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Imposto de Renda: Brasileiros se queixam de demora para sair da malha fina e receber restituição; vejo o que fazer

23 de Junho de 2026, 09:16

Contribuintes que tiveram a declaração do Imposto de Renda retida na malha fina relatam uma espera que se estende por anos até a conclusão da análise pela Receita Federal. Enquanto aguardam, muitos ficam sem acesso a valores de restituição que poderiam aliviar o orçamento familiar. Como funciona a fila da restituição do Imposto de Renda? Saiba como consultar o lote de pagamento Dinheiro de vota: Receita abre consulta do segundo lote de restituição. Veja como consultar Neste ano, 44.393.571 contribuintes entregaram a IRPF. Desse total, 4,97% foram retidos em malha fina — o equivalente a cerca de 2,2 milhões de declarações. Entre os contribuintes que enfrentam essa situação está o médico aposentado Francisco José Lisboa, de 77 anos. Ele conta que cai na malha fina desde 2023, em razão de divergências relacionadas ao pagamento de pensão alimentícia e à adesão a um plano de saúde empresarial. Portador de cardiopatia grave, Francisco afirma que apresentou recurso administrativo em 2024, mas, até hoje, não houve uma decisão da Receita Federal. No ano seguinte, quando caiu novamente na retenção e foi convocado a comparecer presencialmente ao órgão para apresentar documentos que esclarecessem as inconsistências. Initial plugin text Após enfrentar cerca de quatro horas de deslocamento até uma unidade da Receita Federal no Leblon, na Zona Sul do Rio de Janeiro, recebeu a informação de que toda a documentação já constava no sistema e que não havia nenhuma providência adicional a ser tomada além de aguardar a análise. Neste ano, o aposentado optou por utilizar a declaração pré-preenchida, mas encontrou divergências entre os rendimentos tributáveis informados pela Receita e aqueles constantes em seus informes de rendimentos. Diante da inconsistência, decidiu preencher a declaração da forma tradicional. O documento ainda está em processamento, mas ele acredita que cairá novamente na malha fina. Processada, fila de restituição, em análise: entenda o status da sua declaração do Imposto de Renda 2026 — Ainda não saiu o resultado desse ano, mas tenho certeza de que vou cair de novo. É sempre a mesma coisa. Já tenho 77 anos e acredito que não vou ter tempo para recuperar esse dinheiro — afirma o idoso. Procurada, a Receita Federal informou que não há prazo médio para a conclusão das análises quando um contribuinte cai na malha. O órgão frisou que tem até cinco anos para fazer essa análise e que, normalmente, "o tempo é significativamente inferior a esse limite legal". Mandado de segurança O advogado tributarista Eduardo Lustosa, sócio do escritório LLH Advogados, afirma que situações como a de Francisco são frequentes entre seus clientes. Segundo ele, o primeiro passo para quem cai na malha fina é apresentar recurso administrativo. Caso a Receita Federal não se manifeste em até 360 dias após a abertura do recurso, o especialista recomenda que o contribuinte entre com mandado de segurança — um instrumento jurídico utilizado para proteger um direito líquido e certo diante de ato ou omissão do poder público. Com ele, o cidadão, representado por um advogado, pode solicitar uma liminar que, caso aprovada por um juiz, obrigue o órgão a proferir uma decisão da análise em um prazo pré-determinado. — O mandado de segurança pode ser ajuizado de forma gratuita na Justiça Federal de cada estado, ou seja, no Juízo Comum. Mas, lembrando que o contribuinte precisa estar representado por um advogado — explica o especialista. Segundo Lustosa, a tabela de honorários da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) sugere o valor de R$ 4 mil para esse tipo de ação. Na prática, porém, os honorários costumam girar em torno de R$ 5 mil em estados como Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, podendo variar conforme a complexidade do caso e o valor da restituição envolvida. Defensoria e juizado especial Para os contribuintes que não têm condições de arcar com os custos de um advogado particular, o tributarista recomenda procurar a Defensoria Pública da União (DPU). O atendimento é destinado a pessoas que comprovem hipossuficiência. Além deste meio, o advogado acrescenta que também é possível abrir o processo no Juizado Especial Federal, onde não é necessária a contratação de um advogado para ajuizar uma causa, sendo o único requisito exigido pela lei que o valor da causa seja de, no máximo, 60 salários mínimos (R$ 97.260,00). No Juizado Especial Federal não há custos iniciais para entrar com o processo. Porém, se o cidadão tiver uma sentença desfavorável e decidir recorrer à segunda instância, caso o seu recurso não seja acolhido, neste caso ele precisará pagar os custos processuais e os honorários de sucumbência. Eduardo Lustosa ratifica que o mandado de segurança só pode ser ajuizado perante o Juízo Federal Comum, uma vez que a lei do Juizado Especial veda este tipo de ação. Porém, de acordo com ele, existem outras modalidades de ações judiciais que possuem o mesmo efeito do mandado de segurança, tal como a Ação de Obrigação de Fazer, em que o juiz determina que a Receita Federal faça a análise da malha fina do contribuinte. *Estagiária sob supervisão de Danielle Nogueira Initial plugin text

