costuma investir pesado nesse quesito, com capacidades que passam dos 6.000 mAh mesmo em modelos de entrada. Também merece atenção a potência do carregamento rápido, já que ela define quanto tempo o aparelho fica preso na tomada; Resistência e atualizações: certificações IP indicam o nível de proteção contra água e poeira, enquanto o tempo prometido de atualizações de sistema e segurança influencia diretamente a vida útil do aparelho. 1. realme C73 (128 GB) - de R$ 929 por R$ 882 O realme C73 é uma das opções mais acessíveis para aproveitar as ofertas do 9.9. Com visual mais robusto e uma bateria de 6.000 mAh, o modelo é indicado a usuários que passam bastante tempo longe da tomada e querem um celular de entrada com bastante armazenamento. O aparelho lançado em 2025 chama atenção pela construção reforçada e opções de acabamento que ajudam a fugir do visual mais básico da categoria. A tela é uma IPS LCD de 6,67 polegadas com resolução HD+ de 1.604 x 720 pixels, brilho máximo de até 725 nits e taxa de atualização de 120 Hz, proporcionando boa área de visualização para vídeos e navegação. A frequência elevada favorece uma navegação mais fluida por redes sociais, páginas e menus, enquanto o tamanho generoso do painel atende bem a quem costuma assistir a vídeos no celular. O aparelho tem cerca de 7,94 mm de espessura e pesa aproximadamente 197 gramas. O smartphone possui uma iluminação traseira pulsante personalizável, adicionando um toque de personalização muito incomum entre os celulares de entrada. Também na parte de trás, o C73 conta com câmera principal de 50 MP com recursos de inteligência artificial, enquanto a câmera frontal tem 5 MP. O conjunto é mais direcionado a registros cotidianos do que a uma experiência fotográfica avançada, mas a resolução do sensor principal permite capturar imagens em diferentes situações. Para vídeos, o aparelho oferece gravação em Full HD. No acabamento, o realme C73 aposta na construção ArmorShell e em proteção IP64 contra poeira e respingos, além de resistência estrutural a impactos. O leitor de impressão digital fica integrado ao botão lateral, oferecendo uma forma prática de desbloqueio. O sistema é o Android 15 com interface realme UI 6.0, que reúne os recursos próprios da fabricante. Alto-falante, entrada USB-C, sensores de proximidade, luz ambiente e acelerômetro completam o conjunto. O desempenho fica por conta do Unisoc T7250, processador octa-core fabricado em 12 nanômetros e com velocidade de até 1,8 GHz, acompanhado por 8 GB de RAM. A memória pode chegar a 24 GB com a expansão virtual de até 16 GB. Já os 128 GB de armazenamento interno oferecem espaço para aplicativos e arquivos, com possibilidade de expansão por cartão microSD em versões compatíveis. A autonomia é um dos pontos centrais da proposta: a bateria de 6.000 mAh foi pensada para acompanhar jornadas de até nove horas de uso contínuo, enquanto o carregamento rápido de 45 W reduz o tempo necessário na tomada. O celular utiliza conexão USB-C e traz Dual SIM, Wi-Fi de 2,4 e 5 GHz e Bluetooth 5.3, com o NFC ampliando a praticidade ao permitir pagamentos por aproximação. Atualmente, o modelo pode ser encontrado por R$ 882 na Amazon. Prós: design premium com luz pulsante personalizável; bateria de 6.000 mAh com ótima autonomia; tela LCD de 6,67 polegadas; construção reforçada com proteção IP64; NFC para pagamentos por aproximação; 128 GB de armazenamento e câmera principal de 50 MP com IA. Contras: brilho máximo da tela é limitado em ambientes muito claros; desempenho voltado para tarefas básicas e multitarefa leve; tela com resolução apenas HD+; câmera frontal de 5 MP. 2. realme 16x (256 GB) - de R$ 1.899 por R$ 1.599 Recém-chegado ao Brasil em julho de 2026, o realme 16x 5G assume o posto de modelo mais acessível da nova linha 16 Series. A proposta é clara: bateria de longa duração, conectividade 5G e recursos de inteligência artificial (IA) por um preço mais enxuto que o dos irmãos de linha. O modelo se destaca pela durabilidade e consegue acompanhar usuários nas tarefas de trabalho, estudos, entretenimento e redes sociais. O processador MediaTek Dimensity 6300, com núcleos Cortex-A76 de 2,4 GHz e Cortex-A55 de 2,0 GHz, gerencia 8 GB de RAM, e o NFC de série é um acréscimo relevante numa faixa em que ele nem sempre aparece. A bateria de 6.600 mAh usa a tecnologia Titan, que promete preservar a saúde do componente por até seis anos, segundo a realme. O carregamento rápido de 45 W é complementado por carregamento reverso com fio de 6,5 W, útil para emprestar energia a outros aparelhos. Já o sistema de resfriamento VC e otimizações do Flux Engine são úteis para entregar navegação fluida, respostas rápidas e maior estabilidade em multitarefas, vídeos e jogos. Além disso, o aparelho conta com Motion Photo, Ultra Volume de 300%, recursos inteligentes como Recorte de Imagem por IA, Smart Loop, integração com Gemini Google e Modo Externo com IA. No quesito tela, o display é LCD de 6,8 polegadas com resolução HD+ (1.570 x 720 pixels) e taxa de atualização de 144 Hz, entrega fluidez na navegação, embora a densidade de 254 ppi fique aquém de painéis Full HD. Enquanto isso, a câmera principal é de 50 MP (f/1.8) com gravação em Full HD a 30 fps, e a frontal de 5 MP é o ponto mais limitado do conjunto. O aparelho sai de fábrica com Android 16 e realme UI 7.0, e a certificação IP64, que oferece proteção apenas contra poeira e respingos. A realme está com uma campanha promocional no Mercado Livre, com descontos em dois modelos da linha 16 Series: realme 16x e realme 16. Os aparelhos estão disponíveis com descontos de até R$ 700 durante a primeira quinzena de setembro. O realme 16x, na versão de 256 GB, está com desconto de 15% no Mercado Livre, saindo de R$ 1.899 para R$ 1.599. Prós: bateria com tecnologia Titan e promessa de seis anos de vida útil; NFC de série; tela de 144 Hz; Android 16 de fábrica. Contras: painel HD+; câmera frontal de 5 MP; certificação IP64 inferior à dos irmãos de linha. 3. realme 16 (256 GB) - de R$ 2.999 por R$ 2.069 Apresentado ao mercado nacional em maio de 2026, o realme 16 5G tem construção leve e ultrafina, com design centrado em uma barra horizontal de câmeras traseiras com padrão flagship. Neste ponto, o modelo chama atenção por um recurso pouco comum: um espelho físico integrado ao módulo de câmeras traseiro, pensado para que o usuário aproveite a qualidade da lente principal nas selfies. Dessa forma, o usuário pode se visualizar diretamente ao usar a câmera traseira. Segundo as impressões do TechTudo, essa diferença é perceptível, já que a câmera principal entrega mais nitidez e menos ruído que a frontal, facilitando o ajuste de ângulos, expressões e enquadramento. Celular COM ESPELHO para SELFIES! Conheça o realme 16! realme 16 (com marca) Ana Letícia Loubak/TechTudo O sistema fotográfico é composto por sensor Sony IMX852 de 50 MP (f/1.8) na traseira e frontal de 50 MP, com gravação de até 4K a 60 fps pela câmera traseira. O conjunto traz a tecnologia LumaColor IMAGE para aprimorar profundidade, texturas e fidelidade de cores por meio de IA. Ferramentas como AI Edit Genie e AI Instant Clip tornam a edição de fotos e vídeos mais ágil diretamente no dispositivo. O processador é o MediaTek Dimensity 6400 Turbo, acompanhado de 8 GB ou 12 GB de RAM, em uma combinação que se mostrou ágil em multitarefas nos testes do 91mobiles, com temperatura subindo apenas 5,5°C em mais de uma hora de gaming. Em benchmarks, o chip fica um passo atrás de rivais como o Xiaomi Redmi Note 15 Pro (Dimensity 7400 Ultra) e o Nothing Phone 4a (Snapdragon 7s Gen 4), mas o desempenho para o uso cotidiano e para jogos em presets médios se sustenta sem grandes ressalvas, em especial devido ao sistema de refrigeração AirFlow VC de 6050 mm², que é otimizado para maior desempenho multitarefa. A tela AMOLED de 6,57 polegadas tem resolução Full HD+, 120 Hz e brilho de até 4.200 nits, com suporte a 2.160 Hz de dimming PWM para uso prolongado sem cansaço visual. A bateria de 7.000 mAh com carregamento de 60 W levou aproximadamente 71 minutos para ir de 20% a 100% nos testes do 91mobiles, e o aparelho conta com certificação IP69. Vem de fábrica com Android 15 e realme UI 7.0. Ainda na campanha promocional da realme no Mercado Livre, o realme 16, na versão de 256 GB, está com desconto de 31% na varejista, saindo de R$ 2.999 por R$ 2.069 no Pix. Prós: câmera principal supera a frontal, aproveitada pelo recurso do espelho; tela AMOLED bastante brilhante; boa autonomia de bateria. Contras: sem OIS e sem ultra wide, o que limita a versatilidade fotográfica; a câmera frontal entrega fotos mais "lavadas" em comparação à principal; desempenho mostra limitações sob carga intensa. Com informações de Amazon e Mercado Livre 🎥 Veja também: Celular COM ESPELHO para SELFIES! Conheça o realme 16! Celular COM ESPELHO para SELFIES! Conheça o realme 16! Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.

Melhor celular Xiaomi para comprar no 9.9: veja 5 modelos imperdíveis

9 de Setembro de 2026, 07:00

As promoções de datas duplas, como 9.9, são uma ótima oportunidade para comprar um celular novo com um baita desconto. Neste dia, os smartphones da Xiaomi podem aparecer com ofertas imperdíveis nos modelos das linhas Redmi, POCO e Xiaomi, com preços muito abaixo em lojas como Shopee, Amazon, Magazine Luiza e Mercado Livre. Para te ajudar a escolher o melhor celular para você, o TechTudo preparou uma lista com seis modelos que valem a pena ficar de olho durante a campanha. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp A seleção traz desde celulares básicos com um excelente custo-benefício até modelos top de linha. Os preços consultados durante a apuração da matéria variam de R$ 1.070, com o POCO C85 (256 GB) na Amazon como a opção mais barata da lista, até R$ 3.472, com Xiaomi 17T 5G (512 GB) na Shopee, ocupando o posto de modelo mais avançado. Os valores foram verificados em setembro e podem sofrer alterações sem aviso prévio ao longo do 9.9. A seguir, confira a lista completa. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Xiaomi 17T pode ficar com descontos interessantes no 9.9.; confira Ana Letícia Loubak/TechTudo 🔎Xiaomi lança POCO F9 Pro e Ultra com desempenho de alto nível; confira Initial plugin text 📝Redmi ou POCO? Qual modelo da Xiaomi comprar? Opine no Fórum TechTudo Melhor celular Xiaomi para comprar no 9.9 POCO C85 (256 GB) — melhor custo-benefício entre os modelos de entrada; Xiaomi Redmi Note 15 (256 GB) — melhor equilíbrio entre tela AMOLED, bateria e armazenamento; Redmi Note 14 Pro+ (256 GB) — melhor câmera de 200 megapixels (MP) na faixa dos R$ 2 mil; POCO X7 Pro 5G (256 GB) — melhor celular da lista para jogos e alto desempenho; Xiaomi 17T 5G (512 GB) — melhor topo de linha para fotografia e recursos premium. Como escolhemos os celulares da Xiaomi? Nem sempre o celular mais caro é a melhor compra, já que cada um oferece uma proposta diferente. Por isso, a lista reúne os modelos da Xiaomi lançados entre 2025 e 2026 que oferecem o melhor equilíbrio entre preço, desempenho e recursos, contemplando diferentes perfis de usuário. Além dos menores preços encontrados nos principais marketplaces brasileiros, a escolha considerou critérios como qualidade da tela, potência do processador, câmeras, bateria, velocidade de carregamento, resistência e tempo de suporte da empresa. As análises também têm como base os testes e reviews realizados pelo TechTudo. O que um bom celular da Xiaomi deve ter? A Xiaomi ficou conhecida por oferecer fichas técnicas de alto nível em praticamente todas as faixas de preço, mas alguns recursos fazem mais diferença do que outros na hora da compra. Para escolher um modelo que continue valendo a pena por vários anos, vale prestar atenção nestes pontos: Tela AMOLED de 120 Hz: os melhores modelos da Xiaomi apostam em painéis AMOLED com alta taxa de atualização, garantindo cores vibrantes, ótimo brilho e uma navegação fluida em vídeos e jogos. Processador de nova geração: chips como Snapdragon 8 Elite, Snapdragon 8s Gen 4 e MediaTek Dimensity 8400 Ultra entregam excelente desempenho para edição de fotos e games pesados, sem consumir tanta bateria. 256 GB de armazenamento ou mais: essa capacidade é ideal para a maioria dos usuários, principalmente para quem grava muitos vídeos ou instala muitos aplicativos. Modelos com 12 GB de RAM também oferecem uma experiência mais consistente. Bateria grande e carregamento rápido: baterias de 5.000 a 6.000 miliampere-hora (mAh) costumam suportar um dia inteiro de uso intenso. Já carregamentos entre 67 W e 120 W reduzem bastante o tempo necessário para recarregar o aparelho. Câmeras com estabilização óptica: mais importante do que megapixels (MP) é contar com um sensor principal de qualidade, estabilização óptica de imagem (OIS) para fotos mais nítidas e lentes ultrawide ou teleobjetiva, que ampliam a versatilidade para fotografar em diferentes cenários. Atualizações de software: os celulares mais recentes da Xiaomi recebem vários anos de atualizações do Android e de segurança. Quanto maior esse período, maior tende a ser a vida útil do aparelho. 1. Xiaomi POCO C85 (256 GB) - a partir de R$ 1.070 Quem procura um celular barato para aproveitar as promoções do 9.9 encontra no POCO C85 uma das opções mais interessantes da Xiaomi. O aparelho vem de fábrica com Android 15, interface HyperOS 2 e ainda oferece NFC para pagamentos por aproximação, algo que nem sempre está presente nessa faixa de preço. Após analisar o celular, Jorge Lucas Bernardes destacou na análise de ficha técnica para o TechTudo que a tela é um dos grandes diferenciais do modelo dentro da categoria de entrada. O smartphone traz um painel IPS LCD de 6,9 polegadas com resolução HD+, taxa de atualização adaptável de 120 Hz e brilho de até 810 nits, combinação que garante boa fluidez para vídeos, redes sociais e jogos casuais. O design minimalista e a certificação IP64 contra poeira e respingos completam o pacote. A bateria de 6.000 mAh é outro ponto forte do aparelho e promete autonomia para mais de um dia de uso intenso, chegando a até dois dias em atividades moderadas. O carregamento rápido de 33 W recupera metade da carga em aproximadamente meia hora, e o carregamento reverso de 10 W permite usar o celular como fonte de energia para outros dispositivos. Já nas câmeras, o sensor principal de 50 MP utiliza foco automático PDAF para registrar fotos mais nítidas, enquanto a câmera frontal de 8 MP recebe recursos como HDR e iluminação suave para selfies. No desempenho, o aparelho aposta no processador MediaTek Helio G81-Ultra, acompanhado de 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento interno. O conjunto é suficiente para tarefas cotidianas e jogos leves, enquanto a expansão de memória virtual e o suporte a cartão microSD de até 1 TB aumentam sua versatilidade. O POCO C85 é uma das melhores escolhas da Xiaomi para quem deseja muito armazenamento gastando pouco, já que pode ser encontrado por R$ 1.070 na Amazon. Prós: tela IPS LCD de 6,9" com taxa de atualização de 120 Hz; bateria de 6.000 mAh com ótima autonomia; 256 GB de armazenamento e expansão via microSD; certificação IP64 contra poeira e respingos; NFC e carregamento reverso de 10 W. Contras: resolução HD+ abaixo de concorrentes Full HD; processador voltado para uso básico e jogos leves; grava vídeos apenas em Full HD a 30 FPS. 2. Xiaomi Redmi Note 15 (256 GB) - a partir de R$ 1.385 Lançado em 2025, o Xiaomi Redmi Note 15 é uma das opções mais equilibradas da Xiaomi para quem deseja um intermediário completo sem ultrapassar a faixa dos R$ 1.500. O destaque do dispositivo fica por conta da tela AMOLED de 6,77 polegadas, que entrega resolução Full HD+ e uma taxa de atualização de 120 Hz, além de impressionantes 3.200 nits de brilho máximo. Isso dá ao aparelho excelente visibilidade, mesmo sob a luz do sol, e uma experiência muito mais agradável para assistir a vídeos ou navegar pelas redes sociais. O painel ainda conta com certificações voltadas à proteção ocular, enquanto a construção traz resistência IP64 e um corpo fino de apenas 7,94 mm. Redmi Note 15 Pro com capa (com marca) Julia Rabaça/TechTudo No desempenho, o Redmi Note 15 utiliza o processador MediaTek Helio G100-Ultra, acompanhado de 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, com possibilidade de expansão via microSD. Embora ainda não seja um celular voltado para jogos pesados, ele entrega boa fluidez em multitarefas e apps do dia a dia. Já nas câmeras, o sensor principal de 108 MP é o grande diferencial, registrando fotos bem detalhadas, enquanto a câmera frontal de 20 MP garante selfies com boa definição. Outro ponto forte é a bateria de 6.000 mAh, capaz de alcançar até dois dias de uso moderado, segundo a fabricante. O aparelho oferece carregamento rápido de 33 W, carregamento reverso de 18 W e alto-falantes estéreo com Dolby Atmos, completando um pacote bastante competente para a faixa de preço. Hoje, o modelo já aparece por cerca de R$ 1.385 na Amazon, bem abaixo do preço de lançamento. Prós: tela AMOLED Full HD+ de 120 Hz com brilho de até 3.200 nits; câmera principal de 108 MP com fotos bastante detalhadas; bateria de 6.000 mAh com carregamento rápido de 33 W; 256 GB de armazenamento e expansão via microSD; até quatro atualizações do Android e seis anos de segurança. Contras: não possui conectividade 5G; processador intermediário abaixo de rivais mais potentes; grava vídeos apenas em Full HD a 30 fps. 3. Redmi Note 14 Pro+ (256 GB) - a partir de R$ 1.999 Se a ideia é investir um pouco mais para levar um intermediário melhor, o Redmi Note 14 Pro+ é uma das compras mais completas da Xiaomi no 9.9. Lançado no Brasil em fevereiro de 2025, o aparelho apresenta uma tela de altíssima qualidade, um processador Snapdragon, uma câmera de 200 MP e um dos carregamentos mais rápidos do mercado. Redmi Note 14 Pro+ Ana Letícia Loubak/TechTudo Para o modelo, a Xiaomi adotou moldura de alumínio, além de colocar uma tela curva AMOLED CrystalRes de 6,67 polegadas, com resolução 1,5K, taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, que garante excelente visibilidade até sob sol forte. Outro diferencial importante é a certificação IP68, somada às proteções Gorilla Glass Victus 2 na tela e Gorilla Glass 7i na traseira, tornando o celular muito mais resistente contra quedas e água. Quando o assunto é desempenho, o Redmi Note 14 Pro+ não deixa a desejar, já que o Snapdragon 7s Gen 3, acompanhado de 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, dão conta de rodar praticamente tudo. Nos testes realizados por Ana Letícia Loubak, do TechTudo, o aparelho entregou uma experiência bem fluida, sem travamentos, mesmo com vários aplicativos abertos. A bateria de 5.110 mAh completa um pacote difícil de superar nessa faixa de preço, ainda mais com carregador de 120 W, que vai de 0% a 100% em aproximadamente 38 minutos, segundo a review. O Redmi Note 14 Pro+ é um ótimo celular, com tela de alta qualidade, construção resistente, desempenho eficaz e bateria duradoura com carregamento ultrarrápido. Nas câmeras, entretanto, acredito que a Xiaomi poderia ter repetido as escolhas da versão indiana, que troca a câmera principal de 200 MP por uma de 50 MP, mas, no lugar da macro de 2 MP, traz uma telefoto de 50 MP com zoom óptico de 2,5x. Já o conjunto de câmeras é liderado por uma lente principal de 200 MP com estabilização óptica (OIS), capaz de produzir imagens muito detalhadas e gravar vídeos em até 4K. Enquanto isso, a câmera frontal de 20 MP mantém uma boa qualidade para selfies e videochamadas. Para quem busca um intermediário que chega perto de um topo de linha, o Redmi Note 14 Pro+ pode ser encontrado por cerca de R$ 1.999 na Amazon, valor muito inferior ao cobrado em seu lançamento. Prós: tela AMOLED CrystalRes de 1,5K de 120 Hz com brilho de até 3.000 nits; câmera principal de 200 MP com estabilização óptica; processador Snapdragon 7s Gen 3 com ótimo desempenho; certificação IP68 e proteção Gorilla Glass Victus 2; carregamento ultrarrápido de 120 W com carga completa em cerca de 38 minutos. Contras: não possui entrada para cartão microSD; câmera macro de 2 MP pouco útil; zoom durante gravações perde bastante qualidade. 4. Poco X7 Pro (256GB) - a partir de R$ 2.289 Outra opção da Xiaomi que traz um desempenho próximo ao de um topo de linha sem custar uma fortuna é o POCO X7 Pro, que é uma das opções mais fortes da empresa chinesa. Além do suporte ao 5G, ele chega com Android 15 com HyperOS 2, uma bateria generosa e um processador que rivaliza com aparelhos bem mais caros. O Poco X7 Pro possui proteção IP68 contra água e poeira Reprodução/Xiaomi Após revisar o aparelho, Jorge Lucas Bernardes publicou uma análise no TechTudo, destacando que o POCO X7 Pro entrega uma experiência visual digna de modelos muito mais caros. O smartphone aposta em uma tela AMOLED de 6,67 polegadas com resolução 1,5K, além da clássica taxa de atualização de 120 Hz, do brilho de até 3.200 nits e do suporte às tecnologias HDR10+ e Dolby Vision. Esse combo garante uma excelente reprodução de cores e um contraste intenso, além de uma ótima legibilidade em ambientes externos. O principal diferencial do modelo está no desempenho, já que o POCO X7 Pro ultrapassa 1,86 milhão de pontos no AnTuTu, ficando acima de diversos intermediários de luxo e até de alguns modelos da linha Galaxy S24 em tarefas gráficas. No dia a dia, a combinação do MediaTek Dimensity 8400-Ultra com 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento garante eficiência em todos os tipos de tarefas. Já a câmera principal de 50 MP com estabilização óptica produz fotos de alta qualidade, embora a lente ultrawide e a câmera frontal sejam mais modestas. Enquanto isso, a bateria de 6.000 mAh oferece autonomia para um dia inteiro de uso intenso e pode chegar a mais de 16 horas de reprodução contínua de vídeo nos testes. O carregamento rápido de 90 W completa praticamente toda a carga em cerca de 44 minutos, tornando o aparelho uma excelente escolha para gamers e usuários que priorizam potência acima de tudo. Lançado em janeiro de 2025, o modelo chegou ao mercado por R$ 3.499, mas já pode ser encontrado por cerca de R$ 2.289 na Shopee. Prós: tela AMOLED 1,5K de 120 Hz com Dolby Vision e HDR10+; processador Dimensity 8400-Ultra com desempenho de nível topo de linha; bateria de 6.000 mAh com carregamento rápido de 90 W; câmera principal de 50 MP com estabilização óptica; conectividade 5G e 256 GB de armazenamento. Contras: câmera frontal entrega selfies abaixo da média; lente ultrawide apenas satisfatória; HyperOS vem com aplicativos pré-instalados e anúncios no sistema. 5. Xiaomi 17T 5G (512 GB) - a partir de R$ 3.472 Fechando a lista, o Xiaomi 17T é a melhor escolha para quem procura um celular de primeira linha focado em fotografia. Além do Android 16 com HyperOS 3, o smartphone vem com 5G, Wi-Fi 6E e um longo período de atualizações, tornando-se uma das opções mais completas da marca. Traseira do Xiaomi 17T (com marca) Ana Loubak/TechTudo Após testar o Xiaomi 17T por um mês, Julia Rabaça publicou uma análise no TechTudo destacando que o modelo impressiona pela qualidade da construção e pela experiência multimídia. O smartphone chega com certificação IP68 em um corpo compacto, enquanto a tela AMOLED de 6,59 polegadas reúne resolução 1,5K, taxa de atualização de 120 Hz e brilho máximo de 3.500 nits. Essa configuração garante um excelente contraste, cores vibrantes e uma ótima visibilidade, mesmo sob luz intensa. O Xiaomi 17T é um ótimo celular, especialmente para fotografia, mas perde pontos devido ao desempenho e ao preço sugerido, o que coloca concorrentes, ainda que ligeiramente mais caros, como opções mais competitivas. Apesar de toda essa boa composição, as câmeras criadas com a Leica são o diferencial do aparelho. Ele vem com um sensor principal de 50 MP, uma lente telefoto periscópica de 50 MP com zoom óptico de até 10x e uma ultrawide de 12 MP. Nos testes do TechTudo, a qualidade das fotos impressionou pela nitidez, pela fidelidade de cores e pela excelente estabilização óptica, em especial imagens com zoom. Já a câmera frontal de 32 MP ficou abaixo do restante do conjunto e apresentou selfies com exposição e cores menos consistentes. A bateria de 6.500 mAh completa a ficha técnica com chave de ouro, entregando autonomia para cerca de um dia e meio de uso moderado e carregamento rápido de 67 W com o carregador incluso. Apesar disso, o TechTudo observou travamentos pontuais em aplicativos como Instagram e TikTok durante os testes, indicando que a otimização do software ainda pode evoluir. Em suma, para quem valoriza ótimas fotos, um grande espaço de armazenamento e uma tela linda, o Xiaomi 17T é a melhor opção da lista. Lançado no Brasil em junho de 2026, o modelo chegou ao mercado por R$ 8.699, mas já pode ser encontrado por cerca de R$ 3.472 na Shopee, na versão com 512 GB de armazenamento. Prós: câmeras Leica com lente telefoto de 50 MP e zoom óptico de até 10x; tela AMOLED 1,5K de 120 Hz com brilho de até 3.500 nits; 512 GB de armazenamento e 12 GB de RAM; bateria de 6.500 mAh com carregamento rápido de 67 W; certificação IP68, Wi-Fi 6E e Android 16. Contras: desempenho apresentou travamentos pontuais em redes sociais; câmera frontal inferior ao conjunto traseiro; autonomia poderia ser melhor considerando a capacidade da bateria. Com informações de Amazon, Casas Bahia, Magazine Luiza, Mercado Livre, Shopee e TechTudo. Mais do TechTudo 🎥 Veja também: 5 melhores CELULARES DA XIAOMI para NÃO PERDER DINHEIRO! 5 melhores CELULARES DA XIAOMI para NÃO PERDER DINHEIRO! Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.

