❌

Visualização normal

Received before yesterdayEmpiricus

Eleições 2026: Seus investimentos estão preparados para o próximo ciclo político-econômico?

7 de Setembro de 2026, 09:00

Falta menos de um mês para o primeiro turno das Eleições 2026, marcado para 4 de outubro. A corrida eleitoral, mais do que nunca, passa a influenciar não apenas o debate político, mas também as expectativas econômicas do país.

A definição do próximo governo deverá ter impactos relevantes sobre a vida financeira da população. Para investidores, o resultado da eleição será um fator importante na avaliação dos riscos e oportunidades dos próximos anos.

As diferenças entre os projetos apresentados pelos candidatos ajudam a explicar essa atenção do mercado. Temas como equilíbrio fiscal, tributação, gastos públicos e previdência estão no centro das discussões, e podem afetar diretamente variáveis como taxa de juros, câmbio e desempenho da bolsa de valores.

Um relatório da Empiricus indica que, em um cenário sem ajuste fiscal e desfavorável para as contas públicas, o Ibovespa, hoje na casa dos 186 mil pontos, poderia descer abaixo dos 100 mil pontos. Em um ambiente de ruptura, inclusive, a Selic poderia chegar a 19%, e o dólar poderia ultrapassar os R$ 7, como mostra a tabela abaixo:

Tabela mostra como o DI, o dólar e o Ibovespa podem se comportar caso não haja ajuste fiscal. No pior cenário, o Ibovespa poderia vir abaixo dos 100 mil pontos. Fonte: bigdata.com, Empiricus e Bloomberg.

Por outro lado, no caso de um ajuste fiscal, o cenário poderia ser muito benéfico para os ativos locais, segundo os analistas. O Ibovespa poderia, no melhor dos casos, tocar os 300 mil pontos no próximo ciclo, o dólar poderia recuar significativamente, e a Selic poderia acentuar a trajetória de queda:

Tabela mostra como o DI, o dólar e o Ibovespa podem se comportar em caso de ajuste fiscal. No caso de reancoragem, o melhor dos cenários, o Ibovespa poderia tocar os 300 mil pontos. Fonte: bigdata.com, Empiricus e Bloomberg.

Como é possível observar, cada um dos casos exige uma estratégia completamente diferente de investimentos.

E é por isso que o Market Makers, o maior hub de conteúdo do mercado financeiro, quer saber: o seu patrimônio está preparado para as Eleições 2026?

Para ajudar a responder a essa pergunta, o Market Makers criou o Gabinete do Investidor. Uma coalizão com fóruns, debates, carteira recomendada e acompanhamento diário por 12 semanas, ao longo de todo o ciclo eleitoral.

A proposta é não apenas preparar os investimentos para o dia da votação, mas também mostrar como planejar o portfólio e calibrar as expectativas para os próximos 4 anos.

Como preparar seus investimentos para o próximo ciclo político-econômico?

Assim como tem sido desde o início de sua trajetória, em 2022, o Market Makers continua a acreditar que a informação é a melhor arma para investir e enfrentar qualquer cenário. 

Por isso, logo de cara, a primeira iniciativa do Gabinete do Investidor é a criação de um grupo no WhatsApp com boletins diários, que já está disponível. E você pode se inscrever de graça para fazer parte da comunidade neste link. 

Mas essa não será a única forma de ajudar os investidores ao longo do ciclo eleitoral. Quem conhece o Market Makers sabe bem dos convidados de peso que já passaram pelo podcast: ex-ministros, ex-presidentes, candidatos à presidência, executivos C-Level das grandes empresas do país e outros nomes importantes. 

Agora, não seria diferente. Por isso, o hub de conteúdos promoverá debates em torno das Eleições 2026 para te mostrar como se preparar para cada um dos cenários.  

Os investidores também terão acesso a uma carteira recomendada para cada potencial vencedor do pleito, além de informações sobre oportunidades de curtíssimo prazo para aproveitar antes mesmo da definição nas urnas. 

A ideia do Gabinete Eleitoral é também aproveitar a volatilidade característica deste período para buscar as melhores oportunidades de lucros.  