Ronaldo volta a desmentir frase sobre Messi e revela bastidor em conversa com Romário: 'Inventaram a entrevista'

23 de Junho de 2026, 08:41

Uma declaração atribuída a Ronaldo Nazário durante a Copa do Mundo voltou a ser assunto após o ex-atacante revelar, em entrevista ao também ex-jogador Romário, que jamais disse que Lionel Messi é o maior jogador da história do futebol. O tema surgiu quando Romário questionou diretamente o amigo sobre a repercussão da frase atribuída a ele por um veículo espanhol. — Que por#@ é essa de Messi melhor da história? — perguntou Romário. Initial plugin text Ronaldo respondeu afirmando que ficou tão surpreso quanto o público ao ver as declarações circulando pela imprensa e pelas redes sociais. — Eu não estava entendendo o que estava acontecendo. Falamos com as pessoas da imprensa para entender de onde estava saindo isso. Foi uma entrevista que o Mundo Deportivo, de Barcelona, inventou e distribuiu como se fosse minha. Com minhas aspas — afirmou o Fenômeno. A polêmica ganhou força durante a Copa do Mundo após Messi ultrapassar Ronaldo na lista dos maiores artilheiros da história do torneio. Na ocasião, diversos veículos repercutiram uma suposta entrevista ao jornal espanhol Mundo Deportivo em que o brasileiro teria afirmado que o argentino era o maior jogador de todos os tempos. Entre as frases atribuídas a Ronaldo estava uma declaração que dizia que "era hora de o mundo parar de se esconder e aceitar o fato de que Messi é o melhor jogador de todos os tempos". Pouco depois da repercussão, a assessoria do ex-atacante negou oficialmente a entrevista e informou que Ronaldo jamais havia conversado com o veículo espanhol. Apesar de rejeitar a autoria das declarações, o campeão mundial de 1994 e 2002 nunca escondeu a admiração por Messi. Após ser ultrapassado pelo argentino na artilharia histórica das Copas do Mundo, Ronaldo gravou uma mensagem parabenizando o camisa 10 da Argentina. — Se tem alguém que merece passar e ter esse título de artilheiro de todas as Copas de todos os tempos, acho que o Messi é o cara perfeito para estar ali — declarou .

