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Direcional (DIRR3): resultados do 1T26 reforçam consistência operacional da companhia; veja análise

12 de Maio de 2026, 11:01

A Direcional (DIRR3) iniciou 2026 mantendo a forte dinâmica operacional observada nos últimos trimestres, combinando crescimento de vendas e margens elevadas.

Conforme antecipado na prévia operacional, os lançamentos totalizaram R$ 1,0 bilhão em valor geral de vendas (VGV) no 1T26 (R$ 0,86 bi no % companhia), crescimento de 12% em relação ao 1T25. Do total lançado, aproximadamente 70% estiveram concentrados na marca Direcional e 30% na Riva.

A velocidade de vendas (VSO) permaneceu elevada, na casa de 24%, avanço de 250 bps em relação ao 4T25 e o maior nível histórico para um primeiro trimestre. A administração destacou que a melhora foi observada em ambas as marcas, reforçando o equilíbrio operacional da companhia.

Na parte financeira, a receita líquida alcançou R$ 1,16 bilhão no trimestre, crescimento de 30% frente ao 1T25. Considerando também as SPEs não consolidadas, a receita líquida total atingiu R$ 1,44 bilhão, avanço de 25% na comparação anual.

Rentabilidade da Direcional é destaque no 1T26

A rentabilidade voltou a ser um dos principais destaques do trimestre. A margem bruta ajustada atingiu novo recorde histórico de 42,9%, expansão de 130 bps em relação ao 1T25 e de 10 bps frente ao trimestre anterior.

Segundo a companhia, o desempenho reflete disciplina comercial, controle de custos e política conservadora de precificação, mesmo diante das recentes pressões inflacionárias. Conforme esperado, a margem REF encerrou o trimestre na casa de 44,4%, com leve retração em relação aos períodos anteriores.

O Ebitda totalizou R$ 315 milhões no trimestre, crescimento de 47% na comparação anual, com margem Ebitda de 27,1%. Ajustando efeitos não recorrentes e juros capitalizados, o Ebitda ajustado atingiu R$ 328 milhões, avanço de 40% frente ao 1T25.

Na última linha, o lucro líquido operacional somou R$ 200 milhões, crescimento de 27% na comparação anual, enquanto o ROE anualizado alcançou 38%, reforçando o elevado nível de rentabilidade da companhia.

Em relação à estrutura de capital, a Direcional encerrou o trimestre com dívida líquida de R$ 613 milhões, equivalente a 24% do patrimônio líquido, patamar considerado administrável diante do atual ritmo de crescimento operacional — espera-se uma redução gradual dessa linha ao longo do ano.

A companhia registrou geração de caixa operacional de R$ 35 milhões no período, embora o fluxo contábil tenha sido impactado por amortizações relacionadas à cessão de recebíveis.

DIRR3: recomendação de compra

De forma geral, os resultados do 1T26 reforçam a consistência operacional da Direcional, sustentada pela forte demanda no segmento econômico, elevada eficiência operacional e disciplina na gestão de custos e preços.

Negociando a aproximadamente 7 vezes os lucros projetados para 2026, a companhia segue entre as preferências da Empiricus, com janela de entrada favorável na precificação atual.

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Ibovespa na semana: novos capítulos no Oriente Médio, dados de infação, temporada de resultados, Trump na China e mais

11 de Maio de 2026, 09:59

Os mercados globais iniciam a semana novamente sob forte tensão geopolítica após Donald Trump rejeitar a mais recente resposta do Irã à proposta americana de cessar-fogo, classificando-a como “totalmente inaceitável”.

A reação voltou a pressionar os preços do petróleo diante da percepção de que o Estreito de Ormuz pode permanecer fechado por mais tempo. O Irã havia proposto concentrar as negociações inicialmente apenas em um cessar-fogo imediato, deixando a discussão sobre o programa nuclear para uma etapa posterior, proposta prontamente descartada por Washington.

Apesar da escalada geopolítica, as bolsas globais operam de forma mista, enquanto investidores acompanham uma agenda econômica particularmente relevante nesta semana, marcada por dados de inflação no Brasil, nos Estados Unidos e na China.

· 00:56 — Dólar abaixo de R$ 4,90 e petróleo acima de US$ 100: bem-vindo ao Brasil

No Brasil, a agenda da semana segue bastante carregada, tanto do lado microeconômico, com uma temporada de resultados intensa, quanto do lado macro, com destaque para a divulgação da inflação oficial de abril, prevista para amanhã.

As projeções apontam para uma desaceleração na margem, mas o mercado teme uma composição qualitativamente mais deteriorada, semelhante ao observado na prévia inflacionária recente, ainda pressionada principalmente pelos preços da gasolina e dos alimentos. Além disso, os investidores acompanharão os dados de vendas no varejo, na quarta-feira, e o volume de serviços, na sexta, indicadores importantes para medir o ritmo de atividade da economia brasileira.

Entre os ativos, o Ibovespa conseguiu se manter acima dos 184 mil pontos na última sexta-feira, embora a piora do ambiente geopolítico internacional possa voltar a gerar pressão sobre o fluxo estrangeiro para mercados emergentes.

Enquanto isso, o dólar encerrou abaixo de R$ 4,90 pela primeira vez desde janeiro de 2024, cotado a R$ 4,89, beneficiado tanto pela fraqueza global da moeda americana quanto pela alta do petróleo, fator historicamente positivo para os termos de troca brasileiros.

E, por falar em petróleo, os investidores aguardam com atenção o resultado da Petrobras, que será divulgado hoje após o fechamento do mercado. As expectativas apontam para um crescimento superior a 40% no lucro líquido ajustado, além da distribuição de aproximadamente US$ 2,4 bilhões em dividendos, sustentados pela forte geração de caixa da companhia. Pelo peso relevante da Petrobras no índice, o resultado da estatal tende a ter impacto mais amplo sobre o comportamento do mercado brasileiro.

· 01:44 — Wall Street entre o CPI e o Oriente Médio

Lá fora, a semana será dominada pelos dados de inflação nos Estados Unidos, também na terça-feira, em um ambiente no qual o mercado tenta medir os efeitos da guerra envolvendo o Irã sobre preços, atividade econômica e política monetária.

A expectativa é de aceleração dos preços, pressionados pela recente alta do petróleo e da gasolina, que já supera US$ 4,50 por galão, o maior patamar desde 2022. Ainda assim, os indicadores mais recentes de atividade continuam apontando para uma economia relativamente resiliente.

O payroll divulgado na última semana, por exemplo, mostrou criação de empregos acima das expectativas, enquanto a taxa de desemprego permaneceu estável em 4,3%, reforçando a percepção de que o Federal Reserve ainda possui espaço para manter os juros elevados por um período mais prolongado.

Ao mesmo tempo, os indicadores de confiança do consumidor seguem deteriorados, refletindo o desconforto crescente das famílias americanas com o aumento do custo de vida e os impactos da inflação sobre o orçamento doméstico.

Mesmo diante de um ambiente mais desafiador, Wall Street continua renovando máximas históricas, impulsionada principalmente pelo forte desempenho das empresas ligadas à inteligência artificial. O setor de tecnologia segue liderando os ganhos do mercado, sustentado por resultados corporativos robustos e pelo crescimento expressivo dos lucros das empresas do S&P 500. Contudo, já surge novamente receio de exagero por conta da concentração do movimento.

· 02:33 — Aparentemente inaceitável

A guerra entre Estados Unidos e Irã entra em sua 11ª semana ainda sem avanços concretos, mantendo os mercados globais presos ao mesmo impasse que vem pressionando o petróleo, a inflação e as expectativas de crescimento ao redor do mundo.

A rejeição de Donald Trump à nova proposta de paz apresentada por Teerã reacendeu os temores de prolongamento do conflito e provocou reação imediata nos ativos globais (disse que a resposta iraniana era totalmente inaceitável), com alta do petróleo, fortalecimento do dólar e recuo dos futuros das bolsas americanas.

O Brent voltou a superar os US$ 100 por barril diante da percepção de que o Estreito de Ormuz pode permanecer fechado por mais tempo, enquanto o Irã segue exigindo suspensão de sanções, liberação de ativos congelados, controle sobre Ormuz e reparações de guerra. Ao mesmo tempo, Israel reforçou que “a guerra não acabou”, enquanto grandes bancos alertam para riscos crescentes de escassez global de combustíveis caso o bloqueio persista, afetando os níveis globais de preços e atividade.

· 03:29 — O encontro da semana

Donald Trump desembarca em Pequim nos dias 14 e 15 de maio para a primeira visita presidencial americana à China desde 2017, em um encontro com Xi Jinping que deve concentrar as atenções em três frentes principais: guerra no Oriente Médio, comércio e tecnologia.

O conflito envolvendo o Irã tende a ocupar parte relevante das conversas, diante de seus impactos crescentes sobre energia, inflação e cadeias globais de suprimento. Nesse contexto, Washington deve pressionar Pequim sobre sua relação econômica com Teerã e sobre possíveis caminhos diplomáticos para reduzir as tensões.

Ao mesmo tempo, os dois países devem discutir a extensão da trégua comercial firmada em Busan no ano passado, além de temas estratégicos como semicondutores, inteligência artificial, Taiwan e fornecimento de terras raras.

A agenda econômica também será ampla, com negociações envolvendo possíveis compras chinesas de soja, carne bovina, energia e aeronaves da Boeing, além da criação de um Conselho de Comércio EUA-China e de um Conselho de Investimentos bilateral.

A visita deve contar ainda com a presença de importantes executivos americanos, refletindo o esforço de reposicionamento das relações econômicas entre as duas maiores potências do mundo. Apesar do tom diplomático mais construtivo, o encontro ocorre em um momento sensível, marcado pela fragilidade do cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã e pela persistência das disputas tecnológicas.

· 04:12 — Chega de deflação

E por falar na China, o país registrou uma saída do quadro deflacionário que vinha marcando sua economia desde o fim de 2022, principalmente por conta da alta dos preços de energia e commodities em meio à guerra envolvendo o Irã.

Os preços ao produtor avançaram 2,8% em relação ao ano anterior, o maior aumento desde julho de 2022 e acima das expectativas do mercado, enquanto a inflação ao consumidor surpreendeu ao subir para 1,2%. O movimento reflete tanto uma recuperação parcial da demanda quanto o impacto da forte valorização do petróleo e dos metais industriais, interrompendo um período prolongado de excesso de produção e intensas guerras de preços na indústria chinesa.

A mudança de cenário também fortaleceu o yuan, que atingiu o maior patamar em mais de três anos, levando o mercado a projetar uma valorização adicional da moeda chinesa nos próximos meses.

· 05:06 — Nova edição do Arquivo X

A divulgação de milhares de páginas de arquivos do Pentágono sobre Fenômenos Anômalos Não Identificados (UAPs, na sigla em inglês) reacendeu o interesse do mercado em torno de possíveis avanços tecnológicos militares e de seus impactos sobre a indústria global de defesa.

Entre os relatos divulgados, chamaram atenção episódios envolvendo objetos realizando manobras consideradas incomuns para os padrões tecnológicos atualmente conhecidos, incluindo curvas abruptas em alta velocidade, movimentações submersas sem aparente perda de velocidade e sistemas invisíveis a olho nu, mas detectáveis por radar. Embora o tema continue cercado por especulações, o material reforçou o foco em segmentos ligados a aeronaves avançadas, tecnologia furtiva, guerra eletrônica e sistemas autônomos de defesa.

Do ponto de vista do mercado, os documentos acabaram fortalecendo narrativas já presentes no setor aeroespacial e militar, beneficiando companhias como Lockheed Martin, GE Aerospace, Northrop Grumman, RTX e L3Harris Technologies. Os relatos envolvendo interferência em sistemas de armas, tecnologias de camuflagem e detecção por radar aumentaram a atenção sobre programas militares classificados e projetos de próxima geração.

Nesse contexto, programas confidenciais da divisão aeronáutica da Lockheed Martin podem movimentar entre US$ 500 milhões e US$ 700 milhões em 2026, reforçando a percepção de que o novo ciclo global de investimentos em defesa, segurança e tecnologias estratégicas segue ganhando força.

Nesse contexto, ETFs temáticos focados em aeroespacial e defesa, como o Select STOXX Europe Aerospace & Defense (EUAD), o Global X Defense Tech (SHLD) e o First Trust Indxx Aerospace & Defense (MISL), seguem surgindo como instrumentos eficientes para capturar essa tendência por meio de uma exposição diversificada.

No Brasil, o iShares U.S. Aerospace & Defense ETF (BDR: BAER39) cumpre papel semelhante, oferecendo acesso a esse tema de forma simples e acessível. Ainda assim, a disciplina na alocação permanece fundamental: posições individuais entre 1% e 2,5% da carteira, com limite agregado próximo a 5% para o tema, ajudam a equilibrar o potencial de retorno com uma gestão de risco adequada, respeitando tanto o caráter estrutural da tese quanto a volatilidade inerente ao setor.

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É hoje (11): IA que vai buscar lucros de até R$ 1.960 toda sexta-feira terá acessos liberados; veja como reservar já o seu

11 de Maio de 2026, 09:00

A partir das 19h desta segunda-feira (11), a Empiricus Research vai liberar acessos para os interessadosem conhecer o Delta IA, software que busca lucros no mercado de criptomoedas de forma 100% automatizada.

Os investidores que registrarem seu interesse com antecedência poderão receber os acessos em breve. Se você chegou neste texto antes do lançamento da ferramenta, aproveite a chance de deixar seu nome na lista prévia e já ficar ligado nos próximos passos:

PRÉ-INSCRIÇÃO PARA PARTICIPAR DO LANÇAMENTO DO DELTA IA – INSCREVA-SE AQUI

Como o Delta IA opera em busca de lucros semanais?

O Delta IA chega ao mercado como a primeira inteligência artificial automatizada do Brasil voltada para operações de long & short em criptomoedas. Na prática, isso significa que a tecnologia atua em compra e venda de ativos digitais, buscando oportunidades de retorno em diferentes cenários do mercado.

A proposta da ferramenta é permitir que o investidor possa buscar ganhos explorando justamente a diferença entre essas posições. De acordo com resultados de backtests da estratégia:

  • Em períodos de queda do mercado, a projeção foi de até R$ 1.960 por semana;
  • Já em cenários de alta, a projeção alcançou até R$ 1.420 por sexta-feira.

Os resultados têm como base testes realizados nos últimos seis anos, com os desempenhos em destaque relativos a junho de 2020 (+50,6%) e outubro de 2021 (+35,3%), respectivamente.

O diferencial desta ferramenta está na execução automatizada das operações”, explica Valter Rebelo, especialista em ativos digitais da Empiricus Research e responsável pelo desenvolvimento da estratégia do Delta IA.

“Enquanto outras inteligências artificiais apenas fornecem análises ou sugestões, o Delta IA opera o mercado de forma ativa. O investidor pode simplesmente acompanhar e copiar as operações realizadas pela estratégia”, afirma.

Ademais, o analista també ressalta: “O mercado de criptomoedas tem riscos, mas sem arriscar todo o seu patrimônio, acredito que você ainda se expõe a esse potencial”. Por isso, é sempre bom lembrar que rentabilidade passada não representa garantia de ganhos futuros e todo investimento envolve riscos e pode gerar perdas.

Para apresentar o funcionamento da tecnologia, esclarecer dúvidas e detalhar a metodologia utilizada, Rebelo e a equipe de especialistas em criptomoedas da Empiricus irão promover um evento online gratuito na próxima semana.

VEJA COMO PARTICIPAR DO LANÇAMENTO DO DELTA IA

Outro ponto que chama atenção na estratégia é a dinâmica semanal das operações –especialmente às sextas-feiras.

É nesse dia que o robô realiza o rebalanceamento automatizado da carteira, selecionando:

  • 10 ativos com maior potencial de valorização para operações compradas;
  • 10 ativos com mais chance de queda para operações vendidas.

“Vão ter semanas de euforia no mercado e as criptomoedas podem disparar. Em outras, o pessimismo pode pesar e o mercado, despencar”, descreve Rebelo.

Com etapas simples, a ferramenta desenvolvida por experts no mercado permite que até mesmo usuários com pouca experiência possam ir em busca da conquista de uma renda extra. A boa notícia é que a oportunidade para conhecer o Delta IA de perto está próxima. Veja como, a seguir.

Última chamada: Ainda dá tempo de reservar seu acesso ao Delta IA

Como falamos anteriormente, se você estiver lendo este texto antes da noite de segunda-feira, ainda pode registrar seu nome na lista de pré-reserva para acessar o Delta IA.

Para isso, é só clicar no botão ao final da matéria. Após a inscrição, você receberá mais detalhes sobre a ferramenta e como acessá-la.

O registro inicial é gratuito:

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Ibovespa hoje: aumento das tensões no Oriente Médio, payroll, volta dos IPOs na B3 e mais

8 de Maio de 2026, 10:26

Os mercados globais voltam a operar sob forte tensão após a escalada entre EUA e Irã reacender os receios de prolongamento do conflito no Oriente Médio. Apesar de Donald Trump afirmar que o cessar-fogo permanece em vigor e que um acordo “pode acontecer a qualquer momento”, Teerã acusa Washington de violar a trégua, enquanto avaliações da inteligência americana sugerem que o Irã ainda possui capacidade militar e econômica para sustentar o confronto por mais alguns meses.

Nesse ambiente de incerteza, o Irã atacou embarcações militares americanas e os americanos responderam com bombardeios contra alvos iranianos, movimento que levou o petróleo a retomar a trajetória de alta, com o Brent novamente acima da marca de US$ 100 por barril. Com isso, cresce no mercado a percepção de que o fechamento do Estreito de Ormuz pode se prolongar além do esperado, ampliando os riscos de um choque energético mais persistente e de novas pressões inflacionárias globais.

Ainda assim, os mercados seguem demonstrando relativa resiliência, sustentados pela expectativa de que o conflito não evolua para uma guerra de maior escala e pela esperança de retomada das negociações diplomáticas.

Os futuros de Wall Street operam em leve alta, enquanto as bolsas europeias recuam em meio às novas ameaças tarifárias de Donald Trump contra a União Europeia.

Na Ásia, os principais índices encerraram o pregão próximos da estabilidade, refletindo um ambiente de cautela antes da divulgação do payroll americano, indicador que ganha importância adicional em um momento no qual o Federal Reserve já reconhece que os efeitos da guerra começam a influenciar diretamente as perspectivas para inflação, atividade econômica e juros nos Estados Unidos.

Ao mesmo tempo, a recente alta do petróleo reforça o temor de que o choque de energia volte a contaminar as expectativas inflacionárias globais, levando a Agência Internacional de Energia a discutir a possibilidade de liberar reservas estratégicas para conter o avanço dos preços.

· 00:58 — Novo impulso no mercado

Ontem, o Ibovespa registrou forte queda, encerrando o pregão novamente na faixa dos 183 mil pontos, em linha com o movimento global de aversão a risco provocado pela escalada das tensões no Estreito de Ormuz.

Entre os principais vetores de pressão esteve a volatilidade do petróleo, que impactou especialmente a PETR4 diante das incertezas sobre uma possível solução para o conflito no Oriente Médio.

Apesar do ambiente externo mais turbulento, o campo diplomático trouxe sinais de maior aproximação entre Brasil e Estados Unidos. Em reunião de cerca de três horas na Casa Branca, os presidentes Lula e Trump buscaram reposicionar a relação bilateral em um tom mais construtivo, com foco em tarifas, comércio e minerais estratégicos.

Como principal resultado, ficou acordada a prorrogação por 30 dias das negociações comerciais para avançar na redução de tarifas sobre produtos brasileiros, enquanto temas mais sensíveis da investigação da Seção 301, como etanol, desmatamento e regulação de big techs, seguem em discussão.

A pauta de minerais críticos e terras raras ganhou relevância diante do esforço americano de reduzir sua dependência da China, enquanto o Brasil sinalizou abertura para parcerias, mas defendendo maior agregação de valor local.

E, por falar em comércio exterior, o Brasil registrou em abril o maior valor mensal de exportações de sua história, beneficiado pela forte alta dos preços do petróleo em meio à guerra envolvendo o Irã. As exportações somaram US$ 34,15 bilhões no mês, avanço de 14,3% em relação ao mesmo período do ano anterior e o maior patamar da série histórica iniciada em 1997.

Como consequência, o superávit comercial brasileiro cresceu 37,5%, alcançando US$ 10,5 bilhões. Como maior produtor de petróleo da América Latina, acabamos favorecidos pela disparada das commodities energéticas provocada pelo conflito no Oriente Médio, apesar de estarmos também expostos à pressão nos preços e, consequentemente, nas expectativas de inflação.

Por fim, a Compass Gás e Energia encerrou um jejum de quase cinco anos sem IPOs na B3 ao levantar R$ 3,2 bilhões em sua oferta pública inicial de ações. A operação marcou a retomada das aberturas de capital na bolsa brasileira pela primeira vez desde dezembro de 2021 e pode representar um sinal relevante para o mercado local.

Historicamente, a reabertura de janelas de IPO costuma ocorrer em momentos associados a ciclos mais favoráveis para os ativos domésticos. Desde o Plano Real e a posterior consolidação do tripé macroeconômico (metas de inflação, câmbio flutuante e responsabilidade fiscal), o Brasil nunca havia atravessado um período tão longo sem novas ofertas relevantes, refletindo um mercado de capitais que permaneceu praticamente esterilizado por anos.

A última paralisação semelhante ocorreu entre 2002 e 2004, encerrada justamente pelo IPO da Natura. Nos anos seguintes, o país viveu um dos maiores bull markets de sua história, impulsionado pelo boom de commodities, pela forte entrada de capital estrangeiro e pela expansão do mercado de capitais doméstico. Evidentemente, a história não se repete de forma idêntica, mas a reabertura da janela de IPOs volta a surgir como mais um possível indicativo de melhora estrutural para os ativos brasileiros.

· 01:47 — Impactos econômicos

Os impactos econômicos da guerra entre Estados Unidos e Irã começam a se disseminar de forma mais ampla pela economia americana, ultrapassando o choque inicial observado nos preços da gasolina. Com o galão já em US$ 4,56 — o maior patamar desde 2022 —, cresce a preocupação entre empresas dos setores de varejo, restaurantes e bens de consumo diante de um consumidor cada vez mais pressionado pelo aumento do custo de vida e pela perda de poder de compra.

Executivos alertam que a manutenção do petróleo ao redor de US$ 100 por barril tende a prolongar as pressões inflacionárias nos próximos meses, afetando não apenas os custos de energia, mas também alimentos e diversos outros itens da cadeia de consumo.

Ainda assim, os mercados permanecem relativamente resilientes, sustentados pelo entusiasmo em torno da inteligência artificial e por uma temporada de resultados robusta. Ao mesmo tempo, a volatilidade voltou a ganhar força à medida que as tensões envolvendo o Estreito de Ormuz se intensificam.

Na agenda econômica, o principal destaque do dia é a divulgação do payroll de abril nos Estados Unidos, com expectativa de desaceleração relevante na criação de empregos, de 178 mil para algo entre 65 mil e 70 mil vagas, enquanto a taxa de desemprego deve permanecer em 4,3%.

O mercado também acompanha a divulgação do índice de confiança do consumidor da Universidade de Michigan e, sobretudo, das expectativas de inflação de curto e longo prazo, indicadores particularmente relevantes em um ambiente de crescente sensibilidade em relação ao custo de vida nos EUA.

Além disso, dirigentes do Federal Reserve participam de painéis ao longo do dia, em meio a um cenário ainda marcado por incertezas envolvendo inflação, juros e crescimento econômico. No campo político e comercial, seguem no radar as novas ameaças tarifárias de Donald Trump contra a União Europeia e a decisão da Justiça americana que considerou ilegais as tarifas universais impostas pela Casa Branca, adicionando mais um fator de instabilidade ao cenário global.

· 02:39 — NACHO ao invés de TACO

Os mercados voltam a operar sob pressão diante de uma nova escalada no Oriente Médio, após confrontos diretos entre Estados Unidos e Irã no Estreito de Ormuz colocarem em dúvida a percepção recente de que um acordo estaria próximo.

Ataques iranianos contra destróieres americanos e a resposta militar de Washington, classificada como “autodefesa”, reacenderam o risco geopolítico, levaram o petróleo novamente para a região dos US$ 100 por barril e reforçaram a leitura de que o conflito pode se prolongar mais do que se imaginava inicialmente. Nesse contexto, começou a ganhar força em Wall Street o chamado “NACHO trade” — sigla para Not A Chance Hormuz Opens (“Nenhuma Chance de que Hormuz Abra”) —, expressão usada para descrever a aposta de investidores de que a reabertura plena do estreito não ocorrerá tão cedo.

Na prática, trata-se de uma visão mais estruturalmente altista para o petróleo, baseada na percepção de que o prêmio geopolítico da energia veio para ficar, ao menos enquanto persistirem as tensões entre Washington e Teerã.

Ainda assim, apesar da deterioração geopolítica, os investidores seguem sustentando algum apetite por risco, apoiados principalmente na força das empresas de tecnologia e no entusiasmo em torno da inteligência artificial.

Os índices futuros americanos voltaram a subir, refletindo a percepção de que o ciclo positivo das big techs ainda pode compensar, no curto prazo, parte do impacto macroeconômico do choque energético. Paralelamente, o conflito acelera rearranjos estratégicos globais: o Irã amplia sua integração logística com a China por meio do comércio ferroviário, enquanto Washington intensifica preocupações sobre o envio indireto de chips avançados para Pequim, justamente às vésperas da visita de Donald Trump à China.

O pano de fundo permanece marcado por elevada incerteza, combinando guerra, disputa tecnológica e pressão política doméstica nos EUA, em um ambiente no qual o petróleo tende a carregar um prêmio geopolítico persistente e os mercados seguem altamente dependentes do noticiário para definir direção.

· 03:45 — Um Canadá mais europeu?

Nesta semana, o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, participou de forma inédita de uma reunião da Comunidade Política Europeia, reforçando o movimento de aproximação entre Canadá e União Europeia em meio à deterioração da ordem internacional e às tensões crescentes com os Estados Unidos.

O contexto recente, marcado por tarifas americanas, ameaças geopolíticas e maior imprevisibilidade na política externa de Washington, tem estimulado o debate sobre um alinhamento mais profundo entre Ottawa e Bruxelas, inclusive com especulações sobre uma eventual adesão canadense ao bloco europeu. Essa aproximação se apoia em afinidades históricas, institucionais e econômicas, além de laços comerciais já consolidados, como o acordo CETA, que ampliou de forma relevante o fluxo de comércio.

Apesar das vantagens potenciais, como maior acesso a mercados e aprofundamento da cooperação estratégica, uma eventual adesão enfrentaria obstáculos significativos, incluindo questões geográficas, exigências regulatórias e custos econômicos e políticos.

O Canadá teria de adotar o conjunto de normas da União Europeia, revisar políticas internas e lidar com impactos sobre comércio, orçamento e mobilidade laboral. Ainda assim, tanto a opinião pública canadense quanto a europeia demonstram abertura à ideia de maior integração, indicando que, embora a adesão plena seja improvável no curto prazo, uma parceria transatlântica mais profunda ganha força como alternativa estratégica, especialmente se persistirem as incertezas em torno das relações comerciais com os Estados Unidos.

· 04:03 — Destaque asiático

O Japão voltou a intervir de forma relevante no mercado cambial, possivelmente com mais de US$ 30 bilhões poucos dias após uma ação anterior de US$ 24,7 bilhões, mas a dificuldade do iene em superar o nível de 155 por dólar levanta dúvidas sobre a eficácia e a sustentabilidade dessas medidas, diante da demanda persistente por dólares e das limitações de atuação sem ajustes mais estruturais de política monetária.

Ainda assim, o ambiente global recente favoreceu os ativos asiáticos, apesar da queda desta sexta-feira por conta da tensão geopolítica, com o índice MSCI da região avançando 5,6% na semana, impulsionado pelo renovado interesse em inteligência artificial, com destaque para o forte desempenho da Coreia do Sul (+14%), de Taiwan (+7%) e do Japão (+5,8%).

O movimento também se refletiu nas moedas locais e em revisões positivas de instituições financeiras, especialmente para a divisa sul coreana, embora o cenário permaneça sujeito a riscos, em particular a eventuais novos episódios de tensão entre EUA e Irã, configurando um ambiente que combina forte momentum, ainda sob uma perspectiva construtiva no curto prazo.

· 05:01 — Escala que vira margem

A Smart Fit (SMFT3) reportou bons resultados no 1T26, com receita de R$ 2,1 bilhões em linha com as expectativas, sustentada pela expansão da rede, pelo aumento do ticket médio e pelo amadurecimento das unidades mais recentes.

O principal destaque foi a margem bruta de 51,8%, acima do esperado (parte do mercado temia, inclusive, uma queda de margem bruta), refletindo a maior participação de academias maduras, que já representam 68% da base, e o avanço de frentes complementares, como Studios e TotalPass. Esse desempenho reforça um dos pilares centrais da tese: a alavancagem operacional do modelo, que tende a impulsionar a rentabilidade à medida que novas unidades atingem seu estágio de maturidade.

Sob a ótica regional, o desempenho permanece heterogêneo, mas positivo no consolidado. No Brasil, observou-se leve compressão de margens, explicada pela concentração recente de aberturas ainda em fase de maturação.

No México, a rentabilidade foi pressionada pelo aumento de custos e pela dinâmica do TotalPass. Em contrapartida, as operações nos demais países da América Latina se destacaram, com crescimento consistente de receita e margens superiores às observadas em mercados mais maduros, evidenciando os benefícios da diversificação geográfica. Adicionalmente, linhas de receita complementares, como Studios e royalties, seguem ganhando relevância e apresentam margens mais elevadas, contribuindo de forma positiva para o resultado consolidado.

No agregado, o trimestre reforça uma trajetória consistente de crescimento, com EBITDA recorde e forte expansão do lucro líquido, mesmo diante de pressões pontuais de custos e maiores investimentos. A combinação entre o amadurecimento das unidades, a diversificação de receitas e a expansão internacional sustenta uma perspectiva favorável para os próximos períodos.

Após a recente correção das ações, que trouxe os múltiplos para níveis mais atrativos, os resultados reforçam uma leitura construtiva para o papel, que segue bem posicionado para capturar ganhos adicionais de escala e rentabilidade ao longo do tempo.

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Moura Dubeux (MDNE3): lucro recorde reforça forte momento operacional no 1T26

7 de Maio de 2026, 10:46

Nesta quarta-feira (6), a Moura Dubeux (MDNE3) divulgou seus resultados referentes ao 1T26, com números acima das expectativas do mercado e continuidade do forte ciclo operacional observado nos últimos trimestres.

No campo operacional, a companhia lançou oito projetos no trimestre, totalizando R$ 1,31 bilhão em VGV líquido (%MD), mais que triplicando o volume registrado no 1T25.

O trimestre também marcou a entrada da Ún1ca em duas SPEs ligadas à joint venture com a Direcional (DIRR3), ampliando a atuação da companhia no segmento econômico.

Dados trimestrais relevantes de MDNE3

As vendas e adesões líquidas somaram R$ 1,03 bilhão, crescimento de 87,7% na comparação anual e de 48,1% frente ao 4T25. O desempenho comercial permaneceu sólido, sustentado principalmente pelas adesões de condomínio, enquanto os distratos seguiram em níveis reduzidos, equivalentes a apenas 4,1% das vendas brutas. A VSO líquida ficou em 21,5% no trimestre e 52,4% na janela de 12 meses, indicando manutenção de uma boa velocidade de absorção, mesmo diante do maior volume de lançamentos.

Na demonstração de resultados, a receita líquida da Moura Dubeux atingiu R$ 628 milhões, crescimento de 43% frente ao 1T25. O avanço foi impulsionado pela maior contribuição do modelo de condomínio, especialmente pelo reconhecimento de receitas relacionadas à comercialização de terrenos em alguns projetos do período.

Esse fator também foi responsável por um nível de rentabilidade acima da média: a margem bruta ajustada alcançou 41,9%, avanço de 6,3 p.p. na comparação anual e de 8,2 p.p. frente ao trimestre anterior.

Com isso, o EBITDA ajustado atingiu R$ 168 milhões, crescimento de 89% em relação ao 1T25, com margem EBITDA ajustada de 26,8%.

Diante de um resultado financeiro discreto, o lucro líquido somou R$ 156 milhões, avanço de 121% na comparação anual, atingindo o maior patamar trimestral da história da companhia. O ROAE ficou em 27,2%, reforçando o elevado nível de rentabilidade do negócio.

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Estrutura de capital no 1T26: ainda vale a pena investir?

Em relação à estrutura de capital, a Moura Dubeux encerrou o trimestre com dívida líquida de R$ 84 milhões, equivalente a apenas 4% do patrimônio líquido, mantendo uma posição financeira bastante confortável, mesmo diante da aceleração operacional e da consequente queima de caixa.

De forma geral, os resultados do 1T26 reforçam o bom momento da Moura Dubeux, sustentada pelo modelo de condomínio, elevada eficiência operacional e boa dinâmica comercial no Nordeste. Negociando a um múltiplo Preço/Lucro de 5 vezes para 2026, as ações de MDNE3 permanecem entre as recomendações da Empiricus.

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Bitcoin (BTC) a US$ 80 mil e a pergunta que não quer calar: para que lado vai a maior criptomoeda do mundo agora?

5 de Maio de 2026, 15:16

O bitcoin ultrapassou a marca de US$ 80 mil ontem (4), atingindo o preço mais alto desde o final de janeiro e uma recuperação de 35% em relação à mínima recente de US$ 60 mil. E a seguir, apresento os fatores que impulsionam essa valorização.

O primeiro deles são as entradas de capital em ETFs de bitcoin. Os ETFs de bitcoin à vista registraram entradas líquidas de aproximadamente US$ 2 bilhões em abril — o mês mais forte desde outubro de 2025. Analistas consideram isso um sinal claro de renovado interesse institucional.

Outro ponto é o progresso CLARITY ACT. O projeto viu um possível acordo sobre o rendimento da stablecoin na semana passada, o que aumenta as chances de aprovação. Uma votação formal do projeto de lei pode ocorrer esta semana, e os participantes do Polymarket agora acreditam que há 64% de chance do Clarity Act se tornar lei em 2026.

A Strategy segue comprando bitcoins. A empresa agora detém 818 mil moedas, ou 3,8% da oferta total. Ao todo, a companhia aumentou sua participação em 13% desde a mínima de US$ 60 mil em janeiro, principalmente com a venda de STRC, que oferece um rendimento de 11,5%.

Por fim, as máximas históricas do mercado de ações favoreceram as criptomoedas. Os mercados de ações estão em um momento de grande apetite por risco, o que provavelmente dá aos investidores de bitcoin alguma confiança para investir a longo prazo.

Vale ressaltar que, nenhum desses fatores estava presente há quatro anos, quando o bitcoin falhou no reteste da média móvel simples de 200 dias em março de 2022. Portanto, a pergunta de um trilhão de dólares agora é:

Esses fatores serão fortes o suficiente para fazer com que desta vez seja diferente?

Conforme mencionado acima, parece que os grupos de pressão das criptomoedas e do setor financeiro tradicional estão próximos de um acordo em relação ao rendimento das stablecoins sob Clarity Act.

Os senadores Tillis (republicano da Carolina do Norte) e Alsobrooks (democrata de Maryland) divulgaram na sexta-feira (1) o texto de compromisso do projeto de lei.

Ele proíbe o rendimento de stablecoins ociosas. Ou seja, não há pagamentos de juros para quem compra e mantém. Ao mesmo tempo, o texto preserva as recompensas para stablecoins usadas em determinadas atividades. Isto significa que, recompensas para quem compra e usa são aprovadas.

Grandes grupos do setor de criptomoedas, como Coinbase e Circle, apoiaram o texto revisado e pediram ao Comitê Bancário do Senado que desse início à fase de votação. O lobby bancário do setor financeiro tradicional (TradFi) mostrou-se menos entusiasmado. Segundo eles, que o projeto de lei estava na direção certa, mas ainda pecava em detalhes importantes.

A questão do rendimento das stablecoins tem sido o principal obstáculo para a aprovação do Clarity Act. Os bancos argumentam que o rendimento das stablecoins provocará uma fuga de depósitos do sistema bancário. As empresas de criptomoedas, por sua vez, afirmam que é economicamente justo para os depositantes, está dentro dos direitos da empresa e é necessário para a competitividade geral.

Com a questão do rendimento perto de ser resolvida, analistas acreditam que uma votação no Senado pode ocorrer antes do recesso de agosto. Nesse cronograma, o Clarity Act poderia ser promulgado até o final do ano. Isso representaria a legislação mais significativa sobre criptomoedas nos EUA até o momento.

  • LEIA MAIS: saiba como buscar renda com criptomoedas, toda sexta-feira, de forma automatizada; conheça o Delta IA

Variações semanais (27/04/26 a 04/05/26)

₿ Bitcoin (BTC): US$ 80.178 | Var. +8,05%

♦ Ethereum (ETH): US$ 2.387| Var. +7,18%

🟠 Dominância Bitcoin: 61,24% | Var. +0,96%

🌐 Valor total do mercado cripto: US$2,66t | Var. +2,7%

💵 Valor de mercado de stablecoins: US$ 322,512b | Var. +0,64%

📊 Valor total travado (TVL) em DeFi: US$ 85,857b | Var +0,74%

* dados referentes ao fechamento em 04/05/26


Tópicos da semana

– Tether reporta lucro de US$ 1,04 bilhão no 1º tri e atinge buffer recorde de US$ 8,23 bilhões:

O relatório de atestação do 1º trimestre de 2026 da Tether apontou um lucro líquido de US$ 1,04 bilhão e um buffer de reservas excedentes recorde de US$ 8,23 bilhões. Ou seja, um ritmo mais moderado em comparação aos mais de US$ 10 bilhões de lucro anual reportados em 2025. A composição das reservas em 31 de março incluía US$ 141 bilhões em títulos do Tesouro dos EUA, cerca de US$ 20 bilhões em ouro físico e aproximadamente US$ 7 bilhões em bitcoin, dando suporte a US$ 183 bilhões em passivos de USDT. O relatório da BDO é uma atestação pontual (snapshot), e não uma auditoria financeira completa.

– As 17 páginas da BlackRock:

A BlackRock enviou uma carta de 17 páginas no último dia do prazo de 60 dias do Office of the Comptroller of the Currency. Na correspondência a companhia se opunha ao limite proposto de 20% para ativos de reserva tokenizados de emissores de stablecoins no âmbito do GENIUS Act. Segundo a gestora, essa restrição afetaria diretamente produtos como o BUIDL, que hoje lastreia mais de 90% do USDtb da Ethena e do JupUSD da Jupiter, além de solicitar que ETFs de Treasuries sejam reconhecidos como reservas elegíveis e que títulos do Tesouro de taxa flutuante de dois anos sejam incluídos na lista de ativos permitidos, argumentando que os riscos reais das reservas estão relacionados à liquidez, duração e qualidade de crédito, e não ao fato de serem ou não tokenizadas.

A Coinbase, em parceria com a Superstate, vai lançar o Coinbase Stablecoin Yield Fund (CUSHY) no segundo trimestre de 2026:

Voltado para investidores institucionais e focado em estratégias de crédito denominadas em stablecoins por meio de uma classe de cotas tokenizada na plataforma FundOS. Este será o primeiro fundo externo emitido nessa infraestrutura. A estrutura regulada do veículo é uma resposta direta ao CLARITY Act, que proíbe rendimentos de stablecoins equivalentes a juros de depósitos, mas permite incentivos via fundos regulados. O fato de a Coinbase ter apoiado publicamente a legislação um dia antes do anúncio reforça o alinhamento entre o avanço regulatório e o lançamento do produto.


Bitcoin é mesmo reserva de valor… ou o mercado inteiro está errado?

Neste episódio do Crypto Never Sleeps, recebemos Samir Kerbage e Gerson Junior, da Hashdex, para uma conversa profunda sobre o futuro do mercado cripto. Assista aqui:


Aviso obrigatório: este conteúdo é apenas informativo e tem como objetivo compartilhar insights e análises sobre o mercado. Não constitui recomendação de investimento, e qualquer decisão financeira deve ser feita com base em sua própria análise e, preferencialmente, com o apoio de profissionais qualificados.

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Tudo certo e nada resolvido no Oriente Médio: mesmo assim, mercados (e Bitcoin) avançam

26 de Abril de 2026, 15:00

O conflito no Oriente Médio ainda não foi resolvido. O Estreito de Ormuz segue operando bem abaixo do norma, e o alívio geopolítico permanece incompleto. Mesmo assim, os mercados avançaram nos últimos dias. 

Por baixo do ruído, dois movimentos estão moldando o que acontece com o Bitcoin: a liquidez global voltou a se expandir, impulsionada pela queda dos juros reais, e o capital institucional não parou de comprar – nem nos momentos de maior estresse. 

Nesta edição, analisamos esses dois vetores, e o que eles significam para o seu portfólio.

Tudo certo, nada resolvido na guerra no Oriente Médio

Donald Trump prorrogou o cessar-fogo com o Irã por prazo indefinido e, no papel, o cenário-base de normalização gradual segue como o mais plausível, o suficiente para sustentar o bom humor dos mercados. Ainda assim, a evolução diplomática ainda não se traduziu plenamente na prática. 

Desde o início do conflito, o fluxo de embarcações pelo Estreito de Ormuz — responsável por cerca de um quinto do petróleo global — saiu de algo próximo de 100 navios por dia para níveis próximos de zero e, desde então, apesar dos últimos avanços, a recuperação foi apenas marginal. A trégua não se traduziu em retomada do tráfego. 

Fonte: BTG Pactual

Cada semana adicional com Ormuz operando abaixo do normal aumenta a probabilidade de que um choque inicialmente temporário assuma um caráter mais duradouro. Nesse contexto, o prêmio de risco em energia permanece elevado, a visibilidade de médio prazo segue reduzida, e o equilíbrio do mercado continua frágil. Enquanto o fluxo não apresentar melhora relevante, qualquer leitura de alívio geopolítico permanece incompleta. 

Apesar disso, os mercados voltaram a avançar rapidamente, reflexo de uma dinâmica de rotação. 

O que move os mercados no momento? 

As bolsas dos Estados Unidos já superaram os níveis anteriores ao conflito, e voltaram a alcançar novas máximas históricas. Os spreads de crédito recuaram, e empresas com maior alavancagem — normalmente as primeiras a sofrer quando a liquidez aperta — passaram a subir de forma consistente. Quando esse tipo de ativo performa, temos um sinal de que a liquidez está expandindo, um terreno fértil para ativos de risco. 

Boa parte dessa leitura passa pela própria aritmética dos juros nos EUA. O choque de energia mantém a inflação pressionada na margem, e isso vem sendo incorporado nas expectativas. Em um cenário mais tradicional, esse movimento seria suficiente para gerar preocupação com aperto monetário adicional. Mas não é o que está acontecendo. 

A inflação sobe, mas não o bastante para deslocar de forma relevante a trajetória esperada de juros nominais. O resultado dessa combinação aparece não no headline, mas na variável intermediária: os juros reais. 

Com inflação implícita mais alta e juros nominais relativamente estáveis, o juro real recua. E essa compressão funciona, na prática, como um afrouxamento indireto das condições financeiras. Não há corte formal por parte do Federal Reserve (Banco Central dos EUA), mas o efeito econômico se aproxima disso, e a taxa de desconto dos ativos diminui. 

Isso altera o jogo. Com a queda dos juros reais, a renda fixa perde atratividade relativa. Não porque deixou de render, mas porque rende menos em termos reais, abrindo espaço para outros ativos. Nesse contexto, o Bitcoin acaba se beneficiando

A divulgação dos últimos dados macro reforça essa leitura. Os indicadores de atividade vieram acima do esperado, com destaque para o consumo das famílias americanas, que segue resiliente e afasta, ao menos por ora, o risco de uma desaceleração mais brusca. Com crescimento ainda sustentado e o crédito funcionando, o incentivo para posições defensivas diminui, e o capital volta a avançar ao longo da curva de risco. 

A leitura, portanto, é de um regime construtivo, com espaço para continuidade do movimento. Ao mesmo tempo, esse avanço se apoia em pilares que não são totalmente sólidos, o que exige cautela e reforça que o processo dificilmente será linear. 

O mercado não reage apenas ao nível das variáveis, mas à forma como elas evoluem ao longo do tempo. Em períodos mais estáveis, os preços tendem a oscilar dentro de faixas relativamente bem definidas. Quando essa dinâmica se rompe — como nas sequências recentes de alta — o que entra em jogo não é apenas a direção, mas a possibilidade de mudança de regime. 

Em cenários mais sensíveis, como o atual, estratégias capazes de identificar a rotação de fluxos e agir de forma tática ganham ainda mais relevância. Para quem busca capturar esse movimento de forma automática e sem custo, existe uma solução que já mencionamos na última edição — e que vem entregando cerca de 15% de performance adicional em relação ao BTC.

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Comprando Bitcoin ao som dos canhões 

À medida que o Bitcoin retoma a alta, o fluxo que sustenta esse movimento é, em grande medida, institucional. Foram os institucionais que absorveram a volatilidade ao longo das semanas mais difíceis do conflito sem recuar, e eles é quem respondem pela maior parte da performance de preço que nos trouxe até aqui. 

Strategy, maior detentora corporativa de Bitcoin do mundo, reportou, em 20 de abril, uma posição de 815.061 BTC em tesouraria. Desde o início de março, a empresa adicionou mais de 94 mil BTC — acelerando a acumulação justamente no período de maior ruído geopolítico. Não é um caso isolado: as chamadas Digital Asset Treasuries, empresas que adotaram o Bitcoin como reserva estratégica de balanço, somam agora 49 instituições ao redor do mundo, com cerca de 5,7% de toda a oferta circulante do ativo, reforçando seu papel como fonte estrutural. 

Os ETFs de Bitcoin à vista seguem nessa mesma linha. O saldo líquido de entradas desde o começo de março já passa de US$ 3,5 bilhões, e vem ficando ainda mais robusto em abril. 

Fonte: Farside

Além disso, grandes bancos passaram a estruturar produtos próprios para oferecer exposição ao Bitcoin diretamente aos seus clientes. Isso confirma que a demanda existe e foi validada, e que a distribuição, que coloca o ativo nas mãos do investidor final, está mudando de forma relevante. Quando o Bitcoin passa a ser acessível dentro da plataforma do próprio banco do cliente, sem que ele precise migrar para uma corretora especializada, o alcance potencial da demanda cresce, impulsionado pela escala e capilaridade dessas instituições. 

O Morgan Stanley foi o primeiro a dar esse passo: em 8 de abril, lançou o MSBT, o primeiro produto cripto de uma gestora afiliada a banco nos Estados Unidos, e o lançamento rapidamente se tornou o mais bem-sucedido nesse formato na história da instituição. Dias depois, o Goldman Sachs protocolou na SEC o seu próprio ETF ligado ao Bitcoin. 

Ambos os movimentos reforçam a institucionalização do setor e fortalecem o médio/longo prazo. No conjunto da obra, seguimos com prospectos positivos, ainda que com ressalvas, dada a fragilidade do momento atual.

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Ibovespa hoje: Trump anuncia prorrogação do cessar-fogo no Oriente Médio, mas Estreito de Ormuz segue pressionado; veja destaques do dia

22 de Abril de 2026, 10:04

Donald Trump anunciou a prorrogação por prazo indeterminado do cessar-fogo com o Irã, em uma tentativa de preservar o canal diplomático e evitar a retomada imediata das hostilidades. Apesar da extensão da trégua, os Estados Unidos mantiveram o bloqueio naval aos portos iranianos e seguiram pressionando o Estreito de Ormuz, corredor estratégico para o fluxo global de petróleo.

O Irã, por sua vez, sinaliza disposição para retornar às negociações, mas condiciona avanços concretos a algum relaxamento dessas restrições. Dessa forma, embora a reação inicial dos mercados tenha sido positiva, permanece a leitura de que o conflito continua sem solução definitiva e ainda sujeito a novos episódios de instabilidade.

· 00:52 — Orçamento limitado

No Brasil, antes do anúncio de prorrogação do cessar-fogo, os mercados em Nova York passaram o dia reagindo ao impasse nas negociações entre Estados Unidos e Irã, movimento que também influenciou os ativos brasileiros mesmo durante o feriado local. O ETF iShares MSCI Brazil ETF (EWZ) recuou 1,22%, acompanhando perdas em ADRs relevantes, como Vale S.A., refletindo uma postura mais cautelosa por parte dos investidores globais.

Na direção oposta, Petrobras avançou cerca de 2%, beneficiada pela manutenção do petróleo próximo de US$ 100 por barril. O mercado ainda assimila a possibilidade de um choque de oferta mais persistente no setor de energia, o que pode gerar pressões adicionais sobre a inflação. Soma-se a isso o debate climático envolvendo o fenômeno El Niño, que também pode impactar preços no segundo semestre. Ainda assim, a trajetória-base segue apontando para continuidade do ciclo de cortes de juros no Brasil, embora possivelmente em ritmo mais moderado, como já sugerido pelo Banco Central do Brasil e pelo Boletim Focus.

Hoje, inclusive, começa o período de silêncio do Banco Central antes da próxima reunião de política monetária, na qual a expectativa predominante é de redução de 25 pontos-base na taxa Selic. Em um segundo momento, eventuais sinalizações eleitorais ou avanços fiscais poderiam abrir espaço para cortes adicionais.

Nesse contexto, a equipe econômica ligada a Flávio Bolsonaro discute um ajuste fiscal, como indicado pela Folha de S.Paulo, equivalente a 2 pontos do PIB, cerca de metade dos 4 pontos do PIB que parte dos especialistas considera necessários para estabilizar a dívida pública.