De forma resumida, com a iniciativa do Market Makers, você terá acesso durante 12 semanas a:  

  • Fóruns de debates sobre o cenário político-econômico (com participação de Thiago Salomão, fundador do Market Makers); 
  • Análises diárias sobre macroeconomia (com o economista Matheus Spiess); 
  • Relatórios e carteiras recomendadas para cada potencial vencedor do pleito;
  • Curso de política e economia; 
  • Formação teórica sobre oportunidades de curtíssimo prazo. 

Saiba como ser um dos integrantes do Gabinete Eleitoral

Para os investidores interessados em participar do Gabinete Eleitoral, as inscrições estão abertas. 

O grupo de WhatsApp com boletins diários sobre eleições e investimentos já está funcionando, e pode ser acessado de maneira gratuita através deste link. Além disso, ao se inscrever, você passará a receber recados sobre os próximos passos do Gabinete Eleitoral.  

Os outros conteúdos serão liberados a partir do dia 15 de setembro. A abertura oficial, inclusive, será realizada durante um episódio do Market Makers.  

Caso tenha interesse em participar e montar uma carteira robusta para os próximos 4 anos, independente do vencedor, aproveitar oportunidades e ficar por dentro de tudo sobre o cenário eleitoral, basta clicar neste link ou no botão abaixo: 

GABINETE ELEITORAL: PREPARE SEU PATRIMÔNIO PARA OS PRÓXIMOS 4 ANOS 

O post Eleições 2026: Seus investimentos estão preparados para o próximo ciclo político-econômico? apareceu primeiro em Empiricus.

É possível lucrar até 586% com as eleições: Conheça estratégia que multiplicou o capital dos investidores nos últimos ciclos eleitorais

13 de Agosto de 2026, 16:02

Quem acompanha o mercado financeiro de perto, sabe que o período eleitoral pode mexer com os ativos da bolsa de valores. Ações podem explodir ou derreter diante da fala de um candidato, de uma nova pesquisa ou da definição de um ministério.

Por isso, as eleições são conhecidas pela volatilidade elevada que trazem ao mercado. Segundo dados da corretora Ágora, as estatísticas mostram que, em anos de votação, a bolsa de valores oscila, em média, 14% a mais. Ou seja, ao mesmo tempo que a possibilidade de ganhos é maior, os riscos também são.

Com a estratégia correta, investidores podem buscar ganhos de, por exemplo, 120%, 375% e até mesmo 586% em poucos dias. E não é exagero: lucros como esses foram realidade nas últimas eleições para um grupo de pessoas que seguiram um método que tem crescido cada vez mais entre os brasileiros.

Esta estratégia combina dois fatores: análise acurada do cenário e o mercado de opções.

Com essa combinação, é possível buscar antecipar lucros que demorariam anos, em poucas semanas.

Quer saber como? Eu explico…

Conheça a estratégia que pode gerar lucros com as eleições

O mercado de opções permite que investidores se posicionem para cenários de alta (calls) ou de baixa (puts) dos ativos negociados na bolsa, utilizando contratos que custam apenas uma fração do valor das ações.

Isso porque, ao comprar uma opção, o investidor não adquire a ação diretamente, mas o direito de comprá-la ou vendê-la em um período de tempo determinado. Dependendo da estratégia utilizada, é possível buscar ganhos tanto com movimentos de valorização quanto de desvalorização do mercado.

Uma boa analogia é o sinal de compra de um imóvel. Você paga um valor pequeno hoje para garantir o direito de comprar o imóvel por um preço combinado no futuro. Se o imóvel valorizar, o contrato fica valioso. Se não, você perde apenas o valor do sinal.

Quando isso é feito com estratégia, é possível buscar retornos expressivos em períodos curtos, especialmente em momentos de maior volatilidade.

Foi justamente esse tipo de movimento que permitiu ao analista Ruy Hungria, da Empiricus, registrar ganhos relevantes com operações envolvendo opções:

Ganhos registrados pela carteira de opções da Empiricus Research. Retornos passados não garantem lucros futuros.

