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Em meio a ‘mau humor’ dos fundos imobiliários (FIIs), analista explica por que este pode ser o momento para investir

5 de Setembro de 2026, 09:00

O mês de agosto não foi fácil para os fundos imobiliários (FIIs). Caio Araujo, analista da Empiricus Research, explica que o ambiente ficou mais difícil para os ativos domésticos, que passaram a incorporar uma percepção maior de risco, principalmente com a aproximação das eleições.

O IFIX, principal índice dos fundos imobiliários no Brasil, passou a negociar a cerca de 0,86x a razão do preço sobre o valor patrimonial (P/VP), abaixo da média observada nos últimos dez anos. Mas isso não é um sinal, necessariamente, de más notícias.

O analista aponta que, quando índice esteve nessa região de valuation no passado, “o ponto de partida foi, na maioria das vezes, favorável para os retornos dos 12 meses seguintes“. De acordo com dados da Empiricus, historicamente, o IFIX superou o CDI em 76,6% das observações.

Mas isso também não significa que é hora de comprar qualquer fundo em queda. Agora, a seleção dos ativos importa ainda mais. “O mesmo mercado que aumenta os riscos também começa a abrir oportunidades em ativos de qualidade“, afirma Araujo.

Analista recomenda FIIs de qualidade para investir

Exatamente nesse contexto, a Empiricus acaba de atualizar a carteira TOP FIIs, com uma seleção de 7 fundos imobiliários para investir em setembro.

O portfólio, escolhido por Caio Araujo, acumula alta de 8,4% em 2026, até o encerramento de agosto, contra –0,3% do IFIX.

A carteira conta com uma seleção de FIIs de diferentes setores e estratégias, com o objetivo de gerar diversificação e eficiência na alocação.

O Kinea Hedge Fund (KNHF11), por exemplo, é uma das novas adições na carteira para este mês. O analista destaca, principalmente, sua maior exposição a ativos de crédito.

“[Neste] segmento, o fundo se beneficia da experiência da Kinea na originação, estruturação e acompanhamento das operações, além da atuação integrada de diferentes equipes da gestora”, explica Araujo.

Conheça as recomendações de FIIs da Empiricus

Se você quer conhecer mais FIIs de qualidade para investir, você pode acessar o relatório completo da carteira Empiricus TOP FIIs, de forma 100% gratuita. Ele está disponível na área logada da Empiricus, após um cadastro rápido.

O portfólio conta com fundos ligados a diversas estratégias, como:

  • Recebíveis;
  • Galpões logísticos;
  • Shopping centers;
  • Hedge funds;
  • E outros.

Ao acessar, você pode conhecer todos os ativos recomendados e saber o quanto investir em cada um para buscar os melhores resultados.

Clique no botão abaixo e conheça os FIIs recomendados pela Empiricus:

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Fundos imobiliários: BTLG11, ALZR11, TRXF11 e mais nomes trazem novidades nesta semana; confira

4 de Setembro de 2026, 14:53

Nesta semana, o giro pelos fundos imobiliários traz atualizações aos cotistas sobre FIIs como BTG Pactual Logística (BTLG11), Alianza Trust (ALZR11), TRX Real Estate (TRXF11) e outros. Confira:

Alianza Trust (ALZR11)

A consulta aos cotistas sobre a transferência da administração do ALZR11 do BTG Pactual para a Vórtx não atingiu o quórum mínimo necessário. Os votos representaram 12,35% das cotas emitidas, ante exigência mínima de 25%, de forma que a alteração da administradora e dos demais prestadores de serviços não foi aprovada.

BTG Pactual Logística (BTLG11)

O BTLG11 concluiu a aquisição do BTLG Guarulhos I, ativo logístico com 95,3 mil m² de ABL e 100% de ocupação, por R$ 375 milhões. O pagamento foi estruturado em R$ 225 milhões à vista e R$ 150 milhões em 18 meses, corrigidos pelo IPCA. A operação apresenta cap rate de entrada de 9,1% e yield médio estimado de 15,2% nos próximos 18 meses.

Além disso, assinou MoU (memorando de entendimento) não-vinculante para adquirir três ativos logísticos AAA, locados para Amazon e Mercado Livre, localizados em São Paulo e na região metropolitana de Curitiba. O portfólio soma 182,5 mil m² de ABL, sendo um ativo concluído e dois em desenvolvimento no modelo BTS.

O valor indicativo da operação é de R$ 918,5 milhões, com cap rate de aproximadamente 9,0% e yield médio estimado de 12,6% nos próximos 24 meses. O pagamento prevê 70% à vista e 30% em até 12 meses, corrigidos por IPCA + 6,0% ao ano.

Por fim, o fundo concluiu a locação de 13,5 mil m² no BTLG Santo André para uma empresa de e-commerce, pelo prazo de cinco anos. A nova locação reduziu a vacância física do portfólio de 2,1% para 1,2%, restando 4,2 mil m² disponíveis no imóvel.

Pátria Escritórios (HGRE11)

O HGRE11 assinou compromisso para vender a totalidade do Edifício Alegria, no Brás (SP), atualmente 100% vago, por R$ 115,5 milhões. O pagamento prevê R$ 5,5 milhões de sinal e R$ 110 milhões em cinco parcelas anuais corrigidas pelo IPCA. O valor de venda representa ganho de 95,6% sobre o investimento realizado e está 102,1% acima do último laudo de avaliação.

Além disso, o fundo definiu os termos de sua 10ª emissão de cotas, com oferta inicial de até R$ 700 milhões, destinada a investidores profissionais. O preço de emissão será de R$ 146,64 por cota, acrescido de taxa de distribuição de R$ 0,07 por cota, equivalente a aproximadamente 0,05%, totalizando R$ 146,71. Os atuais cotistas terão direito de preferência pelo fator de 0,4039 nova cota para cada cota detida.

Kinea Unique (KNUQ11)

O KNUQ11 aprovou sua 5ª emissão de cotas, com oferta inicial de aproximadamente R$ 351,9 milhões, ao preço de R$ 100,55 por cota. A oferta poderá ser ampliada em até 25%, enquanto os atuais cotistas terão direito de preferência pelo fator de 0,1629 nova cota para cada cota detida.

Kinea Oportunidades Real Estate (KORE11)

O KORE11 registrou novas movimentações de locação e desocupação em agosto. Ao final do mês, a vacância física ficou em 5,70%, ante 5,61% em julho, enquanto a vacância financeira recuou para 4,19%, ante 4,74%. A vacância financeira ajustada pelas carências ficou em 5,92%.

Pátria Crédito Imobiliário (PCIP11)

O PCIP11 aprovou sua 9ª emissão de cotas, com oferta de até R$ 4,0 bilhões, destinada a investidores profissionais. O preço de emissão foi fixado em R$ 92,45 por cota, acrescido de taxa de distribuição de R$ 0,04, equivalente a cerca de 0,04%. Os cotistas terão direito de preferência pelo fator de 2,5433 novas cotas para cada cota detida. Os recursos serão destinados prioritariamente à consolidação das carteiras de RPRI11, RBRR11 e VCJR11 no PCIP11.

