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Ibovespa em queda após ‘bater na trave’ dos 200 mil pontos: o que aconteceu? Veja análise de Matheus Spiess, da Empiricus

23 de Abril de 2026, 15:42

Depois de bater a máxima histórica intradia de 199 mil pontos no último dia 14 de abril, o Ibovespa fechou o pregão da última quarta-feira (22) em queda de 2%. A perda acumulada desde as máximas é de cerca de 3% e, até o fechamento desse texto, na tarde de quinta-feira (23), o índice negociava na casa dos 191 mil pontos.

A bolsa brasileira, até então, vinha sendo amplamente beneficiada pela grande entrada de fluxo estrangeiro, além do desempenho positivo de empresas de commodities, como a Petrobras (PETR4), em meio à alta do petróleo. Tudo isso no contexto da guerra no Oriente Médio, que completa dois meses ao final de abril.

Qual o gatilho, então, para essa queda brusca nos últimos dias? O que mudou ao olhar dos investidores? Matheus Spiess, estrategista da Empiricus Research, propôs uma resposta nesta quinta-feira (23) no programa Giro do Mercado, do Money Times. Confira:

Saída de fluxo estrangeiro: analista explica movimento dos gringos para fora do Ibovespa nos últimos dias

“Essa correção foi paralela à saída de estrangeiros [da bolsa brasileira]. Eles ainda estão entrando em termos líquidos, mas nessa janela dos ‘quase 200 mil pontos’ até aqui, houve uma saída”, afirma o analista.

Ao mesmo tempo em que essa saída de capital é registrada por aqui, um outro fenômeno acontece no hemisfério norte: uma nova alta dos ativos de risco nos Estados Unidos.

“Vemos teses de tecnologia, que tinham ficado para trás, voltando para o patamar pré-conflito”, afirma o analista. “Em grande parte, pelo entendimento dos investidores de que há embasamento de resultados corporativos”.

A temporada de resultados do 1º trimestre (1T26) já está em andamento para as empresas norte-americanas, e mais de 80% dos resultados divulgados até ontem (22) haviam superado as estimativas do mercado, segundo Spiess.

Para o analista, a qualidade dessa temporada de resultados, somada a uma “revisão altista das expectativas de lucro” para muitas dessas empresas, é um dos principais motores de atração dos recursos de volta para os EUA.

Mas será que esse movimento é mais estrutural, ou apenas um ajuste tático?

“Acredito que até há estímulos para voltar a algumas teses de tecnologia que de fato ‘apanharam’ demais, mas o fato de termos saída de recursos estrangeiros do Brasil, com tanta força, no curto prazo, me parece mais tático: uma realização de lucros, um ajuste de posição. O que é natural, faz parte do jogo”, afirma.

Ibovespa passa por ‘janela’ de correção, mas pode seguir resiliente – veja dois motivos para isso

Nesse sentido, o analista lembra que o Ibovespa tem a “ressalva de uma resiliência adicional”, que pode continuar beneficiando o índice. Essa resiliência pode ser dividida em duas facetas:

  • Diversificação geográfica: para Spiess, o Brasil captura bem essa tese, não apenas por “estar barato”, mas também por estar em um “ponto nevrálgico” de se beneficiar do “novo ordenamento internacional” de diferentes formas;
  • Commodities: o Brasil é referência no assunto, e as principais empresas listadas em bolsa estão, de alguma forma, ligadas ao setor. “Quando temos uma alta do petróleo, Petrobras se beneficia, o real se beneficia. Tanto que vimos o dólar abaixo de R$ 5” recentemente, afirma.

Para o analista, o que vemos no Ibovespa agora é apenas uma “janela de mais correção”, especialmente para os ativos que vinham em forte alta. “Acredito que seja saudável esse processo de correção, para que não haja exageros no curtíssimo prazo”, conclui.

Mas, independentemente dos movimentos de curto prazo, no Ibovespa ou demais ativos, o que investidores devem manter em mente, no momento, são os impactos geopolíticos em suas decisões de investimento — que devem perdurar.

