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Partido Verde declara apoio a Edegar Pretto e defende dois palanques para Lula no RS

Por:Sul 21
26 de Março de 2026, 18:38

O Partido Verde (PV) do Rio Grande do Sul declarou apoio às pré-candidaturas de Edegar Pretto (PT) ao governo do Estado e Manuela D’Ávila (PSOL) e Paulo Pimenta (PT) ao Senado. A informação foi divulgada em nota à imprensa nesta quinta (26).

De acordo com a sigla, a estratégia adotada busca contribuir com a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “O PV sustenta que a necessidade de um palanque sólido, coeso e plenamente identificado com o projeto nacional de defesa da democracia, da soberania e da sustentabilidade”, diz a nota.

O Partido Verde enfatiza o resultado de Edegar Pretto no pleito eleitoral de 2022  – que, também concorrendo ao governo do RS, ficou a apenas 2.441 votos de alcançar o segundo turno – e a gestão do política à frente da Companhia Nacional de Abastecimento durante a atual gestão federal como fatores para o apoio.

A respeito da cisão do palanque de Lula no pleito ao governo do RS, que além de Pretto conta com a pré-candidata Juliana Brizola (PDT), o PV defende a formação de uma frente única. No entanto, a nota indica que “a existência de dois palanques para o presidente Lula no estado também seria um símbolo potente para a sua candidatura”.

O PV integra a frente petista para o governo do Estado junto do PSB, PSOL, PCdoB e Rede.

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Simone Tebet anuncia filiação ao PSB para concorrer ao Senado em São Paulo

Por:Sul 21
21 de Março de 2026, 14:45

A ministra do Planejamento e do Orçamento, Simone Tebet, anunciou neste sábado (21) que deixou para o MDB para ingressar o PSB, partido do vice-presidente Geraldo Alckmin. Pelo novo partido, Simone, 56, anos, deverá concorrer ao Senado por São Paulo, como já havia anunciado anteriormente.

A ministra, que deve deixar o cargo em breve para se dedicar à pré-campanha, anunciou a saída do MDB, partido pelo qual militou nas últimas três décadas, em mensagem nas redes sociais.

“Parto, mas não sem antes abraçar, carinhosamente, os companheiros que ficam. O MDB, casa que me abrigou e me permitiu servir ao Brasil por quase 30 anos, também serviu de moradia segura para os brasileiros democratas perseguidos durante a longa noite do arbítrio. Foram esses brasileiros que fizeram, para todos nós, um novo amanhecer. Brasileiros como os que refundaram o PSB, partido que agora me abraça, me acolhe e me convida a construir, juntos, o país dos nossos melhores sonhos. É a essa tarefa, nesta nova casa, que continuarei a dedicar as minhas melhores energias”, afirma a mensagem.

Por sua vez, o PSB publicou uma nota em que celebra a filiação da ministra. “Simone traz consigo uma combinação rara na vida pública brasileira: firmeza moral, experiência institucional, capacidade de dialogar com o Brasil real, coragem cívica e compromisso democrático. Advogada, professora, prefeita reeleita com 76% dos votos, vice-governadora, senadora, candidata à Presidência da República e ministra do Planejamento. Alguém que foi a primeira mulher a presidir a CCJ, a primeira a disputar a presidência do Senado em quase dois séculos de história, e que por três vezes consecutivas foi eleita a melhor parlamentar do país. Uma mulher que estudou os problemas do Brasil, enfrentou interesses poderosos e sustentou posições que exigiam coragem e independência política”, diz a nota.

O partido também confirmo que ela participará da disputa eleitoral deste ano pelo estado de São Paulo. “O melhor sinal disso é que alguém como Simone Tebet, podendo estar em muitos outros partidos, escolheu estar aqui, com a gente. São Paulo terá, com ela, uma liderança à altura do que se exige de quem pretende representar o Estado mais populoso do país. Uma mulher já testada pela vida pública e coroada pelo eleitorado. Consciente de que o Brasil precisa de menos espetáculo e mais substância, menos bravata e mais grandeza, menos cálculo miúdo e mais ambição”, afirma a nota.

Filha do ex-senador Ramez Tebet, Simone foi vice-governadora do Mato Grosso do Sul entre 2011 e 2014. Ela se elegeu senadora em 2014, para um mandato de oito anos. Em 2022, disputou à Presidência da República, ficando em terceiro lugar, atrás do presidente Lula e do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ela é ministra do Planejamento desde o início do terceiro governo Lula.

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