Tivio Renda Imobiliária (TVRI11)

O TVRI11 definiu os termos de sua 2ª emissão de cotas, com oferta inicial de aproximadamente R$ 500 milhões. O preço de emissão será de R$ 100,60 por cota, acrescido de taxa de distribuição de 0,55%, resultando em preço de subscrição de R$ 101,15 por cota.

Além disso, o fundo anunciou a renovação de seis contratos de locação de agências com o Banco do Brasil por mais 10 anos, mantendo os atuais valores de aluguel.

TRX Real Estate (TRXF11)

O TRXF11 encerrou o período de direito de preferência de sua 13ª emissão com a subscrição de 425,3 mil cotas, equivalentes a R$ 40,1 milhões.

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BTG Pactual Logística (BTLG11): Aquisição de três ativos logísticos combina estratégia e remuneração

4 de Setembro de 2026, 08:54

O BTG Pactual Logística (BTLG11) anunciou a assinatura de um Memorando de Entendimentos (MoU) para a aquisição de participação em três ativos logísticos de padrão AAA, atualmente pertencentes ao Capitânia Logística (CPLG11), por aproximadamente R$ 959 milhões.

O portfólio soma 182,5 mil metros quadrados de ABL própria e está integralmente locado para Mercado Livre e Amazon. Os imóveis estão localizados em São Bernardo do Campo e Jacareí, em São Paulo, e em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. O primeiro já está concluído, enquanto os outros dois são projetos built-to-suit em desenvolvimento.

Em termos financeiros, a aquisição apresenta cap rate próximo de 9% e yield médio estimado pelo BTLG11 de 12,6% nos próximos 24 meses, dado que a estrutura de pagamento possui formato parcelado.

Os recursos desembolsados pelo BTLG11 nos ativos ainda em desenvolvimento serão remunerados a IPCA + 11% ao ano até a conclusão das obras, reduzindo o custo de oportunidade do capital durante o período de construção.

A aquisição é interessante pela combinação entre localização, qualidade dos ativos e perfil dos locatários. Os ativos paulistas estão posicionados entre os raios de 30 km e 60 km da capital, região dominante na carteira do fundo. Já o imóvel de São José dos Pinhais amplia a presença do fundo em uma das principais regiões logísticas do Sul.

Além disso, Mercado Livre e Amazon estão entre os principais ocupantes do segmento de e-commerce, com contratos de longo prazo nos ativos em desenvolvimento.

BTLG11: exposição a regiões logísticas estratégicas

Avaliamos a transação como positiva para o BTLG11. O fundo direciona os recursos da 16ª emissão — que, caso a negociação seja concretizada, ficará aproximadamente 77% alocada — para ativos AAA, bem localizados e com locatários de qualidade, sem renunciar a uma remuneração atrativa durante o período de desenvolvimento.

Do lado vendedor, o CPLG11 estima uma TIR de 43,6% ao ano na operação, evidenciando que a transação também cristaliza valor relevante para a contraparte, que assumiu o risco de desenvolvimento.

De modo geral, a operação reforça uma característica que já destacávamos na tese do BTLG11: a capacidade da gestão de utilizar sua escala e liquidez para acessar transações relevantes e aumentar a exposição a regiões logísticas estratégicas. Considerando o cap rate de entrada, o yield projetado e a estrutura financeira da aquisição, entendemos que o negócio agrega valor ao portfólio e reforça nossa visão positiva para o fundo.

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Fundos imobiliários: BTLG11, HGRU11, JSRE11 e outros FIIs trazem atualizações aos cotistas; confira

28 de Agosto de 2026, 13:49

Nesta semana, o giro pelos fundos imobiliários traz atualizações aos cotistas sobre FIIs como BTG Pactual Logística (BTLG11), Patria Renda Urbana (HGRU11), JS Real Estate (JSRE11) e outros. Confira:

BTLG11: o fundo concluiu a aquisição do BTLG Guarulhos I, ativo logístico AAA com 95,3 mil m² de ABL e 100% de ocupação, por R$ 375 milhões. O pagamento foi estruturado em R$ 225 milhões à vista e R$ 150 milhões em 18 meses, corrigidos pelo IPCA.

A operação apresenta cap rate de entrada de 9,1% e yield médio estimado de 15,2% nos próximos 18 meses. Com a aquisição, a exposição do fundo a imóveis no raio de 30 km de São Paulo sobe para 42%.

HGRU11: o fundo definiu os termos de sua 7ª emissão de cotas, com oferta inicial de até R$ 1,1 bilhão, destinada a investidores profissionais. O preço de emissão será de R$ 128,20 por cota, acrescido de taxa de distribuição de R$ 0,06 por cota, equivalente a aproximadamente 0,05%, totalizando R$ 128,26 por cota.

JSRE11: o fundo anunciou a renovação e expansão de uma locação no Edifício Tower Bridge, com aluguel de R$ 160/m² para a área adicional. Com as movimentações, a vacância do ativo ficou em 7,9%, enquanto a consolidada do portfólio do JSRE11 em 5,9%.

PCIP11, RPRI11, RBRR11 e VCJR11: o Patria convocou AGEs nos fundos PCIP11, RBRR11, VCJR11 e RPRI11 para deliberar sobre a consolidação das carteiras dos três últimos fundos no PCIP11. O prazo para votação nas assembleias vai até 19 de setembro de 2026, com quórum qualificado de aprovação superior a 25% do total de cotistas. A operação prevê a aquisição das carteiras pelo PCIP11, seguida da liquidação dos três fundos e migração de seus cotistas para o fundo consolidador.

Caso aprovada a reorganização, será realizada uma oferta pública de cotas do PCIP11, pelo valor patrimonial, para viabilizar a aquisição dos ativos. Com a consolidação, o fundo deverá alcançar patrimônio de aproximadamente R$ 4,5 bilhões e 239 operações, ampliando sua escala, liquidez e diversificação.

PVBI11: o fundo anunciou novas locações no FL 4440, Vera Cruz e Cidade Jardim, além das saídas já previstas em alguns ativos. Com essas movimentações, a vacância física projetada para agosto é de 20,0%, enquanto a vacância financeira permaneceu pressionada pelos períodos de carência concedidos nas novas locações.

TRXF11: o fundo encerrou o período de direito de preferência de sua 13ª emissão com a subscrição de 425,3 mil cotas, equivalentes a R$ 40,1 milhões.

Além disso, o fundo anunciou o cancelamento da operação para aquisição do portfólio de lajes corporativas dos fundos BLCA11 e CVFL11, que envolvia imóveis nos edifícios Victor Malzoni e Vista Faria Lima, avaliados em aproximadamente R$ 1,0 bilhão.

Segundo a gestão, a transação se tornou inviável após o não cumprimento de uma condição precedente, em razão de alterações nas condições de mercado.

