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Received today — 18 de Agosto de 2026Empiricus

Ninguém ganha do homem paciente: nem quando o assunto é bitcoin (BTC)

16 de Agosto de 2026, 15:00

O Bitcoin fechou a última quinta-feira (13) em US$ 63.426. Na quarta-feira (12), havia encerrado o dia em US$ 63.408. E, há seis semanas, o preço permanece praticamente confinado à mesma faixa, entre US$ 59,9 mil e US$ 66,5 mil.

A estabilidade chama atenção justamente por se tratar do Bitcoin. Nos últimos 30 dias, o ativo oscilou, em média, 0,87% por dia. Em 2024, essa média foi de 2,01%. Em 2025, de 1,57%.

Essa compressão da volatilidade é o tema central desta edição:

  • Por que o atual período de calmaria é estatisticamente raro;
  • O que aconteceu em episódios semelhantes no passado;
  • Como está o equilíbrio entre compradores e vendedores;
  • O que melhorou no cenário macroeconômico; e
  • O que ainda limita uma recuperação mais consistente.

Uma calmaria (quase) sem precedentes no Bitcoin

Comecemos pelo comportamento do preço. Depois de recuar de US$ 97.008 em janeiro para US$ 58.551 no fim de junho, o Bitcoin passou as últimas seis semanas negociando dentro de uma faixa relativamente estreita, sem renovar as mínimas do ano.

São 44 pregões dentro de um intervalo de apenas 10,9% entre o piso e o teto. Para os padrões do ativo, trata-se de um período excepcionalmente longo de estabilidade.

E há uma forma de medir exatamente o quanto isso é anômalo. O mercado chama de “volatilidade realizada” — em outras palavras, o tamanho médio das oscilações diárias de um ativo ao longo de um período, colocado em escala anual para permitir comparação.

A leitura atual é de 27,1% ao ano, colocando o Bitcoin no percentil 6 de sua própria distribuição histórica desde 2013. Em essência, em aproximadamente 94% do tempo, a volatilidade do ativo esteve acima do nível observado hoje.

Desde 1º de julho, em 44 pregões, o Bitcoin registrou apenas uma sessão com oscilação superior a 3%. Em 2024, movimentos dessa magnitude ocorreram, em média, sete vezes por mês. Em 2025, cerca de quatro vezes.

O que costuma acontecer depois de uma calmaria dessas

Para entender o que esse nível de compressão nos informa, levantamos todos os episódios desde 2014 em que a volatilidade do Bitcoin entrou no decil inferior de sua própria história. Encontramos 27 ocorrências, das quais 26 possuem histórico posterior completo para análise.

No momento do sinal, a volatilidade mediana era de aproximadamente 30% ao ano. Após 30 dias, subia para 44%; em 60 dias, alcançava 51%; e, depois de 90 dias, ainda permanecia próxima de 45%.

Historicamente, portanto, episódios de volatilidade tão baixa não costumaram se prolongar. Em algum momento, a amplitude dos movimentos voltou a aumentar de forma relevante.

Há, porém, uma distinção importante: isso nos informa sobre a magnitude provável dos próximos movimentos, não sobre sua direção. Volatilidade mede intensidade, e não tendência.

A principal conclusão, portanto, não é que o Bitcoin esteja necessariamente prestes a subir ou cair, mas que o ambiente excepcionalmente estável das últimas semanas tende a ser transitório.

Para a gestão de risco, essa diferença importa. A baixa volatilidade atual não deve ser interpretada como evidência de que o risco desapareceu. Pelo contrário: o histórico sugere que períodos como este costumam anteceder uma normalização das oscilações, o que recomenda avaliar as posições considerando um mercado potencialmente mais volátil do que aquele observado nas últimas semanas.

Amarrando as pontas: o que esperar daqui para a frente?

O marasmo atual tende a terminar. A direção ainda é incerta, mas, olhando além das oscilações diárias, há um sinal construtivo: o Bitcoin vem absorvendo uma sequência relevante de notícias negativas sem renovar as mínimas. Guerra, inflação ainda desconfortável, juros elevados e até a Strategy reduzindo posições tiveram impacto limitado sobre o preço.

É quase o inverso do que vimos no ano passado, quando regulação avançando, fortes entradas nos ETFs, maior adoção institucional e o surgimento de novas empresas de tesouraria já não eram suficientes para levar o Bitcoin muito além. Hoje, são as notícias ruins que parecem perder força.