Brasileiro será novo CEO global da Heineken; saiba quem é

23 de Junho de 2026, 07:55

A Heineken nomeou o brasileiro Rafael Oliveira como seu novo CEO global, em um movimento inédito na empresa. A cervejaria holandesa, uma das maiores do mundo, enfrenta uma queda na demanda e tenta dar uma guinada na gestão. É a primeira vez, em seus 87 anos como empresa de capital aberto, com ações negociadas em Bolsa, que a Heineken recruta para CEO um executivo de fora dos quadros da companhia. Com Copa do Mundo: Ações de fabricantes de cerveja, como Budweiser e Heineken, devem ganhar impulso Brasileiro bebe menos cerveja: Indústria cria novos sabores Oliveira, de 51 anos, era CEO da JDE Peet’s, empresa de café e chá que é dona do Brasil das marcas Pilão e L'Or, e vai assumir a liderança da Heineken em 1º de outubro. Ele ficará no cargo por um período limitado de quatro anos, informou em comunicado o Conselho de Administração da Heineken. Após o anúncio, as ações da Heineken chegaram a subir até 3,2% na Bolsa de Amsterdã. Rafael Oliveira, novo CEO da Heineken Divulgação/JDE Peet's A Heineken é controlada pela família De Carvalho-Heineken, que detém a participação majoritária da empresa e ocupa cinco dos oito assentos no conselho da holding. Oliveira será o segundo não-holandês a comandar a empresa em sua História. O executivo brasileiro ficou menos de dois anos no cargo de CEO da holandesa JDE Peet's, empresa que foi comprada pela gigante americana Keurig Dr Pepper em agosto de 2025. Currículo internacional Oliveira ingressou na empresa de café JDE Peet’s como CEO em 2024 e estava na linha sucessória para comandar a nova gigante do setor, a Global Coffee, que está sendo criada após a aquisição do grupo pela Keurig Dr Pepper em uma operação de € 16 bilhões (US$ 18,3 bilhões ou R$ 94 bilhões). O drible no 'estádio limpo': Marcas 'censuradas' na Copa do Mundo fazem piadas com regra da Fifa; veja Antes da JDE Peet’s, Oliveira passou uma década na Kraft Heinz, onde ascendeu ao cargo de presidente dos mercados internacionais. Nessa função, foi responsável por um portfólio superior a US$ 7 bilhões distribuído pela Europa, África, Ásia-Pacífico e América Latina. Oliveira também trabalhou durante 10 anos no Goldman Sachs, atuando como diretor executivo da divisão de títulos e valores mobiliários no Reino Unido e da unidade de mercados emergentes em Hong Kong. Ele iniciou sua carreira no Brasil, trabalhando no Banco Icatu e no Banco BBA-Creditanstalt. Graduado em Economia, tem MBA pela Universidade de Chicago. Nova gestão na Heineken O Conselho de Administração da Heineken escolheu o executivo por unanimidade, destacando sua “combinação única de visão estratégica, experiência operacional e perspicácia financeira”, segundo comunicado da empresa. Ele traz uma perspectiva nova que deverá revitalizar a Heineken”, acrescentou a companhia. Capital: Heineken e Spaten travam disputa bilionária por mercado ‘premium’ do Nordeste A reformulação da gestão da Heineken ocorre após a saída do ex-CEO Dolf van den Brink no fim de maio, depois de seis anos no comando e mais de 28 anos de atuação na empresa. A companhia enfrenta vendas fracas à medida que as pessoas reduzem o consumo de álcool e consumidores com orçamento apertado limitam seus gastos. Em abril, a empresa informou uma queda no volume de vendas de cerveja no primeiro trimestre, à medida que a demanda enfraqueceu em mercados estratégicos da Europa e das Américas. A Heineken tem ficado atrás de concorrentes do setor, como Anheuser-Busch InBev e Carlsberg, na recuperação dos negócios após a desaceleração observada no período pós-pandemia. Entenda: Novo enigma no mercado de cerveja A Heineken está atualmente implementando um programa de redução de custos que inclui o corte de cerca de 7% de sua força de trabalho global. A empresa já declarou estar otimista em relação à demanda por cerveja em mercados emergentes, como Vietnã e África do Sul, onde populações mais jovens e o aumento da renda têm impulsionado as vendas. De acordo com relatório dos analistas Edward Mundy e Sebastian Hickman, da Jefferies, Oliveira tem um histórico comprovado de “transformar estratégia em resultados financeiros mensuráveis”. Quanto vale a Farm? Entenda por que ações do Azzas 2154 dispararam após contratação de banco para avaliar a grife “Esperamos que isso reforce uma cultura de alto desempenho na Heineken, com foco em simplificação, alocação mais eficiente de recursos” e na execução do plano da empresa para alcançar até € 500 milhões em economias anuais de produtividade, disseram. Separadamente, a Keurig Dr Pepper informou que iniciou a busca por um novo CEO para sua divisão de café. Pamela Patsley, presidente do conselho de administração da KDP e do comitê de nomeação e governança da companhia, liderará o processo de seleção.