7 videogames testados pelo TechTudo que podem entrar em oferta no 9.9

9 de Setembro de 2026, 06:00

O 9.9, realizado em 9 de setembro, é uma das datas de compras que movimentam marketplaces como Amazon, Shopee, Magalu e Mercado Livre, com cupons e descontos por tempo limitado, capazes de diminuir expressivamente o preço de diversos produtos. Pensando nisso, selecionamos sete videogames já testados pelo TechTudo que podem se tornar opções ainda mais interessantes durante a campanha. A lista reúne desde consoles retrô baratos até aparelhos de nova geração e portáteis de alto desempenho. 🚨 Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Nesta seleção, os preços vão de R$ 176 no Boyhom R36S, modelo portátil de entrada vendido na Shopee para quem busca uma opção nostálgica, e chegam a R$ 8.164, também na Shopee, com ROG Ally X, console portátil destinado ao alto desempenho e jogos mais atuais que requerem grande poder de processamento. A seguir, confira a lista completa, lembrando que os preços citados na matéria foram verificados em setembro de 2026 e podem sofrer alterações sem aviso prévio. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Nintendo Switch 2 está entre os consoles que podem chegar com boas promoções no 9.9. Mariana Saguias/TechTudo 🔎 Melhor videogame custo-benefício: 5 plataformas que valem a pena em 2026 Initial plugin text 📝Quais são os game sticks disponíveis no mercado? Confira no Fórum do TechTudo 7 videogames testados pelo TechTudo que podem entrar em oferta no 9.9: Boyhom R36S — opção barata para jogos retrô; Nintendo Switch Lite — melhor portátil para jogos da Nintendo; PS4 Fat — alternativa econômica para jogos de PlayStation; Nintendo Switch 2 — melhor portátil híbrido da Nintendo; PS5 Slim Disk — indicado para quem quer jogar a nova geração da Sony; Xbox Series X — melhor para desempenho e Game Pass; ROG Ally X — portátil ideal para quem busca experiência de PC. Como escolhemos os melhores videogames? Para a seleção, levamos em conta a reputação das fabricantes e a experiência de compra nos marketplaces como Shopee, Amazon, Magalu e Mercado Livre. Como o 9.9 pode provocar mudanças rápidas nos preços, os valores apresentados servem como referência para identificar quais modelos merecem ser monitorados durante a campanha, visando o maior desconto possível. Outro ponto fundamental foram os próprios testes do TechTudo. Em vez de olhar apenas para especificações como processador, memória ou armazenamento, usamos as impressões práticas registradas nos reviews de nossos colaboradores, identificando para quem cada console faz mais sentido. O Xbox Series X, por exemplo, recebeu avaliações máximas em design, desempenho, recursos e custo-benefício no teste do TechTudo, com destaque para a possibilidade de jogar em 4K e até 120 fps. O que observar antes de comprar um videogame? Antes de aproveitar uma possível promoção de 9.9, é importante avaliar mais do que simplesmente o desconto anunciado. Alguns consoles da lista são usados ou seminovos, enquanto outros são produtos atuais e lacrados, o que muda bastante a relação entre preço, garantia e desempenho. Tipo de console: escolha entre portátil, videogame de mesa ou modelo híbrido, de acordo com sua rotina. Desempenho: processador, GPU e memória determinam quais jogos podem ser executados e em qual qualidade. Biblioteca de jogos: confira se os títulos que você pretende jogar estão disponíveis na plataforma. Armazenamento: consoles atuais podem exigir bastante espaço, especialmente com jogos digitais. Tela e resolução: em portáteis, tamanho, resolução e taxa de atualização influenciam diretamente a experiência. Portabilidade: peso, bateria e ergonomia são importantes para quem pretende jogar fora de casa. Leitor de discos: no caso de PS5 e outros consoles com diferentes versões, verifique se o modelo possui mídia física. Estado do produto: em anúncios de PS4, por exemplo, é importante conferir se o aparelho é novo, usado ou seminovo. Garantia e vendedor: dê preferência a anúncios com nota fiscal, garantia e vendedores bem avaliados. Preço final: compare o valor com e sem cupom e observe possíveis custos de frete. Qual é o melhor videogame? Não existe um único console que seja o melhor para todos os jogadores. A escolha depende principalmente do tipo de experiência procurada e de quanto a pessoa pretende gastar. Quem quer gastar pouco para jogar clássicos, por exemplo, encontra no R36S uma alternativa muito mais acessível que os consoles tradicionais. Para quem busca jogos da Nintendo em formato portátil, o Nintendo Switch Lite é uma opção interessante, enquanto o Nintendo Switch 2 atende melhor quem quer uma experiência mais moderna e também pode jogar na TV. O PS4 continua fazendo sentido para quem deseja uma grande biblioteca de jogos por um preço mais baixo. Já o PS5 Slim e o Xbox Series X são mais indicados para quem busca desempenho de nova geração em uma televisão. O portátil ROG Xbox Ally X, por sua vez, mira um público disposto a pagar mais para levar uma experiência próxima à de um PC gamer para qualquer lugar. 1. Boyhom R36S — a partir de R$ 176 O Boyhom R36S é o modelo mais barato da seleção e tem como principal público quem quer um portátil simples para revisitar jogos clássicos. O aparelho utiliza uma tela IPS de 3,5 polegadas e sistema baseado em Linux, além de armazenamento de 64 GB e suporte a uma grande quantidade de jogos retrô pré-instalados. Boyhom R36S é uma ótima pedida para quem quer ter uma experiência portátil com jogos clássicos Luccas Melo/TechTudo Na prática, ele faz mais sentido como uma máquina dedicada à emulação do que como concorrente de aparelhos modernos como Nintendo Switch ou Rog Ally X. O baixo preço também reduz bastante a barreira de entrada para quem quer experimentar um videogame portátil sem investir milhares de reais. Luccas Melo foi responsável por avaliar o R36S e destaca que o console é um portátil de entrada, cujo foco é entregar uma experiência de jogos retrô por um preço muito inferior ao de consoles tradicionais. Assim, o R36S se destaca justamente para quem quer simplicidade e nostalgia, sendo uma compra mais indicada para emulação e sessões rápidas, e não para quem procura potência ou recursos modernos. O Boyhom R36S cumpre bem a proposta de oferecer bom custo-benefício para fãs de jogos antigos, reunindo suporte a diversos sistemas, desempenho satisfatório na maior parte deles e uma experiência simples de usar. Na Shopee, o R36S parte de R$ 176, valor que pode ficar ainda mais interessante caso haja descontos adicionais na campanha do 9.9. Na varejista, o produto recebeu 4,8 de 5,0 estrelas em mais de 15 mil avaliações, nas quais os compradores elogiam o custo-benefício, a quantidade de jogos e a praticidade; por outro lado, a qualidade variável dos cartões de memória e a existência de unidades não originais exigem atenção antes da compra. Prós: preço muito baixo; formato compacto e portátil; grande biblioteca de jogos retrô. Contras: hardware limitado para jogos modernos; foco exclusivo em emulação; tela pequena para sessões prolongadas. 2. Nintendo Switch Lite — a partir de R$ 1.421 O Nintendo Switch Lite é a opção para quem quer entrar no ecossistema da Nintendo gastando menos e não faz questão de conectar o videogame à televisão. O modelo tem tela de 5,5 polegadas, controles integrados e construção mais compacta que a do Switch tradicional. Essa proposta faz dele um console bastante conveniente para transportar na mochila e jogar durante deslocamentos, viagens ou momentos de descanso. Nintendo Switch Lite foi feito para quem quer levar os jogos da Nintendo com facilidade para qualquer lugar Divulgação/Nintendo Além disso, o catálogo da Nintendo é o principal atrativo, com acesso a franquias como Mario, The Legend of Zelda e Pokémon, além de outros títulos disponíveis para o Nintendo Switch. Para quem joga predominantemente sozinho e quer um aparelho dedicado ao modo portátil, o Lite continua sendo uma alternativa interessante. O review do TechTudo, produzido pelo jornalista Felipe Vinha, é importante neste caso porque mostra que o Nintendo Switch Lite não é apenas um Nintendo Switch tradicional menor, mas um produto pensado para um público diferente. Na análise, o console recebeu nota 8 e foi destacado que o tamanho reduzido deixa o aparelho mais leve e favorece a ergonomia, inclusive para mãos maiores, enquanto o D-pad físico oferece uma experiência interessante em jogos que dependem de direcionais, como títulos de luta. Por outro lado, o review chama atenção para as perdas provocadas pela redução do aparelho. Os Joy-Con são integrados, o console não pode ser usado na TV e o multiplayer local fica limitado, já que é necessário comprar controles adicionais para jogar com outras pessoas. Felipe Vinha resume a proposta como uma troca: o Switch Lite ganha em portabilidade e ergonomia, mas perde em possibilidades de jogabilidade. O console ganha boa ergonomia em um design menor e mais leve, com algumas mudanças nos botões que também ajudam. No entanto, características importantes do produto, como o multiplayer local e a possibilidade de usar os controles separadamente se perdem. O modelo parte de R$ 1.421 no Mercado Livre, de maneira que os compradores avaliam com 4,9 estrelas, sendo amplamente elogiado pela excelente qualidade, leveza e bom poder de processamento. No entanto, o ponto negativo fica por conta da bateria, que pode não apresentar grande autonomia, a depender do título e do uso de cada jogador. Prós: acesso a uma grande biblioteca de jogos do Nintendo Switch; compacto e leve; boa avaliação dos compradores; mais barato que outros modelos da família Switch. Contras: controles não são removíveis; não pode ser conectado à TV; armazenamento interno de apenas 32 GB; jogos da Nintendo podem ter preço elevado. 3. PS4 Fat — a partir de R$ 1.538 Mesmo sendo uma geração antiga, o PS4 ainda pode fazer sentido para quem quer acesso a uma biblioteca extensa sem pagar o preço de um console atual. Jogos como God of War, Marvel's Spider-Man, The Last of Us 2, Ghost of Tsushima e diversos títulos multiplataforma fazem do aparelho uma alternativa interessante para quem perdeu a geração passada. O review do TechTudo, feito por Diego Borges, destaca a qualidade visual dos jogos e o desempenho do aparelho, mostrando que títulos como Battlefield 4 conseguem entregar gráficos de alta qualidade e multiplayer para até 64 jogadores, chegando a 60 fps sem quedas. O console recebeu nota 9 em design, funcionalidades e desempenho. O hardware envelheceu, mas a base técnica e a biblioteca de jogos continuam sendo seus principais argumentos. No teste do TechTudo, o aparelho foi elogiado por seu desempenho, visual e conjunto de funcionalidades, mas o custo-benefício já era um ponto menos favorável mesmo na época da análise. Em 2026, isso torna o preço ainda mais determinante: uma promoção agressiva pode transformar o PS4 em uma boa porta de entrada para a biblioteca da Sony, enquanto valores próximos aos de consoles mais novos reduzem sua vantagem. Apesar de tantas funcionalidades, o principal propósito de se adquirir um PlayStation 4 ainda é a qualidade de seus jogos. E nesse quesito, não há muito o que reclamar. No caso da compra do PS4 Fat, é importante analisar o estado da unidade anunciada, já que boa parte das ofertas atuais é de aparelhos usados ou seminovos. Sendo assim, o console pode ser uma escolha econômica para quem prioriza quantidade de jogos em vez de desempenho de nova geração. Vendido a partir de R$ 1.538 na Shopee em unidade nova, o PS4 Fat é avaliado com 4,2 estrelas na varejista. Prós: biblioteca enorme de jogos; boa qualidade gráfica para a geração; desempenho sólido; grande oferta de jogos e acessórios usados; pode ser encontrado por preços relativamente baixos. Contras: hardware antigo; muitas ofertas são de aparelhos usados; é preciso verificar o estado do HD e do controle; é necessário ter cuidado com possíveis golpes. 4. Nintendo Switch 2 — a partir de R$ 3.528 O Nintendo Switch 2 é voltado para quem quer a experiência híbrida da Nintendo com hardware mais moderno. Diferentemente do Switch Lite, o aparelho pode ser usado tanto como portátil quanto conectado à televisão, oferecendo uma proposta mais versátil para quem alterna entre jogar sozinho e compartilhar partidas em casa. Nintendo Switch 2 inova ao trazer novo hardware e mais funcionalidades Mariana Saguias/TechTudo A tela de 7,9 polegadas tem resolução de até 1080p, taxa de atualização de 120 Hz e suporte a HDR, enquanto o armazenamento interno chega a 256 GB. O novo hardware também abre espaço para experiências mais exigentes e recursos que não estão disponíveis no Nintendo Switch original. Daniel Trefilio, em seu artigo de review para o TechTudo, apresenta o Switch 2 como um salto claro de desempenho em relação ao original, embora a análise ressalte que o catálogo inicial não explorava o potencial do novo hardware. O console mantém a característica híbrida que tornou o antecessor popular, mas adiciona uma tela maior e melhorias de desempenho que tornam a experiência mais preparada para jogos atuais. Sobretudo, a análise chama atenção para o fato de que títulos antigos podem apresentar melhorias de desempenho no novo aparelho, enquanto jogos de terceiros ajudam a demonstrar melhor a capacidade do hardware. O Nintendo Switch 2 traz melhorias perceptíveis em relação ao hardware do console de 2017, mas catálogo de lançamento restrito explora bem pouco do potencial projetado, servindo mais como uma forma de jogar games antigos em uma tela maior e com experiência mais estável. O Nintendo Switch 2 é vendido pelo valor de R$ 3.528 na Shopee, recebendo 5 estrelas na avaliação dos consumidores. A fluidez do console e a evolução de desempenho em relação ao original são os principais elogios. Até o momento, não há críticas em relação ao console na varejista. Prós: resolução Full HD no modo portátil; 256 GB de armazenamento; pode ser usado na TV ou como portátil. Contras: preço elevado; jogos continuam caros; autonomia varia conforme o título; usuários relatam que o console esquenta quando está conectado ao dock. 5. PS5 Slim Disk — a partir de R$ 4.599 O PS5 Slim com leitor de discos é uma opção indicada para quem quer entrar na atual geração da Sony sem abrir mão da possibilidade de comprar jogos físicos. Nesta seleção, o modelo aparece em um pacote que inclui ASTRO BOT e Gran Turismo 7, dois títulos que ajudam a aproveitar diferentes características do console. O aparelho também traz SSD de 1 TB, oferecendo espaço razoável para uma biblioteca de jogos digitais e físicos. Por ser uma versão mais compacta do PS5 original, pode ser interessante para quem procura um console potente, mas prefere um design menos volumoso. Embora o TechTudo tenha testado o PS5 original com leitor de discos, e não a versão Slim, a análise de Marlon Câmera serve como uma referência importante para entender a experiência oferecida pela geração atual da Sony. No review, o console foi elogiado pela velocidade de resposta do sistema e pelos carregamentos muito mais rápidos proporcionados pelo SSD, além do desempenho elevado nos jogos. Seu controle DualSense também recebeu destaque por sua resposta háptica e pelos gatilhos adaptáveis, recursos que ampliam a sensação de imersão durante as partidas. O videogame da Sony chega com um desempenho de alto nível, visual moderno e muitas melhoras em relação ao PS4. Tem tudo para acompanhar muito bem as novas tendências e inovações do mercado. O pacote pode ser encontrado a partir de R$ 4.599 no Magalu. A combinação com dois jogos é um diferencial para quem ainda não possui títulos de PS5, embora o preço continue sendo elevado para quem procura apenas o aparelho. Com 5 estrelas de pontuação, as poucas avaliações de compradores da varejista apresentam elogios à qualidade gráfica, rapidez e silêncio do aparelho. Até o momento de publicação da matéria, não há críticas ao modelo. Prós: SSD de 1 TB com carregamentos rápidos; leitor de discos; acompanha ASTRO BOT e Gran Turismo 7. Contras: preço elevado; 1 TB pode ficar limitado para bibliotecas muito grandes. 6. Xbox Series X — a partir de R$ 5.496 O Xbox Series X continua sendo uma das principais alternativas para quem prioriza desempenho, resolução e versatilidade, mas não quer investir em um PS5. O aparelho é voltado para jogadores que querem aproveitar games mais exigentes em 4K, taxas de atualização elevadas e recursos como Quick Resume. Outro ponto importante é o ecossistema da Microsoft, que reúne Xbox Game Pass, retrocompatibilidade e jogos disponíveis em diferentes plataformas. Por isso, é uma escolha interessante para quem pretende montar uma biblioteca grande sem depender da compra individual de cada título. Xbox Series X é a versão mais recente do console da Microsoft Mariana Saguias/TechTudo Em sua análise para o TechTudo, Murilo Molina elogiou bastante o Xbox Series X, principalmente em relação ao desempenho. O review deu nota máxima para Design, Desempenho e Recursos, além de destacar a potência do console para entregar jogos com resolução 4K e suporte a até 120 fps em títulos compatíveis. A análise também apontou o Game Pass como um dos grandes trunfos do aparelho, ampliando o acesso a uma biblioteca extensa de jogos. A retrocompatibilidade com Xbox, Xbox 360 e Xbox One também foi destacada como um recurso importante para quem deseja aproveitar títulos de diferentes gerações. No conjunto, a avaliação tratou o Series X como um console potente, versátil e preparado para experiências de alto nível. O Xbox Series X traz exterior agradável e interior robusto, que garante um desempenho impressionante, além de suporte a alguns recursos visuais que fazem total diferença, como Ray-Tracing e vídeos em 4K. O modelo de 1 TB aparece a partir de R$ 5.496 na Shopee. Na plataforma, a versão do Xbox Series X recebeu todas as 5 estrelas de avaliação dos usuários e recebeu constantes elogios pelo excelente desempenho, velocidade e construção do aparelho. Até o momento de publicação desta matéria, no entanto, não há críticas negativas sobre o produto na varejista. Prós: alto desempenho em jogos; suporte a 4K e até 120 fps em títulos compatíveis; SSD de 1 TB; retrocompatibilidade com gerações anteriores; Contras: preço elevado; tamanho relativamente grande; catálogo de exclusivos pode não ser o principal atrativo para todos. 7. ROG Xbox Ally X — a partir de R$ 8.164 O ROG Xbox Ally X é o modelo mais caro da seleção e também o mais indicado para quem procura a experiência mais próxima de um PC gamer portátil. Desenvolvido pela ASUS em parceria com a Microsoft, o aparelho combina Windows com uma interface voltada ao ecossistema Xbox, permitindo acessar serviços como Xbox Game Pass e outras plataformas de PC. O modelo conta com AMD Ryzen AI Z2 Extreme, 24 GB de RAM e SSD de 1 TB, além de tela Full HD de 7 polegadas com 120 Hz. É uma alternativa voltada para jogadores que valorizam mobilidade e querem levar uma biblioteca de jogos de PC para diferentes lugares. ROG Xbox Ally X é opção potente para rodar jogar de PC em console portátil Victor Bastos/TechTudo No review do TechTudo, o ROG Xbox Ally X foi considerado promissor, mas decepcionante em desempenho, principalmente quando considerado o preço elevado do aparelho. No entanto, Victor Bastos destacou positivamente a ergonomia, a tela de 120 Hz e a integração com o Xbox Game Pass, além da possibilidade de reunir diferentes plataformas em um único dispositivo. Durante os testes, jogos mais pesados ficaram próximos de 30 fps, mesmo com configurações gráficas reduzidas e o modo Turbo ativado, o que ficou abaixo das expectativas para um portátil premium. A autonomia também foi apontada como um problema, assim como a interação ainda pouco integrada entre Windows, Xbox e outros softwares. O desempenho cravado em pouco mais de 30 fps, mesmo no modo "Turbo", conectado a uma tomada e com configurações no "Low" é um ponto de atenção. Além disso, ainda falta uma melhor interação entre a versão desktop com a experiência em tela cheia do Xbox. Testei por cerca de uma semana o ROG Xbox Ally X e posso afirmar que, por enquanto, pode não valer a pena a compra. Na seleção, o ROG Xbox Ally X aparece a partir de R$ 8.164 na Shopee, tornando-se o videogame mais caro entre os sete modelos analisados. Na varejista, até o momento de publicação desta matéria, os usuários ainda não avaliaram o produto. Prós: Ryzen AI Z2 Extreme; 24 GB de RAM; SSD de 1 TB; integração com Xbox e acesso a diferentes lojas de PC; Maior potencial de desempenho da lista. Contras: é o console mais caro da seleção; desempenho nem sempre corresponde às expectativas criadas pela ficha técnica; autonomia é limitada em jogos pesados. Com informações de Shopee, Mercado Livre, Amazon e Magalu Mais do TechTudo Veja aqui: MONITOR GAMER OLED BARATO? VEJA O SAMSUNG G5 OLED MONITOR GAMER OLED BARATO? VEJA O SAMSUNG G5 OLED Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.