Isso não confirma que o fundo ficou para trás, mas aumenta a probabilidade de que ele já tenha sido formado — ou esteja próximo. O drawdown acumulado e a proximidade da média de 200 semanas reforçam essa leitura, e melhoram a assimetria para quem pensa no médio e longo prazo.

Para quem ainda não tem exposição, compras graduais começam a fazer mais sentido. Para quem gere risco no curto prazo, porém, a cautela permanece: ainda não há confirmação de retomada da tendência, nem fundamentos suficientes para aumentar a exposição de forma mais agressiva.

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É hoje: Conheça ferramenta que busca retornos de até R$ 1.960 por semana com criptomoedas

10 de Agosto de 2026, 08:00

Já pensou em investir em criptomoedas sem depender da alta do bitcoin para ganhar dinheiro?  Essa dúvida pode parecer contraditória, mas é exatamente o que uma estratégia específica vem buscando responder desde 2020.

O responsável por validar essa maneira de operar no mercado de criptomoedas é Valter Rebelo, head de ativos digitais da Empiricus Research, que a aplica de forma consistente desde então.

E os números chamam atenção: seguindo essa estratégia desde o início, o investidor poderia multiplicar o capital em até 37 vezes, o equivalente a um retorno acumulado superior a 3.600%.

Para efeito de comparação, o bitcoin multiplicou o capital em 9,4 vezes no mesmo intervalo, o equivalente a uma valorização de 843%.

Em termos de retorno acumulado, a estratégia entregou um desempenho cerca de 4,3 vezes superior ao do bitcoin no mesmo período.

A diferença fica ainda mais evidente em momentos de crise. Em 2022, ano marcado pelo colapso do ecossistema Terra e da corretora FTX, a estratégia registrou alta de mais de 36%, enquanto o bitcoin caiu 64% no mesmo período.

Como uma estratégia pode conseguir ganhar dinheiro mesmo com o bitcoin caindo

A estratégia em questão, conhecida como Long & Short, não depende de prever se o mercado vai subir ou cair para gerar resultados.

Na prática, ela consiste em assumir posições compradas (long) em ativos com potencial de alta  e, simultaneamente, posições vendidas (short) em ativos com potencial de queda, geralmente dentro do mesmo mercado.

Essa combinação ajuda a reduzir a dependência de um único cenário. Enquanto uma ponta da operação pode gerar lucro com a valorização de um ativo, a outra pode lucrar com a desvalorização de outro.

Na prática, isso pode ajudar a diminuir os impactos das grandes oscilações do mercado. E os resultados observados durante o período em que Valter Rebelo aplicou e acompanhou essa estratégia ajudam a validá-la.

Ao longo de mais de seis anos, enquanto o bitcoin chegou a cair 77% , a maior queda registrada pela estratégia foi de 24%, no mesmo período. Ou seja, três vezes mais.

Vale lembrar, porém, que retornos passados não são garantia de ganhos futuros e que o mercado de criptomoedas envolve riscos, podendo trazer perdas ao investidor.

Outro indicador usado para avaliar a relação entre risco e retorno é o Sharpe Ratio, que mede quanto uma estratégia entrega de retorno para cada unidade de risco assumida.

Nesse quesito, dentro do período de janeiro de 2020 a março de 2026, o bitcoin registrou índice de 0,71, enquanto a estratégia de Rebelo alcançou 2,21.

Foi justamente essa lógica de operar comprado e vendido ao mesmo tempo que deu origem ao Delta IA.

Até R$ 1.960 semanais com o Delta IA?

O Delta IA é uma inteligência artificial desenvolvida pela Empiricus Research para aplicar a estratégia Long & Short no mercado de criptomoedas de forma automatizada, sem que o investidor precise operar manualmente.

Com essa ferramenta, o investidor deixa de depender exclusivamente de um bull market para buscar resultado.

A proposta é identificar oportunidades também nas distorções entre ativos, independentemente da direção geral do mercado.

Na prática, o Delta IA monitora centenas de criptoativos simultaneamente. A partir dessa análise, ele assume posições compradas nos ativos com potencial de valorização e posições vendidas naqueles com potencial de queda.

O objetivo não é acertar se o mercado vai subir ou cair, mas capturar a diferença de desempenho entre esses dois grupos de ativos.

Não é à toa que o Delta IA pode buscar até R$ 1.960 por semana, uma meta baseada nos resultados dos backtests realizados entre janeiro de 2020 e março de 2026 e no histórico de resultados de usuários da estratégia.