“O novo normal é um mundo que demanda que posições de caráter temático, geopolítico, sejam mantidas. A ideia é manter esses prêmios de risco na carteira e capturar os benefícios dessa exposição”, afirma Spiess. “Não é uma ‘coisa’ de sim ou não, mas de complementar a carteira que os investidores terão que se adaptar para ter consigo”.

Onde investir nesse cenário? Conheça carteira recomendada com ativos que capturam mudança de ordenamento global

Especialmente defendendo a vertente de proteção de portfólio e diversificação geográfica, Spiess agora está à frente de uma das mais novas carteiras recomendadas da Empiricus: a Megatendências.

O objetivo da carteira é trazer, por meio de ETFs e BDRs negociados na bolsa brasileira, uma exposição combinada a diversos tipos de ativos que capturem as principais tendências globais do momento.

“Trata-se de uma proposta que alia diversificação global a uma leitura estratégica dos grandes movimentos que devem influenciar os mercados nos próximos anos”, afirma o analista.

Por meio da Empiricus Megatendências, o investidor pode se expor “ao que realmente importa no mundo que está se formando”, segundo o analista, sem precisar passar pela complexidade de selecionar os ativos por conta própria.

Conheça tese completa da Empiricus Megatendências e saiba como investir de forma automática

Você pode acessar a tese completa da carteira Empiricus Megatendências gratuitamente, por meio do BTG Content — plataforma de conteúdos do BTG Pactual.

Clicando aqui, ou no botão ao final do texto, você realiza um cadastro na plataforma. Lá, você poderá não apenas conhecer a carteira na íntegra, mas também investir em todos os ativos recomendados de forma totalmente automática.

Selecionando a carteira na modalidade carteira automatizada, você poderá buscar retornos sem precisar comprar ou vender cada ativo individualmente, e contar com apoio profissional para o rebalanceamento, quando necessário.

A única coisa que você precisa fazer, para usufruir dessa funcionalidade, é um cadastro rápido, clicando no botão abaixo:

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância ao risco (Suitability).

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Estratégia ‘pouco conhecida’ da bolsa já capturou lucros de 1.250% com atualizações semanais; conheça as recomendações por 12 x R$ 14,90

30 de Março de 2026, 14:22

Entre as diversas formas de investir na bolsa de valores, é natural que algumas estratégias acabem ficando em segundo plano no dia a dia do investidor, que já tem que ficar de olho no frenesi do noticiário, nos resultados das empresas e nos fatores macroeconômicos.

Uma delas, em especial, costuma ser pouco falada, apesar de apresentar um histórico bastante positivo de valorização quando executado sob boas orientações: as opções.

O que são opções e como investir?

As opções são contratos que dão o direito de comprar ou vender um ativo (como ações) por um preço pré-determinado, em uma data futura. Ao adquirir uma opção, o investidor paga por um direito futuro – não por uma obrigação.

Este direito permite que você compre (no caso de uma opção de compra) ou venda (no caso de uma opção de venda) um ativo a um preço predeterminado – chamado de preço de exercício – até uma data específica.

Assim, os dois tipos principais de opções podem ser resumidos em:

  • Opções de Compra (Calls): São como um ingresso para comprar ações no futuro a um preço que você definiu hoje. Se o preço da ação subir, você pode exercer sua opção e comprar a ação pelo preço mais baixo que você “reservou”.
  • Opções de Venda (Puts): Como um “seguro”, se você acha que o preço de uma ação vai cair, pode garantir o direito de vendê-la a um preço mais alto do que o de mercado no futuro.

São exatamente essas duas indicações que alguns investidores estão tendo a chance de acessar, ao aplicar uma estratégia “esquecida” da bolsa. Tudo isso, ainda sob as orientações da maior casa de análise financeira do país: a Empiricus Research.

Conheça a série Flash Trader, que já apontou recomendações que renderam até 1.250% em 6 dias

Atualmente, as recomendações da Empiricus Research para quem quer operar com opções estão concentradas na série Flash Trader. Encabeçada pelo analista e físico, Ruy Hungria, a carteira já capturou lucros no patamar de 1.250% em menos de uma semana.

