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Os motivos que levaram a Vale (VALE3) a retornar à carteira de dividendos da Empiricus em maio

11 de Maio de 2026, 16:16

A carteira automatizada de dividendos da Empiricus teve apenas uma alteração para maio: a entrada da Vale (VALE3) no lugar da SLC Agrícola (SLCE3). Até o fechamento de abril, o portfólio já valorizou 28,7% em 2026, contra 16,3% do Ibovespa no mesmo período.

Segundo Ruy Hungria, analista responsável pela carteira, a saída da SLC se deu pela piora nas perspectivas de custo da companhia por conta do conflito no Oriente Médio, que mantém sob pressão o Estreito de Ormuz, local por onde passam insumos agrícolas.

Já a entrada da Vale tem a ver com a evolução consistente de resultados da companhia, especialmente em sua divisão de metais básicos, a qual o analista chama de “joia da coroa”.

Lucro líquido da Vale saltou 29% no primeiro tri

No balanço do primeiro trimestre do ano, divulgado em 28 de abril, a Vale (VALE3) registrou lucro líquido de R$ 1,9 bilhão, alta de 29% em relação ao mesmo período de 2025.

Se no segmento de minério de ferro o crescimento do Ebitda foi de 1% ano contra ano, para R$ 2,4 bilhões, na divisão de metais básicos a alta foi muito mais representativa — embora a base de comparação fosse mais “fácil” de superar.

O Ebitda do segmento de cobre saltou 57%, para US$ 949 milhões, enquanto a mesma linha da operação de níquel saltou 575%, indo de US$ 41 milhões no 1T25 para US$ 277 milhões no último trimestre.

O fluxo de caixa livre chegou a US$ 813 milhões, alta anual de 61%, número que, segundo Hungria, “tende a melhorar nos próximos trimestres por conta da sazonalidade”.

Apesar de todo esse crescimento, os números divulgados pela Vale ficaram abaixo das expectativas do mercado. Mas, para o analista da Empiricus, a companhia “está no caminho certo e deve continuar como boa fonte de dividendos para os acionistas”.

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Os quatro pilares da tese em VALE3

A boa perspectiva do analista para as ações VALE3 vem de quatro pilares principais:

  1. Minério de ferro resiliente;
  2. Previsibilidade operacional;
  3. Forte geração de caixa e retorno ao acionista; e
  4. Potencial em metais básicos.

Em primeiro lugar, os preços do minério de ferro, principal segmento da companhia, têm se mostrado mais resilientes do que o esperado, “sustentado por dinâmica de oferta mais restrita, elevada depleção global e demanda ainda sólida, com maior diversificação geográfica”, afirma Ruy Hungria.

O analista destaca ainda que a Vale está entre os produtores de menor custo, o que “traz mais segurança à tese”.

Em relação à previsibilidade operacional, Hungria avalia que os investimentos em melhorias operacionais feitos pela mineradora nos últimos anos já se traduziram em menos paradas, aumento de produção e consequente diluição de custos.

O terceiro ponto é a elevada geração de caixa da Vale, que dá ao acionista um potencial de retorno próximo de dois dígitos sustentado por dividendos recorrentes e eventuais distribuições adicionais.

Por fim, está a “joia da coroa” Vale Base Metals que, segundo Ruy Hungria, “vem ganhando relevância e pode destravar valor ao longo do tempo, em um movimento ainda pouco refletido no valuation atual”.

Conheça as outras 7 ações que compõem a carteira de dividendos da Empiricus

Agora você sabe os motivos que levaram a Vale a substituir a SLC Agrícola na carteira automatizada de dividendos de maio da Empiricus, mas não precisa parar por aqui.

Isso porque a carteira completa está disponível como uma cortesia da Empiricus. E para acessar é simples, basta fazer seu login na área logada da casa de análise.

Caso não tenha cadastro, o processo é gratuito e rápido. Ao preencher seus dados, você será redirecionado à área logada da Empiricus e poderá conferir esta e as outras carteiras automatizadas, sem ser cobrado em nenhum momento por isso. Para conferir a carteira de dividendos, basta clicar neste link ou no botão abaixo:

ACESSO GRÁTIS: CARTEIRA DE DIVIDENDOS DA EMPIRICUS RESEARCH

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Empiricus atualiza carteiras automatizadas de dividendos, small caps, fundos imobiliários, criptomoedas e muito mais; acesse grátis

7 de Maio de 2026, 14:13

A Empiricus acaba de atualizar suas carteiras automatizadas para o mês de maio. Esses portfólios acompanham as recomendações dos analistas da casa de maneira automatizada, sem que o investidor precise fazer as alterações propostas pelos especialistas ou tenha que rebalancear os ativos.

Entre as opções de carteiras automatizadas disponibilizadas pela Empiricus, estão portfólios de ações, dividendos, small caps, fundos imobiliários, criptomoedas, tendências globais, inteligência artificial e muito mais.

É uma forma simples, prática e segura de investir, sem ter que se preocupar com as mudanças propostas pelos analistas da casa, que estão 24 horas por dentro do mercado.

Tudo é feito de dentro da plataforma do BTG Pactual, com a segurança de investir dentro do ecossistema do maior banco de investimentos da América Latina.

Vale destacar que o acesso às carteiras é gratuito por 30 dias, basta se cadastrar no BTG Content, a plataforma de conteúdos do BTG. Ao realizar o cadastro para conhecer os portfólios, você pode decidir se vai investir nas recomendações por conta própria ou optar pela modalidade automatizada.

Conheça abaixo cada uma das carteiras para decidir qual delas faz mais sentido para o seu portfólio.

Carteiras recém-lançadas:

Empiricus Crypto Momentum

Quer começar a investir em criptomoedas de maneira fácil? Esta carteira traz uma alocação sistemática que se expõe ao bitcoin e outros criptoativos com maior potencial de retorno, avaliando tendências e controle de risco.

Empiricus Megatendências Globais

Um veículo para aproveitar os movimentos macroeconômicos para proteger capital e buscar oportunidades de lucro. Invista em grandes teses como commodities, small caps, juro longo, cripto e mais.

Empiricus Small Technicals

Escolhas de empresas ainda pequenas na Bolsa, mas de alto potencial. A análise dessa carteira é feita com embasamento técnico e permite capturar o timing dos papéis.

Empiricus IA Cash

Quer investir em empresas ou teses de alto potencial no mercado tech e de inteligência artificial? Esta é a carteira ideal para você.