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Fundos imobiliários: KNCR11, TRXF11 e XPML11 e outros FIIs trazem atualizações aos cotistas; confira

14 de Agosto de 2026, 13:11

Nesta semana, o giro pelos fundos imobiliários traz atualizações aos cotistas sobre FIIs como Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11), TRX Real Estate (TRXF11) e XP Malls FII (XPML11) outros. Confira:

KNCR11: o fundo investiu R$ 575 milhões em uma operação baseada em um FII logístico com portfólio de alta qualidade e 100% de ocupação, concentrado principalmente em São Paulo e Paraná. A operação oferece remuneração de CDI + 1,90% a.a., possui mecanismos de proteção e covenants customizados e LTV inicial de aproximadamente 65%.

TEPP11: o fundo encerrou sua 5ª emissão com a captação de R$ 40,3 milhões, equivalente a 4,15 milhões de novas cotas ao preço de R$ 9,69 por cota.

TRXF11: o fundo anunciou três movimentações relevantes: a conclusão da aquisição de 9,33% do ParkShopping Barigui por R$ 250 milhões, com cap rate de 7,9%; a venda de três imóveis locados ao Pão de Açúcar por R$ 109,3 milhões, com lucro estimado de R$ 34,8 milhões (R$ 0,56/cota); e um acordo para adquirir participações em cinco shoppings da Iguatemi por R$ 876,1 milhões, com cap rate de 8,02%.

TVRI11: o fundo aprovou os termos da 2ª emissão de cotas, com objetivo inicial de captar até R$ 500 milhões, ao preço de R$ 100,53 por cota (R$ 101,03 considerando a taxa de distribuição). A oferta prevê montante mínimo de R$ 40 milhões e possibilidade de lote adicional de até 100%, podendo elevar a captação para cerca de R$ 1 bilhão. Os atuais cotistas terão direito de preferência, sem possibilidade de cessão.

XPML11: o fundo firmou MOU para adquirir 60% do São Bernardo Plaza Shopping, em São Bernardo do Campo (SP), por R$ 331,1 milhões. Do total, R$ 231,8 milhões serão pagos em cotas do próprio XPML11 e R$ 99,3 milhões em até 24 meses, corrigidos pelo CDI. Com base no NOI do empreendimento dos últimos 12 meses, a transação apresenta um cap rate estimado de 9,8%.

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Fundos imobiliários: TRXF11, BRCO11 e BTLG11 trazem novidades nesta semana; confira

7 de Agosto de 2026, 11:19

Nesta semana, o giro pelos fundos imobiliários traz atualizações aos cotistas sobre FIIs como TRX Real Estate (TRXF11), Bresco Logística (BRCO11), BTG Pactual Logística (BTLG11) e outros. Confira:

Bresco Logística (BRCO11)

O BRCO11 celebrou aditivo contratual com a M. Dias Branco para ampliar a área locada no imóvel Bresco Canoas. A locatária passará a ocupar também os módulos 03 e 04, além de uma área administrativa, elevando a área total locada para 24,2 mil m². Com a expansão, o contrato passa a representar 4,1% da ABL total do fundo, enquanto a vacância física do portfólio será reduzida para 5,9%.

BTG Pactual Logística (BTLG11)

O BTLG11 concluiu, em julho, a reavaliação anual de seu portfólio imobiliário, que apontou valorização de 5,72% dos ativos, de R$ 5,15 bilhões para R$ 5,44 bilhões. Com isso, o patrimônio líquido passou a R$ 7,43 bilhões, equivalente a R$ 107,04 por cota.

BTG Pactual Real Estate (BTHF11)

O BTHF11 adquiriu uma participação de 76% no Shopping Pátio Cianê, localizado em Sorocaba (SP), por R$ 220,4 milhões. Com base no NOI projetado de 2026, a transação apresenta cap rate estimado de 9,6%.

Além disso, o fundo movimentou cerca de R$ 123 milhões no mercado secundário, com destaque para o encerramento da posição em TRXF11, ciclo que gerou lucro líquido de R$ 38 milhões. Parte dos recursos foi direcionada a ativos indexados ao IPCA, incluindo cotas mezanino do Itaú Log CP a IPCA + 11,8% e o CRI JHSF a IPCA + 9,73%.

Hedge Brasil Shoppings (HGBS11)

O HGBS11 firmou compromisso para a aquisição de 75% do Shopping Jaraguá Araraquara, localizado em Araraquara (SP), por R$ 216,3 milhões. A operação apresenta cap rate estimado de 9,0% ao ano, considerando o resultado operacional projetado para os 12 meses seguintes à conclusão da transação.

Kinea Oportunidades Real Estate (KORE11)

O KORE11 registrou movimentações no Edifício Corporate Plaza, resultando em uma vacância consolidada do portfólio de 5,61%, ante 4,52% no mês anterior, enquanto a vacância financeira avançou de 4,08% para 4,74%.

Guardian Real Estate (GARE11)

O GARE11 concluiu a aquisição de um ativo logístico em Itapevi (SP) por R$ 119,8 milhões. Do total, R$ 101,7 milhões foram pagos à vista e cerca de R$ 18,1 milhões serão pagos em julho de 2028, corrigidos pelo IPCA. Segundo a gestão, a operação apresenta rentabilidade média ponderada de dois dígitos nos primeiros cinco anos.

Pátria Malls (PMLL11)

O PMLL11 firmou intenção de compra de uma participação de 10% no Shopping Jardim Sul, em São Paulo (SP), por R$ 67,0 milhões. O pagamento será dividido entre parcelas em caixa e, potencialmente, compensação com créditos decorrentes da integralização de cotas do fundo pelo vendedor, com parte dos valores diferidos e corrigidos pelo IPCA. Segundo a gestão, a operação deverá apresentar yield médio de 11,6% ao ano nos dois primeiros anos e de aproximadamente 9,1% ao ano na estabilidade.

TRX Real Estate (TRXF11)

O TRXF11 celebrou memorando de entendimentos para a potencial aquisição de um portfólio de cinco imóveis por aproximadamente R$ 2,14 bilhões. O portfólio soma 251,2 mil m² de ABL e inclui quatro galpões logísticos — dois na Região Metropolitana de São Paulo, um no Rio de Janeiro e outro em Extrema (MG) — e um edifício corporativo em São Paulo (Cyrela Oscar Freire Corporate). A operação apresenta yield on cost estimado de 10,4% ao ano em 12 meses.

Além disso, o fundo celebrou memorando de entendimentos para a potencial aquisição de 70% do empreendimento logístico LOG Recife II, localizado em Jaboatão dos Guararapes (PE), por R$ 210 milhões. A participação corresponde a aproximadamente 48 mil m² de ABL e está integralmente locada a uma empresa de e-commerce, em contrato típico com vencimento em fevereiro de 2030 e reajuste pelo IPCA. A operação apresenta cap rate de 8,19% ao ano e yield on cost estimado de 10,58% em 12 meses.