Entre as propostas estão mudanças nos pisos constitucionais de saúde e educação e alterações nas regras de reajuste de benefícios previdenciários e assistenciais. Estimativas mencionam economia potencial de até R$ 1,9 trilhão em dez anos, o que poderia aliviar a percepção de risco e contribuir para a queda dos juros longos, embora dependa de mudanças constitucionais e enfrente elevada resistência política.

Ao mesmo tempo, o Brasil ganha relevância estratégica no setor energético: com o petróleo em patamares elevados, a América do Sul poderia adicionar 2,1 milhões de barris diários até 2035, com destaque para Brasil, Guiana e Suriname. Trata-se de uma janela de oportunidade relevante para a região em um mundo que segue demandando segurança energética.

· 01:48 — Falou ao Congresso

Nos Estados Unidos, a combinação entre o alívio geopolítico no Oriente Médio e a divulgação de indicadores domésticos ainda consistentes ajudou a preservar o apetite por risco, levando o S&P 500 a renovar máximas recentes em meio à temporada de resultados corporativos.

Parte importante desse movimento reflete a percepção de que a economia americana segue crescendo, sem sinais evidentes de recessão no horizonte imediato, ao mesmo tempo em que a inflação, embora ainda resistente, deixou de mostrar deterioração adicional na margem. Ainda assim, o mercado parece já ter incorporado boa parte desse cenário mais favorável aos preços dos ativos, o que torna os próximos passos cada vez mais dependentes da agenda macroeconômica.

No campo da política monetária, os holofotes se voltaram para Kevin Warsh, indicado para liderar o Federal Reserve. Em audiência no Senado, Warsh procurou enfatizar sua independência em relação a Donald Trump e adotou um tom relativamente mais brando ao tratar da inflação, chegando inclusive a defender uma revisão das métricas utilizadas pelo banco central americano.

Na prática, o mercado interpretou sua postura como marginalmente mais dovish — isto é, mais inclinada a admitir cortes de juros no futuro — embora permaneçam dúvidas relevantes sobre sua autonomia e sobre eventual influência política em sua condução. Para as bolsas, qualquer sinalização de um Fed menos restritivo tende a favorecer especialmente empresas de tecnologia e setores mais sensíveis aos juros, ainda que a preservação da credibilidade institucional continue sendo elemento central dessa discussão.

Já os dados de vendas no varejo reforçaram a percepção de que o consumidor americano segue resiliente. O indicador cheio avançou 1,7% no mês, impulsionado em parte pela alta dos preços da gasolina, enquanto o núcleo também surpreendeu positivamente, revelando força disseminada entre diferentes segmentos do consumo.

O resultado sugere que a demanda das famílias continua oferecendo importante sustentação para a economia, beneficiada por um mercado de trabalho robusto, restituições de impostos e condições financeiras ainda administráveis.

Para a política monetária, contudo, isso traz um dilema: uma atividade mais firme reduz a urgência de cortes imediatos de juros. Para as ações, o efeito líquido permanece positivo no curto prazo, já que crescimento e lucros continuam prevalecendo, mas a atual temporada de resultados será decisiva para confirmar se o otimismo se sustenta.

· 02:36 — Para onde foi o acordo?

Donald Trump anunciou a prorrogação por prazo indefinido do cessar-fogo com o Irã, mesmo após o fracasso de uma nova rodada de negociações, ao mesmo tempo em que manteve o bloqueio no Estreito de Ormuz.

O episódio reforça a ambiguidade que marca o atual momento geopolítico: de um lado, Washington preserva canais diplomáticos e evita o rompimento total das conversas; de outro, continua recorrendo à pressão militar e econômica como instrumento para extrair concessões. Teerã, por sua vez, também sinaliza disposição para negociar, desde que haja algum alívio no bloqueio e redução do tom hostil por parte dos Estados Unidos.

Enquanto isso, o conflito já avança para sua oitava semana, mantendo relevantes os riscos para os preços de energia, para a dinâmica inflacionária e para o crescimento global. Ainda assim, Wall Street reagiu com relativa serenidade, sugerindo que parcela importante dos investidores segue apostando em algum tipo de distensão gradual mais à frente.

Apesar dessa resiliência observada nos mercados financeiros, a situação no terreno permanece sensível. Petroleiros ligados ao Irã continuam buscando formas de contornar as restrições americanas, embarcações foram alvo de ataques no Estreito de Ormuz e o petróleo voltou a superar a marca de US$ 100 por barril.

Em paralelo, a tensão regional ganhou um novo foco após Israel acusar o Hezbollah de violar o cessar-fogo no sul do Líbano, reacendendo o risco de abertura de uma segunda frente de conflito. Em resumo, a trégua permanece existente no plano formal, mas ainda distante de uma solução definitiva. O cenário mais provável continua sendo o de avanços limitados, recuos recorrentes e elevada volatilidade, embora cresçam gradualmente as chances de alguma acomodação mais consistente no médio prazo.

· 03:24 — Saída de um gigante

A Apple se prepara para uma transição relevante, com a saída de Tim Cook do comando da companhia e a ascensão de John Ternus, atual chefe de engenharia de hardware. A mudança simboliza o encerramento de um ciclo histórico: sob a liderança de Cook, a empresa ampliou de forma notável seu ecossistema, fortaleceu receitas recorrentes e consolidou-se como um dos maiores grupos de tecnologia do mundo, alcançando valor de mercado na casa dos trilhões de dólares.

Agora, o desafio da nova liderança será conduzir a Apple em um ambiente cada vez mais dominado pela inteligência artificial, justamente em um momento em que o mercado cobra da companhia uma resposta mais ambiciosa e competitiva nessa frente. Por isso, a transição será acompanhada de perto pelos investidores, especialmente à luz dos próximos resultados trimestrais e das eventuais novidades estratégicas em IA ao longo dos próximos meses.

· 04:19 — Onde está a Revolução Verde?

A chamada Revolução Verde ampliou fortemente a produção global de alimentos no século XX, mas também criou uma dependência estrutural de fertilizantes industriais, especialmente os nitrogenados, como ureia e nitrato de amônio. Como muitos desses insumos são produzidos a partir do gás natural, a agricultura moderna passou a depender diretamente da oferta de hidrocarbonetos.

Com a recente disparada dos preços de petróleo e gás em meio ao conflito entre EUA, Israel e Irã, além das interrupções no comércio global de fertilizantes, essa fragilidade voltou a ficar evidente. Os reflexos já aparecem nos preços: energia, alimentos e fertilizantes subiram de forma relevante, aumentando o risco de insegurança alimentar, sobretudo em países mais vulneráveis da África e da Ásia.

Ao mesmo tempo, o Oriente Médio tornou-se peça central dessa engrenagem. Grandes estatais de energia da região, como Saudi Aramco e Adnoc, usaram receitas bilionárias do petróleo para avançar na cadeia química e se transformar em importantes fornecedoras de amônia, matéria-prima essencial para fertilizantes.

Hoje, cerca de 30% das exportações globais de amônia saem do Oriente Médio, com forte dependência de países como Índia e Marrocos. Em outras palavras, parte relevante da produção de alimentos no Sul global depende diretamente da estabilidade geopolítica e energética do Golfo Pérsico, o que mostra como conflitos regionais podem rapidamente se transformar em pressão inflacionária e risco social no mundo.

· 05:05 — Parceria estratégica

A Amazon aprofundou de forma relevante sua parceria estratégica com a Anthropic, startup responsável pelo modelo de inteligência artificial Claude, ao anunciar um novo investimento de US$ 5 bilhões, montante que pode alcançar até US$ 20 bilhões ao longo do tempo. O movimento reforça a intensidade da disputa global pela liderança em IA e fortalece o posicionamento da AWS, divisão de computação em nuvem da companhia.

Em contrapartida ao capital e à infraestrutura disponibilizados pela Amazon, a Anthropic se comprometeu a consumir mais de US$ 100 bilhões em tecnologias da AWS nos próximos dez anos, incluindo chips proprietários Trainium, processadores Graviton e ampla capacidade de data centers. Além disso, clientes da AWS passarão a acessar a plataforma Claude diretamente dentro do ecossistema da Amazon, simplificando a adoção corporativa e ampliando a integração comercial.

Os números operacionais também impressionam. A Anthropic informou que sua receita anualizada já supera US$ 30 bilhões, evidenciando a velocidade com que a demanda por soluções de inteligência artificial vem se expandindo. Embora desafios naturais de infraestrutura, escalabilidade e capacidade acompanhem esse crescimento, o anúncio reforça que a corrida pela IA permanece em plena aceleração — e que a Amazon segue muito bem posicionada para capturar valor em múltiplas frentes: nuvem, chips proprietários, softwares corporativos e serviços.

Trata-se de um desenvolvimento estrategicamente relevante, pois consolida a Amazon não apenas como participante desse ciclo, mas como uma das principais plataformas habilitadoras da revolução tecnológica em curso. Em um ambiente no qual a demanda por processamento, armazenamento e modelos avançados tende a continuar crescendo, a companhia reúne escala, capacidade de investimento e ativos únicos para se beneficiar desse movimento por muitos anos.

Por isso, seguimos com visão construtiva para as BDRs AMZO34, como uma forma eficiente de exposição a uma das líderes globais da transformação impulsionada pela inteligência artificial.

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Ibovespa hoje: mercados sob pressão com reviravoltas no conflito no Oriente Médio; o que esperar nesta segunda-feira (20)?

20 de Abril de 2026, 10:01

Os mercados iniciam a semana novamente sob pressão, após mais um fim de semana marcado por mensagens contraditórias e reviravoltas no conflito entre Estados Unidos e Irã, um retrato bastante fiel do vai e vem que já se esperava nas tentativas de negociação. Na sexta-feira, declarações mais otimistas sobre a reabertura do Estreito de Ormuz e sobre possíveis avanços diplomáticos ajudaram a impulsionar os ativos de risco.

No entanto, esse alívio se mostrou rapidamente frágil diante de novos episódios de tensão, como ataques a embarcações, a apreensão de um navio iraniano pelos Estados Unidos e a retomada de restrições no estreito por parte de Teerã. Em termos práticos, isso reforça a leitura de que o processo de distensão tende a continuar sendo marcado por avanços parciais, recuos frequentes e elevada instabilidade, sem uma trajetória linear de normalização. Esse ambiente mantém a volatilidade elevada tanto nos preços do petróleo quanto nos mercados globais de forma mais ampla.

· 00:52 — Uma trégua imperfeita

Após um fim de semana marcado por forte deterioração geopolítica, os mercados iniciam a semana novamente sob pressão. O ataque da Marinha dos Estados Unidos a um navio cargueiro de bandeira iraniana no Golfo de Omã elevou de forma relevante as tensões com Teerã e recolocou em xeque a viabilidade de futuras negociações entre os dois países. Em paralelo, o Irã voltou a restringir o tráfego no Estreito de Ormuz, sob a alegação de que o bloqueio americano a embarcações ligadas ao país violava os termos do cessar-fogo. O reflexo foi imediato: petróleo e gás natural voltaram a disparar, enquanto as bolsas globais passaram a operar em tom mais defensivo, sinalizando um retorno claro da aversão a risco.

O pano de fundo, portanto, permanece extremamente frágil. Donald Trump retomou o tom de ameaça, indicando a possibilidade de novas ações militares caso as negociações fracassem, ao passo que o governo iraniano afirma não enxergar, neste momento, uma perspectiva clara para um acordo. Há expectativa em torno de uma eventual rodada de conversas no Paquistão, mas as mensagens contraditórias emitidas por ambos os lados apenas reforçam o grau de incerteza. Em termos práticos, o mercado volta a reprecificar o risco geopolítico, a inflação implícita e os possíveis impactos sobre as cadeias globais de energia, desmontando parte relevante do otimismo que havia começado a se formar ao fim da semana anterior.

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· 01:43 — A pausa é no calendário, não no risco

No Brasil, a semana será encurtada pelo feriado de amanhã, terça-feira (21 de abril), fator que tende a reduzir a liquidez dos próximos pregões e, consequentemente, aumentar a cautela dos investidores nesta segunda-feira. Em um ambiente global ainda marcado por forte volatilidade e sucessivas reviravoltas geopolíticas, é natural que parte do mercado prefira posições mais defensivas antes do fechamento prolongado (tem gente que não quer dormir comprada até quarta-feira).

Na agenda, os investidores começam a direcionar atenção para a próxima decisão de juros, marcada para o dia 29 de abril. A minha expectativa segue sendo de continuidade do ciclo de cortes da Selic, seguindo com ritmo mais moderado, com redução de 25 pontos-base, em uma trajetória ainda condicionada pelos impactos externos, especialmente os efeitos da crise no Oriente Médio sobre inflação de longo prazo e percepção de risco.

Ao mesmo tempo, Brasília volta a ganhar protagonismo. O governo prepara um pacote de medidas voltado ao enfrentamento do endividamento de famílias e empresas, com foco especial em pequenos e médios negócios e em novas linhas de crédito para o setor produtivo.

No campo político, também avança o debate em torno do fim da escala 6×1, tema que ganhou espaço recente na agenda pública por conta do calendário eleitoral. Em paralelo, pesquisas de opinião divulgadas nas últimas semanas vêm indicando desgaste do governo em diferentes regiões e segmentos relevantes do eleitorado, inclusive em bases historicamente mais favoráveis, como destacado em matéria do jornal O Globo.

Se essa tendência persistir, como elucidado também pelo levantamento da Paraná Pesquisas, o cenário eleitoral tende a se mostrar mais competitivo adiante para a oposição, elemento que o mercado acompanha de perto por seus potenciais reflexos sobre expectativas econômicas, agenda fiscal (tema caro para os investidores locais) e trajetória dos ativos locais.

· 02:37 — Agenda intensa

Wall Street inicia a semana diante de uma agenda intensa, combinando balanços corporativos, indicadores macroeconômicos e novos desdobramentos geopolíticos, um conjunto de fatores que deve continuar definindo o tom dos mercados nos próximos dias.

A temporada de resultados começa a ganhar tração e pode ser decisiva para sustentar o rali observado nas últimas semanas. Até aqui, aproximadamente 88% das empresas do S&P 500 que já divulgaram seus números superaram as estimativas do mercado, um desempenho superior à média histórica.

Ainda assim, os testes mais relevantes estão logo adiante, com a divulgação dos resultados de gigantes como Tesla, Intel e outras empresas de tecnologia, que têm peso importante na direção dos índices. No campo macroeconômico, os investidores também acompanharão com atenção dados como vendas no varejo nos Estados Unidos, índices de atividade (PMIs), indicadores de confiança do consumidor e discursos de dirigentes do Federal Reserve, além da audiência de Kevin Warsh, o próximo Chair do Fed, no Congresso.

· 03:29 — Reembolso de grande proporção

O governo Trump iniciou o processamento dos pedidos de reembolso relacionados a tarifas consideradas inconstitucionais pela Suprema Corte, em um processo que deve ocorrer de forma gradual e que pode resultar na devolução de até US$ 127 bilhões a importadores americanos. Embora isso represente um alívio potencial para parte das empresas afetadas, é importante destacar que os reembolsos não serão automáticos: dependerão de solicitações formais e podem levar um tempo considerável até sua conclusão. Nesse intervalo, inclusive, já surgem agentes financeiros interessados em comprar esses créditos, tratando-os como uma nova frente de oportunidade.

Ao mesmo tempo, cresce a incerteza em torno da política comercial americana para os próximos meses: a Casa Branca dá sinais de que não pretende abandonar sua agenda protecionista, preparando novas tarifas para substituir parte das medidas que foram derrubadas judicialmente. A possibilidade de novas tarifas contra a China segue no radar, enquanto a renegociação do acordo comercial entre EUA, México e Canadá deve ganhar relevância até julho. Em outras palavras, mesmo com a devolução de recursos a algumas empresas, o pano de fundo permanece marcado por volatilidade, disputas estratégicas e potenciais impactos relevantes sobre cadeias globais de produção, custos corporativos e planejamento de investimentos.

· 04:18 — Uma pequena corrida para um robô, mas um grande salto para…

A tecnologia continua avançando em ritmo notável, e os desenvolvimentos recentes na China ajudam a dar concretude a essa transformação. Em uma meia maratona realizada em Pequim, um robô humanoide autônomo superou corredores humanos e estabeleceu um novo marco, evidenciando o grau de evolução já alcançado pela combinação entre robótica, sensores e inteligência artificial. Mais do que um episódio curioso, esse tipo de demonstração aponta para algo mais profundo: estamos entrando em uma nova etapa da automação, em que as máquinas deixam de se limitar à execução de tarefas repetitivas e passam a incorporar atributos como mobilidade, autonomia e capacidade de adaptação. Uma verdadeira revolução para a robótica.

Esse movimento tem implicações que vão muito além do campo experimental. À medida que robôs se tornam mais sofisticados e integrados à inteligência artificial, abre-se espaço para ganhos relevantes de eficiência, redução de custos e aumento de produtividade em setores como indústria, logística, saúde e serviços. Em outras palavras, a mudança tecnológica em curso não está mais restrita ao software ou ao processamento de dados: ela começa a ganhar corpo também no mundo físico, algo aguardado há anos. E isso reforça a percepção de que a combinação entre robótica e IA tende a se consolidar como um dos vetores mais transformadores da década.

· 05:06 — Agenda pró-cripto

A agenda pró-cripto de Donald Trump vem avançando em um ritmo mais lento do que o mercado imaginava inicialmente, o que ajuda a explicar parte da correção recente do Bitcoin desde sua posse. No centro das atenções está o chamado “Clarity Act”, projeto que busca estabelecer regras mais objetivas para o setor e transferir uma parcela relevante da supervisão regulatória para a CFTC. Essa mudança é vista como positiva, na medida em que pode ampliar a participação de investidores institucionais e facilitar o lançamento de novos produtos financeiros ligados a ativos digitais.

Embora o avanço desse processo ainda enfrente obstáculos políticos, calendário legislativo apertado e disputas entre bancos tradicionais e empresas do universo cripto, o ambiente regulatório continua evoluindo. Em paralelo, a SEC deve anunciar nas próximas semanas medidas de flexibilização e programas piloto que podem aproximar ainda mais o mercado cripto do sistema tradicional, incluindo iniciativas ligadas à negociação de ativos em blockchain e a novas estruturas de mercado.

Em outras palavras, embora o curto prazo ainda seja marcado por ruídos e volatilidade, os vetores estruturais permanecem favoráveis ao segmento. Maior clareza regulatória, avanço da adoção institucional e a integração crescente entre ativos digitais e o sistema financeiro tradicional tendem a fortalecer essa classe de ativos ao longo do tempo. Nesse contexto, soluções diversificadas como o ETF Empiricus Teva Criptomoedas Top 20 (CRPT11) ganham destaque como uma forma eficiente de capturar esse potencial, ao oferecer exposição ampla ao mercado cripto por meio de um único ativo negociado em bolsa.

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Itaú (ITUB4), B3 (B3SA3), Gerdau (GGBR4) e mais: quem deve brilhar nos resultados do 1T26? Analista revela suas expectativas

20 de Abril de 2026, 07:30

Toda temporada de resultados traz consigo uma carga de expectativas dos investidores e analistas. Seja o lucro acima ou abaixo do esperado, uma variação de Ebitda não prevista ou um anúncio de dividendos “gordos”, sempre há oportunidade para os acionistas colherem bons frutos de acordo com seu posicionamento.

Para este primeiro trimestre de 2026 (1T26), há uma divisão grande entre quem pode performar bem ou quem já não se espera grandes números. Isso porque, apesar do Ibovespa estar navegando bem no período, existem vários fatores externos que puxam algumas empresas “para baixo”, enquanto alavancam o desempenho de outras.

Segundo o analista de ações da Empiricus Research, Ruy Hungria, os resultados do 1T26 ainda devem vir pressionados por juros elevados, próximo do que foi visto no 4T25. “O ambiente que deve continuar mostrando os diferenciais competitivos das companhias melhores posicionadas em cada setor”, comenta o analista.

Além disso, desde o dia 28 de fevereiro, o mercado financeiro vem acompanhando com atenção a escalada nos preços do petróleo, impulsionada pelas tensões envolvendo o conflito no Oriente Médio — e que trazem reflexos nas companhias brasileiras associadas à commodity.

A seguir, você confere a opinião do analista sobre o que esperar de alguns dos principais setores do mercado financeiro:

PETR4, VALE3 e GGBR4: blue chips vão brilhar no 1T26?

Entre os possíveis destaques positivos do 1T 2026, Hungriadestaca as companhias ligadas à escalada do petróleo,  “principalmente Prio (PRIO3) e Petrobras (PETR4), bem como distribuidoras de combustíveis que também seguem sendo ajudadas pela melhoria setorial após a operação Carbono Oculto”.

  • RELEMBRE: A operação Carbono Oculto foi uma operação da Receita Federal e do Ministério Público do Estado de São Paulo. O objetivo era atuar contra esquemas de fraudes e lavagem de dinheiro ligado ao setor de combustíveis.

No segmento de Mineração e Siderurgia, vale mencionar um ambiente ainda muito difícil para siderúrgicas, especialmente as com maior foco no Brasil, por conta dos elevados níveis de importação de aço chinês.

Segundo Hungria, a Gerdau (GGBR4) deve se sair melhor no relativo, dada a maior exposição ao mercado norte-americano. Enquanto isso, a Vale (VALE3) tende a ser ajudada pelas melhorias operacionais na divisão de metais básicos. 

Bancos no 1T26

O atual patamar de juros permanece pressionando as instituições financeiras brasileiras, tornando o panorama difícil para o crédito.

Contudo, “Itaú (ITUB4) e BTG Pactual (BPAC11)devem continuar apresentando resultados melhores que outros incumbentes, como Bradesco (BBDC4), Santander (SANB11) e principalmente Banco do Brasil (BBSA3), que deve seguir pressionado por perdas no agro”, afirma o analista.

Ainda no segmento financeiro, Hungria também chama a atenção para a B3 (B3SA3) que, assim como no 4T25, deve continuar se beneficiando do forte fluxo gringo. Para comparação, 62,1% do volume negociado na bolsa brasileira em março foi de capital estrangeiro. Além disso, o primeiro trimestre atingiu a melhor marca de capital externo desde 2022, somando um saldo líquido de R$ 53,8 milhões (ante R$ 65,3 milhões).

Utilities e telecom: ‘números devem vir sólidos’

Para o analista, outro setor que deve apresentar números sólidos de maneira geral é o de Utilities, “por depender pouco da atividade e dos juros e porque preços de energia elevados e recentes investimentos em saneamento devem ajudar.”

Há apenas uma ressalva: “a exceção fica para geradoras com foco em energia solar e eólica, que seguem sofrendo com as restrições de operação”, afirma Hungria. As restrições mencionadas pelo analista se referem ao curtailment, limitações de aproveitamento de energia renovável nas redes, de forma a desperdiçar energia limpa e prejudicar os geradores e os usuários dessas fontes.

Na mesma linha de Utilities, o analista afirma que as companhias de telecomunicações também devem reportar números sólidos, mostrando continuidade no crescimento apesar dos juros.

  • VEJA MAIS: Confira o calendário com as datas de divulgação dos resultados trimestrais de mais de 150 empresas brasileiras; clique aqui

Varejo, construtoras e agro: detratores à vista

Por outro lado, Hungria alerta que o ambiente macroeconômico deve continuar pesando sobre o varejo no 1T26, no mesmo ritmo do 4T25, especialmente em companhias que dependam mais de crédito e estejam expostas a clientes de menor poder aquisitivo.

As exceções, segundo o analista, são as varejistas farmacêuticas, alavancadas pelos remédios de emagrecimento, assim como alguns players que têm se destacado independente do contexto macro, como Track & Field (TFCO4) e Smartfit (SMFT3), por exemplo.

Já no setor das construtoras, as prévias já reportadas no início deste mês de abril começam a mostrar desaceleração no volume de vendas e de lançamentos de empreendimentos.

Entretanto, Hungria ressalta que os números dos players mais focados no segmento Minha Casa Minha Vida mostram que essas companhias devem continuar mais resilientes, especialmente quando comparadas as do média-alta renda.

Por fim, empresas vinculadas ao agronegócio também devem trazer números aquém do potencial, puxada pelos baixos preços dos grãos, como a soja e o milho.

Temporada de balanços do 1T26: quais ações comprar e vender?

Agora que você já está atualizado sobre as expectativas para as empresas brasileiras no 1T26, é hora de olhar para a carteira de ações com atenção para entender o como se posicionar.

Com a divulgação gradual dos balanços, ajustar a carteira manualmente pode ser trabalhoso e até ineficiente. Por isso, uma alternativa interessante pode ser investir de forma automatizada.

Pensando nisso, algumas das ações mais promissoras deste momento foram selecionadas para a carteira Empiricus Top Picks. O portfólio é formado por 10 ações de alto potencial, escolhidas com base em análise criteriosa de fundamentos e perspectivas para os próximos meses. 

Mas o diferencial não está apenas na seleção. Está na forma de investir. Isso porque a carteira está disponível em formato automatizado dentro da plataforma do BTG Pactual.

Na prática, isso significa que você pode investir em todo o portfólio com poucos cliques e acompanhar o rebalanceamento e a execução das ordens de forma integrada.

Para começar, clique no botão abaixo, faça seu cadastro gratuito e conheça a plataforma do BTG Pactual:

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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Bitcoin (BTC) em alta: a estratégia para buscar retornos acima da média com criptomoedas

19 de Abril de 2026, 15:00

Após cinco semanas ininterruptas de ameaças e recuos, o conflito no Oriente Médio aparenta já ter deixado seu pico para trás. O cenário-base agora é de normalização — ainda que sujeito a tropeços ao longo do caminho.

Sem esse fator exógeno pesando sobre os mercados e com uma economia norte-americana ainda resiliente, o capital está voltando a fluir para ativos de maior risco. No front institucional, grandes bancos passam a oferecer criptomoedas diretamente aos seus clientes — reforçando a maturidade e crescimento de demanda pelo setor.

Tudo isso está convergindo para uma tendência de alta do Bitcoin e do mercado como um todo.

Quem investe em cripto conhece bem a frustração: ver o mercado subir enquanto a carteira fica parada, presa em ativos que prometiam mas não entregaram. Nesta edição, aproveitamos o timing para mostrar como evitar exatamente isso — e como extrair o máximo deste momento por meio de uma estratégia simples, sistemática, que pode ser aplicada de forma automática e gratuita.

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O que sustenta o novo movimento de alta

O momento atual pode ser resumido de forma simples: o dinheiro não sumiu — ele está voltando a se mover.

No macro, o debate deixou de ser sobre falta de liquidez e passou a ser sobre para onde ela está indo. As bolsas americanas voltaram a mostrar força nas últimas semanas, com recuperação relativamente rápida após o estresse de março, enquanto o crédito segue funcionando sem sinais de ruptura. Os spreads continuam longe de níveis típicos de estresse sistêmico, o que indica que o mercado não está precificando um cenário de deterioração econômica profunda.

Isso muda completamente a leitura. Quando a liquidez realmente desaparece, o mercado responde com desorganização e quedas abruptas, não é o quadro atual. O que vimos foi um movimento de cautela: o capital ficou temporariamente mais defensivo, em resposta ao conflito, mas sem sair do sistema. Com a estabilização do cenário, esse mesmo capital começa a se reposicionar de forma gradual, voltando a assumir risco e a buscar ativos sensíveis ao crescimento.

Com menos pressão no macro e o crédito ainda funcional, o incentivo para permanecer em posições excessivamente conservadoras (renda fixa) diminui. O resultado é um reposicionamento progressivo em busca de retorno e convexidade — e é justamente esse tipo de fluxo que historicamente sustenta movimentos mais consistentes em ativos como o Bitcoin.

Do lado institucional, o movimento acelerou de forma clara, com destaque para a entrada direta de grandes bancos e instituições na oferta de produtos ligados a cripto. O Morgan Stanley lançou o MSBT, seu ETF de Bitcoin à vista, que rapidamente se tornou um dos lançamentos mais bem-sucedidos da casa. O Goldman Sachs passou a estruturar produtos relacionados ao Bitcoin para clientes institucionais. A Charles Schwab — com mais de 30 milhões de clientes — liberou negociação direta de Bitcoin e Ethereum. E a NYSE (New York Stock Exchange) reforçou apoio à infraestrutura cripto.

Esse movimento faz diferença principalmente na distribuição. Quando essas instituições passam a oferecer cripto dentro das suas plataformas, o acesso deixa de ser nichado e passa a ser integrado ao sistema financeiro tradicional, ampliando de forma relevante o alcance e a demanda potencial pelo setor.

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A diferença entre ganhos comuns e ganhos extraordinários

O Bitcoin acima dos US$ 75 mil chama atenção, mas não é onde está a principal assimetria. Em ciclos como o atual, o BTC tende a liderar o movimento, funcionando como porta de entrada de fluxo. À medida que o mercado ganha tração e a liquidez se espalha, o capital começa a buscar ativos com maior potencial de valorização relativa — e é nesse momento que surgem as distorções mais interessantes.

Dentro desse mercado correlacionado, existe uma camada de diferenciação que passa a ser determinante para o desempenho do portfólio. Algumas altcoins conseguem performar muito acima do Bitcoin. Um protocolo DeFi que começa a acumular receita real, uma rede de segunda camada com crescimento expressivo de usuários, um token de infraestrutura ligado ao boom de inteligência artificial. Esses catalisadores criam janelas de valorização que vão muito além do movimento geral do mercado — e é nesse tipo de dinâmica que o momentum se mostra uma das abordagens mais consistentes.

A lógica é respaldada por décadas de pesquisa: ativos que estão se valorizando tendem a continuar se valorizando. Quando uma altcoin mostra força relativa superior à do Bitcoin, algo muda na dinâmica daquele ativo. Pode ser um fundamento novo sendo precificado, uma narrativa ganhando tração — em muitos casos, é justamente essa combinação que sustenta o movimento.

Através de indicadores e modelos que ponderam quais fatores são mais eficazes em cada regime de mercado, uma carteira gerida com essa lógica observa quais ativos já estão subindo e com que intensidade — ajustando as posições de acordo. Para evitar que a volatilidade comprometa o capital nos momentos de estresse, a exposição total também é calibrada dinamicamente: mais conservadora quando há turbulência, mais aberta ao risco quando o ambiente melhora.

Em cripto, as narrativas surgem e desaparecem com velocidade. Projetos que parecem revolucionários podem passar meses andando de lado ou acumulando perdas — e, por isso, a disciplina se torna decisiva. Ao reduzir exposição em ativos que perdem força, a estratégia evita carregar posições em tendência de queda e limita drawdowns prolongados, um dos maiores destruidores de capital nesse mercado.

Se você já investe em cripto há algum tempo, provavelmente já passou por isso: segurar uma tese “promissora” enquanto o preço simplesmente não responde.

Em nossa leitura, momentum não é apenas uma ferramenta complementar, é uma das engrenagens centrais para navegar esse tipo de mercado com consistência.

Esse tipo de estratégia pode ser aplicado de diferentes formas. Para quem tem mais experiência, é possível construir e monitorar a carteira manualmente, mas exige tempo, disciplina e acompanhamento constante. Para quem está começando ou simplesmente não quer perder o timing, existe uma alternativa mais direta, a Empiricus Crypto Momentum: uma carteira gerida de forma automática e disponível com um clique, que atualmente está com uma performance duas vezes melhor do que o próprio BTC.

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Empiricus Megatendências: nova carteira visa capturar temas que moldam a economia global; conheça gratuitamente

18 de Abril de 2026, 09:00

A Empiricus acaba de lançar uma nova carteira com acesso gratuito para os investidores que desejam estar posicionados nos principais temas que moldam a economia global: a Empiricus Megatendências.  

O portfólio é comandado pelo analista macroeconômico da casa, Matheus Spiess. Segundo ele, o objetivo é identificar e capturar vetores de transformação tecnológicas, geopolíticas ou econômicas de longo prazo. 

Para viabilizar a abordagem, a carteira investe em fundos de índice (ETFs) e certificados de ETFs (BDRs de ETFs) listados na Bolsa brasileira, o que permite acessar a uma exposição diversificada de forma simplificada, eficiente e com maior praticidade no acompanhamento.  

O objetivo do produto é gerar um retorno, em reais, superior ao IDCOTS +2%. Esse índice representa o rendimento dos títulos públicos de curto prazo dos Estados Unidos — considerados uma referência global de retorno alternativo — mais um prêmio de 2%.  

“Vale destacar que a estratégia não está restrita a uma única classe de ativos. Isso permite a busca por oportunidades em diferentes mercados ao redor do mundo, sempre com o objetivo de gerar retorno absoluto. Nesse contexto, a utilização da taxa livre de risco americana acrescida de um prêmio faz sentido, pois está alinhada ao caráter global da estratégia e à taxa mínima de atratividade implícita nas teses exploradas”, explica Spiess.

Carteira também está disponível de forma automatizada 

Além de o investidor poder acessar a carteira de maneira gratuita e fazer os investimentos por conta própria, o novo portfólio também está disponível no modelo automatizado

Nessa modalidade, a execução, os rebalanceamentos e os ajustes passam a ser conduzidos de maneira automática. Assim, cabe ao investidor apenas investir o valor desejado e depois acompanhar os resultados, sem precisar fazer manualmente as alterações propostas pelo analista Matheus Spiess.  

QUERO CONHECER A CARTEIRA AUTOMATIZADA EMPIRICUS MEGATENDÊNCIAS

Spoiler: veja algumas das tendências da carteira de abril

Entre as escolhas do analista para a carteira, está o ETF de commodities CMDB11. O fundo tem como objetivo replicar o desempenho do Índice Teva Ações Commodities Brasil.  

Spiess explica que o objetivo do investimento é capturar o ciclo de commodities, que tende a ser favorecido em ambientes de inflação mais alta, crescimento global ou choques de oferta, como ocorre em cenários geopolíticos mais tensos, como é o caso. 

“Por concentrar empresas exportadoras e geradoras de caixa, o ETF também pode se beneficiar de movimentos de valorização do dólar e de alta nos preços internacionais das matérias-primas, funcionando como uma espécie de proteção natural em momentos de estresse”, complementa o analista. 

Outra tendência identifica por Spiess e levada à nova carteira é a de aumento dos gastos militares impulsionado pelo ambiente geopolítico fragmentado e pela crescente rivalidade entre grandes potencias, especialmente entre EUA e China.  

“Esse movimento tende a sustentar receitas e margens das empresas do setor ao longo do tempo, já que grande parte de seus contratos está atrelada a orçamentos públicos e programas de longo prazo. 

Em um cenário que muitos já descrevem como uma ‘nova Guerra Fria’, com expansão de investimentos militares e tecnológicos, o setor deixa de ser apenas uma aposta cíclica e passa a configurar uma tese estrutural de longo prazo”, afirma o analista.  

Neste contexto, a recomendação é BAER39, BDR listado na B3 que replica o desempenho do iShares U.S. Aerospace & Defense, fundo internacional gerido pela BlackRock que investe em um portfólio de empresas americanas do setor aeroespacial e de defesa – como fabricantes de aeronaves, sistemas militares e tecnologia de segurança.  

É claro que as duas tendências acima não são as únicas que compõem a carteira. O analista compilou investimentos que vão de inteligência artificial até o Urânio, passando pela Argentina de Javier Milei. 

Grátis: veja a carteira Empiricus Megatendências completa

A boa notícia é que a carteira pode ser acessada de maneira gratuita no BTG Content, plataforma de conteúdos do BTG Pactual.  

Para isso, basta se cadastrar neste link. Através dele, você também terá a opção de realizar o investimento na carteira automatizada, em que todas as alterações propostas por Spiess são feitas sem que o investidor precise fazer nada. 

Além da carteira de Megatendências, no Content você encontrará outros portfólios com diferentes temáticas e conteúdos que podem ajudar a fazer os melhores investimentos. 

Para acessar a carteira e o BTG Content, basta clicar aqui ou no link abaixo e fazer seu cadastro gratuito na plataforma.  

Bons investimentos! 

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Trader que acertou aposta de 130.000% lança nova lista de 5 criptomoedas para buscar até R$ 1 milhão em 12 meses

17 de Abril de 2026, 09:00

Se você navega pelo mercado de criptomoedas, já deve ter ouvido falar em Jader Nogueira. O trader e especialista em operações com ativos digitais que já capturou lucros de até 130.000% neste mercado.

Agora, Jader está de olho em 5 criptomoedas. São elas que, segundo sua análise, podem arrebatar um investimento inicial de R$ 2,5 mil e transformar em até R$ 1 milhão ao longo dos próximos 12 meses.

Pode soar como exagero de início. No entanto, movimentos desse tipo já aconteceram diversas vezes no mercado de criptomoedas. O próprio histórico de Nogueira traz resultados expressivos com ativos digitais:

  • US$ 750 mil em apenas 24 horas;
  • R$ 2,2 milhões em 48 horas em uma única operação;
  • R$ 5,5 milhões em 90 dias;
  • R$ 4 milhões em apenas 30 dias.

Segundo o trader, um novo ciclo com esse nível de potencial pode estar se iniciando agora. Ao longo de sua trajetória, ele refinou sua metodologia para identificar projetos ainda pouco conhecidos, mas com grande capacidade de valorização.

Conheça a história da Terra Luna e como investidores já conseguiram lucros de potencial milionário

Algo parecido aconteceu em 2022, quando a popular criptomoeda Terra Luna despencou 99% em apenas um dia, pegando muitos investidores de surpresa. Para Jader, entretanto, a notícia ruim se transformou eu uma oportunidade. Ele já estava acompanhando a moeda e reparou no movimento de venda de grandes investidores, incluindo a Binance, maior corretora do mundo.

Diante desse cenário, Jader avisou sua comunidade, explicou a leitura dos dados e indicou uma estratégia clara: entrar vendido em Luna. O resultado virou case no mercado cripto. A operação gerou um retorno de cerca de 130.000%, multiplicando o capital inicial em 1.300 vezes.

Fonte: Binance

Na mesma toada da LUNA, neste momento, 5 criptomoedas específicas estão fazendo os olhos do trader brilhar. Isso porque ele acredita potencial delas de multiplicar o capital investido em até 500 vezes. Além disso, a estratégia pode ser aplicada de forma simples, por meio da replicação automática de suas operações.

O próprio trader pretende investir o capital disponível em sua conta neste mês nessa oportunidade, diante do potencial que enxerga. E mais: sua intenção é compartilhar essa estratégia com o maior número possível de investidores, permitindo que outras pessoas também participem dessa possível valorização.

Entenda estratégia por trás das 5 moedas no radar do trader

Após anos acompanhando e analisando esse mercado, Jader afirma ter identificado um padrão recorrente: os maiores retornos costumam surgir de projetos ainda pequenos, pouco conhecidos, mas com grande margem de crescimento. E é justamente esse tipo de ativo que, segundo ele, está surgindo agora.

De acordo com Jader Nogueira, trata-se de uma oportunidade rara, com potencial para multiplicar o capital investido em até 500 vezes (ou 50.000%) ao longo dos próximos 12 meses.

O especialista destaca que as cinco criptomoedas selecionadas compartilham duas características principais:

  • Baixo valor de mercado atualmente, o que abre espaço para forte valorização;
  • Possibilidade de atrair grandes volumes de capital com o início de um novo ciclo de alta.

Nesse cenário, ele afirma que investir cerca de R$ 500 em cada uma dessas moedas já pode ser suficiente para buscar resultados expressivos, como a construção de um patrimônio significativo ao longo do tempo.

Ainda assim, é importante considerar que o mercado de criptomoedas é altamente volátil e complexo. Resultados passados não garantem desempenhos futuros, e todo investimento envolve riscos.

Por isso, para quem deseja aproveitar esse tipo de oportunidade, preparação e a tomada de decisão consciente são fundamentais.

Contudo, o investidor que deseja ter esta oportunidade precisa se preparar o quanto antes – e uma oportunidade para fazer isso sob boas orientações está chegando.

Inscrições abertas: participe do projeto com 5 moedas para buscar até R$ 1 milhão

De olho na janela de oportunidade para entrar nos ativos em tempo e capturar boas valorizações, o trader decidiu fazer um evento de lançamento especial.

No encontro, no dia 27 de abril, Jader vai explicar como funciona a sua estratégia e tirar dúvidas dos interessados. O evento acontece de forma 100% online e gratuita, em parceria com a Opt.me, frente de desenvolvimento em tecnologia da Empiricus.

Lá, investidores vão entender como podem ter o acesso à lista com as 5 moedas que podem valorizar até 50.000% o valor aplicado.

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Ibovespa hoje: dólar abaixo dos R$ 5, desaprovação de Lula em alta, indefinição entre EUA e Irã e mais destaques desta quarta (15)

15 de Abril de 2026, 10:11

Os Estados Unidos e o Irã avançam na tentativa de organizar uma nova rodada de negociações antes do término do atual cessar-fogo, possivelmente no Paquistão, em um contexto ainda delicado, marcado pelo impasse no Estreito de Ormuz e seus efeitos diretos sobre o fornecimento global de energia.

Em paralelo, iniciativas diplomáticas adicionais, como a retomada de conversas diretas entre Israel e Líbano, algo que não ocorria desde 1993, reforçam a leitura de um esforço mais amplo de desescalada regional.

Ainda assim, o processo apresenta limitações relevantes, o que reduz a probabilidade de uma solução rápida e abrangente. O pano de fundo, portanto, continua frágil, mas já exibe sinais iniciais de distensão que contribuem para ancorar expectativas mais construtivas. Essa mudança de percepção tem se refletido nos mercados, com destaque para a queda recente do petróleo, que se afastou dos níveis mais elevados e passou a aliviar parte das pressões inflacionárias.

· 00:52 — Recorde atrás de recorde

No Brasil, o Ibovespa voltou a renovar sua máxima histórica de fechamento, encerrando aos 198.657 pontos, após ter superado, ao longo do pregão, a marca dos 199 mil pontos. Nos últimos cinco pregões, o índice acumulou uma alta expressiva de cerca de 10.500 pontos, sustentada por um volume robusto de R$ 32,6 bilhões e por um fluxo estrangeiro relevante, com entrada de R$ 2,4 bilhões em um único dia, R$ 14 bilhões no mês de abril e aproximadamente R$ 70 bilhões no acumulado do ano.

Em paralelo, o dólar recuou 0,07%, fechando a R$ 4,9934, o menor patamar desde março de 2024. Ainda que haja a percepção de que a moeda americana tenha espaço limitado para novas quedas (possivelmente até a região de R$ 4,80), a bolsa brasileira pode seguir avançando. No entanto, as próximas etapas desse movimento dependerão não apenas da continuidade do fluxo estrangeiro, mas também da trajetória dos juros e do cenário fiscal, ambos fortemente influenciados pelo ambiente político.

Do lado monetário, a apreciação cambial contribui para aliviar pressões inflacionárias, mas os dados recentes de inflação ainda não colocam o Banco Central em uma posição confortável para acelerar o ciclo de cortes de juros. Nesse contexto, os indicadores de atividade ganham protagonismo. A divulgação das vendas no varejo de fevereiro, após dados mais fracos do setor de serviços, passa a ser particularmente relevante: números abaixo do esperado dessa manhã sustentam a expectativa de novos cortes, ainda que em ritmo mais moderado, como ajustes de 25 pontos-base.

No campo político, a dinâmica eleitoral também ganha importância crescente. Pesquisa recente da Genial/Quaest indica aumento da desaprovação do governo, que passou de 49% para 52% desde janeiro, enquanto a aprovação recuou de 47% para 43%, em linha com outras sondagens recentes.

Esse movimento altera a leitura de cenário e pode elevar a probabilidade de um rali eleitoral com viés mais favorável ao mercado. Em resposta, o governo enviou ao Congresso, em regime de urgência, um projeto que prevê o fim da escala 6×1, com adoção do modelo 5×2 e redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, sem corte de salários.

Ainda assim, permanecem dúvidas relevantes quanto à viabilidade da proposta, seus impactos sobre custos e produtividade, bem como sua efetiva capacidade de conversão eleitoral. De forma mais ampla, observa-se, no Brasil e em outras economias, uma perda de eficácia da política pública tradicional no pós-pandemia como instrumento de fortalecimento político de governos incumbentes.

  • ‘Memebot Flash Million’ vai rastrear, a cada 7 dias, uma nova operação com potencial de fazer R$ 3,5 mil virarem até R$ 1 milhão em 12 meses; veja como participar

· 01:45 — Próximo da máxima

O ambiente recente de mercado tem sido caracterizado por um otimismo cauteloso, sustentado principalmente pela expectativa de avanço nas negociações geopolíticas e pelo recuo do prêmio de risco associado ao conflito no Oriente Médio.

Esse pano de fundo tem favorecido os ativos de risco, com recuperação consistente das bolsas americanas (o S&P 500 acumulando ganhos relevantes e o Nasdaq exibindo uma sequência prolongada de altas), além da correção nos preços do petróleo, que contribuiu para aliviar parte das pressões inflacionárias.

Soma-se a esse cenário o início da temporada de resultados corporativos, com grandes bancos apresentando números robustos, o que reforça a percepção de resiliência da economia americana, ainda que em meio a um conjunto crescente de riscos no horizonte.

No campo macroeconômico, os dados de inflação trouxeram sinais mistos. Embora o índice de preços ao produtor (PPI) tenha surpreendido positivamente no dado cheio, sugerindo alguma desaceleração, a composição do indicador revelou pressões ainda persistentes, especialmente no setor de serviços.

Essa leitura qualitativa aponta para um processo desinflacionário mais gradual e menos linear do que o desejado, ainda distante de uma convergência tranquila para a meta. Como consequência, as expectativas de política monetária permanecem mais restritivas por um período prolongado, com a retomada do ciclo de cortes de juros sendo postergado, enquanto os investidores acompanham atentamente novos sinais vindos do Federal Reserve, como o Livro Bege e os discursos de seus dirigentes.

· 02:37 — Nova rodada de negociações

A perspectiva de uma nova rodada de negociações entre Estados Unidos e Irã tem contribuído para sustentar um viés mais construtivo nos mercados, mesmo em meio a um ambiente ainda marcado por tensões relevantes.

Declarações de Donald Trump indicando possível avanço diplomático no curto prazo ajudaram a ancorar parte do otimismo dos investidores. Ainda assim, o cenário permanece cercado de incertezas, sobretudo em função do impasse no Estreito de Ormuz, que continua pressionando o fornecimento global de energia.

Em paralelo, iniciativas como a reabertura de canais de diálogo entre Israel e Líbano sinalizam uma tentativa mais ampla de contenção do conflito, embora o processo siga frágil, sujeito a retrocessos e sem uma solução definitiva no horizonte.

Sob a ótica dos mercados, predomina, ao menos por ora, uma postura de otimismo. Após semanas de volatilidade elevada, os principais índices globais conseguiram recuperar as perdas iniciais associadas ao conflito, refletindo a percepção de que uma escalada mais severa pode ser evitada.

Ainda assim, trata-se de um equilíbrio delicado: o desfecho das negociações permanece incerto, e fatores como eventuais restrições prolongadas no fluxo de petróleo têm potencial para alterar rapidamente o cenário. Em síntese, os investidores seguem apostando em uma solução negociada, mas mantêm um nível elevado de atenção diante da possibilidade de novos choques no curto prazo.

· 03:24 — Atritos com Sua Santidade

A primeira viagem oficial do Papa Leão XIV à África, que a princípio se desenhava como uma agenda apenas religiosa, passou a carregar implicações políticas mais amplas após as críticas públicas de Trump às posições do pontífice sobre o conflito no Oriente Médio.

O episódio acrescentou uma camada adicional de tensão a uma visita que já era, por si só, historicamente relevante. Isso porque o cronograma inclui países de peso estratégico, como a Argélia, que busca ampliar sua projeção econômica e diplomática, especialmente em um contexto de crescente importância energética, ao mesmo tempo em que o Vaticano procura aprofundar sua presença em um continente que concentra um dos ritmos mais acelerados de crescimento da população católica.

Ao mesmo tempo, o episódio ajudou a revelar uma mudança no perfil público do próprio Papa. Antes percebido como uma figura mais reservada, Leão XIV passou a adotar um discurso mais assertivo contra a guerra e contra os excessos do poder, o que o colocou em rota de atrito com o presidente americano.

Esse embate ganha contornos ainda mais sensíveis ao atingir uma base relevante dentro dos próprios Estados Unidos, especialmente entre eleitores católicos (o catolicismo tem crescido nos EUA e chamado a atenção da Igreja). Em um ambiente político já polarizado, esse tipo de tensão tende a gerar ruído adicional, com potencial de impactar a percepção de parte do eleitorado às vésperas das eleições de meio de mandato.

· 04:11 — Revisando o crescimento

As reuniões do FMI trouxeram um tom mais cauteloso para a leitura da economia global. O Fundo revisou a projeção de crescimento para 3,1%, incorporando os efeitos do conflito no Oriente Médio, sobretudo por meio da alta dos custos de energia e da piora na confiança. Mesmo no cenário-base, a expectativa já é de desaceleração, acompanhada de uma inflação global mais pressionada. Caso o petróleo permaneça em patamares elevados por mais tempo, os riscos aumentam de forma relevante, e, em cenários mais adversos, o mundo pode se aproximar de uma recessão.

Nesse contexto, o Brasil surge como uma exceção relativamente positiva no curto prazo, com revisão da projeção de crescimento para 1,9%, favorecido principalmente pela alta das commodities. Ainda assim, esse quadro não elimina as limitações impostas por um ambiente internacional mais frágil, que tende a restringir um avanço mais robusto da atividade.

Em outras palavras, o país se beneficia de vetores externos específicos, mas continua parcialmente dependente deles. A diferença é que o Brasil conta hoje com alguns amortecedores importantes, como reservas internacionais elevadas e um regime de câmbio flutuante, que ajudam a absorver choques e tornam a economia relativamente mais resiliente em um cenário global mais instável.