Qual a melhor caixa de som: JBL ou Aiwa? Comparamos para você

9 de Setembro de 2026, 04:00

A melhor caixa de som entre JBL e Aiwa varia de acordo com o perfil do consumidor, poder de compra, preferência sonora e design. A linha de entrada JBL Flip 7 entrega 35 W RMS, Bluetooth 5,4, certificação IP68 e autonomia de até 14 horas. Já a Aiwa AWS-SP-01 aposta em 20 W RMS, Bluetooth 5.3, proteção IP65, conexão TWS e entradas para pen drive e cartão Micro SD. As especificações mostram que as marcas adotam propostas similares nos produtos e são boas opções de compra. E foi por isso que o TechTudo produziu esse comparativo avaliando qualidade sonora, potência, resistência e recursos extras para te ajudar a decidir qual caixa de som combina mais com você. Confira! 🔎Melhor caixa de som custo-benefício em 2026: 10 opções da barata à top 🔔Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews JBL GO 5 Divulgação/JBL 📝Caixa de som amplificada: qual a melhor? Entenda no Fórum TechTudo 1. JBL ou Aiwa: qual é a melhor marca de caixa de som? Essa resposta pode variar de acordo com o que você busca em uma caixa de som. Em geral, as duas marcas oferecem produtos de boa qualidade, mas precisamos considerar que, sim, a JBL é uma marca mais conceituada no segmento. Hoje, alguns modelos da empresa se tornaram padrões em seus respectivos segmentos, o que obrigou as concorrentes a oferecerem soluções similares. Nesse cenário, a Aiwa é uma marca que aparece com uma longa história no mercado brasileiro e também oferece soluções de alta qualidade. Desse modo, a melhor marca pode depende mais do seu orçamento e das tecnologias desejadas por você. Veja qual é a melhor marca de caixa de som para você Reprodução/Redes Sociais 2. Qual tem a melhor qualidade de som: JBL ou Aiwa? Ambas as marcas prometem oferecer qualidade de som muito acima da média. No entanto, a JBL conta com diversos selos e premiações em suas caixas de som, atestando sua qualidade. Em geral, a marca é conhecida por colocar componentes de alta qualidade em seus produtos e, com isso, entregar uma capacidade sonora sem distorções, mesmo nos volumes mais altos. Outro ponto de destaque da fabricante são os graves, que costumam ser a assinatura de seus modelos. Caixa de som amplificada Aiwa T2W Divulgação/Aiwa 3. JBL ou Aiwa: qual tem mais potência? Nessa disputa direta, a Aiwa leva vantagem. A Boombox Plus da marca é uma das opções mais avançadas do mercado nesse quesito, com 200W RMS. A JBL chega próximo desse valor, com 180 W na Boombox 3. Um ponto que pode dificultar nesse caso é o peso dos produtos, com mais de seis quilos cada uma. Apesar disso, ambos modelos contam com um design que favorece o transporte, com alças grandes, bateria de alta capacidade e certificação IP67. JBL e Aiwa possuem modelos resistentes a Divulgação/Ultimate Ears 4. Qual caixa de som tem a melhor bateria? Aqui a vantagem é da Aiwa. Enquanto a Boombox Plus promete uma autonomia de até 30 horas de reprodução, a Boombox 3 entrega por volta de 24 horas. Com esses números, ambas possuem capacidade de sustentar a sonorização de uma festa ou do uso cotidiano tranquilamente, mesmo com a vantagem de seis horas da Aiwa. É importante observar que a autonomia pode variar de acordo com o volume. JBL Boombox 4 promete mais que o dobro de bateria em relação ao seu concorrente Divulgação/JBL 5. JBL ou Aiwa: qual é mais resistente à água? A Boombox 3, da JBL, conta com certificação IP67. Com essa tecnologia, a caixa é 100% vedada contra a entrada de poeira, terra, areia ou qualquer outra partícula sólida. Além disso, ela garante resistência à imersão em água doce a até 1 metro de profundidade por no máximo 30 minutos. Com isso, a marca garante que o equipamento pode ser utilizado à beira da piscina ou na praia. Já a Boombox Plus, da Aiwa, traz certificação IP66. Dessa forma, ela também possui vedação contra poeira, mas não é totalmente resistente à submersão em água. Assim, o equipamento tem proteção apenas contra respingos d’água ou chuva leve. Ou seja, você pode usá-lo na piscina, mas com cuidado para evitar que ele caia na água. JBL PartyBox 720 Reprodução/JBL 6. Qual marca oferece mais recursos? A caixa de som da Aiwa conta com entrada USB para unidades de armazenamento externo e compatibilidade com os principais formatos de áudio, além de entrada auxiliar, LED RGB e controle via app para dispositivos móveis. Além disso, ela possui o modo Boost, que, por meio de um botão, habilita o ganho em frequências graves. As caixas de som da JBL, por sua vez, permitem que você utilize a porta USB para carregar outros dispositivos, o que transforma as caixas em powerbanks. Além disso, o sistema PartyBoost permite que você faça o pareamento de várias caixas para uma reprodução em conjunto. Modelos como a JBL Boombox 3 contam ainda com suporte a Dolby Atmos, além de streaming direto via Spotify Connect, AirPlay 2 e Chromecast. Dessa forma, ela se torna uma opção mais moderna e conectada que sua concorrente.orte a Dolby Atmos, além de streaming direto via Spotify Connect, AirPlay 2 e Chromecast. Dessa forma, ela se torna uma opção mais moderna e conectada que sua concorrente. As caixas JBL possuem tecnologia PartyBoost, que permite a sincronizaçde mais de um modelo Divulgação/JBL 7. JBL ou Aiwa: qual caixa é melhor para festas? Como mencionado, a caixa de som da Aiwa é um modelo que entrega mais potência e autonomia, o que a torna um diferencial e tanto para quem vai utilizar um único equipamento. No entanto, quando consideramos recursos como PartyBoost, exclusivo da JBL, a funcionalidade pode entregar mais qualidade sonora e volume em situaçãoes de combinação com mais de um equipamento. Aiwa Boombox Plus Divulgação/Aiwa 8. Qual é melhor para levar para a praia e piscina? Para ambientes externos, os modelos da JBL oferecem melhores certificações de segurança, o que garante mais tranquilidade para os usuários, uma vez que alguns modelos podem ser até submersos e, ainda assim, continuarão funcionando. A Boombox Plus, por sua vez, garante resistência apenas a respingos ou chuva leves. Desse modo, se você precisa de uma alternativa mais resistente, a melhor opção tende a ser a JBL. Aiwa T2W tem função karaokê completa Divulgação/Aiwa 9. JBL ou Aiwa: qual tem o melhor custo-benefício? No custo-benefício, a vantagem fica com a Aiwa, uma vez que a marca entrega especificações próximas da JBL, mas com um preço menor. No entanto, o que pode equilibra a balança entre as marcas é que os modelos da JBL costuma ser mais duráveis, se considerarmos suas certificações de segurança. Desse modo, o investimento inicial maior é justificado. No entanto, a decisão final depende do seu orçamento. 10. JBL x Aiwa: modelos de entrada, intermediários e topo de linha. As duas fabricantes contam com soluções para os mais variados segmentos, com um portfólio que vai desde caixas de som compactas, para quem procura mais mobilidade, até soluções mais robustas, que são alternativas para festas e reuniões. Abaixo, você confere comparativos de modelos de segmentos diversos de Aiwa e JBL. Aiwa AWS-SO-01 vs. JBL Go 4 Os modelos de entrada das marcas apresentam propostas distintas, apesar de o preço ser similar no mercado brasileiro. A JBL Go 4 é uma caixa de som ultra portátil que, além de leve e compacta, é uma alternativa para quem não precisa de tanta potência, uma vez que o modelo entrega apenas 4,2W RMS. Apesar disso, o modelo conta com bateria que, segundo a marca, vai entregar até 7 horas de autonomia, além de ser um dos modelos com certificação IP67. A caixa de som da JBL pode ser encontrada no varejo online por valores a partir dos R$ 249. A caixa de som da Aiwa, por sua vez, é um pouco maior, mas ainda preserva a portabilidade em um equipamento que já é capaz de entregar até 20W RMS. O tamanho também faz com que o modelo possa entregar mais autonomia, que, segundo a fabricante, pode chegar a 15 horas. Quanto à durabilidade, a Aiwa AWS-SP-07 conta com certificação IP65, o que a torna definitivamente uma solução menos robusta que a caixinha da JBL. A caixa de som da Aiwa aparece em oferta no varejo online por valores a partir dos R$ 179. JBL Flip 7 vs. Aiwa AWS-BBS-02 A JBL Flip 7 é uma caixa que promete equilibrar portabilidade e potência, aliando ainda recursos que prometem entregar alta qualidade de som. A caixa, que tem um formato cilíndrico, entrega 25W RMS no woofer e 10W RMS no tweeter, o que tende a fazer com que o som, além de potente, tenha graves mais encorpados. O modelo também é certificado com proteção IP68, traz bateria para até 16 horas de reprodução e aparece em oferta no mercado por valores a partir dos R$ 619. A AWS-BBS-02 tem o formato boombox, que lembra uma cápsula e traz uma alça bem grande. O modelo entrega 50W RMS, ficando assim bem à frente da concorrente quando o assunto é volume. O modelo que conta ainda com iluminação em LED dinâmica e é certificada com proteção IPX5, permitindo que resista a respingos de água, conta ainda com bateria que entrega até 8 horas de autonomia, segundo a fabricante. A AWS-BBS-02 pode ser encontrado no mercado por valores a partir dos R$ 650. JBL Flip 7 é um dos modelos testados e aprovados pelo TechTudo Rammom Nogueira/TechTudo JBL Boombox 4 vs. Aiwa Boombox Plus AWS-BBS-01 Por fim, a JBL Boombox 4 é uma das opções topo de linha da marca, sendo assim uma caixa que entrega 200W RMS de potência e com recursos que prometem oferecer graves precisos, muito volume e qualidade de som extrema. O modelo, assim como outras soluções da marca, é certificado IP68 e conta ainda com uma bateria que pode oferecer até 34 horas de reprodução segundo a marca. O modelo pode ser encontrado no varejo online por valores a partir dos R$ 2.132. A caixa de som da Aiwa Boombox Plus AWS-BBS-01 é mais uma solução que entrega 200W RMS e conta com cinco alto-falantes ativos, radiadores passivos laterais e é certificada com proteção IP66. A bateria promete entregar até 30 horas de reprodução e a caixa de som conta ainda com iluminação em LED que deixa seu visual bem mais atraente. A AWS-BBS-01 pode ser encontrada em oferta por valores a partir dos R$ 1.257. Sistema de som de 3 vias da Boombox Plus Divulgação/Aiwa 11. JBL vs. Aiwa: qual vale mais a pena? Para quem procura uma solução de entrada, a Aiwa AWS-SO-01 pode ser a alternativa mais interessante, uma vez que entrega muito mais potência por um valor consideravelmente menor. No segmento intermediário, a JBL Flip 7 tende a oferecer uma qualidade de som superior, com mais recursos, além de uma autonomia maior que sua concorrente. Já no segmento avançado, os modelos de ponta das marcas entregam muita potência, mas a diferença de preço é bem relevante. Com isso, a caixa de som da Aiwa se torna uma alternativa mais atraente, uma vez que, apesar de não apresentar as certificações de segurança do modelo da JBL, custa praticamente R$ 1.000 a menos. Com informações de JBL e Aiwa Mais do TechTudo: Vídeo: JBL Boombox 3 Wi-Fi: confira o unboxing da caixa de som potente JBL Boombox 3 Wi-Fi: confira o unboxing da caixa de som potente

Melhor TV Box homologada pela Anatel para comprar no 9.9: veja o top 5

9 de Setembro de 2026, 03:00

Transformar uma TV convencional em smart pode ser uma alternativa mais econômica para acessar aplicativos, serviços de streaming e outros conteúdos. Pensando nisso, reunimos TV Boxes e TV Sticks homologados pela Anatel que podem ficar mais baratos no 9.9. A lista inclui aparelhos com diferentes sistemas e propostas, desde modelos básicos para streaming até alternativas com resolução 4K e recursos de integração com outros dispositivos. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Os modelos se destacam por ampliarem os recursos da televisão sem exigir a troca do aparelho. O Proeletronic PROSB-3000, modelo mais barato da seleção, custa R$ 181 na Shopee e traz resolução 4K, 16 GB de armazenamento e 2 GB de RAM. Já o Roku Streaming Stick Plus 4K, o mais caro da lista, aparece por R$ 451 na Shopee e oferece imagens em 4K, além de compatibilidade com AirPlay, HomeKit, Google Home e Alexa. Vale ressaltar que os preços citados no texto foram verificados durante a apuração da matéria, em setembro de 2026, e podem sofrer alterações. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos O Amazon Fire TV Stick 4K é uma das opções que vale a pena ficar de olho no 9.9 Reprodução/Amazon 🔎Fire TV Stick: como instalar e usar o dongle da Amazon? Initial plugin text Melhor TV Box homologada pela Anatel para comprar no 9.9 Proeletronic PROSB-3000 – opção 4K com bastante armazenamento e possibilidade de expansão Tomate MCD-123 – TV Box 4K acessível com Chromecast integrado Intelbras Izy Stick Full HD – streaming em Full HD com Google Assistente e Chromecast integrado Aquário STV-3000 – para quem busca variedade de conexões Roku Streaming Stick Plus 4K – para quem prioriza praticidade e integração com assistentes virtuais Como escolhemos as melhores TV Boxes? Para elaborar a seleção, consideramos modelos homologados pela Anatel que aparecem entre as opções de compra na Amazon, no Magalu, no Mercado Livre e na Shopee, levando em conta a posição, as avaliações dos consumidores e o conjunto de recursos oferecidos. Também analisamos aspectos como qualidade de imagem, desempenho do sistema, armazenamento, conectividade e compatibilidade com aplicativos. A homologação da Anatel é um fator importante porque envolve, entre outros pontos, requisitos de segurança elétrica, compatibilidade eletromagnética e segurança cibernética. O que observar antes de comprar um TV Box? Antes de comprar uma TV Box, vale ficar de olho em aspectos como: Homologação da Anatel: confira se o aparelho é regularizado para uso no Brasil. A consulta pode ser feita pelo número de homologação no sistema da agência; Resolução: modelos Full HD são suficientes para TVs menores e conteúdos compatíveis, enquanto opções 4K fazem mais sentido para televisores de maior resolução; Sistema operacional: verifique qual plataforma o aparelho utiliza e se ela oferece acesso aos aplicativos de streaming que você costuma usar; Memória RAM e armazenamento: mais RAM ajuda na fluidez da navegação e na troca entre aplicativos, enquanto mais armazenamento permite instalar mais serviços; Conectividade: Wi-Fi de banda dupla, Bluetooth, HDMI, USB e outras entradas podem facilitar a integração com diferentes aparelhos; Controle remoto: recursos como comandos de voz e integração com Alexa ou Google Assistente podem tornar a navegação mais prática; Compatibilidade com aplicativos: confira se os principais serviços que você utiliza são compatíveis e recebem atualizações regularmente; Formato: TV Sticks são menores e ocupam menos espaço, enquanto TV Boxes tradicionais costumam oferecer mais portas e possibilidades de conexão. Qual é a melhor TV Box? Não existe um único modelo melhor para todos os usuários, já que a escolha depende principalmente da televisão e dos aplicativos que você pretende utilizar. Para quem quer apenas transformar uma TV antiga em smart gastando pouco, alternativas mais simples, como o Tomate MCD-123 e o Proeletronic PROSB-3000, podem atender bem. Já quem possui uma TV 4K e prioriza a qualidade de imagem deve considerar opções como o Roku Streaming Stick Plus 4K. Para quem valoriza praticidade e comandos de voz, modelos com Alexa, Google Assistente ou Chromecast integrado podem ser mais interessantes. Já aparelhos com mais entradas são indicados para quem pretende conectar vários acessórios. 📝Como transformar TV normal em smart? Descubra no Fórum do TechTudo 1. Proeletronic PROSB-3000 – a partir de R$ 181 Indicado para quem busca um modelo com bastante espaço de armazenamento, o Proeletronic PROSB-3000 oferece 16 GB de armazenamento e 2 GB de RAM. Equipado com Android 10, permite acesso à Google Play Store para baixar diversos aplicativos. Outro destaque do produto é a reprodução de imagens e vídeos em resolução 4K, que proporciona maior nitidez. Com conectividade Wi-Fi e suporte a áudio Dolby, conta ainda com entradas HDMI, USB, microSD e AV para facilitar a conexão com diferentes dispositivos. Disponível na Shopee, o item pode ser encontrado a partir de R$ 181 e tem nota 4,8 de 5 estrelas. Nos comentários, a TV Box é elogiada pela alta qualidade de imagem, pelo funcionamento fluido e pelo amplo espaço de armazenamento. Além disso, clientes apontam como pontos positivos a interface intuitiva e a facilidade de instalação. No entanto, alguns relatam problemas de compatibilidade com aplicativos e consideram o sistema Android desatualizado. Prós: resolução 4K; 16 GB de armazenamento; 2 GB de memória RAM; fácil de instalar; sistema rápido e fluido Contras: não permite atualizações no sistema 2. Tomate MCD-123 – a partir de R$ 220 Para quem quer transformar uma TV comum em smart sem gastar muito, a TV Box Tomate MCD-123 pode ser uma boa opção. O modelo funciona em qualquer TV com entrada HDMI e reproduz imagens em 4K. Além disso, se destaca por oferecer Chromecast integrado para espelhamento de dispositivos móveis, Google Assistente e 16 GB de armazenamento, espaço suficiente para instalar diversos aplicativos. A fluidez fica por conta dos 2 GB de memória RAM. Este produto pode ser adquirido por R$ 220 no Mercado Livre. Os usuários do site avaliam o item com 4,6 de 5 estrelas e elogiam, principalmente, a boa qualidade de imagem e a facilidade de instalação. Também consideram que a interface é rápida e intuitiva, a conexão é estável e o som é limpo. Por outro lado, alguns usuários alertam sobre incompatibilidade com a Netflix e apontam que o Android 12 é antigo. Prós: resolução 4K; armazenamento de 16 GB; 2 GB de memória RAM; interface intuitiva; som limpo; preço acessível Contras: falta de atualização do Android 3. Intelbras Izy Stick Full HD – a partir de R$ 269 Para quem prioriza praticidade e quer levar a experiência de streaming para diferentes ambientes, o Intelbras Izy Stick Full HD é uma opção compacta e fácil de transportar. Compatível com qualquer TV com entrada HDMI, o aparelho reproduz conteúdos em Full HD e conta com Android TV 11, 8 GB de armazenamento e 1 GB de RAM. A conexão fica por conta do Wi-Fi 5 e do Bluetooth 5.0, enquanto o controle com Google Assistente permite comandos por voz. O modelo ainda oferece Chromecast integrado para espelhar o celular na televisão. Encontrado por R$ 269 no Mercado Livre, o dispositivo aparece com classificação de 4,8 de 5 estrelas. As avaliações destacam a instalação simples, a qualidade da imagem e a praticidade proporcionada pelo controle com comando de voz. O tamanho compacto também agrada quem precisa transportar o aparelho. Em contrapartida, há reclamações sobre a quantidade limitada de armazenamento e relatos pontuais de lentidão ou travamentos durante o uso. Prós: controle com Google Assistente; Bluetooth 5.0; Chromecast integrado; fácil instalação Contras: armazenamento limitado; resolução limitada a Full HD 4. Aquário STV-3000 – a partir de R$ 287 A Aquário STV-3000 é voltado para quem procura uma TV Box tradicional com boa variedade de conexões. O aparelho combina resolução 4K, 16 GB de armazenamento e 2 GB de RAM. Roda Android 11 e trabalha com Wi-Fi de 2,4 GHz e 5 GHz, além de oferecer entradas HDMI, USB e microSD. A ficha técnica também inclui saída AV e suporte a diferentes formas de conexão, o que pode ser interessante para televisores e acessórios variados. No Mercado Livre, o produto parte de R$ 287 e recebe avaliação de 4,7 de 5 estrelas por parte dos compradores. Entre os principais elogios estão a facilidade de instalação, o sistema rápido, a boa qualidade de imagem e o desempenho sem travamentos em tarefas do dia a dia. Também há comentários positivos sobre a variedade de conexões. Por outro lado, alguns usuários relatam travamentos ocasionais que exigem a reinicialização do aparelho. Prós: resolução 4K; armazenamento de 16 GB; 2 GB de memória RAM; sistema rápido; Wi-Fi dual band Contras: Android 11 pode estar desatualizado 5. Roku Streaming Stick Plus 4K – a partir de R$ 451 Mais indicado para quem quer uma experiência centrada em streaming, o Roku Streaming Stick Plus 4K aposta no formato compacto e em uma interface própria da marca. O aparelho reproduz conteúdos em 4K com HDR10, HDR10+ e HLG, além de oferecer Wi-Fi de duas bandas e controle remoto com comandos de voz. Também é compatível com AirPlay, HomeKit, Google Home e Alexa, ampliando a integração com outros dispositivos da casa. Por ser um stick, fica conectado diretamente à entrada HDMI da TV e ocupa pouco espaço atrás do aparelho. O aparelho pode ser encontrado por R$ 451 na Shopee e aparece com classificação de 4,9 de 5 estrelas. A facilidade de instalação, a qualidade da imagem e a agilidade do sistema estão entre os pontos mais elogiados. O controle por voz e o tamanho reduzido também aparecem como diferenciais para quem busca praticidade. Como pontos negativos, alguns usuários apontam limitações relacionadas à oferta de aplicativos e à dependência do ecossistema Roku para algumas funções. Prós: resolução 4K com HDR; compatível com diferentes assistente virtuais; atualizações automáticas Contras: menor flexibilidade para instalar aplicativos Com informações de Amazon, Aquário, Intelbras, Magazine Luiza, Mercado Livre, Proeletronic, Roku, Shopee e Tomate Mais do TechTudo 🎥 Assista: HDMI não funciona? Veja possíveis causas e como resolver HDMI não funciona? Veja possíveis causas e como resolver Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.