Como é possível observar, os valores pagos por cada opção raramente ultrapassam R$ 1. Por outro lado, os retornos podem ser exponenciais em poucos dias.

Ruy Hungria destaca que, apesar da estratégia de opções ser útil em diferentes cenários, os ganhos acima da média são provenientes, principalmente, de ambientes imprevisíveis e com alta volatilidade – justamente o caso das eleições.

“As opções se alimentam de volatilidade“, resume o analista.

Na avaliação de Hungria, embora o mercado de opções seja frequentemente visto como algo complexo, operar esses contratos é mais simples do que muitos investidores imaginam.

“Elas são baratas e podem ser negociadas em praticamente qualquer corretora”, afirma.

Pensando no cenário atual, que é propício para buscar grandes valorizações com a volatilidade do mercado, a Empiricus Research irá lançar o projeto Sprint Eleitoral.

Sprint Eleitoral busca antecipar ganhos de anos em um ‘tiro curto’

O plano do Sprint Eleitoral é antecipar anos de ganhos em apenas 12 semanas com a volatilidade máxima da campanha eleitoral, como ocorreu nas eleições de 2018 e 2022.

Na ocasião, quem seguiu a recomendação dos analistas da Empiricus pôde buscar lucros como estes:

*Resultados de operações indicadas pela Empiricus ao longo das campanhas eleitorais de 2018 e 2022. Retornos passados não são garantia de ganhos futuros. Investimentos têm riscos.

Durante o projeto, os participantes receberão não apenas recomendações de opções que podem se multiplicar por várias vezes em questão de dias, mas também:

  • Ações que se beneficiam de cada cenário;
  • Renda fixa para se proteger ou antecipar ganhos com a marcação a mercado;
  • Carteira recomendada em caso de vitória de cada candidato;
  • Informações matinais com acontecimentos, pesquisas e bastidores.

Além disso, o investidor terá um acompanhamento completo por 3 meses desde o início da campanha eleitoral até a definição das alianças, equipes de governo e Ministros de Estado.

Ou seja, a ideia é dar aos brasileiros todas as ferramentas disponíveis para ganhar dinheiro com as eleições, independente de quem for o candidato vencedor.

Como garantir acesso ao Sprint Eleitoral?

O analista Matheus Spiess, da Empiricus, vai explicar todos os detalhes de como funcionará o Sprint Eleitoral na próxima segunda-feira (17), às 19h, em um evento online e gratuito.

E você está convidado para tirar todas as dúvidas e fazer parte da estratégia que já possibilitou ganhos de até 586% nas últimas eleições.

Para reservar sua participação sem custos no encontro online da próxima segunda-feira, basta clicar neste link ou no botão abaixo.

[INSCRIÇÃO GRATUITA: QUERO CONHECER O SPRINT ELEITORAL]

O post É possível lucrar até 586% com as eleições: Conheça estratégia que multiplicou o capital dos investidores nos últimos ciclos eleitorais apareceu primeiro em Empiricus.

Petróleo em alta, tarifas no radar e juros elevados: especialista aponta oportunidade em meio ao cenário conturbado

4 de Junho de 2026, 09:31

Os mercados globais iniciaram junho sob a influência de velhas preocupações e de novos fatores de risco que voltaram a ganhar destaque nos últimos dias. Em um ambiente marcado por incertezas, que vão da escalada das tensões no Oriente Médio às ameaças tarifárias, investidores buscam estratégias para proteger seus portfólios e identificar oportunidades em meio à volatilidade.

Este foi um dos assuntos abordado no Morning Call, do BTG Pactual, com participação do estrategista da Empiricus Research, Matheus Spiess, e do responsável pelo segmento de fundos indexados passivos e ETFs e sócio do BTG Pactual, Eduardo Miquelotti.

O que está na mira dos mercados em junho?

No campo geopolítico, o conflito no Oriente Médio ganhou desdobramentos com a nova rodada de ataques entre EUA e Irã, que elevou o preço do barril de petróleo do tipo brent ao patamar de US$ 98.

As preocupações tarifárias também voltaram à cena na última terça-feira (2), com a recente ofensiva norte-americana contra cerca de 60 parceiros comerciais.