Por fim, aprovou sua 13ª emissão de cotas, com oferta inicial de até R$ 5,0 bilhões, destinada exclusivamente a investidores profissionais. O preço de emissão foi fixado em R$ 94,25 por cota, ou R$ 94,39 considerando a taxa de distribuição de R$ 0,14 por cota. A oferta poderá ainda ser ampliada em até 100% por meio de lote adicional, elevando o volume potencial para até aproximadamente R$ 10,0 bilhões.

Os atuais cotistas terão direito de preferência, considerando a posição de 10 de agosto de 2026, com fator de proporção de aproximadamente 0,84975 nova cota para cada cota detida.

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Fundos imobiliários: HGBS11 e BTHF11 ampliam exposição ao setor de shoppings; confira

6 de Agosto de 2026, 11:58

Após o fechamento de ontem (05), o BTG Pactual Real Estate Hedge Fund (BTHF11) e o Hedge Brasil Shopping (HGBS11) anunciaram aquisições no segmento de shopping centers. Tratamos os eventos em sequência abaixo.

BTHF11 anuncia aquisição de 76% do Shopping Pátio Cianê

O BTHF11 celebrou o instrumento de aquisição de 76% do Shopping Pátio Cianê, em Sorocaba (SP), por R$ 220,4 milhões, equivalente a aproximadamente R$ 11,3 mil por m².

O empreendimento, inaugurado em 2013 e administrado pela Alqia, registrou vendas de R$ 314 milhões nos últimos 12 meses (+7,0% ante o ano anterior), SSS de 8,0% e ocupação de 86,4%, segundo materiais divulgados pela gestão.

O pagamento foi estruturado da seguinte forma:

  • R$ 78,2 milhões (35,5% do valor) na assinatura, sendo R$ 66,9 milhões via assunção do saldo devedor da dívida existente sobre o imóvel (proporcional à fatia de 76%), remunerada a IPCA + 7,65% a.a. com vencimento em janeiro de 2034, e R$ 11,4 milhões em moeda corrente;
  • R$ 44,1 milhões (20%) em 12 meses, corrigidos pelo IPCA; e
  • R$ 98,1 milhões (44,5%) em 24 meses, também corrigidos pelo IPCA.

Com base no NOI estimado do shopping para 2026, a operação foi realizada a um cap rate de 9,6%, patamar que consideramos atrativo e compatível com a qualidade do ativo.

O BTHF11 já passa a fazer jus à parcela da receita de locação correspondente à participação adquirida, com impacto estimado de aproximadamente R$ 0,01 por cota. Segundo a gestão, a estrutura da transação — marcada pelo pagamento parcelado e pelo baixo desembolso inicial de capital próprio — poderá proporcionar um dividend yield de 42,1% sobre o equity investido nos primeiros 24 meses.

De modo geral, avaliamos o anúncio como positivo para o BTHF11. A aquisição amplia a exposição do fundo a ativos reais, adiciona um investimento de porte relevante ao portfólio e combina cap rate atrativo, geração imediata de receita e condições de pagamento favoráveis.

As cotas do BTHF11 permanecem entre as recomendações da Empiricus.

HGBS11 consolida 100% do Shopping Jaraguá Araraquara

Na mesma data, o HGBS11 firmou um Compromisso de Compra e Venda para adquirir os 75% remanescentes do Shopping Jaraguá Araraquara, localizado em Araraquara (SP), por R$ 216,3 milhões, o equivalente a R$ 13,7 mil por metro quadrado.

O fundo já detém 25% do empreendimento, participação adquirida em dezembro de 2024 por R$ 63 milhões, a um cap rate de 9,1%.

Com a conclusão da nova transação, o HGBS11 passará a deter 100% do shopping, deixando a posição de sócio minoritário para assumir o controle integral do ativo. Além de ampliar a exposição ao ativo, o controle integral tende a proporcionar maior autonomia na condução da estratégia comercial, operacional e de investimentos do shopping.

A aquisição deverá ser liquidada mediante a entrega de cotas no âmbito da 12ª emissão do HGBS11. Quando a emissão foi anunciada, a destinação dos recursos ainda não havia sido detalhada, embora já tivéssemos sinalizado a possibilidade de utilização das novas cotas em operações de aquisição.

Com base no NOI projetado do shopping para os próximos 12 meses, a transação apresenta cap rate estimado de 9,0%, patamar que consideramos atrativo para a aquisição do empreendimento.

Empiricus mantém recomendação de compra do HGBS11

De modo geral, avaliamos a consolidação como positiva para a tese do HGBS11. O fundo amplia sua participação em um ativo que já conhece, assume o controle integral da operação e realiza a aquisição a um cap rate competitivo.

O principal ponto de atenção está na forma de liquidação da transação. Como o pagamento tende a ser realizado por meio da entrega de cotas, uma eventual venda desses papéis pelos vendedores após a operação poderá gerar pressão sobre a cotação no mercado secundário.

Ainda assim, entendemos a transação como atrativa para o portfólio do FII. As cotas do HGBS11 permanecem entre as recomendações da Empiricus.

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Vinci Shopping Centers (VISC11): fundo imobiliário dá mais um passo na renovação de seu portfólio; vale a pena comprar?

3 de Agosto de 2026, 17:10

O Vinci Shopping Centers (VISC11) assinou um Memorando de Entendimentos para a potencial venda de participações em nove shopping centers, pelo valor indicativo de aproximadamente R$ 573 milhões — cerca de 10% acima do valor de laudo dos ativos envolvidos e equivalente a R$ 11,4 mil por m². 

A transação contempla participações no Prudenshopping, Shopping Granja Vianna, Boulevard Shopping Rio, Center Shopping Rio, Natal Shopping, Shopping Crystal, Shopping Tacaruna, Via Sul Shopping e West Shopping. 

Shopping Localização Participação Objeto da Transação Participação VISC11 Remanescente 
Prudenshopping Presidente Prudente, SP 15,00% 73,00% 
Shopping Granja Vianna Cotia, SP 15,00% 20,00% 
Boulevard Shopping Rio Rio de Janeiro, RJ 40,00% 0,00% 
Center Shopping Rio Rio de Janeiro, RJ 7,50% 0,00% 
Natal Shopping Natal, RN 20,00% 0,00% 
Shopping Crystal Curitiba, PR 17,50% 0,00% 
Shopping Tacaruna Recife, PE 10,00% 0,00% 
Via Sul Shopping Fortaleza, CE 45,00% 0,00% 
West Shopping Rio de Janeiro, RJ 7,50% 0,00% 

As participações representam aproximadamente 11% do NOI consolidado do fundo. Entre as posições remanescentes, o fundo manterá participações de 73% no Prudenshopping e de 20% no Shopping Granja Vianna. 

A aquisição será realizada por meio de um fundo imobiliário com duas subclasses de cotas, sendo 80% seniores e 20% subordinadas. A oferta das cotas seniores poderá alcançar R$ 464 milhões, com volume mínimo de R$ 100 milhões, enquanto o VISC11 subscreverá a totalidade das cotas subordinadas do veículo. 