Empiricus Alocação Estrutural Global

Uma forma simples, acessível e disciplinada de investir globalmente por meio de ativos listados na B3, com foco em preservação de patrimônio real e geração de retorno ajustado ao risco no longo prazo

As ‘queridinhas’ dos leitores da Empiricus

Agora que você já conhece as novas carteiras da casa, também pode acessar de maneira gratuita as carteiras mais tradicionais da Empiricus Research.

Empiricus Dividendos

As melhores pagadoras de dividendos para renda recorrente, sem abrir mão da valorização dos papéis. Essa é a carteira indispensável para o investidor de renda.

Empiricus Top FII

Gosta de investir em imóveis? Os ativos escolhidos na carteira Top FII permitem renda recorrente e valorização, explorando os fundos imobiliários de maior potencial do mercado.

Empiricus Renda Extra

Seleção de 10 a 15 ativos geradores de renda, entre ações, fundos imobiliários e títulos públicos. Uma verdadeira seleção diversificada para você que busca renda extra.

Empiricus Top Picks

Uma carteira de ações concentrada em “compounders”: as empresas que mais geram e ganham valor ao longo do tempo. Se quiser recomendações de papéis “quality”, essa é a sua estratégia.

Empiricus BDR

A estratégia básica para quem quer diversificar seus investimentos com ativos no exterior. Entre grandes empresas e novas oportunidades, nesta seleção você tem um apanhado global.

Carteiras automatizadas: uma forma simples de investir

Agora que você conhece todas as carteiras automatizadas disponibilizadas pela Empiricus Research, pode definir qual faz mais sentido para o seu portfólio.

E o processo é bem simples: ao clicar nos links desta matéria, você será direcionado ao BTG Content. Caso já tenha conta na plataforma, basta fazer o login. Caso contrário, é só criar sua conta e usufruir de todos os conteúdos oferecidos de maneira gratuita por 30 dias.

Ao optar por investir nas carteiras automatizadas, você garante:

  • Atualização automática toda a vez que há mudanças nas carteiras, sem a necessidade de executar as ordens manualmente.
  • Possibilidade de reinvestimento automático de proventos: toda renda gerada pode ser reinvestida na carteira com apenas um aceite.
  • A possibilidade de investir mais ou resgatar seu dinheiro a qualquer momento.
  • Acompanhamento profissional dos analistas.

Para conhecer as carteiras da Empiricus na plataforma do BTG Content, clique aqui ou no botão abaixo:

Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto, incluindo suas características, prazos, liquidez e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (“Suitability”).

As Carteiras Recomendadas Automatizadas da Empiricus envolvem a negociação de ativos de renda variável e, portanto, estão sujeitas a oscilações de mercado e risco de perdas, sendo indicadas a investidores classificados como perfil Sofisticado, nos termos da Política de Suitability do BTG Pactual. Verifique se a aplicação pretendida está compatível com seu perfil de investidor, informação que pode ser consultada no momento da transmissão da ordem. Para mais informações sobre Perfil do Investidor e Redefinição de Perfil do Investidor, consulte nosso FAQ – Perguntas Frequentes | BTG Pactual.

As carteiras são rebalanceadas periodicamente, de forma automática ou mediante recomendações, podendo resultar em operações de compra e venda de ativos financeiros, com incidência de custos operacionais e tributos.

Não há garantia de rentabilidade ou de preservação do capital investido. Os investimentos realizados por meio das Carteiras Recomendadas Automatizadas não contam com garantia do Fundo Garantidor de Créditos – FGC.

Rentabilidade passada não representa garantia de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos.

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Empiricus libera acesso gratuito à carteira de criptomoedas que rendeu 3,8 vezes mais que o bitcoin de 2021 a 2025 

5 de Maio de 2026, 11:38

A Empiricus está oferecendo acesso gratuito à carteira Crypto Momentum, estruturada com base em modelos de análise quantitativa. Nos testes realizados entre 2021 e 2025, a estratégia entregou um retorno acumulado de 750%, desempenho cerca de 3,8 vezes superior ao do bitcoin, que avançou 198% no mesmo período. 

A carteira é gerida por Valter Rebelo, head de ativos digitais da casa. Segundo ele, apesar do ambiente atual ainda desafiador para o mercado de criptomoedas, alguns sinais já indicam uma possível “forte retomada”. 

Em abril, por exemplo, o bitcoin avançou 12% e registrou seu melhor mês do ano até aqui, o que pode sinalizar o início de uma recuperação. 

Nesse sentido, Rebelo destaca que a carteira é uma “opção conservadora para equilibrar o portfólio dentro do cenário, sem abrir mão de grandes valorizações”. 

Uma das principais vantagens da Crypto Momentum é a possibilidade de fazer o investimento na carteira automatizada. Ao optar por essa modalidade, todas as alterações propostas pelos especialistas são feitas sem que você precise fazer nada.  

Uma opção “conservadora” dentro do mercado cripto? Saiba como funciona a Crypto Momentum 

A Empiricus conta com sistemas quantitativos que auxiliam os especialistas da casa a tomarem as melhores decisões, tanto em momentos favoráveis de mercado quanto em períodos negativos.  

No caso da carteira Crypto Momentum, a estratégia começa com uma análise sobre o bitcoin, considerado o termômetro do mercado.   

Caso o BTC esteja em momentum positivo, a carteira buscará saber quais criptos estão performando ainda melhor para realizar uma alocação ajustada ao risco nessas altcoins, além de também investir no próprio bitcoin.  

Por outro lado, se o BTC estiver mal, a carteira alocará 20% dos recursos em bitcoin e o restante em dólar  — o que possibilita buscar lucros até mesmo nos momentos de baixa.  

No pior cenário, buscamos remuneração em dólar. No melhor, buscamos um perfil de retorno muito maior do que o bitcoin entregaria”, afirma Rebelo.  

“A ideia é concentrar na carteira aqueles ativos que têm as melhores notas de momentum contra o bitcoin para ter a chance de pegar na veia os maiores retornos do mercado. Com esses dados em mãos, eu e minha equipe selecionamos as criptomoedas que julgamos as melhores”, completa Rebelo.   

Essa estratégia foi a responsável por uma valorização de 750% entre 2021 e 2025, período utilizado no backtest da carteira. Isso significa que o investidor teria a chance de multiplicar o valor investido por 8,5 vezes nesse período, enquanto o bitcoin multiplicaria o investimento por 3 vezes.  