Champeta x soukous: rivais em campo, Colômbia e RD Congo se reconhecem na música

23 de Junho de 2026, 07:33

Colômbia e República Democrática do Congo estão distantes no mapa cerca de 10 mil quilômetros, separadas pelo território brasileiro e pelo Oceano Atlântico. A lonjura — e a logística complexa de viajar entre os países, que não têm voos diretos entre si — não impediu que os rivais na Copa do Mundo compartilhassem semelhanças numa de suas principais manifestações culturais: a música dos soukous (pronuncia-se “sukus”) congoleses e da champeta colombiana. A influência da RD Congo na música do país latino se deu ainda na década de 1960. Conta a história que discos do gênero congolês chegaram à Colômbia levados por marinheiros que desembarcavam nos portos de Cartagena e Barranquilla. O som dançante dos soukous — também conhecido como rumba zairense, em referência ao Zaire, nome da RD Congo entre as décadas de 1970 e 1990, durante a ditadura de Mobutu Sese Seko — começou a ser tocado nas cidades costeiras nos picós, os gigantes sistemas de som da região, móveis e coloridos para representar cada um dos picoteros, como são chamados os DJs por lá. A competição era grande. Pesquisadores contam que era comum que os picoteros retirassem os rótulos dos discos de vinil para dificultar a identificação dos artistas. Mas havia uma outra dificuldade: o idioma. Os colombianos não entendiam o que os artistas congoleses — cantando não apenas em francês, mas também em línguas nativas como o lingala e o kikongo — falavam nas músicas. Sem conseguir traduzir, eles passaram a compor letras próprias, em espanhol, até que surgiu um gênero próprio colombiano: a champeta. Tecladista e baterista do Rappa e membro do Afrika Gumbe, projeto de músicas em iorubá, Marcelo Lobato dá um passo atrás e lembra que a influência da RD Congo no gênero musical colombiano é fruto de uma “viagem de ida e volta”. Isso porque, diz ele, a rumba congolesa é fruto de uma contribuição direta de gêneros afro-cubanos, como o son e a rumba. — Os colombianos desenvolveram uma versão deles, de identidade própria. Misturaram também música black, cânticos indígenas, arranjos com flautas, acordeon e até influências europeias — explica. Sucesso com Shakira Tanto no soukous quanto na champeta, fazem parte do som guitarras e vozes sobrepostas, baixo bem marcado e percussão. As letras abordam principalmente histórias de amor e temas do cotidiano de bairros populares. — São ritmos muito particulares. São como relógios suíços com swing. Tudo encaixadinho numa sincronia perfeita — elogia Lobato. Nomes clássicos da época para conhecer a champeta são El Sayayin, Mr. Black e Louis Towers. Já do lado do soukous congolês, estão Franco Luambo, Papa Wemba, Nico Kasanda e M’bilia Bel. Mais recentemente, em 2020, a champeta ganhou destaque internacional quando Shakira levou o gênero colombiano para o palco do Super Bowl. Junto com um balé, ela dançou “Icha”, de Syran Mbenza com Diblo e Lokassa Ya Mbongo. Segundo o jornal El País, a música era conhecida como “El Sebastián” e ganhou fama pelo picotero Syran Mbenza, de Barranquilla, no fim dos anos 1980. A apresentação de Shakira acabou ganhando as redes sociais e virou “desafio” de dança, o #champetachallange, que somou mais de 125 mil publicações no TikTok. Semelhanças musicais à parte, as seleções de Colômbia e RD Congo se enfrentam hoje, em Guadalajara, no México, de olho na segunda fase da competição. Se os colombianos vêm de uma vitória na estreia sobre o Uzbequistão, por 3 a 1, os congoleses chegam embalados, em busca dos primeiros três pontos, após o celebrado empate com Portugal, em 1 a 1. O resultado, inesperado, deu aos congoleses o primeiro ponto na história das Copas. O país já havia disputado o Mundial em 1974, com o nome de Zaire. Na ocasião, perdeu os três jogos da primeira fase e não marcou gols.