Com isso, o VISC11 preservará exposição ao desempenho futuro dos ativos, embora seu recebimento permaneça subordinado à remuneração e à amortização da classe sênior. A TIR nominal alvo das cotas subordinadas é de 17% ao ano, enquanto o excedente mensal ficará retido no veículo durante os três primeiros anos e deverá ser repassado ao VISC11 a partir do quarto ano. 

O fundo comprador terá duração de cinco anos, prorrogável por mais um, período em que os ativos poderão ser vendidos a terceiros. Caso ainda existam empreendimentos no portfólio ao término desse prazo, o VISC11 deverá recomprá-los por um valor suficiente para a amortização integral das cotas seniores, podendo realizar uma nova emissão de cotas pelo valor patrimonial. 

O pagamento será dividido em quatro etapas: 

  • 50% no fechamento da transação; 
  • 20% em até seis meses, corrigidos pelo IPCA durante o período; 
  • 20% em até 12 meses, corrigidos pelo IPCA durante o período; e 
  • 10% em até 60 meses, corrigidos pelo IPCA durante o período. 

Caso a captação do fundo comprador supere o volume-base da oferta, a operação poderá incluir participações no Ilha Plaza Shopping e/ou no Madureira Shopping. As fatias adicionais dependerão do montante efetivamente captado no lote adicional. 

Em termos financeiros, a gestão estima uma geração de caixa líquido de aproximadamente R$ 346 milhões. O ganho de capital bruto deverá alcançar cerca de R$ 60 milhões e, após as despesas relacionadas à quitação antecipada de dívidas dos ativos envolvidos na transação, o ganho líquido é estimado em R$ 35 milhões, equivalente a R$ 1,21 por cota. 

Considerando o NOI dos últimos 12 meses dos ativos envolvidos, a transação apresenta um cap rate estimado de 7,5% – patamar que consideramos adequado para a venda. Além do preço 10% superior ao valor de laudo dos ativos, a gestão aponta para um portfólio remanescente mais produtivo, enquanto a subscrição das cotas subordinadas permite ao VISC11 preservar exposição a uma eventual valorização futura dos ativos alienados. 

Vinci Shopping Centers (VISC11): FII vale a pena após anúncio?

De modo geral, avaliamos o anúncio como positivo para o VISC11. A operação representa um avanço relevante na estratégia de reciclagem sinalizada pela gestão desde o início do ano, ao destravar valor no portfólio e reforçar o caixa do fundo para o cumprimento de suas obrigações financeiras nos próximos anos. 

Além do MoU de venda, o VISC11 concluiu a conversão de sua exposição ao Midway Mall, em Natal (RN). O fundo transformou o CRI do qual era credor em participação adicional no empreendimento, elevando sua fatia de 0,95% para 12,43%.  

Considerando os investimentos realizados e as obrigações futuras assumidas, o desembolso total para a aquisição da participação soma R$ 200 milhões. Desse montante, R$ 99,8 milhões serão pagos em quatro parcelas anuais de aproximadamente R$ 25 milhões, corrigidas pelo IPCA. A gestão estima um cap rate de 9,2% sobre o orçamento de 2026, considerando as parcelas trazidas a valor presente.  

O Midway Mall é um dos principais shopping centers de Natal, com cerca de 300 lojas e posição de destaque no mercado regional. Ao final do primeiro semestre de 2026, o empreendimento registrava crescimento de 13% no NOI caixa em relação ao mesmo período do ano anterior, reforçando a atratividade operacional do ativo e seu potencial de geração de valor. 

Em nossa visão, a conclusão da transação também é positiva para a tese ao ampliar a exposição do fundo a um ativo relevante, com desempenho operacional consistente, e aquisição realizada a um cap rate atrativo de 9,2%.  

Dessa forma, as cotas do VISC11 permanecem entre as recomendações da Empiricus. 

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Fundos imobiliários: BTLG11, KNRI11, HGRU11 e outros FIIs com atualizações; confira

7 de Julho de 2026, 11:38

Nesta semana, o giro pelos fundos imobiliários traz atualizações aos cotistas sobre FIIs como BTG Pactual Logistica (BTLG11), Kinea Renda Imobiliaria (KNRI11), CSHG Renda Urbana (HGRU11) e outros. Confira:

Btg Pactual Real Estate Hedge (BTHF11)

O fundo anunciou a conclusão de uma operação estruturada envolvendo 30% do Shopping Pátio Maceió, iniciada em 2024. O investimento consumiu R$ 115 milhões ao longo de 28 meses e foi encerrado com TIR de 20,07% ao ano. Com o desinvestimento, o fundo recebeu R$ 121 milhões em caixa, que deverão ser direcionados para novas operações estruturadas e para ampliar a exposição a CRIs indexados ao IPCA com duration mais longa.

Imobiliario BTG Pactual Terras Agricolas (BTIR11)

A gestora informou que renunciará ao recebimento da taxa de performance referente exclusivamente ao segundo semestre de 2025. A partir da competência seguinte, a taxa de performance voltará a ser cobrada normalmente, conforme previsto no regulamento do fundo.

BTG Pactual Logistica (BTLG11)

O fundo renovou contrato no BTLG Cotia por mais cinco anos com o atual locatário, que passou de atípico para típico. Já no BTLG Louveira III, a renovação por mais cinco anos foi realizada com ganho real de 9,2% no aluguel. Além disso, o fundo firmou uma nova locação no BTLG Cabreúva, por prazo de 10 anos, com uma empresa dos setores alimentício e farmacêutico. A operação reduz a vacância do ativo para 6% e leva a vacância consolidada do portfólio para apenas 2,1%.

CSHG Renda Urbana (HGRU11)

O fundo anunciou duas aquisições, somando aproximadamente R$ 150,4 milhões. A primeira envolve cinco lojas de varejo no Leblon, no Rio de Janeiro, por R$ 100,4 milhões, com cap rate de 9,4% ao ano. O pagamento foi majoritariamente realizado via compensação com cotas da 6ª emissão, além de R$ 6,1 milhões em caixa.

A segunda transação foi a aquisição de um campus educacional em São Bernardo do Campo, locado à Faculdade São Judas, do Grupo Ânima, por R$ 50 milhões, via subscrição de cotas, com cap rate de 10,0% ao ano.

HSI Malls (HSML11)

O fundo recebeu a segunda e última parcela da venda de 19% do Shopping Pátio Maceió, no valor de R$ 105,5 milhões, concluindo integralmente a operação de desinvestimento de 49% do ativo. A parcela gerou ganho de capital de R$ 48,2 milhões, equivalente a R$ 2,26 por cota.

Kinea Renda Imobiliaria (KNRI11)

A reavaliação anual do portfólio imobiliário, concluída em junho de 2026, indicou valorização de aproximadamente 0,6% em relação ao valor contábil dos imóveis registrado ao final de maio.

Kinea Oportunidades Real Estate (KORE11)

O fundo realizou a reavaliação anual de seu portfólio imobiliário, que resultou em uma valorização de aproximadamente 1% frente ao valor contábil dos imóveis registrado ao final de maio de 2026.