Backtest da carteira entre 2021 e 2025. Retornos passados não garantem retornos futuros, investimentos envolvem riscos e podem causar perdas ao investidor. 

O rendimento fora da curva não quer dizer que a carteira seja livre de risco, afinal, o mercado de criptoativos é volátil. No entanto, o maior drawndown —  queda — da carteira foi 22% menor que o do bitcoin no período do backtest.  

“Essa alocação tem uma volatilidade pré-determinada e controlada para ser parecida com o do bitcoin. Ou seja, o perfil de retorno é melhor, mas a volatilidade é a mesma”, afirma o especialista.

Acesse gratuitamente a carteira Empiricus Crypto Momentum 

Valter Rebelo preparou um vídeo explicando como acessar a carteira Crypto Momentum de maneira 100% gratuita.  

Como abordado anteriormente, você poderá conferir todos os ativos recomendados e investir por conta própria, ou poderá alocar na modalidade automatizada, em que todas as alterações propostas pela equipe da Empiricus são feitas sem que o investidor precise fazer nada

Vale destacar que o investimento por meio da carteira automatizada é feito com a segurança da plataforma do BTG Pactual, o maior banco de investimentos da América Latina. Para conhecer as instruções e acessar a carteira gratuitamente, basta clicar neste link ou no botão abaixo. 

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O que está acontecendo com a Smart Fit (SMFT3)? Ações despencam 30% desde as máximas recentes – entenda motivos e se ainda vale investir

22 de Abril de 2026, 16:15

As ações da Smart Fit (SMFT3) não têm atravessado um bom momento. Desde a máxima mais recente, quando atingiu R$ 27,13 em 4 de dezembro de 2025, as ações despencaram 30%, cotadas a R$ 18,75 até o fechamento de segunda-feira (20).

O que está acontecendo? E mais, vale apostar na recuperação dos papéis da maior rede de academias da América Latina?

Para os analistas da Empiricus, o principal vetor de preocupação do mercado está na dinâmica competitiva.

“A expansão acelerada de academias por diferentes players traz potencial diluição da base de alunos por unidade madura, um ponto sensível em um modelo com forte alavancagem operacional. Menor densidade de membros tende a pressionar margens ao longo do tempo”, explicaram os analistas em relatório recente.

Diferentemente de ciclos anteriores, a rede tem enfrentado um ambiente competitivo mais estruturado, com operadores mais disciplinados. “Nesse contexto, os agregadores chamam atenção, com destaque para o Wellhub [antiga Gympass]”, apontam os analistas.

TotalPass x Wellhub

A Smart Fit é dona do TotalPass, um agregador com uma proposta semelhante à do Wellhub. Em termos gerais, ambas funcionam como uma espécie de “Netflix” de academias e serviços de bem-estar: por meio de uma assinatura, os clientes têm acesso a um portfólio de locais para se exercitar.

Mas por serem concorrentes, a Smart Fit deixa de aproveitar a base de membros da Wellhub, o que aumenta o risco de perda de clientes – tanto em termos de aquisição quanto de retenção dentro das academias.

“Por isso, historicamente, o TotalPass tem sido ofertado a preços mais baixos do que o acesso direto à rede, um subsídio por parte da Smart Fit. Ainda que a companhia esteja ajustando essa distorção, o aumento da participação do TotalPass na receita tende a pressionar o ticket médio e, consequentemente, as margens”, explicam os analistas da Empiricus.

Enquanto isso, movimentos da concorrente Wellhub, como a parceria com a rede Panobianco, tendem a reforçar a percepção de risco competitivo do mercado.

“Esse tipo de iniciativa pode se tornar uma pedra no sapato para a Smart Fit, ao acelerar o ganho de escala de concorrentes e aumentar a disputa por clientes, em especial em regiões já mais maduras”, afirmam os analistas.

No pain no gain? Vale apostar na ‘volta por cima’ das ações da Smart Fit?

Com a competitividade no setor pressionando os papéis, ainda vale a pena investir nas ações da Smart Fit?

Os analistas da Empiricus destacam que continuam a ver a companhia como a operadora mais eficiente e bem-posicionada do setor, ao combinar escala, disciplina de custos e capacidade de execução superiores. “São características que tendem a se destacar justamente em ambientes competitivos”.

Além disso, a Smart Fit mantém seu plano ambicioso de expansão, com a previsão de cerca de 340 novas academias para 2026.

“Soma-se a isso a estratégia de diversificação geográfica nos países em que já está consolidada e avanço em mercados onde tem baixa penetração, como Argentina, Marrocos, entre outros, que contribuem para mitigar riscos e ampliar o potencial de crescimento”.

No que diz respeito ao setor fitness, os analistas ainda veem baixa penetração e forte crescimento estrutural, o que dá espaço para expansão relevante no longo prazo.

“Mesmo que a empresa se expandisse somente com as unidades mapeadas hoje (1,5 mil academias), desconsiderando qualquer alavancagem operacional, ou seja, perpetuando as margens estáticas ao nível de hoje, ainda teríamos um preço-alvo de R$ 25 por ação, o que em nossa visão deixa o cenário assimétrico”.

Nesse sentido, mesmo com os riscos no radar, os fundamentos da companhia continuam sólidos e a ação negocia em um patamar considerado atrativo frente ao histórico e ao perfil de crescimento da tese, apontam os especialistas.

“Entendemos que a combinação de crescimento de receita, potencial de expansão de margens via eficiência e uma tese estrutural bem fundamentada sustentam a visão construtiva. Por 12,4 vezes lucros, a ação segue recomendada pela Empiricus”, concluem.

SMFT3 está entre as 10 ações recomendadas para comprar agora; veja gratuitamente as outras 9

Agora você sabe que a ação da Smart Fit continua sendo recomendada pelos analistas da Empiricus, mesmo com os riscos no radar.

O papel, inclusive, faz parte da carteira Empiricus Top Picks, que reúne as 10 ações mais atrativas para comprar no cenário atual.

A boa notícia é que você pode conhecer as outras 9 recomendações de maneira gratuita no BTG Content, a plataforma de conteúdos do BTG Pactual.

Ao clicar neste link e realizar seu cadastro no Content, você terá acesso ao relatório da carteira Top Picks, com a tese de cada uma das ações e uma análise macroeconômica do cenário atual.

Também poderá, em poucos cliques, investir na carteira Top Picks de maneira automatizada. Ao optar por essa modalidade, todas as alterações propostas pelos analistas são realizadas de maneira automática, sem que você precise comprar ou vender os papéis manualmente.