· 05:09 — O devido dimensionamento

A recente divulgação dos números da Starlink ajuda a dimensionar, com maior clareza, o potencial econômico da internet via satélite. Em 2025, a operação gerou US$ 11,4 bilhões em receita e US$ 7,2 bilhões em EBITDA, com uma margem expressiva de 63%, consolidando-se, na prática, como o principal motor de rentabilidade da SpaceX. Em contraste, os demais segmentos da companhia, como o negócio de lançamentos espaciais e as iniciativas em inteligência artificial, ainda apresentam resultados significativamente mais modestos, ou mesmo negativos.

Em outras palavras, o valor estratégico da empresa está cada vez mais concentrado na infraestrutura de conectividade global, um mercado com características de escala, recorrência e alto potencial de crescimento.

É justamente essa assimetria que ajuda a explicar o movimento recente da Amazon, que anunciou a aquisição da Globalstar por US$ 11,6 bilhões, em uma investida clara para acelerar sua entrada nesse segmento. Mais do que um movimento isolado, essa decisão reflete uma tendência mais ampla no setor de tecnologia: grandes plataformas, antes concentradas em nichos bem definidos, passam a expandir seus modelos de negócio para capturar novas avenidas de crescimento, especialmente em áreas estratégicas como infraestrutura digital, conectividade e dados, mercados que tendem a concentrar valor ao longo do tempo.

Do ponto de vista de investimento, essa dinâmica ganha especial relevância. A entrada da Amazon nesse mercado não apenas valida o potencial econômico da conectividade via satélite, como também reforça sua estratégia de longo prazo baseada na expansão de seu ecossistema e na captura de oportunidades estruturais. Nesse contexto, as BDRs de Amazon (AMZO34) se destacam como uma ferramenta eficiente de diversificação internacional, oferecendo ao investidor exposição a uma companhia com forte capacidade de execução, liderança tecnológica e posicionamento privilegiado em tendências que devem moldar o crescimento global nos próximos anos.

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Memecoins ‘vão virar pó’? Entenda opinião de especialista e como se posicionar com estratégia nesse mercado

14 de Abril de 2026, 16:29

As memecoins são encaradas como uma classe um pouco “controversa” dentro do universo das criptomoedas. Isso acontece porque esses ativos, baseados em piadas da internet (os chamados memes), não possuem os fundamentos clássicos e as utilidades das criptos tradicionais, como bitcoin (BTC) e ethereum (ETH).

Segundo Heloisa Mendonça, especialista em ativos digitais da Empiricus Research, há exemplos dessas moedas associadas à imagem de figuras como Trump ou até mesmo de animais, que conseguiram reunir grupos bastante expressivos ao seu redor.

Um dos exemplos citados, a Dogecoin (DOGE) residia no top 10 de maior valor de mercado entre as principais criptomoedas no momento que esta matéria era escrita, na manhã de terça-feira (14).

“Em contrapartida, a gente também tem milhares que eventualmente vão virar pó”, salienta Mendonça.

Por que investir em memecoins pode ser atrativo?

Heloisa Mendonça, que acumula 6 anos de experiência analisando os criptoativos e entendendo a forma de operar nesse mercado, aponta que as memecoins tendem a ter um comportamento extremamente volátil e um risco elevado. Apesar disso, ainda vale a pena investir, dentro de certos parâmetros:

“São ativos que fazem sentido ter uma pequena exposição dentro do seu portfólio de cripto, se você tiver um perfil mais sofisticado, para gerar uma assimetria de mercado”, comenta.

Ela inclusive comenta como, através da estratégia para investir em criptomoedas, uma automação foi desenvolvida pela equipe da Empiricus Research com foco exclusivo nesse mercado.

O nosso objetivo é conseguir capturar essa assimetria. Nosso principal direcionamento para os clientes é justamente sobre o gerenciamento de risco. Tudo tem um risco. Então, se você quiser buscar uma assimetria muito grande no portfólio, você precisa tomar um pouco mais de risco, mas sempre respeitando o seu perfil de tolerância”, explica Mendonça.

Além disso, na visão dos especialistas da casa, investir em memecoins é como uma “conta de engenheiro”.

Eu não julgo as memecoins. A maioria deve ir para zero, mas dá para ganhar dinheiro se entender como o preço se movimenta. É esse o ponto. A gente olha para os números, entende como que o fluxo se comporta e vê a probabilidade de ganhar dinheiro com os ativos”, comenta o especialista de criptomoedas da Empiricus, Valter Rebelo.

Como Mendonça e Rebelo destacam, o mercado das memecoins tem um potencial de trazer lucros bem valiosos – se o investidor souber quando e em quais ativos investir. Essa detecção, entretanto, não é uma tarefa fácil, ainda mais considerando o cenário de conflitos geopolíticos que abala diversas camadas da economia.

Por isso, em um mercado que funciona 24 horas por dia como o de criptomoedas, às vezes as oportunidades vão surgir em horários que podem ser inconvenientes – no meio da madrugada, ou durante o horário de trabalho, por exemplo.

Para os investidores que estão em busca de lucros no mercado cripto, mas não dispõem de tempo hábil para acompanhar o mercado e identificar a hora de investir, a automação que Heloísa Mendonça mencionou pode propor uma solução – mais detalhes sobre ela são apresentados a seguir.

Conheça o Memebot Flash Million: automação com foco no primeiro milhão com criptomoedas

O Memebot Flash Million é uma ferramenta alimentada com algoritmos desenvolvidos pelos experts da Empiricus. De forma totalmente automatizada, o robô “trabalha” buscando oportunidades de retornos de até R$ 1 milhão aos seus usuários no mercado cripto, em um período de 12 meses.

Focada nas memecoins, com a automação, o investidor está diante de dois fatores que favoráveis:

  • Chances de valorizações explosivas, de até 30.000%, por exemplo;
  • Menores preços a mercado, permitindo que o investidor possa começar com aportes financeiros de menor valor.

A cada 7 dias, o Memebot seleciona a operação mais promissora da vez, e trata de realizá-la de forma automática. Da parte do investidor, basta apenas entrar com os aportes financeiros e “dar o aceite” na ferramenta.

Vale lembrar que essa poderá ser uma chance única de buscar retornos:

  • A partir de oportunidades identificadas com conhecimento profissional;
  • Com aportes financeiros iniciais relativamente baixos, a partir de R$ 3.500;
  • Sem precisar dedicar tempo e estudos às operações financeiras;
  • 24 horas por dia, independentemente do cenário geral de mercado.

E se você deseja saber mais sobre como o Memebot Flash Million pode funcionar na sua rotina, está convidado a conhecer a ferramenta no próximo dia 22 de abril.

22 de abril: reserve sua vaga no lançamento do Memebot Flash Million

Para quem ficou interessado, no dia 22 de abril, investidores poderão ter acesso a essa ferramenta inovadora que pode gerar ganhos de até 30.000%.

Na data, o time da Empiricus vai sediar um evento online e gratuito, no qual a ferramenta será apresentada com mais detalhes sobre o sistema que já entregou lucros para milhares de brasileiros.

Se você está ouvindo falar da ferramenta pela primeira vez, já pode colocar seu nome na lista prioritária para os acessos que serão liberados a partir do dia do evento.

É só clicar no botão abaixo e seguir as instruções:

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Cyrela (CYRE3): prévia do 1T26 reflete desaceleração em lançamentos e vendas em cenário pressionado; ainda dá para investir?

14 de Abril de 2026, 10:14

A Cyrela (CYRE3) divulgou, nesta segunda-feira (13), a prévia operacional referente ao 1T26, com desaceleração no ritmo de lançamentos e vendas, conforme esperado.

No período, os lançamentos totalizaram R$ 2,4 bilhões em Valor Geral de Vendas (VGV), sendo R$ 1,75 bilhão na participação da companhia (%CBR ex-permuta). O volume representa uma retração de 50% em relação ao 1T25 e de 46% frente ao trimestre anterior.

Cyrela faz 12 lançamentos no trimestre

Ao todo, foram lançados 12 empreendimentos no trimestre, com participação média de 73%, levemente inferior aos períodos comparativos recentes.

Apesar do volume significativo de projetos de alto padrão, a distribuição demonstra elevada participação nas faixas 2 e 3 do Minha Casa Minha Vida (MCMV), na ordem de 40% do VGV lançado.

As vendas líquidas contratadas atingiram R$ 2,94 bilhões, leve queda de 3% em relação ao 1T25 e de 12% frente ao 4T25. Considerando apenas a participação da companhia (%CBR ex-permuta), as vendas somaram R$ 2,16 bilhões, com crescimento de 2% na comparação anual.

Em termos de composição, 54% das vendas vieram de unidades em construção, 37% de lançamentos e 9% de estoque pronto.

A métrica de Vendas Sobre Oferta (VSO) foi de 16% no período, majoritariamente sustentada pelos projetos do segmento econômico. O indicador ficou em 45,8% na janela de 12 meses, abaixo do patamar observado no 1T25 (52,6%) e praticamente estável em relação ao 4T25 (45,2%). Já a VSO de lançamentos foi de 45% no trimestre, evidenciando boa absorção dos novos projetos.

Ambiente desafiador para construtoras

Em um contexto de menor volume de lançamentos no trimestre, a retração já era esperada, refletindo uma base comparativa mais elevada e um ambiente mais desafiador no segmento de média e alta renda — inclusive, há um sinal amarelo para o volume de estoque disponível na cidade de São Paulo.

Ainda assim, a Cyrela segue apresentando indicadores operacionais saudáveis, com vendas resilientes e boa velocidade de absorção no segmento econômico. Negociando a um múltiplo P/B de aproximadamente 1 vez para 2026, as ações CYRE3 permanecem entre as recomendações da Empiricus.

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Mercado hoje: Ibovespa perto dos 200 mil pontos, dólar em baixa, indefinição no Oriente Médio e mais

14 de Abril de 2026, 10:03

Os mercados globais iniciaram a semana fortemente influenciados pelo cenário geopolítico, com o fracasso inicial das negociações entre Estados Unidos e Irã e a implementação do bloqueio no Estreito de Ormuz elevando os riscos sobre o fluxo global de energia e pressionando os preços do petróleo.

Ainda assim, a rápida retomada das conversas e as sinalizações de disposição para um acordo ajudaram a melhorar o sentimento dos investidores, permitindo um recuo do petróleo para abaixo de US$ 100 por barril e impulsionando as bolsas ao redor do mundo, com ganhos relevantes na Ásia, na Europa e nos futuros americanos. Nesse contexto, o mercado passou a tratar o conflito como potencialmente contido, ainda que os testes à efetividade do bloqueio e o nível elevado de tensão mantenham o cenário sensível.

· 00:59 — Depois da quarta máxima seguida

Por aqui, o mercado segue impulsionado por uma combinação de fatores favoráveis, ainda que não isenta de nuances importantes. O Ibovespa renovou, pela quarta sessão consecutiva, sua máxima de fechamento, superando o patamar dos 198 mil pontos, em um movimento amplamente sustentado pelo fluxo estrangeiro, que continua direcionando recursos para o Brasil.

Esse pano de fundo também se reflete no câmbio: em meio a um dólar globalmente mais fraco, após um período de fortalecimento em março, preços elevados de petróleo, diferencial de juros ainda bastante atrativo e a crescente discussão em torno de um possível rali eleitoral, que ganha contornos mais firmes, a moeda americana recuou para o menor nível desde março de 2024.

Na agenda, o dia traz a divulgação de dados de serviços e o envio do PLDO de 2027, que deve confirmar a meta de superávit primário de 0,5% do PIB.

Ainda assim, o ambiente político adiciona uma camada relevante de incerteza ao cenário. A recente deterioração da popularidade do presidente Lula, evidenciada pela pesquisa Datafolha divulgada no fim de semana, reacende o debate sobre o cenário eleitoral e seus possíveis desdobramentos para os ativos (chance da eleição de um projeto pró-mercado).

Esse quadro tende a se tornar ainda mais sensível caso a inflação continue pressionada, como já sugerem as revisões altistas recentes do Boletim Focus para o IPCA. As iniciativas em discussão pelo governo, como medidas voltadas à redução do endividamento das famílias e o fim da escala 6 por 1, surgem como tentativas de recomposição de apoio, mas, ao menos por ora, seu potencial de impacto sobre a percepção do eleitorado e, consequentemente, sobre o cenário político mais amplo, parece limitado. Os sinais do rali eleitoral começam a ganhar força no horizonte…

  • Memebot Flash Million’: ferramenta monitora criptomoedas 24 horas por dia em busca das melhores oportunidades de lucros; clique para conhecer

· 01:43 — Sinais de oportunidade

Os mercados americanos vêm demonstrando resiliência mesmo diante do choque geopolítico recente. Apesar do impacto inicial provocado pelo bloqueio no Estreito de Ormuz, o mercado rapidamente passou a olhar além do conflito, em linha com um comportamento já relativamente comum em episódios desse tipo, como comentamos aqui: a reação inicial costuma ser mais aguda, mas, na ausência de uma deterioração mais profunda e duradoura, os preços tendem a se recompor com rapidez.

Nesse caso, a melhora do sentimento também foi favorecida pelo recuo das expectativas de inflação de curto prazo, com a taxa implícita de dois anos caindo para algo próximo de 2,94%, ante 3,38% anteriormente, enquanto as expectativas de longo prazo permaneceram relativamente estáveis, ao redor de 2,34%.

Em termos práticos, isso sugere que o mercado continua atribuindo ao Federal Reserve capacidade de manter a inflação sob controle, mesmo em um ambiente ainda cercado por ruídos geopolíticos. Não por acaso, o S&P 500 já recuperou integralmente as perdas registradas desde o início do conflito, reforçando a leitura de que, até aqui, o choque tem sido tratado mais como um evento de curto prazo do que como uma ruptura estrutural do cenário.

Na agenda, o foco dos investidores se divide entre a divulgação do PPI de março, o início da temporada de balanços do primeiro trimestre de 2026 e as falas de dirigentes do Federal Reserve, que podem ajudar a calibrar melhor as perspectivas para juros e atividade. Nesse contexto, ganham destaque os resultados de JPMorgan Chase, Wells Fargo, Citigroup e BlackRock, que devem oferecer sinais importantes não apenas sobre o desempenho corporativo, mas também sobre crédito, mercado de capitais e confiança empresarial.

Ao mesmo tempo, chama atenção o comportamento das chamadas ações de crescimento secular, que seguem mais de 20% abaixo de suas máximas após uma compressão relevante de múltiplos. Hoje, esses papéis negociam próximos dos níveis de valuation mais baixos em uma década, apesar de ainda apresentarem crescimento superior à média do mercado. Isso sugere uma assimetria mais interessante à frente, sobretudo se o pano de fundo de juros se tornar menos adverso. Ainda assim, trata-se de uma oportunidade que exige seletividade.

· 02:38 — A maior disrupção da história

Os mercados reagiram de forma relativamente positiva aos desdobramentos recentes no Oriente Médio, mesmo diante da escalada provocada pelo bloqueio naval dos Estados Unidos no Estreito de Ormuz, uma medida que eleva de maneira relevante o risco de interrupções no fluxo global de energia.

Isso porque, apesar do aumento da tensão, marcado por ameaças mútuas entre EUA e Irã e por episódios que colocam à prova a efetividade do bloqueio, os investidores passaram a concentrar sua atenção nas sinalizações de retomada do diálogo, com discussões em andamento para uma nova rodada de negociações antes do término do cessar-fogo temporário.

Esse viés mais construtivo contribuiu para uma melhora no sentimento dos mercados, refletida no recuo do petróleo para abaixo de US$ 100 por barril, na recuperação das bolsas globais e no alívio observado tanto no dólar quanto nas curvas de juros.

Ainda assim, o pano de fundo permanece bastante sensível e exige cautela. Dados recentes indicam que os ataques à infraestrutura e as restrições no Estreito de Ormuz já resultaram em uma perda de aproximadamente 10,1 milhões de barris por dia na oferta global, a maior disrupção já registrada, com o fluxo na região tendo recuado de mais de 20 milhões de barris por dia em fevereiro para cerca de 3,8 milhões no início de abril.

Além disso, a projeção de excedente global de petróleo para 2026 foi significativamente revisada, passando de 2,46 milhões para apenas 410 mil barris por dia, o que evidencia um mercado estruturalmente mais apertado. Nesse contexto, a normalização do fluxo por Ormuz permanece como variável central para aliviar as pressões sobre preços e atividade, mantendo os mercados em um equilíbrio delicado entre o risco de nova escalada e a expectativa de avanço diplomático, dinâmica que tende a sustentar níveis elevados de volatilidade no curto prazo.

· 03:26 — Na outra frente do conflito

Líbano e Israel iniciam negociações diretas pela primeira vez em décadas, em um movimento historicamente relevante, mas que já nasce cercado por obstáculos. De um lado, o Líbano defende que qualquer avanço nas conversas passe, antes de tudo, por um cessar-fogo.

De outro, Israel mantém como exigência central o desarmamento do Hezbollah. O impasse se torna ainda mais delicado porque o grupo, apoiado pelo Irã e ainda com capacidade militar ativa, rejeita por completo qualquer entendimento construído nessas negociações, mesmo em meio ao aumento da pressão que vem sofrendo tanto no campo militar quanto no ambiente político interno libanês.

Nesse contexto, o cenário permanece marcado por elevada incerteza. Persistem riscos relevantes tanto de escalada militar quanto de desestabilização política dentro do próprio Líbano, enquanto eventuais caminhos de acomodação, como uma redução do apoio iraniano ao Hezbollah, ainda parecem pouco prováveis no curto prazo.

Ao mesmo tempo, Donald Trump tenta avançar na frente diplomática, embora enfrente pressões domésticas e mantenha um discurso por vezes ambíguo, o que reforça a percepção de um ambiente geopolítico fragmentado, com baixa convergência entre os atores envolvidos e resolução ainda difícil no horizonte mais próximo.

· 04:17 — Encontros de Primavera

As Reuniões de Primavera do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional começaram em Washington sob a influência direta da guerra no Irã, que volta a pressionar os custos de energia e torna ainda mais complexas as projeções para inflação e crescimento global.

Nesse ambiente, os debates tendem a se concentrar em temas centrais como dívida soberana, mobilização de capital privado e os efeitos da inteligência artificial sobre produtividade e desigualdade, sempre com um desafio de fundo cada vez mais evidente: como gerar empregos em escala em um mundo mais endividado, mais fragmentado e mais sujeito a rupturas geopolíticas.

Soma-se a isso a crescente preocupação com a escassez de água, que deixa de ser tratada apenas como uma questão de infraestrutura e passa a ser vista como um eixo econômico estratégico, com impactos diretos sobre crescimento, segurança alimentar, energia e mercado de trabalho. Nesse tema, o Brasil reúne condições particularmente favoráveis para contribuir de forma relevante no cenário global.

· 05:04 — A Frota Dourada

Os Estados Unidos estão avançando com uma agenda mais assertiva de reindustrialização militar, com planos de expandir de forma relevante sua capacidade naval e reduzir a dependência estratégica em relação à China.

A proposta da chamada “Frota Dourada” contempla o desenvolvimento de uma nova geração de navios de guerra (maiores, mais rápidos e tecnologicamente mais avançados), além da retomada de investimentos em estaleiros e na produção doméstica, como resposta ao atual déficit de embarcações. Mais do que um esforço pontual de modernização, esse movimento sinaliza uma mudança estrutural de postura: trata-se de reconstruir, em escala, a capacidade industrial militar, em um contexto de competição geopolítica crescente e cada vez mais centrada em poder, tecnologia e autonomia estratégica.

Em paralelo, a pressão sobre empresas de defesa para priorizarem investimentos em produção e capacidade instalada, em detrimento da distribuição de capital aos acionistas, reforça a leitura de que o foco passa a ser velocidade, escala e prontidão operacional. Essa combinação de gasto público, direcionamento industrial e senso de urgência aponta para algo mais amplo: o início de uma nova corrida armamentista, inserida em uma dinâmica de “Guerra Fria 2.0”, na qual Estados Unidos e China disputam não apenas influência global, mas também liderança tecnológica e superioridade militar. Nesse ambiente, é razoável esperar a multiplicação de iniciativas semelhantes ao redor do mundo, com impactos relevantes sobre cadeias industriais, inovação e alocação de capital em nível global.

Para o investidor, as implicações desse cenário são diretas. Em um mundo mais instável e marcado por orçamentos militares estruturalmente mais elevados, o setor de defesa tende a deixar de ser apenas uma oportunidade tática e passa a se consolidar como uma tese estrutural de longo prazo.

Nesse contexto, ETFs temáticos focados em aeroespacial e defesa, como os já mencionados Select STOXX Europe Aerospace & Defense (EUAD), o Global X Defense Tech (SHLD) e o First Trust Indxx Aerospace & Defense (MISL), surgem como instrumentos para capturar essa tendência por meio de uma exposição diversificada. No Brasil, o iShares U.S. Aerospace & Defense ETF (BDR: BAER39) cumpre papel semelhante, oferecendo acesso ao tema de forma simples e acessível.

Ainda assim, a disciplina na alocação permanece essencial. Por se tratar de um setor inerentemente volátil e sensível a ciclos políticos e orçamentários, a recomendação é que essas posições sejam dimensionadas de forma equilibrada dentro da carteira — tipicamente entre 1% e 2,5% por ativo, com um limite agregado próximo a 5% para o tema. Essa abordagem permite ao investidor participar do potencial estrutural da tese, ao mesmo tempo em que preserva uma gestão de risco adequada, compatível com a natureza e a volatilidade do setor.

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É hoje: robô quer rastrear lucros de até 4.900% com criptomoedas – mesmo com o mercado em baixa

13 de Abril de 2026, 08:00

O SOROS, ferramenta automática de operações com criptomoedas baseada em estratégia da Empiricus Research, é relançada ao mercado nesta segunda-feira (13) – agora com uma novidade que pode atrair ainda mais os investidores.

Em meio a um cenário de incertezas nos mercados globais, que levou o universo cripto a um período de baixa, a ferramenta foi aprimorada. Nesta nova fase, suas configurações foram ajustadas para buscar retornos que podem chegar a até 500 vezes o valor investido, independentemente da direção do mercado, seja em alta ou em queda.

Investidores que já quiserem reservar seu acesso à nova versão da ferramenta podem deixar seus nomes na lista de espera, clicando aqui.

SOROS quer atuar na alta ou na baixa das criptomoedas, com ‘microciclos’ de oportunidade, segundo especialista

Com os correntes conflitos geopolíticos, a pressão inflacionária e o sentimento de aversão ao risco, os investidores passaram a “evitar” as criptomoedas, o que levou o mercado a um bear market.

Entretanto, para o head de pesquisa em ativos digitais da Empiricus Research, Valter Rebelo, “dentro de um grande ciclo do mercado de ativos digitais, temos microciclos de alta, queda ou neutralidade, geralmente de 30 dias cada”.

Detectar esses microciclos, e quais oportunidades mais se destacam em cada um deles, é uma missão que cabe aos profissionais com experiência na área. Afinal, com toda sua complexidade, não é todo o investidor que consegue interpretar o cenário do criptomercado sozinho.

Foi nessa toada que Rebelo e sua equipe desenvolveram o S.O.R.O.S. (sigla para Sistema Otimizado de Risco, Operações e Sinalização). O robô, lançado em 2025, é classificado atualmente como o principal sistema de identificação de ativos digitais da América Latina.

Pensando justamente em unir a expertise profissional e o interesse de muitos investidores na busca por lucros, Rebelo e seu time trabalharam para reprogramar o robô SOROS de acordo com as novas “marés” do mercado.

A grande virada de chave agora é que, mesmo quando o mercado de criptomoedas estiver “andando de lado” sem tendência clara de alta ou de baixa, a nova configuração do SOROS muda de estratégia. Daí, o robô passa a buscar renda em dólar em caso de tendência de neutralidade nos mercados, sem janelas de oportunidade de lucros explosivos.

Se você quer entender melhor como o SOROS funciona, mas sem assumir compromissos financeiros por enquanto, um evento especial foi preparado para tirar todas essas dúvidas.

Lançamento gratuito e online do SOROS nesta segunda-feira (13); veja como participar

No próximo dia 13 de abril, a partir das 19h, Valter Rebelo e o time de ativos digitais da Empiricus te convidam para um evento online e gratuito, no qual a nova versão do SOROS será apresentada.

Por meio do evento, você poderá tirar suas dúvidas e, se desejar prosseguir, no final, poderá solicitar seu acesso ao sistema. Vale lembrar que a ferramenta opera para identificar as oportunidades mais promissoras de lucros no mercado de criptomoedas, além de oferecer:

  • Análise em tempo real de mais de 300 ativos digitais;
  • Realocação 100% automática, 24 horas por dia;
  • Chances de buscar lucros “fora da curva”;
  • Caixa dolarizado com rendimento em caso de lateralização de tendências.

Se você estiver lendo este texto antes da noite de segunda-feira, ainda pode registrar seu nome na lista de pré-reserva para acessar o SOROS.

Para isso, é só clicar no botão ao final da matéria. Após a inscrição, você receberá mais detalhes sobre a ferramenta e como acessá-la. O registro inicial é gratuito:

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Direcional (DIRR3) reporta prévia do 1T26 ‘sem surpresas’ e com solidez no ritmo de vendas; é hora de investir?

10 de Abril de 2026, 10:19

Na noite de ontem (9), a Direcional (DIRR3) divulgou a prévia dos resultados operacionais do 1T26, com números praticamente em linha com o esperado.

Os lançamentos do trimestre totalizaram um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 1,0 bilhão (R$ 862 milhões na % Direcional), representando crescimento de 12% em relação ao 1T25. O mix seguiu concentrado na marca Direcional (70%), enquanto a Riva respondeu por 30% do volume lançado.

Vendas da Direcional sobem quase 20% na base anual

As vendas líquidas atingiram R$ 1,6 bilhão (R$ 1,4 bilhão na % Companhia), avanço de 19% na comparação anual e de 4% frente ao 4T25, marcando o maior patamar já registrado para um primeiro trimestre. No acumulado de 12 meses, as vendas somam R$ 6,4 bilhões, crescimento de 7% na base anual.

A velocidade de vendas (VSO) foi novamente um destaque, atingindo 24% no trimestre, avanço de 250 bps em relação ao 4T25 e o maior nível já observado para um 1T. O desempenho foi equilibrado entre as duas marcas, com VSO de 24% na Direcional e de 23% na Riva.

O nível de estoque permanece controlado, com VGV total de R$ 5,2 bilhões (R$ 4,3 bilhões na % Direcional), sendo apenas 3% composto por unidades concluídas, o que reforça a qualidade do portfólio e reduz riscos de pressão comercial.

De olho em DIRR3 após prévia do 1T26

No trimestre, a companhia apresentou geração de caixa operacional positiva de R$ 13 milhões, embora o consumo contábil tenha sido de R$ 76 milhões, impactado por efeitos não operacionais ligados à amortização de recebíveis — este pode ser um ponto de monitoramento para a performance do papel no pregão de hoje (10).

De forma geral, a prévia do 1T26 reforça a solidez operacional da Direcional. Os números de lançamentos vieram marginalmente (-4%) inferiores às nossas projeções, mas o ritmo de vendas permanece saudável.

Apesar da recente volatilidade no setor decorrente de mudanças na distribuição de recursos do FGTS, seguimos vendo a companhia bem posicionada para capturar a demanda no segmento econômico, com execução consistente ao longo do ciclo. Negociando a um múltiplo P/L de 7 vezes para 2026, as ações de DIRR3 permanecem entre as recomendações da Empiricus.

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Moura Dubeux (MDNE3): prévia do 1T26 reflete foco em crescimento com oito novos projetos; confira análise

7 de Abril de 2026, 14:19

Nesta segunda-feira (6), a Moura Dubeux (MDNE3) divulgou a prévia operacional do 1T26, com números que reforçam o sólido ciclo de crescimento.

No período, a companhia lançou oito projetos, totalizando aproximadamente R$ 1,3 bilhão em VGV (% MDNE), sendo cerca de 65% no regime de condomínio e 35% em incorporação. No total, o montante é 218% superior à comparação anual.

Vale citar que foram lançados dois projetos da marca Ún1ca, que ingressou como sócia em duas SPEs que integram a joint venture com a Direcional (DIRR3).

As vendas líquidas somaram cerca de R$ 1,02 bilhão no trimestre, aproximadamente 86% acima do 4T25, refletindo o maior volume de lançamentos no período. Um ponto positivo foram os distratos, que totalizaram apenas 4,1%.

Projetos da Moura Dubeux no início de 2026

Em geral, os projetos apresentaram boa absorção, sustentada pela dinâmica positiva de vendas no Nordeste (principal mercado de atuação da companhia), resultando em um VSO de lançamentos de 41,5% no período. No total do trimestre, a VSO foi de 21,4%.

Em relação ao portfólio, a Moura Dubeux manteve a estratégia de expansão do landbank, com novas aquisições ao longo do trimestre, reforçando sua capacidade de crescimento para os próximos ciclos. Com isso, a companhia reportou consumo de caixa de R$ 120 milhões no período, volume superior a estimativa do mercado.

Prévia do 1T26 de MDNE3: acima do esperado

De forma geral, a prévia do 1T26 reforça o momento de crescimento da Moura Dubeux, com lançamentos acima do esperado. De forma geral, os números vieram satisfatórios, mas a queima de caixa e a participação da companhia nos projetos do segmento econômico foram pontos de atenção.

Em nossa visão, a companhia segue bem posicionada para capturar a demanda no Nordeste, além de avançar em novas frentes de crescimento, incluindo projetos voltados ao programa Minha Casa Minha Vida em parceria com a Direcional.

Negociando a um múltiplo P/L de 5 vezes para 2026, as ações de MDNE3 permanecem entre as recomendações da Empiricus.

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Ibovespa hoje: ameaças de Trump ao Irã trazem cautela aos mercados; veja o que esperar desta terça (7)

7 de Abril de 2026, 10:04

Todas as atenções estão voltadas para o prazo final imposto por Donald Trump, que condiciona qualquer acordo à reabertura do Estreito de Ormuz até o fim desta terça-feira, sob a ameaça explícita de ataques à infraestrutura iraniana.

O ultimato eleva o nível de tensão em um momento já delicado, marcado pela continuidade dos confrontos e pela ausência de um desfecho claro nas negociações. Trata-se de mais um prazo autoimposto pelo governo americano, o que reforça a imprevisibilidade do cenário e mantém os investidores diante de múltiplos caminhos possíveis, que vão desde uma eventual descompressão até uma escalada mais ampla do conflito.

Nos mercados, a proximidade desse deadline já se traduz em maior cautela. Embora as negociações sigam em curso, a incerteza ainda predomina, deixando os agentes altamente sensíveis ao fluxo de notícias. Mesmo considerando o histórico recente de adiamento de prazos, o risco de novos danos à infraestrutura, com potencial de prolongar a desorganização do mercado de petróleo, mantém o ambiente pressionado, com os mercados, mais uma vez, operando sob a lógica de esperar por maior clareza.

E os ataques realizados na madrugada de hoje às instalações militares na Ilha de Kharg, um hub logístico crucial para o escoamento de petróleo iraniano que já comentei neste espaço, pouco contribuem para o avanço do diálogo entre as partes e reforçam a aversão ao risco nos mercados nesta manhã de terça-feira.

· 00:52 — Combustível caro, conta fiscal mais cara ainda

No Brasil, seguimos acompanhando de perto o noticiário geopolítico, especialmente em um dia de agenda doméstica mais esvaziada, sendo o principal destaque da semana, do ponto de vista de dados, a divulgação do IPCA de março na sexta-feira.

Nesse contexto, ganha relevância o pacote anunciado pelo governo Lula para mitigar os efeitos da alta dos combustíveis. Trata-se de um conjunto amplo de medidas que combina subsídios e desonerações com o objetivo de conter o repasse inflacionário, incluindo subvenções ao diesel (tanto importado quanto nacional), incentivos ao gás de cozinha e alívio ao setor aéreo, além da oferta de crédito. O custo estimado desse pacote pode chegar superar a marca de R$ 30 bilhões.

A estratégia oficial parte do pressuposto de que esse impacto fiscal será compensado pelo aumento de arrecadação decorrente da própria alta do petróleo, por meio de royalties, impostos e participações especiais, potencialmente somando até R$ 40 bilhões, além de medidas adicionais, como a elevação de tributos sobre cigarros.

Ainda assim, a viabilidade desse equilíbrio levanta questionamentos, especialmente em um contexto de ano eleitoral, no qual há maior propensão à adoção de medidas voltadas ao curto prazo, como forma de conter a queda de popularidade, evidenciada por pesquisas recentes, como a Ipsos-Ipec do final de semana, entre outras. Esse movimento tende a pressionar ainda mais um quadro fiscal já fragilizado, dificultando o cumprimento das metas fiscais. Em última instância, isso eleva o custo do ajuste que se desenha como inevitável nos próximos anos, especialmente a partir de 2027.

· 01:47 — Tentando separar o joio do trigo

Nos Estados Unidos, os mercados iniciaram a semana em alta moderada, apoiados por dados econômicos mais favoráveis, com destaque para o relatório de emprego da última sexta-feira, que veio mais forte do que o esperado (afastando o medo de recessão), mas seguem operando em compasso de espera diante da guerra com o Irã e do prazo estabelecido pelo governo americano para um possível acordo.

O ambiente segue sendo de cauteloso: há algum alívio nos preços, mas os investidores continuam atentos ao risco de mudanças de narrativa. Ao mesmo tempo, o posicionamento em ações se tornou mais leve, refletindo a redução recente de exposição, embora ainda sem sinais de capitulação mais ampla por parte do mercado.

Nesse contexto, a agenda americana da semana ganha importância adicional e deve ajudar a calibrar o humor dos investidores. O foco recai sobre o início da temporada de balanços, os dados de bens duráveis e, sobretudo, a divulgação do índice de inflação (CPI), que tende a ser a primeira leitura mais completa dos efeitos do choque energético recente sobre os preços. Além disso, indicadores de expectativas de inflação e discursos no Federal Reserve entram no radar em um momento no qual o mercado busca responder a uma pergunta central: até que ponto a economia americana continua resiliente em meio a um ambiente potencialmente inflacionário?

· 02:31 — Negociação aos 45 do segundo tempo

O presidente Donald Trump intensificou a pressão sobre o Irã ao condicionar qualquer acordo à reabertura do Estreito de Ormuz dentro de um prazo definido, elevando o tom das ameaças e mencionando a possibilidade de ataques à infraestrutura crítica do país se não houver algum acordo até a noite de hoje.

Apesar de indicar que as negociações avançam, as exigências permanecem rígidas, enquanto o Irã demonstra resistência a propostas temporárias e mantém suas ações militares na região. Em paralelo, a Organização das Nações Unidas alertou para o risco de violação do direito internacional diante de eventuais ataques a alvos civis, ao mesmo tempo em que busca viabilizar uma resolução mais branda no Conselho de Segurança para garantir a navegação na região, ainda sujeita a possíveis vetos de países como Rússia e China.

Nos mercados, esse ambiente se traduz em uma combinação de tensão e incerteza. O petróleo voltou a subir ontem em meio à volatilidade, enquanto as bolsas perderam fôlego diante da proximidade do prazo imposto e da ausência de maior clareza sobre um desfecho. Ainda assim, a continuidade das negociações, mediadas por países como Egito, Paquistão, Turquia e Omã, sustenta a expectativa de um eventual cessar-fogo, ainda que temporário, o que ajuda a evitar movimentos mais abruptos nos ativos. Em síntese, o cenário segue instável, com os mercados oscilando entre a perspectiva de avanço diplomático e o risco concreto de uma nova escalada do conflito.

· 03:26 — Problemas com crédito

Em sua carta anual aos acionistas, Jamie Dimon destacou um conjunto de riscos relevantes para a economia global, que vão desde tensões geopolíticas até inflação persistente, passando por fragilidades no mercado de crédito privado e limitações no arcabouço regulatório.

Na sua avaliação, a inflação pode se consolidar como o principal desafio do ano caso desacelere de forma mais lenta do que o esperado, pressionando tanto as taxas de juros quanto o preço dos ativos. Ao mesmo tempo, ele chama atenção para uma mudança de comportamento dos investidores, que começam a retirar recursos do crédito privado, uma classe de ativos estruturalmente menos líquida, o que já gera sinais de estresse e dinâmicas que, ainda que incipientes, lembram movimentos típicos de corrida por liquidez, como já discutimos por aqui.

Apesar desse pano de fundo mais desafiador, o crédito privado, ao menos por ora, não configura um risco sistêmico, sobretudo em função de seu tamanho relativamente menor quando comparado a outros mercados.

Ainda assim, vale o alerta para a deterioração gradual dos padrões de concessão de crédito, o que pode amplificar perdas em um eventual ciclo adverso. Episódios recentes envolvendo a Blue Owl Capital ilustram bem esse momento mais sensível, com queda expressiva das ações e restrições a resgates diante do aumento da demanda por liquidez. Em síntese, o cenário não aponta para uma crise iminente, mas revela um ambiente mais frágil, em que a combinação de menor liquidez, ajustes estruturais e riscos macroeconômicos exige uma postura mais atenta e criteriosa por parte dos investidores.

· 04:13 — Preocupação eleitoral

Os republicanos conquistaram em 2024 o controle simultâneo da Casa Branca e do Congresso, o que lhes permitiu avançar de forma mais coordenada em sua agenda política. Esse cenário, no entanto, pode começar a se reverter já nas eleições de meio de mandato de 2026. As projeções atuais apontam para uma probabilidade elevada de os democratas retomarem o controle da Câmara dos Representantes, dado que necessitam de um número relativamente pequeno de cadeiras e contam com vantagem nas pesquisas, além de um histórico que favorece o partido fora do poder nesses ciclos eleitorais.

Mesmo considerando possíveis ajustes distritais que possam suavizar perdas republicanas, o cenário-base ainda sugere uma mudança de controle na Câmara, ainda que com alguma margem para variações ao longo da campanha.

Por outro lado, o Senado apresenta uma dinâmica distinta, com os republicanos em posição mais confortável para preservar a maioria. Isso se deve ao fato de que a maior parte das cadeiras em disputa está localizada em estados tradicionalmente conservadores, restando poucos casos efetivamente competitivos.

Nesse contexto, o desfecho mais provável é o de um Congresso dividido, com democratas controlando a Câmara e republicanos mantendo o Senado. Esse arranjo tende a exigir maior grau de negociação bipartidária para a aprovação de medidas legislativas e pode intensificar disputas institucionais, especialmente caso o Executivo busque ampliar sua margem de atuação sobre o orçamento (já muito apertado). Como resultado, o ambiente político-fiscal nos Estados Unidos tende a se tornar mais complexo, com potenciais implicações para a previsibilidade das políticas públicas nos próximos anos.

· 05:07 — Um orçamento de trilhão

Os gastos militares globais seguem em trajetória de expansão, refletindo um ambiente geopolítico progressivamente mais tensionado. A China, por exemplo, multiplicou seu orçamento de defesa por 13 vezes nas últimas três décadas e continua elevando seus investimentos, enquanto o Oriente Médio ampliou seus gastos para cerca de 4,3% do PIB, movimento impulsionado sobretudo por Israel após os ataques de 2023.

Na Europa, países liderados pela Alemanha aceleram seus orçamentos em ritmo recorde, em resposta tanto às tensões com a Rússia quanto à menor previsibilidade do apoio americano. Esse processo não ocorre de forma isolada: outras economias relevantes, como a Índia, também avançam em seus programas militares, reforçando uma tendência global clara de rearmamento e modernização das forças de defesa.

Ainda assim, nenhum país se aproxima da escala dos Estados Unidos. Em 2025, Washington destinou cerca de US$ 921 bilhões à defesa, praticamente o equivalente à soma dos 14 maiores orçamentos seguintes, e já sinalizou a intenção de elevar esse montante para US$ 1,5 trilhão em 2027, um salto de 44% que, se aprovado, representará o maior nível de gasto militar da história moderna.

Esses recursos devem ser direcionados à recomposição de estoques, expansão da frota naval e desenvolvimento de sistemas avançados, como a chamada “Cúpula Dourada” de defesa antimísseis, além de potencialmente se somarem a outros US$ 200 bilhões relacionados ao conflito com o Irã. Em síntese, embora o rearmamento seja um fenômeno global, os EUA seguem operando em uma liga própria, consolidando sua liderança absoluta em capacidade militar e investimento em defesa.

Para o investidor, a implicação desse cenário é relativamente direta. Em um mundo mais instável e marcado por orçamentos militares estruturalmente mais elevados, o setor de defesa deixa de ser apenas uma oportunidade cíclica e passa a se afirmar como uma tese estrutural de longo prazo.

Nesse contexto, ETFs temáticos focados em aeroespacial e defesa, como o Select STOXX Europe Aerospace & Defense (EUAD), o Global X Defense Tech (SHLD) e o First Trust Indxx Aerospace & Defense (MISL), surgem como instrumentos eficientes para capturar essa tendência por meio de uma exposição diversificada.

No Brasil, o iShares U.S. Aerospace & Defense ETF (BDR: BAER39) cumpre papel semelhante, oferecendo acesso a esse tema de forma simples e acessível. Ainda assim, a disciplina na alocação permanece fundamental: posições individuais entre 1% e 2,5% da carteira, com limite agregado próximo a 5% para o tema, ajudam a equilibrar o potencial de retorno com uma gestão de risco adequada, respeitando tanto o caráter estrutural da tese quanto a volatilidade inerente ao setor.

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Quer investir na nova corrida espacial? Após lançamento da missão Artemis II à Lua, analista aponta ETF que reúne empresas ligadas ao setor

2 de Abril de 2026, 15:08

A missão Artemis II, da NASA, foi lançada com sucesso na última quinta-feira (1), levando quatro astronautas em uma jornada de 10 dias ao redor da Lua. Trata-se do primeiro voo tripulado em direção ao satélite em mais de 50 anos e, mais do que isso, um sinal de que novas operações tão ou mais complexas podem acontecer nos próximos anos.

Nesta missão, os tripulantes não descerão na Lua – no entanto, a NASA programa que isso ocorra na missão Artemis VI, prevista para 2028.

Para o analista Matheus Spiess, da Empiricus, além do avanço científico, o movimento reforça o potencial de crescimento do setor espacial como um todo.

“A intensificação das missões, o desenvolvimento de novas tecnologias e a ampliação da infraestrutura fora da Terra tendem a impulsionar oportunidades para empresas ligadas à exploração espacial, telecomunicações e soluções orbitais”, começa.

Para ele, “trata-se não apenas de um feito histórico, mas de um vetor relevante de investimento em uma indústria que ganha escala e relevância estratégia no cenário global”.

Nesse sentido, os investidores que querem se expor à tese e “participar” da nova corrida espacial podem encontrar alguns produtos para isso. Como exemplo, o Spiess cita o ETF ARK Space Exploration & Innovation (ARKX).

O ETF reúne “empresas expostas à exploração espacial, à infraestrutura orbital e a tecnologias adjacentes de inovação”, explica o analista.

Vale destacar que o ARKX não está listado na bolsa brasileira e, por isso, é necessário que o investidor tenha que abrir uma conta internacional (caso ainda não tenha) para realizar o aporte.

Na janela de 12 meses, o desempenho do ETF é animador: o fundo sobe 65% desde 1º de abril de 2025. Em 2026, no entanto, o ARKX negocia perto da estabilidade.

Mesmo com o bom retorno recente, o analista recomenda cautela no investimento. Teses temáticas, como é o caso, podem apresentar movimentos intensos no curto prazo. Por isso, não é indicado que o investidor aloque grande parte do patrimônio nesse tipo de ativo. “Tipicamente, entre 1% e 2,5% da carteira, com teto em torno de 5%”, alerta o analista.

Com esse percentual, é possível “capturar o potencial desse mercado sem comprometer a diversificação e o equilíbrio do portfólio”, conclui Spiess.

Empiricus+: mais de cem recomendações da Empiricus no modelo “streaming”

Agora você conhece a indicação do analista para se expor à temática da nova corrida espacial, mas não precisa parar por aqui.

Isso porque a Empiricus lançou o Empiricus+, uma assinatura no modelo “streaming” em que, com apenas um acesso, você pode explorar mais de cem recomendações de investimentos dos analistas da casa.

São carteiras de ações, dividendos, fundos imobiliários, fundos de investimentos, inteligência artificial, renda fixa e muito mais, por um preço acessível:

  • 12x de R$ 14,90 no plano anual; ou
  • R$ 19,90 no plano mensal, cancelável a qualquer momento.

Quer saber mais sobre o Empiricus+? É simples, clique neste link ou no botão abaixo:

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BVX: ‘termômetro do medo’ do bitcoin indica janela de oportunidades para buscar multiplicações de até 50x com criptomoedas

1 de Abril de 2026, 10:00

O BVX (Bitcoin Volatility Index), conhecido como o “termômetro do medo” do mercado cripto, voltou à casa dos 55 pontos. O patamar indica que o mercado projeta uma fase de maior volatilidade para o bitcoin nos próximos dias.

Esse movimento não acontece por acaso. O cenário macroeconômico global segue pressionado, com o conflito no Oriente Médio se estendendo por mais de 30 dias e ampliando as incertezas sobre os rumos dos juros nas principais economias. Trata-se de um ambiente que tende a aumentar a turbulência e a aversão ao risco, inclusive no mercado cripto.

Para muitos investidores, um cenário mais volátil no bitcoin pode ser um alerta para ficar de fora do mercado. Mas, para o sistema Soros esse ambiente é um “prato cheio” para buscar oportunidade de ganhos expressivos com o potencial de multiplicar o investimento por até 50x.

SOROS: CONHEÇA A FERRAMENTA PARA BUSCAR MULTIPLICAÇÕES DE ATÉ 50 VEZES

Como o Soros usa a volatilidade apontada no BVX?

O BVX é um índice que mede a volatilidade esperada do bitcoin com base no comportamento dos contratos de opções de bitcoin e micro bitcoin, negociados na CME (Chicago Mercantile Exchange).

Ele funciona de forma semelhante ao VIX (CBOE Volatility Index) no mercado tradicional, e em termos simples, mostra quanto se espera que o preço do bitcoin oscile nos próximos períodos.

O índice trabalha com uma pontuação que vai de 0 a 100, numa escala crescente da volatilidade. Assim, quando esse índice ultrapassa a região dos 50 pontos — como agora, na casa dos 55 —, o sinal é claro: o mercado entrou em um regime de maior intensidade de movimentos.

Historicamente, esse tipo de patamar está associado a momentos em que o preço do bitcoin passa por oscilações mais amplas, abrindo espaço para distorções, mas também oportunidades.

E é justamente aqui que entra o Soros (sigla para Sistema Otimizado de Risco, Operações e Sinalização). Essa ferramenta foi desenhada para atuar na volatilidade do mercado de criptomoedas.

Desenvolvido com os parâmetros estabelecidos pelo head do departamento de criptomoedas da Empiricus Research, Valter Rebelo, o sistema Soros opera tanto na alta, quanto na queda. “O que importa para o Soros é o preço está mexendo”, explica o especialista.

Foi assim que, na primeira versão da ferramenta, em apenas 60 dias de operação, o Soros foi capas de entregar os seguintes retornos:
  • R$ 46 mil de lucro (US$ 8.300);
  • R$ 35 mil de lucro (US$ 6.400);
  • R$ 30 mil de lucro (US$ 5.500);
  • R$ 29 mil de lucro (US$ 5.200).
Fonte: Bitget. Período de junho e julho de 2025. Usuários preservados.

É claro que, retornos passados não garantem retornos futuros. Contudo, com o BVX indicando níveis elevados de volatilidade, o cenário atual volta a se alinhar com aquilo que historicamente favorece estratégias voltadas para explorar movimentos de curto prazo no mercado cripto.

Pensando nisso, Rebelo fez alguns ajustes no Soros e, no dia 13 de abril, irá lançar uma nova versão programada para buscar multiplicações de até 50x.

SOROS: SAIBA COMO BUSCAR LUCROS NA ALTA, NA BAIXA E COM O MERCADO ‘PARADO’

Soros Sem Parar: conheça a nova versão da ferramenta que busca lucros com a volatilidade das criptomoedas

O Soros é hoje um dos sistemas mais avançados de identificação de oportunidades em ativos digitais da América Latina. Na versão anterior, o método-base por trás da ferramenta foi capaz de mapear criptomoedas que registraram valorizações superiores a 30.000% em questão de meses.

O funcionamento do SOROS é estruturado em dois pilares. O primeiro é um algoritmo que analisa centenas de criptomoedas simultaneamente, cruzando dados de volatilidade, liquidez e sinais de mercado para identificar ativos com maior probabilidade de gerar lucro no curto prazo.

O segundo é um robô que executa automaticamente as operações. Ele replica as recomendações para os usuários sem interferência emocional, um fator decisivo em momentos de maior tensão de mercado.

Contudo, a nova versão do Soros trouxe algumas novidades que o tornam ainda mais robusto e pronto para capturar oportunidades nos mais diferentes momentos do mercado.

A primeira grande atualização é o funcionamento contínuo, 24 horas por dia, 7 dias por semana. Isso significa que o sistema não depende mais de horários específicos para agir. Se surgir uma oportunidade às 3h da manhã de um domingo, o Soros pode montar a posição automaticamente.

Em um mercado que nunca fecha isso pode fazer toda a diferença. Valter Rebelo explica que, com essa nova dinâmica, a ferramenta amplia sua capacidade de capturar movimentos extremos, tanto de alta quanto de queda.

E é justamente essa característica que abre espaço para um potencial de multiplicação que pode chegar a até 50 vezes o capital investido.