Tellus Properties (TEPP11)

O fundo celebrou compromisso para aquisição de dois conjuntos comerciais no Edifício Torre Sul, em São Paulo, por R$ 10,8 milhões, com conclusão ainda condicionada ao cumprimento de condições precedentes. Os imóveis estão atualmente locados para a IFC (International Finance Corporation) e para a Nexmuv Tecnologia, gerando receita contratada de aproximadamente R$ 86 mil por mês, correspondente a um cap rate de 9,6%.

TRX Real Estate (TRXF11)

O fundo concluiu a aquisição indireta do Hotel Emiliano Rio de Janeiro por R$ 260 milhões.

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Empiricus atualiza carteira de FIIs que rendeu 500% do Ifix em 2026; veja as novas recomendações

3 de Julho de 2026, 10:00

Com a virada para julho, investidores voltam a olhar para a carteira de investimentos e avaliar possíveis ajustes. Nesse cenário, a Empiricus Research divulgou sua Carteira TOP FIIs do mês, em um momento em que o mercado de fundos imobiliários exige mais atenção.

Junho foi marcado por um ambiente de incerteza, com o mercado reagindo a eventos relevantes no cenário macroeconômico. Entre eles, o avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã, que contribuiu para diminuir os temores sobre o fornecimento global de energia.

Por outro lado, a inflação seguiu no centro das decisões dos bancos centrais, tanto no Brasil quanto no exterior. 

No cenário doméstico, o Copom decidiu pelo corte de 0,25 ponto percentual na taxa Selic, chegando à 14,25% ao ano. A decisão em si já era esperada pelo mercado.  

No entanto, o tom do comunicado gerou dúvidas. Para alguns analistas, a autoridade monetária sinalizou espaço para novos cortes mesmo com a inflação acima da meta. 

Com essa combinação de acontecimentos, houve uma queda na cotação dos fundos imobiliários. O IFIX, principal indicador de desempenho dos FIIs, recuou 1,2% no mês, puxado pela relação inversa que esses ativos têm com os juros. 

Logo, em um cenário assim, escolher bem quais FIIs manter ou não na carteira faz toda a diferença. 

Dois FIIs na mira dos analistas 

Entre os segmentos de fundos imobiliários, logística segue como uma das principais escolhas entre os gestores, segundo Caio Araujo, analista da Empiricus Research. 

Os fundos de CRI também aparecem bem avaliados. Já renda urbana, residencial e agronegócio exigem mais cautela. 

Para Araujo, dois fatores puxam essa análise mais de perto: o desconto em relação ao valor patrimonial e o reajuste dos aluguéis. Na Carteira TOP FIIs de julho, o analista lembra que os últimos meses trouxeram correções relevantes nas cotações dos FIIs, principalmente nos fundos de tijolo. 

Apesar de um curto prazo ainda incerto, o analista avalia que o momento é um bom ponto de entrada para quem deseja investir na classe de ativos. 

Agora, na seleção deste mês, dois FIIs se destacam por características distintas: Vinci Logística (VILG11) e Mauá Capital Recebíveis Imobiliários (MCCI11). 

O VILG11 é um dos fundos mais consolidados do segmento, com participação em 12 imóveis espalhados por 7 estados. Mesmo após forte valorização em 2025, ainda negocia com desconto frente ao valor patrimonial e tem yield anualizado de 10,5%. 

Já o MCCI11 segue outra estratégia, focada em CRIs. Cerca de 76% do portfólio está alocado nesses papéis, com taxa média contratada de IPCA +8,5% ao ano. O fundo distribui um provento mensal entre R$ 0,90 e R$ 1,00 por cota, com yield anualizado de 12,7%. 

Mas esses são apenas dois dos 7 FIIs que compõem a seleção da Empiricus para investir no mês de julho. 

Veja como acessar a Carteira TOP FIIs de julho

A Carteira TOP FIIs da Empiricus segue entregando desempenho superior ao seu referencial em 2026. Até o momento, a seleção acumula alta de 7,5% no ano, frente a 1,5% do IFIX – um retorno equivalente a 500% do benchmark.  

Além da valorização das cotas, a carteira também se destaca pela geração de renda: considerando os proventos distribuídos pelos fundos nos últimos 12 meses, o dividend yield médio dos ativos selecionados é de 11,1%. 

Se você deseja conhecer a seleção completa, o acesso à Carteira TOP FIIs está disponível dentro da área logada da Empiricus e você pode incorporar os ativos ao seu portfólio de forma simples e prática. 

Por lá, você confere todos os fundos recomendados e ainda descobre como investir na carteira de maneira automatizada. Na prática, isso permite aplicar em todos os FIIs com poucos cliques. 

Para acessar, basta fazer login na área logada da Empiricus e consultar a Carteira TOP FIIs do mês. 

QUERO ACESSAR A CARTEIRA TOP FIIS

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HGRU11, KNSC11, PMLL11 e mais fundos imobiliários com novidades; confira

16 de Junho de 2026, 11:05

Nesta semana, o giro pelos fundos imobiliários traz atualizações aos cotistas sobre FIIs como CSHG Renda Urbana (HGRU11), Kinea Securities (KNSC11), Patria Malls (PMLL11) e outros. Confira:

BCIA11: Bradesco Carteira Imobiliária Ativa

O fundo informou que, ao longo de maio, realizou movimentações de aproximadamente R$ 20 milhões, equivalentes a 5,3% do PL. A gestão reduziu a exposição aos segmentos de shopping centers, de 12,1% para 11,5% do PL, e misto, de 3,3% para 2,1% do PL. Já nas compras, o destaque ficou para o aumento da alocação em galpões logísticos, que passou de 13,2% para 16% do PL, impulsionada pela participação na oferta do BTG Pactual Logistica (BTLG11), cuja posição passou a representar 3,1% do PL. Além disso, o fundo seguiu reforçando a posição em Kinea Indices de Precos (KNIP11), que permaneceu como o principal ativo da carteira, com participação de 6,7% do PL.

HGCR11: CSHG Recebíveis Imobiliários

O fundo concluiu a venda da totalidade do empreendimento vinculado ao CRI Quota, encerrando o processo de execução iniciado após a inadimplência em abr/25. A operação resultou no recebimento líquido total de R$ 76,4 milhões, já considerando o sinal pago em dez/25. Com a venda, a operação apresentou prejuízo acumulado de R$ 9,1 milhões, equivalente a R$ 0,59/cota.

HGRU11: CSHG Renda Urbana

O fundo anunciou o fim do período de exercício do direito de preferência de sua 6ª emissão de cotas. Foram subscritas apenas 33,8 mil cotas, equivalente a cerca de R$ 4,4 milhões.

KNSC11: Kinea Securities

O fundo investiu R$ 67,3 milhões em cinco novas operações de CRI durante o mês, a uma taxa média de IPCA + 10,29% ao ano. As alocações foram concentradas em estruturas de home equity originadas pelas plataformas Creditas, Galleria e Crediblue.

