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Received today — 21 de Maio de 2026Empiricus

Itaúsa (ITSA4) ou Itaú (ITUB4): analista prefere investir em apenas uma das ações; veja qual

21 de Maio de 2026, 09:29

Não é de hoje que a dúvida se perpetua no mercado: investir em Itaúsa (ITSA4) ou Itaú (ITUB4)? À primeira vista, as duas ações podem parecer o mesmo investimento, mas não é bem assim.

Enquanto uma ação dá exposição direta ao maior banco privado do país, a outra oferece acesso a uma holding com participação em diferentes empresas.

ITUB4 ou ITSA4: qual ação ter na carteira de ações?

A resposta divide investidores e analistas. Afinal de contas, ambas as empresas têm seus destaques:

  • O Itaú é o maior banco de capital privado da América Latina, conhecido pela eficiência e uma performance superior de crédito em comparação com os concorrentes;
  • Já a Itaúsa é a maior holding nacional e “queridinha” de investidores com foco em dividendos.

Para Ruy Hungria, analista de ações da Empiricus Research, existe uma resposta clara: “Gostamos de Itaúsa (ITSA4), mas ela não é o Itaú (ITUB4)”.

A instituição bancária é o principal investimento da holding, criada há cinco décadas pela família controladora do Itaú para diversificar seus investimentos. Atualmente, o ITUB4 corresponde a cerca de 90% de seu portfólio.

“Ter 90% do portfólio investido em Itaú não é a mesma coisa que investir em Itaú. O investidor se expõe a riscos de resultados das outras várias subsidiárias e à própria decisão de alocação de capital da Itaúsa. Nunca sabemos onde ela vai gastar o próximo bilhão”, explica Hungria.

Por isso, o analista explica que, entre essas duas ações, o foco da carteira de ações da Empiricus está no banco.Junto com ele, estão mais 9 ações que buscam entregar um bom equilíbrio entre risco e retorno – e a seguir você confere uma forma bem interessante de acessar esse portfólio.

Itaú e mais 9 ações para investir; veja como acessar a carteira recomendada da Empiricus

As ações ITUB4 fazem parte da composição da carteira Empiricus Top Picks. São 10 ações brasileiras de alto potencial para investir no momento.

A boa notícia é que agora é possível conhecer a carteira na íntegra e de uma forma super prática para os seus investimentos. Isso porque a carteira está disponível em formato automatizado dentro da plataforma do BTG Pactual.

Na prática, isso significa que você pode investir em todo o portfólio com poucos cliques e acompanhar a execução das ordens de forma integrada.

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DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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Bitcoin é um ouro digital emergente? Entenda afirmação de especialista e quais os riscos de não ter BTC na carteira

8 de Maio de 2026, 08:57

O bitcoin (BTC) é um “ouro digital emergente”, na visão de Marcello Cestari, analista de criptoativos da Empiricus. Segundo ele, a criptomoeda ainda não é considerada um ouro digital por instituições financeiras pois ainda ocupa o posto de um ativo relativamente novo e tem um market cap menor em relação a outros ativos, como o próprio ouro.

Ao lado de Matheus Parizotto, research de digital asset do BTG Pactual, Cestari participou do ETF Day, evento promovido pelo banco para assessores de investimento nesta quarta-feira (6).

O especialista ainda pontua que a volatilidade das criptomoedas – mais expressiva que a do ouro ou das bolsas de valores, por exemplo – também dificulta na classificação do bitcoin como um ouro digital atualmente.

“Com a institucionalização que está acontecendo, o bitcoin tem se comportado mais correlacionado com o ‘Nasdaq alavancado’ do que como um ‘ouro digital’, que é como chamamos”, afirma.

Na leitura do especialista, contudo, o bitcoin e outras criptomoedas estão caminhando para se tornarem parte estratégica na composição de portfólios institucionais e de pessoas físicas para além de um investimento alternativo.

Qual é o risco de não investir em criptomoedas?

No evento do ETF Day, ao explicar o risco de não investir nos ativos digitais, Cestari faz uma comparação de valores de mercado aproximados:

  • Ouro: US$ 30 a US$ 32 trilhões em market cap;
  • Mercado cripto (incluindo BTC): US$ 2,5 trilhões;
  • Bitcoin: US$ 1,5 trilhão;

Diante dessa disparidade, Cestari avalia que o que move os investidores desse mercado diz respeito a uma opinião que já foi dita até pelo CEO da BlackRock, Larry Fink: o bitcoin pode chegar à marca do market cap do ouro, saindo de US$ 1,5 trilhão para US$ 30 trilhões.

“Óbvio que para isso acontecer, é preciso um mercado mais maduro, com mais regulamentação, criando regras e plataformas institucionais que caminhem para que o bitcoin se torne uma classe de ativo como as outras”, explica o especialista.

BTC deve ganhar mais protagonismo nas carteiras institucionais

Diante deste cenário, Cestari e Parizotto reforçam como é um risco não ter BTC na carteira. Para os especialistas, diversos ativos digitais estão no rumo de deixar a posição de investimentos alternativos e ganhar espaço como parte estratégica na composição de portfólios.

Um dos argumentos para isso é que o dólar vem perdendo sua posição de segundo protagonista nas reservas de valor mundial. “Não queremos dizer que o dólar vai acabar, mas a moeda vem sendo usada como arma política para sancionar alguns países e isso coloca a confiança em xeque”, disse o especialista.

Nessas circunstâncias, Cestari aponta que o bitcoin tem propriedades parecidas com o ouro que podem posicioná-lo como uma alternativa de reserva de valor. Na verdade, segundo o especialista, não investir em bitcoin no momento implica o risco de perda da “maior assimetria da década”.

Além disso, durante o evento ele também citou uma pesquisa da BlackRock que apontou que alocar parte da carteira em criptomoedas pode aumentar a eficiência dos portfólios, com maior Sharpe (relação de risco e retorno de um investimento) e menor volatilidade e drawdown (máxima perda que se pode ter com um investimento).

Ademais, a respeito das vias de institucionalização, o especialista também reforçou um potencial significativo neste sentido. Como exemplo, ele citou a entrada por meio da criação de ETFs (fundos negociados em bolsa, em tradução direta), tesourarias de bitcoin dentro das empresas e por meio de grandes nações adotando o ativo como parte do tesouro. O avanço dessas medidas, em sua visão, são vias da consolidação da posição do bitcoin como ouro digital.

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