O cadastro no BTG Content também permite que você acesse as diversas carteiras recomendadas disponíveis na plataforma.

Pronto para conhecer todos os conteúdos disponibilizados? Para isso, basta clicar aqui ou no botão abaixo e se cadastrar.

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Empiricus Megatendências: nova carteira visa capturar temas que moldam a economia global; conheça gratuitamente

18 de Abril de 2026, 09:00

A Empiricus acaba de lançar uma nova carteira com acesso gratuito para os investidores que desejam estar posicionados nos principais temas que moldam a economia global: a Empiricus Megatendências.  

O portfólio é comandado pelo analista macroeconômico da casa, Matheus Spiess. Segundo ele, o objetivo é identificar e capturar vetores de transformação tecnológicas, geopolíticas ou econômicas de longo prazo. 

Para viabilizar a abordagem, a carteira investe em fundos de índice (ETFs) e certificados de ETFs (BDRs de ETFs) listados na Bolsa brasileira, o que permite acessar a uma exposição diversificada de forma simplificada, eficiente e com maior praticidade no acompanhamento.  

O objetivo do produto é gerar um retorno, em reais, superior ao IDCOTS +2%. Esse índice representa o rendimento dos títulos públicos de curto prazo dos Estados Unidos — considerados uma referência global de retorno alternativo — mais um prêmio de 2%.  

“Vale destacar que a estratégia não está restrita a uma única classe de ativos. Isso permite a busca por oportunidades em diferentes mercados ao redor do mundo, sempre com o objetivo de gerar retorno absoluto. Nesse contexto, a utilização da taxa livre de risco americana acrescida de um prêmio faz sentido, pois está alinhada ao caráter global da estratégia e à taxa mínima de atratividade implícita nas teses exploradas”, explica Spiess.

Carteira também está disponível de forma automatizada 

Além de o investidor poder acessar a carteira de maneira gratuita e fazer os investimentos por conta própria, o novo portfólio também está disponível no modelo automatizado

Nessa modalidade, a execução, os rebalanceamentos e os ajustes passam a ser conduzidos de maneira automática. Assim, cabe ao investidor apenas investir o valor desejado e depois acompanhar os resultados, sem precisar fazer manualmente as alterações propostas pelo analista Matheus Spiess.  

QUERO CONHECER A CARTEIRA AUTOMATIZADA EMPIRICUS MEGATENDÊNCIAS

Spoiler: veja algumas das tendências da carteira de abril

Entre as escolhas do analista para a carteira, está o ETF de commodities CMDB11. O fundo tem como objetivo replicar o desempenho do Índice Teva Ações Commodities Brasil.  

Spiess explica que o objetivo do investimento é capturar o ciclo de commodities, que tende a ser favorecido em ambientes de inflação mais alta, crescimento global ou choques de oferta, como ocorre em cenários geopolíticos mais tensos, como é o caso. 

“Por concentrar empresas exportadoras e geradoras de caixa, o ETF também pode se beneficiar de movimentos de valorização do dólar e de alta nos preços internacionais das matérias-primas, funcionando como uma espécie de proteção natural em momentos de estresse”, complementa o analista. 

Outra tendência identifica por Spiess e levada à nova carteira é a de aumento dos gastos militares impulsionado pelo ambiente geopolítico fragmentado e pela crescente rivalidade entre grandes potencias, especialmente entre EUA e China.  

“Esse movimento tende a sustentar receitas e margens das empresas do setor ao longo do tempo, já que grande parte de seus contratos está atrelada a orçamentos públicos e programas de longo prazo. 

Em um cenário que muitos já descrevem como uma ‘nova Guerra Fria’, com expansão de investimentos militares e tecnológicos, o setor deixa de ser apenas uma aposta cíclica e passa a configurar uma tese estrutural de longo prazo”, afirma o analista.  

Neste contexto, a recomendação é BAER39, BDR listado na B3 que replica o desempenho do iShares U.S. Aerospace & Defense, fundo internacional gerido pela BlackRock que investe em um portfólio de empresas americanas do setor aeroespacial e de defesa – como fabricantes de aeronaves, sistemas militares e tecnologia de segurança.  

É claro que as duas tendências acima não são as únicas que compõem a carteira. O analista compilou investimentos que vão de inteligência artificial até o Urânio, passando pela Argentina de Javier Milei. 

Grátis: veja a carteira Empiricus Megatendências completa

A boa notícia é que a carteira pode ser acessada de maneira gratuita no BTG Content, plataforma de conteúdos do BTG Pactual.  

Para isso, basta se cadastrar neste link. Através dele, você também terá a opção de realizar o investimento na carteira automatizada, em que todas as alterações propostas por Spiess são feitas sem que o investidor precise fazer nada. 

Além da carteira de Megatendências, no Content você encontrará outros portfólios com diferentes temáticas e conteúdos que podem ajudar a fazer os melhores investimentos. 

Para acessar a carteira e o BTG Content, basta clicar aqui ou no link abaixo e fazer seu cadastro gratuito na plataforma.  

Bons investimentos! 

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Onde investir com o Ibovespa perto dos 200 mil pontos? Prio (PRIO3), Vale (VALE3), Nubank (ROXO34) e mais 7 ações que ainda carregam potencial

16 de Abril de 2026, 16:21

O Ibovespa tem navegado bem os mares turbulentos ocasionados pelo conflito no Oriente Médio. O principal índice da Bolsa brasileira avança 5,5% em abril e atingiu a máxima histórica nominal acima dos 198 mil pontos.

A alta é sustentada pelo fluxo estrangeiro relevante. Apenas no mês de abril, mais de R$ 14 bilhões entraram na renda variável local até o fechamento de mercado de terça-feira (14). Em 2026, o número se aproxima de R$ 70 bilhões. Para efeito de comparação, no ano passado inteiro o fluxo gringo entrante foi de R$ 25,4 bilhões.

Apesar da notícia ser boa para quem está posicionado na Bolsa brasileira, um questionamento pode surgir: ainda é possível buscar lucros relevantes?

Para a Empiricus, a resposta é sim, mas com uma ponderação: “o contexto exige muita seletividade de empresas”.

Isso porque, ao mesmo tempo que a bolsa já não é mais uma barganha como antes, algumas ações ainda carregam muito potencial.

Nesse sentido, a carteira Top Picks foi montada para selecionar 10 ações brasileiras que os analistas da casa veem possibilidade de retornos consistentes e que tenham um nível de risco adequado.