Ou seja, a estratégia foi capaz de transformar um investimento de R$ 1.000 em R$ 13.500. Tudo isso através da compra de um ativo que custava R$ 0,32 e, em um período de 6 dias, valorizou 1.250%.

Na prática, o investidor que seguiu a recomendação multiplicou o patrimônio em mais de 13 vezes em menos de duas semanas. Mas esse foi apenas um dos casos bem sucedidos identificados pelo analista. Entre os mais recentes, em 2025 e 2026, foram valorizações de:

  • +617,78% em 7 dias, em uma ação de setor financeiro;
  • +573,05% em7 dias, por uma ação vinculada a um fundo de índice;
  • +380,00% em 7 dias, com ativo de uma farmacêutica.

É importante ressaltar que retornos passados não são garantias de retornos futuros, e que o investimento em renda variável envolve risco. O que os exemplos ilustram são recomendações que já impulsionaram investidores, fundamentadas em conceitos reais da análise econômica.

Conforme Hungria explica, o funcionamento das operações é baseado em duas carteiras:

  • Compras a seco: deve representar cerca de 1% do seu portfólio. Nesse tipo de operação, não é preciso que os investidores tenham as ações. O foco será a valorização das opções, torcendo pela alta antes da saída (venda);
  • Operações de renda: O objetivo é ganhar a renda (prêmio). Nessas operações, geramos uma obrigação de compra ou venda (call ou put).

“A carteira de compras a seco é atualizada semanalmente, orientando o que cada investidor deve manter ou trocar. A segunda carteira [vendas cobertas] tem atualizações ao longo da semana, que são sinalizadas aos assinantes diretamente”, explica Ruy Hungria.

Com o objetivo de buscar as melhores oportunidade no mercado de opções, o analista diz que “não importa o momento do mercado, dá para ganhar em qualquer cenário da Bolsa (de alta, baixa ou lateralizado), e proteger seu portfólio”.

Todas as recomendações de calls e puts de Ruy Hungria, acompanhadas das análises do setor, estão disponíveis para os assinantes do Flash Trader. Se você se interessou pelo material e gostaria de acessar o material da série completo, além de muito mais informações de qualidade atreladas ao mercado financeiro para os seus investimentos, o Empricus+ pode ser uma boa solução.

Empiricus+: “streaming” de carteiras em ações, FIIs, renda fixa e mais

O novo serviço estilo “streaming” da Empiricus Research reúne 11 assinaturas da casa de uma só vez. São carteiras de focadas em ações, fundos de investimento, renda fixa e trading, incluindo a série Flash Trader. Além disso, há também estratégias que combinam diferentes classes de ativos.

Para acompanhar tudo isso, o investidor tem acesso a um arsenal completo de materiais de apoio para sua jornada:

  • Relatórios quinzenais: o documento é o espaço para os analistas trazerem as novas recomendações das séries para a semana e os principais pontos de atenção para as empesas selecionadas;
  • Plantão ao vivo: todas as sextas-feiras, 9h, os analistas da carteira Flash Trader e de outras séries da casa se reúnem no Empiricus Ao Vivo para tirar as dúvidas dos assinantes;
  • Canal exclusivo no Telegram: assinantes acessam o grupo de forma rápida para conferir atualizações nas operações, e outras notícias relevantes;
  • Alertas: a função de notificação, tanto pela área do assinante como no Telegram notifica o investidor sobre as mudanças do portfólio;
  • Para se aprofundar: Planilhas, vídeos e tutoriais estão disponíveis na área logada para o assinante aprender mais sobreas opções.

É bom salientar que, por ora, o acesso a todo esse material através do Empiricus+ está com dois planos – e preços muito atrativos:

  • Assinatura mensal com o valor de R$ 19,90. Nesse plano, você pode parar a assinatura a qualquer momento; ou
  • Um pacote de assinatura anual por 12x de R$ 14,90, que corresponde a 30% de desconto no valor do plano.

Esta pode ser uma oportunidade única para investir seguindo as recomendações da maior casa de análises independente do país. Clique no botão abaixo para saber mais:

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