Colocando em reais:
  • R$ 1.000 podem se transformar em R$ 50 mil
  • R$ 2 mil podem virar R$ 100 mil
  • R$ 20 mil podem alcançar até R$ 1 milhão

Além disso, a nova versão do sistema traz uma segunda frente estratégica que é a possibilidade de renda em dólar. Rebelo explica que, essa funcionalidade é para os momentos de menor intensidade de mercado.

“É o cenário que eu menos gosto [mercado cripto parado]. Mas mesmo nessa pior hipótese, o novo Soros vai buscar te pagar um rendimento gordo em dólar”.

A partir do dia 13 de abril, a equipe de criptomoedas da Empiricus Research vai liberar novos acessos a versão atual do Soros. Você pode participar desse evento de forma gratuita.

Participe do lançamento do Soros Sem Parar e saiba como buscar multiplicações de até 50x

No dia 13 de abril, Valter Rebelo fará um evento online e gratuito para apresentar as novidades do Soros. Além de explicar mais detalhes sobre como esta ferramenta pode ser capaz de gerar lucros na alta, na baixa e na lateralização do mercado de criptomoedas, ele irá liberar novos acessos ao sistema.

Como se trata de um mercado altamente volátil e que a entrada de muitos investidores em um mesmo ativo pode causar movimentos bruscos nos preços, os logins serão liberados por ordem de chegada.

Então, se você quer saber mais sobre o Soros e quer ter a chance de conseguir um dos acessos ao Soros, entre na lista de interessados:

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Ibovespa hoje: imprevisibilidade de Trump, Caged e dados fiscais do setor público entre os destaques desta terça (31)

31 de Março de 2026, 09:57

A guerra entre Estados Unidos e Irã segue marcada por elevada incerteza e mudanças frequentes de direção, com o presidente Donald Trump alternando entre uma retórica mais agressiva, com ameaças de intensificação do conflito, e sinais de possível desengajamento, inclusive admitindo encerrar a campanha militar mesmo sem a reabertura completa do Estreito de Ormuz.

Esse vai-e-volta contribui para um ambiente de baixa visibilidade, no qual decisões estratégicas parecem ser constantemente revisadas, enquanto episódios pontuais, como ataques a embarcações na região, continuam adicionando tensão ao cenário. Ao mesmo tempo, o fluxo de petróleo permanece restrito, com acordos bilaterais garantindo o abastecimento de alguns países, o que mantém a oferta global pressionada e sensível a novos desdobramentos. O mercado segue, portanto, refém do fluxo de manchetes.

· 00:54 — Uma trajetória contida

No Brasil, iniciamos a semana com um comportamento não homogêneo dos ativos, marcado pela alta da bolsa e pela depreciação do real, em um ambiente no qual os investidores permanecem fortemente atentos ao noticiário externo e ainda assimilam as revisões altistas de inflação no Boletim Focus.

Esse conjunto de fatores tem pressionado, sobretudo, setores mais sensíveis ao ciclo doméstico, como aqueles ligados ao consumo e com maior alavancagem operacional, que tendem a sofrer mais em momentos de aversão a risco.

Além disso, a aceleração do IGP-M em março e a comunicação recente do Banco Central também contribuíram para o tom mais cauteloso dos mercados. Em evento realizado na segunda-feira, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, reconheceu a existência de espaço para cortes de juros, mas adotou uma postura mais conservadora do que a precificada anteriormente, quando o mercado chegou a projetar uma sequência de reduções de 50 pontos-base. Esse cenário não está descartado no médio prazo, mas, por ora, a leitura mais provável é de um ciclo mais gradual, com cortes de 25 pontos-base, ao menos até que o ambiente externo se estabilize e os dados domésticos apresentem maior acomodação.

No campo dos indicadores, a agenda segue relevante. Hoje, a divulgação do Caged deve apontar a criação líquida de aproximadamente 269 mil vagas formais em fevereiro, sugerindo retomada das contratações após os ajustes típicos de fim de ano.

Dados mais fortes tendem a reduzir o espaço para cortes adicionais de juros, enquanto números mais fracos reforçariam a continuidade do ciclo de afrouxamento. Em paralelo, os dados fiscais do setor público consolidado devem indicar um déficit próximo de R$ 22 bilhões no mês, com a dívida bruta atingindo cerca de 78,9% do PIB, numa trajetória que permanece preocupante e reforça a percepção de que um ajuste fiscal será inevitável a partir do próximo ciclo político, independentemente do resultado eleitoral.

No curto prazo, contudo, o governo também lida com os efeitos da guerra sobre sua popularidade, uma vez que o choque de energia tende a se traduzir em preços mais elevados ao consumidor. Esse impacto ocorre em um momento já delicado, em que o comprometimento da renda das famílias com dívidas voltou a níveis elevados, em cerca de 29,3% em janeiro, o maior patamar da série histórica, sinalizando um quadro mais desafiador para o consumo e, consequentemente, para a condução da política econômica em pleno ano eleitoral.

  • LEIA TAMBÉM: Na alta ou na baixa das criptomoedas, novo robô SOROS trabalha em busca de retornos de até 4.900%; conheça

· 01:49 — O peso dos dados

Como elucidei ontem, a semana, embora mais curta por conta do feriado, concentra uma agenda relevante nos Estados Unidos, com destaque para o relatório de emprego (payroll) na sexta-feira, além dos dados do setor privado (ADP) e de indicadores de atividade, como ISM e PMIs, ao longo dos próximos dias.

Esses números serão fundamentais para avaliar o ritmo da economia americana e, sobretudo, para calibrar as expectativas em relação à trajetória dos juros. Em um ambiente global mais incerto, cada divulgação passa a ter peso redobrado, já que pode alterar rapidamente a percepção dos investidores sobre o crescimento, a inflação e a política monetária.

Nesse contexto, a fala de Jerome Powell ontem ganhou importância adicional. O presidente do Federal Reserve sinalizou ao mercado que o cenário inflacionário segue, por ora, sob controle, ajudando a aliviar parte da tensão e afastando, neste momento, a necessidade de uma nova alta de juros. Ainda assim, o desafio permanece delicado: de um lado, a inflação segue pressionada, especialmente pela alta recente do petróleo; de outro, começam a surgir sinais de desaceleração da atividade. O medo de estagflação está presente.

Além disso, o próprio mercado já vem promovendo um aperto nas condições financeiras, com juros longos mais elevados, maior aversão a risco e aumento do prêmio exigido pelos investidores; o que, na prática, já produz um efeito contracionista relevante, mesmo sem novas ações do Fed. Por isso, a agenda desta semana segue como um dos principais guias para os mercados no curto prazo.

· 02:32 — Escalada e desescalada

A guerra entre Estados Unidos e Irã segue em trajetória de intensificação e passa a incorporar novas camadas de risco com a possível entrada mais ativa dos houthis, no Iêmen, como comentei ontem, ampliando a tensão para além do Golfo Pérsico e alcançando também rotas estratégicas no Mar Vermelho.

Ao mesmo tempo, o presidente Trump eleva o tom ao ameaçar atingir diretamente a infraestrutura energética iraniana caso não haja um acordo para a reabertura do Estreito de Ormuz. Esse conjunto de fatores aumenta de forma relevante o risco de interrupções na oferta global de energia, com impactos diretos sobre os preços e sobre a dinâmica da economia mundial, especialmente em um contexto em que o conflito já entra em seu segundo mês sem sinais claros de resolução.

Ainda assim, começam a surgir sinais de possível distensão. Donald Trump pode, em tese, declarar uma “vitória” de forma relativamente rápida e redirecionar sua atuação, priorizando a normalização das rotas comerciais. O ponto central, contudo, é que os mercados seguem, em grande medida, reféns do humor do presidente americano, que tem se mostrado volátil, o que naturalmente se traduz em um prêmio de risco mais elevado para os ativos. Ou seja, mesmo em um cenário de eventual normalização, a tendência é que a tranquilidade não seja plena, com a incerteza geopolítica permanecendo incorporada aos preços.

· 03:27 — Contradições

A chamada “Terceira Guerra do Golfo” pode ser interpretada como a continuidade de uma sequência de intervenções dos Estados Unidos na região, iniciada em 1991 e aprofundada em 2003, que ao longo do tempo evoluiu de uma atuação mais coordenada com aliados para posturas progressivamente mais unilaterais e, por vezes, menos ancoradas em consensos internacionais.

Cada um desses episódios acabou criando, direta ou indiretamente, as condições para o conflito seguinte, culminando no atual cenário envolvendo o Irã, num ambiente que amplia a instabilidade global, pressiona a credibilidade americana e não aponta, ao menos por ora, para vencedores claros. Esse encadeamento levanta questionamentos sobre os limites dessa estratégia e sobre a relação entre custos crescentes e retornos incertos.

Ao mesmo tempo, decisões recentes ajudam a ilustrar a complexidade — e, em certa medida, as inconsistências — da política externa americana. A autorização para a passagem de um petroleiro russo com destino a Cuba, por exemplo, mesmo após restrições impostas anteriormente a outras origens, sugere uma atuação mais pragmática e seletiva, possivelmente orientada por circunstâncias específicas.

Ainda assim, esse tipo de movimento reforça a percepção de um ambiente internacional mais fragmentado, no qual regras parecem menos previsíveis e decisões estratégicas passam a ser tomadas de forma mais reativa, contribuindo para um cenário global mais incerto e difícil de interpretar, inclusive para os mercados.

· 04:11 — Ordenamento internacional

O avanço das negociações entre Canadá e Mercosul ilustra um movimento mais amplo de reorganização do comércio global, no qual países buscam reduzir dependências e ampliar suas alternativas em um ambiente fragmentado.

Após anos de paralisação, o acordo ganhou novo impulso diante das tensões comerciais com os Estados Unidos, refletindo uma estratégia de diversificação por parte de grandes blocos econômicos. Nesse contexto, iniciativas como essa deixam de ser apenas acordos regionais e passam a representar uma tentativa deliberada de reconfigurar fluxos comerciais, diluindo riscos geopolíticos e criando novas rotas de integração econômica.

Essa mesma lógica aparece no acordo do Japão com a australiana Lynas para fornecimento de terras raras, bem como nas discussões envolvendo a União Europeia sobre minerais críticos. O objetivo é claro: reduzir a dependência em cadeias estratégicas e garantir maior oferta, mesmo que isso implique maior coordenação entre governos e intervenção nos preços. Em conjunto, esses movimentos evidenciam uma nova fase do ordenamento internacional, na qual eficiência cede espaço à segurança: players globais passam a estruturar suas cadeias produtivas com foco em diversificação e autonomia, ainda que a um custo potencialmente mais elevado.

· 05:06 — Atualizando o programa

A recente atualização do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) trouxe mudanças relevantes que tendem a fortalecer o setor de construção civil, especialmente no segmento de habitação popular. O governo elevou os limites de renda em todas as faixas, ampliou o valor máximo dos imóveis, com destaque para as faixas intermediárias, e reforçou o volume de subsídios, além de abrir espaço, no futuro, para um uso mais amplo dos recursos do Fundo Social.

Na prática, essas medidas ampliam o universo de famílias elegíveis ao financiamento habitacional e aumentam seu poder de compra, o que contribui para sustentar (e potencialmente expandir) a demanda por imóveis. Para o setor, o impacto é direto: mais compradores potenciais e maior visibilidade para a manutenção, ou até aceleração, do ritmo de lançamentos.

Embora parte dessas mudanças já fosse antecipada pelo mercado, a revisão reforça uma leitura construtiva para as construtoras, especialmente aquelas com maior exposição aos segmentos de baixa e média renda, que tendem a capturar de forma mais imediata esse aumento de demanda.

Nesse contexto, empresas bem posicionadas nessas faixas devem se beneficiar tanto do crescimento das vendas quanto de uma dinâmica operacional mais favorável ao longo dos próximos trimestres. É justamente nesse ponto que a Direcional Engenharia se destaca: com forte presença no segmento e histórico consistente de execução, a companhia reúne atributos importantes para capturar esse novo ciclo de expansão, sustentando uma tese atrativa e com bom potencial de geração de valor para o investidor. Por isso, sigo gostando de DIRR3 como uma forma eficiente de complementar a exposição em ações no Brasil.

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YouTube pode ‘dominar a nova mídia’? Veja como ficam as ações da GOGL34 na carteira internacional

30 de Março de 2026, 16:17

A produção de programas de entretenimento e outros tipos de conteúdo de mídia está cada vez mais pulverizada entre diferentes canais e afastando-se dos estúdios tradicionais de Hollywood.  

Diante do movimento, empresas do segmento buscam se posicionar para não ficarem para trás nas oportunidades, conforme analisa o macroeconomista da Empiricus Research, Matheus Spiess.

“A convergência entre tecnologia e entretenimento reposicionou o centro de gravidade do setor, colocando as plataformas digitais como protagonistas – e o YouTube, da Alphabet (GOGL34), é hoje o exemplo mais claro dessa transformação”, comenta.

Como o YouTube mudou sua proposta de conteúdo para alcançar trilhões de espectadores?

Em 2006, o Google comprou o YouTube pelo que na época parecia um valor justo para a plataforma de vídeos.

Fonte: Google Search

Desde a aquisição, a plataforma deixou de ser um repositório de vídeos para se tornar um dos maiores motores globais de conteúdo, com vertentes em música, podcasts e televisão. Além disso, a plataforma acumula trilhões de visualizações anuais, tornando-a um meio disputado entre informação e marketing.

“O fato de sua receita já superar a de conglomerados tradicionais, como a Disney (DISB34), ilustra de forma inequívoca a mudança estrutural em curso na forma como conteúdo é produzido, distribuído e monetizado”, comenta o analista.

Entretanto, além do volume de vídeos veiculados, o analista ressalta que o diferencial competitivo do YouTube está no modelo híbrido. Isto é, “a combinação de publicidade e assinaturas, em um ecossistema baseado em criadores, altamente adaptável e com forte capacidade de engajamento”, afirma.

Dessa forma, Spiess defende que o modelo tende a ser diretamente beneficiado pelos avanços em inteligência artificial (IA) que ampliam tanto a produção quanto a personalização e monetização do conteúdo.

Estimativas de mercado atuais sugerem que o YouTube por si só poderia ser avaliado em centenas de bilhões de dólares. Ou seja, um valor substancialmente maior do que aquele negociado em 2026. “O montante poderia até mesmo superar o valor agregado dos principais estúdios tradicionais”, compara o analista.

Diante deste grande potencial de valorização detectado, Spiess mantém a visão construtiva para a tese da Alphabet, especialmente por três fatores:

  • O investidor acessa um ativo com vantagens competitivas relevantes;
  • A ação está exposta a tendências estruturais de longo prazo; e
  • Tem elevada capacidade de geração de valor em um setor em plena transformação.

Junto com Spiess, as análises de empresas internacionais e nacionais são feitas pela equipe de analistas da Empiricus Research. Diariamente, eles aprofundam nas minúcias de cada setor, a fim de elaborar boas teses de investimento conectando perspectivas micro e macroeconômicas. Conheça mais sobre o trabalho da análise a seguir.

Carteiras de especialistas da Empiricus já renderam 539%

Através de análises independentes e carteiras recomendadas com relatórios de qualidade e de fácil leitura, a Empiricus construiu a sua reputação de maior casa de análise independente do Brasil. Atualmente, a casa conta com cerca de 13 especialistas, que assim como Matheus Spiess, estão sempre atentos às melhores oportunidades de investimento nos mais diferentes setores.

São carteiras de ações, fundos de investimento, renda fixa, trading, além de estratégias que combinam as classes de ativos.

Nos últimos anos, investidores que acompanharam os portfólios da casa tiveram a oportunidade de seguir ideias de investimento que multiplicaram por até 5 vezes o valor aplicado. Veja só alguns exemplos:

  • Palavra do Estrategista, carteira de ações focado em valorização dos papéis: mais de 491,49% de retorno desde a criação em 03/09/2015.
  • Microcap Alert, concentrada em companhias de baixa capitalização: mais de 539,39% de valorização, desde a criação em 01/08/14;
  • Vacas Leiteiras, portfólio focado em dividendos: valorização de 486,13%, desde o lançamento em 07/02/14.

Além disso, a própria Alphabet está recomendada em um dos portfólios internacionais da casa (B3: GOGL34) e desde a sua recomendação já trouxe um retorno de 94,21%.

É claro que retornos passados não garantem lucros futuros. Mas uma das características mais fortes da Empiricus é o “skin in the game”. Isso significa que os analistas da casa só fazem recomendações que eles mesmos colocariam o próprio dinheiro.

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Não é só o petróleo: investimentos no setor de defesa estão em alta com escalada nas tensões geopolíticas; vale apostar na tese?

26 de Março de 2026, 15:01

O mundo tem vivido um período de escalada nas tensões geopolíticas. A guerra entre Rússia e Ucrânia e, mais recentemente, no Oriente Médio, são exemplos recentes de conflitos que envolvem grandes potências e deixam a sociedade em alerta.

Além da grave crise humanitária que esses conflitos evidenciam, eles também afetam diretamente a economia global. O preço do petróleo, por exemplo, tem apresentado forte alta desde o início da guerra no Oriente Médio (veja os motivos nesta matéria).

Mas não é só o preço das commodities que tem se movimentado com essa dinâmica: os gastos militares têm escalado consistentemente nos últimos anos, destaca o analista Matheus Spiess, da Empiricus.

“Esse movimento tem beneficiado de forma direta as empresas ligadas ao setor de defesa e, por consequência, seus acionistas”, afirma o analista.

O preço do aumento das tensões geopolíticas

O Global X Defense Tech (SHLD), ETF ligado a empresas do setor, acumula valorização de mais de 10% em 2026, até o fechamento de mercado da última quarta (25).

Para se ter ideia, o S&P 500, índice que abriga as maiores empresas da bolsa dos Estados Unidos, caiu 3,9% no mesmo período. “Trata-se de um reflexo claro da corrida global por rearmamento, tendência estrutural que tenho destacado há alguns anos”, afirma Spiess.

Especialistas estimam que a guerra no Irã, perto de completar 1 mês, custaria aos Estados Unidos mais de US$ 1 bilhão por dia. Na última semana, Trump pediu ao Congresso outros US$ 200 bilhões para sustentar o conflito.

Mas a escalada nos gastos militares não se restringe aos EUA. Desde 2022, a União Europeia aumentou os recursos destinados a este fim em mais de 60%. Já Israel elevou o orçamento de defesa para 144 bilhões de shekels, um aumento de 120% em relação a 2023.

Vale investir no setor de defesa?

Para Spiess, o mundo cada vez mais marcado por tensões geopolíticas persistentes e orçamentos militares mais elevados faz com que o setor de defesa deixe de ser uma aposta tática ou cíclica e passe a se firmar como uma tese estrutural de longo prazo.

“Nesse contexto, ETFs temáticos com foco em aeroespacial e defesa despontam como instrumentos eficientes para capturar essa tendência estrutural por meio de uma exposição diversificada ao setor”, avalia o analista.

Para os investidores que desejam se expor a essa tese, o analista recomenda o iShares U.S. Aerospace & Defense ETF (BDR: BAER39).

“Ainda assim, convém preservar disciplina na alocação. Posições individuais entre 1% e 2,5% da carteira, com um limite agregado ao redor de 5% para a classe de ativos temáticos, ajudam a equilibrar o potencial de retorno com uma gestão de risco mais adequada, respeitando não apenas o caráter estrutural da tese, mas também a volatilidade inerente a esse tipo de investimento”, completa o analista.

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Ibovespa hoje: Irã rejeita proposta de cessar-fogo dos EUA, prévia da inflação no Brasil e mais destaques desta quinta (26)

26 de Março de 2026, 10:00

A proposta de cessar-fogo apresentada pelos Estados Unidos ao Irã foi formalmente rejeitada por Teerã, que respondeu com um conjunto próprio de exigências, incluindo reparações, garantias contra novos ataques e maior controle sobre o Estreito de Ormuz, deixando clara a distância ainda relevante entre as posições das duas partes.

Ainda assim, a Casa Branca mantém o discurso de que as negociações seguem em andamento, com esforços diplomáticos em curso, ainda que de forma indireta e com baixa transparência. Nesse ambiente, os mercados permanecem extremamente sensíveis ao fluxo de notícias, alternando entre momentos de alívio e cautela.

· 00:56 — Um mercado se destacando

No Brasil, o mercado concentra atenções na prévia da inflação de março, que capturou apenas as primeiras semanas do conflito no Oriente Médio e, portanto, ainda não reflete integralmente um eventual choque de preços, especialmente via energia.

Paralelamente, segue a leitura do Relatório de Política Monetária, que detalha a condução dos juros pelo Banco Central. Nesse contexto, ganha importância a fala de Gabriel Galípolo na coletiva que acompanha o relatório, que tende a manter um tom cauteloso, reforçando que o ritmo de cortes da Selic permanece condicionado à evolução do cenário externo, em especial ao comportamento do petróleo, e à dinâmica inflacionária doméstica.

Com as incertezas ainda elevadas e os efeitos da guerra apenas começando a aparecer nos dados, a barra para acelerar o ciclo de cortes segue alta, deixando a política monetária dependente dos próximos desdobramentos. Ainda assim, como indicado na ata mais recente, cortes adicionais permanecem possíveis, inclusive uma eventual aceleração, desde que haja uma normalização mais clara do ambiente global nas próximas semanas.

No campo fiscal e político, o governo busca medidas para mitigar os impactos econômicos do choque externo, em um momento em que a popularidade já mostra sinais de desgaste. A divulgação do Relatório da Dívida Pública deve reforçar as limitações impostas por um orçamento mais apertado, evidenciando o reduzido espaço de manobra.

Ao mesmo tempo, o cenário eleitoral começa a ganhar contornos mais relevantes, com o avanço de candidaturas alternativas podendo reorganizar o espectro político e influenciar a disputa de 2026. Como disse ontem, Flávio Bolsonaro ganhou muita tração e já aparece na frente do Lula. Nesse contexto, uma eventual candidatura do PSD com um nome como Ronaldo Caiado pode contribuir para reposicionar Flávio Bolsonaro em direção a um perfil mais moderado, movimento que tende a ser decisivo na disputa pelos votos de centro. Ao ocupar um espaço mais à direita no espectro político, Caiado acabaria, de forma quase contraintuitiva, ampliando o campo para que Flávio adote uma postura mais equilibrada e palatável a esse eleitorado.

Nesse ambiente, chama atenção o fato de que, mesmo diante de elevada aversão ao risco global, os ativos brasileiros seguem apresentando desempenho relativamente melhor do que outros emergentes. Com valuations ainda descontados, espaço para cortes de juros e a possibilidade de um ciclo eleitoral mais favorável à frente, o Brasil continua atraindo capital estrangeiro e pode sustentar um cenário construtivo para os mercados, sobretudo à medida que as incertezas externas se dissipem.

· 01:41 — Outra referência

Apesar de o conflito no Oriente Médio seguir no centro das atenções, o mercado americano continua sendo o principal eixo de referência para os investidores, com o S&P 500 operando dentro de uma faixa relativamente estreita há meses.

Esse comportamento reflete um equilíbrio delicado entre, de um lado, os riscos geopolíticos e, de outro, fundamentos domésticos que seguem relativamente resilientes. Ontem, os principais índices voltaram a subir, impulsionados pela queda inicial do petróleo e pela expectativa de algum avanço nas negociações com o Irã, embora parte desse movimento tenha perdido força ao longo do dia. O bom desempenho das small caps também reforça a leitura de que há um otimismo cauteloso no mercado, sustentado pela percepção de que os Estados Unidos continuam buscando uma saída negociada para o conflito, mesmo diante da rejeição formal inicial por parte de Teerã.

Do lado macroeconômico, a agenda americana permanece relativamente leve, mas ainda assim oferece sinais relevantes. Os pedidos de seguro-desemprego seguem estáveis, sugerindo um mercado de trabalho ainda sólido, sem sinais mais evidentes de deterioração no curto prazo. Esse pano de fundo ajuda a dar alguma sustentação aos ativos, mesmo em meio à volatilidade vinda do exterior. Ainda assim, o comportamento do petróleo e os desdobramentos envolvendo o Estreito de Ormuz continuam sendo as variáveis mais sensíveis para os mercados neste momento. Sem maior clareza sobre esses dois pontos, a tendência é que os ativos americanos continuem oscilando dentro de um intervalo relativamente limitado, reagindo mais ao fluxo de notícias do que a mudanças mais estruturais de cenário.

· 02:39 — Ainda sem solução

O conflito no Oriente Médio segue sem uma solução clara, com o Irã rejeitando a proposta de cessar-fogo dos Estados Unidos, como disse ser mais provável dado o tom agressivo das americanas, e apresentando suas próprias condições, como garantias contra novos ataques, reparações e maior controle sobre o Estreito de Ormuz, enquanto Washington mantém uma postura firme ao condicionar qualquer acordo ao desmonte do programa nuclear iraniano.

Provavelmente, estamos vendo aquela típica estratégia de negociação do Trump, em que ele pede tudo para chegar em um meio do caminho que seja minimamente razoável para ambas as partes. Apesar desse impasse, as negociações continuam ocorrendo de forma indireta, e os mercados têm oscilado entre momentos de alívio e cautela, refletindo a percepção de que um acordo ainda é possível, mas cercado de baixa visibilidade e incerteza.

Ao mesmo tempo, o ambiente permanece particularmente delicado, já que nenhum dos lados demonstra disposição para concessões relevantes no curto prazo. Mais conversas podem ocorrer hoje. O Irã tem sinalizado preferência por outros interlocutores nas negociações, evitando nomes como Jared Kushner e Steve Witkoff, que são percebidos em Teerã como excessivamente alinhados a Israel e à Arábia Saudita.

Nesse contexto, figuras como JD Vance ou Marco Rubio tendem a ser vistas como alternativas potencialmente mais aceitáveis. Uma eventual escalada do conflito poderia gerar impactos significativos sobre a infraestrutura energética global, ampliando os riscos de uma crise de energia e de uma inflação mais persistente. Nesse contexto, os ativos seguem altamente dependentes do fluxo de notícias.

· 03:28 — Problemas mais estruturais

A guerra no Oriente Médio já começa a produzir efeitos mais concretos sobre a economia global. A redução das exportações sauditas para a Ásia, em meio às disrupções no Estreito de Ormuz, ajuda a encarecer custos, restringe a oferta de energia e amplia a percepção de que o choque deixou de ser apenas geopolítico para começar a contaminar a economia real.

Ainda assim, parte do mercado parece seguir subestimando a persistência desse movimento. Grandes gestores globais já alertam que os impactos sobre crescimento e inflação podem se estender mesmo que os combates cessem no curto prazo, com risco de petróleo em níveis significativamente mais altos e aumento da probabilidade de desaceleração mais forte, especialmente nos Estados Unidos (vide o novo artigo do Niall Ferguson na Free Press).

Ao mesmo tempo, o alívio recente observado nos mercados, após sinais mais moderados vindos de Donald Trump, parece ter bases frágeis. Não houve, até aqui, qualquer mudança estrutural no conflito: os ataques continuam, as negociações seguem travadas e as condições exigidas por ambos os lados permanecem amplamente incompatíveis. Além disso, o risco de escalada militar continua presente, o que mantém o ambiente global em estado de elevada instabilidade.

· 04:17 — Foco em data centers

Os Estados Unidos atingiram um marco relevante ao passar a investir mais na construção de data centers do que em escritórios, um reflexo direto da crescente demanda por infraestrutura digital, impulsionada principalmente pela inteligência artificial e pela expansão das grandes empresas de tecnologia.

Esse movimento sinaliza uma mudança estrutural importante na alocação de capital da economia, com a infraestrutura tecnológica ganhando protagonismo frente aos modelos tradicionais de ocupação corporativa. Apesar de alguns gargalos do lado da oferta, como a demora na obtenção de licenças e restrições nas cadeias de suprimentos, a demanda permanece robusta, com grandes contratos sendo firmados e empresas de tecnologia buscando garantir capacidade de longo prazo.

Assim, os custos de construção também têm avançado, o que acaba beneficiando diretamente o setor no mercado de ações, que vem se destacando como um dos ganhadores desse novo ciclo de capex.

· 05:02 — Pensando na inflação e na inevitabilidade de um ajuste fiscal

O quadro fiscal brasileiro entrou em uma trajetória claramente delicada, marcada por um crescimento das despesas em ritmo superior à capacidade de expansão da economia, o que mantém o desequilíbrio estrutural praticamente intacto e exige a manutenção de juros reais elevados para conter a inflação e atrair financiamento.

Ainda que tenha havido alguma melhora recente no resultado primário, ela foi impulsionada sobretudo pelo aumento de arrecadação, via impostos e receitas pontuais, e não por um controle efetivo dos gastos. Ao mesmo tempo, o déficit nominal elevado e a trajetória ascendente da dívida reforçam a percepção de risco, pressionando os juros de longo prazo e alimentando um ciclo difícil de interromper.

Nesse contexto, a conclusão é pouco controversa: algum grau de ajuste fiscal será necessário nos próximos anos, especialmente a partir de 2027, para restabelecer a sustentabilidade das contas públicas e abrir espaço para uma queda estrutural dos juros.

A experiência recente mostra que períodos de maior disciplina fiscal foram capazes de produzir, em um intervalo relativamente curto, inflação mais baixa, redução relevante das taxas de juros e valorização expressiva dos ativos. O desafio, agora, é que esse processo tende a ocorrer em um ambiente mais complexo, marcado por incertezas políticas e pelo avanço do calendário eleitoral, o que naturalmente eleva a volatilidade ao longo do caminho. E tem a chance de uma agenda minimamente mais reformista, fiscalista e pró-mercado ser eleita. Seja como for, mesmo se isso não ocorrer, existe uma certa inevitabilidade de algum ajuste fiscal.

Diante desse pano de fundo, os títulos indexados à inflação passam a desempenhar um papel particularmente interessante nas carteiras. Em um cenário adverso, de ausência de ajuste, funcionam como proteção ao preservar o poder de compra diante de uma inflação mais elevada. Por outro lado, em um cenário construtivo, de avanço no ajuste fiscal, tendem a capturar ganhos relevantes com a queda dos juros reais, especialmente os papéis mais longos, que apresentam maior sensibilidade a esse movimento. Trata-se, portanto, de uma classe de ativos que combina proteção e potencial de valorização, ainda que acompanhada de volatilidade no curto prazo.

É justamente nesse contexto que se insere o AREA11. O ETF oferece uma forma eficiente de acessar títulos públicos indexados à inflação (NTN-Bs), combinando proteção inflacionária com geração de renda mensal, por meio da conversão dos cupons semestrais em pagamentos recorrentes. Sua carteira, concentrada em papéis de maior prazo e retorno, possui duration elevada, o que amplia o potencial de valorização em ciclos de fechamento da curva de juros reais, ainda que, por outro lado, implique maior sensibilidade a oscilações no curto prazo. Por isso, não se trata de um instrumento de caixa ou de perfil conservador, mas sim de uma alocação estratégica.

Com baixo custo, boa liquidez, estrutura robusta e eficiência tributária, o AREA11 se posiciona como uma alternativa interessante para o investidor que busca combinar geração de renda com ganho real no longo prazo. Ao mesmo tempo, permite expressar uma visão macroeconômica de forma direta e acessível, ao oferecer exposição a uma das variáveis mais relevantes da renda fixa brasileira: a trajetória dos juros reais.

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MCMV: novo teto de renda traz gás para Direcional (DIRR3) e outras ações do setor

25 de Março de 2026, 10:22

Nesta terça-feira, o Conselho do FGTS aprovou uma nova rodada de ajustes no programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), com aumento dos limites de renda em todas as faixas, além da elevação do teto dos imóveis nas Faixas 3 e 4.

Em resumo, os limites de renda foram elevados para R$ 3.200 na Faixa 1 do Minha Casa Minha Vida (+12%), R$ 5.000 na Faixa 2 (+6%), R$ 9.600 na Faixa 3 (+12%) e R$ 13.000 na Faixa 4 (+8%). O valor máximo dos imóveis foi ampliado para até R$ 400 mil na Faixa 3 (+14%) e até R$ 600 mil na Faixa 4 (+20%).

Está previsto um aumento de R$ 500 milhões nos subsídios (para cerca de R$ 13 bilhões), além da possibilidade de uso mais amplo do Fundo Social, que poderá financiar também a Faixa 4 a partir do segundo semestre de 2026.

Como mudanças do Minha Casa, Minha Vida podem impactar as vendas de imóveis?

A expectativa é de impacto positivo nas vendas do setor. Com mais famílias elegíveis e maior capacidade de financiamento, a tendência é de continuidade da demanda por imóveis e, consequentemente, as construtoras podem dar andamento ao forte ritmo de lançamentos dos últimos períodos.

De modo geral, as mudanças já eram antecipadas pelo mercado, mas reforçam uma leitura positiva para o setor de habitação popular.

O cenário é favorável para construtoras com maior exposição ao segmento de baixa renda, que se beneficiam diretamente do aumento do público atendido, e para aquelas com atuação nas faixas intermediárias, onde o ganho de poder de compra foi relevante.

Entre as nossas preferências, destacamos o efeito positivo para a Direcional (DIRR3), que está bem posicionada nessas frentes e oferece ponto de entrada interessante após correção recente nas ações.

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Ibovespa hoje: rumores de cessar-fogo no Oriente Médio animam mercados; veja os destaques desta quarta (25)

25 de Março de 2026, 10:00

Os mercados continuam fortemente ancorados na evolução do conflito no Oriente Médio, com notícias recentes sobre um possível cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã, estruturado em um plano rascunhado de 15 pontos, desencadeando uma reação imediata de alívio.

O petróleo chegou a recuar de forma relevante, enquanto os ativos de risco se recuperaram globalmente, evidenciando o quanto qualquer sinal, ainda que preliminar, de desescalada é capaz de alterar rapidamente o humor dos investidores. Ainda assim, o cenário permanece cercado de incertezas, com dúvidas relevantes sobre a viabilidade do acordo e sinais contraditórios por parte do Irã, o que mantém o ambiente volátil e altamente dependente do fluxo de notícias. 

· 00:55 — Vibrações em Brasília

No Brasil, os ativos apresentaram recuperação na sessão de ontem, em linha com sinais marginalmente mais construtivos vindos do Oriente Médio. Também contribuiu a divulgação da ata do Copom, que, embora ainda preserve a possibilidade de novos cortes de juros na próxima reunião, trouxe um tom mais sóbrio em relação ao comunicado da semana anterior, ajudando a endereçar algumas pontas em aberto. O documento reconhece uma leve recuperação da atividade no início de 2026 e mantém atenção à recente elevação das expectativas inflacionárias e ao aumento da incerteza.

Para hoje, a agenda é mais leve, com a divulgação dos índices de confiança do consumidor referentes a março e do fluxo cambial da última semana, enquanto o mercado aguarda, para amanhã, o Relatório de Política Monetária, a coletiva de Gabriel Galípolo e a prévia da inflação.

No campo doméstico, segue no radar a possibilidade de paralisação de caminhoneiros no Porto de Santos, embora a leitura predominante seja de que uma greve de abrangência nacional permanece pouco provável. A mobilização prevista é pontual, com duração de 24 horas, e tem como principal motivação o aumento do preço do diesel, questão tradicional da categoria.

Nesse contexto, o governo apresentou aos Estados uma proposta alternativa para reduzir o custo do diesel importado, por meio de uma subvenção direta de R$ 1,20 por litro, dividida entre União e governadores, com custo estimado em R$ 3 bilhões e validade temporária até o fim de maio. A medida surge diante dos riscos de desabastecimento e da resistência dos Estados em abrir mão da arrecadação via ICMS. Ao mesmo tempo, iniciativas recentes para conter os preços já vêm pressionando a arrecadação federal, enquanto outros setores, como o de aviação, também passam a demandar alívio tributário. A conta só tende a aumentar agora.

Esse conjunto de fatores ajuda a explicar a revisão relevante na projeção fiscal do ano. O governo reduziu a estimativa de superávit primário de R$ 34,9 bilhões para apenas R$ 3,5 bilhões, patamar muito próximo do limite inferior da meta (déficit zero), o que reacende dúvidas sobre o cumprimento efetivo das regras fiscais. Mais uma vez, observa-se uma condução próxima à banda inferior da meta, com risco de descumprimento ou, alternativamente, de ajustes artificiais que preservem o resultado apenas no papel. Para conter o avanço das despesas, pressionadas por benefícios sociais e previdenciários, foi anunciado um bloqueio de R$ 1,6 bilhão no Orçamento.

No campo político, o cenário também começa a ganhar contornos mais desafiadores para o governo. Pesquisas recentes indicam deterioração na avaliação do presidente e maior competitividade da oposição: levantamento da AtlasIntel desta manhã aponta Flávio Bolsonaro numericamente à frente de Luiz Inácio Lula da Silva em um cenário de segundo turno, enquanto dados do PoderData mostram aumento relevante na avaliação negativa do governo.

Esse ambiente, combinado com inflação ainda sensível e o desgaste natural do incumbente, pode influenciar a dinâmica eleitoral nos próximos meses. Não se pode descartar, inclusive, a possibilidade de reconfigurações na corrida presidencial, com a saída do atual presidente do pleito, caso o custo político de uma eventual derrota passe a ser considerado elevado demais, um cenário que, se ganhar tração, pode alterar de forma significativa o equilíbrio político em 2026.

· 01:43 — Para além dos ruídos no Oriente Médio

As ações americanas oscilaram ao longo do pregão de ontem, refletindo um ambiente ainda dominado por incertezas. De um lado, mensagens contraditórias sobre o conflito no Oriente Médio mantiveram os investidores cautelosos; de outro, a alta do petróleo contribuiu para pressionar os principais índices americanos. Esse movimento foi acompanhado por um aumento nas preocupações com o crédito privado, após restrições a resgates em grandes fundos, além de uma nova rodada de fraqueza no setor de tecnologia, especialmente em software. diante do avanço da inteligência artificial e dos receios sobre substituição de determinadas atividades.

No campo macro, os dados mais recentes seguem apontando para uma economia americana ainda resiliente, mas com sinais claros de perda de fôlego. O crescimento permanece positivo, porém mais moderado, enquanto as pressões inflacionárias voltam a ganhar espaço e começam a surgir indícios iniciais de enfraquecimento no mercado de trabalho. Nesse contexto, as projeções de PIB foram revisadas para baixo, passando a indicar uma expansão abaixo do potencial, acompanhada de uma elevação na chance de recessão — que, embora não seja o cenário base, reforça a leitura de um ambiente desafiador, ainda que distante de uma deterioração abrupta.

· 02:39 — Mais um trilhão para a conta

A dívida pública dos Estados Unidos ultrapassou a marca de US$ 39 trilhões em ritmo impressionantemente acelerado, evidenciando um desequilíbrio fiscal cada vez mais relevante em um ambiente no qual as principais rubricas de despesa — como pagamento de juros, gastos com defesa e programas sociais — são, na prática, politicamente difíceis de comprimir.

Com uma parcela expressiva do orçamento funcionando quase no piloto automático e com espaço bastante limitado para cortes mais profundos, o país passa a conviver com desafios estruturais importantes, ligados ao envelhecimento da população, à desaceleração do crescimento e à dificuldade de construir consenso político em torno de reformas mais abrangentes. Nesse contexto, a solução segue distante, e o tema ganha peso crescente na avaliação dos investidores.

O sinal de alerta é ainda mais relevante quando se considera que os sucessivos rebaixamentos da nota de crédito americana já começam a reforçar a percepção de que a trajetória fiscal merece atenção mais cuidadosa. Embora os EUA ainda contem com privilégios institucionais e monetários que nenhuma outra economia possui na mesma escala, o avanço contínuo da dívida tende a produzir efeitos sobre os juros de longo prazo, sobre o comportamento do dólar e, em última instância, sobre a estabilidade financeira global ao longo do tempo. Em outras palavras, não se trata de um problema imediato de solvência, mas de um processo de deterioração que, se mantido por tempo demais, pode cobrar um preço cada vez mais alto.

· 03:24 — Um plano

Apesar das tentativas dos Estados Unidos de avançar com uma proposta de paz, o conflito no Oriente Médio continua intenso, com novos ataques envolvendo Irã, Israel e outros países da região, além de sinais cada vez mais claros de que, no curto prazo, nenhuma das partes parece disposta a fazer concessões relevantes. Um plano de 15 pontos teria sido enviado ao Irã, incluindo restrições ao programa nuclear e a possibilidade de uma trégua temporária, mas o grau de incerteza em torno de sua aceitação permanece elevado, especialmente diante do endurecimento do discurso por parte de Teerã e da continuidade das operações militares conduzidas por Israel.

Ao mesmo tempo, o quadro energético segue se deteriorando. A decisão do Irã de impor taxas para a navegação no Estreito de Ormuz, somada à interrupção de exportações de gás, amplia a pressão sobre os preços de energia e eleva a tensão global. Ainda assim, o mercado continua reagindo de forma imediata a qualquer sinal, mesmo que incipiente, de possível negociação, o que deixa claro o quanto os ativos seguem altamente sensíveis à evolução do conflito. Em outras palavras, o cenário continua em aberto, oscilando entre a possibilidade de alguma descompressão diplomática e o risco de uma escalada mais ampla, com consequências potencialmente mais severas para a economia global.

· 04:16 — Envio de tropas?

Os Estados Unidos estariam supostamente se preparam para ampliar sua presença no Oriente Médio com o envio de cerca de 3 mil soldados da 82ª Divisão Aerotransportada, movimento que pode marcar uma inflexão relevante em um conflito que, até aqui, vinha sendo conduzido majoritariamente por meios aéreos.

Ao mesmo tempo, Donald Trump continua sinalizando a possibilidade de algum tipo de negociação com o Irã, como expliquei anteriormente, mas o grau de incerteza em torno dessas conversas permanece elevado. Em outras palavras, ainda não há clareza sobre os canais efetivos de diálogo, os termos em discussão ou a real disposição das partes para fazer concessões, o que mantém o ambiente bastante instável e dificulta qualquer leitura mais segura sobre um eventual caminho de descompressão.

· 05:02 — Troca de comando

A Disney inicia um novo capítulo com a saída de Bob Iger e a chegada de Josh D’Amaro ao comando, em um momento que ainda combina desafios relevantes com oportunidades importantes. A segunda passagem de Iger não conseguiu reproduzir o desempenho extraordinário de seu primeiro ciclo, com as ações apresentando evolução bastante modesta enquanto o mercado americano avançava de forma significativa. Parte dessa diferença se explica por um ambiente mais adverso, marcado pelos efeitos da pandemia sobre parques e cinemas, pelas mudanças no consumo de mídia e pelos elevados custos associados à construção e expansão da plataforma de streaming. Ainda assim, a companhia encerra esse ciclo em uma posição mais sólida do que pode parecer à primeira vista: a divisão de parques e experiências se consolidou como principal motor de lucro, sustentando a geração de caixa e criando uma base importante para crescimento nos próximos anos.

A partir daqui, o desafio de D’Amaro será equilibrar continuidade e transformação: de um lado, expandir os negócios que vêm entregando resultados consistentes; de outro, reestruturar áreas que perderam dinamismo, como a ESPN, em meio à transição estrutural para o digital. Nesse contexto, a Disney continua sendo uma empresa global, com ativos únicos, marcas extremamente fortes e uma capacidade relevante de monetização ao longo do tempo. Por isso, mesmo após um período mais fraco para as ações, seguimos enxergando valor na tese. As BDRs como DISB34 permanecem como uma forma eficiente de capturar essa potencial recuperação, ao mesmo tempo em que contribuem para a diversificação internacional das carteiras.

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Lollapalooza, Fórmula 1 e Carnaval: quem movimenta mais os hotéis em SP? Analista revela pontos fortes e fracos do setor de hotelaria para investir

24 de Março de 2026, 14:39

Eventos como as competições da Fórmula 1 e o festival Lollapalooza, sediados no Autódromo de Interlagos, conferem a São Paulo (SP) picos relevantes na atividade hoteleira, para além do tradicional público de eventos corporativos.

Na ponta oposta,a capital paulista apresenta uma ocupação mais fraca em feriados prolongados, como no Carnaval, ou períodos sem grandes eventos. Apesar disso, a cidade permanece no posto de principal polo hoteleiro do país, superando o Rio de Janeiro em oferta.

Estes dados são do mais novo “Relatório Educacional do Setor Hoteleiro”, elaborado por analistas de fundos imobiliários (FIIs) da Empiricus e do BTG Pactual.

“O crescimento do PIB tem impulsionado a atividade econômica, refletindo no reaquecimento do consumo e na retomada das atividades corporativas, como viagens a trabalho, eventos e reuniões presenciais”, diz o relatório, assinado por Caio Araujo, da Empiricus, Daniel Marinelli e Matheus Oliveira do BTG.

De acordo com os analistas, esse movimento favorece o setor de hotelaria – e de serviços como um todo – devido à sensibilidadeao ciclo econômico, visto que a demanda depende do nível de atividade e de interações presenciais.

Os analistas também olharam a fundo para o segmento de hotéis e como eles podem ser interessantes na hora de investir. Confira a seguir.

4 pontos o que diferenciam fundos imobiliários de hotéis de outros tipos de FIIs na hora de investir

O segmento de hotéis ainda é pouco explorado dentro do panorama dos fundos imobiliários. Conforme mostra o gráfico abaixo, o segmento atualmente é representado por apenas 3 FIIs e um patrimônio total de cerca de R$ 1 bilhão.

Contudo os analistas acreditam que essa categoria de imóveis pode ganhar espaço entre os FIIs por quatro motivos:

Fonte: Empiricus, BTG, Economatica.

1)     Receita que cresce com a operação do ativo

Um dos fatores relevantes sobre os fundos imobiliários de hotéis é como a receita deles funciona. Enquanto FIIs tradicionais tem uma receita baseada em contratos de aluguel de longo prazo, a categoria hotéis gera receita a partir da sua operação diária. Ou seja, o desempenho financeiro está diretamente ligado à ocupação, às diárias praticadas e à eficiência operacional do ativo, explica o relatório.

2)     Reajuste imediato de preços

Os contratos imobiliários costumam ser reajustados de forma periódica, geralmente uma vez por ano por índices como IPCA ou IGP.

Já nos hotéis, é possível fazer essa atualização diariamente, cobrando o valor dos hóspedes. Essa flexibilidade permite uma resposta mais rápida às condições de mercado, como aumento de demanda ou eventos específicos.

3)     Receita conectada ao ciclo econômico

Por outro lado, essa mesma flexibilidade mencionada acima resulta em uma receita de menor previsibilidade. Ela vai depender do fluxo de hóspedes e da dinâmica de mercado, com maior sensibilidade ao ciclo econômico. O que pode ser um fator positivo nos próximos meses, a depender do rumo da política monetária.

4)     Maior potencial de crescimento ao longo do tempo

Por fim, como as diárias podem ser ajustadas com frequência e a ocupação pode evoluir ao longo do tempo, os hotéis têm maior capacidade de expandir receitas em cenários favoráveis, diferentemente de ativos com contratos mais rígidos. Essa dinâmica operacional pode vir com um maior potencial de crescimento, afirmam os analistas

Hotelaria: tendências, oportunidades e riscos

Além dos 4 pontos trazidos, o relatório também aborda mais temas como:

“De forma geral, o investidor deve ficar atento aos movimentos de mercado, a fim de evitar riscos desnecessários. A posição em empreendimentos consolidados, com diferenciais competitivos e localização estratégica tem potencial de geração de valor ao longo do tempo”, afirmam os analistas.

Este documento, com uma análise aprofundada do setor, faz parte da série Renda Imobiliária, da Empiricus Research. Ele é apenas uma amostra do conteúdo que o investidor da Empiricus acessa diariamente para se manter bem informado em várias camadas do mercado.

Se você se interessou pelo material e gostaria de acessar o relatório da Empiricus e BTG completo, além de muito mais informações de qualidade atreladas ao mercado financeiro para os seus investimentos, o Empricus+ pode ser uma boa solução.

Empiricus+: “streaming” de carteiras que já valorizaram até 539%

O novo serviço estilo “streaming” da Empiricus Research reúne 11 assinaturas da casa de uma só vez. São carteiras de focadas em ações, fundos de investimento, renda fixa, trading, incluindo a série Renda Imobiliária. Além disso, há também estratégias que combinam diferentes classes de ativos.

Entre esses portfólios, alguns já demonstraram valorizações bem interessantes nos últimos anos para os investidores que tiveram a oportunidade de seguir ideias de investimento. Veja alguns exemplos:

  • Palavra do Estrategista, portfólio de ações focado em valorização dos papéis: mais de 491,49% de retorno desde a criação em 03/09/2015.
  • Microcap Alert, carteira focada em empresas de baixa capitalização: mais de 539,39% de valorização, desde a criação em 01/08/14;
  • Vacas Leiteiras, portfólio concentrado em dividendos: valorização de 486,13%, desde o lançamento em 07/02/14.

Vale lembrar que retornos passados não garantem lucros futuros. Mas justamente por confiar na qualidade do seu trabalho, a Empiricus está liberando o acesso ao plano por 7 dias gratuitos, como um teste.

Nesse período, os investidores interessados poderão conhecer a fundo todos os portfólios que a casa tem a oferecer e analisar se é um produto que vale a pena para acompanhar sua jornada de investimentos.

É bom salientar também que, por hora, o Empiricus+ está com dois planos – e preços muito atrativos:

  • Assinatura mensal com o valor de R$ 19,90. Nesse plano, você pode parar a assinatura a qualquer momento; ou
  • Um pacote de assinatura anual por 12x de R$ 14,90, que corresponde a 30% de desconto no valor do plano.