Trump chega a 2º dia do encontro de líderes do G7 e dispara: 'Eu sou o chefe'; veja vídeo

17 de Junho de 2026, 07:48

Ao início de uma sessão de trabalho programada para discutir o "relançamento do crescimento econômico equilibrado" durante o encontro do G7 na França, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou aos demais líderes reunidos aos pés dos Alpes franceses que ele "é o chefe", nesta quarta-feira — em um momento em que a participação americana em assuntos europeus e a aliança com aliados ocidentais são motivos de tensões internas no grupo. No G7: Trump celebra memorando com Irã e promete solução para a Ucrânia, mas ceticismo segue presente Análise: EUA e Rússia interpretaram mal Irã e Ucrânia antes de atacá-los O momento da chegada de Trump foi capturado em vídeo e compartilhado por contas ligadas à Casa Branca nas redes sociais. A sessão de trabalho estava prestes a começar e outros líderes mundiais já estavam posicionados, incluindo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quando Trump chegou à sala e disparou: "Eu sou o chefe". Initial plugin text A declaração provocou algumas risadas, enquanto o presidente americano se acomodava à direita do anfitrião, o presidente francês, Emmanuel Macron. Trump o cumprimentou e perguntou se o inglês de Macron estava em dia. Geralmente avesso a formatos multilaterais como o G7, Trump tem feito algumas concessões, tendo inclusive demonstrado concordância em ratificar uma declaração conjunta sobre a guerra na Ucrânia, pedindo maior pressão sobre a Rússia — embora, na véspera, tenha afirmado que a disputa em território europeu não era um assunto americano. (Com AFP)

Jeremy Clarkson: Estrela da TV britânica, apresentador revela quadro 'agressivo' de câncer em série do Prime Video; entenda

17 de Junho de 2026, 07:00

O apresentador britânico Jeremy Clarkson, que se tornou uma estrela mundial por conduzir o programa "Top Gear", da BBC, revelou que foi diagnosticado com câncer de próstata. A notícia foi anunciada em um episódio da nova temporada de sua série “Clarkson’s Farm”, lançado nesta quarta-feira no Prime Video. Não está claro exatamente quando as imagens foram gravadas, mas as filmagens foram feitas entre 2024 e 2025. 'Várzea — Onde nasce o futebol' e 'Eu vou te encontrar': as estreias no streaming na semana de 14/6 a 20/6; veja trailers Esta Copa do Mundo é uma piada: humoristas investem em programas especiais focados no mundial Clarkson, de 66 anos, aparece contando sobre o diagnóstico a Kaleb Cooper e Charlie Ireland, nomes recorrentes do programa, que ficaram visivelmente abalados com a notícia. O ex-apresentador de “Top Gear” não esclareceu em que estágio o câncer foi diagnosticado, mas descreveu a doença como “agressiva” e disse que uma parte de sua próstata foi removida como parte do tratamento. "Eu desapareci na outra semana, fiz uma biópsia, e é câncer, e é agressivo, mas está muito no início", disse Clarkson. "Prometo que vou ficar bem", afirmou aos dois, dizendo ainda que ficaria fora de ação “por um tempo”. O episódio, último da temporada, termina com Clarkson em um leito de hospital após o tratamento. Copa do Mundo 2026: entre séries e filmes, confira as novidades do streaming sobre futebol "Começamos a quinta temporada comigo em um leito de hospital, e aqui estamos no fim da quinta temporada e estou de volta ao leito de hospital", diz. "Parte do tratamento saiu um pouco do esperado, digamos assim, então vou ficar aqui por um tempo. Estou em jejum absoluto, não sei o que vai acontecer". Na noite de terça-feira, poucas horas antes do lançamento dos dois episódios finais, Clarkson publicou um vídeo no Instagram alertando os fãs de que eles seriam “difíceis de assistir”. "Normalmente tentamos manter o programa bucólico, encantador e alegre. Mas os dois episódios finais que estreiam no meio da madrugada desta noite não são nada disso, realmente", disse. "São difíceis de assistir. São muito, muito difíceis". Hélio de La Peña: Humorista cria documentário para defender mil gols de Pelé, refutados pela FIFA Quem é Jeremy Clarkson? Um dos nomes mais conhecidos da televisão britânica, Clarkson ganhou fama à frente de uma fase de grande sucesso do programa automobilístico “Top Gear”, da BBC, entre 2002 e 2015. Ao lado dos coapresentadores Richard Hammond e James May, passou depois a comandar outro programa de carros na Amazon, “The Grand Tour”. Em 2021, lançou “Clarkson’s Farm”, que acompanha suas tentativas de administrar a própria fazenda no norte do Reino Unido. A produção se tornou um grande sucesso e está atualmente em sua quinta temporada. Clarkson também apresenta a versão britânica do game show “"Quem Quer ser um Milionário".