Os principais aportes ocorreram nos CRIs Creditas 151 Sênior A e B (R$ 29,7 milhões) e Galleria 125 Sênior e Mezanino (R$ 33,7 milhões). As operações contam com garantias de alienação fiduciária, subordinação e apresentam baixo LTV, reforçando o perfil defensivo da carteira.

PMLL11: Patria Malls

O fundo concluiu a aquisição da totalidade das cotas do RBR Malls, detidas pelo RBR Plus Multiestrategia Real Estate (RBRX11), por aproximadamente R$ 385 milhões. O pagamento foi realizado à vista, por meio de compensação com os valores devidos pelo RBRX11 na subscrição de cotas da 7ª emissão do PMLL11.

Com a operação, o fundo passa a deter participação em três shoppings consolidados de São Paulo: Shopping Eldorado, Plaza Sul Shopping e Shopping Pátio Higienópolis. A gestão estima cap rate ponderado de 7,8% para os rendimentos projetados nos próximos 12 meses.

RINV11: Real Investor

O fundo encerrou sua 6ª emissão de cotas com a subscrição de 1,1 milhão de novas cotas, totalizando aproximadamente R$ 117,9 milhões.

TRXF11: TRX Real Estate

O fundo celebrou proposta vinculante para a venda de um portfólio de 15 imóveis de renda urbana e varejo para o BRC Renda Urbana FII, em transação avaliada em R$ 207,3 milhões. O pagamento será realizado integralmente por meio de cotas de nova emissão do comprador. A operação envolve 11 agências da Caixa Econômica Federal, duas lojas do Extra, um imóvel locado à Dasa e Americanas e um centro comercial em São Luís (MA). Caso concluída, a transação deverá gerar lucro estimado de R$ 31,9 milhões, equivalente a R$ 0,51 por cota, com TIR aproximada de 38,5% ao ano e cap rate médio de 8,13%.

Além disso, o fundo celebrou compromisso para aquisição do imóvel Dynamic Faria Lima, em Pinheiros (SP), atualmente 100% locado ao Ibmec, por R$ 130 milhões. O pagamento será dividido em R$ 65 milhões em caixa, em 6 parcelas mensais, e R$ 65 milhões preferencialmente via subscrição de cotas do TRXF11 pela vendedora. O ativo possui 8,3 mil m² de ABL, contrato típico com vencimento em dez/33, e yield on cost estimado de 10,4% nos próximos 12 meses.

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Fundos imobiliários: ALZR11, BTHF11, XPML11 e outros FIIs trazem atualizações aos cotistas; confira

9 de Junho de 2026, 11:03

No giro pelos fundos imobiliários, FIIs como Alianza Trust (ALZR11), BTG Pactual Real Estate (BTHF11), Capitania Securities II (CPTS11) e outros trouxeram novidades aos cotistas nos últimos dias. Confira:

ALZR11: Alianza Trust

O ALZR11 comunicou a intenção de realizar recompra de cotas no mercado secundário entre junho de 2026 e junho de 2027, a critério da gestão. As recompras deverão ocorrer abaixo do valor patrimonial da cota, e as cotas adquiridas serão canceladas. O programa poderá alcançar até 10% das cotas do fundo em 12 meses, equivalente a 16,45 milhões de cotas. 

BTHF11: BTG Pactual Real Estate Hedge Fund

O BTHF11 realizou R$ 268 milhões em operações no mercado secundário, utilizando R$ 102 milhões de caixa e gerando resultado líquido de aproximadamente R$ 4,8 milhões. O principal destaque foi o encerramento da posição em TEND3, que gerou ganho de capital de cerca de R$ 5 milhões e TIR de 111,2%. Parte relevante do caixa foi direcionada à compra de HSI Realty I (HSRE11), em co-investimento com parceiro institucional, mirando a obtenção de controle em um FII de renda urbana com cap rate superior a 10,5%. 

CPTS11: Capitânia Securities II 

O CPTS11 informou a padronização do calendário de distribuição de rendimentos dos FIIs sob gestão da Capitânia. A partir da competência maio/26, o aviso aos cotistas será divulgado ao final do 10º dia útil do mês subsequente, que também passará a ser a data-base para recebimento dos rendimentos. As cotas serão negociadas ex-rendimento a partir do 11º dia útil do mês subsequente. 

TRXF11: TRX Real Estate

O TRXF11 celebrou contrato para aquisição indireta de um portfólio de oito ativos de self-storage e logística urbana operados pela Guarde Aqui, por meio de investimento de até R$ 135 milhões no FII Brio Renda Imobiliária. Os imóveis estão localizados em Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e Ribeirão Preto, somando 30,3 mil m² de ABL e taxa de ocupação próxima de 76%. O portfólio apresenta cap rate médio estimado de 13,4%. 

VILG11: Vinci Logística

O VILG11 concluiu a aquisição da participação remanescente de 50% no Parque Logístico Pernambuco, localizado em Ipojuca (PE), por R$ 56,2 milhões, pagos à vista. O valor equivale a aproximadamente R$ 1,6 mil/m², considerando 35,1 mil m² de ABL, com cap rate estimado de 12,1%. Com a operação, o VILG11 passa a deter 100% do ativo, que está totalmente locado para a Supporte. 

XPLG11: XP Logística

O fundo divulgou seu guidance de rendimentos para os próximos meses de 2026, em uma faixa entre R$ 0,79 e R$ 0,85 por cota. 

XPML11: XP Malls

O fundo divulgou seu guidance de rendimentos para o restante do ano, com uma banda entre R$ 0,86 e R$ 0,92 por cota até o mês de junho. A partir de julho, o limite inferior passa a ser de R$ 0,83 por cota. 

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VISC11 entra na carteira de FIIs recomendada pela Empiricus; veja o que mudou

8 de Junho de 2026, 16:18

O Vinci Shopping Centers (VISC11) passou a integrar a carteira recomendada de fundos imobiliários da Empiricus em junho. O portfólio reúne sete ativos e recebeu ajustes também nas posições de fundos do segmento logístico.

Para dar lugar ao VISC11, a equipe liderada por Caio Araújo recomendou a venda integral da posição em Pátria Malls (PMLL11).

Segundo o analista, a mudança busca aproveitar oportunidades identificadas no segmento de shopping centers e aumentar a diversificação do portfólio diante do atual cenário de mercado.

O que o analista levou em conta ao montar a carteira de junho?

Araújo explica que o recuo de –1,33% do Ifix em maio veio em decorrência da piora do ambiente doméstico, que foi marcada pela saída de recursos estrangeiros e pelo aumento da volatilidade eleitoral.

Nesse sentido, ele vê o principal foco de atenção no segmento de crédito high yield, diante do aumento dos eventos de créditos em operações mais sensíveis ao ambiente de Selic alta.

Por isso, o analista optou por manter a carteira com fundos imobiliários com “maior qualidade de crédito, gestores experientes e portfólios resilientes”. Além disso, a equipe de Araújo aproveitou a queda da indústria para realizar ajustes táticos na carteira recomendada.