7 jogos com sistema de combate tão bons — e difíceis — quanto Sekiro

9 de Setembro de 2026, 02:02

Sekiro: Shadows Die Twice é um grande jogo de ação e RPG da produtora From Software que ganhou a categoria de Jogo do Ano na premiação The Game Awards 2023. O título tem inspirações no estilo de Dark Souls do estúdio, porém com maior foco na "dança" de espadas, mantendo a pressão contra seus inimigos para quebrar sua Postura, que é basicamente a barra de estamina do game. Uma vez quebrada, jogadores podem desferir golpes fatais para eliminar inimigos. O TechTudo preparou a seguir uma lista com 7 jogos cujo sistema de combate é tão bom quanto Sekiro: Shadows Die Twice. 🎮 Nintendo Switch 2 ganha edição de The Legend of Zelda 📲 Comparador de celulares do TechTudo: veja os melhores para jogar Sekiro: Shadows Die Twice foi premiado por trazer um sistema de batalha impressionante focado em precisã contra-ataques Reprodução/Steam ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Quais são os 10 melhores jogos na sua opinião? Opine no Fórum do TechTudo 7 jogos com sistema de combate tão bons — e difíceis — quanto Sekiro Sifu Nioh 2 Lies of P Ghost of Yotei Ninja Gaiden Black Wo Long: Fallen Dynasty Onimusha: Way of the Sword 1. Sifu O game de artes marciais do estúdio Sloclap trouxe a complexidade dos antigos filmes de Kung-Fu com a agilidade de filmes modernos como The Raid: Redenção Final, Old Boy e John Wick em uma jogabilidade intensa e veloz. Semelhante a Sekiro, os personagens possuem uma barra de "Estrutura", que pode ser reduzida com ataques e também ao aparar golpes dos inimigos. Este gameplay exige que o player domine como desviar de ataques, como apará-los e como contra-atacar, mantendo sua Estrutura intacta enquanto quebra a dos oponentes. Assim como em Sekiro, quando a estrutura é quebrada eles podem ser derrotados com uma rápida eliminação. Um detalhe que Sifu tem diferente em relação a outros jogos é sua interação com cenário, quer permite usar vários itens para atacar ou se locomover para fora de momentos de perigo. Sifu é um game de ação com um sistema de batalha bastante complexo Reprodução/Nintendo Game Store Sifu está disponível para PlayStation 5 (PS5) e PlayStation 4 (PS4) por R$ 214,90, para Xbox Series X, Xbox Series S e Xbox One por R$ 159, Nintendo Switch (jogável no Nintendo Switch 2) por R$ 200 e para PC pelas lojas digitais Steam e Epic Games Store por R$ 75,99. O jogo também está no Xbox Game Pass Premium e PC Game Pass. 2. Nioh 2 Apresentando uma abordagem um pouco diferente de Sekiro, o RPG de ação Nioh 2 da Team Ninja da Tecmo Koei tem o alto nível de desafio dos jogos Souls, mas com seu próprio gameplay. Ao invés da Postura, o jogo utiliza Ki, o qual funciona como uma espécie de fôlego para desferir seus golpes. Atacar sem parar e esvair todo seu Ki deixará seu personagem indefeso à mercê dos inimigos, então é preciso administrar o momento certo de atacar e quando recuar. Existe ainda uma mecânica chamada Pulso de Ki que permite recuperar seu Ki após um ataque ao pressionar R1 no momento certo. Por sua vez, Nioh 2 também possui posturas, porém de uma maneira totalmente diferente de Sekiro, divididas em três tipos: Baixa, Média e Alta. Na postura Baixa seus golpes são rápidos, gastam pouco Ki e causam pouco dano, enquanto na Alta são mais lentos, gastam mais Ki e causam mais dano, deixando a Média como um equilíbrio de estilos. Essa abordagem permite ao jogador escolher quanto apostar mais alto e quando diminuir seus riscos. Nioh 2 introduziu também uma transformação em Yokai que permite causar bastante dano rapidamente, porém há menos estratégia envolvida nessa mecânica. Nioh 2 traz combates ainda mais desafiadores que o jogo anterior e introduz novos poderes de yokai em sua jogabilidade Reprodução/Steam Nioh 2 está disponível em sua edição padrão para PlayStation 4 por R$ 199,50 e em sua edição The Complete Edition para PlayStation 5 e PS4 por R$ 284,90 e PC pelas lojas digitais Steam e Epic Games Store por R$ 249. 3. Lies of P Neste jogo do estúdio sul-coreano Neowiz baseado no conto de Pinóquio, os players encontrarão um sistema de combate tão desafiador e punitivo quanto nos outros games estilo Souls e talvez até um pouco mais. Aqui também há um grande foco em aparar golpes, técnica chamada de Perfect Guard, porém a janela de tempo para realizar a defesa é ainda menor do que em Sekiro. Ao atacar inimigos constantemente e aparar seus golpes, é possível deixá-los atordoados, abrindo espaço para um Fatal Attack que pode eliminá-los em um só ataque ou causar grande dano. Uma coisa que Lies of P tem que a maioria dos Souls não conta é a possibilidade de selecionar níveis de dificuldade para receber menos dano. Porém, nenhum dos níveis aumenta a janela de reação do Perfect Guard. Lies of P segue os moldes dos jogos estilo Dark Souls, mas com suas próprias peculiaridades Divulgação/Fireshine Games Lies of P está disponível para PlayStation 5 e PS4 por R$ 339,90, para Xbox Series X, Xbox Series S, Xbox One, Nintendo Switch 2 e PC pela loja digital Steam por R$ 249,90 e Epic Games Store por R$ 161,99. 4. Ghost of Yotei A sequência de Ghost of Tsushima da Sucker Punch Productions tem um sistema de combate muito diferente de Sekiro, sem o mesmo foco em alto nível de desafio e ser punitivo como outros jogos da lista inspirados em Dark Souls. Na aventura de Atsu jogadores poderão usar espadas, lanças e outras ferramentas para enfrentar os Seis de Yotei e seus capangas espalhados pelo mapa. O jogo conta com uma mecânica de aparar golpes inimigos pressionando o botão de defesa L1 na hora certa pouco antes de ser atacado, porém deixou de lado as posturas de Ghost of Tsushima em troca de uma maior variedade de armas. Um ponto em que o game tem em comum com Sekiro é sua jogabilidade furtiva, na qual Atsu pode invadir acampamentos sorrateiramente e eliminar inimigos antes que percebam sua presença. O sistema de combate de Ghost of Yotei não é focado em desafio excessivo como Sekiro e outros títulos da lista Reprodução/PlayStation Blog Ghost of Yotei está disponível para PlayStation 5 por R$ 399,90 e em 1º de outubro receberá uma versão Complete Edition. 5. Ninja Gaiden Black Um dos "avôs" do gênero de ação desafiador, Ninja Gaiden Black foi criado pelo Team Ninja da Tecmo, mesma equipe que viria a produzir Nioh. A versão "Black" é uma versão melhorada do Ninja Gaiden de 2004 do primeiro Xbox, que mais tarde ganhou a versão Ninja Gaiden Sigma para PlayStation 3, disponível remasterizada na coletânea Ninja Gaiden: Master Collection. Jogadores controlam o habilidoso ninja Ryu Hayabusa em um sistema de combate com espadas difícil de dominar, oferecendo também outras armas ao longo do game garantindo variedade durante o gameplay. Uma peculiaridade do jogo são seus inimigos extremamente agressivos, de forma que qualquer oponente simples é uma ameaça séria, semelhante aos jogos da série Souls. Há mecânicas de aparar e também contra-atacar, porém seria Ninja Gaiden 2 Black em 2008 no Xbox 360 que introduziria ainda mais elementos parecidos com Sekiro, com eliminação imediata com um golpe de finalização contra inimigos feridos. Ninja Gaiden Black se mantém até hoje como um incrível jogo de ação Divulgação/Tecmo Koei Ninja Gaiden Black está disponível para o Xbox original por R$ 49,95, jogável no Xbox Series X, Xbox Series S e Xbox One pela retrocompatibilidade. O jogo também está incluso em sua versão Ninja Gaiden Sigma na coletânea Ninja Gaiden: Master Collection para PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch a partir de R$ 228 e PC pela loja digital Steam por R$ 199. 6. Wo Long: Fallen Dynasty Mais um jogo desenvolvido pela Team Ninja e publicado pela Tecmo Koei, Wo Long: Fallen Dynasty apresentou um sistema de combate complexo voltado para a ofensiva, no qual jogadores não precisam necessariamente parar de atacar. O game funciona por uma mecânica de Espírito que precisa ser mantido equilibrado para que o player se mantenha ativo e na ofensiva. Atingir inimigos e aparar golpes aumenta seu Espírito, enquanto ser atingido e desferir golpes poderosos, diminui o Espírito, ambos representados pela mesma barra e caso a negativa caia ao máximo, sua defesa se quebra, semelhante à Postura de Sekiro. Porém, isso também significa que se o jogador mantiver a ofensiva, atingindo seu oponente com golpes leves e aparando os ataques do inimigo que vierem, pode manter um crédito de Espírito e usá-lo para desferir golpes mais poderosos sem ficar indefeso. Wo Long: Fallen Dynasty permite ao jogador se manter na ofensiva, mas exige atenção e equilíbrio de seu espírito Reprodução/Steam Wo Long: Fallen Dynasty está disponível para PlayStation 5 e PS4 por R$ 199,50, para Xbox Series X, Xbox Series S e Xbox One por R$ 228, PC pela loja digital Steam por R$ 199 e em sua versão Complete Edition para Nintendo Switch 2 por R$ 339,90. O jogo também está disponível no Xbox Game Pass Premium e PC Game Pass. 7. Onimusha: Way of the Sword A série Onimusha: Warlords nasceu no PlayStation 2 em 2001 e é ainda mais antiga do que os games em 3D de Ninja Gaiden, porém sem o foco em alta dificuldade dos títulos do Team Ninja ou dos jogos estilo Souls. Em seu capítulo mais recente, Onimusha: Way of the Sword lançado em 4 de setembro de 2026, ele traz de volta vários dos conceitos originais da série em confrontos de espada no papel do samurai Musashi contra hordas de demônios. Assim como em outros jogos é possível aparar golpes inimigos, mas Onimusha possui um tipo específico de eliminação imediata chamado Issen. Ao pressionar um botão de ataque no exato momento em que o golpe de um inimigo se conecta com Musashi é possível interromper a investida e imediatamente contra-atacar com um golpe mortal, o Issen. Há ainda o Break Issen, usado quando seu oponente teve sua defesa quebrada, e o Chain Issen, que pode eliminar rapidamente grupos de inimigos com execuções em sequência. Onimusha: Way of the Sword traz de volta as clássicas eliminações Issen Divulgação/Capcom Onimusha: Way of the Sword está disponível para PlayStation 5, Xbox Series X, Xbox Series S e Nintendo Switch 2 a partir de R$ 339 e para PC pela loja digital Steam por R$ 299. Com informações de PlayStation Blog, Steam Community, Polygon (1, 2), Nioh 2 Wiki, Gosunoob, The Gamer, Insider Gaming, Ludo Guide, IGN, Wolong Wiki, Silver Mont, Onimusha Guide (1, 2) Mais do TechTudo Veja também: 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA! 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA!

Como descongelar frango no micro-ondas: veja jeito certo de fazer

9 de Setembro de 2026, 02:00

Descongelar frango no micro-ondas exige atenção redobrada para não deixar partes cozinhando enquanto o restante ainda está congelado. Para isso, o ideal é usar a função de descongelamento do eletrodoméstico ou ajustar a potência para o mínimo. Marcas como Brastemp, Electrolux e Panasonic oferecem modelos com essas funções que podem acelerar o descongelamento, principalmente nos casos em que o usuário precisa preparar a comida mais rápido. Veja a seguir o passo a passo completo. 🔎Como funciona um micro-ondas? Saiba como o eletrodoméstico aquece alimentos 🔔Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews Saiba descongelar frango no micro-ondas Reprodução/ChatGPT 📝 220 V economiza mais que 110 V? Descubra no Fórum TechTudo Nesta matéria do TechTudo você encontra: Pode descongelar frango no micro-ondas? Antes de descongelar: retire a embalagem e coloque o frango em um recipiente adequado Como descongelar frango no micro-ondas passo a passo Qual potência usar para descongelar frango no micro-ondas? Quanto tempo leva para descongelar frango no micro-ondas? Por que é preciso virar o frango durante o descongelamento? Como descongelar peito, coxa e asa de frango no micro-ondas? Dá para descongelar um frango inteiro no micro-ondas? Pode congelar novamente o frango depois de descongelá-lo no micro-ondas? 7 erros para evitar ao descongelar frango no micro-ondas 1. Pode descongelar frango no micro-ondas? Sim, é possível descongelar frango no micro-ondas e o processo costuma levar apenas 10 minutos. Ainda assim, é preciso ficar atento, já que o aparelho pode aquecer algumas partes do frango enquanto outras seguem congeladas. Para isso, é necessário usar a função de descongelamento do aparelho por dois minutos de cada vez, verificando a carne e virando-a periodicamente para garantir um bom resultado. Caso o micro-ondas não tenha essa função, ajuste a potência para 20% a 30% do máximo. O tempo total varia de acordo com a potência do aparelho e o tamanho e a espessura do frango, girando em torno de sete a oito minutos por quilo. O descongelamento no micro-ondas é uma boa alternativa para quem está sem tempo, enquanto o descongelamento na geladeira é mais indicado para quem consegue se planejar com antecedência. Vale lembrar que o frango descongelado no micro-ondas deve ser cozido imediatamente depois do processo. Como o aparelho pode elevar a carne a temperaturas que favorecem a proliferação de bactérias, cozinhar rapidamente na temperatura adequada é a forma de eliminar esse risco. Use a função de descongelamento por dois minutos, verificando e virando a carne periodicamente Divulgação 2. Coloque o frango em uma embalagem adequada antes de descongelar Antes de começar o descongelamento, retire toda a embalagem do frango e coloque a carne em um recipiente próprio para micro-ondas. O recipiente deve ser fundo o suficiente para conter os líquidos liberados durante o processo e permitir que o frango seja virado com facilidade ao longo do ciclo. Além disso, usar uma tampa com saída de vapor também ajuda a evitar respingos dentro do aparelho. Evite colocar o frango diretamente sobre o prato giratório do micro-ondas. Ao ligar a função de descongelamento, procure primeiro um botão predefinido com a indicação. Se o aparelho não tiver essa opção visível, ela pode estar dentro de um menu de funções. Depois de selecionar o descongelamento, alguns modelos pedem para escolher o tipo de alimento em um menu e depois informar o peso. Outros solicitam apenas o peso. Essa informação ajuda o micro-ondas a ajustar a potência e o tempo de forma automática. Durante o ciclo, o aparelho pode pausar e pedir para virar o frango, garantindo um descongelamento mais uniforme. Se estiver descongelando várias peças, como asas ou coxas, separe as que já estiverem soltas. Retire a embalagem, coloque o frango em um recipiente fundo próprio e vire a carne com durante o processo Consul/Divulgação 3. Como descongelar frango no micro-ondas passo a passo O objetivo do processo é chegar a um frango totalmente descongelado, mas ainda cru, sem partes cozidas. Veja o passo a passo completo. Passo 1: retire toda a embalagem do frango antes de começar Passo 2: coloque a carne em um recipiente próprio para micro-ondas Passo 3: selecione a função de descongelamento, caso o aparelho tenha essa opção Passo 4: informe o peso do frango caso o micro-ondas tenha essa função predefinida Passo 5: inicie o ciclo de descongelamento Passo 6: pare periodicamente para verificar como a carne está Passo 7: vire o frango a cada pausa do ciclo Passo 8: separe os pedaços que já estiverem soltos e descongelados Passo 9: repita o processo até o frango ficar completamente descongelado Vire o frango a cada pausa do ciclo para descongelar de maneira uniforme Reprodução/ChatGPT 4. Qual potência usar para descongelar frango no micro-ondas? A potência máxima do micro-ondas não é a escolha certa para descongelar frango. Isso acontece porque, quando o aparelho funciona no máximo da potência, as ondas concentram calor de forma mais intensa nas partes externas, que descongelam primeiro e ficam expostas a um aquecimento muito mais rápido do que o centro da peça, ainda congelada. O resultado costuma ser uma superfície que começa a cozinhar, ou até perde textura, enquanto o interior segue duro e gelado, o que compromete tanto o preparo posterior quanto a segurança do alimento. Por isso, o recomendado é ajustar a potência para uma faixa entre 20% e 30% do total, permitindo que o calor penetre de forma mais gradual. Se o seu micro-ondas tiver uma função específica de descongelamento, o ideal é utilizá-la, já que ela costuma calcular automaticamente os intervalos de aquecimento e pausa mais adequados para esse tipo de alimento. A potência máxima do micro-ondas não é a escolha certa para descongelar frango Divulgação/Philco 5. Quanto tempo leva para descongelar frango no micro-ondas? O tempo de descongelamento do frango no micro-ondas depende de uma combinação de fatores, entre eles o peso, a espessura, a quantidade de pedaços colocados no aparelho ao mesmo tempo e a potência disponível no equipamento. Peças mais grossas ou com osso, por exemplo, tendem a exigir mais tempo do que cortes finos, já que o calor demora mais para atingir o centro da carne. Da mesma forma, colocar várias peças juntas no recipiente pode aumentar o tempo total, porque o aparelho precisa distribuir a energia entre todos os pedaços. De forma geral, algumas referências indicam cerca de sete a oito minutos por meio quilo para determinados cortes, mas essa é apenas uma estimativa inicial, e outras fontes reforçam a importância de acompanhar o processo de perto em vez de confiar em um tempo fixo. Esses números servem como ponto de partida, e não como regra absoluta, já que cada micro-ondas tem uma potência real diferente da indicada no painel. Por isso, vale sempre checar o manual do fabricante. Peças mais grossas ou com osso, por exemplo, tendem a exigir mais tempo do que cortes finos Reprodução/Philco 6. Por que é preciso virar o frango durante o descongelamento? O micro-ondas funciona emitindo ondas que aquecem os alimentos de fora para dentro. Essa distribuição de calor nunca é perfeitamente uniforme dentro do aparelho. Peças de formato irregular, como o frango inteiro ou pedaços com osso, tornam esse desafio ainda maior, já que partes mais finas descongelam muito mais rápido do que áreas mais grossas ou próximas ao osso. Sem virar a carne, é comum que um lado fique bem descongelado, ou comece a cozinhar, enquanto o lado oposto continua praticamente congelado. Dessa forma, virar o frango durante o descongelamento ajuda a distribuir o calor de forma mais equilibrada entre todas as partes da carne. Aproveite as pausas do ciclo para virar o alimento, separar os pedaços que já estiverem soltos e descongelados e reposicionar as partes mais espessas para o centro do prato, onde o aquecimento costuma ser mais intenso. Fique atento ao aviso sonoro do aparelho para virar o alimento no momento indicado e evitar deixar o ciclo sem supervisão Reprodução/Internet 7. Dá para descongelar um frango inteiro no micro-ondas? Descongelar um frango inteiro no micro-ondas é bem mais desafiador do que descongelar peças menores. O formato irregular, os ossos espalhados por diferentes partes e a cavidade interna fazem com que algumas regiões comecem a aquecer, ou até a cozinhar, enquanto outras ainda seguem completamente congeladas. Essa diferença acontece porque as ondas do micro-ondas não conseguem penetrar de forma homogênea em uma peça tão grande e com tantas variações de espessura. Nesses casos, o ideal é seguir as orientações do manual do seu micro-ondas, já que não existe um tempo universal que funcione para todos os aparelhos e tamanhos de frango. Acompanhar o processo de perto, virar a carne com frequência e verificar diferentes pontos da peça, como o peito, as coxas e a região próxima aos ossos, ajuda a reduzir esse desequilíbrio e evitar que partes comecem a cozinhar antes de outras terminarem de descongelar. Se notar que alguma área já está aquecida enquanto o restante segue duro e congelado, vale interromper o ciclo, reposicionar a peça e retomar o descongelamento em intervalos mais curtos. Siga o manual do micro-ondas e acompanhe o processo, virando e verificando diferentes partes do frango para evitar o cozimento FreePik 9. 7 erros para evitar ao descongelar frango no micro-ondas Usar potência máxima: a potência alta pode cozinhar a superfície do frango antes de o interior descongelar. Não virar o frango durante o ciclo: sem virar, o calor se distribui de forma desigual pela carne. Ignorar o aviso sonoro do aparelho: o sinal costuma indicar o momento certo de virar ou verificar o frango. Descongelar dentro de embalagem inadequada: embalagens que não são próprias para micro-ondas podem derreter ou liberar substâncias na comida. Não separar pedaços que já estejam soltos: deixar pedaços já descongelados junto aos demais pode fazer com que comecem a cozinhar. Deixar o frango parado por muito tempo depois do descongelamento: o ideal é cozinhar a carne imediatamente após o descongelamento no micro-ondas. Recongelar o alimento cru depois de descongelá-lo no micro-ondas: depois desse tipo de descongelamento, o frango só deve ser congelado novamente após ser cozido. Saiba descongelar frango no micro-ondas Reprodução/ChatGPT Com informações de Choice, Tom´s Guide e Good House Keeping. VEJA O VÍDEO A SEGUIR:Melhor comprar eletrodoméstico 110 ou 220 V? Decida! Melhor comprar eletrodoméstico 110 ou 220 V? Decida!