VALE3 tem ‘joia da coroa’ com muito potencial para destravar

Uma das ações recomendadas é a Vale (VALE3). Segundo os analistas, a companhia apresentou resultados sólidos no 4T25, tem mostrado simplificação nas operações e ainda se beneficia do minério de ferro acima dos US$ 100 por tonelada.

De acordo com eles, a queda de –6% da ação em março foi de maneira injustificada, dada a resiliência nos preços do minério e o desconto de múltiplo exagerado para seus pares estrangeiros.

O analista Ruy Hungria afirma que a mineradora brasileira negocia a 4,5 vezes Ebitda, enquanto suas concorrentes australianas entre 6 e 7 vezes. “A Vale segue descontada e mostra uma evolução bem melhor que elas nos últimos trimestres”.

Nas palavras de Hungria, a companhia tem como “joia da coroa” a Vale Base Metals.

“É uma vertical que lida com a questão de metais básicos, materiais muito importantes na transição energética e que deveriam ter um valuation de 8 ou 9 vezes Ebitda, e atualmente a Vale inteira está avaliada em 4,5 vezes Ebitda. Mostra que hoje o mercado só precifica o negócio de minério de ferro e não precifica a Vale Base Metals, que tende a destravar cada vez mais valor nos próximos anos”, afirmou.

Além disso, é uma empresa com receita dolarizada, o que pode ser bom em um momento de incerteza ocasionada pelo conflito no Oriente Médio. Ao mesmo tempo, é uma ação que se beneficia do fluxo estrangeiro para a Bolsa brasileira, já que é a empresa de maior peso do Ibovespa — índice que os gringos olham primeiro ao investir no Brasil.

Por fim, mas não menos importante, destaca-se a já conhecida capacidade da empresa de gerar caixa e pagar proventos. Os analistas da casa estimam um dividend yield de 9% para 2026.

Prio (PRIO3): outra empresa de commodities recomendada

Outra companhia de commodities recomendada pelos analistas é a Prio (PRIO3), maior produtora independente de óleo do Brasil.

A companhia disparou 50% em 2026, até o fechamento de mercado da última quarta (15), e pode não parar por aí, segundo os analistas da casa.

O primeiro fator é macroeconômico. A guerra no Oriente Médio tem impulsionado as commodities de energia e, consequentemente, aumenta a receita da empresa.

No entanto, o lado microeconômico da empresa também tem contribuído para o otimismo dos analistas.

A companhia passou a explorar o campo de Wahoo no último mês, um momento muito esperado pelos entusiastas da tese e que deve adicionar cerca de 40 mil barris de óleo por dia (boe/d) à produção da Prio ao longo de 2026.

O campo de Peregrino, adquirido pela companhia, também deve acrescentar mais 55 mil boe/d no ano.

No primeiro trimestre de 2026, a Prio, já ajudada pelos dois campos destacados acima, reportou uma produção de 155 mil barris por dia, número 42% maior em relação ao mesmo período de 2025. Caso tudo ocorra como o esperado, este número deve crescer nos próximos trimestres.

Segundo os analistas da Empiricus, à medida que isso ocorrer os custos de extração serão diluídos, melhorando a rentabilidade e a geração de caixa da companhia.

Nubank (ROXO34): potencial de crescimento e valuation ainda atrativo

Embora não seja uma ação listada na Bolsa brasileira, outra empresa recomendada para comprar neste momento é o Nubank, através do BDR ROXO34.

Trata-se de uma das maiores fintechs do mundo, com mais de 120 milhões de clientes e presença no Brasil, México e Colômbia.

Na visão dos analistas, o banco tem potencial de penetração na América Latina ainda elevado, dado ao modelo de baixo custo e alta escalabilidade.

No México, por exemplo, o Nubank alcança 13% da população adulta e 25% das emissões de cartão. Mas pelo fato de o país ainda usar muito dinheiro em cédulas, o potencial de ganhar mercado ainda é grande.

“Uma vez acertado o modelo de crédito no México, a fintech está pronta para acelerar o crédito no país. A empresa iniciou operações nos EUA, começando pelos brasileiros que residem por lá, para se expandir posteriormente, adotando o modelo da América Latina”, destacaram os analistas em relatório.

Além disso, a tese é sustentada por pilares como:

  • A expansão dos produtos: além do sucesso com o Pix Financing, produto com alta margem e bom engajamento de 40% dos clientes de cartão, o banco pretende acelerar o crédito consignado de funcionários públicos; e
  • A performance superior de crédito: diferente do setor financeiro, a companhia tem sido pouco afetada pelo aumento na inadimplência nos últimos meses por suas frequentes revisões de políticas de crédito feitas por IA e Open Finance.

Sobre este último ponto, os analistas destacam que isso permite que o banco seja mais preciso no crédito à baixa renda e aumente limites onde há potencial.

Por fim, as ações ainda negociam a valuation atrativos. “Com um ROE de 28% e uma expansão de lucros de 40% esperada para 2026, a ação, mesmo com a valorização nos últimos 3 anos, negocia a um Preço/Lucro de 20,8 vezes, abaixo da média de 28,3 vezes desse período”, escreveram os analistas.

Grátis: veja a carteira completa de Top Picks da Empiricus Research

Essas são apenas três das 10 recomendações feitas pelos analistas da Empiricus para investir agora, com o Ibovespa perto dos 200 mil pontos.

A boa notícia é que o acesso a essa carteira pode ser feito de graça, através do BTG Content, a área de conteúdos do BTG Pactual, o maior banco de investimentos da América Latina.

Além das ações recomendadas, você também terá a opção de investir de forma automática no portfólio, sem necessidade de operar manualmente as mudanças que ocorrem na carteira.

Para ter esses e outros benefícios, basta clicar aqui ou no botão ao final da matéria e se cadastrar no BTG Content. Fique tranquilo, em nenhum momento você será cobrado pelos conteúdos — mas poderá lucrar muito com todo o material disponibilizado.

Bons investimentos!

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Petrobras (PETR4), Vale (VALE3) e Gerdau (GGBR4) fazem parte do ‘investimento obrigatório’ em tempos de conflito no Oriente Médio

13 de Abril de 2026, 12:52

A essa altura, não é nenhuma novidade que o conflito no Oriente Médio tem ditado o rumo dos mercados globais. Isso se deve, principalmente, aos seus efeitos sobre as commodities, com mais destaque para o petróleo.