Até o fechamento de maio, a estratégia tem mostrado desempenho positivo. A carteira acumula retorno de 8,6% em 2026, acima dos 2,7% registrados pelo índice de referência (Ifix) no mesmo período. O resultado reflete as escolhas de alocação realizadas pela equipe de análise da Empiricus e o posicionamento adotado para o atual cenário de mercado.

Veja como investir na carteira de FIIs da Empiricus abaixo.

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A carteira recomendada de FIIs da Empiricus é atualizada mensalmente por uma equipe especializada de analistas, que acompanha o mercado em busca de oportunidades para compor o portfólio.

Ao acessar o relatório, o investidor tem acesso:

  • Aos fundos selecionados;
  • À distribuição de peso de cada ativo;
  • E a análises detalhadas com gráficos e indicadores de desempenho.

Além disso, ao seguir o passo a passo indicado no relatório, os investidores também têm a opção de investir de forma automatizada. Dessa forma, o portfólio permanece alinhado às recomendações dos analistas, sem a necessidade de realizar rebalanceamentos ou negociações manualmente.

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MXRF11, HGLG11, BTLG11 e mais fundos imobiliários com atualizações esta semana; confira

2 de Junho de 2026, 10:26

Nesta semana, os fundos imobiliários Maxi Renda (MXRF11), CSHG Logística (HGLG11) e BTG Pactual Logística (BTLG11) estão com notícias quentes para os investidores. Confira:

ALZR11 – Alianza Trust Renda Imobiliaria

Os cotistas aprovaram, em consulta formal, o conjunto de alterações no regulamento do fundo.

BRCO11 – Bresco Logistica

O fundo celebrou contrato de locação com a Expresso 3300 para ocupação integral do ativo Bresco Embu, envolvendo 7.629 m² de galpão e 14.084 m² de pátio operacional. Após o período de carência, a locação deverá gerar impacto positivo de aproximadamente R$ 0,02/cota por mês. O contrato representa 4,0% da ABL do fundo e, com a ocupação, o ativo passa a operar com vacância física zero.

Além disso, o fundo contratou a Suno como formadora de mercado para suas cotas negociadas na B3. O contrato terá vigência inicial de 6 meses, com renovação automática por períodos sucessivos, salvo manifestação contrária das partes.

BTLG11 –  BTG Pactual Logística

O fundo concluiu a locação de dois módulos no BTLG Ribeirão Preto, que somam 6.603 m² de ABL, alcançando ganho real de 39 % frente aos valores praticados na ocupação anterior. A nova locação ocorreu de forma concomitante à saída do antigo locatário, sem impacto na vacância do ativo, que permaneceu zerada.

HGLG11 – CSHG Logística

o fundo anunciou o encerramento de sua 11ª emissão de cotas com a colocação de 3,2 milhões de novas cotas, equivalente a aproximadamente R$ 532,6 milhões.

HSML11 – HSI Mall

O fundo concluiu a operação de desinvestimento de 49% do Shopping Pátio Maceió, envolvendo a venda direta de 19% do ativo e o encerramento da opção de compra referente aos 30% alienados em 2024. A operação prevê recebimento total de R$ 237,4 milhões e lucro de aproximadamente R$ 110,7 milhões (R$ 5,19/cota), com cap rate de 7,9% e TIR de 18,8% ao ano.

A maior parte dos recursos será destinada à amortização de dívidas e juros acruados, reduzindo a alavancagem líquida de 20,4% para cerca de 16,1%. Com isso, a gestão estima redução de aproximadamente R$ 0,05/cota por mês na despesa financeira e elevou o guidance de distribuição para 2026, de R$ 0,71–0,75/cota para R$ 0,74–0,78/cota.

KORE11 – Kinea Oportunidades Real Estate

O fundo registrou a devolução de três conjuntos no Ed. Morumbi Office Tower pela Oi S/A. Com a movimentação, a vacância física subiu de 2,82% para 4,52%, enquanto a vacância financeira avançou de 2,95% para 4,09%. A vacância financeira ajustada pelas carências passou de 3,84% para 4,66%.

MXRF11 – Maxi Renda

O fundo convocou AGE para deliberar sobre a realização da 12ª emissão de cotas, no montante inicial de até R$ 1,0 bilhão.

PMLL11 – Patria Malls 

Os cotistas aprovaram a aquisição da totalidade das cotas do RBR Malls detidas pelo RBR Plus Multiestratégia, operação que poderá ser realizada por meio de pagamento em caixa e/ou emissão de novas cotas do fundo.

Além disso, foram aprovadas alterações no regulamento, incluindo o aumento do capital autorizado para até R$ 30 bilhões, a possibilidade de recompra de cotas pelo fundo, a autorização para constituição de garantias e ônus reais em operações da carteira e a dispensa do direito de reembolso em determinadas reorganizações societárias. A proposta que permitiria investimentos em ativos geridos por partes relacionadas não atingiu o quórum mínimo exigido e foi rejeitada.

RBVA11 – Rio Bravo Renda Varejo

O fundo assinou dois contratos de locação com a rede de academias Ultra para os imóveis Paulista e Duque de Caxias, ambos localizados na cidade de São Paulo. As novas locações apresentam prazo de 20 anos, reduzem a vacância física do portfólio de 8,2% para 6,5% e ampliam a exposição do fundo ao segmento de bem-estar, que passa a representar 5,1% da carteira. Após o término do período de carência, a gestão estima impacto positivo de aproximadamente R$ 0,0015 por cota ao mês.

Além disso, o fundo encerrou sua 6ª emissão de cotas com a captação de aproximadamente R$ 96,5 milhões, por meio da distribuição de 9,1 milhões de novas cotas.

RINV11 – Real Investor

O fundo comunicou o encerramento do período de sobras e montante adicional de sua oferta de cotas. No período, foram subscritas 711,6 mil cotas, equivalentes a aproximadamente R$ 75,9 milhões. Somando o exercício do direito de preferência, a oferta já totaliza cerca de R$ 117,9 milhões em cotas subscritas, restando 301 mil cotas disponíveis para investidores profissionais no período de subscrição.

TRXF11 – TRX Real Estate 

O fundo concluiu a aquisição de 18 andares de um edifício locado ao Hospital Sírio-Libanês, localizados no empreendimento O Parque, em São Paulo, por aproximadamente R$ 219,4 milhões.

Além disso, o fundo concluiu a venda de nove imóveis locados ao Carrefour, Grupo Mateus e Sendas para um veículo gerido por afiliada do BTG Pactual, em uma transação de aproximadamente R$ 672 milhões. A gestão estima que o lucro da operação seja de R$ 230 milhões para o TRXF11 (R$ 7,08/cota) e R$ 73 milhões para o TRXB11 (R$ 19,49/cota). Com a conclusão da venda, o TRXF11 prorrogou seu guidance de distribuição para o intervalo entre R$ 0,90 e R$ 0,93 por cota até dezembro de 2026.

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