'Aceita todos os cookies'? Veja dados que podem ser coletados ao clicar

9 de Setembro de 2026, 02:00

"Aceitar todos os cookies" é um aviso comum que o usuário geralmente encontra ao acessar um site. Embora a opção permite personalizar a experiência e manter funções como login e carrinho de compras, ela também pode autorizar o uso de dados para publicidade, marketing e rastreamento. Segundo o advogado especialista em Direito Digital, Lucas Paglia, essas informações podem incluir hábitos de navegação, páginas acessadas, anúncios visualizados, cliques e interesses. O problema é que, dependendo das configurações da página, o aceite pode ativar cookies de empresas terceiras, como plataformas de publicidade, ferramentas de análise e redes sociais. Isso não significa que o compartilhamento seja necessariamente irregular, mas o usuário deve saber quais dados são utilizados, para qual finalidade e quem pode ter acesso a eles. A seguir, entenda como os cookies funcionam, quais informações podem coletar e como fazer escolhas mais conscientes nos banners. 🔎Como saber quem visitou seu perfil no Instagram: é possível? Veja sites 🔔Canal de ofertas no WhatsApp: confira promoções, descontos e cupons a qualquer hora 🔎Sites bloqueando sem motivo? 5 coisas que você precisa saber 'Aceita todos os cookies'? Veja dados que podem ser coletados ao clicar na opção Arte/TechTudo 📝 Google Chrome lento e não carrega, como otimizar? Descubra no Fórum do TechTudo 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar Índice O que são cookies? Quais dados podem ser coletados? Aceitar cookies compartilha dados com terceiros? O que a LGPD diz sobre cookies? Como identificar um banner de cookies problemático? Como escolher quais cookies aceitar? 1. O que são cookies? Cookies são pequenos arquivos de texto armazenados no computador, celular ou tablet quando o usuário acessa um site. Eles permitem que a página reconheça o navegador e mantenha informações de uma visita para outra, como uma conta conectada, itens adicionados ao carrinho ou preferências de idioma. Há cookies necessários para o funcionamento do site, enquanto outros são usados para análise de navegação, publicidade, marketing e rastreamento. O termo "Cookies" é uma expressão que existe na internet desde 1994 Reprodução/Internet Segundo Lucas Paglia, advogado especialista em Direito Digital, os cookies de publicidade, marketing e rastreamento podem acompanhar hábitos de navegação, páginas acessadas, anúncios visualizados, cliques e interesses. Essas informações, quando combinadas, podem contribuir para a criação de perfis e o direcionamento de anúncios. Por isso, nem todos os cookies precisam estar ativos para o usuário conseguir navegar pelo site: os recursos não essenciais têm finalidades adicionais e podem depender da escolha do visitante. Como baixar áudio de Reels e Shorts: veja sites que realmente funcionam 2. Quais dados podem ser coletados? Cookies podem registrar diferentes informações sobre a atividade do usuário na internet, especialmente quando usados para publicidade, marketing e rastreamento. Entre os dados estão páginas visitadas, frequência e duração dos acessos, links e anúncios visualizados ou clicados, termos pesquisados e produtos adicionados ao carrinho. Cookies também podem registrar identificadores do navegador e informações técnicas, como tipo de dispositivo, sistema operacional e configurações de idioma e região. Os cookies estão presentes em praticamente todos os sites que você acessa Reprodução/Gabriel Pereira Segundo Lucas Paglia, o acompanhamento de hábitos de navegação, páginas acessadas, anúncios visualizados, cliques e interesses permite reunir informações que, quando combinadas, podem contribuir para a criação de perfis comportamentais. A partir desses dados, empresas podem identificar possíveis interesses e usar essas informações para direcionar publicidade mais alinhada ao comportamento de cada usuário. 9 sites para converter vídeo em MP3 online e grátis 3. Aceitar cookies compartilha dados com terceiros? Dependendo das configurações do site, clicar em "Aceitar todos os cookies" pode ativar tecnologias de terceiros, como plataformas de publicidade, redes sociais e ferramentas de análise. Os chamados cookies de terceiros são criados por domínios diferentes daquele que o usuário está visitando e podem acompanhar a navegação em diferentes sites. Com isso, empresas externas podem identificar interesses, analisar comportamentos e direcionar anúncios personalizados. Cookies de terceiros são normalmente utilizado para fins de publicidade Reprodução/Gabriel Pereira Segundo Lucas Paglia, esse compartilhamento não é necessariamente irregular. O ponto principal é a transparência: o usuário deve saber quais dados são utilizados, para qual finalidade e se existem terceiros envolvidos. Por isso, “aceitar todos” não deve ser interpretado como uma autorização genérica para qualquer uso das informações. Antes de concordar, vale verificar as configurações de privacidade e quais empresas ou categorias de terceiros estão incluídas. Toloka: como funciona e como ganhar dinheiro online com site da Yandex 4. O que a LGPD diz sobre cookies? A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) não tem uma regra específica dedicada exclusivamente aos cookies. No entanto, suas regras gerais se aplicam quando as informações coletadas puderem identificar uma pessoa, direta ou indiretamente. A legislação estabelece princípios como finalidade, necessidade e transparência, enquanto a ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados) apresenta orientações para o uso de cookies e para como os sites devem informar e dar controle aos usuários. Alguns sites, como o do The New York Times por exemplo, permitem que o usuário personalize quais cookies desejam receber Reprodução/Gabriel Pereira Quando o consentimento é utilizado como base para cookies não essenciais, ele deve ser “livre, informado e inequívoco”. Na prática, isso significa que o usuário precisa entender o que está autorizando, ter uma escolha efetiva e conseguir retirar a permissão posteriormente. Cookies usados para marketing, publicidade e rastreamento, por exemplo, não devem ser tratados como uma autorização genérica obtida sem que o visitante saiba quais dados serão utilizados e com qual finalidade. 5 sites parecidos com o Pinterest que você deveria experimentar 5. Como identificar um banner de cookies problemático? Um banner de cookies pode ser considerado problemático quando dificulta a recusa ou oculta informações importantes sobre o tratamento dos dados. Um dos principais sinais de alerta é quando aceitar é muito fácil, enquanto recusar exige vários cliques ou fica escondido em opções pouco visíveis. O banner também merece atenção quando não explica claramente a finalidade dos cookies ou não informa se há participação de empresas terceiras. É necessário ter cuidado com sites onde a opção de aceitar os cookies está muito mais vísivel do que as opções de personalização ou de rejeição Reprodução/Gabriel Pereira Outro ponto é a configuração das preferências. Botões de “Aceitar” em destaque, enquanto opções como “Rejeitar” ou “Gerenciar cookies” ficam escondidas, podem limitar a liberdade de escolha do usuário. Um banner adequado deve apresentar as informações de forma clara e permitir uma decisão real, inclusive com a possibilidade de escolher quais categorias de cookies serão aceitas, em vez de induzir o visitante a concordar com tudo. Site para comparar preços: 5 opções confiáveis para economizar 6. Como escolher quais cookies aceitar? Para escolher quais cookies aceitar, o ideal é evitar o botão “Aceitar todos” e acessar opções como “Gerenciar Preferências”, “Configurações” ou “Personalizar”. Nelas, o usuário pode verificar as categorias disponíveis e decidir quais deseja manter. Os cookies estritamente necessários são usados para funções básicas, como manter o login e o carrinho de compras, enquanto os de preferência e análise são opcionais. Já os de marketing, publicidade e rastreamento podem acompanhar hábitos de navegação e contribuir para a criação de perfis de interesse. Verificar quais cookies estão sendo compartilhados com os sites é essencial para manter uma privacidade online Reprodução/Canva Quem prioriza a privacidade pode recusar cookies de publicidade e rastreamento sem comprometer, em geral, as funções básicas do site. Também é recomendável revisar as preferências periodicamente e configurar o navegador para bloquear cookies de terceiros. Como explica o advogado Lucas Paglia, o usuário precisa ter uma escolha efetiva e conseguir revogar o consentimento posteriormente. Assim, enquanto alguns cookies são necessários para o funcionamento da página, outros dependem da decisão do visitante. Com informações de Kaspersky 1, 2, Gov.BR, G1 🎥 GOLPE DO SILÊNCIO no celular? Assista ao vídeo e saiba como evitar! GOLPE DO SILÊNCIO no celular? Entenda e saiba como evitar!

GTA 6 será lançado primeiro no exterior, mas truque deixa jogar antes

9 de Setembro de 2026, 01:01

A Rockstar lançará GTA 6 à meia-noite de 19 de novembro, mas de acordo com os horários locais ao redor do mundo e não simultaneamente. E isso significa que alguns jogadores terão acesso ao game antes de outros. Segundo uma lista compilada pelo site GTAVice.net, que verificou as datas na PS Store, o jogo terá 15 janelas de lançamento distribuídas em um intervalo de 19 horas. Por isso, alguns fãs do Brasil planejam uma alternativa para tentar jogar antes da liberação oficial. Saiba mais nas linhas a seguir. ⭐ GTA 6: 7 mecânicas inusitadas de gameplay que você não percebeu 🎮 GTA 6: 6 novidades que prometem deixar o jogo mais difícil (ou não) GTA 6 NÃO VAI TER CD? Jogo tem preço revelado! 📲 Comparador de celulares do TechTudo: veja os melhores para jogar ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Qual o melhor GTA? Opine no Fórum do TechTudo Se você estiver jogando no Xbox Series X ou Xbox Series S, que não têm trava de região, há um truque simples para jogar GTA 6 antes do horário previsto. Basta mudar a localização do console nas configurações para a Nova Zelândia, onde o jogo será liberado primeiro no mundo, a partir das 8h (no horário de Brasília) de 18 de novembro, garantindo até 16h de acesso antecipado. Já os proprietários brasileiros do PlayStation 5 (PS5) devem enfrentar um processo mais complicado, já que esse "macete" não funciona no console. Nesse caso, será necessário criar uma conta separada para essa região e comprar o game na PS Store de lá, usando um método de pagamento local. 🎮 Leia também: Controle do PS5 ganha versão temática de GTA 6; veja imagens Novo DualSense de GTA 6 traz belos joysticks temáticos nas cores preto e branco Reprodução/State of Play GTA 6 tem lançamento marcado para 19 de novembro nos consoles PS5, Xbox Series X e Xbox Series S, mas ainda não há previsão oficial para PC. A pré-venda do título está disponível por preços entre R$ 450 e R$ 550 na PS Store e na Microsoft Store. Também é possível encomendar a mídia física em plataformas como Amazon, KaBuM! e Shopee. Por sinal, quem fizer a pré-encomenda do jogo vai poder começar o pré-carregamento uma semana antes, a partir do dia 12 de novembro. Nessa mesma data, as cópias físicas serão enviadas aos compradores com um código de download digital na caixa. Initial plugin text Com informações de GTAVice.net, Dexerto e IGN Mais do TechTudo

Limites do NotebookLM: veja o que a ferramenta do Google não consegue fazer

9 de Setembro de 2026, 01:00

O Gemini Notebook (antigo NotebookLM) ferramenta que organiza e consulta documentos, tem limites que podem pegar o usuário de surpresa. Por exemplo, no plano gratuito, é possível adicionar até 50 fontes por notebook, número que sobe para até 600 nos planos pagos, como o Ultra. Outra coisa são páginas com paywall, PDFs protegidos contra cópia e vídeos do YouTube sem legenda também não são aceitos pela plataforma. Entender essas restrições é essencial para quem usa ou pretende usar a IA do Google no dia a dia de estudos, pesquisas ou trabalho, evitando erros de importação e otimizando o aproveitamento da plataforma. A seguir, o TechTudo traz em detalhes cada uma dessas restrições e o que fazer para não ser pego de surpresa ao usar o NotebookLM. 🔎NotebookLM Plus vale a pena? Veja as diferenças da versão gratuita 🔔Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 🔎Usei o NotebookLM para aprender inglês — e foi isso o que eu achei Veja o que o Gemini Notebook (NotebookLM), IA do Google, consegue fazer e os seus limites Imagem gerada por IA/OpenAI 📝Como a inteligência artificial é implementada em chatbots? Veja no Fórum do TechTudo 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar Índice Quais são os limites do NotebookLM? Quantas fontes podem ser adicionadas ao NotebookLM? O NotebookLM tem limite de perguntas e uso? O NotebookLM consegue entender qualquer documento? O NotebookLM substitui uma pesquisa na internet? Quais recursos do NotebookLM são limitados ou exclusivos? Afinal, quais são os principais limites do NotebookLM? 1. Quais são os limites do NotebookLM? O Gemini Notebook (antigo NotebookLM) permite reunir documentos, PDFs, vídeos, áudios e páginas da web em um só lugar para fazer perguntas e obter respostas baseadas nesse conteúdo. No entanto, essa flexibilidade não é ilimitada, já que a ferramenta impõe restrições de uso que variam conforme o tipo de conta do usuário, seja pessoal ou corporativa, e plano contratado, gratuito ou versões pagas oferecidas pelo Google. Segundo a própria documentação disponibilizada pelo Google, o plano gratuito do NotebookLM oferece acesso a 100 notebooks, cada um podendo reunir até 50 fontes com até 500 mil palavras por fonte, além de um limite diário de até 50 perguntas em conversas e 3 gerações de áudio sintético. Já nos planos pagos, esses números aumentam, sendo possível criar mais notebooks, adicionar mais fontes por projeto e gerar um volume maior de conteúdo por dia. Vale reforçar que esses valores podem ser atualizados pelo Google a qualquer momento, por isso o ideal é sempre conferir os números vigentes diretamente na documentação oficial de ajuda do Gemini Notebook. É importante que o usuário fique sempre atento às mudanças na documentação do Gemini Notebook (antigo NotebookLM) Diedrich Bader/TechTudo O que é um token? Entenda significado do termo em modelos de IA 2. Quantas fontes podem ser adicionadas ao NotebookLM? No plano gratuito, cada notebook comporta até 50 fontes de arquivos, número que pode chegar a centenas nos planos pagos, como Plus, Pro e Ultra. Essas fontes podem ser de diferentes tipos: documentos, apresentações, vídeos, áudios e páginas da web podem compor a base de conhecimento de um mesmo notebook, combinando materiais variados sobre um tema. Em relação ao tamanho, o limite atual é de 500 mil palavras por fonte ou até 200 MB para uploads locais, sem limite de páginas, regra que vale tanto para contas gratuitas quanto pagas, já que esse teto por arquivo não muda entre os planos. Existem diferenças importantes conforme o tipo de fonte utilizada. Em vídeos do YouTube, o NotebookLM não analisa as imagens, mas sim a transcrição do conteúdo, enquanto em páginas da web apenas o texto principal é usado como fonte de consulta. Isso significa que vídeos sem legendas disponíveis ou páginas protegidas por paywall geralmente não funcionam como fonte. Quando o usuário tenta importar um arquivo que ultrapassa os limites estabelecidos, a importação falha. Segundo o Google, não é possível importar uma fonte se ela exceder o limite de 500 mil palavras, se o arquivo ultrapassar 200 MB ou se o PDF original estiver protegido contra cópias. Nesses casos, é preciso dividir o conteúdo em partes menores. Cronograma de estudos criado no plano "Free" do Gemini Notebook com fontes variadas incorporadas Diedrich Bader/TechTudo Testamos 6 IAs gratuitas para criar vídeo e escolhemos a melhor; confira 3. O NotebookLM tem limite de perguntas e uso? O Gemini Notebook (antigo NotebookLM) impõe limites diários de uso, mesmo para quem já passou pela etapa de reunir fontes. No plano gratuito, o usuário tem direito a um número limitado de perguntas por dia no chat e a algumas gerações de conteúdos "pesados", como por exemplo, os Audio Overviews (em torno de 3 por dia). Recursos como resumos, guias de estudo, questionários e mapas mentais também têm cotas diárias próprias, geralmente mais generosas que as de áudio, mas ainda assim finitas. Ou seja, não é possível usar a ferramenta de forma irrestrita. É importante diferenciar dois tipos de limite dentro do NotebookLM. Existem os limites técnicos, que valem para todos os usuários independentemente do plano, como o tamanho máximo de cada fonte (500 mil palavras ou 200 MB), e não podem ser contornados nem com upgrade de conta. E existem os limites de uso da conta, como o número de perguntas diárias, a quantidade de notebooks e a geração de áudios e outros recursos, que variam conforme o plano contratado e podem ser ampliados ao migrar do Standard gratuito para os planos Plus, Pro ou Ultra. Essa distinção ajuda o usuário a entender onde vale a pena investir em um upgrade e onde a restrição é fixa, independentemente do valor pago. Animated Drawings: IA gratuita 'dá vida' a desenhos de crianças; conheça 4. O NotebookLM consegue entender qualquer documento? Adicionar um arquivo ao NotebookLM não garante que a ferramenta vai interpretar perfeitamente todo o conteúdo do documento. A IA processa e resume as informações com boa eficiência em textos corridos, mas pode encontrar dificuldades em formatos mais complexos ou que exigem leitura visual, o que pode gerar respostas incompletas ou até incorretas. Entre as principais limitações relacionadas estão: Documentos muito extensos: mesmo dentro do limite de 500 mil palavras por fonte, textos muito longos podem fazer com que o Gemini Notebook priorize apenas os trechos mais relevantes para responder a uma pergunta, deixando de lado detalhes específicos que estão em outras partes do documento. Tabelas: a leitura de tabelas complexas, com muitas colunas ou dados cruzados, nem sempre é interpretada com precisão, podendo gerar resumos que misturam ou simplificam demais as informações. Gráficos: assim como imagens, gráficos e infográficos não são "lidos" exatamente pela ferramenta se a informação relevante estiver apenas representada visualmente, sem texto explicativo, ela pode ser ignorada. PDFs escaneados: arquivos que são apenas imagens digitalizadas, sem uma camada de texto reconhecível (OCR), podem não ser processados corretamente ou até falhar na importação. Por fim, vale reforçar que, embora as respostas do NotebookLM sejam baseadas principalmente no material fornecido pelo usuário, isso não elimina a possibilidade de erros ou interpretações equivocadas. A ferramenta pode, por exemplo, resumir de forma imprecisa um trecho ambíguo ou não identificar corretamente a relação entre informações espalhadas por diferentes fontes. Por isso, mesmo diante de um material bem organizado, é recomendável revisar as respostas geradas antes de usá-las como base definitiva de estudo ou trabalho. IA para transcrever áudio em texto: 9 ferramentas que funcionam bem 5. O NotebookLM substitui uma pesquisa na internet? Não exatamente. O Gemini Notebook não funciona como o Google Search e nem como um chatbot tradicional que responde a qualquer pergunta com base em todo o conhecimento disponível na web. Por padrão, suas respostas são geradas a partir das fontes que o usuário adiciona ao notebook, ou seja, documentos, PDFs, links, áudios ou textos colados manualmente, embora ainda possa produzir conteúdos com base em pesquisa na web, caso pedido. A IA, inclusive, possui o "Descobrir fontes" e a busca com Deep Research, que permitem que o próprio NotebookLM pesquise na web e sugira páginas relevantes para importação, mas o conteúdo só passa a ser usado nas respostas depois de ser adicionado como fonte ao notebook. Na prática, o Gemini Notebook é mais indicado para quem já tem um conjunto de materiais e precisa organizá-los, resumi-los ou fazer perguntas cruzando informações entre eles, como um trabalho acadêmico, uma análise de contrato ou um estudo de mercado baseado em relatórios específicos. Já para dúvidas gerais, notícias recentes ou perguntas que não dependem de uma base documental própria, uma ferramenta de busca tradicional ou um chatbot com acesso à web em tempo real tende a ser mais rápido e eficiente. A vantagem do NotebookLM está justamente na precisão e na rastreabilidade: como ele se apoia nas fontes fornecidas, é mais fácil confirmar de onde vem cada resposta, reduzindo o risco de informações inventadas. Comet vale a pena? Testamos o navegador com IA da Perplexity 6. Quais recursos do NotebookLM são limitados ou exclusivos? O Gemini Notebook é gratuito e não exige assinatura para ser usado, mas isso não significa acesso ilimitado. A ferramenta impõe cotas diárias e mensais em praticamente todos os seus recursos, e parte dessas restrições só é ampliada para quem tem um plano pago do Google (Google AI Plus, Pro ou Ultra, que incluem o NotebookLM Plus). Vale lembrar que, em julho de 2026, o Google renomeou o NotebookLM para Gemini Notebook, embora a ferramenta e os planos continuem os mesmos. Veja algumas coisas que mudam entre a versão gratuita e a paga: Geração de áudio (Audio Overview): no plano gratuito, o limite é de 3 podcasts gerados por dia. Nos planos pagos, essa cota sobe para até 6 por dia, dependendo do nível da assinatura. Geração de vídeo (Video Overview): segue a mesma lógica do áudio — 3 gerações diárias no gratuito, com aumento nos planos pagos. Resumos e relatórios: o plano gratuito permite cerca de 10 relatórios por dia (incluindo resumos, flashcards, quizzes e mapas mentais). Assinantes têm cotas mais altas, podendo gerar até 20 por dia. Criação de materiais de estudo: recursos como flashcards, quizzes e mapas mentais estão disponíveis em todos os planos, mas compartilham o mesmo limite diário de relatórios — ou seja, quanto mais você gera de um tipo, menos sobra para os outros no mesmo dia. Compartilhamento de notebooks: é possível compartilhar notebooks com outras pessoas em qualquer plano, mas os planos pagos (principalmente via Google Workspace) trazem controles adicionais de permissão, úteis para uso em equipe. Recursos de pesquisa (Descobrir fontes e Deep Research): disponíveis também no gratuito, mas com número menor de buscas e relatórios por mês. Nos planos pagos, a cota de Deep Research é maior, permitindo pesquisas mais frequentes na web direto pela ferramenta. Quantidade de notebooks: o limite é de 100 notebooks na conta gratuita, podendo chegar a 200 ou mais nos planos pagos. Chats por dia: o plano gratuito permite cerca de 50 perguntas por dia em cada notebook; assinantes têm direito a até 200 consultas diárias. 7. Afinal, quais são os principais limites do NotebookLM? Depois de detalhar cada restrição, vale reunir num resumo rápido os pontos que mais pesam na hora de decidir se o Gemini Notebook atende às necessidades: Não substitui uma busca tradicional: as respostas são baseadas nas fontes adicionadas ao notebook, não em todo o conteúdo disponível na internet. Limite de fontes por notebook: até 50 no plano gratuito, podendo chegar a algumas centenas nos planos pagos. Tamanho máximo por fonte: cada arquivo pode ter até 500 mil palavras ou 200 MB. Cota diária de perguntas no chat: 50 consultas por dia no gratuito, ampliada nos planos pagos. Poucos Audio e Video Overviews por dia: apenas 3 de cada no plano gratuito. Limite de relatórios e materiais de estudo: cerca de 10 por dia (resumos, flashcards, quizzes e mapas mentais) na versão gratuita. Não lê tudo sozinho: não processa vídeos do YouTube além das transcrições, tem restrições para imagens dentro de PDFs e não aceita qualquer tipo de URL. Depende de um plano pago para escalar: para superar os limites, é preciso assinar o Google AI Plus, Pro ou Ultra. Não substitui todos os chatbots: para perguntas gerais ou que não dependem de uma base documental própria, ferramentas como o Gemini ou o ChatGPT tendem a ser mais práticas. Na prática, o NotebookLM é uma ferramenta pensada para quem já tem um conjunto de materiais e precisa organizá-los, resumi-los ou consultá-los com mais precisão, não para substituir buscadores ou assistentes de uso geral. Com informações de Google Support. 🎥 Assista ao vídeo e aprenda como transferir dados do iOS para um novo Galaxy com o Smart Switch Como transferir dados do iOS para um novo Galaxy com o Smart Switch