E a partir de hoje às 19h, a Empiricus vai liberar novos acessos ao Delta IA durante uma transmissão online e gratuita.

Clique no botão abaixo para garantir a sua inscrição gratuita e conhecer a ferramenta:

QUERO CONHECER O DELTA IA

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Três perguntas separam vencedores de perdedores no mercado de criptomoedas, e nós temos as respostas

9 de Agosto de 2026, 15:00

Esta edição não é sobre o que aconteceu nos últimos dias. É sobre uma pergunta que antecede qualquer notícia: o que, exatamente, você está carregando quando compra um criptoativo?

Quase todo investidor chega ao mercado pela mesma porta: “qual moeda eu compro?”. É a pergunta mais natural e, sozinha, a menos útil. Existem outras duas que explicam a maior parte do resultado de uma carteira: em que momento você está comprado, e qual tamanho a posição ocupa no portfólio.

Reunimos essas três perguntas — quando, o que e quanto — em um relatório especial, com dados de janeiro de 2018 a julho de 2026. Aqui, o resumo do que ele mostra. O material completo, com o passo a passo da análise, está no fim desta edição.

Todo criptoativo está em algum ponto da mesma régua

Existem milhares de criptoativos negociados hoje, e analisá-los um a um é inviável. Quase todos, porém, cabem em uma régua com três referências — e o lugar que cada um ocupa nela antecipa boa parte do comportamento do preço.

Em um extremo está o Bitcoin: emissão limitada, previsível e que ninguém altera unilateralmente. Como não paga juros, dividendo nem aluguel, todo o valor está no futuro distante — por isso ele reage tanto a juros e a liquidez global. No meio estão os tokens de projeto, que são capital de risco com marcação a mercado minuto a minuto. No outro extremo, as memecoins, onde não há tese a analisar: o preço é a atenção que o ativo captura, e o ganho de um participante é a perda de outro.

A régua tem uma função prática: ela define qual pergunta faz sentido fazer. Diante do Bitcoin, pergunta-se sobre juros, liquidez e adoção institucional. Diante de um token, sobre receita, concorrência e mecanismo de captura de valor. Usar o critério errado para o ativo errado é a origem de boa parte das frustrações de quem está começando.

No agregado, o mercado perde para o Bitcoin

A intuição mais difundida é a de que, se o Bitcoin já subiu muito, o retorno maior estaria nas moedas menores. Oito anos e meio de dados contam outra história: desde janeiro de 2018, o Bitcoin subiu 265% e uma cesta com as 100 maiores altcoins caiu 34%.

E há um segundo fato, tão importante quanto o primeiro: as duas curvas sobem e descem praticamente juntas, com correlação de 0,83 numa escala em que 1 é sincronia perfeita. Ou seja, a diversificação não trouxe retorno adicional, muito menos trouxe proteção.

Quando se decompõe esse retorno, aparece o motivo. Cerca de 69% da variação das altcoins é explicada pelo próprio Bitcoin. O que sobra — aquilo que seria mérito do projeto — é negativo: −0,19% por semana no agregado. Parece pouco, mas ao longo de 446 semanas essa diferença mínima vira o abismo entre +265% e −34%. Na média, comprar altcoin é acompanhar o Bitcoin com uma taxa embutida.

Fonte: Coingecko

A causa é estrutural, não moral. O token típico não dá direito a fluxo de caixa nem a participação, então não existe um valor de referência para o qual o preço convirja quando o entusiasmo passa. E a emissão contínua para fundadores, investidores iniciais e equipe cria um vendedor estrutural: a cada mês chegam ao mercado unidades novas nas mãos de quem pagou muito menos — ou nada — por elas.

Isso muda a pergunta que o investidor precisa fazer. Não é “esta tecnologia é boa?” — muitas são. É “o valor que esta tecnologia gera chega até o token que estou comprando?”. Quando chega, o ativo descola: num ano em que o Bitcoin caiu 47%, HYPE subiu 154% por exemplo, sustentado por recompra com receita própria e utilidade comprovada. As exceções existem, e o que as separa é justamente esse mecanismo.

Quando, o que e quanto?

Se 69% do retorno vem do fator de mercado, é esse fator que precisa ser administrado — e administrar não é prever, é ter uma regra explícita.

Quando comprar. No relatório, testamos a regra mais simples de todas: ao fim de cada dia, comparar o retorno do Bitcoin nos últimos 30 dias com o do S&P 500. Se o Bitcoin estiver à frente, mantém-se a posição; se estiver atrás, fica-se em caixa.