Esta pode ser uma oportunidade única para investir seguindo as recomendações da maior casa de análises independente do país. Clique no botão abaixo para saber mais:

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Ibovespa hoje: elevação das incertezas no Oriente Médio, petróleo em alta, ata do Copom e mais destaques desta terça (24)

24 de Março de 2026, 10:10

O alívio observado no início da semana, após Donald Trump sinalizar uma trégua temporária e sugerir avanços diplomáticos com o Irã, rapidamente deu lugar a uma postura mais cautelosa por parte dos mercados.

Embora o adiamento de cinco dias nos ataques à infraestrutura energética iraniana tenha provocado uma queda momentânea do petróleo e sustentado uma recuperação dos ativos de risco, esse movimento perdeu força à medida que surgiram novas dúvidas sobre a real existência de um processo de negociação.

A ausência de confirmação por parte de Teerã, a continuidade dos ataques na região e a falta de parâmetros claros para um eventual acordo voltaram a elevar a incerteza. Como consequência, o petróleo retomou a trajetória de alta, superando novamente a marca de US$ 100 por barril, enquanto as bolsas americanas e europeias passaram a refletir um ambiente mais defensivo. O episódio evidencia, mais uma vez, o quanto o humor global continua sensível a declarações políticas, rumores de bastidores e à evolução militar do conflito.

· 00:57 — Sinais de paz, ativos em dúvida

No Brasil, o dia começa com o mercado digerindo a ata do Copom, que parece ter calibrado parcialmente o tom adotado no comunicado da reunião encerrada na semana passada. O documento reforça a atenção do Banco Central a vetores importantes, como a reaceleração da atividade no início do ano e a elevação das expectativas de inflação.

A continuidade do ciclo de cortes de juros segue no radar, ainda que o mercado possa promover algum ajuste nas apostas ao longo do dia. Ainda assim, alguma dose adicional de sobriedade, em meio a um ambiente tão carregado de incertezas, parece não apenas compreensível, mas desejável. Mesmo que o ciclo prossiga de forma mais contida, com um eventual corte de 25 pontos-base em abril, por exemplo, uma condução mais cautelosa da política monetária pode contribuir para dar suporte ao real.

A ata chega logo após uma segunda-feira de recuperação expressiva para os ativos globais, inclusive no Brasil, impulsionada por sinais de distensão vindos do presidente americano. Ainda assim, o foco doméstico permanece intenso nos próximos dias.

A divulgação da prévia da inflação oficial, na quinta-feira, e do Relatório de Política Monetária, antigo Relatório Trimestral de Inflação, acompanhada da coletiva de Gabriel Galípolo, também na quinta, pode oferecer uma sinalização adicional importante para o mercado neste momento. Em paralelo, diante das preocupações com os efeitos econômicos da guerra, o governo estuda um pacote em torno de R$ 15 bilhões para apoiar setores potencialmente afetados.

Entre as medidas em avaliação estão uma nova medida provisória para ampliar subsídios ao diesel e negociações com governadores para zerar o ICMS sobre o diesel importado, enquanto a Petrobras sinaliza que não pretende reajustar o combustível no curtíssimo prazo.

No campo político, o governador do Paraná, Ratinho Jr., desistiu da corrida presidencial, abrindo espaço para que o nome do PSD passe a ser o de Ronaldo Caiado. Ainda assim, o movimento mais relevante parece ser outro: a crescente convergência de forças de oposição em torno de Flávio Bolsonaro, o que fortalece a pré-candidatura do senador e ajuda a reorganizar, desde já, o tabuleiro político da direita para a disputa presidencial.

· 01:41 — Alívio

As bolsas americanas registraram ontem seu melhor desempenho em semanas após Donald Trump adotar um tom mais conciliador em relação à guerra no Oriente Médio e sugerir avanços na direção de uma possível resolução com o Irã.

A reação dos mercados foi imediata: Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq avançaram com força, impulsionados principalmente pela queda do petróleo diante dos sinais diplomáticos. O movimento reforçou, mais uma vez, o grau de sensibilidade dos ativos globais a qualquer indício de desescalada no conflito. Ainda assim, o alívio observado foi apenas parcial. O VIX continua em patamar significativamente superior ao nível pré-guerra, os investidores seguem demandando sinais mais concretos de pacificação e os riscos para as cadeias globais de suprimento continuam relevantes, especialmente em um ambiente em que a incerteza geopolítica permanece elevada.

· 02:39 — TACO Trade?

Trump entrou na quarta semana da guerra tentando transmitir uma mensagem de moderação aos mercados. Ao adiar por cinco dias os ataques à infraestrutura energética iraniana, o presidente americano conseguiu produzir um alívio temporário sobre os preços do petróleo, trazendo o Brent de volta para abaixo de US$ 100 por barril.

Ainda assim, o grau de ceticismo continua elevado. Teerã nega que existam negociações em curso com Washington, Israel não demonstra enxergar um desfecho próximo para o conflito, o Pentágono avalia reforçar sua presença militar na região e países como Turquia, Arábia Saudita e Omã buscam construir canais informais de mediação. Em outras palavras, a recente recuperação dos ativos deixa claro o quanto qualquer sinal de distensão é capaz de alterar rapidamente o humor dos mercados, mas está longe de significar que o risco geopolítico tenha sido efetivamente dissipado.

Ao mesmo tempo, a dimensão do choque energético ajuda a entender por que os mercados seguem tão sensíveis aos desdobramentos no Oriente Médio. Segundo Fatih Birol, diretor-executivo da Agência Internacional de Energia, as interrupções atuais no fornecimento equivalem, em conjunto, às grandes crises do petróleo dos anos 1970 somadas à crise do gás natural observada em 2022, após a invasão da Ucrânia pela Rússia.

Os danos severos a dezenas de ativos energéticos na região, além dos efeitos que já se espalham para cadeias como petroquímicos, fertilizantes, enxofre e hélio, reforçam a magnitude do problema. Ainda assim, o histórico lembrado pelo JPMorgan mostra que choques agudos no preço do petróleo não necessariamente inviabilizam um bom desempenho das bolsas. Em diversos episódios, as ações sofreram volatilidade no curto prazo, mas entregaram retornos médios positivos nos meses seguintes. Isso sugere que, embora o ambiente permaneça delicado e sujeito a novos sobressaltos, reações exageradas também abrem espaço para recuperação adiante.

· 03:22 — Risco de escalada regional

A sinalização que emerge do Golfo é de clara elevação de tom. Mohammed bin Salman estaria cada vez mais inclinado a restabelecer a capacidade de dissuasão da Arábia Saudita e mais próximo de uma decisão que poderia levar o reino a se envolver diretamente no conflito, enquanto autoridades sauditas já indicam, de forma explícita, que a tolerância do país diante dos ataques iranianos não é ilimitada.

Em paralelo, os Emirados Árabes Unidos também começam a adotar uma postura mais dura em relação a Teerã. Além de ampliarem a pressão econômica sobre ativos iranianos mantidos em seu território — um ponto particularmente sensível, dado o papel historicamente relevante dos Emirados como centro financeiro para empresas e indivíduos ligados ao Irã —, os emiradenses discutem a possibilidade de participação militar e atuam contra a hipótese de um cessar-fogo que preserve parcela relevante da capacidade militar iraniana.

Para o mercado, esse movimento importa porque sugere um risco crescente de ampliação regional do conflito, com potencial de prolongar a instabilidade geopolítica, pressionar ainda mais os preços de energia e elevar o grau de incerteza sobre os desdobramentos no Oriente Médio.

· 04:19 — Qual a posição da China?

Embora defenda publicamente o fim do conflito com o Irã, a China pode, na prática, extrair alguns benefícios indiretos desse quadro. De um lado, a escalada no Oriente Médio obriga os Estados Unidos a deslocarem recursos militares, atenção estratégica e capacidade de resposta para a região, reduzindo ao menos parcialmente o foco sobre a Ásia e seu entorno imediato.

De outro, Pequim acompanha de perto os efeitos de um eventual bloqueio do Estreito de Ormuz sobre o fluxo global de energia, utilizando esse episódio como uma espécie de laboratório geopolítico para avaliar vulnerabilidades logísticas e energéticas em cenários de interrupção de rotas críticas.

Sob essa ótica, o conflito oferece à China elementos importantes para observar, ainda que de forma indireta, como Taiwan poderia reagir diante de uma situação semelhante, especialmente no que diz respeito à sua dependência energética e à resiliência de suas cadeias de abastecimento.

No meu entendimento, contudo, a questão de Taiwan tende a ser perseguida pela China sobretudo por vias políticas, de maneira gradual ao longo dos próximos anos. Em outras palavras, por ser uma das maiores interessadas na estabilidade do fluxo energético global, e a principal usuária do Estreito de Ormuz, Pequim tem incentivo para defender a normalização da passagem o quanto antes.

· 05:08 — Setor defensivo

O conflito com o Irã, que já ultrapassa o 20º dia, lança luz sobre uma tendência mais ampla e cada vez mais evidente: a escalada consistente dos gastos militares ao redor do mundo nos últimos anos. Esse movimento tem beneficiado de forma direta as empresas ligadas ao setor de defesa e, por consequência, seus acionistas.

No mesmo período, um índice global de empresas de defesa acumula valorização de 18% em 2026, desempenho bastante superior ao do S&P 500, que registra queda no ano. Trata-se de um reflexo claro da corrida global por rearmamento, tendência estrutural que venho destacado há alguns anos há: os Estados Unidos já teriam desembolsado US$ 11,3 bilhões apenas nos seis primeiros dias da guerra com o Irã e avaliam solicitar outros US$ 200 bilhões para sustentar o conflito; Israel elevou seu orçamento de defesa para 144 bilhões de shekels, montante cerca de 120% superior ao de 2023; e, desde 2022, a União Europeia ampliou seus gastos militares em mais de 60%.

A implicação prática desse quadro é relativamente direta. Em um mundo cada vez mais marcado por tensões geopolíticas persistentes e por orçamentos militares estruturalmente mais elevados, o setor de defesa deixa de ser apenas uma aposta tática ou cíclica e passa a se firmar como uma tese estrutural de longo prazo. Nesse contexto, ETFs temáticos com foco em aeroespacial e defesa, como o já mencionado neste espaço iShares U.S. Aerospace & Defense ETF (BDR: BAER39), despontam como instrumentos eficientes para capturar essa tendência estrutural por meio de uma exposição diversificada ao setor. Ainda assim, convém preservar disciplina na alocação. Posições individuais entre 1% e 2,5% da carteira, com um limite agregado ao redor de 5% para a classe de ativos temáticos, ajudam a equilibrar o potencial de retorno com uma gestão de risco mais adequada, respeitando não apenas o caráter estrutural da tese, mas também a volatilidade inerente a esse tipo de investimento.

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Nvidia (NVDC34): por dentro de um dos eventos mais relevantes de inteligência artificial no mercado

23 de Março de 2026, 10:00

Prezados, pedi para o Matheus Spiess me ceder o espaço da newsletter diária dele para poder contar um pouco do que pude vivenciar durante a última semana, enquanto estive nos Estados Unidos para participar do GTC 2026 – evento organizado pela Nvidia, na qual pessoas de todo o mundo foram para a cidade de San Jose, no estado da Califórnia, para saber mais dos avanços na tecnologia da Inteligência Artificial.

Entretanto, nada disso passou ileso com os acontecimentos dos últimos dias relacionados a guerra no Irã. O que muitos acreditavam (ou esperavam) era que o conflito fosse resolvido facilmente, mas a resistência apresentada pelo Irã, aliada as decisões que comprometem o fluxo de petróleo e gás natural pelo Estreito de Hormuz tem aumentado a volatilidade nos ativos internacionais.

Não à toa, os principais índices americanos apresentam forte desvalorização em março. O S&P 500 e o Nasdaq, por exemplo, caem 5% no período. Já o Russell 2000, que era o principal beneficiário de uma possível retomada no corte de juros por parte do Fed, se desvalorizava mais de 10% das máximas.

Contudo, o que posso afirmar que tudo que presenciei nos últimos dias, ainda que sofra com esses eventos, está apenas nos primeiros passos. Talvez essas quedas abram uma oportunidade única para quem ainda não tem parte do seu portfólio investido em ativos ligados a IA, já que ela mudará drasticamente o mundo nos próximos anos.

01:38 – Algo construído ao longo de duas décadas

Apesar de ter construído inicialmente a sua fama no design de GPUs (popularmente conhecidas como placas de vídeo), a grande virada de chave da Nvidia foi com o desenvolvimento do CUDA – sigla para “Compute Unified Device Architecture”, algo como “Arquitetura de Dispositivo para Computação Unificada” – em 2006.

Explicando de maneira simples, essa plataforma permitiu que diversos softwares pudessem utilizar as GPUs para outras necessidades de computação que não apenas a geração de imagens – elevou o mercado endereçável da Nvidia a um outro patamar. 

Tanto que, a partir de então, a empresa que ficou conhecida por ter cunhado o termo GPU passou ser conhecida também por ser responsável pelas GPGPU: “General-Purpose Computing”, ou computação de propósito geral.

E essa guinada acabou criando um ciclo virtuoso para a Nvidia

A partir da sua base instalada, vários desenvolvedores passaram a utilizar essas GPUs para estudos e pesquisas nos mais variados campos de atuação. Com as descobertas feitas ao longo do tempo, o ecossistema é atualizado com novas aplicações, plataformas e livrarias, que acaba levando novas pessoas a utilizarem os seus produtos, aumentando ainda mais a base de usuários.

  • VEJA MAIS: Ferramenta automatizada “varre” o mercado de criptomoedas em busca de retornos de até R$ 1 milhão – veja como acessar 

02:56 – Show do Trilhão

A expansão no uso dos chips em diversas indústrias da economia global, como saúde, serviços financeiros, robótica, entre outros, fez com que a demanda por esses produtos explodisse nos últimos anos.

Mesmo com o mercado questionando a sustentabilidade dos investimentos necessários para o pleno desenvolvimento da IA, o CEO Jensen Huang sempre gosta de frisar que estamos apenas no começo de uma “nova Revolução Industrial”.

E isso reflete nos números divulgados pelo executivo na sua apresentação: menos de 6 meses depois de afirmar que espera que a Nvidia gere receitas da ordem de US$500 bilhões entre 2025 e 2026, a projeção até 2027 é de que esse valor ultrapasse o US$1 trilhão.

03:44 – Gargalos e mais gargalos

Importante salientar, porém, que esses números poderiam ser ainda maiores caso a indústria conseguisse atender a demanda, principalmente dos grandes provedores de computação em nuvem e de algumas das startups responsáveis pelos principais modelos atualmente, como a OpenAI e a Anthropic.

Além da questão energética e da força de trabalho – dois pontos levantados por diversos executivos durante o evento –, o mercado de memória também tem ficado no centro das discussões.

Atualmente dominado por três empresas (as sul-coreanas SK Hynix e Samsung, além da americana Micron), o aumento dos modelos e da capacidade de contextualização dos mesmos fez crescer significativamente a necessidade pelas memórias HBM.

E pelas conversas durante o evento, essa incapacidade de não conseguir atender a demanda deve continuar pelos próximos anos. O presidente do conselho da SK Hynix comentou que, para eles, essa restrição deve continuar até 2030.

04:47 – O que não significa que não tenham críticas

Ainda que detenha cerca de 90% do mercado de chips de IA, alguns participantes do evento entendem que a Nvidia conseguiria manter um poder ainda maior caso estendesse o seu ritmo de lançamento.

Um executivo da Cisco, apesar de reconhecer a superioridade dos produtos da empresa (ainda mais por conta do ecossistema proveniente do CUDA), entende que a companhia poderia fazer novos lançamentos no espaço de três anos, e não na cadência anual (a cada ano).

Para ele, o lançamento de novos sistemas poderia afastar o investimento de algumas empresas e indústrias. Afinal de contas, sabendo que o produto do ano que vem será ainda mais potente, por que dispender milhões (em alguns casos, bilhões) em algo que seria algo desatualizado com pouco tempo?

Só que quem esperar muito pode acabar ficando para trás na corrida tecnológica. O sistema Vera Rubin, lançado no evento, tem a capacidade de gerar 35 vezes mais tokens que o sistema Blackwell (que é, até então, o produto de maior sucesso da companhia). E Huang já fez questão de afirmar que o sistema Feynman já está em desenvolvimento, com previsão de lançamento em 2028.

M5M+ – Value Investing com um toque de tecnologia

Após minha participação no GTC 2026, fui para Nova Iorque participar de uma conferência de Value Investing.

Contando com a presença de investidores importantes do mercado americano, como Mario Gambelli (GAMCO) e John Rodgers, Jr (Ariel Investments), entendia que seria importante ter a visão do momento atual dos mercados por aqueles que buscam implementar a estratégia ensinada por Benjamin Graham.

Ainda que o foco fosse em empresas de mercados mais desenvolvidos, como o americano ou o europeu, foi interessante presenciar a defesa de duas teses voltadas ao mercado brasileiro – uma sugerindo o investimento em Natura e a outra defendendo Brasil como um dos principais mercados emergentes para se apostar nos próximos anos.

Só que a surpresa maior ficou de fato com a recomendação das ações da Amazon (B3: AMZO34 | Nasdaq: AMZN), uma das maiores empresas do mundo e com um grande foco em tecnologia.

Não que eu não goste da tese, muito pelo contrário. Entendo que, nos preços atuais, as ações da “Loja de Tudo” estão em um patamar altamente atrativo para aqueles investidores com foco no longo prazo.

A surpresa é mais pelo fato de que após anos e anos uma ação para aqueles investidores focados mais no “Growth Investing”, o avanço nos resultados nos últimos anos e a performance abaixo do índice no passado recente fez com que a companhia passasse a entrar no filtro daqueles voltados ao “Value Investing”.

E caso mais investidores também passem a olhar com mais afinco para a tese, entendo que ela não deva permanecer muito tempo nos níveis que se encontram – a gestora no evento, inclusive, tem um preço-alvo acima dos US$300 para a ação, o que indicaria algo como 50% dos US$205 que estão sendo negociadas atualmente.

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É hoje (23): ferramenta que pode multiplicar investimentos em até 300x e buscar até R$ 1 milhão terá acessos liberados; veja como reservar já o seu

23 de Março de 2026, 08:00

A partir das 19h desta segunda-feira (23), o Memebot One Million, software que busca lucros milionários com criptomoedas de forma 100% automática, vai liberar acessos para uma nova leva de interessados.

Os investidores que registrarem seu interesse com antecedência poderão receber os acessos em breve. Se você chegou neste texto antes do lançamento da ferramenta, aproveite a chance de deixar seu nome na lista prévia e já ficar ligado nos próximos passos:

SAIBA MAIS SOBRE O MEMEBOT ONE MILLION

Como o Memebot One Million opera em busca de lucros milionários?

Para quem ainda não está familiarizado, o Memebot One Million é o primeiro robô automatizado com foco em conquistar até R$ 1 milhão em 12 meses. A ferramenta funciona de forma 100% automática, “escaneando” o mercado de criptomoedas atrás dos ativos digitais de maior potencial de valorização disponíveis no momento.

Não basta selecionar qualquer ativo: o objetivo completo é buscar lucros de até seis dígitos. Uma vez que os ativos mais promissores são encontrados, são iniciadas operações automáticas de compra e venda.

Da parte do usuário com acesso válido, basta apenas:

  1. Instalar a ferramenta em sua conta na corretora;
  2. Entrar com os aportes financeiros;
  3. Apertar “copiar” uma única vez; e
  4. Deixar o restante por conta da ferramenta.

Com etapas simples, a ferramenta desenvolvida por experts no mercado permite que até mesmo usuários com pouca experiência possam ir em busca da conquista do milhão.

Através da Opt.me, frente tecnológica da Empiricus Research, a casa está relançando o Memebot One Million, em uma nova fase do projeto. Agora, a equipe de especialistas da Empiricus conta com um reforço.

Heloisa Mendonça, com mais de 6 anos de experiência trabalhando com portfólios milionários no mercado cripto, veio se juntar ao projeto. Ao lado de Valter, a especialista vai integrar a equipe com toda a sua expertise.

Última chamada: Ainda dá tempo de reservar seu acesso ao Memebot One Million

Como falamos anteriormente, se você estiver lendo este texto antes da noite de segunda-feira, ainda pode registrar seu nome na lista de pré-reserva para acessar o Memebot One Million.

Para isso, é só clicar no botão ao final da matéria. Após a inscrição, você receberá mais detalhes sobre a ferramenta e como acessá-la.

O registro inicial é gratuito:

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O que a manutenção nos juros dos EUA, e um novo movimento regulatório, significam para o mercado de criptomoedas

22 de Março de 2026, 15:00

A semana que se passou foi carregada em eventos macro. O conflito no Oriente Médio continua no centro das atenções: não apenas pela questão bélica, mas pelas distorções que tem gerado na economia, e que terminaram por impactar as decisões de política monetária ao redor do globo. 

Os quatro maiores bancos centrais do planeta reuniram seus comitês na mesma semana: Federal Reserve, Banco Central Europeu, Bank of England e Bank of Japan. O veredito, sem exceção, foi o mesmo: pausa. Com a inflação pressionada pela energia e sem perspectiva clara de alívio no conflito, qualquer movimento nos juros torna-se uma decisão de risco, dado que o impacto ainda é difícil de calcular. 

Nesta edição, destrinchamos como essa dinâmica afeta os criptoativos, o que saiu da reunião do FOMC — o comitê de política monetária dos EUA, cuja decisão é a que mais pesa sobre o segmento e acaba por influenciar as demais — e um movimento regulatório que o mercado aguardava há anos. 

De olho no gráfico: bitcoin (BTC) em reversão à média

O bitcoin (BTC) chegou a testar a resistência dos US$ 76 mil na terça-feira (17), nível que já havia funcionado como teto no início de março. A rejeição foi rápida.

No rastro das bolsas americanas — pressionadas pelo PPI acima do esperado e pelo tom mais cauteloso do Fed — o ativo recuou, agora lutando para ficar acima da faixa dos US$ 70 mil

O momentum da semana veio sustentado por entradas via ETFs de bitcoin listados nos EUA e compras sistemáticas da Strategy (MSTR), empresa que adota o bitcoin como principal reserva de valor em seu balanço.

Ainda assim, nosso modelo proprietário de análise topológica, que tenta identificar a “forma” do mercado para distinguir regimes de tendência de lateralização, aponta que o ativo segue em regime de reversão à média, sem força suficiente para um movimento direcional expressivo no curto prazo.

Fonte: Farside

O mercado de derivativos corrobora essa leitura. Os dados mostram que há pouca alavancagem acumulada, ou seja, poucos investidores estão apostando com dinheiro “emprestado” — o que reduz o risco de liquidações em cascata e movimentos bruscos de preço

  • VEJA MAIS: Ferramenta automatizada “varre” o mercado de criptomoedas em busca de retornos de até R$ 1 milhão; veja como acessar 

De olho nos juros: FOMC mantém taxa nos EUA entre 3,5% e 3,75%

Na quarta-feira, o FOMC manteve a taxa de juros norte-americana entre 3,50% e 3,75%. A decisão em si não moveu nada, e há uma razão para isso.

Quando uma expectativa se torna amplamente compartilhada, dizemos que ela já está embutida nos preços antes de acontecer. A manutenção estava tão precificada que sua confirmação foi quase ignorada. O que o mercado buscou foi o que viria depois: o guidance, que chegou em duas formas.

A primeira, foram os relatórios publicados junto com a decisão. O dot plot, diagrama onde cada membro do comitê registra onde acredita que os juros devem estar ao longo dos próximos anos, mostrou divisão: sete membros não veem cortes em 2026, e outros sete veem apenas um.

Não é um comitê alinhado, é um comitê que genuinamente não sabe (reflexo. em boa parte. da imprevisibilidade de uma guerra). As projeções econômicas reforçaram isso: inflação revisada para cima, crescimento revisado levemente para cima também. A economia não está quebrando, o que tira a urgência de cortar os juros. Mas a inflação tampouco está domada. 

A segunda forma foi Jerome Powell, presidente do Fed, na coletiva de imprensa. Quando questionado sobre a solidez das projeções, foi direto: admitiu ter “pouca convicção” nelas. O motivo é o conflito no Oriente Médio. Ninguém sabe quanto tempo vai durar, até onde o petróleo pode ir, nem como isso vai se propagar pelos preços ao longo dos próximos meses. 

O cenário que se desenha é o que o mercado chama de “higher for longer“, juros elevados por mais tempo. O Fed não vai cortar enquanto a inflação não mostrar sinais claros de melhora, e quanto mais o conflito se prolonga, mais ela tende a persistir. Para ativos de risco, isso significa um ambiente macro de menor liquidez e maior custo de oportunidade — ao menos enquanto o quadro não mudar. 

O mapa regulatório pelo qual o setor esperava

Em meio à pressão macroeconômica, a semana trouxe um movimento pelo qual o mercado cripto aguardava há anos

Na segunda-feira (16), SEC e CFTC publicaram conjuntamente um documento de 68 páginas que representa a primeira taxonomia formal do mercado cripto nos Estados Unidos, uma espécie de mapa oficial que classifica os diferentes tipos de ativos digitais, e define quem regula o quê.

A conclusão central é que a maioria dos criptoativos não é considerada valor mobiliário, e passa a ser tratada como commodity digital, sob jurisdição principalmente da CFTC.  

O documento lista ativos nessa categoria como: Bitcoin, Ethereum, Solana, XRP, Cardano, Chainlink, Avalanche, Polkadot, Dogecoin, Litecoin, Stellar, Hedera e Algorand. Estes são os principais ativos do mercado, representando cerca de 85% do volume negociado nas exchanges por market cap

Para se ter ideia, alguns podem ser convertidos entre si de forma direta e instantânea pela nova funcionalidade de Conversão Direta de Criptoativos do BTG Pactual, que permite migrar entre posições sem a necessidade de duas operações separadas – mais um ponto positivo para a “institucionalização” do mercado. 

O que ainda continua sendo “security“? Ativos que representam instrumentos financeiros tradicionais em formato digital, como ações tokenizadas e títulos de dívida tokenizados. Se o ativo existe para replicar algo que já existe no mercado tradicional, continua sob as regras da SEC. Se é nativo do universo cripto, cai na nova classificação. 

Historicamente, SEC e CFTC disputavam jurisdição sobre os mesmos ativos, criando um limbo em que ninguém sabia ao certo a quem recorrer. O documento formaliza a divisão de responsabilidades e sinaliza o fim da chamada “regulation by enforcement“, prática em que os reguladores atuavam processando empresas em vez de publicar regras claras.

Com a CFTC, agência historicamente mais pragmática e menos agressiva que a SEC, assumindo o papel central, o ambiente para inovar e atrair capital institucional muda de patamar. 

O que isso muda na prática? Exchanges podem listar SOL, ADA e outros sem risco de processo da SEC, o que havia travado sua adoção nas maiores plataformas americanas. Para bancos e gestoras, a classificação entrega o parecer jurídico que os departamentos de compliance precisavam para aprovar custódia.

O pipeline de ETFs também se beneficia: com ADA, LINK, AVAX e DOT agora classificados, pedidos de ETFs spot têm caminho regulatório mais claro. Há mais de 126 pedidos aguardando análise na SEC. 

O documento é uma interpretação regulatória, não lei — e uma administração futura poderia revertê-la. É por isso que o Clarity Act continua sendo peça fundamental: ele transformaria essa interpretação em legislação permanente.

O problema é que o projeto segue parado no Senado desde julho de 2025. Abril é o deadline crítico: se não avançar no comitê até lá, as chances de aprovação em 2026 caem de forma relevante, com o calendário legislativo sendo tomado pelas eleições de meio de mandato (midterms) a partir do segundo semestre. 

O contraste da semana é claro: bancos centrais hesitando entre inflação e crescimento, jogando para frente qualquer afrouxamento. Reguladores entregando o mapa que o setor aguardava. Sob outra perspectiva, o que temos é preço e fundamento divergindo, enquanto o cenário macro ofusca avanços expressivos do lado institucional e regulatório.

O mercado cripto opera hoje com um market cap nos mesmos níveis de 2021, quando não havia nenhuma regulação clara, nenhum ETF aprovado e nenhum banco central discutindo o setor. O pano de fundo mudou radicalmente; o preço, ainda não. Em um momento de alívio, essa pressão represada pode se manifestar com mais intensidade. 

Mineração de Bitcoin: o que é, e como funciona? | Crypto Direto ao Ponto #5 

Você já ouviu falar que o Bitcoin é “minerado”, mas nunca entendeu exatamente como isso funciona? Neste episódio do Crypto Direto ao Ponto, a especialista em criptomoedas Heloisa Mendonça, da Empiricus, explica de forma simples e direta. Assista aqui:

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Selic a 14,75% ao ano, inflação, greve dos caminhoneiros e Ibovespa no ‘fogo cruzado’: veja destaques do Empiricus PodCa$t neste sábado (21)

21 de Março de 2026, 09:00

A semana que se encerra neste sábado (21) não veio sem suas emoções no mercado. Na última quarta-feira (18), o Copom optou por reduzir a taxa básica de juros (Selic) em 0,25 ponto percentual, deixando-a em 14,75% ao ano. Enquanto isso, nos Estados Unidos, o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) manteve os juros no mesmo patamar por lá.

Enquanto isso, o conflito no Oriente Médio segue:

  • Expandindo a aversão ao risco nos mercados,
  • Levando o Ibovespa à queda nos últimos pregões;
  • Mantendo o preço do petróleo acima dos US$ 100.

O petróleo em alta, inclusive, levanta discussões sobre pressão na inflação brasileira, especialmente nos setores de alimentos, transportes e combustíveis, e uma possível greve dos caminhoneiros tomou conta dos noticiários. E agora, como o investidor deve se posicionar nesse momento?

Esses são os destaques do novo episódio do Empiricus PodCa$t, que foi ao ar nesse sábado (21), com a participação de Lais Costa, analista de renda fixa e fundos de investimento da Empiricus Research, e Bruno Henriques, head de renda variável do BTG Pactual. Clique abaixo e confira:

Selic a 14,75% ao ano, e agora?

Em um tom dovish, o Copom optou por iniciar o ciclo de corte de juros no Brasil, que já estava previamente contratado para sua reunião da última quarta-feira (18).

Porém, o tom do comunicado deu a entender que os próximos passos estão em aberto, justamente por conta do cenário de incerteza e pressão inflacionária nos mercados.

Os dados da inflação (IPCA) do mês de fevereiro vieram levemente acima do esperado pelo mercado (0,7%, contra 0,6% das expectativas). Para Lais Costa, os últimos dados ainda não refletem os riscos da guerra.

Porém, o mercado segue sob temores de que a alta no petróleo pressione os preços dos alimentos, combustíveis e transportes a partir dos próximos meses.

Greve dos caminhoneiros no radar: o que esperar?

Temores sobre uma nova greve dos caminhoneiros, aos moldes daquela vista em 2018, tomaram conta do mercado durante a semana.

Na sexta-feira (20), Renan Filho, ministro dos Transportes do governo Lula, afirmou que o risco de greve foi afastado, após o governo publicar uma Medida Provisória (MP) endurecendo as regras de fiscalização do piso mínimo do frete, o que pode favorecer os caminhoneiros.

Porém, apesar de “afastado”, o risco de paralização pode não ser totalmente descartado por ora, dada a imprevisibilidade do cenário do petróleo no futuro próximo.

Onde investir agora?

Segundo Lais Costa, especialista em renda fixa e fundos de investimento, a redução de 0,25 ponto percentual na taxa de juros “muda muito pouco” para o investidor pessoa física no momento, mas alguns títulos de renda fixa em especial devem estar no radar de quem deseja aproveitar a janela de oportunidades.

Já para Bruno Henriques, do lado da renda variável, “vale a pena olhar a bolsa brasileira com carinho” após a semana de quedas no Ibovespa, especialmente no caso de investidores com posições pequenas em bolsa. “Não acho que passou o bonde [da bolsa]”, afirma.

Durante o programa, os analistas compartilharam suas recomendações para o momento na íntegra. Para conferi-las, assista ao episódio. Basta clicar logo abaixo:

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Cyrela (CYRE3) mantém rentabilidade sólida no 4T25, apesar de ajustes; vale a pena investir?

20 de Março de 2026, 11:25

Nesta quarta-feira (19), a Cyrela (CYRE3) divulgou seus resultados referentes ao 4T25, com desempenho misto, influenciado por fatores não recorrentes.

Conforme antecipado na prévia, os lançamentos somaram R$ 3,3 bilhões (%CBR), queda de 32% em relação ao 4T24, período marcado por projetos de maior porte. No acumulado de 2025, porém, os lançamentos cresceram 35%, evidenciando uma base ainda robusta ao longo do ano.

Vendas líquidas da Cyrela caem mais de 30% no ano, mas receita segue em ascensão

As vendas líquidas contratadas atingiram R$ 3,3 bilhões no trimestre (R$ 2,4 bilhões na %CBR), recuo de 32% na comparação anual. Apesar do menor ritmo de vendas, influenciado pela desaceleração no volume de lançamentos ao final do ano e pelo ambiente macroeconômico, a VSO permaneceu em patamar satisfatório, em torno de 38%.

Na demonstração de resultados, a receita líquida da Cyrela somou R$ 3,2 bilhões no trimestre, crescimento de 29% frente ao 4T24 e de 52% em relação ao trimestre anterior, decorrente do avanço e de ajustes no reconhecimento de receita.

A margem bruta ajustada permaneceu em nível saudável, em 33,7%, praticamente estável na comparação anual, mas com retração de 1,6 p.p. na base trimestral, influenciada pela concentração de vendas de unidades específicas (studios e loja), com preço de venda por m² inferior ao praticado pela companhia em um dos projetos.

O resultado a apropriar, indicativo da projeção futura de resultados, aumentou 16% no período, com leve retração de margem, o que deve ser monitorado, dada a dinâmica de mercado nas praças em que a Cyrela atua

Na última linha, o lucro líquido da Cyrela atingiu R$ 682 milhões, avanço de 37% na comparação anual, com ROE de 22,3%, evidenciando elevada rentabilidade mesmo em um cenário mais restritivo de demanda.

Houve uma breve queima de caixa operacional no trimestre, mas a linha final foi favorecida pelo recebimento de dividendos das companhias investidas (Cury e Lavvi). Vale citar que a própria Cyrela promoveu uma devolução de capital relevante no ano passado, o que levou o indicador dívida líquida/PL para próximo de 20%.

Análise: O que tiramos do desempenho da CYRE3 no 4T25?

De forma geral, a Cyrela segue se destacando pela qualidade de execução e capacidade de preservar rentabilidade ao longo do ciclo. O setor de média/alta renda convive com alguns desafios de curto prazo, como o patamar restritivo de financiamento imobiliário e o aumento do nível de estoque em São Paulo. Ainda assim, a companhia consegue manter solidez em seus números, com maior participação no segmento econômico (MCMV), em especial.

Apesar do curto prazo menos favorável, a tese de CYRE3 permanece bem descontada, com múltiplos P/L e P/B de 5 vezes e 0,95 vez para 2026, respectivamente, sendo um veículo interessante para captura de valor em um ambiente de queda de juros.

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Preço do petróleo ‘não volta mais aos US$ 50’, diz analista que discute oportunidades de investimento nesse cenário

18 de Março de 2026, 14:45

Com a escalada dos conflitos no Oriente Médio entre Estados Unidos, Israel e Irã, culminando no fechamento do estreito de Ormuz, o petróleo à vista (tipo brent) segue negociado acima dos US$ 100 nessa semana, maior patamar dos últimos 4 anos.

Nesse cenário, investidores podem se perguntar até onde os preços podem ir, ou se é possível esperar por uma queda, uma vez que os conflitos sejam apaziguados de alguma forma.

Por enquanto, não há nenhum sinal concreto de encerramento da guerra no Oriente Médio. Mas mesmo que acordos venham, é possível que o preço do petróleo não volte a ser o que era antes.

“Se o conflito terminasse amanhã e o estreito de Ormuz fosse liberado, mesmo em uma questão de sobreoferta, entendo que o petróleo não volta mais para a casa dos 45, 50 dólares. Esse cenário saiu de cena”, afirma Ruy Hungria, analista da Empiricus Research.

Ruy Hungria e Matheus Spiess, analista de macroeconomia da casa, comentaram o assunto no primeiro episódio da nova temporada do Empiricus PodCa$t, que foi ao ar no último sábado (14). Confira:

Em um mundo de conflitos, o petróleo segue sendo hedge geopolítico

Hungria explica que a guerra lembrou ao mercado que expectativas podem ser quebradas a qualquer momento, o que pode seguir refletindo no preço do petróleo por mais tempo.

“É simplesmente por conta de um prêmio de risco, o risco de que tenhamos uma quebra de oferta de alguma forma. Mesmo que o conflito passe, o mercado entendeu que não dá para tirar isso das contas. Essa incerteza já é suficiente para adicionar alguns dólares a mais ao valor do petróleo”, afirma.

“Estamos pulando de conflito em conflito. Não temos mais aquela janela prolongada de paz [no mundo]. Então, o petróleo serve de hedge geopolítico”, complementa Matheus Spiess.

O que esperar do preço do petróleo nos próximos dias?

Dada a volatilidade do cenário atual, ambos os analistas não cravam um teto de preço para o petróleo. Entretanto, a continuidade da alta não é descartada especialmente porque o governo iraniano tem interesse em escalar a guerra.

“É de interesse do Irã escalar, inviabilizando a passagem do estreito de Ormuz, por conta de seu papel fundamental na cadeia de suprimentos internacional. Não resta nada a eles, a não ser aumentar o custo econômico para o Ocidente”, afirma Spiess, que continua:

“Preços extremos são possíveis de acontecer, mas existe um cenário-base de que o conflito não dure tanto. Entretanto, não significa que não carreguemos consequências de um petróleo mais alto por algum tempo”.

Apesar disso, o analista conclui que o processo deve seguir a maior parte dos “exemplos históricos de choque geopolítico”. Isto é, a princípio, uma maior volatilidade, seguida de uma normalização nos mercados. Essa possível normalização é o ponto de maior atenção aos investidores.

“Diante dessa crise humanitária, podemos observar janelas de oportunidade para alguns ativos específicos”, conclui.

Nessas janelas de oportunidade, inclusive, há uma ação brasileira que tem sido uma das mais beneficiadas pela alta do petróleo, mas que, ao mesmo tempo, não depende desse rali para trazer boa performance.

‘Janela de oportunidade’: as ações brasileiras que podem se beneficiar do cenário atual

Dito isso, quais os “ativos específicos” recomendados pelos analistas no momento?

Ruy Hungria aponta que as petroleiras brasileiras têm se beneficiado desse cenário. Como a Petrobras (PETR4), por exemplo, que atualmente está presente em séries da Empiricus como Vacas Leiteiras e Double Income, focadas recomendações para dividendos e geração de renda extra.

Porém, a Petrobras está mais exposta ao risco político, segundo os analistas. Se o petróleo continuar subindo, o atual governo brasileiro pode se preocupar em não elevar o preço dos combustíveis.

“Combustível mais alto pega na popularidade do governo, que já está bem prejudicada ao longo dos últimos meses”, afirma Spiess. Consequentemente, é possível que “a conta da Petrobras não feche”.

Em contrapartida, a Empiricus também indica uma outra petroleira brasileira que não está exposta a esse risco e, ao mesmo tempo em que se beneficia da alta do petróleo, não depende apenas disso para gerar valor, favorecendo o ponto de entrada atual.

Essa empresa é uma “ótima geradora de caixa” e consegue “o operar com excelência a níveis de brent significativamente abaixo dos atuais”, independentemente do cenário atual, segundo o relatório.

Além disso, espera-se que seu custo de extração do petróleo fique em torno de US$ 8 por barril em 2026, valor considerado muito barato no setor. A empresa já está “ganhando muito mais dinheiro” atualmente, segundo Ruy Hungria.

“Essa empresa é a que mais gostamos, a melhor operadora entre as privadas, e tem uma grande expectativa de crescimento de produção. Ela, na verdade, é quem mais se beneficia dessa alta do petróleo”, conclui o analista no programa.

A recomendação está presente na série Melhores Ações da Bolsa, que traz as indicações da casa para o investidor que busca compounders – ações geradoras de valor intrínseco consistente ao longo dos anos.

E a boa notícia é que, se você deseja conhecer essa indicação em especial, seu acesso à série Melhores Ações da Bolsa (e mais 10 séries da Empiricus) está liberado gratuitamente por 7 dias.

Empiricus+: as principais recomendações de investimento da Empiricus em um só lugar

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Essa é a sua chance de conhecer de perto as recomendações profissionais que podem moldar suas decisões de investimento.

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*DISCLAIMER: a assinatura do Empiricus+ não contempla as séries Carteira Empiricus, Alphacoins, Exponential Coins, Incubadora de ICOs, bem como automações e produtos de terceiros.

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Você perdeu essas três notícias do mercado de criptomoedas enquanto ‘rolava’ a tela do celular

18 de Março de 2026, 14:23

Enquanto todos nós atualizávamos nossos feeds de notícias macro e geopolíticas para aliviar o estresse, três grandes acontecimentos no mundo das criptomoedas passaram completamente despercebidos nas últimas 24 horas.

1. Mastercard concorda em adquirir a BVNK por US$ 1,8 bilhão

Nunca ouviu falar da BVNK? Eu também não, mas é uma empresa de infraestrutura de stablecoins.

Pense nela como a camada de infraestrutura que permite que grandes instituições financeiras movimentem stablecoins e ativos tokenizados, sem precisar substituir toda a sua estrutura tecnológica e começar do zero.

Agora, a Mastercard está adquirindo empresas como essa em massa. Não porque queiram se tornar uma empresa de criptomoedas em si – eles querem continuar sendo a Mastercard de hoje.

Mas a BVNK permite que eles façam o que já fazem, ao mesmo tempo em que também capturam a movimentação de dinheiro on-chain em mais de 130 países.

Essa história parece familiar? No ano passado, a Stripe adquiriu a Bridge (outra empresa de infraestrutura de stablecoins). Agora, a Mastercard adquire a BVNK.

O padrão está ficando mais claro: os gigantes do setor financeiro tradicional não estão construindo suas próprias infraestruturas de criptomoedas, mas sim comprando empresas que já as construíram.

2. Cinco bancos dos EUA anunciam que estão depositando na blockchain

Não são stablecoins. São depósitos bancários reais, representados em uma blockchain.

Os bancos: Huntington Bancshares, Old National Bancorp, First Horizon, M&T Bank e KeyCorp.

Todos estão testando algo chamado Cari Network: uma plataforma de depósito tokenizada construída sobre o Prividium da ZKsync. Basicamente, é uma camada de preservação de privacidade projetada especificamente para instituições financeiras:

  • Transações são verificadas sem expor os dados;
  • Concorrentes não podem ver suas posições;
  • Órgãos reguladores ainda podem auditar tudo.

Eis o motivo pelo qual isso causa um impacto diferente: O dinheiro continua segurado pelo FDIC, dentro do perímetro regulatório. O banco não muda – mas a infraestrutura que o sustenta, sim.

Liquidações de processos, que antes levavam dias, agora levam apenas segundos. E tudo funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Eu entendo, esses bancos não são o JPMorgan ou o Bank of America, estão no nível intermediário dos bancos regionais… mas, se funcionar, os grandes seguirão o exemplo.

Por fim,

3. Bitmine (BMNR) acaba de fazer três movimentos simultâneos

A Bitmine (NYSE: BMNR) liderou uma rodada de financiamento de US$ 125 milhões para a Eightco (Nasdaq: ORBS), investindo US$ 75 milhões.

A Eightco usou US$ 50 milhões desses recursos para comprar uma participação na OpenAI, dona do ChatGPT.

E enquanto tudo isso acontecia, a Bitmine aumentou silenciosamente suas reservas de ethereum (ETH), chegando a 4.595.562. Isso representa um aumento de 65.000 ETH em sete dias.

Junte tudo isso, e a leitura fica cristalina:

A BMNR não está escolhendo entre criptomoedas e inteligência artificial (IA). Estão apostando em um mundo onde os dois convergem, e usando um para financiar o outro.

Eles acumularam uma reserva financeira em Ethereum, e a usaram como plataforma de lançamento para entrar na “corrida armamentista” da IA.

O cenário macroeconômico atual é conturbado, isso é inegável.

Mas enquanto todos nós estávamos de olho nos preços do petróleo e nos mapas de guerra, a infraestrutura institucional do mundo cripto teve uma de suas maiores semanas em muito tempo.

A Mastercard está entrando nesse mercado. Os bancos estão testando depósitos on-chain. E os investidores mais experientes estão integrando criptomoedas e inteligência artificial, antes que o resto do mercado perceba.

  • VEJA MAIS: Ferramenta automatizada “varre” o mercado de criptomoedas em busca de retornos de até R$ 1 milhão; veja como acessar 

Variações semanais (09/03/26 a 16/03/26)

  • Bitcoin (BTC): US$ 74.294 | Var. +8,44%
  • ♦ Ethereum (ETH): US$ 2.343 | Var. +17,62%
  • 🟠 Dominância Bitcoin: 59,08% | Var. -0,11%
  • 🌐 Valor total do mercado cripto: US$ 2,32 tri | Var. +8,19%
  • 💵 Valor de mercado de stablecoins: US$ 315,827 bi | Var. +0,85%
  • 📊 Valor total travado (TVL) em DeFi: US$ 99,595 bi | Var.+4,75%

*dados referentes ao fechamento em 16/03/26


Tópicos da semana

  • OpenSea adia lançamento do token SEA devido às condições desafiadoras de mercado: A OpenSea adiou o lançamento do token SEA, que estava previsto para 30 de março, com o cofundador Devin Finzer reconhecendo diretamente o atraso;
  • Fundação Solana lança a plataforma de agregação de ativos @tokens: A Fundação Solana lançou o @tokens, seu primeiro produto oficial, que agrega as representações fragmentadas e com múltiplas variantes de ativos estrangeiros na Solana (por exemplo, as várias versões de Bitcoin “wrapped”) em uma única camada neutra com novas APIs. A plataforma também oferece um feed de notícias com assistência de IA, disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, destacando manchetes globais conectadas diretamente a ativos negociáveis relevantes na rede Solana;
  • Argentina ordena bloqueio nacional do Polymarket: Um tribunal de Buenos Aires determinou o bloqueio nacional do Polymarket após uma denúncia da loteria da cidade, citando operações de jogo não-autorizadas e a ausência de verificação de idade, o que permite a participação de menores. O órgão regulador de comunicações, ENACOM, foi instruído a coordenar a aplicação da medida com os provedores de internet (ISPs), e tanto o Google quanto a Apple foram orientados a remover os aplicativos móveis do Polymarket das lojas argentinas. A Argentina se torna o segundo país da América Latina a proibir a plataforma, depois da Colômbia, juntando-se a mais de 30 países no mundo que restringiram o acesso. A atenção aumentou após as probabilidades em um mercado do Polymarket, que acompanhava o índice de inflação de fevereiro da Argentina, mudarem bruscamente 15 minutos antes da divulgação oficial dos dados, levantando suspeitas de uso de informação privilegiada.

Gráfico da semana

Conforme demonstrado abaixo, o preço do bitcoin (BTC) está seguindo aproximadamente a tendência de 2022, no atual mercado de baixa.

Fonte: The DeFi Report

Em 2022, vimos uma recuperação de dois meses (+34%) durante o mesmo período de baixa no mercado, que coincidiu com o início da guerra entre Rússia e Ucrânia. Essa recuperação contrária à tendência foi rejeitada na média móvel de 50 semanas, e o BTC acabou despencando. Levaria quase dois anos para recuperar esse nível.

Nas últimas seis semanas, vimos uma recuperação semelhante, com o BTC subindo 22% em relação às mínimas do início de fevereiro.

A principal diferença entre 2022 e atualmente, é que, na minha visão, o BTC já entrou em território de valor justo.

Portanto, embora a queda de hoje seja semelhante àquela de 2022, creio que o mercado atual de baixa está mais avançado na formação de uma mínima macro.


Assista ao último episódio do podcast Crypto Never Sleeps aqui.

Saiba mais sobre nossos fundos de criptoativos: Empiricus Criptomoedas e Empiricus Cripto Metals Blend

Aviso obrigatório
Este conteúdo é apenas informativo e tem como objetivo compartilhar insights e análises sobre o mercado. Não constitui recomendação de investimento, e qualquer decisão financeira deve ser feita com base em sua própria análise e, preferencialmente, com o apoio de profissionais qualificados.

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‘Se você tem R$ 3,5 mil na poupança, já pode começar a buscar até R$ 1 milhão a partir de 23 de março’, aponta especialista; confira

18 de Março de 2026, 08:00

A Opt.me, frente tecnológica da Empiricus Research, está lançando uma aposta ousada:  buscar até R$ 1 milhão mesmo investindo pouco dinheiro numa lista específica de criptomoedas.

Segundo projeções do especialista da casa, Valter Rebelo, seria possível chegar ao valor de 7 dígitos com aportes iniciais a partir de R$ 3,5 mil. Tudo isso, através de uma ferramenta de investimentos totalmente automatizada (veja como aqui).

Valorizações dessa escala são tentadoras, mas também deixam a seguinte questão entre os investidores: afinal, é possível conseguir lucros tão grandes assim, em tão pouco tempo?

Por mais que possa parecer inacreditável, essa não seria a primeira vez que alguns dos ativos no radar do Valter teriam a chance de adotar multiplicações impressionantes. Os desempenhos históricos de criptomoedas e até mesmo nas classes mais conservadoras mostraram que uma valorização dessa ordem é sim possível.

Porém, o mais importante aqui é saber seguir uma estratégia bem direcionada. E para isso, a forma mais prática é acompanhar alguém que realmente entende de criptomoedas.