Lançamento do iPhone 18: como assistir ao vivo e o que esperar

9 de Setembro de 2026, 00:00

O lançamento do iPhone 18 acontece nesta quarta-feira (9), a partir das 14h (horário de Brasília), durante o evento especial “Surpreendente e brilhante”, da Apple. A apresentação poderá ser acompanhada online em diferentes dispositivos, como computador, celular, tablet e smart TV. Ao término da conferência, o TechTudo também fará uma live em seu canal no YouTube para comentar os lançamentos, novidades e principais anúncios feitos pela empresa. Embora a Apple não tenha adiantado quais produtos serão apresentados, a expectativa é de que os protagonistas sejam o iPhone 18 Pro, o iPhone 18 Pro Max e o aguardado iPhone Ultra, que pode ser o primeiro celular dobrável da marca. Novos modelos de Apple Watch e possíveis novidades para a linha AirPods também estão no radar. 📱 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔎 iPhone 18 Pro: veja cores e design do novo celular da Apple ⚠️ iPhone 18: loja da Apple sai do ar antes do lançamento “Surpreendente e brilhante”: evento especial da Apple acontece em 9 de setembro, às 14h (horário de Brasília) Reprodução/Apple ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Qual o melhor celular para comprar? Opine no Fórum do TechTudo Rumores indicam, por outro lado, que o iPhone 18 convencional pode ficar para 2027, em uma mudança importante no calendário tradicional da companhia. A seguir, o TechTudo explica que horas começa o evento da Apple, como assistir ao lançamento do iPhone 18 ao vivo e o que esperar da apresentação. Que horas é o lançamento do iPhone 18? O evento “Surpreendente e brilhante” começa às 14h desta quarta-feira, 9 de setembro, no horário de Brasília. A Apple confirmou oficialmente a data e o horário da apresentação, mas ainda mantém em segredo a lista de produtos que serão revelados. Como assistir ao lançamento do iPhone 18 no YouTube Uma das maneiras mais simples de assistir ao evento da Apple é pelo YouTube. A apresentação poderá ser acompanhada pelo canal oficial da companhia e, assim como em conferências anteriores, o streaming pode ser aberto em computadores, celulares, tablets, smart TVs e outros aparelhos que tenham navegador ou aplicativo do YouTube. A página da transmissão também permite acompanhar o evento diretamente pelo player abaixo. Caso esteja usando o aplicativo do YouTube, vale ativar o lembrete da transmissão para receber uma notificação pouco antes do início da apresentação, marcado para as 14h. Além disso, às 16h, o TechTudo fará uma live para comentar as novidades apresentadas pela Apple. A transmissão acontecerá no canal do YouTube, e você pode clicar no sininho para receber uma notificação às vésperas do início da live. Como assistir ao lançamento do iPhone 18 pelo site da Apple Outra opção é acompanhar o lançamento pela página oficial de eventos da Apple. O endereço pode ser aberto diretamente em navegadores como Safari, Chrome, Firefox ou Microsoft Edge, tanto no computador quanto em celulares e tablets. Normalmente, o player da Apple é disponibilizado pouco antes do horário da apresentação. A transmissão pode contar com opções de legenda e também pode ser enviada para outros dispositivos compatíveis por meio do AirPlay, recurso útil para quem pretende assistir ao evento em uma tela maior. O site oficial foi uma das alternativas oferecidas pela empresa em seus lançamentos anteriores. Como assistir ao lançamento do iPhone 18 pelo Apple TV O evento também pode ser acompanhado pelo aplicativo Apple TV. O app está disponível em aparelhos da própria Apple, como iPhone, iPad, Mac e Apple TV, além de dispositivos Android, smart TVs, consoles e aparelhos de streaming compatíveis. Não é necessário assinar o Apple TV+ para assistir à apresentação. Para encontrar o evento, basta abrir o aplicativo, acessar a busca e procurar por “Eventos Apple” ou pelo banner de “Surpreendente e brilhante”. Nos eventos anteriores, a Apple liberou gratuitamente a transmissão por esse caminho. O que esperar do evento da Apple? Apesar de o nome “iPhone 18” concentrar grande parte das atenções, a Apple não confirmou antecipadamente quais aparelhos serão apresentados no evento. Os rumores mais consistentes apontam para uma mudança no calendário da empresa: em vez de lançar toda a nova geração de uma vez, a fabricante pode concentrar a apresentação de setembro nos aparelhos premium e deixar os modelos mais acessíveis para 2027. Códigos encontrados em uma versão beta do iOS 27 já fizeram referência a seis aparelhos: iPhone 18, iPhone 18e, iPhone 18 Pro, iPhone 18 Pro Max, iPhone Air 2 e iPhone Ultra. A expectativa, porém, é de que iPhone 18 Pro, Pro Max e Ultra sejam os principais lançamentos desta quarta-feira, enquanto iPhone 18, 18e e possivelmente o Air 2 podem chegar apenas no primeiro trimestre de 2027. Supostas cores do iPhone 18 Pro Reprodução/CNET Nos modelos Pro, entre as possíveis novidades estão o novo processador A20 Pro, produzido em processo de 2 nanômetros (nm), mudanças na tela e avanços importantes no conjunto fotográfico. Rumores apontam para câmera principal com abertura variável, teleobjetiva com maior entrada de luz e uma Dynamic Island menor. Uma nova tecnologia de painel, chamada LTPO+, também pode aumentar a eficiência energética. O TechTudo já reuniu em detalhes tudo o que se sabe sobre o iPhone 18 Pro. As cores também podem mudar. Vazamentos recentes indicam que o iPhone 18 Pro e o Pro Max podem ganhar opções em cereja escuro (dark cherry/borgonha), azul-céu e preto, com a possível saída do tradicional acabamento prateado. O TechTudo também mostrou as possíveis cores da linha iPhone 18 Pro. iPhone Ultra pode ser a grande surpresa O anúncio mais aguardado, porém, pode ser o do iPhone Ultra, nome associado ao primeiro iPhone dobrável da história. Rumores apontam para um aparelho com formato semelhante ao de um passaporte, com tela externa de 5,5 polegadas e painel interno de 7,8 polegadas. O dispositivo poderia ter apenas 4,5 mm de espessura quando aberto e pouco mais de 9 mm quando fechado. Segundo rumores e vazamentos, o iPhone Ultra deve chegar com formato dobrável no estilo “passaporte” Reprodução/MacRumors Outras projeções mencionam tela interna com ProMotion de até 120 Hz, chip A20 Pro e configurações com até 2 TB de armazenamento, embora nenhuma dessas características tenha sido confirmada pela Apple. O dobrável também pode ter um lançamento mais limitado inicialmente, e o TechTudo já explicou por que o iPhone Ultra pode demorar a chegar ao Brasil. Apple Watch Series 12 também é esperado O evento de setembro não deve ficar restrito aos celulares. O Apple Watch Series 12 também aparece entre os produtos esperados para a apresentação desta quarta-feira. Relatos sobre o calendário de vendas dos novos aparelhos já incluem o relógio ao lado dos iPhones que devem ser anunciados no dia 9. A Apple, no entanto, ainda não confirmou oficialmente o smartwatch nem antecipou suas possíveis novidades. Também existe expectativa em torno de atualizações para outros modelos da família Apple Watch, incluindo a linha Ultra. Por isso, detalhes sobre recursos, preço e disponibilidade só devem ser esclarecidos durante a apresentação. E os AirPods? Os AirPods são outra categoria que pode receber atenção durante o “Surpreendente e brilhante”, embora os rumores em torno dos fones sejam menos consistentes do que os relacionados aos novos iPhones. Até o momento, a Apple não confirmou uma nova geração dos acessórios para o evento. Por isso, eventuais novidades de AirPods devem ser tratadas como uma possibilidade até o início da conferência. A resposta definitiva virá a partir das 14h desta quarta-feira (9). Assim que a apresentação terminar, o TechTudo fará uma live no YouTube para analisar os produtos revelados pela Apple e comentar as principais novidades do evento. Com informações de TechTudo, Apple, CNET e GSMArena Mais de TechTudo 🎥IPHONE 17e É ANUNCIADO! Conheça o modelo 'baratinho' IPHONE 17e É ANUNCIADO! Veja preço no Brasil

Melhor celular topo de linha para comprar no 9.9

8 de Setembro de 2026, 18:29

Eventos como o 9.9 trazem descontos expressivos e costumam ser a oportunidade ideal para quem planeja trocar de celular. Pensando nisso, o TechTudo reuniu seis smartphones topo de linha que entregam a melhor experiência em desempenho, câmeras e construção. A lista traz modelos de marcas consagradas no mercado, disponíveis em varejistas como Amazon, Shopee, Mercado Livre e Magazine Luiza. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp O aparelho mais acessível da lista é o Huawei Pura 80 Pro (512 GB), encontrado a partir de R$ 4.099 na Amazon, enquanto o modelo mais caro é o OPPO Find X9 Pro (512 GB), saindo a partir de R$ 10.043 no Mercado Livre. Os preços citados ao longo da matéria foram checados em setembro de 2026 e podem sofrer alterações. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos iPhone 17 Pro está por menos de R$ 8.000 nesse 9.9 Reprodução/Apple 🔎 Melhor celular Motorola para comprar no 9.9: veja 6 modelos imperdíveis Initial plugin text 📝 Qual é o melhor celular da OPPO? Confira as opções no Fórum TechTudo. 6 melhores celulares topo de linha para comprar no 9.9 Huawei Pura 80 Pro (512 GB) - indicado para entusiastas que buscam fotografia de nível profissional com aberturas variáveis pelo menor preço da categoria. Motorola Signature (512 GB) - com design ultra premium, é o melhor custo-benefício em relação ao conjunto de câmeras. Galaxy S25 Ultra (256 GB) - o modelo mais completo do ecossistema Android, reunindo recursos avançados do Galaxy AI, caneta S Pen e tela antirreflexo. iPhone 17 Pro (256 GB) - excelente escolha para quem prioriza gravação de vídeo em nível profissional, estabilidade do iOS e alto valor de revenda. Galaxy Z Fold 7 (512 GB) - a ferramenta definitiva para produtividade máxima e multitarefa em uma tela dobrável que se transforma em tablet. OPPO Find X9 Pro (512 GB) - o topo de linha mais exclusivo da seleção, combinando câmeras calibradas pela Hasselblad e autonomia de bateria gigante. Como escolhemos os melhores celulares? A curadoria da lista desenvolvida pelo TechTudo considera os modelos topo de linha lançados a partir de 2024, de marcas renomadas no mercado de tecnologia. Os aparelhos citados apresentam uma queda expressiva de preço em relação ao valor de lançamento, e se enquadram nas ofertas de 9.9. O que um bom celular topo de linha deve ter? Um modelo de alto nível deve trazer a melhor experiência para o usuário, ao combinar recursos como uma construção e design robustos, processadores potentes, telas de altíssima qualidade e conjuntos fotográficos avançados. Ao analisar a ficha técnica de um smartphone premium, fique atento aos seguintes pontos: Tela: priorize telas AMOLED (ou OLED para modelos da Apple e pOLED para modelos da Motorola), e taxa de atualização entre 90 e 120 Hz (ou superior). A tecnologia da tela garante cores mais vibrantes e nítidas, enquanto a alta taxa de atualização proporciona mais fluidez e suavidade nas imagens, sendo um diferencial importante para jogos e vídeos. Desempenho: escolha um aparelho com os processadores mais modernos do mercado, como o chip Apple A-Pro presente no iPhone 17 Pro ou o Snapdragon 8 Elite, assim como pelo menos 8 GB de memória RAM. A memória em abundância garante a execução de múltiplos apps em segundo plano e de recursos nativos de IA, enquanto o processador garante velocidade e eficiência. Câmeras: além do número de megapixels, leve em consideração recursos como estabilização óptica de imagem (OIS), abertura de diafragma (f/) e integração com inteligência artificial. A combinação de hardware avançado com o pós-processamento de I.A. garante fotos nítidas e gravações em nível profissional. Bateria e carregamento: busque aparelhos com capacidade a partir de 5.000 mAh para aguentar o consumo do hardware ao longo do dia. 1. Huawei Pura 80 Pro (512 GB) - a partir de R$ 4.099 O Huawei Pura 80 Pro entrega tecnologias de ponta por um valor bem abaixo da média dos concorrentes diretos. A fabricante equipou o modelo com uma tela LTPO OLED de 6,8 polegadas, com resolução 1.5K (2844 x 1260 pixels) e taxa de atualização adaptativa de 1 a 120 Hz, garantindo transições fluidas e alta fidelidade de cores. O grande trunfo do aparelho está em seu conjunto fotográfico avançado: equipado com quatro câmeras traseiras, com destaque para o sensor principal de 50 megapixels e 1 polegada, equipado com abertura variável entre f/1.6 e f/4.0 e estabilização óptica de imagem (OIS). O usuário consegue tirar fotografias de nível profissional, com controle preciso de profundidade e excelente desempenho em ambientes noturnos. Câmeras do Huawei Pura 80 Pro Aline Barbieri/TechTudo Além disso, o aparelho é equipado com um processador octa-core de alta velocidade, em conjunto com 12 GB de memória RAM e 512 GB de armazenamento interno. Essa construção permite que o Huawei Pura 80 Pro execute tarefas que exigem mais do hardware, como jogos pesados e edição de vídeo. Encontrado a partir de R$ 4.099 na Amazon, o modelo é a escolha ideal para quem busca um aparelho com um ótimo conjunto de câmeras para fotografias, tela OLED de alta qualidade e carregamento ultrarrápido. Prós: excelente conjunto fotográfico com abertura variável; 512 GB de armazenamento pelo menor preço da categoria; carregamento ultrarrápido; Contras: ausência nativa dos serviços do Google, ecossistema de aplicativos da própria marca. 2. Motorola Signature (512 GB) - a partir de R$ 5.100 O Motorola Signature é ideal para quem busca máxima velocidade e visual elegante. Sua tela Extreme AMOLED de 6,8 polegadas com resolução 1,5K entrega uma taxa de atualização de 165 Hz, tornando a troca de aplicativos e as partidas em jogos ainda mais suaves. O brilho potente do painel também ajuda a enxergar as informações na tela sem esforço, mesmo sob a luz forte do sol, contando ainda com proteção contra riscos e impactos acidentais. MOTOROLA SIGNATURE é MELHOR que IPHONE? Testamos o celular premium! Em relação à autonomia, o modelo traz uma bateria de 5.200 mAh pensada para aguentar rotinas intensas de uso. O carregador de 90 W é capaz de completar a carga em cerca de 40 minutos. No conjunto de câmeras, os três sensores traseiros de 50 MP garantem fotos ricas em detalhes e vídeos estáveis. O desempenho fica por conta do poderoso processador Snapdragon 8 Gen 5, que trabalha junto com incríveis 16 GB de memória RAM para rodar qualquer jogo pesado na qualidade máxima. O Motorola Signature pode ser encontrado no Mercado Livre a partir de R$ 5.100. Prós: processador superveloz; carregador ultra-rápido incluso; tela muito fluida para navegação. Contras: recebe atualizações do Android por menos tempo que os concorrentes; pode esquentar levemente ao usar aplicativos muito pesados. 3. Galaxy S25 Ultra(256 GB) - a partir de R$ 5.342 O Galaxy S25 Ultra é o modelo mais completo da Samsung para quem busca durabilidade e recursos de produtividade. Ele traz uma tela Dynamic AMOLED 2X de 6,9 polegadas que se destaca pelo revestimento especial antirreflexo, permitindo usar o celular sob o sol sem incômodos. A estrutura metálica em titânio garante maior resistência contra quedas, enquanto o corpo abriga a caneta S Pen para fazer anotações e desenhos direto no display. Câmeras do Galaxy S25 Ultra Rubens Achilles/TechTudo A bateria de 5.000 mAh oferece autonomia para até 30 horas seguidas de reprodução de vídeo, suportando carregamento rápido de 45 W. Nas câmeras, o sensor principal de 200 MP captura imagens extremamente detalhadas, enquanto as lentes de zoom permitem aproximar objetos distantes mantendo a nitidez sem embaçar. A performance é garantida pelo chip Snapdragon 8 Elite alinhado a 12 GB de RAM, permitindo usar recursos nativos de inteligência artificial para traduzir chamadas em tempo real e editar fotos com facilidade. O modelo também conta com a promessa de 7 anos de atualizações do Android. O Galaxy S25 Ultra está disponível no Mercado Livre a partir de R$ 5.342. Prós: tela com tratamento antirreflexo que facilita a leitura no sol; caneta S Pen inclusa; 7 anos de atualizações garantidas. Contras: recarga da bateria é mais lenta do que a dos modelos chineses; vem com 256 GB de memória na versão base. 4. iPhone 17 Pro (256 GB) - a partir de 7.699 O iPhone 17 Pro mantém o padrão da Apple de entregar um smartphone com uma construção premium de fácil utilização. Sua tela Super Retina XDR de 6,3 polegadas conta com a tecnologia ProMotion, que ajusta a velocidade de navegação até 120 Hz para economizar energia ou entregar máxima fluidez quando necessário. O painel atinge brilho altíssimo em ambientes abertos e conta com o Ceramic Shield, evitando trincos e riscos. Câmeras do iPhone 17 Pro Amanda Zola/TechTudo Sua bateria foi otimizada para entregar até 33 horas de reprodução de vídeo, com suporte ao carregamento sem fio por indução. No quesito câmera, o modelo traz três sensores de 48 MP que se destacam por gravar os vídeos mais estáveis do mercado, com qualidade de cinema em 4K e excelente captação de cores, mesmo em ambientes com pouca luz. O dispositivo roda com o processador Apple A19 Pro e 12 GB de RAM, combinação que garante aceleração em jogos exigentes e execução instantânea de aplicativos sem travamentos. O iPhone 17 Pro está disponível no Mercado Livre a partir de R$ 7.699. Prós: desempenho excepcional; conjunto de câmeras traseiras de 48MP Contras: autonomia de bateria menor que a do modelo Pro Max 5. Galaxy Z Fold 7 (512 GB) - a partir de R$ 8.999 O Galaxy Z Fold 7 foi pensado para quem deseja a experiência de um tablet e um smartphone em um único aparelho. Ele possui duas telas: uma externa de 6,5 polegadas para uso rápido com uma mão e uma tela interna dobrável de 8,0 polegadas com tecnologia AMOLED. Quando aberta, essa tela gigante permite ler documentos, assistir a séries e usar até três aplicativos ao mesmo tempo. Tela expandida do Galaxy Z Fold 7 tem 8 polegadas Ana Letícia Loubak/TechTudo A autonomia fica por conta de uma bateria dupla de 4.400 mAh com suporte a carregamento por fio e sem fio, além do recurso de recarregar acessórios por indução encostando na traseira do celular. O conjunto de câmeras traseiro traz um sensor principal de 200 MP, uma ultra-wide de 12 MP e uma teleobjetiva de 10 MP com estabilização para fotos e vídeos sem tremores. O aparelho conta com o processador Snapdragon 8 Elite com 12 GB de RAM e 512 GB de espaço interno, garantindo potência de sobra para edições de foto e multitarefa pesada sem perder agilidade. O Galaxy Z Fold 7 pode ser encontrado no Mercado Livre a partir de R$ 8.999. Prós: tela gigante dobrável perfeita para trabalhar e ver vídeos; design fino e resistente à água; 512 GB de espaço nativo. Contras: bateria menor em comparação aos modelos tradicionais; maior cuidado em relação às dobradiças. 6. OPPO Find X9 Pro (512 GB) - a partir de R$ 10.043 O OPPO Find X9 Pro fecha a seleção entregando o conjunto mais sofisticado para quem busca fotografia de nível profissional e autonomia fora da curva. O smartphone vem equipado com uma tela AMOLED de 6,78 polegadas e taxa de atualização de 120 Hz, garantindo navegação fluida e excelente fidelidade de cores. Sistema de câmeras Hasselblad do OPPO Find X9 Pro Cecile Mendonça/TechTudo A bateria gigante de 7.500 mAh é um dos pontos mais fortes do modelo, garantindo até um dia e meio de uso longe da tomada com tranquilidade, além de contar com carregamento rápido 80W SUPERVOOC. No quesito fotografia, a parceria com a lendária marca Hasselblad se reflete em um sensor principal Sony customizado de 1/1.28 polegada, capaz de capturar imagens noturnas com excelente entrada de luz, tons de pele naturais e baixo nível de ruído. A performance fica sob o comando do chip MediaTek Dimensity 9500, que trabalha junto a 16 GB de memória RAM e 512 GB de espaço interno para rodar jogos e edições pesadas sem qualquer engasgo. O dispositivo conta ainda com a certificação IP69, oferecendo a máxima proteção contra água e poeira da categoria. O OPPO Find X9 Pro está disponível no Mercado Livre a partir de R$ 10.043. Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.