A região abriga o Estreito de Ormuz, rota marítima por onde transita cerca de 20% da produção global de hidrocarbonetos. O fechamento do Estreito pelo Irã representa um choque na oferta e, consequentemente, eleva os preços da commodity.

Até o último domingo (12), o tipo brent do petróleo apresentava alta de 66% em 2026, cotado na casa dos US$ 103 por barril.

Naturalmente, as empresas petroleiras da bolsa brasileira têm se beneficiado desse movimento. Veja as valorizações em 2026, até o fechamento de sexta (10):

  • Petrobras (PETR3): 65%
  • PRIO (PRIO3): 63%;
  • Brava Energia (BRAV3): 29%;
  • PetroReconcavo (RECV3): 26%.

Além de PETR4, PRIO3 e demais petroleiras, cenário deve beneficiar outras empresas de commodities

Mas para o analista Matheus Spiess, da Empiricus, essa dinâmica não deve beneficiar apenas as empresas do setor energético.

As expectativas de inflação também ficaram elevadas e reforçam um movimento mais amplo: a retomada das commodities como um todo.

“As restrições ao fluxo de petróleo, derivados, fertilizantes e outros insumos estratégicos pressionam cadeias globais de suprimento e elevam o risco de um choque de oferta relevante, possivelmente um dos mais significativos da história recente”, explica.

Mesmo em um cenário de eventual normalização, continua o analista, “o pano de fundo global segue marcado por um mundo mais fragmentado, com conflitos mais frequentes e cadeias produtivas mais vulneráveis. Esse ambiente tende a sustentar pressões sobre as commodities, especialmente em um contexto de reorganização produtiva que exige mais investimento em infraestrutura, energia e matérias-primas”.

Conheça o ‘investimento obrigatório’ para o cenário atual

Nesse contexto, o analista destaca um “investimento obrigatório” para o cenário atual. Trata-se de um fundo negociado em bolsa que, além das petroleiras, tem em sua composição outras empresas de commodities, como Vale (VALE3) e Gerdau (GGBR4).

No total, o investimento conta com 30 companhias que estão preparadas para capturar o ciclo explicado pelo analista, ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio.

Segundo Spiess, ao fazer parte desse “investimento obrigatório”, o investidor “não se expõe apenas ao potencial de valorização das commodities, mas também ao fluxo de caixa gerado por companhias que operam nesses segmentos, muitas das quais ainda negociam a múltiplos atrativos”.

“Em termos históricos, as commodities seguem relativamente baratas frente a outras classes de ativos, o que reforça a leitura de que podemos estar diante do início de um novo ciclo de valorização, e, portanto, de uma oportunidade relevante de posicionamento em um ambiente global mais inflacionário e instável”, conclui.

Para saber mais sobre qual é este investimento, os motivos pelos quais ele pode ganhar mais força agora e como acessá-lo, é simples: basta clicar neste link ou no botão abaixo.

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Quais ações ‘gringas’ comprar em meio ao conflito no Oriente Médio? Empiricus atualiza carteira internacional para abril; confira

7 de Abril de 2026, 12:00

O desempenho das bolsas globais nas últimas semanas tem sido fortemente influenciado pelo conflito no Oriente Médio. A cada sinal de arrefecimento ou intensificação no combate, os mercados reagem quase que instantaneamente.

Em meio às idas e vindas de Donald Trump e retóricas agressivas de todos os países envolvidos, como posicionar a parcela internacional da carteira de investimentos? Para responder a essa pergunta, a Empiricus acaba de atualizar a carteira de BDRs para abril.

Disparada do petróleo favorece setor energético — mas não só ele

Um dos focos do mercado no Oriente Médio é o Estreito de Ormuz, local pelo qual transita cerca de 20% da produção global de hidrocarbonetos. Com o fechamento do estreito, o petróleo disparou e chegou a perto dos US$ 120 por barril no início do mês — quase o patamar atingido no início da guerra entre Rússia e Ucrânia, em 2022.

Os tipos WTI e Brent da commodity encerraram março na casa dos US$ 100, uma valorização de 65% em relação ao início de 2026.

Fonte: Bloomberg e Empiricus

Em um cenário como este, era natural esperar que o setor energético fosse o grande destaque do primeiro trimestre, afirma o analista Enzo Pacheco, da Empiricus.

Mas além desse, outros setores mais defensivos também se destacaram, como o de Utilities, Materiais Básicos e Bens de Consumo. Segundo Pacheco, isso é explicado pelas preocupações acerca do impacto no poder de compra ao redor do mundo.

Na ponta negativa, ficaram as teses ligadas a crescimento ou expectativa de corte de juros. “Setores como Consumo Discricionário, Tecnologia e Financeiro, vistos com bons olhos até pouco tempo, ficaram nas últimas posições no trimestre”, destaca o analista.

Isso porque a perspectiva para a política monetária nos EUA piorou com todos os eventos ocorridos em março.

“A decisão tomada pelo Federal Reserve de manter a taxa de juros inalterada no intervalo entre 3,5% e 3,75% era amplamente esperada, mas a dissidência de apenas um membro do FOMC sinalizou uma menor disposição do BC americano em retomar os cortes no futuro próximo”, afirma Pacheco.

A percepção foi confirmada, ainda, pela falta de definição sobre o conflito no Oriente Médio e o impacto nos preços das commodities. “A curva de juros americana, que antes precificava de dois a três cortes até o fim do ano, passou a manter a taxa de juros nos níveis atuais pelo menos até meados de 2027”, completa o analista.

Nesse cenário, como montar a carteira internacional? 

Em meio ao cenário turbulento, o analista atualizou a carteira internacional da Empiricus Research para abril.

Deixaram o portfólio os papéis da Amazon (B3: AMZO34 | NYSE: AMZN), Alibaba (B3: BABA34 | NYSE: BABA) e Novo Nordisk (B3: N1VO34 | NYSE: NVO).

A saída da Alibaba se deu pela falta de gatilhos neste mês. “Mesmo os bons números do primeiro trimestre, no qual a companhia reportou crescimento de três dígitos no segmento de computação em nuvem, foram insuficientes para dar ânimo nos investidores”, explica.

Já no caso da Amazon, o analista entende que outras teses entre as big techs “estejam mais bem vistas pelos investidores, principalmente pela posição da companhia de comprometer seus fluxos de caixa no curto prazo com o objetivo de aumentá-los no futuro”, disse.