Memebot One Million vai buscar oportunidades milionárias sem colocar em risco o dinheiro de pagar as contas

Atualmente, muitas pessoas se apresentam na internet fingindo entender de mercado financeiro, investimentos e criptomoedas. A maioria, entretanto, nunca estudou a fundo o assunto ou ainda tem pouca experiência para realmente ajudar alguém a impulsionar seu patrimônio.

Porém, quando se trata do dinheiro do investidor comum, Valter Rebelo e sua equipe de especialistas sabem como é importante ter muito cuidado para não gerar prejuízos sérios na vida de alguém.

É por isso que, através da Opt.me, frente tecnológica da Empiricus Research, a casa está relançando o Memebot One Million, em uma nova fase do projeto. Isso porque a equipe de especialistas da Empiricus agora conta com o apoio de Heloisa Mendonça.

A especialista vai integrar o projeto ao lado de Valter com toda a sua expertise de mais de 6 anos trabalhando com portfólios milionários no mercado cripto.

Com mais “cabeças” atuando, a ideia é aprimorar o trabalho do Memebot. Para quem ainda não o conhece, ele é o primeiro robô automatizado com foco em conquistar até R$ 1 milhão em 12 meses, investindo em memecoins.

Memecoins e seu potencial explosivo: entenda estratégia do robô

A automação está focada em memecoins, ativos digitais criados com base em fenômenos culturais da internet, como memes, celebridades ou acontecimentos populares.

Essas moedas se diferenciam dos tokens tradicionais porque sua oscilação de preços está muito mais por atrelada às narrativas da internet e a popularidade.  Ou seja, não existe grandes teses de investimento por trás do movimento desses ativos.

Inclusive, os especialistas da Empiricus alertam que, investir nesse tipo de ativo sem um sistema eficiente de detecção, não passa de “jogatina”. É para isso que o Memebot serve, a ferramenta está preparada para guiar os usuários às melhores chances de lucro, de forma totalmente racional e automatizada, evitando que a emoção assuma o trade.

Assim, a parte dos investidores é apenas replicar as operações. A partir de um aporte inicial de R$ 3,5 mil, o Memebot passa a gerenciar o risco do mercado, comprando e vendendo as memecoins concentrado no objetivo de buscar multiplicar seu investimento por até 300x.

Vale sempre lembrar que a meta milionária do Memebot não é uma promessa. Ela parte, sim, de um plano estruturado que tem potencial para multiplicar o patrimônio. Contudo, investimentos com elevado potencial de retorno financeiro também envolvem volatilidade e riscos de perda.

Por isso, a sugestão é investir valores que estejam “sobrando” na sua conta, que não vão prejudicar sua qualidade de vida. Para um aporte de R$ 3,5 mil, por exemplo, o máximo que o investidor pode perder são os R$ 3,5 mil. Isso ainda seria o pior cenário, que é raro e extremo.

Por outro lado, em um mercado de assimetria de lucros como o de criptomoedas, esses mesmos R$ 3,5 mil podem se transformar em milhares de reais.

Se você ainda não tem certeza sobre o Memebot One Million, a boa notícia é que você pode conhecer ele ainda mais de perto de forma totalmente gratuita e online. A seguir, eu te conto exatamente como.

Evento de lançamento do Memebot acontece na próxima semana, online e gratuito; destrave seu acesso

Se você ficou interessado em conhecer mais do Memebot, deu sorte de chegar nesse texto ainda em tempo, porque o seu novo lançamento está bem próximo.

No dia 23 de março, em um evento online e gratuito, os especialistas de criptomoedas da Empiricus Research vão explicar:

  • O funcionamento das operações do Memebot One Million;
  • A estratégia por trás do desenvolvimento da ferramenta; e
  • Como começar a buscar até R$ 1 milhão a partir de R$ 3,5 mil;

Assim, os investidores poderão ver com detalhes como o Memebot pretende “cuidar” do seu portfólio de memecoins, em busca de trazer lucros que podem chegar ao patamar milionário.

Além disso, você também pode conhecer de perto uma tecnologia que executa o que seria praticamente impossível para humanos: um acompanhamento de 24 horas do mercado, a fim de identificar movimentos antes que eles se tornem consenso.

Para se inscrever e participar do evento de forma totalmente gratuita e online, é só clicar no botão abaixo:

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Até R$ 1 milhão em 12 meses: trader profissional vai firmar pacto milionário com qualquer brasileiro interessado; veja como aceitar o desafio

17 de Março de 2026, 14:20

Imagine fazer um pacto financeiro capaz de transformar algumas centenas de reais em um patrimônio milionário em até um ano? Pode parecer ousado, mas é exatamente essa a proposta que o trader profissional Jader Nogueira faz agora, para brasileiros interessados em buscar grandes ganhos no mercado de criptomoedas.

A ideia nasceu de uma promessa pessoal. Há alguns anos, quando ainda enfrentava dificuldades financeiras, Nogueira fez um pacto com a própria família: prometeu à esposa e à filha que se tornaria milionário em apenas 12 meses.

Na época, ele tinha 29 anos, e estava quebrado. Mas a história tomou outro rumo rapidamente:

  • Aos 30 anos, ele conquistou o primeiro milhão;
  • E aos 31, já havia acumulado cerca de R$ 30 milhões em patrimônio.

Agora, Nogueira quer repetir a proposta: só que, desta vez, com brasileiros comuns. Segundo o trader, a ideia é simples: buscar até R$ 1 milhão, em 12 meses, a partir de um investimento inicial de R$ 3.250.

Assim, no dia 30 de março, o trader realizará um evento online no qual pretende firmar um verdadeiro pacto público com quem aceitar participar da iniciativa.

QUERO CONHECER MELHOR A PROPOSTA DO PACTO MILIONÁRIO

De barbeiro a milionário: quem é o trader que propõe esse desafio?

A trajetória de Jader Nogueira começou longe do universo dos grandes investidores. Antes de alcançar notoriedade no mercado financeiro, trabalhou como recepcionista de hotel, barbeiro e até lutador de MMA.

A rotina era como a da maioria dos brasileiros: muito trabalho e pouca sobra no final do mês. Foi nesse contexto que ele conheceu o mercado de criptomoedas. Diante das oportunidades daquele universo ainda pouco explorado, começou a operar com pequenas quantias.

Nogueira não esconde que teve prejuízos no começo. Afinal, o mercado de criptomoedas, assim como qualquer outro, envolve riscos. Contudo, decidiu estudar profundamente os ativos digitais, e os resultados começaram a aparecer.

Com o tempo, suas operações passaram a chamar atenção. Primeiro, entre outros investidores do mercado cripto; depois, também fora dele. Entre os resultados divulgados publicamente pelo próprio trader, estão ganhos como:

  • US$ 750 mil obtidos em uma janela de 24 horas;
  • R$ 2,2 milhões conquistados em 48 horas, em uma única operação;
  • R$ 5,5 milhões acumulados em cerca de 90 dias de operações;
  • R$ 4 milhões gerados ao longo de apenas 30 dias de operações.

O histórico chamou atenção suficiente para colocar o trader no “radar” de grandes veículos de comunicação. Foi capa da Forbes under 40, na lista que reúne nomes mais influentes em tecnologia e inovação da América Latina abaixo de 40 anos.

Já a revista IstoÉ chegou a classificá-lo como o “maior trader” da Binance, a maior corretora de criptomoedas do mundo, reforçando sua reputação no mercado.

Um dos episódios mais comentados foi uma operação documentada que multiplicou o capital investido mais de 320 vezes. Em termos práticos, isso significaria transformar cerca de R$ 3.125 em mais de R$ 1 milhão.

Os resultados alcançados por Nogueira são, de fato, impressionantes. Mas neste ponto, você provavelmente deve estar se perguntando:

Como o trader pretende ajudar brasileiros a cumprir o desafio?

Para viabilizar o chamado “pacto milionário”, Jader Nogueira decidiu lançar uma ferramenta automatizada, voltada ao mercado de criptomoedas, em parceria com a Opt.me — frente de desenvolvimento em tecnologia da Empiricus Research.

Na prática, o funcionamento é relativamente simples. Por meio da tecnologia de copy trade, é possível replicar automaticamente as operações realizadas pelo trader profissional, na conta de quem participa da estratégia.

Ou seja, sempre que Jader Nogueira executar uma operação no mercado cripto, ela poderá ser copiada automaticamente para os participantes conectados à ferramenta, de forma simultânea e automatizada.

Assim, em vez de precisar passar horas analisando gráficos ou estudando estratégias complexas, os participantes podem simplesmente acompanhar as decisões do trader. O que facilita o processo, inclusive para quem não tem experiência prévia no mercado de criptomoedas.

O ponto de partida também foi pensado para ser relativamente acessível. A estratégia parte de um capital inicial de aproximadamente R$ 3.250. Com esse valor, já é possível acompanhar as operações executadas pelo trader dentro da plataforma.

Como o próprio Jader ressalta, o mercado financeiro envolve riscos, e não existe garantia de lucros. Ainda assim, seu histórico operacional mostra que ganhos expressivos são possíveis quando se utiliza uma estratégia consistente.

É justamente essa estratégia que ele pretende colocar à disposição de quem aceitar o pacto. E você tem a chance de ser uma dessas pessoas.

Inscreva-se gratuitamente no lançamento e saiba como aceitar o desafio

Para explicar todos os detalhes da iniciativa que pode transformar algumas centenas de reais em até R$ 1 milhão em 12 meses, Jader Nogueira decidiu realizar um evento online e gratuito no próximo dia 30 de março.

Durante a apresentação, ele pretende mostrar:

  • Como funciona a ferramenta de copy trade;
  • Qual a lógica da estratégia utilizada nas operações;
  • Como brasileiros interessados podem participar do desafio;
  • E de que forma será possível “aceitar oficialmente” o pacto milionário.

Segundo o trader, a ideia é abrir a oportunidade para um grupo limitado de participantes.

Assim, quem quer entender melhor a proposta e avaliar se faz sentido participar, poderá acompanhar a apresentação gratuita e decidir se deseja ou não entrar no desafio.

Para acessar todas as informações e garantir uma vaga no evento, basta clicar no botão abaixo e fazer a inscrição gratuita.

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É hoje (16): robô que busca lucros até de madrugada está com as inscrições abertas

16 de Março de 2026, 08:00

Para quem se interessa por investimentos internacionais e criptomoedas, uma nova oportunidade abre nesta segunda-feira (16). O Robô 3 Rendas (R3R), desenvolvido pelo trader André Antunes e sua equipe, será liberado para um grupo de “usuários beta”.

A ferramenta tem como objetivo ajudar o investidor a explorar os ativos digitais durante a abertura dos mercados da Ásia, Europa e Estados Unidos. Assim, ele vai buscar até três vezes mais chances de renda, mesmo para investidores com pouca experiência e um valor inicial baixo.

Nos últimos 12 meses, durante sua fase de testes, este sistema foi capaz de transformar um investimento inicial de R$ 2 mil em cerca de R$ 5.960 – o que equivale a uma valorização de 198%*.

Agora, a ferramenta está prestes a ser liberada para um grupo de “usuários beta”, em parceria com a Opt.me, frente de tecnologia da Empiricus. A seguir, explico como você pode entrar para esse grupo seleto de usuários.

Entenda potencial de lucros globais do Robô Três Rendas

O R3R – Robô Três Rendas tem o objetivo de operar criptomoedas acompanhando os movimentos dos investidores globais de três dos maiores mercados do mundo:

  • Ásia, quando é noite no Brasil;
  • Europa, na madrugada;
  • EUA, pela manhã.

Isto é, enquanto a bolsa brasileira permanece fechada, o robô vai continuar operando para localizar e efetuar operações com ativos nas regiões do mundo mencionadas. Após identificá-las, o próprio software se encarrega de realizar as operações de compra e venda automaticamente.

Assim, os usuários podem triplicar as chances de renda diária. A proposta não é que o R3R realize operações de forma ininterrupta, mas que execute os movimentos específicos quando identificar oportunidades geradoras de renda.

Foi dessa forma que, durante os 12 meses de teste, o R3R gerou uma rentabilidade de 198%*, considerando os erros e acertos. É claro que, como todo investimento de renda variável e volatilidade elevada, não é possível garantir que os mesmos lucros se repetirão.

Entretanto, para Antunes, as oportunidades neste segmento tendem a ser exponencias e valores iniciais de R$ 1 mil serão suficientes para quem está disposto a começar a “molhar os pés” em investimentos internacionais.

Libere seu acesso hoje: evento gratuito de lançamento do R3R para buscar até três vezes mais chances de renda extra diária

Se essa proposta despertou seu interesse e você quer saber mais sobre o robô, porém ainda sem gastar um centavo, já reserva na sua agenda. Nesta segunda-feira (16), André Antunes disponibilizará um passo a passo explicando como acessar o sistema R3R.

Durante o evento, você também vai entender melhor a estratégia por trás da tecnologia que atua em mercados globais para capturar bons lucros. Para participar do evento de forma totalmente online e gratuita, é só clicar no botão abaixo:

*Projeção de ganhos feita com base em backtest realizado de 19/02/2025 a 20/02/2026, para um capital investido de R$ 25.000 no exemplo. A quantidade de operações pode variar conforme as condições de mercado. O R3R não garante três execuções por dia, pois foi programado para operar apenas quando os critérios e parâmetros da estratégia são atendidos.

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Enquanto memecoin de Trump afunda 96%, especialista identifica um novo grupo de ativos que pode gerar um retorno milionário; confira

14 de Março de 2026, 10:00

Um símbolo da política “pró-cripto”, Donald Trump antes mesmo de voltar à presidência, em 2025, já tinha uma criptomoeda em sua homenagem. De lá para cá, a Official Trump ($TRUMP) flutuou, variando com as atitudes do presidente e suas repercussões no mercado.

Na terça-feira (10), por exemplo, a moeda atingiu o seu menor nível, um tombo de 96% em relação ao pico em 2025. Especialistas do mercado enxergam que a queda se deve ao aumento de avaliações negativas do presidente republicano em face ao conflito entre EUA e Irã.

Apesar de passar por uma “maré baixa”, já houve outros períodos em que a $TRUMP ocupou as manchetes. Por exemplo, quando foi lançada, em 17 de janeiro de 2025, a moeda chegou a subir 754% (US$ 53,92) em três dias com a posse do presidente.

Assim como a moeda associada ao presidente norte-americano, outras tantas já trouxeram lucros expressivos para quem soube comprar e vender na hora certa.

Entretanto, identificar esses momentos não é uma tarefa simples. Além do mais, é compreensível que um investidor comum não tenha todo o conhecimento técnico, nem o tempo disponível, para fazer um monitoramento atento do mercado e antecipar movimentos para buscar os melhores lucros.

É pensando nisso que a Empiricus está fazendo um novo lançamento do Memebot One Million. O robô é criado para monitorar e realizar operações automatizadas nesse mercado altamente volátil.

No dia 23 de março, o projeto retorna com um objetivo ambicioso: buscar transformar investimentos iniciais de cerca de R$ 3,5 mil em até R$ 1 milhão – o que equivale a uma multiplicação de até 300 vezes. E essa meta tem como ponto de partida as oportunidades com potencial explosivo no universo das memecoins.

De R$ 3,5 mil a R$ 1,0 milhão: conheça a estratégia do Memebot One Million

O projeto do Memebot foi idealizado pelo especialista em criptomoedas da Empiricus Research, Valter Rebelo, com o foco de investir em memecoins. Para quem não está familiarizado com o termo, esses ativos se inspiram em fenômenos culturais da internet, como memes, celebridades ou acontecimentos populares.

As memecoins se diferenciam dos tokens tradicionais porque sua oscilação de preços está muito mais por atrelada à narrativa e a popularidade. É exatamente isso que faz com que elas sejam tão atrativas.

Por outro lado, em um mercado tão volátil, um mesmo impulso que gera valorizações explosivas também pode provocar quedas que podem ser tão rápidas quanto. Por isso, vale sempre lembrar que este se trata de um investimento arriscado e retornos passados não são garantia de lucros futuros.

É por essa razão que ter orientações de quem entende na hora de comprar e vender os ativos é fundamental para aumentar suas chances de obter resultados sólidos e relevantes. É aí que entra a proposta do Memebot One Million.

O robô foi desenvolvido para monitorar, analisar dados e tendências e executar operações com ativos que possam oferecer assimetrias interessantes de retorno. Com o valor disponível, a partir de R$ 3,5 mil, o robô vai operar em busca das oportunidades milionárias.

Novo lançamento do Memebot One Million traz mais uma novidade; confira a seguir como participar do evento gratuito e online

Cada vez buscando aprimorar os sistemas do Memebot, o lançamento está entrando em uma nova fase. Isso porque a equipe de especialistas da Empiricus agora conta com o apoio de Heloisa Mendonça.

A especialista vai integrar o projeto ao lado de Valter Rebelo e traz toda a sua expertise de mais de 6 anos trabalhando com portfólios milionários no mercado cripto.

Se você ficou interessado em conhecer mais do Memebot, a boa notícia é que o seu novo lançamento está bem próximo.

No evento de 23 de março, você vai poder entender como as operações são realizadas pelo robô. Assim, saberá com detalhes como ele pretende “cuidar” do seu portfólio de memecoins, em busca de trazer lucros que podem chegar ao patamar milionário.

Além disso, você também pode conhecer de perto uma tecnologia que executa o que seria praticamente impossível para humanos: um acompanhamento de 24 horas do mercado, a fim de identificar movimentos antes que eles se tornem consenso.

Juntos, Valter e Heloisa estão estudando a fundo o mercado de ativos digitais para selecionar as melhores oportunidades de investimento e vão te mostrar mais sobre isso no dia 23 de março.

Para se inscrever e participar do evento de forma totalmente gratuita e online, é só clicar no botão abaixo:

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Petróleo a US$ 200? Primeiro episódio da nova temporada do Empiricus Podca$t começa com conflito no Oriente Médio; assista agora 

14 de Março de 2026, 09:20

Nas últimas semanas o mercado não comentou outro assunto, além dos conflitos entre Estados Unidos, Israel e Irã e os impactos no preço do petróleo e na inflação global. Esse também foi o assunto da nova temporada do Empiricus Podca$t que começou com novidades.

A partir de agora, a jornalista Paula Comassetto assume o comando das conversas, trazendo para pauta os temas que mais mexem com os mercados.  

Assim após a escalada de tensões no Oriente Médio, que levou o preço do petróleo a ultrapassar novamente a marca de US$ 100, a pergunta de muitos investidores é:  

O petróleo pode chegar nos US$ 200? 

Durante o programa, os analistas Ruy Hungria e Matheus Spiess, da Empiricus Research responderam a esta pergunta. Eles também analisaram o atual cenário e apontaram o que deve estar no radar dos investidores, como se preparar e onde investir

Nesta matéria, separamos alguns melhores momentos desse primeiro episódio do  Empiricus Podca$t. Confira.  

‘O petróleo não volta mais para a casa dos US$ 45, US$ 50’ 

Com o mercado se perguntando até onde o preço do petróleo pode chegar, Matheus Spiess aponta que, tudo depende da evolução do conflito e, principalmente, da situação no estreito de Ormuz, ponto estratégico por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial.  

Segundo o analista, caso a passagem permaneça inviabilizada, o mercado pode enfrentar um choque de oferta de proporções históricas. Já Ruy Hungria pondera que prever preços extremos é muito difícil, mas ressalta que o contexto atual já muda a percepção do mercado.  

“Não dá para saber se esse negócio vai para US$ 150 ou US$ 200. Mas, entendo que o petróleo não volta mais para essa casa de US$ 45, US$ 50, que todo mundo estava falando”, afirma. 

Inflação, corte da Selic e bolsa brasileira 

Além do preço do petróleo, os analistas discutiram o impacto do petróleo mais caro na inflação, na política de juros e nas perspectivas para a bolsa brasileira. 

A boa notícia é que você pode conferir essa conversa na íntegra. O Empiricus Podca$t já está disponível no YouTube da Empiricus. Para assistir, basta clicar no link abaixo:  

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Cury (CURY3), Direcional (DIRR3), MRV (MRVE3): qual ação de construtora vale a pena após o 4T25? Confira recomendação da Empiricus 

13 de Março de 2026, 16:26

A temporada de resultados do 4º trimestre de 2025 segue acontecendo no mercado brasileiro. Nessa semana, entre os dias 9 e 10 de março, foi a vez de três das principais construtoras brasileiras divulgarem seus resultados: Cury (CURY3), Direcional (DIRR3) e MRV (MRVE3).

Sabendo que os números são de grande relevância para os acionistas dessas empresas, Caio Araujo, analista da Empiricus Research, comentou os resultados em sua participação no programa Giro do Mercado, do Money Times, na última quarta-feira (11).

Afinal de contas, como interpretar os resultados, e quais ações valem a pena comprar após a divulgação? A seguir, vemos os destaques da semana à luz do analista.

Cenário do 4T25 é positivo para construtoras expostas ao Minha Casa, Minha Vida, segundo analista

Dando um panorama geral do setor de construtoras, o analista aponta que o cenário é positivo, especialmente para empresas mais expostas ao programa Minha Casa, Minha Vida:

“A gente teve revisões de faixa e de preço ao longo dos últimos anos. É um cenário favorável para a operação. Ao longo do tempo, temos visto as construtoras aumentando o ritmo de lançamentos, capturando margens melhores, especialmente as que têm uma capacidade orçamentária um pouco mais sofisticada. Entendo que para o setor, como um todo, os resultados foram bem saudáveis”.

Cury (CURY3): bons resultados podem se traduzir em dividendos

Após o fechamento de mercado da terça-feira (10), a Cury (CURY3) trouxe seus números do 4T52, com destaque para:

  • Lucro líquido de R$ 270 milhões no 4T25, alta de 63% na visão anual;
  • Receita líquida de R$ 1,4 bilhão, alta de 37,2% na visão trimestral.

Para o analista, os resultados foram realmente positivos: “Vemos Cury há alguns anos operando entre as melhores do setor. […] Temos um carrego das operações traduzido nas receitas, a margem bruta dos projetos aumentando, e a geração de caixa, que foi o principal destaque”.

Para Caio Araujo, os números reportados nesse trimestre podem ser uma boa notícia para investidores em busca de dividendos. “A Cury já é uma pagadora de dividendos há alguns anos, e tende a continuar nessa dinâmica, dada essa forte geração de caixa que, para mim, foi o destaque dos resultados.”

Segundo o analista, o consenso do mercado é de um dividend yield esperado em torno de 7% para 2026. “Entendo que seja interessante, dado o contexto da companhia”, conclui.

As ações reagiram aos resultados com alta de 4% no pregão da quarta-feira (11), uma das maiores altas do Ibovespa durante o dia.

MRV (MRVE3): apesar do bom carrego no MCMV, operações nos EUA pressionam resultados

A MRV (MRVE3) divulgou seus números após o fechamento da segunda-feira (9), com destaque para:

  • Lucro líquido ajustado de R$ 116 milhões, reversão do prejuízo registrado no trimestre anterior;
  • Receita líquida de R$ 3 bilhões no 4T25, acima das expectativas do mercado;

Boa parte dos resultados foi impulsionada pela MRV Incorporação, principal divisão de negócios da empresa. “Essa parte tem conseguido gerar caixa e se manter minimamente estável na relação entre dívida líquida e patrimônio líquido”, afirma o analista.

Porém, isso não apaga que o cenário da empresa continua desafiador, especialmente por conta das operações nos Estados Unidos, que não têm gerado os retornos esperados nos últimos anos, de acordo com o analista.  

A Resia, subsidiária norte-americana das operações, atualmente carrega uma dívida líquida na ordem de cerca de US$ 700 milhões.

 “É algo bem significativo, tem prejudicado o financeiro como um todo da companhia. Para a MRV, ainda é um cenário de recuperação”, afirma o analista. “Nas outras empresas, vemos um cenário mais positivo, de surfar o Minha Casa, Minha Vida”.

As ações encerraram em alta de 2% na B3 na terça-feira (10), mas os ganhos foram devolvidos nos dias seguintes. Somente no pregão da sexta-feira (13), até o fechamento deste texto, a queda ultrapassava os 4,5% no dia.

Direcional (DIRR3): investidores reagem aos resultados com ceticismo

No mesmo dia (11) que a MRV, a Direcional (DIRR3) também reportou seus números do 4T25, com destaque para:

  • Lucro líquido de R$ 211 milhões, alta de 27% na visão anual;
  • Receita líquida de R$ 1,2 bilhões, alta de 33% na visão anual.

Caio Araujo comenta que o resultado veio em linha com o consenso do mercado. Porém, a reação imediata do mercado foi de queda nas ações. Até a tarde da sexta-feira (13), as ações negociavam em queda de 1,86% no dia.

“Entendo que seja mais uma ótica de exigência do mercado em relação aos números da companhia, porque os números foram bons no geral”, afirma o analista.

A construtora, que se destacou em 2025 e se tornou uma “queridinha” dos investidores brasileiros, agora é alvo de altas expectativas, o que pode pressionar suas ações ao menor sinal de qualquer discrepância.

“Dado que houve pagamentos extraordinários de dividendos no final do ano passado, hoje a empresa tem uma alavancagem um pouco maior do que nos últimos anos, na ordem de 23% quando vemos dívida líquida sobre patrimônio líquido. Então os investidores estão um pouco mais céticos em relação a esse ponto”, conclui.

Nem Cury (CURY3), nem Direcional (DIRR3) ou MRV (MRVE3): outra ação de construtora é recomendação da Empiricus para o mês

“Gostamos do setor, é uma posição interessante. Só que não gostamos de todas as ações”, afirma Caio Araujo.

O analista comenta que, historicamente, Direcional (DIRR3) costuma figurar entre as recomendações da Empiricus.

Porém, com alta acumulada de cerca de 43% nos últimos 12 meses, ainda reflexo do bom ano de 2025, a casa entende que este é pode ser um bom momento de realização de lucros nos papéis.

Em contrapartida, uma outra construtora, que não é Direcional (DIRR3), Cury (CURY) e nem mesmo a MRV (MRVE3), é a principal ação do setor indicada pela Empiricus no momento, desde o início do mês.

Segundo a Empiricus, essa é uma construtora que traz características que fazem dela uma das ações mais positivamente expostas ao ciclo de cortes da Selic, amplamente esperado a partir da reunião do Copom da próxima quarta-feira (18).

Além disso, está preparada não apenas para surfar juros mais baixos, mas também para resistir a cenários mais adversos, e distribuir bons dividendos aos seus acionistas.

Por isso, ela está presente em duas das principais séries da casa: Double Income e Vacas Leiteiras, com foco em distribuição de proventos e geração de renda extra.

Um dia após a decisão de juros, no fechamento de mercado da quinta-feira (19), a construtora recomendada divulgará seus resultados do 4T25.

E se você quiser conhecer a tese completa por trás da recomendação desta outra construtora, temos uma boa notícia.

Empiricus+: em um só lugar, conheça todas as recomendações da Empiricus para o momento

A boa notícia é que você pode acessar não só essa, mas todas* as recomendações de investimento da Empiricus para o momento, por meio do Empiricus+.

O Empiricus+ é o mais novo serviço de assinatura “streaming” da casa. Por apenas 12x de R$ 14,90, você pode conhecer de perto tudo o que está no radar dos analistas da casa.

E você, leitor desse texto, ainda pode testar o Empiricus+ por 7 dias gratuitamente, sem compromisso. Para liberar o seu acesso, basta clicar no botão abaixo:

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30% de desconto nas principais séries da Empiricus Research: conheça o novo ‘streaming’ da casa com 11 assinaturas

13 de Março de 2026, 16:21

Na semana do consumidor, a Empiricus Research oferece um combo especial para quem quer investir melhor e sob boas orientações. São diversas estratégias reunidas em um único pacote: carteiras de ações, fundos imobiliários, títulos de renda fixa, day trade, small caps.

Desde estratégias de curtíssimo prazo até portfólios de dividendos para quem quer viver de renda em alguns anos. Tudo isso por apenas 12x de R$ 14,90, ou R$ 19,90 mensais.

Achou bom demais para ser verdade? Continue lendo e entenda de onde surgiu essa superpromoção, e por que ela pode ser a oportunidade mais acessível do ano para começar a investir com estratégia.

Empiricus+: “streaming” de carteiras que já valorizaram até 539%

Ao longo dos seus 16 anos, a casa de análise inovou a maneira como investidores, do iniciante ao profissional, acessam conteúdos de investimentos. Através de análises independentes e carteiras recomendadas com relatórios de qualidade e de fácil leitura, nos tornamos a maior casa de análise do Brasil.

Nos últimos anos, os investidores que acompanharam as carteiras da casa tiveram a oportunidade de seguir ideias de investimento que multiplicaram por até 5 vezes o valor aplicado. Veja só alguns exemplos:

  • Palavra do Estrategista, nossa carteira de ações focado em valorização dos papéis: mais de 491,49% de retorno desde a criação em 03/09/2015.
  • Microcap Alert, carteira focada em empresas de baixa capitalização: mais de 539,39% de valorização, desde a criação em 01/08/14;
  • Vacas Leiteiras, portfólio concentrado em dividendos: valorização de 486,13%, desde o lançamento em 07/02/14.

É claro que retornos passados não garantem lucros futuros. Mas uma das características intrínsecas da Empiricus é o “skin in the game”. Isso significa que os analistas da casa só fazem recomendações que eles mesmos colocariam o próprio dinheiro.

Agora, a research está prestes a dar um próximo passo e para isso lançou o Empiricus+, um serviço de assinatura no estilo “streaming”.

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Empiricus+: confira o que vai encontrar no ‘streaming’ da research

Pela primeira vez, a Empiricus está lançando um modelo em que, com um único acesso, você poderá explorar as  principais recomendações de investimento dos analistas.

Atualmente a casa conta com mais de 11 assinaturas, incluindo carteiras focadas em ações, fundos de investimento, renda fixa, trading. Além disso, há também estratégias que combinam diferentes classes de ativos.

Para garantir que o investidor tenha uma boa trajetória, é possível ter contato direto com os mais de 13 especialistas da casa, por meio das lives de dúvidas.

Eles estão dedicados a encontrar as melhores oportunidades do mercado e entregar estratégias que proporcionem um verdadeiro impacto financeiro, como as mencionadas acima.

Para ajudar na trilha do investidor, estão disponíveis diversos conteúdos:

  • Passo a passo para investir nos ativos recomendados, de forma prática; 
  • Lives e plantões de dúvidas com os analistas, respondendo as questões dos assinantes;
  • Podcasts diários e semanais, comentando os principais eventos do mercado e como isso pode mexer com os investimentos.

E ainda nem chegamos na melhor parte: os preços da assinatura estão em um patamar nunca visto antes. O Empiricus+ vai oferecer aos investidores dois planos:

  • Assinatura mensal com o valor de R$ 19,90. Nesse plano, você pode parar a assinatura a qualquer momento; ou
  • Um pacote de assinatura anual por 12x de R$ 14,90, que corresponde a 30% de desconto no valor do plano.

Nos dois planos, você terá acesso as principais carteiras da casa. Assim, vai poder escolher as estratégias de investimento que fazem sentido para o seu perfil.

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Lucros até de madrugada? Conheça o R3R – Robô Três Rendas, que pode operar criptomoedas de forma automática

12 de Março de 2026, 11:26

Existe uma frase bastante repetida quando o assunto é sucesso financeiro: “trabalhe enquanto eles dormem”. A mensagem por trás sugere que, em um sistema meritocrático, aqueles que se esforçam para além do padrão acabam colhendo maiores recompensas.

Embora essa lógica possa fazer sentido em alguns contextos, a realidade mostra que nem sempre todo mundo pode ou consegue renunciar ao próprio descanso e aumentar o esforço em busca de resultados superiores.

Mas e se fosse possível estabelecer uma realidade diferente, na qual uma ferramenta totalmente automática busca lucros com operações no mercado enquanto todos dormem, inclusive o próprio usuário?

Essa é a visão por trás do R3R – Robô 3 Rendas, ferramenta criada por André Antunes, trader no mercado financeiro há mais de duas décadas, e sua equipe.

R3R – Robô Três Rendas: conheça a ferramenta que busca lucros até de madrugada

O R3R – Robô Três Rendas tem o objetivo de operar no mercado de criptomoedas em diferentes horários – até mesmo de noite ou madrugada no Brasil – acompanhando os movimentos dos investidores globais de três dos maiores mercados do mundo:

  • Ásia: durante à noite no Brasil;
  • Europa: durante à madrugada no Brasil;
  • Estados Unidos: durante à manhã.

Nesses horários, a ferramenta “escaneia” o mercado cripto automaticamente, em busca de oportunidades de trade que carreguem o maior potencial de geração de lucros. Após identificá-las, o próprio software também se encarrega de realizar as operações de compra e venda.

A ideia é usufruir do fato do mercado de criptomoedas funcionar 24 horas por dia, não se limitando aos horários nos quais estamos “acordados” no Brasil, e oferecendo ao usuário muito mais oportunidades de buscar uma renda extra.

Da parte do usuário, basta apenas instalar a ferramenta em sua conta na corretora de valores. Assim, é possível aumentar em até três vezes as chances de lucros “enquanto dorme”, automaticamente, sem sacrificar seu descanso. E, durante o dia, manter o foco em suas tarefas cotidianas enquanto o robô trabalha por conta própria.

No caso, o acompanhamento dos horários de mercado da Ásia, Europa e EUA se dá mais pela maior liquidez das negociações, não necessariamente por restrições de horários – que inexistem no mercado cripto.

Até R$ 6.250 diários? Entenda potencial de lucros do R3R – Robô Três Rendas

O R3R – Robô Três Rendas passou por uma fase de testes de 12 meses, antes de culminar em seu grande dia de lançamento ao público, que será no próximo dia 16 de março.

Por meio dos testes, uma excelente notícia foi encontrada: o robô está programado para buscar bons lucros para seus usuários a partir de aportes financeiros iniciais relativamente baixos.

A partir de R$ 1 mil ou R$ 2 mil, durante a fase de testes, foi possível lucrar desde R$ 50 até R$ 6.250 diários, com operações e estratégias específicas.

Ou seja, não é necessário ser um investidor de alto patrimônio para começar a  utilizá-la. A prioridade da ferramenta é impulsionar novos investidores em busca de uma mudança de vida por meio do mercado. Como já foi o caso do próprio André Antunes.

Quem é André Antunes, idealizador do R3R – Robô Três Rendas

André Antunes, também conhecido entre seus seguidores como “Scalper”, é o trader mais seguido no Brasil, com 1,9 milhão de seguidores únicos nas mídias sociais, e carrega consigo 20 anos de experiência no mercado financeiro.

De origem humilde, por muito tempo, viveu a mesma vida que a maioria dos brasileiros: trabalhando, pagando as contas, e sobrevivendo na medida do possível.

“Quando eu era mais novo, comecei a perceber que muitas famílias viviam exatamente no mesmo padrão financeiro por gerações. Meus avós viveram assim, meus pais também. Durante muito tempo, parecia que eu ia seguir o mesmo caminho, até que eu decidi quebrar esse ciclo”, afirma.

A “quebra de ciclo” veio quando Antunes aprendeu a operar no mercado financeiro. Após quatro anos operando, já havia conquistado seu primeiro milhão.

Hoje, é multimilionário e, com toda a sua expertise de duas décadas, dedica seu tempo a ensinar seguidores e alunos o mesmo caminho da independência financeira que conquistou, especialmente pelo mundo do day trade.

Porém, sabemos que operar no mercado financeiro pelos métodos “tradicionais” exige alta dedicação de tempo. Com isso, para fazer jus à “liberdade” em “liberdade financeira”, Antunes passou a focar na criação de ferramentas proprietárias que operem no mercado de forma automática.

E desse propósito, nasceu o R3R – Robô Três Rendas, que será liberado aos seus primeiros usuários a partir da próxima segunda-feira (16), em parceria com a Opt.me – frente de tecnologia de investimentos da Empiricus Research.

Gratuito: participe de evento de apresentação do R3R na próxima segunda-feira (16)

Se você deseja conhecer mais sobre o R3R – Robô Três Rendas, está convidado a participar de um evento online e gratuito na próxima segunda-feira (16), a partir das 19h.

No evento, todos os detalhes da ferramenta serão apresentados aos participantes. Assim, você poderá tirar suas dúvidas e concluir se essa é uma oportunidade que faz sentido para seus objetivos.

Para reservar seu lugar no evento, basta clicar no botão abaixo. Lembrando que é gratuito:

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Renda fixa a partir de R$ 1 e liquidez 24h: novo título do Tesouro Direto é uma boa ideia para sua reserva de emergência?

12 de Março de 2026, 09:28

O Tesouro Nacional anunciou recentemente a criação de uma nova categoria de título público: o Tesouro Reserva. O novo papel também será indexado à  Selic, taxa básica de juros, que atualmente reside no patamar de 15% ao ano. Mas com um diferencial relevante:

“Ele poderá ser negociado 24 horas por dia, sem a incidência de descontos no resgate”, explica a analista de renda fixa da Empiricus Research, Lais Costa.

O secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, anunciou que as aplicações poderão ser feitas inclusive via Pix. O prazo de vencimento do Tesouro Reserva será de três anos, com a possibilidade de resgate a qualquer momento (liquidez diária) e garante a tributação mínima de 15% sobre o lucro.

Adeus, poupança? Analista comenta praticidade do novo Tesouro Reserva

Apesar da poupança ser conhecida como a reserva favorita dos brasileiros, a opção por ela se deve ao resgate fácil. Porém, o que pode passar despercebido é que o dinheiro às vezes nem mesmo rende, visto que a poupança rende apenas no “aniversário” da aplicação e a juros simples.

  • Em comparação, o Tesouro Reserva chama mais atenção, pois entrega rendimentos diários e a juros compostos, mantendo a facilidade de resgate 24 horas.

Conforme a analista explica, o novo título Tesouro Reserva busca resolver uma limitação importante dos instrumentos tradicionalmente usados para reserva de emergência: a ausência de liquidez fora dos dias úteis e do horário regular de funcionamento do mercado.

“A combinação de baixo risco, alta liquidez e acessibilidade fará do Tesouro Reserva, assim que disponível, uma excelente opção para a reserva de emergência”, afirma Costa.

Saiba mais sobre o Tesouro Reserva

Com lançamento previsto para março, a negociação do título será de um valor unitário de R$ 10,00, mas o sistema deverá permitir aplicações fracionadas a partir de R$ 1,00.

Além disso, ele não está sujeito à marcação a mercado – um mecanismo que ajusta os preços diariamente conforme as condições do mercado.

Assim, o investidor pode resgatar o valor aplicado acrescido da remuneração acumulada pela Selic, independentemente do momento do resgate. O modelo é similar ao CDI com liquidez diária que bancos oferecem atualmente.

Apesar dessa novidade servir como uma reserva de emergência, vale sempre lembrar que os ativos de renda fixa podem ir além disso. Com a Selic atual, o investidor tem a oportunidade de buscar retornos de até 9,73% ao ano, acima da inflação.

Por isso, além do Tesouro Reserva, na carteira mensal, Laís indicou títulos “premium” para buscar retornos reais de dois dígitos com a renda fixa. A seguir, explico como conhecer as recomendações da analista de forma totalmente gratuita.

Investir em renda fixa para além da reserva: veja como lucrar com títulos que ‘pagam’ acima da inflação

No patamar que a Selic está hoje, não é difícil encontrar produtos de renda fixa que possibilitam ao investidor acompanhar a inflação. Mas, a verdade é que, encontrar os ativos que podem oferecer lucros acima da Selic e IPCA pode não ser uma tarefa fácil.

Contudo, é nessa perspectiva que a equipe de analistas de renda fixa da Empiricus trabalha. Encabeçada por Lais Costa, a carteira de renda fixa da casa atualmente conta com recomendações que oferecem o combo juros reais e isenção de IR.

Nessa lógica, o investimento preserva o poder de compra, com rendimentos acima da inflação, e ainda pode fazer uma grande diferença na hora de receber, sem “perder” com desconto de Imposto de Renda.

Por exemplo, a analista montou uma seleção de títulos “premium” para buscar os melhores retornos na renda fixa. Para ter uma noção, são rendimentos que podem chegar até IPCA + 9,73%. 

Para quem busca equipar seu portfólio e ter a chance de manter juros reais atrativos no longo prazo como os citados acima, a janela para se posicionar está bem próxima, considerando as expectativas de corte da Selic ainda esse mês.

O acesso à curadoria desses títulos de forma 100% gratuita, junto com um relatório completo de análise macroeconômica, está disponível clicando no botão abaixo:

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Moura Dubeux (MDNE3) mantém trajetória de crescimento firme com lucro 149% maior no 4T25; confira análise

12 de Março de 2026, 09:17

Nesta quarta-feira (11), a Moura Dubeux (MDNE3) divulgou seus resultados referentes ao 4T25, encerrando um ano marcado por forte crescimento operacional e evolução relevante de resultados. De forma geral, os números vieram acima das estimativas do mercado.

No campo operacional, a companhia lançou três projetos no trimestre, totalizando R$ 988 milhões em VGV líquido, mais que o dobro do volume registrado no mesmo período de 2024. No acumulado do ano, os lançamentos atingiram R$ 4,6 bilhões, crescimento de 80,7% frente a 2024.

As vendas e adesões líquidas somaram R$ 698 milhões no trimestre, avanço de 34,1% na comparação anual. No acumulado de 2025, as vendas líquidas atingiram R$ 3,5 bilhões, crescimento de 47% frente ao ano anterior, enquanto o VSO em 12 meses permaneceu elevado em 51,7%, indicando boa liquidez do portfólio. Apesar do aumento nominal do estoque no período, o indicador de meses de cobertura permaneceu saudável, em 10 meses.

Como foi o desempenho financeiro da Moura Dubeux no 4T25?

No âmbito financeiro, a receita líquida da Moura Dubeux atingiu R$ 704 milhões no 4T25, crescimento de 91,6% frente ao 4T24. O desempenho foi impulsionado principalmente pelo modelo de condomínio, por meio do reconhecimento de receitas relacionadas à comercialização de três terrenos.

A margem bruta ajustada foi de 33,7%, patamar dentro da faixa histórica da companhia, embora 9,3 p.p. abaixo do período anterior — recuo explicado pelo formato de aquisição do terreno dos projetos reconhecidos neste trimestre. No acumulado do ano, o indicador foi de 36,4%, cerca de 1 p.p. acima de 2024.

O EBITDA ajustado alcançou R$ 138 milhões, crescimento de 159% na comparação anual e margem de 19,6%, refletindo a expansão da receita e a diluição das despesas operacionais.

Na última linha, o lucro líquido da Moura Dubeux totalizou R$ 112 milhões, avanço de 148,9% frente ao 4T24. No acumulado do ano, o lucro atingiu R$ 420 milhões, crescimento de 67,4%, com ROAE de 27,5%.

A companhia reportou uma leve queima de caixa e encerrou o período com dívida líquida de R$ 324 milhões, equivalente a 21,4% do patrimônio líquido. Como evento subsequente, a Moura Dubeux realizou em janeiro um follow-on que captou aproximadamente R$ 483 milhões, reforçando sua flexibilidade financeira para sustentar o crescimento.

De forma geral, os resultados do 4T25 confirmam o forte momento operacional da Moura Dubeux, sustentado pelo modelo de condomínio e pela recente entrada em projetos enquadrados no Minha Casa Minha Vida (MCMV). Negociando a aproximadamente 5,5 vezes lucros para 2026, as ações permanecem entre as recomendações da Empiricus.

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Dólar, ouro ou petróleo: qual ativo oferece uma proteção mais eficiente hoje? Veja a opinião de 30 gestoras

11 de Março de 2026, 14:50

A intensificação dos conflitos no Oriente Médio já repercute em alguns estudos do mercado financeiro. Enquanto Estados Unidos, Israel e Irã aprofundam uma guerra ainda sem fim previsto, a produção de petróleo mundial é pressionada pelo fechamento do Estreito de Ormuz. Assim, gestores começam a antecipar seus próximos movimentos.

Em uma pesquisa realizada com cerca de 30 gestoras de multimercados que somam mais de R$ 160 bilhões de patrimônio líquido, a equipe da série Os Melhores Fundos de Investimento, da Empiricus Research, constatou que há um ativo de proteção preferido pelas casas.

Segundo os gestores, entre os ativos avaliados para uma proteção mais eficiente em um portfólio global diversificado, o dólar americano lidera com 41% das respostas. “A moeda reforça o seu papel como principal ativo de liquidez em momentos de aversão a risco”, comenta Alexandre Alvarenga, um dos analistas da série.

Na sequência petróleo e ouro empatam com 18%, refletindo a percepção de que choques na região tendem a impactar o mercado de energia e aumentar a demanda por ativos tradicionais de proteção, segundo o analista.

Ademais, 73% das gestoras também apontam que as decisões de posicionamento atual estão embasadas de forma tática e temporária. Já os outros 27%, enxergam o movimento dentro de uma mudança mais estrutural de regime.

Juros no Brasil e EUA devem mudar de rota com pressão sobre o petróleo?

Alvarenga salienta que as expectativas das gestoras seguem indicando uma trajetória gradual de queda de juros tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil, pelos próximos anos. Nos EUA, as projeções apontam taxas ligeiramente abaixo das estimativas do próprio Federal Reserve, com mediana estável em 3%.

Embora nesta semana as projeções do Boletim Focus, sugiram um ciclo de corte de juros menor, “o cenário sugerido pelas gestoras aponta para queda gradual da taxa nos próximos anos, com estabilização em patamar ainda elevado no horizonte mais longo”, comenta Alvarenga.

  • Contextualizando: A taxa Selic reside em 15,00% a.a atualmente e a projeção atual do Focus é que ela consiga regressar a um patamar de 12,13% ao ano.

Enquanto isso, a expectativa das gestoras para a taxa de juros no Brasil indica uma mediana de 12,00% em 2026. Para 2027 e 2028, as estimativas dos especialistas permanecem estáveis em 10,00%.

Já nos EUA, a taxa de juros atualmente está em torno de 3,75% ao ano. As gestoras enxergam um leve ajuste para baixo no curto prazo, com a mediana das projeções para 2026 recuando de 3,5% para 3,0% – valor abaixo da estimativa mais recente do Federal Reserve (3,6%).

Diante de conflitos no Oriente Médio, apetite por risco evaporou?

A pesquisa mostrou que o viés permanece favorável para bolsas fora dos EUA, tanto em mercados desenvolvidos quanto emergentes, ainda que com um posicionamento equilibrado considerando uma dinâmica de risco.

Alvarenga observa que há um aumento gradual do orçamento de risco. Assim, a maior parte das gestoras têm deixado uma fatia de 25% a 50% investida em ativos mais arriscados.

Em relação ao mês anterior, entretanto, nota-se um crescimento das estratégias que alocam 75% a 100% nesses ativos, indicando maior apetite ao risco.

Para os próximos seis meses, predomina a expectativa de aumento adicional do risco, seguida das visões de estabilidade. A possibilidade de redução permanece minoritária, ainda que tenha ganhado força se comparada ao mês anterior.

Acompanhe a pesquisa mensal completa no relatório da equipe de Os Melhores Fundos de Investimentos aqui.

Empiricus+: saiba como transformar a visão dos gestores em oportunidades de investimento por apenas 12x de R$ 14,90/mês

Agora que você está atualizado sobre a trajetória e estratégia de diversas gestoras para o mês de março, chegou a hora de transformar essas recomendações em oportunidades de investimentos.

Para isso, quero te apresentar uma novidade da Empiricus. Trata-se de uma  assinatura em modelo “streaming” que pode ajudar o investidor pessoa física a transformar eventos em oportunidades de investimento: o Empiricus+.

Com ele, você tem acesso às principais recomendações, análises e ideias de investimento elaboradas pelos especialistas da research em um único lugar.

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Ibovespa hoje: petróleo e inflação voltam ao centro das atenções; veja quais são as ‘bússolas do mercado’ desta quarta (11)

11 de Março de 2026, 10:00

O conflito no Oriente Médio continua sem um desfecho claro, e essa ausência de visibilidade tem alimentado episódios de forte volatilidade nos mercados globais. O preço do petróleo passou a oscilar de forma intensa, reagindo praticamente em tempo real a cada nova manchete sobre ataques militares, risco de bloqueio do Estreito de Ormuz e declarações muitas vezes contraditórias vindas de Washington sobre os objetivos e a duração da guerra. As preocupações aumentaram com relatos de que o Irã poderia instalar minas na região, enquanto autoridades americanas afirmam ter destruído embarcações que estariam envolvidas nessa operação e reiteram que responderão com força caso a principal rota energética do Golfo seja interrompida.  

Esse ambiente de incerteza tornou os ativos de risco especialmente sensíveis, em um momento em que parte relevante do mercado vinha operando com níveis elevados de alavancagem, o que favorece movimentos rápidos de desalavancagem e amplia a intensidade das oscilações. Ao mesmo tempo, governos e instituições internacionais procuram conter o estresse no mercado de energia. A Agência Internacional de Energia (AIE) discute a possibilidade de realizar a maior liberação coordenada de reservas estratégicas de petróleo da história. Paralelamente, países como Japão e Alemanha já sinalizam medidas emergenciais para ajudar a estabilizar os preços da energia.  

Essas iniciativas contribuíram para limitar parte da alta recente do petróleo e trouxeram algum alívio temporário. Apesar disso, voltamos a ver uma alta do barril nesta manhã, revertendo parte das grandes perdas de ontem. Nesse contexto, os investidores também acompanham com atenção a divulgação dos dados de inflação nos Estados Unidos, já que uma eventual estabilização mais rápida do conflito poderia abrir espaço para um Federal Reserve menos restritivo ao longo de 2026. 