Foge, Coelho: entenda final explicado do filme de terror da Netflix

8 de Setembro de 2026, 17:58

O filme Foge, Coelho (2023) é um suspense psicológico australiano que vem chamando atenção na Netflix pelo final controverso e com um grande plot twist. Estrelado por Sarah Snook, conhecida por interpretar Marissa em All Her Fault e Shiv Roy em Succession, o filme acompanha uma médica que rever seus valores e enfrentar um fantasma do passado depois que a filha começa a agir de maneira estranha. A produção tem direção de Daina Reid (The Outsider) e roteiro de Hannah Kent (The Good People). 🔎 15 filmes de suspense excelentes para assistir em 2026 Se você está curiosos para saber como o longa-metragem termina ou já assistiu e quer entender melhor, o TechTudo preparou um guia com o final explicado (com spoilers), além de informações sobre elenco, repercussão e obras parecidas para assistir. Confira nas linhas a seguir. 🎬 15 filmes de suspense psicológico muito bons para assistir em 2026 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e review 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Confira final explicado de Foge, Coelho, filme de suspense da Netflix Divulgação/Netflix 📝 Como rodar serviços de streaming em um PC antigo? Saiba no Fórum do TechTudo Foge, Coelho: entenda final explicado do filme de terror da Netflix Sinopse de Foge, Coelho Elenco de Foge, Coelho O que acontece no final? O que aconteceu com Alice? Mia e Pete estão mortos? Qual é o significado do coelho branco no filme? O que a cena final do filme significa? Vale a pena assistir a Foge, Coelho? Filmes parecidos com Foge, Coelho para assistir Sinopse de Foge, Coelho Na história de Foge, Coelho, Sarah, uma médica especialista em fertilidade, vive com sua filha de sete anos, Mia. A rotina das duas começa a mudar quando um misterioso coelho branco aparece em sua casa e, pouco depois, Mia passa a agir de forma estranha, tendo memórias inexplicáveis sobre uma identidade passada. Elenco de Foge, Coelho Sarah Snook estrela como a médica especialista em fertilidade Sarah em Foge, Coelho, enquanto Lily LaTorre (O Culto Secreto) interpreta sua filha, Mia. Damon Herriman (The Nightingale) interpreta o ex-marido de Sarah, enquanto Greta Scacchi (Emma) interpreta a mãe dela, Joan. Completam o elenco nomes como Shabana Azeez (The Pitt), Georgina Naidu (Newton's Law), Naomi Rukavina (Neighbours) e Neil Melville (Minta Comigo). Foge, Coelho é estrelado por Sarah Snook Divulgação/Netflix 🔎 O TechTudo também explica: O Homem que Sussurra: confira final explicado do suspense com Robert De Niro na Netflix Tahir morre em Meu Nome é Farah? Veja final explicado da novela turca da Netflix Undertone: veja final explicado do novo filme de terror da A24 A Odisseia: entenda final explicado do filme épico de Christopher Nolan Hallow Road: entenda final explicado do filme de terror do Prime Video Obsessão: entenda o final explicado do aclamado filme de terror Dia D: veja final explicado do filme de ficção científica de Steven Spielberg Os Suspeitos: veja final explicado do filme de suspense Desejo: veja final explicado do novo filme picante de suspense da Netflix O que acontece no final? Ao longo do filme, o comportamento de Mia se torna mais perturbador, e ela começa a dizer que é Alice, a irmã de Sarah, que desapareceu quando também tinha sete anos de idade. Isso obriga a protagonista a confrontar lembranças traumáticas para descobrir se está realmente lidando com algo sobrenatural ou com um problema psiquiátrico. No desfecho do filme, Sarah leva Mia para ficar na casa onde cresceu durante a infância. Quando a situação fica ainda mais estranha, ela finalmente recupera memórias reprimidas dessa época e descobre que foi a responsável pela morte da irmã Alice. Ela e o ex-marido, Peter, então começam a procurar por Mia, que desapareceu, e a encontram na margem do rio. No dia seguinte, na última cena do filme, Mia sai da cama escondida enquanto Sarah a observa. A mulher fica em choque quando, da janela do quarto, vê a filha ir embora de mãos dadas com Alice em direção ao mesmo penhasco de onde ela havia empurrado a irmã. Descubra, nos próximos tópicos, mais detalhes sobre esse final. Foge, Coelho tem final ambíguo Reprodução/Netflix O que aconteceu com Alice? No plot twist do filme, Sarah recupera suas memórias e descobre que Alice não desapareceu do nada. Na verdade, ela morreu por causa de uma briga entre as irmãs. No dia do sumiço, Sarah trancou Alice em um armário durante uma brincadeira, o que levou a menina a atacá-la em um momento de raiva. Para se proteger, Sarah acertou a cabeça da irmã com uma armadilha de coelho. Então Alice correu para a beira do precipício na propriedade da família, com a testa sangrando. Com medo de ser punida, Sarah empurrou a irmã do precipício perto do rio, matando-a. Ela disse aos pais que Alice havia fugido e passou a negar a verdade por causa da culpa. Em Foge, Coelho, Alice foi morta por Sarah Reprodução/Netflix Mia e Pete estão mortos? No final, assim que Sarah adormece, Mia vê o coelho na porta e o segue. Na manhã seguinte, Sarah acorda e, ao perceber que Mia sumiu, sai do quarto e vê Pete com um travesseiro sobre a cabeça, sugerindo que ela o matou. Do lado de fora, Alice e Mia caminham de mãos dadas, mas o filme não mostra o que acontece com a criança. Fica em aberto se aquilo é real ou apenas algo criado pela mente da protagonista. Foge, Coelho deixa desfecho de personagens em aberto Divulgação/Netflix Qual é o significado do coelho branco no filme? O coelho branco é o estopim da crise emocional de Sarah, gerando duas interpretações principais. A primeira aponta que o animal seria o fantasma de sua irmã, surgido para puni-la. Já a segunda sugere que ele funciona apenas como um gatilho para fazer a protagonista reviver seus traumas, em uma referência ao simbolismo do coelho em Alice no País das Maravilhas. Sob essa ótica, o comportamento estranho de Mia seria apenas fruto dos devaneios de Sarah. O que significa o coelho em Foge, Coelho? Entenda Reprodução/Netflix O que a cena final do filme significa? A cena final de Foge, Coelho mostra Mia caminhando de mãos dadas com Alice em direção ao local associado à tragédia, mas é propositalmente ambígua. O filme não deixa claro se essa visão tem origem sobrenatural ou se trata de uma projeção da mente de Sarah após confrontar a culpa e perceber como ela interferiu na relação com a filha. Cena final de Foge, Coelho tem mais de uma interpretação Reprodução/Amazon Prime Video Vale a pena assistir a Foge, Coelho? Se você gosta de suspenses psicológicos lentos, focados em trauma e ambiguidades, Foge, Coelho pode chamar sua atenção, mas há problemas que podem fazer o filme não valer a pena. O destaque é a atuação de Sarah Snook, mas os personagens não são bem construídos a ponto de fazer o espectador se importar com eles. A narrativa, além de clichê, deixa muitas lacunas. No agregador IMDb, o longa-metragem tem nota média de 5 de 10 estrelas, com base em 14 mil avaliações dos usuários. Já no Rotten Tomatoes, ele tem 38% de aprovação da crítica e 26% do público. Em geral, as críticas negativas apontam para o ritmo extremamente lento e repetitivo, apesar de o filme não conseguir trabalhar profundamente a dinâmica entre mãe e filha. Vale a pena ver Foge, Coelho? Descubra Reprodução/Netflix Filmes parecidos com Foge, Coelho para assistir O Babadook (2014): terror psicológico australiano que segue Amelia, uma viúva e mãe solo que, ao lado do filho pequeno, passa a ser aterrorizada por uma entidade sombria presente em um livro infantil. Hereditário (2018): acompanha a família Graham, que passa a sofrer com uma presença sombria logo após a morte da matriarca do clã. Saint Maud (2019): suspense psicológico sobre Maud, uma jovem enfermeira recém-convertida ao catolicismo e obcecada em salvar a alma de seu paciente moribundo. Uma mãe viúva e seu filho são aterrorizados por um personagem de livro infantil chamado Babadook Reprodução/The Movie Database Com informações de Netflix (1 e 2), IMDb, Rotten Tomatoes, Mashable, Digital Spy e Decider 🎥 3 atores que mais trabalharam em Hollywood 3 atores que mais trabalharam em Hollywood Mais do TechTudo Initial plugin text

Muse: nova IA da Meta faz tarefas pelo usuário e até envia e-mails; entenda

8 de Setembro de 2026, 17:51

A Meta anunciou nesta terça-feira (8) o Muse, seu novo agente de inteligência artificial capaz de ir além de responder perguntas e executar tarefas pelo usuário. A ferramenta pode enviar e-mails, fazer reservas de viagens, preencher formulários e realizar outras ações em aplicativos, de acordo com as permissões concedidas. A seguir, entenda detalhes, se é pago e se já está disponível no Brasil. 🔎Meta AI pode usar fotos do seu Instagram para criar imagens; como desativar Muse promete ser um agente inteligente da Meta capaz de gerenciar demandas do dia a dia Divulgação/Meta O que é o Muse, nova IA da Meta A Meta apresentou nesta terça-feira (8) o Muse, um agente pessoal de inteligência artificial criado para fazer mais do que responder perguntas. A proposta é que o usuário diga o que precisa e deixe que a IA cuide das etapas necessárias para concluir a tarefa. Diferentemente de um chatbot tradicional, o Muse consegue navegar pela internet, preencher formulários e interagir com outros serviços em nome da pessoa. O agente é baseado no Muse Spark, modelo de IA da própria Meta desenvolvido para realizar tarefas de forma autônoma. A ferramenta também consegue lembrar informações compartilhadas pelo usuário e usar esses dados para fazer sugestões e executar ações posteriormente. Meta apresenta seu agente de IA nesta terça-feira (8) Reprodução/Meta Muse pode se conectar a apps e continuar trabalhando sozinho O agente pode ser conectado, mediante autorização do usuário, a aplicativos e serviços usados no dia a dia. Entre as categorias citadas pela Meta estão e-mail e calendário, pagamentos, fitness, música, restaurantes, compras e dispositivos de casa inteligente. A empresa afirma que novos conectores serão adicionados posteriormente. Um dos principais diferenciais é que o Muse pode continuar trabalhando mesmo depois que o usuário fecha o aplicativo. É possível estabelecer uma meta ou conjunto de preferências para que a IA siga executando a tarefa posteriormente, usando também informações aprendidas nas conversas anteriores. Initial plugin text e O Muse já está disponível no Brasil? Por enquanto, o Muse está sendo lançado apenas nos Estados Unidos para maiores de 18 anos. A ferramenta pode ser acessada pelo aplicativo próprio do Muse e pelo WhatsApp, com versões para iPhone(iOS) e Android. A Meta também afirma que pretende levar o agente para seus óculos inteligentes futuramente. O TechTudo entrou em contato com a empresa para entender quando a novidade chega ao Brasil, mas informaram que ainda não há essa previsão. Segundo a Meta, o serviço será gratuito para a maior parte das necessidades, com planos de assinatura para usuários que quiserem recursos e uso mais intensivos. Meta apresenta Muse, IA que promete agir no seu lugar em outros aplicativos Reprodução/Meta Com informações de Meta Mais do TechTudo

10 animes com grandes mistérios que vão te deixar 'de cabelo em pé'

8 de Setembro de 2026, 17:30

Os animes com grandes mistérios fascinam o público em 2026 ao criarem enredos mirabolantes e climas com muita tensão. Com muito suspense e investigações, as tramas psicológicas com serial killers, conluios apocalípticos ou fenônemos sobrenaturais prendem a atenção do primeiro ao último episódio, casos de Attack on Titan (2013), Monster (2004) e A Ilha das Sombras (2022). Esses e outros títulos do tipo estão disponíveis em plataformas de streaming como o Crunchyroll e a Netflix. 🔍 15 animes muito bons que não foram baseados em mangás Está procurando por histórias intrigantes cheias de enigmas e com várias reviravoltas e segredos macabros? Então, o TechTudo preparou uma lista com 10 animes com grandes mistérios que vão te deixar 'de cabelo em pé'. A seguir, confira mais informações sobre as produções, com detalhes de sinopse, temporadas, episódios, notas da crítica e onde assistir. 🎬 17 melhores animes shounen para assistir em 2026 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Um dos animes mais elogiados de 2023, Tengoku-Daimakyo: Ilusão Celestial chamou atenção pela narrativa sensível em meio ao caos pós-apocalíptico Reprodução/Anime 21 📝 Como rodar serviços de streaming em um PC antigo? Saiba no Fórum do TechTudo Saiba mais sobre os 10 animes com grandes mistérios: A Ilha das Sombras (2022): Shinpei Ajiro investiga a morte de sua amiga em uma ilha e enfrenta um mistério com loops temporais. Attack on Titan (2013): Eren Yaeger entra para o exército para combater Titãs devoradores e desvendar segredos do mundo. Odd Taxi (2021): o taxista Odokawa se envolve no mistério de uma jovem sumida através das conversas com passageiros. Erased (2016): Satoru volta 18 anos no tempo para salvar uma colega de infância e evitar o assassinato da mãe. Monster (2004): o médico Kenzou Tenma caça o jovem Johan Liebert, um assassino frio que ele salvou na infância. Tengoku-Daimakyo: Ilusão Celestial (2023): Maru e Kiruko exploram ruínas perigosas enquanto tentam encontrar um local misterioso chamado Paraíso. Pluto (2023): o robô detetive Gesicht investiga mortes misteriosas de robôs avançados e humanos no mundo. O Verão em que Hikaru Morreu (2025): o jovem Yoshiki descobre que seu amigo de infância foi substituído por uma entidade sobrenatural. Dennō Coil (2007): a jovem Yūko usa óculos de realidade aumentada e descobre segredos sombrios em uma cidade futurista. Hyouka (2012): o garoto dedutivo Houtarou Oreki resolve pequenos mistérios escolares impulsionado por Eru Chitanda. 1. A Ilha das Sombras (2022) Inauguramos a lista com A Ilha das Sombras, adaptação do mangá Summer Time Rendering, de Yasuki Tanaka. Na trama, Shinpei Ajiro retorna à sua cidade natal em uma ilha isolada para comparecer ao velório de sua amiga de infância, Ushio Kofune. No entanto, ao investigar as circunstâncias da morte, o jovem descobre marcas estranhas no corpo da garota e toma conhecimento de uma lenda local macabra sobre cópias sombrias que assassinam e substituem as pessoas. Ao ser atacado por uma dessas entidades, Shinpei descobre que está preso em um ciclo temporal. Temporadas: 1 Episódios: 25 Notas da crítica: 8,2 pelo IMDb e 8.46 no MyAnimeList Onde assistir: Disney+ O anime A Ilha das Sombras (Summer Time Rendering) fala sobre um jovem que investiga a morte da irmã e acaba entrando em um loop temporal Reprodução/OLM Studio 2. Attack on Titan (2013) Em seguida, temos o sucesso Attack on Titan, baseado no mangá Shingeki no Kyojin, de Hajime Isayama. No enredo, Eren Yaeger vive em um mundo pós-apocalíptico onde os últimos sobreviventes da humanidade habitam uma cidade protegida por três muralhas imensas contra os Titãs, monstros gigantes devoradores de homens. Após presenciar uma tragédia familiar e a destruição de seu lar por essas criaturas, o jovem se alista na Divisão de Reconhecimento ao lado de Mikasa e Armin para exterminar as feras e descobrir a verdade oculta sobre o mundo. 🍿 Quantos episódios tem Attack on Titan? Veja lista com melhores e mais Temporadas: 4 Episódios: 94 Notas da crítica: 9,1 pelo IMDb e 8.58 no MyAnimeList Onde assistir: Crunchyroll e Amazon Prime Video (via Crunchyroll) Attack on Titan é baseado no mangá Shingeki no Kyojin e seu enredo é protagonizado pelo personagem Eren Yeager Reprodução/MAPPA 3. Odd Taxi (2021) O anime original Odd Taxi é uma produção dos estúdios P.I.C.S. e OLM. Na narrativa, Hiroshi Odokawa é uma morsa macho de 41 anos introspectivo que trabalha como motorista de táxi na cidade de Tóquio. Após alguns diálogos com seus passageiros incomuns, ele se envolve acidentalmente no caso do desaparecimento de uma jovem estudante do ensino médio. Dessa forma, as histórias dos clientes se entrelaçam em uma teia complexa de segredos, gangues locais e mistérios perturbadores do passado. Temporadas: 1 Episódios: 13 Notas da crítica: 8,3 no IMDb e 8.62 no MyAnimeList Onde assistir: Crunchyroll e Amazon Prime Video (via Crunchyroll) Odd Taxi é um anime original criado por Kazuya Konomoto e segue a história de Odokawa, uma morsa taxista Divulgação/Prime Video 4. Erased (2016) Erased adapta o mangá Boku Dake ga Inai Machi, de Kei Sanbe, e segue Satoru Fujinuma, um autor de mangás frustrado de 29 anos que possui a habilidade involuntária de voltar no tempo alguns minutos para evitar tragédias ao seu redor. Quando sua mãe é assassinada por descobrir a identidade de um sequestrador do passado, a habilidade do jovem o envia de volta 18 anos no tempo, para a sua época de infância. Desse modo, ele precisa impedir o sequestro e morte de sua colega Kayo Hinazuki para salvar o futuro. Temporadas: 1 Episódios: 12 Notas da crítica: 8,4 no IMDb e 8.31 no MyAnimeList Onde assistir: Crunchyroll e Amazon Prime Video (via Crunchyroll) Misturando drama e mistério criminal, Erased acompanha um jovem tentando impedir tragédias no passado Divulgação/IMDb 5. Monster (2004) Clássico dos anos 2000, Monster adapta o mangá homônimo escrito por Naoki Urasawa e acompanha Kenzou Tenma, um brilhante neurocirurgião japonês que trabalha em um hospital na Alemanha Ocidental. Em certa ocasião, ele decide seguir sua conduta médica e salvar a vida de um garoto baleado na cabeça em vez do prefeito da cidade. Anos mais tarde, o médico descobre horrorizado que o menino salvo, Johan Liebert, se tornou um psicopata frio e manipulador responsável por assassinatos atrozes. Assim, Tenma inicia uma caçada pela Europa para deter o monstro. Temporadas: 1 Episódios: 74 Notas da crítica: 8,8 pelo IMDb e 8.90 no MyAnimeList Onde assistir: Netflix e Amazon Prime Video (via Koiplay) Baseado no mangá de Naoki Urasawa, Monster é um dos animes de suspense mais celebrados entre os fãs do gênero Divulgação/IMDb 🍿Procurando os melhores animes para assistir agora? 10 animes que romperam a bolha otaku e se tornaram uma febre mundial 10 animes de ficção científica excelentes para assistir em 2026 10 animes tipo Dandadan, mas com histórias ainda melhores 10 bons animes de terror para assistir em 2026 10 animes tipo Blue Lock, mas com histórias ainda melhores 10 animes medievais excelentes para assistir em 2026 12 animes tipo Jujutsu Kaisen, mas com histórias ainda melhores 10 animes de RPG que você precisa assistir agora mesmo 10 animes tipo Demon Slayer, mas com histórias ainda melhores 15 animes que não tem um pingo de magia, mas são fantásticos 6. Tengoku-Daimakyo: Ilusão Celestial (2023) Adaptação do mangá de mesmo nome de Masakazu Ishiguro, Tengoku-Daimakyo: Ilusão Celestial se passa em um Japão pós-apocalíptico, destruído por uma grande catástrofe e habitado por monstros devoradores. Nesse cenário, Maru e Kiruko buscam um lugar lendário chamado Paraíso, enquanto Kiruko tenta encontrar o médico responsável por um experimento perturbador do seu passado. Enquanto isso, um arco paralelo ilustra jovens vivendo isolados em uma escola cercada por muros sob a supervisão de robôs, sem saberem dos segredos do mundo exterior. Temporadas: 1 Episódios: 13 (até o momento) Notas da crítica: 7,9 no IMDb e 8.20 no MyAnimeList Onde assistir: Disney+ O anime Tengoku-Daimakyo: Ilusão Celestial (Heavenly Delusion) mescla tons de suspense, ficção científica e drama Reprodução/Production I.G 7. Pluto (2023) Baseado no mangá homônimo de Naoki Urasawa, Pluto é uma releitura oficial da série Astro Boy - e do arco O Maior Robô da Terra. Na história, Gesicht é um inspetor robótico da Europol que investiga uma série de assassinatos misteriosos envolvendo robôs de alta tecnologia e humanos defensores dos direitos robóticos. Todas as vítimas são encontradas com chifres implantados em suas cabeças, sugerindo uma assinatura macabra. A investigação coloca Gesicht no rastro de uma ameaça capaz de destruir os sete robôs mais avançados do planeta, revelando traumas e segredos de guerra. 🍿 Pluto: veja enredo e dubladores do anime da Netflix Temporadas: 1 Episódios: 8 Notas da crítica: 8,1 no IMDb e 8.44 no MyAnimeList Onde assistir: Netflix O anime Pluto chamou atenção ao transformar uma clássica história do Astro Boy em um suspense psicológico sombrio Reprodução/Netflix 8. O Verão em que Hikaru Morreu (2025) O Verão em que Hikaru Morreu adapta o mangá homônimo de Mokumokuren e se centra em Yoshiki e Hikaru, dois adolescentes que cresceram juntos em um vilarejo rural isolado no Japão. Após Hikaru ficar desaparecido nas montanhas por uma semana, ele retorna parecendo o mesmo, mas Yoshiki percebe imediatamente que a entidade diante dele não é mais seu amigo de infância, mas um ser misterioso que assumiu seu corpo. Apesar do horror e do perigo iminente na aldeia, Yoshiki decide continuar ao lado dessa criatura sobrenatural. Temporadas: 1 Episódios: 12 (até o momento) Notas da crítica: 7,9 no IMDb e 8.02 no MyAnimeList Onde assistir: Netflix O anime O Verão em que Hikaru Morreu é uma história de terror e suspense que fala sobre amadurecimento Reprodução/Netflix 9. Dennō Coil (2007) Outro anime original da lista, Dennō Coil é uma produção do estúdio Madhouse. Neste enredo, Yūko Okonogi é uma garota que se muda para a cidade futurista de Daikoku, o centro do mundo de realidade aumentada onde as pessoas usam óculos especiais para interagir com o ambiente virtual. Acompanhada do robô de estimação de sua avó, a jovem entra para a agência de investigação da idosa e passa a caçar erros de código e vírus digitais urbanos. O grupo descobre que a rede esconde segredos sombrios sobre crianças desaparecidas no passado. Temporadas: 1 Episódios: 26 Notas da crítica: 7,7 no IMDb e 8.02 no MyAnimeList Onde assistir: Netflix Dennō Coil é um anime de ficção científica e se passa em uma cidade onde os habitantes usam um óculos de realidade aumentada Reprodução/Madhouse 10. Hyouka (2012) Para encerrar, temos Hyouka, adaptação da série de romances homônima escrita por Honobu Yonezawa. Na trama, Houtarou Oreki é um estudante do ensino médio focado em poupar energia que evita qualquer esforço desnecessário em sua rotina diária. A pedido de sua irmã, ele ingressa no Clube de Literatura Clássica da escola para evitar o encerramento do grupo, onde conhece a curiosa Eru Chitanda. Incapaz de recusar os pedidos da garota quando sua curiosidade acorda, Oreki usa sua capacidade dedutiva para resolver enigmas cotidianos do colégio. Temporadas: 1 Episódios: 22 Notas da crítica: 7,7 no IMDb e 8.04 no MyAnimeList Onde assistir: Crunchyroll e Amazon Prime Video (via Crunchyroll) Hyouka acompanha membros do Clube de Literatura Clássica resolvendo pequenos mistérios do cotidiano escolar Reprodução/IMDb Com informações de IMDb e MyAnimeList 🎥Filmes e séries que temos VERGONHA de ter gostado! Filmes e séries que temos VERGONHA de ter gostado! Initial plugin text