Por fim, a Novo Nordisk, fabricante do Ozempic, “continua sofrendo desde o início de 2026 com o aumento da concorrência e eficácia menor do que a esperada de medicamentos em fase de tese”, justifica Pacheco.

Para o analista, as saídas abriram espaço para “teses de melhor relação risco-retorno”.

Bem-vindas, Netflix, Nvidia e SLB

Nesse sentido, entraram na carteira as ações da Netflix (B3: NFLX34 | Nasdaq: NFLX), Nvidia (B3: NVDC34 | Nasdaq: NVDA) e SLB (B3: S1LB34 | NYSE: SLB).

“As novas adições buscam aproveitar níveis de preços importantes em algumas das principais empresas de tecnologia do mundo, assim como expor a carteira ao setor de Energia”, disse o analista.

Sobre a Netflix, o analista destaca a forte queda de mais de 30% que a ação sofreu desde o final de 2025, quando anunciou a aquisição da WarnerBros Discovery — no fim, no negócio não se concretizou.

“A decisão de sair do negócio, ao final de fevereiro, fez com que a ação recuperasse parte do valor. Entretanto, segue longe de suas máximas, e entendo que a divulgação de resultados possa servir de gatilho para apresentar novos ganhos”, afirmou.

No caso da Nvidia, a entrada na carteira se deve ao anúncio da empresa de que espera reportar receitas de mais de US$ 1 trilhão entre 2025 e 2027. Segundo o analista, isso significaria algo como US$ 500 bilhões de vendas somente no próximo ano — um crescimento de 60% em relação ao esperado para 2026.

“Passando a não apenas vender chips isolados, mas uma infraestrutura completa de IA, a empresa se posiciona no centro dessa nova onda tecnológica, capturando a crescente demanda por computação. Dessa forma, junto a um bom momento técnico, a companhia passa a integrar a carteira”, afirmou.

Por último, mas não menos importante, a alocação em SLB é fundamentada na “manutenção do preço do petróleo em níveis superiores ao observado no começo do ano, aliado a uma possível resolução dos conflitos no Oriente Médio que pode impulsionar a demanda por serviços de manutenção e expansão das atividades de upstream”, começa Pacheco.

“Neste contexto, a maior fornecedora global desse tipo de serviço tende a ser a principal beneficiada, dado seu histórico consolidado, expertise técnica e ampla gama de soluções”, conclui.

Grátis: acesse à carteira internacional da Empiricus completamente atualizada para abril

Agora você sabe três ações que compõem o portfólio internacional de abril da Empiricus Research. Mas não precisa parar por aqui.

Isso porque a Empiricus disponibilizou a carteira completa, com uma análise do cenário macroeconômico, de maneira 100% gratuita. Para isso, basta fazer seu cadastro no site da casa de análise.

Assim você ficará por dentro dos pesos de cada uma das 10 ações recomendadas, bem como suas teses e os motivos macroeconômicos que justificaram a escolha pelos ativos.

Vale destacar que todas as ações recomendadas também têm BDRs disponíveis na Bolsa brasileira. Ou seja, não é necessário abrir uma conta no exterior para investir nos ativos.

Para conferir todo esse material como uma cortesia da Empiricus Research, basta clicar neste link ou no botão abaixo e se cadastrar para ter acesso a este e outros conteúdos.

Não se preocupe, em nenhum momento você será cobrado para acessar às informações — mas pode ganhar, e muito, ao investir nas recomendações da casa. Bons investimentos!

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Quer investir na nova corrida espacial? Após lançamento da missão Artemis II à Lua, analista aponta ETF que reúne empresas ligadas ao setor

2 de Abril de 2026, 15:08

A missão Artemis II, da NASA, foi lançada com sucesso na última quinta-feira (1), levando quatro astronautas em uma jornada de 10 dias ao redor da Lua. Trata-se do primeiro voo tripulado em direção ao satélite em mais de 50 anos e, mais do que isso, um sinal de que novas operações tão ou mais complexas podem acontecer nos próximos anos.

Nesta missão, os tripulantes não descerão na Lua – no entanto, a NASA programa que isso ocorra na missão Artemis VI, prevista para 2028.

Para o analista Matheus Spiess, da Empiricus, além do avanço científico, o movimento reforça o potencial de crescimento do setor espacial como um todo.

“A intensificação das missões, o desenvolvimento de novas tecnologias e a ampliação da infraestrutura fora da Terra tendem a impulsionar oportunidades para empresas ligadas à exploração espacial, telecomunicações e soluções orbitais”, começa.

Para ele, “trata-se não apenas de um feito histórico, mas de um vetor relevante de investimento em uma indústria que ganha escala e relevância estratégia no cenário global”.

Nesse sentido, os investidores que querem se expor à tese e “participar” da nova corrida espacial podem encontrar alguns produtos para isso. Como exemplo, o Spiess cita o ETF ARK Space Exploration & Innovation (ARKX).

O ETF reúne “empresas expostas à exploração espacial, à infraestrutura orbital e a tecnologias adjacentes de inovação”, explica o analista.

Vale destacar que o ARKX não está listado na bolsa brasileira e, por isso, é necessário que o investidor tenha que abrir uma conta internacional (caso ainda não tenha) para realizar o aporte.

Na janela de 12 meses, o desempenho do ETF é animador: o fundo sobe 65% desde 1º de abril de 2025. Em 2026, no entanto, o ARKX negocia perto da estabilidade.

Mesmo com o bom retorno recente, o analista recomenda cautela no investimento. Teses temáticas, como é o caso, podem apresentar movimentos intensos no curto prazo. Por isso, não é indicado que o investidor aloque grande parte do patrimônio nesse tipo de ativo. “Tipicamente, entre 1% e 2,5% da carteira, com teto em torno de 5%”, alerta o analista.

Com esse percentual, é possível “capturar o potencial desse mercado sem comprometer a diversificação e o equilíbrio do portfólio”, conclui Spiess.

Empiricus+: mais de cem recomendações da Empiricus no modelo “streaming”

Agora você conhece a indicação do analista para se expor à temática da nova corrida espacial, mas não precisa parar por aqui.

Isso porque a Empiricus lançou o Empiricus+, uma assinatura no modelo “streaming” em que, com apenas um acesso, você pode explorar mais de cem recomendações de investimentos dos analistas da casa.

São carteiras de ações, dividendos, fundos imobiliários, fundos de investimentos, inteligência artificial, renda fixa e muito mais, por um preço acessível:

  • 12x de R$ 14,90 no plano anual; ou
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Não é só o petróleo: investimentos no setor de defesa estão em alta com escalada nas tensões geopolíticas; vale apostar na tese?