· 00:57 — Recuperação no meio do tiroteio 

No Brasil, a bolsa registrou o segundo pregão consecutivo de alta, com sinais de que o capital estrangeiro voltou a ingressar no mercado local diante da melhora relativa da percepção de risco global. A acomodação recente nos preços do petróleo também ajudou a aliviar parte da pressão observada nos últimos dias. Ao mesmo tempo, o presidente Donald Trump voltou a elevar o tom contra o Irã, ainda que continue afirmando que o conflito tende a ser breve, mesmo diante da escalada das tensões e da recusa iraniana em aceitar as condições impostas por Washington. Nesse contexto, chama atenção também o bom desempenho do real, que tem se mostrado mais forte do que outras moedas emergentes nos últimos dias. Isso faz sentido: preços mais elevados do petróleo tendem a favorecer a balança comercial brasileira, já que a commodity representa uma parcela relevante das exportações do país. 

Ainda assim, permanece no radar do mercado a discussão sobre o início do ciclo de cortes da Selic. Depois de dados recentes de inflação considerados desconfortáveis e agora com a elevação das incertezas externas, ganhou força a expectativa de que o Banco Central possa optar por um corte inicial mais moderado, de 25 pontos-base, na reunião da próxima semana. Há quem argumente que um movimento mais contido poderia prejudicar a credibilidade da autoridade monetária, por sinalizar falta de convicção. Respeitosamente, não me parece ser o caso. Uma eventual decisão de não cortar os juros poderia de fato gerar esse tipo de interpretação, já que representaria uma mudança relevante em relação à comunicação recente. No entanto, iniciar o ciclo de flexibilização de forma mais gradual foi uma possibilidade indicada pelo próprio Banco Central em sua última reunião. Assim, um corte de 25 pontos-base parece consistente com o cenário atual, especialmente se vier acompanhado de um discurso que destaque maior cautela diante do ambiente externo. Caso as condições melhorem adiante, nada impede que o ritmo de cortes volte a se intensificar. Em outras palavras, o ponto de partida do ciclo pode ter mudado, mas sua direção geral permanece a mesma, ainda que o percurso venha a ser um pouco mais gradual do que o esperado. 

Nesse contexto, ganham importância os dados divulgados nesta semana. Hoje (11), por exemplo, saem os números de vendas no varejo, que devem refletir os efeitos do atual nível restritivo da política monetária. A mediana das projeções aponta para uma queda de 0,1% no varejo restrito em janeiro, após retração de 0,4% no mês anterior, enquanto o varejo ampliado, que inclui bens duráveis, como veículos e materiais de construção, deve apresentar alta de 0,4%. Números ligeiramente mais fracos hoje tenderiam a reforçar a tese de início do ciclo de cortes já na próxima reunião, embora o mercado também aguarde com atenção o dado de inflação (IPCA) que será divulgado amanhã (12). 

Por fim, o ambiente político doméstico também segue no radar dos investidores. Ainda estamos na fase de digestão das pesquisas eleitorais mais recentes. Nesta manhã foi divulgada a sondagem Meio & Ideia, que reforça um cenário de disputa competitiva em eventual segundo turno, em linha com o que temos observado nas últimas semanas. Mais tarde será divulgada também a pesquisa Genial/Quaest, que tende a trazer novos elementos para o debate político. Vale lembrar que o governo ainda não iniciou plenamente sua campanha eleitoral, nem intensificou os ataques à oposição, algo que tende a ganhar força a partir de abril. Mesmo assim, o presidente Lula tem encontrado dificuldades para recuperar popularidade. Choques de preços, como os que podem surgir em um cenário de petróleo mais caro, tendem a piorar esse quadro. Além disso, algumas iniciativas do próprio governo acabam contribuindo para esse desgaste. Um exemplo é o projeto de regulamentação dos trabalhadores da chamada “gig economy”, como motoristas e entregadores de aplicativos, que pode elevar os custos do serviço, reduzir a demanda e, no limite, gerar efeitos negativos também sobre a percepção pública do governo. 

  • VEJA MAIS: Ferramenta automatizada que “varre” o mercado de criptomoedas em busca de retornos de até R$ 1 milhão – veja como acessar 

· 01:22 — A tão esperada inflação 

Nos Estados Unidos, ao final do pregão, os principais índices americanos terminaram próximos da estabilidade. O comportamento do petróleo também teve papel central no humor dos investidores. Depois de superar US$ 100 por barril no início da semana, o Brent fechou em US$ 87,80, registrando queda superior a 11% no dia, embora ainda acumule valorização relevante no ano. Com isso, a atenção do mercado começa a se deslocar novamente para a agenda macroeconômica, em especial para a divulgação do CPI (índice de preços ao consumidor) dos Estados Unidos, que deve apontar alta mensal de 0,3%. O dado será relevante para calibrar as expectativas sobre os próximos passos do Federal Reserve, especialmente em um ambiente em que os preços de energia voltaram a pressionar o debate inflacionário. Vale lembrar, porém, que se trata de um dado de fevereiro e que, portanto, não captura toda a volatilidade de março. 

· 02:34 — O sobe e desce 

Bastou a declaração de Donald Trump sugerindo que a guerra poderia terminar “muito em breve” para provocar oscilações de até US$ 40 no preço do barril ao longo do dia e reverter quedas relevantes nas bolsas internacionais, incluindo o S&P 500. O mercado não parece ter um pingo de convicção em sua avaliação do conflito. Ao mesmo tempo, o cenário militar permanece tenso, com novos ataques na região do Estreito de Ormuz e uma troca contínua de ameaças entre os dois lados. A situação é agravada por sinais contraditórios vindos de Washington sobre os objetivos da operação e a possível duração do conflito, o que acaba ampliando a incerteza entre os investidores. 

Diante desse ambiente, governos e instituições internacionais passaram a discutir medidas para estabilizar os mercados de energia. A Agência Internacional de Energia avalia a possibilidade de liberar até 400 milhões de barris das reservas estratégicas, o que representaria uma das maiores intervenções coordenadas já realizadas no mercado de petróleo. A medida busca conter a disparada dos preços, depois de o barril ter se aproximado de US$ 120 antes de recuar novamente para a faixa de US$ 90. Ainda assim, é importante notar que a economia global hoje é relativamente menos dependente do petróleo do que no passado, como já comentei, o que tende a tornar o impacto sobre inflação e atividade relativamente menor do que no passado. 

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· 03:25 — Buscando alternativas 

A guerra no Oriente Médio e o fechamento efetivo do Estreito de Ormuz ampliaram as preocupações globais com segurança energética e estabilidade econômica. Países do Leste Europeu passaram a defender com mais urgência a expansão do sistema de oleodutos da OTAN, atualmente limitado até a Alemanha, como forma de fortalecer o abastecimento e reduzir vulnerabilidades logísticas da aliança. Ao mesmo tempo, o choque no fluxo de energia já começa a pressionar preços de alimentos e fertilizantes, o que pode afetar de maneira mais intensa países emergentes e altamente endividados. Nesse contexto, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou que a Europa cometeu um erro estratégico ao reduzir sua dependência de energia nuclear (concordo totalmente), e indicou que a União Europeia pretende acelerar o desenvolvimento de pequenos reatores nucleares modulares, vistos como uma alternativa relevante para reduzir a vulnerabilidade energética do bloco. 

· 04:11 — Tentando novamente 

O investidor bilionário Bill Ackman prepara um retorno ao mercado de IPOs por meio de uma oferta conjunta que envolve sua gestora, a Pershing Square Capital Management, e a criação de um novo fundo fechado chamado Pershing Square USA. É a segunda vez que ele tenta. 

A operação pode levantar entre US$ 5 bilhões e US$ 10 bilhões e prevê uma estrutura particular: investidores que adquirirem 100 ações do novo fundo, ao preço de US$ 50 cada, receberão também 20 ações da gestora sem custo adicional (tentando viabilizar o IPO, que acabou não saindo da última vez). Trata-se de mais um passo de Ackman em sua estratégia de ampliar a presença da Pershing Square no mercado público e expandir sua base de investidores. Acompanho o trabalho do gestor há algum tempo e, uma vez devidamente listado, o veículo pode se tornar uma alternativa interessante para investidores mais sofisticados que buscam exposição a estratégias de gestão ativa de alta convicção no estrangeiro

· 05:09 — Sinais positivos 

Direcional Engenharia (DIRR3) divulgou resultados do 4T25 em linha com as expectativas do mercado, reforçando a sua trajetória de crescimento, sustentada pelo aumento consistente do volume de lançamentos e pela elevada eficiência operacional de seu modelo de negócios, concentrado nos segmentos econômico e de médio padrão. No trimestre, a empresa lançou R$ 1,9 bilhão em VGV, avanço de 4% na comparação anual, enquanto as vendas líquidas somaram R$ 1,5 bilhão. Embora esse número represente uma leve retração de 3,9% frente ao mesmo período de 2024, o acumulado de R$ 6,2 bilhões em vendas ao longo de 2025 marcou o maior volume anual já registrado pela companhia. A velocidade de vendas (VSO) ficou em 21% no trimestre, pressionada principalmente pelo volume mais elevado de lançamentos concentrados no final do período. Já a receita líquida atingiu R$ 1,2 bilhão, crescimento de 33% na comparação anual, chegando a aproximadamente R$ 1,5 bilhão quando consideradas também as receitas provenientes de SPEs não consolidadas. 

O principal destaque do trimestre foi a rentabilidade, com a companhia registrando margem bruta ajustada recorde de 42,8%, refletindo ganhos de eficiência operacional e a maturação de projetos lançados em ciclos anteriores. O EBITDA ajustado alcançou R$ 346 milhões, alta de 39% em relação ao ano anterior, enquanto o lucro líquido operacional somou R$ 211 milhões, avanço de 28%. Com isso, o ROE anualizado ajustado atingiu 44%, também um recorde para a empresa. Em termos de geração de caixa, a companhia reportou R$ 390 milhões de geração contábil no trimestre, impulsionada por eventos não recorrentes, como monetização de ativos e cessão de recebíveis. Ao final do período, a dívida líquida era de R$ 533 milhões, ou cerca de 23% do patrimônio líquido, o que ainda indica uma estrutura de capital equilibrada. 

De maneira geral, os resultados reforçam o momento operacional favorável da companhia, marcado por crescimento consistente de receita, novos recordes de rentabilidade e boa capacidade de execução. Além disso, a empresa já sinaliza perspectivas positivas para as vendas no início de 2026. Mesmo após a valorização recente, a Direcional (DIRR3) negocia atualmente a cerca de 7,3 vezes o lucro projetado para 2026, múltiplo ainda bastante atrativo dentro do setor. As ações chegaram a recuar após a divulgação do resultado, o que pode abrir uma janela interessante de entrada para investidores. Com exposição no segmento econômico, disciplina operacional e elevada geração de valor, a companhia segue posicionada para capturar a demanda habitacional no país, mantendo uma visão construtiva para o papel como parte de uma carteira diversificada de ações brasileiras. 

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Direcional bate recordes de vendas e margens no 4T25 e sinalização positiva para 2026; ainda dá tempo de comprar DIRR3?

10 de Março de 2026, 10:09

Nesta segunda-feira (9), a Direcional (DIRR3) divulgou seus resultados referentes ao 4T25, com números próximos das estimativas do mercado. De maneira geral, o trimestre refletiu a continuidade do crescimento da companhia, sustentado pelo aumento do volume de lançamentos nos últimos anos e pela elevada eficiência operacional do modelo de negócios focado nos segmentos econômico e de médio padrão.

Direcional bate recorde de vendas no ano

No campo operacional, a companhia lançou R$ 1,9 bilhão em VGV no trimestre, volume 4% superior ao registrado no mesmo período do ano anterior. Vale destacar que a participação da Direcional nos projetos aumentou de forma relevante.

As vendas líquidas da Direcional atingiram R$ 1,5 bilhão no período, representando leve retração de 3,9% frente ao 4T24. Ainda assim, no acumulado de 2025, as vendas somaram R$ 6,2 bilhões, o maior volume anual já registrado pela companhia.

A velocidade de vendas (VSO) foi de 21% no trimestre, abaixo do observado no mesmo período do ano anterior. Parte desse movimento pode ser explicada pelo maior volume de lançamentos realizado no final do período, especialmente no mês de dezembro.

Rentabilidade de DIRR3 é destaque do 4T25

No âmbito financeiro, a receita líquida da Direcional foi de R$ 1,2 bilhão no 4T25, crescimento de 33% em relação ao 4T24 e 6% acima do trimestre anterior. Considerando também as receitas provenientes de SPEs não consolidadas, a receita líquida total alcançou aproximadamente R$ 1,5 bilhão no trimestre.

A rentabilidade foi o principal destaque do resultado, com margem bruta ajustada recorde de 42,8%. A expansão da margem reflete a eficiência operacional da companhia, bem como a maturação de projetos lançados em períodos anteriores. A margem REF registrou leve retração, mas segue em patamar elevado (44,6%).

Com isso, o ebitda ajustado alcançou R$ 346 milhões no trimestre, crescimento de 39% na comparação anual e de 15% em relação ao trimestre anterior. A margem ebitda ajustada chegou a 28,3%.

Na última linha, o lucro líquido operacional foi de R$ 211 milhões, avanço de 28% em relação ao 4T24. O ROE anualizado ajustado atingiu 44%, o maior nível já registrado pela companhia.

No trimestre, a geração de caixa contábil foi de R$ 390 milhões, impulsionada por eventos não recorrentes relacionados principalmente à monetização de ativos e operações envolvendo cessão de recebíveis. Desconsiderando esses efeitos pontuais, houve leve consumo de caixa operacional no período.

Ao final do trimestre, a Direcional apresentou dívida líquida de aproximadamente R$ 533 milhões, equivalente a 23% do patrimônio líquido, nível que ainda indica uma estrutura de capital relativamente equilibrada, mas que deve impactar o resultado financeiro da companhia ao longo do ano.

De forma geral, os resultados do 4T25 reforçam o momento operacional favorável da companhia, com crescimento consistente de receita e novos recordes de rentabilidade. Com sinalização de vendas interessante para o início de 2026, a Direcional negocia a um múltiplo P/L de 7,3 vezes para 2026 e permanece entre as recomendações da Empiricus.

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Em tempos de guerra, precisamos de um mercado que nunca dorme

8 de Março de 2026, 15:00

Caro leitor, 

Nessa semana, o mercado de criptomoedas esteve em evidência – de uma forma que poucos esperavam. Não por causa de um novo recorde de preço ou anúncio regulatório, mas porque, em um momento de crise geopolítica, foi o único sistema financeiro funcionando

Quando Donald Trump anunciou o ataque dos Estados Unidos ao Irã às 4h30 de um domingo, bolsas norte-americanas estavam fechadas, futuros parados, câmbio global sem liquidez. Quem queria algum vislumbre de como o mercado reverberaria os acontecimentos, ou até mesmo tentar se antecipar, tinha uma única alternativa disponível: cripto. E foi exatamente para lá que o mundo olhou. 

Nesta edição, vamos destrinchar o que esse episódio revela sobre o papel crescente da infraestrutura on-chain, o que o bitcoin (BTC) está sinalizando tecnicamente após o rompimento dessa semana, e o dado que colocou o Fed (Federal Reserve) em uma posição desconfortável. 

Expresso Macro

Uma das perguntas mais interessantes da semana foi por que o bitcoin (BTC) conseguiu sustentar uma recuperação mesmo em meio a tanto ruído geopolítico. A resposta vem de um tema que acompanhamos juntos nas últimas semanas: a rotação dentro do setor de tecnologia norte-americano

Aos que não se recordam ou não acompanharam, em essência, o bitcoin apresenta alta correlação com o setor de software dos EUA, o que significa que, quando o segmento sofre, o BTC sofre junto.

Nesse contexto, nas últimas semanas, os mercados passaram por uma rotação setorial, impulsionada pela reavaliação de quais segmentos capturam o retorno econômico da inteligência artificial (IA).

O consenso convergiu para a visão de que hardware (semicondutores e infraestrutura física) é insubstituível no ciclo de desenvolvimento de IA, enquanto empresas de software estariam sujeitas à perda de receita caso soluções baseadas na tecnologia viessem a substituir plataformas consolidadas. Como materialização dessa narrativa, empresas de hardware subiram na bolsa, enquanto software ficou no banco dos réus.  

O detalhe importante é que tanto o índice S&P 500 quanto o Nasdaq Composite ficaram próximos das máximas históricas durante todo esse período – evidência de que o movimento não foi uma fuga generalizada do risco. 

O que começou a mudar no início de março foi a velocidade de tudo isso. O mercado havia precificado uma substituição rápida e ampla do software pela IA, mas a realidade operacional das empresas não sustenta esse ritmo.

Implementar IA em ambiente corporativo envolve compliance, auditorias, integração com sistemas legados e contratos de longo prazo que não se rescindem da noite para o dia.

A própria Anthropic reforçou esse ponto, ao destacar que suas ferramentas foram desenvolvidas para ampliar o que os softwares já fazem, não para substituí-los. A inteligência artificial, no estágio atual, é mais potencializadora do que substituta

Conforme essa percepção se dissemina, a pressão sobre o setor arrefece. E o Bitcoin, que havia sido castigado pela correlação, passa a se beneficiar no sentido contrário. O que temos agora é um movimento de recuperação em meio ao ruído geopolítico, além dos dados de emprego nos EUA (payroll) mais fracos, divulgados na última sexta-feira (6).

Porém, a duração do atual conflito geopolítico será determinante para o destino final dos preços.  

No curtíssimo prazo, temos nosso modelo proprietário apontando para um regime “risk-on” em conjunto com um setor de softwares excessivamente descontado em relação ao resto das empresas de tecnologia, o que sugere maiores probabilidades do BTC se valorizar

De olho no gráfico: bitcoin (BTC)

Durante a semana, o BTC rompeu o canal de lateralização no qual oscilava desde o início de fevereiro. O movimento chama a atenção justamente por acontecer em meio ao aumento das tensões geopolíticas no Oriente Médio, tipo de contexto que, historicamente, costuma pressionar ativos de risco para baixo. 

O ponto mais importante agora é entender se essa recuperação representa uma mudança duradoura no comportamento do preço, ou apenas um rompimento ainda sem sustentação. Para que possamos falar com mais convicção sobre uma retomada de tendência de alta, dois sinais precisam aparecer: o preço se mantendo acima dos US$ 70 mil e a formação de fundos progressivamente mais altos, indicando que os compradores estão, de fato, assumindo o controle. 

Essa confirmação ainda não chegou. E na última sexta-feira (6), o BTC voltou a sofrer pressão após a divulgação dos dados do mercado de trabalho nos EUA, que vieram abaixo das expectativas. O problema não é só o número fraco em si: é o que ele representa para o Fed. 

Fonte: TradingView

Em uma situação de rotina, um dado fraco de emprego costuma sinalizar desaceleração econômica, o que abre espaço para o Banco Central cortar juros e estimular a atividade.

O problema é que os custos seguem subindo ao mesmo tempo. A guerra no Oriente Médio pressiona o petróleo, e petróleo mais caro encarece o frete, a produção, os insumos: tudo isso se transmite para o preço final dos produtos.

Cortar juros, nesse ambiente, arrisca jogar lenha na fogueira inflacionária. Não cortá-los pode aprofundar o enfraquecimento do mercado de trabalho. Como resultado, isso tende a fazer com que o Fed demore mais para cortar, ao menos enquanto o conflito se estender.

Do lado quantitativo, porém, o sinal mais relevante desta semana veio positivo. Um dos nossos modelos proprietários, desenvolvido para capturar mudanças de regime de longo prazo e distinguir viradas estruturais de ruídos pontuais, migrou de “risk-off” para “risk-on” no início de março.

Para contextualizar o peso desse sinal: desde o início de janeiro, o modelo operava no vermelho, uma leitura coerente com a deterioração observada ao longo de todo o período de queda, e que permitiu que as carteiras gerenciadas pelo SOROS se protegessem de cerca de 20% de queda

A inversão agora não é trivial. Vale ressaltar que isso não elimina a possibilidade de correções no curto prazo. O modelo captura tendências, não candles isolados, mas é um indicativo que merece atenção. 

Enquanto você dorme, alguém está trabalhando

Voltemos ao domingo passado de madrugada. 

Eram 4h30 da manhã do último domingo (1) quando o presidente Trump anunciou o ataque norte-americano ao Irã. Em anos anteriores, investidores que quisessem avaliar o impacto nos mercados teriam que esperar até as 18h de domingo, horário em que os futuros norte-americanos reabrem. Quase 16 horas de silêncio, sem preço, sem formação de mercado, sem nenhuma forma de agir. 

Esse domingo foi diferente. 

Hyperliquid, maior plataforma de contratos perpétuos descentralizados do mundo por volume, operou sem interrupção. E o destaque não foi a negociação de criptoativos, mas sim de petróleo bruto, ouro e outros ativos reais.

Quando a Bloomberg precisou reportar como o mercado de petróleo havia reagido ao ataque, o contrato de crude oil citado como referência de preço não era o da NYMEX ou o da ICE, mas sim o da Hyperliquid. Uma exchange descentralizada sendo usada como termômetro de commodities, em plena crise geopolítica

O ouro também encontrou seu caminho on-chain. O XAUT, versão tokenizada do ouro desenvolvida pela Tether, registrou um volume de 24 horas superior a US$ 300 milhões naquele domingo. 

Mercados preditivos como Kalshi e Polymarket bateram recordes. Por algumas horas, os mercados on-chain não eram uma alternativa ao sistema financeiro. Eram o próprio sistema financeiro

Parte do mercado interpreta esse movimento como um adiantamento: não uma reação ao passado, mas uma aposta sobre o futuro da infraestrutura financeira. 

A transição para mercados on-chain vinha sendo discutida como um processo que levaria, talvez, uma década. Algo que aconteceria pelas bordas, lentamente, sem que ninguém percebesse.

O último fim de semana comprimiu esse horizonte. Quando a crise chegou em um horário no qual o sistema tradicional estava de portas fechadas, o mercado não esperou, mas sim encontrou o caminho que estava disponível, colocando a eficiência da blockchain nos holofotes. 

Para ficar de olho, ativo da semana: HYPE

No fim de semana do ataque ao Irã, Hyperliquid foi colocada no centro da narrativa. 

Commodities figuram entre os poucos setores com performance positiva no cenário atual de desglobalização e reorganização das cadeias globais de suprimento.

Traders que querem operar esse movimento com alavancagem precisam de uma infraestrutura que as bolsas tradicionais não entregam da mesma forma: menos intermediários, menos capital imobilizado como colateral, liquidação transparente e um mercado que nunca dorme. Hyperliquid tem respondido a essa demanda, e o crescimento dos derivativos de commodities na plataforma reflete isso. 

O ambiente regulatório caminha na mesma direção. A CFTC anunciou, na última semana, a intenção de trazer os mercados de contratos perpétuos para o solo norte-americano no prazo de um mês. O presidente da agência foi direto: a gestão anterior havia empurrado essa liquidez para o exterior, e era necessário reverter esse movimento.

Para a Hyperliquid, hoje a maior plataforma de perpétuos descentralizados do mundo, construída justamente nesse mercado offshore, a abertura regulatória amplia significativamente a base de usuários potenciais. 

Destaques da semana

O bitcoin (BTC) é dinheiro ou apenas investimento?

Neste episódio da série Cripto Direto ao Ponto, eu explico. Assista clicando abaixo:

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Mesmo quando a B3 está fechada, esta ferramenta pode gerar até 198% de valorização e três chances de renda extra por dia

6 de Março de 2026, 15:11

Das 9h30 da manhã até as 18h45: esse é o período que o investidor tem para operar na bolsa brasileira. Se tudo corre bem, há chances de chegar ao final do pregão com um saldo positivo. Caso contrário, deve-se esperar até o dia seguinte.

Mas a verdade é que, enquanto a B3 está “dormindo”, tem muito pagamento pronto para ir para o bolso dos investidores.

André Antunes atua no mercado financeiro há quase duas décadas. Tendo operado grandes quantias, ele aponta que, nas dezesseis horas em que a bolsa brasileira está fechada, inúmeras oportunidades surgem na Ásia, Europa e Estados Unidos.

E o investidor que estiver mais atento, tem três vezes mais chances de receber pagamentos extras.

Pensando nisso, Antunes e sua equipe desenvolveram o R3R (Robô Três Rendas): uma ferramenta para buscar renda em três sessões globais diferentes, durante a manhã, tarde e noite, com três chances de receber pagamentos extras de forma automatizada.

Nos últimos 12 meses, durante sua fase de testes, este sistema foi capaz de transformar um investimento inicial de R$ 2 mil em cerca de R$ 5.960.

Agora,a ferramenta está prestes a ser liberada para um grupo de usuários beta, em parceria com a Opt.me, frente de tecnologia da Empiricus. Veja, a seguir, como ser um dos usuários.

R3R – Robô três rendas: conheça ferramenta que caça oportunidades internacionais

Embora cada bolsa de valores tenha seu próprio horário de negociação, o mercado financeiro funciona 24 horas por dia. Com as diferenças de fuso horário ao redor do globo, sempre há alguma região “aberta” para fazer operações.

Nesse contexto, Antunes aponta que os mercados da Ásia, Europa e Estados Unidos, os maiores do mundo, têm grande potencial para gerar retornos também para investidores brasileiros.

Porém, entender cada um desses mercados não é algo que se aprende da noite para o dia. Além disso, quando Ásia e Europa abrem seus horários de negociação, ainda é noite ou madrugada no Brasil, respectivamente.

Foi justamente por isso que Antunes desenvolveu o R3R (Robô Três Rendas). O especialista usou todos os seus anos de experiência nos mercados globais para criar um sistema capaz de identificar padrões repetitivos de mercado e executar operações de forma automatizada.

O sistema do R3R está programado para operar da seguinte forma:

  • Ásia – à noite;
  • Europa – durante a madrugada; e
  • Estados Unidos – pela manhã.

A ideia não é operar sem parar, mas executar movimentos específicos quando o robô identificar oportunidades geradoras de renda.

Foi assim que, em 12 meses de teste, o R3R gerou uma rentabilidade de 198%, considerando os erros e acertos. Colocando em valores, se você tivesse investido R$ 2 mil na ferramenta, esse montante se transformaria em R$ 5.960 em um ano.

É claro que, assim como a bolsa brasileira, os mercados globais oferecem riscos e, portanto, retornos passados não são garantia de retornos futuros.

Contudo, Antunes aponta que investimentos iniciais de R$ 1 mil já são suficientes para quem quer ter a chance de estar exposto aos mercados globais.

Assim, para os investidores interessados em triplicar as chances de receber pagamentos diários ao longo dos próximos 365 dias, o criador da ferramenta vai disponibilizar o passo a passo para ter acesso ao sistema R3R no próximo dia 16 de março.

Participe do lançamento do R3R e saiba como buscar até três chances de renda extra todos os dias

Depois de um ano de testes, o R3R finalmente será disponibilizado para os investidores em parceria com a Opt.me, frente de tecnologia da Empiricus.

O primeiro lote de licenças da ferramenta será liberado para um grupo de usuários beta no dia 16 de março, às 19h.

Nesta data, Antunes fará um evento online, no qual apresentará mais detalhes do R3R, quais ativos a ferramenta opera, e tudo o que você precisa saber para fazer parte do grupo de usuários.

A inscrição para este primeiro evento é gratuita. Assim, se você deseja participar e conhecer mais detalhes, basta clicar no botão abaixo e confirmar a sua presença:

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Ibovespa hoje: resultado da Petrobras (PETR4) no 4T25, payroll dos EUA e petróleo mais pressionado; veja o que ecoa no mercado nesta sexta (6)

6 de Março de 2026, 09:34

Após uma semana marcada por forte volatilidade, provocada pela escalada da guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, os mercados globais iniciam a sexta-feira (6) sob um clima de cautela. O tráfego marítimo pelo Estreito de Ormuz, sofreu uma redução drástica, chegando a uma paralisação quase total em alguns momentos, o que elevou as preocupações com o abastecimento global de energia. Como reflexo, o petróleo permanece em patamar elevado, com o Brent orbitando a região de US$ 87 por barril. Ao mesmo tempo, o conflito continua se expandindo pela região, com episódios envolvendo diferentes países do Golfo, enquanto Washington avalia possíveis medidas para conter a alta do petróleo e seus efeitos sobre os preços da gasolina. Apesar de alguma recuperação pontual observada em mercados asiáticos, o ambiente global ainda é caracterizado por aversão ao risco, com bolsas pressionadas.

Nesse cenário, o petróleo passa a ocupar papel central como principal canal de transmissão do choque geopolítico para a economia global, reacendendo o debate sobre o equilíbrio entre inflação e crescimento. A alta da energia tende a pressionar as expectativas inflacionárias e manter os bancos centrais em estado de alerta, ao mesmo tempo em que reforça o interesse por commodities dentro do chamado macro-inflation trade. Nesse contexto, indicadores macroeconômicos, especialmente o payroll dos Estados Unidos hoje, ganham ainda mais relevância para calibrar as expectativas sobre a trajetória de juros do Federal Reserve. Paralelamente, governos e empresas buscam alternativas logísticas para preservar o fluxo de energia.

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· 00:54 — O ciclo de cortes

No Brasil, o mercado acionário voltou a perder fôlego ontem, com o Ibovespa recuando abaixo da marca de 181 mil pontos, em movimento que acompanhou a correção observada nos mercados internacionais. Parte desse ajuste reflete um processo natural de realização de lucros, após o rali recente que levou o índice a níveis historicamente elevados. Para o pregão de hoje, a atenção dos investidores se volta principalmente para a repercussão dos resultados da Petrobras, divulgados na noite de ontem. As ADRs da companhia em Nova York chegaram a registrar queda nas negociações após o fechamento, mas apresentam recuperação no pré-market desta manhã, indicando uma leitura inicial mais equilibrada por parte do mercado.

No resultado, a Petrobras reportou lucro líquido de R$ 15,6 bilhões, com um nível de capex mais elevado e aumento da alavancagem, embora com melhora operacional nas áreas de refino e comercialização em relação ao trimestre anterior. O conselho de administração também aprovou o envio à assembleia da proposta de R$ 8,1 bilhões em juros sobre capital próprio referentes ao período, com data ex em 23 de abril e pagamentos previstos para maio e junho. Dado o peso da companhia no índice, a leitura desse resultado pode influenciar de forma relevante o humor do mercado local.

Na agenda econômica, o destaque fica para a pesquisa industrial do IBGE, divulgada em um momento em que o mercado tenta calibrar suas expectativas sobre a intensidade do início do ciclo de cortes de juros. A principal dúvida é se o Banco Central optará por um primeiro movimento de 50 pontos-base ou por um ajuste mais moderado de 25 pontos-base. Ontem, a taxa de desemprego subiu de 5,1% para 5,4%, enquanto declarações recentes do diretor de Política Monetária do BC indicaram que os planos de flexibilização monetária permanecem no radar da autoridade.

Na minha leitura, apesar de eventuais ruídos de curto prazo — especialmente vindos do cenário externo — a direção da política monetária no Brasil continua apontando para cortes de juros ao longo do ano. O ponto central parece ser mais o ritmo do que a direção do movimento. Mesmo que o início do ciclo seja conduzido de forma mais gradual, a perspectiva de juros mais baixos tende a continuar oferecendo suporte aos ativos de risco, especialmente em um ambiente em que o crescimento doméstico mostra sinais de moderação e a inflação, apesar de volátil, segue em trajetória de acomodação ao longo do horizonte relevante.

· 01:49 — E esse mercado de trabalho?

Em meio à volatilidade provocada pelas tensões no Oriente Médio, o principal foco dos investidores internacionais passou a ser o relatório de emprego (payroll) dos Estados Unidos, que será divulgado hoje. As expectativas apontam para a criação de cerca de 55 mil a 60 mil vagas em fevereiro, abaixo das 130 mil registradas em janeiro, enquanto a taxa de desemprego deve permanecer em 4,3%.

Neste momento, curiosamente, a taxa de desemprego tende a ser mais relevante para o Fed do que o número de vagas em si, já que o crescimento do payroll vem sendo limitado por fatores estruturais, como menor expansão populacional e demanda moderada por trabalho. Ainda assim, mesmo com um eventual dado mais fraco, que poderia aliviar a tensão, o mercado continua mais preocupado com pressões inflacionárias ligadas à alta da energia, o que já levou parte das apostas de cortes de juros a migrarem de julho para setembro.

· 02:37 — Impacto logístico

A escalada da guerra com o Irã já começa a provocar disrupções relevantes na logística global, especialmente após a forte redução do tráfego pelo Estreito de Ormuz, rota por onde normalmente passa cerca de 20% do petróleo transportado no mundo. O fluxo marítimo caiu drasticamente, de cerca de 138 navios por dia para apenas dois em determinado momento, diante do aumento do risco militar, dos ataques a infraestruturas energéticas e da alta dos custos de seguro marítimo. Os efeitos vão além do petróleo: cadeias de suprimentos também começam a sentir impactos, com atrasos em entregas de empresas globais e pressões sobre setores dependentes da região, como fertilizantes, alimentos, eletrônicos e produtos farmacêuticos, além do aumento do custo do frete aéreo em rotas que cruzam o Oriente Médio.

Esse choque logístico tende a se refletir nos preços globais, especialmente por meio da alta da energia e do transporte. O petróleo reagiu com força — com o Brent acima de US$ 85 e o WTI próximo de US$ 81 por barril — reforçando o risco de pressões inflacionárias. Segundo o FMI, um aumento de 10% nos preços da energia mantido por um ano poderia elevar a inflação global em cerca de 0,4 ponto percentual e reduzir levemente o crescimento econômico em até 20 pontos-base. O impacto tende a aparecer principalmente na inflação cheia e no custo de bens transportados, enquanto a inflação núcleo deve sentir efeitos mais limitados. Ainda assim, a dinâmica reforça o risco de um ambiente macroeconômico mais desafiador, com energia mais cara.

· 03:23 — Qual o objetivo final?

Inicialmente, o objetivo declarado dos Estados Unidos ao iniciar a ofensiva contra o Irã era promover uma mudança de regime em Teerã. A aposta de Washington era que uma campanha militar rápida, combinada com a eliminação de parte relevante da liderança política e militar iraniana, poderia enfraquecer o regime a ponto de provocar uma ruptura interna, seja por meio de divisões nas forças de segurança, seja por uma reação da própria população contra o governo dos aiatolás. Na prática, porém, essa estratégia rapidamente revelou seus limites. Apesar dos danos militares relevantes e da eliminação de figuras-chave do aparato de poder, a estrutura institucional da República Islâmica permaneceu intacta, o regime manteve capacidade de retaliação e não surgiram sinais claros de uma oposição organizada capaz de assumir o poder.

Esse ponto ficou ainda mais evidente após a morte de Ali Khamenei no contexto do conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. A Assembleia de Peritos, órgão formado por 88 clérigos responsável pela escolha do líder supremo, já se movimenta para definir um sucessor, com Mojtaba Khamenei, filho de Khamenei, entre os principais nomes considerados. Nesse contexto, torna-se cada vez mais claro que uma mudança de regime exigiria tropas em solo ou a existência de uma oposição interna organizada e capaz de assumir o poder, dois elementos que, no momento, parecem ausentes. Diante desse impasse, os EUA podem passar a perseguir um objetivo estratégico mais limitado, porém potencialmente decisivo do ponto de vista econômico: controlar ou neutralizar pontos críticos da infraestrutura petrolífera iraniana, em especial a ilha de Kharg, responsável por cerca de 80% a 90% das exportações de petróleo do país. O domínio ou a neutralização desse terminal daria a Washington influência sobre a principal fonte de receita do regime, pressionando economicamente Teerã sem a necessidade de uma ocupação do território.

Uma estratégia desse tipo poderia oferecer aos EUA uma forma de exercer pressão duradoura sobre o regime iraniano, reduzindo sua capacidade de financiar programas militares, nucleares ou redes de aliados regionais, ao mesmo tempo em que evita o custo político e militar de uma guerra terrestre prolongada. Ainda assim, trata-se de uma aposta arriscada. O regime iraniano poderia optar por destruir parte de sua própria infraestrutura antes de permitir qualquer forma de controle externo, movimento que provavelmente provocaria uma forte disparada nos preços do petróleo e ampliaria significativamente os custos econômicos globais do conflito. Em outras palavras, a estratégia pode aumentar a pressão sobre Teerã, mas também eleva os riscos para o próprio sistema energético internacional. O horizonte não é trivial.

· 04:16 — Ajuste de posição

A escalada do conflito no Irã provocou uma forte saída de capital estrangeiro das bolsas de mercados emergentes da Ásia, no ritmo mais intenso em quase quatro anos. Fundos globais retiraram cerca de US$ 11 bilhões da região (excluindo a China) nesta semana, com saídas expressivas de Taiwan, Coreia do Sul e Índia, refletindo a reavaliação de riscos geopolíticos pelos investidores. Ainda assim, o último pregão da semana trouxe algum alívio: as bolsas conseguiram se estabilizar parcialmente com a queda do dólar e esforços dos EUA para mitigar os efeitos da alta do petróleo.

· 05:01 — O que importa é o estrutural: lições de um mundo mais conflituoso

A recente operação militar conduzida por Estados Unidos e Israel contra o Irã deve ser interpretada sobretudo sob uma ótica estratégica. Mais do que degradar capacidades militares iranianas no curto prazo, a ação também funciona como um sinal de dissuasão geopolítica, direcionado não apenas a Teerã, mas também a outras potências globais, como China e Rússia. Apesar das preocupações iniciais com o mercado de petróleo, interrupções estruturais e permanentes no fornecimento global de energia parecem pouco prováveis neste momento, o que tende a limitar impactos mais duradouros sobre inflação, crescimento econômico e política monetária. Para o investidor, o ponto central é olhar além da volatilidade e identificar tendências estruturais que podem ganhar força em um ambiente geopolítico tenso, como defesa.

Esse contexto de maior instabilidade internacional já começa, inclusive, a produzir respostas concretas na esfera da política em outras regiões. A França anunciou recentemente um reforço relevante em sua estratégia de dissuasão nuclear, com o presidente Emmanuel Macron sinalizando a expansão do arsenal atômico francês e a possibilidade de estender sua proteção nuclear a aliados europeus. A iniciativa envolve maior cooperação com países como Alemanha, Reino Unido, Polônia e Holanda, além da realização de exercícios conjuntos de dissuasão e até o eventual deslocamento de capacidades estratégicas para parceiros. O movimento reflete uma tendência mais ampla: a de uma Europa progressivamente mais responsável por sua própria segurança, em um cenário no qual os Estados Unidos reorganizam prioridades estratégicas e incentivam seus aliados a assumir maior protagonismo em defesa.

A implicação prática desse ambiente é relativamente clara. Em um mundo marcado por tensões geopolíticas persistentes e orçamentos militares estruturalmente mais elevados, o setor de defesa deixa de ser apenas um tema cíclico e passa a se consolidar como uma tese estrutural de longo prazo. Nesse contexto, ETFs temáticos focados em aeroespacial e defesa — como o iShares U.S. Aerospace & Defense ETF (BDR: BAER39) — surgem como instrumentos eficientes para capturar essa tendência por meio de uma exposição diversificada ao setor. Ainda assim, a disciplina na alocação continua sendo fundamental: posições individuais entre 1% e 2,5% da carteira, com um limite agregado em torno de 5% para a classe dos temáticos, ajudam a equilibrar o potencial de retorno com uma gestão de risco adequada, respeitando tanto o caráter estrutural da tese quanto a volatilidade inerente a esse tipo de ativo.

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Ibovespa hoje: pesquisa do Datafolha e rumores de negociações entre Irã e CIA devem ecoar nos mercados nesta quinta (5); confira destaques

5 de Março de 2026, 09:18

Os mercados globais iniciam a quinta-feira (5) em tom levemente positivo, após um início de mês marcado por forte volatilidade provocada pela escalada da guerra envolvendo Estados Unidos e Irã. Investidores continuam ajustando posições diante de um cenário ainda incerto, no qual o conflito no Oriente Médio permanece como o principal fator de risco no curto prazo. Apesar de alguma recuperação recente em algumas bolsas, inclusive a brasileira, a situação segue tensa, com novos ataques sendo registrados e ainda sem sinais claros de uma solução no horizonte imediato. Nesse contexto, o petróleo voltou a subir, com o Brent acima de US$ 82 por barril, refletindo as preocupações com o abastecimento global e as dificuldades no tráfego marítimo pelo Estreito de Ormuz, uma das rotas mais estratégicas do comércio mundial de energia.

Na Ásia, os mercados acionários registraram uma recuperação relevante, liderada pela Coreia do Sul, onde o índice Kospi avançou cerca de 9,6%, recuperando boa parte das perdas do dia anterior, quando havia sofrido uma das quedas mais fortes de sua história recente. No Japão, o Nikkei subiu quase 2%, enquanto as bolsas chinesas também apresentaram ganhos após Pequim divulgar metas econômicas mais moderadas, com crescimento projetado entre 4,5% e 5% para os próximos anos. Nos Estados Unidos, o apoio do Senado à campanha militar contra o Irã indica que o conflito pode se prolongar por mais tempo do que inicialmente imaginado, o que tende a manter a volatilidade elevada nos mercados internacionais nas próximas semanas.

· 00:55 — Alívio nos mercados, atenção no radar

No Brasil, o principal índice da bolsa voltou a apresentar recuperação no pregão de ontem, acompanhando também a melhora observada nos mercados internacionais. O Ibovespa retomou o patamar dos 185 mil pontos, enquanto o dólar recuou e voltou a orbitar a região de R$ 5,20. Parte dessa melhora no humor dos investidores ocorreu após uma reportagem do The New York Times sugerir que integrantes da inteligência iraniana teriam procurado a Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA) para discutir possíveis caminhos de negociação. Posteriormente, o governo iraniano negou a informação — algo que, em certa medida, já era esperado no contexto político do conflito —, mas o simples surgimento da possibilidade de diálogo contribuiu para reduzir momentaneamente o clima de aversão ao risco nos mercados globais.

No cenário doméstico, os investidores acompanham nesta quinta-feira a divulgação de novas pesquisas eleitorais, com destaque para os levantamentos do Datafolha para presidente e governadores. No campo corporativo, o noticiário também segue movimentado, com grande expectativa para a divulgação dos resultados da Petrobras, prevista para a noite de hoje. A atenção do mercado se concentra especialmente no anúncio de dividendos, dado o peso relevante da companhia dentro do Ibovespa e seu potencial de influenciar o humor do mercado na sexta-feira. Na agenda de indicadores, o foco recai sobre os dados do mercado de trabalho, com a divulgação da taxa de desemprego de janeiro pela Pnad Contínua, que pode confirmar a resiliência do emprego observada no Caged divulgado no início da semana. Caso essa leitura de um mercado de trabalho ainda aquecido se confirme, aumenta a probabilidade de que o Copom opte por iniciar o ciclo de corte de juros com um movimento mais cauteloso.

Em Brasília, a Câmara dos Deputados aprovou, em dois turnos e com ampla maioria, a PEC da Segurança Pública, que altera as competências de União, estados e municípios para fortalecer o combate ao crime. O texto agora segue para análise do Senado. Trata-se de um tema com forte peso político e potencial de influenciar o debate público em um ano eleitoral. Já no Senado, foi aprovado por unanimidade o projeto que ratifica o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, que agora segue para promulgação, representando um passo importante na consolidação de uma das maiores zonas de livre comércio entre blocos econômicos do mundo.

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· 01:48 — Humor levemente aprimorado

Nos Estados Unidos, os destaques do dia ficam para os pedidos semanais de seguro-desemprego e para os dados sobre custo da mão de obra, que ajudam a medir a dinâmica do mercado de trabalho e possíveis pressões inflacionárias. Mesmo em meio às tensões geopolíticas, o mercado acionário americano demonstrou resiliência, com os principais índices praticamente retornando aos níveis observados antes do início do conflito. Parte dessa recuperação foi impulsionada por um PMI de serviços mais forte do que o esperado, sinalizando que o setor (responsável pela maior parcela da economia americana) continua sustentando o crescimento. Ainda assim, ao longo do ano observa-se uma rotação gradual de investimentos, com parte do mercado questionando os valuations mais elevados de empresas de tecnologia e direcionando capital para setores ligados a infraestrutura, indústria e ativos descontados.

· 02:34 — Os famosos 15%

A política comercial dos Estados Unidos voltou ao centro das atenções após o secretário do Tesouro, Scott Bessent, confirmar que o governo pretende elevar a tarifa global de importação de 10% para 15%, como prometido por Trump, medida que deve entrar em vigor ainda nesta semana e permanecer válida por 150 dias, enquanto o governo busca estabelecer uma nova base jurídica para restabelecer as tarifas que foram derrubadas pela Suprema Corte. Embora o impacto direto sobre a inflação seja incerto, o aumento das tarifas pode contribuir para manter as pressões inflacionárias por mais tempo, especialmente porque altas costumam ser repassadas aos preços com mais facilidade do que reduções, além de influenciar a percepção dos consumidores sobre o custo de vida. Paralelamente, uma decisão do Tribunal de Comércio Internacional abriu caminho para possíveis reembolsos de cerca de US$ 175 bilhões em tarifas cobradas anteriormente com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA), o que pode beneficiar milhares de importadores, embora o governo ainda possa tentar contestar a implementação dos pagamentos.

· 03:26 — Mais um dia de guerra

No sexto dia da guerra envolvendo o Irã, o conflito passou a assumir contornos cada vez mais globais. Um submarino americano afundou um navio de guerra iraniano nas proximidades do Sri Lanka — o primeiro ataque desse tipo realizado por um submarino dos Estados Unidos contra uma embarcação de superfície desde a Segunda Guerra Mundial — ampliando significativamente o nível de tensão. Teerã prometeu retaliar, enquanto a dinâmica de ataques e contra-ataques já se espalha por diferentes pontos do Oriente Médio, com o Irã mirando bases e representações americanas e Israel intensificando suas operações contra aliados iranianos na região. A escalada já envolve um número crescente de países, e até mesmo a OTAN acabou entrando no episódio ao interceptar um míssil que se dirigia à Turquia. Em paralelo, o petróleo segue em trajetória de alta e se aproxima de US$ 85 por barril, refletindo o temor de que o conflito possa comprometer temporariamente o fluxo global de energia.

Os efeitos da guerra começam também a transbordar para além do campo militar. Na Ásia, a China orientou suas principais refinarias a suspender temporariamente exportações de combustíveis, priorizando o abastecimento doméstico em meio às incertezas do mercado energético. Já o Japão avalia a possibilidade de liberar petróleo de suas reservas estratégicas, uma medida preventiva diante do risco de interrupções no transporte da commodity pelo Estreito de Ormuz. Ainda assim, a experiência histórica sugere que choques geopolíticos, embora gerem episódios de forte volatilidade do curto-prazo, como o que estamos vendo agora, costumam ter efeitos temporários sobre os mercados, frequentemente abrindo oportunidades de investimento quando os preços dos ativos recuam. O desfecho do conflito, contudo, permanece incerto, o que recomenda cautela adicional por parte dos investidores.

· 04:12 — Definindo metas

Os índices de gerentes de compras (PMIs) da China ficaram abaixo de 50 pontos em fevereiro, nível que indica contração da atividade econômica, embora parte desse movimento seja explicada por fatores sazonais, especialmente o impacto do Ano Novo Lunar, período em que fábricas e empresas costumam interromper suas operações. Em contraste, os PMIs privados apontaram expansão mais consistente tanto na indústria quanto no setor de serviços, sugerindo que a fraqueza dos dados oficiais tem caráter mais técnico do que estrutural. Ao mesmo tempo, Pequim definiu uma meta de expansão do PIB entre 4,5% e 5%, a mais baixa desde os anos 1990, refletindo o reconhecimento de que o modelo econômico chinês atravessa um período de transição, marcado por demanda doméstica mais fraca, desafios no setor imobiliário e a necessidade de desenvolver novos motores de crescimento, embora o governo ainda mantenha espaço para estímulos adicionais diante das incertezas internas e externas.

· 05:07 — Marca de entrada

A Apple (BDR: AAPL34; Nasdaq: AAPL) anunciou um novo laptop mais acessível, o MacBook Neo, com preço inicial de US$ 599 — um patamar significativamente inferior ao dos demais computadores da marca, já que o modelo mais barato até então partia de US$ 999. O novo dispositivo é leve, colorido e utiliza o mesmo chip presente nos iPhones, o que indica uma mudança sutil, porém relevante, na estratégia da companhia. Tradicionalmente posicionada como uma fabricante de tecnologia premium, a Apple passa a explorar com mais clareza um segmento de entrada, buscando ampliar sua presença em um mercado dominado por PCs mais baratos e, ao mesmo tempo, atrair novos usuários para dentro de seu ecossistema.

O lançamento faz parte de uma semana particularmente ativa em anúncios de produtos da empresa. Além do MacBook Neo, a Apple também apresentou um novo modelo de iPhone mais acessível, o iPhone 17e, ao mesmo tempo em que atualizou suas linhas mais avançadas, como MacBook Pro e MacBook Air, que continuam posicionadas em faixas de preço mais elevadas. Esse movimento revela uma estratégia mais abrangente: ampliar o portfólio para atender diferentes perfis de consumidores, desde usuários que buscam um primeiro dispositivo da marca até aqueles que demandam equipamentos mais sofisticados e de maior desempenho.