Além da trend dos anos 80: 5 prompts para viajar pelas décadas

8 de Setembro de 2026, 16:59

A trend dos anos 80 ganhou espaço nas redes sociais ao transformar fotos comuns em registros que parecem ter sido feitos há décadas, com direito a roupas, cabelos, cenários e estética fotográfica característicos do período. A brincadeira, feita com ferramentas de inteligência artificial, chamou atenção justamente pela capacidade de recriar uma mesma pessoa em outro contexto sem perder seus principais traços. A partir da ideia, é possível ampliar o teste para outras épocas e visualizar a si mesmo em diferentes momentos da história. A seguir, o TechTudo reúne cinco prompts prontos para copiar e colar, que permitem transformar a mesma foto em versões inspiradas nos anos 1960, 1970, 1980, 1990 e 2000. Veja a seguir! 🔎 Trend dos anos 80: testamos ChatGPT e Gemini para ver qual cria a melhor foto 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar 🔎 Além da trend dos anos 80: 5 prompts para viajar pelas décadas IA transforma a mesma foto em versões inspiradas em diferentes décadas; veja os prompts e os resultados Reprodução/Mariana Tralback 📝 Qual a melhor inteligência artificial para criar imagens? Veja no Fórum do TechTudo Índice Como transformar uma foto em outra década com IA? Prompt para transformar sua foto nos anos 1960 Prompt para transformar sua foto nos anos 1970 Prompt para transformar sua foto nos anos 1980 Prompt para transformar sua foto nos anos 1990 Prompt para transformar sua foto nos anos 2000 1. Como transformar uma foto em outra década com IA? Ferramentas de inteligência artificial capazes de gerar e editar imagens podem modificar uma fotografia existente a partir de instruções em texto. Nesse tipo de brincadeira, o usuário pode pedir que a IA preserve a pessoa retratada, mas altere elementos como roupas, cabelo, acessórios, cenário, objetos e até a estética fotográfica para reproduzir determinada época. Para testar a proposta, a ideia é partir exatamente da mesma foto em todas as gerações e alterar apenas o comando de acordo com a década escolhida. Assim, é possível comparar como a IA interpreta diferentes períodos usando a mesma pessoa como referência. Prompt utilizado como base: “Transforme esta foto como se tivesse sido tirada nos anos 80. Mantenha meu rosto, meus traços faciais e minha identidade reconhecíveis. Recrie minha aparência com roupas, cabelo e acessórios típicos da década de 1980. Use uma fotografia realista com estética analógica, granulação de filme, iluminação e cores características de uma câmera dos anos 80. O cenário, os objetos, a decoração e os veículos também devem ser compatíveis com a época. Faça a imagem parecer uma fotografia autêntica registrada nos anos 80, sem aparência de imagem gerada por inteligência artificial.” 2. Prompt para transformar sua foto nos anos 1960 Transforme esta foto como se tivesse sido tirada nos anos 1960. Mantenha meu rosto, meus traços faciais e minha identidade reconhecíveis. Recrie minha aparência com roupas, cabelo, maquiagem e acessórios característicos da década de 1960. Adapte também o cenário, os objetos, a decoração e todos os elementos visuais para que sejam historicamente compatíveis com os anos 60. Use uma estética de fotografia realista da época, com características de filme analógico, iluminação, cores, enquadramento e textura compatíveis com uma fotografia produzida nos anos 1960. A imagem deve parecer uma fotografia autêntica daquele período, sem aparência de imagem gerada por inteligência artificial. Resultado de foto com estética dos anos 60 gerada através do ChatGPT Reprodução/Mariana Tralback 3. Prompt para transformar sua foto nos anos 1970 Transforme esta foto como se tivesse sido tirada nos anos 1970. Preserve meu rosto, meus traços faciais e minha identidade, mantendo a pessoa claramente reconhecível. Recrie minha aparência com roupas, cabelo, maquiagem e acessórios típicos dos anos 70, incorporando referências de moda e estética da década sem exagerar ou transformar a imagem em fantasia. Adapte o cenário, os móveis, objetos, decoração e demais elementos para que sejam compatíveis com a época. Use fotografia realista com estética de filme analógico dos anos 70, incluindo granulação, cores, iluminação e características de uma câmera daquele período. O resultado deve parecer uma fotografia autêntica registrada nos anos 1970, e não uma imagem moderna com filtro vintage. ChatGPT seguiu o prompt e criou uma foto que remete aos anos 70 Reprodução/Mariana Tralback 4. Prompt para transformar sua foto nos anos 1980 Transforme esta foto como se tivesse sido tirada nos anos 1980. Mantenha meu rosto, meus traços faciais e minha identidade reconhecíveis. Recrie minha aparência com roupas, cabelo, maquiagem e acessórios típicos da década de 1980. O cenário, os objetos, a decoração e os demais elementos da imagem também devem ser compatíveis com os anos 80. Use uma fotografia realista com estética analógica, granulação de filme, iluminação, cores e características de uma câmera dos anos 80. Faça a imagem parecer uma fotografia autêntica registrada nos anos 1980, sem aparência de imagem gerada por inteligência artificial ou de filtro aplicado sobre uma fotografia moderna. Imagem com estética dos anos 80 virou trend nas redes sociais para o TechTudo 5. Prompt para transformar sua foto nos anos 1990 Transforme esta foto como se tivesse sido tirada nos anos 1990. Preserve meu rosto, meus traços faciais e minha identidade, mantendo minha aparência reconhecível. Recrie minhas roupas, cabelo, maquiagem e acessórios de acordo com a moda dos anos 90. Adapte também o cenário, os objetos, a decoração e os demais elementos para que sejam coerentes com a década. Use uma estética de fotografia realista dos anos 1990, com aparência de filme fotográfico, cores, iluminação, enquadramento, textura e granulação característicos do período. Evite uma estética vintage genérica e faça a imagem parecer uma fotografia realmente produzida nos anos 90, sem aparência de imagem gerada por inteligência artificial. Pôsteres na parede e estilo das roupas remetem a características de jovens dos anos 90 Reprodução/Mariana Tralback 6. Prompt para transformar sua foto nos anos 2000 Transforme esta foto como se tivesse sido tirada nos anos 2000. Mantenha meu rosto, meus traços faciais e minha identidade reconhecíveis. Recrie minha aparência com roupas, cabelo, maquiagem e acessórios característicos do início dos anos 2000. Adapte o cenário, os objetos e a decoração para o período, incluindo elementos que remetam à cultura e à tecnologia da época. A fotografia deve ter aparência de câmera digital compacta dos anos 2000, com flash direto, contraste e definição compatíveis com as primeiras câmeras digitais populares, sem parecer uma fotografia moderna. Faça o resultado parecer uma fotografia autêntica registrada no início dos anos 2000, preservando minha identidade e sem aparência de imagem gerada por inteligência artificial. Nos anos 2000, fotografias deixam de ser analógicas, por isso não possuem tanta granulação Reprodução/Mariana Tralback 🎥 Não sabe por onde começar a montar a sua casa inteligente? Não sabe por onde começar a montar a sua casa inteligente?

Trend dos anos 80: testamos ChatGPT e Gemini para ver qual cria a melhor foto

8 de Setembro de 2026, 15:59

Fotos com a estética dos anos 80 ganharam força nas redes sociais nos últimos dias, principalmente no Instagram, através do recurso “Sua vez”. A partir de uma imagem atual do usuário, ferramentas de inteligência artificial conseguem recriar a aparência da época, modificando elementos como cabelo, maquiagem, roupas, cenário, iluminação e até a textura da fotografia. Para entender até onde essas plataformas conseguem chegar, o TechTudo testou a mesma proposta no ChatGPT e no Gemini, utilizando a mesma foto original e o mesmo prompt. O resultado revela diferenças curiosas entre as possibilidades das duas plataformas. Confira! 🔎 Trend dos anos 80 no Instagram: como fazer a nova moda com o ChatGPT 🔔 Canal de ofertas no WhatsApp: confira promoções, descontos e cupons a qualquer hora 🔎 20 prompts prontos MUITO úteis para copiar e usar no ChatGPT Mesmo prompt, mesma foto: testamos o ChatGPT e o Gemini na trend dos anos 80 Reprodução/Mariana Tralback 📝 Qual a melhor inteligência artificial para criar imagens? Veja no Fórum do TechTudo 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar Índice O que é a trend dos anos 80? Como fizemos o teste no ChatGPT e Gemini ChatGPT: resultado da trend dos anos 80 Gemini: resultado da trend dos anos 80 ChatGPT ou Gemini: qual fez a melhor foto? 1. O que é a trend dos anos 80? A trend dos anos 80 tomou conta das redes sociais nos últimos dias. A proposta é simples: usar inteligência artificial para transformar uma foto atual em uma versão que parece ter saído diretamente daquela década. Assim, a partir de uma foto comum e de um comando de texto, as ferramentas de IA conseguem recriar o visual do usuário com roupas, cabelos, acessórios e maquiagens típicas dos anos 80, além de mudar o cenário e aplicar uma estética de fotografia antiga. A brincadeira já se espalhou entre diferentes pessoas e redes sociais, chegando até mesmo aos perfis de famosos. Trend dos anos 80 viraliza nas redes sociais, inclusive entre famosos Divulgação/Instagram Esses prompts do ChatGPT vão melhorar todos os seus textos; confira opções 2. Como fizemos o teste no ChatGPT e Gemini Para comparar os resultados fornecidos pelo ChatGPT e pelo Gemini, o TechTudo utilizou a mesma foto e o mesmo prompt nas duas ferramentas. A ideia foi manter as condições iguais para que a diferença entre os resultados viesse, de fato, da forma como cada IA interpretou o pedido. Nenhum ajuste manual foi realizado na primeira imagem gerada. Depois, a análise dos resultados considerou pontos como fidelidade ao rosto da pessoa, qualidade da edição, caracterização dos anos 80 e coerência do cenário e dos elementos adicionados. Prompt: “Transforme esta foto como se tivesse sido tirada nos anos 80. Mantenha meu rosto, meus traços faciais e minha identidade reconhecíveis. Recrie minha aparência com roupas, cabelo e acessórios típicos da década de 1980. Use uma fotografia realista com estética analógica, granulação de filme, iluminação e cores características de uma câmera dos anos 80. O cenário, os objetos, a decoração e os veículos também devem ser compatíveis com a época. Faça a imagem parecer uma fotografia autêntica registrada nos anos 80, sem aparência de imagem gerada por inteligência artificial.” Além do Studio Ghibli: 7 formas do ChatGPT transformar as suas fotos 3. ChatGPT: resultado da trend dos anos 80 O resultado gerado pelo ChatGPT foi surpreendente. Todas as principais características do rosto foram mantidas, incluindo detalhes da sobrancelha, sem mudanças que comprometessem a identidade. Esse era o principal objetivo do teste: preservar a pessoa da foto original e alterar apenas o estilo. O cabelo ganhou muito mais volume, enquanto grandes brincos e maquiagem foram adicionados ao visual. A jaqueta jeans também ajuda a reforçar a referência a década. No cenário, é possível ver uma pequena parte de um carro antigo, que contribui para a composição da imagem. A iluminação dá à foto um aspecto nostálgico, enquanto a leve granulação reforça a aparência de uma fotografia antiga, sem prejudicar a visualização. De forma geral, o resultado remete bastante aos anos 80 e mantém uma composição natural, sem erros aparentes ou alterações indesejadas na fisionomia. Prompt para foto profissional de casal: veja os melhores para o Gemini 4. Gemini: resultado da trend dos anos 80 O resultado fornecido pelo Gemini não agradou tanto — pelo contrário, acabou ficando até cômico. A ferramenta gerou uma imagem que dificilmente causaria vontade de compartilhar nas redes sociais. Enquanto o ChatGPT manteve a pose da foto original, o Gemini alterou completamente a postura da pessoa, além de fazer algumas mudanças no rosto. Ainda assim, essas alterações não são o principal problema. O cabelo e a maquiagem ficaram exagerados e caricatos, dando mais a impressão de uma fantasia inspirada nos anos 80 do que de uma fotografia realmente produzida naquela época. As roupas seguem a mesma linha: a composição ganhou uma jaqueta roxa bastante chamativa e brilhosa, que acaba deixando o visual ainda mais artificial. O cenário foi um dos poucos pontos positivos, apesar de não seguir o prompt. Ao fundo, aparecem pessoas jogando fliperama, um elemento que ajuda a criar uma referência visual à década. A iluminação e a textura também não colaboram com a proposta. A foto ficou muito bem iluminada, sem a granulação ou qualquer outro aspecto de fotografia antiga — ela apenas contém um mês e um ano no canto inferior direito, assim como em algumas fotos antigas. Resultados gerados pelo ChatGPT e pelo Gemini Reprodução/Mariana Tralback Prompt para ensaio fotográfico infantil no Gemini; veja como fazer a trend 5. ChatGPT ou Gemini: qual fez a melhor foto? Após colocar as duas ferramentas para trabalhar com a mesma foto e o mesmo prompt, o ChatGPT teve mais sucesso no teste. O resultado foi mais natural, preservou melhor a pessoa da imagem original e conseguiu reproduzir a estética dos anos 80 sem exagerar nos elementos. Preservação do rosto e identidade: o ChatGPT foi o vencedor. A ferramenta manteve os principais traços da pessoa, incluindo detalhes como o formato da sobrancelha e marcas na pele, enquanto o Gemini alterou um pouco a fisionomia e a pose original. Estética dos anos 80: os dois resultados trouxeram referências à década, mas o ChatGPT conseguiu fazer isso de maneira natural. No Gemini, os elementos ficaram mais caricatos e deram à imagem uma aparência de fantasia temática. Roupas, cabelo e maquiagem: o ChatGPT criou um visual coerente com a proposta, com cabelo volumoso, maquiagem, brincos grandes e jaqueta jeans. Já o Gemini exagerou nesses elementos, principalmente no cabelo, na maquiagem e na jaqueta roxa e brilhante. Cenário e ambientação: o Gemini teve um ponto positivo ao incluir pessoas jogando fliperama, uma referência que combina bastante com a década. Ainda assim, o cenário do ChatGPT, com a presença de um carro antigo, funcionou em conjunto com os demais elementos da imagem. Iluminação e aparência de fotografia analógica: o ChatGPT também levou vantagem. A iluminação e a leve granulação ajudaram a criar um aspecto mais nostálgico e próximo de uma fotografia analógica. No Gemini, a imagem ficou muito bem iluminada e sem granulação, contribuindo para o aspecto artificial do resultado. Qualidade e definição: as duas imagens apresentaram boa qualidade e definição. Nesse quesito, não houve uma diferença tão significativa quanto nos elementos de estilo e fidelidade à foto original. Erros e alterações indesejadas: o ChatGPT não apresentou alterações relevantes na fisionomia ou outros erros aparentes. No Gemini, as mudanças na pose e no rosto, somadas ao visual exagerado, acabaram comprometendo o resultado. Capacidade de seguir o prompt: o ChatGPT conseguiu interpretar totalmente a proposta de transformar a foto em uma versão dos anos 80, sem deixar de preservar a pessoa original. O Gemini, por sua vez, entendeu a referência da década, mas exagerou na caracterização e ignorou diversas das solicitações do prompt. Na plataforma, as características da câmera antiga se limitaram a uma data no canto da fotografia. Texto para foto em família no Gemini: veja como entrar na trend Veredito O ChatGPT, que é a IA que está sendo amplamente utilizada nesta trend, venceu o teste realizado pelo TechTudo. A principal vantagem foi conseguir equilibrar transformação e fidelidade: a pessoa continuou reconhecível, enquanto cabelo, maquiagem, roupas, cenário, iluminação e textura foram alterados para criar uma fotografia com inspiração nos anos 80. O Gemini até acertou em algumas referências, mas o resultado ficou artificial. Para quem quer entrar na brincadeira e produzir uma imagem que realmente pareça uma foto antiga, sem passar do ponto, o ChatGPT pode ser a melhor opção. 🎥 Como fazer a trend do estádio com IA: aprenda a fazer com ChatGPT e KlingAI Como fazer a trend do estádio com IA: aprenda a fazer com ChatGPT e KlingAI
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