A escolha do S&P 500 não é arbitrária. Ele reúne as 500 maiores empresas listadas na bolsa americana e funciona como termômetro do apetite por risco: quando o índice sobe, em geral é sinal de que o ambiente macroeconômico está favorável a ativos de risco. O Bitcoin, por sua vez, guarda uma correlação relevante com ele, porque ambos respondem à mesma variável de fundo — a liquidez global. Comparar um ao outro é, na prática, perguntar se o dinheiro está fluindo para o risco e se o Bitcoin está na frente ou atrás dessa onda.

O resultado do teste é simples de descrever. Seguindo a regra, o investidor teria obtido praticamente o dobro de retorno para o mesmo tanto de sobressalto que precisou aguentar pelo caminho. E a maior queda da estratégia, do topo até o fundo seguinte, encolheu de 82% para 39%. O segundo número talvez seja o mais importante: uma perda de 82% expulsa quase qualquer investidor da posição no pior momento possível — 39% dói, mas é suportável. O exercício não inclui custos nem impostos, e retornos passados não garantem rentabilidade futura.

Fonte: base de dados própria (Bitcoin) e Yahoo Finance (S&P 500); reconstrução do exercício publicado em “O que você carrega quando compra cripto”, BTG Pactual & Empiricus Research. Sem custos de transação e com execução no dia seguinte ao sinal. Exercício ilustrativo, não é recomendação. Dados até 5 de agosto.

O que comprar. Três filtros, nesta ordem: liquidez, porque performance no gráfico não vira dinheiro na conta se não houver comprador do outro lado; representação, que é o mecanismo de captura de valor; e evidência, que é o retorno ajustado ao risco frente ao Bitcoin — a referência não é o dólar nem o real, é o ativo que você carregaria sem esforço nenhum. Critério definido depois de olhar para os nomes não é critério, é justificativa.

Quanto comprar. Esta é a pergunta mais negligenciada e a que mais destrói patrimônio. O erro comum é dimensionar pela convicção, que é máxima depois de uma alta forte e mínima depois de uma queda forte. O critério correto é a oscilação: quanto você topa ver o portfólio variar em um dia normal? Meio por cento? Um? Se o ativo oscila 4% ao dia e você aceita 1% na carteira, a posição compatível é de cerca de um quarto do portfólio — e cai pela metade se a volatilidade dobrar, sem que nada tenha mudado na tese.

Escreva a regra antes de precisar dela

No fim das contas, investir em cripto é muito mais uma questão de gerenciamento de risco do que de acertar qual token vai ser o vencedor do ciclo. E gerenciar risco de forma eficiente exige sistema: regras bem definidas, escritas antes, e que façam sentido para o mercado em que você está.

Isso vale ainda mais em cripto, um ambiente em que as narrativas são voláteis e as coisas vão e vêm muito rápido. A narrativa da moda hoje pode não existir daqui a seis meses. Ter uma regra é justamente o que permite verificar, na medida certa, se aquela hipótese está se confirmando ou não — em vez de sustentar uma tese apenas porque você acredita nela. É essa verificação, repetida ao longo do tempo, que faz diferença no longo prazo.

O erro mais caro, portanto, não é escolher o token errado. É carregar o mercado às cegas: sem regra de entrada, sem tamanho definido e sem saber de onde vem o retorno que se espera receber. Um processo escrito em um dia calmo é o que resta de racional em um dia de pânico.

Se você quer ver tudo isso de forma muito mais aprofundada, o relatório completo está disponível na plataforma do BTG Pactual. Lá colocamos bem mais dados, os gráficos de cada uma das análises e o detalhamento dessas regras — inclusive como usá-las na prática para montar um portfólio de criptoativos e administrá-lo de forma mais eficiente.

Clique aqui para acessar o relatório completo.

Executar esse processo todos os dias, porém, exige rotina, dados e disciplina. É exatamente o que a Carteira Crypto Momentum sistematiza: timing por regra de tendência, seleção por momentum entre os ativos líquidos e alocação por volatilidade, com caixa como parte legítima da carteira — sem exigir do investidor acompanhamento de telas nem decisão tomada no calor do momento. Desde o lançamento, em maio de 2026, o excesso acumulado sobre o Bitcoin é de +10,3 pontos percentuais — retornos passados não garantem rentabilidade futura, mas mostram o método funcionando fora do papel. Conheça a Carteira Crypto Momentum.

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