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Endrick no banco: por que o patrocínio do jogador virou teoria nas redes?

17 de Junho de 2026, 08:30

A estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, realizada no último sábado (13), ganhou um debate além do resultado em campo. Após o empate por 1 a 1 com o Marrocos, a ausência de Endrick durante os 90 minutos da partida gerou questionamentos.

Entre torcedores, surgiu uma teoria que relaciona a situação do atacante ao seu contrato publicitário com a New Balance.

A discussão surgiu porque o jovem atacante, considerado uma das principais promessas do futebol brasileiro, havia sido decisivo no amistoso anterior ao Mundial ao marcar o gol da vitória sobre o Egito. Mesmo assim, acabou ficando no banco durante toda a estreia da equipe comandada por Carlo Ancelotti.

Ausência chamou atenção

A opção da comissão técnica surpreendeu parte da torcida. Em um jogo no qual o Brasil encontrou dificuldades para criar oportunidades ofensivas, muitos esperavam que Endrick fosse utilizado ao longo da partida para aumentar o poder de ataque da equipe.

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Ancelotti preferiu iniciar o confronto com Igor Thiago entre os titulares e, durante o segundo tempo, promoveu a entrada de Matheus Cunha. Endrick, por sua vez, permaneceu entre os reservas até o apito final.

A escolha rapidamente se transformou em um dos assuntos mais comentados entre os brasileiros nas redes sociais, onde torcedores passaram a buscar explicações para a falta de minutos do atacante.

Contrato com a New Balance

Entre as teorias que circularam após a partida, uma das mais compartilhadas envolveu a relação comercial do jogador com a New Balance.

Endrick é atualmente um dos principais embaixadores globais da marca esportiva e se tornou um dos rostos mais importantes da empresa no futebol.

O atacante também possui um acordo de longo prazo que inclui participação nos resultados de produtos ligados à sua imagem.

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Para alguns internautas, esse vínculo comercial poderia explicar o espaço reduzido do jogador na Seleção. A hipótese, porém, não apresenta qualquer comprovação ou evidência pública.

Debate antigo volta à tona

A repercussão também resgatou discussões antigas sobre a presença de patrocinadores no futebol brasileiro.

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O tema ganhou notoriedade na década de 1990, quando vieram a público detalhes de acordos comerciais envolvendo a Confederação Brasileira de Futebol e empresas do setor esportivo.

Desde então, o assunto volta ocasionalmente ao debate sempre que decisões esportivas geram controvérsia entre torcedores.

No caso atual, não existe informação pública que indique qualquer interferência de marcas esportivas nas escolhas feitas pela comissão técnica da Seleção Brasileira.

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Sem elementos concretos que sustentem a teoria, a ausência de Endrick continua sendo interpretada oficialmente como uma decisão da comissão técnica. Ancelotti evitou comentar individualmente a situação do atacante após a partida e concentrou sua análise no desempenho coletivo da equipe.

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I.A. na Copa: FIFA revela tecnologia que promete mudar arbitragem e análise de jogos; entenda

6 de Junho de 2026, 15:00

A FIFA apresentou um conjunto de novas tecnologias baseadas em inteligência artificial que serão utilizadas na Copa do Mundo de 2026.

As ferramentas foram reveladas durante o Lenovo Tech World 2026 e têm como objetivo ampliar a precisão da arbitragem, oferecer análises avançadas às seleções e criar novas formas de interação para os torcedores durante o torneio, que será disputado nos Estados Unidos, Canadá e México.

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I.A. chega ao centro das decisões dentro e fora de campo

De acordo com a FIFA, entre as principais novidades está o Football AI Pro, uma plataforma de inteligência artificial desenvolvida para auxiliar as 48 seleções participantes da competição.

A ferramenta foi criada para processar uma enorme quantidade de informações sobre partidas e jogadores, transformando dados em análises que podem ser consultadas por técnicos e comissões técnicas.

Segundo a FIFA, o sistema foi projetado para reduzir diferenças entre equipes com estruturas distintas. Na prática, seleções com menor acesso a departamentos avançados de análise poderão utilizar os mesmos recursos tecnológicos disponíveis para as principais potências do futebol mundial.

O sistema reúne informações em formatos variados, incluindo textos, vídeos, gráficos e modelos tridimensionais. O acesso poderá ser feito em diferentes idiomas antes e depois dos jogos.

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Tecnologia de impedimento ganha versão mais avançada

Outra inovação apresentada envolve a evolução do sistema semiautomático de detecção de impedimentos.

Para a Copa de 2026, os jogadores passarão por um escaneamento corporal digital capaz de criar avatares tridimensionais altamente precisos.

Os modelos serão utilizados para identificar movimentos e posicionamentos dos atletas com maior eficiência, inclusive em situações de velocidade elevada ou quando houver bloqueio parcial da visão das câmeras.

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Além de auxiliar a arbitragem, a tecnologia também terá função visual. As reconstruções em 3D poderão ser exibidas durante as transmissões para ajudar o público a compreender as decisões relacionadas aos lances de impedimento.

Nova câmera do árbitro promete imagens mais estáveis

A FIFA também anunciou uma atualização da chamada Visão do Árbitro, tecnologia que mostra ao público a perspectiva do juiz durante a partida.

A nova versão utiliza inteligência artificial para estabilizar automaticamente as imagens captadas pela câmera acoplada ao árbitro.

O recurso reduz tremores e borrões causados pela movimentação intensa em campo, permitindo uma visualização mais clara das jogadas.

Thank you to @FIFAcom President Gianni Infantino for joining me on stage at Lenovo Tech World to explain how Lenovo AI is enabling a smarter, more inclusive, and more immersive football experience for the FIFA World Cup 2026. #CES2026

🔗: https://t.co/kDCsvLyerL pic.twitter.com/5trlZA7rrX

— Yuanqing Yang (@YuanqingYang) January 8, 2026

A expectativa é que a ferramenta aumente a transparência das decisões e aproxime os torcedores da dinâmica do jogo.

Copa de 2026 será vitrine para o futuro do futebol

Para a FIFA, as novas soluções representam um passo importante no processo de modernização do esporte.

A entidade afirma que o uso da inteligência artificial não se limitará à arbitragem, mas também servirá para ampliar o acesso a dados, melhorar o desempenho das equipes e oferecer experiências mais imersivas aos torcedores.

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Com 48 seleções e 104 partidas programadas, a Copa do Mundo de 2026 será a maior da história do torneio e deve funcionar como um grande laboratório para tecnologias que poderão se tornar parte permanente do futebol nos próximos anos.

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