A medida do governo Donald Trump prevê uma alíquota mínima de 10% para produtos originários de economias como Canadá, México, União Europeia, Reino Unido e Taiwan, enquanto países como China, Índia, Japão, Coreia do Sul, Suíça e Brasil poderão ser submetidos a tarifas de 12,5%.

No caso brasileiro, o tema é ainda mais relevante por surgir logo após a recomendação de tarifas de 25% sobre diversos produtos brasileiros no âmbito de outra investigação conduzida pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), relacionada à Seção 301, na segunda-feira (1).

Em um ambiente de pressão inflacionária e incertezas, Spiess vê o Banco Central brasileiro “forçado a pausar o ciclo de corte de juros”. O BTG Pactual, inclusive, revisou as projeções para a Selic terminal para 14,5%, o que representaria um corte de 50 pontos-base na próxima reunião, seguido de uma pausa.

“Existem muitas pressões que impedem aquela projeção de orçamento de corte de juros que existia no começo do ano. Não significa que não possamos retomar essa pauta em um segundo momento, mas, no curto prazo, na falta de uma âncora fiscal, precisamos de uma âncora monetária que segure as pontas”, disse Spiess.

Em um cenário como este, é natural que os ativos de risco sofram. No Brasil, o Ibovespa, que chegou a atingir os 198 mil pontos em abril, devolveu parte dos ganhos de 2026 e tenta sustentar os 170 mil pontos.

Por outro lado, o setor de tecnologia dos EUA, principalmente voltado à inteligência artificial continua a mostrar resiliência, destaca o analista Matheus Spiess.

Não por acaso, os principais índices norte-americanos, como Nasdaq e S&P 500, têm renovado as máximas históricas com frequência em meio ao ambiente conturbado.

Especialista aponta oportunidade em meio à nova onda de turbulência global?

Eduardo Miquelotti, do BTG Pactual, destaca que em um cenário como este, os ETFs podem ser uma boa maneira de se expor à diferentes teses sem sair da Bolsa brasileira.

No caso do investimento em empresas voltadas à inteligência artificial, Miquelotti cita o GENB11, um produto desenvolvido pelo BTG Pactual composto por BDRs das companhias americanas do setor de tecnologia.

“Estamos falando de [empresas de] semicondutores, como Nvidia, de pagamentos, como Mastercard e Visa, da parte de defesa e também empresas techs conhecidas, como Alphabet, Amazon, Google, Netflix, Apple e mais”, destacou.

Dessa maneira, continua o sócio do BTG Pactual, o investidor brasileiro consegue “investir em dezenas de companhias americanas, mantendo a exposição cambial e tendo uma parcela do investimento nesse perfil de ativos”.

Um outro ETF citado por Miquelotti é o CMDB11, que, até o fechamento de maio, registrou alta de 17% em 2026 – mais que o dobro do Ibovespa no período. Trata-se de um produto que investe em companhias brasileiras vinculadas ao ecossistema de commodities, como Petrobras (PETR4), Vale (VALE3), Gerdau (GGBR4) e mais.

“Em um ambiente de pressão inflacionária e preço do petróleo brent mais alto, o investidor consegue se beneficiar desse movimento investindo de forma super acessível”, afirmou Miquelotti.

Entre os benefícios dos ETFs para os investidores, Miquelotti destaca o que chamou de “cinco pilares dos ETFs”:

  • Vantagem tributária;
  • Alta liquidez;
  • Eficiência de custos;
  • Transparência; e
  • Flexibilidade.

“Os investidores brasileiros cada vez mais começaram a entender a funcionalidade dos ETFs, que basicamente são uma ferramenta para dar acesso à construção de um portfólio para qualquer perfil de ativo que ele queira acessar”, aponta.

Para assistir ao Morning Call completo, com todas as análises de Matheus Spiess e Eduardo Miquelotti, basta clicar no player abaixo:

O post Petróleo em alta, tarifas no radar e juros elevados: especialista aponta oportunidade em meio ao cenário conturbado apareceu primeiro em Empiricus.

❌