26 de Março de 2026, 15:01

O mundo tem vivido um período de escalada nas tensões geopolíticas. A guerra entre Rússia e Ucrânia e, mais recentemente, no Oriente Médio, são exemplos recentes de conflitos que envolvem grandes potências e deixam a sociedade em alerta.

Além da grave crise humanitária que esses conflitos evidenciam, eles também afetam diretamente a economia global. O preço do petróleo, por exemplo, tem apresentado forte alta desde o início da guerra no Oriente Médio (veja os motivos nesta matéria).

Mas não é só o preço das commodities que tem se movimentado com essa dinâmica: os gastos militares têm escalado consistentemente nos últimos anos, destaca o analista Matheus Spiess, da Empiricus.

“Esse movimento tem beneficiado de forma direta as empresas ligadas ao setor de defesa e, por consequência, seus acionistas”, afirma o analista.

O preço do aumento das tensões geopolíticas

O Global X Defense Tech (SHLD), ETF ligado a empresas do setor, acumula valorização de mais de 10% em 2026, até o fechamento de mercado da última quarta (25).

Para se ter ideia, o S&P 500, índice que abriga as maiores empresas da bolsa dos Estados Unidos, caiu 3,9% no mesmo período. “Trata-se de um reflexo claro da corrida global por rearmamento, tendência estrutural que tenho destacado há alguns anos”, afirma Spiess.

Especialistas estimam que a guerra no Irã, perto de completar 1 mês, custaria aos Estados Unidos mais de US$ 1 bilhão por dia. Na última semana, Trump pediu ao Congresso outros US$ 200 bilhões para sustentar o conflito.

Mas a escalada nos gastos militares não se restringe aos EUA. Desde 2022, a União Europeia aumentou os recursos destinados a este fim em mais de 60%. Já Israel elevou o orçamento de defesa para 144 bilhões de shekels, um aumento de 120% em relação a 2023.

Vale investir no setor de defesa?

Para Spiess, o mundo cada vez mais marcado por tensões geopolíticas persistentes e orçamentos militares mais elevados faz com que o setor de defesa deixe de ser uma aposta tática ou cíclica e passe a se firmar como uma tese estrutural de longo prazo.

“Nesse contexto, ETFs temáticos com foco em aeroespacial e defesa despontam como instrumentos eficientes para capturar essa tendência estrutural por meio de uma exposição diversificada ao setor”, avalia o analista.

Para os investidores que desejam se expor a essa tese, o analista recomenda o iShares U.S. Aerospace & Defense ETF (BDR: BAER39).

“Ainda assim, convém preservar disciplina na alocação. Posições individuais entre 1% e 2,5% da carteira, com um limite agregado ao redor de 5% para a classe de ativos temáticos, ajudam a equilibrar o potencial de retorno com uma gestão de risco mais adequada, respeitando não apenas o caráter estrutural da tese, mas também a volatilidade inerente a esse tipo de investimento”, completa o analista.

Empiricus+: todas as recomendações da Empiricus em uma só assinatura

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Axia Energia (AXIA6): com Novo Mercado à vista e valorização de 118% em 12 meses, tem espaço para mais? 

25 de Fevereiro de 2026, 11:20

Na última semana, a Axia Energia (AXIA3; AXIA5; AXIA6), antiga Eletrobras, anunciou ao mercado uma proposta de migração para o Novo Mercado, considerado o padrão mais elevado de governança corporativa da Bolsa brasileira.

Para entrar nesse mercado, a companhia tem que se enquadrar em algumas normas, entre elas, ter apenas ações ordinárias (ON).

Para se adequar à regra, a Axia propôs uma unificação das classes de ações, com a conversão de papéis AXIA6 e AXIA5 em AXIA3. Os detentores das ações preferenciais receberão um prêmio de 10% em cada papel convertido, justificado pelo diferencial de dividendos previsto no estatuto para os preferencialistas.

A proposta será votada em abril. Segundo Ruy Hungria, analista da Empiricus, caso aprovada, a migração da Axia para o Novo Mercado resultará não apenas em um bom prêmio para os detentores de AXIA5 e AXIA6, mas também em “uma evolução importante nos padrões de governança da companhia e um maior interesse de investidores de longo prazo”.

Vale destacar que as ações da Axia mais que dobraram na janela de 12 meses. Sem considerar os dividendos, os papéis AXIA6 valorizaram 101,9%. Ao levar em conta os proventos, a alta é ainda mais relevante e supera os 118%, até o fechamento de mercado da última segunda-feira (23).

Com isso, a pergunta que fica aos investidores é:

Tem espaço para mais?

Para Ruy Hungria, a resposta é sim.

E, para entender os motivos, é preciso voltar um pouco no tempo. Desde que foi privatizada, em 2022, a companhia passou por uma “profunda transformação, com redução de endividamento, corte de gastos, venda de ativos non core e redução de contingentes”, destacou o analista.

No entanto, mesmo com essas melhorias, os anos seguintes não foram bons para as ações. Isso ocorreu por dois fatores principais:

  • Questionamentos do Governo Lula sobre o processo de privatização, o que gerou temor de alguma interferência política;
  • Preços de energia muito baixos, com os fortes incentivos para energia eólica e solar.

Mas nos últimos meses, os dois pontos deixaram de pesar sobre as ações. No caso do primeiro, o acordo firmado com a União no início do ano passado limitou os votos de qualquer acionista a 10% das ações, incluindo o governo, o que “reduziu bastante os riscos de interferência política”, afirmou o analista.

Já em relação ao segundo fator, os preços de energia apresentaram altas significativas e ajudaram a impulsionar os resultados da elétrica.

“A combinação de gargalos de transmissão e piora dos níveis dos reservatórios têm ajudado a elevar os preços de energia, uma situação que não deve ser revertida tão cedo”, afirma Hungria.

A Axia mantém parte do portfólio descontratado, o que permite que ela aproveite essa valorização nas novas contratações.

Esses fatores, aliados à “melhoria de eficiência e modernização dos ativos de transmissão” pós-privatização devem continuar permitindo melhoria de resultados nos próximos anos e, consequentemente, a distribuição de proventos robustos, segundo o analista.

A Axia Energia (AXIA6) é uma recomendação de compra em diversas carteiras da Empiricus Research. E, agora, você pode conhecer todas as outras sugestões dos analistas da casa:

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