Princesa consorte da Noruega passa por transplante de pulmão com sucesso, diz Palácio Real

17 de Junho de 2026, 05:31

A princesa consorte da Noruega, Mette-Marit, foi submetida com sucesso a um transplante de pulmão, anunciou nesta quarta-feira o Palácio Real. Ilha de Epstein vira febre nas redes, e influenciadores invadem cenário de escândalo em busca de conteúdo #É FAKE: Jeffrey Epstein foi visto dirigindo carro na Flórida? — Até o momento, o transplante pulmonar foi bem-sucedido — afirmou Arnt Fiane, chefe do departamento de cirurgia torácica do Hospital Nacional de Oslo. A princesa, de 52 anos, foi diagnosticada em 2018 com uma forma rara de fibrose pulmonar, doença que pode exigir transplante quando o quadro clínico se agrava. A informação sobre a cirurgia foi divulgada dois dias depois de um tribunal de Oslo condenar Marius Borg Høiby, filho de Mette-Marit de um relacionamento anterior, a quatro anos de prisão por dois estupros. Nos últimos meses, o estado de saúde da princesa se deteriorou significativamente, levando à redução de seus compromissos oficiais. Recuperação deve durar várias semanas — Estamos muito felizes por tudo ter corrido bem até agora — disse Are Holm, chefe do serviço de pneumologia do Hospital Nacional: — Assim como todos os demais pacientes recém-transplantados, a princesa consorte permanecerá hospitalizada (...) por várias semanas. Trata-se de um procedimento padrão destinado a ajustar a medicação, lidar com possíveis complicações e garantir a reabilitação. Segundo o Palácio Real, o príncipe herdeiro Haakon, marido de Mette-Marit e futuro rei da Noruega, reduzirá sua agenda de compromissos para permanecer ao lado da esposa durante o período de recuperação.

Tributar rendas financeiras, estabilizar o câmbio e investir mais: os recados do coordenador do programa do PT

17 de Junho de 2026, 05:02

O programa de governo do PT para um eventual novo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva prevê aprofundar a estratégia: "Pobre no Orçamento e Rico no Imposto de Renda". Apesar de no governo atual já ter sido instituída a taxação de 10% para os mais ricos, a ideia é avançar no processo de tributação das camadas mais abastadas. Nesse sentido, os rendimentos financeiros entram na mira, indicou o coordenador de programa de governo do partido, Sérgio Gabrielli, em entrevista ao GLOBO. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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