Mesmo com a expansão para produtos mais acessíveis, a lógica estratégica permanece clara: fortalecer o ecossistema Apple e ampliar sua base global de usuários. Quanto mais pessoas entram nesse ambiente, utilizando iPhone, Mac, iPad ou outros dispositivos, maior tende a ser a recorrência de receitas vindas de serviços, assinaturas e atualizações de hardware ao longo do tempo. Ao combinar dispositivos de entrada com produtos premium e manter forte integração entre hardware, software e serviços, a empresa preserva sua capacidade de monetização e reforça uma de suas maiores vantagens competitivas. Para o investidor, essa estratégia ajuda a sustentar a tese estrutural da companhia como um dos ativos mais robustos do setor de tecnologia. A Apple segue apoiada em marca extremamente forte, escala global, elevada geração de caixa e capacidade contínua de inovação. Nesse contexto, sigo vendo AAPL34 como uma posição interessante para complementar carteiras de ações internacionais — sempre, naturalmente, respeitando o dimensionamento adequado das posições e o perfil de risco de cada investidor.

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Ibovespa hoje: conflito no Irã, petróleo e mais do 4T25; veja o que ficar de olho no mercado nesta segunda (2)

2 de Março de 2026, 10:04

Uma possível mudança de regime pode estar em curso no Irã após a neutralização do aiatolá Ali Khamenei e de outras lideranças centrais em ataques conduzidos por Estados Unidos e Israel, um choque geopolítico de grande magnitude, mas ainda sem um roteiro claro para o que vem depois. Historicamente, o que costuma separar sustos passageiros de crises mais duradouras nos mercados é, sobretudo, o impacto efetivo sobre a oferta de petróleo: choques prolongados (como o de 1973) tendem a gerar efeitos mais profundos, enquanto episódios rapidamente contidos, especialmente quando o risco ao suprimento é neutralizado, muitas vezes acabam se convertendo em janelas de oportunidade. Por ora, o Brent chegou a avançar mais de 12% na reabertura, ultrapassando US$ 80, e algumas projeções apontam para níveis próximos de US$ 100 caso haja interrupção prolongada no Estreito de Ormuz; ao mesmo tempo, o aumento de produção sinalizado pela Opep+ parece ter efeito limitado diante do risco logístico.

Em paralelo, Donald Trump tem alternado mensagens sobre os objetivos finais da ofensiva: em alguns momentos, fala em continuidade por semanas e em mudança de regime; em outros, sugere abertura para conversar com uma eventual nova liderança iraniana. Enquanto isso, retaliações e tensões se espalham pela região, elevando a pressão por clareza estratégica — um fator crucial para reduzir o “prêmio de guerra” embutido nos ativos. Soma-se a isso uma agenda macroeconômica cheia, com payroll nos EUA, PMIs nas principais economias europeias, Livro Bege do Fed, ata do BCE e as sessões do Congresso Nacional Popular da China, e a temporada de resultados.

· 00:57 — O que está acontecendo?

No fim de semana, Estados Unidos e Israel realizaram ataques coordenados contra alvos estratégicos no Irã, incluindo instalações militares e nucleares, em uma ofensiva voltada a enfraquecer de maneira estrutural a capacidade militar do regime iraniano. De acordo com os comunicados oficiais, lideranças centrais foram neutralizadas, entre elas o líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, além de integrantes do alto comando militar. A reação de Teerã foi imediata, com o lançamento de mísseis e drones contra bases americanas no Golfo e alvos em Israel, ampliando significativamente a tensão regional. O conflito provocou o fechamento temporário de espaços aéreos no Oriente Médio, paralisação de rotas comerciais relevantes, forte alta do petróleo e elevação perceptível do risco geopolítico global, enquanto lideranças internacionais passaram a defender contenção diante da possibilidade de uma escalada mais ampla.

Ao autorizar a ofensiva, Donald Trump consolidou uma inflexão relevante em relação ao discurso “América Primeiro” que marcou sua ascensão política, tradicionalmente associado a menor disposição para intervenções militares prolongadas no exterior. Em seu segundo mandato, porém, o presidente vem adotando postura mais assertiva e intervencionista no campo internacional, acumulando ações externas e tensionando inclusive relações com aliados históricos. A operação conjunta com Israel simboliza essa mudança e adiciona risco político doméstico às vésperas das eleições de meio de mandato, sobretudo diante da possibilidade de conflito prolongado, eventuais baixas americanas e pressão adicional sobre os preços de energia.

O Irã passou a tratar o embate como uma ameaça existencial, ampliando as retaliações e reforçando o temor de uma escalada regional com impactos diretos sobre o fornecimento global de petróleo — que já vinha acumulando alta relevante no ano. Trump declarou que a ofensiva pode se estender por até quatro semanas e que continuará até que os objetivos estratégicos sejam alcançados (novo acordo nuclear), ao mesmo tempo em que enfrenta críticas internas sobre a ausência de um plano claro para o período posterior ao conflito. O tema mobiliza a comunidade internacional, incluindo debates no âmbito da AIEA, e mantém os mercados sensíveis a cada novo desdobramento, em um ambiente de elevada incerteza geopolítica e energética.

· 01:51 — Desdobramentos para o mercado

Embora o Estreito de Ormuz nunca tenha sido totalmente fechado nas últimas décadas — mesmo sob tensão aguda —, o momento atual é visto como atípico pelo nível de ataques na região e pela possibilidade de um envolvimento militar mais prolongado. Trata-se de uma rota crítica: por ali escoa cerca de 20% do petróleo transportado no mundo (algo como 15 milhões de barris por dia), além de volumes relevantes de gás natural liquefeito (LNG) do Catar. Um bloqueio completo segue sendo um cenário extremo, mas não pode ser descartado. Se isso acontecesse, não seria difícil imaginar o Brent se aproximando de US$ 125 por barril; no extremo oposto, uma estabilização política rápida poderia devolver os preços para a região de US$ 60. Entre esses dois polos, o cenário mais provável parece ser um “meio do caminho”: fluxo sob ameaça, prêmio de risco alto e petróleo orbitando níveis como US$ 80, mesmo com tentativas da OPEP+ de elevar a oferta — um esforço que tem efeito limitado diante dos riscos logísticos. Vale notar que, no momento, a principal restrição não parece ser um bloqueio militar formal, mas sim a paralisia do transporte marítimo pela retirada (ou encarecimento) da cobertura de seguros contra risco de guerra.

Nesse contexto, os ataques coordenados de Estados Unidos e Israel contra o Irã — e as retaliações subsequentes — elevaram o risco geopolítico e adicionaram ao petróleo um “prêmio de guerra” estimado entre US$ 4 e US$ 10 por barril. O Irã produz cerca de 3,3 milhões de barris por dia e direciona a maior parte de suas exportações à China; além disso, há décadas enfrenta suspeitas sobre ambições nucleares, o que amplia a complexidade estratégica do conflito. Em síntese, enquanto a incerteza em torno de Ormuz persistir, o petróleo tende a negociar com prêmio de risco elevado — mantendo pressão inflacionária global e ampliando a volatilidade dos ativos —, o que costuma favorecer energia e posições de proteção (como ouro e dólar) e recomendar cautela adicional tanto para bolsas quanto para a velocidade esperada de cortes de juros.

· 02:33 — Depois do IPCA-15…

No Brasil, a semana ganha relevância com a divulgação de dados importantes de atividade e emprego, após o Caged — inicialmente previsto para a última sexta-feira — ter sido adiado para terça-feira, além do PIB, que também ajudará a calibrar as expectativas para o ritmo da economia. Encerramos fevereiro com um pregão mais negativo, em contraste com o bom desempenho acumulado no mês. A combinação de um IPCA-15 acima do esperado (0,84% em fevereiro, levando o acumulado em 12 meses a 4,10%) e da escalada do conflito entre EUA, Israel e Irã elevou a percepção de risco e reduziu o espaço para cortes mais acelerados da Selic. Os juros futuros avançaram e o Ibovespa recuou no pregão, embora ainda tenha encerrado fevereiro com alta próxima de 4% e acumule valorização ao redor de 17% no ano.

No campo corporativo, a temporada de balanços segue intensa, com destaque para a Petrobras na quinta-feira, além de resultados de empresas como Stone, Rumo, Ultrapar, Magazine Luiza, Localiza e Embraer ao longo da semana. Na agenda política, o presidente da Câmara, Hugo Motta, busca avançar com a PEC da Segurança Pública, enquanto o presidente Lula deve discutir com Geraldo Alckmin e Fernando Haddad a definição de candidaturas, em um momento de maior fragilidade do governo nas pesquisas, como vimos no levamento da Paraná Pesquisa da última sexta-feira.

· 03:26 — Nova rodada de preocupações

Nos Estados Unidos, as preocupações com o chamado “SaaSpocalypse” voltaram a pesar sobre o setor de tecnologia, interrompendo a recuperação observada nos últimos pregões: na sexta-feira, o ETF de software IGV recuou 1,3%, enquanto a Nvidia aprofundou as perdas (acumulando quase -10% em dois pregões), arrastando também nomes como Apple e Meta. O movimento ocorreu em um ambiente já mais carregado: o petróleo voltou a subir diante do risco geopolítico no Oriente Médio e o PPI americano veio acima do esperado, reforçando a leitura de que a inflação segue resistente e, portanto, pode adiar o início — ou reduzir o ritmo — de cortes de juros pelo Fed. O resultado foi um pregão mais defensivo em Nova York.

Fora da tecnologia, o estresse se espalhou para o setor financeiro: o índice KBW Nasdaq Bank caiu 4,9% após alertas sobre vulnerabilidades no crédito privado e o risco de novas inadimplências, reacendendo temores de contágio. Em contraste, poucas ações conseguiram escapar do mau humor — com Amazon e Alphabet fechando em alta, apoiadas por manchetes positivas ligadas à OpenAI. Com a temporada de balanços entrando na reta final (mais de 90% do S&p 500 já reportou), o mercado volta a procurar novos catalisadores, como o payroll e os PMIs da semana, além de resultados relevantes de CrowdStrike, Target, Broadcom e Costco.

· 04:12 — Novidades entre as gigantes de IA

O Departamento de Defesa dos EUA rompeu com a Anthropic após a empresa se recusar a flexibilizar restrições sobre o uso de sua IA em vigilância doméstica em massa e armas autônomas, classificando-a como risco para a cadeia de suprimentos, e fechou acordo semelhante com a OpenAI, como alternativa, que afirmou ter mantido princípios como proibição de vigilância em massa e responsabilidade humana no uso da força em seu contrato para operar em rede classificada – Sam Altman saiu na frente dessa vez. O episódio evidencia a disputa sobre quem define as regras no uso militar da IA, em um contexto em que o governo depende de empresas privadas para tecnologia de ponta, enquanto estas equilibram contratos públicos e reputação comercial. Paralelamente, a OpenAI anunciou uma rodada histórica de US$ 110 bilhões — com aportes de Amazon (até US$ 50 bi), Nvidia e SoftBank — que avalia a companhia em US$ 730 bilhões, reforçando a corrida por capital, poder computacional e liderança em uma indústria que avança mais rápido que sua regulação.

· 05:04 — O nosso bom e velho Kit Geopolítico voltou a funcionar

Os mercados globais atravessaram um período de volatilidade intensa diante do risco de escalada do conflito no Oriente Médio. O petróleo reagiu imediatamente: o Brent chegou a avançar cerca de 10%, enquanto o gás natural europeu disparou até 28%, refletindo o temor de interrupção prolongada no Estreito de Ormuz. Ao mesmo tempo, observou-se o movimento clássico de aversão ao risco: fortalecimento do dólar, ouro acima de US$ 5.390 a onça e queda das bolsas (futuros do S&P 500 e o MSCI Ásia recuando). Em ambientes como este, os preços passam a refletir probabilidades — entre uma solução diplomática relativamente rápida e um conflito regional mais amplo, com potencial de gerar uma crise energética de maiores proporções.

Após os …

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É hoje (2): último dia para se preparar para evento com criptomoedas ‘embrionárias’ que vai acontecer no dia 5 de março; veja como participar

2 de Março de 2026, 08:00

Para quem deseja acompanhar o mercado de criptomoedas de uma forma diferenciada, a partir desta segunda-feira (2), estreia uma nova oportunidade de explorar este mercado com a chance de buscar de lucros milionários.

Nesta data, a Empiricus vai reabrir as inscrições para o seu projeto voltado a este objetivo: a Incubadora de ICOs.

A abertura da incubadora nesta segunda-feira (2) não acontece por acaso. No próximo dia 5 de março, está previsto o lançamento de uma nova criptomoeda por meio de um ICO.

Antes disso, a Empiricus pretende preparar os investidores para entender os riscos, o potencial e as estratégias parase posicionar antes do lançamento.

Conheça a ‘Incubadora de ICOs’ e seu potencial de buscar lucros com criptomoedas fora do radar

ICOs, ou Ofertas Iniciais de Moedas, são lançamentos de moedas que ainda não chegaram ao “mar aberto” das exchanges, corretoras e bancos de investimento. Assim como as ações têm IPO, projetos de criptomoedas também passam por um estágio “embrionário”.

Com baixa visibilidade, esses projetos digitais são como oportunidades “escondidas” em fase inicial. Para o especialista de cripto da Empiricus, Valter Rebelo, esses ativos reservam assimetrias de retorno que podem ser muito atrativas.

No passado, moedas consolidadas como ethereum (ETH), solana (SOL) e axie infinity (AXS) passaram pelo mesmo processo de captação privada, até sua consolidação no mercado. 

Nesse ano, com a entrada gradual de bancos e outras instituições no criptomercado, além do avanço na clareza regulatória, o especialista aponta que há um horizonte ainda mais promissor para o setor dos ICOs.

Diante desse contexto, Rebelo vem estruturando a “Incubadora” para identificar tendências e dar “sinal verde” de entrada em ativos por frações de centavos.

Depois, quando esses ativos chegam nas grandes corretoras, é comum que os preços subam em questão de horas ou dias. Enquanto a demanda do mercado global gera um choque de liquidez, investidores que estavam previamente posicionados podem aproveitar para capturar lucros potencialmente ainda maiores.

Nessa janela, o especialista enxerga que podem acontecer valorizações de 1.000%, 30.000%, 50.000%, 10.000% e até mais. Isto é, um investimento de R$ 1 mil pode se transformar em R$ 300 mil, R$ 500 mil e até R$ 1 milhão.

O importante aqui, explica Rebelo, é saber se posicionar antes dessas multiplicações potenciais, para potencializar a chance de surfar em lucros exponenciais como os mencionados.

Mas aqui vai o alerta: não será toda e qualquer moeda em “pré-venda” que vai carregar o potencial de trazer os resultados que um investidor deseja.

O mercado cripto é altamente volátil e pede por cautela, portanto, o investidor não deve aportar quantias que possam afetar negativamente sua vida financeira. Além disso, multiplicações dessa escala não acontecem com frequência.

Assim, oportunidades de alto potencial, como essa, são raras e, segundo o especialista, há chances de algo similar acontecer novamente em breve. Mais especificamente, a partir do dia 5 de março.

A boa notícia é que, por meio da incubadora da Empiricus, o investidor pode contar com auxílio profissional, sem precisar descobrir sozinho como ICOs funcionam e onde exatamente investir.

[É HOJE: SAIBA COMO ACESSAR A ‘INCUBADORA DE ICOs’]

Saiba como acessar a ‘Incubadora de ICOs’ em evento gratuito hoje

Os acessos à incubadora serão liberados em breve. Essa é uma oportunidade de parar de buscar oportunidades no escuro e contar com o respaldo de um time que acompanha o mercado cripto de forma dedicada e estruturada.

As inscrições estão abertas para o encontro online e gratuito que acontecerá nessa segunda-feira (2), às 19h, para apresentar a Incubadora de ICOs da Empiricus e seu funcionamento. 

No encontro, você também terá mais detalhes de como participar do ICO do dia 5 de março.

Basta clicar aqui para registrar seu interesse gratuitamente e receber as informações direto na sua caixa de entrada:

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Na contramão do preço do bitcoin (BTC), uma outra narrativa se sobressai 

1 de Março de 2026, 15:00

Caro leitor,

Na quarta-feira (25), o bitcoin (BTC) disparou quase 10% em poucas horas. Redes sociais vibraram: “A virada chegou”, “O fundo está formado.” Se você acompanhou o movimento com aquela mistura de alívio e ceticismo — “será que é dessa vez?” —, esta edição foi feita para você. 

A resposta curta: ainda não é a hora. Mas o mecanismo por trás dessa alta conta uma história importante sobre como o mercado de criptomoedas funciona. E o cenário macro que cercou essa semana é mais revelador do que o próprio preço. 

Nesta edição, vamos destrinchar o que provocou o rali, a mudança de regime que está redesenhando as forças por trás dos mercados, e o que tudo isso significa para o portfólio nas próximas semanas. 

Falando sobre preço 

O bitcoin (BTC) encerrou a semana dentro da mesma faixa que acompanhamos desde o início de fevereiro: entre US$ 62 mil e US$ 70 mil. No começo da semana, o ativo se arrastava próximo à banda inferior, sem convicção de compradores e sem catalisadores visíveis. 

Na quarta-feira (25), esse quadro mudou de forma abrupta. Uma combinação de otimismo quanto à divulgação de resultados da Nvidia (NVDC34) e anúncios da Anthropic elevou o ânimo do mercado, e empurrou o bitcoin de volta para a região de US$ 69–70 mil em questão de horas. O movimento foi rápido e acompanhado por volume expressivo, mas o mecanismo por trás importa mais que o preço em si. 

A alta foi um short squeeze: depois de semanas de queda, o mercado havia acumulado um volume enorme de posições apostando na continuidade da baixa. Quando o sentimento virou, essas apostas foram liquidadas em cascata, forçando recompras que empurraram o preço ainda mais para cima.

Em 24 horas, estima-se que entre US$ 300 milhões e US$ 570 milhões em posições vendidas foram liquidadas. Não foi demanda nova entrando com convicção de alta: foi a eliminação forçada de um posicionamento excessivamente pessimista. Isto é uma alta pontual, mas não uma reversão de tendência. 

Sem um fechamento consistente acima dos US$ 70 mil e sem a formação de fundos progressivamente mais altos no gráfico, a leitura técnica não muda. Nossos modelos proprietários seguem apontando para uma continuação do regime de reversão à média. 

Fonte: TradingView

Na contramão do preço, uma narrativa se sobressai

Se o bitcoin está sofrendo as consequências de ser tratado como ativo de crescimento, parte do capital não está saindo do ecossistema cripto — mas sim encontrando um novo endereço dentro dele.

Os resultados recentes da Circle, empresa por trás da stablecoin USDC, contam uma história diferente. O negócio segue em forte aceleração, e os números do mercado explicam o porquê.

As transações em stablecoins atingiram US$ 35 trilhões em 2025. Para colocar em perspectiva, o PIB dos Estados Unidos, no mesmo ano, foi de aproximadamente US$ 29 trilhões. Ou seja, o volume de transações em stablecoins foi superior ao PIB norte-americano, em um único ano.

O detalhe que não está nas manchetes: menos de 1% desse volume representou pagamentos reais. O restante é trading, arbitragem e operações financeiras on-chain. Isso não é fraqueza — é o tamanho da oportunidade ainda não realizada. A economia de stablecoins está no início de sua expansão como infraestrutura de pagamentos do mundo real.

Para que essa transição aconteça em escala, porém, um gargalo precisa ser resolvido. E ele não tem nada a ver com preço ou regulação.

O ecossistema de stablecoins, hoje, funciona como uma cidade com estradas excelentes, mas sem documentos de identidade universais. Cada serviço — uma conta, um cartão, um envio internacional — exige que o usuário prove quem é do zero.

As verificações de identidade são repetidas para cada plataforma, cada país, cada produto. A composabilidade que tornou o DeFi poderoso quebra exatamente aí. O dinheiro flui livremente entre protocolos, mas a identidade fica presa em silos isolados.

Esse gargalo tem um custo mensurável. Instituições financeiras globais gastam entre US$ 200 bilhões e US$ 280 bilhões por ano em compliance — boa parte para re-verificar informações que já existem em outro silo.

Para plataformas stablecoin-nativas, esse custo chega a consumir 20–25% do orçamento operacional total. É a infraestrutura invisível que, resolvida, destrava o crescimento de toda a camada de cima.

Há um projeto atacando exatamente esse ponto cego, com produto em operação, receita recorrente comprovada e um lançamento público para a comunidade, marcado para a próxima quinta-feira (4). Reservamos o espaço do ativo da semana para ele.

Para ficar de olho: ativo surpresa na segunda-feira (2)

Nesta edição, abrimos mão do ativo da semana para reservar esse espaço para algo maior. Nesta segunda-feira (2), apresentaremos uma oportunidade em estágio embrionário — diretamente conectada ao gargalo que descrevemos acima. Uma janela de entrada que raramente se abre, com potencial de multiplicação de até 1.000 vezes.

Vamos liberar o acesso ao passo a passo para se posicionar. Se você quiser saber mais e tiver interesse, basta clicar no link abaixo:

Novidade no canal da Empiricus: histórias que mudaram as criptomoedas

Nesta semana, inauguramos um documentário para você, que quer entender o mercado de criptoativos em um contexto histórico, que vai muito além do preço. 

Para assistir ao primeiro episódio, basta clicar aqui:

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Com o bitcoin caindo ou subindo, evento cripto que ocorrerá a partir desta semana pode multiplicar investimento em até 1.000 vezes; veja qual

28 de Fevereiro de 2026, 10:00

Se você está acompanhando o mercado de criptomoedas, já percebeu que os investidores estão de olho na mudança de cada dólar no preço do bitcoin (BTC). De certa forma, esse é um comportamento normal, afinal trata-se da principal criptomoeda do mundo, cujo desempenho afeta todo esse mercado de maneira direta ou indireta.

Além disso, para quem ainda tem pouca experiência, uma ideia comum é a de que: “se o bitcoin está em queda, é melhor nem olhar para as outras moedas”.

Mas na prática, não é exatamente assim que funciona. Valter Rebelo, é head do departamento de pesquisa e desenvolvimento com criptomoedas da Empiricus Research e afirma que:

“Todo ano, mesmo em períodos ruins para o bitcoin, o mercado [de criptomoedas] tem eventos que são capazes de mudar a vida de qualquer pessoa.”

E segundo o analista, a próxima semana pode ser decisiva. Um evento programado para o dia 5 de março pode gerar valorizações de até 50.000%, mesmo que o bitcoin não esteja no seu melhor momento.

Entenda qual é o evento da próxima semana e como se preparar para ele

Esse evento ao qual Valter Rebelo se refere, embora não seja tão conhecido da maioria dos investidores, não é uma novidade no mercado cripto. Trata-se dos ICOs (Initial Coin Offerings), que são lançamentos iniciais de novas moedas.

Esses eventos acontecem antes de esses ativos chegarem às grandes corretoras e ao conhecimento do público em geral. É nesse estágio embrionário que se concentra a maior assimetria de retorno do mercado, aponta o especialista.

Assim, enquanto criptomoedas já consolidadas dependem de volumes bilionários para dobrar de preço, um ICO bem-sucedido pode sair praticamente do zero para uma adoção relevante em poucos meses. E quando isso acontece, o impacto percentual tende a ser explosivo.

Esse é um dos motivos pelos quais o analista aponta que o desempenho do bitcoin, apesar de importante, não é o fator determinante nesse tipo de oportunidade.

ICOs seguem outra lógica, eles se valorizam quando são descobertos, não quando o mercado inteiro já está olhando para eles.

Em 2025, por exemplo, antes que a MYX Finance (MYX) ganhasse as manchetes, investidores mais atentos tiveram a oportunidade de participar do ICO desta moeda. E quem já estava posicionado e manteve a posição ao longo 128 dias viu o token se valorizar 1.000 vezes.

Quando o projeto passou a ser percebido pelo mercado mais amplo, grande parte da valorização já havia acontecido.

Fonte: Cointelegraph, matéria publicada em 10/09/2025 (Retornos passado não são garantia de retornos futuros)

Esse exemplo reforçando uma lógica recorrente de quem já tem experiência com ICOs: “quem chega antes, bebe água limpa”.

Valter Rebelo aponta que o timing é essencial para ter bons retornos com essa estratégia. E como estamos há poucos dias de uma nova oportunidade de buscar retornos expressivos, o especialista decidiu abrir novos acesso à Incubadora de ICOs.

Chegar atrasado pode custar caro: posicione-se antes do ICO do dia 5 de março

Identificar um bom ICO não é suficiente. O tempo de entrada pode ser decisivo. “Se você perde os primeiros dias, os primeiros minutos, a chance de você ‘perder o bonde’ é grande”, ressalta o especialista.

Diferentemente de ativos já listados, os ICOs oferecem uma janela curta — e muitas vezes irrepetível — para se posicionar antes que o preço reflita o real interesse do mercado.

Há alguns meses, a Incubadora de ICOs da Empiricus vem estudando de perto um novo ICO programado para o dia 5 de março, que, segundo suas análises, pode apresentar potencial de valorização de até 50.000%.

Assim, para ajudar investidores a não perderem essa janela inicial, a casa programou uma transmissão online no dia 2 de março.

Nessa data,  Valter Rebelo vai explicar como funciona esse tipo de lançamento e como se preparar para se posicionar antes mesmo do ICO começar e como ter acesso ao passo a passo completo, por meio da Incubadora.

A proposta é simples: oferecer informação e método com antecedência, justamente porque, no mercado de ICOs, agir depois que o movimento começa costuma ser tarde demais.

Então, se você quer ter a oportunidade de se preparar com antecedência para este que pode ser o maior ICO da história, clique no botão abaixo e faça sua pré-inscrição gratuita para o evento do dia 2 de março:

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Histórias que mudaram as criptomoedas: Empiricus lança série documental sobre Bitcoin e criptomercado; assista

27 de Fevereiro de 2026, 14:13

Uma série documental sobre as histórias que moldaram o universo das criptomoedas estreia nesta sexta-feira (27), às 17h, na Empiricus Research. Os episódios quinzenais serão lançados diretamente no canal da casa de análise no YouTube.

Já se perguntou como nasceu o Bitcoin (BTC)?

Este é o tema do primeiro episódio, que mergulha na trajetória da criação da moeda. O documentário aborda desde a publicação do whitepaper por Satoshi Nakamoto em 2008 e os primeiros anos de desconfiança e volatilidade do ativo, até um novo ecossistema financeiro global.

Além disso, durante o vídeo, investidores terão a oportunidade de entender mais sobre:

  • Como surgiu o whitepaper do Bitcoin;
  • O que é blockchain na prática;
  • Por que o BTC é considerado descentralizado;
  • O surgimento e desaparecimento de Satoshi Nakamoto.

O episódio é apresentado pela especialista de criptomoedas da Empiricus Research, Heloisa Mendonça.

Acompanhe a nova série da Empiricus

Ao longo da série, a equipe de especialistas da Empiricus vai explorar as narrativas por trás das principais criptomoedas, assim como seus ciclos de euforia e retração, os avanços em blockchain e os impactos regulatórios que redefiniram mercados.

Além de fatos históricos, a produção oferece contexto estratégico para quem busca compreender riscos, oportunidades e tendências em ativos digitais.

Ao todo, serão 6 episódios:

  1. O nascimento do bitcoin
  2. O garoto que criou o ethereum
  3. Golpes que abalaram o mercado cripto 
  4. Os setores que movem o mundo cripto
  5. Memecoins: piada ou fortuna? O fenômeno que explodiu no mercado
  6. O futuro das criptomoedas: estamos no começo ou no fim do ciclo?

Acompanhar essa série é uma oportunidade de ampliar repertório, fortalecer a tomada de decisão e enxergar além das oscilações de curto prazo.

Para conferir o primeiro episódio, é só clicar no quadro abaixo a partir das 17h desta sexta-feira (27):

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Esta criptomoeda será lançada no dia 5 de março e pode transformar R$ 1 mil em até R$ 1 milhão se comprada na ‘pré-venda’

27 de Fevereiro de 2026, 10:33

Depois de alguns dias em queda, o preço do bitcoin (BTC) recuperou perdas até o fechamento desse texto, na quinta-feira (26). No momento, a moeda negociava na casa dos US$ 68 mil (R$ 350 mil).

Junto com a maior criptomoeda do mundo, as demais também seguem o ritmo, refletindo um sentimento de medo no mercado de ativos digitais.

Alguns motivos explicam o momento. Nesta semana, em especial, elevadas tensões em torno do tarifaço de Donald Trump contribuíram para o aumento da aversão ao risco em geral.

Nessas situações, investidores tendem a liquidar posições em ativos de risco e buscar ativos de proteção, como o ouro – que inclusive está em tendência de alta.

O bitcoin, no momento, parece ser visto pelos investidores como um ativo exclusivamente de risco, mesmo que muitos especialistas confiram à moeda um status de “ouro digital”.

Porém, ao mesmo tempo, isso não é nenhum tipo de “fim dos tempos” para o mercado de criptomoedas. Há outros projetos que carregam potencial de valorizações “fora da curva”, independentemente do que vem ocorrendo com o BTC.

Como uma criptomoeda em especial, cujo lançamento está previsto para o próximo dia 5 de março.

Mesmo antes de seu lançamento oficial nas corretoras do mercado cripto, a moeda já chamou a atenção de grandes players do mercado. Como a Circle, maior emissora de stablecoins do mundo, que já é uma das investidoras no projeto:

Fonte: ICO Drops

A Empiricus Research, maior casa de análise financeira independente do país, também está de olho nesse lançamento.

E segundo os especialistas da casa, quem fizer parte da primeira leva de investidores a aportar nesse projeto, tem a chance de buscar lucros exponenciais – de até mil vezes o valor inicial investido – em um prazo médio de 90 dias.

No caso, o projeto não se restringe a investidores institucionais – pessoas físicas também podem surfar nesse potencial.

Qual o “segredo” para que uma moeda como essa chame a atenção de nomes importantes, e carregue alto potencial mesmo em um momento mais desfavorável no mercado?

Saiba como multiplicar em até 1.000 vezes o investimento inicial nessa nova criptomoeda em ‘pré-venda’

Dois pontos, em especial, convergem em torno dessa tese em questão, tornando-a um projeto de alto potencial para os investidores.

  • O projeto é ligado às stablecoins:

Stablecoins são criptomoedas cujo valor está indexado a uma moeda fiduciária. Atualmente, as principais negociadas são atreladas ao dólar, como a Tether (USDT).

As stablecoins têm ganhado cada vez mais espaço no mercado, especialmente com o crescimento da adoção institucional.

Como o próprio nome já diz, por serem atrelados a moedas fiduciárias, são ativos mais “estáveis” (stable) do que outros de baixo fundamento no mundo cripto. Em um mercado volátil, elas podem ser a “bola da vez”.

Ou seja, o projeto em questão vem com fundamentos sólidos, o que o diferencia do caráter mais especulativo das memecoins, por exemplo. Por isso, vemos players como a Circle, citada anteriormente, investindo oficialmente na tese.

  • Moeda em fase de “pré-venda”:

Estamos falando de uma criptomoeda que, a partir do seu lançamento no dia 5 de março, ainda estará em sua fase de “pré-venda”. Ou, como chamamos no mercado cripto, em seu ICO.

Semelhantemente aos IPOs do mercado de ações, muitas criptomoedas passam pelo ICO (Initial Coin Offering), ou “oferta inicial de moedas”, em português.

Durante um ICO, uma moeda recém-criada é aberta à captação de um seleto grupo de investidores, antes de ser oficialmente listada nas plataformas ou corretoras.

Acessando-a antes do grande público, investidores têm a chance de capturar valorizações exponenciais, já que o valor de mercado do ativo ainda está em “fase de crescimento”.

Ou seja, investidores têm a oportunidade de investir em uma tese:

  • De qualidade;
  • Com fundamentos aprofundados;
  • Ligada a uma das grandes tendências do mercado cripto em 2026;
  • Ainda em fase de ICO, com alto potencial lucrativo.

Lembrando que, para a Empiricus, será possível buscar uma multiplicação de 1.000 vezes o valor inicial investido com essa nova criptomoeda. Ou seja, com cerca de R$ 1 mil iniciais, a ideia é transformá-los em até R$ 1 milhão.

Porém, entrar em um ICO não é um processo intuitivo para qualquer um, especialmente investidores com pouca experiência no mercado cripto.

Com isso, a Empiricus não apenas recomenda a compra da moeda, como também criou uma solução voltada para este mercado, com o intuito de ajudar investidores a conhecê-lo.

Conheça a ‘incubadora de ICOs’ da Empiricus, projetada para buscar lucros explosivos ainda esse ano

A Empiricus acredita que o mercado de ICOs tem tudo para ser uma das grandes narrativas do mundo cripto em 2026. Além do projeto central desse texto, outros também podem carregar esse potencial lucrativo.

Com isso, a casa está disponibilizando novos acessos à sua “incubadora de ICOs”.

Ativa desde janeiro deste ano, a incubadora tem o objetivo de selecionar as melhores criptomoedas em ICO do momento, e compartilhar a curadoria com qualquer interessado, ensinando também como investir em cada uma delas.

Por meio da incubadora, o investidor aprende:

  • Como ICOs funcionam;
  • Quais as principais criptomoedas em ICO no momento;
  • Quais destas criptomoedas carregam maior potencial de valorização;
  • Como investir nas moedas selecionadas.

O mercado de criptomoedas é volátil, e exige bastante cautela por parte dos investidores. Nas oportunidades selecionadas, a Empiricus não recomenda aportar quantias que possam fazer falta ao seu dia a dia.

Porém, ao mesmo tempo, estamos falando de uma chance de buscar lucros raros nesse momento de mercado em especial.

E com a Empiricus, você pode contar com a ajuda de uma curadoria profissional, sem precisar investir sozinho – especialmente se você é novato no mundo cripto.

Incubadora de ICOs: inscrições para novos usuários estão abertas até segunda-feira (2)

As inscrições para os novos acessos à incubadora de ICOs da Empiricus estão abertas, mas se encerram na próxima segunda-feira (2).

Nesta data, a partir das 19h, os inscritos com antecedência estão convidados a participar de um evento online e gratuito, no qual o projeto será apresentado em todos os detalhes.

Para registrar o seu interesse, basta clicar no botão abaixo, e seguir as instruções na tela.

Essa inscrição inicial é gratuita, mas pode ser de grande valor para sua jornada no mercado:

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Nvidia (NVDC34) entrega resultado acima do esperado como de praxe e indica demanda ‘insaciável’ por chips; confira análise

26 de Fevereiro de 2026, 13:16

Após o fechamento dos mercados da quarta-feira (25), a Nvidia (B3: NVDC34 | Nasdaq: NVDA) reportou os números do quarto trimestre do ano fiscal de 2026 (encerrado em janeiro). Mais uma vez, a maior empresa em valor de mercado do mundo surpreendeu positivamente os mercados – ainda mais considerando a projeção para o próximo trimestre, que veio bem acima do consenso.

No trimestre a companhia reportou vendas de US$ 68,127 bilhões, valor 73% maior do que o apresentado um ano atrás.

Confira o desempenho por linha de segmento da Nvidia no 4T25

Analisando por segmento, a parte Compute & Networking totalizou US$ 61,651 bilhões, um aumento de 71% na comparação anual, enquanto a parte Graphics teve vendas de US$ 6,476 bilhões (+97% vs. 4T25).

Já por plataforma de mercado, a linha de Data Center reportou receita de US$ 62,314 bilhões (+75% vs. 4T25), sendo US$ 51,334 bilhões (+58%) voltados a Compute e US$ 10,980 bilhões (+263%) de produtos de Networking. A parte de Gaming, que fez a fama da empresa no começo da sua existência com as placas de vídeo para jogos, teve vendas de US$ 3,727 bilhões (+47%).

Após trimestres apresentando uma leve redução na sua margem bruta, a companhia conseguiu melhorar esse indicador em quase 2 pontos percentuais ante o mesmo trimestre do ano anterior, encerrando o período nos 75,2%.

Essa melhora no mix de vendas de produtos, somado a alavancagem operacional do negócio, fez com que a empresa reportasse um lucro operacional ajustado de US$ 46,107 bilhões, crescimento de 81% em relação a um ano atrás.

Resultado financeiro da Nvidia no 4T25

Na linha final de resultado, o lucro líquido ajustado no trimestre foi de US$ 39,552 bilhões, ou US$ 1,62 por ação, valor 82% maior na comparação anual.

Os números referentes ao ano fiscal de 2026 apenas deixam mais claro que a companhia está na vanguarda da tecnologia voltada à Inteligência Artificial.

Nos doze meses, as vendas líquidas foram de US$ 215,928 bilhões, valor 65% maior do que no ano anterior, com a quase 90% de produtos voltados a Compute & Networking (US$ 193,479 bilhões, +67%). A parte Graphics reportou receita de US$ 22,459 bilhões (+57%).

Por plataforma, a linha para Data Center totalizou US$ 193,737 bilhões, aumento de 68% na comparação anual – sendo US$ 162,361 bilhões (+59%) para Compute e US$ 31,376 bilhões (+142%) de Networking –, enquanto os chips para Gaming apresentaram receita de US$ 16,042 bilhões (41%).

Dado a piora nas margens no começo do ano, a companhia acabou reportando uma margem bruta para o período de 71,3%, 4,2 pontos percentuais a menos do que no período anterior. Contudo, com a melhor produtividade na entrega de novos sistemas ao longo de 2026, como visto nos números do último trimestre, a perspectiva é que a empresa consiga retornar esse indicador na casa dos 75%.

Por outro lado, ela manteve o bom controle de despesas operacionais, que aumentou menos do que as vendas (42% vs. AF25), fazendo com que o lucro operacional ajustado totalizasse US$ 137,300 bilhões no ano fiscal de 2026, valor 58% maior na comparação anual.

O lucro líquido ajustado da Nvidia no ano foi de US$ 116,997 bilhões, o equivalente a US$ 4,77 por ação, crescimento de 60% em relação ao ano anterior.

Projeções para o ano fiscal de 2027

Além dos ótimos números divulgados, a direção da companhia também surpreendeu positivamente os mercados com as projeções para o primeiro trimestre do ano fiscal de 2027.

Isso porque a Nvidia enxerga que a receita fique na casa dos US$ 78 bilhões no período, o que representaria um aumento de quase 80% quando comparado com o primeiro trimestre do ano anterior. O mais impressionante é que o consenso de mercado indicava algo perto dos US$ 72 bilhões, mostrando que a demanda por chips segue muito acima do esperado pelos investidores.

Outro ponto positivo foi a manutenção da margem bruta ajustada nos 75%, reforçando a visão da companhia que, após os ajustes iniciais para a produção dos sistemas Blackwell, ela já se encontra em um nível que permite ela auferir os reais ganhos com a venda desses produtos.

Após os resultados divulgados pelas maiores hyperscalers do mundo, os números da Nvidia só reforçaram a importância que ela tem para o mercado.

Segundo a companhia, essas provedoras de computação em nuvem representam aproximadamente 50% da receita dos chips de Data Center – e o restante veio de uma base de clientes diversificada, que trouxe uma boa parte do crescimento desse segmento.

Desde o lançamento do ChatGPT, em novembro de 2022, a receita dessa linha multiplicou por 13 vezes. Até mesmo produtos tido como obsoletos por parte do mercado, como o Hopper e Ampere, seguem com utilização máxima nas provedoras de computação em nuvem.

Outro ponto interessante é que, mesmo com as ótimas perspectivas para o negócio, a projeção de receita para o trimestre ainda não considera as vendas para a China. Dado que o Governo chinês recentemente aprovou a compra de alguns sistemas específicos apenas recentemente, existe uma chance de a companhia surpreender para cima na primeira linha de resultado na próxima divulgação de balanços.

Durante a conferência com os analistas, tanto o CEO Jensen Huang como a CFO Colette Kress fizeram questão de reforçar alguns pontos que, na visão deles, o mercado tem interpretado de maneira errônea.

O primeiro está relacionado a capacidade de monetização das empresas que estão investido pesadamente na infraestrutura de IA.

Com a profusão de agentes de IA nos últimos meses, Huang entende que o “momento ChatGPT” para esse tipo de produto terá início a partir de agora. Isso porque, diferentemente do momento inicial, a partir de agora o resultado para os usuários estará mais ligado a parte de inferência do que de computação – permitindo que várias companhias ofereçam serviços com alta capacidade de geração de fluxos de caixa, comparado com a visão focada em custos da fase anterior.

O outro é que esses agentes de IA seriam um problema para as empresas de Software. Para Huang, na verdade, as novas soluções permitirão essas companhias incorporar essa tecnologia nos seus produtos, melhorando a experiência do usuário.

Reação das ações NVDA ao balanço trimestral

Apesar desses pontos apresentados, após uma reação inicial positiva (com o papel subindo 3% no after-market) a ação da companhia apresentava uma valorização perto de 1% antes da abertura dos mercados nessa quinta (26).

Parte do ceticismo ainda parece estar mais relacionado a sustentabilidade dos investimentos na infraestrutura de IA nos próximos meses. Caso alguma das grandes companhias resolvam rever suas projeções de capex no futuro próximo, a percepção é de que os números da Nvidia seriam altamente impactados (para baixo).

Contudo, considerando os números divulgados, a ação voltou a negociar na casa das 24 vezes seus lucros projetados para o ano. Esse patamar é o mesmo quando o mercado sofreu com o anúncio das tarifas pelo Governo Trump, em maio do ano passado – o que se mostrou um belo momento de compra do papel, que se valorizou mais de 100% desde então.

Isso não significa que o investidor deva esperar um retorno similar agora (até porque, se isso acontecesse, a empresa passaria a valer quase US$ 10 trilhões).

Entretanto, dado a importância da companhia para o desenvolvimento da tecnologia de IA, vejo o patamar de preços atrativos para o investidor que queira apostar uma parte do seu portfólio nessa tecnologia. Mantemos nossa recomendação de compra para as ações da Nvidia (B3: NVDC34 | Nasdaq: NVDA), uma sugestão da série IA Cash.

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Empiricus lança modelo de ‘streaming’ com todas as séries da casa* por até 12x de R$ 14,90

26 de Fevereiro de 2026, 13:00

Há 16 anos, a Empiricus Research inovou a maneira como os brasileiros tinham acesso a conteúdo de investimentos, oferecendo análises independente com relatórios e carteiras recomendadas com qualidade e de fácil compreensão do público em geral.

Essa iniciativa foi um passo importante para mudar a forma como os investidores brasileiros consomem esse tipo de conteúdo. E agora, a research está pronta para dar o próximo passo e para isso lançou o Empiricus+, um serviço de assinatura no estilo  “streaming”.

Pela primeira vez a casa está lançando um modelo em que, com um único acesso, você poderá explorar todas* as recomendações de investimento dos analistas. E o melhor: tudo isso por apenas 12x de R$ 14,90.

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Nos dois planos, você terá acesso as principais carteiras da casa – exceto as séries premium de criptomoedas. Assim, vai poder escolher as estratégias de investimento que fazem sentido para o seu perfil.

Atualmente a casa conta com mais de 11 assinaturas. Nelas você encontra carteiras focadas em ações, fundos de investimento, renda fixa, trading, além de estratégias que combinam diferentes classes de ativos.

Você também vai poder ter contato direto com os mais de 13 especialistas da casa. Eles estão dedicados a diariamente encontrar as melhores oportunidades do mercado e entregar estratégias tão boas quanto de investidores profissionais.

Assim, para ajudar você a trilhar esse caminho, os analistas realizam lives, dentro da plataforma da Empiricus, para responder as dúvidas dos assinantes.

Além disso, todos os conteúdos da casa contam com tutoriais que ensinam o passo a passo para investir, da forma mais simples possível.  

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Nos últimos anos, os investidores que acompanharam as carteiras da tiveram a oportunidade seguir ideias de investimento que multiplicaram por até 5 vezes o valor aplicado. Veja só alguns exemplos:

  • Microcap Alert: mais de 508,97% de valorização, desde a criação em 01/08/14;
  • Vacas Leiteiras: valorização de 449,50%, desde o lançamento em 07/02/14;
  • Palavra do Estrategista: mais de 461,02% de retorno desde a criação em 03/09/2015.

É claro que, retornos passados, não são garantia de retornos futuros. Mas, uma das características da Empiricus é o “skin in the game”. Isso significa que, os analistas da casa, só fazem recomendações que eles mesmos colocariam o próprio dinheiro.

E você não precisa confiar em mim para comprovar isso. Você pode provar isso testando o Empiricus+ por 7 dias.

A casa acredita tanto no compromisso em bucar as melhores ideias para fazer o seu patrimônio crescer que está oferecendo 7 dias de acesso, sem compromisso. Nesse período, você poderá conhecer todo o conteúdo e decidir se o Empiricus+ faz sentido para sua estratégia.

Se não gostar, é só pedir o cancelamento e o seu dinheiro será reembolsado. Esta é uma oportunidade única para investir seguindo as recomendações da maior casa de investimentos independente do país.

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DISCLAIMER: a assinatura do Empiricus+ não contempla as séries Alphacoins, Exponential Coins, Incubadora de ICOs, bem como automações e produtos de terceiros.

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‘Não entre agora em criptomoedas’, afirma especialista — um evento programado para depois do dia 2 de março pode redefinir as oportunidades no mercado

26 de Fevereiro de 2026, 08:00

Enquanto o mercado de criptomoedas sai de um cenário de ‘terra sem leis’ para o de regulação e grande adoção institucional, algumas estratégias já consolidadas brilham aos olhos dos investidores mais atentos. 

Talvez você não saiba, mas as maiores assimetrias do mundo cripto não estão onde a maioria das pessoas estão de olho. Para quem busca valorizações exponenciais nesse mercado, não dá para ignorar o mundo das ICOs

Neste artigo, vamos apresentar ao leitor: 

  • O que são as ICOs; 
  • Como ‘caçar’ as melhores oportunidades — estamos falando de valorizações potenciais de 1.000%, 10.000%, chegando até a 50.000%; 
  • E por que não comprar criptomoedas antes do dia 2 de março. 

Antes de qualquer coisa, é importante separar o joio do trigo: este artigo não se trata de qualquer recomendação de guru e entusiasta da internet que grava vídeos no quarto da casa dos pais. 

Trata-se de uma construção de quase 17 anos, do que hoje é considerada a maior casa de análise financeira da América Latina — a Empiricus Research.  

Em 2017, a casa de análise foi a primeira a tocar no assunto das ICOs, antes de se tornar febre entre os investidores da época. 

Agora, a casa acredita que novos ICOs com potencial de valorizar até 50.000% devem começar partir do dia 2 de março. E o time já preparou uma análise completa das melhores oportunidades.  

Saiba o que são ICOs e como utilizar essa estratégia para buscar alavancagem de patrimônio em 2026

Antes de um ativo digital entrar em uma BitgetCoinbase ou Binance da vida, ela passa por um processo de ‘pré-venda’. Uma espécie de crowdfunding do mercado financeiro.  

É como comprar um terreno em uma cidade que será construída ou, de forma similar, investir em ações de uma empresa quando estram no mercado — os famosos IPOs

Já no mercado de criptomoedas essa ‘pré-venda’, conhecida como ICO (Initial Coin Offering), consiste em, basicamente, comprar tokens com intuito de financiar o desenvolvimento de um futuro ecossistema. 

Os critérios básicos para investir em um ICO são:  

  • A narrativa é forte? 
  • Há adoção e relevância do projeto no mercado?  
  • A valorização do ativo pode transformar um investidor comum em um novo milionário?  

No passado, moedas consolidadas como ethereum (ETH)solana (SOL)axie infinity (AXS) e até o caso mais recente da ozak AI (OZ), passaram pelo mesmo processo de captação privada, até sua consolidação no mercado.  

Em 2026, com a entrada gradual de bancos e institucionais, e a crescente clareza regulatória do mercado, há um horizonte promissor para o setor dos ICOs. 

Para o leitor ter uma ideia, estamos falando de valorizações potenciais de 1.000%, 10.000%, 30.000% e, em alguns casos, chegando até a 50.000%.  

Um pequeno aporte de R$2 mil, pode se transformar em R$200 milR$600 mil, ou em até R$1 milhão

É claro que estamos falando de um mercado extremamente volátil e, portanto, com muito mais risco e que exige muita cautela. A recomendação é que não se faça um aporte tão grande, a ponto desse dinheiro fazer falta no orçamento familiar.  

Para contribuir com a jornada de investimentos e tornar tudo mais prático, criterioso e seguro, dia 2 de março a Empiricus irá dar acesso à lista de ICOs com esse potencial explosivo. 

CLIQUE AQUI PARA CONHECER A INCUBADORA E TER ACESSO À LISTA DE ICOS PROMISSORAS  

O maior ICO da história: saiba como conhecer a nova curadoria de criptomoedas a partir do dia 2 de março 

Se você está pensando em aproveitar os preços atuais das criptomoedas e ‘encher o carrinho’, a orientação é bem clara: não faça isso antes do dia 2 de março.  

O motivo? A divulgação das moedas que podem representar o maior ICO da história está para acontecer a partir do dia 2 do próximo mês. 

Se em 2025, multiplicações assim aconteceram… 

Fonte: Empiricus Crypto — ano de 2025 até dia 13/12/2025. Na primeira coluna, a valorização do ativo. Na segunda, a porcentagem de tokens, que atingiu essa valorização. Retornos passados não são garantia de retornos futuros 

Em 2026, com um cenário ainda melhor, as chances de encontrar o maior ICO da história são altíssimas.  

A verdade é que o jogo das ICOs não é só de inteligência e análise fundamentalista, mas sim de acesso à informação de qualidade e timing

lista de interessados em acessar a Incubadora de ICOs já está aberta. Ao preencher seus dados gratuitamente, você recebe as primeiras informações. Dessa forma poderá tomar uma decisão se quer se posicionar antes da liberação dos tokens para o público geral. 

Para ter acesso prioritário à divulgação dos tokens — que acontecerá no dia 2 de março —, basta clicar no botão abaixo e preencher o formulário de interesse.  

O post ‘Não entre agora em criptomoedas’, afirma especialista — um evento programado para depois do dia 2 de março pode redefinir as oportunidades no mercado apareceu primeiro em Empiricus.

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